Episódios de Matando Robôs Gigantes

Demolidor Renascido: A segunda temporada melhorou? | MRG 817

11 de maio de 202647min
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Depois de anos de expectativa, Demolidor: Renascido finalmente chegou à sua segunda temporada tentando equilibrar o peso do legado da série da Netflix com o novo momento da Marvel na Disney. Entre violência, conflitos políticos e o eterno duelo entre Matt Murdock e Wilson Fisk, a série continua expandindo o lado mais sombrio do MCU e mostrando por que o Homem Sem Medo segue sendo um dos personagens mais queridos da Marvel.

No episódio de hoje do Matando Robôs Gigantes, Beto Estrada recebe Northon Domingues e Marcelo Bassoli para comentar todos os acontecimentos da segunda temporada de Demolidor: Renascido. O trio debate os principais momentos da série, o retorno de personagens clássicos, as conexões com o futuro do MCU e se essa nova fase conseguiu manter o espírito da aclamada versão da Netflix.

🟥 Busto do Rei do Crime da Iron Studios:
Iron Studios

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Assuntos7
  • Demolidor: Segunda TemporadaComparação com a 1ª temporada · Dicotomia Demolidor vs. Rei do Crime · Desenvolvimento de personagens · Conexões com o MCU · Violência e tom sombrio · Retorno de personagens clássicos
  • O Gênio do CrimeProtagonismo do vilão · Motivações e amor por Nova York · Repetição do personagem · Nível de poder e violência
  • ConsumidorExperiência com loja terceirizada · Dificuldade em contato com a loja · Atendimento robotizado e humano · Falta de resolução de problemas
  • Personagens SecundáriosPersonagem Daniel (filho do mafioso) · Mercenário (Poindexter) · Psicóloga traumatizada · Chefe de polícia Powell · Karen Page
  • Futuro do Demolidor no MCUPossibilidade de terceira temporada · Novos vilões e ameaças · Participação no cinema (MCU) · Retorno dos Defensores · Adaptações em formato de graphic novel
  • Crossover com Demolidor NetflixRetorno de Foggy Nelson · Flashbacks e cores da Netflix · Consciência da Marvel sobre o legado
  • Personagem Salsicha no MCUParticipação forçada na série · Críticas de Tarantino ao ator · Potencial do personagem
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Boa tarde, Vanessa. Boa noite. Estamos começando mais um Matando Robôs Gigantes.

Que alegria! Eu sou o Beto Strato, estou aqui com... Ele, o demônio mais bonito da aldeia da Folha, Norton Lee. Olha aí, olha esse. Olha esse. O Afonso não está aqui hoje não, hein? Caraca, é o bigode. E diretamente da Aero Studios, senhoras e senhores. Marcelo, eu acho que para mim já deu Bassolli.

Ah, não fala isso. Baixou o clima. Meu Deus, eu queria conversar. Cara, eu queria começar logo. Eu não tô criticando. Eu só falei que acho que já deu. Já deu o que tinha que dar. Tá bom. Eu não estou suportando mais. Mas antes, senhores, eu queria o...

Então, já que a gente está aqui com o nosso querido Marcelo Bassoli, que é dono, tem o seu negócio de muito sucesso globalmente, eu queria que ele me ajudasse a ser um consumidor menos idiota. Tá. Porque, olha só, eu fiz uma compra, tá, numa loja, que obviamente eu não vou dizer o nome da loja, vamos chamar ela de Onomatopeia de Trovão. Caraca. Fica esse nome aí pra vocês, tá? Tá bom, tá bom. E aí, eu fiz uma compra nessa loja.

E simplesmente passou o dia que eu deveria receber o meu produto. Um produto caro. Gastei mil e tantos reais nesse produto, vejam vocês. E aí, porra, falei, vou entrar em contato, certo? Entrei em contato, tem um chatzinho lá, atendimento. Você fala direto com a loja, que é uma loja terceirizada desse e-commerce. Ninguém me respondeu. Entrei de novo, ninguém me respondeu. Falei, vou ligar para a onomatopeia de trovão. Como os antigos faziam. Exatamente.

Exato. Tal qual o Homem da Pedra fazia. Vou ligar. Exato. Vou ligar pra lá e vou tentar ver se eles me ajudam, né? E aí passei por todo o processo do bote até que eu cheguei num ser humano. Certo? Deve ter demorado, acredito. É um processo longo, né? É longo, é longo. 84 anos.

E aí, meus amigos, eu fui peculiarmente atendido. Eu vou pedir aqui pro Norton, vamos lá. Eu tô falando de duas luzes, tá? Duas luzes. São duas luzes. Então vou montar no meu estúdio novo. Você vai ser o Beto, eu vou ser o atendente. E eu queria que o nosso querido Marcelo Bassoli fizesse a avaliação do atendimento ao consumidor que eu obtive. Tá bom. Beleza? Beleza. Beleza, beleza, beleza.

Bom dia, aqui é o atendente Beto da Onomatopédia Trovão, em que posso lhe ajudar, senhor? Oi, bom dia. Eu tava vendo o jogo do Fluminense, e eu quero saber cadê minhas luzes, sabe? Que eu comprei duas luzes pro meu estúdio. Ah, é? E... Peraí, peraí. Esse é o Sataque Carioca do Norton, é isso? É, pois é. Ah, tá bom, legal. Pois é, eu vou ter que lidar com isso, entendeu? Só pra saber, só pra saber. É, eu sou o ator do método, para. Tá bom. Tá bom, tá bom.

Mas, senhor, eu queria saber o que aconteceu? Então, eu comprei duas luzes para o meu grande estúdio e não chegaram ainda. Eu queria saber, cadê as minhas luzes? Está atrasado o pedido. Não chegaram as suas luzes? Não, não chegaram. Isso é ruim, né, senhor?

Isso é muito ruim, você não consegue me dizer? Cadê as minhas luzes? Hum, o senhor já foi no app pra... Já, já fui no app, já falei com o robô, já mandei e-mail, e aí eu tô tentando com você agora, as minhas luzes, sabe? Duas luzes. Ih, senhor, difícil, hein? É ruim quando isso acontece, né, senhor?

Não, é muito ruim. Eu tô montando um estúdio, né? E eu preciso dessas luzes, que já passou o prazo, né? Eu comprei já faz um tempo, né? Passou mais de uma semana do prazo. Você não consegue me ajudar? Ah, o senhor quer que eu ajude o senhor? Mas o senhor já foi no app? Já mandou uma mensagem pra loja? Já, já fui no app, já falei com o robô e me passaram aqui pra você, você sabe? Cadê minhas luzes?

Poxa, senhor, essa situação é muito ruim. Olha, eu aconselho o senhor a ir no app e mandar uma mensagem. Não, mas eu já fui no app, já mandei e-mail, já falei com o robô, já falei tudo. E aí, você não consegue me ajudar? Olha, não sei, senhor. Não sei se eu consigo te ajudar, não. Deixa eu dar uma verificada aqui.

