Homem-Aranha: Um novo dia | MRG 829
Depois de tantos eventos que mudaram o destino do herói, Homem-Aranha: Um Novo Dia marca o início de uma nova fase para Peter Parker nos cinemas. Com um tom mais pé no chão e a promessa de resgatar a essência do Amigão da Vizinhança, o filme chega cercado de expectativas e da missão de provar que ainda há muitas boas histórias para contar com um dos personagens mais populares da Marvel.
No episódio de hoje do Matando Robôs Gigantes, Affonso Solano, Didi Braguinha e Beto Estrada recebem Bruno Zago, do Pipoca & Nanquim, para comentar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. Entre análises da trama, novos personagens, referências aos quadrinhos e o futuro do herói no MCU, o grupo debate se essa nova aventura conseguiu fazer o Homem-Aranha voltar às suas melhores origens.
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- Homem-Aranha· EntretenimentoPeter Parker como líder · Aceitação do luto · Escala de poder
- Jean Grey· EntretenimentoIntrodução de mutantes no MCU · Jean Grey · Professor Xavier · Fênix Negra
- Comparação com quadrinhos originaisCenas icônicas do Homem-Aranha · Todd McFarlane · Homem-Aranha
- O JusticeiroInterpretação de Jon Bernthal · Jon Bernthal · Frank Castle · Antimilitarismo e guerra
- Desgaste político e controle de danosOrganização governamental/privada · Metzger · Senador Kelly
- Cena Pós-CréditosNed e o dispositivo rastreador · Simbionte · Guerra Secreta
- Poderes Mutantes e PreconceitoWandaVision · Ms. Marvel · Marvel
- Hulk e Bruce BannerParticipação no filme · Bruce Banner · Bubba Espinho
- Produção Cinematográfica· EntretenimentoExperiência cinematográfica · James Cameron · Avatar
Bom dia, boa tarde, boa noite!
Não sobrou nada para mim.
Ah, o que você quiser, meu amigo, aqui você pode escolher. Olá, estamos começando mais um Matando Robô Gigante, senhoras e senhores. Eu sou o Beto Estrada, Afonso Solano de Braguinha, Hoje recebemos aqui, né, alguém muito pedido, né? Uma collab das mais queridas, das mais pedidas em sei lá quantos milhões de anos que fazemos esse MRG. Senhoras e senhores, palmas para Bruno Zago do Pipoca na Q!
Muito obrigado pelo convite e fico lisonjeado de saber que a galera pede muito, cara.
Você vê que o passe dos cara é tão caro que a gente só conseguiu um deles, Bento.
Pois é, não deu para trazer a equipe inteira, né?
É muito dinheiro.
A pergunta mais importante que eu penso, há anos que eu pergunto: qual é o sabor da pipoca com nanquim? Vocês já devem ter feito esse, esse jacket.
A gente nunca fez isso, mas os Irmãos Piologo uma vez chamaram a gente para gravar aquele podcast que eles tinham, que eu esqueci o nome agora, é Toma Ali Cash, uma coisa assim, um negócio assim, é uma coisa assim. E eles comeram o raio da pipoca com nanquim, cara.
Tá de sacanagem, sou louco, sou louco, mano.
Comeram Depois saíram correndo para lavar a boca e tal.
É, eu tomei choque quando eu fui lá.
Eles são uns caras perturbados de verdade, né?
Já fiz um vídeo no canal falando que eu não gosto da Pipoca e Nankin, sabia?
Que isso, cara?
Eu não gosto porque quando ele nasceu foi em 2009 e era para falar cinema e quadrinhos. Então nós pegamos tipo, o que que marca o cinema? É a pipoca. E o quadrinho? É a tinta Nankin. E virou Pipoca e Nankin. Mas beleza, eu nunca achei que ia virar editora, nunca achei que ia virar um negócio gigante como virou hoje.
Eu também não, eu também não.
É, no fim a gente acostuma. Mas eu tenho uma briga que parece turma dupla de palhaço assim, sabe?
Quem é o Pipoca?
É verdade. Toda vez que a gente vai a algum lugar e aí chega lá, como é o nome da empresa? Pipoca e Nankin. Os caras já tipo, ai, quem é o Nankin?
Porra, quem é o Pipoca? Caraca, pode ser.
Coisa que é fofinha. Já chegou. Vou te tranquilizar. Uma vez a gente fez um evento, a gente chegou no aeroporto e a pessoa que foi receber a gente não tinha a mínima ideia do que que tava acontecendo. Aí chegamos nós três. Aí a pessoa falou assim, mas tem as caixas, as malas com você? A gente falou assim, mas o que você tá falando? Ela, é, não, dos robôs gigantes que vocês vão usar e tal, das roupas e tal.
Ela contratou a gente pra fazer um palco achando que a gente ia montar robôs no palco, que eles iam usar uma coisa de, talvez de cosplay assim, da gente imitar o Alain.
Animador de festa, não sei o quê.
Robô do palco, cara. Muito triste, muito triste.
Pipoca daqui passa essa vibe.
Tá vendo?
Senhoras e senhores, a mais recente balançada de teia do amigão da vizinhança, do talvez mais famoso herói do mundo, chega aos cinemas aí já estourando mostrando que Homem-Aranha sempre será um sucesso, mesmo que ele viva um novo dia na sua carreira. Afonso, por favor, gostou?
Foi freestyle que eu sei. Essa foi maneira. Ao contrário de você, a gente não tem essa preocupação com o roteiro, com escrever, preparo, né, Didi? Não tem.
Essa foi boa, essa foi boa, muito boa. O freestyle nos faz errar, mas nos faz acertar também de vez em quando. Bateu uma salva de palma equipo profissional. Traga-nos a sinopse, por favor, de Homem-Aranha: Um Novo... Ficou Um Novo Começo ou Um Novo Dia aqui no Brasil?
Um Novo Dia, né?
Um Novo Dia. Então acertei, foi bom mesmo.
A Brand New Day. Que é a música dos Ting também, eu acho. A Brand New Day. Talvez a Creuza bote aí um pedacinho.
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Tu sabe que eu fiquei cantando? Porque tem uma música do Iron Maiden que é A Brave New World. E eu insisti numa conversa, eu falei, pô, pegaram o nome da música do Iron Maiden e tal. E eu tava defendendo, falei assim, pô, era Brave New World. E a galera, não, cara, tu tá se confundindo.
Aí é verdade, não tem Iron Maiden nesse filme, só tem naquele outro lá. Mas teve Iron Maiden, a dose de Iron Maiden já foi naquele filme lá, Didi, que você também viu, dos ossos lá.
Stranger Things, Iron Maiden apareceu.
O Bruno, como é aquele filme do que o Voldemort está construindo um império de ossos lá nos zumbis, pô?
Ah, é o Exorcismo. Exorcismo não, Extermínio.
Extermínio.
Extermínio não, Templo dos Ossos.
Extermínio agora.
Templo dos Ossos tem, tem, mas aqui não tem zumbi, não tem, não tem também Iron Maiden, não tem. Aqui tem incel, que é o que Peter Parker se tornou após ele, né? Né, pagar o preço ali pela magia descontrolada que ele arrumou, aquela confusão toda. Ele, para proteger a amada dele, a Zendaya, né, MJ, e o seu querido amigo que eu esqueci o nome, o gordinho lá, o Ned, o que é sensacional. Eles não se lembram mais dele, na verdade ninguém lembra dele.
Nos Vingadores ninguém sabe quem é o Peter Parker, eles sabem quem é o Homem-Aranha, porque o Homem-Aranha aí sim ele se tornou, passou-se, a gente não sabe exatamente o tempo, mas Os amigos dele se formaram no MIT, assim. Então a gente tá falando de 4, 5 anos pelo menos, né? E ele vive, a gente tem essa noção de que o Homem-Aranha ele se tornou finalmente o amigo da vizinhança. Ele é um cara de pijama azul e vermelho que ajuda a polícia e gruda na parede, faz piada e luta contra os inimigos dele clássicos, né?
Tem Lápide, tem Escorpião, tem, meu irmão, falando de heavy metal, apareceu aí Bumerangue também, todo mundo. Mas ele, enquanto é o sucesso na vida mascarada, na vida privada, eu brinquei aí que ele é o incerto, tá triste, tá deprimido, nem amigos ele tem porque ele tá sempre pensando na MJ. Até que surge uma nova ameaça, um inimigo capaz de saltar de uma pessoa para outra, uma espécie de possessão. Parece aquele filme do Denzel Washington, né?
Então aí ele vai ter que descobrir que treta é essa e quem é esse novo vilão que muito provavelmente desdobrará a próxima fase do MCU.
Antes de avançarmos para a nossa deliberação sobre o tema, senhoras e senhores, só avisar pra você que nos ouve. Este episódio estará repleto de spoilers.
Exato, exato.
Nós vamos falar à vontade de Homem-Aranha: A Brand New Day. Então se preparem.
Exato. E outra coisa, você que tá nos ouvindo no Spotify, saiba que estamos em vídeo. Então você pode abrir aí no vídeo direitinho e tal. Ou se você quiser lá no YouTube também, estamos aí, beleza? E você que tá no YouTube, a mesma coisa, se você quiser ouvir em áudio, vai lá no Spotify que esse episódio tá lá disponível para você também. Bruno Zagos, meu amigo, eu quero ouvir, porque olha só, ontem eu falei para o Afonso, para o Didi, falei, cara, eu quero muito gravar esse episódio porque eu quero muito coletar informações, ouvir opiniões pra complementar a minha, que eu estou vivendo uma crise interna, que eu não sei se eu gostei ou se eu amei desse filme, tá bom?
Então eu quero ouvir suas opiniões sobre o mais quadrinístico filme do Homem-Aranha.
Olha, vai ser legal porque hoje é a primeira vez que eu vou conversar com spoilers, que no Pipoca a gente só gravou o vídeo sem spoiler.
Legal.
O Alexandre nem tava, que ele não pôde ver o filme ainda, e o nosso com spoiler nós vamos gravar só quarta que vem. Eu tô louco pra falar piada desse filme com spoiler.
Então o convite Solte seus poderes, aceite a transformação dentro de você.
Ô Beto, eu amei o filme, cara, eu amei. Eu não tenho essa dúvida se eu gostei ou se eu amei, eu já amei de cara. E vou falar uma parada pra vocês assim, na minha opinião, eu acho que ele tem potencial. Aí eu não consigo cravar, eu só consigo falar a mesma coisa que eu falei no outro vídeo que nosso aqui ainda vai sair. Ele tem potencial pra brigar pelo posto de filme mais da hora do Homem-Aranha, eu acho.
Olha aí, porra, de braguinha.
Ó, eu tenho potencial, talvez não ganhe, mas ele Ele pode entrar nessa briga, não passa vergonha.
Vou passar para o Diogo, que é o seguinte, Diogo, eu acho o filme mais legal do Homem-Aranha. Para mim, ponto, já tá marcado que esse é o mais legal de todos os filmes do Homem-Aranha já feito. Todos os filmes?
Tá falando do Tobey Maguire?
Todos, todos. Esse é o melhor filme do Homem-Aranha japonês, o Homem-Aranha indiano, tudo, tudo.
Quando eu falo que tem para brigar com, é para brigar com todos também. Tobey Maguire, tudo, vale tudo, cara.
Eu acho, eu vou concordar com vocês dois, tanto com Beto quanto com o Zago, porque eu amei o filme. E ele é para mim também o melhor filme do Homem-Aranha que eu já vi. E vou te falar, cara, eu saí do cinema, cheguei em casa e fiquei me questionando muito sobre quando a gente entra, começa a fazer análise a filme, né, e começa de certa maneira trabalhar com isso, de certa maneira começa a trabalhar com isso e falar sobre as paradas.
A gente começa numa parada, para quem não sabe, chamada cabine de imprensa. E a cabine de imprensa ela é uma sessão de cinema, pô, estrito senso, só que só vai ali jornalistas e pessoas que são envolvidas com divulgação do filme. Então pessoal da internet, jornalista e por aí vai. Né, não é nem para fazer show, para bater foto, não tem, você não pode levar convidado, é só a galera.
É uma pré-estreia, uma cabine de imprensa, são coisas diferentes.
E essa cabine ela tem uma parada que é extremamente importante para quem trabalha com isso, porque ela dá tempo para quem produz o conteúdo de preparar o conteúdo que tá sendo preparado para você poder lançar junto com o lançamento da obra que vai sair, né. Isso é muito bom. Porém tem um lado negativo dessa cabine que ela faz com que você perca o contato com o público e você perde A reação das pessoas de quando acontece uma cena que tu acha legal, e aí você tá na sala lotada de gente do cinema aberto, meu irmão, o público vai ao delírio com a parada, gritando, vira um estádio de futebol.
