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Só Pod 73 - A mãe da minha ex me escolheu

07 de maio de 202639min
0:00 / 39:31

Uma traição destrói um relacionamento de anos… mas o que vem depois acaba sendo ainda mais complicado. Porque quando uma família se divide, nem sempre as escolhas seguem o caminho que todo mundo esperava.

✨Histórias sobre términos e pessoas que continuam sendo família.

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Participantes neste episódio2
I

Isa

HostTécnica do IDR Paraná
P

Pi

Convidado
Assuntos5
  • Morar com a mãe da exTraição e término de relacionamento · Acolhimento familiar após falecimento da avó · Dinâmica familiar e relações interpessoais · Acusação de culpa e manipulação · Lisa · Jennifer
  • Mãe prioriza ex da filhaConflito familiar e falta de limites · Relação mãe-filha abalada · Influência de crenças espirituais · Ex-namorado da mãe · Mãe da narradora
  • Ex-parceiros e relacionamentos passadosAmizade e figura materna · Apoio mútuo e busca por normalidade · Jennifer
  • Amizade tóxica e manipuladoraDescoberta de mentiras e manipulação · Pedido de desculpas e aceitação · Pamela · Lisa
  • Separação e relacionamentos com filhosApoio mútuo e construção de um novo lar · Jennifer
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Eu tô errado por morar com a mãe da minha ex depois que a gente terminou? Minha ex me traiu, a mãe dela expulsou ela de casa e disse que eu posso morar aqui.

E aí, galera, bem-vindos a mais um episódio do Só Pode Ser História. Eu sou a Isa. Hoje eu trouxe duas histórias parecidas. E não sei, eu acho que tem um motivo da pessoa ser babaca, mas também ao mesmo tempo não tem. Então, vamos às histórias de hoje, porque eu quero saber a opinião de vocês.

O título da primeira história é Eu tenho 22 anos. Quem escreve é um homem, tá? Minha ex, mulher, também 22 anos, me traiu e a mãe dela expulsou ela daqui. A mãe dela, de 43 anos, falou que eu posso morar na casa dela pra sempre, se eu quiser.

Eu sou babaca se eu ficar aqui? Desculpa pelo tamanho do texto, mas aqui vai o contexto da história. Eu conheci a minha ex, vou chamar ela de Lisa pra ficar menos pesado pra mim. Ficar escrevendo ex ainda pesa um pouco, sabe? A gente se conheceu no ensino médio e começou a namorar com 13 anos.

Nosso relacionamento era muito bom. A mãe dela gostava de mim e eu amava a Lisa. Ela era engraçada, inteligente e muito bonita. A gente passava muito tempo na casa dela e eu era muito feliz naquela época. Eu não tenho pais, então eu morava com a minha avó, mas ela sempre foi mais do que o suficiente.

Ela era forte, tinha um humor meio ácido, cheia de vida e simplesmente incrível. Eu tinha 17 anos quando ela faleceu e eu fui morar com a Lisa e com a mãe dela. Eu fiquei destruído, mas elas me acolheram de verdade. Meu relacionamento com a Lisa só ficou mais forte e foi uma fase muito intensa. Elas me ajudaram a passar por tudo isso e a Lisa era o meu apoio.

Desde então, passou a ser só nós três. Depois que a gente se formou no ensino médio, todo dia era praticamente igual. A mãe dela, vou chamar de Jennifer, porque ficar falando mãe dela toda hora fica estranho. Levava a Lisa pra faculdade e depois eu e a Jennifer íamos trabalhar. A gente trabalhava na mesma rua. A gente saía às cinco da tarde e voltava pra casa.

Nessa hora, Lisa já tinha chegado e a gente jantava todo mundo junto. Foi assim pelos últimos dois anos. Eu sei que pra algumas pessoas isso pode soar meio monótono, mas eu gosto dessa estabilidade. Eu tava feliz e a gente tava juntando dinheiro pra comprar nossa própria casa.

Um canto nosso. A Jennifer nunca me cobrou aluguel, mas ela aceitava quando eu oferecia porque ela sabe o quanto é importante para mim conseguir ajudar. A Lisa e a Jennifer eram a minha família. Eu ia me casar com a minha namorada e a minha sogra era a minha melhor amiga.

Eu sei que é estranho a minha melhor amiga ser a mãe da minha ex. Eu descobri que a Lisa estava me traindo no mês passado porque ela me mandou uma mensagem sem querer que claramente era para ele. Eu fiquei destruído. Eu comecei a chorar e foi tudo insuportável. A Jennifer me ouviu chorando. Eu mostrei meu celular para ela e ela só me abraçou.

Nisso, a Lisa chegou em casa. Em vez de ela me pedir desculpa ou tentar se explicar, ela simplesmente falou no tom mais frio que existe. Eu tô com outra pessoa, alguém bem melhor. Pode arrumar suas coisas e ir embora daqui. Isso não sai da minha cabeça. Eu penso nisso todo santo dia.

