O CORPO FALA E QUASE NINGUÉM ESCUTA #43
Cátia Monari recebe Fernanda Meirelles para uma conversa sobre saúde, movimento e consciência corporal. Aprender a ouvir o próprio corpo pode mudar completamente a forma como vivemos.
Comunidade Monari de Desenvolvimento: https://go.hotmart.com/V102083939O?dp=1
Fernanda Meirelles no Instagram: @fernandameirelles.oficial
[Show Notes]
00:00:00 - Intro e Apresentação PodCast
00:03:03 - Apresentação Fernanda
00:09:08 - A motivação sempre foi o movimento
00:13:43 - As minhas experiências eu trago para o meu trabalho
00:18:37 - A relação com o ambiente, organização, cultura, educação, consciência, são alguns exemplos de benefícios adquiridos pela prática esportiva
00:28:47 - O trabalho de ajudar pessoas a criarem consciência do corpo, emoções e espiritualidade
00:33:58 - Comunidade Monari de Desenvolvimento
00:35:09 - Para se conectar com a Fernanda e a Plataforma de Saúde
00:37:34 - As aulas da Fernanda
00:48:19 - Considerações Finais
[Ficha Técnica]
Apresentação: Cátia Monari
Instagram: @catiamonari
Design Gráfico: Luiza Monari
Edição e Sonorização: Jeff Guimarães
Instagram: @jeffersonguimaraes3
- Jornada Profissional de Fernanda Meirelles44 anos como educadora física · Experiência com Body Pump · Adaptação do corpo e limites · Transição para o online e tecnologia · Clínica do Movimento e aulas baseadas no evangelho
- Superação e InspiraçãoO impossível até ser feito · Inspiração para mulheres · Superação de desafios tecnológicos · Exemplo de profissionalismo e integridade
- Relação entre Atividade Física e VidaDisciplina e modus operandi · Hábito angular · Ecologia pessoal e ambiental · Corpo como templo sagrado
- Interpretação do Corpo e EmoçõesDor como mensagem · Inflexibilidade e rendição à vida · Associação entre dor física e preocupações · Sintoma como presente
- O Papel da Fé e EspiritualidadeConexão com o sagrado · Mensagens divinas · Base das aulas no evangelho
- Comunidade Monari de DesenvolvimentoAulas diárias e tipos de atividades · Conexão com Fernanda Meirelles · Objetivo de ecologia de vida
- Podcast como Ferramenta de ComunicaçãoVisão de futuro do podcast · Desafios iniciais de Cátia Monari · Superação de dificuldades com tecnologia
Olá, seja bem-vindo, bem-vinda a mais um episódio do nosso podcast. Eu sei que toda semana eu falo que é uma semana muito especial, porque realmente eu recebo muitas bênçãos, no sentido de receber muitas visitas ilustres e maravilhosas. Mas como não dizer que hoje é um dia tão importante e especial para mim? Porque eu estou recebendo uma pessoa que vai muito além de uma referência profissional. Ela é uma mestra, ela é minha mestra.
Ela é amiga, ela é parceira, ela praticamente está comigo todos os dias. É difícil até encontrar palavras para dizer, porque hoje eu tenho a Fernanda como uma pessoa que é parte da minha história, parte da minha vida, parte da minha família. Eu vejo a história da Fernanda como uma extensão da minha história e é muito bom ter ela aqui comigo. É um momento muito gostoso.
É o momento de, de repente, nós resgatarmos tantas histórias que nós já temos em conjunto e outras que construíram essa Fernanda maravilhosa para chegar até essa parceria, a essa oportunidade de nós nos conectarmos. E é uma participante ilustre em todos os nossos atendimentos. Todos os atendimentos com representantes, ela é 100% presente. Acrescenta de uma forma...
Sabe, indescritível a dinâmica. Enfim, Fernanda Meirelles, seja muito bem-vinda. Que honra receber você aqui. Que felicidade receber você aqui hoje, né? Como Deus nos abençoa com pessoas tão especiais. Você é uma das pessoas que realmente cruzaram a minha vida para ficar e para fazer toda a diferença. Quantas vezes ao dia eu não lembro de você, eu não penso em você, quando nós não estamos juntas. Porque parte do dia nós não estamos juntas. Bem-vinda, Fê.
Muito obrigada, Kátia. Para mim, é uma honra estar aqui com você e um prazer imenso, porque a nossa conversa, ela sempre é de um conteúdo tão mais profundo e isso faz muito bem para a minha alma, para o meu ser. Então, assim, eu estou aqui hoje com o coração...
Feliz, aberto mesmo, para compartilhar tudo o que tiver que ser, para contribuir para o maior número de pessoas. Então, eu te agradeço, para mim, eu estou até emocionada, porque você sabe, né? A gente conversa todos os dias, a gente sabe o que se passa entre as nossas vidas.
E isso é muito bom e a gente tem que propagar tudo isso, né? E eu construí uma vida muito, assim, maravilhosa junto de você. Fer, conta um pouquinho quem é a Fernanda para quem não te conhece, para quem está te ouvindo pela primeira vez, te assistindo pela primeira vez, né? Quem é a Fernanda? Bom...
