PARTE 2 - AQUELE DOS GÊMEOS
Este episódio conta com a participação da psicóloga Mariana Ramos. Obrigada, Mariana! ♥
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- A continuação da história dos gêmeos e a decisão da sogra Marisaresumo da parte 1·comentários do episódio anterior·atualização da conversa familiar
- A conversa de Marisa com o filho e a nora sobre a prioridade de ajudapedido de desculpas de Marisa·filho e nora chateados·justificativas do filho·ajuda do marido de Marisa
- O egoísmo do filho e da nora diante da situação da filha de Marisanora querendo experiência completa·filha como obstáculo·privilégio e individualismo·intervenção do marido de Marisa
- A decisão final de Marisa e a reflexão sobre suas escolhasnão se arrepende da decisão·presença na gravidez da nora·antecipar ida para ajudar a filha
- A reação da mãe da nora e o impacto na famíliamãe da nora entende Marisa·filho e nora contam para a família·filha de Marisa ligando arrasada
- Análise psicológica da decisão de Marisa e a busca por pazescolha de consciência limpa·renúncia difícil mas justa·relação mãe e filha·ficar em paz com a escolha
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Oi pessoal, sejam bem-vindos a mais um episódio do Se Essa Sogra Fosse Minha. E hoje nós vamos de continuação, é isso aí. O episódio de hoje é aquele dos gêmeos, parte 2. Mas antes eu queria fazer um convite. Queria convidar vocês para assistirem a minha participação no podcast Só Pode Ser História. Eu participei de um episódio com a Isis Colano e esse episódio foi ao ar ontem, é o Só Pode 108. Tem 3 histórias de sogra, eu defendi uma sogra lá, tem gente dizendo que eu fui sonsa.
Então convido vocês a irem lá assistir. Se eu conseguir, eu vou deixar um trechinho aqui e vão lá dar uma olhadinha e me falem com amor se eu realmente fui sonsa. Meu pai, ele tinha uma péssima mira, só que o estilingue dele era ele mesmo que fazia, né? Eles procuravam por um galinho que tinha aquele formatinho de Y e tal, e eles estavam sempre brincando com isso, sempre, sempre, sempre. E meu pai conta que ele era péssimo, ele era muito ruim mesmo.
Eles tentavam derrubar garrafa, tentavam derrubar várias coisas, e ele era o pior de todos. Todo mundo era melhor que ele. Desculpa, pai, você tá contando Contando para todo mundo. E aí um dia eles estavam no meio do mato, sempre tava no meio do mato, né? E aí eles estavam brincando e tinha uma cobra no pé do irmão mais novo dele, do irmãozinho mais novo dele. E não tinha como ele— bom, naquele momento ele não conseguiu pensar em outra alternativa, ele não conseguiu pensar em pegar o irmão, ele ficou com medo de assustar no movimento, assustar.
É, e a cobra dá o bote no irmãozinho. E aí foi quando ele pensou: eu vou tentar. Então, se você ainda não ouviu aquele dos gêmeos, corre lá escutar e depois volta aqui para entender tudo. Agora, se você não tá a fim de ir lá escutar o episódio inteiro, aqui vai um resumão. Esse é um episódio da categoria Do Outro Lado da Moeda, que é quase que um Se Essa Noura Fosse Minha. Nessa categoria, as histórias são contadas pelas sogras ou pelas famílias das sogras sobre as noras ou genros.
Na primeira parte dessa história, nós ouvimos o relato da Marisa, a sogra da Bianca, e ela queria saber se ela tava errada por dizer para a nora que a nora não deveria esperar que a sogra escolhesse ela em vez da própria filha. Isso aconteceu porque a filha da Marisa descobriu que tava grávida. De gêmeos. E a Marisa se comprometeu a passar alguns meses ajudando a filha, já que ela e o namorado moram no exterior e não tem nenhuma rede de apoio.
