Episódios de O Fator M

Como o marketing de influência e a imprensa constroem narrativas para marcas

07 de maio de 202649min
0:00 / 49:21

Assine a nossa newsletter e receba os melhores insights sobre marketing e negócios:https://ofatorm.substack.com/Nos acompanhe nas redes sociais:https://www.instagram.com/ofatorm/https://www.tiktok.com/@ofatormO Marketing do seu e-commerce precisa gerar RECEITA e LUCRO. É assim que te ajudamos. Se a sua marca está enfrentando esse dilema para construir um caminho de crescimento, conheça nossas soluções.Fale com nosso time: https://cicloecommerce.com.br/?utm_source=Youtube&utm_medium=Descricao&utm_id=Youtube

Assuntos8
  • Marketing de Influência e ImprensaConstrução de narrativas para marcas · Papel da imprensa na solidez da marca · Humanização da história da marca pelo influenciador · Influenciadores com perfil jornalístico
  • Marketing de Influência e CreatorsDesnicheamento e narrativa completa · Influenciadores como marcas e criadores de conteúdo · Humanização através de líderes e CEOs · Autenticidade e personalidade na comunicação · Rebranding e reposicionamento de marcas para novas gerações
  • Influenciadores em Cargos de Liderança em MarketingPolêmica e debate sobre a eficácia · Relevância e conexão com a audiência · Estratégia inteligente para conectar marca e consumidor · Potencial de levar a marca a outro patamar · Gestão de crises e imagem pessoal do influenciador
  • Smartphones em missões espaciaisExperiência fora de série dos astronautas · Marcas utilizando memes e conteúdo relacionado · Ação não planejada da Nutella e repercussão · Humanização e aproximação com o público através de bastidores · Conexão e verossimilhança com o consumidor
  • Maturidade do Mercado de InfluênciaDesafios para marcas e influenciadores · Humanização e a dificuldade de fórmulas padronizadas · Evolução da profissionalização de influenciadores · Mudanças constantes nas plataformas e algoritmos
  • Microinfluenciadores vs. MacrogruenciadoresResultados em conversão e vendas · Aproximação e identificação com o público
  • O Papel do PR e Assessoria de ImprensaPosicionamento de imagem e credibilidade · Curadoria de conteúdo e gestão de crises
  • Controvérsias e Gestão de Crises no MarketingPlanejamento e reatividade em situações adversas · Controle da narrativa e posicionamento da marca · Risco calculado em patrocínios de personalidades · Histórico e histórico de falas/atitudes de influenciadores · O papel do PR na contornar situações difíceis
Transcrição134 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Fala, pessoal. Estamos começando mais um episódio aqui no Fator M. Aqui você conhece o lado marqueteiro das pessoas e dos negócios. Olha o tema de hoje, hein? Como a imprensa e o marketing de influência criam narrativas. E eu tenho duas convidadas com muita experiência para falar disso. Então, estou com a minha grande amiga aqui, a Larissa Vertedor. Era impossível errar seu nome. Por favor, né, Bernardo? Eu esperava isso mesmo.

A Larissa é criadora de conteúdo na Chili Beans e ela trabalha diretamente com o Caíto Maia, trabalhando muito a estratégia de conteúdo dele no podcast, em todas as mídias que ele está inserido.

Não, no Se Parar Sangues Fria, que é o podcast que passa na 89FM, eu faço conteúdo, e do LinkedIn. Aí tem outras pessoas envolvidas também na criação de conteúdo do Caíto, porque, assim, tem muita coisa que a gente cria. Tanto para empreendedorismo, quanto publi, essas coisas. Então, tem mais um time envolvido também, mas o Se Parar Sangues Fria é totalmente comigo, o conteúdo, o casting dos empreendedores, tudo mais.

Que legal, Annalise. Estamos aqui com a Brenna Lopes. Seja bem-vinda, Brenna. Obrigada. A Brenna, especialista em marketing de influência e cofundadora da agência PZ317. Ela falou que eu fui o primeiro a falar certo. Sim. Não falei 317. Falou certinho, não falou 317. PZ317. Azul. Começou bem. Seja bem-vinda, né? E conta um pouquinho, né? Para a galera que estiver te conhecendo aqui.

Você fundou a agência, trabalha com marketing de influência há um certo tempo. Como que é a sua trajetória aí? Essa é a minha agência, a PZ317. Nós temos duas fundadoras, eu e minha sócia, a Paula Zulian. A PZ, da PZ317. A gente está unificada há quatro anos, há quase quatro anos no mercado. Mas já individualmente a gente trabalha há mais de dez anos. A gente fala realmente o capnomato.

nesse mercado de influência, porque a gente sabe, né, o mercado de influência é um mercado ainda novo, ainda em construção, em desenvolvimento. Então, ela como jornalista, eu como designer, começamos lá atrás, ela fazendo assessoria de imprensa, eu criando ali social media, e fomos nos envolvendo nesse mercado. Duas comerciais que amam ali, né, a venda, a construção, as narrativas. Então, hoje a gente tem uma agência bem sólida no mercado, dentro do marketing de influência, e a gente ama essa parte.

Que legal. Pergunta sobre isso para vocês, principalmente pensando em influência, fazer marketing de influência. Quando a gente fala que o mercado ainda está em processo de desenvolvimento ou até amadurecimento nisso,

olhando o investidor, a marca que vai investir na estratégia, o decisor, ou os próprios influencers também, que eles vão se profissionalizando ao longo do tempo. Porque eu também estou inserido nesse mundo.

E eu vejo que existem os desafios, né? Por um lado, a gente que está em agência, a gente tem as marcas que já fazem, tem o nível de maturidade, facilita um pouco na hora de pensar em algo. E tem muita empresa com estrutura, mas ainda não executou bem.

E do outro lado, a gente também tem os influencers que ainda não profissionalizaram a forma que eles vão cobrar, como eles vão fazer o negócio deles acontecer. Então, você tem dois lados. O que vocês enxergam disso? Qual é o ponto de vista de vocês?

