Só Pod 82 - Meu namorado "perdeu" minha cachorra
Ela achava que conhecia muito bem o namorado depois de anos juntos. Mas uma situação envolvendo a sua cachorra acabou mudando a forma como enxergava algumas atitudes que antes pareciam pequenas.
✨Histórias sobre pets, relacionamentos e as pessoas que acabam mostrando quem realmente são.
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- Namorado perde cachorroResponsabilidade de cuidar de pet · Negligência e abandono de animal · Milo · Alex · Acusação de maus-tratos · Recuperação da cachorra · Processo judicial
- Namorado ignora gataPreferência por cães vs. gatos · Comentários depreciativos sobre gatos · Millie · Gaslighting no relacionamento · Término de relacionamento
- Escolher cachorro em vez de namoradaVínculo profundo com animal de estimação · História de adoção e superação · Bruce · Conflito sobre morar junto · Prioridades em relacionamentos · Fingimento de gostar de animais
- Histórias de pets e relacionamentosImportância dos animais de estimação · Desafios em relacionamentos · Histórias de ouvintes
Voz A:Sou babaca por terminar com meu namorado porque ele perdeu meu cachorro? E aí, galera, bem-vindos a mais um episódio do Só Pode Ser História. Eu sou a Isa. Hoje foi quase um episódio em que eu tive que sentar no chão porque todos quiseram participar. O Thor tá aqui reclamando até agora. E coincidentemente, as histórias de hoje, elas me irritaram profundamente. Quem tem pet, eu acho que vai irritar também, e até quem não tem, tá, gente. Mas vamos lá, vocês vão entender o que eu tô querendo dizer. Todas essas histórias vieram do Reddit, e o título da primeira história é: sou babaca por terminar com meu namorado porque ele perdeu meu cachorro? Oi gente, é a primeira vez que eu posto, então por favor tenham paciência. Eu tô chorando há 2 dias seguidos, então desculpa qualquer erro. Eu, mulher 24 anos, e o meu namorado, homem 24, estamos juntos há quase 4 anos. No geral, a gente se dá super bem. Já aconteceram coisas do tipo ele perder algo meu antes, mas nunca nesse nível. Eu tenho a minha cachorra, a Milo, Gente, com certeza deve ser Milo, mas aqui é Brasil, vou falar Milo. A Milo, fêmea, 12 anos. Desde que ela era filhote, a gente cresceu juntas. É muito difícil dela confiar em outras pessoas. Ela sempre foi uma cachorra ansiosa, mas é a luz da minha vida e ela sempre esteve do meu lado, até nos meus piores dias. Há 3 anos eu apresentei meu namorado para minha família, que basicamente é só minha mãe e a Milo. Ele e a minha mãe se deram super bem, mas ele praticamente não interagiu com a Milo em nenhum momento. Até aí tudo bem, eu não esperava que ele ficasse em cima dela, até porque ela não gosta muito disso. Mas eu achei estranho porque ele sempre disse que amava cachorro, e eu acreditava, porque quando a gente saía ele sempre fazia carinho em cachorro na rua. Durante esses 3 anos, a interação dele com a Milo foi bem limitada. Mesmo assim, a Milo acabou se acostumando com ele. Ela ia dar oi quando ele chegava, ia até ele pedir carinho, que às vezes ele dava, e até começou a aceitar ele nos nossos passeios. Há 1 ano e meio, a Milo ficou doente. Ela teve uma infecção no dente bem grave, a ponto de o olho dela inchar e ficar completamente fechado. Eu pedi para o meu namorado levar a gente no veterinário porque eu não tenho carro. O veterinário tratou a infecção, passou antibiótico pra eu dar todos os dias e me ensinou como limpar os ferimentos que ficou depois que ele drenou o pus. Durante algumas semanas eu quase não saí com meu namorado, porque eu fiquei cuidando da Milo. Ela não tava nada bem. Uma coisa que me marcou muito foi que ele ficava irritado toda vez que eu falava dela, principalmente quando eu comentava sobre como o tratamento tava evoluindo. Hoje eu vejo que já era um sinal de alerta, mas na época eu nem dei muita importância. Agora que eu já dei esse contexto do passado, vamos ao que tá acontecendo agora. Eu e a minha mãe planejamos uma viagem rápida para eu visitar meus avós. Enquanto eu conversava sobre isso com meu namorado, eu contei que quem ia cuidar da Milo seria o meu melhor amigo, o Alex, 23 anos. Foi aí que meu namorado se ofereceu para cuidar dela. Ele ficou chateado por eu não ter falado com ele primeiro e disse que ele amava a Milo, que queria sair pra passear com ela, etc. Eu achei estranho esse carinho completamente do nada, mas mesmo assim eu acabei aceitando meio a contragosto. A gente ia ficar 3 dias fora. No segundo dia eu tava falando com ele no telefone quando ele comentou, como se não fosse nada, que a Milo gostava muito de ficar do lado de fora. Na mesma hora eu achei aquilo muito estranho e eu perguntei o que que ele queria dizer com aquilo. Foi aí que eu entendi. Ele deixou minha cachorrinha do lado de fora sozinha por horas e ele falou que só dava uma olhada nela de vez em quando. Detalhe