Tô vendo aqui que o senhor mandou mensagem pra essa loja no app, né? Isso! É, senhor, isso é ruim. É ruim quando isso acontece, né, senhor? Não, é muito ruim. Você não pode me ajudar mesmo. Tô começando a atrair desespero. Olha, olha, senhor, eu vou dar uma indicação pro senhor que eu acho que pode ajudar o senhor. Vai no app e manda uma mensagem pra loja.

É, moço, é Beto, né? Eu também sou Beto, ali. Somos dois Betos. A gente não pode se ajudar? Como é que o senhor deseja que eu ajude o senhor? Então, eu comprei umas luzes. Já tá uma semana que tá atrasado as minhas luzes, moço. Ah, entendi. E o senhor já foi no app? Eu já fui no app.

Cara, eu juro por Deus, eu juro por Deus pra vocês que toda a resposta que eu recebi durante quase 30 minutos de ligação foi que isso era muito ruim e que eu deveria ter feito uma coisa que eu já fiz, cara. Porra, o que eu faço? Mas peraí, o nome do atendente era Beto ou era Poncio Pilates, cara? Porque o cara lavou as mãos mesmo, assim, né? Foda-se, né? Meu irmão, você não tem noção e eu não sei o que fazer.

Eu tô tipo assim, eu liguei pra alguém, se compadecer de mim. Falar, pô, que merda, hein? Porra, que puta situação ruim que tu tá na mão, hein? Se fudeu. É. Foi isso, cara. Na minha avaliação, assim, eu achei bom que o cara foi compreensivo. Ele tava do teu lado. Foi, super. Ele tava do teu lado, mas... O lado ruim é que ele... Ao mesmo tempo que ele tava do teu lado, ele tava tipo assim, foda-se, entendeu? Foi, foi, cara. Lamenta a sua perda. Basicamente foi isso que ele mandou. Foi isso.

Cara, foi isso, cara, foi isso. Então é isso aí. Marcelo, depois eu vou te passar um nome no privado do rapaz pra você contratar ele pra Iron. Puta merda, cara. Porra, esse aí é o saque que toda empresa merece. É o saque de scrotting, né? Você não sabe se ele vai te ajudar ou não. Você sabe caber a sua mão. Se ele tá te sacaneando, qual é que é dele, né?

Cara, é surreal, velho. É surreal você, como consumidor, você falar assim, caralho, eu desliguei o telefone, eu juro por Deus, eu desliguei o telefone, eu falei assim, caralho. Caralho, que filho da puta. Eu não sei se eu rio, porque foi uma situação tão escrota que ninguém me ajudou, cara. Ninguém me ajudou, cara. É o toque humano do robô, né? O robô também faria a mesma coisa, só que esse cara, como o Marcelo falou, ele saiu do...

Ele entrou no modo civil, o cara... É uma merda que isso acontece. Você viu que o Norton é um cara, ele é educado, porque assim, eu já ia mandar tomar no cu.

na terceira vez. Mas eu tava que nem o Norton. Eu tava tão extasiado pelo péssimo atendimento. Eu entrei na onda e falei, mano, não é possível que o Beto vai continuar me respondendo isso. É? Cara, foi bizarro, foi bizarro. Eu tinha que ter gravado essa ligação, mas enfim. Ele era um Pokémon, ele só sabia falar isso.

e senhores, meus amigos e minhas amigas, Demolidor, a segunda temporada da Disney Plus está aqui entre nós. Vamos lembrar que fizemos aqui uma série de episódios falando da primeira temporada oficial da Disney Plus, que é Demolidor... Como é que é o... É nascido.

renascido, isso e a gente, pô, acho que foi um nisso aqui, né, que a gente entendeu que era um material de baixíssima qualidade, né um remendo completo que era pra ser a continuação de uma das melhores, se não a melhor série de super-herói que a gente tinha que era a série do Demolidor, e aí a gente teve aquela primeira temporada, depois ouvimos muitas pessoas falando aí que, é, foi remendo, foi difícil, mas vamos acertar e aí

tudo na segunda temporada. E cá estamos, meus amigos e minhas amigas Norton. Por favor, traga-nos aí a sinopse desta segunda temporada. Obrigado, Beto. Eu vou trazer a sinopse porque a galera reclama que sua sinopse dá muito spoiler, tá? Então eu vou fazer direito. Obrigado, audiência. A gente tem que dar uma podada no Beto.

É... Segunda temporada Demolidor Renascido. Porra de graça, né, velho? Tomou de graça, assim. É baseado em porra nenhuma. Eu tô lutando pelo meu espaço aqui. Eu tô lutando pelo meu espaço. Tá bom. A gente viu na primeira temporada que a briga entre Demolidor e Rei do Crime expandiu, né? O Rei do Crime que fez ali a sua campanha pra ser prefeito. Agora estamos.

100% no modo prefeito do rei do crime, enquanto o demolidor tenta tirá-lo do poder. E basicamente a temporada inteira é isso. É o que o rei do crime está fazendo para fortalecer o seu poder, criando uma milícia própria ali, como ele está governando Nova York. E do outro lado, o demolidor tentando tirá-lo da cadeira da prefeitura de Nova York e ao mesmo tempo entendendo.

o seu lugar nesse amplo. Porque as coisas cresceram. Não estamos mais só em Hell's Kitchen. Estamos em toda Nova York. E qual é o papel do demônio atrevido nisso tudo? Nossa senhora! Fala aí, Beto. Fala aí, Beto. Melogia. Vamos lá, vamos lá. Senhoras e senhores. Não ri não, Marcela.

Já vou contar que esse programa aqui, ele é uma demanda de Marcelo Bassoli, que me mandou um zap falando, porra, vamos falar de Demolidor, tem que falar de Demolidor, tem que falar de Demolidor. Afonso e Diogo não estão muito aí pro Demolidor, então estamos nós três aqui. E digo, Marcelo Bassoli, Afonso e Diogo perderam uma excelente série do Demolidor nessa segunda temporada? Cara, eu acho que eles não perderam. Eu acho que eles, depende com o que eles gastaram o tempo deles também, né?

É sempre uma relação complicada. Eu acho que eu gostei, achei muito assim, é que a primeira, a gente falou aqui, né, nos programas, a primeira temporada foi um lixo, foi uma porcaria completa, né, a gente, um remendo e tudo mais que a gente já falou aí. Essa temporada, não, realmente ela é concisa, você vê que tinha um plano, eu gostei muito da direção em vários momentos, fotografia, tipo, eles usaram bem essas luzes que vêm de fundo, que recortam os personagens e tal, buracos.

