Marketing com IA: quem pensa e quem executa?
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- Ronaldo Doritos MarketingComplemento e otimização de processos · Automação e retenção de clientes · Treinamento de equipes para uso de IA · IA como estagiário 24h · Desafios e barreiras na adoção de IA
- Marketing de Influência e CreatorsQualidade vs. Volume na escolha de influenciadores · Micro-influenciadores e alto engajamento · IA na geração de demanda e conexão com o público · CIMED como case de sucesso em conteúdo e proximidade com o consumidor · A importância da interação com o público do influenciador
- Mamilo do KratosIA para roteiros e mini-filmes · IA na criação de logos e artes · Limitações da IA na criatividade e percepção emocional · IA para otimização de tempo em sessões de foto e campanhas · Popularização da IA e potencial perda de qualidade
- Posicionamento de marcaO 'tirador de pedido' versus o consultor de negócios · Posicionamento de produtos em diferentes canais e marketplaces · Aumento do ticket médio através de consultoria e ajuste de posicionamento · Construção de marca e valor percebido · A importância do storytelling e da narrativa da marca
- Validação de Estratégias e PlanosUso de IA como conselheiro estratégico e 'advogado do diabo' · IA para análise técnica e de segurança de plataformas · Criação de propostas e dashboards interativos com IA · IA na camada criativa e suas limitações · A importância da experiência humana na criatividade
Fator M Fala pessoal, estamos começando mais um O Fator M, o nosso podcast que você descobre o lado marqueteiro das pessoas e dos negócios. O nosso tema de hoje aqui é inteligência artificial versus o ser humano no marketing.
Quem será aí, né? Quem decide, quem executa. Aí é um tema muito relevante pra gente falar. E eu tenho dois amigos aqui, convidados incríveis pra falar com a gente. Thales Mendes, diretor de vendas e estratégia digital da Carmen Estefas, né?
Fala, Thalice. Fala, Felipe. Obrigado. É um prazer estar aqui. Agradeço muito o convite. Parabéns pelo trabalho de vocês, pelo cenário que vocês estão aqui novo também. Acho que traz toda essa energia do que a gente está buscando conversar aqui hoje. Bom demais, meu amigo. E mais uma vez também aqui o senhor Richard Batista, Head de Performance e Inovação da Camisa. Fala, Richard. Bom, Felipe. Obrigado. Obrigado pelo convite. Faço do Thales minhas palavras. Parabéns pelo novo espaço.
Vai ter um grande papo aí. O bom é que a gente conseguiu juntar os dois, né, pessoal? Aí é da hora, cara, não é verdade? Vai dar bom, né? Vai dar rói. Que legal, gente. Cara, vamos lá então, né? A gente separou essa pauta aqui um pouquinho voltada à IA. Vocês exploram muito isso também.
O Richard tem um lado focado também na questão de comportamental das pessoas. Acho que é legal a gente conectar tudo isso, porque no final das contas, qualquer negócio vai ser composto por processos, tecnologia, produto e o mais importante que são as pessoas. E o que vocês enxergam hoje dentro do marketing? Onde a IA para vocês dentro do marketing gera mais resultado?
Eu acho que dentro da parte... Aí há para complementar. As pessoas dizem, vou substituir todo mundo, vou substituir. Não, é um complemento desde que você sabe o que você está fazendo. O que você quer, onde você quer chegar. Então, dentro do marketing, antes você ficava horas e horas para fazer uma pesquisa. Se você souber exatamente como direcionar a sua parte de pesquisa, de conteúdo e direcionamento, você consegue otimizar isso.
consegue escalar de forma mais rápida, mas não substituir completamente um profissional ali na frente. Agora eu não preciso mais a nova IA do Google, vou substituir minha agência. Você não sabe como uma agência funciona, você não sabe como os canais funcionam, você não vai substituir. Eu concordo muito com o Richard, eu acredito que vem muito da profundidade das pessoas saberem usar a ferramenta.
que marketing melhor do que fazer um cliente voltar a comprar. Então, a minha visão muito hoje, no dia a dia, na operação, é usar a inteligência artificial dentro do marketing para construir o relacionamento. Então, a próxima compra é muito importante. Automatização de processos, resgate de pessoas que não compram em determinado ponto. Então, as automações dentro desse ambiente, com uma base de dados muito bem desenhada.
e limpa, ela vai trazer o cliente para poder comprar de novo, porque as marcas vendem, fazem a primeira venda, existe um investimento de tráfego pago, que é necessário fazer, todo mundo sabe disso, trazer novos clientes, mas poucas têm atenção na retenção. Então, quando você corrige a retenção e resgata quem você perdeu com a inteligência artificial, você coloca o consumidor para conversar de forma humanizada com aquele vendedor, ou enfim, aquele bate-papo que a IA não vai conseguir fazer.
Interessante. E preparar o time, gente, pra usar de uma maneira correta? Vocês costumam treinar a equipe, dar apoio? Como que vocês desenham isso? Bom, sim, total. Até recentemente eu dei um treinamento pra equipe de Insight Sales. Fui lá pesquisar, entender as necessidades do time.
entender quais são as principais falhas e montar um treinamento completo. Então, desde script, preparar IA, treinar, configurar. Como que eu vou configurar uma IA que fique a...
reflita o meu vendedor, reflita o eu. Então, são 20 e poucas pessoas na operação, você vai falar assim, cada um tem uma forma de responder. Então, recentemente o treinamento foi completo. Vou configurar a MEA de uma forma, validando, vamos, sei lá, 3, 4 horas de treinamento, as pessoas validando. Eu responderia dessa forma? Porque, como um complemento, existem diversos casos, por exemplo, que chega o vendedor, dentro de um momento de pressão, o que eu faço?
E agora? Como é que eu respondo? Como é que é o argumento pra esse cliente? Qual a melhor forma? Ou então uma base de treinamento. A própria IA, o vendedor usar ali o chat de APT, o Gemini, alguma forma, de treinamento, por exemplo, fazer um roleplay. Eu vou ativar a minha IA e falar assim, a partir de agora você é um vendedor frustrado, um cliente frustrado que não recebeu o produto. Me auxilie numa negociação. Então é uma forma de treinamento que a gente, além de a gente fornecer o conhecimento,
preparar a equipe de vendas, nós estamos fazendo com que eles também se autogerem e aprendam a gerar conteúdos também e aprender com a própria IA a melhorar a sua gestão de carteira, a otimizar seu atendimento. Então, é um treinamento de forma constante. Agora, a gente tem de tempo em tempo, tanto na camisa quanto em outros lugares, a gente foi fornecendo uma base de treinamento assim.
