Mike Flanagan e Rodrigo Santoro viajam para um futuro distópico | Mata ou Pilota
O novo trailer de Corrida dos Bichos, filme brasileiro de ficção científica do Prime Video estrelada por Rodrigo Santoro, finalmente foi divulgado e apresentou um futuro distópico cheio de ação, conspirações e tecnologia. A prévia chamou a atenção pelo visual ambicioso e pela proposta inédita para uma produção nacional. Affonso Solano, Didi Braguinha e Beto Estrada analisam o trailer e discutem se a série tem potencial para colocar a ficção científica brasileira em outro patamar. Assista ao trailer!
No episódio mais recente do quadro “Mata ou Pilota”, do podcast Matando Robôs Gigantes, eles também comentam os rumores de que Dave Bautista pode substituir Ryan Hurst como Kratos na série de God of War, além da confirmação de que Mike Flanagan será o roteirista da série de Warhammer, protagonizada por Henry Cavill.
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E não matou o piloto de hoje, senhoras e senhores. Didi Braguinho.
Precisa gritar que nem um animal, Beto?
Precisa, precisa.
Urra para mim!
É, meus amigos e minhas amigas, o Prime Video chegou para nós três e falou assim: MRG, tem um desafio para vocês. Quero ver se vocês matam ou pilotam o trailer desse filme nacional distópico com Rodrigo Santoro, com Bruno Gagliasso, com Anitta, com Grazi Massafera, com Seu Jorge, com João Guilherme. Um elenco estreladíssimo. Mais do que todos eles com o nosso amiguinho Rex. Pois é, o Rex tá aí, senhoras e senhores.
Rex é meio que um miniboss do rolê ali, bem legal.
Esse é o nosso minigame, né? Achar o Rex no filme.
Afonsinho Solano, eu quero saber se você mata ou pilota o filme Corrida dos Bichos.
É, tamo em casa, né, Bento? Rio de Janeiro, o filme fala que é um Rio de Janeiro distópico, tal, onde, né, foi destruído ali por uma guerra de classes, tal, negócio horroroso, tal, perigoso. Eu olhei o trailer, foi assim, parece um dia comum na vida carioca. Eu saí para comprar um pão, tá, me senti na Praça São Espenhas, entendeu? O negócio tá, zoeiras à parte, o que me chama atenção inicial é que assim, a gente tá acostumado a ver obras de ficção científica ambientadas em cidades famosas, mas estrangeiras, né?
Você vê histórias de super-herói, tá lá o cara voando, aí você fala, ah tá, é o Empire State, ah, é aquela rua famosa que você vê nos filmes e tal. E a gente tá chegando num ponto, né, onde o Brasil ele tá alcançando esse nível de produção. Isso sem dúvida dá para ver assim a qualidade da parada, em que você consegue contar uma história de ficção científica distópica no lugar que agora é a nossa, é a nossa vez de reconhecer, saca?
Tipo assim, ah, é ali, ó. Eu achei interessante isso porque você Você entra também num universo ficcional, mas trazendo elementos não só geográficos do Rio de Janeiro, da beleza do Rio, mas por exemplo, a questão da corrida dos bichos tem a ver com, né, a ilegalidade do jogo do bicho, que é um jogo de aposta. E aqui eles transformam esse jogo do bicho numa corrida de sobrevivência, não com os animais, mas com as pessoas com máscara de animal tendo que chegar do ponto A ao ponto B passando pela cidade.
É um jogo de aposta também, mas dentro desse universo ficcional que fica clara ali a diferença, mas a inspiração na coisa, né? E traz pra gente essa conexão de certa maneira. Aí, bagulho do jogo do bicho ali, ó, cara, parada que puxou.
Sabe uma parada que o Rodrigo Santoro, ele falou sobre o filme no SXSW, e ele fala uma parada muito maneira, porque ele mora no Rio, né? E aí ele fala uma parada muito maneira, que ele fala assim, cara, o fato da gente conhecer o lugar, né, pra nós brasileiros, ele tava lá nos Estados Unidos falando sobre isso, e ele falou assim, eu moro no Rio, mas quando gente vê de cara aquele Rio distópico, toca muito forte, porque a gente fala assim, cara, eu conheço esse lugar.
Mas isso aí pode ser um vislumbre de um futuro, de uma ficção, de uma realidade que eu tô curioso para mergulhar assim. Eu acho que essa é uma das paradas que vai botar muita gente na cena do filme, além de ser um filme de ação. Vamos lá, é um filme de ação nacional, é um filme de ação, cara.
