Episódios de Se Essa Sogra Fosse Minha

RETORNINHO - AQUELE DO MOCHILÃO

05 de junho de 20268min
0:00 / 8:49

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ATENÇÃO: Este episódio apresenta um relato enviado por uma ouvinte, narrado sob sua perspectiva. Para preservar o anonimato, nomes e detalhes foram alterados ou ocultados.

Participantes neste episódio4
P

Paloma

Host
G

Gabriel

ConvidadoTerapeuta
M

Mainá

ConvidadoEstudante de administração e recursos humanos
M

Michelle Silva

ConvidadoJornalista
Assuntos3
  • Crítica ao financiamento de carrosFinanciamento dos carros · Gabriel · Mainá · Irmão do Gabriel · Sogro
  • Relacionamentos AbusivosRelacionamentos falidos · Desrespeito · Exposição a situações terríveis · Falta de defesa
  • Podcast Se Essa Sogra Fosse MinhaApoio ao podcast · Psicólogos parceiros · Relatos de ouvintes
Transcrição8 segmentosassemblyai/universal-3-pro-async

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?Voz A

Oi pessoal, sejam bem-vindos a um micro episódio do Se Essa Sogra Fosse Minha. Eu sou a Paloma e o episódio de hoje é aquele do mochilão retorninho, que na verdade é só para esclarecer a pergunta que não quer calar: que fim deu os financiamentos dos carros? Para quem não sabe, O retorninho é um quadrinho que já existe para apoiadores e eu não coloco parte 2 porque não é uma segunda parte da história. Na verdade, é um retorno que a pessoa manda depois que a história dela foi para o ar, para pontuar alguma questão, responder algumas perguntas.

E esse retorninho é basicamente para responder sobre a questão dos financiamentos. Então, eu vou ser muito breve. O comentário mais curtido disparado assim desse episódio foi o do Rodrigo Alves, que disse: no primeiro sinal de desrespeito, pule fora.

?Voz C

A nossa ouvinte Michelle Silva disse o seguinte: que ótima história, que ela ajude muitas a enxergar e tomarem coragem de sair de relacionamentos falidos, porque no fim a grande questão "É o parceiro que não te respeita e te expõe a situações terríveis e não te defende.

?Voz A

Que bom que você saiu, se reencontrou, uma vida linda para você." Outro comentário muito curtido foi o da Vitória Glenzel, que diz assim: "Finalmente uma história que tem um final feliz, o divórcio de um banana." Infelizmente é o final que a gente fica torcendo na maioria das histórias, né? E por fim, a Jaqueline comentou: "Tem crianças e idosos ansiosos aqui para saber o que que aconteceu com os carros e o financiamento." Então vamos lá, se você não ouviu, ouça aquele do mochilão para você entender, mas eu vou resumir brevemente.

A Mainá namorava um rapaz chamado Gabriel e toda a família dele tratava ela de uma forma muito desrespeitosa. O Gabriel tinha muitas questões com a família e uma delas era o fato dele sempre usar o carro da mãe para sair, o que fazia com que a mãe cobrasse que ele voltasse mais cedo, saísse no meio do passeio, mesmo já tendo combinado um horário antes, porque ela simplesmente mudava de ideia. E queria o carro dela de volta. A Mainá achava que a sogra via no carro uma ferramenta para controlar o Gabriel.

Então ela foi lá e sugeriu que o Gabriel comprasse um carro para ele. Ela disse, né, que ele não pagava um aluguel alto, ele morava com os pais, então tinha alguma ajuda em casa, mas ele não tinha uma despesa alta de aluguel, uma despesa alta de luz, energia, Ela falou que ela conseguiu comprar o dela, então ele também conseguiria comprar o dele. Só que o Gabriel foi conversar com o pai sobre isso e o pai dele disse que ele, o pai, compraria um carro para o filho.

Mas o Gabriel tem um irmão e quando o irmão ouviu falar que o pai ia dar um carro para o Gabriel, ele bateu o pé e disse que queria um carro também. Então foi nesse momento que a Mainá, que nessa época trabalhava num banco, disse que poderia ajudar com o financiamento dos dois carros. E aqui algumas pessoas entenderam que esse financiamento foi feito no nome da Mainá, porque num determinado momento ela diz que era o nome dela que estava em jogo.

