Só Pod 88 - Casei com o ex da minha amiga
Tem gente que acredita que ex de amiga é intocável. Já outras pessoas acham que, depois de um tempo, todo mundo tem o direito de seguir em frente.
E pra você? Ex de amigos tem prazo de validade ou é um limite que nunca deveria ser ultrapassado?
✨ Histórias sobre amizade, amor e escolhas que mudam vidas.
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- Ex-parceiros e relacionamentos passadosRelacionamento com Daniel · Amizade com Bárbara · Término de Bárbara e Daniel · Desenvolvimento do relacionamento com Daniel · Consequências sociais e perda de amizades
- AmizadeRelacionamento com ex-namorado · Ocultação de relacionamento e noivado · Sentimento de traição e mágoa · Cancelamento de casamento
- Relato de amizade com limitesDefinição de ex como território proibido · Impacto de escolhas na amizade · Romantização de amizades perdidas
- Relacionamentos TóxicosRelacionamento com Luiz · Baixa autoestima e aceitação de maus tratos · Término de Ana e Marcos
Eu sou a babaca por me casar com o ex-namorado de uma amiga? E aí, galera! Bem-vindos a mais um episódio do Só Pode Ser História. Eu sou a Isa. Antes de começar hoje, eu queria dizer que daqui um mês vai ser o primeiro ano, o primeiro aniversário do Só Pode Ser História. E aí eu queria pedir, por favor, para vocês deixarem sugestões do que vocês gostariam de ver aqui. Qualquer sugestão é bem-vinda. Eu vou pegar as melhores sugestões e deixar aí em votação, ou no Instagram ou em outro lugar, para vocês me ajudarem a decidir o que fazer de especial, tá bom?
Então pode deixar nos comentários, pode mandar no Instagram, enfim, fiquem à vontade, mas eu conto muito com a ajuda de vocês. E hoje vamos começar com história de ouvinte. É a história da Suzana, o nome dela não é esse, e o título da história dela é: Eu sou a babaca por me casar com o ex-namorado de uma amiga? Olá, eu adoro o podcast, ele me traz diversas reflexões, e hoje eu gostaria de contar minha história. Eu, mulher 42 anos, conheci a minha amiga, mulher 43, há cerca de 20 anos.
Eu vou chamar ela de Bárbara. A gente se conheceu por meio de uma amiga em comum, a Patrícia. Na época eu tava terminando um relacionamento de 6 anos com meu primeiro namorado. Não teve um motivo específico pro término, a gente era só muito novo e com o tempo os nossos planos e objetivos de vida deixaram de combinar. Quando a gente tinha cerca de 22 e 23, a gente formava um grupo de amigos muito unidos. Além de mim, da Bárbara e da Patrícia, tinha mais 3 ou 4 pessoas.
A gente se encontrava praticamente todos os finais de semana e a gente se falava todo dia pelo MSN. Só uma breve interrupção para falar que saudade de MSN. A gente era inseparável. No mesmo ano que entrei nesse grupo, eu fui num churrasco organizado por eles e eu conheci um rapaz que eu vou chamar de Daniel. Ele era alguns meses mais novo do que eu, então na época ele tinha uns 21 anos. A gente teve uma conexão imediata. A Bárbara não tava nesse churrasco porque ela tava trabalhando, e eu passei a noite inteira conversando com o Daniel.
Não tinha qualquer segunda intenção. Ele era extremamente inteligente, divertido e sarcástico, e a gente se deu muito bem, do mesmo jeito que eu me dava bem com o resto do grupo. No dia seguinte, conversando com a Patrícia, eu comentei que eu tinha gostado muito do Daniel e que eu tava pensando em investir nele. Foi aí que ela me contou que ele e a Bárbara estavam começando a ficar. Ninguém sabia ainda porque era algo muito recente.
Eles tinham ficado só duas vezes até aquele momento. Na mesma hora, eu respondi que tava tudo bem e que eu ia deixar o Daniel em paz. Eu não tava apaixonada nem procurando um relacionamento sério, muito pelo contrário. Depois de 6 anos namorando, eu queria conhecer pessoas novas e aproveitar a vida. Hoje, olhando pra trás, eu percebo que se tivesse acontecido algo entre a gente naquele momento, provavelmente seria um relacionamento fadado ao fracasso.
Eu era imatura e eu tava muito mais interessada em viver experiência do que construir algo sólido com alguém. A ficada entre a Bárbara e o Daniel acabou evoluindo pra um namoro. É importante destacar que o Daniel já fazia parte daquele grupo antes de começar a namorar a Bárbara. Ele não entrou por causa dela e eu também não conheci ele através dela, mas pelos nossos amigos em comum. Muitas vezes o grupo se reunia e o Daniel tava presente sem a Bárbara.