Isso também me dá uma poga. Eu falei disso nos MRGs atrás, assim, do tipo assim, Ah, o filme brasileiro tem inclusive esse estigma, né, que eu detesto, né. Para mim filme é filme, não importa. Já falei isso também aqui, para mim você é chinês, indiano, brasileiro, americano. Mas às vezes tem essa carga, né, tipo assim, ah, são os temas tradicionais dos filmes brasileiros. Tipo assim, não, não, brother, é uma distopia com os cara, meu irmão, violência para cacete, check, né.
Tem, tem, e não foge da crítica social, ela tá lá como nas boas ficções, ela está lá.
Dystopia tem isso, distopia, né, o gênero ele pede essa discussão. E tô torcendo para que seja maneira, que seja bem feita.
Pelo trailer, vou te mandar já o meu mata-piloto aqui, porque assim, esse trailer aí, esse me deixou alguma coisa, vontade de ver o filme real para caraca assim, porque eles conseguiram acertar um ritmo bom de trailer mostrando coisas maneiras, dando ponto legal. Essa parada do, a cidade que a gente mora ou que a gente morou ser reconhecível para a gente numa obra de ficção. A gente passou um pouco por isso na nossa experiência cinematográfica aqui do MRG, quando fizeram um fanfilme do MRG, e a galera que criou o cenário desse fanfilme botou uma Tijuca-like, né?
Centro da cidade, Tijuca, tem um monte de coisa ali assim, né?
Super reconhecível para a gente. Então a gente tem isso aqui também. E eu acho, ó, eu vou te falar, eu queria muito bater o papo com a galera que fez o CGI, que fez a arte do filme, que fez os efeitos. Meu irmão, eles destruíram o Rio de Janeiro, sacou? E no trailer que a gente vê, ficou maneiro, sabe? O mar avança, invade a cidade, detona a cidade toda. Depois ele recua. E aí, meu irmão, vira ali uma terra de ninguém.
E é mais interessante, né, você estragar um lugar que é um cartão postal do que você estragar uma Chicago, sacou? Tipo, nada contra quem mora na Cidade dos Ventos, mas tipo, cara, você tem o Cristo, você tem o Pão de Açúcar, você tem o mar. Né, então você estragar essa parada dá uma, dá um tom além de um simples filtro. Isso que eu quero dizer, sabe? Então tô curioso. E tem o Santoro, né? Só pra babar ovo, Dio, tem certos atores que, né, a gente fala de filmes lá de fora e tal.
Pra mim, cara, o Santoro é o meu carinha. E ver ele como um vilão. O vilão, ele tem que ter uma— o Dio gosta de usar pantomima, né? Eu gosto do vilão quando ele tem acessórios. E o Santoro, ele bota tipo um paninho em cima dele assim. Aí eu, ah, um vilão maneiro! Certamente ele terá os maneirismos. Ele é muito bom, né, cara?
Eu acho que assim, o elenco é outra parada maneira, porque a gente tem uma, uma, porra, um grande elenco aí. Aí, Isval Verde tá no elenco também.
Isval Verde tá em Hollywood também. Isval Verde tá junto com o Santos. É, tá. Junto com o Santoro em Hollywood. Vocês lembram daquele filme da Jodie Foster, O Quarto do Pânico?
Claro. É mentira.
É, ela vai fazer o novo, ou fez alguma coisa assim.
Ah não, vai fazer o novo?
Tem o Seu Jorge, que é bom ator demais.
Cara, também ator internacional, hein? Steve Zissou.
Steve Zissou, Steve Zissou.
Eu gosto dele, Steve Zissou tocando violãozinho lá pro Bill Murray.
Tem o Bruno Gagliasso, que eu acho um tremendo ator também. Então assim, cara, o elenco é muito bom, é muito bom. Tô curioso, hein? Tô curioso. Tô pilotando esse trailer.
Eu pilotar teu cavalo? Vou falar com o cavalo quando eu ver o cavalo?
Qual seria o bicho que tu apostaria um dinheiro nele?
É, então, tô no cavalinho, né? Tô em casa. Cavalinho no Rio de Janeiro.
Ah, você tá apostando em animal? Desculpa, eu acho que eu vou ganhar porque eu aposto no dinossauro. Caso 20 no Rex.
Caralho, para, velho.
E você, qual o bicho que você aposta? Corre lá no Prime Video pra você assistir. Corrida dos Bichos aí, um filme nacional, dia 7 de agosto disponível para todos nós. A gente tá falando de homens fortes, homens grandes, mas o senhor Dave Bautista, meus amigos, é que depois do nosso querido, que eu entendi que apesar de não gostarmos em Kratos, todos os três gostamos de Ryan Hurst, um ator. Eu tinha gostado dele como Kratos, mas é assim, mas eu tô falando assim, o unânime é gostamos do Ryan Hurst, né? Como Kratos a gente perdeu.
Sim.
