Episódios de Rádiofobia Podcast

RÁDIOFOBIA 437 - com Bruno Fernandes

14 de setembro de 20262h6min
0:00 / 2:06:38

Saudações musico-humorísticas, ouvinte do RÁDIOFOBIA!

Ao longo de quase 18 anos de podcast, já recebemos muitos convidados que fazem de tudo um pouco, daqueles que na metáfora futeboleira "tocam, chutam pro gol e defendem" ao mesmo tempo!

Nosso convidado de hoje é mais uma dessas pessoas: um cara que é músico, comediante e empreendedor que transforma a paixão pela música e pelo universo das guitarras em conteúdo no seu canal no YouTube, além de tocar e cantar na sua banda A Deffinir, fazer shows de stand-up e dar aulas de vendas e empreendedorismo!

Neste episódio Leo Lopes e Victor Estácio batem um papo pra conhecer a carreira e as peripécias de Bruno Fernandes!

Não deixe de interagir com a gente nas redes sociais, dar seu feedback sobre o papo e sugerir temas e convidados para as próximas edições do nosso podcast, além de deixar seu comentário no post, ok? Você também pode agora mandar sua cartinha para a Caixa Postal 279 - CEP 13930-970 - Serra Negra - SP, e seu e-mail para podcast@radiofobia.com.br!

Arte do episódio: Sandro Hojo

Links citados no episódio:
- canal do Bruno Fernandes no YouTube
- A DEFFINIR - Site Oficial
- ouça a Rock News
- canal Corredor 5 com Clemente Magalhães

Links citados nas Cartinhas do Totô:
- matricule-se já no Curso de Podcast
- garanta o livro Curso de Podcast - Guia Básico em PDF e na Amazon para o seu Kindle
- Podcast Store - a loja de produtos exclusivos da podosfera brasileira
- Instituto Amargen

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Participantes neste episódio3
L

Leo Lopes

HostApresentador
V

Victor Estácio

Co-host
B

Bruno Fernandes

ConvidadoMúsico, comediante e empreendedor
Assuntos5
  • A trajetória de Bruno Fernandes da timidez à comédia e músicainfância tímida e paixão pela música·formação em mecatrônica e engenharia·empreendedorismo e dívidas·início no stand-up comedy
  • A formação e o sucesso da banda A Definirdificuldade em montar a banda·origem do nome A Definir·primeiras apresentações e crescimento·parcerias e patrocínios
  • Criação de conteúdo musical e reviews de equipamentos no YouTubecanal focado em nicho musical·reviews de pedais e amplificadores·autenticidade e reputação·monetização da arte
  • A experiência de Bruno Fernandes como apresentador na Rock Newsprograma diário na rádio·participação como convidado·agregação de valor ao programa·expansão da rádio
  • A importância da qualidade do público para marcas e criadoresqualidade do público versus quantidade·marcas buscando autenticidade·responsabilidade ao representar marcas·conversão de vendas através de reviews
Transcrição367 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
BFBruno Fernandes

São 20 horas e 25 minutos, senhoras e senhores.

LLLeo Lopes

Tá começando a partir de agora o primeiro Radiofobia. Hoje totalmente fenomenal, um programa especialíssimo apresentando para vocês. Senhoras e senhores, incrível, espetacular, nunca antes na história das internets se imaginaria mais uma edição do Radiofobia. Sim, eu quero mais palmas hoje. Não, quero muito mais Porque hoje está no ar o Radiofobia, desde 2009, trazendo para o podcast o melhor clima do rádio ao vivo. Saudações, ouvinte do Radiofobia!

Eu sou Léo Lopes e tá na hora pela Radiofobia Podcast Network, mais um episódio totalmente fenomenal do seu pequenino Radiofobia. Sim, estamos aqui Mais um programinha totalmente comicuzinho hoje, comicuzinho e musical, porque nós temos aqui hoje um convidado que ele ataca em todas as frentes, ele faz de tudo um pouco. A gente já teve, tem muita pessoa eclética que participa do programa aqui, né, seu Vitor Estácio, que está comigo aqui hoje?

VEVictor Estácio

Eu sou assim também, só que no meu caso é o medo de virar mendigo.

LLLeo Lopes

Exato, eu também, também sou assim. Medo de, o medo de ir para a Cracolândia da Serra Negra me faz fazer várias coisas aqui. E o nosso convidado de hoje não é diferente, porque ele, ele é comicuzinho, né, humoristinha, mas ele é músico, guitarrista, e também radialista, colega radialista que ataca nas rádios também fazendo uns pequenos programas. E ó, o cara que eu tive o prazer de conhecer há quase Acho que tem quase 5 anos, ele fez a abertura do show de New Agra no Hilários, em São José dos Campos, quando estive lá com a minha querida esposa Natália.

Nos conhecemos ali, comecei a acompanhar o trabalho dele nas interwebs e de lá pra cá a gente se esbarra, porque ele é do Vale do Paraíba, então eu e Nath estamos lá direto, a gente se encontra. Mais recentemente estivemos lá também, nos encontramos nos bastidores do show de pedra, Letícia. Inclusive, fica aqui um beijo para nosso amigo em comum, Fabiano Cambota, que está devendo seu retorno nesse programa. Ele que esteve no Radiofobia número 14 ou 15, acho que 14, né?

Pois o 15 foi o Morgado, 16 Guilherme Briggs, há quase 18 anos. E toda vez eu falo, ele fala, mas tá difícil, vai cobrar tempo. Então tá bom. Eu fui lá no show cobrar ele e lá eu encontrei também com o nosso convidado de hoje, que eu tenho a honra de trazer aqui ao Radiofobia, meu querido amigo Bruno Fernandes. E aí, Brunão?

BFBruno Fernandes

Só um menino na rádio, está com vocês.

LLLeo Lopes

Pô, que delícia, cara! Finalmente saiu esse papo, meu velho.

BFBruno Fernandes

Certo, né? Muito bom.

LLLeo Lopes

Finalmente.

BFBruno Fernandes

Minha família que tá acompanhando aí, ó, só elogio, que nem tava esperando tudo isso.

LLLeo Lopes

Obrigado por você ter liberado aí essa segunda-feira à noite para a gente fazer aqui mais uma gravação do Radiofobia, porque eu quero que Quero saber, você sabe que a Rádiofobia tem um pé, né? Se não fosse a comédia, stand-up, se não fossem os humoristas, o Rádiofobia jamais teria nascido, porque o meu padrinho é seu amigo também, Marcos Hagena, nosso querido Japa, que é um dos caras fundamentais. Embora muita gente não fale dele nessas circunstâncias, ele é um dos caras essenciais para a existência do stand-up comedy no Brasil, porque enquanto você tinha lá o pessoal no Rio de Janeiro, né, do Comédia em Pé.

Você tinha a galera aqui de São Paulo também e tal. E Japa já estava fazendo junto com, como é que era o nome dele, Marisa Leal e Roberto Leal, né? Roberto Leal é você, né, que não é? Eu ia falar isso também, eu ia fazer essa sua piada na abertura do programa depois. Não é bom? Daqui a pouco a gente fala mais do Japa, porque é o seguinte, a gente vai aqui virar nosso, nosso, o nosso recadinho aqui para quem tá no feed, para quem tá no YouTube direto.

Se você quiser, manda sua pergunta aí, vai lá e já segue @brunomar. Aí você vai falar, vai vir o Bruno Mars? Não, Bruno Mar Fernandes. E aí você vai lá e segue o Bruno, já segue também a banda, que tem um trocadalho no nome da banda que eu acho sensacional, que é A Definir, é A Death in Ear. É muito bom. Eu vou querer saber, ó, aqui trabalhamos com trocadilhos de qualidade. O nosso não é de qualidade, mas Gostamos de trocadilho de qualidade.

Já já eu quero saber o porquê da banda. Então fica aí você que tá no YouTube e você que tá no feed. A gente vai para o nosso bloco de recadinhos e já já a gente volta com Bruno Fernandes hoje no seu Radiofobia. Aliás, Alô, alô, é da rádio?

BFBruno Fernandes

É da Radiofobia, filho.

LLLeo Lopes

Então é que sabe que eu mando carta para o programa toda semana, tem uns 10 anos já, mas ninguém nunca leu as minhas cartas, rapaz. Carta lendo, sério?

BFBruno Fernandes

Em pleno século 21?

LLLeo Lopes

E você ouve onde, no gramofone? Mas não tem nenhuma carta por aí não, é? Ah, eu queria tanto ouvir o meu nome no programa. Tá, e qual é a sua graça? É Ostrogésilo.

BFBruno Fernandes

Ostrogésilo. Achei sua carta, mas vamos te chamar de Totô, tá?

LLLeo Lopes

E vamos rapidamente para a sessão de recados deste podcast totalmente Se você não conhecia Bruno Fernandes, já começa a seguir ele aí nas redes sociais, assina o canal dele lá no YouTube. Ó, o cara é muito gente boa, fiquei muito feliz de bater esse papo com ele aqui e foi um dos programas mais engraçados dos últimos tempos. Então eu espero que você curta ouvir esse programa tanto quanto eu e o Estácio curtimos aqui gravar junto com o Bruno Fernandes.

Se você tá ouvindo no feed, é claro, você só tá ouvindo esse recado no feed, Não se esqueça que a gente tem lá o nosso canal no YouTube, youtube.com/radiofobia. É lá que você assiste às gravações ao vivo dos episódios e pode sempre participar com a gente no chat, mandando pergunta, mandando a sua interatividade. Então já se inscreve lá no nosso canal no YouTube, youtube.com/radiofobia. É lá que você assiste às gravações ao vivo dos episódios e pode sempre participar com a gente no chat, mandando pergunta, mandando a sua interatividade.

Então já se inscreve lá no nosso canal, tem muitas outras atrações além das gravações do Radiofobia Podcast. E é claro, eu espero você lá na nossa próxima gravação. Nesse momento aqui eu quero deixar os nossos recados rapidamente, começando pelo nosso parceiro de 16 anos de hospedagem. Você sabe que eu tô falando de HostGator, um dos melhores serviços de hospedagem do mundo. É lá que nós mantemos a nossa pequena choupana, nesse condomínio do mais alto garbo.

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Tem lá o construtor de sites, Tem agora os planos com inteligência artificial. Não tem por que você ficar de fora de HostGator. Não tem por que você não ter os seus sites lá hospedados e ser nosso vizinho ali na HostGator. E pra você poder garantir o seu desconto, é muito fácil. É só entrar lá no nosso site, radiofobia.com.br/podcast. Vai lá no rodapé da página, você vai encontrar um banner escrito hospedado por HostGator. Ou então você clica na postagem individual de qualquer episódio, vai encontrar lá um super banner, vai clicar nele, ser direcionado para nossa página de parceiro, e só lá você vai garantir até 83% de desconto no seu plano de hospedagem em HostGator.

E você tá querendo produzir o seu podcast em áudio e vídeo? É claro, você é ouvinte do Radiofobia, você ouve vários outros podcasts e você ainda não sabe como começar. Você ainda não sabe qual é o caminho das pedras para você produzir o seu podcast? Pois então, agora os seus problemas acabaram, porque você tem que se tornar aluno do cursodepodcast.com.br, a minha plataforma e do meu querido sócio e amigo Gabriel Thuller, aonde nós ensinamos tudo que você precisa para você poder produzir o seu podcast em áudio e vídeo, criar gravar, editar, publicar e monetizar.

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E tem ali alguns módulos que são exclusivos. Ninguém nunca ensinou isso na internet, ninguém nunca ensinou abertura de empresa, ninguém nunca ensinou profissionalização, como é que você sai da condição de ser ouvinte para condição de prestar algum serviço relacionado a podcast. A gente tem um módulo sobre registro de marca, que também é um módulo inédito para você saber a importância e aprender qual é o caminho para registrar a sua marca.

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E aí, você é fã de podcasts e você quer ter a sua camiseta, você quer ter a sua caneca, sua eco bag, você quer ter ímãs, você quer ter botões, pôsteres dos podcasts que você acompanha? Podcasts aqui da casa, da Radiofobia, Podcast Network, o Radiofobia, o curso de podcast. Tem também a nossa estampa Podosfera Raiz com os bordões, com as frases de abertura de podcasts que que eram campeões de audiência ali nos meados de 2018, 2019.