A Jennifer acabou perdendo a cabeça, começou uma gritaria entre as duas e no fim ela mandou a Lisa arrumar as coisas dela. Eu só me escondi no escritório e tranquei a porta. Eu não conseguia lidar com aquilo. Eu fiquei travado ali. A Lisa foi embora umas duas horas depois.

A Jennifer me abraçou e falou, essa casa é sua pelo tempo que você quiser. Se você decidir sair, eu vou sentir sua falta, mas você continua sendo da família. Se você quiser, você pode ficar aqui pra sempre. Ouvi isso, me trouxe um alívio enorme. Me fez me sentir mais seguro e diminuiu um pouco aquela ansiedade toda. Em algum momento, quando eu não estava em casa, a Lisa foi lá com o pai dela pra pegar o resto das coisas dela.

Minha ex e a mãe dela chegaram a ter algumas brigas mais pesadas, mas a Jennifer sempre dava um jeito de eu não estar por perto. Nisso, a Lisa e as amigas dela começaram a vir atrás de mim, me mandar um monte de mensagem pesada, e eu não sei muito bem como lidar com isso. Minha ex fica indo de um extremo para outro. Uma hora me chama de fracassado por eu ainda estar morando com a mãe dela.

E na outra ela vem pedir uma segunda chance. Eu não vou voltar com ela. Eu não sinto mais nada. Eu tenho conseguido evitar ficar sozinho com a minha ex. Mas eu sei que em algum momento eu vou ter que conversar com ela. Ela está morando com o pai dela agora.

Ele até tentou intermediar a situação, mas eu não quis. A Jennifer, que é a sogra dele, deixou bem claro. Esteja eu morando aqui ou não, a filha dela não volta para casa. Para ela, o que a Lisa fez foi inaceitável e precisa ter consequência de verdade. Daquelas que não voltam atrás.

Ela até disse que ainda ama a filha dela, mas que ela não ama a pessoa que ela se tornou. Eu quero continuar morando aqui, pelo menos por enquanto. Eu tô ficando no antigo escritório que agora virou o meu quarto, e o nosso quarto virou um escritório mesmo.

Esse é o único lugar que eu já senti como lar. E a Jennifer é a minha melhor amiga. Só que muita gente ao meu redor acha que eu tenho culpa da Lisa ter sido expulsa. Isso começou a mexer comigo. Eu comecei a me perguntar se de alguma forma eu tirei mesmo a casa dela.

Eu tô errado por continuar morando com a mãe da minha ex? Desculpa pelo desabafo e pelo jeito que eu escrevi. Eu acabei deixando algumas partes de fora porque eu ainda tô tentando lidar com tudo isso e eu não consigo colocar muitas coisas em palavras. E desculpa também pelo tamanho do texto. Temos uma atualização dessa história. O post principal original acaba aqui. E, gente, pra mim é muito estranho.

Tudo é muito estranho, mas vamos aos comentários antes de eu ir para os meus humildes, vamos lá. Primeiro comentário mais votado diz, Você não é o babaca. Fica com a Jennifer, ela te vê como um filho, eu tenho quase certeza disso.

E na prática, ela te acolheu quando a sua avó faleceu. Ela já deixou claro que você é família e que você pode ficar aí. Você sair ou continuar não muda nada na forma como ela vê a Lisa. Então não, você não tirou a casa de ninguém. A própria Lisa perdeu isso quando ela te traiu. Se você quiser sair agora, no fim você só vai acabar machucando vocês dois. Você e a Jennifer. Pelo que parece, ela quer que você fique. E esse é o seu lar. Pra mim, você só tá pensando demais nisso tudo.

O Pi responde, eu não pretendo sair daqui até fazer sentido pra mim e pra Jennifer. A gente ainda tá tentando encontrar algum tipo de normalidade. Eu acho que a gente tá lidando com muita coisa ao mesmo tempo. E ter alguém do lado faz diferença. Eu moro aqui há mais de cinco anos. É a primeira casa que eu realmente tive. Então sim, eu sou bem apegado.

Segundo comentário, não é babaca. Não deixa a Lisa decidir quem pode ou não morar na casa da mãe dela. Você é família e esse lugar também é seu. Foi a Jennifer que tomou essa decisão. E não é como se ela fosse aceitar a Lisa só porque você resolveu sair. O Pi vem e responde. Eu não vou fazer isso. Mas ouvir esse tipo de coisa mexe com a cabeça da gente. Eu sou muito grato por tudo que ela já fez por mim. E eu tento demonstrar isso da melhor forma que eu consigo.

Terceiro, não é babaca. Fica na casa dela por um tempo, porque ela claramente virou uma mãe para você. Mas em algum momento, a maioria das pessoas acaba saindo da casa dos pais. Trabalha, junta dinheiro, conquista um bom lugar para você. E depois que você se mudar, mantenha um contato com ela toda semana e se encontra quando puder. E quando você for se despedir, seja no telefone ou pessoalmente, fala para ela. Eu te amo, mãe.

