Episódios de Matando Robôs Gigantes

Bento Ribeiro (Chapado Crítico) detona Baby Yoda | Mata ou Pilota

21 de maio de 20262h6min
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O humorista e apresentador Bento Ribeiro, do Chapado Crítico, resolveu soltar o verbo sobre um dos personagens mais adorados da cultura pop recente: o Baby Yoda. Entre críticas ao excesso de fofura e ao uso do personagem como máquina de merchandising, a opinião dividiu fãs de Star Wars nas redes sociais. Affonso Solano e Beto Estrada, com a participação especial de Bento Ribeiro, entram na discussão e debatem se Grogu ainda é um personagem carismático ou apenas um produto ambulante da Disney.

No episódio mais recente do quadro “Mata ou Pilota”, do podcast Matando Robôs Gigantes, eles também conversam sobre filmes, séries, games e outras maluquices do universo nerd e geek, naquele caos organizado clássico que só acontece quando o Chapado Crítico aparece.

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Assuntos1
  • Fidelidade vs. Adaptação de obrasThe Boys e a mudança do final dos quadrinhos · Bete a Feia e a decisão de não a deixar bonita · O Iluminado: Adaptação de Kubrick vs. Livro de Stephen King · Obras com potencial desperdiçado e a falta de amor pelo material original · Obras que tentam agradar a todos e não agradam ninguém · Obras que se tornam mais fortes com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais · Obras que se tornam mais fracas com mudanças estruturais
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Muito bem, senhoras e senhores, estamos começando mais uma live do Matando Robôs Gigantes. Eu sou o Beto Estrada, hoje estamos aqui muito bem acompanhados, senhoras e senhores. Olha aí, galera. Obrigado pelo convite. A apresentação foi merda, Bento. Foi merda a apresentação. Foi, foi. Ele jogou pro alto e ninguém...

Ele não pegou, ele não direcionou. Ah, eu quero que vocês querem que eu direcione. Então tá bom. Senhoras e senhores, estamos aqui com a única pessoa que importa, vindo diretamente do melhor canal de críticas cinematográficas de seriados e, por que não, de detalhes alheios da internet. E senhor Bento Ribeiro, salva de palmas. Agora sim! Agora sim! Bom, bom, bom.

Nota 8. Nota 8. Eu não lido bem com elogios. Obrigado. Valeu. Ah, show.

É um showman. Você trouxe até o seu pau do alborguete aí. Eu tô com o meu bastão. Eu tinha perdido e hoje gastei. Cadê meu pau? Eu nem uso essa porra direito mais. Qual deles? Eu já cansei de ficar com quem. Depois dos 40 fica mais difícil mesmo. Então, prazer.

Prazer é meu, obrigado pelo convite. Pelo conosco. Você sabe que a gente está há muito tempo para chamá-lo, né? Mas o que foi a decisão definitiva que o Beto... Mas vocês não queriam, obrigado. É, tem várias... O medo de processo é sempre uma questão. Mas aí o Beto, na semana retrasada, o Beto chegou e mandou para a gente no grupo assim e olha lá, o Beto está falando da gente no programa.

Ai, caceta. Mas é vocês falaram de mim. O que que a gente... Vocês falaram de mim. O que que aconteceu? Exato. Aí, só que a gente não lembrava e tal. Aí, botava lá o Bento reagindo na MRG falando dele. Aí, ufa, ainda bem, né? Porque a gente tava elogiando aí a sua nova fase. Você tá numa nova fase, Bento. Fala pra gente.

É, tô numa nova fase aí, não é mesmo? Agora eu tô usando crack. Queria comunicar vocês. Eu parei total. Eu emagreci. Eu evolui. Igual um Pokémon, não é mesmo? Eu passei por hoje. É mais barato do que o Zenpik, né? É, mais barato, com certeza. É mais fácil de achar também, não é mesmo? E eu vou te dizer, talvez faça até menos mal à saúde, mas eu meio que parei.

Parei, parei, parei. Parei com a tal erva do mal, não é mesmo? É mesmo. Nem acho isso, não é mesmo? A gente que tem convívio com várias... Não é mesmo? Convívio. Olha só, mas a gente que vê várias celebridades de Hollywood, a gente, na verdade...

tem uma ideia que não é tão ruim assim, não é mesmo? Tanto que o nosso querido Seth Rogen, para dar um exemplo, não é mesmo? É um dos caras mais genugeiros que existem e talvez um dos mais produtivos de Hollywood, certo? Não é mesmo? Um dos caras que mais produz coisas, não é mesmo? Mas produz merda também, né? Convenhamos. Opa!

Só porque mais brujo Só porque mais brujo Pois é, é igual um cavalo Cavalo não para o que tá fazendo pra cagar Mas o estúdio é ruim? The Boys começou ruim Preacher, ele deu o pontapé inicial Ele tá só lembrando do Besouro Preacher é uma merda, Bento Preacher é uma merda Mas o Invinci boi dele O Invinci boi dele também The Boys é a produção dele

The Boys começou bem e agora virou. O cara só falta botar a peruca do Trump logo ali no home render. Ficou ruim, né? Ficou bizarro. Parece que tinha tanta coisa boa do material original para ser utilizado. Eu juro que eu não acho ruim.

você botar essas alegorias ou essas coisas sociais dentro de um seriado de super-herói ou de um contexto desse mais fantasioso. Mas, sei lá, ficou meio ruim. Tem que ser bom. Tem que estar integrado, cara. Tem que estar integrado. Tem que ser uma coisa que tenha verossimilhança e não... Senão vira uma grande banderola. E não é só isso. Claro que não. Essa semana, já pra começar rápido aqui as notícias, o showrunner do The Boys, o Beto, que sempre defendeu que ficaria uma merda...

Porque eu e Beto, a gente leu o The Boys, os quadrinhos, a gente gosta bastante. Lembra? No primeiro episódio eu falei, cara, estragaram ali. É, o Beto sempre falou, eu falei, cara, eu acho que tá legal. Eu gostei das primeiras e no final ficou uma merda. E aí eles mudaram a grande virada final, né? Que é o lance do... Eu falei isso. Isso, do Black Noir. Black Noir.

Tu sabe qual é o lance do Black Noir? É, ele era um clone, né? É, ele era o... E ele vai meio enlouquecendo o Capitão Pátria aos poucos. Ele é que faz as merdas. E aí o Capitão Pátria começa a sumir e fala assim, já que eu sou merdeiro, só que eu tenho esses lápis de memória, eu vou aceitar que eu sou merdeiro. Aí descobrem que tem o clone. Aí o showrunner falou essa semana. Eu teria que ter começado... Eu já tinha começado essa temporada sétima, já que o Capitão Pátria já dominou a porra toda.

Já outra realidade, eles estão meio que fugindo, estão no esgoto, fugindo. Virou um caos, entendeu? Você já começa a parada definitiva, já. Aquela... Aí, porra, Bento, eles podiam brincar com a ideia do quadrinho da DC, que o super-homem vira super vilão lá. Ia ser do caralho se eles fizessem essa parada mesmo. Já vai pra... Já que é a última temporada, vai logo pro caralho, logo. Vai, faz a parada.

Mas aí o showrunner, ele comprovou essa arrogância, essa estupidez que a gente vive trazendo. Às vezes são rumores, às vezes as pessoas comprovam. Ele falou assim, não, eu li a HQ. Eu já sabia do lance do cara, a grande virada ser essa e tal. Mas eu achei ruim, eu achei que eu poderia fazer melhor.

É negativo, caralho, e não fez, porque a parada já tá consagrada, brother, no original. Porra, o que que custa uma coisa tão estrutural, né? É, você sempre fica à mercê do jogo. Toda vez que o Afonso falar assim, vamos gravar um episódio consertando finais de filmes e tal, vamos lembrar desse comentário dele.

É, porque é isso, pô. O cara tentou, ele teve dinheiro pra fazer do jeito dele. Ficou uma merda. Mas não tem um monte de adaptação que as pessoas mudam e ficam legais também? Tem. O The Boys é um show ruim, mas tem umas que fazem a estrutura, né? Eles tinham dinheiro e eles tinham também o pré-gostar do público. Eles já tinham o pré-gostar do seriado.

pra caralho, eles já tinham isso a favor deles e eles já tinham todo o dinheiro. Eu acho que referência agora de melhor adaptação do momento é a série da Betia Feia, no lugar da novembro. Fala pra gente.

Eu não tava ligado do que tava rolando. Eu fui dormir vendo uma parada, daqui a pouco eu tava vendo Bete a Feia série. E eu não falei que porra é essa. Tá rolando a série? Eu vi uma parada. Tava rolando a parada do Bete a Feia série. Tipo, caralho, Bete a Feia série? Porra, não era uma novela? Porra, é essa? Cara, então, pensa o seguinte. Pensa que no final da Bete a Feia, a adaptação da Bete a Feia, tá? Uma nova versão. E aí você descobre que a Bete é feia mesmo. Ela não fica bonita.

É isso que a galera faz, entendeu? Tipo, não, eu vi a versão original lá, que é, sei lá, a série é o quê? Mexicana? Não, eu acho mais legal se ela no final for feia mesmo, porque nós estamos reescrevendo os padrões, as estruturas. Tipo, o que você está fazendo? O negócio estrutural. É o que fez a coisa ficar reconhecida. Você destrói o arco que a gente vive falando aqui, dramático, das peças. Aí, tá aí, é um exemplo. Então, Solano, você não é a favor da novela, da última novela da Globo, deles não terem matado a Dette Reutemann?

Puta, isso foi muito errado. Não, isso foi muito errado. Eles não mataram, Alfonso. Isso foi o maior bordão da história da dramaturgia brasileira, que era quem matou o Dett Rotman. Eles simplesmente falaram, puta, vamos fazer o seguinte, ninguém matou.

Caralho, velho! Que ideia, merda! Quase tão frustrante quanto o último capítulo do Halloween, eu diria. Halloween do Mike Myers? É, o novo Halloween. Quase tão frustrante quanto aquela merda. Eu não entendo como a galera consegue errar desse jeito. E tipo, nós, quatro nerds.

sem nenhum conhecimento cinematográfico em si, na prática direito, a gente não erraria tão nojentamente quando essa galera erra. Fica o questionamento. Será que não? Será que não? Porque aí a gente faz uma adaptação e aí geral começa a criticar a gente.

E aí, o que você vai fazer? Você vai mandar todo mundo tomar no cu? Você nunca pode entregar o que a plateia quer. Você nunca pode dar exatamente o que o público quer. Isso é o anti-entretenimento, certo? Você tem que... Eu sei que no The Boys isso foi... Isso foi a risca, porque eles não entregaram mesmo o que as pessoas queriam. É, é. É errado, né?

Mas você concorda, Bento, que no mundo de hoje, quando você não entrega o que as pessoas querem, elas vão pra internet ficar xingando. E isso já era lá atrás, porque quem é do videogame lembra do Mass Effect. Eu e o Afonso me lembro que a gente conversou no final, quando acabou o último episódio do Mass Effect, foi super criticado, e a nossa conversa era muito sobre assim, cara, me parece mais que as pessoas não tiveram o final que elas quiseram do que...

que o final foi ruim de verdade, assim. Ele não foi ruim. Quando é bom, você subverte a expectativa de qualquer um. Esse é o grande lance. A gente fez um programa, Bento, a gente pode jogar pra você, se vocês me permitem aqui essa pergunta. A gente fez um programa recente, foi podcast, Beto Didi, onde a gente debateu se... ou foi o vídeo, se... até onde o fã, ele é dono.

da obra, essa velha história, né? Ah, o nerd tá destruindo as obras, não sei o quê. E eu argumentei lá que, tipo, uma vez que você tá tirando o seu bolso, nós que patrocinamos as obras, você literalmente mantém aquelas franquias vivas. Se todo mundo parar, como acontece, de assistir determinadas obras, eles mudam, eles remodelam o esquema todo. Olha o que tá acontecendo agora com o Grogu e o Mandaloriano, a história toda da Rey, vai ser canônico, não vai e tal.

E é tipo assim, esse movimento que eu acho que, claro, tem seu lado caricato, ridículo, que não é de internet, pré-internet, eventos, trackers, a galera ia nas Comic Cons, reclamava de tudo e tal, mas eu acho que no meio do caminho existe sim um sweet spot ali, um ponto de equilíbrio, onde você fala assim, porra, brother, eu que estou pagando essa merda, então você tem que sim atender certas, um senso comum, ou não, você acha que não, o artista faz e a gente tem que simplesmente aceitar ou não.

Eu acho que você não pode deliberadamente querer botar a sua visão artística achando que ela é melhor em cima de um trabalho que já é artístico e pré-estabelecido. E assim, já meio pré-estabelecido como melhor por muita gente, entendeu? Então quando você não muda a coisa...

que já é boa pra uma coisa melhor, e mantendo uma espécie de... Quando as pessoas veem que você caga pro material, não é mesmo? Como foi o caso do Senhor dos Anéis, né? Acho que muita gente falou. Anéis de poder. Aquele que era... A série, né? Isso aí, a série. Anéis de poder.

O The Witcher também rolou isso, tanto que o Kevil... Mais pro final. Quando você, sei lá, quando você meio que... Quando as pessoas sentem que você tá fazendo aquilo e não é porque você respeita tanto a obra ou gosta dela tanto que você soube mudar ela de um jeito ou subverter a expectativa de um jeito que...

tanto agrada gregos e troianos, no sentido de tanto os fãs quanto as pessoas que não são fãs, entendeu? E aí você faz um negócio que acaba não agradando ninguém, e geralmente quando essa coisa é feita desse jeito, ela está tentando agradar...

todo mundo, né? E ela não consegue agradar ninguém. E aí, as pessoas sentem isso. As pessoas sentem a falta de alma e a falta de amor pelo material source material, vamos dizer assim. Não é mesmo? Elas sentem isso, fica latente. E aí fica-se a pergunta sempre quem é o culpado. Kathleen Turner, Kathleen Kennedy, né? Coitada da Kathleen Turner. Coitada da Kathleen Turner. Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum, Hum

Quem é culpado, não é mesmo? É, mas o Bento, o Iluminado é um dos grandes exemplos de uma mudança estrutural. Mas o Iluminado é outra época. O Iluminado é outra coisa. O Iluminado é outra coisa. O Iluminado é o Nevoeiro. O Nevoeiro também. Se eu não me engano, o pessoal reclamou. O Stephen King reclamou do final do Iluminado.

Ele reclamou principalmente do Jack, o pai do menino, já parecer maluco desde o começo por causa do Jack Nicholson. Mas ali o... Mas a estrutura é a mesma, gente. Mas o filme é o mesmo. Mas você já leu o livro do menino? Ou aquele seriado? O seriado é fraco. Tá congelado ainda. É muito ruim. E o livro também, essencialmente...