A Fernanda é esposa, mãe, avó, né? Porque isso faz parte da minha essência toda. Porque quando eu falo o que eu sou, é a minha família. Então, a família, para mim, é um...
é um pilar muito concreto. E eu estou uma educadora física há mais de 44 anos, então quer dizer, tem chão, tem muita gente que nem tem essa idade, e eu atuo na área há mais de 44 anos.
que sempre gostou de atuar com o movimento, com o corpo. Então, o corpo sempre foi algo que sempre me fascinou muito, desde criança. Então, eu sou educadora física e trabalho com isso e nunca parei. Então, continuo sempre buscando um pouco além do que é o movimento e o corpo. Propagando o bem-estar, propagando inspiração, propagando saúde e vida para muitas pessoas.
Você sabe que ontem à noite, eu já estava conversando com a Luísa, e aí ela começou a me perguntar sobre o recorde que foi batido na maratona do final de semana de Londres, e falou, mãe, você já parou para pensar que o ser humano, ele sempre acha que é impossível, até que alguém faça, e depois a mente humana concebe que isso foi feito, e a partir daí outras pessoas vêm...
e conseguem recordes semelhantes, resultados semelhantes. E a gente começou a olhar um pouco para os históricos desse ano, né? A própria Maratona de Boston, no ano passado, o número de mulheres que tinham conseguido chegar num tempo menor do que três horas, que é o que a gente chama de sub-3, e esse ano, uma coisa absurda, multiplicou, assim, de forma... Eu não vou dar um número aqui, mas a gente estava fazendo conta, assim...
Era um meio que muitas e muitas vezes. E aí nós começamos a falar exatamente sobre isso, né? Quando uma mente percebe que alguém conquistou, ela entende que ela também pode. E aí quando nós estávamos conversando sobre isso, eu falei, Luísa, eu já sei a camiseta que eu tenho que colocar amanhã para gravar o encontro com a Fernanda. Que é exatamente essa mensagem. Sempre parece impossível até que seja feito. Por quê, né? Porque eu enxergo muito em você, Fernanda,
a inspiração para que nós alcancemos aquilo que nunca foi feito. Porque você vai além da prática da atividade física. Você mostra o quanto a união da prática da atividade física com o bem-estar mental e com a prática da fé, esse conjunto desses três pilares nos permite, primeiro, uma expansão de consciência.
Segundo, entender as inúmeras mensagens que Deus tem diariamente para nós e que às vezes a gente não consegue captar. E terceiro, vivermos um movimento de alta performance e superação não pelo orgulho de dizer, ai, consegui mais, mas pelo prazer de se testar e se perceber podendo ir além.
E entendendo que quando eu posso ir além com o corpo, eu posso ir além na vida. E isso realmente muda todo o cenário. Por quê? Porque nós entregamos qualidade de vida para os nossos filhos, para a nossa família, nós nos tornamos um exemplo a ser seguido, não mais uma vez com orgulho para isso, mas como uma forma de estimular os nossos filhos, as pessoas que convivem com a gente, a também irem além.
E aí eu falei para ela, Lu, não tem outra camiseta, não tem como fazer diferente, porque para mim a Fernanda é esse referencial. Então, eu gostaria que você contasse para a gente como é que você chegou, porque eu sei de toda a sua história como educadora física, eu sei que você passou ali pelo body pump, e até hoje você ainda tem uma atuação forte nessa área, mas, de repente, nós nos conectamos.
Nós começamos uma atividade dentro da comunidade onde você assumiu uma aula semanal. E eu comecei a observar, e eu comecei a ver que para a Fernanda o céu não era o limite. E, de repente, ela veio para começar a gerar um movimento nas alunas da comunidade, de uma forma ali muito tranquila. Não, vamos fazer alguns movimentos. E se a gente pegar lá as primeiras aulas, eram alguns movimentos.
que foram recebendo incrementos, ferramentas de consciência sobre a importância de nós entendermos o que o corpo fala para cada um de nós, como ele fala através de cada região, que ele sinaliza ali como a sensação. E aí eu olho num outro período e, de repente, tudo isso se conecta a uma leitura bíblica, a uma mensagem religiosa.
E a gente chega num contexto de corpo, mente e espírito extremamente avançado. Então, eu gostaria que você contasse um pouquinho como foi essa jornada. Foi uma jornada que você foi tendo consciência ou quando você para e fala, cara, coisa aconteceu. Quando eu vi, eu estava ali.
Conta um pouquinho pra gente em que momentos da sua vida, né? Primeiro me conta, começou com a educadora física quando você era muito jovem, porque se você tem 44 anos de profissão, você era muito jovem, né? E aí como foi?
Minha vida começou tudo muito cedo, né? Eu sempre... Foi a dança, a dança foi a válvula propulsora de tudo, né? Então, eu comecei com a dança, em dois anos de idade eu já fazia, e aí comecei a dar aula de balé, e aí nisso eu procurei me especializar. Então, eu fui fazer educação física. Então, começou ali porque a minha...
eu falo assim, a minha vontade do movimento. O movimento sempre foi algo que me motivou buscar mais na minha vida. Então, tudo isso que eu falo assim, 44 anos de formação, tem muita bagagem. Então, eu falo que a minha vida é uma travessia corporal.
