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A tristeza persistente desde 2020, e o homem que te abandona na montanha.

05 de maio de 202619min
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Assuntos de hoje:

😔 A Fortune publica uma entrevista com Sam Peltzman, economista emérito da Universidade de Chicago e um dos mais citados da última metade do século, sobre a descoberta mais perturbadora de sua carreira. Peltzman passou anos analisando o General Social Survey — a pesquisa que desde 1972 faz a mesma pergunta simples a americanos: você é feliz? O que encontrou sobre os anos depois de 2020 o parou. Houve um colapso sem precedentes históricos na felicidade declarada dos americanos — e praticamente não voltou. A queda atingiu todos os grupos demográficos: ricos, pobres, jovens, velhos, casados, solteiros. Mas o dado que mais o perturbou foi sobre confiança: por 50 anos, a maioria dos americanos disse que as pessoas em geral a tratariam com justiça. Em 2020, essa resposta despencou do mesmo jeito que a felicidade — e também não voltou (Fortune)

🥾 The Cut publica uma reportagem sobre o fenômeno viral do momento nas redes: o "divórcio alpino". O termo descreve algo que aparentemente é mais comum do que parece: um parceiro — quase sempre homem — abandonar a companheira durante uma trilha em terreno remoto. O fenômeno ganhou nome e tração com um caso criminal na Áustria: em fevereiro, Thomas Plamberger foi condenado por homicídio culposo depois de deixar a namorada sozinha abaixo do pico da maior montanha do país num dia de nevasca. Ela morreu de hipotermia. O TikTok explodiu com mulheres compartilhando histórias parecidas — menos extremas, mas estruturalmente idênticas. O termo vem de um conto de 1893 de um escritor escocês-canadense chamado Robert Barr, sobre um marido que planeja matar a esposa nos Alpes suíços (The Cut)

O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.

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Assuntos4
  • Divorcio e RelacionamentosFenômeno viral de abandono em trilhas · Caso criminal na Áustria e condenação de Thomas Plamberger · Compartilhamento de histórias similares no TikTok · Origem do termo em conto de Robert Barr · Comportamento masculino em trilhas e relacionamentos
  • Depressão em adultosColapso na felicidade declarada · Queda na confiança interpessoal · Lacuna de aspiração e superpopulação de elites · Impacto da queda de felicidade em grupos demográficos · Crise de expectativa e estabilidade
  • Crise da MasculinidadeHomens indisponíveis para conversas difíceis · Impacto da supressão de sentimentos na infância · Busca por soluções em coaches de masculinidade · Dificuldade em lidar com frustrações e expectativas
  • Relacionamentos e LealdadePriorizar química e bom tratamento · Desconsiderar padrões estéticos e de status social · Felicidade como objetivo principal
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Muito bom dia! Tá começando o refio dessa terça-feira, hoje é dia 5. E aí, pingou aí? Ah, dia 5 é o dia de pingar, hein? Que saudade de ser CLT, cara! Eu achei que eu nunca fosse dizer isso, mas assim, essa previsibilidade me atrai.

Eu não vou negar. Mas tá tudo certo, porque tem outra previsibilidade que também me deixa muito feliz. De que de segunda a sexta, às seis da manhã, eu tô aqui pra trazer aquelas histórias que não vão aparecer na sua timeline. E hoje são duas. Nós vamos primeiro pra revista Fortune. Nós vamos falar sobre tristeza. Mas o que é que...

revista Fortune tem a ver com tristeza? Então, eles estão trazendo um estudo feito lá nos Estados Unidos que mostra que felicidade e dinheiro aparentemente não tem nada a ver uma coisa com a outra. Presta atenção porque essa tá muito boa, tá? E logo em seguida a gente vai pro The Cut, aquela revista magnífica de lifestyle. E aí eu vou te dizer o seguinte, não faça trilha com o seu namorado antes de ouvir essa história.

Tem um termo viralizando aí na internet que é o Alpine Divorce, que é o divórcio alpino, né? Que é um tipo de problema que acontece depois que as pessoas saem pra caminhar junto no meio do mato. Então, ó, o programa de hoje tá bom, hein? Fique esperto, deixa eu fazer o refil do meu café e a gente vai direto pros assuntos do dia. Hum, hoje eu tô tomando um chimarrãozinho. Eu gosto de tomar um chimarrãozinho de manhã, coisa boa, né? Hum, hum.