O livro... Ah, não faz isso. O que eu gosto no Iluminado. Você não ficou com medo, não, Bento? Caraca, nenhum. Iluminado não é um filme que dá medo. Tu acha que não? Pra mim, ele é um filme sobre o Jack... Ele é um filme do Jack Nicholson e do Kubrick. Ele é um filme... Ele é um filme de personagem, tipo Coringa, sabe? Ele é um filme... E ele é um filme que ele tem... Ele usa...

o livro pra fazer outra coisa, entendeu? Ele quer nitidamente, a gente pode criar ou pegar inúmeras teorias por volta de praticamente o que cada cena quer dizer e o porquê de mudanças que não...

querem dizer, não afetam, não fazem a mínima diferença. Só são mudanças que a gente não consegue explicar. Tipo, o número do quarto, isso... Que diferença isso faz? É. Não é mesmo? Então, isso, obviamente, esse filme, ele é mais do que...

uma adaptação de uma obra do Stephen King. Ele não queria ser isso. Ele queria usar esse filme para fazer outra coisa. Agora, se a gente sabe que coisa é essa, a gente só pode especular, né, mesmo? Mas eu também concordo com o que o Beto fala. Aliás, acho que o exemplo do Beto é muito bom, porque é o seguinte...

concordando com o que o Bento colocou, realmente é uma mudança estrutural você mudar essa coisa do pai. O final, no livro ele explode o hotel, em chamas, a caldeira. No final do filme ele é congelado. E no final do livro, o pai do garoto, acho que é Jack também, né, no livro, ele tem um momento onde ele consegue...

retornar à sanidade, porque os espíritos deixam de segurar ele durante um instante, e ele se redime, ele fala para o filho, meu filho, sai correndo, que eu vou explodir essa merda desse hotel. Então é o momento que você vê que o pai dele estava ali ainda. No filme não tem isso, e realmente é uma coisa muito chave do personagem. Mas, mas, só para completar...

O filme é bom. É, então... Mas pode mudar estruturalmente. É isso que eu tô falando. Eu acho que esse filme é uma obra de arte, na verdade. O filme é melhor que o livro. E o livro eu acho médio pra ruim. O livro eu acho médio pra ruim.

E o filme do Kubrick, eu acho uma verdadeira obra de arte, assim, em grande parte, o nosso querido Wolverine. Imagina pegar o Jack Nicholson com esse visual e botar ele de Wolverine e já está pronto.

Ô, Léo, bota na tela aí o Jack Nicholson, o Diogo Sábia. Ele com aquele... No filme Lobo. Com aquela jaqueta. Porra. Bota o filme Lobo, Lobo. O filme Lobo. É, muito bom. Esse filme é muito bom. O Jack Nicholson... Olha, eu só acho que uma parada sobre o final de O Eliminado no Cinema é que...

Ele consegue tirar... Eu acho que o final do livro, o desenrolar do livro, ele se torna uma parada um pouco clichê. Despeito. Isso, você tem toda a razão. No filme, ele vai pra uma coisa cósmica, pra uma coisa maluca que tu fala, caralho, peraí, tem viagem... Não, no filme ele sempre pertenceu ao hotel. Pois é, então, é uma sugestão isso, né? Mas o hotel é o quê? Eu acho que essa questão colocada...

A foto do Wolverine. Ele começando. Poderia ser, mas eu acho ele mais Wolverine no Iluminado. É mesmo, no final. Com aquela jaqueta. Olha isso, cara. Wolverine. Porra, olha o Lobo aí. Poderia ser. Poderia ser aí também. Uma mistura dos dois, né? Bota um charuto. Porra. Bota um charuto. Léo, bota um charuto nele e umas garras. Bota o Xavier do lado.

Lembra que não é o Dels que faz isso. Se botar roupinha amarela, é o Wolverine. Ele é muito Wolverine. Eu sempre achei que aqueles dias do futuro passado eu poderia ter começado com Jack Nicholson como Wolverine rapidinho. A gente perdeu esse timing, né? Anos 90, a gente perdeu esse timing. Mas, enfim, tá aí. A alma, ela... Como é que é aquela letra daquela música, Beto? Do cara lá? A alma tá armada. Como é que é?

A minha alma está armada e apontada. Para a cara do sossego. Exato. É isso que acontece no novo filme do Mandaloriano e o Grogu, que você pode escutar. Essa é a ponte que eu fiz. Você pode escutar aí no Spotify ou no seu aplicativo de podcast favorito. Estamos debatendo com muitos spoilers, junto com o Gordirro, o 3D, eu e o Didi falando sobre essa obra que não tem...

Por que continuar, né? Era pra estar lá com o Luke, né, galera? Mas teve que continuar. É isso aí. Você já viram o filme? É, eu já vi. É o que eu acho. Estou fazendo a previsão. Comês legais? Sim, a Disney. A Disney nos convidou pra assistir a pré-estreia. E eu tô aqui tentando não perder os próximos. Sem hipólias do filme? Bento, você chegou a assistir? Ainda não, né?

Não, eu assisti assim, assisti relativamente o seriado, mas não assisti assim, sabe, assisti. Dedicado, aquela coisa compromissada. Mas eu queria saber a sua opinião sobre o Bebe Yoda e o Mandaloriano, a relação dos dois dentro desse universo de Star Wars.

Eu não piro muito nessa merda, não vou falar a verdade, cara. Não vou te dizer. Sabe, eu não piro nessa dinâmica. Cara durão, bebezinho, Denzel Washington. Olha quem está falando. É, tipo, protegendo a Dakota Fanning, Homens em Chamas. Ah, tu não gosta de Homens em Chamas? Eu adoro. Homens em Chamas. Mas eu não gosto muito dessa dinâmica transferida para outras obras artísticas. Entendi.

É muito esquemático, né? O bebê Yoda. É tipo o cripto também. Fica um artifício meio... A galera meio que adora usar essa coisa, né? Para dar um senso de... Perigo constante, assim. A qualquer momento pode vir uma bala perdida e acertar o...

O Groku, né? Groku? Aquela nova... Pô, mas existe em dois... O Alan Musk, né? Grok. Groku. Que é de um livro muito bom, hein? Esse termo é de um livro muito bom. Grok? Grok. É de um livro... Ele não é exatamente Yoda, né? Ele não é...

Não, ele é um da raça, da espécie, né? Melhor do... Essa frase, essa palavra groc, rapidamente, quem quiser, é um livro chamado A Stranger in a Strange Land. Eu acho que em português ficou literal. Um estranho em uma terra estranha. É do autor do Tropas Estelares, Didi.

Ah, é? É, do Heimlen. É um livro foda pra cacete, que é uma coisa meio existencial, filosófica e tal. Nunca foi adaptado pra cinema há décadas que o pessoal pensa em adaptar e tal. Enfim, e groc é um termo lá do... que o cara usa, assim, uma coisa, enfim. Não vou explicar pra dar esboa. Eu achei que o Star Wars, né, ele foi tão, porra, assim, butchered, eu não sei como é que falar, tão estragado a partir daquela nova trilogia.

E junto com aquele... Nossa, aquele do Obi-Wan Kenobi é tão decepcionante em tantos níveis. Com a série. E aí tem a série do Obi-Wan. E aí, porra, você fala, caralho, chega, chega, galera, chega, chega. Ou você entrega a coisa.

Não é mesmo? A coisa chega, pelo amor de Deus! Tipo, sabe? As pessoas já... Caralho! Quando você comete, assim, uma... Essa nova trilogia, tipo assim, faz você ficar meio... Tão brocha em relação a como eles lidaram com a coisa. Não existir um momento...

Onde você... É o que a gente falou sobre não ter nenhum amor à obra e tentar quebrar ela de um jeito inexplicável. Você não ter, nessa trilogia, nenhum momento onde você reúne Luke, Leia, apesar de todo o elenco do momento estar vivo. Lando, Leia, Luke. E todo mundo coroa em alguma sequência, em algum momento. É tipo...

Por quê? E é meio que... E aí depois tem aquele capítulo final que é cereja no bolo de merda, vamos dizer assim. É o milho final na montanha de cocô. Eu acho que o Jar Jar Binks se aparecesse, Bento, seria um bônus ou seria um problema? Também é um jogo. Eu não entendo também Jar Jar Binks ser tão relevante pra galera também. Eu não entendo.

Eu não entendo. Era só você... Era tão simples, era tão simples você fazer. Eu não entendo como se erra tanto nesses filmes. Você não botar uma sequência com o Luke Skywalker, coroa, maneiro. Tipo assim, são coisas que não tem, desafiam a lógica. Eu não sei o que a galera tava pensando ali, fazendo. E aí tudo que vem depois...

você fica meio, sei lá, por que eu deveria estar vendo isso? Vocês cagaram em cima de tudo que a gente amava. Às vezes eu... Qual é o propósito? Isso que o Ben está falando, às vezes eu penso assim, resgatando essas obras justamente que vieram dessa década, George Lucas, Steven Spielberg, Kubrick e tal. Muitas vezes eu penso que tem uma questão de abundância de recursos.

O George Lucas, o próprio Spielberg, o Kubrick, grandes diretores, Coppola, que seja essa galera toda, você tinha, ainda que uma grana fora do comum para fazer essa Hollywood, você tinha poucos recursos comparados com hoje. Recursos de... visuais, né? Você queria fazer uma cena de ação, uma cena de morte e tal, tipo, brother, é isso que a gente tem aqui, é plástico, fita crepe.

Pode crer. Né? É um burrico ali, traz um fulano e é isso, veste o cara. Então assim, o cara olhava pro roteiro e falava assim, Brother, só dá pra gente fazer uma cena foda. Então vamos usar, vamos pegar a melhor cena que a gente escreveu e vamos trabalhar essa cena. E aí eles faziam. Então os filmes que a gente vê ali da década de 70, 80 e começo dos anos 90, quando começa aquele exagero de efeitos especiais merdas, né? Era muito isso.

A gente já falou do Alien, os caras usando tripa de porco pra fazer o ovo e tal, porque não tinha, não tinha grana. Chegou uma hora que falou, ah, não tem como. Se você assistiu os making-offs da trilogia do George Lucas de prequel, com Jar Jar Binks e tal, o cara tinha, como diria a Palpatine, unlimited power.

Ele fala no documentário, se eu não estivesse produzindo o meu próprio filme, eu sou o dono da ILM. Esse filme seria infilmável. O Jorge Lucas fala isso no documentário. Então, brother, é tipo assim, tu quer fazer o Jar Jar Binks o filme inteiro digital em 2001? Vamos fazer. Se o Jar Jar Binks, se tivesse dinheiro para fazer o Jar Jar Binks aparecer 10 minutos de filme...

O Jar Jar Binks não seria aquela aberração idiota. Porque ele chegaria, daria... Ah, como pontinha, né? Exato, ele daria umas cambalhotas, a criançada ia dar risada, quem sabe a gente também, tipo, foi embora, serviu o propósito. Mas fiquei fadonho. É isso que o Bento falou. É muita coisa, entendeu? É muita cena, é muita nave. Por que você não foca só na relação entre o Qui-Gon e Obi-Wan e Darth Maul?

Pronto, você já tem um puta filme. E o resgate e a apresentação do Anakin cria aquela corrida de pó de race, que em retrospecto talvez seja o arreio. Tipo, maneirinha. E aí não, você cria o melhor personagem da franquia e mata ele em 10 minutos. Ih, polêmico, é. Você tá falando do Qui-Gon?

Não, do Darth Maul, pô. Ah, do próprio Darth Maul. Darth Maul... Mas é um arrependimento tão grande que ele está a gente volta depois, né? Ele tinha a música mais foda e ele morre em cinco minutos. É tipo... É. Pô, o que você está fazendo? Nem tem caralho. E a única... Quando entra aquela música, aquilo é o filme.

Aquele pequeno momento no final. Cinema. Duel of Fates. Uma das melhores músicas de Star Wars. É, uma das melhores. Por que não teve no Obi-Wan? Por que não teve no Obi-Wan? Por que quando o Darth Vader não encontrou o Obi-Wan, não tocou aquela porra daquela música? É tipo assim...

Vai, vai todo mundo Para de fazer Queria só trazer um comentário O Lux aqui mandou um comentário no chat Falando uma parada que eu achei interessante Talvez ele seja foda Justamente por morrer rapidamente Que não ficou sendo tão explorado Não sei se eu concordo Mas é um ponto interessante Ele é aproveitado o necessário pra ele brilhar De certa maneira ali Pode ser isso uma parada também Se a gente começasse a ver muito da psique do personagem Hum

A morte do outro personagem que tinha um potencial pra ser maneiríssimo, o Samuel Jackson. Porra, rapaz. Pô, meio suíno. Por quê, cara? Por que ele morreu daquele... É tão idiota, é tão... Tudo é tão ruim. Mas eles se arrependeram de tudo, né? E quem fez essa merda foi o Jorge Lucas. Por quê? Eles se arrependeram. O Darth Maul tá de volta aí. As voltas do Darth Maul não fazem sentido nenhum. Cara, ele virou uma aranha. Ele virou uma aranha. Para pra pensar que, em certo momento, o Darth Maul virou uma aranha.

Mas é você tentar consertar um casamento merda tendo outro filho. Mas fizeram uma puta série, mas de fato é uma puta série. Tipo, o cara já tá ruim, não tenta, não dá pra ajeitar, sabe? Começa outra coisa e tal. É bem isso aí. Olha isso. Porra, isso pra mim... Cara, quando a gente viu isso no...

no trailer e a gente vê aquela última sequência de luta que, inexplicávelmente, também é a única sequência de espada, de luta de espada que tem maneira nos três filmes. Tipo assim, é isso. Ping Pong é legal também. Eu acho ruim. É legal, mas... Pugas? É, Pugas. Ah, é legal, é legal. É legal, mas Conde do Cu, na moral, né?

Mas aí, pô, aí é forte. Mas tudo bem, mas vai, tudo bem. A gente... Mas tudo bem, é legalzinha, mas dura um segundo. É pouco, entendi. E, tipo assim, não tem, vamos dizer assim, não tem o que o Tarantino faz melhor, vamos dizer. Que é você construir a pré-briga, sabe? A pré-briga.

Quando eles estão se encarando, a música sobe, você sente a rivalidade, você sente a pressão, e aí você faz a parada maneira. Isso é... O Bento agora puxou um nervo excelente. Na hora que o Bill, acho que é o final do 1, que a noiva chega ali no restaurante, aí tá a boca de algodão, né?

É. E aí elas vão, isso que o Bento falou, meu irmão, elas vão pro jardim de neve, e aí começa a música no fundo. Tchaca tchaca tchaca tchaca tchaca tchaca tchaca tchaca tchaca tchaca tchaca tchaca e elas não fazem nada, elas só ficam se encarando, tipo um velho oeste antigo. E já antes disso, quando elas se olham lá de cima, ela fala, e aí ela matou já 300, aí elas se olham, aí já entra mais 500, e aí ela fala, você achou que ia ser tão fácil assim? É, por um minuto, eu achei...

Cadê isso nesses filmes, caralho? Porra! Era só você ter um quê de maneirice na parada, assim, de se saber construir o clima da coisa, cara. E você não tem a faca e o queijo na mão, sabe?

Mas olha só, beleza. Bento, você falou que você não estava... Olha o Léo botando a noiva aí. Esse excelente. Os Crazy 88. Que depois ela fala que eles não eram exatamente 88, né? Só o nome, né? Deve ter menos ali. Eles nunca contaram, sei lá. Mas vamos lá. Bento, você falou que você não... Você viu indo e vindo assim o Mandalorian. Mas eu acho que eu falo... Não sei, Beto, Didi. Ver se eu falo por vocês quando eu digo o seguinte.

Cara, naquela primeira temporada ali, depois que o mando entrega o gruguzinho pros nazistas passear lá. Volta pra nave.

Vai ligar a marcha e tá faltando a bolinha que o nenenzinho pegou e toca a musiquinha. Engoliu, provavelmente. Engoliu, provavelmente. Neném vai... E ele sem você ver a expressão do cara. Só o capacetinho. É, sem o olho na máscara, né? Eu tava vendo aquilo num link especial, sei lá, que o Omelete me mandou pra gente fazer a pré. Que nem a gente faz aqui, que nem o Chapado Cris faz o pessoal. Meu irmão, eu tava no hotel. Eu me ajeitei.

Falei, caralho, brother, vai lá buscar o Neném. Porque eu acho que ali a gente viu um pouco, na primeira e na segunda temporada, essa alma que a gente sente falta, uma coisa que foi feita por quem entendia. O John Favreau gosta, ele entende, cara. Ele é bom.