importante: eu moro em um apartamento, eu não tenho quintal. Assim que eu contei isso para minha mãe, a gente voltou para casa na mesma hora. A gente chegou em casa por volta das 9 da noite. Eu bloqueei meu namorado em tudo e eu tô desesperada procurando pela minha menina. Eu já imprimi cartaz, eu saio todos os dias, eu fico horas procurando ela e eu publiquei em vários grupos no Facebook daqui onde eu moro. Se alguém tiver alguma outra sugestão do que eu posso fazer, por favor me fala. Agora ele e os amigos dele tão falando que eu sou a errada, porque segundo eles eu sempre coloquei a minha cachorra acima do meu namorado durante esses quase 4 anos de relacionamento. Eu sei que isso não é verdade, mas eu não tenho mais com quem falar sobre isso além de algumas pessoas muito próximas que provavelmente não seriam imparciais. Desculpa pelo texto longo, minha cabeça tá completamente bagunçada. Tá bom pra vocês? Já aviso que todas as histórias de hoje, elas têm fotos dos pets. Tá, eu vou colocar daqui a pouco a foto da Milo, mas vamos aos comentários. O primeiro comentário mais votado diz: não é babaca, isso foi pura negligência. Ele assumiu a responsabilidade de cuidar dela e simplesmente não fez o que devia ser feito. E não dá nem para descartar a possibilidade dele ter feito isso de propósito. Eu tenho certeza que ele fez, tá? Opi responde: é justamente isso que mais me preocupa. Ele conhece ela bem o suficiente para saber que ele não devia ter deixado ela sozinha para fora, ainda mais sabendo o quanto ela tem medo de tudo. Ai, segundo comentário mais votado: eu sinto muito por você, mas principalmente pela Milo, que deve estar completamente confusa agora. Você precisa conversar com seu ex, fala que você vai voltar com ele, mesmo que seja mentira, se ele te ajudar a trazer a Milo de volta. Eu tô dizendo isso porque eu acho que ele pode ter abandonado a sua cachorra em algum lugar. Talvez ele tenha dado ela para alguém, ou se ele tem carro, ele pode ter levado ela para longe o suficiente para ela não conseguir voltar para casa. Faz o que tiver que fazer para ver se ele fala a verdade e te ajuda a encontrar a Milo. Talvez você consiga ainda encontrar ela. Depois disso, exclui esse cara da sua vida. Gente, olha a Milo! Aí já me dá um negócio no coração de imaginar ela perdida. Olha a foto, não sei onde eu vou colocar. Olha a foto que é o Peter assim na carinha dela. Eu não sei o que eu seria capaz de fazer com alguém assim, juro por tudo, gente. Esse, essas, esses seres vivinhos que estão aqui nesse sofá, eles são as coisas mais importantes da minha vida. Eu faço o que eu precisar por todos eles aqui, ó. Se alguém faz alguma coisa para machucar eles ou alguma coisa propositalmente, eu não tenho palavras para explicar o que eu faria. E aí eu vou deixar as fotos da Milo aqui para vocês verem que pequenininha, que bonitinha, que querida que ela é. E aí temos uma atualização, vamos para ela. Oi, muita gente me pediu uma atualização. Eu provavelmente devia ter esperado para descansar um pouco antes de eu escrever isso, mas vocês me ajudaram tanto que vocês merecem saber como essa história terminou. Meu ex veio hoje buscar as coisas dele, e talvez alguns de vocês fiquem felizes com que eu vou contar agora, mas ele não levou absolutamente nada. Quando ele me viu, ele começou a implorar para eu perdoar ele. E mais uma vez, graças a vocês, eu disse que eu perdoaria se ele me contasse a verdade. Ele olhou direto para mim e falou: "Se eu for sincero, você não vai me perdoar." Aquilo acabou comigo de novo. Eu comecei a imaginar as piores coisas possíveis. Quando ele me viu chorando, ele disse que eu precisava superar porque a Milu já era velha. Mas que se eu realmente quisesse ela de volta, eu tinha que voltar com ele. E que quando ele tivesse certeza que eu realmente perdoei ele, aí sim eu podia vê-la de novo. Eu tava exausta, sem nenhuma esperança e com muita raiva. E por mais que eu quisesse a minha menina de volta, eu não conseguia nem olhar para ele. Quanto mais ficar com ele pelo tempo em que ele achasse necessário para perdoar tudo aquilo. Então ele foi embora sem me dizer absolutamente nada sobre a Milo. Algumas horas depois eu recebi uma ligação. Era uma mulher que tinha encontrado a Milo na beira da estrada. Ela disse que ia esperar eu chegar porque quando ela tentou pegar Milo, ela notou que ela talvez estivesse machucada. Quando eu cheguei lá e vi ela deitadinha ali, toda com medo e quietinha, todas as minhas emoções vieram de uma vez só. A minha menina, mesmo parecendo tão diferente, ela tava viva. Agora ela vai passar a noite no veterinário. Ela tá desidratada e com duas costelas quebradas. Se tudo correr bem, logo ela vai poder voltar para casa. Eu agradeço de coração a cada pessoa que tirou um tempo para me ajudar nesse pesadelo. Obrigada mais uma vez. Eu vou denunciar ele.