E aí parece que com a saída dele, Dave Bautista é o favorito para interpretar aí Kratos de uma série que já confirmou a segunda temporada, mas não tem nem o Kratos ainda fechado.
E tem que refilmar tudo.
Olha, os cara tão só as cenas do Kratos, né?
Será que isso aí é campanha de marketing que nem o Sonic? Tem essa teoria da conspiração, né, de que lançaram para ver qual a reação da galera. O Sonic feio, aí a galera comoção, aí tal. Aí Ou será que realmente o maluco rasgou o bíceps? E aí a galera, ah, quer saber? Vamos pensar no Bautista.
Ou você já parou pra pensar, você que gosta de uma conspiração, tipo assim, ele podia ter começado e falado assim, cara, não tá bom, a galera não tá gostando, ou tá dividido, ou tá uma porcentagem maior. Fala assim, irmão, vamos fazer o seguinte, pra não queimar pra você, pra tu não sair como o ator que fez um papel que a galera não gostou, a gente fecha teu cachê, tá pago, porque sou a Amazon, eu tenho dinheiro infinito.
Toma.
E velho, vamos contratar o Dave Bautista aqui porque não tá dando certo.
Eu adorei essa conspiração, gostou?
Foi boa, não foi?
Lá no Bunker X para a gente fazer 2 horas sobre ela.
Parece verídico, hein?
O que vocês acharam? O que que vocês acharam? Vocês gostaram do Dave Bautista?
Acho que o que você quer perguntar na verdade é se nós matamos ou pilotamos Dave Bautista como Kratos na série da Amazon Prime, nossos amigos da Amazon Prime, grandes amigos do programa. Olha o seguinte, quando você tá, quando você está escalando deuses e deusas para suas obras, você precisa de pessoas que externalizem o ápice da condição humana, da saúde do homem e da mulher. Não pode ter um deus barrigudo, uma deusa acima do peso, a não ser que o propósito dela é Dionísio.
Porra, aí você tem que fazer, né, o deus mais ou menos o Thor do God of War Ragnarok é um senhor Thor, não vamos esquecer.
O lance dele é esse, exatamente. Agora, se for um deus como o deus da guerra, ele realmente tem que ser, ele tem que exteriorizar uma pessoa que é lapidada pelo conflito, pelo ódio. Então tem que ser uma super pessoa. O outro cara a gente só viu aquela foto Eu defendi, falei, ah, tá um pouquinho CGI aqui demais, meio AI, mas eu quero ver ele. O cara malhou, o cara era grande e tal. O Bautista, ele é um aspecto de pessoa.
Posso ilustrar para você falar com mais categoria? Posso ilustrar?
Pode.
Preste bem atenção aqui, ó, tô subindo aqui para você a foto dele em primeira versão aqui, tá? Esse é o Dave Bautista de crente em AI, né? Em AI não, é o Ítalo Amarante, que é o cara que fez essa arte aqui, tá?
Ele acabou de mandar para gente.
Ele abrevia como I.A.
É a produção, porque é o seguinte, o David Bautista no auge eu acho que tem o corpo para fazer a parada.
Então, mas esse corpo, essa foto aí é uma foto real do David Bautista hoje em dia, que ele tá mais magro, só que ele tá rasgado.
Essa não é de hoje em dia não, isso aí tá imensa.
Vou te mandar o original aqui, vou te mandar o original daquela vez que ele apareceu. Ele aumentou? Não, ele não voltou aquele tamanho, mas ele rasgou magrinho agora, sabe? Tipo, sem ser gigante.
Tá se recuperando Tá maneiro, tá bonitão, porque ele perdeu muito volume. Aí aquela coisa, uma coisa é o que o ator fala, outra coisa é o que aconteceu. A gente não sabe se o cara teve que fazer uma cirurgia, aconteceu algum problema de saúde, a pessoa, né, emagrece bastante. Ainda mais quem trabalha com músculo, perde muito rápido, muito, muito rápido. Pode ser que agora o cara esteja bem e tá recuperando, porque eu acho que ele combina com o papel.
Respondendo eu, piloto, eu acho que ele tem a persona pública que combina, fez persona, é um pouco aquilo que a gente vem falando, mas para não vou ficar repetindo, são as mesmas pessoas fazendo papéis diferentes e tal. Mas se o jogo é esse, acho que ele é uma boa escolha.
Gostei. E assim, eu vou te complementar, Afonso, e eu gosto da— assim, eu sou até hoje, eu acho que o Triple H tinha que ser o Kratos. Eu defendo isso, ele combinava para caramba. É o Kratos, cara, eu acho que tinha que ser ele. Mas já que não é, é mesmo, Dave Bautista O Bautista, além dele ter feito trabalhos que nos fazem olhar e falar assim, pô, o cara estudando atuação, tá dedicado à função, né, tá dedicado ao exercício, né, a profissão.