Olha que legal. É, porque eu, a partir do corpo, eu fui buscando meios, outras formas de agregar. Então, assim, eu vivi uma peregrinação de movimento.
Então, a cada fase da minha vida, eu fui buscando um pouquinho a mais. Então, hoje, com 44 anos de formada, a gente pode, então, fazer um combo bem bom de tudo isso.
E eu nunca quis parar. Então, eu falo assim, que hoje, o que me motiva, hoje, eu com 63 anos, continuo e quero ser uma inspiração para muitas mulheres também que acham que é tarde para recomeçar ou para continuar, porque a gente, às vezes, vê a vida simplesmente parar nessa fase da tese.
E eu quero ser essa inspiração para muitas mulheres. Então, quer dizer, é algo que eu trabalho em cima disso. E aí, com esse tempo todo, eu fui vendo que o corpo não é só isso, não é só o físico. Então, tudo na minha vida trabalha assim, um tripé. Corpo, mente, espírito.
Então, o corpo físico, o corpo emocional, o corpo espiritual, o pensar, o sentir, o agir. Então, tudo tem que existir uma coerência, porque quando a gente fala de corpo, a gente não fala do corpo em si só, e esse corpo físico que a gente está vendo.
Eu vejo esse trabalho como algo que... Cada dia, Kátia, vai crescendo mais. Vai crescendo. Então, eu vou me envolvendo nesse tripé. E esse tripé vai crescendo. Então, vira uma teia. Eu falo assim, que é incrível. Quantas coisas a gente tem para explorar em cima de um corpo, em cima de um movimento.
porque a gente busca saúde, a gente busca bem-estar, a gente busca viver. Então, isso tudo eu fui agregando ao meu trabalho. Então, eu sempre dei, por exemplo, essa aula que você comentou até o body pump, eu falei assim, eu dou esta aula há 26 anos. Eu imagino, sabe por quê? Porque eu fazia body pump antes das meninas nascerem.
Isso significa que o body pump existe há mais de 28 anos, minha filha sozinha, 29 anos. Então, eu acho que há 31 anos atrás, eu fazia body pump. Eu amava fazer body pump. Tinha toda uma sequência de músicas, de tempos em tempos mudam as músicas. E para cada parte do corpo, você trabalha uma música diferente e tudo mais. E aí, depois que elas nasceram, eu ainda fiquei em um período fazendo. Então, quando você falou sobre o seu tempo de atuação, eu falei, bom, nesse tempo de atuação,
há bastante tempo, com certeza ela tem esse olhar para o body pump, e também o body pump tem uma série de exigências, não é qualquer professor que pode dar aula, só os professores treinados, credenciados, eu não sei bem a parte mais técnica, a burocracia que existe por sério, mas eu sei que...
os professores precisam ser qualificados para isso. Quer dizer, lá atrás você tinha essa permissão, essa certificação para poder já atuar.
E continua sendo assim. Mas é algo que tudo que eu falo, tudo que eu trago, eu experimentei. Então, não existe coisas que eu procurei num livro ou na literatura em si. Eu experimentei. Então, as minhas experiências eu trago para o meu trabalho.
Então, eu vivi e continuo vivendo o body pump e outras coisas. Então, sempre fui personal training e dava aula de várias modalidades, step, né? Que a gente chamava step, jump, tudo isso. Mas é uma coisa muito interessante, Kátia, que eu trago, que é assim.
Eu falava assim, até quando o meu corpo vai aguentar dando essas aulas de bodyguard? Porque são aulas que elas se adaptam muito ao corpo da pessoa e às próprias necessidades e aos próprios limites. E eu falava assim, Deus, até quando eu vou continuar? E o interessante de tudo isso é que, como eu dava muitas...
Eu fui vendo que aos poucos, isso que é escutar o corpo. Quando a gente cria essa consciência de corpo, de saúde, a gente vai adaptando.
A nossa vida. Então, eu nunca me senti e falei assim, ah, não, eu não, eu sou além, eu vou conseguir além, ou não, não tenho mais idade para isso. Então, o meu corpo, eu acho que é isso que eu gosto de passar, essa consciência corporal, e ajudar as pessoas a ouvirem o corpo, que me ajudou sempre. Eu fui, aos poucos,
diminuindo um pouco de volume de aulas, porque meu corpo foi adaptando, e é uma aula muito adaptável, então eu fui vendo que eu continuava. Então acho que por isso que hoje, há 26 anos, eu dou essa aula, porque o meu corpo também foi se adaptando. E tudo bem!
a gente vai, para um pouquinho, diminui um pouquinho, mas a memória que o meu corpo tem, porque o corpo, ele tem memória. Tudo que a gente faz a vida inteira, ele vai armazenando, como as nossas memórias aqui, né? Eu falo que nós não viemos de uma folha em branco, né, Kátia? Nós viemos nas memórias da nossa...
da nossa família, do nosso sistema familiar. Então, de tudo que a gente vive, a gente carrega essas memórias. E o nosso corpo é a mesma coisa. Então, hoje eu me vejo uma pessoa muito saudável, porque eu vivo em coerência com o que eu pratico, com o que eu levo.