Você é fã do nosso querido Príncipe Vidani lá no Dentro da Minha Cabeça e no Pelada na Net, ou do Portal Refil lá com Brunão Baconzitos e seus bluecaps ali? Tem o O2, tem o Refil, tem o Que Isso Açaí, meu filho, o Papo Delas da minha querida Cafeína, também o Passaporte Orlando lá do Felipe, o Crazy Metal Mind e o Sábado 14. Do meu amigo Rômulo Metal ou da Podosfera Nipo-Brasileira, ali a preguicinha dos nossos amigos brasileiros que produzem podcast no Japão.

Você tem os produtos desses podcasts exclusivamente lá na podcaststore.com.br. E é claro, você tem as campeãs de venda, que são as camisetas, todas elas com padrão Chico Rei de qualidade. Camisetas tradicionais produzidas com 100% 100% de fibra natural de algodão sustentável, malha vegana, fio 30.1, penteado, estampadas com termotransferência através de uma técnica chamada Direct to Film. E a grade das camisetas, você sabe, elas variam dos tamanhos do PP até o 4GG, nas modelagens regular e baby look.

Tem muitas cores, tem muitos modelos de estampa, Tem o modelo tradicional, tem os modelos minimalistas com a estampa aqui assim do lado esquerdo do peito. Então eu tenho certeza que você vai adorar desfilar por aí o amor pelos seus podcasts preferidos com as nossas camisetas. E o mais importante é que parte da venda de todos os produtos da Podcast Store é direcionada para o Instituto A Margem, que é uma ONG lá de Juiz de Fora, em Minas Gerais, que transforma vidas através de ferramentas que desenvolvem pessoas em situação de vulnerabilidade social, oferecendo educação de qualidade, inclusão social pelo esporte, pela cultura, defesa de direitos e qualidade de vida.

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Hoje em dia, já com esse ex aí do Elon Musk, não é mais a mesma coisa. Você sente falta disso? Então a gente tem lá um grupo de produtores, apresentadores e ouvintes no Telegram pra você poder curtir com a gente. t.me/radiofobianetwork, totalmente de graça. Tem um bot lá de segurança que garante que ninguém vai ficar— de vez em quando passa lá um vagabundo lá que começa a querer vender uns negócio de criptomoeda e tal, Mas o nosso bot, ele é implacável, ele vai lá, defenestra, bane a pessoa, não dá tempo de fazer absolutamente nada.

É legal que vira assunto, a gente conversa a respeito disso também. E lá você recebe em primeira mão os links das lives, quando tem já gravação agendada, quando o nosso querido Sandro Ródio termina de preparar as artes dos episódios do Radiofobia. Você recebe lá também as caricaturas em primeira mão, você pode trocar meme, você pode mandar piadoca, pode mandar link, jabá, fazer pergunta, E olha, não tem só a gente da Radiofobia lá não, todo mundo aqui que tem podcast na Radiofobia Podcast Network, muitos amigos da podosfera, muitos ouvintes da podosfera estão com a gente ali nesse grupinho da Radiofobia Podcast Network no Telegram.

Mais uma vez, t.me/radiofobianetwork. Entra que é totalmente de graça, beleza? Agora, Tênicar, roda a vinhetinha, chama de volta meu querido Vitor Estácio. Para a gente continuar esse papo fenomenal. Prometo que o som dele corrigiu, tá? Ele começa ali dando uns bug, mas daqui a pouco ele já volta e a gente vai até o final do programa dando muita risada, conhecendo esse cara gente boa, guitarrista da banda A Definir. É dia da gente saber a história e as peripécias de Bruno Fernandes hoje aqui no seu Radiofobia.

Aliás, Radiofobia, vai Milton! O nosso Milton baixista no ar para você. Tamo de volta, de voltíssima, de voltíssima, em mais um episódio do Seu PGN no Radiofobia. Você ouviu isso que eu falei? Nem mais um episódio, eu falei em mais episódio, eu falei que nem a gente fala aqui na roça, nem mim, nem nós. Eu falei tamo de volta, nem mais um episódio do aconteceu, pequeno, na audiófobia. É, o certo é falar errado. E nós estamos aqui hoje com o meu querido amigo Bruno Fernandes. Ele é que eu já quero perguntar o seguinte. Diga, diga, diga, diga.

VEVictor Estácio

Antes de começar, deixar uma pedra fundamental aqui, já que a gente tava falando de pedra aí, Letícia, e tantas outras pedras. Sim, que é: eu só continuo esse programa depois que eu souber do convidado se ele concorda comigo ou seria maluco.

LLLeo Lopes

Por quê?

VEVictor Estácio

Porque só existem 3 guitarras nesse mundo, que é Les Paul, de preferência Gibson, certo? Peavey Wolf, aquela, aquela lá do Van Halen, não antes de vender para Fender. Sim, e Stratocaster. O resto é firula. Olha aí, discordar eu vou embora, hein?

LLLeo Lopes

Olha aí qual é a opinião de Bruno Fernandes, polêmica sobre as guitarras. Olha lá, travou agora bem na hora de responder. Vai, volta, Bruno. Agora voltou. Eita, que tá rindo! Tá rindo tanto que travou. Tá no mudo, tá mudo. Não temos áudio de Bruno Fernandes. Alguém quer derrubar o convidado do programa. A quem interessa calar Bruno Fernandes no Radiofobia?

VEVictor Estácio

Volta, Léo. Aquele meu Monza 95 segue à venda, hein?

LLLeo Lopes

Segue à venda o Monza 95. Matrículas abertas em Escola Cezim já para 2027. Estamos, perdemos o áudio de Bruno Fernandes. Olha aí, não temos o áudio aqui, né? Está voltando, ele vai tentar. A gente tava testando os bastidores, mas a gente não falou nada que era para coisar. Agora a gente acha que volta, vamos ver. Enquanto isso, eu vou agradecer aqui os nossos ouvintes que já estão aqui. Voltou, voltou, voltou, voltou, voltou, voltou, voltou, voltou, gente, voltou, gente, voltou!

Ele não tá ouvindo que voltou. Foi, foi, foi, voltou! Agora não escuta nós. Então vai ajustando aí, vai ajustando aí, vai ajustando aí, vai ajustando.

BFBruno Fernandes

Acertando que, ó, uma coisa já conseguiu dar certo, já conseguiu ouvir. Parece que o meu microfone tá funcionando, tá funcionando, tá funcionando.

LLLeo Lopes

E aí agora vamos continuar falando aqui para saber se você escuta nós.

BFBruno Fernandes

Tanto da tecnologia assim hoje em dia é complicado.

LLLeo Lopes

É, vamos ver, vamos ver. E agora a gente tá aqui, ó. Vou agradecer então aqui o nosso querido Petros Davi. Quem mais? Thiago Tulsi tá aqui também, saudações. Uhul! Nath Nogueiras, meu amor, saudações, meus caros. Eu ouço e depois ele some, depois ele desaparece. Olha aí, estamos testando aqui. Beterraba em Fúria também, pelo amor de Deus. Boa noite, beleza?

BFBruno Fernandes

Estamos aqui, para mim parece que tá funcionando.

LLLeo Lopes

O microfone tá funcionando, mas você não escuta nós, né? Estamos com um probleminha, estamos com um probleminha. Diego, Diego adora esse tamo de volta, de voltinha. Tá dizendo tá com lag, tá com lag. O quê, ô Diego? Nós estamos com lag no YouTube ou é só o convidado? Que o convidado a gente já sabe que tá com problema, a gente já tá.

BFBruno Fernandes

Vocês continuam me ouvindo?

LLLeo Lopes

Continuamos te ouvindo, vamos nisso.

BFBruno Fernandes

Eu tô narrando, então o que eu tô fazendo, exato, exatamente, exatamente.

LLLeo Lopes

E nós continuamos aqui da outra forma que eu tava conseguindo, não tô conseguindo Estácio, Estácio me ouve normalmente, né?

VEVictor Estácio

Eu ouço normalmente, até por causa do tamanho da minha orelha.

LLLeo Lopes

Agora eu te ouvi, agora nos ouviu, agora tá de volta. Estamos de volta.

BFBruno Fernandes

Ou eu ouço o outro, parece, não tem como ouvir os dois ao mesmo tempo.

LLLeo Lopes

É isso? Como assim?

BFBruno Fernandes

Será que é o Safari que eu tô usando?

LLLeo Lopes

Se eu for para o Google, ah, deve ser o safado que você tá usando. É, tem que ser o Chrome, não vai no Safari não, que é roubada. De tanta forma o bagulho foi Vai no, vai no Chrome, vai no Chrome, vai no Chrome que é de boa. Vai de Chrome que é melhor. É bem mil vezes, oxe, mil vezes.

BFBruno Fernandes

Pelo coisa eu falei, é muito melhor ou é muito caro?

LLLeo Lopes

Muito melhor. Chrome, Chrome, Chrome, vai de Chrome.

BFBruno Fernandes

Vocês aguardem pacientemente até eu conseguir trocar.

LLLeo Lopes

Vai lá, vai que nós vamos aqui. É isso aí, vamos ganhar.

BFBruno Fernandes

Vocês vão tocando aí. Me lembra de novo da pergunta da guitarra. Vamos, Roberto Leal e do Marcos Zaguena também, que eu tô—

LLLeo Lopes

vamos falar do Japa. Beleza, então vai lá, vai e volta. É isso aí, pronto, é isso.

BFBruno Fernandes

É bom assim quanto o crome.

LLLeo Lopes

Já já a gente volta. Muito bem, enquanto isso eu e Vitor Stassi estamos aqui, vamos responder pergunta dos ouvintes. Ouvintes do YouTube. Não tem pergunta do YouTube, vamos conversar nós aqui então, Estacinho.

VEVictor Estácio

Então, ó, o que que a gente vai falar? Qual a pauta?

LLLeo Lopes

A pauta é a seguinte: hoje de manhã, hoje de manhã, no final de semana, teve um ouvinte que estava pleiteando a volta de Fala Seu Texugo. Ele gostaria que nós tivéssemos pelo menos uma vez por ano um episódio do Fala Seu Texugo, que é um clássico do Radiofobia. Quando eu liberava o link no Twitter na época para a galera entrar e ia participando. Corajoso! Alguns dos programas mais impossíveis e amigos queridos que trazemos para vida toda nasceram em gravações do Fala Seu Texugo.

Então eu falei, vamos fazer isso, vamos fazer isso, mas Também eu quero fazer o seguinte: a partir do próximo episódio teremos vaga para ouvinte em todos os episódios do Radiofobia. Teremos vaga para pelo menos um ouvinte que puder participar ou que quiser participar. Então a gente tem um grupo. Se você não participa ainda do grupo, entra lá agora, t.me/radiofobianetwork. É de graça lá no Telegram e você vai poder de graça. Ela é a nossa quinta série lá, tá?

É onde tem os ouvintes, os apresentadores, os produtores aqui da casa estão lá e você consegue interagir com a gente. Aí lá eu vou a cada programa chamar um ouvinte para participar com a gente. Essa é a primeira novidade.

VEVictor Estácio

O primeiro que eu participei foi o Fala Seu Texugo, inclusive.

LLLeo Lopes

Olha aí, foi mesmo?

VEVictor Estácio

Foi.

LLLeo Lopes

Não me lembro, faz muito tempo. Faz muito tempo, não me lembro. E a segunda novidade não é tão boa assim, mas eu preciso contar que nós estamos agora, a partir desse programa, na contagem regressiva oficial para o fim de Radiofobia no episódio 500. Então agora definitivamente, T-minus 63 episódios. Esse aqui é o de número 437, terminaremos no 500. Então falta só 63 programas para acabar. Você pode dizer quem você quer que a gente chame, Quem que você quer que a gente reprise?

Enfim, vai acabar no 500. A partir de agora é contagem regressiva. E é isso, não tem chororô. Voltou Bruno Fernandes, quem sabe?

BFBruno Fernandes

E agora voltei ouvindo todo mundo, hein?

LLLeo Lopes

Olha aí, agora voltou.

BFBruno Fernandes

Nossa, agora esquece. Eu ouvi, eu entrei justo na parte de, no programa que eu tô participando, que o Rádiofobia vai acabar.

LLLeo Lopes

Vai acabar, mas assim, tem 3 anos ainda pela frente, mas vai acabar. Vai acabar. Não, não, não, eu já tô querendo acabar desde o 400, Bruno. Eu fui enganado pelos canalhas, os canalhas que gravam comigo. O cara errou uma conta e a culpa é nossa, a culpa é de vocês. Eu tenho canalhas que trabalham comigo aqui nesse programa que eu falei, eu vou parar no 400. Não, Léo, imagina, vamos até o 500. Falei, pá, mais 2 aninhos, né? Tá bom.

