Dia D: Spielberg decepcionou? | MRG 822
Depois de décadas ajudando a moldar a ficção científica no cinema, Steven Spielberg finalmente mergulha de vez no terror alienígena com Dia D, seu novo filme que mistura invasão extraterrestre, suspense e paranoia em escala gigantesca. Cercado de expectativa, o longa já virou assunto entre fãs do gênero e promete trazer uma visão diferente sobre encontros imediatos… só que muito menos amigáveis.
No episódio de hoje do Matando Robôs Gigantes, agora também em vídeo, Didi Braguinha e Affonso Solano recebem Afonso Tresdê e Athena Gamer para comentar tudo sobre Dia D, o novo filme alienígena de Spielberg. Entre teorias, referências aos clássicos do diretor e debates sobre o estado atual da ficção científica no cinema, o grupo tenta descobrir se Spielberg ainda consegue reinventar o gênero mais uma vez.
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- Filme Dia D: Decepção com SpielbergExpectativa vs. Realidade do filme · Comparação com outros filmes de Spielberg · Crítica à narrativa e ao roteiro · Representação da ufologia e conspirações · Atuações de Emily Blunt e Adam Driver · Cenas de ação e efeitos visuais · O papel da mídia tradicional no disclosure · O final do filme e a falta de impacto
- Teorias da Conspiracao· SociedadeO fenômeno OVNI e o governo dos EUA · Teorias sobre viajantes do tempo e abduções · Engenharia reversa de tecnologia alienígena · David Grusch · O caso Roswell e Kecksburg · Hipótese de Jacques Vallée · A relação entre inteligência e reprodução
- Filmes e cultura pop· CulturaComparação com filmes como ET e Contatos Imediatos · Referências a Indiana Jones e Arquivo X · Ficcao Cientifica · A série 'The Borrowers' como influência · O universo de Star Wars e a raça alienígena
- Relacionamentos Amorosos· SociedadeA busca por um novo amor e amizade colorida · Tipos de alienígenas 'pegáveis' na ficção · A influência da beleza na atração · A relação entre inteligência e vida sexual
- Transição para Vídeo e Novo Formato do MRGA mudança para o formato em vídeo · A preferência pelo formato em áudio · Atena Gamer
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Estamos começando mais um Matando Robôs Gigantes. Eu sou o Diogo Braga, o Didi Braguinha, e estou aqui virtualmente ao lado deles: Afonso com dois Fs de FBI Solano.
Jesus, parece que meu xará alienígena tá subindo, hein?
Porque eu sou Afonso com um F de feliz, 3D.
Caraca, aqui, ó, a minha sonda aqui, ó. Quando a gente une as nossas sondas, Didi, a gente se torna um único Afonso.
Olha só, mas pode cruzar as sondas? Depois a gente pergunta isso, porque senhora, diretamente das escolas de samba do grupo de acesso do Rio de Janeiro, Atena!
E hoje, Braguinha, além da estreia da nossa querida Atena, o MRG Podcast tá diferente, tá diferente.
Uma nova era começa, the age of Aquarius.
Olha, depois de 15 anos dos podcasts virarem vídeo, o MRG falou: esse é o nosso momento, vamos surfar esta onda. É, estamos aqui assim com muita relutância, da nossa parte, porque a gente tava—
porque é muito mais— aí, vou ser muito honesto, é muito mais gostoso fazer podcast só de áudio, né?
Pois é, você grava. E a galera tem— quem é membro, por exemplo, do Matando Robô Gigante, sabe que nós gravamos sem camisa também. É tudo isso, tem todo um lore, né, do backstage. Mas ela não está sem camisa, obviamente ela usa roupas em cima do Saibro quando ela joga tênis. Querida Atena, seja bem-vinda então ao MRG!
Obrigada, primeira vez aqui, né, para falar de uns assuntos muito bons. E é isso aí, vamos seguir, vamos seguir, falar aí, falar de você.
Ela acha que vai passar incólume nos assuntos dos bastidores.
Eu não sei que pomada é essa que você quer passar na gente. Não vem com essas suas pomadas diferentes não, tal de incólume, quero passar incólume em ser. Até não é difícil, sabendo. Até no outro dia eu tava passeando pela Threads, que é uma rede social onde as pessoas só reclamam de coisas medíocres. Não sei se você já conhece.
Twitter de gente mimizenta.
Nossa, muito, muito, exatamente.
Mas peraí, o Twitter é o quê para vocês? O Twitter é o quê para vocês?
É outro nível de ódio, outro nível de reclamação.
Lá é uma parada tipo assim, pô, são as pessoas que são mais chorosas, sabe? Ele é mais melancólico, ele é mais latina. O Threads é mais latino, o Twitter é mais fervoroso.
Tem mais paixão, né? E desinformação. É isso. Informação também. Mas eu tive a informação lá no Threads de que a Atena está em busca de um— quem não está? De um novo amor, né?
Olha aí.
Uma amizade colorida, quem sabe? Eu pensei, poxa, hoje temos aqui um collab, né, Didi? Entre MRG e Bunker X.
Exatamente.
Olha aí, ó.
Por que não ajudar?
Nossa amiga Atena, porque tem tudo a ver, porque afinal de contas nossos podcasts são sobre relacionamento, não é mesmo? A gente fala sobre relacionamento intergaláctico, de todas as formas, entre homens e máquinas, toda forma de amor.
Meteu o Lulu Santos, pergunta: na aba do site de adulto existe uma aba intergaláctico? Tipo, sabe qual é? Tipo Tem várias ali, existe uma chamada cosplay, que é quase a mesma coisa.
Cosplay, eu não vou responder sobre isso porque eu acho que eu iria me entregar.
Olha, eu faço uma previsão, eu faço uma previsão direto do bunker X para o MRG, que daqui a 10 anos ou menos, se tudo tiver rodando lá com David Grusch e sua turminha em Washington, falaremos um pouco disso hoje, em breve teremos uma aba aí de amor interespécies espaciais.
Não vai ser mais interracial, vai ser interspecies. Não é?
Interstar.
Atena, analisando a cultura pop assim, diversos filmes de extraterrestres, qual tu fala assim, pô, esse aqui talvez, hein?
Boa! Qual alienígena você—
alienígena que eu pegaria assim?
Sim, que tu acha que daria para brincar?
Olha só, Eu vou falar várias possibilidades, né? Por exemplo, a mulher da experiência, pô, ela é bonita.
Aí você tá com a gente do tipo, acho que a Tena, meu irmão, ela tá com a gente.
Deixa eu ver outro alienígena. Ah, o Clark Kent, porra, claro, claro, claro.
Ela tá certíssima, ela é alienígena.
Pô, mano, mas tem agora, tem a Supergirl.
A Supergirl também vai, também vai, também vai, também vai.
Mas tem que ter, assim, tem que ter algum traço que seja um pouco diferente do ser humano.
Tá, é, você quer bem alienígena assim?
Não precisa ser bem, mas ele tem que ter algum relevo.
Ah, é aquela menina lá do Guardiões da Galáxia, é Gamora.
Gamora, não é? Gamora gosta de mina assim, é malvada, tipo, sacou, com personalidade forte, ou se prefere mais fofinha? Como é que é o teu perfil? Que tem um monte de gente assistindo aí, Atena. Hoje é oportunidade para a gente.
Eu acho que a Atena ia gostar daquela, daquela Asari do Mass Effect, aquela azul.
Mas ela é fofinha.
Qual delas?
Você já jogou Mass Effect?
Não joguei, cara, não joguei. Eu tô ligada que jogou.
Eu lembro o nome da espécie, não lembro o nome da personagem, esqueci completamente.
Não, mas é mais caro, faz sentido. E quando você falou, automaticamente me veio.
Eu tenho um problema, sabe, sobre tipos, porque, por exemplo, quando eu falo assim, ai, não é meu tipo, não gosto, ferrou, já era, já apaixonei.
Você tem isso?
Eu me apaixonei.
Mas é isso, é quando eu falo isso, então eu não posso dizer um tipo assim, sabe?
Qual seria uma forma de chegar? A pessoa te viu Larga, caralho! Como é que ela passou?
Os 7 passos para conquistar Atena. É agora, quadro novo vai emergir.
O piloto de Fórmula 1, ele treina o traçado do circuito várias vezes durante a pré-corrida, e mesmo assim ele erra. Então assim, a gente tem que facilitar pro piloto, para piloto novo tá chegando, porque ela vai dar, vai derrapada, né, vai estar disputa.
Então às vezes num combate ali, no dogfightzinho de dois carros, vai ficar aquela disputa entre muitas pilotas, tá, nesse momento colocando os capacetes em busca dessa, dessa pista tão concorrida que é a Atena Game.
Pô, Mônaco, né, irmão?
Mônaco, toda alegoria. Então a gente tem que dar pelo menos uma direção. Até o coração de Atena.
Olha, do jeito que eu tô, não precisa dar muita volta não, Solano. Tô aí, tô na pista, tô largada, tô abandonada.
Aceita uma mina que não é gamer?
Porque aceito, aceito. Nem jovem mística, nem jovem místico.
Você gosta de mulheres místicas?
Não, não gosto de mistica. Não, não, pera aí, calma, gente, pera aí, calma.
A galera do signo.
Ah, gente, eu tô aceitando qualquer coisa, pode ser, pode falar aí.
Que é uma baixa essa? Não, aqui não é minha região não. Didi, bota lá.
Ela decide. Olha, eu vou te dizer que tá assim desde o começo, tá na hora de trocar esse pneu, porque vai te ver aí.
Mas olha, eu tô aí, né? Eu tô aí na pista. Isso é só É na pista de saibro, gosto de saibro.
Tem que gostar de tênis ou de esporte, pelo menos.
Vamos torcer até para chover nessa pista aí, para valer a pena.
Ó, eu tô no samba, eu tô no tênis, eu tô nos jogos, aí tá tudo bem. Só tá dando várias opções, não tô?
Tá no shape, tá no shape, tá no shape.
Exato.
Falar em shape, tem uma prancha atrás ali.
É minha prancha de surf.
Exato. Pode ser tipo uma pessoa que não tem nada a ver com a vida da câmera. A mina aqui, pô, não gosta de surfar, não gosta de esporte, não gosta de mulher, não acreditar em ET é um problema. Opa, para mim é red flag, hein? Isso aí é red flag para mim.
Eu tô pensando aqui, eu tô pensando.
Ou pode ser uma avaliação de corte também, né? Também, porque assim, porque saudável espiritualmente falando, né?
A gente tem muito de níveis de acreditar. Tem aquele que acredita e tem aquele que acredita, entendeu? Então tem muitos níveis. Isso aí merece uma avaliação para saber se dá para passar.
Eu sempre tinha uma teoria de que a diferença de gostos e sabores, ela vai por água abaixo de acordo com a beleza da pessoa que está em foco.
Aí eu aceito, eu também sou assim. Eu tô fazendo esse discurso, mas foda-se, eu sou fraca. Eu tô fazendo esse discurso, mas pode ser só um rostinho bonito, já era.