Pouco tempo depois, a nora da Marisa também descobriu que tava grávida. E quando isso aconteceu, o filho da Marisa, que sempre foi o centro das atenções da família, presumiu que a mãe ia mudar todos os planos que tinha feito com a filha e voltar para casa antes para dar suporte para Nora. Só que a Marisa disse que não, porque a Nora tem a própria mãe, enquanto a filha dela não podia contar com mais ninguém. E aí o filho e a Nora ficaram chateados com ela, e a Nora jogou na cara dela que merecia mais ajuda e apoio do que a filha, porque elas tinham uma relação melhor do que a relação que a Marisa tinha com a própria filha.
A Marisa admite que não tem a melhor das relações com a filha e admite que tem uma grande parcela de culpa nisso, mas acha que uma coisa não tem nada a ver com a outra e que tanto o filho quanto a nora estão sendo muito egoístas. Então é isso sobre essa relação da Marisa com a filha. Tem um pouco mais de detalhes na parte 1, se vocês tiverem interesse podem ir lá escutar. Como de costume, quando é uma continuação, né, parte 2, parte 3, eu separei alguns comentários do primeiro episódio.
E o comentário mais curtido até o momento foi o da nossa ouvinte Juliana, que diz o seguinte: acho que a Paloma fez uma colocação perfeita ao mencionar que o filho está tão acostumado a ser escolhido que não tá sabendo lidar com isso no momento. Que a filha precisa dessa prioridade. A nora realmente errou demais ao se colocar acima da filha. Se toca, garota! Marisa, vai tranquila ficar com a sua filha, porque quando voltar terá tempo de sobra para ficar com outro netinho.
O segundo comentário mais curtido foi o da Gisele, que disse assim: eu perguntaria para esse filho, e se fosse você no exterior sozinho grávido de gêmeos e eu tivesse marcado compromisso contigo, ia gostar de eu abrir mão de um mês por causa da sua irmã, que teria apoio aqui? E não é que o alecrim dourado achou um alecrim dourado também? Eu não deixaria que alguém de fora falasse da minha filha como essa cunhada falou. O terceiro mais curtido foi o da Ana Paula: sua nora é folgada e mesquinha.
Empatia zero com a sua filha, que tá sem rede de apoio e precisando de ajuda nesse momento. Ela não tem nada a ver com a relação de vocês para querer meter o bedelho. Priorize sua filha. E por fim, eu separei também o comentário da nossa ouvinte Didi, que disse o seguinte: eu sou uma filha que mora longe e também nunca me deram atenção porque eu sempre me virei sozinha. Tive bebê recentemente, minha mãe veio, ela conseguiu ficar um mês.
Eu precisava mais dela inclusive, mas infelizmente ela não conseguiu ficar. Então, Marisa, se você tá lendo isso, sim, vá e fique até mais se você puder. Ela vai precisar demais de você e ela lembrará disso o resto da vida. Eu não tenho rede de apoio onde eu moro e sinto falta disso. Então não pense muito, só vá. É sua filha, sua nora tem mãe.
Uma coisa que a Marisa disse e que eu não falei no outro episódio é que ela não queria passar uma impressão errada sobre a nora e o filho dela. Então ela reafirmou que no geral todos eles são ótimos, a nora, o filho, a filha, o genro, todos pessoas maravilhosas, e que isso que tá acontecendo agora é uma situação muito pontual e muito incomum na família deles. E eu peço perdão para Marisa, mas a impressão que eu tive da nora e do filho dela foi realmente péssima, e só piorou depois que eu soube da continuação.
E não foi por nada do que ela disse, foi realmente pelas atitudes que ela descreveu. Mas enfim, eu posso estar errada, e fiquem à vontade para discordar de mim, tá, gente? Então vamos começar. A Marisa diz assim: oi, gente, voltei com uma atualização. Hoje eu e o meu marido fomos até a casa do meu filho e da minha nora para conversar sobre toda essa situação, e a mãe da minha nora chegou lá pouco tempo depois também. Eu comecei a conversa e comecei pedindo desculpas pela forma como falei com a minha nora.