Eu, na verdade, acho que tem mais de dois. Eu acho que tem de três para cima. Porque o marketing em si, ele tem um lado, um viés muito humano. E quando a gente fala do marketing de influência, isso vai para uma escalona muito mais. A questão da humanização daquele conteúdo, daquela troca.

da influência em si. Então, por ser humano, é difícil a gente colocar fórmulas padronizadas que se encaixam para todos, sejam marcas, sejam influenciadores, que também são vistos hoje como marcas. Então, eu acho que vai além de dois lados, assim, né? Da marca ali, o contratante.

que talvez precisa se desenvolver melhor, precisa entender mais sobre os analytics, mais sobre as métricas. Entender, às vezes, o problema está dentro da própria marca, porque ainda não conseguiu entender sobre o objetivo, como quer utilizar essa ferramenta, que é o marketing de influência. Tem o lado do influenciador, que muitas vezes está em construção.

E, de novo, é uma eterna construção, porque tem o terceiro ponto, que são as ferramentas, que são as plataformas, que também estão em eterna construção, que estão aí sempre mudando todos os dias. A Lari sabe muito bem, ela lida com isso todos os dias. Toda hora muda alguma coisa, toda hora muda alguma fórmula, alguma entrega, o algoritmo entrega isso mais. Então, para mim, são três pontos. É a marca...

É o influenciador e a ferramenta que esses dois utilizam pra se conectar e gerar um resultado, assim, sabe? Então, tudo é muito... Hoje ainda, eu não acho que vai ser diferente. Pode ser que, claro, a gente consiga se especializar um pouco mais, entender, putz, isso aqui funcionou muito bem, vamos manter isso como base. Mas eu acredito que a gente vai viver tentando ajustar, né? Sim, sim.

Eu acho que no começo, sim, os influenciadores ainda não tinham muito essa questão de saber como precificar. Mas isso é muito de educação mesmo. Por exemplo, os empreendedores. Muitos não sabem como precificar os seus produtos. Então, vai acontecer a mesma coisa com os influencers. Não sabem como fazer as estratégias, seguir briefing, essas coisas.

Mas agora, como está ficando muito mais comum, eles estão procurando mais conhecimento a respeito. Por exemplo, a Community Creators. Agora já tem quase uma faculdade voltada para se profissionalizar nessa área.

Então, acho que agora, como está bem difundida essa questão, vai tendo mais alcance para estudar mesmo isso e para ver como uma profissão. Porque, no começo, trabalhando na Tilibins, a gente trabalha com muitos influencers.

No começo era um pouquinho difícil de lidar com, principalmente, vou apresentar o briefing, a pessoa tem que seguir o briefing e tal, entregar de forma profissional. Mas a gente vê que, a cada momento, vem se profissionalizando cada vez mais. E hoje lá, você trabalha com bastante influenciadores? Sim. Atualmente? Hoje em dia, a gente está trabalhando com influenciadores mais micro, porque é o que mais traz resultado. Antigamente, dava muito resultado os influenciadores.

gigantes, que tem vários seguidores e tal. O resultado você diz em conversão mesmo, em venda. Mas hoje a gente vê que vai mudando. Especificamente hoje, o que pode mudar também daqui a um tempo, os influenciadores micro, que tem menos seguidores até, eles conseguem se aproximar mais do público. Então, o público já se sente mais identificado com eles.

e converte mais em relação às vendas. Nossa, que interessante. E se a gente for conectar aqui o papel da imprensa nesse assunto também? O que vocês enxergam disso?

No começo até teve muito debate, né? Será que o marketing de influência, ele veio para tirar, né? Trocar a cara que a imprensa tem, veio para substituir. Muitos jornalistas, né? Esse lado mais profissional ali da imprensa se sentiu um pouco até, né? Do mesmo jeito que o ator se sentiu um pouco invadido ali na sua área, na televisão, o jornalista também se sentiu um pouco acuado. Falou, putz, eles estão tentando trazer algo parecido com o que eu faço.

E hoje a gente vê que claramente não, que cada um tem o seu papel muito importante no mercado. A imprensa, ela vem, ela vai trazer a história da marca, ela vai trazer um contexto, ela vai trazer um geral, vai fazer uma coisa mais sólida da marca no mercado.

E o influenciador vai vir para humanizar essa história e contar dentro da forma dele, da narrativa dele, como deixar isso mais humanizado, mais próximo do público geral. Então, hoje a gente consegue ver claramente a importância dos dois. Claro que tem uma terceira opção, que é aquele influenciador que tem um lado muito jornalista, às vezes é até jornalista por formação.

e acaba utilizando a sua rede social para comunicar aquilo realmente como se fosse uma pauta, como se fosse esse movimento mais jornalístico, mas são menos. Então, hoje a gente deixa muito claro o papel de cada uma, e uma se soma com a outra. Exatamente. E a função do PR, principalmente em grandes marcas, é primordial, porque tem alguns assuntos que a gente tem que tomar cuidado para se tratar.

Então, eles fazem bem essa curadoria de conteúdo, junto com a gente, que produz conteúdo. Sempre passa por eles. Inclusive, da Tilly Beans é o Léo. Beijo, Léo. Que manda muito bem, assim, tanto com a Tilly Beans quanto com o Caíto. Então, assim, eles têm uma influência bem boa, assim, com o conteúdo e com a repercussão na mídia, tanto da marca quanto dos creators.

Muito legal. Essa parte da imprensa, tem amigos que têm curiosidade, dúvidas, que é o seguinte, né? Putz, eu tenho um negócio aqui de produto para o consumidor final, vendas em escala, por que eu devo fazer ou investir em uma assessoria de imprensa, né?

E muito para você posicionar também tua imagem à frente daquele projeto e passar credibilidade, né? É o que eu visualizo. O que vocês enxergam? Vocês acham que é importante, em dada hora, um empreendedor investir realmente nessa estratégia também?

Cara, eu vou dar um exemplo muito pessoal. Vou tentar linkar aqui. Quando a gente fala de imprensa, se uma coisa substitui a outra ou não, dá sem importância. Quando a gente fala de beleza, a gente tem milhões de influenciadores incríveis.