Hey, what you call? Senhoras e senhores, finalmente o tão esperado dia que confundiu, confundiu demais a galera da terceira idade aí nos cinemas. Quantidade de veterano que foi com o seu blazer cheio de medalhinha assistir o novo filme do Spielberg nos cinemas foi insalubre, insalubre. Porque Dia D estreou, né, e a galera achou que era mais um filme de guerra onde o Steven Spielberg, que tem ali seus, né, seus filmes de Segunda Guerra Mundial, estaria envolvido.
E não era. Pelo visto era um filme sobre a revelação de arquivos secretos sobre extraterrenos. E aí juntamos aqui no Matando Robô Gigante, porra, Afonso Solano, que não é Afonso Solano do Matando Robô Gigante, tá, esse é o Afonso Solano do Bunker X, ou seja, tô só eu de membro do MRG hoje.
Ah, entendeu o que você tá fazendo? Eu tô de agente duplo. Isso acontece muito no meio da ufologia, da conspiração. Ele é double agent, trabalha lá, mas trabalha aqui.
Justo, justíssimo. E ele, Afonso 3D, lá do Bunker X, que é o canal onde eles falam essas paradas de extraterrenos, de seres que vêm de outros planetas. Eles distinguem, fazem bate-papo sobre raças de ETs diferentes, planetas com possibilidade de vida, e outras teorias da conspiração que tem por lá que eles trazem. E a Tena Gamer também, que está envolvida com esses seres, para a gente analisar este, esta, isso que a gente viu no cinema, essa bosta aí.
Calma lá, calma lá, calma lá.
Vamos logo o disclaimer aqui: o programa de hoje, o Matando Robô Gigante, falará de AD, né, o Disclosure Day, com spoilers. Faremos spoilers devido tá bom? Então se você não gosta de spoiler, vai gostar, porque não vai sair daqui agora. O raio trator não vai te soltar, tá bom? E merece, merece, porque para poder discutir, né, Didi, como é que a gente pode fazer? Atena, você pode fazer a sinopse para gente de dia a dia?
Então, esses arquivos secretos que mudaria, né, o conceito do que a gente entende da humanidade, eles foram roubados de uma galera aí, né?
De uma empresa particular.
E ele vai encontrar uma outra pessoa também que tem essa ligação com ele, que é a Emily Blunt, né, no filme, aquela do tec-tec-tec da boca. E juntos eles vão trazer o desacobertamento em altas aventuras.
É muito bom. 3D, você enquanto um extraterrestre, acho que você tem lugar de fala para começar a dar sua opinião sobre essa nova obra de Steven Spielberg.
Vamos lá, coisas que eu não pude falar no programa que você gravou com o Bruno Bocchi. No banquete, porque eu estava adoentado, ainda estou, mas estou melhorando, não pude falar.
É que no programa com Bruno Bocchi meteram o pau demais no filme.
O filme não é tão ruim assim igual vocês meteram o pau.
A gente lá focou em filmes que chegaram próximos da verdade e tal, para a gente poder fazer a devida resenha aqui no MRG, né?
Só para entender, porque vocês conhecem a verdade.
É, exato.
Só para falar, só para falar sobre, sobre esse filme, uma dúvida só para eu entender, para eu tomar cuidado aqui. Qual qualquer desmerecimento meu da parte de seres que vivem em outros planetas.
Você é só idiota. Obrigado, continua aqui.
Mas isso não é novidade, o pessoal do Maria Regina tá acostumado a ser idiota. Quero saber se ofende vocês a minha idiotice. Com certeza.
Não, não, não, não tem problema. Vai receber visitinha em casa.
Tudo bem, não tem problema.
Todo mundo tem a cota de amigo idiota, você tá na nossa, relaxa.
Eu acho que na verdade é um agente da desinformação, gente. O Diogo, ele é isso, agente da desinformação, tá? É igual o Sérgio Sacani E toda a corja de influenciadores que fingem que— Sacaneia, agora virou ufólogo de novo, ele voltou, voltou pro time agora, tá? Ele agora é do time dos ufólogos, é igual Neil deGrasse Tyson também, passou anos desmerecendo Neil deGrasse. Não, isso aí é coisa de maluco, ufologia. Aí agora tá todo mundo lançando livro.
Não, ufologia é mó barato só porque agora Washington tava dizendo que existe mesmo.
Mas vamos lá, vamos lá, falando do filme, uma coisa que eu gostei pra caramba, que a gente chama muita atenção no início, no início do filme ele começa com mostrando que o governo norte-americano, ele sabe que existem alienígenas, que todos os casos que é contados, né, na história da humanidade, casos clássicos, eles realmente aconteceram. Então Roswell aconteceu, supostamente, enfim, todos esses casos aconteceram. Só que o governo dos Estados Unidos, eles contrataram uma empresa particular para cuidar disso para tirar isso de dentro do governo dos Estados Unidos, porque isso era uma coisa é tão secreta que nem os presidentes, nem ninguém, não era para ninguém saber.
Então criou-se uma, o que faz muito sentido, isso tem muito a ver com a teoria da conspiração que rola hoje em dia, da brincadeira com os 12 Majestosos, que era um grupo de, é um governo dentro do governo, exatamente, é como se fosse um governo dentro do governo, tá. E aí nessa, e essa empresa ela é a que detém todos esses segredos. E aí lá pelas tantas, um cara que a gente só vai saber mais para frente, não precisa dar o spoiler agora, mas um cara ele rouba esses segredos e mete o pé.
A mistura de, o protagonista é o Ayrton Senna com o Adam Driver, a mistura dos dois, né?
Nada disso, tá? Não achei nem ele aparecendo aí também não.
Não achei. O Léo, bota aí, ó, Ayrton Senna e o protagonista do Dia D. É a cara do cara.
Não achei não.
Tu não acompanha corrida, pô? É que ele passava muito rápido, você nunca gravou a cara dele.
Foi boa, na verdade, foi ótimo. Mas enfim, só isso, só para passar a palavra para vocês, amigos.
Mas eu pedi sua opinião, não é não?
O filme começa dessa forma e eu achei— não, o filme começa dessa forma e eu achei isso, essa ambientação de como a coisa tava acontecendo, eu achei incrível.
É isso, é legal.
Eu achei incrível demais, porque, cara, passar por uma empresa particular Faz mesmo, tá? Parece que é maluquice, mas faz, porque, meu irmão, a gente, essa pica não é nossa. A gente não pode carregar esse fardo, esse problema, sacou? Mas vocês precisam controlar isso, porque os Estados Unidos é o maior país do mundo. A gente tem outros problemas, a gente precisa invadir outros países, não planetas, países, não planetas. Então vocês cuidem dessa maluquice, que a gente cuida da nossa maluquice aqui.
E não necessariamente eles contrataram, né? Isso aí pode Pelo menos como o filme mistura a ficção da cabeça do Spielberg com o que supostamente acontece, você pode ter formado— acho que eu entendi que o filme ele deixa solto assim, se isso se formou naturalmente.
É, não fica claro se foi o FBI que contratou uma empresa, se essa empresa é de pessoas de dentro do governo que saíram e fizeram uma coisa particular.
Porque, por exemplo, em 47, sei lá, se o Eisenhower chegou e falou: essa porra aí é muito Quente, você, fulano, Beltrana e ciclano vão tomando conta dessa porra e vai tirando isso da mão de todo mundo, até que chega uma hora que a galera que vai chegando aqui no governo não sabe mais que existe aquela célula interna, né? Mas isso é maneiro. Vocês gostaram também, Didi? Você curtiu essa premissa?
Não suspeitei desde o princípio.
Não, para mim é só uma desculpa para não meter o exército na parada. Só isso. Eu achei a parada tipo cara, mal estruturada, meio fraca. Eu não vi conexão direito com as paradas. E óbvio, vocês estão olhando pro negócio através do chapéu de— falar chapéu de palha, né?
Mas não é chapéu de alumínio.
Palha de alumínio, perdão.
Eu acho que a gente é o quê?
Acho que a gente é o quê, pirata?
Não, o do 3D parece Conehead. O seu parece um fada.
É, bota de novo aí, 3D, agora que tem vídeo. Bota o seu Conehead aí, ó. Ele é uma espécie de mago alienígena.
É um mago, ele é um mago.
É, supresto.
Conehead.
Coneheads e Comicos é o nome do filme em português.
Eu quero saber da antena, porque, pô, vocês, bem ou mal, são os especialistas.
Eu quero cruzar essa informação que vocês trouxeram, porque o Didi trouxe uma coisa importante. Porque assim, vocês dois têm esse conhecimento, né, assim como eu, mas o Didi, ele é o telespectador que não tem esse conhecimento. Boa! Então assim, eu adorei a análise que vocês fizeram, mas eu quero só colocar mais um ponto. Essas empresas, elas são empresas que trabalham com engenharia reversa. Sim, então elas meio que, elas são tipo um braço do governo, né? Eles são atrelados ali, que é o governo do governo, na verdade.
É isso que explica para a galera que não tá acostumada com o vernáculo: engenharia reversa no sentido de terem pego o disco voador e revertido, aprendido como funcionava ou parte do que funcionava aquela tecnologia, e aplicado em aeronaves, em dispositivos de segurança, em formas de inclusive de você penetrar na mente de outras pessoas. Então é isso que ela tá falando, se referindo a tecnologia reversa.
Que é, na verdade, a gente não tem uma comprovação de fato, né, que é engenharia reversa, mas esse é o ponto.
Existem seres de outros planetas?
Sacanagem.
Tava muito difícil pra mim gravar isso tentando não ferir o sentimento de vocês.
Pegando esse gancho, misturando os ganchos aí, como o Capitão Gancho é o pirata que a gente falou do Didi, do que a Tena tá falando e o Didi brincou agora, eu, pelo menos eu tive, eu me dividi da seguinte maneira: Existe o Solano que curte aqui do Bunker X, como o Diogo falou no começo, que gosta de ufologia, conspiração, etc. Existe o Solano nerd, que nem todo mundo aqui que assiste, né, o MRG, que gosta de filme. Então eu coloco para você o seguinte, enquanto, para estabelecer os personagens, enquanto ufólogo, achei o filme extremamente fraco, fraco e fofo demais.
Fofo, é ufologia fofa, é ufofologia, é um novo termo que os biólogos não usam, a fofofauna, é a ufofologia que eu agora tô dizendo Enquanto Afonso, cinéfilo, nerd de filme e que ama o trabalho do Steven Spielberg, achei um filme extremamente fraco, muito mal contado.
Isso é backhand ou forehand, Atena?
Esse é um forehand, viu?
Daquele... Forehand lá de trás, né?
Pô, daquele chicote.
Muito, muito, muito, assim, abaixo do que o Spielberg nos entregou.
É decepcionante, né?
Decepcionante, cara. Pra mim, cara, foi a decepção do ano, assim.
É bizarro, porque a gente foi, mas então, a, a, entende essa divisão?
Tipo, inclusive, eu acho que a gente devia falar assim do filme enquanto filme, sabe? Tipo, enquanto filme ele também foi decepcionante para todo mundo aqui.