Só que esqueci que esse programa ele é quinzenal, então não são 2 anos, são 4. Eles me arrastaram por mais 4 anos. Ou seja, eu vou terminar esse programa com 55 anos de idade e com 21 anos de podcast. Acho que tá bom, acho que tá legal, né? Eu acho que terá sido uma boa história. Mas o importante agora é que você está de volta. Aliás, não, agora vai A pergunta que não quer calar para começar: ou bate o pé, bate o pé, bate o pé, ou bate o pé, faça assim como eu.

Muito bom, excelente! Ó, essa piada, lembra que você fez quando você abriu o show do Nil, que você tem a piadinha do eu não sou, eu também não sou o Roberto Leão? Porque todo mundo, cara, é muito parecido quando o Roberto Leão era jovem, né, cara?

BFBruno Fernandes

Ué, complicado, isso é muito ruim, pô, porque assim é uma referência que duas coisas, né, que é muito antiga e podia ser tipo o Jon Bon Jovi, entendeu? Podia ser um negócio muito legal. Não, é o Roberto Leal.

LLLeo Lopes

Podia ser, ah, o Roberto Leal eu gostava dele, vai, eu gostava, mas nem em Portugal ele era tão famoso. Não era que nem a Perla também, a Perla do Perus, é peruana, Pérola colombiana, não sei. A Pérola, outra referência antiga que fazia, o jovem que tá vendo, fala, nossa, é, eu só tenho referência, é o Richie, por exemplo, que é inglês, nunca fez sucesso na Inglaterra, né, fez aqui, né, né, exato, exato, menina veneno, menina veneno, exatamente.

VEVictor Estácio

Mas importações que de repente não vale a pena, né?

LLLeo Lopes

Exato, exato.

BFBruno Fernandes

Eu pensei em ir para Portugal fazer o clube do Roberto Leão lá, acho que é um negócio Disruptivo. Porque se não der certo como Roberto Leal, aí pode tentar o Michel Teló, né?

LLLeo Lopes

Olha, Teló também!

BFBruno Fernandes

Olha aí, ele é mais no hype, né? Ele, pô, ele tem consideração que é mais legal.

VEVictor Estácio

Mas o negócio é que o Roberto Teló, já o Michel Teló, eu só conheço uma música dele.

BFBruno Fernandes

Qual?

LLLeo Lopes

Não, só tem aquela, né?

VEVictor Estácio

Só tem aquela.

LLLeo Lopes

Nossa, assim você me mata! É o one hit wonder, né? Ele, Michel Teló, one hit wonder.

BFBruno Fernandes

Michel Teló, que ela tem aquela outra lá do— não, pera aí, pô. A saidinha com você, o jeito é dar uma saidinha. Ah, é verdade.

LLLeo Lopes

Bom, duas, vai.

BFBruno Fernandes

Deu a fugidinha, já tem duas.

LLLeo Lopes

É verdade, já tem, já fez mais sucesso do que a banda Sempre Livre, né?

BFBruno Fernandes

Aí tem outra edição também, né, que ele fazia tradição.

LLLeo Lopes

Ah é, tem essa galera que vende.

BFBruno Fernandes

Lá vai o meu amor, lá vai meu amorzinho remando, remando.

LLLeo Lopes

Olha aí, ele sabe, dá para fazer o cover então, ó, dá para fazer cover. Já tem, já tem, somando ele com Roberto Leal já são 5 músicas.

BFBruno Fernandes

Já posso cantar já no Domingo Legal, já posso cantar no Já dá para ir no Mion fazer cover, cover dos famosos. A minha cabeça, caldeirão do Hulk, do Hulk, é do Hulk, cover dos famosos.

LLLeo Lopes

Caldeirola. Muito bem, seu Bruno Fernandes, obrigado por estar aqui conosco. Agora, agora em definitivo, em definitivo, ele tá aí, verdade. Ó, a pergunta que eu quero fazer primeiro aqui é o seguinte: você, você falou que era do Vale do Paraíba, de que cidade?

BFBruno Fernandes

Eu sou de Caçapava.

LLLeo Lopes

Caçapava, muito bem. E você começou nesta parada de comédia antes da música ou a música veio antes? Quero, conte sua história pra gente aqui.

BFBruno Fernandes

Olha, eu comecei a comédia depois, numa das fatídicas vezes que eu quebrei, pela quinta ou sexta vez. Porque não satisfeito em ser músico, e aí todo mundo fala, não, você faz o quê? Eu sou músico, mas trabalhar mesmo não quero. Claro, aí eu falo, o que você faz? Não, sou comediante. Mas realmente você não quer trabalhar? E até um parênteses, só se me permite, claro, me perguntou sobre a guitarra. Eu fiquei no tentar resolver o negócio, não via.

LLLeo Lopes

Ah, boa, boa! Afinal de contas, a gente tem que saber se o Estácio continua ou sai da gravação, né? Então, exatamente, dependendo da resposta, ele falou que vai embora.

BFBruno Fernandes

Mentira!

LLLeo Lopes

Ele falou, é verdade.

BFBruno Fernandes

Caraca, devia ter deixado para o final então, pô.

LLLeo Lopes

Mas fala aí que você é o cara das guitarras. Não, ele quer saber porque é das guitarras.

BFBruno Fernandes

Mas o que que ele perguntou da guitarra?

VEVictor Estácio

Não, é que para mim só existem 3 guitarras, o resto é tudo guitarra feia, e é que é Les Paul, Stratocaster E a Piva e Wolfgang do Van Halen, aquela que tem um cortezinho na— não tem o cortezinho no headstock, né? É só isso, o resto é peruca curtinha.

BFBruno Fernandes

Já tive uma dessa, foi uma das que eu vendi quando eu quebrei. Tenho das 3 que você falou, eu tenho 2.

LLLeo Lopes

Olha aí, então já— então salvou, hein? Estácio não vai embora, salvou.

VEVictor Estácio

É isso, Estácio não vai embora.

BFBruno Fernandes

Acho que a resposta é válida porque eu já tenho quem falou que gosta.

LLLeo Lopes

Então se eu tivesse outros ainda que não gosta, até parece que a gente não gostar de alguma coisa é critério de qualquer coisa nesse programa.

BFBruno Fernandes

Já fazendo o gancho para essa vida musical, eu venho de uma família totalmente musical, né? O meu pai é baterista, eu cresci vendo meu pai ensaiar. Meu pai tinha banda, chamava Cristal Líquido até. E o meu tio, irmão da minha mãe, tocava com ele, tocava, cantava. E o meu tio, irmão do meu pai, depois de um tempo passou a tocar também, porque ele tocava teclado. E aí, com o passar do tempo, ele começou a querer ganhar dinheiro e foi para o sertanejo.

LLLeo Lopes

Mas isso tudo em Caçapava sempre, no interior?

BFBruno Fernandes

Sempre Caçapava, aos redores ali. E eu sempre cresci sendo doutrinado e ensinado que, pô, Bruno, você é filho do Edmilson, você tem que trabalhar com o que eu trabalhei, você tem que trabalhar numa fábrica, você tem que entrar numa GM, no Embraer. Mas tu tem Embraer, ó, aí você já despontou a ser advogado, médico. E eu fui seguindo isso daí, me formei em mecatrônica Até no show, né, eu acabo comentando isso daí, que eu faço essa piada de tipo, pô, nossa, me formei em mecatrônica e é a escola que eu estudei e faliu, porque é zero mérito de tudo.

E aí fiz um ano e meio de engenharia, também larguei, porque foi na época que eu comecei a ver que eu sempre quis empreender para poder tocar. A minha concepção era, então, já que é difícil viver de música, porque todo mundo tem uma visão que ou você vai ser o Gusttavo Lima ou o Bruno Marques.

VEVictor Estácio

Que vida triste ser Gusttavo Lima, não é?

BFBruno Fernandes

Ou você vai tocar a troco de pão com mortadela e água, e olha lá, porque às vezes nem isso o pessoal quer disponibilizar, né, o contratante. Então foi muito tudo no automático, e aí eu não tinha consciência ainda sobre essas coisas Mas sempre permeava a intenção de viver de música de alguma forma, porque mexe muito comigo desde sempre, né? E eu sempre fui muito tímido. Pode parecer que não, mas a minha timidez imperava de uma maneira muito ímpar assim, porque eu gostei da mesma menina dos 6 anos de idade aos 15. Fui dar o primeiro beijo, meu primeiro beijo veio com 18 anos de idade.

VEVictor Estácio

Na mesma menina?

BFBruno Fernandes

E não foi nem com ela, não, foi com um amigo bem legal.

VEVictor Estácio

Brincadeira, tá bom, vale também.

BFBruno Fernandes

Seria muito mais honesto, eu acho, até porque ela nunca deu bola para mim. E é engraçado porque assim, na minha concepção reprimida, né, falar, bom, eu nunca vou tentar mostrar nenhum interesse por outra menina porque vai que ela me vê com alguém e não quer ter nada comigo. Eu queria saber quando foi que ela me viu com alguém, porque ela nunca me deu a mínima. E aí cresci, cara, travado, cheio de bloqueio. E um deles foi de perguntar para o meu pai, falou, por que que você não canta?

Que o pai é nosso herói, né? Eu tenho 34 anos, meu pai tem 55, então a idade é muito próxima.

LLLeo Lopes

Caraca, seu pai teve fez ser jovem, né?

BFBruno Fernandes

Começou cedo, né? Jogando vôlei. Carnavalzão, pá! Porque eu nasci em 90, então pela conta, certeza, certeza. E aí nessa, eu, meu pai falou, eu não canto porque minha voz é feia. Falei, bom, então eu preciso não cantar, porque se meu pai não canta, eu também não posso. Só que eu sempre gostei dessa ideia de imitação de vozes. Eu cresci vendo Mamonas Assassinas, sim, fazia várias vozes. E aí isso me encantava.

LLLeo Lopes

Caralho, é mesmo, essa geração de 34, 35 é geração mamonas, né, velho?

BFBruno Fernandes

É.

LLLeo Lopes

E assim, geração mamonas que foi um ano de duração, mas enfim, né, foi suficiente para impactar para vida, né?

BFBruno Fernandes

É, porque assim, hoje em dia o que entra no hype sai muito rápido.

LLLeo Lopes

Exato.

BFBruno Fernandes

Antigamente era só TV, pô, todo mundo via a mesma coisa. Então todo mundo tinha a mesma concepção de sucesso, de de estouro e tal. Então nesse tempo foi quando eu tinha 4 anos de idade, minha tia me deu o CD do Mamonas, entendeu? Eu tenho memória minha desde os 2, 3 anos, só para vocês terem uma noção. Então eu lembro de muita coisa. E aí isso permeou a minha vida. Minha avó sempre fazia piada com tudo, meu vô. Até no show eu comento, pô, minha avó e meu vô perde um amigo, ela não perde piada.

Até porque não tem mais muito amigo para perder, né? E, cara, até um parênteses também assim, o senso de humor de Deus acho que é tão grande que minha avó faleceu 3 dias depois do meu aniversário, que era uma avó muito próxima minha. Então é a que me criou desde sempre e tal. Pô, é louco como as coisas acontecem de uma maneira que não tá no nosso controle. Mas que ainda fui ensinado por toda a minha família que, cara, independente da situação, a piada, o humor tem que imperar, seja o problema qual for.

Só que ainda fui pela música e a gente sempre viveu nessa ideia de piada, de zoeira, de sacanagem e tal. E aí foi durante todo esse processo eu comecei a me desenvolver como pessoa, daí eu comecei a falar, então já que eu preciso ter um negócio, eu empreender, vou vender alguma coisa, mas eu não sei falar, eu não sei me posicionar. Eu não sabia olhar no olho de ninguém, eu falava baixo e falava baixo e enrolado. E aí eu falava, não, que eu fui fazer, parece como falava no reverso, só para dentro.

E aí para dentro, né? Meu tio me encheu o saco. Aí foi quando eu tive uma quase uma epifania na vida que me foi colocado numa posição de ou eu fazia o que eu não gostava, que era a vida que eu tinha, trabalhava em fábrica, trabalhei na Cebras, não era feliz fazendo o que eu fazia. E aí descontava tudo em compra, comprei, nossa, guitarra, pedal, nossa, o dólar 1,70, nossa, aí, nossa, que saudade, bons tempos. Botei, nossa, botei para derreter, valendo, não, valendo, valendo.