Eu disse que nunca foi minha intenção fazê-la se sentir deixada de lado ou como se eu não tivesse levando os sentimentos dela em consideração. Também pedi desculpas para o meu filho, mas falei para ele que eu também não gostei da forma como ele praticamente me disse que eu teria que mudar a minha passagem de volta sem nem conversar comigo antes, principalmente porque eles sabiam há meses quanto tempo eu tava planejando ficar fora.
Os dois me pediram desculpas, mas meu filho disse que achava que tava meio implícito que eu voltaria mais cedo. Ele disse que não tava me pedindo para perder o parto da irmã dele, que ele só queria que eu antecipasse a minha volta porque achava justo que eu também estivesse lá para o parto da minha nora, já que ela precisaria de toda ajuda possível. E eu entendo isso. Eu queria muito estar lá. Eu tô muito animada para conhecer meu netinho e obviamente eu não fico feliz em saber que eu vou perder esse momento, mas foi uma escolha que eu precisei fazer.
O meu filho e a minha nora têm a família inteira dela por perto para ajudar nas primeiras semanas, e assim que eu voltar eles vão ter a minha ajuda também. Além disso, o meu marido vai estar aqui. E eu entendo perfeitamente que a minha nora provavelmente não vai se sentir confortável com ele por perto durante o trabalho de parto ou em momentos mais íntimos como a amamentação. Mas meu marido pode ajudar fazendo comida, lavando roupa, limpando a casa, resolvendo as coisas do dia a dia.
E enfim, ele também pode ajudar com o bebê. Ele inclusive já ofereceu essa ajuda. Mas os dois ignoraram completamente. Meu filho continuava falando sobre como tudo isso não era justo com eles. Então eu perguntei se ele realmente achava justo eu encurtar minha viagem sabendo que a irmã dele provavelmente estaria passando por um pós-parto difícil e possivelmente se recuperando de uma cesárea. Porque ela tá conversando com o médico sobre as opções de parto e as chances de ser uma cesárea são bem altas.
Eu tive uma recuperação péssima depois da minha cesárea e levei bem mais que um mês para me sentir recuperada. Então essa é uma preocupação muito real para mim. E no caso dela, além de serem dois bebês, são só ela e o meu genro. Ele vai estar lá, claro, Mas ele só tem alguns dias de licença-paternidade. O meu filho, por outro lado, conseguiu organizar as férias e ele vai ficar um mês em casa. Inclusive, nesse ponto, eu também deixei bem claro para ele que eu espero que ele realmente faça a parte dele como pai e não fique esperando que a mãe, a sogra e as outras mulheres da família assumam tudo.
E nessa hora a conversa começou a ficar mais tensa. Minha nora disse que ela merecia ter a experiência completa e que para isso ela queria muito que eu estivesse lá. E eu entendo que estando grávida ela queira que tudo aconteça da melhor forma possível, mas eu também disse que era justamente por isso que eu tava achando os dois egoístas. Porque eles falavam como se não conseguir exatamente o que eles imaginaram fosse uma injustiça enorme.
Mas eles também não pareciam considerar a situação de mais ninguém, principalmente a da minha filha. Minha filha, que já se ressente por sentir que o irmão era a nossa prioridade. E eu sei que em muitos momentos nós priorizamos as necessidades dele e acabamos partindo do princípio de que ela ficaria bem porque ela sempre parecia estar bem. E o meu filho, por outro lado, se ressente dizendo que ela pôde viver uma vida normal e ele não, porque ela não teve as questões de saúde mental que ele teve.
E eu entendo, de verdade, mas ele já tem quase 30 anos. E para mim, chega um momento em que isso não pode continuar servindo como justificativa, principalmente porque ele já foi priorizado muitas vezes ao longo da vida. Então, quando eles começaram a falar da minha filha como se ela fosse um obstáculo no caminho da experiência perfeita que eles queriam ter, isso realmente me incomodou. Nesse ponto, eu também pedi para minha nora não tomar a liberdade de falar sobre a minha relação com a minha filha ou diminuir a nossa relação, porque ela não sabe de tudo que aconteceu entre nós.