Justamente pra capacitar como um braço. Pra um vendedor não ficar preocupado. Não, vou tomar meu emprego. Aí ela vai me substituir. Você insere ela na rotina dele. Então ele trabalha com ela. Isso. É um complemento. Então a gente fala assim, é um estagiário, 24 horas ali. Perfeito. Ela precisa... Qualquer...
para qualquer dúvida, a qualquer momento, ela já está configurada. Então, desde a parte psicológica do funcionário, da forma de falar. Por exemplo, a gente fez esse teste lá que o funcionário vendedor é totalmente direto. Nós usamos o mesmo script de construção. O cara que era direto falou, validou? Validou. Você responderia assim? Responderia assim.
ao outro vendedor que é mais humanizado. Validou? Você responderia dessa forma? Nossa, responderia. Então, uma única ferramenta respondendo de 20 e poucas formas diferentes como complemento. Como um braço da equipe de vendas e não como um substituto ali.
Que legal. Assim, a gente entende que tem várias vantagens, né? Na hora da gente pensar em trazer pra dentro da operação, treinar equipe. O que que vocês enxergam também como entraves? Que ainda é um desafio quando a gente pensa em inteligência artificial. Ou seja, o que ela ainda não consegue entregar, por exemplo. Ou até um desafio referente a talvez segurança de informação, que eu acho que esse é um tópico bastante discutido, né? Por grandes empresas, né?
Legal. Eu acho que o primeiro ponto que a gente tem como barreira é o nível de consciência das pessoas. O vendedor tem nível de consciência acreditando que ele vai ser substituído pela IA. Ele não vai ser. Se ele não utilizar a IA, pode ter por segurança que futuramente ele pode perder o cargo dele porque ele não se adequou a uma evolução. Assim como nós tivemos no mundo inteiro outras tecnologias que foram crescendo.
Ana, quando você pega e analisa o dia a dia, a rotina dos vendedores, você sempre estimula o pessoal a usar a inteligência artificial, desde uma ideia de criar um prompt, de refinar um script como o Richard falou, de contornar uma objeção, de pensar um pouco fora da caixa. Eu, por enquanto, utilizo das principais estratégias que eu tenho, um conselheiro que eu tenho dentro da minha empresa, para poder rebater as minhas ideias. Quais são os pontos de risco?
quais são os fatores que eu não enxerguei na operação que eu poderia ter coberto. E quando você fala dos entraves, os pontos de risco, o primeiro fator que a IA nunca vai substituir, é o olho no olho, é o feeling com o cliente. O que impede um dono de uma empresa ou um gerente?
ou algum consultor de ligar para 5, 10 clientes por mês e bater um papo. Como é que foi o atendimento? O que você achou do negócio? Aquela estratégia foi boa ou não de marketing? Como você se sentiu sendo atendido para a nossa inteligência artificial? Como foi o transbordo inicial para você quando você chegou no nosso canal de WhatsApp? Então, o olho no olho é uma coisa que a IA nunca vai substituir. As pessoas precisam de entender isso.
Ela vai ajudar a massificar dados, vai ajudar a cada vez mais automatizar processos e vai tirar tudo aquilo que é chato de fazer. Que vendedor que quer pegar o celular e mandar 100 mensagens manual, um a um, cadastrar o cliente, para depois saber que 10, 12 vão interagir. Então, tudo que é ruim de fazer, o que é chato de fazer, a IA vai tirar do caminho das pessoas, para elas fazerem o que só elas conseguem fazer, que é se relacionar com o cliente.
Eu tenho muito essa visão. Legal. Porque eu acho que a função do vendedor é vender. Exato.
A função do vendedor é vender, não é perder tempo filtrando, a gente vai utilizar muito para... A gente vai começar a utilizar para a prospecção. Boa. Então, a gente já tem o atendimento humano, só que chegou num volume tão grande que eu precisava colocar 10 pessoas. Agora eu consigo colocar um IA que vai auxiliar o atendimento humano e o volume de lead quente, morning quente, que vai chegar para o meu vendedor, vai passar de 15% a 20%.
Perfeito. Eu ia até perguntar isso para vocês, por exemplo, há alguma atividade, alguma tarefa que essa sim deva ser 100% automatizada na visão de vocês? Acho que é isso que o Tadis falou, funções repetitivas, maçantes. O que acontece? O mercado, de um modo geral, B2C ou B2B, o tirador de pedido acabou. O vendedor que é tirador de pedido no B2B já...
Aquele que a gente conheceu, olá, tudo bem? Gostaria de mais informações da empresa. Oi, só acessa o nosso site. Eu já sou seu cliente. Eu só chego lá e falo assim, ó. Não quero saber da sua operação, não quero saber de nada. Você quer ter um jogo de cama? Isso aqui tá aqui, ó, seu pedido. Acabou.
Eu não estou tendo uma venda construtiva. Eu não sei do seu marketing, não sei da sua operação. Perfeito. Faz sentido. Eu acho que... Eu acredito fortemente que massificação de dados. Então, coloca uma pessoa na frente do computador quatro horas por dia olhando cem mil linhas de Excel.
comparando o produto com aquilo que foi vendido. Essa pessoa, nos primeiros 30 minutos, ela vai ter um foco, o foco vai cair, ela vai se perder, ela vai errar. Então, a IA não vai errar nisso. Só que a IA vai trazer o quê? O apontamento. Quem toma a decisão? O ser humano. Então, ela traz o dash, os principais gráficos, os indicadores e a pessoa decide. Então, a massificação de dados, eu acho que a IA tem que fazer.
E eu acredito que o ser humano não deve mais fazer esse ponto manual. É a minha visão. Porque o nível de aproximação do que ela tem de recursos e de padrões de comportamento que ela vai conseguir encontrar é muito superior ao que a gente vai conseguir. Então, nós fomos feitos para tomar macro decisões. Acho que as micro decisões ao longo do tempo, a IA vai empilhando para a gente, vai trazendo para a gente no final decidir se a gente vai pelo A, B ou C. Mas não olhar linha a linha. Essa é a visão que eu tenho.
Que legal. Isso é bastante relevante. A gente vê muitas áreas usando com bastante foco, né? Não só o marketing, mas o setor financeiro usa também. Setores militares, né? Com as notícias que a gente vê hoje. Tipo, o que os caras já usam de inteligência artificial. Assim, é um negócio insano, né? Pra compilar informação. Você viu agora, o chat EPT caiu nos Estados Unidos. Porque o chat EPT mudou os termos de fornecer informações ao governo. E a cloud não.
A Claudia falou, não, não vamos mudar os nossos treinamentos, não vamos fornecer. ChatGPT caiu na parte de uso de A, e o Cloud, que estava ocupando a 25ª posição de aplicativo mais instalado, virou top 1 dessas coisas.
Interessante. Eu estava comentando no outro episódio que atualmente a gente recebe também marcas que vêm através da IA lá na Ciclo. Então, a gente estava buscando uma agência especializada em marketing e e-commerce e aí a IA compila o podcast. Ela diz, né? Ela pega... Tem essa agência localizada em São Paulo com essa especialidade que também tem esse podcast e tal. Monta um...