Experiência coletiva, né? Ela—
exato. Esse filme, ele traz a gente de volta para um momento único no cinema, ao meu, desde o que eu me lembro, que foi quando a Marvel conseguiu transformar ir ao cinema numa Copa do Mundo. Porque as pessoas iam pro cinema no final, né, naquela, naquele terço final dos Vingadores, da Marvel e tal, pra torcer pelo time delas, pra torcer pela galera dela. Eu torci pros meus amigos aqui. Então quando os cara faziam uma parada inacreditável, meu irmão, o cinema levantava, gritava, todo mundo tava empolgado.
E aí tinha pessoa que não fazia nem ideia do que que era super-herói e tava torcendo.
Talvez a maior catarse da história do cinema seja a cena do ultimato, né?
Absoluto cinema, cara.
Eu acho que depois do primeiro filme do Flash, seja você já viu?
Você já viu? É porque assim, eu, eu nunca vi pessoalmente, eu nunca vi uma catarse numa sala de cinema igual aquela cena. E na própria internet assim que eu vejo divulgado e tal, eu nunca vi aplausos.
Eu vi mesmo na cabine de imprensa, rapaziada. Ultimato, mesmo na cabine de imprensa foi assim.
Só tinha profissional quando eu fui ver e a galera tudo—
você nunca foi assistir a premiere de filme do Crepúsculo só com as fãs do livro. Vocês nunca tiveram essa experiência?
Isso que eu ia dizer, o único filme que rivaliza com essa sensação que a Marvel trouxe foi Amanhecer Parte 2. Para você, vamos deixar claro, para mim não, para o cinema, moleque, para o cinema. Porque quando terminou o filme, eu vou trazer de volta assim: eu estava abraçado com fã clube de Crepúsculo pulando do cinema.
Olha, senhores, eu acho que a gente tá muito sincronizado aqui. Eu acrescento que esse filme ele tem uma grande vantagem né, que ele, como é que o pessoal usa aquela expressão, ele está sobre os ombros de gigantes, né, expressão que o pessoal usa quando ela tá, quer dizer que tem muita gente maior que fez trabalhos incríveis por trás daquela pessoa que hoje está brilhando, no sentido de que ele realmente, eu acho que ele é o melhor filme do Homem-Aranha também, acho que os outros são muito legais, o pessoal fala muito do segundo do Sam Raimi, eu tenho um problema, Zago, com o Tobey Maguire como Homem-Aranha, já falei aqui, acho ele meio chorão.
Gosto desse Homem-Aranha aqui do moleque, do Holland, muito mais ator, né? O Holland, além de ser, é, não é nem em termos de ator na minha visão, não me preocupa. Eu prefiro o personagem mesmo, o personagem. Ele é engraçado, ele é atlético, ele é mais rápido e por aí vai.
Mas isso assim, não é tão engraçado, né?
O Tobey não é um cara engraçado e o filme também não entregou muito isso para ele e tal. Aqui a gente tem, além dessa, eu acho que desse Homem-Aranha quase que ideal, você tem um universo da Nova York do Homem-Aranha que ele funciona hoje dentro do universo do MCU, com tudo que deu certo e tudo que deu errado, tá ali à disposição dele. No sentido de que no filme do Tobey Maguire, se ele precisava tirar a dúvida em relação a alguma coisa médica, ele tinha que ir no médico.
O Tom Holland, ele vai, porra, ele poderia ir no Doutor Connors, ele vai no Doutor Banner pra tirar uma dúvida, sacou?
De alguma coisa de ciência.
Ele tem que tirar dúvida sobre alguma coisa de espionagem. Nos outros filmes, o cara tinha que ir na polícia. Esse aqui, ele vai conversar com a Viúva Negra, a Viúva Branca, sei lá, né, a irmã da Natasha, explorando os assets, né. Você tem exatamente, você tem um micro, um micro universo, né, da Marvel agora, depois de mais de 10 anos de universo. Como eu falei, nem todos os filmes, acho que a gente concorda que nem todos são muito bons e tal, mas mal ou bem tá ali a galera.
É quase uma sitcom, sacou? E eu acho que isso também favorece. O clima do filme é um clima episódico, essa coisa que eu falei da sinopse, tipo, o menino ele tá vivendo um dia o bumerangue, outro dia o assaltante, daqui a pouco é o rino, ah, hoje é o lápide, a polícia é amiga dele.
Essa sensação, né, de tempo, tem a sensação de que o tempo foi, passou tempo muito, muito, muito tempo de trama. 5 anos de MIT, você não, parece que não passou. Não, você sabe que o moleque tá nessa mó tempão, né?
Deixa eu complementar isso que vocês estão falando, porque Porque assim, a sensação de tempo é animal, inclusive. Assim, você consegue... E é legal porque você consegue lembrar quanto tempo faz que o mundo esqueceu dele, que é aquele filme lá do Doutor Estranho. E ele diz pra você assim, ó: Cara, olha só, passou muito tempo, né? É isso que o Zago tá falando. E você fala assim: Caralho, pode crer, realmente. Sei lá quantos anos daquele filme e tal. Dentro do universo Marvel, 5 anos, né? Eu acho.
Tanto que a única mentira do filme é... Não é nem o superpoder do cara, o raio laser e tal. É quando a Zendaya lembra dele 5 anos atrás comprando um sorvete na loja.
Nossa, moleque, isso aí para mim foi muito— eu também, eu também assim, caralho, que memória é essa?
Não suspenderam isso não?
Calma aí, calma aí, calma aí, calma aí.
Um aleatório, né?
Lembrar da festa, tudo bem. A festa foi outro dia, ele tava com as flores, eles trocaram ideia.
Agora, uma outra conexão de outra vida, aquela coisa assim, porra, ela guardou esse cara porque tinha alguma coisa no subconsciente.
Estabelecem que tem zero.
É, ele não, no subconsciente, foi depois.
A lembrança foi depois.
A Jim Gray entra na cabeça dela e fala assim: aqui há zero coisa.
Exato. Não, não, não, mas olha só, a lembrança do copinho, tudo bem, tudo bem, mas só para— não, eu concordo, eu acho forçado, mas só para estabelecer, ele compra um negócio na cafeteria já depois do esquecimento. Vamos lembrar disso.
É isso que eu tô falando, ela não é lá para ela, ela é um cara, ele é um cara qualquer, aleatório.
É isso. Só que assim, eu, pô, cara, E tudo isso maravilhoso. Inclusive, assim, aplausos.
Nessa hora o Beto tá arregaçando a manga.
Aplausos pro diretor que nessa cena de lembrança, pô, cara, ele mostrou, sei lá, pra muito diretor aí que assim, cara, quer fazer um storyboard? Vai no quadrinho, velho. Vai no quadrinho. Porque cada cena de luta do Homem-Aranha contra um desses heróis famosos era uma das melhores covers do Homem-Aranha, as melhores capas dos vilões. Ele pendurado assim segurando o cara assim, logo no começo ele segurando um carinha, né? A cena mais foda do filme, a primeira capa, a cena mais foda do filme, mais bonita plasticamente, é a capa lá da luta dele contra a Electra e tal, não sei o quê.
Tipo assim, muito foda, cara, muito foda. Mas contra Electra, é, pô, aquela cena que vem todos os ninjas assim e ele fala, caralho, eles são muito legais.
Não, mas naquela, o tentáculo, né? Entendi.
No quadrinho ela tá, ela tá ali dentro daquele, só falta ela para você ter aquela capa.
Essa frase dele não foi meio Deadpool nessa hora.
Foi, mas é maneiro. Foi Homem-Aranha, cara.
Eu achei Homem-Aranha para caralho.
Eu achei Homem-Aranha piadista, rista também, né?
Mas para quem ele fez essa piada?
Para ele?
Ele só constatou, ele tinha um brado com a parada.
Ele tem engraçado, mas foi assim, pô, você tem cara de Deadpool, né? Mas é uma puta. Todas as cenas de ação, né, não, Zago? Elas são muito, além disso que o Beto falou, elas são muito bem dirigidas.
Você entende?
Bonitas, são bem dirigidas. E muito inspirada nos games, né, cara?
Bem lembrado.
Para mim, em termos de movimentação, é o melhor filme que tem. Isso é, ninguém vai discordar disso. O cara pode discordar, ser o melhor filme, pá, mas que tem o melhor Homem-Aranha em movimento na tela é esse.
Total.
Todo movimento dele de se locomover por Nova York e também de brigar, de luta, de pular, jogar teia na porta, se puxar por trás da porta.
As bombas de teia, pô, que ele ejeta e viram, né, explosivos de teia.
Granada de teia.
Muito foda essa cena.
Tudo isso que a gente viu do game, pô, trouxeram para cá e demorou para trazer para os caras.
Tá puxando o game, né? A gente se amarra nos jogos da Insomniac. Ele tem muito do jogo, né, cara? Inclusive os vilões, essa, esse, esse tema de perseguição, carrinho, né?
Quase que eu vi aperte B para pegar, aperte Y para puxar o malandro.
E o carrinho, né, dos jogos, aquela galera que desenvolve aquelas armas que são feitas para o bastão elétrico.
Eu acho que a abertura desse filme, a gente começa, e ela me trouxe para um outro lugar onde eu vou botar que ele é o melhor, melhor do mundo. E outra coisa também, porque desde Avatar, desde Avatar, James Cameron, lá 2009, se não me engano, 2008, Peixe Grande, eu nunca tinha assistido um filme de 3D que fizesse tanto sentido quanto esse filme faz.
Você viu em óculos 3D?
Meu irmão, que filme foda para se 3D. O começo, ele tá sentado, porra, naqueles metais do prédio e tal. A câmera vira e ele cai, cara. Não é aquela queda tradicional que a gente vê, que é explorada. A parada tem uma utilidade, uma profundidade, utilidade narrativa maneira. Você entra dentro do filme naquela hora, ele vai te carregando pela cidade de uma forma que eu nunca tinha visto Homem-Aranha fazer.
O cinema do jogo é velho, né? Tem óculos 3D, tem lanterninha também.
Pior que é velho mesmo, porque eu fui no cinema aqui do lado de casa.
Maneiro.
Acho maneiro, porque assim, quando eu vejo que é 3D, eu fujo, cara.
Eu fujo. Tirando a parte, eu também fujo.
É, eu tiro.
Não tinha outra opção, era a única sala que tinha uma cadeira do lado da outra que eu assisti com o Pedro, como eu fui mais novo. Porra. E aí, meu irmão, eu falei, cara, é isso aí, vamos embora. Eu também não gosto, não sou muito fã, mas cara, funcionou. Eu agradeço só ter essas duas cadeiras.
É muito bom. Mas uma coisa é a seguinte, o diretor é o Dustin Daniel Cretton. Vocês estão falando da cena de ação, eu acho que se a gente puxar na memória Ele é o diretor do Shang-Chi. Independente de gostar ou não do filme, as cenas de ação do Shang-Chi, elas são animais, assim. E uma coisa que eu vi aqui é que é um cara que tem uma delicadeza pra flutuar entre a ação ali, a comédia dentro da ação e o climão. Porque assim, todos nós, todos nós, seja homens ou mulheres que estão ouvindo esse podcast, todo mundo já teve uma briga completamente desconfortável com seu parceiro, sua parceira, e voltou no carro dirigindo naquele climão de merda.
Merda, aquela situação horrorosa, aquele silêncio constrangedor. E olha, a balançada de teia do silêncio constrangedor desse filme é uma cena espetacular.
Aquela que ele tira a máscara?
Não, aquele tem que levar ela de volta pra casa. Aí ele tem que levar ela de volta pra casa e ele fala, tô dirigindo o carro, acabei de brigar, voltando pra casa, moleque. Que climão horroroso.
Não, porque além dessa tem aquela que ele vê ela beijando o cara na festa e ele sai puto também.
Essa também é muito boa.
Adorando o Tom Holland, cara. Atuação dele tá ótima. Ele passa pelo olhar o que ele tá passando, drama dele ali.
Puta, vocês estão lembrando disso? Isso é bem interessante. O filme, ele é meio que um Forrest Gump do filme de super-herói. Ele tem tudo, ele tem todos os gêneros. Ele tem comédia, ele tem um pouquinho de terror, ele tem ação para dedéu, ele tem drama, romance, cara. Ele flui tudo também, porque não No Mistério não tem, era no outro filme, você tá confundindo. Falando em vilões, hein, vamos falar dos vilões aqui. O que que você achou, Zago?
Puxa aí. O vilão é um desses, é a parte misteriosa do filme.
Então mete bronca, gente.
Eu gostei. Vamos agora, spoiler, né? Os vazamentos estavam certos. Tem muita gente falando que seria Jean Grey e é a Jean Grey.
Eu tô falando que não, né? Ele ainda fez entrevista: não, não tá nesse filme não.
Justo ele que eu quero que faz Ninguém acredita no Tom Holland. Agora, de primeira, eu, quando apareceu que era Jean Grey, vou falar para vocês como eu me senti, tá? Eu falei, puta, é a Jean Grey! Mas essa Jean Grey tá meio, meio, sei lá, meio sádica demais assim, tá?