Hoje está um pouquinho complicado falar nichado, porque a gente está tentando entender que o ser humano não é nichado. Mas ali que falam, que comunicam exatamente sobre aquele segmento, ele nunca vai estar no mesmo patamar do que uma pauta dentro da Vogue, da Bazaar ou de qualquer outra imprensa que fale sobre beleza, que tem uma abrangência ali, nacional ou internacional. A gente estava até a Lari.

Ela tá fazendo todo o movimento do meu LinkedIn. Maravilhosa, inclusive. E ela pegou uma foto. Eu acho que 2024. Que eu tô atrás num backdrop. É da Bazar. Linda, inclusive. Linda essa foto. Falei, caramba, eu amo essa foto.

Você vê, eu mesma olhando a foto, como te dá, né? Te dá uma posição. Imagina, e eu tô ali no marco de influência, eu tô na rede social, mas você tá num backdrop com uma marca de uma revista super bem posicionada, tem um peso diferente. E é isso, eu acho que uma coisa não diminui a outra, não troca a outra, não invalida a outra. Eu acho que só se soma. Puxa, que bacana. Vamos falar um pouquinho da NASA?

que é um assunto recente. A gente sabe que ela permitiu que os astronautas levassem os smartphones para registrar um pouco da missão. Vocês têm acompanhado? Sim, com certeza. A gente acredita. Nós três acreditamos. Para ficar bem claro, nós três acreditamos. A Terra é redonda.

Tem que pegar esse forte aqui. Prometo. Mas eu acho que é um ponto bem legal, né? A gente estava até refletindo como que...

Não só ir gravar, né? Mas a experiência que a pessoa está tendo ali deve ser muito fora de série, né? E o que vocês têm visto de interessante nesse sentido? Quando a gente pensa em conteúdo, né? Tem muita marca também usando, né? Fazendo alguns memes também, né? Lojas, marcas. Ah, chegamos na lua e está a marca lá, está a loja lá.

da empresa na Lua. Eu vi um desses da Havan. Vocês eram lá. Chegou na Lua, a Havan está na Lua. O que eu achei sensacional nesse caso é que apareceu... Descobriu a pessoa, mas esse da Tirevins... Não, a gente já está pensando. Com certeza vai ter um óculos. Sem spoilers, mas nesse caso, não sei se vocês viram que apareceu um pote de Nutella atrás.

E aí a Nutella começou a fazer conteúdos em cima disso. E, tipo, todo mundo prestou atenção. Mas isso foi bem legal, assim, porque aproximou as pessoas da marca e como se ela estivesse fazendo parte ali. Porque Nutella é uma coisa que a gente tem no nosso dia a dia.

E vendo essa questão no espaço, é como se aproximasse mais e desse mais abrangência pra marca também. Então, foi uma ação sem querer da marca, porque não foi planejado. Ninguém tirou o rótulo, gente. Não tinha ninguém ali em volta pra tirar esse rótulo. É, exatamente. Ninguém tirou o rótulo.

Mas foi uma coisa que super ficou em alta, assim, porque aproximou, conseguiu aproximar ainda mais, além da presença, né, dos celulares lá, como se você estivesse ali, conseguisse saber o que eles estão comendo, o que eles estão fazendo. E isso dá pra aproximar bastante de conteúdo de creators. Por quê?

Quando você mostra o backstage do que você está fazendo, isso aproxima e humaniza o seu conteúdo. Então, por exemplo, o que fica muito em alta e o que engaja bastante nas redes...

É mostrar, sei lá, eu faço tênis. Mostrar o processo de criação do tênis. Mostrar como é feita a criação. É o dia a dia. Isso aproximou bastante. Acho que foi mais ou menos nesse caso que aconteceu. Com o pote Nutella no espaço.

Eu achei genial. Eu não tinha visto isso, mas eu fiquei de cara que ninguém tirou rótulo ali. Mas eu acho que quando a gente fala da NASA, a gente fala de uma coisa muito macro, né? Uma coisa muito macro e ao mesmo tempo é muito longe, às vezes muito distante. E tem essa questão, né? Todo mundo fala, bom, a Lua, a Lua. Acho que não. Então, eu acho que essa questão da NASA falou, cara, leva lá seu celularzinho, você vai gravar tudo, vai estar essa conexão.

É exatamente pra isso, porque é muito difícil todas as empresas conseguirem mostrar.

todos os processos, né? Todos os bastidores. Mas a gente sabe que cada vez mais isso é algo... As marcas de beleza estão levando os creators pra dentro das fábricas, pra fazer teste, pra mostrar. Mesmo que seja algo ainda muito montado, né? Feito ali um laboratóriozinho à parte e tal. Mas pra trazer essa conexão é a verossimelhança, né? Você entender e falar, caraca, eu tô ali. Ah, eu tenho esse mesmo celular que o cara tava gravando lá na lua. Que loucura!

Ele tava ali usando aquilo, falando aquilo. Então faz as pessoas se conectarem e talvez acreditar mais, né? Quando você vê essa questão de se conectar, de conhecer, no caso, né? Um pote como esse que tá ali do seu lado, você fala olha, tá lá dentro. Ah, é real, então. Porque tá lá o pote. É igual a foto, né? Do cara lá na lua. Se tivesse um pote de Nutella, quem sabe? Eles não tinham acreditado, de fato.

Muito bom. Eu acho interessante isso. Eu acompanho um pouquinho. Lógico que a gente vê muita coisa na internet que às vezes tira do sério, né? As pessoas que são... Sempre. Sempre tem, né? Mas eu tenho acompanhado. Acho que outro ponto importante aqui que eu anotei para a gente falar é de alguns movimentos do mercado, de tendência mesmo. O que vocês enxergam de maiores tendências dentro...

do marketing de influência. O tempo inteiro tudo muda, a plataforma muda e o mercado vai mudando também. Vamos tentar pensar no começo, desde o começo que vocês atuam com isso, para hoje mudou muita coisa quando a gente fala de influência?