O Pi vem e responde. Obrigada, eu vou fazer isso. Eu pretendo ficar lá até eu conseguir um lugar que seja realmente meu. Eu só quero me mudar uma vez e pronto. Eu vou manter essa relação independente de qualquer coisa. Porque isso significa muito pra mim. Eu nunca tive uma mãe, mas acho que agora eu tenho.

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Gente, o que vocês acham, Deus amado? Eu vou olhar por todas as perspectivas, tá? Eu vou olhar pelos três lados. Então, eu vou começar olhando pelo lado do Oupi que escreveu. Ele não tem paz. A avó dele, que era uma figura cuidadora dele, enfim, morreu. E aí você se muda para casa da pessoa que você acha que vai passar a vida inteira junto. Termina por uma traição.

E eu entendo quando ele diz que é o lar dele, que é a única coisa que ele conhece como... Que é o lugar que ele conhece como, de fato, pô, o meu lar, o meu lugar, eu pertenço aqui. Então, eu entendo. No lugar dele, eu vou ser muito honesta, gente. Eu não teria coragem de ficar na casa da minha ex-sogra, eu acho. Agora, olhando pelo lado da mãe.

Muito difícil, porque eu não sou mãe, vocês sabem que eu não tenho filho. Mas eu acho que eu não faria isso. Eu acho que eu não expulsaria a minha filha e deixaria o ex-namorado dela em casa.

Não que eu tô falando que trair é certo, vocês sabem que eu sempre falo aqui que ninguém é obrigado a ficar com ninguém e ter vontades, enfim, e querer viver algo fora do relacionamento é algo normal, o problema é o que você faz com isso, né? Mas, cara, pra mim isso não é motivo pra expulsar uma filha de casa.

Será que eu tô passando pano? Pode dizer aí nos comentários se vocês acham que eu tô passando pano. Eu não expulsaria, acho que é um filho de casa porque traiu. A não ser que ele não esteja contando aí a profundidade do que aconteceu. Mas assim, eu não expulsaria um filho, uma filha de casa porque traiu a namorada. Eu ia dar um sermão de oito horas? Ia.

mas não expulsaria. E aí também não cortaria relações com a minha filha ou meu filho e deixaria o ex morando na minha casa. Entendo que talvez ela veja o OP como um filho também. Sim, mas eu daria, não sei, talvez um jeito de tentar conciliar os dois morando em casa. Agora eu vou ver pela parte da Lisa, que é a filha da Jennifer, ex do OP. Eu ficaria muito puta com a minha mãe.

Se minha mãe me expulsa de casa e deixa o meu ex morando, nossa, eu ia ficar muito chateada. Então, assim, acho que todos estão errados, talvez um pouco. Não é bem errados o que eu quero dizer, assim, a palavra em si, mas acho que tem uma dinâmica complicada. Mas queria saber de vocês. Como vocês sabem, nenhuma história fica completa, lógico, sem o comentário de vocês, então bora comentar.

E aí ele traz uma atualização, então vamos a ela. Ele começa, Oi, eu, homem, 22 anos, fiz um post um tempo atrás perguntando se eu era babaca por continuar morando com a mãe da minha ex depois que ela expulsou ela de casa. A maior parte dos detalhes está lá no meu primeiro post, mas resumindo.

Minha ex, que eu chamei de Lisa, me traiu, falou umas coisas bem pesadas pra mim, e a mãe dela, a Jennifer, expulsou ela de casa. A Jennifer deixou claro que eu podia continuar morando lá pelo tempo que eu quisesse. Eu fiquei muito mal com o término, a gente tava juntos desde os 13 anos, e quando eu tinha 17, a minha avó faleceu.

Foi aí que eu fui morar com a Lisa e com a Jennifer e essa casa acabou virando o meu lar. Eu gostava muito da Lisa e a Jennifer acabou virando uma figura materna para mim. Foi a primeira casa de verdade que eu tive e o lugar onde eu passei mais tempo na vida. Então, para mim, é a minha casa mesmo. O fato da Jennifer ter me deixado ficar ali significou muito para mim.

Depois do término, a Lisa e as amigas que ficaram do lado dela começaram a vir para cima de mim, dizendo que a culpa dela ter sido expulsa era minha e isso começou a me pesar muito. Ouvi isso tantas vezes, começou a mexer comigo. Eu cheguei a achar que talvez a culpa fosse minha mesmo, mas desabafar aqui me ajudou muito. E eu recebi algumas mensagens no privado que também me ajudaram bastante. Agora sobre a atualização.

aconteceu muita coisa. Alguns dias depois do post, a Liz apareceu lá em casa e a gente acabou conversando só nós dois, pela primeira vez desde que ela foi expulsa. Ela começou me pedindo desculpa, mas não demorou muito para jogar toda a culpa em mim. E depois a culpa na própria mãe.

Ela perguntou se eu daria uma segunda chance para ela e eu disse que não. Depois ela perguntou se eu estava me envolvendo com a mãe dela. Eu falei que não, que ela tinha sido a única pessoa com quem eu já tive esse tipo de relação e que a Jennifer, para mim, era praticamente uma mãe.