Blade Runner ele manda bem lá no começo.
No próprio Duna, né, ele manda muito bem também.
Duna.
Até no Guardiões da Galáxia, aquele personagem é maneiro assim, ele manda bem ali na proposta dele, sabe?
O texto é muito bom e ele manda bem na parte de comédia.
Então assim, E ele quer, ele já falou, né, que ele quer ser conhecido como ator, ele quer papéis mais densos.
O Kratos dessa nova fase dos jogos não tem nada disso, precisa ter um bom ator. Não precisa não, Betão.
Tu acha que não?
Tu acha que não?
Kratos em conflito, Kratos papai, tu acha que não precisa ser um bom ator?
Eu acho que no caso do Kratos, menos é mais. O que favorece o personagem assim, ele não pode demonstrar emoção, ele tem que ser minimalista. E o próprio exemplo do Bautista para rimar. Funciona ali no começo do Blade Runner 2049. Vocês lembram que ele tá bem contidão ali, tira o porquinhos, aí bota ali, faz a panelinha dele e tal, e fala um pouquinho e tal. O Kratos é isso, cara, ele é uma pessoa que não aprendeu a se expressar.
Você não acha que passar tristeza sem expressão é difícil para caralho como atuação? Você precisa ser muito bom para ser contido e ainda passar para pra audiência qual é a sensação. Então assim, acho que é um puta desafio pra ele. E não é o que ele queria? Vai fundo, cara. Só não seja o Marcos Fênix, não vira o cara dos videogames também. Agora, um abre mão do outro.
Mas se você tivesse que escolher entre o David Bautista e o Marcos Fênix, tu ia pra qual?
Ele é mais o Marcos Fênix, realmente.
Olha o corpo dele como é que tá agora. Essa foto é mais recente aí. Essa foi baseada na montagem aí do Ítalo Amarante.
É, então, a foto dele como Kratos, que essa aí salta, ele tá muito bem, pelo amor de Deus, não tiremos o crédito. Mas a foto lá do Kratos, ela tá enhanced.
Ah, tá rasgadinho, tá mais rasgadinho que isso aí.
Tá um pouquinho mais. Aquela que você mostrou primeiro, aquilo aí é, pô. Então, olha só, ele tá mais volumoso, cara.
O braço dele tá maior.
A princípio que é a magia do cinema. A magia do cinema aplicaria algo nessa linha, nessa, daria para se chegar aí. E é interessante, e é um cara que também, acho que dentro de uma, de um, Afonso diga melhor, mas dentro de um esquema de exercício, o cara chegaria uma parada bem mais nesse caminho assim.
Ainda mais que ele tenha, a não ser que tenha algum impedimento de saúde, como a gente falou, com relação ao coração, por conta de anabolizante, um histórico muito grande e tal. Às vezes os cara fala, ó, você tem que diminuir um pouquinho o tamanho, a quantidade, o fígado do cara, tem que ver como é que o fígado do cara tá e tal. Depende do nível de abuso, porque há um abuso. Esses caras todos abusam de testosterona. A questão é o nível do abuso que o seu é.
Igual um jogador de futebol, jogador de futebol ele abusa do joelho. Né, Beto? Tá, aquilo ali não é um uso natural do joelho, né? Um jogador de vôlei, pô, menos que eles fazem infiltração, né?
O cara tá machucado e aí, pô, tu faz infiltração e joga 90 minutos sem poder, sem sentir que tá fodido, né, cara?
É foda, é para isso, né? Para não sentir dor, né?
É muito louco. Exato. Então assim, se não tiver um impedimento, eu acho que ele ganha um pouquinho mais de massa e tá tudo certo também, porque também não precisa ser um Schwarzenegger, não precisa ser um, ele não é um fisiculturista. É porque engraçado, a barra ela foi elevada, os caras hoje eles chegam muito, é exatamente, o supino, como é que é, Anatoly, Anatoly, os caras lá, né. O que eu quero dizer é o seguinte, antes o pessoal olhava para o Schwarzenegger no Predador quando o filme lançou, acho que 87, e galera falava assim, porra, meu, esse cara é uma super pessoa, ele é um profissional do fitness para alcançar é muito difícil.
Tem uma galera hoje que não é fisiculturista profissional, é fisiculturista de Instagram, que tá próximo— ainda tem degraus, tá? Mas próximo do corpo do Arnold no Predador, tá? Caraca, os cara tão assim porque, porque não somente a ciência dos exercícios— quem é professor, professora de academia que tá com a gente aí, ó, pode ajudar a gente na discussão— além da profissão ter melhorado para caramba, alimentação, suplementação, essa parada toda, saúde em termos geral, o próprio anabolizante popularizou.