Um resumo, assim, lógico, né? A gente deixa, de certa forma, isso preparado para facilitar para ela nos localizar, né? Mas é uma fonte de tráfego. Perfeito, perfeito. É informativo, né? Que o consumidor vai tendo. E eu estava vendo, né? No SimilarWeb, no SimilarWeb, agora você tem umas duas linhazinhas que é a origem de tráfego do Gemini e do GPT.
Você vê como muda, né? Não, muda totalmente. Além da velocidade, as coisas falam, a informação, a fonte de tráfico de M9, 7GPT. Você vê? Até uma plataforma de...
de dados, de ferramenta, compilação de dados, tem que ser adequado. Imagina a gente um processo de venda. O comportamento de busca vai mudar ao longo do tempo, na minha visão. Tudo aquilo que gera fricção faz a pessoa desistir. A gente fala muito de e-commerce, fala disso, quanto mais botão...
mais difícil vai ficar a jornada da pessoa. Então, a busca para uma IA, seja de MENAI, GPT, ou dezenas que tem no mundo hoje, ela vai passar por esse posicionamento, o SEO da IA vai mudar. A gente está estudando uma empresa para poder conseguir já trazer esse ranqueamento, porque nos Estados Unidos já está sendo testado, no Brasil ainda não.
Então vai começar a existir o ranqueamento e essas empresas vão monetizar através disso, assim como o Google fez, como a Meta fez durante muito tempo. E é importante a gente ter essa consciência de preparar a base dos dados das empresas para surfarem a nova onda. Então acho que essa especialização é muito importante também.
Que bacana. Vou entrar agora só naquela pauta do comportamento humano, que é o que o Richard comentou um pouquinho antes do EP. Se você puder comentar do case, do ajuste que você fez na empresa que você tocou. Mas eu acho que faz parte da...
do dia a dia de muita gente, né? Às vezes você tem ali o empreendedor no dia a dia dele, na correria dele, que às vezes aquele resultado que ele busca não chega, ele acha que é ferramental, tecnológico, na maioria das vezes é simplesmente...
O comportamento das pessoas que estão com ele. É, são as pessoas. Na verdade, você olha para os números, eu preciso faturar, preciso vender, preciso crescer de uma forma, só que eu não estou olhando para dentro de casa. Então, em alguns casos de consultoria, a gente vê que é muito isso. A gente faz uma análise. A primeira coisa que faz é o quê? Uma análise comportamental de como está a saúde da equipe, como está a parte de funções, de responsabilidades e tudo mais.
Quando você para para analisar de modo geral, que a gente já vive numa sociedade que está...
que querendo ou não é uma sociedade ansiosa. O tempo inteiro todo mundo correndo, todo mundo sem tempo. E aí isso está refletindo dentro do comportamento das empresas, que vai refletir também o faturamento. Às vezes pequenos ajustes, sei lá, uma equipe sobrecarregada, você coloca duas, três pessoas, que eram funções, estavam ali tomando tempo. E às vezes funções operacionais. Um exemplo, o cara de gestão está parando o tempo dele para fazer uma função operacional.
Então, o que acontece? Todo o restante para de funcionar. E quando você começa a identificar falhas, tanto de comportamento quanto, até como hoje, como psicólogo, identifico também transtornos. Se identificar, às vezes, transtorno. Uma equipe está totalmente sobrecarregada, uma equipe de vendas que não vende, porque está desmotivada. Às vezes, é a plataforma, às vezes, é o entorno dela. E quando você realiza pequenos ajustes internos, olhando para o ser humano, você muda o todo.
igual a gente falou de taxa de crescimento em plataforma, crescimento em resultados finais, resultados em vendas, tudo olhando para o eu, tudo olhando para a pessoa. E aí quando você pluga isso, por exemplo, com uma IA, quem está olhando, como é que eu posso fazer isso? É comportamento básico, você já parou para uma pesquisa de clima interno, por exemplo. Antigamente pesquisa de clima ia para o RH, dados sigilosos, e alguém era mandado embora.
o sigilo que alguém sempre era mandado embora. Hoje, o cara, quando quer olhar para a expansão, qualidade de vida e crescimento da empresa, ele pode fazer isso, cruzar dados, por exemplo, dentro de uma IA, e, sei lá, psicologia positiva. Como é que eu posso melhorar o meu time? O que está acontecendo com a saúde da minha empresa? O que eu posso melhorar?
Joga os dados, pede para ir a compilar para te trazer algum insight que às vezes você não tem. Aí numa dessas vai trazer um profissional para aquela área, trazer um profissional para outro momento. Porque a partir do momento que você para e olha para o eu, esquece a parte tecnológica primeiro, põe o ser humano em primeiro lugar, você vai ver que todo o restante vai funcionar. Igual o Tadis falou. Limitações de pessoas.
Uma limitação de mentalidade, para colocar, usar uma IA dentro de uma equipe. As pessoas já pensam, vou perder meu emprego. Tem aquela resistência, né? Tem. Então, aí você já vem sempre sob pressão. Sempre sob uma constante ali que eu preciso faturar, preciso vender, preciso fazer, e esquecendo as pessoas. Tem esse case de algumas empresas que a gente está tanto com consultoria, tudo que é...
A gente tá cuidando da cabeça das pessoas pra depois cuidar de vendas, cuidar de marketing e tudo mais. E aquele case que a gente tava falando de um bilhão lá aqui dentro da camisa foi justamente um monitoramento que a IA não poderia fazer. Eu estar numa loja e perguntar pro cara, por que você não vende camisa? E o cara virar pra mim e falar assim, o representante não vem.
Você falou, como assim? Aí você vai ver a região. O representante não vai na região. Ah, tá. Entendi. Também. Aí quando você está numa queda de vendas, que você fala assim, hoje eu tenho uma carteira de X mil inativos. Por quê? Aí você começa a perguntar, por que está acontecendo? Meu cliente está vendo, está tudo vendo. Por que eu não vendo? Aí quando você vai ver, fator humano, o representante não é um representante que não vai na região.
São vários representantes que não vão em diversas regiões. Por exemplo, uma IA dessa não vai monitorar o comportamento e entender que, por exemplo, às vezes ele não vai por causa da alta do combustível, que não vale a pena, com comissionamento, que ele não vai em algum cliente porque... Como são cidades distantes, ele não vai agir, não vai valer a pena. Então, são diversos fatores que, por exemplo, nesse caso, uma IA não vai poder resolver.
E aí o tete a tete de entender o comportamento, entender o que está funcionando, estar ali com as pessoas, o olho no olho é o que vai fazer a diferença.