Outras vezes era ela quem tava sem ele. E às vezes os dois apareciam juntos. Enquanto isso, eu seguia a minha vida. Eu fiquei com outros rapazes do grupo do mesmo jeito que outras meninas também ficaram. Tirando os relacionamentos sérios, era relativamente comum que algumas pessoas do nosso grupo se envolvessem entre si e que isso não causasse problema. A gente também namorava pessoas de fora que acabavam sendo incorporadas ao grupo.
E quando os relacionamentos terminavam, cada um seguia seu caminho. Nisso, o grupo continuava unido. A gente comemorava formatura, empregos novos, aprovações em concursos, A gente viajava juntos nos feriados e a gente passava praticamente todas as viradas do ano juntos. E nunca aconteceu absolutamente nada entre mim e o Daniel. Nunca rolou nenhuma investida, nenhuma insinuação ou qualquer tentativa de ultrapassar limite. Eu tava vivendo uma fase muito intensa da minha vida amorosa e ele namorava a Bárbara.
O que sempre existiu foi uma afinidade muito clara entre a gente. A gente passava horas conversando quando a gente se encontrava, mas o contato acabava aí. A gente nunca se encontrou sozinho e nem trocava mensagem no particular. E a vida seguiu. O Daniel e a Bárbara saíram da casa dos pais e foram morar junto para ficar mais perto do trabalho. Inclusive, por questões logísticas, eu cheguei a dormir na casa deles 2 ou 3 vezes, e tudo sempre foi muito tranquilo.
Depois de 7 anos de relacionamento, eles terminaram. O Daniel saiu de casa e foi morar sozinho. Eu nunca perguntei o motivo do término, apesar de eu ter curiosidade. Com isso, nosso grupo acabou se dividindo um pouco. Quando a gente saía com a Bárbara, o Daniel normalmente não aparecia. Quando a gente saía com o Daniel, a Bárbara não ia. O Daniel ficou muito abatido. Ele parecia realmente deprimido. Já a Bárbara seguiu em frente bem rápido.
Uns 3 meses depois, ela já tava em outro relacionamento. Terminava um, começava outro, e assim por diante. Nessa época, a gente tinha por volta dos 30 anos. A gente morava sozinho e cada um tava focado nas carreiras. A gente se via com menos frequência, mas a gente ainda se encontrava todo final de semana. Em situações mais raras, o Daniel e a Bárbara acabavam se encontrando no mesmo evento. Eles se cumprimentavam com educação, mas dava pra perceber o constrangimento entre os dois.
O Daniel parecia perdido e, como a gente tinha mais afinidade, era comigo que ele mais se abria. Eu comecei a me esforçar para ajudar ele a sair daquele estado. É uma coisa que eu faria por qualquer amigo meu. Eu chamava o Daniel para sair de casa, para pedalar, para me acompanhar em alguma compra ou para simplesmente tomar um café. A ideia era só fazer com que ele arejasse a cabeça. Nessa altura, ele e a Bárbara já estavam separados há mais ou menos 2 anos.
Eu nunca escondi de ninguém que eu fazia essas coisas com ele. Algumas vezes outros amigos do grupo também iam com a gente. Ninguém via problema naquilo. Eu não vou mentir, nessa época eu comecei a me interessar por ele, mas foi algo gradual. No meio de tanta conversa sobre futuro, sonho, objetivo e plano de vida, a gente percebeu que a gente tinha mais em comum do que a gente imaginava. Foi uma fase difícil, só que o Daniel foi melhorando.
Com o tempo, a gente percebeu que o motivo dele tá assim não era só o término em si, mas que ele tinha planejado uma vida toda ao lado da Bárbara. E quando eles terminaram, ele não sabia como reconstruir o futuro dele. Depois de mais ou menos 2 anos e meio, ele finalmente parecia tá bem de novo. A gente começou a marcar mais coisas juntos. Quando ninguém mais podia ir, ia só nós dois. Chegou um ponto em que a gente passou a marcar encontros sem chamar o resto do grupo.
Apesar de estar cada vez mais interessada nele, a gente ainda só se considerava amigo. Depois de uns 10 meses nessa dinâmica, eu resolvi mostrar que eu tava interessada. Ele era um cara interessante, solteiro, a gente se dava super bem, a gente saía direto e se falava quase todos os dias pelo WhatsApp. Na minha cabeça fazia sentido. Claro que eu pensei na Bárbara. Eu ainda era amiga dela. A gente continuava saindo juntas, viajando juntas e convivendo normalmente.
Mas ela já tinha seguido em frente. Ela já tinha tido outros relacionamentos e vários ficantes ao longo daqueles anos. Sinceramente, eu não via problema. Então, num sábado qualquer, o nosso grupo foi numa festa. Eu passei antes na casa do Daniel pra buscar ele e eu deixei um pouco claro, pelas minhas atitudes, que eu tava interessada. Eu não sei se ele tinha entendido. A gente ficou junto a noite toda na festa e ele acabou bebendo demais.