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Voz A:Sabe-se Deus o que esse cara fez com a Milo, né? Porque, gente, será que é comum cachorro quebrar costela assim fácil? Eu acho que não, tá? Os três aqui, eles são completamente loucos, eles pulam um em cima do outro o tempo inteiro, sabe? Pula, se ferra inteiro, se quebra, e eles nunca quebraram nada. Então eu acredito que talvez, né, não sei. Para quebrar duas costelas, talvez, ou ela tenha caído de algum lugar. Eu não duvido que esse cara tenha maltratado a Milo e tenha aberto a porta, falado: vai lá. Não sei, porque pelo fato dela ser medrosa, eu acho, não sei se ela sairia assim. Eu acho que ele abandonou ela mesmo. E aí vamos aos comentários também, que é o Pi Responde, o comentário mais votado. O Pi, você precisa trocar todas as fechaduras da sua casa imediatamente. Agora, o que ele fez não parece ter sido um acidente, e existe a possibilidade de que a Milo tenha conseguido fugir dele mesmo com as duas costelas quebradas. Não ignora isso. Eu fiquei muito feliz quando eu soube que a Milo foi encontrada. Sério, essa história partiu meu coração, e descobrir que ela tava viva foi um alívio. Por favor, leve esse comentário a sério. Eu não me surpreenderia se ele tentasse se vingar de você por ter terminado o relacionamento. E sabe por quê? Pelo que ele fez com a Milo. O comportamento dele foi completamente fora do normal. E além de tudo, ele ainda fingiu estar arrependido e foi embora sem contar absolutamente nada do que tinha acontecido com ela. Eu nem vou dizer o que eu faria com uma pessoa dessas. Por favor, dê muitos abraços e carinhos na Milo por todos nós aqui. E fala pra ela que a gente está muito orgulhoso dela e da mãe dela por terem saído dessa situação. Ai, gente, como tem coragem! Última atualização da OP: eu já denunciei ele e agora eu tô com advogado. Eu desbloqueei o meu ex como alguns de vocês tinham sugerido e foi a melhor decisão que eu tomei. Ele tá basicamente se incriminando sozinho nas mensagens e o meu advogado acha que a gente tem boas chances de ganhar o processo. E também existe a possibilidade de eu conseguir uma medida protetiva. Os amigos dele vieram me pedir desculpa e a mãe dele também entrou em contato comigo. A Milo vai voltar para casa ainda hoje e as chances dela se recuperar 100% são muito boas, pelo menos fisicamente. Amanhã eu vou trocar todas as fechaduras da casa. Muito obrigada a todos vocês, eu tô mandando um abraço bem apertado para vocês e para os seus bichinhos também. Gente, vocês não têm ideia do que eu faria com esse cara. Vocês não têm ideia. Eu não posso ficar falando aqui, né, porque por motivos óbvios, mas eu não deixaria passar. Eu não deixaria passar. E assim, a gente não sabe as consequências que tem num bichinho a gente fazer as coisas, né, com ele. Eu nem consigo imaginar ela perdida assim, sabe? Porque ela sempre teve segura na casinha dela, com a rotina dela, com as pessoas que ela gosta, que ela ama, e do nada ela se vê no meio do mundo, sabe, com medo. Eu tenho vontade de chorar de imaginar, gente, juro. Eu não consigo imaginar. E alguém fazendo isso com a minha cachorra, você tá louco. Você tá louco, não dá. Eu acho de verdade que esse cara ele fez de propósito. Eu acho que ele usou essa viagem da Opie como uma desculpa para se livrar dela. Até porque ele fala ela já tá velha. Gente, 12 anos eu entendo, não é mais um filhote, mas pô, tem cachorro que vai aí até 18. O cachorro da minha mãe que faleceu no passado, ele viveu até 18 anos. Então sim, às vezes ainda tem muita vida para ele viver. Então eu acho sim que foi de propósito. Eu acho que ele fingiu que cuidaria dela, já sabendo que ele ia tentar se livrar. E aí jogou: nossa, ela adora ficar lá fora, sabe? Como se ele não soubesse que ela não fica lá fora e que nem tem lá fora, porque ela mora no apartamento. Então eu desejo tudo de ruim para esse cara. Beijo, meu querido. Espero que você seja muito infeliz. Segunda história do dia: eu sou babaca por expulsar o meu namorado por causa da minha gata? Para dar um contexto, eu, mulher 24 anos, e meu namorado, homem 30 anos, começamos a morar juntos recentemente. Era algo sobre o que a gente já vinha conversando há um tempo. Quando o contrato de aluguel dele acabou, ele veio morar comigo. "Eu tenho uma gata chamada Millie, que é a minha bebê. Eu tô com ela desde que ela era filhote. Lá no começo do relacionamento, o meu namorado fez uma piada dizendo que se um dia a gente morar junto, ele teria que dar um jeito naquela gata. Na época eu não levei aquilo muito a sério. Quando ele vinha aqui em casa, ele basicamente ignorava a Millie. Ele fazia comentários sobre como gatos são metidos e sobre como ele sempre preferiu cachorro." Mais