Tanto que só no Itaú tava devendo R$100 mil. Mas isso é outra história, esse é um monte de complementos. E aí foi nessa de, pô, eu faço o que eu não gosto, que é a vida que eu tenho, e continua olhando para onde eu tenho vontade de chegar, ou eu faço o que eu não gosto para pelo menos talvez ter a possibilidade de chegar onde eu quero chegar. Aí na escolha, na balança, falei, bom, gostar por não gostar prefiro fazer o que eu não gosto para chegar talvez na vida que eu almejo.

E foi quando eu comecei a me desenvolver com venda, trabalhar com a parte comercial, me desenvolver com pessoa, saber falar. Eu comecei a dar treinamento de venda. No treinamento de venda já tinha algumas coisas de piada que eu gostava da sensação de fazer as pessoas darem risada. E eu fui unindo a parte comercial com essa parte de humor para poder comunicar, vender, de cerimônia e tal. Então trabalhei com marketing de rede, tive resultado.

LLLeo Lopes

Caraca! E eu jurava que isso tinha vindo depois da comédia. Veio antes, né, cara? Caraca, eu conheci você no contexto da comédia, né? Então sabe aquela coisa, você cria aquela imagem, o resto veio depois? Não, você já fazia isso antes de conhecer a comédia.

BFBruno Fernandes

Foi exato, porque a comédia foi a última vez que eu quebrei quebrei. Eu, pela quinta, sexta vez, foi, nem foi a vez que eu quebrei mais forte. A vez que eu quebrei mais forte, eu tava morando com os meus pais ainda. Mas eu cheguei com 22 anos de idade, tá devendo R$200 mil.

LLLeo Lopes

Eita!

BFBruno Fernandes

Então quando minha mãe descobriu o Itaú de R$100 mil, ela falou, nossa, ele deve tá mexendo com entorpecente muito pesado, agiota.

LLLeo Lopes

Mas era de gasto mesmo, perdular, ou você fez merda de de errado?

BFBruno Fernandes

Não, esse dinheiro nem passou na minha mão. Eu só fui um ótimo cliente do meu gerente do Itaú. Nossa, porque o que acontece, cara, zero instrução financeira. Aí quando eu gostava, eu gastava o Wise, gastava o cartão de crédito e comprava muita coisa de fora. E aí o gerente me chamava para conversar, a gerente, né? Pô, Bruno, tem aqui, ó, É uma dívida sua de X mil reais, vou fazer um negócio para você, hein, coisa fina. Eu vou descontar tudo daqui, vou amortizar, vai ficar uma parcelinha, sou brega, e aí você vai ter mais crédito. Eu falei, nossa, estourei!

LLLeo Lopes

Mentira, eu fiz isso 5 vezes renegociando a dívida por um valor maior, né, e pegando crédito e aumentando o tamanho do buraco. Ricardo, né?

BFBruno Fernandes

Não, foi uma treta gigantesca. E aí depois de muito tempo fui conseguindo acertar.

LLLeo Lopes

Mas a minha pergunta é a seguinte: isso foi só para você gastar com coisa que você queria? Você nem tava comprando um carro em terreno, investindo no negócio, nem era isso? Era só comprando porcaria?

BFBruno Fernandes

Nessa época eu tava abrindo um negócio, que daí eu vendi meu carro, que daí eu perdi uns R$40 mil, que foi para abrir uma empresa que seria tipo a Natura de creme, perfume, só que seria de roupa. Falei, bom, não tem como dar errado, ninguém anda pelado, pô.

LLLeo Lopes

É porque o empreendedorismo é assim mesmo que a gente planeja as coisas, né? É exatamente assim que funciona, né? Ninguém vai andar pelado, então não tem por que dar errado.

BFBruno Fernandes

Você só vê benefício, você não vê nada que pode dar errado. E aí a franquia que eu ia abrir, que seria em torno quase R$500 mil, R$400 mil, deu errado antes de eu abrir. Então quando eu vendi o carro para investir, eu já não tinha dinheiro porque já não tinha outra conta. E sabe, uma coisa em cima da outra desbagaçou tudo de uma vez. Só que aquele, aquela história de que deu errado para dar certo, porque se tivesse dado certo, eu tivesse investido R$400 mil na franquia de alguma forma, tive sociedade, não é o maior eu teria uma dívida ainda maior.

Então deu certo dando errado. E aí nesse meio tempo fui continuando, fui trabalhando. Aí tive que, numa época, você comentou de guitarra, foi essa época que eu tinha essa, não era Wolfgang especificamente, né, mas era uma Music Man igual a do Van Halen. E aí, pô, Uma baita de uma guitarra na época, tinha saído muito barato comprando no eBay também, ganhei da minha ex. Minha ex fez alguma coisa de bom. E aí, meu, devendo aluguel, o pessoal me cobrando, enchendo o saco, querendo me despejar porque eu tava devendo 3 meses só de aluguel.

LLLeo Lopes

Porra, seu Madruga, né, viveu muito mais.

BFBruno Fernandes

E aí eu falei, bom, meu pai era, meu pai era meu fiador, pô. Não sei nem como que ele topou isso. E aí meu pai sendo meu fiador, o povo cobrando ele, eu falei, já sei. O ego do ser humano lá em cima. Falei, não, não vou dar o braço a torcer, vou vender tudo. Porque daí eu vendo caixa, vendo guitarra, vendo, tinha uma PRS linda, pô, vendo tudo. Já pelota no aluguel aqui, porque eu não vou voltar para casa do meu pai com cara de idiota, né?

Aí passou um ano, eu voltei com cara de idiota e sem nada. Então não adiantou muita coisa. E aí foi quando fui na casa dos meus pais, né, com rabinho entre as pernas. Falei, bom, quer saber, eu não tenho mais nada a perder. Eu vou para cima do stand-up, eu vou fazer alguma coisa. Aí eu comecei a ligar nas casas de comédia que eu sabia que existia e fui. Hilários, haha.

LLLeo Lopes

Isso foi por volta de que ano, mais ou menos?

BFBruno Fernandes

2020, especificamente.

LLLeo Lopes

Ah, 2020, logo depois, no início da pandemia, caralho.

BFBruno Fernandes

20 de novembro de 2020. Eu fui para casa dos meus pais em março de 2020, dia 30 de março. Que aniversário do meu pai é dia 28 de março, né? Então eu fui no dia 30, aí que a pandemia aconteceu. E aí eu tive um belo timing de escolher fazer stand-up na época que tava tudo fechado. Mas ainda assim eu consegui começar o stand-up. Minha primeira apresentação foi no dia 6 de dezembro de 2020 e foi já direto num bar que existia e parece que dá para voltar, o Cabral. Em São José. E aí foi com a Narcisa do SBT, o Thiago Barnabé.

LLLeo Lopes

Ah, sim.

BFBruno Fernandes

Então eu fiz abertura do show dele. Só que na minha concepção, aí assim, isso de 2013 a 2020 foram 7 anos me dedicando a crescer. Então eu passei por muito B.O., resolvi muita coisa, criei muito problema da mesma forma. E também me desenvolvi muito. Então eu tive muita palestra, muito evento, tive evento com Robert Kiyosaki, com o Joe Maxwell, Bernardinho. Então o Capitão Nascimento, Paulo Storani, que foi o cara que inspirou, né, tive treinamento com ele acho que 2 ou 3 vezes.

Então assim, eu fui virando uma máquina de resolver problema e sem filtro. Então eu cheguei para poder fazer stand-up Tipo, o que que precisa fazer? Eu já sei falar, eu não tenho mais vergonha, eu já perdi a timidez, já me desenvolvi. E quando eu comecei a empreender, eu tinha na minha cabeça que, bom, eu vou fazer porque eu sei de onde eu tô saindo. Então ninguém que falar para mim que não dá é verdade, porque se eu fiz, qualquer um pode fazer.

Então eu falei, eu vou ser uma referência para mim mesmo e para alguém que consiga entender isso. E fui. E aí quando eu falei com o Léo, que é o sócio do Hilários, né, o dono basicamente do ex-Hilários, né, porque agora já foi para o saco também, né. Só que ainda não tinha Hilários de São José, necessariamente. Beleza, porque o Hilários hoje tá em Santo André, Campinas, São Paulo, e tinha em São José dos Campos, né.

LLLeo Lopes

Isso é, fechou recentemente, né.

BFBruno Fernandes

Fechou recente, virou seu palco bar, cara, que ainda é do Michel, né, que ainda tem shows de stand-up, mas agora uma vez por semana, porque daí não fica com aquele compromisso de ter sempre show de stand-up, dependendo de público e do famoso e de como as coisas vão acontecer, que é bem puxado. E aí quando eu falei com o Léo, ele falou, ó, você tem que falar com o Michel, que daí o Michel que é o nosso produtor. Falei, bom, vou falar com ele então.

E aí eu falei, Michel, tudo bem? Pô, vi que você vai estar em São José. Isso era 1º de dezembro. Eu falei com ele dia 28, dia 1º eu sabia que ia ter show do Michel nesse Cabral aí. E eu em Caçapava falei com o Michel, falei assim: Michel, eu falei com o Léo, ele falou para falar com você. Eu vi que você vai ter show em São José, eu posso conversar com você pessoalmente? Eu já vou estar por São José já. Ele falou: claro, pode vir.

Eu tava em Caçapava e tive que emprestar dinheiro para ir para São José. Aí fiz, fui, conversei com ele, vi o show. Ele falou, você já tem texto? Eu falei, já. Porque quando você começa na comédia, você acha que você fala, meu, é uma hora de apresentação de cada um, pô, já que os especiais tem uma hora. Doce ilusão, porque uma coisa você fazer a pessoa rir durante 5 minutos, que todo mundo pensa que, nossa, é muito rápido, só que é 5 minutos de pura Magia, entretenimento, entendeu?

O lado bom, o lado ruim, porque pode ser uma bosta. Só que o cara que tá começando, ele não tem essa noção. E aí foi quando ele falou, ah, bom, tem que testar então.

LLLeo Lopes

Você não tinha feito open mic ainda? Não tinha nada.

BFBruno Fernandes

Minha carreira no stand-up, por assim dizer, começou de uma maneira muito positiva. Eu considero muito privilegiado Porque quando eu falei com o Michel, ia ter um show dele com o New Agra e o Eros Prado em Jacareí. E eu falei, bom, já que vai ter o show, eu posso fazer? Aí ele, pode. Só que eu vi que ele ficou um pouco receoso de ser meio traumatizante, porque, pô, os três têm facilidade com a comédia, já sabe se apresentar, sabe as técnicas de como fazer rir, tem piada boa.

Já da televisão, Eros Prado do Pânico e tal. Falei, bom, é, o seu menino se lascar aí, paciência. Ele falou, não, pode ser, tá bom. E aí era para ser a primeira vez, só que a primeira vez foi com a Narcisa, dia 6 de dezembro. Esse show na verdade foi dia 10 de dezembro. Então dia 6 eu fiz com a Narcisa, dia 8 eu fiz com o Marco Cirilo. Que daí assim, se eu já falava que fazia stand-up porque eu dava treinamento, a gente contava piada, depois que eu fiz o primeiro, realmente eu era comediante, já tava abraçando a causa.

LLLeo Lopes

Escola Narcisa não foi nem open mic, foi já abertura direto, então não teve aquele esquentinha que geralmente, para quem não sabe, o humorista que tá começando, ele, ele testa, né, assim, ele faz um texto e testa numa noite de open mic, que é onde abre, né, para para alguém da plateia, alguém que tá querendo começar, né?

BFBruno Fernandes

São 5, 10, dependendo.

LLLeo Lopes

E você não teve então?

BFBruno Fernandes

Não, eu fui no pelo, valeu. Só que assim, como eu já tava passando esse texto como se fosse um show, a hora que eu fui chamar, foi o Beto Oliver que fez esse esquenta, né? Porque eu não tinha feito, ele fez, me chamou. Aí era para eu chamar Narciso. E aí a hora que eu chamei, dou microfone, o Thiago Barnabé falou, espera aí que ainda não e tal. Falando como narcisa, né? E aí vem aquele climão de tipo, cara, você vai ficar em cima do palco parado assim, ó?

LLLeo Lopes

É verdade. Eita, eu continuei falando.

BFBruno Fernandes

Eu acho que eu tenho isso daí gravado, deve estar no YouTube de maneira privada, né?