Quase no fim da festa, eu resolvi brincar com ele que ele preferia beber do que me beijar. Ele mandou eu calar a boca e me beijou no meio da festa, na frente de todo mundo. Todo mundo ficou chocado na hora. Mais tarde, ele perguntou se eu não queria dormir na casa dele. Mas como ele tava bêbado e era eu que tava dirigindo, eu só deixei ele na casa dele e eu fui embora. Depois disso, ele passou 3 dias em silêncio. Eu não sabia o que pensar.
Só que antes que alguém comentasse com a Bárbara do que aconteceu, eu achei que eu devia falar com ela pessoalmente. Na segunda-feira depois da festa, eu chamei a Bárbara pra almoçar e eu contei o que tinha acontecido. Eu falei que tinha sido a primeira vez e que se aquilo incomodasse ela, eu nunca mais ficaria com ele. Ela ficou surpresa, depois riu e respondeu que tava tudo bem. No dia seguinte eu encontrei o Daniel pra fazer uma caminhada.
A gente não tocou no assunto e a gente agiu como sempre, mas dava pra sentir um clima estranho entre a gente. No outro dia ele me mandou uma mensagem dizendo que queria me ver. Apareceu na porta do meu trabalho, me levou pra almoçar e no final a gente se beijou de novo. Dessa vez não tinha bebida nem impulso. A gente teve tempo para refletir. No dia seguinte disso, ele foi para minha casa depois do trabalho. Ele dormiu lá, mas não aconteceu nada sexual entre a gente.
A gente tava nervoso demais com aquela mudança na nossa relação. O que existia a gente não era baseado só em atração ou paixão, era afinidade, era amizade, era compreensão. Era a sensação de conforto que a gente encontrava um no outro. Depois disso, a gente praticamente nunca mais dormiu separados. Ou a gente tava na minha casa ou na casa dele. A gente encontrava a Bárbara de vez em quando e ela era super educada com a gente. Mas existia sim um desconforto.
O nosso grupo continuava se reunindo, mas muita gente achava que aquilo tinha sido só uma ficada e que depois tudo voltaria ao normal. Não voltou. 7 meses depois do nosso primeiro beijo, a gente foi morar junto. 6 meses depois, ele me pediu em casamento. A gente tava tão feliz que eu acho que a gente nem percebeu que a dinâmica do grupo acabou mudando. A gente convidou todo mundo pro casamento, inclusive a Bárbara. Eles eram nossos melhores amigos.
Eu convivia com aquelas pessoas há 11 anos. E no dia do casamento, ninguém apareceu. Foi a primeira vez que eu pensei que talvez eu tivesse feito algo errado. Depois disso, a gente realmente perdeu aquelas amizades. A gente teve que construir um círculo social e seguir em frente. Hoje a gente tá juntos há quase 10 anos. A gente tem 2 filhos, uma família feliz, e de vez em quando a gente reencontra algumas pessoas daquele grupo.
Todo mundo trata a gente bem. Todos eles tratam os nossos filhos com carinho, inclusive a Bárbara. Não existe alfinetada, briga ou hostilidade, mas também não existe mais aquela leveza que um dia existiu. A gente não se segue nas redes sociais e a gente não se fala por mensagem. O nosso contato hoje se resume a esses encontros ocasionais. Eu tenho um casamento feliz e uma vida da qual eu me orgulho. Mesmo assim, às vezes eu me pergunto como as coisas teriam sido se eu nunca tivesse me envolvido com Daniel e eu tivesse mantido aquelas amizades.
Eu sinto saudade de algo que na verdade nem existe mais. Por isso eu pergunto: eu sou a babaca por ter me casado com o ex-namorado de uma amiga que eu gostava tanto? Vamos às perguntas que eu faço pra Suzana. Primeira: você comentou que não tinha segunda intenção quando conheceu o Daniel. Você acha que isso também é verdade da parte dele? Eu tenho certeza absoluta que da parte dele era zero intenção. Ele é do tipo nerdzão que nem olha pro lado, sabe?
Se uma mulher muito gata sentar no colo dele, ele vai ficar mais assustado do que outra coisa. Se alguma mulher der mole pra ele, ele nem percebe. Eu acho isso muito engraçado. Como que era a sua relação com a Bárbara? Vocês eram mesmo bem próximas ou eram mais amigas por causa do grupo? A gente era muito amiga, mas muito por causa do grupo. Mesmo assim, a gente passou anos indo uma na casa da outra e comemorando praticamente tudo juntas.