Ah, eu acho que mudou. Eu acho que no começo, eu até comentei, né, sobre a questão do ser nichado, do segmento. A gente começa ali a rede social, com cada um mostrando um pouquinho dos seus bastidores, da sua vida. Uma rede social mesmo, você compartilhando o que você comeu, aonde você foi, aonde você viajou.

E as pessoas começam a entender que existe um interesse maior. Aí o mercado vai olhando e falando, opa, dá pra eu incluir uma coisinha aí. Vou aproveitar e fazer um dinheiro. Então, pô, aquela pessoa que tá falando bastante, que ela falou sete vezes do batom e o batom esgotou no meu site, vou falar pra ela falar de novo do batom.

Então, lá no começo, as pessoas começaram a segmentar muito rápido, a nichar muito rápido, porque entenderam que eu falo sobre isso, eu falo sobre o microfone, eu vou atrair um público de microfone e ficar vendendo para esse público. Beleza. Nos últimos dois, três anos, o que a gente mais sente é o caminho contrário.

As pessoas desneixando, né? Saindo ali daquela pauta única e trazendo mais a narrativa completa, à tona, que foi realmente onde a rede social nasceu, né? Pra você contar. Porque o que a gente tinha no começo eram médicos que falavam um pouco da sua rotina, da sua dia a dia, os professores, os advogados. Hoje a gente tem o influenciador, o criador de conteúdo.

Eu sempre falo mais criador de conteúdo porque eu acho que influenciador todos somos. A gente sempre influencia algo ou alguém com o que a gente fala no nosso dia a dia. Então, é criador de conteúdo, né? Seja para mídias sociais, redes sociais, enfim. Então, o que eu sinto dentro, assim, do meu movimento, do meu mercado, é que hoje a gente vê marcas apostando muito nesses perfis que estão trazendo mais a narrativa completa.

inserindo aquele ou esse produto do que aquele perfil que ficou segmentado que só fala sobre não sei se a Lari sente esse mesmo movimento sim, com certeza, concordo e até pra formar uma comunidade

Então, por exemplo, os criadores de conteúdo que conseguem se aproximar do seu público e aproximar o público da marca de uma forma mais espontânea, geralmente sobressaem sobre os que fazem publi mais direto.

Então, acho que nessa questão, os influenciadores, tanto que eu já tinha comentado, os micro, começam a se destacar mais e acabam convertendo mais em vendas. Eu acho que até uma...

forma de exemplificar bem, assim, sobre essa questão de trazer a narrativa completa da vida, né? Daquele ser humano que tá ali compartilhando. Hoje a gente tem grandes marcas, como a CIMED, como o Nubank, com seus top líderes à frente ali, mostrando o seu dia-a-dia, mostrando a sua dinâmica familiar, mostrando o que escolhe fazer, o que come, pra onde viaja. E eles perceberam, em resultados mesmo, o quanto aquilo foi positivo pras marcas.

A CIMED vendeu mais quando a família foi pra frente e começou a mostrar os bastidores. A Nubank é a mesma coisa. Então, vai mostrando o quanto é importante essa construção de falar quem é que tá ali por trás? Quem que tá fazendo aquilo acontecer? Quem é o dono, a cabeça pensante? Ele usa isso no dia a dia? Ah, ele usa, mas o que ele come, o que ele faz? O filho dele estuda o quê? Então, humaniza mesmo o todo, né? Sim, isso daí é bem na minha área.

porque conteúdo para líderes que estão querendo se envolver mais e aparecer mais no seu negócio é o que eu já faço. Comecei com o Caíto e agora já estendi para outros CEOs. Inclusive para a Bre. Maravilhosa.

Então, assim, isso faz toda a diferença, porque gera uma credibilidade maior para o público. Porque eles começam a ver não só como uma marca, mas como uma pessoa. Quem está ali por trás, qual é a trajetória daquela pessoa. E é importante considerar também, quando você vai desenvolver um conteúdo nesse sentido,

que precisa ser muito autêntico, precisa realmente captar a personalidade da pessoa, porque senão fica uma coisa superficial e não dá resultado. Então, é ver mesmo como foi que a pessoa chegou nesse lugar. Um bom exemplo disso, que agora estão se expondo muito mais, são os Shark Tanks, não só o Caíto, com a Monique Evelyn, a Carol Pfeiffer. Eles mostram o dia a dia, como é o backstage das entrevistas.

Então, é uma coisa muito importante hoje em dia, o líder, o CEO, saber se posicionar e saber representar a empresa, saber que ele é a cara da empresa e também tem que estar posicionado nesse sentido.

Até esse ponto que vocês comentaram do dia a dia, né? Até o exemplo da CIMED, eu achei legal. Recentemente, o João está visitando as farmácias, né? São os clientes dele, né? E é muito legal. Ele olha lá, ele chegou na farmácia, né? Os produtos da CIMED, onde você coloca aqui? Qual foi a última vez que você comprou? Não sei o que lá. Ele está mapeando para ver o que ele tem que melhorar.

dentro da empresa dele, né? Pra vender melhor, pra atender melhor os canais de venda, né? Que são as farmácias. E aí ele tá documentando isso, né? É bem legal essa ideia. Eu acho que aproxima mesmo, né? A gente começa a gostar de uma marca, mas é muito interessante quando a gente vê quem tá envolvido ali dentro, né? Como que é o dia a dia, qual que é o propósito daquilo, como que as pessoas lidam. Acho que é bacana.

Só te interromper, que eu lembrei de uma questão muito legal aqui, que essa semana a gente entrevistou no Ciparás Sangues Fria a criadora da Planet Girls e a filha dela, que agora está fazendo o rebranding da marca. E Planet Girls foi uma marca que estourou nos anos 2000.

