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Sessão solene sobre o Dia do Trabalho é marcada por pedidos de redução de jornada

05 de maio de 2026
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Participantes neste episódio5
A

Alencar Santana

HostDeputado
A

Alice Portugal

ConvidadoDeputada
I

Ivânia Marques

ConvidadoPresidente da Contag
L

Luciana Nakamura

ConvidadoSecretária executiva adjunta do Ministério do Trabalho
S

Silvio Minhato

Reporter
Assuntos4
  • Redução da Jornada de TrabalhoFim da escala 6x1 · Melhoria da saúde mental · Aumento da produtividade
  • Salário MínimoInstrumento de redução da pobreza · Referência para aposentadorias e pensões · Desafio com trabalhadores informais
  • Reforma TrabalhistaRestrição de direitos · Ataque aos sindicatos · Necessidade de melhorias significativas
  • Temas discutidos no CongressoAposentadoria Especial de Agentes Comunitários de Saúde · Isonomia salarial entre homens e mulheres
Transcrição6 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Sessão solene da Câmara, em homenagem ao Dia do Trabalho, comemorada em 1º de maio, foi marcada pela reivindicação do fim da escala de trabalho 6x1, tema de várias propostas em análise na casa. Luciana Nakamura, secretária executiva adjunta do Ministério do Trabalho, disse que a redução da jornada de trabalho é compatível com a ideia de trabalho decente. Segundo ela, existem fortes evidências de melhoria da saúde mental e de aumento da produtividade com a redução.

A sessão também lembrou os 90 anos da instituição do salário mínimo no país. A secretária disse que o mínimo é um importante instrumento de redução da pobreza, porque impacta a vida dos trabalhadores, mas também é referência para aposentadorias e pensões. Luciano afirmou, porém, que é um desafio lidar com quase 40 milhões de trabalhadores informais que não têm os mesmos direitos dos demais, inclusive o salário mínimo.

A deputada Alice Portugal, do PCdoB da Bahia, uma das solicitantes da sessão, citou outras pautas que estão em discussão na Câmara, como a da Aposentadoria Especial de Agentes Comunitários de Saúde. Ela também pediu aos presentes que façam pressão junto ao Supremo Tribunal Federal, que deve julgar nesta quarta-feira a constitucionalidade da lei que trata da isonomia salarial entre homens e mulheres.

pela manutenção da nossa lei da equidade salarial entre homens e mulheres, que ainda é uma lei branda, não é impositiva, ela é educativa, ela é indicativa e está sendo questionada assim mesmo pelos patrões do setor privado.

Alguns deputados condenaram a reforma trabalhista de 2017, que segundo eles restringiu direitos e atacou os sindicatos. A presidente da Contag, Ivânia Marques, acredita que alguns pontos podem ser revertidos. É dia de reafirmar a nossa valorização, mas também de reafirmar a necessidade de termos melhoras significativas para as nossas vidas. Nós jamais esqueceremos da reforma trabalhista, que enfraqueceu.

os nossos sindicatos e, consequentemente, um instrumento fundamental de luta para alcançarmos os nossos direitos. Vânia ainda afirmou que o salário mínimo atual, de R$ 1.621,00, ainda está longe do calculado pelo Diese para o cumprimento de suas funções constitucionais, que seria de mais de R$ 7.000,00. Da Rádio Câmara de Brasília, Silvio Minhato.

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