Você acha que ela tá vilã, né? Ela tá com raiva, né?
De começo eu entendi que ele tá falando de começo assim, a revelação, tipo saboreando essa maldade que ela tá fazendo, né?
Tá, porra, que crueldade comer aranha, beija ele como se fosse MJ e depois revela dela, cruel assim mesmo com o cara. Aí eu comecei, falei, mas isso pensando eu assim, vendo o filme, tudo essa coisa vendo o filme. Putz, ela tá muito assim, a Jean Grey não é assim. Então meio que desvirtuando a Jean Grey. Aí eu me liguei, falei, não, porra, é a Jean Grey antes do Professor Xavier, antes de ser recebida pela escola, quase criança ali.
Ela é uma criança ainda sofrendo. Aí depois quando vem a explicação da irmã dela que foi raptada e tal, e depois coisa, descobre que a irmã foi morta ainda. E aí aquela coisa de ser abandonada pela mãe, de estar desenvolvendo poderes numa sociedade que não quer que ela desenvolva poderes, vê mais ela como um objeto de estudo do que, né, para levar para o laboratório e ficar pinicando, estudando, do que como um ser humano. Essa Jean Grey, antes de ter Xavier em sua vida, poderia ser muito bem isso aí mesmo, cara.
Ela é uma adolescente.
Parabéns à série, sim, quem acede assim, que como o Jean Grey, porque é um papel muito denso, cara. Eles não só nos apresentaram o que é possivelmente o próximo vilão depois do Doutor Destino, porque o caminho natural é levar para Fênix Negra, e como eles nos apresentaram a pessoa mais poderosa dos X-Men, né? É a primeira apresentação oficial dentro do cinema, vamos dizer assim, de um mutante no universo Marvel.
E ele falando mutante com o Doutor Banner, né? Exato, mutação, mutante. Ué, ele falou!
Ah, ele disse, ele disse!
A complexidade—
ele falou a palavra, ele falou a coisa, ele falou. Apesar de não ser ali, tá falando dele, né? Ele também é um mutante, eles não usam o voo.
Mas a complexidade da Jean Grey da série Sinque não é uma Jean Grey simples, cara. É uma pessoa que agora tá machucada, que nesse—
ela é cinzenta, né, Beto?
Olha aí! Mas, cara, ela vai ter que evoluir, ela vai ter que evoluir. E ela trouxe muito peso, não dá pro evento X-Men, as pessoas começarem a contestar os mutantes e tal, não sei o quê.
Não dá para ser leve, porque tipo, outro dia ela tava na cabeça de outro cara e agora ela tá entrando na cabeça dos outros malucos, cara. Eu achei hipócrita demais ela fazer isso, a Max.
É o tal do Vecna.
O Vecna fez exatamente isso com ela. Não é o mesmo universo? Porque a MCU tá tão grande agora.
Mas eu achei que vai ser explicado, porque olha só, eles deixaram—
não, não, esquece. Eles É outro universo de jogo, não tem não. Esquece essa merda aí, pô.
Comprando esse barulho aí, eu acho muito interessante porque eles já deixaram preparado as migalhas de pão que João e Maria deixaram em direção à casa da bruxa. Porque você tem a criação do inibidor do poder mutante. Esse inibidor, ele, um dos inibidores se perde, fica jogado no chão e some. E a câmera faz questão de mostrar que ele ficou largado de lado, sabe qual é?
Ele vai virar goleirinha no futuro, né?
Exatamente, ele vai virar isso aí, que vai tema do X-Men, que a gente já sabe que, porra, o X-Men vai trazer isso, que vai ter aquela ordem que eles vão tentar domar, e vai ter umas pessoas que vão tentar usar o inibidor para perder os poderes, e por aí vai. Então a gente já vê essa parada, a gente já tem a prequel da, como o Beto trouxe, né, da Fênix Negra aí como uma possível grande vilã da história, ou não, ou essa personagem como o Afonso muito bem trouxe, maravilhosamente botou, né, pontuou, Cinzenta, que ela não é nem boa nem má.
Então assim, eu acho que ela, eles já trouxeram essa discussão que o X-Men vai entrar entrar aqui.
Tu esqueceu de um detalhe, Diogo.
Quero perguntar uma coisa.
O líder da Damage Control, que eu achei péssima, depois vamos falar da Damage Control, achei péssima.
O cara que tá, ele aparece, você fala vilão.
Então o Metzger nos quadrinhos, gente, ele é o senador que levanta a lei contra os mutantes. Ele não, ele não é líder da Damage Control.
Não é o senador Kelly?
Não é, mas o Metzger mais atual é o cara que tá brigando nos quadrinhos assim contra os Destiny. E assim, o negócio some, some com ele, claramente. Claramente ele vai ser o cara que vai liderar. Apesar de eu ter achado péssimo assim a construção do personagem, tudo que envolve a Damage Control para mim foi bem ruim assim no filme.
Que isso, mas tristeza.
Dentro disso que o Diogo falou, esse cara é muito importante, esse cara é muito importante.
Deixa eu fazer uma pergunta para vocês dentro desse tema todo que envolve a saga da Jean Grey. Eu concordo que eles estão botando aí traz os pedacinhos de os miolinhos, né, para levar a questão toda dos mutantes. Quem está esperando, acho que desde WandaVision, né, que a gente vem falando aqui, nosso amigo do Pipoca Nankin também, da galera tá especulando quando é que vai introduzir mutante, caramba. Teve um negócio na série, né, a Marvel que falou, a série da Ms.
Marvel foi falado isso, ela fala e toca o tema dos X-Men no final, é a última cena da série, é a última cena do filme.
The Marvels. Isso, Vera aparece.
Pois é, aí o que aqui eu achei que eu falei assim, tá, então vamos lá, porra, se tinha um lugar aqui com uma linhazinha de diálogo, ele podia ter dado para gente o cara falando o seguinte, podia ser na hora que ele tá ali justamente experimentando já na Jean Grey, fala, fala sobre a pesquisa dele, falou assim, estão nascendo pessoas com esse gene mutante e a gente tá tentando entender o que que é. Me dá alguma coisinha mais do que sentar a mina.
Eu gostei da cena toda, tá, tô assim, acho que é boa. Eu preferiria um pouco, me dá um pouquinho de mutante, cara. Me mostra que vocês estão estudando essas pessoas que estão desenvolvendo gene mutante, que estão aparecendo com esse gene mutante, sabe? Um pouquinho. Achei que ficou só assim, tá, são duas garotas que têm poderes, elas foram, usaram o micro-ondas demais. O que que foi que aconteceu com essas mulheres para elas ficarem com esse superpoder, entendeu?
Isso, tu sentiu falta dessa?
Eu senti falta dele em algum momento mostrar que a Damage Control já está por dentro desse fenômeno que está acontecendo. Tá vendo de pessoas desenvolvendo genes mutantes. Me dá um pouquinho, me dá uma linha de diálogo, sabe? Eu não preciso do final do filme. Até pensei assim, puta, o pós-créditos vai ser a Jean Grey saltando do ônibus e tem um velho careca de costas. Até o Ed Castro falou, eu pensei que seria alguma coisa assim também.
Olá, Jean, preciso conversar com você. Falei, isso seria o esperado, óbvio. É, pô, então me mostra que os cara tão já identificando os mutantes. Eu senti falta disso. Vocês não vago.
Senti também, senti também. É aquela coisa de que é difícil de dosar, porque quando o filme fica expandindo demais o MCU, a gente fala, porra, MCU se intrometeu muito no filme. E quando é de menos, a gente também sente um pouco de falta. Mas isso aí é uma frase, né, cara, custava nada, tava uma celinha de diálogo ali naquela cena. Eu concordo com você.
Se você tá oficialmente, né, Beto, introduzindo uma mutante, não pode Cara, essa é a minha crítica ao damage control, Afonso, de uma certa forma.
Porque assim, o damage control para mim ele é uma parada burocrática que não se resolve muito. Faltou assim, tá, vamos explicar isso aqui, cara. Isso aqui tem que existir por um motivo, isso aqui tem que funcionar por alguma coisa.
Mas eles não são, não servem como eles desenvolveram. Isso que, ó, só desculpa te interromper, mas o damage control, ele tava lá em inglês, galera, que a gente é metido, tá?
A gente é metido a controle de danos, né?
Vamos falar assim, um comentário um cara assim muito puto numa live, falou assim: Afonso, sua insegurança incrível de falar tudo em inglês. Obrigado por incrível, pô, obrigado por lembrar e tal. Mas é tipo, mas eles são uma, uma, um órgão que eu entendo que é privado, mas oferece serviços para o governo, né, e desenvolve armas e tecnologias para combater os meta-humanos. Acho que a Marvel não chama de meta-humanos, né? Sei lá, superpessoas, maravilhas.
Eu não acho que é privado. Será que é privado? Me pareceu uma coisa governamental também.
Eu fiquei com essa sensação naquele prédio ali.
A Damage Control é meio governamental, mas ela é uma CIA, né? Tipo assim, tem uma liderança apartada ali.
Vamos pesquisar.
É só que então, mas olha só, é isso tudo que essa discussão que para mim faltou.
Que ela deixa claro o que que ela faz.
Eu acho que ela ficou, ela entrou como um elemento assim, ó, eu sou necessário no filme ter esse lugarzinho burocrático, mas eu só vou rapidinho aqui te pincelar ele como um lugar super articulado. Olha as minhas, olha que o Homem-Aranha vê. Mas assim, para mim faltou o peso, porque se a Damage Control entra com assim, qual é o peso da Damage Control? E o Metzger, o que que ele tá olhando? É tipo assim, cara, estamos identificando, se perguntando, você ia falar, inclusive, né, o nome do cara, né?
Nada contra os alemães, mas é um nome Calemba.
A escolha desse ator foi incrível porque esse maluco fez o Ruptura, né? Ele era um dos caras, dos gerentes lá do Ruptura, que a gente—
eu não terminei a segunda temporada.
É verdade, ele é burocracia, ele é legal.
Mas eu achei, eu não achei que ele fosse, falei, que bom, esse cara, será que ele vai botar uma roupinha? Porque, meu irmão, ele é fortão, ele é alto, e o Homem-Aranha é baixinho.
Eu gosto muito tipo dele, tipo de pijaminha, tipo MJ, né?
Ei, galera, tudo bem? Como é que vocês estão?
A detetive Diana, a DeWolf lá, meu irmão, tô pensando aqui, tá lá o Homem-Aranha e a DeWolf um do lado do outro, meu irmão. Ela é metade dele, metade do Tom Holland, e o Tom Holland já é baixo.
Pois é, ela deve ser muito baixinha.
Ela é muito maior que ele, cara. Ela, ela é menor do— quando você vê The Bear, ela é menor que o cara lá do The Bear, o Lurim, que já é baixinho também, que parece Tom Holland. Mas o— mas eu Eu achei isso, e pra mim isso está conectado com, por exemplo, e pergunto pra vocês, não o Banner, o Hulk não teve necessidade nenhuma, cara. Não o Banner, não o Bruce Banner, ele teve, porque ele conduz o anti-mutante lá. Agora o Hulk, não, é maneira a cena, mas não serviu pra nada.
Cara, claro que serve, ele serve porque, ah, eu fico querendo chamar de Sage 5 ou Max, o Mac fixou, né, a Max na parada.
Chama de Jim.
A Jean, ela precisava de alguém forte o suficiente para entrar no cofre, no quarto do pânico do senhor Damage Control. Quem é a pessoa mais acessível? Ele não é um personagem jogado assim. O Doutor Banner, beleza, justificativa, porque ele tem a ver com o desenvolvimento do inibidor do Homem-Aranha. Mas o Doutor Banner e o Hulk, e aí vou fazer aqui uma, um jogo de palavras, eles não podem ser parada. Então quando você tem ele no filme, existe sempre a sombra do Mr.
Hyde. É o Mr. Hyde, né, que é o monstro. É o Dr. Jekyll e Mr. Hyde. Porra, quando ele tá se transformando, tá falando isso com Rex, o desespero dele batendo na— e aí a direção mais uma vez batendo na mesa, ele falando assim: saiam do prédio!
E a voz dele: saiam do prédio!
Tipo, eu falei: porra, brother, é muito legal! Só se transforma forma, você vê o desespero do cara.
É muito bom.
Ele vendo depois, ele preocupado com o Peter ali, o Hulk.
Exato.
É ainda como Hulk ainda, quando ele se liga que ele tá fazendo cagada e aí ele se solta com as pedras. Pô, isso é muito foda, muito bem feito também, cara.
Eu não tô, eu não tô dizendo que não é foda.
O Justiceiro arregando. Não, não, para, para, para, cara. Tu só não quer mais lutar. Com, é, beleza, dá um jeito aí que eu vou lá.
Então, se tira o Hulk do filme, não muda nada, não muda nada, cara.
Que assim, pelo que eu fosse falando, seria só mais um filme, pode ser canal Beto, seria só mais um filme da Marvel onde o Banner aparece e o Hulk não, porque isso já aconteceu em outros filmes.