LLLeo Lopes

Mas devo ter.

BFBruno Fernandes

Eu vou ver se eu posto, verdade, vou ver se eu Isso daí, como dá para fazer um Reels aí, um TBT e tal, é fazer um react.

LLLeo Lopes

React, isso é muito bom. Agora, Jesus, tem conteúdo, agora você pode fazer conteúdo reagindo.

BFBruno Fernandes

Agora eu posso. Na época ninguém sabia o que eu fazia stand-up, porque o que eu entendi, o pai e mãe ele sempre planeja uma vida para o filho. E como tudo que eu falava para o meu pai, minha mãe, eles falavam, não, tá louco, não, tá louco, não. Eu falei, eu vou fazer o contrário, eu vou começar, aí eu vou falar que fiz. Eles não vão ter o que fazer. Tanto que foi batata. Quando eles me viram, falaram, o que você tá fazendo? Pelo amor de Deus.

Aí tipo assim, puta, a cagada já tá feita, ele já foi, já foi feito. Então assim, eu aprendi nesses 7 anos trabalhando com venda e tal a aprender muito rápido. Então quando eu fui fazendo os shows eu fui pegando os toques com o pessoal. E aí assim, o público da Narcisa, o público do Marco Cirilo, outros públicos. O público do Eros Prado com o New Agra e com o Michel lá, outro público. Aí depois eu já fiz com o Rodrigo Castro, outro público.

Então eu fui aprendendo muito. O que que você achou? Ele falou, tem que fazer assim, curtar mais o tempo, tem muito ainda tom de palestra, tem que dar uma enxugada. Aí, como foi muito intenso, eu fui aprendendo muito rápido.

LLLeo Lopes

Entendi.

BFBruno Fernandes

E aí, pô, em um ano eu tava gravando com SBT, com a Eliana, com o Tiro Livre e tal, porque eu me dediquei realmente assim. Era o que eu sempre sonhei em fazer, mas eu fui deixando de lado naquela história de, tipo, minha mãe falava, faz o que dá dinheiro, depois você faz o que você gosta. Eu nunca vi nada dando dinheiro, mas segui ainda assim, segui, fui achando que era isso.

LLLeo Lopes

Uma, então aquela vez que eu te conheci, eu meio que testemunhei parte desse processo, né? Porque tem uns 4, 5 anos já, foi lá 2021, foi o show do New Agra no Hilários, né? Foi a primeira vez que ele tinha ido lá, e na época que ele bombava no YouTube, né? Então ele bombava no YouTube, eu e Nath, a gente adorava, uma época que a gente acompanhava, nossa, toda noite a gente assistia, assistia muita coisa de stand-up e tal, porque a gente tem muito amigo desse meio, né?

O Radiofobia, como eu falei, começou com o Japa, e a gente tem a nossa série aqui de comediantes. Praticamente todo mundo que você citou aí já gravou aqui com a gente. O Eros gravou na minha casa quando eu morava no apartamento aqui, quando ele veio fazer show em Serra Negra. Eu fui receber ele, levei a galera para comer um lanche aqui, que eu sou amigo do cara que produziu o show dele aqui. Ele gravou o Radiofobia sentado comigo aqui do lado assim, gravando o programa.

Então Toda essa galera, não era, essa gente boa para caramba. Digão é um irmão que a vida me deu, que, cara, não conheço pouca gente tão generosa e legal como é o Digão e tal. Então assim, a gente tava ligado, sempre ligado, né, na galera do stand-up. Quando a gente começou a ir lá no Hilário, isso foi o primeiro show que a gente foi, e a gente queria ver o Nil, que eu não conhecia. E aí você fez a abertura lá, eu falei, cara, esse menino é bom, cara.

E de lá para cá a gente que eu comecei a acompanhar e tal, né? Então assim, eu testemunhei esse começo que você tá falando.

BFBruno Fernandes

Foi exato. E é legal assim, eu já tive contato com outras pessoas também, né, que me viram em alguma abertura, algum bar, porque assim, pô, se for somar todo mundo, todas as pessoas eu já me apresentei, é muita gente. E quando entra no palco, a gente não vê quem tá na plateia, é muito difícil.

VEVictor Estácio

Sim.

BFBruno Fernandes

E às vezes alguém troca uma ideia, interage no Instagram, eu tenho a memória boa, às vezes eu acabo lembrando Mas igual no show do Pedro Letícia, falou assim, cara, eu tava no seu show. No meu show? Ah não, com o Nil Agra. Falei, nossa, mas faz um tempão que eu não vejo nem o Nil Agra. Então, pô, deve fazer muito tempo, sabe? Faz sentido, tá? Até a gente conversou do Gaveta, né, que você falou, não, Gaveta fazia com as coisas com ele, com o Azaghal, né, o pessoal do Jovem Nerd, que eu edito lá o podcast.

E aí eu falei, puta, que da hora, porque o mundo é muito pequeno, pô, o bagulho é muito louco. Então assim, a música, ela durante um tempo eu larguei mão porque eu tava nessa ideia de empreender e me dediquei absurdamente para poder dar certo e fui deixando de lado. Cheguei a ter banda e tal, mas foi quando eu passei por essa experiência de ter realmente negócio quebrar, falir, me ferrar e tudo mais, que eu falei, bom, Não, agora eu vou ter um projeto meu que aí sim eu vou conseguir fazer acontecer como um negócio.

Questão de posicionamento, marca, cor, onde vai tocar, o que que vai comunicar, como que vai fazer para sair dessa ideia de que músico é, pô, só toca em boteco, bar, e não consegue ter sucesso, né? Uma coisa é você ter fama, fama, sim, favorece você ter sucesso. Outra coisa, você ter sucesso e talvez não ter fama, que tem muita gente que vive de música mas não é conhecido, não é famoso. Então tem muito disso, né? E aí eu tava já desfreado para fazer acontecer.

A banda tem 3 anos agora completados, pô, a gente abriu já para Malta, Curitiba, Rio Grande do Sul, tá para ir agora em primeira mão, hein? Outubro agora a gente vai voltar para o Paraná, Santa Catarina, e vai para o Rio Grande do Sul.

LLLeo Lopes

Olha que legal!

BFBruno Fernandes

Então mais um estado fez show com Titãs aqui, Biquíni Cavadão no aniversário de Caçapava, a Malta em Curitiba no Hard Rock Café, de Iandema. Porque assim, a gente comprimiu o tempo na intensidade de trabalhar. Então, cara, é puxado.

LLLeo Lopes

Sim.

BFBruno Fernandes

Ah, pô, do nada não, pô. É puxado para cacetas, sabe? Mas é algo que quando eu comecei a fazer o que eu gostava de fazer, igual tá, você ganhou 2 anos de programa, só que você gosta do que você faz, né? Já tá habituado. Então tudo isso é gostoso de estar construindo. Claro, é o protagonista, né, da sua vida. Assim, tem custo, óbvio, mas Pô, vale super a pena, é muito bom. Essa semana eu vou estar com o Cambota quarta e quinta de novo.

LLLeo Lopes

Olha aí que legal!

BFBruno Fernandes

Aonde? No seu palco em São José.

LLLeo Lopes

Vai fazer show lá agora? Ele vai lá para o seu palco? Ó, que legal, cara! Eu não sabia que lá. Então, porque eu fiquei sabendo que fechou o Hilário de São José dos Campos, né? Inclusive voltei hoje de lá. Eu passo agora, né, quem me acompanha aqui sabe que, né, eu casei, o Nath, a gente mora lá, mas eu tenho ainda também meus filhos aqui, pai e tal, Quinze de Janeiro e o estúdio. Então eu fico duas semanas lá, duas semanas aqui.

E aí, sabendo lá que fechou, não sabia o que que ia estar rolando nesse lugar agora que abriu. É legal que a gente fica de antena ligada também para quando tiver show e tal, para continuar acompanhando lá.

BFBruno Fernandes

Você vai lembrar, na época, o Hilário, você tava assistindo o show, aí chegava o garçom para poder cobrar.

LLLeo Lopes

Isso, isso começou É, no final, é isso, a pessoa não levantar embora sem pagar, né?

BFBruno Fernandes

Exato. Agora sim, o garçom só fecha quando você quiser ir embora de fato. E quando acabar o show de stand-up, por exemplo, você pode ficar lá bebendo e comendo até rachar, né?

LLLeo Lopes

Então você acabava tudo, tudo era medido pelo show, né? Era tudo pelo show, né? Era, começava o serviço um pouquinho antes do show e acabava antes do show acabar. E também era chato isso, né?

BFBruno Fernandes

Pô, não, e aí assim, para quem já foi no show de stand-up, né, você tem que ver o show e ouvir o show. E aí o garçom entra no meio da piada que você vai entregar, e às vezes tem que segurar, porque senão você entrega e ninguém viu, e só faltava você falando. Você vê a piada bater na parede, que a gente chama, que ela vai embora assim, ó.

LLLeo Lopes

É horrível.

VEVictor Estácio

É sim, meu amigo, uma derrota para o garçom, né?

BFBruno Fernandes

É, não é, com certeza, né? Ele conseguiu fazer o dele e nós não, né?

LLLeo Lopes

E o humorista não. Eu lembro que quando a gente foi também no show do Gui Preto, Gui Preto teve também lá no Hilários, e tanto que depois a gente gravou aqui o Rádiofobia lá depois do show. Eu e Nath, a gente não queria, porque olha minha cara, né? Tem muita cara de que se eu sentar, vou ser âncora do humorista, né? O Se o cara já, às vezes o cara me conhece já, às vezes o cara não me conhece, mas eu viro referência, né, com essa cara, gordo, escada, careca, bigodudo e tal, não sei o quê, vai virar, né, cara, ou pelo, por ser gordo e tal.

E aí o Gui, quando a Nath, que ele puxou alguma coisa da Nath e tal, aí ele virou assim, peraí, eu te conheço, tu não é o cara do Rádiofobia? Depois acabou o show. Então, mas aí depois ele pôs no final falando assim, falou assim, ó, eu vou, falou assim, eu vou acabar aqui as piadas logo porque daqui a pouco os garçons vão começar a cobrar conta e eu não quero perder meu texto.

BFBruno Fernandes

É isso, exato. A dinâmica é justamente isso, a dinâmica toda em cima dessa, né, cara?

LLLeo Lopes

Pô, que legal, cara, que foda, cara. Então quer dizer que você conhece toda a galera do meio musical aí também, né, do Vale, né? Você deve conhecer, quem eu tô acompanhando muito também, que eu gosto muito deles, inclusive eles abriram o show do Paralamas na Arena Farmaconde começo desse ano, os meninos do Geriátricos, cara, são muito bons, cara.

BFBruno Fernandes

Galera do Geriátricos, não dá para chamar de meninos, né, Léo?

LLLeo Lopes

É, eu posso, né? Eu posso, eu posso. A véia, né, Dona Celeste, né? Jean, querido, é um cara muito gente boa. Ele canta, fazer aquele, ele fala falando aquele falsete, né? Aí chega uma hora, ele vai tocar a música do Seu Jorge.

VEVictor Estácio

Uou!

LLLeo Lopes

Ele manda aquele gravão, ele tem um puta de um gravão. Uou! Vai no cabeleireiro, ele passa do meu lado sem estar de véio. Não sei quem é, você não sabe quem é. Então é, inclusive é um cara mistério, viu? Porque ele apagou todos os que eu fiz dele antes de ser véia da internet. Não existe na internet imagem dele sem estar caracterizado de véia do Geriátrico.

BFBruno Fernandes

Tem do Patati Patatá e não tem, não tem, cara, não tem dele.

LLLeo Lopes

Acho que tem dele tipo jovem, mas assim, qual Patati Patatá?

VEVictor Estácio

A pedra fundamental é porque tem o Patati Patatá da franquia.

LLLeo Lopes

Exato, tem os Não, não, não, não, o Patati Patatá, Patati Patatá, que tem a franquia, é o Real Oficial, @realoficial.

VEVictor Estácio

Não, mas é porque Patati Patatá virou uma franquia, né?

BFBruno Fernandes

Tipo, tem vários palhaços por aí. É verdade, mas eu tenho todo um grupo de, tem só maluco lá, o Vinheteiro, Maurício Meirelles, nossa, Eu nem participo muito porque os caras são muito extremos.

LLLeo Lopes

Do que, no WhatsApp?