E eu acho que a vida tem que ter essa coerência, porque não adianta a gente falar assim, eu quero saúde, mas eu como super mal, eu quero saúde, mas eu jogo o papel na rua. Então, eu acho que tem que ter uma ecologia, uma ecologia de tudo, da nossa vida.
E a minha vida profissional, ela foi se adaptando a tudo isso. Então, hoje, eu vejo que eu fui colocando tudo isso que eu vivi, né? E continuo, eu falo assim que...
Eu quero isso para a minha vida, porque isso me faz muito bem. Então, eu fui agregando isso e isso se manifesta no meu trabalho, sem deixar de lado a minha vida espiritual. Então, é corpo, mente e espírito. Então, eu trabalho em cima disso.
E é assim que eu vim conhecer você, né? Eu vou falar com há seis anos que a gente está junto, tudo ali. E isso só foi também agregando essa visão sistêmica, que é uma visão, eu falo assim, que é a visão mais amorosa que pode existir.
É um respeito tão grande. E isso é a coerência do meu trabalho. Então, eu preciso integrar isso no meu trabalho, porque isso tem uma coerência. Então, a gente não vem do nada, né? Nós viemos de uma história. Então, essa é a minha visão de viver com saúde e trazendo bem-estar.
E eu acho que o bacana é quando nós crescemos numa família onde existe o hábito da atividade física, respeitando o corpo, olhando para essa ecologia, vai muito além da prática da atividade física pelo emagrecimento ou pela manutenção de uma forma de aparência, passa por um conceito de vida.
e por um modus operandi de atuar na vida, sabe? Então, às vezes, eu vejo que a mesma disciplina que a gente acaba aprendendo, né? Desde o body pump, que é um exercício que disciplina muito, porque você tem ali que seguir ao pé da letra o ritmo, o movimento, e de tempos em tempos ele vai alternando, você vai exigindo que partes diferenciadas do seu corpo entrem em ação, então quer dizer, tem todo um planejamento.
tem toda uma rotina de atividade, né? Então, eu vejo que quando a gente pratica uma atividade física com consciência e que tem por objetivo melhoria de qualidade de vida, bem-estar, automaticamente esse modus operandi, ele se estende para todas as áreas da nossa vida. Eu vejo isso porque, por exemplo, eu cresci numa casa, eu sempre conto para vocês isso, que a minha primeira memória de estar fora de casa...
é estar dentro de uma sala, de um clube, fazendo aula de ginástica com a minha mãe. Eu tinha por volta de dois anos e meio, três anos, e eu me lembro da única criança. Era tipo uns tapetes, não era nem colchonete, era tipo umas esteiras, sabe? De praia, que a gente colocava no chão. Depois surgiu um colchonete, aquele colchonete grosso, não era nem tapetinho de yoga, nada disso. Mas eu me lembro, nessa esteira, nesse lugar gigante, tentando replicar os movimentos.
E isso estendeu muito para as minhas atitudes dentro de casa. Eu sempre fui uma pessoa que não deixei as coisas pelo meio do caminho. O que eu tiro, eu guardo. Se eu uso alguma coisa, eu não lavo na pia, eu lavo e guardo. Então, mesmo que a atividade física te proporciona, você acaba espelhando na sua vida. Aquela história de largar o carro de mercado no meio do estacionamento, isso para mim sempre foi inconcebível.
levantar de uma cama e não organizar a sua cama, porque parece que a organização que a prática esportiva gera dentro de você, essa ecologia que ela gera dentro de você, ela também se propaga pelo ambiente onde você está e pela forma como você se relaciona com esse ambiente. Então, para mim, é uma extensão, o situado é uma extensão.
E como você mesmo disse, nós não saímos do nada, aquilo que os nossos pais nos ensinam, os nossos avós nos ensinam, para pertencer nós passamos a repetir até que nós entendemos o valor do hábito e o quanto essas sementes plantadas trazem um resultado ímpar para a nossa vida. E graças a Deus, Deus me abençoou com uma família que me ensinou muito isso, até hoje todos são atletas. Então, assim, é muito bom ver...
o conceito da prática esportiva indo muito além do momento em que você está praticando. Ele realmente é um hábito angular, ou seja, o que eu pratico ali, ele se multiplica na minha vida o dia todo em diversas áreas da minha vida, né, Fernanda? É um hábito angular que acrescenta a nível de benefícios de todas as formas, né?
E isso que eu acho que é muito importante, porque quando a gente enxerga o movimento como um hábito angular, tudo na vida se movimenta. Então, uma coisa puxa a outra que puxa a outra. E esse tripé, ele vai só crescendo.
Então, eu fico tão fascinada com esse movimento da vida, Kátia, que é algo assim, a gente vê sentido. A gente vê sentido em tudo. Então, eu vejo que, por isso que eu falo assim, eu não quero parar nunca.
parar de levar, de levar esse conhecimento, de levar o meu conhecimento, o que eu vou aprendendo a cada dia, o que eu vivencio a cada dia, porque eu acho, eu acredito muito nisso. Então, por isso que eu falo, o que eu trago é o que eu vivo, o que eu vivencio. Então, aquilo que eu experimento e que eu vejo que...
que surte um efeito na minha vida, a gente quer compartilhar. E esse é um servir. Então, quando você foi falar da clínica, quando eu comecei a dar aula na clínica do movimento, eu falei assim, gente, eu preciso ensinar as pessoas a fazerem o movimento.