Aí ela soltou um, ah, então você ainda tá apaixonado por mim, num tom que me irritou na hora. Eu lembro exatamente do que eu falei pra ela. Eu não te amo. No momento em que eu descobri que você me traiu, acabou. Eu prefiro beber 3 litros de xixi todo dia pelo resto da minha vida do que voltar com você.

Ela me deu um tapa e saiu. Foi direto para o quintal discutir com a Jennifer. Ela falou umas coisas que, sinceramente, foram uma das piores coisas que eu já ouvi na vida. Eu não vou repetir aqui e muito menos falar isso para a mãe dela. Mas foi pesado mesmo.

Aí a Jennifer, num tom super calmo, falou que ela não era mais a filha dela, que ela não era mais bem-vinda ali e mandou ela ir embora. A Lisa ficou meio em choque por um instante e depois saiu completamente irritada.

Assim que a Lisa foi embora, a Jennifer desabou. Ela ficou péssima. Eu estava com muita raiva da Lisa. Em um momento, a Jennifer se abriu comigo e disse que lá naquele momento, ela sentia que odiava a própria filha e queria cortar relações com ela.

Ela começou a fazer terapia e me contou que decidiu se afastar da filha, porque isso era o melhor para a saúde mental dela. Disse que a terapeuta explicou que ela ainda pode amar a filha, mas que ela pode escolher não ter mais contato. Eu tenho tentado apoiar a Jennifer do jeito que eu consigo, e eu gosto de estar ali para ajudar. A Lisa foi diminuindo cada vez mais as tentativas de falar comigo e agora está morando com o pai.

Há uns cinco dias atrás, eu recebi uma mensagem da melhor amiga da Lisa. Eu vou chamar ela de Pâmela. A Pâmela foi uma das poucas amigas dela que não ficou contra mim e que de alguma forma ficaram do meu lado depois do término. A gente chegou a conversar algumas vezes depois disso, mas mais para apoio e essas coisas.

Aí ela me perguntou se podia passar um dia em casa com outras amigas da Lisa para me pedir desculpa. Eu fiquei meio com o pé atrás, mas a Pamela é bem direta e eu fiquei curioso para saber o que era. Então elas vieram. A Pamela agradeceu por eu ter recebido elas.

Depois, as outras três amigas dela foram falando uma por uma, pedindo desculpas pra mim. E depois pediram desculpas pra Jennifer por tudo. E aí veio a bomba. Elas disseram que elas não sabiam que a Lisa tinha me traído. Pelo que elas contaram pra gente, a Lisa disse pra todo mundo que só tinha me traído porque eu tava me envolvendo com a mãe dela. E que foi por isso que ela foi expulsa de casa.

Eu perguntei por que elas acreditaram no absurdo desse e por que elas estavam me pedindo desculpas só agora. Elas disseram que era mais fácil acreditar que eu tinha traído do que aceitar que a melhor amiga delas era uma mentirosa nesse nível. Palavras delas, não minhas. Elas falaram que tinham cortado a Lisa da vida delas. Eu acho que eu devo ter demonstrado que eu não estava acreditando muito, porque na hora elas começaram a me mostrar as mensagens que mandaram para ela.

e até as redes sociais. Dava pra ver que era importante pra elas que eu acreditasse. Eu acabei aceitando o pedido de desculpas, pelo menos em parte.

Depois todas elas foram embora, menos a Pamela. Ela e a Jennifer foram para o quintal conversar. E eu nem sei sobre o quê. Mas quando elas voltaram, as duas estavam sorrindo. Eu agradeci a Pamela por ter falado a verdade e ficado do meu lado o tempo todo. Ela disse que só fez o que acha certo. Eu estou bem melhor agora e eu não pretendo sair daqui até ser o momento certo para mim e para a Jennifer.

Ela virou a minha melhor amiga e a gente tem se apoiado muito. Eu criei uma rotina que tem me ajudado bastante. E eu também comecei a dormir melhor. No fim, eu escrevi tudo isso mais para organizar minha cabeça mesmo. Obrigado por lerem até aqui.

Vamos aos comentários. Comentário mais votado. Cara, posso dizer o quanto eu gostei de você ter confrontado as amigas? Aí ele coloca entre aspas. A gente achou que era você que tava ficando com a mãe dela e por isso que ela foi expulsa. E por que vocês acreditaram nisso? Sério, mais gente precisa fazer isso. Você não fez nada de errado. Boa sorte.

Outra pessoa vem e comenta. Sim, esse momento foi muito satisfatório. O OP lidou com isso com muito mais calma do que a maioria das pessoas conseguiria. Confrontar sem perder a cabeça exige muito controle.

E elas precisavam ouvir o quão absurdo tudo aquilo era. O Pi responde. Eu só conversei com elas e fui fazendo as perguntas. A Pamela que fez elas perceberem que a Lisa estava mentindo. E a Jennifer me ajudou a me manter calmo e com os pés no chão. Eu não vou mentir. Eu fiquei muito puto delas acharem que eu tinha traído a Lisa.