Porra, a alminha tava ali, cara. Ah, mas o Filoni chegou pra isso. E ele já falou. Ele falou, ó, galera, agora é sobre qualidade, não quantidade. Segue o baile e vamos em frente. Vai consertar. Vamos ver. Porque o próprio Jorge Lucas... Eu acho que um ponto importante, só pra gente lembrar, que dessa primeira temporada, foi uma aposta ali, foi um check-in branco que deram, de certa maneira, por favor, onde ele teve muito pouco, muito menos...

alteração da produção, do estúdio, dos cartolas, do que todas as outras obras da franquia. Então foi uma parada, deixa o cara fazer essa porra aí, vamos ver o que vai dar. Porque ele estava com o nome, ele tinha trazido bem ou mal, porra, meio de ferro, né? Fez ali esse movimento todo da Marvel, o MCU. O cara criou o MCU. Então assim, pô, dá um cheque em branco pro cara e vamos lá. E aí quando aquilo dá certo, meu irmão, a segunda temporada já vem com o estúdio em cima, eles estão preparados.

Na primeira temporada, eles não tinham preparado nem direito o plano de marketing. Claro que eles tinham alguma coisa, mas não na escala que a série mereceria, como se ela tivesse a atenção do estúdio que normalmente tem. Então, ela é um choque pra todo mundo que vê aquilo dando certo, né? Mas ainda, você concorda, quando fecha a segunda, aquilo que a gente falou no podcast, quando ele entrega o Groguzinho pro Luke...

Ainda tem a alminha. Fechou. Caralho, é isso que Star Wars é... Star Wars, nas palavras do Jorge Lucas, pro Filone. O Jorge Lucas falou isso pro Filone. Star Wars é sobre o quê, Filone? Ele perguntou, na verdade. O Filone falou assim, é sobre família. É igual o Veloz e Furiosa. O Veloz e Furiosa. É bem que tu trouxe. Obrigado. E aí, mano.

E aí o George Lucas falou assim, é isso, brother, não precisa ser a família Skywalker, mas é sobre família, são essas relações, entendeu? O piu-piu-piu, que o Beto sempre usa esse termo que é engraçado, o tiroteio, o laser, as espadas, são coisas que cercam esses valores universais, fazendo um belo trocadilho, que Star Wars conversa. Então quando o Mandaloriano...

ele cria essa relação do nenenzinho, sabe, com ele, o pai que nunca teve, aquela coisa toda, você tá trabalhando esse elemento que a gente falou do Filoni. É uma familhazinha, brother, que o cara criou e é por isso que a obra fica foda. Quando ele entrega pro Luke, fechou. Caraca, é isso, Star Wars é isso, agora continua com o Mando, outro arco dramático, outros personagens. Não.

Não queremos alma. Queremos uma terceira temporada com o bonequinho. Aqui, olha aqui. Queremos vender bonequinho. Não, as pessoas não têm maturidade pra ver a série agora sem o bonequinho. Cara, eu acho que é tratar a gente como idiota. Mas hoje, por exemplo, tu não acha também que você tá quebrando a alma de Star Wars usando a roupa do Cormano do Sunset Riders com o BB Yoda?

Estou dando Super Nintendo com... Belíssima referência de Gibran. É mesmo. Que referência. Ah, eu tô de Jedi chileno. Se vocês não gostarem, tá um puta calor. Vou te falar que tá frio no Rio, mas agora tá um baita calor. Eu vou tirar um pouquinho. Agora, posso te botar na berlinda um pouco, Solana? Bora? Você viu o filme, né? Vi. De 0 a 10.

Olha, primeiro aqui, com todo respeito, é de 0 a 5 robôs gigantes, Pento. De 0 a 5, tá. Exato, 0 a 5 robôs gigantes. Eu acho que eu dei no podcast 2.8, Didi. Foi. 3, então. Uma média de 3. Ah, se for fechar, 3, é. Se a pessoa não liga pra essa parada que a gente tá falando, você quer cenas de ação maneiras e tal, você quer ver o bonequinho... Eu acho que você vai se divertir, assim. É um filme que tem cenas de ação bem legais e tal.

Tem um droide. Tem. Pô, inclusive tem uma parte lá. Hein, Betão? Se não tava no podcast, tem uma cena, cara, do novo filme, do Mandalorian Gurugu, que ele faz uma homenagem ao stop motion. Muito legal. O filme trava do nada. As pessoas ficam... Ficam mal feitas. É legal, é legal. Nesse sentido, é bacaninha. Então, a galera decide aí, não sei. Vai ler o cinema, pelo menos?

É, isso. É, uma boa pergunta. Vale aí, da cinema? Vale o dinheirinho? Pra mim é tipo isso que eu falei. Olha a Disney olhando pra M.R.G. agora, vendo o que o Afonso vai falar e definindo o futuro comercial da M.R.G. Olha, filmes da Disney fizeram nossa moralidade aqui. Então, Disney, tamo juntos. Vida longa ao Grogu, sempre com Mandalorian. Sempre. Vale a saída mais.

né um iMac acho que se você tá com saudade de Star Wars e tal e pelo menos pra tirar o gosto ruim da turma da Rey acho que vale um iMac ele tá em iMac? é uma dúvida honesta ele tá em iMac porque a Disney tá com esse negócio agora do

Porra, não tenho certeza, Betão. Disney não sei o quê, Disney Motion, eles estão meio que boicotando as salas IMAX e tá rolando essa tretinha. No Marvel vai rolar isso. Grogu vai retornar em Avengers Doomsday. É isso aí. Grogu, we're turn.

Olha lá, primeiro comentário do dia, bem de Thales Caricate. Obrigado, Thales, pelo superchat. Que emoção ver meus dois canais favoritos juntos. Olha aí, muito obrigado. Thales Caricate, falando do Chapado Crítico. E, pô, Bento, fala pra gente, galera que tá ouvindo aqui, que ainda não conhece o Chapado Crítico. Pô, qual é a ideia, né, cara?

A ideia do Chapado Crítico é fazer dinheiro. Tô brincando, né? A ideia era... A ideia original mesmo, né? Era... Eu não sei se vocês já viram um canal que chama Space Eyes. Eu não sei se vocês já entraram em contato com o canal.

que é um cara que basicamente ele fala, ele pega todos os filmes do Steven Seagal, não é mesmo? O Sensei Seagal. E ele fala muito mal dos filmes do Sensei Seagal. Ele nunca mostra a cara, você não sabe qual é a cara dele. Mas ele narra o filme de uma forma muito engraçada, como ele não levanta da cadeira.

E eu, às vezes, eu vi um conteúdo e achava, caramba, que coisa engraçada isso. E eu acho que isso poderia se expandir, não só para o Sensei Segal, mas como para outras coisas. E eu sempre meio que...

Foi um filho desses... Foi o projeto de Hollywood. Eu sou fruto do projeto hollywoodiano que eles tentaram criar nos anos 80 e 90. Porque eu consumi tanto esses blockbusters, tipo do Stallone, essas coisas meio fanfarronas que a gente gosta. John Woo. Isso é impossível. Na época que a gente nem sonhava em que existiriam esses filmes super-heróis, essas franquias, não é mesmo?

E a gente se alimentava tanto dessa coisa. E houve uma releitura de como essa coisa é enxergada hoje em dia. Que eu achava que era um jeito engraçado de você, sei lá, falar reverenciando ou super pra cima ou super pra baixo esses filmes, entendeu? E aí surgiu o Didi Quer Ser Criança no nosso catálogo, um certo dia.

Mamonas Assassinas, por algum motivo, falta de conteúdo, a gente querer brincar mais, certo? E aí eu fui pegando também piores filmes, e aí eu senti que não só nacionais, tem Mulher Gato, tem vários outros filmes horríveis também que eu falo americanos.

Mórbios, Adão Negro, Madame Thea, infame Madame Thea, não é mesmo? E aí eu tento fazer uma narração saudosista, uma coisa que eu gosto, exagerando bem para cima.

Ou eu tento fazer uma saudação negativa de uma coisa que eu acho meio podre ou que rende negativamente bem pra baixo. E aí se tornou mais ou menos uma coisa sobre uma análise exagerada, tanto sendo o pior filme ou o melhor filme do mundo. E aí eu revisito tanto às vezes os clássicos.

dos anos 80, quanto os nacionais, quanto os blockbusters. E aí eu faço... Agora virou uma espécie de mistura que a gente tenta equilibrar nesse sentido. Vento, vou te fazer um convite. Vou te fazer um convite nesse momento, então. Seguinte, aqui no MRG existe uma discussão de muito tempo.

onde eu tenho um filme que eu adoro. Sou apaixonado por esse filme. Entendeu? Mas o Afonso e o Diogo me julgam muito por esse filme há muitos anos. Isso é antes da gente fazer o MRG, tá? Eles sempre me julgaram e eu sempre voltei e revisitei muito. Tem um filme chamado A Reconquista, que eu sou apaixonado por esse filme. Puta, esse filme é horroroso.

É isso mesmo, cara. É isso mesmo, cara. É isso mesmo, cara. E o que acontece, cara? Com aquelas luvas de boca. É, é isso mesmo. É isso mesmo. Tudo bem. Gosto é gosto. Não, então. Bota aí, ó. Bota na tela aí, ó. A Reconquista. A Reconquista. A Reconquista. John Travolta.

O ponto, Bento, é que eu... O filme que faliu a carreira de todos, desenvolvia... Mas que faliu lá a igreja, né? Tinha uma igreja, sendo a logia, teve que fugir. O Lourinho, que era o personagem principal, ele tava começando a despontar em Hollywood, depois ele não foi mais a lugar nenhum.

O que é esse Lourinho, Beto? Esse Lourinho não é do... Salvando o privado Ryan lá? É, esse Lourinho, ele arrebentou naquele filme. Ele é bom. Atirando... Ele é o sniper, Didi. Que Deus guia minha mira. É ele. Eu acho que é ele.

Engatilhando em cima do telhado, ele falando... Ah, não é o Age. Não, o Age é o médico, perdão. É o Jackson. O Snyder é o Jackson. Porra, ali ele arrebentou. Mas o lance é o seguinte, eu não tenho... Eu odeio esses personagens que são os selvagens. É a mesma merda no Avatar, que tem aquele garoto selvagem.

De dread, né? Mogli, o menino louco. Bota um dread e fala que é selvagem. Pra mim, esses personagens sempre estragam tudo. Eu detesto esses personagens de filme. Pra mim, eu tiraria todos eles. Esse aí é um deles aí, né? Mas, Beto, qual é a proposta pro Bento? Não, então, a proposta é a seguinte. É porque eu não me lembro. Eu só tenho uma memória boa desse filme. Eu não me lembro. Eu tenho um puta medo de ver. E aí... Você vai um boquete na hora do...

Que isso, Diogo? Caramba! Eu esqueci que eles estavam vivos. Eu esqueci que eu estava em live, tá ligado? Eu esqueci, foi mal. Eu fui percebendo que eu estava falando merda durante. Vamos fazer um review com a gente, Bento, desse filme? Porque eu quero muito fazer um review desse filme. Eu faria um desse. É porque tem tantos na fila, mas eu faria esse, olha.

John Travolta, né? Nossa. O Léo, bota o John Travolta. Recentemente ele ganhou um prêmio. Bota o John Travolta de boina. O John Travolta, galera, ele está retrocedendo no melhor estilo Benjamin Button. Ele estava ficando esticado. Ele estava ficando esticado, lembra? Que ele estava puxando a pele dele. Cara, se liguem. O Léo aí, nossa Creuza, vai botar. Irmão, o cara tem 70 e, sei lá, 71, 72 anos.

O John Travolta tá tipo um cara de... Cara, 58 anos. Mas a dança é isso, gente. A dança faz isso, pô. A dança faz isso, pô. Ah, definitivamente. E a cientologia, claro, também. É, é. As três uniões. Pega os dançarinos que a gente conhece, as pessoas que mais dançam. Ó, é o Ed Gama, pô. Tá vendo? O cara tá... Ed Gama, Ed Gama. Caralho, ô. Certo, cara. O cara tá tipo o Ed, cara. Olha lá. Caralho, meu.

70 anos, isso não é normal Isso é errado Mas é engraçado, né? Porque ele passou por um momento de rosto esquisito Agora tá ficando normal Ele careca, fez muito vilão Ele assumiu a calvície total E foi um...

Foi um bom passo, acho que ele deu. Caramba, como dava agonia ver aquelas perucas que ele usava em filmes. Eu não conseguia me concentrar em merda nenhuma. Eu só me concentrava em por que a peruca. Por que, John? Eu acho que na época, os homens de entrada tinham que voltar. A gente teve lá no Fallout, né? John McClane também. John McClane, né? O Gringo, o cara do Fallout. O Bruce Willis, o John Coggins.

Goggins do Fallout, bem lembrado. O Bruce Willis era um cara que era careca, mas as perucas nele funcionavam às mil maravilhas nos filmes, pra mim, na minha opinião. Agora, no Travolta, nunca funcionavam muito bem. Aquele ator clássico do Vampiro de John Carpenter.

John Woods? Alguma coisa é o Woods, pô. Esse cara é foda demais. James Woods. James Woods. Esse cara é incrível. Mas o Diogo, a do Walter Goggins é aquele momento que você bota a mão no ombro do amigo e fala assim, pô, vamos cortar o cabelo.

Tu acha, Beto? Eu acho maneiríssimo. Só porque ele é famoso, o hollywoodiano. É só porque ele é um hollywoodiano famoso. Você tá louco. Parece o Murphy, maluco. Ele parece o Murphy sem o capacete, né? Eu acho maneiríssimo. O Murphy sem o capacete. Ó, em defesa de quem tem esse cabelo, tá? Vamos lá, galera. Esse cabelo Walter Goggins aí. Bota aí, galera, pra gente aí. Walter Goggins. Qual é? Walter Goggins é o do... Robocop sem capacete do lado. É o do Falante.

Fallout. Ah, tá. Ah, tá. O pistoleiro lá. O hotel. Como é que é? Hotel. White Lotus. White Lotus, é. É, então, aquela entrada ali. E o justify também.

Ó, eu gosto muito desse estilo de cabelo. Eu gosto porque mostra uma pessoa... Olha isso que maravilhoso. É no meio. O cabelo dele começa no meio da cabeça. Porque eu entendo o seguinte. Quando o cara não tem... Eu vou tentar encontrar um meio do caminho, pra variar. Quando o cara não tem o cabelo volumoso e deixa desse jeito, fica escroto.

Mas se ele ainda tem essa metade pra trás volumosa, eu acho que fica um estilo tipo assim... Foda-se. Exato, o Didi tá indo por esse caminho, eu gosto, cara. É, eu acho maneiro. Mas o Guilherme tá mais uniforme do que o do Walter Barnes. O problema é que o Diogo tá com o cabelo comprido, eu acho que se ficasse curto... Então deixa eu fazer de novo aqui. Faz de novo pra gente, obrigado. Olha aí, Diogo Goggins.

Maneiro. Agora sim. Paulinho Serra também faz vários jogados. Paulinho Serra, bem lembrado. Paulinho faz isso. Não fica difícil. Não vai de cabelo, é ele. O coifero é foda. Eu acho que você tem que merecer isso. Você merece. Você ganha isso. O poder fazer isso. Agora você tá parecendo um estudante de... Rafioso, década de 30, né? Não, você tá parecendo um estudo de... Um estudo da... Não vou nem falar. É.

Sabe quem tem belas entradas? Jude Law. Jude Law tem belas entradas. Blade também. Eu seguro aqui os meus até... O teu tá na frente, dá uma enganaçãozinha. O Jude Law, ele tá... Bota aí, Léo. O Jude Law atualmente. Ele tá com... Ele assumiu.