É porque a expectativa é a mãe da decepção, né? Já diz o filósofo. E a gente foi com uma expectativa muito alta, a gente criou uma expectativa muito alta porque era o fucking Spielberg, cara. Então assim, tudo que o Spielberg fez até hoje, para mim, é o que eu vi, é bom, tirando Indiana Jones 4. Inclusive Indiana Jones 4. Eu amo Indiana Jones 4. Eu não gosto da cena do Tarzan lá, mas tirando a cena do Tarzan, a cena da geladeira voando, eu acho maneiro.
Aquilo é muito legal, cara. Tem um anúncio de que vai acabar o Banquete X semana que vem, tá? Só avisando. Nesse caminho aí.
Então, a cisão começa agora.
Mas enfim, você cria, você gera essa expectativa Porque ela vem carregada, inclusive para quem é da ufologia, não só fã do Spielberg, mas quem é da ufologia, ela vem carregada, cheia de teoria da conspiração por trás do filme também.
Será que o cara tá trabalhando nessa grande divulgação, né, do que tá acontecendo em Washington e tal?
E você cria todo um ambiente, uma ambience, toda uma ambientação para o filme. Cara, muito maneira, muito a premissa toda é muito legal, independente do cara tá trabalhando para o governo norte-americano ou não. Só o fato disso tá sendo ventilado e tal, mesmo que seja numa brincadeira, mesmo que seja marketing do filme, sabe?
Eu e você que adoramos a propaganda bélica norte-americana, a gente sabe que a maioria das grandes obras, não é, de filmes de história, filmes de história da Segunda Guerra, ou simplesmente filme do Michael Bay, de que mostra o exército americano acontecendo. Esses filmes, eles têm uma dose de propaganda com P maior, que é óbvia, mas eles são filmões, não é? Enquanto filme, ele é um puta filme, né? A gente tem aí de lembrar. Esse aqui não funciona para nada, não é?
Não é, não é, não é. Mas você não acha que o Spielberg também colocou uma expectativa nas pessoas? Total, que assim, mas o nome dele já traz expectativa.
Ele não precisa nada, só botar o nome dele. E o nome do filme é Spielberg, é Dia D, Dia do Disclosure Day.
Mas eu acho que ele deu uma, ele deu mais ainda para galera assim. E gente, gente, vamos lá, a gente é da ufologia, desculpa aí vocês da ufologia, mas a gente é chato, entendeu? A gente, a gente é chato, essa é a verdade.
É que você não tem vergonha de falar isso, né?
Mas é verdade, mas é verdade. A gente quer daquele jeito. Então assim, eu acho, eu acho que ele não precisa provar nada. A gente sabe que ele é um cara que é ligado sobre ufologia.
É um grande diretor, mas ele não é 100%, gente.
Eu tô falando de ufologia, ele tem muito mais acertos do que erro, Jogo, mas muito mais. Tudo bem, mas assim, para cada 10 ele erra um.
Não, não, é mais. Eu acho que essa parte é mais, mas a gente tem que continuar.
Que você acha que são fracos?
Cara, assim, o lance é, eu sei que eu gosto da maioria dos filmes dele e posso botar quase todos, eu me divirto, mas não são filmes impecáveis que ele faz. O próprio Jogador Número 1, que é um filme que eu adoro, é muito mais pela história do que pela direção. Sim, é um filme que é mediano, sabe?
Você tá louco, é o melhor dele, mas o filme é maneiríssimo. Eu acho ele divertido, eu adoro.
Tu acha genial?
Tu acha genial?
Não, não é genial, mas ele é muito bom.
Eu assisto Eu assisto, você não pode. Não, mas é isso que eu tô falando, ele não é que não é uma questão de erro, é uma questão de ele não é um cara 100% daquela genialidade como a gente tem diretores que sempre fazem aquelas obras-primas, tipo, até porque Tarantino, mesmo quando ele não erra, todos os filmes escritos pelo Tarantino e dirigidos pelo Tarantino, eu não lembro daqui, teve algum que eu achei meio legal.
Exatamente.
Ele não escolheu. Não gosto muito do Tarantino. Você vê que é uma parada muito diferente, que é uma parada que existe ali um pulo, um salto no desconhecido. Não, mas existe uma tentativa artística muito forte. E eu acho que o Spielberg, ele tem uma outra pegada. Mas o que eu acho que é o seguinte, tem o Spielberg nesse caso, eu tô muito com a tenda nesse sentido, ele tem uma expectativa muito maior do que normalmente ele tinha, principalmente para vocês, porque envolve dois assuntos.
Envolve o Spielberg, que a gente gosta, e envolve a parte do ET. E ainda mais com o nome Disclosure Day, que é tipo o dia da— vai mostrar porra toda, hein, caralho! Tipo, que era um bagulho que tá se falando, tá se orbitando, tá essa expectativa aí no mundo de vocês de que o governo americano vai falar, vai mostrar agora, eles vão mostrar as fotos em 4K, vai ser agora, vai ter foto em 8K de ET. E porra, isso é uma parada que tá sendo borbulhada e já tem alguns poucos anos agora, tá cada vez mais forte, né? É um hype bem agressivo, né, cara?
Eu comparo esse, eu comparo esse filme aí aos fãs de, sei lá, de Harry Potter, de qualquer franquia dessas, ao próximo lançamento. Só que esse no caso é o primeiro de, não o primeiro sobre ET e tal, mas assim, você imagina, você que é fã, você que é fã de Harry Potter, fã de Senhor dos Anéis, de Star Wars, seja qual for a franquia que você é, cara, o hype que se cria no lançamento de um próximo filme sobre essa franquia que você ama é o que foi Foi meio para a gente que gosta do assunto da ufologia, foi meio isso.
Criou-se um hype muito grande para quem gosta do assunto, porque não era só um filme de ET, não era só mais um ET, o Extraterrestre, o Cocoon, o Guerra dos Mundos. Não, era um filme de ET do Spielberg que ele vinha dando entrevista falando que vai ser o filme mais próximo do que é a realidade, do que acontece no mundo hoje em dia.
Ele fez essa campanha É, e assim, eu tentei me separar aqui em dois, e agora mais uma vez o Solano que gosta de filme do Spielberg. Que que é, tá separando?
Solano gingador, vem tranquilo, vai.
Enquanto o filme, a proposta do filme, do título, a divulgação toda é O que vai acontecer, ou o que aconteceria com a humanidade em todas as suas esferas sociais, uma vez que você comprove de uma vez por todas que a humanidade não é a única, os únicos seres inteligentes no universo? Estamos sozinhos? A velha pergunta. E a discussão é essa. O que que acontece? E aí mostra lá a freira no trailer explicando, e vamos discutir. O Spielberg falou isso na entrevista, isso no filme.
Ele vendeu isso, ele vendeu.
Essa era a parada. É Sarafaga. O que acontece quando você prova a galera? Isso é literalmente os 5 minutos finais do filme.
Nem 5, né? Me escuta, nem 5.
Cara, um salpico, uma ligação de uma freira para uma noviça rebelde que você fala um negócio super batido, e aí você fica assim, ué, mas cadê a discussão? Cadê a reação das pessoas? É só nego olhando o celular no metrô. E aí o filme acaba no anticlímax. Você fala, caralho, fomos enganados. O foco no filme acaba sendo a perseguição da informação que não quer ser liberada.
Os caras não querem que foque essa porra. Tem foco nenhum, caralho. O filme começa do nada e termina sem você se importar, sem você saber que tinha um VIP. Daqui a pouco fala: uai, pera aí, pelo menos não é teu extraterrestre. Ele estava levando o malandro na bicicletinha. Porra, cadê essa porra da bicicletinha?
Oi, no final do filme, quando eles empurram o Stephen Hawking das estrelas lá para a CNN, para Fox, sei lá, você fala assim: caralho, então se eles tinham esse filha da puta num container, para que que você fez todo esse esforço?
Cara, era só filmar ele falando. Faz um podcast com ele, faz um podcast com ele.
Qualquer, abre milhões de lives em todos os serviços de streaming possível.
E essa questão do foco é muito interessante também, porque assim, meu Deus, tem uma parte que ele tá num posto de gasolina, não, ele vai numa lojinha de conveniência, cara, tem a galera comprando tudo, papel higiênico. Aí você fala assim, peraí, da onde surgiu isso? Eles estão comprando porque Tinha, tinha.
Eles tentaram, Atena, eles tentaram fazer um paralelo como se o mundo estivesse na bordinha de uma guerra nuclear, né? Então ali no momento mais tenso. E aí é aquela parada, a porra, as mídias estão chegando lá, inflando a galera, medo pra caralho, todo mundo. A galera tá ficando maluca nessa porra. Tanto que eles falam, ah, o relógio, o relógio da meia-noite, relógio nuclear, o relógio do medo lá, ele tá marcando a hora mais próxima do fim do mundo.
Mas eu concordo com a Gana, que não fica— eu não acho que isso é tão hypado, né?
Porque eu vi que outras pessoas ficaram com essa dúvida também, entendeu? Porque foi jogado assim, porque assim, uma hora a mulher tá fazendo tac tac tac tac com a boca, daqui a pouco, pô, tipo, eu ia ficar desesperada também com a mulher fazendo isso na televisão.
Eu ia comprar água, papel higiênico, mas pô, a impressão que dá Ah, é que o filme era para ser uma trilogia. Aí viraram para o Spielberg e falaram assim: não, não, não, só dá para fazer um. Se vira, edita essa porra, comprime tudo em 2 horas e 10.
Parece uma corrida, né?
Ele solta logo esse filme, solta para pegar rádio.
Eu vou te falar uma parada, eu vou te falar uma parada. Quando terminou, terminou, me escuta, pá, terminou. O malandro lá na frente do cinema, filho da puta, sozinho, maluco. É que aquele maluco, ele acredita, ele live de vocês, sei lá, maluco, maluco era muito, porra, tinha muita cara, meu irmão. O maluco, quando bateu, maluco, filha da puta, vai tomar no cu, altão. Eu falei, caralho, o maluco ele conseguiu a distância pegar tudo que eu tava sentindo, que várias outras pessoas, maluco do lado falou assim, que porra foi essa? Esse é o filme do Spielberg, não é?
Que indignação! Ela, ele foi o avatar da indignação.
E cara, só completar, só completar. Aí eu falei assim, meu irmão, o Spielberg não faria uma porra dessa. Eu fui no lançamento, eu falei, o Spielberg não faria esse filme. Vou abrir aqui uma rede de notícias internacionais porque eu tenho certeza que vai estar saindo uma porrada de notícia falando que eles estão revelando que tem ET de verdade. É a única explicação para mim. Ele lançou o filme para acalmar a galera e aí acabar, sei lá, para deixar preparar a gente e aí a CNN vai revelar lá, né? É uma Copa do Mundo, Copa do Mundo.
Só faz sentido se o filme for um documentário, aí o filme faz sentido, cara. E aí, mas aí, e aí aquele que, aquele que vem, aquele que entra no final é o de Roswell, é o veinho de Roswell, tá ligado? Aí, meu camarada, se o filme é um documentário, mas como se fosse da realidade, aí é maneiro.