Show de bola. Espero que você esteja com o seu chimarrão aí, com o seu café, com a sua água, pouco importa. O que importa é que a partir de agora você vai ficar uma pessoa muito mais interessante, hein? Em 20 minutinhos isso acontece, parece mágica. Vamos direto para o primeiro assunto do dia, lá da revista Fortune, a tristeza persistente. Olha que coisa interessante, tá? Desde 1972...

Desde 1972, uma pesquisa nos Estados Unidos faz a mesma pergunta. Todos os anos, há uma amostra representativa da população. Eles chegam para uma galera e perguntam, você é feliz? Simples assim.

E durante 50 anos esse índice aí se manteve estável. Ele atravessou algumas guerras, né? Atravessou recessões, atravessou o 11 de setembro, atravessou a crise de 2008. Nada quebrou o padrão da felicidade nos Estados Unidos de uma maneira duradoura. Até 2020.

Ali a queda foi a maior da história da pesquisa. E a recuperação desde então, e é aqui que está o ponto dessa história, a recuperação foi mínima. Os americanos estão agora no ponto mais baixo de felicidade em meio século.

Apesar dos salários em alta, do desemprego baixo, do patrimônio familiar em níveis recordes, alguma coisa quebrou em 2020. E os números econômicos não estão conseguindo entender o quê. Bom, 2020 é o ano de fato da pandemia.

ainda que o Covid seja 19, foi no final de 19, né? Eu me lembro, inclusive, que foi o ano que a gente criou o Caixa Preta, lá em dezembro. E em março a gente já estava se trancando em casa. Então, 2020 é o ano que o negócio degringolou. A chave para entender esse paradoxo da relação com felicidade é o que os economistas estão chamando de lacuna de aspiração.

O que determina a satisfação, a felicidade, não é quanto você ganha em termos absolutos, não é o número que vem no seu contra-cheque, mas é quanto você ganha em relação ao que esperava ganhar, dada a sua idade e escolaridade. Uma geração que foi para a faculdade porque disseram para eles que isso garantiria uma vida melhor, está descobrindo que o diploma não entrega mais o que prometia.

Nem nos Estados Unidos e nem no Brasil. Lá na América, um em cada três formados hoje cai na faixa mais baixa de renda em relação às suas expectativas. Mesmo que em termos absolutos eles não sejam pobres. Ou seja, a escada do sucesso não desapareceu. Ela perdeu alguns degraus.

Isso tem um nome, tá? Superpopulação de elites. Quando uma sociedade fica próspera o suficiente para universalizar o ensino superior, ela paradoxalmente produz uma classe de pessoas altamente qualificadas e subempregadas. O valor do diploma cai justamente porque todo mundo tem um. É a velha teoria da escassez. Aquilo que tem aos montes passa a valer menos.

A casa própria que os pais compraram lá aos 26 anos exigiria hoje uma década de economia nos Estados Unidos. O preço médio dos imóveis por lá subiu mais de 400% desde 1990, enquanto a renda mediana subiu menos da metade disso. A riqueza se redefiniu silenciosamente para cima e o caminho que levava até ela foi se fechando.

O que torna esse dado ainda mais interessante é quem foi mais afetado. Claro, à primeira vista, a expectativa é que quem se complica nessa situação são os mais pobres, os menos escolarizados, né? Só que não.

O que aconteceu foi o contrário. A queda de felicidade foi justamente entre os mais educados e mais ricos. Exatamente aqueles com as expectativas mais altas. Essa pesquisa também mediu por 50 anos...

Se as pessoas acreditavam que seriam tratadas com justiça pelos outros. Outro aspecto da felicidade, né? Que é como você acha que os outros te veem. E durante 50 anos a resposta foi positiva. Até 2020, quando esse índice também despencou e também não voltou.