Por isso que se chama clínica. Eu falo assim, eu quero ensinar a fazer o movimento. Por quê? Aonde ela for fazer, se ela quer fazer uma musculação, se ela for correr, se ela for limpar a casa, vai lesionar. Então, assim, a consciência corporal é muito importante. Então, o meu trabalho como educadora física é isso, levar essa consciência...
do corpo, né? E usar isso de uma forma que vai conseguir cada vez ter mais saúde. A estética é uma consequência, né, Katia? É uma consequência do que a gente quer. Então, quando a gente organiza, é a mesma coisa, a gente organiza a nossa casa, se a gente organiza dia a dia, a casa está sempre organizada.
Se a gente não organiza, ela vai sujar. Então, ela vai acumular. E a mesma coisa no nosso corpo. Então, é porque a nossa casa é o nosso corpo. É o nosso templo sagrado. E o que a gente está fazendo com essa casa, né? O que a gente faz com essa casa? Você sabe que eu ouço sempre as pessoas falarem assim. Ah, mas para você, atividade física não é desconfortável.
Mas no fundo, no fundo, sabe, quando você fala sobre consciência, a pergunta é, mas como você está se relacionando com a atividade física? Porque muitas vezes ela se torna desconfortável, porque você conta uma história sobre ela que acaba associando a um desconforto. A partir do momento em que você associa a uma oportunidade,
você muda completamente a sua relação com ela. Eu estava conversando hoje de manhã, eu fui para a academia bem cedinho, e aí eu estava conversando com uma pessoa que nunca vai às seis da manhã, né? E aí ela falou assim, nossa, eu nunca achei que eu ia falar, eu já corri, já vim fazer o segundo tempo aqui na academia, né? Ela, sabe por que eu achava que eu nunca vinha cedo? Primeiro, porque o negócio acorda cedo. E segundo, porque eu achei que as pessoas de manhã seriam muito mal-humoradas aqui na academia. Achei que estava todo mundo muito de cara virada.
E está todo mundo conversando e dando risada, né? Eu nunca imaginei que as pessoas acordassem cedo e ficassem nesse bom humor todo para praticar atividade física. Falei, pois é, minha cara. Como você enxerga a oportunidade de vir para cá e praticar essa atividade física? Então, quando eu levanto e eu penso, senhor, muito obrigada. Meu corpo está saudável.
Eu hoje tenho a oportunidade de praticar uma atividade física. Eu tenho a oportunidade de ouvir o que o meu corpo tem a me dizer. Eu tenho a oportunidade de me relacionar com ele. Eu tenho a oportunidade, nesse período, me conectar mais com o sagrado, fazer uma oração, ouvir mais o meu interior, porque é um momento de silêncio, é um momento meu comigo mesmo. Então, como você interpreta esse momento do dia? Ah, não, se eu faço duas vezes por semana, porque, nossa, Deus que me livre, já está bom.
Então, veja, quando a atividade física se torna um fardo, ela, na verdade, tem uma conotação distorcida sobre o efeito que ela tem para te entregar. Então, a partir do momento em que você já vai se relacionar, olhando para aquilo como uma toxicidade e não como uma oportunidade, tudo vira do avesso. Agora, a partir do momento em que você olha e diz que experiência bacana, deixa eu sentir o meu corpo diferente.
Deixa eu prestar atenção na postura. Será que realmente essa é a postura que vai me levar ao melhor resultado? O que eu posso ajustar ainda? Como eu posso me relacionar com mais profundidade? Será que hoje eu me desafio? Eu aumento esse peso? Ou aumento essa velocidade? Ou não? E existem até momentos bastante desafiadores que você fala assim, meu, esse realmente está me levando ao meu limite. Hoje de manhã eu pensava, bom, se a mente humana já viu Então, vamos lá.
sabe que pode fazer, eu vou aqui ainda porque ela me ameaça, sabe o que eu posso fazer. Então depende do nível de relacionamento, a forma como você quer se relacionar, e daí vai gerar a emoção, o sentimento, o conteúdo interno, que será o efeito daquilo que você está dizendo que você vai viver. Como você interpreta isso muda, né, Fer? E eu sinto que muitas vezes as pessoas distorcem.
o papel da atividade física no nosso cotidiano. É como se fosse uma tortura. Ah, não, eu levanto mais cedo porque eu preciso. Não é porque eu preciso, é porque, na verdade, eu tenho uma oportunidade. Eu sou uma pessoa abençoada, que tem essa oportunidade, né? Eu acho que tudo é uma escolha, viu, Kátia? A gente, se você escolhe ter uma vida saudável, e a gente tem que escolher enquanto a gente tem saúde.
Porque se passa muito e você perde a saúde, aí você é obrigado. Aí a sua ação, ela vai com uma obrigação, porque é preciso dessa consequência de cuidar. Então, quando eu falo que o corpo tem memória, é isso. Uma vida que foi construída em cima dessa consciência.
de ter saúde, de cuidar, de cuidar do corpo, de cuidar das emoções, cuidar do alimento que você ingere, sabe? Então, você vai ter lá na frente uma vida muito mais saudável. A gente não sabe, eu falei que a única coisa que a gente sabe é que um dia todos nós vamos, né? Nós não sabemos quando, então vamos nos preparar, né? Porque eu acho que isso é muito importante.