Vai mudar o nome mesmo? Não, não. Vai manter o nome, só que vai mudar o posicionamento, tudo mais, trazer mais para a geração atual. E isso foi feito por quê? Porque elas perceberam que, lógico, elas mesmas falaram na entrevista que estavam caindo as vendas e aí teria que ter um reposicionamento para participar mais da geração Z. E, com isso, a filha da Adriana, que é a criadora, entrou.

na marca, assim, por livre espontânea vontade, falando sobre, ah, eu sou filha da criadora da Planet Girls. E aí, isso começou a engajar.

E aí que ela pegou as peças da Planet Girls e começou a reinventar as peças e criou ali uma comunidade e começou a vender para a comunidade. E isso foi aumentando, aumentando. E, assim, é para ver, para as pessoas verem como esse exemplo, como você mostrar o backstage, mostrar como você está inserido ali na marca.

e mostrar para a sua comunidade como é feito, porque ela abriu, sei lá, um grupo com pessoas exclusivas para a marca, para os clientes, e as clientes podiam escolher ali o que elas queriam comprar e falar, tipo, ah, eu gostaria de uma peça assim, assim. Então, isso foi totalmente um diferencial da marca e fez com que ela voltasse para o momento atual.

Então, é essa questão que eu acho que faz bastante diferença. E o que vocês estão achando desse movimento também dos influenciadores se tornarem os heads e CMOs das áreas? Então, a gente tem um exemplo do Toguro, a gente já teve um exemplo no passado da Anitta, com diretora de marketing também. Vocês acham que, de fato, é uma reflexão, né?

É por questão de imagem apenas ou não? Não é só imagem. Eles realmente entendem tecnicamente como fazer e executar uma ação de marketing. Qual que é a opinião de vocês? Isso é polêmico, né? É polêmico. Eu tenho amigos e amigas, né? Sim.

X posições. Tem gente que não gosta. Não. Quem tem que fazer é quem estudou X, Y, Z. Tem gente que não. O que importa é resultado e fica essa... Sim. Mas o que vocês acham de tudo isso? Você falou Toguro, então eu vou falar... É sabor, relevância. Exatamente. É relevância na base real de se conectar. Eu acho que a conexão, para mim, é uma das coisas que mais falam sobre essa temática. O que eu entendo, né? Eu sou daquela pessoa assim... Vamos tentar. Vamos tentar.

esse caminho aqui, esse resultado, a gente já está colhendo. Então, para a gente tentar colher maçã, a gente não pode plantar pera. Então, vamos tentar de uma forma diferente. O que eu sinto? O influenciador vai conhecer a audiência, o público, o lado oposto da marca.

Como ninguém, porque ele vai estar inserido naquilo. Ele é um consumidor, muitas vezes, quem sabe todas, daquela marca. Então, ele vai trazer o lado humanizado, ele vai trazer uma narrativa, ele vai trazer o lado cultural de onde aquela marca vai ser inserida.

Então, eu muito aqui, né, do lado marketing e influência, eu acho que esse é um caminho muito inteligente. Muitas marcas, às vezes, eles não trazem nem como algum gestor de marketing ou algo do tipo. Às vezes, eles acabam colocando como um diretor criativo para um momento especial, para realmente sentir, para realmente entender o que eu posso utilizar dessa pessoa que está ali do outro lado, como um grande consumidor, como uma pessoa que vai propagar, porque o que a gente...

tenta prezar muito, é que você não faça uma divulgação, um compartilhamento de algo que de fato não esteja inserido no seu dia a dia. Não dirijo, vou falar sobre a Ferrari. Não sei, esse bate muito. Então, eu acho que é uma estratégia super especial e super inteligente das marcas e assim, as que estão pensando nesse caminho estão aí se destacando fortemente no mercado. Porque ele acaba conectando

Gente, o Canva, as propagandas do Canva, conectando Xuxa, Graciane e Barbosa, criando umas narrativas que você nem percebia que era uma publicidade. Porque ele entendeu o fato, cara, deixa eu trazer aqui, e eu tenho algumas pessoas conhecidas ali dentro, falando de fato que essas pessoas, a Graciane, a Xuxa, elas participaram da construção completa desses processos, desses projetos.

Mas por quê? Porque elas vão entender como aquilo vai chegar. Se vai chegar bem, o que as pessoas estão esperando daquele movimento. Então, eu sou de acordo. No exemplo específico do Toguro, eu enxergo que você tem também a questão da forma que ele se comunica, ele consegue se conectar com muita gente. Sim.

É muito do dia a dia. Ele é o cara da massa. É fácil. Essa questão que eu ia comentar mesmo. Para as marcas isso é muito positivo. Porque pode levar a marca para outro patamar. E para pessoas que às vezes não tinham tanto contato com a marca. Então em questão de teste. Eu sou super a favor também. Testar as coisas no mercado. Para ver se deu certo ou se não.

E tá dando certo, assim. Não dá pra falar que a gente, ah, não concorda, não sei o que lá. Você tá dando resultado. Os números estão mostrando o que, você tá dando resultado. Sim. Então, nesse quesito, eu sou a favor, sim. Claro que tem algumas questões, tem algumas campanhas, algumas marcas que se conectam a pessoas, que essas pessoas, na sua forma pessoal, acabam tendo um caminho prejudicial por alguma fala, por alguma atitude.

E aí, isso requer, né? Uma estratégia absurdamente rápida e forte da marca. Você sabe muito bem como é. Pra tentar segurar aquilo, né? De não ser tão prejudicial. Mas, assim, é muito pouco, né? É pouco, é pouco. E aí que entra o trabalho do PR tão importante, né? Pra contornar essas situações, né?

Mas imagina, como que seria a situação pra você, ó? Você vai lá, buscou uma referência pra trazer pra marca. Tá. Até aí tá legal, tem conexão. Só que como que você pode, às vezes, tentar prever? Putz, será que essa pessoa tem probabilidade dela falar uma besteira? Ou ela tem um histórico? Porque dá pra você analisar se tem históricos, né? É, acho que é mais pelo histórico mesmo. Se já ocorreu algo com aquele influenciador, né? Se já aconteceu alguma coisa.