Quando vocês começaram a ficar, fazia mais ou menos quanto tempo que ele e a Bárbara tinham terminado? 3 anos e uns 3 ou 4 meses, ou seja, quase 3 anos e meio. Você chegou a descobrir por que que eles terminaram? Eu nunca soube. Eu só soube que foi numa viagem que eles fizeram juntos. Eu nunca perguntei nem para um e nem para outro. Você e a Bárbara chegaram a conversar sobre o término? Ela chegou a desabafar com você ou pedir algum apoio na época?
Não, na época ela ficou um mês mais reclusa e depois voltou ao normal como se absolutamente nada tivesse acontecido. Na festa que vocês ficaram, a Bárbara também tava lá? Não, a Bárbara nessa época trabalhava viajando e ela não foi. Você pensou em conversar com a Bárbara antes de ficar com o Daniel? Na verdade, não. Eu não queria incomodar ela falando de algo que eu nem sei se ia acontecer. Eu conversei com uma outra amiga do grupo, que é a única que até hoje continua muito amiga minha.
No casamento de vocês, ninguém do grupo apareceu mesmo? Nenhuma pessoa? Eles chegaram a dar alguma justificativa ou eles simplesmente não foram? Só essa amiga que ainda é minha amiga até hoje. O resto simplesmente não foi. Não falaram nada, não inventaram nenhuma desculpa. E a gente também não foi atrás pra saber. O Daniel ficou um pouco chateado porque no meio do grupo tinha um super amigo dele que também não foi. Última pergunta que eu faço pra Suzana: se você pudesse voltar no tempo, você acha que você faria diferente?
Eu não sei. Eu até hoje penso que existem milhões de pessoas no mundo e eu podia ter um relacionamento com algum outro cara. Às vezes eu sinto falta de conversar com o grupo e com a Bárbara, mas eu olho e vejo também que foi uma fase que se encerrou e que a gente seguiu em frente. A gente tem uma família linda e filhos perfeitos. Bom, aqui acaba a história da Suzana. Antes de tudo, Suzana, muito obrigada por ter confiado a sua história aqui para o podcast.
E aí, vamos lá, gente, vamos aos meus humildíssimos. A primeira coisa que eu Pensei quando eu li essa história, e coincidentemente eu vi esse filme há poucos dias atrás, é aquele filme Efeito Borboleta, sabe? Que uma escolha diferente acaba mudando toda, enfim, toda a nossa trajetória. Eu me pergunto, Suzana, se o contrário também não seria verdade. Se você não tivesse dado uma chance para o Daniel e vocês não tivessem construído uma vida E vai, vamos imaginar que você estaria até hoje super amiga desse grupo, enfim.
Se você não olharia para trás e pensaria, caramba, e se eu tivesse investido no Daniel? Sabe? Eu acho, gente, do fundo do coração, que toda escolha nossa é uma renúncia a outra coisa. Quando a gente escolhe uma coisa, a gente tá renunciando outra, não tem como. Não tem como ter tudo ao mesmo tempo. Então, eu acho que você fez uma escolha. Você escolheu dar chance pra uma pessoa que você tinha uma afinidade, que você tinha um sentimento mútuo, sabe?
De compreensão, de... enfim, de amizade também. E claro, como toda escolha, ela teve suas consequências. Eu acho também, eu vou falar algo que eu sinto, porque eu faço muito isso. A gente tende a romantizar tudo o que não foi, por algum motivo. Então, ai, não deu certo um relacionamento, a gente tende a romantizar esse relacionamento. Nessa sua história, eu acredito que talvez você romantize como seria essa amizade se ela existisse até hoje.
Pode ser que seria uma amizade super fiel e que vocês estariam todos juntos até hoje, pode ser super, e pode também não ser. O que eu acho importante a gente perceber é que o que foi, gente, o que tá feito tá feito. Não tem como a gente voltar no tempo. E às vezes, voltando ao filme que eu mencionei, O Efeito Borboleta, E se vocês não assistiram, eu recomendo muito assistir. E talvez escolhendo outra coisa não acabaria acontecendo o que a gente imagina que aconteceria, sabe?
E aí, vamos lá, agora eu vou falar sobre o fato de você ter ficado com o Daniel. Pra mim, se fosse em outras circunstâncias, se vocês já tivessem envolvidos já enquanto ele tava num relacionamento com a Bárbara, se vocês logo que eles terminaram engatassem um relacionamento, eu ia falar, putz, eu acho que vocês pecaram aí. Mas 3 anos se passaram. É lógico, não tem como eu falar o que a Bárbara sentiu no término, a gente não sabe.
Mas enfim, 3 anos se passaram. Pelo que você conta, ela já tava vivendo a vida dela com outros relacionamentos. Então, gente, eu queria perguntar para vocês se vocês acham que ex de amiga, independente de quanto tempo passe, é território proibido, ou se não. Não, eu acho que não. Acho que, ah, sei lá, um tempo passou, eu acho que super pode se relacionar. Eu vou dizer da minha, do meu mundinho, né, da minha bolha de mundo que eu vivo, que isso aconteceu com pessoas que eu conheço em ciclo de amizades que eu convivi.