uma vez eu não dei muita importância porque ele nunca tratou ela mal. Eu achei que era só uma questão de preferência. Quando a gente começou a falar mais sério sobre morar junto, ele perguntou se eu consideraria dar a Millie pra outra pessoa porque ele não gostava da ideia de viver com uma gata. Eu quase dei risada antes de perceber que ele tava falando sério. Eu disse que em hipótese alguma eu abriria mão da minha gata. Eu até me senti um pouco culpada por não querer ceder nesse ponto, mas ele levou numa boa e disse que ia acabar se acostumando. Agora avançando para ontem à noite, eu acho que ele não percebeu que eu tava na cozinha quando ele chegou em casa. A Milly tava deitada no sofá e eu ouvi ele entrar na sala e soltar um suspiro. Antes que ele pudesse dizer qualquer coisa, eu ouvi ele falar: você não serve para porra nenhuma. Aqui, aquilo me assustou de um jeito que eu nem consigo explicar, porque eu nunca tinha ouvido ele falar com tanta raiva e desprezo. Ele parecia outra pessoa. O tom era tão frio que eu entrei em pânico e eu corri para sala. Quando eu cheguei lá, ele tava olhando diretamente para a Millie. E aqui que eu talvez seja a babaca da história. Eu perdi completamente a cabeça. Eu comecei a gritar perguntando o que que ele achava que ele tava fazendo falando com ela daquele jeito. Ele se assustou. Eu peguei a Millie no colo e eu mandei ele sair da minha casa na hora. Ele ficou sem acreditar e começou a argumentar, perguntando para onde era para ele ir. Eu disse que não era problema meu e que ele precisava ir embora. Ele ficou puto, disse que ele ia dar uma volta de carro, e ele bateu a porta quando saiu de casa. Assim que ele foi embora, eu desabei. Eu comecei a chorar, abraçada com a Millie. Eu tava tremendo e ela percebeu que eu tava mal porque ela ficou grudada em mim o tempo todo. Ela acabou me acalmando e mais tarde quando ele mandou uma mensagem perguntando se ele podia voltar, eu disse que sim. Eu deixei a Millie no quarto pra gente conversar. A gente já tava bem mais calmo quando a gente sentou pra conversar. E depois de ouvir o lado dele, eu comecei a me sentir péssima. Eu vivo chamando a Millie por apelido bobo e carinhoso. E ele disse que só tava tentando brincar do mesmo jeito. Sendo falsamente malvado, mas que ele acabou errando no tom. Só que ele também me disse que ele se sentiu péssimo porque eu escolhi a gata ao invés dele, e porque eu chamei o apartamento de meu, quando na verdade devia ser a nossa casa. Ele falou que ele vivia se sentindo em segundo lugar por causa da Millie, que eu nem sequer cogitaria abrir mão dela, e que eu tinha expulsado ele por causa de um animal, sendo que ele era uma pessoa. Eu expliquei o quanto ele é importante para mim e eu pedi desculpas se em algum momento eu fiz sentir que aquela não era a casa dele também. Talvez eu tenha exagerado, eu não sei. Ele é o meu namorado e a Milly é uma das poucas coisas na minha vida das quais eu nunca vou abrir mão. Mas ao mesmo tempo eu não consigo acreditar que ele simplesmente tenha errado o tom. Eu sou babaca? Gente, óbvio que não errou o tom. E eu vou deixar a fotinho da Mili desse lado enquanto eu leio o resto, tá? Mas é lógico que ele não errou, gente, o tom. O Thor já se irritou, já saiu também, porque ele não é bobo, sabe? Ele já foi lá para o outro sofazinho ficar na dele. E eu não acho que ele errou o tom. E mesmo que tenha errado o tom, eu não acho que isso é coisa para se falar, gente. Você não serve para porra nenhuma. Ai, você não serve para porra nenhuma! Que cato é esse? Eu também não gostaria, eu também teria assim mandado embora, e eu ficaria de olho para ver. Eu teria medo, eu acho, de colocar alguém para morar na minha casa com o meu animalzinho que eu já sei que a pessoa não gosta e que já falou isso. Ele não sabia que ela tava ouvindo, então eu teria receio, eu teria muito receio de como essa pessoa vai tratar enfim, o meu cachorro, o meu gato, quando eu não tô. Eu teria receio. Vamos aos comentários. Primeiro comentário: ele é o babaca, mas eu também acho que você errou em uma coisa. Você acabou colocando tanto você quanto a sua gatinha nessa situação. Se ele vivia fazendo comentários sobre não gostar de gato, por que que você acreditou que isso mudaria quando vocês fossem morar juntos? Levar esses comentários na brincadeira talvez não tenha sido a melhor forma de lidar com isso. Pelo que parece, vocês nunca chegaram a conversar de verdade sobre esse assunto antes de decidir morar junto. Eu também entendo o ponto de que quando uma pessoa deixa claro que não vai abrir mão de algo importante, a outra pode sentir que também não precisa ceder em relação ao que ela considera importante. No fim das contas, eu acho que vocês precisam