Curiosamente, quem tem menos testa nesse programa é o Beto. Não, lógico que não. Beto, boa análise, boa análise. Vamos chegar todo mundo perto aqui, ó. Porque uma coisa é você não ter cabelo, outra coisa é você ter pouca testa. Olha a linha do seu cabelo, ó. Entra todo mundo aqui, ó. Olha lá, olha a entrada. Júlio de Ló, Júlio de Ló também. Olha que entrada linda. Linda. Olha lá. É que, às vezes, funciona num certo estilo quando você mantém, né? Você tem que ter uma combinação aí de rosto com estilo.

e com a linha reincidente funcionar de um jeito lógico. Eu não sei. E às vezes... O cabelo avatar, que acerta pra frente. E às vezes, assim, o seu talento profissional meio que permite você ter certos tipos de cabelo, entendeu? Certo. Às vezes, se você não...

Se você é muito ruim, aí as pessoas meio que prestam muito mais atenção. Pois é. Olha o Walter Goggins aí. A galera acha maneira porque ele é bom ator pra caralho. Exato. Porque aquilo é muito escroto. Sabe aquele ator que fez o... Ele constatou o status de bom ator, né? Ó, videogame. O ator que fez o Trevor.

o ator faz o Trevor e também faz Walking Dead esse cara também é muito bom ator ele também tem esse mesmo estilo porra ele é ele da época do Negan eu sabia que eu conheci de algum lugar mas não lembrava de onde é o Trevor cara cara o maluco da estrada caralho é o Trevor porra ele é ele é ele mesmo não tem cara que eu nunca tinha feito essa associação maneiro né caraca aqui vai

É meio que o Paulinho encerra um pouco. Isso. Tá chegando lá, né? Tem um estilo que a gente podia definir de, sei lá, estilo predador de cabelo. É.

O Predador também tem isso, tá? Bota o Predador aí. Mesma coisa. Bota o Predador aí. Aquele novo Predador. Não, velho. O Predador, ele também tem uma calvície bem assim. E aí os dreads começam... Não, o Predador novo é gatinho. Ele tem um rabo de cavalo. Não, o novo não. O novo não é careca. O que eu tô falando é o tradicional. Bota o tradicional. Bota Predador de 87, eu acho. O primeiro lá do Arnold.

Vocês gostaram do novo Predador? Pode, curiosidade. É um Predador fofo, né? Da Disney. É um Predador fofo. Olha aí, olha aí, ó. É calvaço, né? Calvado. É, ele é Calverini, Calverini. Calverini. Com uns dreads aí. Você gostou do... A galera lembrou do... A galera lembrou do Elrond. Elrond, Elrond. Aí, o nosso querido Paulinho Serra, ele também faz. Umas jogadas com cabelo.

É o famoso careca cabeludo. Existe. Vilão de filme do Steven Seagal. Fizemos toda uma volta. Muitos vilões de filme do Steven Seagal. Chegamos. Mas fala do novo Predador. O que você achou, cara?

Ele fala com os animais da floresta, ele faz amizades com os animais. Ele dorme na fogueira luz da lua, enquanto ela tá cantando historinha pra ele. Isso. Ele é fofo, Bento. É como se fosse assim, não. Vamos ver, tá? Ele é fofo.

que isso aí é predador, tá? Olha, ele tem um cortinho de cabelo descolado. Olha só, ele corta só aqui do lado, ó. Ele raspa na lateral. Pra mim a questão não é nem o visual exatamente, mas assim.

tem que ter um bichinho tem que ter um bichinho eu não aguento mais isso ele está no JRPG eternamente tem que ter um bichinho eu gosto da LFAN além de maravilhosa o robô é maneiro é um bom filme de ação é um predador fofo se não fosse predador ia ser um filme muito foda a verdade é essa o problema é que está colado no predador o problema é que está colado

Pergunta, Prey ou esse Predador novo? Pô, Prey. Prey, sem sombra de dúvida. Sem sombra de dúvida. Prey é maneiro, né? Prey é bom, Prey é bom. As coisas que você pode nitpicking, assim, criticar, mas... É, é. No total, ele é mil vezes mais interessante como produto do que esse. Apesar desse não ser ruim, não é um filme ruim, é um filme correto. Ele só não é do Predador, ele não deveria ser do Predador. É isso.

Eu odeio quando você mostra demais também. Você mostrou demais. Exatamente. Mostrou muito o pai, o irmão, o tio, o filho. Você não tem que saber. Parte da magia do Predador 1 e até o 2. É você falar tipo assim, caralho, que planeta bizarro deve ser esse que desenvolveu uma cultura de os caras que caçam, mas eles são tecnológicos. É você não saber. É que deixa a parada intrigante. Aí fica legal.

Foi o mesmo erro, mais ou menos, de lógica que o Ridley Scott cometeu naquela porra daqueles filmes. Que você também não entende por que ele terminou Prometeus, que argumentavelmente não é tão bom assim. Eu vou pelos dois lados. Eu acho bom ao mesmo tempo que eu acho ruim.

Mas assim, ele terminou com um gancho tão perfeito da mulher seguir com a cabeça daquele ciborgue pra algum lugar. Isso é legal. E aí você mata aquilo pra nada. Pra nada, não? Tipo assim, pra nada. Tipo, é tão frustrante e você não consegue entender. Isso é uma assinatura de Alien, né? Mata sempre os personagens que ela salvou no último filme pro próximo eles não estarem vivos. Horrível. O Predadores é o melhor pra mim, é um dos melhores.

Predadores, lembra? Lá no Matagal? Porra, sim. Com a Aline Braga. Alice Braga. Alice Braga. Falei isso, Bento. Falei isso. Tem uns três meses aqui, fui julgado pela força. Porra nenhuma. Espera aí. Predadores é um dos mais legais.

Não, melhor também não Vocês curtiram, chega uma hora que eles falam assim Olha, tem um cara que ele sobreviveu aqui Ao planeta mais inóspito Ao grande jogo mortal dos predadores Ele de alguma forma consegue se esconder aqui Meu irmão, quem é esse cara? Vamos lá que ele vai ensinar a gente Aí chega lá, meu irmão É o Lawrence Fishburne gordo Usando uns trapos em cima Era pra ser o Schwarzenegger, né? Era pra ser o Schwarzenegger Hum, Hum Hum

Aí você fala, ah, peraí, Lawrence. Eu adoro o Lawrence. Mas peraí, né? Não convence. Cara, mas a comida era muito restrita. Ele tinha muito sal e açúcar à disposição, porque era tudo compactado, e aí ele enxou, bicho. Ele deu uma enxada. Tem até o Walter Goggins lá. Tem o Goggins lá nesse. Ele é um presidiário, né? Tipo, é escória da galera. Esse filme não tinha pegada de Conner? Ele parece um Conner no espaço. Porra, bem lembrado, Didi.

Caiu o avião. Cara, você acredita que uma vez eu encontrei a Alice Braga numa... Sério? Conta aí. Numa... Como é que é? Numa... Era boate, eu não me lembro. Era uma festa, né? Dessas. E aí, cara, uma garota veio...

E falou… Era na época do Furo MTV, não é mesmo? E aí, eu… Super fã desse filme, eu tinha todos os bonecos desses designs… Os designs desses predadores desse filme é muito maneiro. E aí, ela falou, cara, vem ali falar com a Alice Braga e tal. Aí, eu fui falar com a Alice Braga, todo animado. Eu falei, pô, Alice Braga, né?

Que legal, cara. Eu vou te falar, cara, todos os filmes, né? Mas, cara, Predadores você inventou, né? Aquele fanboys aço, né? Aí ela falou, é, a gente fez lá. Aquilo lá é uma besteira, né? Tudo uma brincadeira. Aí eu, nossa, eu gostei de uma forma.

Eu fui assim, cara, predadores, você é o cara, não acredito. Você venceu. A minha mentalidade é, você tá naquele filme e você venceu. Que eu achava tão foda. Eu falei, é, aquilo lá, a gente fez. É uma brincadeira do Rodrigues, do Robert.

E se eu não me engano, antes ela tinha feito o Sua Lenda, né? Ou depois ela fez o Sua Lenda. Outra merda, né? Era melhor que ela abraçasse que nem a Michelle Rodrigues, né, Didi? Né, Bento? Abraça as porcaria que tu faz, o Ximibê mesmo. E tipo, é, porra, achei maneiríssimo. Pô, mas peraí. Alice Braga é muito mais atriz do que a Michelle Rodrigues. Muito mais. Sim. Pô, muito mais. Muito mais. A Michelle Rodrigues só tem Velocirio Furioso no currículo.

Ela fez Swat também, com Colin Farrell. Tá bom, Swat, Swat. Todo filme da Michelle Rodrigues, ela tem a arma na mão. O que eu sou muito a favor, mas é meio que isso, né?

Mas, porra, Alice Braga, ela tá nesse, ela tá no Esquadrão Suicida. No Esquadrão Suicida, no Elisio. No Elisio. Ela escolhe mal. Ela escolhe mal. Tô falando vocês aí. O Esquadrão Suicida do James Gunn, antes da gente descobrir que tudo era James Gunn, como era a fórmula de James Gunn.

Foi maneiro. Ela está no Ripple Man também, lembra? Com o Jude Law que a gente falou. Ripple Man, muito bonzinho esse filme, apesar da crítica era massacrada. Ripple Man não é o antes do Matrix não, né?

Ah não, antes é com Johnny Minamonic. Esse Ripple Man, eu cara, eu não sei se eu vi esse filme, eu acho que não. Eles são uma equipe que vai pegar os órgãos sintéticos de volta das pessoas quando eles não pagam a mensalidade.

É um futuro super possível, né? Se a gente... A pessoa tem que fazer a assinatura... Hoje em dia as pessoas pegam os órgãos normais mesmo, sem você estar devendo... O negócio do filme é muito isso. Vocês viram... E o que vocês acharam da nova Demolidor? Alguém acompanhou?

A nova temporada da Mordor. A gente fez o episódio. Cara, ela é ilegal, mas completamente desnecessária, né? Você não vê propósito?

Mas assim, se a gente for analisar pelo propósito de qualquer dessas coisas existirem, nenhuma delas tem exatamente um propósito. Mas assim, eu achei dessas que eles tentaram empurrar pra gente, eu achei que eles meio que aprenderam. Tem um dedo do Brian Michael Bendis ali que eu vi na produção.

É, eles consertaram. Claramente é uma série boa. Então, mas é o que eu tô te falando. É uma série boa, que tem momentos muito legais, tem um final muito foda. O último episódio é muito foda. Mas... É a segunda temporada, Bento? É bem... O rei do crime virando o monstrão, o rei do crime, é muito foda aquela cena.

Eu gostei. Eu gostei, assim. Fora, assim, os pormenores, assim, de tipo... Tem vários. Eu achei que tem umas barriguinhas, vai, vai. Barriguinhas, assim, eu tô dizendo coisas desnecessárias, meio... Como é que é? Cafonas. Mas, apesar disso, eu achei honesto. Eu também, mas Jessica Jones, muito desnecessária, vai, Beto. Ah, Jessica Jones... Muito desnecessária. Ah, ela na série, ela aparece na série. Ela aparece pra nada.

Deixa eu adivinhar, ela tá emburrada e fumando e bebendo. Ela deve ser segurança dele, alguma coisa assim, eu não vi também, mas ela tem essa parada, essa pegada. Não, não, de verdade, ela aparece pra dar porrada junto com ele em dois episódios.

E não faz nenhum... Não tem, não tem. A história não anda por causa dela. A história não faz nada. É só tipo assim... Bora ali, brother. Sabe quando tu vai no shopping e tu quer ir no shopping e tu não quer ir sozinho e tu liga pro brother e fala assim, cara, vamos dar uma chegada ali que eu tenho que fazer um negócio? Entendi, entendi. É isso que acontece, literalmente. Tu tem essa parada, Beto? Se não quer ir no shopping sozinho?

Eu achei interessante esse exemplo que você trouxe. Mas eu era assim, lembra que eu ligava pra vocês e falava que é, viado, bora ali. Eu e tu, a gente tinha muito, Afonso, inclusive. Direto. Adolescente não tem nada pra fazer em casa, né? Exato. A gente fala, pô, bora ali. Adolescente. 23 anos. Adolescente.

Era 23 anos? É, é um jovem adulto, 23 anos. Vagabundo, vagabundo. Vagabundo adulto, jovem vagabundo, exato. Mas um vagabundo legal. Foi assim que o MRG nasceu, era bom. É, exato. Ali onde as grandes ideias, as grandes ideias, olha só, surgiram nessa vagabundo. E vocês estão animados para o Vingadores? Eu sou mais Marvel do que Star Wars. Não, assim, Bento, o que acontece aqui no MRG. Vocês gostam mais de Guerra nas Estrelas, da mitologia em si.

Se vocês tivessem que escolher uma pra morrer e uma pra sobreviver, quais vocês estariam vivas? Caraca! Guerra nas Estrelas ou Marvel? Essa pergunta é boa, hein? Se tiver que escolher uma pra morrer e outra vive. Uma delas tem que vazar. Morrer pra parar? Pra parar de ver o filme? Uma dessas franquias tem que parar. No cinema, né? É, no cinema. A que mais dói, eu gostaria que, tipo, cara, acabou. É Star Wars.

MCU não acho que tem tanta... Pra mim, aqui é pessoal, cada um. Pra mim, me dói mais ver uma obra bosta de Star Wars. As coisas sendo destruídas de Star Wars no cinema, pra mim dói mais Star Wars do que o MCU. Porque o MCU é uma coisa... E levando em consideração, o Star Wars acerta mais na TV do que no cinema, né?

Bem mais na TV. As séries de Star Wars, o Maw que saiu agora, Andor que saiu. Talvez em número. O Maw era muito mais nas séries. Eu não confordo. O Punisher é bom. O Punisher é bom. O Punisher é bom. O Punisher é bom. Argumentavelmente. Fala pra gente. Faz uma mini resenha antes da gente voltar pros comentários. Tem um monte de superchat aqui querendo falar com o Bento. Fala uma resenha aí, Doro. Ele acorda. Ele tá mal.

Ele acorda, ele mora no centro da cidade de São Paulo. Ele vê o caos acontecendo o tempo inteiro. Ele meio que se aposentou, não é mesmo? Mas alguma coisa puxa ele de volta pra ter que fazer justiça. Ele tem a catchphrase dele clássica que é Não, não, não. Não, não, não.

A merma que tem naquele seriado. E aí, basicamente, 40 minutos de John Wick mais... Só que mais bruto e, ao mesmo tempo, um pouco mais fanfarrônico. Não estou explicando assim. Mas assim...

é a melhor coisa do Justiceiro, fora ele... Lembrando dos outros filmes, Ray Stevenson... Ah, mas nunca foi bom, né? Principalmente relembrando esses filmes. Só o John que gosta desse filme, cara. É Dolph Lundgren e o John... Ray Stevenson, o filme do Ray Stevenson que ele se pendura no candelabro, de cabeça pra baixo, no jantar e atira pra supertradoras. Não é bom, Joe. Não? Caralho. É ruim, é ruim.

Eu gostei desse filme. Eu detesto isso. Eu detesto ele de cabeça para baixo no candelabro para mim. Aquilo destrói o filme. Se não tivesse aquilo no filme, o filme seria um pouco melhor, sabia? Assim, subiria um pouco. Esse cara combinou muito com o Jusceiro. A primeira temporada é legal. Eu não lembro quantas temporadas tiveram.