E deixei bem claro que eu não vou encurtar a viagem. Nessa hora, a mãe da minha nora disse que entendia o meu lado. Isso me surpreendeu um pouco, porque baseado no que eles disseram sobre a família dela, eu realmente achei que ela fosse defender a filha, mas não. Ela disse que se fossem as noras dela, ela tem duas, e elas tivessem várias pessoas para ajudar enquanto a própria filha tivesse só o companheiro, ela também faria questão de ficar com a filha.
Ela disse que também não quebraria uma promessa que já tinha feito e que ajudaria a nora assim que voltasse. Meu filho e minha nora não gostaram nada disso e disseram que a questão não era essa. Que isso não era sobre quem tinha mais ou menos ajuda, era sobre o que era justo. E eu respondi que para mim essa forma de pensar era muito privilegiada e muito individualista. É muito fácil dizer que a quantidade de ajuda não importa quando você já sabe que vai ter várias pessoas por perto.
Nesse ponto, o meu marido também perdeu a paciência e ele começou a trazer várias situações dos últimos anos que também considerava injustas. Ele chegou a dizer que talvez parte da culpa fosse nossa, porque nós é que mimamos demais o nosso filho, e disse que não ia aceitar que eles criassem uma narrativa de favoritismo, como se nós estivéssemos sempre escolhendo a minha filha, quando na realidade o meu filho recebeu ao longo da vida vários tipos de ajuda que a minha filha nem teria coragem de pedir.
Inclusive financeiras. Nessa hora, minha nora ficou muito brava, virou para o meu marido e disse: isso não é da sua conta. E eu fiquei chocada, até porque essa é uma situação familiar. Ele é o pai do meu filho, é avô desse bebê, e também é o pai da minha filha. É óbvio que isso é da conta dele. Mas ele só virou as costas e foi embora, e eu fui atrás. Mas antes de ir embora, eu falei para os dois que eu já amo meu neto, que eu sempre vou estar disponível para ajudar, mas que eu não queria participar daquele tipo de disputa.
Eu realmente esperava que a gente conseguisse ter uma conversa mais madura. A mãe da minha nora saiu logo depois e também parecia bem indignada com toda essa situação. E depois disso, meu filho e minha nora começaram a contar pro resto da família tudo que aconteceu. E aí acabou chegando aos ouvidos da minha filha. Ela me ligou arrasada e disse para eu não me preocupar, que ela entenderia se eu precisasse voltar mais cedo e não queria privar o sobrinho de ter a avó presente no nascimento.
E isso só me deixou ainda mais chateada. Eu disse para ela que nada disso era culpa deles e reafirmei que não, eu não ia voltar mais cedo. Também falei para ela não se preocupar com isso, relaxar e focar na gravidez. Algumas pessoas falaram que talvez o meu filho e a minha nora estivessem se sentindo ameaçados ou querendo toda atenção para eles, e eu sinceramente não sei. Eu sei que a minha nora sempre quis muito ter um menino E eu até achava estranho o quanto parecia importante para ela que o bebê fosse menino, e ele é.
E a minha filha, por outro lado, está esperando duas menininhas. Eu não sei se isso influencia alguma coisa na forma como a minha nora enxerga as duas gestações, porque de vez em quando ela fala que é ela que vai levar para frente o nome da família. Pode ser que não tenha absolutamente nada a ver. Eu realmente não sei. Só sei que para mim não existe gravidez mais importante. Existem situações diferentes e necessidades diferentes.
E nesse momento, minha filha e meu genro vão estar sozinhos com dois bebês recém-nascidos, enquanto meu filho e minha nora terão várias pessoas por perto. Então, resumindo, é bem possível que eu tenha prejudicado bastante minha relação com o meu filho e minha nora. Mas eu não me arrependo. Eu consegui estar muito presente durante a gravidez da minha nora de uma maneira que eu não consegui estar na gravidez da minha própria filha.