BFBruno Fernandes

É. E cara, é o Patatá, o Patatá tá lá. Olha aí, olha aí, uma coisa puxou a outra que eu vi o cara, tem perfil aí no perfil deles de pessoa física, o pessoal comenta lá o Patatá, não sei o quê, é o Patatinho.

LLLeo Lopes

Eu vou falar para o Digão te acrescentar no nosso grupo grupo do WhatsApp. A gente, não sei se você sabe, a gente tem um grupo que é só pode falar de Faustão. Já ouviu falar desse grupo?

BFBruno Fernandes

Não, eu tive um desse de Silvio Santos.

LLLeo Lopes

É de Silvio? Vamos fazer outro, vamos fazer outro. A gente tem um, cara, eu nem sei como que eu fui parar nesse negócio. Fodigão que me colocou, ou é de Gama, muito tempo depois que a gente gravou com eles aqui, tá? Que o Morgado, sei lá, que era até hoje Gente, tá lá parado o grupo, 4 meses parado. Aí daqui a pouco, 2 horas da manhã, dia seguinte, você acorda, tem notificação, 40 notificações. Aí assim, eita, é verdade, é às 7:37, meu.

Ah lá, a partir de agora. Aí começa, um começa a puxar o outro, cara, mas todo mundo nego maluco de pedra.

BFBruno Fernandes

E só frazinha, nada.

LLLeo Lopes

Não, não, só, só é, quer ver? Ó, só pode falar de Faustão. Última mensagem foi no dia 29 de julho. Aí puxou aqui, ó, Daniel Pinheiro, que é outro marginal também, né? Aí mandou aqui: a partir de agora vem Fábio Gueré, aí o Elidio, Tuca Graça, Júnior Nanete, Luiz França, Rick, André Pateta, Alorino Júnior, Rodrigo Cáceres. Aí começa: é verdade. Eita, ó, é só coisa bosta, cara. Eu vou botar, eu vou falar para o Digo, vou botar você lá desse grupo, cara, porque esse grupo é muito— esses grupos são muito bons, cara. Esses grupos de—

VEVictor Estácio

falando em grupo, que teve aí a moda do grupo do assovio, né?

LLLeo Lopes

Como é que é? Nunca ouvi falar desse.

VEVictor Estácio

Não, tem um grupo aí de assovio profissional que o pessoal até briga.

LLLeo Lopes

Como é? Tipo, só pode assovio, mas tem que assoviar afinadinho?

VEVictor Estácio

Não, assovio. Aí tu manda um Wind of Change lá, pode mandar, tem que ver, pode mandar um Wind of Change, pode mandar um Guns N' Roses lá, mas é é só Assuviu. Inclusive tem uns áudios aí que o cara fala alguma coisa e o outro vem esculhambando: porra, tu não deixa aqui, ó, aqui é só Assuviu profissional, não pode falar. O pessoal brigando, maravilhoso, cara.

LLLeo Lopes

Os grupos que eu participo da Gaita não são tão rigorosos quanto esse do Assuviu.

VEVictor Estácio

É, não, não, não, não, tem uns áudios do cara dizendo que, ah, se tem um Assuviu aí, tem que melhorar muito para estar aqui no grupo. Cara, porque eu tô falando isso? Porque o Bruno, enquanto comediante, enquanto músico, corre o risco dele tá num grupo onde tem Pepe e Neném.

LLLeo Lopes

Aí, olha aí, esse grupo aí, o Estácio, o objetivo dele é que eu faça um dia um Radiofobia Classics Pepe e Neném. Eu vou fazer ainda um dia só para te fazer feliz, Estácio, pode deixar. Esse mês agora é Rolling Stones, vou quem sabe o próximo especial, não seja PP nem NLZ. Hoje melhora, né? É, vai melhorar. Ô Brunão, e você falou que teve várias bandas antes e tal, né, no meio que você cresceu com a música, influenciado pelo teu pai, pela tua família e tal.

Essa banda que você tá agora, que inclusive eu tô acompanhando lá no Instagram, fica aí o link para quem tá aí na postagem do episódio, A Definir, com dois RSFs, a Definir, que é a portuguesação de uma frase em inglês que é a Definir, né? A Definir, né? Explica como foi aí a formação dessa Definir. Muito legal.

BFBruno Fernandes

Isso aqui é um porta-paletas, mas é um adesivo da banda. Então, a Definir e a Definir, meteu esses dois nomes de um só porque a pronúncia de fato é igual.

LLLeo Lopes

A mesma. E quem é essa galera? Como é que vocês se juntaram? E porque assim, pô, vocês estão tocando, eu tô vendo ela quase todo fim de semana, tem uma apresentação e tal, pô, bem bacana, cara.

BFBruno Fernandes

A gente, depois de eu tentar montar de novo banda com amigos e próximos, ninguém queria montar banda comigo. Eu chamei meu pai, meu pai falou, não, vou mesmo.

LLLeo Lopes

Bobagem.

BFBruno Fernandes

Meu pai, pra vocês terem ideia, quando eu fui fazer stand-up, ele foi ver meu show um ano depois que eu comecei a fazer, porque eu contratei ele pra fazer o som.

LLLeo Lopes

Muito bom.

BFBruno Fernandes

E ó, por isso que eu falei, eu não fui educado, eu fui forjado, entendeu? Não satisfeito, meu pai ainda falou assim, tem que sair eu, tem que ser eu, eu não posso indicar alguém pra fazer não. E cara, qual que é? Olha, olha, Bruno, é só vida.

VEVictor Estácio

Eu sou fotógrafo, né? E eu tenho assim dois empregos. Eu sou fotógrafo e tenho uma escola e fotografo na escola que eu tenho, sociedade com a minha mãe, há uns 15 anos, entendeu? Só que em Belém, Belém do Pará.

BFBruno Fernandes

Caraca!

VEVictor Estácio

Aí, aí Pô, aí comecei o negócio de fotografia. Eu já fotografava na escola muito tempo. E aí uma vez a minha mãe entrou eu editando uma foto aqui, ela olhou assim para foto, e já tinha fotografado universidade, coisas grandes assim, feito campanha. Aí ela entrou aqui, olhou para foto, disse: nossa, meu filho, parece profissional.

LLLeo Lopes

Mas é, eu tenho 20 anos de carreira como profissional da voz, DRT radialista de 2000. E dezembro eu terminei o curso, 2005, tirei minha DRT em 2006. Trabalho com isso, tenho microfone tatuado no braço, meu brinquedo preferido é tudo som a vida inteira. E é isso que eu faço. Primeira vez que a minha mãe me ouviu num programa, isso num passado pouco recente, falou assim: nossa, Nossa, meu filho, que legal isso que você tá fazendo, né? Parece até que é locutor.

BFBruno Fernandes

Ô, minha mãe, eu já tenho conta, né?

LLLeo Lopes

Que isso, parece até que é locutor. Mas então, como eu vou dizer que, né? Tá bom, obrigado, é um elogio.

BFBruno Fernandes

É só aceitar, né?

VEVictor Estácio

Aceita que é um elogio.

BFBruno Fernandes

Eu morava do jeitinho dela, né? Um jeito diferente, né? Inusitado, né? Podia elogiar menos, né?

LLLeo Lopes

Nossa, mas é tão— parece até aqueles locutores que falam no rádio. Mas não sei se você sabe que é isso que eu faço para viver.

BFBruno Fernandes

Já aconteceu. Eu morava na rua da casa da minha avó, né? Quando eu voltei a morar em Caçapava, porque assim, eu morei em Caçapava, fui para São Alura dos Campos. Fiquei 11 anos, dos 4 aos 15. Voltei para Caçapava, fiquei dos 15 aos 24, a 25. E aí eu fui morar sozinho dos 25 aos 30. Aí eu fui convidado a me retirar e voltei a morar com a minha mãe. Mas nessa época que eu morei em Caçapava, minha avó ia levar as coisas em casa e tal.

Falou, Bruno, você viu que a GM tá contratando? Legal, legal. Você não quer mandar um currículo lá não? Só para ver como é que é. Eu já sei como é que é, eu já não quero, por isso.

LLLeo Lopes

Exato, acabou.

BFBruno Fernandes

Então assim, é, falei, eu fui forjado. E aí o lance da banda veio com essa ideia de, pô, você tenta montar a banda, os cara não, não quero, não dá tal. Eu falei, irmão, quer saber, eu vou fazer uma banda com que eu não conheço, vou atrás, sei lá, vou dar um jeito. E aí foi um amigo, o baixista eu já conheço, né, da banda, já conheço desde moleque. Meu pai tinha uma banda de igreja com a mãe dele, eles tocavam em evento, tocava em igreja, encontro de casal, tal, grupo de oração.

E eu conheci ele, ele tinha acho que 14 anos, 12 anos, eu tinha, meu pai tinha uma banda Com a mãe do amigo. É?

VEVictor Estácio

Ah, tá, porque eu pensei que era com a tua avó. Meu pai tem uma banda com a mãe dele.

BFBruno Fernandes

Imagina, eu boto o Bruno lá. E aí foi, conheci ele bem novo assim, só que daí foi para um lado da música, foi para o outro, e eu gostava do jeito que ele tocava. Falei, bom, um dia vamos montar a banda. Ele falou, vamos. Aí ficou nessa e nunca montamos. A gente fez um ensaio uma vez com outro baterista, não rolou, foi só para curtir assim, né, tipo tirar foto à toa, você sai, blá blá blá, sabe, ver como é que é. E aí foi quando eu falei, vamos montar uma banda.

Aí um amigo que tocou comigo na ITEP numa apresentação, ele tava tocando num bar assim, eu vi um cara tocando bateria e falei, pô, vou chamar ele para tocar. Aí ele achou que era para ser só tipo cobrir uma data e tal. Falei, não, quero montar um projeto para levar a sério, fazer acontecer e tal, tal, tal. E aí ele falou, beleza, legal, vamos para cima. Daí fui montar o baixista, ele não conseguiu. E aí foi quando a nossa primeira apresentação seria no aniversário de Caçapava, para chegar no nome da banda, né?

E aí chamaram para tocar no Abril Musical, que ia ser no dia do aniversário de Caçapava. Que é um evento que tem desde 80, eu acho, 79, sei lá. E aí tem muito tempo. E aí eu falei, bom, eu vou, vamos tocar, vamos. E o nome? E aí a gente vai, eles já falam isso para o contratante lá. Falei, cara, e aí a gente define qual o nome? Falando, vou definir então, então vamos definir. Aí tu vai ficar definido, então coloca definido. Aí os cara, a Def parece surdo.

Surdo. E o nosso baterista é surdo, né? Então ele é surdo de um ouvido, ele nasceu mono.

LLLeo Lopes

Nasceu mono, é muito bom.

BFBruno Fernandes

E aí foi nessa que a Defini, só que coloca com dois Fs para ser como se fosse um nome próprio. E aí até montar o logo era um símbolo da surdez primeiro, né? Porque ela Defini seria tipo um surdo E depois que a gente mudou, fez toda uma concepção de imagem.

LLLeo Lopes

O baterista é surdo de ouvido, nasceu mono. Para mim é a melhor piada até agora.

BFBruno Fernandes

E aí a gente não tocou, a gente foi subir para o palco, chegou a polícia, falou: não, não, acabou o evento, acabou, deu 10:02 aqui, acabou. Não, mas acabou. Me frustrei, confesso, fiquei meio chateado, meio chateado, mais ou menos, mais ou menos. Daí foi Isso foi abril, maio, junho, julho. 3 meses depois a banda conseguiu fazer a primeira apresentação. E aí foi em São Paulo, na Tom Tom Music Jazz. Depois foi no outro evento em Caçapava.

Aí as coisas foram tomando forma e foi se estabelecendo. Daí a gente já tava com outro baixista, que hoje ele tá tocando em cruzeiro, viajando o mundo, né? Que é o que ele tá legal também. Maneiro. Então aí é isso, foi ainda assim tudo muito rápido, que daí a gente tocou no Montem Fest, aí passou de julho, novembro, outubro, novembro, a gente já tava fazendo abertura para o Titãs, sabe? Porque foi essa correria de tipo, cara, eu vou botar todos os meus conhecimentos comerciais para fazer as coisas acontecer.

Aí aí para cima, fechar a data, parceria. Hoje, né, a gente tem bastante parceria, bastante patrocínio, muito apoio. Então, por eu ter um canal no YouTube que eu também crio conteúdo para esse lado musical, comunicando através do humor, faço review de equipamento. Tem gente que manda pedal, manda amplificador, eu ganho algumas coisas.