Como fala, na estrutura de madeira do apartamento demolidor, aí vinha uma luz divina e tal. Então, eu acho que eles brincaram legal com isso. O uniforme muito bonito, o uniforme do mercenário. Pô, o mercenário é a melhor coisa dessa temporada. Incrível o mercenário. Mas assim, o que eu fico chateado é que eu acho que mais uma vez, em mais uma temporada, eles repetem o mesmo formato dessa dicotomia rei do crime.

Demolidor, né, os paralelos dos dois, duas faces de uma mesma moeda, isso, tipo, já me encheu o saco, essa que é a realidade, por mais que tenha tido ótimos momentos na temporada, eu acho que ela não trouxe nada de muito novo, que você fala, putz, vale a pena ter uma terceira temporada, porra, de novo, é um círculo vicioso de, ah, Rei do Crime vai, aí perde tudo, aí recupera, aí vem Demolidor, aí vai, perde tudo, aí recupera, já aconteceu isso antes, então, por isso,

Talvez eu acredite que eles não tenham perdido tempo, porque o resultado no fim foi a mesma coisa do que a gente já tinha visto antes. Essa é a minha breve opinião. Muito bom, ó. Olha aí. Peraí, deixa eu tirar o fone aqui.

É, vai ter que montar, né? Tá, eu ouço vocês. Eu vou... Ô, Norto, eu vou jogar pra você e aí eu vou mutar sempre aqui enquanto... Tá, e eu vou espaçando também pra gente ter... É. Não, eu vou mutar só pra vocês não ouvirem o sanduíche. Porque pra tirar pro Léo é só separar as faixas que resolveria. Tá, vamos lá. Banana? Muito bom. Nortinho, eu quero falar por último. Você está de acordo com o Marcelo Bassolli?

Cara, 100%. Olha aí. Eu até... Eu queria jogar... Que surpresa é essa, Marcelo Bassoli? Não, não sei, porque... Achei que eu ia ser polêmico aqui, que não gostei, não sei. Não, cara. E pra mim, você definiu certinho o problema dessa temporada pra mim. Eu gosto dela, tá? Mas... E eu queria saber a opinião de vocês sobre isso. Já deu do Rei do Crime co-protagonista? Já deu, vocês acham? Tá na hora de voltar ao Rei do Crime como um vilão? Você acha, Marcelo?

Não, pra mim, total já deu. Tipo, precisa de um refresco aí. Traz outra galera aí, tenta outras coisas. E pode até voltar com ele. Apesar que eu acho que ele tinha que ter morrido. Ele tinha que ter morrido, cara. A cidade tinha que ter matado ele. Tipo assim, aquela hora que deitaram ele no chão, ali acabou. O cara ama Nova York e Nova York matou ele. Pra mim tinha que ter sido isso. Só que eles não fizeram isso porque quer guardar o cara. Realmente é um bom personagem e tal, tal, tal.

Então eles ficam presos nisso. Mas eu acho que agora tem que ir pra outras bandas. Ó, eu... É muito difícil analisar essa segunda temporada. Porque olha só o que vocês falaram, né? Os dois falaram assim, eu gostei. E aí vocês começaram a botar um monte de mais, um monte de porém dentro da parada.

E eu tô pensando ainda qual foi a minha opinião. Porque, vamos lá, eu gostei. E gostei muito. Mas eu acho que eu só gostei porque o último episódio é foda pra caralho. O último episódio, ele é espetá...

Para mim, o último episódio, ele é o episódio que resume tudo que a gente queria ter visto na primeira e na segunda temporada. Porque o último episódio é uma série do Demolidor. Ele acontece no tribunal, ele tem revelações impactantes. E assim, galera que está ouvindo, agora é o momento, tá? Se você não quer spoiler, sai, porque a gente vai falar spoiler.

ele tem muita construção do peso do Demolidor. Daquele Demolidor que a gente gosta, que é o Demolidor muito menos periódico dos quadrinhos e muito mais quando as fases, né? Você tem a fase ali do Mazukele, que é a queda de mordo que você tem. Isso tudo é muito foda, muito bem montado no último episódio. E sim, de fato, a gente precisa da série pra chegar nesse clímax. Mas eu acho que a série, os sete episódios anteriores ao último,

eles transitam demais entre... Pô, isso foi legal. Ah, tá, isso aqui tá mais do mesmo. Pô, isso foi injeção de linguiça. Ah, esse personagem. Por exemplo, eles constroem o personagem lá do filho do mafioso. Como é que é o nome dele? O Daniel. O Daniel. O Daniel. Pra quem não sabe, ele é filho do... Soprano, né? Do Soprano. Ele é filho do Soprano, é.

Sabia, não? Ele tá a cara do pai dele, com a camisa aberta. Ele tá a cara do pai dele. Exato. E porra, eu falei assim, cara, eles vão construir um personagem muito foda. Muito foda. E aí a série me dá um sinal de covardia. Quando ele não trai a Bibi. Eu falei, porra. O cara tava em love mesmo. Ele tava em love.

Puta, mas era a transformação. Era a criação de um puta vilão. Era aqui. Ele abriu mão, cara, da humanidade dele. Aí não. Ela vai pro lugar comum. O Daniel é muito fofinho. Sim. E aí, porra, outra hora que a série faz no meio da temporada, assim, a relação da psicóloga que tá traumatizada pelo Mills com o novo capanga do Rei do Crime é muito foda. Eu falei assim, cara...

Caralho, meu irmão, isso aqui vai evoluir pesadão. Aí tem uma cena lá que é quase uma cena de sexo entre os dois que mostra quão distorcida é essa relação. Mas ela funciona. Ela serve. E aí tu fala assim, caralho, muito foda. E não evolui.

Sacou? E aí, você tem o mercenário. Você fala, porra, foda, caralho. Mas meio que só serve pra quando a história precisa dele pra fazer uma parada ou outra. Então, assim, é muito doido porque eu tô ouvindo vocês falando. Eu terminei o último episódio, tava muito empolgado. Falei, caralho, muito foda, achei isso muito foda, porra, foda pra caralho. Mas, realmente, quando a gente para pra pensar na série, eles não tinham mais pra onde ir, né, cara?

Eu acho que estou concordando com o Bassoli agora. Que merda, eu cheguei aqui empolgadão para falar que eu gostei para caralho do bagulho. Não, cara, vê se vocês concordam. Eu não acho que não tinha para onde ir. A minha visão se assemelha à sua, mas eu acho que eu levo para outra questão. Ela é uma série que quase vai. Não é que ela não tem para onde ir. Ela quase vai para muitos caminhos interessantes. Tanto que chega no último episódio, esses caminhos são revelados. Pô.

Tudo que acontece no último episódio são conclusões legais. Você dá o exemplo da revolução. Gente, é muito legal ver uma revolução com a cara do demolidor. Mano, tem uma cena que é muito rapidinha que mostra que a revolução lá da cidade é Resistance and Rebel. E aí eles desenham os dois R's pra parecer os dois D's nas paredes. Super legal essas coisas. Só que isso é só passado.