E se você tem uma operação que você tem essa linha do B2B também, você tem muitos parceiros revendedores e você só espera que eles comprem, né? Então, eles ligarem, ah, preciso repor. Tem muita oportunidade nesse meio do caminho aqui que... É o tirador de pedido. É, exato. É o cara que, por exemplo, igual você tem, abriu várias franquias, né? E vai ser, por exemplo, lançou uma linha nova da Carmen Stephens. Aquele vendedor, ele tá tão...
focado em vender o que ele já está, que é fácil para ele, que ele não vai querer saber da linha nova. Ele vai andar seis meses com o catálogo desatualizado. Ele vai tentar repetir aquela venda que ele fez. Só rebastecer o cara. Ele não está ligado em tendência, em moda, em marketing. Ele não sabe da expansão da marca. Ele só é tirador de pedido. Eu já vi casos, por exemplo...
do, não sei se o Carlos também pode trazer alguns casos, por exemplo, do representante chegar pro cliente, o representante ficar tomando café aqui, o representante dar o tablet pro cliente ter pedido. Já vi, já vi vários. Na mão assim, e é isso? Vê aí o que você quer?
E eu fico tomando café aqui, batendo papo. E deixo o carro escolher, né? Fico de boa que escolhe aí. Esse profissional é aquilo que o Richard falou. Esse profissional já está falado ao fracasso. O que é a construção que a gente está fazendo muito lá também, que eu acho que vai muito de conta o que o Richard falou. O representante precisa ser um consultor de negócios. Quando eu vou na sua loja, no teu ponto de venda físico...
ou eu olho e entendo pelas redes sociais que você está fazendo, eu tenho que pensar, que ponto que o Felipe, que é o meu cliente, não está extraindo no mercado, que eu possa abrir o panorama dele, o olhar dele, ele vai começar a extrair, consequentemente ele vai vender mais, eu vou vender mais, ele vai ficar feliz, eu vou ficar feliz. As outras marcas que ele compra, porque tem concorrentes dentro do mercado, ele vai olhar e falar assim, nossa, o Thales ali, o pessoal da Carmen Steffens, me deu uma dica que ninguém deu.
Nenhum outro representante fez isso por mim. O que vai acontecer no subconsciente dele? O Richard fala muito na psicologia e a parte comportamental. Eu vou colocar o Tales numa outra prateleira. Esse cara é parceiro. Esse cara fez eu ganhar dinheiro, nunca me deixou na mão. Esse cara não veio só aqui cobrando, batendo um pau. Preciso tirar teu pedido, eu vou ter que trocar você e colocar em outro ponto de venda.
Essa construção a IA não vai fazer. Isso é relacional. As pessoas têm que ter essa noção e vem muito do comportamento do vendedor. Ele precisa de passar. E aí o vendedor sempre, assim, na vida tem quem busca a solução e quem tem desculpa. Quem busca a solução vai usar a IA para falar. O que mais eu posso trazer de fator de diferença numa loja de moda ou num outro parceiro, enfim, qualquer segmento que tem no mercado? O que eu posso fazer para poder construir receita nova, novos canais de venda?
Cara, você vai começar a praticar aquilo, no primeiro cliente não vai ser muito bom, no segundo melhora, no terceiro você já está bem, no quarto cliente você vai estar voando. Dali para frente, o valor percebido do teu trabalho é muito superior ao anterior. Então você se coloca numa outra prateleira no mercado e as pessoas começam a negar isso, porque é o que a gente falou sobre o tirador de pedido. O tirador de pedido quer chegar lá...
colocar o tablet na mão do lojista, escolhe a coleção. Ele acha que só ter um bom sorriso, ser simpático é o habitual. Isso aí, 20, 30 anos atrás, fazia toda a diferença. Hoje em dia também faz, mas a profundidade e o nível de concorrência do mercado é muito grande. Se você não está atento, se você não se diferencia no teu cliente, alguém vai fazer isso e vai te substituir. E se o cara é bom...
igual você falou de relacionamento, ele fica tão bem posicionado na mente daquele comprador que o negócio vai, cara. Vai. É só você pensar assim, o que eu já vi de casos que a pessoa compra, ela poderia comprar o mesmo produto de qualquer outra pessoa, mas pô, eu me dou mal bem com o Tales, com o Richard, é deles que eu vou comprar.
Nós estivemos aqui há um mês e pouco até a Isabup, a feira de moda casa. Então, nós fomos a primeira empresa, nós fizemos até um teste. Inclusive, a Ellen, que você conhece, do Televendas. É perfeito. A parte de Televendas. Para todos os clientes do Televendas, nós realizamos um teste ali. Eu dei mais de 15 consultorias de marketing em tempo real. Nossa, que legal.
Por quê? O cliente chegava, muitos clientes estão vendendo em marketplace e tal, e aí o cara pegava um produto de uma curva A a mais, por exemplo, e colocava em um dos marketplace, por exemplo, que não é. Então aquele posicionamento daquele produto não se adequava àquele público. E ele não entendia porque ele não vendia. Aí começou a botar para o Panamarca, ou então tem muita gente que tem diversos marketplaces aí e não tem o suporte, que a gente sabe, para você ir galgando dentro do Médio, na Chupi, no Amazon.
Você precisa ter atendimento. Se fosse só se cadastrar em um site para vender, e é impressionante, porque esse item é, de fato, muito voltado à questão de conhecimento também. Porque se a pessoa não conhece nada de marketing, o que ela faz é cuidar da operação dela, comprar e tentar vender, ela tem dificuldade de entender esses contextos. Sim.
Então, para ela, o que a gente vê às vezes, é eu vou colocar a minha operação no máximo de canais possíveis. E aí tem canal que você não deveria estar. Sim, a gente já falou disso, tem marca que é tão... Que estar em alguns canais é queimar a marca. Exatamente, derruba a margem, você posiciona ela... A gente estava falando, acho que no mercado premium, né? Você vai falar no mercado premium. Não faz sentido você estar ali num canal que o hábito do consumidor é produto de ticket médio baixo. Sim.
entendeu? O consumidor não tá errado, ele tá ali no canal certo, assim, a gente que tem que... E às vezes cria subterfúgio, né? Porque há cupons pra vender ali. Aí o seu público, que é uma curva A, identifica que você tá vendendo por 40, 50% a menos numa curva C. Eu acho que o consumidor até sente desconfiança. Sim. Não é assim, ah, tá barato, tá bonito, compra. Ele olha e fala, não é possível chegar nesse... No consciente dele, né?
Ele vai avaliar as plataformas e vai falar, tem alguma coisa errada. É. Então, nesse caso aqui que a gente fez, mais de 15 consultorias, o ticket médio de compra aumentou 60%. Caramba. Só porque o que nós fizemos, ajustamos o posicionamento, ajustamos o brand da loja em si, de acordo com a sua plataforma, e os produtos.
Que legal. Só que a equipe de vendas, que estava ali, olhou, aprendeu, e agora estão replicando isso. Então, eles podem pegar a loja, por exemplo, seja a Shopee, Amazon, qual que for, pegar o link, jogar na IA, pedir para analisar e cruzar com o catálogo que ela tem. Top. Muito bom. Qual o produto que eu posso estar ofertando para esse cliente? O que está faltando aqui que eu posso estar colocando dentro do meu catálogo que eu posso estar ofertando ali?