Porque com 20 anos é diferente de quando a gente tem 30 e 40 e 50, enfim. Então isso aconteceu, pessoas ficaram com pessoas, aí depois separou, aí depois o outro casa com a pessoa que autraficou. E hoje com com 30 e quase 5 anos, eu vejo que, nossa, eram épocas diferentes, eram sentimentos diferentes. E hoje essas pessoas estão super bem casadas. Então assim, não é algo que eu acho fora da realidade, da minha realidade, tá? Eu não sei o que vocês pensam também.
Eu acho que foi muito bacana de você ter falado com ela depois que vocês, enfim, acabaram ficando aí na festa. Acredito que a Bárbara tenha sido sincera quando ela falou que tudo bem. Agora, falando da situação em que nenhum dos amigos amigos de vocês foi no casamento. Eu imagino que deve ter sido um baque mesmo para vocês, porque são amigos, né? Você, enfim, de uma forma ou outra espera que essas pessoas estejam lá. Mas aí eu vou falar julgando completamente, tirando da minha cabeça.
Eu acho que tava cada um tentando lidar com a situação, e talvez a forma que eles acharam de lidar melhor foi essa. Não sei, posso estar viajando. E queria muito, muito que vocês comentassem por que que vocês acham que os amigos da Suzana e Daniel não foram no casamento. Eu vou falar do lado do grupo deles. Você vê, você passar 7 anos vendo um casal juntos, eu acho que cria uma dinâmica muito forte. E às vezes as pessoas não sabem como lidar com desconforto.
Às vezes pode ter criado um desconforto para eles e eles não souberam como lidar, e eles acreditam que, sei lá, essa foi a melhor forma deles lidarem. E cada um lida da forma como acha melhor que tem que lidar com a situação. O que eu fico muito feliz é que hoje, quando vocês se encontram, existe um respeito mútuo. Todo mundo trata bem os filhos de vocês. Eu acho isso muito bacana. E, gente, acho que esses são os meus humildes da história.
Eu queria muito saber de vocês quais são os seus humildes pra Suzana. Só falando de novo que a gente tende, sim, a romantizar o que não foi. Pode ser que vocês seriam super amigos até hoje, pode, mas pode ser que também não, gente. A gente não sabe. E amizade aos 20, elas tendem a mudar depois dos 30, 40, né? Não tem como. Tem pessoas que ficam, tem pessoas que vão embora. Tudo faz parte, gente. Tudo é um ciclo, sabe? Nada é para sempre.
A verdade verdadeira é essa: nada é para sempre. As coisas estão mudando o tempo inteiro. Eu espero muito que os seus filhos estejam super felizes, saudáveis, bem, e que o seu casamento esteja super bem também. Eu Eu não acho que ninguém foi um vilão aqui, sabe, dessa história, mas eu acho que escolhas têm sim suas consequências e toda a escolha é sim uma renúncia. Esses são os meus humildes para a história da Suzana. E vocês, gente, se vocês acham, se vocês discordam dos meus humildes e se vocês acham que eu tô viajando, não tem problema, tá?
Se vocês acham que eventualmente a Suzana foi babaca, também não tem problema. Eu prezo muito a diversidade aí de opiniões, mas Por favor, sejam gentis com ela, tá bom? E aí fica aí a pergunta pra vocês: vocês acham que ex é território proibido pra sempre? Ou vocês acham que, ai, passou um tempo, a vida mudou, que não sei o quê, as coisas, enfim, mudam também? Deixo pra vocês e conto com os comentários. E vamos lá, peguei histórias do Reddit que giram aí em torno desse dilema e vamos para a primeira.
Eu sou a babaca por me casar com o ex da minha ex-melhor amiga? Oi, gente! Bom, o título já diz tudo: eu me casei com o ex-namorado da minha ex-melhor amiga. Para vocês entenderem o contexto, eu, mulher 29, e a minha ex-amiga, também mulher 29, que eu vou chamar de Ana, nos conhecemos no primeiro ano do ensino médio. A gente era grudada, super próxima, só que a nossa amizade começou a desandar no último ano da escola e piorou de vez depois da formatura.
Nessa época do último ano, a gente tava cada uma namorando. Eu tinha 17 anos e eu namorava o Luiz, homem 21 anos. A gente tava juntos há 2 anos. A Ana namorava o Marcos, que também tava no último ano. Olhando para trás hoje, anos depois, eu vejo o quanto meu relacionamento com o Luiz era tóxico. Na verdade, foi uma manipulação total, porque ele era bem mais velho quando a gente começou. Pra piorar, ele me traía direto. Mas como a minha autoestima era um lixo, eu achava que eu não merecia nada melhor.