Isso nos mostra que a ruptura desse ano, 2020, não é só econômica. Ok, os preços subiram entre 2020 e 2025, mas também houve uma queda na confiança das grandes instituições. Quando a gente pensa como as pessoas veem o governo, a mídia, a medicina, a educação, todas essas percepções...

despencaram, colapsaram ao mesmo tempo. E o resultado é essa cadeia previsível de frustração, de infelicidade.

Essa polarização gera paralisia, a paralisia alimenta ressentimento, e o ressentimento produz pessoas afastadas, pessoas solitárias. Ou seja, a gente passou a confiar cada vez menos em quem é diferente da gente. E aí o tecido social se desfaz. Segundo uma pesquisa desse ano, de 2026,

Apenas uma pequena parte dos americanos acredita que a próxima geração vai viver melhor, ou seja, é um pessimismo generalizado. Agora, o dado mais alarmante talvez seja sobre casamento. Olha que coisa interessante. Por 50 anos, pessoas casadas foram consistentemente mais felizes do que as solteiras.

Esse padrão sobreviveu a tudo isso que eu já falei. Guerra, 20 de setembro, né? Sei lá, um monte de coisa aí, crise econômica. Mas, de novo...

Em 2020, essa percepção de que o casamento produz felicidade também desabou. Mas ele continua sendo um esteio de felicidade, porque tem cada vez mais gente solteira. Hoje, quase metade dos americanos acima de 25 anos são solteiros. Então, assim, se as pessoas já não são felizes com os seus diplomas, já não são felizes com a sua colocação social, já não são felizes casadas,

existe essa sensação de que para você conseguir...

alcançar o que se chama satisfação, aquilo que a gente chama de felicidade plena, você precisa de estabilidade. E o problema é que essa estabilidade está cada vez sendo empurrada mais para frente. As pessoas não casam porque elas não se sentem estáveis. As pessoas não são felizes porque elas não acham que ganham o que merecem para serem estáveis. O diploma já não resolve porque ele não entrega mais essa tranquilidade. Ou seja, vivemos uma crise de expectativa.

Uma vez me disseram que o segredo para qualquer empreitada ser considerada satisfatória, seja um novo emprego, seja um novo relacionamento, qualquer coisa que seja, você precisa calibrar primeiro o que você espera dessa jornada.

Se você espera muito, se você acha que vai receber uma revelação, você provavelmente vai se frustrar. Não porque a jornada é ruim, mas porque você estava esperando algo que não aconteceu. Então, o que essa pesquisa me diz, e o que a experiência também me ensinou, é que se a gente manter as nossas expectativas baixas, a chance da gente se frustrar é bem menor.

Se você conecta muito com o que eu venho estudando, de atrito, de fricção, de escolher o caminho mais longo ao invés de escolher o atalho. O atalho te promete muita coisa, muita facilidade, muito conforto. Já o caminho mais longo, não. Ele já está te dizendo que ele vai ser complicado, que ele vai levar mais tempo, que você vai ter que prestar mais atenção, vai ter que viver mais o momento. Agora, qual dos dois será que cria mais casca?

Qual dos dois será que ensina melhor? Com certeza o caminho mais longo. Então, tá aí, né? Calibre as suas expectativas caso você queira ser feliz. Vamos para o próximo assunto.

Essa história do The Cut aqui... O The Cut é uma revista bem legal, tá? Deixa eu só botar aqui certinho pra me lembrar de onde que ela é. Porque a The Cut, ela é americana. Ah, ela pertence à New York Magazine.

Não é o New York Times, nem a New Yorker. É a New York Mag. New York Mag é uma publicação de Nova York, obviamente, né? Que divide as suas editorias em subprodutos e o The Cut é o subproduto de lifestyle. Então, falam sobre relacionamento e tal, né? Tem umas coisas bem fúteis, assim. Mas, seguidamente, tem bons artigos. E esse é um excelente artigo, porque fala desse termo que...

meio que viralizou aí no TikTok, no Instagram e tal, que é o Alpine Divorce, que é o Divórcio Alpino. Olha que coisa que é um belíssimo retrato de como a problemática dos relacionamentos modernos eventualmente vai parar na rede social e aí o debate toma outra proporção, tá?