Eles só mencionam, a Karen fala alguma coisa e do nada o demolidor é esse símbolo. Não tem essa construção. Por que a cidade tá indo na onda dele? Por que ele tá relutante? Então é isso a temporada inteira. Ela quase se aprofunda nisso. Ela quase se aprofunda na Glenn. Ela quase vai no Daniel. Ela quase vai em tudo.

Mesmo o Poindexter, o mercenário Com uniforme lá, a gente já citou aqui Todos eles viraram meio sobrenaturais Tipo o poder dos caras, o rei do crime O próprio Poindexter, os caras Estão num nível de poder absurdo Pra o realismo, entre aspas Da série, mas enfim Foda-se, eu não ligo pra isso, eu acho legal Mas assim, ele, apesar de ser legal Pra caramba, ele entrou pra fazer a função A mesma função do justiceiro Que é matar os caras que o Demolidor não vai matar Com sucesso Com sucesso Com sucesso

Então ele virou o faxineiro do Demolidor, assim como era o Juceiro. Não vamos ter o Juceiro. Então o mercenário entrou pra fazer exatamente a mesma função. Isso, apesar de ter sido legal o jeito que foi feito, eu acho um puta desperdício, porque é o mesmo personagem, com outro ator e outro nome. Então mesmo onde eles acertaram, eu acho que eles erram um pouco. E uma outra coisa, que apesar de eu ter gostado muito do último episódio também, aquele final deles dois, ajoelhadinhos, testa com testa, né? O Demolidor e o...

Ih, vou defender, hein? E o rei do crime. Isso já aconteceu na terceira temporada da Netflix, na casa do Wilson Fiske. Tipo assim, a mesma cena, igual. Só que essa tem um agravante muito pior, porque o Wilson Fiske tinha acabado de massacrar, alejar, matar, decepar um monte de civil. Jovens, mulheres, adolescentes, sei lá, senhores. O cara fez uma carniça.

E o Demolidor sentar com ele, meio que na mesma mesa ali, falar, nós dois amamos a cidade. Ah, vai pra puta que pariu, meu irmão. O Demolidor é o herói, cara. Ele é o herói dessa merda. Então, assim, não me desce. Não me desce. Cara, e é interessante esse ponto de vista seu, porque, assim, eu tô revendo aqui os episódios, né, a lista. O que eu...

Realmente, o elogio dessa temporada é o meio ali. É os episódios 4, 5 e 6. É o episódio da luta do Reino Crime lá com a Vanessa. O 5 é o Demolidor arrastando lá o mercenário. Vai perdoar, não vai. Que é até uma brincadeira com a Netflix. E o 6 é quando a Jessica Jones entra de vez ali. Esse meio, ele é muito bom. Porque ele faz isso que você falou, Bassoli. Ele tem uma hora ali que depois que a Vanessa morre... Que é uma bela consequência, né?

É, e simplesmente no final desse episódio, o Demolidor e o Rei do Crime saem no soco, do nada. O Demolidor sai dentro do porão lá do Rei do Crime, ele sai no braço e o Rei do Crime joga ele no quadro. É uma quebração de pau, assim. E eu acho isso tão legal, podia ter ido nesse sentido, porque eles até verbalizam, eles olham pra cara do outro e falam cara, a gente sempre vai terminar aqui, né?

A gente nem tem mais... A gente nem tá falando mais de Nova York. É eu só tentando te derrubar, você tentando me derrubar, desde sempre. A gente gira, gira, gira e a gente vai sair no soco aqui. Eles meio que estão presos nesse ciclo. Eles meio que gostam disso um pouco. E cada um é meio que o alívio do outro, né? O Rei do Crime vai lá e desconta que a Vanessa morreu, desconta no Demolidor. O Demolidor tá lá perdendo a Karen, vai lá e desconta no Rei do Crime. É muito interessante, porque é uma... Os dois se rendem.

Ai, quer saber, mano? Vamos só sair na porrada e já era? Tava indo pra um caminho muito legal nesse sentido. Mas olha só, é foda, porque... Vocês estão... Pô, eu tava empolgado. Eu cheguei aqui muito empolgado. Vamos empolgar, vamos empolgar. Acho que deu uma pesada no clima do programa aí.

Não, mas é porque assim, eu tô pensando assim, realmente, cara, tem várias coisas que a série abraça, mas sem se preocupar em fazer muito sentido. Desde coisas frágeis, como do nada o uniforme dele é preto, até como... Porra! Salsicha, mano. O que o salsicha tá fazendo ali? Não, é tipo assim, a entrada da Jessica Jones, pô, não faz sentido nenhum.

Foi uma forçação de barra a entrada dela, cara. Por causa do salsicha. É o núcleo que só está ali para Jessica Jones entrar. Então, mas é porque o salsicha, a sensação que eu tenho é que eles plugaram um personagem ali que, beleza, agora esse personagem pode aparecer em várias... Ele é o agente Coulson ou o contrário.

sabe qual é? então, é maneiro e é legal, e esse cara tava precisando de uma força né, porque o Tarantino deu uma maltratada nele recentemente aí, que foi não sei se vocês sabem o que aconteceu, né? sim, coitado pra quem tá ouvindo e não sabe, o Tarantino disse que ele é um dos piores atores que ele já viu, o cara não faz sentido deu uma cagada na cabeça do cara e... que graça que graça

É, de graça. O Celsicha nunca foi nada demais, mas pô, também não é tão ruim assim. Mas tem efeito reverso, que agora tá todo mundo contratando ele também. Pô, maneiro. Eu acho maneiro, tá? Eu acho maneiro, porque o que o Tarantino fez, eu achei uma super indelicadeza. O Tarantino é muito grande dentro de Hollywood. O que ele fala impacta. E ele foi muito indelicado porque foi muito de graça. É mau caráter mesmo.

escroto, raça ruim, ardiloso, filho da puta. Mas, enfim, o Salsicha, ele é um personagem legal. Eu gostei do personagem, eu gostei da aparição dele, do confronto dele com o Fiske e de ter aquele cara mal explicado, que ele é muito poderoso. Quem é que tá por trás dele, sabe? Tipo, quem é? Então, assim, tem muita coisa. O Salsicha é legal. Mas a Jessica Jones, é tipo assim, eu larguei... Com quem tava tua filha enquanto tu tava lá espancando os outros com o Demolidor? Pode crer, né?

Não é, tipo, porque, porra, tem uma galera querendo pegar a tua filha, meu irmão. Tu não sai do lado dela, velho. Sim. Porque o teu marido que é fodão também não tá em casa. Também saiu, né? Ele saiu. Foi comprar cigarro.