Eu fui nas primeiras consultas do pré-natal, eu fui com ela comprar coisas para o bebê, participei de chá revelação e várias coisas que eu não pude fazer com a minha filha. Talvez justamente por isso minha nora tenha criado a expectativa de que eu estaria disponível para tudo. Mas sinceramente, ela também já é bem grandinha para entender que as necessidades de outras pessoas também existem. Eu e meu marido temos conversado bastante sobre tudo isso, e ele disse que nem deu bola para o que minha nora falou sobre a conversa não ser da conta dele, mas que o que mais incomodou mesmo foi perceber a forma como eles estavam tratando a situação da nossa filha.
Por fim, como eu não tô trabalhando no momento, eu falei com a minha filha e com o meu genro. Estou pensando em antecipar um pouco a minha ida, não para voltar mais cedo. Minha passagem de volta continuaria exatamente na mesma data. A ideia seria só ir antes para conseguir passar mais tempo com a minha filha, ajudar aí no final da gravidez, organizar o quartinho, comprar o que tiver faltando para eles e enfim fazer o que eu puder antes das bebês nascerem. E é isso, essa é a parte 2 daquele dos gêmeos. Que que vocês acharam?
Oi pessoal, meu nome é Mariana Ramos, eu vim aqui comentar a história da Marisa. E a Marisa, ela parece ter pensado bastante no assunto, ela tem bastante noção da escolha que ela tá fazendo, do tamanho da renúncia que ela tá fazendo. Ela tá tendo 3 netos de uma vez, é um número bastante grande de netos para ter de uma vez. Então ela tá fazendo essa escolha e ela tá fazendo essa escolha de consciência limpa. Eu acho que ela tá buscando paz, né, quando ela manda essa história para o podcast, porque ela quer, ela quer que a gente entenda junto com ela a escolha que ela tá fazendo, porque definitivamente não é uma escolha fácil.
E não é uma escolha fácil que ela tá fazendo e está sendo julgada pelo filho, pela nora. Então é uma carga extra muito difícil que, Marisa, sinceramente não tinha como não existir, porque é uma situação basicamente impossível, né? É uma renúncia difícil, mas você tá indo pelo caminho certo. Você pensou o suficiente, você fez a escolha de uma forma bem justa e bem sincera, né, com você mesma. Você sabe o que você tá fazendo, você sabe que você tá fazendo a escolha certa.
E você tá respeitando uma coisa muito, muito primordial do ser humano, que é essa relação da mãe com a filha. Uma coisa muito de mulher mesmo, né? Uma coisa muito feminina. E então acaba sendo meio primal mesmo você estar presente para sua filha neste momento. Para sua nora seria muito legal você poder estar? Se fosse em outro momento, você estaria? Com certeza. Mas entre você e sua filha, neste momento do parto, um parto de gêmeas, é muito necessário que você esteja lá.
E você sabe disso, você sabe que a sua filha vai precisar de você depois disso, e você sabe que a sua nora tem a mãe dela. Então fique em paz, sua escolha tá tranquila, sua escolha tá certa. Não que a minha opinião conte para alguma coisa, mas Eu sei pela sua voz, né, pela voz que você escreveu, né, mas eu percebi pelo seu texto, eu percebi pelas coisas que você conversou com seu marido, pelas coisas que você trouxe com seu filho, com a Nora, que você tá em paz.
Então fique em paz, faz a sua escolha e vai, que vai dar tudo certo. Você vai ter chance com o seu neto que vai nascer aqui, você vai ter chance no futuro de vê-lo com muito mais frequência do que as suas netas de lá. Então aproveita essa chance agora, vai, fica em paz, seu filho vai ficar bem, sua nora vai ficar bem, e você vai ver esse netinho muitas vezes no futuro. É isso, gente. Se alguém quiser conversar comigo, pode me encontrar no Instagram, @psi.marianahampos. Um beijo!
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