E além de cuidar, prestar atenção na atividade física, o emocional, ele é muito importante. E a própria consciência corporal faz com que a gente enxergue, que a gente dê mais atenção nas nossas emoções. Porque às vezes...
A maioria das vezes, o nosso corpo, ele carrega a mensagem. Então, a dor, a dor, ela vem carregando uma mensagem. Então, quando a gente cria essa consciência corporal, essas emoções, elas não ficam no ar. Então, elas vão se inscrevendo no corpo. Então, aí, quando eu tenho essa consciência corporal, eu começo a olhar de outra forma. Então, aí eu vou olhar.
Na hora que me deu uma dor no estômago, o que eu estava pensando nesse momento que me deu uma dor no estômago? Então, aí eu vou começar a associar. Nossa, eu estava muito preocupada. Olha, essa dor no joelho. Qual é a minha inflexibilidade em me render para a vida? Então, eu vou começando a olhar o meu ser.
Além. Então eu vou vendo aquilo que está em desordem no meu corpo. Então eu acho que quando a gente fala em saúde, a gente tem que pensar nessa forma. Vendo além do que está mostrando, o que está por detrás. E hoje o meu trabalho é totalmente direcionado a isso.
Eu falo que a gente olha as doordor, eu falo muito na clínica, eu falo assim, que a dor é um presente. O sintoma é um presente pra gente olhar. Porque às vezes a gente, o negócio continua, continua, continua, a gente não busca fazer diferente. E ali vai persistir, vai continuar até chegar ao ponto de que não... Então, assim, essa prevenção, ela é muito importante.
E é a maneira que eu trabalho no meu dia a dia. Ajudar as pessoas a criarem essa consciência. Porque quando você tem consciência no corpo, nas suas emoções, na sua espiritualidade também, porque a gente não pode... Eu falo assim que o meu tripé, a primeira coisa é Deus. Se eu não estou conectada...
Então, cada um chama do que for. Mas se eu não estou conectada, eu não consigo fazer nada. Depois, a minha família. Eu preciso ter essa saúde emocional, sabe? Da convivência. E isso tudo vai refletir no meu trabalho. Então, se não está indo alguma coisa bem, então eu vou começar a olhar. Como é que está aí?
entendeu? Então, é esse, é isso que eu vim trazendo há mais de 44 anos de trabalho, é isso, essa construção pra que cada um, cada mulher, no caso eu trabalho com mulheres, né?
Cada mulher encontre isso em si. E que, às vezes, a própria maturidade faz a mulher se anular, se achar que não tem, não, não, já não, não, eu tenho que só viver com o marido e ali, e se esquece. Então, quanto mais saúde a gente tem, física, emocional e espiritual, vai refletir em todo o nosso redor.
Com certeza. Aproveitando, Fer, que você está falando sobre profissão e falando sobre a clínica, para nós esclarecermos aqui, porque muitas pessoas novas chegam, ouvem o nosso podcast. Então, quando nós falamos de clínica do movimento, nós falamos de uma aula que acontece às terças-feiras na nossa comunidade de desenvolvimento, que é uma comunidade que agrega alunos que fazem parte de aulas diárias. Então, a cada dia da semana, nós temos um tipo de aula diferente. As segundas, consciências sistêmicas, às terças.
a clínica do movimento, as quartas, o movimento mais focado na religiosidade, na quinta, uma consciência sobre traumas gestacionais e na sexta, a coesia sistêmica, que é a nossa parte criativa, a nossa parte mais lúdica, né? Então eu deixo aqui também um convite para as pessoas que quiserem se conectar a você e a todas essas práticas.
Eu vou deixar aqui, já no nosso vídeo, um QR Code para que as pessoas possam acessar, obterem mais informações e até mesmo se tornarem alunos da nossa comunidade, que será uma forma deles explorarem e viverem tudo isso que nós estamos falando aqui. Encontrarem um caminho para que consigam realmente encontrar essa ecologia de vida através das nossas aulas diárias. E eu gostaria de ver também...
que você contasse para a gente como as pessoas podem se conectar. Eu vou deixar, tanto aqui também na nossa tela, como na descrição, um contato seu. Se você depois, então, puder me passar um WhatsApp, um Instagram, para que as pessoas possam se conectar, começar a seguir os seus movimentos. Os seus vídeos estão brilhantes, fantásticos. Nossa, a qualidade dos vídeos e a mensagem, o conteúdo desses vídeos são fenomenais. Isso é um pouquinho da suaารia. Isso é um pouquinho da sua
acho, não tenho certeza, que é uma super oportunidade para as pessoas repensarem sobre as suas vidas, o que já incluíram dessas consciências no cotidiano ou não, e também se tornarem alunas particulares sua, porque você faz um trabalho brilhante individualmente, então é bastante significativo elas terem esses contatos, então vou pedir para você deixar, você tem de cabeça seu Instagram para a gente passar, senão a gente coloca na tela.