Foi duas, assim? Essa é a terceira agora? Ou é porque misturou com o Demolidor? Não é temporada. Esse é só um especial de 50 minutos. Ah, é? Teve a série, mas teve a série também. Teve a série. Ele apareceu no Demolidor. Teve a série do Justiceiro. E agora tem esse especial, que é tipo o Lobo da Noite. A Marvel faz esses especiazinhos aí. Mas o... Mas, cara...

Eu não gosto muito de botar o ângulo dele ser alcoólatra. Eles sempre buscam muito esse ângulo de ser alcoólatra, meio como uma espécie de justificativa meio estranha. Nunca teve muito isso no quadrinho. Tem um pouco disso aí, ó.

Inclusive ele era contra isso, porque ele queria a mente dele limpa, justamente para ele poder fazer as execuções que movem ele. E apesar de eu gostar desse cara aí, eu acho ele muito emotivo demais. Eu acho que o judiceiro tinha que ser frio, e ele tinha que ser uma máquina fria, sem emoção direito. Ele é muito gritão, por meu gosto.

Mas assim, eu gosto dele. Tipo, o justiceiro havaiano. O justiceiro havaiano. E que tem como vilão o John Travolta.

Olha o circo aí, o callback, Didi. Olha aí. Esse é o pior filme. É de 2004, é de 2004. Eu nunca esquecerei. Justiceiro Havaianas. Thomas Jane. Ah, tem o John Travolta também. Tem o John Travolta, o vilão do filme. O grande vilão do filme, John Travolta. O Justiceiro descobre que o John Travolta vai jantar com uma esposa, sei lá, com uma amante, num restaurante chique lá de Nova York. Aí o Justiceiro traça um pano. Eu falei, porra, agora é o grande showdown.

Vai ser um tiroteio, o cara vai pensar na forma de entrar, explodir. Aí o justiçairo chega e aí está o carro do John Travolta estacionado. Aí o justiçairo rouba o carro do John Travolta e bota um hidrante falso onde o carro estava estacionado.

para ninguém estacionar. Aí ele leva o carro e planta, sei lá o que. Aí eu falei, vai plantar uma bomba no carro, vai plantar um negócio dele. Não, ele faz um plano mirabolante para fazer com que a... Acho que a mulher do John Travolta, acho que o John Travolta está traindo ele. Tipo, que porra é essa? Aí ele devolve o carro, tira o poste lá. O que está acontecendo? Entra e dá um tiro na testa do John Travolta.

Não, tô bem lembrando. Mas, ó, a gente nunca pode esquecer de uma cena que virou uma referência clássica. Tava até procurando o nome do ator que fez. Aqui, ó, o Kevin Nash. O Kevin Nash, ele é um, porra, um cara parrodão que faz ali o russo. O maluco da luta livre, o caralho. E ele vai pra esse filme e ele vai lá pra dar porrada, né? Vai pra destruir a galera lá do condomínio do justiceiro.

E aí, nessa porrada, tem uma cena que o Tomas Gini, ele pega uma faca, né, próprio de Hollywood, e daria uma facada no peito do cara. Só que na cena, é como se o maluco não fosse sentir nada. Ele arranca a parada e segue o baile. Só que, sem querer, a faca era real. E o cara cravou a faca no maluco. Não, peraí. E o malandro continuou.

São as coisas de Hollywood, né? Que tem umas armas sem querer reais nos sets de filmagem. Essa cena, essa cena. Que loucura, cara. E aí o cara devia estar tão, meu irmão, tão cheio de suco, adrenalina. Um agente do ouvido dele, tipo, não estraga essa cena que é o seu grande. Cara, eu já procurei pra ver se isso era uma mentira. Porque eu ainda não acho... Em vez de eu procurar pra saber se é verdade, eu procurei pra ver se é mentira.

E eu não vi ninguém desmentindo, ninguém trazendo, não, não, isso aqui, não sei o que, não, não. Isso foi um bagulho que rolou, sacolé.

Caralho, porque uma faca é entrar. Essa, eu acho... Bem, não sei. É? Não sei. Deve ter falhado. Ela deve ser retrato. Falhou, ficou uma metade só. Deve ter sido uma porra. A gente conhece o Corvo. A gente conhece a história do Corvo. É, pois é. É possível, talvez. Cara, tem uma cena. A gente falou de Alien hoje, rapidamente. O jogo tá trazendo essa curiosidade. Vocês sabem aquele cara, não sei o que é Christensen, que fez o Bishop nos filmes do Alien, tá ligado?

Ah, o Bishop, claro, claro. Esse cara tem um filme que ele é um vilão. Eu esqueci qual filme, tá? Foi mal. Mas tem determinada cena que era pra galera tacar um negócio nele que ia fazer tipo uma fagulha. Sei lá o que que ia rolar. E ele ia tirar o foguinho e continuar atuando. Meu irmão, a jaqueta dele, isso é famoso, entra em chamas. Lambe a jaqueta do cara de couro.

E aí, ele fica mais puto ainda com o cara que, sei lá, atirou nele. E continua o monólogo dele tirando a jaqueta, a jaqueta pegando fogo. Aí ele joga a porra da jaqueta no chão, que nem o Seu Madruga jogando no chapéu, puto, com chave. Ele é tipo, vai lá atrás deles, seus filha da puta, eu tô aqui pegando fogo. Porque os caras, os bandidos, ficam todos olhando pra ele assim, tipo, caralho, o cara tá pegando fogo, bicho. E o cara continuou a cena pegando fogo.

Porra, o Diogo me lembrou dessa porra aí. Não sei se o Léo acha essa cena aí. Comprometimento. Caralho, começou aqui um... Estão ouvindo? Um besouro suco aqui, rapaz. Cuidado, não repete mais duas vezes, não. Vocês viram? Vocês.

Vocês têm alguma... Desculpa. Eu não sei se vocês querem fazer alguma... Falar alguma coisa. Não, fala aí. Não, mete barra. Daqui a pouco a gente tem que ler só o superchat, mas você que eu... Vocês têm alguma teoria sobre como vai ser... Sobre o que vai ser o Vingadores Doomsday? Vocês têm alguma... Ah, olha aí. Isso é no Alvo, com Jean-Claude Van Damme. Isso.

Porra, pronto, é isso aí, ó. O Bento é de rio. Caralho, o John Lee dirigiu. Caralho, lembre do filme em um frame, é isso? Parabéns, Bento. Não é? Aí, ó. O Alza, fiz o convite, hein? Tá explicado por causa do cabelo dele. O que que rolou do cabelo dele? Agora a gente entendeu. Você imagina, meu irmão. Esse filme é maneiro, é tipo Bacurau. Esse filme é meio Bacurau. É. É uma versão do Bacurau. As melhores calças... O Análise pegam em tiro, pegam pessoas pra caçá-las. E o Bandama é um deles.

É porque ele derruba o cara na moto com um chute. O cara vem passando de... Ah, porra, isso não é... De mullet, calça jeans. Esse filme eu tenho que fazer pro meu canal. Eu esqueço sempre o alvo. Porra, tem que mesmo. O alvo. O John Una é no auge. Ele tá trailer park boys.

E um cara com cabelo também que a gente tem hoje homenageado, né? É o Hayden... Não, como é o nome dele? Alguma coisa? Lance Harrington. Lance Harrison, sei lá. Harrington, sim. Parabéns aí ao Léo, hein? Nossa, a Creuza que conseguiu encontrar a cena do cara. Achou bicho. Achou bicho. Achou bicho.

Vocês têm alguma teoria sobre como vai ser Avengers, Doomsday? Assim, basicamente alguma teoria? Eu tenho nada, Afonso. Não sei se ressoa com a realidade. O Afonso está muito triste nesse momento, Ben. Tudo que o Afonso não queria era falar de Marvel.

É mesmo. Ele não gosta de Marvel e Star Wars, ele não gosta. Não, eu não gosto agora. Eu cansei. Porra, Guerra Infinita não é o melhor filme do mundo? Então, acabou. Não Ultimato. Eu sou Ultimato. Eu sou Time Guerra Infinita. Eu sou Time Guerra Infinita. Guerra Infinita pra mim é semi-perfeito.

Tô contigo. Lindo. Eu sou ultimato. Ultimato, pra mim, tem uma das maiores catarses da história do cinema. Aquele momento. Quando todas as mulheres se juntam, né? Isso. Aquela... Wow, é. Girl power. Uma inversão de viagem no tempo. É uma desculpinha muito mequetrefe pra você resolver o problema, Bé. Mas tudo tem ponto fraco. Tudo tem ponto fraco.

Os cabelos. Eu acho assim, aquela porrada do final A gente foi preparado para aquilo durante 20 anos, cara. É um bom filme. Mas agora Guerra Infinita é quase perfeito.

É fechadinho, né? Aquela guerra no espaço, o Thor, não, o Hulk chegando e avisando que tem uma merda vindo. E aí não perde tempo, e aí os alienígenas já chegam no meio, vem um homem de porra.

Caralho, aquilo ali é semiperfeito, aquele negócio. E aí todos morrem. Foi aí que a Marvel errou. Se eles tivessem simplesmente parado de fazer por um ano a porra dos filmes e fingir que todo mundo meio que morreu.

Sabe? Tipo, e aí você empurrava Moon Knight, empurrava toda essa lixeira que não emplacou. Tipo, você... Porque não tem mais herói. Ah, de novos heróis, né? É, aí vem o justiceiro, aí vem todo mundo... Constrói, né? Constrói. Uma espécie de hiato. E aí você vem com o ultimato, aí você... Você matou a pau. Se você não precisasse ter empurrado no... Tipo, dois meses depois do ultimato de Guerra Infinita, entendeu?

e aí desfazer a morte de todo mundo, você tinha ganho, você não tinha errado. Mas aí foi ali que eles erraram. Agora, Guerra Infinita eu acho infinitamente superior ao Ultimato, assim. Assim, sou eu só falando, mas Ultimato é bom também.

Mas eu acho Guerra Infinita melhor. Mas eu só queria saber por que o Robert Downey Jr. é o Victor Von Duhm. Beto, traz pra gente aí. Começa você. O Beto tem teorias. O Beto tem teorias. Não, na verdade, eu acho que... Assim, do porquê que o Robert Downey Jr. é, essa eu não tenho mesmo. Você não tem uma hipótese. E tem que ser muito... Cara, isso...

Assim, pode ter os universos. Eu gostaria muito... Eu já falei isso. A resposta aí. Porque dinheiro. Dinheiro. Eu gostaria muito, Bento, que, na verdade, eles voltassem para o Ultimato e eles tivessem visto um erro.

que quando o Dr. Estranho, você lembra que ele só vê uma realidade possível? Uma realidade que eles vencem. Exato. Tem uma realidade que vai salvar o planeta. Só que, na verdade, você vai ter a incursão agora, que é o que vai acontecer. Esse é o evento, o grande evento que vai ter. E aí...

Talvez o erro, ele ter se matado pro Thanos, seja um erro. E o Victor Von Doom seja um Robert Downey Jr., sei lá, algum cara de outra realidade. Mas tem um monte de teoria merda que... Eu acho que o Robert é o Homem de Ferro.

Só que é o Homem de Ferro da realidade, tipo a partir da Era de Ultron, que queria que o mundo fosse envolvido numa casca de ferro, entendeu? Que ele fosse protegido. E aí, a partir dessa realidade, ele tomou uma... O Homem de Ferro foi pra esse rumo e virou o doutor destino, vamos dizer assim. Não, mas ele é o Vitor Von Duhm.

Ele não é o Tony Stark. É, por isso que essa ideia é o Tony Stark. Essa ideia é merda. Mas ele ainda pode ser o Tony Stark. Ele pode ter se batizado...

Sei lá. Não, é um nome, né? É que a ideia é merda de todos os ângulos. Não importa qual ângulo que a gente olhe, a ideia é merda. Ela continua sendo merda. Então, eu não sou contra, acho que vocês não, essa coisa do multiverso onde personagens que teriam sido X acabam Y. E quando é bem feito, esses what ifs e tal, é bem feito porque você muda uma decisão.

Você muda uma pessoa de lugar aqui e ali, e aí ela ganhou poder em vez, né? Acho que a Gwen Spice... Spider Spice, aí fui para as Spice Girls. A Spider Gwen não é um esquema assim? É ela que foi mordida...

Porque o Peter morreu, é uma parada trocada, assim, e tal. O que eu acho, uma das coisas que eu acho mega merda de você botar ele como Vitor Von Duhm, é que, assim, o Vitor Von Duhm, ele é uma outra pessoa. Ele é de outro país, ele tem outros pais, ele tem uma origem que envolve feitiçaria, sabe? Uma outra cultura, religião. São dois personagens que a única coisa que é semelhante é o intelecto e a armadura.

Mas a origem toda é diferente. Então, assim, na verdade, o que acontece nessa reunião é precisamos trazer o Robert Downey Jr. Se virem, eu não tenho dúvida de que existam pessoas... Tem uma galera talentosa que pode até trazer uma ideia maneira, do tipo assim, ah, mas aí o cara, não sei o que, de outra realidade, ele se disfarçou de Vitor Von Nui, o verdadeiro Vitor... Sei lá, em Vitor qualquer merda. Mas, assim, a premissa é merda.

É o que a gente falou mais cedo. Quando é premissa é merda, tudo que você tenta consertar ao longo do caminho, você pode até disfarçar. Mas o cheirinho de cocô...

Você vai, tipo, bater um cheirinho de cocô. Não, mas continua, vambora. Continua, vamos embora. Continua, avança e tal. Não, mas pode ficar bom. Eu tô com uma certa esperança, sabia? Eu tô com uma certa esperança. Eu tô... Mas você não acha, você não acha, Bento. Eles vão renegar tudo que eles fizeram depois do ultimato e...

E vai ser a partir do ultimato que vai começar esse filme. Então, eu não sei exatamente. Eu, assim, foram coisas que eu ouvi falar, né, mesmo. Nada, eu sei se é verdade exatamente, né. Mas eles adaptam de uma história que, de um escritor que eu acho horroroso, novo, da Marvel, né. Escritor de quadrinho que fez a nova Guerra Secretas. Eu esqueci o nome dele. Ah, com o... O Deadpool? Jonathan Hickman.

Já viram? Tu tá lá desse escritor? Não, tô ligado. E teve uma nova saga, Guerras Secretas, que é meio baseada nessa nova Guerras Secretas. Não, o novo... Guerras Secretas não é... É, Guerras Secretas, Guerras Secretas. O novo Guerras Secretas é do Jonathan Hickman, que é o cara do Universo Ultimate novo também. Nossa, ele é muito ruim. Ele não é muito ruim, ele não é muito ruim, Bento. Ele é muito pop, ele não é um Tom King.

Cara, se você pegar Mark Miller, pegar o Brian Michael Mendes... Não, mas olha só, o Jonathan Hickman é o Mark Miller dos tempos atuais. Isso é logico? Aquele outro também, que não me engana, é aquele... Aí, ó, Itapeno, olha o que o Afonso está falando. Esse cara não me engana nem a pau. Não, não fala isso. Tom King é o melhor que temos hoje em dia. É, tomei isso, cara. Tom King é o melhor que temos hoje em dia. Mas assim, sem discussão. Tom King é o melhor roteirista de quadrinhos da atualidade.

Ah, Supergirl, Supergirl. Eu falo Supergirl, a galera enche o meu saco. Bora falar? Supergirl. Supergirl, eu falo Supergirl. Mas eu só sei, não sei lá por que eu falo assim, né? Antigamente falava-se Supergirl. É baseado no negócio de Tom King, né? É, Tom King, pô. Você pode falar Gell também em inglês, como se fosse tipo a tua amiga e tal. Hey, Gell, tal. É mais sulista lá, né? Gell. Alguma coisa assim. Eu aposto zero nesse filme do Supergirl. Não sei.