É, tá ligado? E essa relação do rei do crime com Nova York, no último episódio, a coisa do amor dele por Nova York, só foi realmente crível no último episódio. Porque antes era só um filho da puta sentando numa cadeira pra ter o poder. No último episódio, ali, naquela coisa, foi assim, caramba, ele ama Nova York.

E eu queria que a gente tivesse visto essa relação de amor tóxico que ele tem por Nova York, mas bem desenvolvida. E não foi. Foi só no último episódio. Então, assim, o último episódio foi muito grande. Não, e a cena do corredor é uma cena, assim, nível Darth Vader, né? Foda, pra caralho. Foi o Rogue One. Foi o Rogue One pra caramba.

Só que assim, apesar dela ser muito foda, ela cruzou uma linha inacreditável. Por mais que o The Rei do Crime seja um maluco assassino desde sempre, já matou o cara na porta do carro, já esmagou a cabeça de policial e não sei o que lá. Não, ele virou super-herói. Ele virou super-herói. Ele quase...

E era meio escondido, né? O boxeador e tudo mais. Mas assim, não, não, quando eu falo de cruzar a linha, eu não tô falando nem de nível de poder. Eu tô falando de, tipo assim, ele matou pessoas comuns. Tipo assim, pessoas que estavam engasgadas da repressão que elas estavam sofrendo há meses, né? Então era uma... Mas isso foi legal. Você não achou legal? Eu achei legal, mas assim...

O que eu não acho legal é o demolidor contemporizar depois a parada. Sendo que... E mesmo assim, aceitarem aquele acordo que tinham oferecido pra ele antes dele fazer isso, né? Ele acabou de matar 20 pessoas, que todo mundo viu, né? Você tem um acordo aqui na mesa, beleza? Beleza. Aí depois disso ele vai e mata tipo 30 pessoas. Aí você fala, vou manter o acordo? Porra, aí não dá mais, né, cara? Aí é foda.

Não, essa linha foi cruzada. E o Rei do Crime, ele é um personagem... Por isso que eu acho que ele tem que sair um pouco do protagonismo. Porque é nesse momento do Corredor, por exemplo, que eu lembrei como ele é um vilão muito bom, sabe? Como ele indo na direção das pessoas, assim, gritando, chutando o pós. Era isso, faz tempo que a gente não tinha um desse, sabe? Dele, mano, o Rei do Crime tá louco, tá correndo aqui, tá matando todo mundo.

Ele funciona muito bem com essa força do vilão mesmo, assim. Ele tava muito protagonista. E chegou num ponto que eu acho que eles não queriam muito expandir a história dele, né? Cara, olha aí. Olha os núcleos. Fala pra mim. O único... Os dois únicos personagens, na verdade, do núcleo dele que foram trabalhados um pouquinho é o Buck, que depois virou só um assassino. É. De boa. Exato. E o Daniel, que foi só trabalhado pra morrer.

Cara, lembra? Primeira temporada, eu elogiei pra caramba. Eu gostava muito do papel da Angela.

que era a coordenadora dele ali, que ela ficava nessa corda bamba, tipo, mano, esse cara é perigoso, mas ele ganhou, eu sou leal ao gabinete. Sumiu essa temporada, sumiu, o núcleo dela foi de arrasta, porque eles não queriam muito expandir essa questão da parte política do próprio Rei do Crime. Mas olha a diferença, cara, vou pegar uma outra série também de heróis, entre aspas, né, que faz praticamente a mesma coisa, mas que o resultado é muito melhor.

Vocês assistiram o Pinguim? Vocês lembram que o Pinguim, ele tinha o menino lá, que era o braço direito dele, que ele pegou meio que pra criar e evoluir com ele. E no final, ele precisa matar o moleque, né? Tipo, e ele mesmo mata com as próprias mãos. Pô, é uma...

uma catarse, ele assim fala, nossa senhora que desgraça, que filha da puta esse, o Daniel, teria mais ou menos a mesma porque era um jovem que o Fisk confiava, que foi crescendo com ele, e tendo mais poder e tal, tal, tal e esse, mesmo não querendo meio que traiu, traiu, não traiu ou fez vista grossa

Só que aí, cara, não tem o mesmo efeito. Tipo, não foi feito bem. Então, mas é porque aí, aí, Barsoli, tinha que ser inverso. Aí, é o que eu tô te falando, o Daniel tinha que ter entregue a Bibi. Ele tinha que ter entregue a Bibi. E assim, os roteiristas, eles tinham que ter forçado a maldade, a transformação do vilão. Tipo, o cara lá que é o braço direito do crime. Ele escolheu ser do mal, né?

Antes dele matar, ele tinha que falar, não, quem vai fazer é você. Você precisa fazer isso. E você ter o Daniel matando a Bíblia, porque aí a gente ia odiar ele, velho. Ele ia ser criado um vilão que a gente viu a maldade. A gente viu. Ele chorou porque ele se transformou mal, mas aí a humanidade ia escorrer pelo ralo e a gente ia ter um novo rei do crime. Por quê? O universo Marvel precisava...

de um rei do crime, teve o melhor ator possível nas mãos pra fazer o rei do crime, mas maltratou esse personagem de uma forma absurda. O final dele na série do Arqueiro é ridículo, é ridículo. O fato dele ter sido preso e voltar como prefeito de Nova York, meu irmão, eu só não vou dizer que isso não existe porque eu sou do Rio. Então, beleza, a gente sabe que dá pra acontecer.

Brasil é bagunça. Mas não é maneiro. E no final das contas, cara, a dualidade, os dois lados da mesma moeda, essa coisa de novo, o demolidor está preso e ele está numa praia. É tipo, olha a injustiça permanecendo, blá, blá, blá, blá, blá, blá.

Mas eu não quero mais esse rei do crime. Ele foi muito maltratado pelos péssimos roteiros. Não, guarda ele um pouco. Infelizmente, o MCU não é que nem quadrinho, que eu posso esquecer aquela graphic novel que foi ruim ou esquecer aquele arco que foi ruim. Sempre que ele aparecer, eu vou falar assim, ah, não, velho, puta, cara, já construíram mal esse personagem. E eles tinham na mão o Daniel, cara.

Eles tinham na mão um personagem pra ser o vilão do Homem-Aranha. Nesse nível, cara. A maldade, a construção da maldade dele tá ali. Mas, meu, quem quiser vai ver a série. Mas você pode botar ele no MCU muito mal, muito bem feito. E aí, se alguém for voltar pra ver a história dele, você vai falar assim, cara...

Caralho, velho. Pô, o cara matou a mina que ele amava porque ele queria poder. Pô, esse é mauzão mesmo. Sim. O cara é boladão. E eles desperdiçaram essa chance. Que merda. Vocês estragaram a série pra mim. Por culpa de vocês. Não, pera aí que eu vou estragar mais um pouco, então. Porque... Você foi falando agora, eu fiquei pensando em outro personagem. Um personagem que eu acho que talvez agora na terceira temporada... Isso que é foda, né? A gente fica, não, talvez na próxima. Talvez na próxima ou pra sempre.

