Manifestações demonstram que ainda há força no petismo, mas Flávio segue na frente
Manifestações de apoio a Lula ocuparam a Avenida Paulista, em São Paulo, e a praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. No domingo, o presidente compareceu ao ato na Paulista e pediu esforço da militância para convencer seu eleitorado a ir votar. Flávio Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas, divulgaram um vídeo fake associando a passeata ao uso de drogas. A campanha de Lula acionou o Tribunal Superior Eleitoral, que determinou a retirada do vídeo. Enquanto isso, o ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, tirou do ar e depois teve de retomar o canal de Whatsapp criado para angariar votos para o petista, o “Exército de Lula". As alegações de fake news não foram comprovadas pelos técnicos do TSE. Mas Nunes Marques já tinha atropelado os colegas da Corte e terminou o feriado sob acusação de falta de isonomia. Nesta terça-feira, 13 de outubro, saiu também uma nova pesquisa BTG/Nexus que mostra Flávio à frente de Lula. O analista e CEO da Consultoria de Análise de Risco Político, Creomar de Souza, conversa com os jornalistas Pedro Doria e Yasmim Restum no Central Meio sobre as manifestações de rua, as pesquisas e a atuação do TSE nestes eleições.
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