Esse tá meio assustador, né? Não tem nada a ver, né? Realmente, eu acho que a garota tem tudo a ver com a personagem. Tá tudo certo. Mas eu acho que existe alguma espécie de... Herói B, cara. Herói B, me interessa. Herói B, velho. Herói B. Super gay, eu vou ser honesto. É herói B. Mas alguém quer ver o lobo, hein? Ué, mas o Blade também é B e é foda. Os Guardiãs da Galáxia também são C e é foda. Tipo, não é porque é B, Betão.

Eu acho que o P não tem muito a ver, eu acho. É, acho que todas as vezes agora... Mas olha só, o Guardiões da Galáxia, quando ele vem, eles são uma equipe B da Marvel. Beleza, concordo muito. Talvez sim, né? Vamos ser honestos. É, vamos ser honestos.

Mas assim, eles vêm como ah, vai ter aquele filminho lá da equipe. Aí é um puta filme porque a gente viu o James Gunn sendo o James Gunn antes da gente saturar o James Gunn. Beleza. Foda. Adoramos. Foi muito foda. Teve uma identidade...

O Supergirl já está vindo grande demais. Ele não deveria vir desse tamanho. Ele deveria vir que nem a série do Pacificador veio. Vai ter uma série legal do John Cena aí. Ah, entendi. Aí quando a gente viu, a gente falou, puta, fudida a série, hein? Entendi.

Eu acho que o Super Game deveria vir. A primeira é legalzinha, mãe. A segunda é legal. A segunda é legal pra caralho. A segunda é essa agora? Eu acho uma série divertida, não acho ela inacreditável. Eu acho ela divertida. A primeira foi muito boa. A primeira foi muito boa. Eu acho ela legal.

Eu tô hypado com Supergirl. Eu acho que tá num caminho... Eu gosto, eu tô na expectativa do Supergirl. Eu entendo essas paradas, essas críticas, beleza. Mas eu gostei do que eu vi no trailer ali, bem ou mal. Achei que faz sentido dentro da...

É, meio que a porra dessa. E ela é um... Não é um contraponto, literalmente, mas ela é um personagem muito diferente, pelo que eles estão criando dentro da mística no cinema, muito diferente do Superman. Ela é mais velha do que ele, ela viu umas coisas. A gente chegou até a conversar isso no Matopilota.

E isso pra mim eu gostei, eu achei que faz sentido, achei interessante, acho que dá pra explorar. Me incomoda mais quando eles quebram uma regra pra poder forçar uma barra do que necessariamente quando é ruim, parece ser ruim, não sei. Quando faz sentido pra mim tá ok, vamos ver pra onde vai. Tá dentro da regra, tá de boa, vamos lá, vamos ver qual é.

E não senti tanta fortação. Mas eu tenho que também botar um ponto que o Momoa é uma grande curiosidade que eu tenho de entender como é que vai ser o personagem do Lobo ali. Nós que somos fãs, a gente tem essa parada. Acho que o Momoo é sempre legal. Não, pior que a Aquaman é impossível.

Então, mas convenhamos. Olha só, o filme do Aquaman é ruim. Eu não vi o 2, tá? Vocês podem opinar. É pior. É pior. É pior. É pior. É tipo 1. Não, é pior. É pior que o 1. É pior que o 1. É que aqui, Bento, aqui, se eu puder conviver, você tá... As postas são abertas aí. A galera tá aqui se amarrando e tal. Você dá um pulo aqui de vez em quando e fica nesse papo birudo com a gente. Mas aqui a gente tem o seguinte. O Huberto e o Diogo me criticam que eu evito bombas óbvias, sabe?

E eles são muito corajosos, eles têm um estômago de chumbo e eles vão lá ver. Filho da puta, Diogo. Olha o que ele está fazendo. Sabe o que é, Bento? É assim, temos um trabalho, a gente combina. Fala assim, vamos fazer o review do bagulho, vamos ver, vamos. Chega na hora, todo mundo viu, Afonso.

Ah não, ia ser ruim, não tava com saco. Não, peraí, peraí. E ele só fala no final do episódio, Bento. Ele faz o review inteiro da parada e só fala no final que não viu. Eu fiz isso uma vez, Bento, como uma piada. E acertei tudo no review, sem ter visto. Imagina só. Eu fiz isso uma vez, eles não esquecem. Eu fiz isso uma vez, eles não esquecem. Você fez uma vez vendo o review. Agora, quantas vezes o Diogo chegou e falou lógico que eu não vi, vai ser ruim. E a gente, caralho, mas tem que gravar o bagulho.

a gente só consegue amar a gente só consegue se surpreender e se né por meu Deus ser afetado pela obra quando a gente se entrega e a entrega ela é uma faca de dois grupos você pode se pode se frustrar você pode se maravilhar mas precisa se entregar precisa jogar o salto da fé como diria o que tal salto da fé

É um salto a fé. Em retrospecto, por exemplo, o super-homem do James Gunn é bom ou é ruim? Agora que já passou o frenesi da coisa. É um filme de criança. Não é um filme de criança. Nossa, olha todo mundo falando.

Eu gostei. É divertido. Eu achei um filme divertido. É um filme boboca. É um filme boboca. De criança, não é? Aí, Bento, olha só como é que a gente chateia o amigo que quer chatear a audiência. É tão de criança quanto o futebol, por exemplo. É mais maneiro. Futebol é maneiro, mas é uma atividade de criança, né? É uma bola de plástico. Eu acho. Todo mundo correndo atrás da bola de plástico e tal. É tipo... Não adianta tu ficar cutucando, alfinetando o Beto, porque ele tomou o zempique agora. Ele já acostumado.

Ele tá mudando, é. É changing. Não adianta mais. Em época de Copa, irmão, você não pode falar isso. Você não pode falar. Eu quero ver uma revelação que nem tivemos ontem do menino Ney. Foi aquilo ali, meu irmão. Não vamos entrar em futebol. Eu quero ver o próximo comentário que a gente tá no nosso horário aqui. Precisa responder os comentários.

Olha aí, Fabrício Trigo, meu Deus, superchat, muito obrigado, Fabrício. Boa tarde, na opinião de vocês, Max Machadada é o melhor personagem do cinema nacional? É, Tio Black, Tio Black, não é Tio Black, não é Tio Black. Melhor.

Melhor personagem. Eu não conheço os personagens, me apresenta. É o Marcos Mion em MMA. Ah, não assisti, nem assistirei. Não gosto de MMA. Mas não é a minha parada. Mas ele manda bem... Você não gosta de filme ruim, como eu ouvi falar. Então você está certo de não ver. Sim. E você tem suas opiniões lá sobre o posicionamento aí, às vezes. Eu fiz um vídeo desse filme MMA.

Foi muito bom. O horrível não é uma palavra digna, assim, o suficiente pra descrever. Esse filme começa... Caralho! Esse corpo é do Mion? É, mas ele é saradão, pô. Ele é saradão mesmo. Ele é saradão. Caralho, sempre foi. Mas ele sempre foi. Mas esse filme começa ruim no nome. Porque é MMA de meu melhor amigo. É meu melhor amigo, tipo, com uma jogada com... É. É verdade, né?

Cara, mas o melhor filme de família, de MMA, é aquele do Wolverine, que tem o robô... Porra, isso é muito bom. Gigantes de Aço. Gigantes de Aço. Gigantes de Aço. Gigantes de Aço. É maneiro pra caramba. Honesto, honesto, honesto. Bom, é que tem uns filmes que são, acho que é um pouco do que o Bento falou, é um filme de vaidade, né? É, que você vê que o cara, o filme tem um outro objetivo, essa parada da pessoa, enfim. É.

Próximo superchat. Próximo superchat. Vamos lá, dona Creus, atrás pra gente aí na telinha. Estamos aqui já encaminhando. William Sampaio deixou o superchat. Muito obrigado. Didi, agora você representa nós maconheiros na live. Tamo junto. Ah, Didi.

aí vento foi passado e aí é o passado do bastão que nunca fumou na vida pois é você acha que se você fumasse você o que que você acha que mudaria para você assim talvez eu ficasse de boa mais ficasse melhor

Melhor em relação a... A tudo. Como ser humano, como adulto. Talvez eu virasse um adulto. Fosse responsável, um bom pai, um profissional de qualidade. Talvez resolvesse minha vida. Talvez.

Tá aí, ó. Valeu pelo superchat, galera. Segue o Baile Didi. Olha aí, Daniel Daniel 2. Chapado, se você pudesse montar o elenco e equipe de produção perfeita para um filme nacional, quem seriam os protagonistas, diretor e roteirista?

Diretor e roteirista. E também teria que montar. A história, né? Eu pegaria... Mas de herói seria isso? Não precisa ser de herói. Não falou, não falou. Filme nacional. Eu pegaria e faria... Eu refaria aquele Tropa de Elite 2. Eu pegaria o diretor do... Aquele Cidade de Deus, que eu acho que é um diretor estiloso. Esqueci o nome dele. Fernando Meirelles, né?

E eu... roteirista, não sei... roteirista? Roteirista? Eu pegaria o Padilha, teria que ser o Padilha, vamos dizer assim. Mas eu não deixaria ele com total liberdade artística, não é mesmo? Eu mandaria ele fazer uma história que eu acho que teria que ser feita sobre tropa de elite, vamos dizer.

Que seria uma espécie de... Daquele Corações de Ferro, do Brad Pitt. Só que se passando dentro de um caveirão daqueles... Numa missão na favela. E aí tudo dá errado. E aí eles estão presos dentro daqueles... Não precisa refazer o dois. Você pode refazer o três, então. Tropa de Elite 3. Essa é a premissa aí que você falou.

É, poderia ser o 3, mas eu duvido que o Wagner Moura vai voltar. Não, aí bota... Mas se você... Lembrando que o Bento participou do Tropa de Elite 1, né? É, eu fiz o número. O que que acontece com a gente? Eu lembro até hoje aí, vou dar uma zoada naquele otário. Eu lembro da tua frase até hoje, vou dar uma zoada naquele otário. A música é pra zoar, esse cara. Aí bota a música lá na festa, caralho do bom.

Ô Bento, eu falei pro Beto Didi aqui pra audiência certa vez que eu tinha um sonho do Brasil, começar a produzir filmes no melhor estilo. O que a China fez com os filmes de Kung Fu ali nos anos 60 pra 70 e hoje se tornou um gênero próprio, tanto no mercado deles quanto no mercado internacional, eu tinha esse sonho com a capoeira. Eu acho que a gente deveria produzir filmes de capoeira, filmes de porrada, trazendo a capoeira...

E aí você bota um jiu-jitsu também, bota, mistura as paradas, mas assim, trazendo... Olha eu aí. Olha você ali. Estudando, estudante. Trazendo a mística, entendeu? Da coisa toda afrodescendente e tal. Acho que ficaria tão interessante, cara. Ou você acha que essa ideia é uma merda.

Eu não sei se a gente tem exatamente... É utópico a ideia. Tentar emplacar um gênero exato que seria a solução pra gente, entendeu? Tipo, adotar uma espécie de gênero de filme de luta ou terror. Eu tentaria criar umas coisas mais... Onde você meio que brinca com a história real.

e joga uns elementos de fantasia em cima, subverte as histórias, sabe? Tipo um Witcher no Brasil colonial. Eu tiraria menos a coisa de efeito especial, no sentido... Por exemplo, eu...

Bem rápido, né? Não vou tomar muito tempo. Mas eu, por exemplo, umas ideias que eu tive, assim... Eu botaria um grupo, por exemplo, que a gente nunca conheceu, de soldados brasileiros que tiveram uma participação superimportante na Segunda Guerra Mundial. E a gente nunca soube, vamos dizer. Eu contaria essa história, sabe, de um jeito... Eles participaram, quatro caras fodões... Tem esse filme, tá? Existe esse filme.

Existe? Existe um filme dos pracinhas. É alguma coisa, um número. Obrigada, men. Estrada 23. Acho que é Estrada 43. É maneirinho, cara. É interessante, cara. Ele era uma websérie, se eu não me engano. Estrada 46.

Ele era uma websérie, se não me engano, e aí eles conseguiram fazer um... Transformar isso num filme, alguma coisa nesse sentido. Mas dá pra fazer, dá pra sempre, né? Filme de vingança tem aí os milhares, né? E por que não vários filmes de segunda guerra envolvendo os brasileiros, como a América faz, como os ingleses fazem, tipo, conta outras histórias, perfeito.

Eu nunca vi também resgatarem de um jeito lógico, engraçado, tipo a história da porno chanchada, vamos dizer. Por que não inventar nos moldes daquele do Steve Martin com o Ed Murphy, um diretor da porno chanchada que tem que voltar a filmar por algum motivo um filme hoje em dia, sabe?

E aí ele tem que reunir a equipe antiga dele e lidar com... Tudo barrigudo. Lidar com os influencers que ele tem que botar no filme. E ele é meio retrógrado. E ele tem que lidar com a mentalidade atual. E aí você meio que cria uma comédia de choque de geração com... Porra. Aquele do Ed Murphy com o Steve Martin. Eu faria umas coisas mais...

Pode dar sugestão nacional, pra ficar maneiro. Um filme tipo Ghost, mas com o Brás Cubas. Tipo, o Brás Cubas. Voltando a parada de morto, narrando parada dela. Tipo, pegando o metrô. Mas aí vai acabar sendo, sabe quem? Leandro Hassum. Vai ser o Brás Cubas. Aí vai virar engraçado. Vai ser meu papai. É um fantasma. Memórias póstumas do meu papai. Uma coisa meio papo é fantasma. Fica um negócio assim. Porra.

Muito bom, muito bom. Próximo comentário, dona Criza. Olha, comentário do Bardock, mais um superchat. Muito obrigado, Bardock. Fala, Bento, que saudades do Furami TV. Mano, assisti demais. Pelo jeito, porra, pelo jeito você tá falido. Veio ao MRG, por isso. Isso é fundo do posto, com certeza. Veio ao MRG, fundo do posto. Brincadeira, amigo, amo vocês. Vida longa, MRG, MRG pra sempre.

Olha aí. Obrigado, queridão. Obrigado, porra. Que isso, a galera aqui me pagou um super cachê pra estar aqui. Exato. O de queijo e o suco de caju. É. Muito bom, queridão. Vamos lá. Próximo, Didi. Mateus Luz 4065. Muito obrigado pelo super chat, meu querido. Salve, rapaziada. Já assistiram The Pits? Tem um ator chamado Patrick Ball. No dia, Chris Pine precisa de um ator pra fazer ele jovem e só chamar ele.

Ah, parece mesmo. É um dos médicos lá, um médico que tem um problema até de vício. Tô presumindo que seja ele, porque ele parece o Chris Pine. A The Beat é uma série, pra quem quiser, tiver com muita saudade do excelente plantão médico. É, um sucessor espiritual, mais ou menos, né? É, tem os seus momentos lá. Mas é mais gráfico, né? Mas é mais gráfico que o plantão é arte. Eu revi todo o Yard, não acho que é mais gráfico. Eu acho que o Yard, ele era...

Ele tá muito semelhante, cara. Eu já falei aqui que eu acho que tem uma questão militante, chata e até perigosa na série, mas leve, muito levinha. Eu não vi isso não, cara. Ele até discutiu isso. Eu não concordo não com isso. Ele mostra as paradas. A série é boa, a série é legal. Eu não gosto de ver isso quando é real. É, então, quem não gosta de série de medicinas, parada pesada, assim...