Então a galera tem acesso hoje ao que esses caras nos anos 70, 80 e até 90, meu irmão, os cara tinham que ralar. Morreu aquele maluco lá que era também um fenômeno do Instagram, era o Joe, o apelido dele é Joe Aesthetics. Não sei se vocês ficaram, não, meu irmão, o cara apareceu um desenho do Jim Ele era, ele tinha uma quantidade de uma, bota depois na tela, é Joe Aestético, em inglês Aesthetics, um lourinho, cara. Ele tinha uma definição maior do que da nossa televisão aí onde a gente joga o God of War, cara.
Um negócio assim, ele ficou muito famoso porque ele viralizou um vídeo dele flexionando assim o peito, meu irmão. E as fibras do peito dele, esse maluco aí, ó, as fibras do peito dele faziam assim, ó, parecendo que tinha um monte cobra querendo sair da pele dele. E aí nego falou, brother, o problema muito, o problema desses caras também é que eles ficam com esse físico desidratado e hipertrofiado nesse nível. É um nível de competição, esses caras ficam assim 365 dias.
Eu tô dando um exemplo do Schwarzenegger no Predador, porque tu olha esses caras, né, o Stallone e tal, eles eram rasgados, eles eram fortes para caralho, Mas o cara, quando não tá no palco, ele não fica com aquele, com esse nível de definição. Olha só, tá entendendo o que eu quero dizer? Ele tem volume.
Obeso, né? Sacanagem.
Gordo.
Não, não, não, de forma nenhuma, pelo amor de Deus.
Mas acho que eu tô conseguindo ilustrar o que a gente tá tentando colocar?
Sim, sim, total. Existe um, vamos chamar de shape de competidor, que você estressa o teu corpo a um nível insustentável.
Exatamente, o próprio Schwarzenegger fala isso, tá? Ele vive comentando os perigos que a parada— e o maluco morreu, cara. O Joe Exotic morreu por conta de complicações, obviamente devido a isso. Então, e outros também já teve, volta e meia surge aí. Tinha um outro maluco também, eu não sei o quê, Pianzi, Pianzi, o maluco tinha um bíceps, meu irmão, tamanho da cabeça do Blanca. Acho que era esse nome dele. A galera gosta que a gente pode colocar aqui, alguma coisa, piase, sei lá.
Ele era bem fanfarrão, morreu também. Então assim, muita— isso que a gente tá falando dos famosos, muita gente se fode porque hoje, meu irmão, os cara não tomam cuidado e tomam muito mais anabolizante do que o Schwarzenegger tomava. É um negócio assim engraçado a gente ficar sabendo, né? Então é sinistro, é muito sinistro. Então vamos lá, Bautista, com saúde e responsabilidade, queremos você como o deus da guerra.
Nesse Matopilota agora, tá, nesse Matopilota agora, Afonso Solano e Beth Estrada, é um momento para vocês se deleitarem, para vocês se deleitarem, porque parece, parece que o queridíssimo de vocês, João Henrique, mais uma vez falando, mais uma vez dele hoje, ele foi a público através de seu Instagram para falar sobre um projeto que ele tava muito envolvido, que ele tá se dedicando para caramba, que ele quer muito que aconteça e tal.
E vocês também estão empolgados, achando que vai ser a nova sensação do momento depois do El Tian. Basicamente, o Henry Cavill falou o seguinte: Galera, semana passada rolaram alguns pequenos vazamentos, alguns, né, tiveram alguns borburinhos aí. E esses borburinhos se anteciparam ao que ele vinha falar no dia de ontem, ontem, ontem, não sei exatamente quando você tá ouvindo isso. Mas ele disse que eles fizeram algumas contratações interessantes.
E a mais relevante pra gente poder deixar claro no programa de hoje é: Você mata o piloto, a Beth Strada e Afonso Solano. Mike Flanagan como o roteirista de Warhammer live action.
Olha essa, eu não sabia.
Para começar, que é o piloto Didi Braguinha trazendo essa notícia, Beto. Didi Braguinha, que tem um histórico aqui de desrespeitar o nosso imperador, tá? Está ali nos protegendo. Didi diz que Warhammer é uma franquia marginal.
Eu falo isso, falei isso.
Franquinha que pouca gente conhece, que não tem nada. Warhammer, não me parece uma mentira que esse Didi Braguinha falou, hein. Vamos lá, Mike Flanagan, galera, ele é um roteirista de obras que a gente curte, como por exemplo A Missa da Meia-Noite, A Mansão Bly, A Maldição da Mansão Lero-Lero, esqueci o nome do outro lá dele. Ele faz muita coisa nesse caminho do terror. Então assim, a pessoa vai falar, pô, mas Warhammer, quem não conhece Warhammer pode falar, ah, mas Warhammer 40.000, mais especificamente o 40.000 que a gente tá falando, não é uma obra de terror.