Outro comentário. E é bom ver que no fim todo mundo enxergou quem ela realmente é.

Opi responde, quando ela me traiu e foi tão cruel comigo, aquilo me destruiu. E depois as amigas começaram a me atacar e ficou tudo ainda mais pesado. Agora parece que as coisas estão melhorando, mas eu ainda tenho dificuldade de confiar nas pessoas.

Quarto e último comentário que o Pi responde. Eu espero que você esteja se preparando para cuidar da Jennifer no futuro, porque ela basicamente colocou a relação com a filha em risco por você. O mínimo é você corresponder e não abandonar ela quando isso deixar de te beneficiar. O Pi, eu não vou sair daqui até ser o melhor para os dois, e eu não vou abandonar ela. Ela sempre vai fazer parte da minha vida. A gente trabalha juntos e ela é a minha melhor amiga.

É muito estranho chamar a ex-sogra, né? De melhor amiga. É. Assim, a minha super melhor amiga. Sim. Entendo que o Pierre era uma pessoa sozinha e que isso virou meio que a família dele, né? Tipo, centro meio que familiar dele. Mas, gente, eu acho que tá faltando alguma coisa nessa história. Não é possível que a mãe expulsou a filha só porque ela traiu o namorado.

Deve ter alguma coisinha que o P não tá contando. Ou vocês acham que eu tô extremamente viajando? Agora a pergunta genuína pra vocês. Vocês acham que o seu filho ou a sua filha atraiu o parceiro ou a companheira, enfim, é motivo de expulsar de casa?

Você entende que tem alguma coisa faltando? Ou a Lisa fez algo mais grave, que Opie não quis contar, ou tem algum tipo de relação entre o Opie e a Jennifer que não foi muito bem explicado. Sabe? Porque, cara, você expulsar sua filha de casa porque ela traiu o namorado...

quantas pessoas não estariam sem casa, sabe assim? Então, não sei, gente, me contem aí o que vocês acham dessa história, aí eu vou responder se ele tá errado por morar com a mãe da ex depois que terminou. Eu vou dizer que sim e que não ao mesmo tempo. Se a pessoa tá deixando-se morar lá, e lá é tudo que você conhece, de familiar, enfim, então mora, mas eu daria meus pulos e me mudaria. Eu acho que eu não me confortaria na situação.

Mas quero ouvir de vocês. E vamos à segunda e última história do dia. Antes de eu ir para essa história, eu peço, por favor, para você seguir o podcast no Spotify. Dê as cinco estrelas aí, se você puder. Compartilha também com pessoas que você acha que vão curtir. Inscreva-se no YouTube, siga as redes sociais, dê o hype no vídeo. Todos os links estão na descrição. Então, eu conto muito com a ajuda de vocês.

Bora para a próxima. Sou babaca por querer que a minha mãe pare de sair com o meu ex? Eu, mulher 28 anos, e o meu ex, homem 27, terminamos há alguns anos. Fui eu quem terminou o relacionamento, mas a verdade é que a gente já sabia há muito tempo que aquilo estava caminhando para o fim.

Na época, eu ainda precisava continuar morando na casa onde a gente morava, então ele acabou saindo. Só que a gente morava num lugar onde ele praticamente não conhecia ninguém além da minha mãe e do meu padrasto. Então, a minha mãe ofereceu para ele ficar na casa deles até ele conseguir se estabilizar. E eu realmente fiquei de boa com isso.

Mas ele trabalhava para uma rede nacional e ele tinha família na nossa cidade natal, além de vários amigos e parentes na cidade onde ele tinha estudado. Então, quando a gente terminou, eu cheguei até a comentar que talvez em algum momento mudar para algum desses lugares acabasse fazendo bem para ele. Um ano se passou e ele ainda estava morando na casa da minha mãe. Eu já tinha seguido em frente fazia tempo. Inclusive, eu tinha ido embora da região que a gente morava e eu tinha ido embora.

e praticamente não falava com ele há quase um ano. Nesse período, aconteceu muita coisa entre eu e a minha mãe, e eu cheguei a falar pra ela que eu sentia que eu tava perdendo a minha própria família, porque ela tava priorizando ele ao invés de mim. Minha mãe não atendia as minhas ligações se ele estivesse por perto, ou se ela atendia, ela ficava toda estranha quando ela falava comigo. Ela tirou eu e meu irmão das contas tipo Spotify,

Meu desejo é que respeitem o espaço de uma mulher que está aprendendo a ser mãe. Nestlé Materna está com você em todas as fases da maternidade. Com uma linha completa de suplementos que apoia você em cada momento e nas diferentes necessidades que surgem ao longo da jornada. Seja no planejamento, durante a gestação ou no perpério, Materna tem o suplemento certo para acompanhar você. Nestlé Materna. Com você, do seu jeito.

Ai, Netflix, etc. Mas manteve o meu ex.