Mas aí tem mais probabilidade de acontecer, né? Essa pessoa é muito... Já aconteceu alguma vez? Em alguma campanha? Não precisa citar nomes, tá? Algo difícil? Já. Ah, então. Já. Sempre já. Sem citar, mas com certeza. Sim.

Legal, gente. Vamos falar aqui um pouquinho das controvérsias, né? Acho que esse é um ponto que a gente anotou aqui, né? Algumas marcas, né? A gente tem a questão das polêmicas, né? E a gente sabe que tem coisas que a gente, igual a gente está comentando aqui, a gente consegue meio que planejar, avaliar para evitar. E tem situações que acontecem. E aí tem que se posicionar e resolver.

É muito importante a atuação da imprensa nesse caso. É difícil, às vezes, em alguns casos, de contornar uma situação para uma marca.

É muito difícil. Aqui, falando mais no marketing de influência, quando a gente fala em publicidade, enfim, a marca contratou, tem um plano com X influenciador e aquele influenciador se meteu numa dinâmica controversa ali, que vai contra valores da marca, enfim.

É uma coisa que a gente tem que fazer, assim, acorda, vai, resolve, faz, porque a gente sabe que é muito rápido. Mas, ao mesmo tempo, a gente também tem a questão de ser muito rápido ao nosso favor. Porque a gente sabe que a gente vai controlar a narrativa, vai tentar se posicionar, seja com pedido de desculpas, enfim, tentar entender o que o cliente precisa, mas, ao mesmo tempo, a gente sabe que vai passar muito rápido. O que é bom e o que é ruim.

Acho que faz total parte do trabalho, sabe? Assim como uma empresa tem que lidar com a queda das vendas ou com alguma situação de um produto que não deu certo, alguma coisa assim, faz parte do trabalho. A Bre tem muita propriedade para falar sobre isso. Lidar com situações adversas no mercado. Você contratou uma pessoa e ela agiu de uma forma que não estava de acordo com o posicionamento da marca e tal. Tem que contornar a situação para...

mostrar o posicionamento da marca sem que aquilo afete tanto. É, eu acho que se a gente falar também, assim, de grandes investimentos, as marcas, elas já têm noção que muitas coisas podem acontecer, mas está valendo o risco, né? Falar, bom, não, eu estou bancando aqui o meu risco, por exemplo.

Falei que não ia dizer nomes, mas não tem como. A gente traz a pauta, Neymar e a fala absurda que ele teve aí no final de semana em relação ao árbitro, né? Ali da partida. As marcas que patrocinam ele sabem que ele tem um espaço, sabem da trajetória, sabem do histórico. E estão ali com ele porque, ok, vale o risco. Independente, talvez, do que ele fale, ainda assim a marca vai estar ali em conjunto com ele.

Você quer saber o único cara no Brasil que falava o que ele queria e ele não era cancelado nunca? Silvio Santos. Silvio Santos. Silvio Santos. Silvio Santos era mestre nisso. O que tem hoje de corte dele. Absurdo. Absurdo. Porque às vezes eu fico olhando e falo, nossa, isso aí hoje em dia dá um problema. Sim.

Ele é um exemplo. Mas é muito de geração também, de que antigamente... Mas eu não sei que também é óbvio, ele era um rei da comunicação. Mas eu acho que muitas vezes a gente entendia que ele realmente está brincando. Passava essa imagem. Mas, enfim. E, gente, a gente tem uma outra questão que entra muito no...

no dia a dia do marketing, que são as tecnologias, né? Então, vamos continuar falando do marketing influência, que eu lembro de uma boa época que era tudo manual, né? Você tinha que ir ali, caçar o influenciador, ver perfil e tal.

E hoje vem crescendo muita plataforma, né? Já existia algumas antes, mas hoje vem crescendo muito. O TikTok é um exemplo disso, né? Até umas duas semanas ou três semanas atrás, a gente estava no escritório do TikTok em São Paulo, ativando marcas e afins.

Então, tem muito recurso tecnológico hoje para escala. Então, eu quero acelerar a captação de influenciadores. Você pode subir campanha, você pode fazer isso e aquilo, e você tem mais volume.

Mas, para vocês que já executaram campanhas, viram o que funciona, o que não funciona, quais são as vantagens de usar essas plataformas, pensando nos influenciadores ou afiliados, e quais são os pontos que, mesmo com tecnologia, não é possível, não digo realizar, mas ela não cobre os aspectos, às vezes, de relacionamento ou algum outro item que afeta.

O que vocês enxergam com o Tênis? Eu acho que a inteligência, o AI, ele sempre vai vir para somar. Eu sou aquela pessoa que fala, cara, eu acho que vai facilitar, vai deixar mais prático, vai deixar mais completo. Como você falou, hoje a gente tem zilhões de plataformas que fazem desde o pré.

que é ali fazer a localização mesmo, às vezes por palavra-chave de influenciador, se influenciador já conectou com a marca, de fazer o mapeamento de uma forma muito mais prática, que antigamente a gente tinha que fazer na unha mesmo, e ali entrando em cada rede social, fazendo pesquisa, todas as plataformas que ajudam a gente a criar briefing, a criar roteiro, até mesmo aplicativos de TP para facilitar ali na hora da publicidade. Mas eu acho que o fator humano...

nunca vai ser posto em xeque. A gente já viu quantas coisas nos últimos 10 anos que falaram, nossa, agora a inteligência artificial, agora vai vir. Agora vai ser dominado por robôs e já era. E não virou, não vingou, porque o fator...

contato, que a gente estava até falando da NASA, de trazer essa conexão, essa humanização, nunca vai ser posto, pra mim, nunca vai ser posto em xeque. É difícil eu falar nunca, mas é realmente, nós somos seres humanos, a gente precisa de contato, a gente precisa de conexão, a gente precisa de verdade. Então, o influenciador ou a marca, ela pode usar N plataformas, que bom que a gente tem.

Mas o fator ali do final sempre vai ter o toque humano, né? Na forma de se expressar, na forma de agir, enfim. Sim. Em termos de conteúdo, eu concordo totalmente com ela também. Para a criação de roteiro, criação de conteúdo para as redes sociais.