Ninguém vai tava mais isso, Beto. Aquele, aquele Hulk inteligente já tinha dado, é igual o Dinossauro com pena, ninguém quer mais essa merda.
Não tô falando do Hulk inteligente, Alfonso, Homem de Ferro 3, Bruce Banner sem Hulk, as Marvels, Bruce Banner sem Hulk. Não é que isso nunca aconteceu. O Bruce Banner é um cara muito inteligente nesse MCU. O que eu tô falando assim, eu adorei a cena, eu acho a cena foda, eu acho que a cena mostra a escala de poder do Hulk, que eu achei muito foda. Quando o Homem-Aranha fala, caralho, não sabia que você ficava tão grande assim.
Quer dizer que ele tá entrando numa outra vibe, que é a vibe Hulk Cinza sem ser Hulk Cinza, né? Porque ele vira o Hulk cinza nos quadrinhos através de controle da mente e tal, não sei o quê.
Ele poderia ser, por exemplo, o Rhino. Você tá falando isso, que poderia ser o que foi. A gente não quer o Rhino, Beto. A gente quer um personagem que já esteja na história.
É, a partir do momento que ele falou que tem o cofre, eles dão essa pista de que tem o cofre. Não cai do nada.
Naquela primeira visita na Dama de Controle, ele pergunta o que que tem ali dentro.
Chamada, não sei o que é, VMAX. VMAX, muito legal isso. Deve estar aqui atrás desse cofre. Então eles jogam para o cofre, que é um cofre bem guardado. Uma vez que tem o cofre, fica pressuposto no filme que a Jean vai ter que arrombar aquele cofre.
Exato.
Para arrombar o cofre, ela pode usar de N soluções: controlar o Rhino, controlar um cara que tá numa máquina de demolição, qualquer coisa. Mas foi maneiro usar o Hulk porque o Banner já tinha participado.
Ela queria o VMAX que ela achava dentro Tinha uma pista ali, tem um VMAX, que foi a palavra que a irmã dela deixou para ela de pista, e ela achava que era alguma coisa.
Mas verdadeiramente, o que tinha verdadeiramente no cofre? Porque VMAX não existia.
Isso.
Então o personagem da BT Control se escondeu lá dentro do cofre para proteger exatamente o quê? Uma vez que VMAX não era nada, aquele cofre serve para quê?
O que que tinha lá?
Aquele cofre é uma Guffin no cinema.
É isso, né?
Todos os experimentos que ele fez com a irmã, tava tudo, todas essas coisas hiper secretas tava lá dentro.
Cara, eu levei como quarto do pânico. Para mim é só um quarto.
Não, eu não tô, eu não tô falando mal do cofre, que eu acho que o cofre faz parte, faz parte ela errar e falar, tá, não é aqui no cofre. Mas eu tô falando, eu tô falando da importância do cofre, porque assim, a gente de verdade não sabe o que tinha dentro do cofre, não é falado.
Mas é relevante, são os documentos, são as paradas, os documentos.
Eu acho que é isso, não é importante. Pelo que eu me lembro, era toda coisa da pesquisa com a irmã que tava morta.
Eu acho que tinha dentro do cofre o Ant-Man, era o que o Afonso queria ver, né? É verdade. Eu acho que o que tá ali dentro é um assunto sobre mutantes, mas isso não é relevante, não é relevante.
Não, assim, o que dá a entender é o seguinte: tem alguma coisa dentro desse cofre que talvez seja isso tal de VMAX, que ninguém sabe o que que é, e vai me levar a minha irmã. Esse é um ponto do cofre, é um ponto de avançar para o roteiro.
Então assim, isso do ponto de vista da Jean, do ponto de vista do Damage Control, o que tinha dentro da conta do que é.
Concordo. Ali dá a entender que são documentos e um monte de outra coisa.
Eles se escondem lá para se proteger da Jean que tá invadindo o prédio.
É só para isso. Para mim, aquele quarto é só um quarto pânico, porque não faz sentido nessa altura do campeonato tu guardar os bagulho em papel no cofre.
Pensa, Jean Grey, o seguinte: ela recebeu da irmã assim, VMAX. Ela sabe que a irmã— ela nem sabia que a irmã tinha morrido. Ela sabe que a irmã tá presa com a galera do DM de Controle. Então ela fez vários reconhecimentos ali do prédio. E ela chegou num ponto que ela falou o seguinte: existe um cofre, qual o único lugar impenetrável? O cofre na sala do maluco. Minha irmã vai estar lá, só pode estar lá, ou a minha irmã ou o que quer que seja. Então o roteiro ele pensa nisso, tipo, a mulher quer chegar lá, né?
E eu acho que, eu acho que funciona. Mas assim, no final das contas, você não queria o Hulk, você achou que explode a bomba do Justiceiro e não Hulk, né? Ou seja, o Hulk realmente é um inútil. Então assim, não, ainda concordo com isso, mas fique claro que só você, tá?
Eu gosto do Beto, sabe?
Precisa saber, o Beto, ele, depois ele é mais concordado, mas eu realmente não sei falar nada.
Vamos seguir para o próximo ponto.
É o poder do host.
Deixa eu defender o Beto. Quem faz isso é a tua força. Quem bota todo mundo para fora é a tua força.
Eu faço isso porque eu sou um cara muito igual. Vamos seguir agora a pauta, que tá tudo certo. Eu acho melhor seguir, né, pelo ritmo, né? Acho que pelo ritmo já tá na hora da gente ir embora.
Quero questionar vocês: justiceiro engraçadinho Engraçadinho. E aí, porra, desculpa, justiçeiro engraçadinho.
Quero saber, quebrando personagem, você vai me desculpar, é a amizade improvável mais legal que eu já vi nos últimos tempos, cara. Muito legal, eles são do caralho amigos de perigo que não começaram se dando bem e daqui a pouco eles ficam soltando piada. E o Jon Bernthal, cara, ele não tá aí à toa, vamos ser muito honesto. Esse cara, ele entrega detalhes, cara, sofrimento, dor, culpa, ele entrega a culpa muito bem. Ele é aquele cara que você fala assim, esse maluco vai infartar em algum momento, que a quantidade de veia que pula na cara dele, fala, caralho, mano.
Eu acho que isso é uma parada muito legal, porque quando ele dá o teco e pega no Aranha, meu irmão, eu tive certeza que ele tava sentindo, que o ator tava sentindo culpado.
É, ele é bom. Caralho, esse cara tá com uma dor profunda, mano.
Do Justiceiro?
É.
Achei muito legal, Alberto. Mesmo ele engraçadinho, que não é tanto às vezes assim, vai, mas tem umas horas ali que é uma amizade provável. E eu gostei. E uma coisa que também fica da passagem do tempo, né, ele, aquela piada dele ter salvo ele em Staten Island.
Cara, isso é muito bom.
A gente nunca vê, mas essa discussão é muito boa, é muito boa. Na Dama de Controle também ele cita uma arma do Shocker, né. Então é mais um vilão que, apesar de não aparecer, ele está presente no filme, né. Esse negócio de que o Aranha tem vários vilões, eles conseguiram colocar muito bem.
Mas olha só, essa arma do Shocker, ela é apreendida no filme com do Batman. Como o nome do ator que fez o Batman, que eu esqueci?
Ah, do Abutre, né? O filme do Abutre.
Eu, a arma de um dos capangas dele, que eles desenvolvem aquela arma do choque, e aí ela cai e a galera fala: e aprende aquela porra.
E aí essa arma tá rodando, e é o que ele usa para tentar nocautear o Hulk, né? É o que ele usa para tentar nocautear o Hulk.
Quase, né?
Eu vou falar uma coisa que eu falei no canal lá também. Eu, para mim, melhor Justiceiro desse ator, o Jon Bernthal. Eu não gosto da série dele da Netflix. Não gostei muito do mediometragem dele na Disney. Vocês gostaram?
Gostei.
Eu não vi ainda, cara.
Eu não vi, eu não entendi muito por quê.
É, não gostei tanto.
Uma açãozinha legal assim, né?
É uma ação meio genérica assim, não tem muita empolgação na minha opinião. E agora aqui não, aqui ele tá muito legal, cara, tá muito massa.
Mas ele é o Justiceiro de fora da série do Demolidor, que ele tá bem na série do Demolidor. Eu gosto da série dele, ele tá muito bem, mas Mas o Justiceiro até este momento era sempre denso e deixava claro para todos que não tinha motivos para ser engraçadinho, hero, trabalhar com ironias.
Aqui ele vira.
Eu concordo um pouco. Agora, Betão, agora eu vou voltar para o seu lado da quadra. É, acho que tem uma justificativa de que, apesar do filme não ser somente unicórnios e arco-íris, né, ele tem assuntos muito, muito pesados. Piadas e tal, eu acho que ele meio que é quase que contaminado pela alegria, pela irreverência do Aranha. E o que fica aqui é o seguinte, talvez, Beto, ele fosse mais de acordo com o que eu e você a gente gosta.
Quando rolou o Cable e o Deadpool, Cable ele não faz piadinha no filme lá, lembra? Ele é o tempo todo aquela lápide, aquele, né, meu irmão, não tem nada aqui. A piada vem do cara tentando fazer graça e ele sério, é o Men in Black lá, essa clássica dupla. Aqui eu concordo com você que ele ficou um pouco engraçadinho, apesar de ter gostado para caramba. Sim, isso puxa um negócio que eu senti falta. Eu achei que quando a Jean Grey entrasse na cabeça dele, merecia ela ficar um pouco perturbada para você ver que ela faz uma piada, ela faz uma piada.
E é o único momento em que a Jean Grey— porque assim, olha o que você tá que eu tô falando. O filme tem, ele não, a Jean Grey não toca na piada o filme inteiro. Ela é um personagem denso, ela tá com uma puta treta, ela tá, cara, meu irmão, ela tem aquele sentimento que é o que o Zago falou, caramba, pô, que Jean Grey é essa, pá, não sei o quê. Então assim, dava para ter isso no Justiceiro. Eu gostei do Justiceiro também, achei legal, achei que funcionou, mas dava para ter isso no Justiceiro, mas ele tá descoladinho. Inclusive, o momento que a Jean Grey faz É possível, cara.
Eu achei que ela podia pelo menos, não sei o que que vocês acham, entrar na cabeça do cara e ficar meio perturbada e tipo, entendeu? Tipo, aí ela tipo, cara, precisei dar uma isolada nas paradas que tem lá dentro porque são muitos demônios. Vamos embora, segue o baile.
Mas pô, isso seria interessante se ela fizesse isso e daria um aval para ele mais divertidinho, né?
Ele mais—
eles perderam essa oportunidade duas vezes porque na do Justiceiro ia ser legal, porque uma coisa coisa boa do filme é conseguir delinear o Justiceiro bem sem contar a origem dele. Quem nunca viu nada de Justiceiro saca, aí ele perdeu a família por causa da cena da MJ mexendo nas fotinhas, é um cara depressivo e tal, você saca. Mas a Jean Grey, por ser uma garota que nunca deve ter nem chegado perto do que esse cara passou, deveria ter ficado em choque quando entrasse nele.
E também no Hulk, né, galera? No Doutor Banner também não tem uma, eu também acho que merecia, deveria também ela ficar ali pelo menos que demonstrasse que ela não tá tranquilinha enquanto tá controlando, que ela tá se esforçando de tudo.
O filme perdeu a oportunidade de— porque assim, eu gosto quando ela entra na cabeça do Homem-Aranha e ela muda porque ela vê, né, na cabeça do Homem-Aranha que ela muda. Ela vê que beleza, todo mundo perde gente, acontece, segue em frente. Isso não tivesse sido uma opção.
Mas olha que bonita, depois vamos falar dela, mas muito bonita.
Mas olha que legal que seria a jornada de de formação dela, se ela entra no Hulk, ela entra no Justiceiro, todos estoem, pesam. E aí no final ela conclui que diferente do Hulk e do Justiceiro dá para ter amor, que é o que o Peter Parker tem. Então ela, ela aí ela ia falar assim, caralho, velho, eu não quero ser o Justiceiro, quero ser o Peter Parker, muito foda.
100%, ia ser melhor. Mas eles quiseram focar, né, Didi, né, Zago, no Peter Parker, na tia, ela que resolve. Que é bonito também, vai, mas eu concordo que teria sido melhor esse conjunto de olha o que que isso vai transformar você, olha esse cara que vive um negócio de navio na merda, cheio de medo.
Todo mundo gostou do amor salvar o dia?
O amor salvou o dia, mas os Ursinhos Carinhosos ensinaram para gente que no final ele no meio da galera, depois que ele sai do hospital, aquela cena é bonita demais. Demais, cara. Muito maneiro, molequinho fazendo o Justiceiro acenando como se fosse ele. Cara, pessoal, muito divertido isso. E o pessoal ovacionando o Aranha e ele no meio vendo isso anonimamente. Sim, cara, eu derramei umas lagriminhas, viu? Achei bem bonito, cara.