Ele faz uma mentirada de medicina, que eu tô falando. Mas aqui se não fizer não tem graça, né? Se não fizer mentirada de medicina... Ah, duvido, cara. Duvido, é difícil. Tu não vai engrandecer uns negócios? Mas ele fala coisas erradas, pra não ofender.

É o que eu tô falando, então... Do The Pit? É, ele... Pô, cara, nesse sentido, não. Eu não vi assistir a série, tinha a série muito interessante. Eu ia avançar, mas aí... É bacana. É, não, eu sei, eu só tô botando o contraponto. Eu não vi o The Pit também. Eu realmente, eu juro, eu não vi. A minha esposa é enfermeira.

Não, então, beleza, mas assim, não é uma série que eu não vi esse lado. Posso dar um exemplo então pra galera saber? Porque senão eles vão achar que... Mas o que que é? Um dos exemplos, entra uma pessoa extremamente obesa, extremamente assim, não é uma pessoa gordinha, acima do peso, nada disso. Sim, sim. E aí a médica, ela pede uma série de exames.

que devem ser feitos quando uma pessoa entra naquele quadro. Porque a pessoa que está obesa está inflamada, por padrão, uma série de coisas e tal. Ela entra no grupo de risco, né? É, não só no grupo de risco, mas dependendo do que ela estiver, vai piorar. Entendeu? Não, eu digo assim, o sobrepeso... É, então, o sobrepeso... Já é uma doença, exato, já é uma doença. Você fica de olho na hora do... E aí, quando... Aí entra a médica, Bento.

E dá uma bronca na... A médica sênior, né? Já formada, dá uma bronca na residente, na novinha, falando, tipo assim, ah, você não deveria já presumir que isso, isso, aquilo é porque ela tá obesa, tipo... Isso é um absurdo, tipo... Não, não, mas é que essa não é essa, cara. É porque essa não é essa, e isso não é o problema.

Ela trata a doença da pessoa como se fosse uma parada da obesidade. Ela não faz a pesquisa real que precisa ser feita para identificar a doença. E a doença não tem ligação com a obesidade. Então ela pressupõe que... Você tem que fazer exames de... A bronca que a médica dá nessa nova... Como é que chama o médico quando ele é...

Estagiário? Estudante de medicina. Residente. Residente. Que ela dá na residente não é por ela... Por ela... Para a mulher fazer errado. É porque ela tinha que ter uma visão mais ampla e ela direcionou a doença focada na obesidade dela só. Então ela dá um diagnóstico analisando somente a parada da doença. E era uma doença que não estava ligada. Era uma parada, se não me engano, uma parada genética. Eu não lembro exatamente o que era. Era uma outra coisa que eles descobrem que era.

Então era um bagulho assim, cara, olha só, abre a porra da visão, tipo, ela é gorda? É. Agora, ela tem outras coisas, tem outros lados, então é muito mais nesse sentido, tá ligado? Dela, olha com tudo, faz aquela visão, eu não sei se é o Lisco que fala, mas dá aquela geral pra tu ver qual é. Isso é um problema? É. Isso aqui é um problema? É. Mas podem ter outros, tá ligado? É, eu e Didi discordamos fundamentalmente, esse é um exemplo.

Não, mas eu tô te falando da cena, eu tô falando do episódio. E eu discordo, tá tudo certo. Eu discordo, como eu falei, eu tava com a minha mulher, minha mulher trabalha com isso, é enfermeira. E ela virou e falou, cara, isso é um absurdo você passar uma coisa dessa e falar um negócio desse, que você tá tentando normalizar uma coisa que é muito diferente de você tratar uma coisa. Vou chamar o Léo Lins pra comentar.

É, mas assim, galera, é isso. Cada um tem... As pessoas podem ter suas visões, claro, mas eu acho que a série tem coisas muito bacanas pra tentar avançar. O ponto. A série tem muito... Nisso eu e o Didi a gente concorda. Tem coisas muito bacanas à frente. O personagem principal, né, Didi, o médico, ele é aquele cara excelente do IAR, do plantão médico. Ele era o residente do IAR. Exato. O Dr. Carter.

Carter, cara, lembro. É, Dr. Carter, ele é muito legal. Então, assim, quem tiver com saudade, né, do E.R., eu acho que é uma série que merece conferir. Já faz um sucessão nessa, né? Tá fazendo um super sucesso. É, não sei. Mas ela é... A galera tá falando dela aí. Essa série é bacana, ela é dramática, ela é tensa, e ela é meio que tipo 24 horas, né? Ela tem uma pena meio 24 horas. Isso é legal. Cada episódio é uma hora do dia dos caras, é.

Só sobre o Petsky Ball, que eu queria voltar nele. Ele não tem nada a ver com o Chris Pine, ele tem a ver com o Soldado Invernal. Eu achei ele muito mais parecido com o Soldado Invernal do que com o Chris Pine. O Petsky Ball. É um bom ponto.

É... Tá aí. Vejam só pra decidir isso. Só pra você ver. Deixa eu botar aqui. Eu não consigo botar de volta essa porra. Mas foda. Eu acho que ele tem mais a ver com o Soldado Invernal do que com o Chris Pine. Tu acha? Com alguma coisa. Chris Pine. Arrebentou naquele filme Thunderbolts.

Tô brincando. Que mistério aqui? Vamos lá, próximo comentário, dona Creuza. Beto, ô Bento, lê aí os comentários pra galera se divertir com suas entonações. Pra vocês, Tales Caricate 1, ele diz, pra vocês quais os melhores cinco filmes já feitos? Isso é tão uma pergunta tão impossível de ser respondida.

Mas a gente pode sempre falar quais são os melhores cinco filmes que pipocam na nossa cabeça imediatamente. É pra nós ou para o cinema? Tipo, uau, esse filme mudou o cinema. Acho que é pra gente mesmo. Vamos botar pra gente?

Eu gosto do Iluminado, eu gosto de Guerra Infinita, eu gosto... Claro, os que pipoca, se eu for parar pra analisar a fotografia inteira. Eu gosto de Drink no Inferno, eu gosto de Robocop e eu gosto de...

Vamos botar um mais sério aqui E pra não botar a lista de Schindler Que seria uma Vou botar o Resgate do Soldado Ryan Que é uma subvergência mundial Uma boa lista Apesar de ser meio cafona Galera já sabe a nossa Acho que do Bento que é mais interessante A gente pode julgar a lista dele

Eu gostei que ele foi na hora, meu irmão. Ele foi teatro. Diga sim. Aí veio... Não, mas eu... O Tales perguntou pra vocês. Fala aí, Afonso. Só rapidinho. Que nem o Bento fez. Não vão me ignorar, não. Tipo assim, não precisa buscar o que pipoca na cabeça na hora. É. Então rapidinho. Rapidamente aqui, ó. Vamos lá. Vou puxar aqui. Pra mim é... Forst Gump.

a labirinto com a Jennifer Connelly lá. Forrest Gump, que o filme é completamente diferente do livro e muda também a essência do personagem. Olha aí. E é um excelente filme, bem pensado. Forrest Gump, labirinto, Indiana Jones, trilogia, De Volta para o Futuro e... Se tu botou a trilogia já tem cinco filmes.

E ET, pronto, vou botar ET aqui, ET do Espírito. Tu tá meio ET hoje, hein? Tu tá meio ET mesmo. Tô meio no tema. Tá aí. E Beto e Estimil vão falar? Cara, eu pensando alto aqui, Poderoso Chofão, Clube da Luta, é...

o poderoso chefão Clube da Luta cara não são os melhores filmes para gente a gente tá puxando assim sim é tô buscando os que vem imediatamente poderoso chefão Clube da Luta vou botar um ultimato aí só para só para você você é bem nossa hein você é poderoso chefão Clube da Luta ultimato e a reconquise é tu quer dizer não vai botar um avatar

Não, não vou botar. Sabe como eu vou botar? Lendo do James Cameron, Staminador 2. Não, vou botar um que a galera não lembra, que eu adoro, que se chama Nimitz. Não sei se vocês lembram desse filme. Esse filme é muito foda. Nimitz, cara, é um filme. Nimitz é o nome de um navio. Exato. E aí o filme é que os caras estão no porta-aviões e voltam para, tipo assim, antes da Segunda Guerra Mundial. Só que os caras estão com porta-aviões, velho.

Então a parada fica muito injusta, assim. É um filme de, tipo, sei lá, começo dos anos 80, final dos anos 70. E é um filme favorito de todos os tempos.

Eu via com meu pai, eu me lembro muito desse filme. Não é favorito, ele não deve ser muito bom, mas ele tem uma memória festiva muito boa. É, é bonito, é bonito. E pra fechar, Rambo. Porra, é bom. Dois. Olha aí. Dois. Dois é o melhor. Vou passar rapidamente aqui. Força em Alerta 1, que ele é cozinheiro. Força em Alerta 2, que ele volta. É a Guerra Biológica, logo depois Rede de Corrupção. Qual do trem? O do trem é muito fã.

O do trem é o forasteiro? Não, Resgate Sem Limites, né? Todos esses são da Força Alerta 2. O do trem é Força Alerta 2? É, o do trem é Força Alerta 2. É verdade, é verdade. Eu vi no cinema, é muito bom. É ruim, mas eu...

Eu boto o filme mais vou na onda do que está fazendo sucesso dele, que é o Difícil de Matar, de 1990. É, Difícil de Matar é muito bom. Ele já acorda do coma depois de cinco anos e já sai enfiando a porrada em todo mundo.

E é um nome muito bom, né? É um nome muito bom. Os caras na hora da tradução falaram Pô, já tem um duro de matar. O que a gente pode fazer? Não, mas o nome em inglês não tem nada a ver. O nome em inglês não tem nada a ver. Não é? Não tem a ver? Não. É porque tinha o duro de matar, o diehard e os caras botaram o difícil de matar pra associar, fazer associação. Essa lenda que...

Reza a lenda que esse é um dos filmes mais violentos, se você analisar, do Steven Seagal, já feito talvez de cinema naquela época. Reza a lenda que ele ficou putaço porque ele perdeu o papel... Beto, perdão, Beto, desculpe, me derromper, cara. O nome do filme em inglês é Hard to Kill. Hard to Kill.

Ah, é Radio Kill, cara. Eu sabia, eu tava botando porque eu sabia que era essa porra, só fui confirmado. Ah, então tá valendo. E ele foi o putaço de ter perdido o papel no Predador pro Schwarzenegger. Ele fez esse filme meio como, sei lá, uma retaliação violenta.

Uma catarse, eu acho. Mas tem um alienígena nesse filme também? Não tem nada a ver, né? Mas reza a lenda que... Eu já vi essas histórias que esse filme foi fruto, porque ele é tão violento, que ele foi fruto de uma... De uma frustração Steven Segalniana.

digamos assim, entendeu? Tá bom. Esse filme, se eu não me engano, é do mesmo diretor de Karate Kid, cara. Eu acho que isso. Caraca. Mudou radicalmente. Muito bom, muito bom. Próximo comentário, senhoras e senhores. Como seu Karate Kid. Pacar.

Bacarito CWB, Bacarito, perdão, Bacarito, nada a ver. Bacarito CWB, obrigado pelo superchat, meu querido. Alguém do MRG vai estar no evento de iniciativa RPG no Rio de Janeiro, dia 5, 6 e 7 de junho? Eu vou tentar ir, fiquei curioso se vocês vão. Eu não irei, não estarei lá, é um evento que rolava em Jacarepaguá, se não me engano.

A princípio... Provavelmente o 3D deve estar por lá. É, o 3D deve ir. Fique ligado nas redes sociais do Didi e do Beto. O Beto não vai, Beto, convimos. E vocês dois também não vão. Eu não sei porque o Afonso está enrolando. Se me convidarem, eu vou.

Ironicamente, eu sou o único que vou. Pois é, tá aí. É mesmo? Não, claro que não. Mas eu acho que o Afonso 3D deve dar um pulinho, galera. Provavelmente, provável. Eu acho que ele já foi ano passado, alguma coisa assim. É, ele tá em tudo que tem RPG. Quem sabe o Gordirro também deve dar um pulinho. É que tá rolando na Tijuca agora, não é mais de Acarapaguai, é no municipal ali da Tijuca. Ah, então é provável que teremos Gordirro e 3D, que é pertinho. Sim, o Gordirro foi ano passado também. Exato, exato.

Valeu, bacalhito. Obrigado, meu querido. Um grande beijo. Bruna Westdorfer. Obrigado pelo... Novamente, boa tarde, gente linda. Um super beijo, dona Bruna aí, seu filhote.

Muito legal, dona Bruna. Beijo. Beijo do Grogu. Ó, o professor deu uma passada de novo aí. A Disney hoje não sabe trabalhar com grandes franquias. Ah, o último Indiana Jones foi maravilhoso. Tá falando besteira. O da lança lá do círculo. Pra gente entender. Fala aí, Bento. Explica pra gente. Explica pra gente sobre o último Indiana Jones. Não, se chama sarcasmo, é óbvio. Ah, ah.

Eu tava nessa dúvida aí. Será que eu peguei? Não, mas eu fiquei preocupado também. Tanto que eu deixei no ar, falei... Falaram pra caramba desse círculo aí. Eu falei do Indiana Jones nos meus filmes favoritos. Pra mim é uma trilogia perfeita. Igual o... Igual o De Volta do Futuro. Aí falaram pra caramba, porque o Caveiro de Cristal é uma aberração, aquela coisa. Aí falaram, não, esse novo círculo de sei lá o que aí, como é que é? Círculo do Destino?

O jogo? Não, não, o filme, perdão. The Great Circle. The Great Circle é o jogo. É o jogo. É o jogo. Não, o filme. O filme eu esqueci o nome do filme. O novo filme do Indiana Jones. Olha, você nem senta mal, porque todo o resto do mundo também tem que esquecer. Ninguém sabe, é. Cara, aí eu assisti com a minha mãe, assim, falei, ah, parece o Harrison Ford novinho aqui em CG. Vamos dar uma olhada? Vamos embora. Aí começamos a ver. Cena do trem.

Cara, é. Aí é legalzinha. Mas aí quando chegou ali, sei lá, em vinte e poucos minutos do filme, aí o o Jana Jones reclamando dos adolescentes em frente ao prédio dele. Eu falei, bom, tá legal já, né, mãe? Vamos botar um lawyer in order. Vamos botar um lawyer in order pra dar uma olhada. Horrível. Alguma coisa do destino. Great Circle é um jogo que é muito bom, inclusive. Ah, o jogo deve ser mais de Atlanta. O jogo é maneiro pra caralho.

Dona Criosa, próximo comentário, temos mais comentários aí, Dona Criosa? Olha aí, Blue TV oficial. E lá vem, lá vem. Senhores, já comentaram dele na live passada, mas qual o melhor filme feito pelo Tim Curry? Ele falou que pra ele o Blood TV foi o Long John Silver em Muppets, na Ilha do Tesouro. Tim Curry que é o mordomo, né, cara? O mordomo.

Tim Curry é um grande ator. Ele é o Itch? Ah, ele é o Itch, é. Verdade. Ele é o Itch original, pelo mais... Ele fez a lenda. Ele é o diabão, a escuridão da lenda. Ah, caralho, então é só o melhor dele. É, é, porra. Ele fez uma rock horror show. Uma rock horror picture show, né? Isso, esse é o melhor que dizem. O melhor é Todo Mundo em Pânico 2. Não. Não.

É, o 2 é muito maneiro. Cara, ele é... Ele faz um papel secundário, mas não esquecendo de mim, acho que 2, ele é o cara do hotel ali, o antagonista do Kevin, ele é bem maneiro também, ele é divertidaço. Mas pra mim, a coisa, o It...