Os clientes começaram a aumentar. Imagina, num único dia, aumentar 60% o ticket médio da compra. É muito bom. Que legal. Faz total sentido. E eu ia trazer uma pergunta aqui, se quiser começar, Thales, também sobre a questão da validação estratégia que você usa às vezes. Cara, eu gosto de usar muito. Como que você faz isso? Eu tive um desafio pessoal. Eu sempre fui muito autodidata em ser curioso, em querer aprender.
Leio bastante, gosto de pesquisar. Eu tenho isso dentro de mim, essa curiosidade. A cada cinco stories do Tales, ele posta um livro foda pra gente. Alguma dica, algum insight, né? Eu acho que, assim, as pessoas que a gente convive mudam a nossa mentalidade. Eu tive a sorte, não digo sorte, a escolha de conviver em ambientes corporativos muito bons que moldaram a minha mentalidade.
E aí eu falei, bom, quais são as áreas que eu domino? Gestão eu gosto muito, domino bem. Vendas gosto muito. Adoro liderar, desenvolver pessoas. É uma coisa que está na minha essência. O que eu não domino tão bem? A tecnologia no seu cerne. Código de programação. Para você liderar uma equipe que entende de código de programação, você precisa pelo menos entender o básico para conseguir direcionar. O básico da liderança. E aí eu fiquei no final do ano passado, entre aspas, indignado com isso. Falei, cara, o que eu posso aprender?
criei um prompt no Gemini, o meu conselheiro de empresa, é um conselheiro que tem 60 anos dentro de uma empresa, e criei todo um prompt, e que ele vai suprir as minhas deficiências. Ele vai fazer eu olhar além do que eu só enxergo. É como se fosse uma sala, um conselho com cinco pessoas, cada um com uma visão diferente, todos em prol do mesmo objetivo, mas com caminhos diferentes, para saber se eu consigo crescer.
E aí eu sempre jogo alguma decisão que eu vou tomar, algum plano que eu tenho dentro da empresa para que ele valide os pontos cegos. Então, é o famoso, entre aspas, advogado do diabo. Ele joga contra. Thales, ok, isso aqui tem realmente uma grande capacidade de crescimento, só que se você não cuidar desse ponto, a tua margem vai corroer e o negócio vai dar prejuízo ao invés de dar lucro.
Porque você está olhando só o faturamento. Então, eu acredito muito que a validação de plano estratégico é você colocar outra pessoa com uma capacidade mais rápida de raciocínio que a sua, porque é impossível um ser humano superar a agilidade de raciocínio e o volume de informações que tem na internet que o Maia tem acesso hoje. E quando você coloca aquilo, você fala nossa, é verdade, meu plano estava bom, mas olha que legal, quando você tem a mentalidade de evolução, sem ego, deixa o ego de lado. Olha o que mais que eu posso adicionar, faz sentido sim.
Então, eu uso muito isso no dia a dia para poder validar algumas decisões importantes. Porque como eu não tenho boas pessoas, assim, num volume grande, massificado, para compartilhar ideias, e toda vez que você cresce num panorama de liderança, o seu ciclo vai diminuindo e o ser humano sente falta desse debate, eu uso o meu conselheiro estratégico para poder olhar algumas decisões e mostrar panoramas diferentes. Eu gosto muito disso.
Poxa, que legal. E você, Richard? Você costuma validar também algumas ideias, algum plano?
o tempo aí você falou tempo Ah é verdade você me mandou um planejamento lá da consultoria lembrei muito é tempo inteiro eu tenho eu uso três dias hoje é eu uso chat EPT de Minai Cloud para cada um numa uma função específica que que é qualquer a função que você explora de cada uma
O Gemini, o chat GPT é a parte mais técnica de algumas coisas, de tomador de decisão, mais direto. O Gemini é uma parte mais criativa de compilação, apesar que eu uso o LLM Note também, às vezes para análise de determinado cliente, uma situação específica.
E o cloud é mais completa. Mas ela tem algumas limitações de tempo de uso e tudo mais. Se você quiser usar, tem que escalar muito. Mas a cloud é a melhor até hoje de todas. Para criar apresentação, criar... Por exemplo, eu pego todo um conteúdo... Eu vou fazer uma viagem agora em abril. Um evento de um marketplace grande. Já vou fazer toda a compilação de dados e apresentação já. Tudo na cloud, assim, de uma vez.
mas eu uso diversas coisas, por exemplo, análise de e-commerce, site, por exemplo, se eu quiser fazer um teste agressivo de como está a plataforma, código, eu posso jogar na cloud o link que ela vai testar de todas as formas possíveis. Legal. Interessante que eu já fiz e fui validar o pessoal. Como é que você fez isso?
Como é que você descobriu isso? Falei, não. A parte técnica não cabe a mim responder. É, o Richard, tem um segredo aqui, ó. Tem uma ferramentinha aqui no meu... Não, mas é porque ela leva num nível... Sim, é um nível muito alto de consciência, cara. E é absurdo. Por exemplo, eu fiz uma análise do marketplace em cinco minutos que ela descobriu portas.
portas, assim, que foi validado pela empresa que cuida de segurança absurda que estavam abertas. Caramba, cara. Estavam abertas, assim, só validando ali. Assim como eu já te mandei planejamento e tudo mais. Por exemplo, se eu vou mandar um planejamento de uma consultoria, alguma coisa, eu não vou mandar aquele Word básico. Você viu como é que eu mando agora?
pô, manda como se fosse um site, manda uma proposta em HTML, o cara vai clicar, vai ver todos os dados. Design bem trabalhado, com a identidade do cliente. Identidade do cliente, dados de mercado e tudo mais. Por quê? Eu quero elevar num nível também o meu trabalho. Então, imagina, enquanto tá todo mundo mandando Word básico, eu tô mandando um dashboard. Então, uma proposta que a gente mandou, que eu mandei aí, eu mandei um dashboard completo.
O cara clicava, tinha todos os dados de mercado. E aí depois tinha toda a parte de conteúdo pra ele, com todos os scripts pra 90 dias. Script, todas as artes, tudo ali, só num dash, num único dash. Era basicamente copiar e colar. O valor percebido é outro. É outro. Agora imagina se tivesse que fazer isso. Não sei HTML. Nossa senhora. Eu não sei programar HTML. Você fazia isso na mão. Não, absurdo. Que trabalho que ia dar, hein. Só que aquilo que foi feito foi validado por mim.