Hoje em dia que tá aqui apresentando a turma que não acompanha não só ufologia, mas o que tá acontecendo em Washington, né? É isso também, Didi, é muito decepcionante, porque o que o Spielberg, ele, ele coloca ali como é isso que está acontecendo, a revelação está se desenrolando desta maneira, é completamente dissonante ao que está rolando lá em Washington. O Didi sabe de backstage que às vezes eu, o Beto, também gosta um pouquinho de ufologia.
Volta e meia a gente menciona o tal do David Grusch, Ovni, essa parada toda dos oficiais de inteligência que estão fazendo esse conjunto de acusações. Em resumo, quem depois quiser conhecer aqui o Bunker X, né, a gente explica essa parada. Mas os cara tão fazendo essa acusação pela primeira vez na história. Vários oficiais de inteligência, pilotos, galera trabalhou na NASA, muita gente fazendo uma acusação formal falando: o Pentágono esconde esse programa, tem corpinho de entidades não humanas, tem disco voador, essa porra toda de E a gente quer, então o Senado americano tá resolvendo um monte de treta burocrática para que, forçando o Pentágono a fazer essa suposta, com uma dose aqui de ceticismo que o Didi tá representando também, essa suposta revelação.
Só que o que o filme mostra, Didi, não tem quase nada a ver com o que tá acontecendo. Por isso que eu falei que é uma coisa fofinha, não tem nada, nada. É bom, parece um episódio.
Episódio, ele parece um episódio de Arquivo X, é, com estagiários, porque você não tem o Mulder e a Scully ali, e é uma parada muito de meio. É, pô, para ser honesto, tem coisa no filme que eu gostei, que eu me diverti, achei interessante. A parada dos animais terem, sendo disfarces ali, que eles brincam com isso, achei do caralho.
É lúdico, né?
Isso tem a ver com ufologia, vai lá.
Isso realmente, deles terem, né, de você ter ali, eles são as duas conexões um é a chave e outro é a interpretação, é o intérprete, né? Eles ganham meio que habilidades novas depois do contato, desse primeiro contato, e tem um passado em comum juntos. Ou seja, eles se encontram lá na possível nave que eles—
eles, na verdade, parada seguinte, sendo muito realista, eles sofreram um trauma em comum, foram abduzidos.
E aí, nessa, nesse trauma em comum que eles sofreram numa estrada nos Estados Unidos, eles estavam juntos na cama de desconhecidos conhecidos e foram abusados por essas pessoas. E aí eles criaram um vínculo, esse vínculo que se torna, vai pela vida, eles criam essas habilidades, e as habilidades despertam as paradas neles, que vai depois desse gatilho do colibri, né? Colibri é cardeal, né?
Cardeal é o pica-pau lá que aparece para Emily Blunt.
Pois é, aí começa a ter essa habilidade. Eu achei muito legal, eu achei muito interessante essa construção, essa montagenzinha e tal, a construção não, mas essa proposta Eu não gostei da construção que a coisa foi entregue. Eu gostei do que eles apresentaram.
Atena, você no Bunker X, que já participa muito tempo, você foi hipnotizada. E nesse episódio emocionante, você e 3D foram hipnotizados, né? Com o Vivaço, sensacional. Exato, com a igual o, como é que é, corra, né? Não, não, mas porra, a regressão da Atena. Atena, por muito tempo, né, ela conta no Bunker X diversas das suas desventuras aí espirituais, ufológicas e tal. E Atena, através da hipnose, relatou ali parte dessas experiências de, do que a gente chama de abdução, né, Atena?
Então assim, quer as pessoas acreditem ou não, que a gente tem que sempre deixar essa margem, você enquanto uma pessoa que se entende como ou parte desse fenômeno. Quando você viu a forma como ele coloca no filme, como é que você entendeu isso? Como é que você achou?
Então, quando eu assisti essa cena, eu vou te falar que me deu um gatilho assim ferrado, assim, porra, eu tive uma crise de ansiedade assim, foi um momento que eu quase saí do cinema porque eu realmente eu tive um momento bem ruim assim, sabe? Porque a cena do olho principalmente, e assim, e não foi uma coisa que eu lembre, tá, foi inconsciente, Gente, eu não faço a menor ideia do porquê eu senti aquela sensação naquele momento assim.
É porque tem uma, é tipo um móvel que vai girando, se eu não me engano, que era do Cardeal, e ele vai virando umas, tipo, umas adagas. Não, não, não tô falando do alienígena, eu tô tá falando do procedimento no olho. Tem um procedimento feito no olho deles, se eu não me engano era um móvel com esse cardeal, se eu não me engano, que ele ficava rodando, rodando, né? E assim, ele vai no olho. Então assim, ali eu, cara, assim, eu não tenho por que aqui inventar, mentir nem nada assim.
Realmente eu tive uma crise nervosa ali, uma crise de ansiedade, e não foi algo que eu pude controlar. E aí eu comentando com um amigo, falou de língua diferente?
Não, não falei não, na hora.
E essa cena é muito interessante, já que o Didi puxou a questão do alce, né? Eu vou falar sobre isso. Segundo o Valer, por exemplo, que ele é um físico, né? Ele é um astrofísico, ele é físico, ele é investidor. É, eu tô contextualizando aqui, eu tô apresentando ele, o Jacques Vallée. Ele é um físico, astrofísico, ele é investidor francês e ele teve um contato quando mais novo, deve conhecer, né, também.
Não, estacionava, estacionava. Você sabe deixar, né, que tu deixa.
É o Jacques Vallée.
É que o Didi ele fala baixinho porque ele sabe que eu vou pegar, entendeu? Ele sabe que vai chegar.
Eu tô plantando a sondinha ali, pô.
Aí eu não posso dar risada. Exato, a gente sabe.
E aí ele estuda o fenômeno, ele cria hipóteses, né, sobre o fenômeno. De que o fenômeno é cultural, então ele acompanha a época. Então em determinada época você vai ter aquela visão dos alienígenas de capacete, parecendo um astronauta, naves diferentes, enfim. Isso eu tô falando da hipótese, tá? Não é sobre o que eu acredito ou não, tô explicando pra vocês. E hoje em dia, antigamente inclusive, você tinha as abduções in loco. Então era o cara tava na floresta, tipo, vamos lá, Travis Walton, né, que foi um cara que foi abduzido.
Daquele filme Fogo no Céu, e era raio trator te puxando. Só que esse tipo de abdução ela foi se modificando também, e elas foram se transformando em abduções de dormitório, que é o que a gente vê no filme. Ou seja, a pessoa tá lá dormindo, acha que foi um sonho, quando acorda um belo dia tá com alguma coisa no corpo, marca no corpo.
Não é isso, olha só, gente, espera aí, vocês estão de sacanagem comigo. Você tá me dizendo que o ser humano começou, a modernidade o conforto, né? Pô, o ser humano foi ficando preguiçoso, controle remoto, ninguém levanta do sofá, iFood, não sei o quê. Não, não vai me abduzir na floresta não, vai tomar no cu, me abduz em casa mais. Ah não, gente, não, porra.
Até porque eu acho que os grey, né, que são os que mais abduzem nesse sentido, é conforme o ser humano foi evoluindo. Antigamente eles puxavam a gente da savana. Olha lá, puxa a gregarinha ali, puxou. Conforme a gente foi fazendo o caso, é tipo assim, ó, eles agora estão nas cavernas.
Puta merda! Tu tá querendo me dizer então que não tem leite no espaço, por isso que eles abduzem as vacas?
Leite?
Não, porra, é porque eles aprenderam a fazer hambúrguer.
Caralho, existe uma troca cultural, pô.
Os cara vem para terra e o sonho deles é hambúrguer.
Se tu fizer uma enquete nesse programa agora falando assim: se você fosse proibido de comer hambúrguer aqui na Terra e fosse viajar e descobrisse que tinha vaca em algum planeta, você iria para esse planeta ou você iria para um outro planeta que tem tecnologia? Meu irmão, 50% ia para o planeta da vaca.
Me entristece tu não falar churrasco. Me entristece. Porque churrasco, as variedades de carne que o churrasco tem, que são inacreditavelmente superiores ao hambúrguer.
Tá pensando no churrasco do Delcio lá em Los Angeles, Diogo.
Tudo bem, eu nem sou tão fã de hambúrguer assim, eu nem sei porque que eu falei hambúrguer. Mas é porque o hambúrguer é internacional.
O que a Atena tá falando é também, eu acho que é um dos pontos fracos do filme. De novo, a pessoa não precisa manjar de ufologia tal, de abdução, Dr. David Jacobs, toda essa turma que a gente fala no Bunker X. Mas ela não faz sentido. A premissa do filme, quero ver se vocês concordam comigo, e audiência de MRG, na ideia do filme é a de que os alienígenas, eles implantaram através dessas abduções ali no Ayrton Senna e na Emily Blunt.
É, parece o Fílvio, mas tudo bem.
O que eles falam? Caralho, eu tô com o Diogo.
Aí, Diogo, não tem nada de Ayrton Senna.
Bota na edição agora que é vídeo. Bota aí, ó, Adam Driver e Ayrton Senna. E agora bota o ator do filme.
Pede pra Iá fazer, pede pra Iá fazer.
O que o filme O Dia do Disclosure aí, ele propõe é de que os alienígenas fizeram com esses dois, com esse casal, o que os Caça-Fantasmas fizeram com a Sigourney Weaver e o Rick Moranis.
Caralho!
É exatamente isso. Eles dois são o porteiro e a chave. É verdade. Quando você assiste muito filme, você começa a identificar esses padrões preguiçosos. Aqui você fala, tá bom, os dois juntos são uma parada para revelar. Ok, ele é a matemática e ela é a linguagem, acho que esse é qual que é da parada, filosofia. Para quê? Para que no final, quando eles cheguem lá na CNN, na Fox, falando que essa merda da BBC lá, que a mulher para que eles juntos sirvam de tradutores do Elo, né, o Elo, para poder entrar lá o Stephen Hawking, o ET, e falar: 'Hello, I am.' Só que assim, desculpa, se você tem uma espécie de seres cósmicos que tem esse nível de tecnologia que para nós é mágico, eles não precisam de— se eles quisessem fazer a revelação Desculpa, a série de televisão V é um bom exemplo, brother.
Você simplesmente hackeia todo o sinal do planeta Terra, ou você faz uma grande aparição em vários pontos da Terra, tipo a chegada. Você tem maneiras muito, muito mais práticas que não precisam nem ser tecnológicas. Aparece em tudo quanto é lugar, entendeu? Você, se você tem uma espécie que consegue se comunicar, que é outra desconexão do filme, era para ser uma coisa telepática. No filme eles se comunicam com estalo, tipo sinais. Já não é original também, é igual os sinais, é muito parecido aquele tipo.
Pô, mas vou te falar que eu gostei disso, Afonso.
Você gostou?
Então não é que eu gostei do estalinho, eu gostei porque ele usou verdades pop universais, são certos conhecimentos pop universais que a gente tem. Então tipo, são coisas que a gente meio que já viu, para não ficar tão absurdo ao ponto de a gente ter que reinterpretar ou entender mais do que a parada. Então tipo, esses estalidos, o formato do Cara, quando ele levanta da cadeirinha, primeira coisa que eu vi ali mexendo foi a perna.