É, eu tenho, no meu Instagram, eu acho assim, vai conseguir...
vai conseguir captar a minha personalidade. Que eu falo assim, que ali está a essência do meu trabalho, né, Cátia? É onde a gente acredita, a gente coloca aquilo que a gente acredita, né? Do nosso trabalho, da nossa vida. Então, ali está estampado, Fernanda Meirelles, com dois L's, ponto oficial. Então, as pessoas podem ver o que se passa, né, da...
do meu trabalho estar ali, e eu tenho uma plataforma de saúde e bem-estar, onde eu alojo as minhas aulas de body pump e outras aulas, então é ali que, e do personal também lá, então a pandemia me levou para esse lado da tecnologia.
que eu falo assim que muitas mulheres, ainda mais mulheres da minha faixa etária que não quiseram achar que é difícil, então assim olha, se eu dei conta, todas não então é assim é
Pode falar. Não, termina, depois eu faço o meu comentário, Fê. Então, foi aonde eu busquei trazer o meu trabalho e é onde que eu tenho toda a segurança, Kátia. Então, por isso que eu falo, às vezes, as pessoas, as mulheres mais velhas, porque essa geração faz tudo pela...
Mas as mulheres mais velhas, as mulheres maduras, vamos falar assim, elas acabam achando difícil. Ah, não, na academia a gente... Lógico que a gente tem o contato, isso é maravilhoso. Mas o quanto a gente consegue atingir o maior número de pessoas através da tecnologia, e isso eu aprendi, Kátia, aqui.
Porque foi a pandemia que eu conheci você. E foi a clínica do movimento. E foi um maior desafio para mim quando eu comecei. Eu falei, meu Deus do céu. Gente, eu achava que eu não ia dar conta.
E eu aprendi tudo. E a clínica foi algo, para mim, tão maravilhoso, porque eu fui construindo essa minha bagagem também na clínica. Então, a clínica foi sendo a divulgadora do meu trabalho.
Então, é um desenvolvimento também, né? Exato. Então, assim, para mim, eu tenho muito carinho com a clínica. É algo que eu trabalho com tanto prazer, Kátia. A hora que eu vou, só para botar uma ideia para as pessoas.
Eu vivo a palavra de Deus todos os dias, então quer dizer, eu vivo isso. Eu procuro, eu estudo e quero cada vez me aprofundar mais. Então as minhas aulas na clínica, elas são baseadas no evangelho.
Então, é algo, assim, incrível. Você fala assim, como que você pode falar de corpo e movimento baseado no evangelho? Então, é tão maravilhoso, porque aí entra a metafísica, entra a visão sistêmica. Então, é algo, assim, é extraordinário. Então, assim, eu fico muito feliz e foi um lugar que eu consegui...
me desenvolver como as minhas habilidades tecnológicas, né? E também no meu trabalho. Então, assim, eu tenho muito carinho a isso e a todas que fazem parte da comunidade, que me traz essa satisfação e me faz crescer a cada dia. É uma aula única que não se encontra no mercado. É uma experiência que as pessoas só podem viver realmente.
se conectando à clínica. É algo realmente que não é mais um no mercado, mas é o único no mercado. Mas o que eu ia dizer naquela hora é exatamente que a maior prova que um profissional é excelência naquilo que ele faz, quando antes de inspirar ou até mesmo oferecer uma prestação de serviço, afinal de contas todo profissional tem uma oferta, ele aplica na vida dele.
com coragem, e ele traz o resultado que ele alcançou. E, mais do que qualquer palavra, qualquer hora, Fernanda, pega a nossa primeira live gravada e faz um antes e depois no seu Instagram.
mostrando todos nós. Não estou falando Fernanda, não. Porque é um processo evolutivo que todos nós vivemos. Eu me lembro que a primeira vez que eu fui fazer o Stories, eu não sabia como era. Eu cheguei para minha filha e falei assim, como é que eu faço o Stories? Pelo amor de Deus. E eu lembro que os meus primeiros vídeos, o pessoal da equipe me mandava, Kátia, assiste esse vídeo, presta atenção, segura o celular aqui.
Coloca num tripé assim, porque eu não tinha noção. Mas estou te usando como referência, porque só quem assistiu, o quão desafiador era para a Fernanda ir para a frente de uma câmera se comunicar com clareza e com consistência. Fechar frases e ideias.
Porque muitas vezes era muito interessante, a Fernanda tinha uma questão que era, ela pensava, ela falava, mas ela não fechava a frase. E eu falava, Fernanda, fecha a frase porque você pensou a frase completa, mas quem está te ouvindo não ouviu a frase completa. E eu via a Fernanda suando. Quantas vezes a Fernanda não entrou em contato com a filha, eu não estou conseguindo entrar na plataforma. Ou me passava mensagem, Cátia, não sei onde eu clico. E eu falava, meu...