Enquanto isso, a Ana vivia reclamando do Marcos. Ela falava que ela tava infeliz, que ele era imaturo, etc. Até que um dia ela veio com um papo bizarro. Ela queria explorar os desejos dela com outros homens pra se preparar melhor pra um futuro com o Marcos. Resumo da ópera: ela queria trair o namorado. Como eu sentia na pele a dor de ser traída e eu sabia o quanto isso destrói uma pessoa, eu bati de frente com ela. Eu falei: cara, por que que vocês não simplesmente terminam?
Isso é muito zoado. Se você quer fazer alguma coisa, faz com seu namorado. Mas ela insistia que precisava se sentir mais preparada e que a faculdade seria o momento dela curtir a vida e o namoro tava prendendo ela. Eu disse que aquilo era besteira e que tava muito errado. Não deu outra, a nossa amizade acabou logo depois. Os nossos valores morais não batiam mais e a gente simplesmente parou de se falar. Aí o tempo passou. Depois de quase 7 anos aguentando o Luiz, eu finalmente criei coragem, terminei com ele e eu segui a minha vida.
Eu saí com alguns caras, mas o meu foco não era namorar. Eu queria focar em mim e na minha felicidade. Um belo dia eu tô no aplicativo de relacionamento e quem eu encontro? O Marcos. Eu dei uma risada, printei e mandei no grupo das minhas melhores amigas. Olha quem eu achei aqui! Eu perguntei se ia ser estranho se eu desse um like nele e as minhas amigas falaram: ai, vai que vai, não tem nada a ver. Eu dei o like e deu match. Na hora eu surtei.
Eu não sabia o que fazer por causa do passado dele com a minha amiga. Querendo ou não, ia ser estranho. Ele era o ex da minha ex-melhor amiga e eu era ex-amiga da ex-namorada dele. A gente até saía juntos no passado, mas enfim, a gente acabou se encontrando pessoalmente. A gente conversou muito, acabamos desabafando sobre os nossos términos e sobre como tava a vida de solteiro. A gente não esperava começar a namorar, a gente achou que a gente acabaria virando amigos, mas o sentimento falou mais alto.
O tempo foi passando e a gente começou a namorar firme. E bem no meio do nosso namoro, a Ana decide reaparecer. Ela mandou uma carta pro Marcos. Na carta ela dizia que ela se sentia muito traída por ele ter ficado comigo e que ela se arrependia de ter terminado com ele e pressionado tanto ele no passado. Eu fiquei super chateada, mas eu guardei pra mim. O Marcos me tranquilizou, ele disse que ela era passado e que não sentia absolutamente nada por ela.
Mas tempo passa e agora a gente tá noivo, organizando o casamento. E quem decide brotar de novo? A Ana. Ela inventou uma desculpa bem esfarrapada, perguntando se o Marcos não queria ficar com o pet dela como um presente pra mim. Ah, fala sério, né? Aí eu perdi a paciência. Por que que ela ainda tava indo atrás dele depois de mais de 5 anos de término? Eu peguei o número dela e eu mandei uma mensagem. Para de procurar ele. Isso é comportamento de quem quer estragar o casamento dos outros.
A Ana tentou se fazer de sonsa. Ela disse que ela não fez por mal e que, como a gente não se falava há anos, ela não tinha como falar direto comigo. Mentira! Se ela quisesse mesmo falar comigo, era só me desbloquear das redes sociais e me mandar uma mensagem por lá. Enfim, a gente se casou. Hoje a gente tem um filho juntos, mas eu confesso que eu tenho pavor do dia que eu vou ter que explicar para o meu filho como a gente se conheceu.
Quando as pessoas ouvem que ele é o ex da minha ex-melhor amiga, elas me olham torto, ficam me julgando como se eu tivesse roubado o cara de alguém, sendo que na verdade eles já tinham terminado há anos e a gente já não era amiga muito antes de rolar algo entre eu e o Marcos. Tem muitos detalhes que eu deixei de fora, só que o resumo é esse. Eu sou super bem casada, eu tenho uma família linda, mas uma parte de mim ainda sente que a Ana acha que eu roubei o namorado dela, mesmo sabendo que foi ela que terminou e que ela já tava até com outra pessoa quando ela ficava mandando mensagem para ele.
E aí, eu sou a babaca por ter me casado com o ex da minha ex-melhor amiga? Comentários mais votados: não é a babaca, vocês se conheciam na época do colégio e só foram ficar juntos anos depois. Não encana com isso, sério. Ninguém tá nem aí para quem você namorava no passado. Sabe por que o povo te olha estranho? Porque você mesma fica sem graça e deixa a situação estranha. Você não separou os dois, então para de agir como se você tivesse feito isso.