Vocês, por um breve momento, vocês acharam que esse Peter Parker teria enfim uma ruiva em da vida com a mina lá vizinha dele.
Ela não é loira?
Não, falou da Jean Grey, porque ali na Jean Grey parecia. Eu senti um sparkling, eu falei, será que eles vão por esse caminho de romance?
Não, não, não, nada a ver, nada a ver, nada a ver.
Não senti. Acho que é amizade, é amor ou amizade.
Eu acho que depois eles definiram, eles deixaram bem definido.
Ele falou, você tem a mim. Aí é beijar, né?
Eles beijam, quebra completamente.
Depois foi esse lado enfraquecer o filme. Eu gosto de ser uma coisa que ia ser muito bem a mim como um ombro amigo, né?
Eu concordo plenamente com você, entendeu? E que aí eu pergunto para vocês, dito isso, que todos nós acho que amamos o filme, eu tô mais no amamos do que no gostei aqui, ainda tô aprendendo qual é a minha opinião, mas dito isso, dito isso, senhores, é um filme sobre o amadurecimento do Homem-Aranha como personagem, né? Do Homem-Aranha como ele se posiciona. E eles usam uma metáfora do do perder a teia artificial e literalmente gozar, né, na cena que ele segura o braço e esporra na parede, né? Mas não é o que ele faz, cara. Não é o que ele faz.
Você me perdoa, tá? O MRG normalmente não é assim.
Não é o que ele faz, mas assim, cara, não é essa metáfora.
Claro que é, ele tá mudando o corpo deles.
Exato. Então, e aí, e o filme todo todo tem essa, esse amadurecimento, e isso é legal para caralho. E eu pergunto para vocês, não é necessário o Homem-Aranha do Tom Holland fechar aqui a ideia de que, cara, você é um moleque divertido? Não, cara, agora você vai precisar ser um líder dos heróis. Não temos mais Homem de Ferro, você tava na luta com Thanos, agora você precisa amadurecer. O Tom Holland, como Peter Parker, precisa amadurecer.
O Homem-Aranha precisa amadurecer. DC. E os roteiristas precisam entender que o Homem-Aranha agora ele tem que ser uma outra coisa, não é mais para ser o amigão da vizinhança.
Eu não concordo com isso não, será? Eu não acho que o Homem-Aranha é líder de porra nenhuma, ele nunca, nunca, a vibe dele já foi, já foi, já foi. Líder é o Capitão América, entendeu?
Líder é o, até o Homem de Ferro, mas ele vira líder dos Vingadores, Afonso. Por mais que você não goste, isso é fato, é canônico.
Mas é temporário, o Homem-Aranha sempre foi, ele brincava, ele falava, brother, eu sou um Vingador honorário, isso aqui está fora da minha liga. E ele, o cara não tá para poder, ele não tem poderes cósmicos, o nível de poder que os Vingadores é muito maior do que o dele. Eu não vejo, eu acho que aqui a questão do amadurecimento é um amadurecimento, é uma aceitação. Acho que o filme fala sobre aceitação de luto, não deixar que o luto ou os sentimentos de perda de um relacionamento tal transformem você.
Aquilo que Então, porra, brilhantemente desenhou um filme que nunca teremos, onde tipo ela olha para os outros e, porra, isso que eu vou virar, né? Eu acho que esse amadurecimento dele e ele abraçar essa coisa que eles falam da mutação, a mutação dele de certa maneira faz um paralelo com a mutação da garota também, que no futuro os mutantes sofrerão esse preconceito, né? Eu nasci assim e tal. Mas eu não acho que o MCU vai levar ele para ser um líder não, mas é minha visão.
Eu acho que existem lideranças e lideranças, né? O Capitão América, ele era um líder estratégico, ele era um general, um capitão, como o próprio nome diz, né? Ele comandava um grupo de soldados ali contra certas coisas. Mas dentro desse conceito de liderança existem lideranças diferentes. E o que me pareceu, e aí eu vou junto ali de certa maneira com o Beto, é que eu acho que esse amadurecimento do Homem-Aranha traz para o personagem um frontman emocional positivo, né?
Ele tem, ele ainda tem aquela jovialidade que em algum momento vai ser usada a favor do grupo como um líder emocional, de certa maneira. Ele vai manter a moral do grupo, ele vai deixar a galera ali com a moral em pé. Não, galera, vai dar certo, vai, vamos lá, a gente tem um ao outro. É essa parada.
Você acha que isso é líder?
Ele cresceu a tal ponto de que a presença dele junto a um grupo traz credibilidade para o grupo.
Isso. E ele cresceu em escala de poder. O filme mostra um momento muito claro de Tipo assim, a partir de agora ele é mais poderoso do que sempre foi. Quando ele vê a estrelinha passando lenta, quando ele vai baixar a porrada ali nos ninjas, é assim, cara, você dobrou a escala de poder. Você agora pode brigar com o Capitão América, você pode brigar com o superpoderoso. Capitão América ele já podia. Mas você pode brigar com o Hulk.
Ele morreu, ele quase morre pro Hulk.
Talvez agora ele enfrenta ainda antes de estar com esse poder.
Mas acho que mesmo com esse poder, o Hulk é outra escala.
Mas ele vai Mas em termos de amadurecimento, é o primeiro personagem que ele não é um playboy, galera. Antes ele era playboy do Tony Stark, da tia.
Então agora mudou.
Agora não, agora tem que conquistar por conta própria as paradas. Então ele amadurece nesse sentido também. Eu gostei de ver pela primeira vez um Homem-Aranha que não tá ganhando as paradas de mão beijada. O Tony Stark deu os uniformes dele, dava um monte de coisa legal pra ele. Tudo era o Tony. E ele nunca teve que pagar aluguel e tal, porque igual no Gibi, que era um menino que tinha que se virar pra ajudar nas contas de casa, e tal, a tia May sempre sustentou ele sem precisar dele ajudar em nada, né?
Inclusive aquele menino que viajava para Europa, ele também não faz nada agora, né?
Tem uma conta fantasma lá, ele tem canal dark no YouTube.
O filme faltou explorar o trabalho dele, né? Como é que ele paga as contas, né?
Tem OnlyFans, OnlyWebs, não sei o que ele faz.
Ele fica vagabundo.
E olha, rapidinho, na cena que ele aceita, né? Yourself, e o olho dele fica preto, por aí vai.
Afonso e sua insegurança com o inglês.
Exato, obrigado. Mais uma vez vocês foram agraciados. Cara, ali eu vi, quero saber se eu tô, se eu tô doidão, se eu tô doidão, referências muito bacanas aos filmes do Sam Raimi e Tobey Maguire. Sim, primeiro quando ele salta de costas na grade igualzinho, a Creuza vai botar aí, igualzinho ao Tobey Maguire quando tá lutando contra o Bono só. Aquele cara, e quando passa a estrelinha também.
Eu sei que é uma coisa mais tradicional do filme, é o soco do Flash, né?
Soco do Flash, ele meio que olha e tal.
Tem a cena dele segurando o negócio do trem, tem muita referência ao Tobey Maguire ali.
Eu acho que tem, achei bonito.
Agora, a todos os filmes, cena para mim que não é uma referência, mas foi algo, foi uma catarse para mim aquela cena quando ele tá lutando contra a liga lá da Elektra. Esqueci o nome dela, liga, tentáculo, tentáculo, tentáculo. Isso, pô, dos ninjas e tal, meu irmão. Quando ele desce ejaculando na prisão, essa cena é animal, velho.
Essa cena é animal, ainda pelo meio assim, é um poderzinho do jogo, é um daqueles poderes, lembra que você rodar Jogava isso, ele fez o switch, né? Ele usou o switch ali, jogava todas as tepas do outro lado. Ele tem um super, é, uns eixos.
Ele cresceu, não, ele cresceu, ele cresceu. Homem-Aranha agora tá numa outra escala de poder, até porque ele vai precisar enfrentar o Destino, né?
Então vai enfrentar daquele jeito, né, pelas berolas ali.
Não acho que vai manter diferente com o Destino, mas ele é um cara importante no universo.
Teve no filme do Thanos, vai ser importante. Tem uma revista, nesse filme talvez o Doutor Destino, talvez no outro só, né?
No próximo, eu também acho que é no próximo.
Pós-créditos, vamos falar do pós- Pera aí, pera aí, tem uma revista aqui que eu sempre nunca esqueço disso, do Homem-Aranha, que eu tenho, tá em algum lugar dessa aqui, dos anos 90 ali, com aquela turma lá ilustrando. Salvo o Sema, de quem a gente outro dia falou em algum vídeo. Eu não sei se era ele que ilustrava, mas o Aranha tá investigando a história toda, tá entrevistando uma treta lá que tá acontecendo em Nova York, o negócio dele, não sei o quê, papapá.
E ele entra lá num galpão e no meio da noite, meu irmão, quando ele abre, finalmente normalmente a porta, está o Doutor Destino mexendo no computador. E o Homem-Aranha entra em pânico, né? Ele tipo assim, ele tava esperando o Doutor Octopus, alguém da liga dele. Quando aparece o Doutor Destino, eu não vou lembrar, galera, talvez nos comentários vocês achem aí, mas o Doutor Destino, ele tipo assim, que que esse inseto está fazendo aqui?
Simplesmente bota a mão assim e vem um borrão de porra de raio cósmico, sei lá qual o nome do raio, Beto, que ele solta. E o Homem-Aranha, ele sai correndo, né? Tipo, ele não Ele mesmo fala que ele tá em pânico. Ele falou, cara, está acima da minha alçada, cadê o quarteto?
E o Doutor Destino é acima de todas as alçadas, né?
Esse é o ponto.
Claro que assim, pô, Aranha lutou contra o Thanos, brother, ficou lá segurando, tentando tirar. Mas assim, ele ajudou, ele ajuda, né?
E tal. Esse negócio que é falado no próprio filme, né? Peixe pequeno e vilão peixe grande. O filme conta isso muito bem.
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Esse é muito bom.
É o eixo dela trabalhar naquele escritório lá, aquela piadinha. Eu repito seu escritório e ele tirar a roupa para lá atrás.
Legal.
Saco de papel, né? Referenciado, né?
Pode crer.
Achei que o saco de papel fosse na hora que o justiceiro fosse, ó, faz o seguinte, sai do hospital. Ah, mas eu não tenho uniforme. Eu tenho uniforme perfeito para você. Eu falei, pô, é hora do saco de papel na cabeça.
Podia ter sido mesmo, mas aquela cena é animal, né? Aquela cena é animal.
Mas ó, boas decisões que esse diretor e que a galera do roteiro tomou aí, porque eles tiveram várias oportunidades de se prender a certos easter eggs, a certas piadinhas de maneira superficial, e por várias vezes eles deixaram de lado. Na cena que ele tá aprendendo a soltar teia, ele podia ter imitado o Tobey Maguire, né?
Fazer aquela linha.
Não imitou, não, não fez aquele web.
Ele não fez exatamente do jeito.
É, eu acho que ele fala, sei lá, ele fala um gol, é, mas ele não fica naquela.
Tu não achou que lembra? Não, eu achei que ia ser É uma das referências.
Mas é isso mesmo, o sutil, aquela coisa que a gente fala, o Peter 2 tinha isso também.
Essa é muito boa, essa é muito boa, eu gosto.
E o nojinho? Porra, ele tem nojo da teia, é muito ruim. Cara, isso é muito engraçado, né? Aquele negócio saindo.
A puberdade, né? A puberdade, né? A puberdade.
Quando você é jovem tudo faz sentido porque você é burro.
Ó, eu acho que estamos aqui já em momentos finais do nosso programa. Eu acho Acho que chegou a hora aqui das nossas conclusões individuais.
Vamos falar da cena pós-créditos rapidinho? Só queria entender a leitura de vocês. Vamos embora, porque eu já não aguento mais cena pós-créditos da Marvel. Acho um saco insuportável.
Demorou essa, hein?
Demorou.
Só teve uma, né?
Não, eu saí do cinema e falei, vou ver depois. É, saí do cinema e vi depois.
Eu esperei passar os primeiros créditos.
Eu também não tenho paciência.
Cadê o Professor Xavier? É agora, lá no ponto de ônibus.
Aí não veio.
Falei, ah, vou embora. Depois o Beto me fala, o Diogo me conta.
É, não, eu só saí.
Você não perdeu nada, cara.
A Duquesa tava comigo, ela falou assim, pô, Você não vai ficar?
Eu falei, mô, não tenho a mínima paciência para esperar os créditos.
O que que é a cena pós-créditos?
Vamos lá, o Ned tá olhando o dispositivo dele, aonde ele identifica onde o Aranha tá na cidade, e ele identifica que o Aranha está fora da Terra, né? A câmera faz um zoom out e você vê que o Aranha tá fora da Terra. E aí eu vi muitas leituras sobre isso, eu queria saber a interpretação de vocês, porque para mim é só assim, tá, ele tá lá no mundo de combate que o destino vai criar, isso é só uma referência referência ao que vai vir no Doomsday.