LLLeo Lopes

Link inclusive na postagem do episódio para quem trabalha com música, seja amador ou profissional, tem que acompanhar lá porque assim, é uma coisa é você ouvir às vezes o conteúdo de alguém que tá fazendo review de uma parada que não sabe o que tá falando. É muito o que mais tem no YouTube, né? Tem bastante outra coisa. E aí eu e o Estácio, a gente, né, tanto no áudio como na fotografia, nós somos dois caras que consomem, consumimos muito conteúdo de review de equipamento e tudo, né?

Então agora mesmo eu tô lá no apartamento em São José, é drogas pesadíssimas. Eu tô agora no apartamento lá em São José montando meio que um estúdio 2, né? E aí eu tava querendo ver um microfone, que aqui eu tenho SM7B. Aí, puta, eu fui para Belém em março, tive com o Estácio lá em Belém. Eu nunca tinha usado o SM57. Aí, puta, microfonação, o microfone que, puta, é só o microfone de todos os presidentes da Casa Branca dos Estados Unidos desde 65, quando foi criada aquela porra.

E com uma equalizaçãozinha mínima ele fica igual esse daqui, por $100, né, que custa. É tanto que onde mais é utilizado para poder gravar guitarra, é então para instrumento, mas para vocal ele também é muito bom e ele é super versátil, né. Então assim, eu vendo conteúdo e tal, aí a gente consome muito isso, né. E eu tava vendo lá o teu canal, cara, pedal, amplificador, efeito. Então a galera que tá aí que gosta de música é obrigatório seguir, o link tá na postagem do episódio, o canal do Brunão lá no YouTube, cara. É, gostei demais do conteúdo.

BFBruno Fernandes

É, já fica até um convite para a gente conseguir fazer agora uma parte minha entrevistando vocês, que é a ideia de que eu tenho dentro do meu canal essa parte de review e tudo mais, que eu ainda dou alguns toques sobre posicionamento de músico, de banda, de como fazer o negócio acontecer realmente de maneira profissional. E tem também aí, até tem algumas bandas que eu já presto mentoria, bacana, bacana, tanto presencial quanto por internet, né?

Favorece bem a comunicação, com certeza, porque as pessoas não sabem muitas das vezes o mínimo. Isso, as pessoas acham que ser talentoso é o suficiente, tocar bem é o suficiente, e pô, tá muito longe de ser isso daí, sabe? Tá muito longe. E aí o convite fica para poder a gente conversar no meu outro quadro que é o Empreender é Arte.

LLLeo Lopes

Excelente. A hora que você quiser, só marcar.

BFBruno Fernandes

Da voz, foto, que, cara, é você transformar algo artístico em dinheiro. Porque todo mundo fala, vou viver da minha arte, tá? Mas você vai viver de igual planta, vai fazer fotossíntese? Dinheiro que é good não é no heaven. Exato.

LLLeo Lopes

Money que é very good. Ensinar no heavy.

BFBruno Fernandes

É isso aí. E aí eu entrevistei o Pedrone da Marca de Pescadores, é, Artstone. Tô em contato com o pessoal da Tajima também para poder gravar com eles.

LLLeo Lopes

Maneiro.

BFBruno Fernandes

Os cabeças da Tajima tava no evento da Tajima ontem em Campinas. Amanhã vai sair, você falou do Paralamas, também vai sair o meu episódio com o Alexandre do Wire, que é o guitartech do Ébert Viana.

LLLeo Lopes

Ah, excelente!

BFBruno Fernandes

E ele já trabalhou com Lulu Santos, trabalhou com NX Zero, Rapa, Marcelo D2. Então assim, é um cara também que, pô, ele tá trabalhando com uma das maiores bandas de rock do Brasil, maneiríssimo, mas ele não é famoso. Mas quer dizer que ele não tem sucesso? Então vocês sabem, a ideia do quadro é poder mostrar para as pessoas, para músico, para quem tem essa veia artística, de que, cara, é possível sim monetizar com o que você faz.

VEVictor Estácio

Excelente. Assim, Bruno, eu não sei por que a gente tem— eu ando assistindo muito conteúdo do Luide, né? O Luide que era lá do Não Salvo Não Ovo, e ele tem o canal dele de react, mas ele já fez coisa para caramba. Então ele comenta sobre essa produção de conteúdo, ele tem até um curso para isso, né, que acho que é Formando Creators, alguma coisa do gênero. Ele fala muito sobre isso e ele diz assim, cara, são duas coisas específicas, né, que é nicho.

Então a gente fala, por exemplo, dos dubladores que ficaram famosíssimos, né, no Brasil principalmente. A gente tem o Guilherme Briggs aí como expoente, pô, bicho. Mas tem uma molecada aí, tem uma menina, uma menina, é a Fê Dantas, que a arroba dela é @fedubs, que ela dubla os animes novos, bicho. Cara, é lotado, tipo assim, esses anime, anime com a amiguinha que tem eventos de bomba, é famosíssima no nicho muito específico.

LLLeo Lopes

É isso.

VEVictor Estácio

E essa galera, e essa galera da graxa também, o pessoal que é road, técnico de palco, essas paradas, é uma galera também que por conta da internet começou a ter uma relevância no meio da produção, que antes era só a galera que ficava atrás do palco e montava. E só quem tava no máximo numa feira de música é que conhecia essa galera, que se encontrava em aeroporto. Tem um amigo aqui em Belém, o Kleber, que ele é técnico de iluminação, na maior empresa que tem aqui, que atende Norte e Nordeste, né?

Então a gente viajava para assistir show, ia com Kleber. Toda vez que tinha uma parada, fazer uma escala, era um monte de banda de pagode falando, porque todo mundo conhecia ele por conta do trabalho dele de técnico. E aí com a internet veio isso, né? Tipo, essa galera aí que é mais do backstage fala do seu trabalho, fala do seu trabalho, e tem gente para ouvir.

BFBruno Fernandes

Tem gente para ouvir. E até esse lance do nicho, ele é tão forte porque assim, alguns vídeos, né, que eu aí, qual até o que que eu faço nessa parte de criação de conteúdo, né, que você comentou. Eu fui para esse lado do nicho música porque por mais que, pô, faz stand-up e tal, só que produzir conteúdo de stand-up bons o tempo inteiro É muito difícil, principalmente porque assim, eu não sou famoso igual Afonso Padilha. Ele, se quiser, cara, vou fazer um show aí, vou gravar o material, não cobra nada, só quero gente.

E mesmo se cobrar, vai ter gente. Então assim, é o acesso é diferente para gente que tá na outra prateleira, é muito mais difícil a questão de material. Vai fazer abertura assim, sei lá, com Albani, igual eu já Como que eu paro o show do cara? Falei, eu vou gravar meu material aqui, tá? Não, pera aí, não dá, não é assim que funciona. E aí eu falei, bom, então vou começar para o nicho. E fui testando e fazendo, rodando. E aí foi, bom, músico é o que funciona, só que eu vou comunicar de uma maneira que ninguém comunica, tanto os reviews quanto os shorts ou os Reels e tal.

E aí fui. E aí até faz uma semana indo para duas semanas que eu tenho postado vídeos todos os dias, 3 vezes por dia, de formas diferentes para comunicar com a minha galera. Então eu posto tipo meio da situação do meio musical, de quem conhece, não conhece, sabe do que eu tô falando, é uma parte mais negócio de como se posicionar, o que fazer, referência que eu tive na feira ontem, por exemplo, os BO que eu já tive com contratante.

Sabe, faço um negócio mais de conteúdo mesmo, e um outro conteúdo voltado para talvez parceiros, uma, um pedal, um alto-falante, alguma coisa para mostrar também uma outra vertente, mas ainda para o nicho música. E pô, tá indo super bem depois que eu passei a adotar isso daí. Você começa a comunicar com a galera certa. E aí faz uma diferença absurda, porque daí você vira um porta-voz dessa galera.

LLLeo Lopes

Com certeza.

BFBruno Fernandes

E é surreal, porque esse final de semana teve um evento aqui em São José dos Campos chamado A Hora do Rock. E pô, teve Bikini Cavadão, teve Paulo Ricardo, uma porrada de gente. Eu fiz um vídeo tirando sarro justamente do do guitarrista que vai no show. Aí todo mundo tá olhando para o Paulo Ricardo, bonitão, né, galã, e o guitarrista olhando para pedaleira do guitarrista.

VEVictor Estácio

Isso aqui em Belém a gente tem um nome que é secador. O cara fica olhando, fica olhando para ver quantas vezes o guitarrista que tá no palco vai errar, tirar foto da pedaleira do outro.

BFBruno Fernandes

Tenta ver o que o cara tá usando. E aí eu despretensiosamente, eu nem tinha marcado no vídeo o Ícaro, que é o guitarrista do Paulo Ricardo. Um cara comentou assim, ah, ele tá usando Kemper e tal, e será que é os pedais da Behringer? Daí eu marquei ele, falei, ó, não sei quem pode responder, ele. Mas eu nem sabia que ele ia ver. Ele viu, começou a me seguir e tal. Ele falou, Behringer nem a pau. Puta, set fodido lá, é o cabral, tá usando um bag aí.

Comentou realmente, cara, o que tem de gente é, se o cara ainda tem um produto na mão e tá falando asneira, pelo menos ele tem um produto na mão e tá falando asneira com o produto. Sim, tem gente que tem o talento de falar de um produto que ele nem usou.

LLLeo Lopes

Não, mas é o que tem muito canal disso, o cara faz review do manual do produto, faz review usando imagem da internet.

BFBruno Fernandes

É absurdo, cara. Como assim? Tipo, pô, você viu, você chorasse, tem que ver o Titanic, pô.

LLLeo Lopes

Você tem que ter isso aí. É isso mesmo.

BFBruno Fernandes

O cara pega uma câmera lá, fala, tem essa Canon aqui que tira uma foto que é uma beleza. Mas cadê a câmera? Não, eu ouvi falar. É, não, tô fazendo manual dela, cara. Entrega muito.

LLLeo Lopes

Já arrumei as rolo, o cara fazendo react do fotógrafo.

BFBruno Fernandes

Seria mais justo, né?

VEVictor Estácio

Teve uma marca de câmera aí inclusive que fez uma propaganda dizendo, olha, você com essa câmera nova aqui vai tirar essas fotos aqui. E as fotos que estavam na propaganda eram IA.

LLLeo Lopes

Olha aí, tá vendo? Mas é que nem aquela, aquela grande, hein? É que nem aquela vez, não sei quem foi, foi qual foi a artista, Anitta, não sei, não lembro quem foi que tava tava fazendo propaganda na época do Twitter ainda, antes do X, fazendo propaganda, campanha acho que do Samsung Galaxy alguma coisa, e postando fotos maravilhosas no Twitter e tal. Só que o Twitter marca, né, a foto, ela escrito lá, como é que é, postado do meu iPhone não sei o quê, entendeu?

Então tipo, cara, não faz isso, né? Então não sei, não lembro o que foi, mas tinha muito lance desse. Então o cara pega, é pego no flagra, cara. Então não tem como. Quando você faz um negócio, né, que você, que nem equipamento, é uma coisa assim muito— a gente, por exemplo, eu sei que a gente tem essa característica em comum. A gente, sei lá, quando compra um equipamento novo, alguma coisa assim para o setup, a gente destrincha tudo que aquilo ali pode fazer, testa, estressa.

Se der errado, zera. Não, a gente, se der errado, zera para configuração de fábrica e vai de novo. Novo, né? Mas a gente estressa tudo, cara. Minha mesa, quando eu recebi, quando em 2023, a RODECaster, né, a Pro 2, que é a que eu uso aqui. Acabei de comprar uma Duo também, que eu quero botar no estúdio lá de São José. Quero usar uma Duo pequenininha para ter o mesmo setup, a mesma qualidade, tudo. Cara, eu estressei essa bichinha até fazer tudo, tudo.

Mas em compensação, se eu precisar montar um curso sobre como usar ela agora, Eu consigo, entendeu? Então é nesse nível que eu vejo o teu canal lá no YouTube, sabe? Você vai mostrar, é porque você já estressou, você já viu que deu errado, já viu, né? Isso aqui, ó, já fiz aqui uma vez. Putz, aqui não faz assim que isso aqui vai distorcer.

BFBruno Fernandes

E eu recebo que nem o Pedrone me mandou um amplificador. Eu tenho um amplificadorzão raiz com cabeçotão, vocês têm uma ideia que ele tá aqui, ó.