E ela ainda agia como se tivesse sido pega de surpresa pelo término, sendo que ela foi a única pessoa com quem eu conversei quando eu estava pensando em terminar. Em um momento, ela simplesmente falou, bom, ele faz parte da nossa família aqui. Eu, sinceramente, não tenho dúvida de que ele só continuou morando lá porque ele não tinha maturidade nem dependência para seguir a própria vida sozinho. Isso, inclusive, foi parte do motivo do término.

Eu não vou entrar em muitos detalhes, mas ele acabou me afundando em dívida e eu também reconheço que parte da culpa foi minha por não ter colocado limites antes. Tudo isso porque ele simplesmente não conseguia manter um emprego estável. Hoje em dia ele já saiu da casa dela, mas ele continua convivendo com a minha mãe o tempo todo. Inclusive, passou o último feriado na casa dela.

Ela também continua incluindo ele em planos com o resto da família, mesmo algumas pessoas já tendo me falado que isso deixa todo mundo desconfortável. Só que a minha mãe, basicamente, falou pra eu aceitar e seguir em frente. Eu falei pra ela que esse desrespeito com os meus sentimentos e os meus limites...

me faz sentir como se ela não se importasse comigo de verdade. Eu também falei que ele tem família, ele tem amigos e várias pessoas que gostam dele e pode apoiar ele. E que eu terminei justamente porque eu não queria mais ele na minha vida.

E a resposta dela simplesmente foi, bom, a gente gosta dele e gosta de estar com ele. Enfim, a gente discutiu de novo hoje de manhã, porque eu tentei explicar mais uma vez como tudo isso me faz sentir. Mas ela simplesmente se recusa a enxergar o meu lado. E quando eu me emocionei falando sobre isso, ela disse que eu precisava de ajuda profissional. Eu já perguntei para outras pessoas se eu estou exagerando ou não. E todo mundo diz que meus sentimentos fazem sentido.

Mas, sinceramente, eu já nem sei mais. Às vezes, eu fico me perguntando se sou eu que não estou sendo compreensiva o suficiente ou se eu estou tentando forçar minha mãe de fazer o que eu quero, mesmo sem conseguir. Mas, ao mesmo tempo, pedir para ela parar de conviver com meu ex parece algo tão razoável para mim. Eu realmente não sei.

O que eu fiz foi pedir para minha mãe parar de conviver com meu ex. E talvez isso faça de mim a babaca, porque às vezes eu fico pensando se eu não estou sendo egoísta ou tentando controlar minha mãe. Já que ela age como se eu não tivesse motivo nenhum para me incomodar com isso. Mas eu continuo insistindo para ela parar de sair com ele. E às vezes eu fico pensando se isso não é infantil da minha parte. É justamente isso que eu estou tentando entender.

Mas vamos que tem muitos comentários e a Elpi comenta muito e depois ela dá um resumão, então vou direto para os comentários, tá bom? E bora! Primeiro comentário. Não é a babaca, mas a sua mãe com certeza é. Parece até que ela tem algum tipo de fascínio estranho pelo seu ex. Eu sei que isso sou exagerado, mas pelo jeito que os dois agem, vai saber o que realmente acontece aí.

No fim, ela claramente está mais preocupada com os sentimentos dele do que com os seus. Talvez isso soe meio pesado, mas é exatamente essa a impressão que dá. Sua própria mãe vendo você magoada e dizendo que você é emocionalmente desequilibrada? Sério, quem fala uma coisa dessas para a própria filha? Eu vou te falar uma coisa que talvez você precise pensar de verdade. Corta ela da sua vida.

Ela é tóxica e o seu ex também é. E tem outra coisa importante que a vida ensina mais cedo ou mais tarde. Você não consegue mudar ninguém. Você só consegue decidir o que faz com a sua própria vida. E do jeito que parece, ela está conseguindo exatamente a reação que ela quer de você. Te deixar magoada e irritada. Bloqueia todo mundo. Eu sinto muito por tudo isso. Família nem sempre é sangue. Tenta se aproximar de pessoas que você realmente confia.

Opi, muito obrigada pelo seu comentário. Eu confesso que eu também venho pensando assim, por mais que seja difícil de aceitar. Obrigada mesmo. Segundo, você não é babaca por se sentir desconfortável com a proximidade dos dois. Mas tudo isso começou lá atrás, quando você ficou completamente de boa com ele indo morar na casa da sua mãe.

de todos os lugares onde ele podia ir depois do relacionamento, porque justamente na casa da sua mãe pareceu a melhor opção para ele. É uma situação meio estranha mesmo. Opi. Sim, hoje eu percebo que isso foi um erro, mas na época eu realmente não enxergava dessa forma. Eu, ingênua, achei que ele só ficaria lá por pouco tempo e a gente tinha acabado de se mudar, então ele ainda praticamente não conhecia ninguém.

Minha avó paterna já tinha feito algo parecido com alguns dos ex da minha mãe e eu acho que a minha mãe sempre admirou isso nela. Terceiro comentário. Obviamente isso é estranho e bem irritante para você, mas ao mesmo tempo, sua mãe pode ser amiga de quem ela quiser e seu ex também pode manter amizade com a sua mãe. Então eu fico pensando até que ponto existe realmente um problema e até que ponto isso também é uma reação sua a toda essa situação.