reavaliar esse relacionamento. Você não está errada por querer ficar com a sua gata. "Ele também não tá errado por não querer morar com um gato. O problema é que essa conversa devia ter acontecido muito antes de vocês decidirem morar juntos." Mas gente, eu acho que tem uma diferença entre você não gostar e você tratar mal. Não é só você não gostar, mas você tratar mal, eu acho que isso passa do ponto, entendeu? Segundo comentário: "Nossa, isso tem tantos sinais de alerta. Confia no seu instinto." Ele mentiu, tentou virar a situação a favor dele e ainda fez você se sentir culpada por algo que ele mesmo causou. Se eu fosse você, eu terminaria esse relacionamento, pegaria a Millie e trocaria a fechadura do apartamento para sempre. Porque isso parece o começo de um caminho muito complicado. Animais são completamente dependentes da gente. E uma pessoa que consegue tratar um animal indefeso com tanta raiva ou desprezo não me passa uma sensação muito boa. Então, se eu fosse você, eu sairia o quanto antes dessa situação. E uma pessoa que consegue tratar um animal indefeso com tanta raiva ou desprezo não me passa uma sensação boa. Aqui falou tudo, eu concordo. Opi responde: depois da nossa conversa, ele falou que ele nunca mais falaria com ela daquele jeito e que ele ia começar a chamar ela de Millie. Em vez de só chamar ela de a sua gata. Eu não deixaria esse cara sozinho com o meu pet nem a pau, nem a pau. Há quanto tempo eles estão juntos? Eu esqueci, pera aí. Ela não fala quanto tempo eles estão juntos, mas para mim, gente, desculpa, não tem condição não. E aí vamos à atualização que ela coloca Antes de tudo, caramba! Eu realmente não esperava receber tantos comentários, mensagens e demonstrações de apoio. Eu tentei responder o máximo de pessoas que eu consegui, pelo menos as que não estavam me atacando, e eu quero dizer que eu agradeço todas as palavras gentis e toda a preocupação comigo e com a Millie. Os comentários de vocês abriram muito meus olhos, e para ser sincera, me deu até um aperto ver tanta gente preocupada com a segurança da Millie, porque isso já tinha passado pela minha cabeça mais de uma vez. Fazer aquele post acabou validando vários medos que eu vinha descartando como exagero, e de certa forma foi um alívio ver tantas pessoas me incentivando a fazer algo que eu já queria fazer, mas que eu tinha medo. A gente terminou, o apartamento é meu, ele ainda nem tinha sido incluído no contrato de aluguel, e ele vai ficar na casa do irmão dele. Eu também fui pesquisar mais sobre gaslighting, e as minhas irmãs iam sim concordar com vocês. Ele realmente fazia isso. Foi difícil perder alguém que eu confiava e que eu achava que eu conhecia tão bem, mas pela reação dele eu percebi que eu tinha tomado a decisão certa. Basicamente, ele disse que se eu não aprendesse a colocar outras pessoas acima da minha gata, eu ficaria sozinha por muito tempo e que ele estaria esperando o dia em que eu resolvesse procurar ele de novo. A Millie não merece ser apenas tolerada, Ela merece estar segura e ser tratada como a princesinha que ela é por qualquer pessoa que more comigo. Ela esteve do meu lado em tantos momentos da minha vida que eu prefiro ficar sozinha a correr o risco de imaginar ela perdida por aí. E eu morro de medo de que algum dia ela acabe se machucando. Para mim, simplesmente não vale o risco. Então, por enquanto, eu tô bem sendo só eu e ela. E mais uma vez, obrigada a todo mundo pelos conselhos. Palminhas, palmaças na verdade, sabe, palmalharadas. Muito feliz que ela terminou. Para mim, gente boa não é, porque de novo, não é você não gostar, é você destratar. Aí vai colocar alguém dentro da sua casa que vai arriscar a segurança do seu pet? Não faz sentido para mim. Então sim, Por exemplo, nessa história, o cara não precisava cuidar da Millie, era só, sabe, ela lá, eu aqui. Eu amo, então eu não sou parâmetro, mas pô, sei lá, não gosta, mas sabe, faz um carinhozinho. Agora, não gostar e maltratar, sabe, tratar com desprezo, então realmente tchau. Eu tenho dito e vou morrer com essa opinião. E vamos aos comentários. O comentário mais votado diz: Quando meu namorado veio morar comigo, ele passou a paparicar tanto os meus gatos que eu tenho quase certeza de que ele virou o ser humano favorito deles. Eu praticamente fui rebaixada a assistente deles. Depois disso, a gente até adotou outro gato juntos. Eu não conseguiria me relacionar com alguém que não gostasse de animais. Eu fico feliz por você e pela Millie. E pode acreditar, "Existem pessoas muito melhores por aí." Concordo, tá certo. Eu esqueci de comentar, de responder o título da primeira história, né? "Sou babaca por terminar com meu namorado?" Óbvio que não, o que ele fez pra mim foi maus-tratos.