E aí eu lembro aquele filme, não lembro se era do, porra, eu acho que era, pô, maluco do Top Gun, o Charlie Sheen. Charlie Sheen, ele é Contato?
Não, é aquele filme que ele, esse filme, A Invasão, eu acho, que é o ET com a perna bizarra, com a perna que dobra ao contrário.
É um filme ruim, é ruim esse filme, ele é ruim, mas ele tem umas paradinhas que eu gosto, me pego nos Sabe que tem umas porra, quando tem um detalhe do caralho, eu falo: porra, filme do caralho!
Tá, tá.
E aí o ET desse filme, ele é meio zoado, mas a perna dele ela mexe de um jeito muito diferente.
E cara, isso marcou muito.
Pois é. E aí quando esse cara foi levantando, eu falei assim: opa, veio o gostinho, a invasão.
Falei: opa, uma parada que foi maneira. Então é emendando no que o Diogo tá falando, É, foi muito legal porque a cena onde eles mostram flashback de Roswell, cara, é igualzinho a cena da série Taken.
Não sei nem se eles usaram a mesma cena e remasterizaram.
Não sei falar o G duas vezes.
MRG.
São dois Afonsos, pô.
É verdade, são dois Afonsos, dois F, três G.
É muito F.
E agora tem que ter outro G.
E o Bunker Xista? Como é que fica? Bunker Xista.
Enfim, você que é do MRG e não do Bunker, Taken é uma série de 2000 do Spielberg sobre uma suposta invasão alienígena, mostrando que Roswell realmente, de fato, se Roswell tivesse acontecido E a cena que eles montam, cara, a cena, a série é arrastada demais, um saco de reassistir assim.
No Taken ou no The Taken? No Taken.
Ela é arrastada, mas a cena de Roswell, como eles fizeram, é muito maneira. E eles pegaram e jogaram, cara, se não é a mesma cena, fizeram muito parecido. E eu achei isso uma puta de uma homenagem à série.
E cara, e assim, aquela cena é como se fosse o vídeo de de câmera de segurança, de footage, de footage, não, de Roswell, cara. Aí isso que eu queria muito saber de vocês, porque quando eles têm uma cena do filme que eles começam a mostrar porrada de cena histórica, como se fosse assim, né, aquela cena secreta do avistamento, não sei o que lá, e eles foram trazendo porrada de coisa. E aí na minha cabeça eu falei assim, meu irmão, ele vai trazer cena do ET, ele vai trazer essas paradas que a gente sabe.
Eu fiquei nessa, só que logo rápido eu falei, pô, meu irmão, 'Não, será que ele vai emular paradas reais?' E aí eu fiquei nessa. 'O que que tu tá achando dessas cenas?
Tu trouxe isso?' Eu falei: 'Puta do caralho, muito foda ele ter trazido essa do Taken.' Ele foi malandro, né, porque ele tem que agradar a gente, né, a fanbase dele, que foi um peso ver isso. E não é só o Roosevelt que ele coloca ali, ele fala de Kecksburg também, que foi um evento, né, que aconteceu. Eu só não lembro a data, mas acho que foi 68, se eu não me engano. Não, 65, 65, acho. Acho que foi em 65, que foi um objeto, né, caiu um objeto de formato de sino, né, e caiu nessa cidade.
E ele usou isso porque inclusive esse incidente, há relatos de que o exército recuperou material biológico, né, não humano, além dos destroços. Assim, tem histórias disso, né.
A galera, pra galera não achar estranho, que a Atena falou em formato de sino, eu falei formato de peão, é porque na verdade O que se acha é que ele era um formato de peão, só que o que foi capturado foi só a metade dele, que aí sim a metade dele parece um sino. Então tem essas duas, tem essas duas informações.
Eles têm até uma estátua na cidade disso aí, tem uma estátua assim.
É que eu assim, essa montagem já ali na grande apoteose, né, do filme que deveria ser, tipo todas as redes de televisão agora vão soltar, solta tudo, mostra todas as filmagens que o Pentágono escondeu durante, eu tô chamando de Pentágono, mas no filme eles colocam como se fosse essa empresa particular ali, tudo que eles conseguiram ocultar, tá? E olha o ET, o corpo do ET, olha o disco, não sei o quê, tal, tal, tal. E uma repórter meio que representando uma pessoa comum se dando conta, aí a tal do disclosure, aquilo que eu falei, se dando conta de que, meu Deus, tudo vai mudar a partir de agora.
Mas é tão artificial, nossa, é tão tosquinho, gente. Eu não sei o que dizer. Parece que tudo vai mudar a partir de hoje.
Dessa hora, de verdade, cara, eu fiquei imaginando assim, eu falei: caralho, só falta o Afonso tá chorando agora. Não, chorando é porque eu não tava, eu queria entender, eu não sabia o que que você ia estar sentindo. Tipo, eu fiquei, meu irmão, será que o Afonso tá achando que ele tá na porra? É tipo isso. E aí a mulher entregando a parada, ele: caralho, ele tá vivenciando o que ele nunca vivenciou. "Ué, a mulher tá entregando tudo, será que ele tá chorando pra caralho?" Não, não é nada.
Inclusive, eu acho que isso se estende, essa porcaria, ela se estende, e de novo, em nível cinematográfico, tá? Não tô falando de veracidade assim. Mas uma coisa que o Spielberg, ele sempre foi muito mestre é colocar em tela o senso de deslumbramento das coisas. Pode ser de um dos garotos perdidos enxergando Peter Pan escondido nas rugas do Robin Williams, mas até me arrependo, uma das cenas mais bonitas que o Spielberg já filmou.
Até o disco voador do ET descendo e a porra, e todo mundo sei que, enfim, quando ela solta a roda do chão, porra, brother, são momentos que marcaram e dividiram eras do cinema norte-americano. E não precisa ser só com o Goffman, por isso que eu puxei Peter Pan, né? Você tem Amistad, você tem, porra, o vestido vermelho da lista de Schindler, sabe? Então assim, para coisas horrorosas e para coisas deslumbrantes, a catarse, ela sempre foi o uso de luz e sombra dos Spielberg.
Ele fala muito isso em entrevista. É uma coisa de assinatura do cara. Então assim, você tá falando sobre uma parada sobre revelação, Então o deslumbramento para o assustador ou para o encantamento é onde você vai brilhar, meu irmão. E é uma merda quando o porra do ET se levanta tremendo. O ET tem artrose, o ET tem ruga.
Não, mas acho que o problema nem é esse, porque ele até poderia ter, mas é, cara, ele vem num saco de dormir, mano. Ele vem, o maluco abre, dá choppy o bagulho, nem fecha direito. Sabe aqueles armários de plástico com zíper que a galera guarda sapato, que vem aqui, ele vem nessa porra. Os malucos trouxeram o cara no armário de sapato.
Podia, né? É um negócio melhor mesmo.
Por isso que ele tava enrugado ali.
Pô, mas isso você falou é muito legal, porque eu acho que o úmido, aquele saco, deixar ele úmido, como meu filho quando sai da banheira, um úmido todo, parece um ET. Eu concordo que a gente não vê o Spielberg ali, mas a gente ouve falar e sente um cheirinho de Spielberg. Eventualmente ele consegue mesclar em alguns momentos a música com a cena de uma forma quase que deslumbra você. A primeira cena do pássaro, ela é misteriosa e com pinceladas de música.
Perfeito.
No Cinepaint, que é o evento do colégio do meu filho, o nego faz uma cena parecida, irmão.
Imaginem se nessa cena final Os caras chegam lá com os ziplocs e fica aquela coisa, aquele crescendo, e tipo, o que que eles têm aí dentro, não sei o quê. E aí, brother, você não mostra o ET. Imagina se o final do filme é você ver o ET através do olho das pessoas, as pessoas horrorizadas, outras encantadas, a expressão da galera sem compreender aquela parada, e você talvez só veja o dedo, como você vê só na abdução, ou a lateral.
E o filme acaba de falar assim, puta que pariu, como é que é essa merda? Como é que é? Seria tão mais inteligente, tão mais, porra, belo, sabe?
Mas ainda, mas é assim, eu gosto, mas o nome do filme é Disclosure Day. Se eles não mostrassem, cara, ele é uma cena totalmente igual. Mas olha, eu acho que assim, eu acho que tem que ter o bicho ali, pode ser a última cena, o ET chega na frente gente, tipo, boa noite, acabou, ele é bom. Mas, meu irmão, rapidinho, Emily Blunt nesse filme, ela carrega a parada, ela carrega.
Isso é muito legal, né?
Muito boa, tá muito bem.
Você ficou falando da parada de ver através dos olhos e tal. Eu acho que a única atriz ali, apesar da gente ter o Colin Firth, né, a única atriz ali capaz de entregar esse drama, esse mistério com deslumbramento, com medo, com terror, seria ela. Mas ela não poderia fazer porque ela é a chave, né, ou a porta, sei lá. Verdade, ela fica nesse meio do caminho.
Cara, então eu concordo, mas mandurim não faz verão assim. Eu acho que esse filme, esse filme sem ela, ele continua sendo, continua sendo uma merda ou não, independente dela. E ela não melhora o filme, ela talvez melhore a nossa paciência de não querer sair no meio.
Ah, bom argumento.
Eu acho que ela melhora.
Parar o filme, cara.
Isso para mim é o suficiente para falar: porra, talvez ela seja o nosso argumento para não sair no meio. Entendi.
Sabe quem faltou nesse filme? Chris Pratt. Tinha que ser ela, Emily Blunt e o Chris Pratt para ser um aliado.
Ele para os ETs assim, faz o— Atena, você curtiu a Emily? Você acha que ela pelo menos mantém ali um tipo de emoção? Sei lá, onde ela adivinha já as coisas dos outros, olha para o olho do outro, olha você, fulano, quantas punhetas você bateu hoje? Melhor parar, hein, que a sua próstata já tá com Ela sabe tudo das pessoas, né? Tem uma parte assim que ficou de fora...
Foi no corte do diretor aqui em Jetshill!
Mas não é real essa informação não, né?
Não, não, isso é ficção, é ficção. Ufa! O Diogo e o Magalhães: "Uhul!" Ele tá bem!
Eu gostei dela sobrecarregada com essa informação. Ela olha pras pessoas e ela sabe tudo da vida. Então chega um momento que ela fala: "Não quero olhar pra..." quando ela vê alguém encontra o que seria o papel, se fosse há 10 anos atrás, seria o Morgan Freeman, né?
Caralho, total, né?
O cara sabe que tem uma voz que acalma as pessoas. Morgan Freeman, né, o tempo todo. Mas, cara, quando ela olha, ela fala assim: não, não quero olhar para você, porque quando eu olhar para você, você é o cara que sabe as coisas, eu vou te pedir o que aconteceu comigo. A parte do trauma, que a Atena tá aqui também, falou um pouquinho.
Isso é muito legal.