Mas não foi isso, gente. Ela disse que o nome dela tava em jogo porque foi ela que indicou a família do Gabriel para o financiamento. Ela defendeu a aprovação e tudo isso no banco onde ela trabalhava. Então era nesse sentido que era o nome dela que tava em jogo, no fato dela ter intercedido por esse financiamento. Era a reputação dela na área onde ela atuava que tava em jogo. Então, para ficar bem claro, o sogro se comprometeu a pagar as prestações dos dois financiamentos, mas os financiamentos foram feitos nos nomes dos filhos.

Um no nome do Gabriel e o outro no nome do irmão do Gabriel. Então o sogro se comprometeu a pagar, mas as dívidas foram feitas no nome dos rapazes. Nenhuma dívida foi feita no nome da Mainá. Então aqui eu vou ler o e-mail com o retorno da Mainá na íntegra.

?Voz C

Paloma, muito obrigada pela forma tão carinhosa que contou a minha história. Me emocionei ouvindo E acabou que ouvi-la dessa forma e ler os comentários me fez selar essa história como um digno final feliz. Sobre as perguntas que estão fazendo sobre o financiamento, os financiamentos foram feitos em nome dos irmãos, não no meu. Mesmo o pai usando o cartão de crédito do Gabriel, ele ainda não tava negativado e os financiamentos foram aprovados em nome deles.

Eu não emprestei o meu nome. Eu trouxe uma operação para o banco com boa indicação. Ao sair do banco, eu contei tudo para o meu gerente e dei a dica para ele apreender os veículos. E na mesma semana foram apreendidos. Então nem meu nome nem o banco tiveram prejuízos. Ainda bem!

?Voz A

Então foi tudo em uma única semana, o término da Mainá o pedido de demissão e ainda a apreensão dos dois carros. Gostaram? Então, do Mochilão é isso, gente. Mas eu vou aproveitar que é um episódio tão curtinho para mandar um recadinho para os psicólogos e psicólogas que nos escutam. Se você não é psi, pode sair, tá liberado. Ontem nós tivemos uma participação de um psicólogo ao final do episódio. Nós já tivemos em outros momentos também, né, da Ana Carolina, da Natália, do Vinícius, e sempre foram experiências muito enriquecedoras e muito bem recebidas pelos ouvintes.

E a verdade é que quando se essa sogra fosse minha virou podcast, porque como eu já contei aqui, né, ele nasceu no Instagram, né, ficou por muito tempo lá os relatos no Instagram, e até virar podcast em 2024. Então quando ele virou podcast, o meu plano já era trazer profissionais de saúde mental para comentar os episódios. Não para analisar as pessoas envolvidas baseado em stories de 10 ou 20 minutos, não é isso. Mas sim para trazer esse olhar profissional sobre temas que aparecem nas stories, como limites, comunicação, autoestima, relacionamentos, saúde mental e emocional, para que além de ser um espaço de acolhimento, E se essa sogra fosse minha, pudesse também ser uma ferramenta de mudança, né, e ajudar mais tanto quem manda as histórias quanto quem escuta.

Eu nunca tive oportunidade de fazer isso de uma forma recorrente, só de formas pontuais, mas depois da participação de ontem, conversando com outros profissionais que me procuraram desde então, nós tivemos algumas ideias. Então nós estamos ainda organizando tudo, mas se você que tá me ouvindo é psicólogo ou psicóloga tem registro ativo no CRP e tem interesse em ser um psicólogo parceiro do podcast, entre em contato pelo e-mail seessa sografosseminha@gmail.com com o assunto parceria psicólogo ou parceria psicóloga, né, como você se sentir mais à vontade, que eu mando um e-mail explicando a nossa ideia e abrindo uma conversa para a gente fazer isso tudo de uma forma acolhedora responsável e ética.

E é isso, esse foi o retorninho de hoje. Que que vocês acharam? Contem pra gente lá no grupo do Telegram, #SeEssaSograFosseMinha, usando a hashtag do episódio. E lembrando que se você também precisa de conselhos ou tem uma história boa pra contar, é só mandar pro seessasografossemim@gmail.com que a gente conta aqui de forma anônima. Se Essa Sogra Fosse Minha é um programa independente, então se você gosta, se identifica, Já segue, ativa o sininho pra receber as notificações dos novos episódios, compartilha com quem você acha que pode gostar e apoie quem nos apoia. Obrigada pra quem ouviu até aqui, um beijo, vocês são demais!

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