Um personagem que poderia ter esse destaque e ele tem muito potencial pra ser um vilão menor, mas um bom vilão, é o Powell, que é o chefe da polícia. Ah, puta, esse cara é um bunda suja também, hein? Mas esse cara, ele é muito bom. Ele é bom como esse chefe... Tipo, ele seria um bom vilão do justiceiro. Ele não deram um final pra ele, né, Norton? Tipo assim... Ele tá preso.

Não, ele vai ser ruim, ele vai ser ruim. Mas esse cara, esse ator, ele é bom. Ele tem uma cara de... Com todas as pessoas que não me matem, mas miliciano safado. Então, isso, isso. E olha só, vou te falar. Existe uma excelente série, uma das melhores séries da atualidade, chama Mayor of Kingstown. Que é uma série sobre uma cidade muito corrupta lá nos Estados Unidos, que é do Taylor Sheridan, onde o sistema carcerário meio que manda na cidade e tal, não sei o quê. E ele é um policial corrupto lá, sabe qual é?

Ele é o Powell. É o mesmo ator. Ele é o Powell, tá ligado? Só que lá o clima é bem mais pesado do que no Demolidor. E assim, ele manda muito bem. Assim, eu só não quero que esse ator fique marcado como esse cara. Mas ele é muito bom nesse tipo de personagem. Ele é muito bom. Ele pode vir a ser um excelente vilão. O que eu tenho medo, ele pode vir a ser o que vai trazer o Rei do Crime de volta.

E aí, meu irmão, é o que eu tenho medo. Ah, mas eu não sei, ele não tem poder, cara. Ele não tem conexões, poder político pra fazer uma grande... Ele é um Zé Ruela, né? Mas ele é meio cachorro louco, não é legal ter um cachorro louco? Não sei se ele é ter um cachorro louco assim. Eu acho que ele é meio covardão e tal, se esconde atrás dos caras.

Eu não sei, eu não gosto dele, eu queria que ele tivesse tido um fim também, bem maneiro. Os caras não finalizam ele, não finalizam o Rei do Crime, não finaliza o Bucky. Nem o Bucky é finalizado, ele fica com o tiro na barriga, você não sabe. Não finaliza a psicóloga, tipo, eles deixam todas as pontas soltas. Não, a psicóloga é a nova vilã, né? Não, então, mas puta, cara, bateu...

Deu golpe na traqueia. Puta vilãzinho merda, né? Puta vilãzinha merda vai ser. Vai ser humilz e bem ruim. Vai enfrentar a Karen Page no soco. Elas vão sair na mão agora. É, vai ser vilã da Carrie. Ó, vamos falar sobre a Karen Page e sua jornada de heroína que foi ruim. Ficou uma merda.

Foi ruim. Cara, tá difícil. Tá difícil. Vamos parar de bater na série. Vamos parar de bater. Vamos, vamos parar. Vamos falar do que a gente gostou. Por favor. Tá muito zonado. Tá. Você quer falar do que gostou? Eu gostei da menininha. Da menininha tigre branco. Eu gostei. Acho maneiro a menininha virar o tigre branco.

Então, eu poderia ter usado mais ela, né? É, pois é. Ela só dá uma piruetinha no final ali. Não, mano. Bota essa menina com poder logo de vez, mano. Piruetinha, Norton. Tem uma criança esfregando a cara do maluco na parede de concreto. Eu falei, caralho, o que vocês estão fazendo, velho? Cara, a menina destrói os porra? Não, mas a violência da série é boa, vai. Violência é bacana. É, é boa. É, foi melhor que a primeira temporada, você fala. É melhor, você fala.

Sabe uma coisa que eu gostei muito? Eu gostei muito daquele episódio, que eu acho que... Eu quero saber qual é a opinião de vocês, que é o grande crossover, Demolidor Renascido com Demolidor Netflix, que eles até trazem o Fog de volta, fica mexendo com as cores, volta pras cores da Netflix, que mostram eles no passado, lá novinhos. Gostei muito desse episódio, porque eu acho que é um pouco de meia culpa assim também, né? Os caras, ó, não, a gente sabe que vocês querem muito o Demolidor da Netflix de volta, a gente conseguiria fazer isso também.

Mas agora é uma coisa nova. A gente tá... É claramente... Eles mostrando que realmente eles têm essa consciência. E também é muito legal ver o Fog de volta, cara. É muito foda. Esse personagem é muito foda. Eu queria muito que ele... Pô, mas ele... Foram eles que erraram. Eles. Eles. Então, eles se arrependem. Que mataram o Fog. Eu tenho certeza que esse episódio é isso. Na primeira temporada do Renascido, cara. E quando ele voltou, é um respiro. Esse ator...

Ele tem muito bom de fog, assim. Ele tem uma química muito interessante com o Charlie Cox. E me deu um estalo. Porque como a temporada ficava nessa de a Karen tá endoidando, o Matt Murdock não sabe muito bem o que ele quer e tal. Quando voltou uma química de advogados ali, deles um tirando sarro do outro e falando sobre culpa católica, eu falei, olha como isso é bom! Que legal que eles lembraram disso! Então é o meu episódio favorito da temporada.

Justamente porque eles voltam a falar sobre o Matt Murdock, a falar sobre o Fog, sem ficar só usando o Fog como essa muleta de nossa vingança, vamos assassinar todo mundo. A gente já entendeu isso, mas vamos olhar. Lembra como o Fog era legal? É basicamente isso o episódio. E sem contar que é aquela parada da...

do flashback do Naruto, assim, né? Você vai fazer um negócio, mas você lembra aquilo que o seu amigo falou há 15 anos atrás sobre o perdão e você vai lá perdoar. Pô, é naruteiro, é discurso nojutsu na veia, assim, funciona muito bem. É, o meu medo é só de ser uma ferramenta covarde, de tipo assim, ah... Nossa, Marcelo, peraí. Calma, calma, calma, calma. Deixa eu me explicar.

Eles usaram pontualmente na temporada, beleza. Se na próxima temporada usar de novo, sabe? Fica nessa. Tipo, o mau cara já morreu. Agora vai ficar trazendo ele toda temporada. Então é um morreu que não... Rídicas consequências dos seus atos, né? Exato. É igual a Vanessa. Se na próxima temporada ficar tendo toda hora... Não que foi o caso aqui de flashback, mas assim...

Se também pegar e fizer, ficar botando a Vanessa de novo. Então, assim, eu acho que a série traz consequências, que eu acho importante ter consequências. Mas eles têm que arcar com essas consequências também. Porque senão fica muito fácil. Você mata o personagem e fica trazendo ele toda hora. É verdade, esse episódio também tem flashback da Vanessa. Foda, esse episódio é foda. Vanessa.

