Eu Chorei Rios: Arte e Memória Indígena | Impacto Social FGV com Paulo Herkenhoff e Glicéria Tupinambá
A exposição "Eu Chorei Rios" propõe uma reflexão profunda sobre memória, território, arte e o futuro do Brasil, conectando a urgência da preservação ambiental ao pertencimento e à ancestralidade.
Neste episódio que encerra a temporada do Impacto Social FGV, o curador Paulo Herkenhoff e a artista e curadora Glicéria Tupinambá analisam como a cultura e a sociedade brasileira são transformadas pela resistência e cosmovisão dos povos originários.
A conversa aborda os desafios da luta pelo território, a importância de romper com o racismo estrutural e as narrativas coloniais, o processo espiritual e histórico de recriação do Manto Tupinambá e o papel da arte indígena contemporânea como ferramenta de cura e diplomacia.
Temas deste episódio:▪️ A exposição "Eu Chorei Rios" e a arte contemporânea▪️ Preservação ambiental e a recuperação de territórios▪️ Apagamento histórico e o resgate da memória indígena▪️ Desconstrução de visões e estereótipos coloniais▪️ A cosmovisão Tupinambá e a confecção do Manto sagrado▪️ A arte como instrumento de diplomacia e cura social
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