Só que eu já ouvi gente dizendo, falando assim, tá, o Ned fez uma leitura de outro Homem-Aranha, o Ned fez uma leitura de algo similar que já estaria dentro do corpo do Homem-Aranha, baseado é que ele foi para o espaço, que aí a gente estaria falando do simbionte. Então, é, então, porque o simbionte ele vem para essa saga aí, ele vem para o Aranha, é, não, ele não vem do mundo de combate não, ele vem de uma nave lá, de uma base, sei lá, tá dentro de um vidro.
Guerra Secreta, acho que ele vem, eu acho que é do Guerra Secreta.
Exatamente, tá falando dos quadrinhos, dos quadrinhos. Ah, nos quadrinhos é Guerra Secreta.
Então que aí ele volta, ele retorna para Terra com o simbionte. Então tem gente citando que isso possa ser o simbionte. Eu queria a leitura de vocês porque eu achei assim, só engraçadinho, vocês estão ouvindo, não vale ficar no cinema.
Não vale, não vale.
Isso é opinião do Beto, não vale. Opinião do Beto e do Zago e do Afonso, que saiu.
Mano, é meio que agora realmente ficou evidente que ficava na hora com a loucura da multidão vendo aquela porra. Isso é legal.
Mas ó, eu vou botar dois pontos aqui, eu não tô— eu acho que existe uma análise até um pouco diferente que pode ser, pode ter quebrado a estrutura da parada. A gente tem nesse rastreador do Ned uma parada muito interessante que soma ao bloqueador do que o Aranha faz. Né, que o Peter Parker faz. A gente tem dois elementos, duas tecnologias que servem para rastrear de certa maneira ou perseguir mutantes, né. A gente pode ir por esse caminho.
Só que o mais importante é, até o momento, esse aplicativo, ele é um aplicativo que quem viu o Homem-Aranha marca.
É isso. Quem foi que viu ele no espaço?
Exato.
E aí a gente fala, tá, alguém viu ele no mundo de batalha, entrou no aplicativo. Muito obrigado, perfeito, perfeito. Isso também incomodou. Foi, pô, a Capitã Marvel abriu Ah, e botou aqui.
Mas aí entra essa segunda interpretação do Beto, ou esse aplicativo já evoluiu para ele analisa o satélite, o DNA do Homem-Aranha, sei lá, de alguma forma, e ele foi visto como eles hackearam. Lembra que eles rastreiam?
Tá saindo, né?
Sei lá, ele rastreou em algum lugar, porque o mundo de batalha, se eu não me engano, ele é uma parte do planeta Terra que é levado para um lugar, não é?
É um mundo feito de vários mundos, vários pedaços. É como se você tivesse um planeta e cada continente continente fosse um multiverso da Marvel nesse mesmo planeta.
Então tecnicamente um pedaço de Nova York que é retirado, eles mantêm ali a propriedade do funcionário.
O Deadpool vai mostrar no filme, ele tinha que olhar. Eu vou botar aqui no aplicativo do Batman, do Homem-Aranha.
Eu gostei que o Justiceiro usa, né? Eu sei onde você está.
Como assim?
Tem olhos por toda a cidade, galera. Ele tá usando aplicativo ali.
Muito legal. Eu sei que é o Beto, eu sei que é o Justiceiro 13 da Disney. Eu gostei, mas é maneiro, é maneiro.
É porque eu fico meio triste de ver assim a oportunidade perdida, sabe? É só isso que me entristece.
Mas não é ruim, é só uma coisa que poderia ser diferente, né?
Mas o Didi Braguinha viu a cena pós-créditos ou também viu só depois?
Não, fiquei no cinema até o final.
Até eu também.
Terminou e a galera aí, cara, eu vi também.
Não tenho, né? É só realmente tua fonte, no aplicativo do Nerd, no aplicativo do Nerd, e é só tipo ele na tela desenhado assim, uma voz de robô: Homem-Aranha está aí na minha água.
Como é que é a voz do robô?
Página nova aí.
Aí o bonequinho do Homem-Aranha faz assim e uma bolinha de outro lugar. Foi avistado em outro planeta, coisa assim, uma parada dessa. E é isso, e acaba. Sim, eu acho que no fim das contas a Marvel nem se ligou que esse aplicativo funciona do jeito que o Didi acabou de falar.
Pois é, mas tal qual o Homem-Aranha no filme, tal qual, Zago. O Homem-Aranha no filme, dado momento, ele entra em modo stealth, né? Ele gruda na parede, a câmera e tal.
Gostei disso aí também, hein?
Muito bacana. E da mesma forma, a gente acabou de colocar você no modo Sônia Braga. O Beto falou Sônia Braga, eu falei Sônia Sônia Braga. O Didi falou Sônia Braga e você não percebeu e caiu num dos quadros mais clássicos de Didi MRG.
Essa parada que vocês fazem, Sônia Braga, gente, olha aí, a gente esquece também.
Eu esqueci, eu quase, quase até perdi isso.
Porra, vocês falaram Sônia Braga, rolou.
Explica aí, Didi, para audiência o que que é o Sônia Braga.
Vamos lá, bem, para quem não sabe o que que é o Sônia Braga, é esse momento mágico do Matando Robô Gigante onde o primeiro, a primeira pessoa que puxa, Sônia Braga, né, ela vai propor uma prenda para o último, o último a responder, a falar, Sônia Braga, né, que vai perder, que é o perdedor, ou não falar, como é o caso agora. Então, Bruno Zago, você dentro de no máximo 42 segundos você vai ter que pagar uma prenda proposta pelo Beto que puxou, isso baseado nesse momento atual seu, que você falou alguma coisa.
Todo mundo entendeu, todo mundo entendeu. Quero ver, muito bom. Senhoras e senhores, estamos chegando nos momentos finais do Matando Robôs Gigantes, aonde apresentamos nossa nota de 0 a 5 robôs gigantes para o filme. E durante 42 segundos, você, você, na verdade, o Zago, eu quero que você dê a sua nota de 0 a 5 robôs gigantes aí para Homem-Aranha: Um Novo Dia. Mas os primeiros 42 segundos você vai ter que falar com a voz do aplicativo do Nerd que você acabou de nos apresentar aí, meu querido. Não tem como.
Você pode só dizer que a internet caiu aí, tá bom?
Alguém vai cronometrar ou não?
Vai cronometrar, é mais ou menos 42 segundos, não se preocupe.
A gente avisa, eu boto aqui, vocês avisem aí, mano.
Beleza, beleza. Ó, vou puxar o gongo aqui, vou puxar o gongo aqui. Valendo para o homem!
Como é que é a voz mesmo? Homem-Aranha foi avistado e lá vai. Para o Homem-Aranha, um novo dia.
Tomar no cu.
Eu vou dar uma nota de—
Onde foi?
Cadê o negócio? Tá bom, tá bom, tá bom. Muito bom. Vai lá, Bruno Zago. Quantos robôs gigantes fizeram assim com você? Deu aí? Faça o seu complemento.
4,5.
Não pode, mas faz o que você quiser.
Que bagunça!
4 robô gigante e meio para eles. Olha aí, cara, é de 0 a 5, é isso?
Isso, 0 a 5 conclusões finais.
Então tá, 4 robô gigante e meio, porque na minha opinião tá entre os melhores Peter Parkers do cinema. Para mim, nenhum deles foi desenvolvido emocionalmente como este foi nesse filme. Eu achei muito legal o desenvolvimento. Em termos de atuação, Tom Holland tá melhor melhor fase, melhor momento como Homem-Aranha, atingiu o auge dele. Supera para mim os outros atores que fizeram o personagem também. Em termos de direção de cena de ação, todos os filmes do Jon Watts eu não gostava, achava cenas de ação muito enxutas, às vezes muito de noite, as cenas de ação não empolgavam tanto.
Aqui não, aqui empolga, cara. Você percebe que os caras foram se divertir fazendo cena de ação, buscando do jogo de videogame, buscando poses clássicas dos quadrinhos. Então eles pegaram tudo que a galera gosta, os melhores CGs, os melhores momentos do game e colocaram no melhor momento do filme assim. Então as cenas de ação são muito boas. Esse filme, nenhum, esse não, esses filmes da Marvel, se vocês pararem para pensar, eles não são da revista Amazing Spider-Man, que é a revista principal.
Eles são sempre da revista Marvel Team-Up, que é a revista em que o Aranha tá sempre em parceria com alguém. Então o primeiro filme era o Homem de Ferro, o segundo era o Nick Fury, o terceiro era o Doutor Estranho, e esse ele faz parceria com o Justiceiro e tem o Hulk também. Então escolheram legal também os personagens para colocar na tela, que o Justiceiro tava merecendo esse espaço, vamos falar a verdade, merecia. E o Hulk nervoso tinha que voltar.
Tudo bem que Beto pode falar aí, ah, podia ser resolvido com outro personagem, podia, mas que bom que não foi, que bom que foi com o Hulk, que o Hulk nervoso está de volta. Isso eu achei animal. E para além de tudo isso, expande Nova York com um personagem que eu nunca tinha visto antes. Nova York tá lindíssima. Fiquei com vontade genuína de ir para Nova York depois desse filme. Ter Jean DeWolff lá, que nunca tinha aparecido no cinema— tudo bem que tem alguns que fazem falta, né?
J.J. Jameson faz falta, outros do elenco de apoio fazem falta, mas a Jean DeWolff supre esse lado de grandes coadjuvantes de Homem-Aranha. Gostei demais dela também. Então, galera, para mim, um filme quase impecável do personagem, quase impecável. E além de tudo isso, os cara encontra uma forma de avançar o MCU trazendo Sandman, trazendo esse lance de mutantes. Pecou, podia ter avançado um pouquinho mais, falado de fato ela é um mutante.
Não foi falado isso. Quem vê o filme pode pensar ela tem poderes igual Homem-Aranha tem, picada por um bicho, sei lá. Podia ter falado mutante, podia, mas ainda assim avança a trama. Fora que eu gostei do lance de não ser um vilão muito claro, né? O filme tem uma hora que parece que acaba, mas não acabou, porque aí o vilão de verdade é a Damage Control, que é o único ponto fraco para mim, que eu tive esse meio pontinho, tá meio na cara que aquele maluco era o vilão.
Eu achei ele desde o começo, né? Logo de cara, mas esse cara aí tá de KO, ele vai ser o vilão. Então essas são minhas considerações finais. Ele briga pelo topo, eu só não digo que ele vai para o topo mesmo, que eu gosto muito do Homem-Aranha 2. E o Homem-Aranha 2 tem aquela cena dele salvando a população no trem, tem o Doutor Octopus, que é um vilão muito, muito bom de Homem-Aranha. E esse filme não tem um vilão famoso de Homem-Aranha, né? Um Doutor Octopus, um Duende Verde, que eles já foram nos outros filmes.
Pegaram como protagonista, é um vilão protagonista desse, né?
Uma coisa assim, pegaram a Jean Grey. Mas isso eu achei diferente, falei, beleza, tanto filme de aranha, é até legal que seja isso, saca?
É até maneiro, expectativa de, ah, qual será o grande vilão? Não, é uma heroína do futuro que ainda tá na fase de, bem legal mesmo, de construção de personagem, né?
Então isso, até isso eu achei diferente e achei interessante. Importante assim. Então ele talvez só não briga de fato lá porque tem muitas cenas icônicas no Homem-Aranha 2. Mas isso com o tempo vai se provar também. A hora que ele tá sendo homenageado é muito icônico, os momentos dele com MJ são muito icônicos, as parcerias são muito icônicas também, as cenas de ação. Então filmaço, galera! Felizmente a Marvel acertou a mão nessa.
Agora acertou, mano.
É, agora muito bom, muito bom. E você, meu querido, de 0 a 5, Robô Gigante?
Olha, 5. Porra, gigante! Não tem o filme, eu comparei. Tipo assim, o filme não tem nada de, na minha visão, errado, algo grosseiro. E eu sinto que vocês também não acharam nada assim. O Beto fez uma crítica maior ao Hulk. Eu acho que não tem nada errado. Existem coisas feitas diferente do que eu também melhoria algumas oportunidades que a gente falou, pô, podia ter encaixado aqui, ali. Por exemplo, será que podia botar ali a Oscorp inserida agora, né, a empresa do Duende Verde?
Essas paradas clássicas de Homem-Aranha que não vieram ainda para o MCU, a inserir junto, que essa empresa e tal, se tá uma coisa um pouco mais presente, poderia. Mas não tem nada quebrado, pelo que a gente— eu principalmente acho que sou muito chato com isso. Tipo, cara, tem uma coisa quebrada que não funciona, não faz sentido, É, eu também acho que não tem. Acho um filme que, como eu falei no começo, ele tem uma vantagem de, como a gente falou no começo, vocês falaram da catarse dos Vingadores e tal, de fato é um negócio impressionante porque é uma construção de 10 anos de filmes, de personagens, de perdas, de ganhos e por aí vai.