Que desafio. E aí eu via a cada dia a Fernanda aplicando aquilo que ela ensina na Clínica do Movimento. E eu me lembro o dia que ela foi convidada para fazer a Clínica do Movimento. E ela falou assim, mas eu vou dar conta? Eu tinha certeza que a Fernanda dá conta. E hoje esse gigante profissional, que já era um gigante profissional, mas não sabia como colocar, se posicionar diante de uma câmera e de um microfone.
porque não é nem da sua época, nem da minha. Hoje, os jovens fazem isso com muita tranquilidade. Na nossa época, quem é para frente de uma câmera? Quem era artista da Rede Globo, quem era artista internacional. Câmera era uma coisa de tremer. Era difícil, por exemplo, na época que minha mãe casou, não tinha nem câmera, nem filmagem de casamento, ela só tem foto. Eu lembro que a gente tinha só uma fortuna para pagar a filmagem do meu casamento, porque era uma coisa que tinha um cara na cidade.
da gente interior que fazia isso. Nossa, mas precisa ter um vídeo, né? Então, o vídeo pra gente era uma coisa do outro mundo. E, de repente, isso começa a entrar nas nossas casas e começa a se tornar um instrumento de trabalho. Cara, o que eu tô entregando aqui? Eu ficava pensando, nossa, o que minhas filhas vão pensar? Porque uma velha arcaica tá ali na frente da câmera fazendo o quê? Sabe? Tipo assim.
Quantas vezes, né? Eu lembrei para uma vez que uma delas pessoas falou assim, mãe, reduz a sombra, pelo amor de Deus, que a sua sombra está quase até a sobrancelha. E era isso, era o que a gente sabia fazer na época. Mas eu falo que o profissional de excelência, ele realmente confirma a excelência dele antes de levar para o outro, provando, se provocando e se desafiando.
E conseguindo se superar, demonstrando integridade e resultado. E, Fernanda, você é o maior exemplo que a gente tem disso. Olha, me arrepia inteira. Porque passou um filme pela minha cabeça. Eu me lembro da primeira vez que eu falei, vai dar certo essa live. Vai dar certo essa live. A Fernanda vai entrar e vai dar certo essa live. Porque eu lembro que você estava super tensa. E tinha toda uma preocupação com essa postura, com essa comunicação.
porque na época nós éramos, assim, extremamente inexperientes nessa área. Nós tínhamos conteúdo, mas nós não sabíamos como explorar esse conteúdo através de uma live, através de um vídeo, né? E eu me lembro quando você chegou para mim e falou assim, Kátia, podcast é o futuro. Eu não tinha podcast ainda na época. E você me disse, Kátia, podcast é o futuro. E na mesma semana, minha filha chegou e falou assim, mãe, podcast é o futuro?
O que você está esperando para ter um podcast? E eu falei, eu já ouvi para a Fernanda.
E foi aí que realmente eu comecei a me movimentar e buscar como isso podia se realizar. Então, Fernanda, você é uma pessoa, um referencial de superação, de profissional, de integridade e de visão. Você inspira pessoas. Você, através da sua palavra, você realmente traz um conteúdo de mensagens implícitas que quem ouve...
consegue compreender o que Deus está tentando dizer. Então, eu só tenho a agradecer a Deus, primeiro, pela oportunidade de ter você na minha vida. E agradecer a Deus por nós estarmos tão conectados. E eu peço a Ele que nos mantenha unidas para que nós cada vez mais possamos unir forças para multiplicar esse desejo que a gente tem de levar o bem-estar, a saúde, a alegria de viver, a união das famílias.
a prática da fé e que seja de uma forma leve e muito positiva. Realmente, eu peço a Deus que me mantenha do seu lado todos os dias, Fê. Obrigada por fazer parte de toda essa história. Kátia, eu te agradeço muito, porque eu construí algo muito sólido e muito verdadeiro com você. Então, quando existe verdade no que a gente faz, é leve.
antes a gente é novo aquilo que é novo nos dá frio na barriga olha Kátia, quem assistia essa live e foi minha aluna 26 anos eu dando essa aula cada lançamento de body pump você não acredita, era frio na barriga então eu falo assim Fê, mas você sempre foi
Porque a verdade, ela traz isso. É algo que alguma coisa nova tem. Porque a partir do momento que a gente ficar muito seguro de tudo...
a gente entra com, não preciso de mais nada. E eu preciso sempre, sempre crescer, aprender. E eu aprendo todos os dias aqui. E sou muito grata a você por todas as oportunidades, pelas nossas trocas, que haja sempre equilíbrio entre o nosso trabalho para isso se desenvolver.
para sempre. Enquanto a maturidade me aguenta, eu quero estar junto de você e poder e podermos sempre unir as nossas forças para levar tudo que a gente vive todos os dias, porque isso não está em livros, porque a gente vai estar vivendo, né? Vamos deixar no pacto.
Quando fizemos 90 anos, nós fazemos uma aula de body pump e uma corrida. E aí a gente... Vai ajudar a outra. E sem falar que tem pilates, né? Então, pilates também, né? Porque é essa consciência. Então, vocês viram que tem para todo mundo, todos os gostos, né, Kátia? Com certeza. Fica o meu convite para que realmente todos te sigam nas redes sociais.
E também se conectem ao seu trabalho. Através da comunidade. Através do seu trabalho individual. Fê, Deus te abençoe. Muito obrigada. Sei da sua agenda. Do quebra-cabeças que é essa agenda. Muito obrigada por ter reservado esse espaço. Para essa gravação. E para essa participação. Deus abençoe você e toda a sua família. Amém, bem. Muito obrigada. Um beijo. Deus abençoe. Amém.
Monari Desenvolvimento
Comunidade de desenvolvimento com aulas diárias