É, você simplesmente não foi, usou, copiou e segue a vida. Você é crítico de olhar e falar, deixa eu ler isso e entender a fundo. Ela vai executando o que eu quero. Então são 18 anos na área, uma faculdade de psicologia, pós-graduação em liderança.
com certificações, então, só como designer, são 12 anos que eu fui com um designer e tudo mais, então tudo aquilo ali que eu tenho de experiência de bagagem, tá ali refletido. Ó, o cara é designer, já imaginou como que a IA sofre na mão do cara? Nossa. A cada versão que ele recebe, ele, opa, não tá bom ainda esse criativo. Às vezes... Às vezes a informação tá calibrada. Eu não gostei dessa fonte. Não, vou fazer o meu logo agora da Quintal de Negócios, eu fiz. E aí
Não, não deixei a fazer, porque... Me dá uma ideia, eu odiei, agora eu o que vou fazer. Tem esse lado também. Tem isso também, tem isso. Eu estava com um conceito na minha cabeça. Pô, quero usar a árvore da vida na Amazônia, pra colocar uma quintal de negócio. Pô, não dá pra traduzir aqui. Aí ela não conseguia expressar da mesma forma. Aí lá vai o Photoshop, Illustrator, Abre tudo de novo e começa.
E é muito interessante, né? Quando a gente olha para a inteligência artificial na camada criativa, eu ainda acredito que vai, obviamente, ser aperfeiçoado ao longo dos anos, né? Mas a parte analítica, para mim, já está mais calibrada. Agora, o criativo...
Ainda tem coisas ali que, mesmo você dizendo, mesmo você passando exatamente, não fica 100%, né? Sabe por quê? Porque tem muito a ver aí uma parte cognitiva, né? E de experiência, e desenvolvimento do ser humano. Porque a definição de criatividade vai ser diferente. Então, quando vocês criaram o novo logo, quando eu criou o novo logo, quando o Tales quer lançar uma nova arte, uma nova campanha, um logo, alguma coisa...
O conceito por trás é muito intrínseco. É, verdade. Então, o que eu quero passar ali? O que realmente eu quero passar? E qual vai ser a percepção das pessoas? Então, é como se fosse o olho no olho. Olho no olho. A IA não vai saber. A gente está construindo um site agora. Eu quero um site que você olhe e se sinta confortável.
Como é que eu vou falar para a IA o que é conforto? O que é se sentir confortável dentro daquele site? Eu acho que dentro do que é racional, como você falou bem nas análises, a IA está muito bem, é racional. São dados. Criatividade é percepção emocional.
ela ainda, eu acho que ela vai chegar também, que ela vai melhorar um exemplo. A gente está testando também alguns pontos de tratamento de imagem, de campanha, só que tem o movimento, a marca é aspiracional, tem toda aquela campanha, o desenho, o storytelling que é criado. Para ela chegar nesse nível de conceito de construção, vai um tempo ainda.
Eu acompanho algumas páginas que eu acho muito legal a estratégia de marketing que essas páginas fazem. Eu não vou lembrar o nome, tá? Mas assim, páginas que falam de segredos ocultos do mundo. Um exemplo. Histórias, né? Desde histórias bizarras a histórias realmente que você fala, nossa, isso aconteceu no mundo. O que os caras fazem? Escrevem um baita roteiro legal.
Pode ser que seja ou não seja verdadeiro o que está contando. E aí, na camada da criação, aí usa muito a IA para fazer aquilo se transformar em um conteúdo de vídeo mesmo. O mini filme, eu já vi. É um filminho. É que eu esqueci o nome, Thales, mas tem um que ele fala muita coisa ocultas do mundo.
E assim, chama a atenção, né? Guerras antigas, situações de evoluções. Olha o que tal líder do mundo fez em tal época que ninguém ouviu falar. Eu estou dando um exemplo. Aí você já fica. Deixa eu ver essa história. E aí a história em si, o roteiro é bom. Então acredito eu que deva sim ter alguém ali de roteiro mesmo, criando um roteiro.
pra montar esse storytelling, a voz, né, dublagem, porra, incrível também. E aí, eu comecei a acompanhar essa página, né? Comecei a página crescendo, assim. Devorar o conteúdo ali, né? Tem até uma outra que eu sigo, que aí entra mais no seu campo, que é o de... É o de psicologia. Psicologia e terapia. Então, faz várias reflexões e tal, vai contando a história. Aí, beleza, eu sigo as páginas, eu falei, cara...
Os caras não devem estar produzindo isso aqui de graça, não é possível. E aí você vai... Eu sou curioso, eu falei, deixa eu ver o crescimento que eles estão tendo todo dia. E sim, crescendo o seguidor pra caramba. Aí lança o produto digital, que também é feito com... Cuidado, velho. Tipo assim, até o produto digital que antigamente o infoprodutor...
Ele gravaria... Não precisa mais. Agora ele faz esse roteiro e segue o bairro. Obviamente, não sei o faturamento que isso deva gerar, mas é criativo, né? É uma ideia diferente a forma que o pessoal está fazendo. Você otimiza tempo igual, tá? Imagina ter sessões de foto absurdas, principalmente mercado de moda. Antes você tinha que desenhar um storyboard. Hoje você cria um storyboard.
A parte de campanha você já pode ter um storyboard ali, todo desenhado, um vídeo, tudo como referência. O editorial já feito com o IA. Quando for para o real, para a sessão, tem todo um direcionamento. Isso ganha esse tempo. Agora, o olho do fotógrafo, o olho do cara que está ali na frente, a modelo, a forma de lidar, ainda a gente sabe que em alguns mercados, principalmente fora, o uso da IA em publicidade já está em queda.
já não é muito bem visto se diz assim o problema foi a aderência ou assim, realmente não consegue entregar o nível de profundidade que eu... você massifica num nível de perda de qualidade entendi então é diferente você fazer grandes marcas que fizeram super vídeos publicitários
Mas o mercado em si que está desenvolvendo... Eu costumo falar assim, é como se fosse o pop art. O pop art, quando o Andy Warhol começou a popularizar, o que era? Custava, sei lá, 10 centos, um quadro do pop art. Mas o Andy Warhol mesmo, quanto que custa? Milhões, são milhões. Então, existe a popularização...
e a perda da qualidade em si. E eu acho que existe um outro lado de um mercado que ainda quer refinar ainda mais.
Às vezes eu fico reparando, lembrando do mercado de publicidade e propaganda, que eu acho muito legal também ver realmente coisas bem feitas, diferentes. Pô, e você lembrar dos anos 90... Não, era outra... Ali, às vezes eu ponho no YouTube só para relembrar como era criativo as ideias que as marcas tinham. Fixava, né? Sim, até hoje. Você vê o grande case é o bombeio.
É. Você chega no mercado e compra esponja de aço? Não, com certeza. Você vai lá buscar o Bombril. Até se você for digitar no app, você vai digitar a marca. Você não vai procurar. Porque justamente eram marcas construídas.
Você acredita que esses dias... Eu falei assim, olha, velho. Gente, eu vou entregar a minha idade aqui. Mas é isso. Eu falei, vou ter que comprar... Chaguante bucal, né? Você acredita que eu digitei? Você pacou. Nem existe. Mas apareceu lá no Google a... Mas é a marca que ficou. Nossa, e ficou na minha mente. Eu falei, não, não acredito. Isso aí não existe, cara. Quantas marcas estão ficando?