Ele também é uma obra de terror, ele flerta entre os gêneros de fantasia. Exato, é fantasia, ficção científica, terror. A própria viagem interestelar, dependendo da facção ali, né, da da espécie que você tá jogando, que é um jogo, para quem não sabe, de miniatura, você precisa acessar um lugar que é de puro horror, puro caos e tal. Então tem a ver com o Mike Flanagan. E também só porque o cara escreve terror não quer dizer que ele não possa escrever ficção científica que tem essa pitada de horror cósmico, né?
Deixa eu pontuar uma parada importante, que o Warhammer ele tem uma pegada de, vamos chamar de ultraciência, tá? Que é uma ciência extremamente avançada e evoluída que em certo momento se mistura com religião e fica um ambiente muito nublado. Você não sabe o que que é, se é religião, se é ciência, não sei o quê. Entra um caos no meio da parada que piora essa situação. Então ele fica nessa orla exterior aí desse buraco negro bizarro, né? Não literal, tá, gente? Não tem um buraco negro literal.
Você citou agora um tema super espinhoso, assim como a coroa do imperador, que o Flanagan tem tem muita proximidade, que é a religião, né? Ele fez isso na Missa da Meia-Noite. Então aqui os exageros, né, o fanatismo que guia ali boa parte da guerra, né, infinita do Warhammer. Eu acho que, cara, eu gostei. E é uma série, né, cara? Não é um— não vai ser um filme.
Isso vai ser uma série. Então ele, nesse aviso, ele falou duas coisas. Ele falou da contratação do Mike Flanagan, contratado Mike Flanagan, e que já tava trabalhando com o cara, criando o projeto, né, criando a ideia principal. E ele falou também que tinha fechado com o Prime Video, com a Amazon e com o estúdio que fez Secret Level para fazer uma série animada, uma animação totalmente tipo Secret Level, só que são 10 ou 8 episódios puramente de Warhammer, né?
Seria uma parada de CGI puramente de Warhammer. Se eu não me engano, Blood Studios, não lembro exatamente qual.
Quem é muito fã de Warhammer, eu sou bastante fã, a galera já viu, eu assino aquele streaming do do Warhammer Plus, né? Acho que é Warhammer Plus, esqueci o nome, não é Plus não. E você tem um monte de animação maneira lá, tem o Hammer and Bolt, Bolt and Hammer, ou Hammer and Bolt, que são nesse naipe, depende da— algumas são em 2D, outras são em 3D, são várias histórias no universo de Warhammer 40K, são muito boas. E esse episódio do Secret Level que o D tá falando tem na Netflix, vocês nunca assistiram?
Amazon Prime, o Secret Level é no Prime Video, na verdade.
Prime Video, ele é tipo um Love, Death and Robots de videogames. Tá? E aí os cara fizeram esse episódio baseado em Warhammer. Cara, eu tô pilotando para caramba assim. O Muriel botou aqui, ó, pô, é puro Warhammer, é puro horror cósmico. Não acho que é puro, mas tem muito de horror cósmico. O Enigma do Horizonte, você sabe disso, Didinho? O filme que a gente adora, hein, Betão? O Enigma do Horizonte é demais. Tem muitos fãs que argumentam que o que acontece com a Event Horizon ali que a dimensão que ela teria acessado e voltado amaldiçoada, entre aspas, seria a dimensão por onde a galera de Warhammer acessa pra poder viajar de uma galáxia pra outra.
Isso que você tem que ir pra onde você viaja dentro do Warhammer, você tem que ativar o seu campo... Acho que é Gellar, Gellar Field. Galera, pode me lembrar aí.
É o Warp.
A galera tá falando aqui, ó, exatamente, Warp. Que era essa região de puro caos, onde tem essas entidades horrorosas. Se você viaja pra essa dimensão, sem ativar esse campo, que eu acho que é Geller Field, você fica louco, a nave fica biruta e dá uma merda e tal.
Mas, Betão, pergunto para você então, mata o piloto essa notícia. E especificamente, você acha que o Mike Flanagan, ele tem a assinatura ou a mão necessária para fazer uma grande série live action apresentando esse universo de Warhammer tão importante para alguns aí e tão desconhecidos para a maioria? Sem tomar partido aqui.
Não, é assim, é o produtor executivo é o Henry Cavill, né?
Não, e ele afirmou: não, relaxa, não se preocupa, porque eu vou ser o protagonista dessa porra de qualquer jeito, tá?
Ele continua sendo. A gente não sabe se ele vai ser o Imperador, você vai contar lá.