Voz C:"Estude e jogue, venham juntos em um PC Windows 11 e por um tempo limitado, os estudantes recebem o melhor dos dois mundos. Pegue o Unreal College Deal, tudo o que você precisa para estudar e jogar com PC Windows 11." Eligible students get a year of Microsoft 365 Premium and a year of Xbox Game Pass Ultimate with a custom color Xbox wireless controller. Learn more at windows.com/studentoffer. While supplies last. Ends June 30th. Terms at aka.ms/collegepc.
Voz A:E esse também: "Sou babaca por terminar, por mandar o meu namorado embora?" Não. Tem que expulsar mesmo, poucas ideias, vai, tchau. E gente, eu entendo que tem gente que não se relacionaria com pessoas que não gostam de animais, e eu acho super válido. E eu entendo que tem gente que não gosta de animal e tá tudo bem também, porém não maltrate os animais dos outros. E vamos para a terceira e última história do dia, mas eu vou vir com lembrete de sempre e pedir para você seguir o podcast no Spotify, dê as 5 estrelas, inscreva-se no YouTube se você tá me vendo pelo YouTube, dê o hype no vídeo, já vai deixando seus humildes aí. E também siga as redes sociais que estão na descrição do episódio, fechou? Me ajuda, por favor. E vamos lá: eu tô errado por escolher o meu cachorro em vez da minha namorada? Não, mas vamos à história. Eu tô com a minha namorada há 3 anos e a gente vinha conversando sobre morar juntos. Parecia o momento certo. Os dois com trabalho estável, situação financeira ok, mas existe um problema para ela: o meu cachorro. Eu adotei meu cachorro num abrigo há 10 anos, quando ele tinha 1 ano de idade. Naquela época eu tava muito mal. Meu pai tinha morrido num acidente de carro e eu me sentia completamente perdido, deprimido e sozinho. Meus amigos sugeriram que eu adotasse um cachorro para ter companhia. Alguém que estivesse comigo todos os dias. No começo eu fiquei meio desconfiado, mas depois de algumas semanas eu resolvi tentar. Quando eu fui até o abrigo, eu passei por vários cachorros, até que eu parei na frente dele. Quando eu olhei nos olhos dele, eu sabia, eu sabia que era ele. Um amigo que foi comigo naquele dia me fala até hoje: "Não foi você que escolheu ele." Foi ele que te escolheu. Aí eu já me emociono. E eu acho que é verdade. Quando eu decidi adotar o meu cachorro, as pessoas do abrigo me avisaram que eu tava fazendo uma escolha arriscada. Eles disseram que ele era agressivo, muito assustado e que ele era difícil de lidar. Mas aqueles olhinhos dele falaram mais alto e eu levei ele para casa sem pensar duas vezes. Eu não vou mentir, foi difícil no começo, mas com o tempo ele virou um cachorro carinhoso, protetor, cheio de lambejos, pedindo carinho na barriga o tempo todo. Desde então a gente se tornou inseparável e eu não tenho vergonha nenhuma de admitir isso. Ele me salvou. Os meus amigos estavam certos. Voltando para minha namorada, a gente nunca teve nenhum problema sério ou grande briga. A gente é muito parecido, tem os mesmos interesses, hobbies parecidos e um jeito muito parecido de ver a vida. Ela sempre se deu bem com meu cachorro. No começo, quando ela foi lá em casa pela primeira vez, ela ficou um pouco assustada, principalmente por causa do tamanho dele. Meu cachorro é um pit bull terrier gigante, pesa uns 50 kg, todo musculoso, mas isso durou pouco. O Bruce, esse é o nome dele, eu sou fã de Batman, então é Bruce Wayne mesmo, se deu super bem com ela. Ele gosta do jeito calmo dela, deitar em cima, receber carinho, nunca teve nenhum problema. Ou seja, ela e o Bruce sempre conviveram bem e o nosso relacionamento tava ótimo, até que umas semanas atrás a gente começou a conversar sério sobre morar junto. E eu concordei totalmente com ela. O problema de verdade começou aqui. Há 6 dias a gente começou a procurar uma casa, algo perto do trabalho para nós dois, com mais quartos, já pensando em filho, porque a gente queria ter filho no futuro. Meio que brincando, eu falei que o Bruce seria o nosso primeiro filho, já que seria um bom treino para a gente aprender a cuidar de alguém. Ela deu uma risada, mas logo depois ela falou uma coisa que eu gelei. "Obviamente seu cachorro não vai morar com a gente, né? Ele não faz parte da nossa família." Na hora eu percebi que não era brincadeira. Foi aí que a conversa virou discussão. Eu deixei muito claro para ela que o Bruce é alguém especial para mim, que eu nunca, em hipótese nenhuma, abandonaria ele, que ele é como um irmão para mim. A discussão durou quase 3 horas. Até que ela soltou algo do tipo: "Ai, para, né? Cê tá brincando? Não é possível que cê ame um animal idiota