Segundo comentário: olha, eu casei com o ex da minha ex-melhor amiga também, e para piorar, ele ainda era super amigo do meu ex. A gente tá juntos há 13 anos. E casados há 10. Você não é a babaca. E ó, você nem precisa ficar contando a história toda por aí. Quer dizer, eu conto a minha numa boa, mas não é obrigatório. Se alguém perguntar, é só falar: ah, fulana apresentou a gente, ou a gente se conheceu no aplicativo, e pronto.
Parabéns pelo casamento de vocês! E aí, gente, qual é o seu veredito para a história da OP aqui dessa história do Reddit. É a babaca? Eu acho que todas as histórias, talvez, elas vão partir de uma opinião muito pessoal, que é aquela que eu fiz para vocês no final da história da Suzana. Ex de amigo e de amiga é território proibido para sempre ou não? Eu acho que vai dividir muitas opiniões. Eu acho que vai ter gente falando, meu, sim, é território proibido para sempre.
E vai ter gente vai falar, acho que não, meu, terminou faz tempo, segue a vida e vamos seguir. Eu acho que eu sou do time do depende muito, e é isso aí, se passou tempo, se a pessoa já tá em outra. Eu acho que eu sou desse time, gente. Eu acho que vai muito de situação para situação. E uma coisa que eu esqueci de comentar da história da Suzana é que eu não julgo, né, a Bárbara, enfim, e o grupo de amigos por terem se afastado, porque é como eu sempre digo, ninguém é obrigado a, né, manter relações que não fazem sentido.
Então eu entendo a Bárbara ter se afastado, eu entendo o lado dela, porque eu acredito que para algumas pessoas isso bate num lugar errado, vai, vou dizer assim, bate no lugar não muito bacana, porque tipo é aquilo, aquele famoso, né, nossa, tantas pessoas no mundo, você foi escolher bem ele. Então eu entendo o lado da Bárbara. Mas eu também entendo o lado da Suzana. E aí vamos para a última história do dia. Agora, gente, a gente vai ler a história do outro lado da moeda.
Por enquanto a gente ouviu histórias de me casei com ex de um amigo, de uma amiga, e agora a gente vai pro outro lado: casaram com meu ex. Antes de eu ir pra essa história, eu vou pedir, se você gosta desse podcast, se você tem um carinho, se você só curte, sei lá, coloca pra passar o tempo, enfim. Por favor, siga o podcast no Spotify, dê as 5 estrelinhas aí para mim, isso me ajuda muito. Compartilha com pessoas que você acha que vai curtir também.
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Anos. Eu não sei como processar isso. A gente estudou todo mundo na mesma faculdade, no mesmo curso. Eu e o meu ex namoramos por 4 anos durante a faculdade. Eu e a minha melhor amiga moramos juntas durante todos esses 4 anos. Ela literalmente viu tudo de perto: as nossas brigas, o quanto o namoro era sério, onde a gente ia junto, a nossa intimidade. E ela também viu o quanto ele conseguia ser tóxico e controlador. A gente terminou depois desses 4 anos juntos.
Ela sabia da história inteira melhor do que qualquer outra pessoa. Depois da faculdade, cada um seguiu seu rumo. Eu segui com a minha vida, me casei, e hoje eu tenho um bebê de 6 meses. Mas eu continuei mantendo contato com essa amiga. A gente se falava de vez em quando, e eu até liguei para ela 2 meses atrás por causa do aniversário dela. Ela me perguntou sobre a minha gravidez e tudo parecia completamente normal. Só que agora eu acabei de descobrir por uma amiga em comum que ela e o meu ex estavam em um relacionamento há mais ou menos um ano e estavam planejando se casar agora em março.
Eles ficaram noivos em outubro e já estavam com tudo engatilhado para o casamento. A parte mais chocante é que durante todo esse tempo a gente se falou umas 5 ou 6 vezes no ano passado e ela nunca me contou nada disso. Aí no mês passado, em fevereiro, o meu ex cancelou o casamento do nada, depois de tudo planejado e depois do noivado. Pelo que eu sei, ela passou por uma fase muito difícil por causa disso tudo e ela ainda não superou totalmente.
O que não entra na minha cabeça é o seguinte: ela sabia de tudo sobre o meu relacionamento com ele, ela viu o quanto ele conseguia ser controlador e tóxico comigo. Então, primeiro, eu realmente não entendo como ela conseguiu se apaixonar por ele. E segundo, como ela conseguiu confiar nele o suficiente para querer casar com ele. Agora eu tô aqui com um misto de sentimento muito estranho. Uma parte de mim tá super magoada e confusa por ver que a minha melhor amiga namorou o meu ex por um ano sem nunca me contar, especialmente considerando o quanto a gente era próxima.