Representando assim, é porque foi uma coisa importante que tá além do nosso. E a Atena falou isso na hipnose dela. Mais uma vez eu convido a galera a procurar lá no Bunker X a hipnose da Atena. Mas é aquela coisa de você está fazendo parte de algo que é muito maior do que nós, mas você não entende que porra é essa. E os alienígenas tipo assim, não, isso é importante. Mas por que que é importante? Não, você não pode saber agora.
Essa ansiedade, esse desespero, achei que a Emily Blunt vendeu bem Sim, sacou? Nesse sentido, o Ayrton Senna, ele sempre tem aquela cara de coitado, tal, não sei o quê.
Mas ele tá sofrendo há mais tempo, né, meu irmão? O cara já tá nessa guerra desde a faculdade.
Ela foi ontem. Ele fez um papel de cansado bom também. Ele atua bem, ele é bom.
E uma cena muito boa com ele e com a noviça.
Gostei muito disso, cara.
Ele e a noviça, quando ele mostra as fitas para noviça E ela olha e você não tá vendo a fita. É o que eu falei, ó, você tá vendo, né, Didi? Tem uma coisa, só a reação dela. Isso são pessoas.
E ele baixou, ele tinha que entrar full terror, meu irmão, virar a chave do terror.
Mas era o que precisava, porque o deslumbramento me vem com esse papo.
A gente tem que apavorar de certa forma para a gente se deslumbrar depois.
Eu também acho isso, eu acho que faltou isso. Isso que é o que tem no Contatos Imediatos de Terceiro Grau.
Você é apavorante, cara.
Você passa o filme todo apavorado, leva uma criança, brother.
Porra, fodeu! E o moleque volta com pele toda queimada, filha da puta.
E aí no final é bonito, você fala assim, ah, tá bom, era uma parada boa. Faltou isso, 3D. Quando eles estão com a garota, que a Tena falou, ela teve uma crise de ansiedade porque ela passou por isso. Quando eles estão com aqueles dedos lá nodosos na cara dela, aquilo ali tem uma questão de trauma, de abuso.
Não, e eu quero falar uma coisa sobre eu falei isso inclusive, ele romantiza o tipo de situação assim. As pessoas podem não enxergar dessa forma, mas é romantizado, que a coisa assim, ai, aparece o alce, vai aparecer o menino. Não, o rapaz, o menininho, ele vê, né, ele vê os seres de verdade.
É verdade, ele acha que viu, né?
Ele viu porque ele se apavora, e ela vê os animaizinhos ali e tal, porque a maneira como ele se aproximou melhor dela, né?
Vou para o corredor da minha casa.
Mas eu achei que ele romantizou um pouco, porque assim, ele entrou numa de fazer o ET maneiro, ET legal, ele quer a união das raças. Eu também não acho ruim não, porque a gente também tá ruim para caramba, mas é porque assim, né, vou ver se dá uma consertada aí. Só que assim, cara, você se decide, você quer impactar as pessoas porque a gente tá esperando, ou você quer preparado, tipo assim, não, gente, é todo mundo amiguinho, vai chegar numa Porque assim, cara, o final do filme, no final do filme, assim, como entusiasta da ufologia, eu vi ali imagens, né, das câmeras de casos que a gente sabe.
Eu tive impressão de ver as luzes de Phoenix, eu tive impressão de ter o caso do George Gorman, que foi um piloto da Segunda Guerra que persegue uma luz. Você identifica isso, isso aí, não é? Isso aquece o coração do entusiasta da ufologia. Mas ao mesmo tempo, esse desacobertamento que ele mostrou no filme é a mesma porcaria que a gente tá vendo aqui agora. Desculpa quem acha que é maneiro para caramba, tá? Eu acho que é muito pouco.
Então assim, e não tá causando esse impacto todo porque, ai, as pessoas vão ficar isso e aquilo. Cara, a galera da religião já está se mobilizando no caminho aí, ó, para aceitar de boa isso.
E se esse for o disclosure e só tem isso aí, irmão? Só tem essa verdade aí e acabou? E fudeu essa meia bomba aí? Pode ser.
Eu vou na linha que eu ia falar agora, é porque eu não queria acabar o programa agora. Mas eu vou nessa linha agora. Eu acho que assim, eu vou melhorar o filme para todo mundo agora, meu camarada. É assim que acontece, ele não pode contar diferente, porque se ele contar diferente fica longe da realidade. Esse é o recado do filme.
Não entendi, só para deixar muito claro, é por isso que eu não vou no banquete.
Quando você vê aqui, Didi, nós vamos falar sobre espiritualidade, mediunidade e pistolas espirituais. Vai ser outra.
Eu quero saber o seguinte: vocês acham que os supostos extraterrenos, eles viajam as galáxias e universo todo nessa vastidão inacreditável porque eles não têm pênis e não podem transar? Se eles pudessem ter o prazer do sexo, eles ficariam em casa?
Diogo costuma dizer que só existe ponte porque tinha mulher do outro lado do rio.
Então assim, talvez, sempre fazendo as suas, talvez tenha algo aí.
Porque que acontece? De repente a radiação torna a raça alienígena infértil e aí eles precisam—
Você acha que eles são pimpleless?
Não pimpleless só, mas são uteriless, pimpleless, pimpleless.
Eles são todos pimpleless.
Eles são tipo a Barbie e o Ken. O Didi, Didi.
A gente fez um programa recente no Banca X, o trilho tá puxando. A gente fez um programa recente sobre uma cientista que se autodesligou da vida, lamentavelmente, há um tempo atrás. E ela faz parte de um conjunto de cientistas que andam desaparecendo ou sendo mortos ou se desligando e tal, que já tá sendo discutido pela grande mídia e tal. Tem uma coisa rolando aí, seja tem a ver com ET ou não, mas essa menina em particular ela fazia parte de uma turma que defende que os Grey, particularmente Grey, galera, é o alienígena clássico cinzento de olhão, tá bom?
Esse aqui, ó, esse cara aqui, ó, tem essa tatuagem aqui na tela, né, o É isso aí, de que eles seriam na verdade viajantes do tempo, nós, há 57 mil anos no futuro, ou 40 e tantos mil anos no futuro.
Que deu alguma merda na Terra, x mil anos deu alguma merda, e os cara tão voltando. E aí agora, só que eles já conseguiram consertar essa merda, então eles querem repovoar a Terra como os humanos eram há 57 mil anos É, tem várias linhas do porquê que eles estão voltando, tipo Star Trek, que eles voltam para conversar com as baleias, lembra?
Para pegar, levar a baleia, conversar com aquela parada no futuro e tal. E aí numa dessas teorias diz que eles são nós no futuro porque nós fomos nos modificando geneticamente para poder viver na Terra. Não, ou simplesmente porque a gente foi se, foi avançando e tipo assim, a reprodução agora é por laboratório, você não precisa mais de pepeca nem pipi, e aí foi sumindo nossa cabeça, o nosso crânio foi crescendo. Que é algo que aconteceu na evolução humana, né?
O nosso crânio é maior do que de outros símios, né? Nossos primos antigos e por aí vai. Beijo no Pirula aí e a galera toda da biologia. Então assim, se for esse caso, a sua teoria se casa com isso aí, entendeu? A falta de pepecas e pipios, eles podem estar tristes, estão voltando para lembrar de como era.
Tá falando que pessoas inteligentes transam menos?
Com certeza. Vocês acham isso? Com certeza.
Atena, opinião. Atena tá com a cara de não sei.
Agora, se falar que transa para caralho, tá se chamando de burro também, porque é uma coisa realmente atraente.
Acho que eu sou inteligente, gente.
Uma coisa é real, quando a gente não tem objetivo, a gente foca em, foca nos prazeres, né, nos prazeres assim carnais, né.
Mas poxa, às vezes o objetivo é prazer.
Leandro Karnal, por exemplo.
Leandro Karnal, por exemplo, gosta de um bom vinho, uma boa ufologia, e ele é carnal, não é? E no MRG, gosto muito do Carnal, gosto muito da voz do cara, entendeu?
A SMR, eu gosto muito do Carnaval.
É, mas não gostei do Spielberg, decepção.
O Tererê gostou, né? Tererê tá defendendo aí.
Não, não, estou defendendo como um documentário.
Mas então, escuta, ele falou, faz sentido você comparar com documentário, porque nem como documentário documentário que eu falei no começo, ele é dissonante com o que tá acontecendo em Washington.
Mas então, mas é porque então só o que tá acontecendo em Washington é verdade, não que o Spielberg tá contando?
Não, mas você entende que se é uma coisa que está agora, tá falando que o Spielberg mente agora?
Porra, a gente atrás desse caminho.
Eu vou tentar uma outra abordagem. Se o Spielberg tivesse criado uma outra forma de disclosure que seja diferente do que está acontecendo em Washington, Washington, que ele tivesse feito uma disclosure boa.
Você queria que ele mostrasse coisas? Você queria que ele trouxesse informações assim?
A revelação que o Spielberg propõe no filme dele, eu não tenho problema dela ser desconexa com o que tá acontecendo em Washington. Isso aí é bastante alienígena, que porra, não tem nada a ver com o que eu acho que tá rolando de verdade. Mas são bons filmes. O que ele mostra aqui é uma coisa que é inverossímil, que é boboca, que é o que eu falei. Se vocês têm o alienígena preso no Tupperware lá, Porra, por que que você precisa capturar um cara e fazer ele falar a língua outra, não sei o quê, e aí tem que sequestrar o Sinaldo?
Gente, isso eu gostei, mas isso é legal.
CNN, Fox, ninguém vê essas merdas. Se vocês verem os números dessas porcarias, dessas legacy media hoje em dia, não tem comparação com os maiores podcasts do planeta, com os grandes canais de mídia, de comunicadores. Então assim, paga o PewDiePie, paga o PewDiePie Pra fazer um especial, bota no Vilela, bota. Tu falando sério, tipo assim, sabe o que que pareceu? Um véio que ainda acha que a CNN e a Fox são relevantes nesse ponto.
É tipo assim, desculpa, cara, mas essa parada já foi de você botar na televisão e aí vamos agora. Claro que ainda tem, eles ainda têm a sua, a sua, a sua legitimidade, né?
Tem o seu legitimizando, ele tá legitimizando quando ele bota lá.
Você não pode colocar no filme, como se a revelação é feita ali como se ela dependesse de um canal de televisão tradicional. E aí os cara tem que— ah, o cara lá do Colin, o Rei Gago lá, né, que é o Colin Firth, que manda bem para caramba também no filme. Ah, desliga a luz do gerador! Que gerador, brother? Bota essa merda na internet!
Eu discordo para caralho, na moral, na moral, eu discordo muito de você.
Tem uma na internet é Mentira, cara, tá na internet aí. Mas o cara, os cara tá na Globo, na Record, no SBT, você tá louco, você tá louco.
Que a galera mais fala que a grande mídia, todas as grandes mídias, já foi.
A grande mídia não mente, mentira, calma, foi uma brincadeira, foi uma piada.
Mas a escolha dos youtubers é isso que o 3D tá falando, cara, ele usa esses veículos para validar para informação Então isso é uma informação mais aceitável por todo mundo.