É, verdade. Quantas marcas você tiver essa mesma construção? O meme do momento é o sabor. Eu fiz um cortezinho desse aqui, aproveitando a onda. Depois você tem que ver os números. Fiz, eu falo assim, faz aquela do sabor. Beleza, a gente fez um corte aqui, fazendo. Mas esse do Toguro aí é... Você vê que negócio legal o jeito que ele faz? Você tá acompanhando um pouquinho dele ali na... Agora é Cimeira, agora é Rappi.
E é engraçado quando ele começa a gravar os vídeos, que às vezes você fala assim, nossa, ele tá brigando com o time? Não, ele não tá brigando com o time. Ele só tá prendendo sua atenção ali, né? E aí vai desenvolvendo uma narrativa, de repente o cara já tá com o produto na mão, cara. É quando você vai ver se você tá... Opa, um produto novo. Deixa eu pesquisar esse produto aqui.
Ele, eu acho que é um case muito legal de geração de demanda. Sim, total. Eu acho que ele tem uma habilidade muito rápida de construir conexão com o público dele. É. E é uma coisa tão leve que parece que você é amigo dele, que você conhece ele de longa data, que você sentou num bar para tomar uma cerveja com ele.
de tanto que gera conexão. Ele reconhece que é o público dele também. Exato, ele sabe e ele faz para o público dele e ele consegue fazer essas transições que é aquilo que você fala. Quando você vê, ele está com o produto na mão já. Falando sobre produto sem parecer propaganda, trocando ideia, batendo papo.
Será que é isso que às vezes, né? Tudo bem, a gente está falando de um cara um pouco fora da curva nesse sentido. Mas você acha que às vezes esse direcionamento falta em alguns creators, sabe? Fica muito genérico, muito... Não chama a atenção, cara? Eu acredito que sim. Eu acho que criação de conteúdo é o novo foco das empresas. Dado o que a CIMED fez nos últimos anos, é o grande case, na minha visão, no Brasil, foi o que a CIMED fez.
Foi o rebranding que eles fizeram, colocando como pilar central a construção de conteúdo. Mas em que sentido? Da proximidade do dono da empresa com o consumidor final. Olha o nível de barreira que existia de um dono de uma empresa falar com o consumidor que foi quebrada. Você hoje acompanha a vida, o dia a dia do João Adib?
E parece que você trabalha na CIMED e sabe tudo o que está acontecendo ali. E até a forma dele falar. A forma dele falar, o filho dele, a sucessão, você consegue entender todo o contexto. E quando você vai na farmácia, o subconsciente está gravado o quê? Sim, CIMED. CIMED. Por que? Você fala, cara, que legal. A Eurofarma não fez isso, a Medley não fez isso, a MS não fez isso. Então, a construção de conteúdo gera aproximação genuína do público com a marca.
E é um puta espaço pra ele, né? Porque, igual você deu o exemplo de outras que não fazem, são marcas enormes, mas não fazem. Não fazem. Aí muitas não fazem, obviamente, por questão de não acreditar que isso afeta. Posicionamento. É, o cara que tá na liderança, ah, isso não é pra... Vocês devem conhecer, né? Assim, gente fera.
Eu tava comentando isso aqui com um amigo. Falei, cara, gente fera que você conhece. Você tá batendo um papo assim no escritório, na mesa e tal. Você fala, essa pessoa é incrível. Aí se eu chamar aqui...
É só trava, cara. E assim, uma coisa que a gente, por exemplo, quantas pessoas te conhecem, né? O diretor da Cico fala, o Fê, o Fê, agora os caras conseguem fazer o Japa da Cimed, o diretor de marketing. O diretor de marketing onde vai agora é o Japa da Cimed. É o Japa da Cimed. Sem ego.
o cara é um dos maiores designers de avião de luxo do mundo tava vendo, parece que ele fez o Jack tinha lá 5 aeronaves uns negócios absurdos uma nave pra grandes bandas, o cara é absurdo e hoje é o cara conhecido como Japa da CIMED tá tudo bem, é tua marca né, tipo assim, aproveita e eu vou te falar, Casey também no meu caso, você falou, ah Fê cara, chegou assim no Whats e aí
alguém que é um público, né? Que é um perfil da Ciclo, é assim... É 90%, cara. Você faz reunião, entende, você leva a solução, a pessoa vira cliente. Porque vai acompanhando, né? Isso. Isso é muito legal. Muito legal mesmo. Aí, no caso de vocês, quando a gente fala de creators, né? Só para entrar nessa parte final aqui também.
Vocês usam um volume lá na marca de vocês? Ou não? Volume menor de influenciadores, volume menor de creators, desde que tenha mais conteúdo, desde que tenha mais alcance? Como vocês decidem?
Bom, eu posso falar um pouquinho da área do marketing, da proximidade que eu tenho com a líder do setor, com a gerente ali, principalmente o posicionamento do Mário, que é o nosso CEO. O que é o foco nosso? São pessoas que transmitam a essência da marca. Então, a gente se importa muito, principalmente, como é a narrativa dentro daquele Instagram. A gente não gosta de volume, é mais focado em qualidade. E agora nós estamos criando internamente um setor de criação de conteúdo.
para trazer o consumidor para próximo da marca, porém, sem perder o lado aspiracional, porque moda é aspiracional. Então, criar esse contexto todo numa marca que tem 32, 33 anos de história, onde sempre foi colocada a campanha em primeiro lugar, é uma mudança muito grande de mentalidade, mas é algo muito positivo. A construção desse conteúdo, ela precisa passar pela persona,
quem é a pessoa que está trazendo para poder fazer essa comunicação e a estratégia de marca que nós temos e o produto, com quem nós queremos conversar. Então, isso é muito importante. Tem muitas marcas, talvez, que colocam por volume. Eu acredito muito mais em qualidade. Pessoas lixadas. Necessariamente, não uma pessoa que tem 100 mil seguidores ou um milhão é melhor. Às vezes, tem um micro criador de conteúdo que tem 15, 20 mil seguidores.
que tem um engajamento e um poder de persuasão absurdamente muito mais alto do que aquele cara ou aquela mulher que tem 100 mil seguidores. Então, existe essa diferenciação. É difícil no nosso nicho de moda criar conteúdo, mas a gente tem basicamente pontos internos com equipe de estilo. Quem melhor que uma estilista para poder falar sobre um produto ou maneira de usar ou composições de look?
Porque quando você vai numa loja, nós homens, a gente quase nunca vai, a gente não foca, mas uma mulher vai numa loja. Quando você vai, na verdade, você já vai pra casa. O homem já não vai, né? E aí tá todo mundo aqui. Cara, eu quero a camisa preta, a cinza e vai. Não, o que tem? Já pega três aí pra não voltar. No meu caso...