Nossa, e nesse último episódio, eu vibrei quando o Rei do Crime sentou lá no juiz e falou assim, When I was a boy. Yeah, ele disse. Aquele episódio, pra mim, ainda é um dos melhores episódios de qualquer série de herói que tem, cara.

Aquele episódio... O último, você diz o tribunal. ...dEle Criança. Ah, não, tá. Sim, sim, sim. Não, o episódio da Netflix dele Criança, explicando a história do rei do crime e por que ele tem a fixação pelo quadro. A parede, né? A parede branca e tal. Cara, aquele episódio é muito foda. É que são as frases dele, né? When I was a boy, Vanessa. É, os bordeaux. E faz tempo que ele não falava, cara. É foda. Vanessa. When I was a boy, yes.

Senhores, eu gostaria de saber de vocês, por exemplo, terceira temporada. Tá confirmada, vai ter. Março, hein? Março. E aí, Rei do Crime foi. Não acredito que eles vão trazer o Rei do Crime de volta, ou pelo menos senta lá um pouquinho, deixa ele descansar, né? E tal.

Para vocês, seria o novo vilão do Demolidor. Porque o Demolidor, ele é um personagem que, tirando o Rei do Crime, é só vilão de segunda categoria. Pô, eles usaram os dois principais já, né? O Mercenário e o Rei do Crime. Então, eu não faria.

Uma terceira temporada. Ah, o Marcelo, ele tá cheio de ter essas caras. Não, mas vai ter, mas vai ter, mas vai ter. Não tem escolha. Não, calma. Eu não faria, eu gostaria, o que eu gostaria mesmo de ver, eu queria ver o Demolidor no MCU. Cinema, entendeu? Gostaria de ver ele lá. Com o Homem-Aranha? Se vira, não, com quem eles quiserem, cara. Vingadores, Guerras Secretas, Homem-Aranha. Aonde eles quiserem.

O personagem é bom, é legal, luta. Ele não vai dever nada pra ninguém que tá lá, porque assim, porra, se o Gavião Arqueiro já enfrentou a Alienígena, o Demolidor também consegue. Então, eu gostaria de ver ele sair um pouco desse Hell's Kitchen, My City, Nova York e tal, já deu pra mim, sinceramente. Mas e Demolidor? Demolidor? É Hell's Kitchen. Tá bom, pra dar uma revigorada, pra revigorar um pouco, Betão. Ou traz o Tentáculo, então, sei lá. Não, o Tentáculo já foi.

Não, mas traz de volta, porque vai ter no filme da Maranha. E Tentáculo é chatão. Vai ter no filme da Maranha, pô. Para. Mas eu não sei, eu queria uma parada mais mística, sobrenatural, pra sair um pouco do mundano ali, do Demolidor. O Tentáculo tem um pouco disso, né? Electra e tal. Eu acho que eu iria por esse caminho aí. Cara, não sei, porque olha só, eu fiquei pensando nisso. Porque assim, vai ter a terceira temporada, esse é um fato. Mano, todos os vilões já foram usados, já, mano.

Não, então, eu acho que não. Eu acho que tem um grande vilão que eles podiam construir uma parada muito foda. O Betão perguntou porque ele já tinha na cabeça a resposta. Eu tenho. Não, eu tenho. Pra mim, é porque, assim, são histórias muito específicas, né? Mas, assim, eu acho que a gente... Eles têm que trazer os defensores de volta, né? Como eles já estão fazendo. O que eles fizeram foi plantar. Só que eu não acho que eles têm que fazer que nem a Netflix fez.

A série da Jessica Jones, a série do Luke Cage. Apesar de eu ter gostado da série da Jessica Jones e do Luke Cage. Mas, é... Elogio o Punt Ferro, quero ouvir, vai. Elogio o Punt Ferro. Não, aí eu só deixei de lado, falei de propósito. Mas, criar devagarinho uma coisa ali com esses personagens aparecendo. E, cara, as pessoas esquecem muito. Tem um vilão, que aí é muito hardcore, é muito nerdão. É só pra quem conhece mesmo, que é o Coruja. Se chama Leland Osley.

Ele é um vilão, cara, que quando bem trabalhado, ele é muito foda, porque ele é um manipulador, inteligente pra caramba, assim. Então é um cara que pode chegar e pode causar muito problema. Porque o vilão do Demolidor, eu tô contrário ao Marcelo. Eu não acho que tem que ser místico, tem que ser poderoso. Eu acho que a coisa do Demolidor, ela tem que ser...

A magia no universo do Senhor dos Anéis, sabe? Você sabe que o Gandalf faz magia, mas você não vê ele soltando bola de fogo. Só tá ali, sacoé. Tá permeando, a gente sabe que tem magia. Mas você não vê bola de fogo, é isso. O anel influencia, mas o anel não solta raio laser. Eu acho que tem que ser assim o poder dentro do Demolidor, sabe?

Cara, eu acho que seria interessante se ele roubasse alguns vilões do Homem-Aranha. Pensando assim, sabe? Já que vai pegar uma galera bucha... Não, vilão do Homem-Aranha é inseto, porra. Não, mas... É animal. Mas é esse mesmo grupinho, assim. É um grupinho tipo o Coruja, o Tombstone.

Essa galera da Mafia e Bandidade. Tombstone já tá no filme, tá no filme. Tombstone tá no filme, não pode mais. Mas, porra, tem que ser vilão novo, aí é difícil, cara. Deixa eu pensar. É, mas o próprio é mais o Mills mesmo. Lembra que cinema e série agora são separados, cara. O Mills, eles precisavam... Tipo, eles subaproveitaram demais na temporada anterior ali. E é vilão novo. Daria pra ter sido um negócio super legal, bem melhor do que foi. Tem a menina, a psicóloga Mills aí. Não sei o que eles vão fazer com isso.

Mas sei lá, né, cara? Eu não imagino o Demolidor batendo em mulher. Acho que não é uma coisa que a gente precisa ver nesse caso aí. Total. Isso é dos quadrinhos também, né? Nos quadrinhos tem a Lady Muse, né? É, não, eles estão indo pra esse caminho. Tá muito claro que eles estão indo pra esse caminho. Mas eu acho que não foi legal.

Vamos para as notas, senhores? Não, pera. Ei, ei. Calma aí. O que vocês estão esperando para a volta de defensores? Gente, assim, Jessica Jones apareceu pouco, mas toda vez que ela aparecia era maneiro. Eles poderiam ter usado mais a personagem. Eu estava com muita saudade da Jessica Jones, sendo bem honesto.

Eu acho que funcionou bem, concordo contigo. Mas sabe o Hulk? Um filme sozinho do Hulk talvez não funcione tão bem quanto o Hulk como uma aparição pra resolução de problemas e equipe e tal. Eu acho que essa galera, Jessica Jones, tipo... O Luke Cage não. Eu realmente acho que o Luke Cage teria mais lastro aí pra fazer uma série mais interessante. Mas eu não sei.