Esse termo aí, divórcio alpino, ele viralizou depois que uma escaladora austríaca morreu de hipotermia no cume da montanha mais alta do país. Ela foi com o namorado fazer essa escalada aí. E na investigação criminal ali, descobriram que o namorado tinha feito a mesma coisa com a ex, que é abandonar.

largou a mulher lá. E a mulher acabou morrendo por hipotermia. Daí veio o termo divórcio alpino, que é o tipo de separação que ocorre depois de uma caminhada juntos. E hoje tá na moda, né? Pegar um Airbnb nos canyons, ali em Santa Catarina, Urubici, ou aqui no Rio Grande do Sul, ou sei lá onde quer que seja, não precisa nem ser canyo, mas vamos passar um final de semana no meio do mato, meu amor. Tem trilhas pra gente fazer leve o seu tênis confortável. Bom.

Viralizou porque depois dessa história, muitas mulheres começaram a compartilhar versões desse mesmo fato. Abandonadas em cânions, depois de torcer o tornozelo, sem água, sem sinal de celular, com o sol se pondo, né?

Esse nome, Alpine Divorce, ele não é novo, ele vem de um conto de 1893 sobre um marido que convida a mulher pra fazer uma caminhada na montanha porque ele planeja empurrar e matar ela lá, tá? Agora, a maioria desses casos modernos que as pessoas estão divulgando nas redes sociais não é tentativa de homicídio, né?

Tem um namorado ali que simplesmente não aguenta o ritmo lento da mulher e vai na frente, tipo assim, ah, eu vou indo, tu vem vindo atrás, né? Tem o que, sei lá, a mulher torceu o pé e o cara pensou, não, ela tá bem, eu consigo ouvir ela chorando daqui de longe, tô tranquilo com a minha mina, ela tá de boa, né?

Tem uma mulher que fez uma trilha com o namorado em Machu Picchu e ele sumiu na frente porque ela não tinha ido pra academia, então eles discutiram. Ele falou, ah, vamos mais ligeiro. Ela, não, eu tô cansado. Ele, é, tu tinha ido pra academia. E aí o cara vaza, né, vai embora e tal. O que que tem em comum em tudo isso, né? Esse comportamento idiota dos caras, né? Esse é o denominador comum, né? Só que tem risco, porque na natureza é idiotice e pode matar, né? Simplesmente isso.

Esse fenômeno encontrou mais fôlego ainda mês passado Quando um homem foi condenado na Califórnia Depois de tentar empurrar a esposa de um penhasco lá no Havaí durante uma trilha Isso trouxe de volta o dado mais desconfortável de toda essa discussão Porque quando você vai fazer uma trilha no meio do mato A maior probabilidade de você se machucar sendo mulher Não é ser atacada por um animal selvagem Não é ser atacada por um estranho na trilha Não é ser atacada por um estranho

é justamente o comportamento da pessoa que divide a cama com você. Bom, sempre tem o contraponto, né? Algumas vozes aí, alguns influenciadores, tentaram moderar esse debate nas redes sociais. Algumas pessoas argumentam que tudo não passa de expectativas incompatíveis, já que a gente estava falando de expectativa antes, né? Tipo assim, os homens encaram a trilha como uma conquista e as mulheres como um passeio, né?

E que essas mulheres modernamente criadas pra acreditar que podem tudo, tem dificuldade de admitir que são incapazes de concluir a trilha. E o cara tá autorizado a ficar meio chateado e tal, meio frustrado porque a mulher não conseguiu acompanhar o cara. Inclusive uma terapeuta aqui que foi ouvida nesse artigo, ela foi até um pouco mais generosa. Ela disse que os homens se sentem psicologicamente encurralados quando a namorada quer ter uma conversa difícil no meio do mato.

Resolve fazer uma DR no meio da trilha Ou resolve Voltar no meio do caminho Pro Airbnb Essa fuga do homem é uma resposta A esse desconforto emocional Ah cara Pelo amor de Deus né

Que loucura, bicho. Porque assim, o mais revelador desse fenômeno de homens abandonando mulheres em trilha porque não sabem lidar com a conversa ou porque não sabem lidar com a sua própria frustração ali naquele programa não é o abandono em si, né? É o que eles põem.