mais do que uma pessoa de verdade." Eu admito que ali eu perdi totalmente a cabeça. Eu fiquei muito puto mesmo. Eu mandei ela sair da minha casa na hora, porque eu não ia tolerar ninguém falando assim do meu cachorro. Ela percebeu a besteira que ela tinha falado e tentou pedir desculpa. Mas eu já tava cego de raiva e eu mandei ela embora de novo. Quando ela já tava saindo, eu deixei bem claro. Eu disse que o Bruce era extremamente importante para mim porque ele me salvou no pior momento da minha vida. Que eu sou eternamente grato por ele e que eu amo ele de verdade. E que se ela não aceitasse isso, ela podia simplesmente sair da minha vida. Talvez eu tenha exagerado e talvez eu tenha passado um pouco do ponto. "Mas ao mesmo tempo eu falei exatamente o que eu sinto. Eu amo o meu cachorro. Agora ela tá tentando pedir desculpa. Já fazem 3 dias que o meu celular não para de tocar com ligação e mensagem e eu não sei o que fazer." Bom, para mim, eu no lugar do Pi, Se você acha que eu vou em algum momento da minha vida abandonar meus cachorros, e se você espera que eu faça isso para eu conseguir ter uma vida com você, então não consigo ter uma vida com você. Eu acho que é por aí, gente. A não ser que você devolva seu cachorro, que você doe seu cachorro. Isso é algo que eu acho cruel. Eu entendo que tem casos e casos, tá? Nesse caso aqui, você devolveu o seu cachorro porque a sua namorada não quer conviver com cachorro. Vamos aos comentários. Primeiro comentário: você precisa se perguntar que tipo de pessoa cria um vínculo com animal por 3 anos e depois decide que ele é descartável. Ela mostrou quem ela realmente é. Eu terminaria e ficaria com Bruce, pelo jeito ele parece ser um amorzinho. Segundo comentário: eu já tive exatamente nessa situação e eu escolhi o meu cachorro em vez da minha noiva. Eu nunca me arrependi disso. A gente era muito próximo e foi assim até o fim da vida dele, e ele nunca me decepcionou. Ele teve do meu lado nos meus momentos mais difíceis, e eu também. Opi responde: você tem toda razão. Na verdade, eu não terminei com ela. Eu só disse que eu precisava de alguns dias para esfriar a cabeça. Edição: Gente, obrigada de verdade por todo o apoio. Eu li tudo. Eu decidi que eu vou conversar sério com ela mais uma vez para tentar resolver isso de uma vez por todas. Algumas pessoas disseram que eu fui imaturo por escolher um cachorro em vez de uma futura esposa e que eu exagerei. Talvez, não sei. Eu só queria deixar claro uma coisa: infelizmente, quando eu fico com muita raiva, eu não consigo ter uma conversa calma e racional sobre o problema. Eu preciso de um tempo para esfriar a cabeça. Já aconteceu antes de eu acabar com relacionamento por tentar conversar ainda irritado e acabar dizendo coisas das quais eu me arrependo até hoje. Então eu aprendi com o tempo que eu só consigo conversar de verdade quando eu tô calmo e com a cabeça no lugar. Ela conhece toda a minha história. Ela conhece a história do Bruce também. E até agora ela nunca tinha demonstrado nenhum tipo de incômodo com ele. O Bruce é muito carinhoso. Ele gosta muito de contato físico. Às vezes ele fica empolgado demais, mas nunca foi problema. Então isso nunca foi um problema entre a gente. Ela já conviveu com cachorros antes? Sim, mas nunca foram dela. Eram do irmão ou dos pais, e ela nunca foi muito chegada em cachorro. E eu sempre aceitei isso, porque nem todo mundo gosta de cachorro e tá tudo bem. Agora eu vou conversar com ela sobre tudo isso com calma. Quando a gente conversar, eu volto aqui para atualizar vocês. Mais uma vez, obrigada a todo mundo. Aqui vai uma foto do Bruce. Gente, olha o tamanhão! Qual a chance de— qual é a chance de abandonar uma coisinha dessa? Quem tem coragem de abandonar cachorro? Vocês podem me explicar? Quem tem coragem de maltratar um bichinho? Eu não posso dizer o que eu faria com pessoas que abandonam ou fazem isso, não posso dizer. Mas olha ele, gente, aqui não sei onde eu vou colocar, mas olha, vê se dá, cara, na boa. Ele é da cor do sofá quase. Na boa, suavão na vida dele. E vamos à atualização, 8 horas depois. A gente conversou sobre toda essa situação e a gente foi completamente sincero sobre o que cada um pensava. A primeira coisa que eu preciso dizer é que a gente terminou oficialmente. A segunda coisa é que ela me mostrou um lado que eu nunca tinha visto antes. Ela nunca gostou do Bruce. Durante todo esse tempo, ela fingiu gostar dele. Ela nunca foi chegada em cachorro, nunca gostou de cachorro, e o Bruce não seria uma exceção. Ela tava realmente convencida de que quando a gente fosse