Se eles anunciassem Jessica Jones Disney+, a minha vontade ia ser zero, cara. Então, o que eu faria dos defensores, se eu sentasse na cadeirinha lá da Marvel, eu faria o seguinte. Falar assim, meu irmão, eu vou replicar o que os quadrinhos fazem. Porque o cinema deu certo quando replicou o que os quadrinhos fizeram.

Então eu vou replicar o que os quadrinhos fazem. Eu vou pegar esses personagens que são meio secundários e eu vou criar graphic novels. Então eu vou falar assim, Spike Lee, faz um média-metragem pra mim que nem fizeram do Justiceiro, só que do Luke Cage. Entendeu? Perfeito. É legal. Vamos olhar pra Jessica Jones. Pô, chama a menina lá, que é uma puta diretora aí que sabe falar de temas femininos. Fez o Barbie, a Greta Gerwig. Greta. Greta.

Você tem alguma coisa a dizer sobre Jessica Jones? Fala, entendeu? E vai ter um filme do Justiceiro agora. Teve o filme do Lobisomem. São obras legais. São obras muito legais. O Arrow by Night foi legal. Então, porra, vamos fazer isso. Vamos transformar em graphic novel. E aí depois pluga todo mundo na série do Demolidor. O quem tem série? O Demolidor. E aí vê o que vai, vê o que deu bom, vê o que não deu bom.

Muito bem, senhoras e senhores. Chegamos naquele momento tenso. Anota. Eu cheguei empolgado, eu cheguei feliz, eu cheguei aqui pra cima, eu cheguei com 4,5 no bolso, tá? Tô vendo pra onde você vai. Mas aí eu fui conversando com vocês e eu fui ficando triste, porque eu acho que vocês têm razão. E isso não foi legal. Mas não vou me negar a dar um 3, que eu, Didi e Afonso estabelecemos que é um cumpriu a meta, tá tranquilo, passou de ano.

Então, para mim, essa segunda temporada do Demolidor Renascido é um três robôs gigantes. E, sim, verei a próxima. E estaremos aqui reunidos novamente. Mas espero que no ano que vem façamos isso episódio a episódio. Norton Domingues, e você, meu querido? 0 a 5 robôs gigantes. Ha! Você ativou minha carta armadilha. Porque eu fiz você desgostar da série só para eu dar uma nota maior. Eu dou...

Três robôs e as perninhas do outro, assim. Três robôs e meio. Gostei. É que assim, o que eu me diverti, eu me diverti muito. E o que eu desgostei, eu também desgostei muito. Então eu acho que fica... Só que eu me diverti mais do que desgostei. E como eu falei, Jessica Jones, né, galera? Tem Jessica Jones, tem Nortinho Feliz. Então vou estar aqui na terceira temporada também. Cara, a primeira temporada eu terminei falando que talvez não voltasse pra segunda. E agora estou falando que eu quero voltar pra terceira.

Isso já é uma... Pra mim, significa uma melhoria muito grande da série. Então, três robôs e meio. Cumpriu o que tinha que cumprir. E com Jessica Jones me deu um sorrisinho a mais. Simples. Tranquileba. Muito bom. Marcelo Bansoli. Ó, eu vou fazer um jabá. Fazer um jabá aqui. Olha aí. Nesse momento.

Você que tá ouvindo isso, se você chegou até aqui é porque você viu a série, porque você gostou e porque provavelmente você gosta ainda mais do Rei do Crime, que por mais que a Marvel tenha tentado cagar na cabeça dele, o ator é maravilhoso e realmente fez um personagem espetacular.

Eu vou te convidar nesse momento, e eu vou falar pra Creuza botar na postagem, no texto da postagem, aí no site da Arion Studio, porque está em pré-venda uma estátua do rei do crime que puta que pariu, hein, Marcelo? É foda. Puta que pariu, velho. É o primeiro rei do crime comics, né? A versão dos quadrinhos que a gente faz em mais de 13 anos de empresa. Então, a gente guardou, mas veio bem, veio grande, veio um bloco. Um bloco de concreto.

Olha, está rolando a pré-venda. Para você que está ouvindo aí, vai lá, guarda a sua. R$100 aqui a pré-venda, que é o voucher, para você garantir que você vai ser um escolhido quando ficar pronto. E aí eles vão te cobrar o resto do valor, porque obviamente que uma estátua linda dessa não custaria R$100. Mas vai lá, garante o seu voucher de R$100, porque está espetacular. A Creuza vai botar na postagem, caso vocês queiram ver aí.

Mas vamos lá, Marcelão, 0 a 5 ao Robô Gigante. Então, primeiro eu queria agradecer o convite, faz um tempinho que eu não participava aqui do MG, sempre muito bom, agradecer também aí ao Betão pelo Jabá, que não estava combinado, mas realmente a peça ficou muito legal. Eu fico muito dividido para dar nota, porque apesar da série ser muito melhor do que a primeira temporada, ela teve todos esses pontos aí que... Se essa temporada fosse a primeira da Disney+,

eu acho que dava pra dar uma nota melhor, entendeu? Mas, tipo, como já é a segunda, de novo esse negócio, eu vou ficar com os três do Betão aí. Eu tava entre três e três e meio, que o Norton deu, mas eu vou ficar com três pra não deixar o Beto sozinho, porque a gente trouxe o cara pra baixo e depois larga ele lá embaixo sozinho, é foda também. Então eu vou ficar com três aqui. Acho que teve muita coisa boa, principalmente ali o último episódio, tirando aquele final que eu não gostei.

E o epílogo também, não gostei de nada ali, eles no restaurante, o cara no avião, a praia do Rei do Crime, achei tudo isso bem ruim. Mas o tribunal ali, aquela cena do corredor realmente é um impacto muito grande, então vou ficar com 3,5. Mas espero que o filme, a média metragem do Punisher seja muito melhor do que o que foi apresentado pra gente até agora pela Disney+.

Demorou. Eu vou passar a andar que nem o rei do crime agora. Eu quero andar que nem ele. Vocês já viram? Ele desce a escada torto. É meio troncho, né? Ele anda torto. Eu vou comprar esse movimento agora. No Doff... Eu vou encontrar o Marcelo lá no Doff, no stand da Raspberry, e a gente vai estar andando tortinho.

Fechou? Pô, então não entra em corredores com o Beto, que da última vez que entrar no corredor é o Corredor do Crime, a gente vê o que aconteceu, né? Se o Beto tiver de branco, então, esquece. Corre, galera. Corre, corre. Olha, vou te falar. Talvez o problema não sejam os socos. Um corredorzinho, um peidinho, comigo você vai cair. Eu garanto.

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Busto do Rei do Crime
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