Mas, gente, isso que eu tô falando, e para mim, para mim, disclosure dele é o que tá acontecendo agora. Inclusive, fica a dica aí para a gente procurar quem é a porra da empresa particular lá nos Estados Unidos que cuida desse segredo. Quem que faça? Ele tá querendo que a gente vá buscar quem é a empresa.
Começou o bloco Bank X agora, começou. Pergunta para a gente terminar aqui, pergunta para a gente terminar. Quem quer ver um filme mais verossimilhante com essa maluquice que vocês acreditam e tal, que vocês acham que, meu irmão, isso aqui é muito mais no caminho do que a gente acha do caralho, do que a gente vê de informação relevante, do que essas porra, essas punheta aí que rolou.
Que que vocês falam assim, porra, filmaço mais próximo, ou filme, não sabe, mas a história principal de Arquivo X, sem ser, pode pular todos os Bolsonaro of the Week, descobre na na internet quais são os episódios da história principal e assiste a história principal de Arquivo X. Para mim é o que chega mais próximo do que eu acredito que é a realidade.
Para mim é Palhaços Assassinos do Espaço, um clássico, acho que é o que mais se aproxima da realidade. Não, brincadeira, eu concordo com o meu amigo alienígena aqui, meu xará, porque eu acho que o que mais se aproxima, e teria sido um filme muito melhor dos seria um filme de conspiração, que muitas conspirações lamentavelmente já foram comprovadas. O MK Ultra, inclusive, estão abrindo os arquivos do MK Ultra aí recentemente. Vai ser uma— vai, o que já era sujo vai ficar mais esgoto ainda.
As bizarrices que a CIA fez com um monte de coisa historicamente. Se você fizesse um filme muito mais na linha do aquele filme com Mel Gibson, que ele é o O Conspirador.
Ah, Teoria da Conspiração.
Teoria da Conspiração, falar o filme da Teoria da Conspiração, é literal, né? Você me quebrou para caralho, que você falou, pô, aquele filme aí, Teoria da Conspiração.
Aí eu fiquei assim, mas você pelicano com a Julia Roberts também não seria um caminho, um filme mais, mais maduro, mais sério nesse caminho?
Talvez, talvez. Assim, eu não me incomodo de você ter cenas de ação. As cenas de ação do filme eu achei legais. A cena do trem eu achei bacana. Ali você tem, olha, o Spielberg ainda tá aí, Tal, tá mas assim, uma coisa onde existe esse, esse governo dentro do governo. Os caras, eles têm uma motivação que não é só uma questão de detenção de poder, é uma questão de preocupação com o status quo mundial. É o que no filme isso é pincelado.
O Colin Firth, ele só fala assim: o mundo vai desmantelar porque as religiões vão cair. Eles falam mais de uma vez, mas eu gostaria, eu gostaria de É, eu gostaria de ter visto isso num diálogo um pouco mais inteligente, sabe?
Elaborar melhor isso. Eles até elaboram quando vão para a parte religiosa, que eu achei muito interessante essa conexão da freira, né, com a parada e tal, como faz essa parada. Mas eu concordo muito com vocês, eles não elaboram o que era o esperado de um filme mais maduro do Spielberg, sabe?
Ele ainda parece que é um filme feito para criança e caralho, sei lá. Olha só, vou puxar um filme que é absolutamente escandaloso no sentido de ridículo e excelente. E no Independence Day você tem um senso de deslumbramento e de reconhecimento das outras religiões e filosofias muito mais interessante, quando mostra a galera, cada povo fazendo a sua reza lá, torcendo por esse Deus dos Estados Unidos.
Cara, é muito legal, é muito legal.
É você mostrar ao redor do mundo, porra, entendeu? O Spielberg é judeu, cara, coloca, mostra lá, entendeu, a galera discutindo essa parada Ah, eu não quero me meter nesse assunto. Porra, então não, tu fez a lista de gênero, entendeu? Tipo assim, você fez amizade, o cara tocou em assuntos que são extremamente espinhosos e difíceis. Aí você bota a religião que é mais fácil de você bater, que é a cristã. Aí bota a freira lá falando tal, não sei o quê, meu irmão.
Bota o Islã, bota, entendeu, a turma toda. Bota um budista, bota uma discussão Não, é tipo uma freira falando no telefone, tá legal, o Colin Firth usando. Aí eles falam assim: cuidado, esse bagulho que você segura aí, ó, isso aí não é uma varinha mágica não. Aí na cena seguinte a Emily Blunt usa como se fosse uma varinha mágica para ligar o bagulho.
Bright pra caralho, Bright pra caralho. Quero colocar um tempero nesse aí, manda lá, manda lá, ó, a tela, bota o seu tempero. E já traz para gente quantos robôs gigantes você dá, de 0 a 5 robôs gigantes, para Disclosure Day. Então, mas com tempero, temperado, por favor.
Esse papinho aí das religiões, tá? Se vocês não prestaram atenção, o Hugo, ele é quase um criador de seita.
Hugo da televisão?
O Hugo que é o que traz o ateu. Esse também, esse era uma seita que acabava com o dinheiro dos pais.
Aceita que dói menos.
Mas o Hugo, quando ele traz o ET, você repara que aquela galera ali faz um sinal assim para Emily, ela fala não, não, não, não, não quero isso, porque eles são como se fossem os escolhidos, entendeu? Tipo o Neo da parada ali. E aquilo ali tem um potencial para virar, então não evolui, não evolui, porque ela não deixa, porque ela não quer ser escolhida.
Mas tem um pescar que acontece isso.
Isso, porque assim, cara, a gente tem que lembrar que a Cientologia Eles seguem um alienígena, o deus deles lá é um alienígena.
Então, ferrado, eles estão de olho agora.
Eu vou embora com os ETs, eu hein, aproveitar esse disclosure aí. Então, hein, vocês querem quantos robôs eu quero dar para esse filme? Então Olha, sem amor nenhum, dois robozinhos. É sério, fiquei aí. Porque, cara, eu assisti um filme incrível que é Contatos Imediatos, que é super antigo, e você pode ver ele até hoje, ele continua incrível, atual. E aí o Spielberg tem toda uma informação para fazer e ele me traz isso. Eu, eu que o Solano falou assim, pô, o final, cara, o final ele podia ter toda liberdade de fazer lá um final incrível com ET voando, pronto, na bicicletinha, meter com artrite.
Porra, vou te falar que é sempre legal, caralho, com cadeira de rodas.
Passar com a cadeira de rodas na frente da lua, entendeu?
Seria dentro do que vem todo o roteiro com aquelas deus ex machina o tempo todo, de botar a pedra no acelerador. O final poderia ser também incrível, apoteótico. Deixa esse disclosure aí, acabou.
E todo mundo fala tipo assim: filho da puta, gostei! Sinal do tupperware lá, sai o zíper e sai o ET do Elliot dali.
Porra, moleque! Muita gente vai ficar puta, mas já vou te falar, porra, tranquilo.
Aí sim, Absolute Cinema. Só um fun fact rápido aqui para a galera, olha aí, minha logística. Eu não me lembro agora se é o nome dessa fantasma, mas um dos da trilogia prequel tem lá a raça no Senado de Star Wars, tem a raça do ET do Spielberg lá no Senado, no parlamento lá.
Ele não aparece também na corrida de podrace?
Dança dos Sith, mano.
Mas ele aparece também na corrida de pódio, não aparece? Ele, Willow, aparece também.
É, na arquibancada aparece.
Eu acho que o ET, o ET do ET O Extraordinário, também aparece. A gente vai ver agora.
Se você tá curtindo, Willow é um anãozinho de outro filme. Willow, ele é um cara que tá lá junto do pod racer do Anakin.
É, então não sabemos, ele chama de Raffling, né, no filme, né.
Didi Braguinha hoje fazendo o papel do cético aqui no MRG, junto com Atena, junto com Afonso 3D, para rimar na falta do Beto, né, Didi. A gente tem que fazer um hip-hop aqui. De 0 a 5, Robô Gigante, quanto que você deu para o dia D, Disclosure Day, de Steven Spielberg?
Cara, É, quando terminou o filme eu fiquei pensando muito assim do exatamente porque que eu tava sentindo raiva, porque que eu tava com um sentimento ruim dentro de mim. E aí eu falei, cara, eu me coloquei no lugar do Spielberg, que ia fazer novamente um filme de ET, mas ele não podia fazer um filme parecido com o filme ET. E no filme ET é um filme sobre escort the VIP, que é o quê? Você vai levar um VIP, um VIP, uma pessoa muito importante do ponto A até o ponto B.
Esse é o filme do ET. Esse filme que ele fez agora, o Disclosure Day, é a mesma coisa, só que sem o ET. E você não sabe que tem ET em nenhum momento do filme, só que durante o filme inteiro você tá levando o ET para algum lugar.
O VIP é a informação, é o disclosure.
Não, cara, o VIP é o ET.
Se tu parar para pensar, ele tem aquilo que eu falei, não precisava da porra do vídeo.
Ele é o ET. Se não tivesse o ET, se eles fossem um instrumento, a ferramenta que maluco tá de outra galáxia se conectando. Show, meu irmão, do caralho! Eu gostei do lance da chave, da porta, do portal. Gostei dos dois, dessa conexão, o caralho. Mas, cara, é o mesmo filme, só que pior. E eu já não gosto do ET hoje, cara. Então é tão vazio, é tão foge para lá, mas por quê? Não sei, eu tô sentindo isso no coração. Foge para cá agora!
E aí uns malucos do caralho de carro preto perseguindo eles. E nas ruas não aparece um policial, não tem um exército americano em estado de alerta. Tipo, do caralho, porra, por que não tem um Humvee bloqueando, fazendo sei lá, maluco? Os caras fazem o que querem. O filme, cara, ele é muito ruim, mas é divertido de se ver em algumas partes. Eu gosto de algumas porcarias. Tem uns bagulho... A parada que poderia ser um filme de terror do caralho, sobre possessão, é o cara entrando com a ferramenta lá, com a varinha mágica, no corpo dos outros que ele mentaliza. Putz, achei muito maneiro, cara.
Isso é legal, isso é maneiro.
Eu achei muito foda. E aí eu entendi por que que eles tentaram não mostrar as pessoas que estavam naquele grupo, porque senão o malandro ia mentalizar eles, ia acessar cada pessoa, ia ter noção.
É uma projeção, né, uma sequestra de consciência, uma, como você falou, uma possessão. Muito maneiro.
Muito legal, muito legal. E aí foi o que a gente falou, Era um momento que o Spielberg, ele tinha que ter virado a chave para um filme mais pesado, para um filme de terror, para um filme mais misterioso, com mistério mais agressivo e tal. Então assim, é um filme muito fraco, é um filme triste assim. Ele tem pinceladas de quem foi o Steven Spielberg, mas longe de chegar perto da pior bosta que ele fez antes. Esse filme talvez seja o pior filme da carreira dele, tipo, de verdade.