Me confundi, a gente não tá falando da série de animação que ele vai ser o protagonista.
A série de animação, ele tá trabalhando nisso também, mas ele contratou o Mike Flanagan para escrever a série live action. Do Warhammer.
O Warhammer Magia, o Warhammer 40K, 40 mil anos do nosso futuro, né? Então é porque tem o Magia, né, que é muito mais medieval.
Então, mas é o 40K, o live action, né?
Isso, que é o mais Gears of War, vamos dizer assim.
Isso, que o Gears of War é mais Warhammer.
É, tem essa, é só deixar essa pontuação específica aqui por você que não gosta, que não sabe nada, né?
Não, não é isso não, é Enfim, gosto do nome do Mike Flanagan, mas eu não tenho a mínima ideia se ele vai saber contar história.
Gossip Globbling.
Se eu falasse para vocês, aquele, o diretor do John Wick, concentra, Beto, concentra em mim, olha no meu olho. O diretor do John Wick, Diogo, ele vai ser o diretor do novo Warhammer. Tu não vai achar que vai fazer mais sentido? Porque, pô, ele lida com ação para caralho e tal.
Mas não é diretor, Tá ligado? Ele é roteirista, ele vai escrever o roteiro. Pode ainda ser aí, seria legal você tem aí o diretor, o Mike Flanagan roteirizando e o diretor do John Wick na parada. Porra, seria interessante.
Eu tô no momento que eu gosto do Mike Flanagan, eu tipo vou defender ele, que ele é um bom roteirista. As coisas dele eu gosto, até aqueles que vocês reclamam lá, o último dele, do Caso dos Ostras, é péssimo, é mais fraco.
Pô, eu acho que o péssimo dele é o Nuvem de Láter. É o da galera da Bíblia. Esse pra mim não dá. Mas esse é fraco, ele errou pra mim nesse aí. Mas os outros todos passam pra mim. Agora, Roberto, você acha que o Michael Flanagan— porque assim, eu vejo, e aí é uma vontade barra impressão minha, né? Eu acho que o Warhammer, pra ele dar certo, ele precisa ter um show de ação com tecnologia, com visual maneiro, que seja foda, que as pessoas vão pro cinema e enlouqueçam com aquilo.
Falam, caralho, meu irmão, tu viu aquele filme dos malucos troglodita brigando? Pô, Hannibal, tu tem que vir com aquela parada de novo. É isso que eu acho, eles têm que fazer uma parada dos Space Marines, por exemplo, onde o Henry Cavill assuma como protagonista, ganha a parada e tal, uma coisa nessa pegada. Agora, se eles vão botar o Mike Flanagan pra assinar esse roteiro, me parece que não necessariamente eles vão pra um caminho de tanta ação, eles vão pra vendas.
Aí o legal seria eles trabalharem na coisa da religião lá do...
Não é perigoso?
Mas ele lida muito bem com isso. Porque assim, se fosse ação, eu ia falar assim, pô, Afonso, agora... Matou o piloto. Taylor Sheridan sendo roteirista de uma série de Warhammer.
Ok. É, não.
Ai, caralho, cena de guerra do Taylor Sheridan.
Você sendo diretor é porque o Taylor Sheridan, ele roteirista. Não, pior ainda. O Taylor Sheridan, inclusive, naquela entrevista que ele deu recente, ele é um cara que tem um interesse em coisas mundanas, no melhor dos sentidos. Pessoas reais com problemas reais. Em Warhammer, brother, essas coisas mundanas não tem mais lugar. Claro que você tem medo. Você tem, né, raiva, emoções e tal, mas ali é uma questão de discussão do fanatismo religioso, guerra sem sentido.
Os trailers são muito foda, né? Desde esse cara, o Lion, né, Zé? Ele, quando ele quer botar cena de guerra, ele é foda também, né?
Ação é bom, mas não sei se ele se interessaria por essa parada. Claro que você pode trazer o pessoal, né, também, mas enfim.
Seria legal inclusive, né, dar uma profundidade a personagens tão diferentes.
Assinatura, é uma opção fácil, óbvio, da gente trazer. Mas eu acho que tem um filme que teria um, não igual, tá? Esqueçam a estética do filme, pensem no andamento do roteiro, na construção do roteiro, uma visão macro. Aquele filme do Sicário, antes do Sicário, do Villeneuve, como é que é o nome? O primeiro, o segundo é o The Day of the Sicario, e o primeiro é, o primeiro Sicário, se chama Sicário também?
Eu acho que é só Sicário, né? Não sei, talvez seja só Sicário.
Não, o segundo que é o Sicário, primeiro qual é o nome do primeiro? Era Sicário? Era Sicário? Posso estar confundindo aqui.