Ele no papel de Pennywise abala. Ele nesse Na Escuridão é sensacional. E também no filme Clue, que eu sei que o Diogo gosta muito, que nem eu. O Detetive. O filme do Detetive, ele é o... Os despeitos, mas é... Cara, ele é muito bom nesse filme. É muito bom, cara. No It ele tá muito bom. Tem até uma foto... É uma foto dele fumando um cigarro na chuva, segurando o barro da chuva. É muito porém, antes de gravar.

É muito bom. Ai, caralho, maravilhoso, maravilhoso. Muito obrigado, Blood TV, muito obrigado pelo carinho. James Curose, quando sai o próximo episódio de Hora da Maldade, Afonso? E a próxima live do célebro, Didi? Mandem abraços para o 3D e para o Feijão Notte André. Beijundas. Olha aí, Afonso, quando é que sai o próximo episódio de Hora da Maldade?

A Hora da Maldade

no Afonso Solano aqui, meu canalzinho humilde, que eu boto alguns projetinhos assim, e tá também no Spotify. Acabou essa temporada, tivemos o Dudu Espor lá participando, teve Daniel Lopes, teve uma maior galera participando, foi bem legal. E aí, vamos esperar pra ver quando começa a terceira, ainda não tem data de dia. Já o cérebro tá aí.

É, o célebro semana, essa semana agora vai rolar, quinta-feira vai rolar. A gente semana passada não pôde porque teve uma gravação lá no estúdio. E como a gente grava no modelo, quando tá liberado a gente faz. Quando tem gravação lá não tem como gravar. Mas essa quinta vai rolar sim, essa quinta estaremos ao vivo lá no célebro podcast. O tema ele é... Não, dessa vez não tem tema, não tem tema e vai ser papo, vai na hora.

E é sobre neurologia, né? A galera está perguntando aqui sobre o que é o Célebre. O Célebre é um podcast de pessoas inteligentes que falam certo. Então é isso. São pessoas que vão debater. Só pode pessoas inteligentes. Célebre podcast. É isso. Muito obrigado, Dimos Curosa. Um beijo pra você. Temos mais comentários, temos mais superchats. Pedro Fortunato, prezado, se vocês tivessem o poder de decidir se o Michael Jackson tivesse um pai legal e acabasse sendo uma pessoa normal...

Ou se o Michael Jackson tivesse o pai babaca como teve e fosse o rei do pop, o que vocês escolheriam?

Caramba, Bento, olha aí. Uma máquina do tempo. Você é o nosso Marty McFly. Você pode dar uma vida, uma infância feliz pro Michael Jackson, mas não vai ter thriller. E pra outras infâncias também, né? Talvez. Tô bem, Eduardo? Sim. Acho que todos os filhos dele viviam. Pra esposa também, né? Todo mundo ali. Eu botei até, eu tenho um vídeo do Michael Jackson que eu meio que chamo o pai dele de Joseph Marlene Matos Jackson.

Porque ele é uma espécie análogo, né? É um pouco isso. Mas, cara, eu não sei. Essa é uma excelente pergunta, não é mesmo? Você abriria a mão... Você poderia fazer que nem o filme dos Beatles? Você abriria a mão do ícone da música, sei lá, mundial. Um cara que revolucionou a música, mas deixaria ele feliz. E você tem que presumir necessariamente que...

que isso tem tantas coisas envolvidas que necessariamente fazer isso e impedir ele de ser o Michael Jackson e que não é exatamente também uma matemática real.

E dito isso, claro que não. Deixa ele, né? Para o nosso entretenimento... Deixa ele ter thriller, talvez? Ele que apanha um pouco, hora bolas. Caralho, que horror. Que horror. Muito obrigado, Fortunato, pela pergunta horrorosa.

Olha o Samy aí, senhoras e senhores. Samy de volta aí. Muito obrigado, seu Samy. Salve, seus lindos. Boa tarde. Só passando para deixar good vibes, boas energias para vocês. Obrigado, seu Samy. E o seu seguro de softibs. Samy estava mal aí algumas semanas atrás. Aí a galera deu uma força, ele procurou ajuda e está retornando aí toda semana.

Beto não se importa, Afonso. Dá pra ver pela cara dele. Eu? Claramente não se importa. Eu? O Afonso tá falando com o Bento e o Diogo só jogou pra mim. Falou Beto. Ah, não falou Beto, não? Falei Bento. Desculpa, não. Era Bento. Ah, eu não. Eu ouvi Beto também. Eu ouvi Betão. Foi gratuito, não foi? Eu estava me explicando a situação.

É, mas era o que estava acontecendo. O Diogo, ele só passou muito tempo sem me ofender. Aí ele falou assim, tipo o Velho Oeste, briga de Velho Oeste. O cara pega uma cadeira, quando ele vai dar a cadeirada no vilão, aí o herói, o herói abaixa, e aí o garçom apanha, velho. É isso, você estava de boa no balcão, limpando o braço.

Não morre ninguém no chinotejo do velhoeste. Morre todo mundo ao redor. Igual os Stormtroopers. Eles acertam todos os figurantes. Menos o herói do filme. Mas talvez seja um momento bacana pro Samis ouvir aqui, já que o Bento tá aqui, uma mensagem motivacional de Bento Ribeiro pro Samis, que tá aí se recuperando aí.

Ele tava mal, tava triste pra caramba, deprê e tal, uns pensamentos muito ruins. Tava deprê. Pô, se anima aí, parceiro. Pronto. Obrigado, Sam. Aquela coisa que você disse quando eu vim deprê. Meteu o UD, né? Não, não é verdade. Porra, vamos lá pra cima. Dá um sorrisão e vamos aí. É isso aí, Sam. Beijoca, queridão. Boa. Boa, esse é o ano do Bola Pra Cima, né? A gente tem que falar mais Bola Pra Cima, porque o ano de Copa...

Tom Presley mandou um super-scipto. Obrigado, meu camarada. Fala, galera. Estou com o Hiperfoco no canal do Chapado. Olha aí. Nas últimas semanas. Adorarei ver os filmes que o Bento vai escrever e produzir futuramente. Abraço, amo vocês todos. Olha aí, cara. Eu vou adiantar aqui pra vocês, então. Os próximos são Diabo Veste Prada.

Dois. Dois, porra. Ah, o recente aí. E eu já vou adiantar, que é horroroso. E é, tipo assim, e também tem Django, que eu já vou adiantar, como se eu precisasse, que é maravilhoso. E tem também, é Meu Tio Matou um Cara. Tá. Também. Esses são os próximos. Meu Tio Matou um Cara. Meu Tio Matou um Cara. É do mesmo... É nacional, é nacional. É do mesmo roteirista do... Você tava falando do Tropa de Elite? Do Tropa de Elite e do Cidade de Deus. Ah, sim. Eles são da Xerox?

Não, né? É o mesmo material. Não, é um que o Lázaro Ramos chega em casa falando que matou um cara pra família e a família caga baldes pra isso. E é basicamente esse filme.

É isso, basicamente. Eu não vou dar spoiler, que o vídeo vai sair em breve. Mas, meu tio, vai pegar. Guarda, guarda, guarda. Estão aí as pautas futuras do Chapado Crítico, galera.

Muito bom. Márcio Lima, Noronha, muito obrigado, seu Márcio, mais uma vez aí com a gente pelo superchat, meu querido. O Bento me parece uma espécie de jovem Nicolas Cage mais contido. Imaginem aí como seria ele estrelando os clássicos do ator. Abraços do Norte. Bento, se você pudesse fazer um filme do Nicolas Cage, qual seria? Porra, um que só é impossível. Ele vai estrear até o Spider-Man no ar aí. É, mano que vem. A rocha, né?

A Rocha. A Rocha. A Outra Face. Melhor que a Outra Face. Os três melhores, vai. Os três melhores do... Conner. Isso é tão fácil. A Rocha, Conner, a Outra Face. Vamos lá. Conner, a Outra Face e a Rocha. Gentlemen, welcome to the Rock.

Quem nunca tentou tocar guitarra no terraço? Pelado. As bolinhas verdinhas tocando guitarra. Mas tem tantos filmes fones. O Nicolas Cage eu acho demais. Mendy é muito bom, assistam. Mendy é bom. Pô, eu sei que é um filme que a galera não deu tanta atenção. Acho que até deveria. Esse filme novo que ele é o Conde Drácula.

E o guri lá do... Esse filme é ruim. Esse filme é ruim, esse filme é ruim. Com R, não é? Então, eu não achei ruim, não. Eu achei um filme divertido. Rainfield. Mas... Rainfield. Exatamente. Rainfield, é. Mas ele... Ele como o Drácula... Um beijo do vampiro. Manda muito bem.

Ele como Drácula manda... Eu concordo com você, Afonso. E ele fez um estudo todo dos grandes clássicos do Drácula, movimentação, até iluminação, ele se preocupou com isso, maquiagem, a maneira como ele fala, entrega, entonação. Ele se empenhou pra caramba. É um filme pequenininho, zoado e tal. Mas assim, ele em si, acho que eu e Beto concordamos nisso, ele em si... Eu não gosto do filme, mas ele tá muito foda. Mas ele tá sempre foda, né?

O Nicolas Cage é sempre foda. O filme do porco lá, ele é foda. O Nicolas Cage... Até aquele filme esquisito. Esse long legs aí, ele é inacreditável no long legs. Inacreditável, cara. Até aquele filme esquisito dele, do espantalho gigante. Aquele filme não é maneiro, mas... O Rickerman?

Mas tem um legal daquele A24, eu acho. Que é onde todo mundo... Ele é um cara normal e todo mundo começa a sonhar com ele no mundo. E ninguém entende por quê. Sabe? E aí ele começa a pirar. Todo mundo começa a sonhar com ele. Sabe? Todo mundo começa a ter uns sonhos com ele. Começa a ficar com raiva dele. E ele é só um cara normal.

A gente tem uma vibe daquele que lê o roteirista da parada? Lembra desse mais antigo que lê o roteirista? Pô, caramba. Como é que é o nome desse filme? Escritor, é escritor. Ah, esse aí, ó. Drinks scenario. É legalzinho esse filme, maneirinho. Pô, qual é o nome desse filme? É o roteirista, não. É alguma coisa assim, um pautista roteirista. Ele interpreta um roteirista de Hollywood que existe mesmo, que é o... Uma coisa Kaufman. Kaufman.

Ele faz esse papel, uma coisa meio assim Metalinguística Qual é o nome desse filme? Tem o nome, bota aí Nicholas Cage Kaufman Tem um título acho que cumprido esse filme

É, aqui é com a atriz também, muito boa. Com a Mary Striep também. É, é com a Mary Striep ou com uma outra ruiva? Tem a Mary Striep nesse. Adaptação ou não? Isso. Adaptação, é isso. Achei que fosse grande o título, ele é pequenininho. Muito bom, filmaço, filmaço. Ele faz dois papéis, dois irmãos gêmeos. Adaptation em inglês.

Muito melhor. Próximo comentário aí, dona Criusa, pra gente. Fechamos os comentários, olha lá. Pô, vamos chegar aqui nesse momento, apesar de não precisar de nenhuma apresentação, só pra gente não perder esse espaço. Bento, a galera quando quiser te encontrar, ela te acha onde pelas internets?

Galera, vá lá e siga, dá uma conferida no meu canal, é Chapado Crítico, não é mesmo? A gente tem duas lives por semana, as quartas e sábados. Também temos uma hoje para membros. A gente solta aí uma média de uns dois vídeos por semana editados sobre filme com as críticas de filme. Você também pode me seguir lá no Ribeiro Bento no Instagram.

E também na página do Chapado Crítico, que o nome é Chapado Crítico no Instagram. E no YouTube é Chapado Crítico e tem o canal de cortes oficial também, chamado Canal de Cortes Oficial do Chapado Crítico. E são os cortes da live. A gente corta os assuntos da live. Lembrando que as críticas de cinema na live é uma coisa um pouco diferente de críticas de cinema. São críticas sociais sobre...

Não é mesmo? O mundo dos influencers e outras coisas mais abrangentes, vamos dizer assim, certo? Mas aí tem pra todos os gostos. Maravilha. Beto e Afonso, recados finais? Ah, ok. Eu me sinto muito emocionado, né? O Bento, o Bentinho aqui com a gente. Eu e o Bento, que somos amigos de Play e Imaginário, né, Bento? Me adiciona lá. Bem foda o meu link. O seu link?

No Ben com N, Ben Foda, no Playstation. Bora jogar um Helldivers 2? Pode ser. Espalhar a democracia no espaço. Vamos, vamos. Vamos, os players de tiro.

Bora dar uns tiros lá em umas máquinas e nos insetos. E galera, não se esqueça de se tornar membro do MRG. Se você quiser ajudar o Matando Robô Gigante nessa luta, a luta continua, companheiros, aqui contra os robôs gigantes.

Você vire membro, que é a sua ação que mais ajuda a gente, além de conteúdos muito bacanas. E, claro, destaques na live, como vocês viram, a gente coloca aqui os comentários de vocês, a gente dá esse destaque bacana, tá bom? E, claro, like e recomendar. Pô, tô sem grana, não posso fazer essa ajuda de membro, fazer superchat. Galera, bota o MRG no grupo de WhatsApp dos seus amigos, bota lá no Telegram, onde você estiver. Fala, pô, galera, olha que maneiro esse programa aqui. Clica nos links que o MRG puser aqui.

Clica nos links das empresas que apoiam a MRG. Por exemplo, a gente vai terminar essa live aqui, vai entrar um jabazão maneiro de uma galera irada, de um produto maneiro, de um aplicativo maneiro para você poder completar suas coleções, adquirir aí seus cards, games favoritos, seus retro games. Vai aparecer antes da gente terminar, vai entrar essa vinheta, esse spot bacana, enquanto a gente se despede, ela vai subindo e depois a gente dá, a gente já fecha diretão.

Tá bom? Entra aí, spotzão do Jumbo. Clica no link que está na postagem. Muito obrigado pela apresentação de todo mundo. A gente se vê na terça-feira que vem. Obrigado.

Valeu Betão, todos juntos Eu adoro falar esse parágrafo Ih rapaz Entrou isso aí, você pode confiar Vai Tá pensando uma coisa nesses dias aqui Não, não, não, geralmente Quando você pensa, fica muito perigoso Não, não, se liga, o público do MRG Tá sentado em dinheiro e não sabe disso Ih, vai começar Continua Tipo, quantos jogos vocês tem em casa Que vocês não jogam mais Hum

Contos bonecos, carta repetida, console, retrô, tudo isso vale dinheiro, cara. Ah, tudo bem, mas dá mó trabalhão vender isso. Tem que negociar, tem que anunciar. Pô, é chato, é chato. Eu sei, eu sei. Então, eu achei um jeito mais divertido de fazer isso, que chama-se Jambo. O Jambo App de Live Shop, que a gente já recomendou aqui no Matando Robôs Gigantes. Mas a gente pode vender, por exemplo, as nossas coleções lá no Jambo?

Claro, pô, olha aí, você abre uma live, você mostra os seus produtos. E a galera compra ao vivo ali, na hora, participando? É, pô, vai rolando oferta em tempo real e quem fizer a melhor, leva. Então eu posso vender aqui os boosters que eu tenho de Magic, Pokémon, essas coisas, tudo que eu tenho aqui, posso vender tudo. Pode. O Didi, a gente pode passar o rodo naquela parede lá cheia de jogo velho que ele tem lá também, que ele não joga tem uns 15 anos?

Pode? Aí é bom, hein? E vira tipo um garimpo nerd, só que infinito. Você está lá navegando, vendo as lives, vendo as coisas que você quer colecionar ou vender. Então faz o seguinte, baixa o app da Jamble agora. Quer você queira comprar, quer você queira vender.

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