Eu, sinceramente, não sei como eu me sentiria se eu estivesse no seu lugar. Mas, pelo que você contou, o término parece ter sido relativamente tranquilo para os dois. Então, eu fico pensando, por que não simplesmente seguir a sua vida e deixar tudo isso para trás? Porque parece que você ainda está muito presa nessa dinâmica de quem convive com quem. Para mim, parece que nem você e nem a sua mãe realmente estão conseguindo ouvir o lado da outra.

Opi, obrigada pelo seu comentário. Acho que eu não expliquei muito bem no post, mas o término não foi exatamente tranquilo para os dois lados. Ele sabia que o término estava chegando, mas fez tudo para evitar o fim. Inclusive, teve alguns comportamentos bem manipuladores para me tentar fazer ficar com ele.

E quando eu mantive a minha decisão, ele começou a me mandar mensagens bem pesadas. Mesmo assim, eu tentei lidar com isso da melhor forma possível. E eu deixei claro que a gente não ia voltar. Como eu falei no post, o que mais me afeta nisso tudo é a diferença da forma como a minha mãe me trata.

E tem outra coisa que eu nem consegui colocar no post. Eu acabei me casando com o amor da minha vida. Só que a minha mãe nunca recebeu isso muito bem e sempre foi bem negativa em relação ao meu casamento. Eu sinto que isso pode ter relação com a proximidade dela com o meu ex, mas eu também não tenho como saber. Mas enfim, obrigada pela sua opinião, porque eu também fico me perguntando até que ponto isso é só frustração minha. E até que ponto realmente existe um problema aí?

Quarto comentário. Pergunta. O fato dele continuar convivendo com ela acaba afastando você da sua mãe ou da sua família porque você não quer ficar perto dele? Fora essa situação, sua relação com a sua mãe é boa? Ela demonstra carinho, fala com você, se faz presente, esse tipo de coisa? Opi.

Hoje em dia, a presença dele não chega a me impedir de passar tempo com a minha mãe, a não ser que ele esteja lá visitando. Mas quando ele ainda morava com ela, minha mãe ignorava as minhas ligações ou ficava super seca comigo quando ele estava por perto. Nossa relação ficou muito apalada depois do término.

Eu até mencionei em outro comentário que eu me casei, mas eu nunca senti que minha mãe aceitou bem o meu marido. No começo, ela era bem negativa em relação a ele. Isso foi justamente na época em que o meu ex ainda estava morando com ela. E por quase um ano depois do término, ela também mudou muito comigo.

parecia que ela estava me transformando na grande vilã da história. Dizendo que eu tinha pego ela de surpresa com o término e com a decisão de voltar para a nossa cidade natal. Sendo que eu conversei muito com ela sobre as duas coisas antes de tomar decisão. Ela me chamava de egoísta.

Tentava me fazer sentir culpada por tomar as minhas próprias decisões, o que pra mim sempre foi muito difícil, porque eu sempre passei a vida inteira tentando agradar todo mundo. Ela ainda falava coisas do tipo, você sempre fez o que você quis sem pensar nos outros. Eu sei que a minha decisão de ir embora e voltar pra nossa cidade natal deixou ela mal, e talvez isso também tenha afetado a nossa relação. Mas já aconteceram várias situações em que eu me senti desconfortável,

ou até meio indesejada dentro da casa da minha própria mãe, por causa da presença dele. Aí ela comenta mais um monte de coisa, então eu juntei tudo e fiz um parágrafozão. Eu acho que tudo isso fica ainda mais estranho, porque antes do término, meu ex nunca gostou muito da minha família, e nunca se deu bem com eles.

Ele, inclusive, reclamava bastante da minha mãe. Então, ver essa aproximação agora é muito estranho para mim. Mas eu concordo totalmente que, no fim, eu não tenho como controlar com quem ela decide conviver. E se ela não respeita esse limite que eu tentei colocar, então talvez eu precise lidar com isso de outra forma, por mais triste que isso seja. Antes mesmo de eu fazer o post, eu já estava pensando na possibilidade de diminuir contato ou até cortar o contato por um tempo.

Mas depois de ler tantas respostas, eu acho que isso ficou ainda mais claro para mim. E tem outra coisa que eu nunca tinha mencionado antes, mas que talvez seja relevante. Depois que meu pai faleceu, minha mãe começou a consultar uma médium. Não no sentido de prever futuro, mas ela entrou muito nesse lado de energia, cristais, essas coisas. E essa mulher supostamente trabalha com leitura de energia e tudo mais. Eu, particularmente, não acredito muito nisso pelo pouco que eu conversei com ela.

Mas enfim, na prática, essa mulher funciona muito mais como uma terapeuta do que como uma médium. Quando a gente terminou, minha mãe conversou com essa mulher para entender porque o término tinha abalado tanto ela e porque aquilo tinha sido um choque tão grande para ela. Mesmo eu falando por quase dois anos que eu já queria terminar. Minha mãe era a pessoa com quem eu mais conversava sobre isso. E aí minha mãe comentou com essa médium que sentia como se conhecesse meu ex de outra vida ou algo assim.