Então aqui você tem esse, essa Nova York que é realmente sensacional, que a gente teve oportunidade de visitar, é maravilhosa. É aquela sujeira, é rato, é mendigo, é biruta, A Manhattan que eles colocam ali tá linda no filme, tá linda na sua babilonice, né, maluca que é. E o Homem-Aranha, ele é o herói da Nova York, assim. Você tem o Daredevil, né, o Demolidor, você tem o Justiceiro, mas o Homem-Aranha, ele é o ícone, brother, de Nova York.
Ele é o herói, né, da cidade ali e tal, como as Tartarugas Ninjas também são. Então assim, esse filme, ele se apoia em todo esse universo universo da Marvel e dos filmes que vieram antes do Aranha, para que você se sinta em casa. Você se sente no universo do Homem-Aranha, tipo, parece que o Homem-Aranha sempre existiu ali. Eu tive um pouco dessa impressão, tipo, e olá, Homem-Aranha, maneiro! Vamos agora ver o quê, Estátua da Liberdade?
Entendeu? Tipo, Homem-Aranha, ele é um elemento tão presente na cidade que não causa espanto. Exatamente. E é isso que é o Homem-Aranha. Existe uma normalidade das maravilhas, né, da da Marvel, que é essa parada, brother. Ele tá passando e o Homem-Aranha, ele é um herói fodido. Eu gosto que ele seja o cara de pijama que para ali, entendeu? No meio da galera, no meio da galera, a polícia. Ele fala: ei, tudo bem, policial e tal? Como é que estão? Beleza, tamo junto. E vai embora.
Sabe uma parada que eu senti nesse filme também? Que eles não têm vergonha nenhuma de fazer pose heroica e até meio toco saco. Então do nada o Aranha aí toma posição assim no chão.
Muito foda essa cena, é muito foda.
Ele faz muito, eles não têm vergonha disso ainda bem.
É uma puxada do Homem-Aranha que até o Todd McFarlane, né, meio que creditado por ter feito Homem-Aranha bem curvadão mesmo, aranha, ele todo. Porque antes do Homem-Aranha ele era mais como a gente falou da homenagem da revista ali, ele era mais retão se você olhar as revistas. O cara que encolheu ele, né, e tal, fez também aquela, a teia espaguete.
Então acho que ele tem, deixa eu só apontar, fazer a pergunta para você, até Afonso que tá falando, tu é mais do fitness. Tu não acha que o Tom Holland tava levemente acima do peso?
Forte demais?
Não, eu acho que tinha uma coxetinha ali, a pancetinha.
Não, saradão ou não, não tá saradão não comparado.
Eu tô com Didi, a sensação de que ele tava ali uns 4 a 5 kg acima do peso para o Homem-Aranha.
Não, vamos lá, vamos falar de fitness então. Ótima puxada.
Uma coisa então, enquanto nós fala disso? Eu tô com isso aqui faz um tempo já. Vocês aceitam uma coxinha?
Que delícia!
Eu acho maneiro a gente puxar isso porque acho que tem níveis. Eu acho que o, o, o, o, está fazendo a brincadeira aqui, mas é o físico dele, ele tá de acordo com o nível de poder. Eu, se eu for bem chato de fitness, ele tá um cara que tá muito bem, mas ele não tá tá tipo Thor, que inclusive tem muito Photoshop, entre aspas, em cima do Thor também. Chris Hemsworth, ele é muito lapidado, né? Ele é um cara muito rasgadão e os cara ainda metem efeito em cima dele.
O Tom Holland, eu suspeito que tem um Delcio ali também nele. Eu acho que o Delcio mexeu um pouquinho aqui e ali, mas eu acho que tá maneiro. É um físico que se fosse um cara mega, mega rasgadação, eu gosto dele ter um físico alcançável. Ele não é um Capitão América que tem o suco ali correndo nas sacou? Ele não é um Wolverine, que é um negócio muito sobrenatural. Na minha impressão, ele é um garoto que malha, é um atleta, é um dançarino, é um, sabe, um cara de artes marciais.
Eu, eu gostei. A cena da sauna é onde é onde mais mostra, né? Mas então, para encerrar, eu acho isso, cara. Eu acho que é um filme que tem uma good vibe para caramba, acima de tudo que a gente já, já debateu. Então, para mim, eu acho que é o, eu acho que é o melhor filme do Homem-Aranha também assim, eu acho que tá muito, tá muito maneiro, muito bom.
Roberto do Que Estrada diz: 0 a 5 robôs gigantes, quantos robôs você dá para Brand New Day Spider-Man?
Cara, eu tô ouvindo vocês, tô pensando sobre.
Obrigado, Beto.
Eu dou 4 robôs gigantes para o filme. Boa, boa. Cara, melhor, vou dar 4,3 só porque o quebrado aí que o Zago queria, vou dar um quebrado. Ele É porque o Afonso me lembrou que o filme tem a, na minha opinião, mais icônica capa do Homem-Aranha, na pose que é a que eu acho a mais foda do Homem-Aranha, que é quando a cena do bumerangue que ele tá indo, é a capa do Mac Farlane, que ele tá com aquele pé mais na frente assim, né, no desenho assim.
Eu acho que aquela para mim é a grande pose do Homem-Aranha puxando a teia e com o pé bem assim no primeiro ponto. Eu acho legal essa capa, cara. Eu adoro assim, todas as referências que o filme fez a quadrinhos eu gostei muito. E eu acho que tirando detalhes do amadurecimento do Tom Holland, que para mim é disparado o melhor Homem-Aranha, mas assim disparado, melhor Homem-Aranha, melhor Peter Parker disparado, como ele veste bem a roupa de Homem-Aranha, né, na entonação que ele usa pra falar, pra se preocupar, no medo, na inocência.
E agora no amadurecimento, porque é um personagem que amadurece muito forte nos quadrinhos também, o Homem-Aranha. Não vamos esquecer disso. Eu gosto do fato dos roteiristas do filme terem olhado demais pro quadrinho. Demais, demais, assim. Uma das melhores sagas recentes do Homem-Aranha é quando o Mefisto apaga a lembrança do mundo de quem é o Peter Parker. E até a Mary Jane esquece que é casada com ele e ele tem que lidar com essa realidade.
Essa é a maior polêmica do Aranha, tá ligado, também, né, nos quadrinhos.
Exato. Mas é, mas é assim, a gente não gosta naquela época, é, tiraram o casamento dele, né, tirar o casamento dele, que é a saga, tipo a saga do clone assim.
São as duas que a galera menos gosta, é a saga Um Dia a Mais essa daí.
Isso que eu ia falar, porque você tinha, você tem o Homem-Aranha ali que tava rolando, e eu acho que Um Novo Dia vem depois, que Quando ele já começa com o mundo esquecendo, igual filme mesmo, né? E eu acho muito, eu acho que eles olharam, eu gosto dessa saga nos quadrinhos, tá? Porque eu acho isso também, eu acho assim, cara, você tem que provocar coisas diferentes. E o filme faz isso, o filme faz isso e busca reconexão. O filme olha para a saga da senhora teia lá, aquela vilã naquela saga da, esqueci o nome dela, mas deve ter, grande filme, fica pulando de mente em mente.
Mente no quadrinho. Esse é o grande lance. Ele tá tentando descobrir quem é esse vilão que pula de mente em mente. No Guerra Civil, quando o Homem-Aranha se ferra, o Justiceiro pega ele no colo e leva ele para o hospital. Então assim, cara, eu tava vendo o filme, eu falei assim, cara, pô, eles olharam para o lugar certo. O storyboard tá nas capas de quadrinho, mas contextualizado, né, Betão?
Nunca é gratuito, né?
Não, não. E tá dentro do MCU, só que o MCU falou assim, cara, Cara, ao invés de ficar inventando maluquice, vamos puxar da base, né? Exatamente, vamos para os quadrinhos.
Quando o Justiceiro chega no hospital com ele ali, é muito da hora também, cara, é muito emocionante, é muito foda. Total referência à Guerra Civil, cara.
Então eu falei assim, cara, eles foram no lugar certo e fizeram o melhor filme do Aranha, cara, é simples assim. Então eu achei isso tudo muito foda. A única coisa que eu não gostei do filme, e nem foi o Hulk, apesar de eu achar desnecessário, eu gostei. Apesar de eu achar que o Justiceiro deveria ser mais machucado pela história de vida dele, não piadista, eu gostei.
O que me incomodou também, tu não é contra terapia?
Mas o Justiceiro nunca faria terapia.
Será? O Justiceiro fazer terapia é um erro.
Já faz o corte, DP é contra terapia.
Vai viralizar, amanhã tá no Reddit.
Exato. E manda para mim a terapeuta. Terapeuta, inclusive.
Mas o que é isso, Beto?
Terapeuta brigando.
Pode falar sobre a sua persona online.
Mas eu achei que a parte da controle de danos, tudo que envolve aquilo ali, faltou, não curtiu, né? É, faltou. Acho que faltou uma profundidade na apresentação desse órgão que pode ser tão relevante, sabe?
Uma coisa que eu não gostei, a construção dos que envolve o controle de danos, o tentáculo ter sido domesticado, entre aspas.
Isso aí, meu irmão, isso aí tá de sacanagem, tá de sacanagem, velho. Isso aí foi muito tosco.
E o tentáculo, você pegava meia dúzia de japonês, galera, era meia dúzia de gato pingado ali.
No final, quando é para precisar lutar com ele, tem 30 ficando andando. Mas fica o quê? Fica só a chefia, só quem anda livre no controle de danos é a chefia.
Você acha que isso deixa implícito que o tentáculo ainda tá por aí na sua forma vilanesca?
Eu acho. Então aqueles que saíram para o lado do bem, até achei que uma hora ele ia falar, ele ia dar a entender de que eles estão ali fingindo que estão do lado do cara, que na verdade, e de certa maneira ele é maligno, né? Ele tem, ele pode ter oferecido a eles, ó, vocês ajudam, a gente dá uma força. Tecnologia, tem um acordo.
Aí ele fala, ele deixa bem claro, por isso que não me incomodou mais isso aí.
Ele não é um cara super bonzinho, ele fez um acordo, ele deixa isso claro para mim. Ele fala, enquanto você vê uma pessoa que deveria estar trancada, eu vejo oportunidade. Só que ele disfarça de reforma, né? Tô reformando a pessoa, o prisioneiro, bandido e tal.
Isso é, então eu achei a parte toda da controle de danos, eu achei fraco. Metzger, eu não gostei Gostei muito.
É, deu 4,3, é isso que você falou?
4,3.
Além de tudo, acima de tudo, todo mundo gostou.
Eu adorei o filme, gente. É o melhor filme do Homem-Aranha, muito bom, excelente, sensacional. Olha, e vou falar, nem achei a Zendaya chata. Gostei, gostei, tava feliz de ver a Zendaya.
Porra, não tá tão chata.
Vocês com isso, vocês são chatos pra caralho com isso.
Não, mas eu defendo que ela é excelente atriz, é só chata.
Mas Didi, fala, como é essa sua nota? Dizer sobre a Zendaya. Você abre a sua nota elogiando a Zendaya, ela e o Pedro Pascal sempre brilhando aí, né, competindo. Poucos filmes que eles fazem, quando aparece para gente, a gente fica feliz.
Olha só, agora é meu momento de falar, você não vai definir o que eu vou dizer, não é menor.
É verdade, peço desculpas pela minha arrogância.
Mas olha só, eu vou ser sucinto porque eu acho que a gente abordou muitas coisas, algumas coisas ficaram de fora, obviamente, porque esse filme ele tem muitas, muitos planos, né, tem muitos lugares que acontecem coisas e tem muitas referências, muitas conexões. E mas eu acho que a parada mais importante é que eu tenho para dizer, entra dentro de um mini discurso, que é o seguinte: você precisa ver Homem-Aranha no cinema, tá? Você que tá assistindo isso, cara, esse é um filme que nos leva de volta a uma revolução cinematográfica que aconteceu há 10 anos atrás quase, que o MCU ele descobriu um novo jeito de fazer cinema, de fazer crossover, de contar histórias.
E aquilo durante aquele tempo deu certo com coisas que a gente curtia e adorava quando a gente era mais novo, e a gente lia, e a gente continuou lendo, e faz parte da nossa vida. E o MCU, ele trouxe isso para uma outra mídia, ele tirou do quadrinho e trouxe para as telonas, adaptou dentro dessa arte, né? E cara, é como se a gente tivesse voltando para casa, de certa maneira. É como se a gente tivesse em 2015, em 2016, pô, na expectativa do filme de herói, vendo as paradas acontecerem e se deslumbrando.
Porque para mim esse filme foi deslumbrante ver aquilo ali, né? Tem isso também, tipo, ah, olha, um filme super-herói pode ser bom, mas eles tinham a possibilidade de ser bons sem a gente.