Eu achava que é o primeiro, é Sicário de 2015, e o segundo, The Day of the Soldado, Terra de Ninguém em português.
Então o primeiro, qual é o nome? O primeiro é Sicário, cara. Esse, a levada desse filme, eu acho uma levada que seria muito interessante dentro por uma construção. Esqueçam a estética, esqueçam a câmera árida, mas pensa nessa construção de você tem um problema, esse problema ele vai se desenvolvendo você tem abordagens para aquele problema até a parada chegar no final gigantesco. Eu acho muito interessante esse caminho que o Villeneuve dá para essa pegada.
Eu gosto muito disso que ele faz no Sicário. É um filme de ação com muitos momentos de tensão sem a ação, mas você tá tenso, você tá analisando politicagem, reações humanas ali, você tentando entender quem tá certo, quem tá errado, o que você faria. Ou seja, tem um lado humano e a gente precisa ter uma conexão humana de certa forma com esses supersoldados aí, senão a gente não vai se pegar no filme.
Warhammer, ele tem uma similaridade com Duna, tanto a parte literária quanto a dos novos filmes do Villeneuve, aquele brutalismo, a questão do fanatismo também, as guerras cósmicas, intrigas e tal. Existe uma similaridade. Quem gosta de Warhammer e de Duna vai encher o olhar. Então tem muitas possibilidades de fato aí. Eu tô muito curioso para saber como é que isso vai virar. Vai ficar na mão do nosso querido Cavillzinho.
Podia ficar na animação só, né, Fanais?
Não, eu acho que merece um, meu irmão, precisa essa parada vinga, se o Warhammer vinga como um novo universo, novo, né, para o grande público, que apesar da nossa zoeira com Didi, o grande público não conhece, assim como o grande público não conhecia Senhor dos Anéis. Podem ficar zangados, mas é verdade. É tipo, era uma coisa grandiosa, mas dentro do seu limite de grandiosidade. Quando você extrapola isso para o cinema, é a tia da cocada agora sabe o que que é o Gandalf.
Talvez não a tia da cocada, mas falando em geladeira, cocadinha assim, ele gosta.
Cocada é muito bom.
A cocadinha.
O Fabrício lembrou aqui que o diretor do segundo não é o Villeneuve, né? É um outro diretor, é o Stefano. E mas quem assina o roteiro é quem, Beto? Quem é que assina o seu queridinho? Quem é que assina o diretor como roteirista? Sicário 2, Sicário Soldado, Dia do Soldado.
O Sicário faz os dois, pô. O Sicário é dele.
Então ele, ah, é o primeiro também?
É, Diogo, ele ganha o Oscar de melhor roteiro. O primeiro roteiro que ele escreve, que é esse cara.
Caraca, mané, o cara é foda, patroa!
Andou na atuação e fala, vou escrever roteiro porque eu quero escrever, porque depois de 40 anos a porcentagem de atores que fazem sucesso é menor, então eu não vou ser, tô fora da porcentagem, vou escrever roteiro. E aí ele escreve esse cara e ganhou Oscar.
Ele começa uma alavancagem aqui feiona, ficou feião para mim. E dito isso aí, deixa fingindo que eu não falei nada, que eu não fiquei empolgado com o Roberto agora tendo a divisão.
Não. E o segundo dele, Diogo, é o A Qualquer O segundo filme dele, ele concorre ao Oscar pelo A Qualquer Custo. Ele escreve bem pra caralho. Eu tava falando recentemente, a gente escrever personagens femininas. Agora que começou a terceira temporada do Lioness, a Zoe Saldanha, ela fala isso, ela fala assim, cara, o Taylor Sheridan é um dos poucos que escreve com uma habilidade incrível personagem feminina. Eu não sei se vocês já viram aquela série Mad Men da Michelle Pfeiffer, que fala sobre o luto da mulher. É uma série inacreditável, ele escreve muito, gente.
Gente, escreveu.
Não, é um começo da série.
A gente já sabe que alguém vai lá.
3 minutos acontece isso. Mas assim, ele escreve pra caralho, velho. Ele é muito foda, você tá doido, cara.
Sabe quem escreve pra caralho também?
Pra meter o Afonso Solano.
É isso aí, já tá, já é. Mas não precisava nem falar, já que você falou. Exato. Muito obrigado. Em breve de volta às livrarias aí.
Ih, caraca, esse em breve aí é tipo o George Martin, né, Diogo?
Tá falando meu, eu tô primeiro. É, pô, depois você vira papai, o seu tempo, né, tem que ser dedicado a outras coisas.
Tá pesando para escrever um livro. A criança tem tipo 6 meses, já tá botando na conta da criança, mano.
Que vacilo, velho! Passou 10 anos na barriga, passou esse moleque.
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