É, eu decidi. Já pega três aí. Ah, isso aqui que você vai usar aí. Isso, um de cada cor, pega três para não voltar. A mulher já vai, já fala, não vai ficar... Agora, a mulher quando vai, muitas têm informação de moda na palma da mão do celular, mas se aquele look, se aquela composição estiver pré-montada para você, se tiver três opções de look...
o calçado, a bolsa, a parte de baixo, a parte de cima e o acessório. A mulher, ela consegue se enxergar naquele look. E quem melhor do que uma estilista para poder contar a história daquele produto, a narrativa do tema, para gerar conexão. Então, é uma criação de conteúdo diferente. A gente falou muito sobre o CEMED, mas falando da área de moda, que é o mercado que eu estou há 15 anos, é uma criação de conteúdo minuciosa. São os detalhes que fazem a diferença.
Envolve status, né? Total. Seu caso envolve status também. No caso da Camesa, tem a Josi, que é a gerente de marketing nessa área de conteúdo e tudo mais. Lá a Camesa trabalha com embaixadoras de marca a cada três, quatro, cinco meses por contrato, que são pessoas como refletivo também no público da Camesa.
O slogan na camisa é o quê? A cara da sua casa. Então, qual que é a cara da sua casa? A casa de todo brasileiro. Então, ela tem que ser A, B, C, D, tem que refletir os conceitos da marca, as ambições da marca. Então, a gente trabalha com umas 4, 5 influenciadores fixos por mês, além de toda essa parte de recebidos, de campanhas pontuais e tudo mais.
Mas a mesma forma, é limitado. Eu acho que também totalmente errado a marca que abrir e vou divulgar pra todo mundo. Isso hoje é uma estratégia do TikTok, que até o TikTok vem mudando. Porque o TikTok, quando você é na área de creator, ele zaba e ali pra todo mundo vender produto.
Só que a gente está vendo que está ocorrendo uma queda e o próprio TikTok está querendo mudar isso para ver se aumenta o ticket médio. Então isso é uma tendência também. Eles estão querendo fazer kit, aumentar para marcas como a Carmen Stephans estar presente no TikTok, mas com qualidade. Então a gente foca muito nisso na camisa. Então a gente olha para o indivíduo em si. Então a gente tem uma assessoria, a gente trabalha em quatro mãos, o time.
Tanto performance, quanto marketing, quanto assessoria de imprensa para ver o que realmente funciona e quem vai transmitir a cara da empresa, a cara do brasileiro.
Então a gente quer pegar o público A, B, C, D, é a senhora dona de casa, que é influenciadora, é a empresária, é a geração Z que está começando a ir para casa. Até porque a gente tem aquela questão de camisa, Power Made, que é uma linha de limpeza, né? Também, então são marcas ali que complementam. É moda, mas é moda casa. Então ela tem que trazer os conceitos das marcas aspiracionais. Então...
da pessoa olhar aquela colcha, de desejar, de olhar aquela composição em que sim eu quero ter na minha casa, de olhar uma cozinha e desejar ter aquilo na sua cozinha. Então a gente tem uma preocupação muito grande também de trabalhar. Eu não concordo, tem clientes que a gente tem, sempre que eu vejo muito influenciador, eu já corto. A negociação também tem influenciador que...
Tem gente aí que tem 80 marcas e influenciadoras que não divulgam nada. E é um contexto também. Recebe produto e não divulga. E eu acho que as marcas têm que olhar muito isso. Ah, eu tenho 300 influenciadores.
você tem quantos mil seguidores? Junta os seus 300 influenciadores, vão dar quantos milhões de seguidores e você tem quantos? Isso é um comparativo. Então, está divulgando mesmo a sua marca? Como é que estão as suas vendas se você tem um monte de influenciador? No caso da Growth, o Edu e o Fernando trouxeram casos de influenciador que tinha 20, 30 mil seguidores e faturavam mais de um milhão em vendas. Vendiam mais de um milhão.
E aí o que eles saiam, tá todo mundo brigando, Cariani, Giga, a galera, eles estavam blindando essa galera. Porque o volume de vendas maior da Growth não eram os artistas famosos. Tavam nesses micro influenciadores, tinha engajamento, até porque a gente sabe que se for avaliar número, quanto maior, quanto mais seguidores você tem, menor a sua taxa de engajamento e entrega.
porque diversas coisas, principalmente de algoritmo e de interação, né? Eu acho que uma das coisas que as empresas esquecem quando colocam muito influenciador, elas esquecem de interagir com o público. Então, eu acho que, por exemplo, você contratou um influenciador, postou alguma coisa, você tem que estar ali, ó. O cara comentou, o fã comentou, comenta também. Comenta também, comenta também. Esteja presente no público do seu influenciador. Porque diversas ações você vê, o influenciador faz a campanha.
dá 20 mil likes, 30 mil, 100 mil, 200 mil e você não ganha um seguidor. Porque o fã daquele influenciador está prestigiando ele e não a marca. E se você não estiver presente ali interagindo o outro lado, acompanhando também, ninguém vai saber quem você é. Você é só mais um uma campanha publicitária.
Boas dicas, boas referências, gente. Pessoal, estamos no finalzinho, né? Tá gostando aí você que tá nos acompanhando até aqui? Deixa teu like, se inscreve no canal e compartilha com mais pessoas que o objetivo é levar conteúdo de qualidade. E eu quero passar aqui o recadinho final pro Tales e pro Richard. Como que o pessoal se conecta com vocês?
Bom, eu estou no LinkedIn, posto muito artigo lá, pelo menos umas duas, três vezes por semana. Muito bom. Eu gosto de... Com profundidade. Com profundidade. Eu gosto de... Eu faço um resumo sobre os livros que eu leio, né? Então, passei por um capítulo do livro, eu coloco os principais insights manual para fixar melhor na minha mente, pois aquilo se torna um compilado e aí eu consigo escrever artigos para ajudar as pessoas, assim como eu fui auxiliado por outras pessoas na hora do crescimento.
meu LinkedIn é Thales com TH, William Mendes, completo. Meu Instagram é Thales Mendes, com M no meio em vez de N, tá? Para ser um diferencial. Eu também compilo alguma coisa. É do marketing, é do marketing. Compilo alguns artigos ali, eu gosto bastante de escrever, sou frasista mesmo, gosto da parte mais de escrita do que até movimentação em câmeras. Mas eu estou lá, quem quiser trocar uma ideia, bater um papo, estou à disposição também.
Bom demais, Richard. Bom, minhas redes é Richard Batista no LinkedIn, Instagram, quase tudo é Fala Richard Batista. Posso conteúdo de marketing, de psicologia, então todos os canais aí. Em breve tá saindo a Quintal de Negócios, que é o underline Quintal de Negócios, Quintal de Negócios site, vai ser tudo também, que vai ser essa nossa rede de network de amigos aí que a gente tá unindo, conectando pessoas. Mas basicamente é Richard Batista em todos os canais.
Bom demais. Pessoal, se conectem com o Thales, se conectem com o Richard e novamente, compartilhe esse conteúdo aqui que eu tenho certeza que vai ajudar muita gente aqui no nosso segmento, no nosso mercado, tá bom? Um grande abraço pra todos, muito sucesso e sempre boas vendas pra vocês. Um abraço.
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