A gente atualmente usa, lógico, o internet artificial, mas de uma forma profissional e direcionada, porque tem a questão do lazy prompt, por exemplo, que a pessoa não trata o prompt como uma questão profissional, faz um prompt mais ou menos e produz conteúdo com aquilo.

Isso não vai gerar tanto engajamento, não vai gerar tanto resultado para a marca ou para o criador, quanto uma pessoa que já tem conhecimento de como estruturar, como trabalhar com a inteligência artificial que veio para somar. Porque antigamente eu sou redatora desde a época que não tinha inteligência artificial. Eu pegava o texto e fazia do zero.

Então, a gente já tem conhecimento de texto, de SEO, de como construir uma narrativa e tal. Então, isso faz total diferença no conteúdo final, sabe? No produto.

Então, eu acho que sempre vai ser necessário a presença de um ser humano ali por trás para humanizar a ferramenta e para fazer com que a narrativa seja positiva, seja realmente atingir o que quer atingir.

E a gente tem uma questão de conferência também daquilo que está sendo exposto ali, né? Sim. Porque, às vezes, a gente solicita algo, só que não é simplesmente você solicita algo para a AI e só copia e cola. Exato. Tem que revisar, seja um conteúdo ou qualquer outra situação, né? Uma análise, por exemplo. Exatamente. E aí vai que eu acredito que a base de você...

continuar aprendendo coisas, é importante para você usar ela da melhor forma. Porque, para mim, é muito claro a diferença de alguém que entende de um assunto e usa versus uma pessoa que só tem acesso à ferramenta e tenta usar ela de alguma forma aleatória. Vou pegar um exemplo prático em áreas. Lá na Ciclo, se eu pego, por exemplo, a IA...

e o meu melhor designer o utiliza, ele vai conseguir usar esse recurso muito melhor que eu para a área dele. Por certeza. Por causa do conhecimento e os fundamentos que ele tem na hora de direcionar, apropriar para mudar algo, por exemplo.

Eu imagino que seja assim pra você. Às vezes você fica corrigindo. Nossa, com toda certeza. Não tem outras discussões. Por favor, tire a transmissão. Tire a transmissão. Não vou deixar desse jeito o texto. É uma base. Aquele profissional...

que ele, antes da inteligência artificial, ele já era preguiçoso, ele não fazia pesquisa, ele não entregava um bom trabalho, ele vai utilizar a inteligência artificial no mesmo formato. Ele vai pegar o básico daquilo, não vai trazer para uma narrativa em que ele vai fazer uma construção. Então, é exatamente o que você falou. É a forma que a gente usa tudo. Exatamente.

Eu acho que a inteligência, ela vem realmente pra somar, né? A tecnologia, ela vem pra somar em tudo que a gente faz na vida. E como tudo, é como a gente utiliza, né? Sim. Curiosidade, vocês preferem ler digitalmente algo ou livro?

Depende. Depende, pra mim é super depende. Também eu tenho meu Kindle, que às vezes eu uso. Mas às vezes eu prefiro livro também. Por exemplo, sei lá, estou querendo relaxar, me diminuir a quantidade de tela, vou para um parque, não sei o que lá, já levo um livro.

Mas, por exemplo, estou indo para uma gravação, vou pegar um Uber, alguma coisa assim. Fica mais fácil, porque eu já levo um monte de coisa. Você acredita? Eu sou 100% digital para quase tudo. Sério? Menos para a leitura. Eu prefiro o livro.

Eu nunca consegui me adaptar. Ah, não, óbvio, né? Estou vendo uma notícia no celular. Mas se eu for ler algo assim, putz, eu preciso de um conteúdo de um livro. É a única coisa que eu não consegui aderir o... Sim, o digital. Eu costumo me. Eu acho que depende muito. Depende do meu mood, depende do que eu quero acessar ali. Às vezes, sentar num sofá e pegar uma revista, né? Eu gosto muito de revista de culinária, de decor e tal.

Eu vou pra aquela atmosfera. Eu crio ali a minha atmosfera. Agora alguma coisa mais prática vai no celular. Agora eu preciso fazer anotação. Folha. Aí é folha, caneta, vou riscando. É, e praticidade também, por exemplo. Esses dias eu queria reler um livro que eu já li, o Antifrágil. E eu não sei onde estava o meu livro. Acho que eu emprestei pra alguém. Desapareceu. Enfim, se você tiver com o meu livro, me deu. Você não me emprestou esse livro. Beraldo. Não me emprestei. Não me emprestei.

Mas, enfim, não estava encontrando o livro. Tinha meu Kindle. Peguei meu Kindle, baixei o Antifrágil e voltei a ler. Então, assim, pela praticidade, eu acho que as telas são bem-vindas, às vezes. Legal. Sou curioso disso. É igual eu falei, eu sou o único que... Já tentei, juro para vocês.

Ah, mas eu acho que é isso. Eu acho que é estilo. E para mim é uma coisa muito engraçada, porque eu estava vendo que o acesso a telas de pessoas sênior acima de 60, 65 anos aumentou muito mais e está começando a bater o acesso a telas da geração Z. Então, eram as pessoas que tiveram mais contato com o papel, que tiveram mais contato com os livros do que com o digital e são eles que estão cada vez mais viciados em tela.

Então, de novo, é um mercado, né? A tecnologia, as redes sociais, que a gente tá ali construindo e entendendo números do que tá acontecendo agora. Então, a gente, talvez, daqui a 10 anos, a gente tenha uma resposta um pouco mais perto. E é interessante, né? O comportamento das gerações usando redes sociais, né?

Eu sou curioso e aí eu reparo que a geração nova, o pessoal não posta feed, né? Vocês já repararam isso? Sim, sim. Existe um motivo. Uma vez eu perguntei para uma pessoa por curioso, né? Por que vocês não postam feed? Vocês usam as redes sociais, os stories e tal? Não, é porque o feed é para um momento único.