morar junto, eu a abandonaria a ele. E essa é a pior parte de tudo: ela conhece toda a nossa história e mesmo assim ainda não teve peso nenhum na decisão dela. Em determinado momento da conversa, ela voltou nesse assunto e fez a pergunta de novo: ou eu ou seu cachorro idiota. E eu escolhi o meu cachorro sem hesitar. Eu sinceramente não sei o que dizer. Eu fiquei sem palavras. Muita gente aqui disse que é melhor descobrir agora do que mais tarde, e eu entendo isso. Mas ainda assim é difícil acreditar que ela fingiu por tanto tempo gostar do meu cachorro. O Bruce nunca machucou ela, nunca destruiu nada dela. Nunca foi invasivo ou exagerado com carinho. Então eu realmente não consigo entender de onde vem tanto ódio. Eu tô destruído com tudo isso e eu ainda nem sei como começar a processar a situação. Pelo menos ela nunca machucou o Bruce. Ao mesmo tempo, eu penso em todos os comentários que vocês deixaram aqui e eles me ajudaram muito. Então, mais uma vez, muito obrigada. É reconfortante saber que ainda existem pessoas que amam seus pets e que entendem o quanto esse vínculo pode ser importante. De verdade, muito obrigada por todo o apoio. Comentários: Você se livrou. Segundo comentário, respondendo esse primeiro: Sim, se alguém consegue esconder o que realmente pensa por anos, fica difícil de confiar que essa pessoa vai ser totalmente honesta em outras áreas da vida. Eu fico com pena do Oppie, mas eu também acho que ele tomou a decisão mais sensata. Terceiro comentário: Eu sinto muito que você tá passando por isso, mas eu também fico feliz que você tenha defendido o seu cachorro e escolhido ele em vez de alguém que acredita que pet não é família de verdade. Uma pessoa pode não gostar de cachorro e tudo bem, mas ela não tem o direito de dizer que pets não fazem parte da família e muito menos exigir que alguém abandone o próprio animal. E tem uma coisa que eu realmente não entendo: se alguém não gosta de animal ao ponto de não querer morar com ele, Por que que começa um relacionamento com uma pessoa que já tem um animal? Ela tem todo direito de sair de um relacionamento se isso for um problema para ela. O que ela não tem é o direito de dizer que outra pessoa precisa abrir mão do próprio cachorro. Acabou. Tô errado por escolher meu cachorro em vez da minha namorada? Obviamente não. Sempre digo que a gente, a gente tem que se sentir confortável para terminar qualquer tipo de relação que não faça mais sentido para a gente, né? Então vale também aqui nesse caso para o OP. E não tá errado, gente, eu escolheria os meus cachorros antes de qualquer pessoa, nesse caso assim de relacionamento. E aí falaram que, ah, ele é imaturo por escolher o cachorro ao invés da noiva. Eu não acho que é maturidade, eu acho que é questão de prioridade, gente. Cada um com as suas prioridades, uai. Então assim, me tiraram do sério essas histórias de hoje. Sim, a primeira com certeza absoluta. As outras duas você não é obrigado a gostar, mas também assim, gente, não vai achar que a pessoa vai se desfazer do animalzinho dela para agradar o princesa, princesa, né? E gente, é isso. Sabe o que eu gostaria muito de pedir para vocês? Eu queria muito fazer um episódio de histórias legais assim de pets. Se vocês tiverem, me mandem. E eu queria aproveitar para contar as histórias dos três também, porque a Gaia assim também salvou minha vida. Eu adotei ela num período que eu tava muito mal e De fato, assim, ela me tirou de um buraco mesmo. E eu queria contar como foi. Nem era pra gente adotar, a Gaia veio pra ficar como lar temporário. E tá aí até hoje. E aí eu queria pedir pra vocês, se vocês tiverem histórias dos seus petzinhos, pra me mandarem. Pra gente fazer um episódio legal aí com histórias de ouvintes, e aí eu vou contando a história de cada um também. E gente, por hoje é só. Eu espero muito que vocês tenham gostado do episódio de hoje. Deixem aí os seus humildes, porque como vocês sabem, nenhuma história fica completa sem o comentário de vocês. E eu queria saber o que vocês pensam sobre. E lógico, eu vou pedir o último pedidozinho do episódio para vocês seguirem o podcast no Spotify. Deem as 5 estrelas, inscrevam-se no canal no YouTube também, sigam as redes sociais que estão na descrição. Se você quer mandar sua história para ser lida e comentada aqui, se você tiver uma história do seu pet que você queira compartilhar, é só mandar para o e-mail que tá na descrição. E por hoje é só. Muito obrigada por terem ficado comigo até aqui. A gente se vê no próximo episódio. Tchau, tchau!
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