E a mulher respondeu, eu nem ia te falar isso, mas já que você tocou no assunto, o nome do ex foi o seu filho em uma vida passada. E eu sinto que isso acabou fortalecendo ainda mais esse sentimento maternal dela em relação a ele. Também não ajudou o fato dele estar morando com ela logo depois do término. Chorando, mal, com o coração partido. Então ela via tudo isso acontecendo na frente dela.

E acabou criando muita empatia por ele. Enquanto isso, quando eu chorava ou falava sobre como eu estava me sentindo, tudo acontecia por telefone. Ela não estava vendo aquilo pessoalmente. Então talvez isso também tenha feito ela sentir mais empatia por ele do que por mim. E assim, eu também não sou alguém que acredita muito nessas coisas. Mas isso ajudou bastante a minha mãe depois da morte do meu pai.

Então, eu sempre fiquei meio, ah, se faz bem pra ela, tudo bem. Hoje, eu acho que ela finalmente aceitou que a gente não dava certo juntos. Graças a Deus. E eu também acho que ela entende porque eu terminei. Mas no começo, mesmo eu falando disso direto com ela, ela agiu como se tudo tivesse sido uma surpresa e como se eu nunca tivesse demonstrado que queria terminar.

Mas obrigada pela opinião de vocês, porque eu também não sei exatamente o que fazer. Muita gente falou sobre diminuir contato, mas eu também sinto que talvez o tempo ou até uma terapia em família possa ajudar um pouco a minha situação. Minha mãe era minha melhor amiga antes de tudo isso acontecer. Então dói muito pensar em me afastar dela. Gente do céu.

Eu acho que o meu único conselho pra UPI seria terapia, terapia, terapia, terapia.

E por que que triste deve ser? Gente, eu ficaria muito triste se a minha mãe, assim, priorizasse o meu ex do que a mim, sabe? Não deve ser fácil. E eu entendo que talvez seja pelo fato de que ela, com as novas crenças dela, acredita que seja um filho aí da vida passada. Mas a vida presente é hoje, né? E a sua filha é sua filha da vida de agora.

Entendeu? Então, por mais que ela acredite nisso, por mais que ela leve isso em consideração, você tem uma filha nessa vida viva que é a sua filha. Então, eu não entendo, gente, de verdade. Eu não consigo entender mãe, pai que faz isso com os próprios filhos.

Eu entendo você, sei lá, passou muitos anos com a namorada, com o namorado dos seus filhos, e aí você tem um carinho, você tem até uma relação de conversa, não tem problema, eu acho que isso é natural. Agora, você priorizar outra pessoa ao invés dos seus filhos, cara, deve ser muito difícil. Então, assim, respondendo a pergunta, sou babaca por querer que a minha mãe pare de sair com o meu ex. Não é nem um pouco babaca.

E que, sabe, coitada, tipo, ela vai, ainda conversa, sabe, se abre, comunica, e quando ela se emociona, porque deve ser uma pancada você passar por isso, a mãe dela, você precisa de ajuda profissional? Eu, com o meu geniozinho, a flor da pele, já falo, não, quem precisa de ajuda profissional é você, que tá priorizando uma pessoa que passou pela minha vida do que sua própria filha, que você deu aí a vida inteira, conviveu, era a melhor amiga.

Então, sabe, não entendo, não entendo. Outro ponto que eu pensei quando eu tava lendo os comentários, ah, a gente não consegue controlar quem convive com quem. Ok, realmente a gente não consegue controlar, mas se tratando da sua filha...

Porra, você consegue controlar um pouquinho sim, vai. Dá uma cortada aí. E não é como se ela super convivesse, sei lá, com o ex e tratasse ela bem. E priorizasse, não, ó, desse final de semana, sei lá, ela vai vir aqui e não venha. Mas não, ela meio que trocou. Gente, terapia, terapia e terapia e tem o dito, hein.

Essas foram as histórias do dia, mas eu, mergulhando aí em histórias parecidas, achei uma com o seguinte título. A minha mãe, mulher 46 anos, quer ter um relacionamento com meu ex, homem 26. Jogo essa bomba pra vocês e digo que, se vocês quiserem aí um episódio nessa pegada, tem várias histórias que eu encontrei, é só deixar nos comentários que eu trago com o maior prazer pra vocês. E aí

Então me fala aí, se vocês querem histórias parecidas com essa última que eu li, dessa que quer ter um relacionamento com o meu ex.

Dito isso, gente, feliz dia das mães. Feliz dia das mães a todas as mães que me ouvem aí. E por hoje é só. Eu espero muito que vocês tenham gostado do episódio de hoje. Eu peço, por favor, pra você seguir o podcast no Spotify. Dê as cinco estrelas, siga as redes sociais. Inscreva-se no YouTube também, dê o hype no vídeo, deixa nos comentários.

E é isso. A gente se vê no próximo episódio. Tchau, tchau. Feliz Dia das Mães.

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