Então, não posso sair postando qualquer coisa. É quase uma foto impressa. Exato. Tem muita gente que zera o feed, não tem nada no feed. Muitas marcas entraram nesse hype também de zerar o feed um tempo atrás. A cada coleção zerava o feed. Vai fazer um drop novo? Teve, teve. Fica só aquele lançamento ali e tal. O pessoal entrou nesse hype. Caramba, eu não tinha reparado nisso.

É que assim, pra mim, feed zerado sempre passa uma imagem, será que isso aqui é um fake?

Sim, sim. Entende? Sim. Cadê o histórico dessa pessoa? Exatamente. Onde ela vive? Onde ela vive? Mas é, observando o comportamento do consumidor, que acaba sendo um consumidor também, as marcas engatam nisso e trazem para aproximar também. Mas eu vi uma pesquisa sobre isso também, embora eu tenha perguntado para uma pessoa.

Mas eu vi uma pesquisa sobre questões de preocupação com exposição também. Sim. A geração mais nova tem uma preocupação na exposição e muita preocupação do que vão falar. Não é da foto se vão julgar, concordar. Eu não sei se para a gente era mais... Eu vou postar mesmo, não estou nem aí. Esse sou eu e esse. Mas é interessante, mas pensando em negócios...

É isso, né? É essa galera que está chegando. Tanto para atuar nas empresas, trabalhar, quanto consumir coisas. Então, a gente precisa estar atento de como isso está acontecendo. Mas olha também a questão sobre o estudo do tempo. A nossa geração...

Ela veio pra rede social indo. A gente só foi. A gente só saiu postando. A gente não teve estratégia. A gente não sabia onde ia chegar, o que ia impactar, quais seriam os resultados. A geração Zenon ela já falou, opa.

Se eu postar aqui, esse é o impacto, ali vai demorar tanto tempo pra sair, é a minha imagem. Então, essa geração já vem com uma visão mais ampla. A gente não, a gente entrou e foi. Exatamente. Como mercado de marketing de influência. Só começou e foi se moldando ao longo do tempo. Já sabem qual é o resultado de postar a sua imagem, que até interfere em questões profissionais e tudo mais. E, às vezes, eles veem como uma questão de, ah, no seu não for ter um posicionamento claro, melhor não falar nada, né? Melhor deixar em brincar.

eu imagino que talvez tenha alguma coisa a ver com isso também muito interessante gente, olha a gente está no finalzinho do nosso episódio eu quero agradecer vocês duas por terem participado comigo foi muito legal o bate-papo nesse finalzinho eu gosto muito daquela dica final para a galera que está acompanhando aqui o que vocês dariam ali como recomendação chave dica de ouro ...

Olha, primeiro eu vou agradecer muito. Eu adorei papiar. Pode me chamar para o próximo, gente. Gosto muito de hablar, principalmente sobre o supermercado. Mas a dica, assim, de ouro que eu levo para a minha vida, eu acho que foi uma das coisas que eu mais falei durante esse episódio. É o fator humano.

Lembrar que existe um humano por trás de tudo, por trás de todas as marcas. E você é um humano, você é uma pessoa, você sente. Então, acho que quando a marca, ela entende... De novo, a marca seja a marca produto, seja a marca ou influenciador. Quando ela entende essa questão da sensibilidade acima de tudo, eu acho que a coisa acontece automático, sabe? A relevância, o posicionamento.

o alcance para mim é isso se preocupar com o fator humano a gente tá falando com pessoas com vidas com coisas que mudam muito todos os dias então para mim é isso tá eu queria agradecer também pelo convite realmente fica no backstage né fazendo roteiro chamando os seus para participar então

E agora, tá desse lado, é diferente, muito legal. Muito boa oportunidade. Obrigada, Beraldo. E tá com a Brenna aqui também, que é super influente, sabe muito o que tá falando. Uma dica que eu deixo, que eu sigo muito pros conteúdos que eu faço, pros CEOs, pra creators, pra...

para quem quer que seja, para marcas, é autenticidade. Eu acho que o que faz a diferença é você mostrar a sua personalidade, mostrar como você chegou ali e como você vai levar sua marca ou seu produto para frente a partir dali. Então, eu prezo muito pela autenticidade, pelo verdadeiro. Não forjar alguma coisa ali para mostrar na mídia. Então, eu acho que isso faz bastante diferença em sentido de conteúdo.

Eu acho que é muito de encontro com o que eu sinto também, né? Porque você só consegue ser autêntico se você for humano. Exatamente. Porque uma inteligência artificial, ela sempre vai se basear muito no que ela tem ali na base de dados dela. Então, com certeza, ela vai estar replicando. Agora, você trazer a autenticidade para o fator humano é isso. É o seu tom de voz, é a sua forma de pensar. É a rua que você faz, que vai estar ali. Então, é isso.

Bom demais, pessoal. Obrigado. Ah, não posso esquecer, né? E os contatos? Como que o pessoal se conecta com vocês? Bom, a gente tá falando de redes sociais. A minha rede social pessoal é arroba brelopes. Bem íntimo, bre, porque bre, às vezes, fica um pouco difícil. E lá na minha bio já tem também o arroba da minha agência, pz__317. E vou falar que o meu LinkedIn está ficando maravilhoso, graças à dona Lari. Então, também já estou por lá.

Sim, sim, acessem o LinkedIn dela, inclusive, sigam. Se conectem. Sim. Bom, o meu LinkedIn é Larissa Vertedor. O meu Instagram também é Larissa Vertedor, então não tem muito segredo. Quem quiser se conectar, só manda uma mensagem. Sou super disponível.

E é isso, gente. Para você que acompanhou esse conteúdo, não esquece, se inscreve aqui no nosso canal, deixe o seu like, compartilhe esse conteúdo com mais pessoas, que a ideia é a gente levar muita informação e conteúdo rico com pessoas incríveis que estão fazendo o negócio acontecer, tá bom? Então, eu desejo para vocês um grande abraço, muito sucesso e boas vendas.

Anunciantes1

Ciclo Ecommerce

external
Como o marketing de influência e a imprensa constroem narrativas para marcas | Castnews Index — Castnews Index