Mas outra parte também sente pena dela, porque parece que ela ficou péssima quando ele cancelou o casamento. Eu honestamente não sei o que eu devia estar sentindo agora, se é traição, simpatia por ela, ou se eu só devo me distanciar de toda essa situação. Então, eu sou a babaca por não querer mais contato com a minha melhor amiga e sumir da vida dela? Antes de eu ir para os comentários, eu vou falar, gente, que eu sempre falo, que já deve estar chato de ouvir, mas eu vou repetir: ninguém é babaca por querer terminar qualquer tipo de relacionamento.
Eu acho que se eu tivesse uns 10 mandamentos, esse seria um dos primeiros. Não faz sentido, é isso. Comentários. Primeiro mais votado: não, eu não acho que você tá sendo babaca, e nem é só porque ela ficou com seu ex. O que me pegaria de verdade é a falsidade, o fato dela ter escondido isso de você. Ela provavelmente imaginou que você ia ficar puta da vida, só que ela sabia disso. Como é que ela pretendia te contar depois que eles casassem?
Imagina vocês conversando e do nada ela solta: nossa, você não sabe o que meu marido fez. E você: marido? Que marido? Não entra na minha cabeça como ela achou que ia conseguir sustentar essa mentira. O plano dela devia ser sumir da sua vida aos poucos, porque é óbvio que você não ia ser convidada para esse casamento. E como ela ia explicar que ela não chamou a melhor amiga? Tem uma frase que as pessoas usam muito na internet que é perfeita pra isso: ela pode até ser sua melhor amiga, mas você não é a dela.
É bem isso. E eu ficaria arrasada. Ela errou feio demais com você. E sobre você ter pena dela, ela sabia muito bem onde ela tava se metendo. Mas como muita gente por aí, ela achou que ela seria exceção, que com ela ia ser diferente. E fingiu que ela não viu os sinais. Ou pior, ela pode ter achado que você só tava aumentando as coisas sobre esse cara, o que é um baita desrespeito com tudo que você passou. Seja lá o que passou na cabeça dela, eu sumiria da vida dela com certeza.
Você não é a babaca. Segundo comentário mais votado: não é a babaca, ela foi inventar de revirar o seu passado e acabou quebrando a cara. Se um dia ela vier chorando te pedir desculpa, você até escuta o que ela tem para te falar, mas agora foca na sua vida. Você tem um marido e tem um bebê lindo para cuidar. Para de dar palco para ela. Boa sorte, Upi. Eu acho que aqui, gente, o que pega também, né, se você é do time que ex é território intocável, vai pegar isso.
E também para mim pessoalmente, nos meus humildes, pega o fato de ter escondido. Só que eu concordo quando o primeiro comentário Insider diz que talvez não era uma amizade assim tão amizade como a Upi imaginava, né? Ou talvez, não sei também, gente, talvez amiga dela tava com vergonha de falar por ter sido um relacionamento tóxico, né? E por ela ter visto, enfim, vivenciado tudo com os dois. Às vezes ela tava com vergonha, não sei, pessoal.
O que que vocês acham, hein? Mas eu acho que o que pega pra mim nessa história é o fato de ter escondido. E talvez não era uma amizade assim tão amiga, amiga como a Ypê esperava. E, gente, eu conto muito, muito, muito com os humildes de vocês, pedindo por favor sejam gentis com a Suzana, tá? Por favor mesmo. E eu finalizo esse episódio com a bomba, que eu tô gostando de jogar bomba no final do episódio, tô adorando. Não sei se vocês têm percebido aí.
Mas com uma bomba que eu até anotei para não esquecer. A bomba é a seguinte: ex de amiga ou de amigo é intocável para sempre, ou depois de um tempo que a fila anda tá tudo liberado? O que que vocês acham? Que que fala mais alto, amor ou amizade, para vocês nessas histórias aqui? E é isso, pessoal. Ô, Suzana, muito obrigada mais uma vez por ter mandado a sua história aqui para o podcast. Eu vou finalizar pedindo para vocês, por favor, também não esquecerem de dar sua sugestão para o especial 1 ano.
Se eu não me engano, é dia 6 de agosto ou 5 de agosto, e eu gostaria de fazer algo especial e comemorar com vocês, claro, né? Porque é lógico, sem vocês nada disso seria possível. Antes de eu finalizar, eu vou vir com lembretezinho mais uma vez, última vez prometo, para você seguir o podcast no Spotify. Dê as 5 estrelas, inscreva-se no canal no YouTube, siga as redes sociais também. Me mandem mensagem, eu amo falar com vocês, adoro receber mensagem lá pelo Instagram, adoro receber os emails de vocês.
E lembrando, claro, se você quer mandar a sua história pra ser lida e comentada aqui, é só mandar pro email que tá na descrição também. E por hoje é só, pessoal. Eu espero muito que vocês tenham gostado do episódio de hoje. Muito obrigada por terem ficado comigo até aqui. A gente se vê no próximo. Tchau, tchau!
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