Tô falando da época que ele fazia o THX lá, aqueles filmes antigos e o caralho. É a pior coisa que ele marcou aí na carreira e não entendi o porquê de existir. E termino dando um robô gigante e meio e uma dica, e uma dica, que é assistam The Borrowers, a série com a Paulina.
Vou começar a assistir depois da Copa.
Tá maneiro de dieta, tá, galera?
Cara, a série é muito legal, a série é muito legal e tem o cheiro, o aroma e The Rock de Steven Spielberg, cara. É The Burrows mesmo, a comunidade ali da galera mais velha. É uma história de cocum com estrangeiro, é um Stranger Things de idosos, basicamente. Isso, cara, moleque, não é spoiler de nada, mas para você ter noção de como a assinatura do Spielberg é grande nessa série, maluco, tem uma cena que o Alfred Molina tá procurando algo no armário E aí tá porrada de cacareco, ele mexe no cacareco, tem uma estatueta de ouro dourada.
Que foda!
Que é a estatueta do Indiana Jones, que o Alfred Molina faz um papel ali secundário pra caceta, que ele morre logo no começo do Indiana Jones. Porra, quando eu vi a estátua, eu parei, tava vendo com a Dona Maria, eu pausei a parada, falei: meu irmão, com essa estátua eu entrei no Amazon, cara. O cara. Então, velho, caralho, é a estátua do Indiana Jones! Não é só por isso, isso é só um símbolo de como ali tem bastante influência do Spielberg, do bom Spielberg, do Spielberg clássico. A cena não é perfeita, mas fica aí, The Burrows.
Posso fazer uma rápida trivia composta aí junto com o que o Didi falou? Na cena que o Steven Spielberg tá para trocar o saquinho, Steven Spielberg não, Indiana Jones, né, trocar o saquinho pela estátua, Sim, quando a estátua, quando você— isso é muito rápido porque isso foi cortado, mas você consegue ver no primeiro Indiana Jones, né, Caçador de Arca Perdida, os olhos da estátua se movem. Muito foda. Eu te conheço há mais de 20 anos, meu irmão, eu sei que tu tá mentindo, cara.
Eu sei que é mentira, Afonso. Eu sei que é mentira. Tu vai falar que é o Michael Jackson agora que faz?
Não, os olhos da estátua se movem. Eles quiseram fazer uma parada muito escondida, muito sutil, como se tipo assim, será que tem uma deidade aí escondida? Aquilo é meio que no Brasil, né? Não é nem no Peru.
A cara do 3D, a cara do 3D olhando para o Afonso, tá muito boa. Ele não sabe se ele acredita, ele não sabe.
Não, vocês confiram aí, eu posso estar zoando? Não, eu não sei.
O que eu sei é que o 3D—
Eu posso ficar por último então, 3D?
Eu quero ficar por último.
Você quer ficar por último?
Eu quero ficar por último porque eu vou convencer a comunidade.
Eu vou chamar assim, ó, Afonso, de 0 a 5 robôs gigantes.
Excelente, excelente. Olha, primeiro quero agradecer aqui ao Didi Braguinha, porque foi ideia dele fazermos esse crossover. Tinha tudo a ver, de fato. A gente ia gravar de uma outra forma, acabou que eu acho que circunstâncias mudaram. Didi falou, galera, vamos fazer um baita de um crossover com o Bunker X aqui. Foi um gesto muito carinhoso dele e realmente tem tudo a ver com a temática do filme, né?
Que junto com vocês, né, que ia dar uma atrasadinha para quem tá ouvindo agora aqui, a gente atrasou esse episódio para que isso acontecesse da maneira como a gente gostaria, sem o Roberto e com o Bunker X e a Atena.
Então, aproveitando esse gesto, eu faço um convite aí, né, a galera que tá vendo um pouquinho aqui do nosso cenário e um pouquinho do que a gente falou. Galera, se você não precisa acreditar, entre aspas, em ufologia, vida fora da Terra, espiritualidade, reencarnação, teorias da conspiração, se você quer dar risada no mesmo ritmo, na mesma, na mesma vibe do Matando Robô Gigante, né, se você quer se divertir e descobrir todo um universo diferente né, de coisas que variam por todos esses campos aí, incluindo história também, religião.
Já tivemos rabinos, já tivemos padres católicos, espíritas, cientistas, geólogos, abduzidas, médiuns, pastores de Pentecostal. Tem de tudo no Bunker X, tá bom?
Sempre com muita diversidade de credos, crenças e birutices.
Exato. Veio Pirula, veio Sacane, vem Daniel Lopes, vem toda essa galera conversar, e amigos também, amigo como Atena, por exemplo, né, que tem experiências.
Só o Didi que não gosta da gente.
O Didi vai, o Didi já tá de certa maneira aqui, poxa, tá visitando um pouquinho, mas a gente quer mais de vocês.
É que eu não tenho senso do ridículo.
A gente sabe que você tem senso do ridículo, realmente, Diogo. Seu forte, seu forte inclusive é o seu senso do ridículo, que preserva muito.
Eu indico essa porra aí contra minha vontade o tempo inteiro.
Então fica o convite, vocês conhecerem o Bunker X, tanto no YouTube quanto no Spotify, onde o MRG também está. E fica o desconvite para este filme do Spielberg, que é uma tristeza. Olha, foi a minha decepção não somente do ano, mas é a minha decepção do Spielberg, assim. Até hoje, pior filme do Spielberg para mim tinha sido o Indiana Jones 4.
Agora, disclosure, o Cavaleiro de Cristal é melhor, cara.
É melhor do que o Cavaleiro de Cristal, um filme Vocês só não viram direito.
Cara, é assim, achei tudo isso que a gente falou, né, sempre tomando cuidado para não me repetir. Ele, para além da ufologia, que eu acho que ele tá dissonante do que tá acontecendo, e se ele teria, ele poderia ter inventado uma versão do disclosure que seria até mais legal, mas não é. A versão dele do disclosure, ela é fofa, ela é pobre, ela não faz sentido algum dentro da lógica que o filme se propõe. O filme, ele é arrastado, ele não sabe se ele é assustador ou se ele é uma coisa, uau, que lindo que é isso que está para acontecer, caramba, é fadonho, nossa senhora. Eu achei uma porcaria, como já disse o Roboto do café.
Uma parada que eu pensei em você é que, ó, Afonso, para quem sabe, ele não consegue ficar quando o filme é chato, ele só vai embora, ele só vai bora. Só que a premissa desse filme é, parece um vídeo do YouTube, aí fica até o final, porque no final a gente vai mostrar a revelação. E aí ele não podia ir embora, porque se ele fosse embora, revelação do caralho.
Eu tava sentado um pouco acima para ele, eu ficava olhando direto para ele assim para ver se ele tinha levantado já.
Você matou! Eu queria muito ir embora, tava de saco cheio, mas o Spielberg, ele merecia ali. Eu falei, cara, não, ele no final vai entregar. E ele me entrega uma cena de vergonha alheia. Aquele ET se levantando, tá parecendo um velhinho que tiraram do asilo para aparecer no vídeo do YouTube, sacou?
Tipo Steve Carell sendo manipulado para pitiar do Jim Carrey no Poderoso.
Isso, isso, isso, gente, muito fraco. Você tem obras muito melhores, muito mais interessantes para a seriedade da ufologia ou para ficção científica, diversão da família. Ele é um filme ruim enquanto filme de terror, ele é um filme ruim enquanto um filme de ficção científica, e ele é um filme ruim enquanto um filme do Spielberg, ao meu ver. Então eu dou nota, cara, eu dou nota 1.5, 1.5, dia D assim.
Lá mesmo, Roberto, a distância influenciando a gente, esse planeta que a gente orbita, que é o Roberto.
Afonso 3D, o que meu sócio, meu querido amigo aqui que falou, falou muito bem, é: não vá assistir se você acha que é um filme divertido. Ele é um filme de sessão da tarde. Espera sair no streaming e assiste, já que você já vai pagar o streaming, assiste de graça. É um filme de sessão da tarde, espera sair.
Você gostou bem mais do que eu, é verdade.
Não, não, espera para sair, porque dá para assistir, dá para tu botar lá enquanto tu tá almoçando, sabe? Tipo no domingo, Domingo Maior, sabe?
Tipo dá para tu botar no celular de vez em quando, meio isso, assistir.
Agora eu vou, eu vou levar ele para um outro lado. Errado, tá? E se ele for um documentário, eu sei que você tá falando, ah, porque é dissonante, mas se ele for um hashtag fica a dica. Ó, galera, tem uma empresa, tem uma empresa particular que cuida disso, vamos procurar. Ó, é assim que eles se comunicam, existe cachorro. Isso, então, o que eu tô plantando a sementinha aqui agora é a sementinha da conspiração.
Tu não pode só aceitar que é uma merda?
Cala a boca, Diogo!
Por isso que a ufologia existe. Físico.
Era só botar um ET para apresentar o Jornal Nacional ali, gente, sentado. Bota ele sentado ali. Boa noite.
Eu vou dar, eu vou dar duas estrelinhas, vou dar duas estrelinhas. Eu não pude ganhar porque tu falou estrela uma hora. Vou botar dois robôs. Pode, pode retornar, pode retornar o vídeo que você vai ver. Você falou não porque a estrela não sei o quê, aí fiquei com estrela na cabeça. É, porque por causa de espaço. É, dois robôs gigantes, mas plantando a semente em vocês de que vamos buscar quem é essa empresa particular e vamos entender como eles se comunicam.
E o Spielberg que tá entregando pra gente, tu acha que o Spielberg é um agente da Mossad?
É um agente da Mossad, eu acho. Eu acho que o Roswell é real, ele acabou de falar pra gente que o Roswell é real.
Isso todo mundo, eu acho que vocês tinham que investigar O show da Xuxa e a ligação com extraterrestre da rainha intergaláctica de Plutão. Nós já falamos sobre isso, que ela vem no seu disco voador toda manhã de um outro planeta para entreter as nossas crianças.
É uma coisa, tá falando da Xuxa, é que assim, muitos filmes de extraterrestre mostra que a galáxia ela é regida de forma monárquica, né? Tipo, você tem rainha, rei, não tem presidente, não tem um, entendeu? Não é um parlamentarismo espacial, você tem uma rainha, um rei, até essa antologia.
Quem seria o nosso rei?
Roberto Espacial? Aí a dica, se a Xuxa é a rainha de dia, quem é o rei do espaço?
Não tem rei, pô, não tem rei. Ela vai viajando e tem um rei aqui, tem um porra, um sangão ali, tem outro sangão lá.
Não, não, sangão é o dengue.
Não, mas eu entendi o que você tá falando.
Respeita, não é os sangão.
Semente espacial, né?
Eu gosto desse bagulho da semente espacial, daquele maluco que tinha que transar com as alienígenas. É isso, a Xuxa vem porque ela tá copulando com a galera.
A mulher da experiência, então, pô.
No final ela deu a volta e ela é a experiência. Ela descia e ela buscava um parceiro.
Se ela é experiência, o senhor dela é experiente.
E olha como as coisas se fecham, olha como é construção. E aí, Ayrton Senna Exatamente de Braguinha, aqui no MRG com o Bunker X.