Né? Porque assim, cara, quem são essas pessoas aí que não tem capacidade emocional de aguentar, né? Um passeio, uma trilha, uma escalada no meio do mato com uma mulher, né? Poxa vida, velho. Então assim...

Depois que eu virei pai de menino, eu comecei a me ligar a esses assuntos, tá? Eu fico pensando de fato, assim, se um dia ela vai conhecer um cara e o cara vai convidar ela pra passear, e aí a Catarina ou a Olivia vão estar lá, tipo, ah, tô meio cansado, vamos mais devagar e o cara vai ficar brabo. Ou então elas vão dizer, pô, vamos falar sobre os nossos problemas, vamos conversar e o cara não vai querer. A verdade é que, assim, tem muito homem indisponível, né, pra conversas difíceis.

Mas já deu essa polêmica aí do Juliano Casarré, aquele ator que organizou um retiro pra falar de homens, né? Eu não vou entrar na discussão do Juliano Casarré ou de quem ele convidou pra falar, ou se isso é bom, se isso é ruim. Agora, assim, a masculinidade vive uma crise de identidade, né?

muitos homens, e eu não tô botando isso numa escala de comparação com o machismo ou com relação às mulheres em si, eu tô falando sobre ocupar essa sexualidade masculina genética em 2026. Tem muito cara perdidaço aí, sacou? Os caras...

das mais diferentes maneiras. Tem os caras que cresceram em famílias onde eles suprimiam seus sentimentos e agora eles vivem em um mundo que diz que eles podem sofrer, que eles têm que fazer terapia e o cara não sabe como lidar. Tem homens aí que encontraram em Red Pio na internet, nesses coaches de masculinidade, um caminho pra resolver as suas questões internas, só que resolvem mal.

A verdade é que o homem moderno, ele, bicho, ele tá muito complicado. Eu lembro de um vídeo que eu vi essa semana, um Rios, né, de comédia.

falando que a gente tem que parar com essa história, cara, de ah, porque o fulano é gordinho, tá ficando calvo, né? Ou então, ah, eu não vou ficar com ela porque ela tá muito gorda e não sei o quê. Bicho, se a pessoa te tratou bem, se a pessoa foi legal contigo, né? Se vocês tiveram uma química, deram risada juntos, já tira, cara. Não dá bola pra esses papos aí de que o cara tem que ser não sei o quê, ou a mulher não pode ter filho, ou o cara tem que fazer academia, tem que ser bem colocado no trabalho. Cara, com tanto...

Muitos lixo por aí, cara. Se você encontrar uma pessoa legal, te atira. Você vai ser feliz com essa pessoa aí. Que talvez não seja perfeita pro seu coach de Instagram. Ou que as suas amigas vão olhar e vão daqui a pouco dizer mas ele tá ficando calvo. Qual é o emprego dele? Bicho, esquece. Ser feliz é mais fácil do que parece. E aí você pode fazer tranquilo a sua trilha aí, né? Que esse cara certamente não vai te abandonar e nem te deixar pra trás.

O review de hoje vai ficando por aqui, ó. Fica ligado, tá? Amanhã eu vou trazer o livro do sorteio desta primeira semana de maio. Pois é, tem sorteio para os apoiadores. Vai lá em apoia.se barra refil podcast. Com 20 reais por mês você faz parte do grupo Review Livre. Você ajuda o programa a se manter de pé, porque ele tem custo para fazer, né? E você concorre a um livro nesse mês de maio. Um livro por semana para os apoiadores.

Eu, inclusive, ontem estava falando com a Tati, que é uma das ganhadoras do livro de abril, e eu fiz um envio, aproveitei um novo tipo de envio dos Correios, que é específico para livros e meio demorado. Então, peço desculpas aí para os três vencedores de abril, que o livro não chegou ainda. Vai chegar lá pelo dia 13 desse mês, tá? Vai levar uns nove dias ainda, dez dias ainda para chegar na casa de vocês.

Mas agora em maio são quatro livros e amanhã eu vou dizer qual é que é o primeiro desse mês. Para ganhar, você tem que ser um apoiador do programa, tá bom? A gente se vê amanhã, seis da manhã tem mais Refil. Beijo, fui!

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