E desse você sai com vontade de ver de novo, assim, quero ver de novo, pausando e voltando para ver os movimentos, porque a movimentação é tão legal, cara. É uma pena que você não pode voltar para trás para rever assim, só, cara, ia de novo isso.
Então é melhor perguntar até para vocês quem iria assistir de novo, porque para mim é uma certeza que eu vou ver outra vez. Eu não tenho a menor dúvida que eu não vou, que eu vou ao cinema para ver de novo. Mas o que eu gostei desse filme é: ele aproveitou o que foi criado no MCU para criar uma nova história. Então a gente tem desde, cara, os restolhos que sobraram da Batalha dos Vingadores em Nova York ainda estão sendo utilizados nesse filme.
A gente falou da mão do Shocker, que foi uma recuperação dos restolhos da Batalha dos Vingadores que a galera da sucata pegava para transformar em arma e por aí vai. Então assim, a gente tem toda uma conexão que vai dos primórdios do MCU.
Lembra aquela personagem que tá fazendo turismo? Cara, vocês não vão acreditar, mas esse bairro foi totalmente destruído na Batalha de Leão.
Pode crer, né?
Muito bom, muito massa, cara.
Do nada começa de novo.
Esse filme ele respeita a origem desses cinema de herói que a Marvel construiu, né?
E a pergunta que a Luna faz para o sobre o Thanos, cara.
Muito bom aquela cena do Bruce Banner dando aula, ela é demais, cara.
E a pergunta é que todo mundo fica zoando, né? Pô, o que que o cara não fez mais recursos, né? Em vez de matar todo mundo.
E a resposta é muito boa porque a Marvel simplesmente zoa você falando assim: é, tá sem resposta, porque é quadrinho.
É, exato, aquela aula é legal.
É o vilão, gente, a resposta é o vilão.
Ele é um vilão, exato.
Mas eu acho que é isso, esse é o sentimento, cara. É um filme que me deixou deslumbrado na sala de cinema, sentado com as pessoas e a galera vibrando. Tem um S do Senna ali dentro desse filme, mas é um S do Senna maravilhoso, que a galera vai num pico de euforia. Ah, eles voltaram, eles se beijaram, que maravilha! Puta que o pariu, era o vilão! É bom também isso, que a galera vai à loucura e tu vê a loucura junto.
Eu derramei lágrima nessa cena aí quando eles se reconciliam, é muito muito bonito e depois quebra muito você.
Não, eu tava putão, eu tava putão, eu tava tipo assim, tem que ser uma manipulação, senão é do nada que ela lembrou. Eu tava tipo assim, cara, por favor que isso seja um controle, senão eu vou odiar esse filme.
A hora eu falei assim, puta, que merda, a mulher lembrou o bagulho, tá lá a magia do amor.
Eu tava assim, cara, aí quando ele mostra que a magia, eu falei assim, porra, o filme tá se levando a sério, graças a Deus.
Esse filme, ele te respeita como audiência do início, literalmente tirando a cena pós-créditos, mas literalmente até o fim. Por quê? E aí, assim que eu encerro, tá? Minha nota é 4,5. Achei o filme do caralho, você tem que ver no cinema. E ele te respeita até o final porque no final do filme o Peter Parker tá comprando flores para botar no caixão lá da tia May, né?
Na lápide lá.
Aí ele vai lá e bota na lápide da tia May. E aí quando ele tá lá naquela lojinha que vende flores, vende tudo, ele encontra o Nerd sentado. Ele vai cumprimentar o Nerd, né? E ele, porra, ele vai apertar a mão do Nerd, irmão. E aí eles do nada entram numa fluidez ali de conexão, de química e o caralho, e se beijam. Mentira. E vão lá e começam a fazer o aperto de mão deles, dá, porra, a gente é amigo para caralho. E começa a perder mão que flui.
E aí Caralho! E aí o Ned olha para ele e o cara pergunta, pô, cara, ele que tu é quem mesmo? Aí ele fala, pô, sou eu, cara, Peter. Aí o Ned olha e abre um olhão e fala, Peter?
Então, mas é essa hora aí que eu fiquei na dúvida.
Essa cena é muito boa, essa cena mostra o respeito que esse filme tem com a gente. Por quê? Porque ele pode ter olhado, opa, eu reconheço, eu lembrei do Peter Parker. Ou ele pode ter lembrado que a Mary Jane falou para ele que aquele cara se chamava Peter e que o Homem-Aranha se chamava Peter.
Mas como é que ele sabia o aperto de mão, gente? É Ele perde mão.
A Jean Grey desbloqueou a mente dele. A Jean Grey deu esse presente para Homem-Aranha, só que o filme não te entrega isso claro. É uma sugestão, cara. Ela sai entrando na mente de todo mundo.
Ela entra na mente, ela não foi achar o Lelabrandão.
Deixa eu te falar uma parada, não se esqueça que ela entra quando ela fala com Homem-Aranha, é assim: ah, ninguém lembra que você Peter Parker. A memória não tá na— não, não tá. Ela já entrou na cabeça do Homem-Aranha, e quando ela entrou lá, ela percebeu: o Ned e a coisa são importantíssimas para ele. Só que o filme não te entrega isso. E essa cena do Ned, ela não deixa claro.
E eu acho muito boa, porque assim, que ela não fez isso com a Zendaya, então ela—
eu não sei se ela não fez. Você não sabe se ela não fez? Você não sabe? Nem nada. Eu acho que ela dividiu.
Eu vi recentemente, foi até coincidência o filme fazer uma coisa dessas justo agora que eu acabei de ver esse vídeo. Eu vi no YouTube um vídeo que pegaram uma senhora, isso vídeo de verdade, tá, não é filme nada, era uma matéria de jornal. Pegaram uma senhora com Alzheimer, gringa, europeia, não sei de onde ela é.
Era Jackass, eu já vi esse episódio.
Alzheimer. E ele, e a senhora, sim, ela depois é dito na matéria que ela morreu 2 dias depois daquela matéria lá. E eles colocam, ela era bailarina, mano, lembrava de nada. E os cara bota um fone de ouvido na senhora e toca a música que ela dançou balé a vida inteira. Pô, mano, é de arrepiar ouvir. Vocês acreditam que a senhora de cadeira de rodas, ela não consegue andar, mas ela começa a fazer com os braços a música que ela dançou quando ela tinha 19 anos?
Memória muscular, né?
E aí o estudo fala isso, tipo, como que a música afeta a nossa vida e a memória muscular que a gente tem em algum canto do cérebro esquecido que nem o Alzheimer conseguiu matar, cara.
É, mas o poder do Doutor Estranho— aí eu tô do lado do Afonso— o poder do Doutor Estranho, ele tanto consegue matar, porque a Jean Grey quando entra na cabeça da Mary Jane fala: velhão, não tem nenhuma poeirinha que lembra você lá.
Essa regra é só para mim mesmo, mas filme me dá essa regra, eu só tô trabalhando com essa só.
Eu acho que a Jean Grey Aperto de mão, eu acho que é de mão, gente.
Mas o aperto de mão não está associado ao Homem-Aranha.
Como não?
Peter Parker, ele é uma memória muscular de movimento, não é uma memória muscular de movimento ao Homem-Aranha. Então essa lembrança deles tinham esse aperto, mas a memória muscular ela não precisa estar vinculada a uma pessoa. Esse movimento que eles fazem, ele tá vinculado ao movimento, é uma sequência de movimentos que ele aprendeu a fazer.
Um aperto de mão, você não vai saber o que eu vou fazer. Eles fazem um negócio que tá ensaiado.
Desculpa, ensaiado, mas aí quando ele aprende aquele aperto de mão, aquele aperto de mão é dele.
Entendi, eu entendi.
Ele tem isso como músculo.
Faz sentido.
Não, o Peter Parker é o maior sucesso.
Sabe por que que faz, Afonso? Porque assim, o Estranho, total, total, mas o Estranho apagou as lembranças do Peter Parker, não necessariamente imediatamente quando você apaga a lembrança do Peter Parker.
Eu fazia isso com alguém, só que eu nem lembrava, sabe qual é?
Tipo, aí eu falo Peter, pô. Então eu acho que é o que bloqueia. Eu acho que eu desbloqueei.
Falou para ele, falou que o Aranha chamava Peter.
É isso, é falado. Quando ele se apresenta Peter, porque ele era um outro nome que ele tinha, mas sim, o olhar de lembrança do amigo é um olhar Eu acho que é de inglês.
Bom, né, vamos ver. Temos aqui as duas visões, né?
Eles querem que a gente tenha essa conversa aqui. Eles querem que a gente esteja discutindo isso. Só para fechar uma coisa que a gente não falou, talvez o filme tenha sido tão foda que o que a Jean Grey fez de parar, botar em pausa, que cena foda inclusive, aquele raio de Nova York ali.
Professor X já tinha quilômetro, né?
Aquilo ali pode ser a justificativa do Mendes exemplo, falar, olha como os mutantes são perigosos, olha o que que ela fez em Nova York. Eles deixaram muita coisa muito foda.
Tu ia falar uma parada?
Não, eu ia perguntar, por exemplo, Solano que tava falando, ah, eu acho forçado ele lembrar do Aperto de Mão. Mas vamos supor que o Ned gostava muito de ver Dragon Ball com o Peter. Esquecer do Peter faz ele esquecer de Dragon Ball? Então, eu acho que é o mesmo princípio.
Eu entendo que vocês estão Eu tô falando, mas então deixa eu responder.
É porque no meu entendimento eles dois têm uma, tinha uma dinâmica tipo dos Scrubs lá, dos dois protagonistas do Scrubs. É uma coisa muito única. E o aperto de mão, somente com questão de norte-americano, tem essa coisa do aperto de mão secreto dos amigos. E pá, pim, pum, pá, pá. Eu entendo que ele pode ter, mas a lembrança está obrigatoriamente associada com o Peter Parker. Então eu acho meio, meio tosquinho. É bonita a cena, são duas coisas, pode ser verdade ao mesmo tempo, pelo menos para para mim ali, foi bonita.
Eu fiquei emocionado, porra, que maneiro! Porque tem sempre essa esperança, cara, tá lá dentro, tem alguma coisa. Eu só gostaria de um pouquinho de dar uma explicaçãozinha, que tem uma possibilidade, tá?
Ele vai explicar no próximo filme.
Beleza, pode ser.
Você é o Homem-Aranha então? Ele não vai lembrar.
Eu já tô no time, a Jean Grey desbloqueou e ela deixou como presente para ele ali.
Eu acho que não tem nada a ver ser proposital, senão tipo assim, meu irmão, desculpa, então desbloqueia a Zendaya também, mas ela desbloqueou essa memória.
Mas a gente não sabe se ela desbloqueou essa memória.
Eu também acho que ela não tem como desbloquear um feitiço.
Ela não quebra mais feio, né, cara?
Não tem como.
E de novo, eu tô trabalhando com que o filme me dá.
O filme me dá nada aqui, então logo ela não pode dar nada.
Exatamente. Ela não consegue ter acesso a nada, não tá na memória. Então não tem como a gente desbloquear.
Para mim, ele só associou ao Homem-Aranha.
Temos memórias aí. É uma memória muscular que não foi apagada porque ele sabe que ele fazia esse cumprimento com alguém, só não sabe quem. Tipo, caraca, ninguém vai fazer isso mesmo? Pode crer, eu tinha esse aperto de mão. E o lance do Peter é realmente isso. A verdade, ele soltou sem querer que é o nome verdadeiro do Peter, do Aranha.
É muito bom, é muito bom. E o Ned, né, o nome dele é Peter.
E ele é fanático pelo Aranha, então ali ele meio que se liga nisso. Esse cara é o Aranha.
Senhoras e senhores, chegamos aqui nos finalmente desse programa. Muito obrigado. Obrigado pela presença de vocês que assistiram até aqui. Semana que vem estaremos de volta com mais Matando Robôs Gigantes. Zago, que seja o primeiro de muitos.
Exatamente, chama a galera lá do Pipoca e Nankin para a gente fazer um crossover aqui, pô.
Saiu daqui, já vai lá no Pipoca e Nankin, que ele já tem um vídeo lá deles falando sem spoiler. E essa semana ainda sai o vídeo deles com spoiler.
Pipoca e Nankin, canal de cinema e quadrinho que virou editora.
Então nós temos uma excelente editora, temos vários Cadê o volume 3?
Não, mas cadê o volume 3?
Cadê?
Me bota nessa lista aí, garotão.
Porra, eu também não recebo não, relaxa.
Ele, ele, ó, Junji Ito, os malucos, cara, parabéns também.
É merecidíssimo.
Tartaruga Ninja trouxeram.
Porra, mano, o Rei Ku aqui cru, aqui tem, tem o livro, né?
Tem muita coisa que vocês estão de parabéns aí.
Muito tecnicamente todo mundo tem, mas só para ouvir.