LLLeo Lopes

Pessoal, o amplificador Pedrone, você que tá ouvindo no áudio, vai lá em 1 hora e 15 de pouco, não, 1 hora e 15, 1 hora e 25 de programa, vai ver lá o belíssimo Pedrone, amplificador vintage maravilhoso, valvulado raiz, nossa, que delícia!

BFBruno Fernandes

Beleza, o jovem não tá acostumado com isso daqui. Não, o Jota tá acostumado a tocar de fone, não sabe o que acontece, não tem referência. Nunca, mano, virou os volumes e sentiu o falante cuspir som na cara dele, começar aquele, aquele negócio. Nossa, cara, tô acostumado aqui, meu Deus, porque o som alto, dependendo, dá, não ecoa no peito, não é? É exato. Aí, ó, o outro tá aqui perto. Aí ele me mandou esse daqui também, que é o slim daquele lá.

Ah, olha aí, é transistor e amplificador ao mesmo tempo para poder fazer o mesmo som e tal, a mesma característica. E aí, meu, eu toro o volume de uma maneira que eu já cheguei a usar o volume quando ele vai tocar. Meu pai hoje é o nosso técnico de som.

LLLeo Lopes

Olha aí, finalmente, né? Aí sim. Pô, olha aí o mundo como vai e volta.

BFBruno Fernandes

E aí às vezes a gente vai tocar assim, meu pai falou, não vai tocar nessa altura aí não, né? Essa altura eu tava testando em casa. Ele falou, não, pelo amor de Deus, não dá, vai ficar ruim para todo mundo. E aí eu aumentei o som, né, desse Slim aqui e tal. Eu mandei para o Pedrone, falei, aqui o vídeo aqui. Ele olhou assim, falou, nossa, tá com o som de fãs, né? Falei, puta, da hora, né? E o negócio mais nerd, mas assim, o power que faz o falante balançar, se ele é valvulado, ele tem um som cada vez melhor.

Quanto mais abre, mais harmônicos vem, e você extrai cada vez mais qualidade. No transistor, ele já não faz isso, ele dá essa fuseada, ele satura feio. Só que para o lado de fãs, ele fica legal, que é outra pedal que divide muita gente também. E aí ele falou assim, traz aqui para eu dar uma olhada, que eu acho que eu fiz errado. Falei, não é possível. Aí eu levei, ele olhou, falou, não, pô, tá certo. Então o que aconteceu? Ele falou, me mostra o volume que você tava tocando.

Aí eu tocando, ele foi aumentando. Não, não pode aumentar mais. Não, não pode aumentar mais. Daí ele falou, não, aí também não dá, pô. Eu falei, ué, Tô testando. Ele falou, não, mas aí ele vai saturar dessa forma. Falei, mas eu fui o único que chegou nesse ponto, porque eu não sou o único que tem exemplificador, tem outras pessoas que tem. Ele falou, mas você foi o único que aumentou, porque ninguém tinha passado por isso, só eu.

Então realmente, ele falou do estressar, né? Eu gostei do termo, vou adotar para mim.

LLLeo Lopes

A gente estressa o equipamento, você tem que testar todas as opções, né, cara?

BFBruno Fernandes

É, pode. Em simulação ao vivo, cara, em show, em estúdio, para poder saber como vai, é assim, soar da maneira, de todas as maneiras possíveis, né, que eu tenho acesso, e poder de fato passar para quem tá vendo que, cara, funciona assim, não funciona, legal, sabe? E hoje em dia tá cada vez mais difícil porque, pô, a tecnologia favorece muita coisa, é Aí eu recebi também uma pedaleira. Esse aqui vai ser um brinquedo.

LLLeo Lopes

Ah, brinquedinho é bom demais, absurdamente legal assim, divertido.

VEVictor Estácio

Miniaturizou demais, né?

BFBruno Fernandes

Só que tem gente que tem referência só disso daqui.

VEVictor Estácio

Sim.

BFBruno Fernandes

E aí se ele pega o amplificador para tocar, ele tem que domar o amplificador.

LLLeo Lopes

Exato.

BFBruno Fernandes

Porque tem falante, tem botão, tem tem válvula, ele, cara, não consigo, não dá para mim.

LLLeo Lopes

Eu tenho a distância que tem que ficar do amplificador, mas, cara, áudio é um negócio muito, muito legal, né? Porque assim, a gente é suspeito também para falar, tanto eu quanto o Stácio, que a gente é audiófilo, né? O Stácio, para você ter uma ideia, é tão audiófilo que ele aboliu o celular para ouvir música, ele voltou a ter o MP3 player que só para música. É, então você tá offline, ouve só as músicas que você quer lá de novo.

E eu tô quase que comprando aquele lá, viu, Estácio, porque eu tô namorando, tá na minha lista lá, um que parece que tem uma fitinha cassete rodando assim. Quer me mimar? Quer me fazer feliz, botar um sorriso no meu rosto? Me dá qualquer coisa que tenha referência a fita cassete, eu fico maluco, maluco, maluco. Mas o negócio de áudio é um negócio que que, por exemplo, aqui esse microfone, o SM7B, esse microfone aqui, ele não, ele meio que não precisa de muita coisa, né?

Tanto que ele é um dos microfones vocais mais usados no mundo, né, para rádio e radiodifusão e tal. E o Michael Jackson, né, gravou Thriller com um microfone desse, só isso, né? Então, legal, só isso, né? Né? Mas assim, ele é um microfone todo redondinho e tal, mas dependendo você consegue estragar ele também. Porque se você— não é só você pegar e conectar. Por exemplo, ele é um Corsair 76 a gasolina de ganho que ele puxa. Ele come muito ganho.

VEVictor Estácio

Então se você joga ele, gasolina pura, gasolina, exatamente, não roda.

LLLeo Lopes

Então se você joga ele, por exemplo, numa mesa dependendo, uma Behringer da vida normal, você vai ter que dar um ganho lá no talo, vai abrir demais, você não consegue controlar a amplitude que ele fica depois. Se você jogar num compressor, você pode cagar o áudio do microfone, que ele foi feito para ser infalível. Agora, se você bota ali um phantom, né, tem ali um phantom, mas com um Fathead ou com um Cloudlifter, alguma coisa assim, você dá um ganho limpo para ele, mais 20 dB e tal.

Aí você diminui, comprime, aí você ganha essa compressão, compressão de rádio, sabe?

BFBruno Fernandes

Orgânica, lapida, né?

LLLeo Lopes

É. E áudio, então assim, mas eu digo isso que a gente que gosta de brincar, áudio, foto, a mesma coisa, né? Vídeo também, quem mexe com vídeo também é maluco mexer com vídeo, tá todo mexendo com LUT, mexendo com com filtro, né, e tudo isso e tal. Cara, eu acho que é desse tipo de conteúdo que faz a diferença quando você resolve fazer um canal de conteúdo, sabe? Porque você testa o negócio que você usa no seu dia a dia, né? De repente você encontra um cara, o cara num show, o cara tá vendo você usar equipamento que você testou, cara.

Então eu tô falando do negócio que eu uso no meu dia a dia, não é um, sabe, eu peguei o manual do fabricante e vou fazer uma análise, sabe?

BFBruno Fernandes

A primeira vez que a gente foi tocar em Curitiba, eu não tô acostumado a tocar nem em linha com fone, nada, amplificador, palco. E aí, como a gente sempre tem técnico, a gente também tem bom senso, que eu sei que muita banda não tem, principalmente guitarrista, que eu já ouvi várias vezes que é o mal necessário, porque aumenta muito o som. Eu entendo, eu confesso. Mas eu tenho bom senso, eu aprendi. E aí a gente, Hard Rock Café, Curitiba, primeira vez.

Pô, delícia! Não, porque eu não posso tocar em linha, cara. Sim, eu vou ter que me adequar. Eu não sou ainda o Jota Quest para falar não, não, aqui eu só toco do jeito que eu quiser. Tem que saber se posicionar.

LLLeo Lopes

Sim.

BFBruno Fernandes

E aí fui, tenho um setup analógico só para tocar em linha também. E aí, justamente porque eu criei o canal até para a galera ter acesso a essa parte analógica que foi se perdendo cada vez mais.

LLLeo Lopes

Sim, sim.

BFBruno Fernandes

Mas ainda pegar um nicho de quem também tem um poder de compra maior, porque quem gasta, investe, compra um amplificador valvulado, o 4x12, guitarras mais caras e tal, pô, uma Fender Custom Shop, o cara tem dinheiro. Então ele não vai pôr o digital se ele pode ter o analógico, que é o que marcou referência de som, o cara vai, cara, passa cabeça. E eu falei, eu vou montar um canal assim, porque daí eu vou falar com nicho menor, sim, que vou atrair também a galera do digital, principalmente colocando o que que é melhor, digital, analógico. Fica maluco, sai numa mão, sabe?

LLLeo Lopes

Os caras querem sair na porrada.

BFBruno Fernandes

E eu aproveito quem engaja bem.

LLLeo Lopes

Isso.

BFBruno Fernandes

E aí tocando e tal, beleza. Aí tava, né, na mão, que eu falei, putz, será que vai ficar legal? Porque eu também, eu sou nóia de som, de se estiver ruim isso me rouba energia, brisa de tocar, pô. E nossa, desfalece assim. Todo mundo da banda tem o mesmo sentimento. Meu pai com som, o batera, ou som tá legal, o prato, é todo mundo parece drogado do som, porque você fica querendo tirar melhores timbres e tal. Então é muito divertido para quem gosta, puta, é divertido demais. A gente vai em show, fica secando. Nossa, como é que isso é ruim?

LLLeo Lopes

Que bosta!

BFBruno Fernandes

Conseguimos fazer isso, uma puta aparelhagem dessa, consegue extrair um som?

LLLeo Lopes

Pelo amor de Deus, umas PA de 15 metros de PA e sai um som bosta desse?

BFBruno Fernandes

Zero som? Não. E aí, cara, a gente terminou Acabou de tocar, chegou um rapaz. Ô, você é o Bruno do YouTube, né? Eu falei, sou. Se sou eu mesmo, acho que sou eu. Porque assim, ele falou assim, ó, eu olhei o pedal, eu falei, nossa, parece o pedal que o menino tava falando. Eu olhei a guitarra, pô, mas parece a guitarra junto com o pedal daquele menino que tava falando.

LLLeo Lopes

É você aquele menino?

BFBruno Fernandes

É o rapaz, deve ser, por favor seja.

LLLeo Lopes

É muito bom. Olha aí, tá vendo? É isso que eu tô dizendo, cara, é cria Reputação. É, cria reputação.

BFBruno Fernandes

O rapaz com celular, cara, ou você tá aqui que eu tô usando, ó, tá ligado aqui, aqui, aqui, aqui, aqui. O batera nosso tava desfalecido de cansado, ele deitou na mesa assim, foi lá conversando e tal. Então atrai, pô, essas coisas.

LLLeo Lopes

Muito legal, cara.

BFBruno Fernandes

E é gostoso, né, você conseguir falar disso, extrair o melhor, ter esse essa referência, que você acaba se tornando referência. Pessoal manda mensagem para mim, Instagram, no próprio YouTube, pergunta opinião. É alguns caras, o Dwyer, eu fiquei de careta que ele perguntou para mim opinião sobre som de timbre, que é um negócio que ele queria usar junto com o Herbert Viana. Eu falei, caraca, bicho, que doideira! Caraca, tô fazendo só o que eu gosto de fazer, tentando passar informação de uma maneira diferente, né?

E o cara pegando como referência também, pô. Legal demais. Profissionais do meio, né, que conversei com você no Gaveta, até a edição de vídeo dele é uma das que me chamam atenção porque casa com o meu nível de raciocínio, que é muita referência. Só que eu sou limitado a fazer o que ele faz, mas é muito inspirado porque Eu jogo foto, esse negócio de semblante. Esses dias comentaram no vídeo lá, pô, aí, ô Xuxa, só para guitarristas. Que caraca, os cara tão se superando, pô, porque daí era muito bom.

LLLeo Lopes

Jordi, Jordi, Jordi, Juju de Treble D. Ulalá, Alice!

BFBruno Fernandes

É, meu irmão, eu não sei fazer o que o Gaveta faz, mas eu vou tentar na minha limitação entregar alguma coisa que a pessoa que tá vendo o vídeo— meus vídeos não são muito curtos, principalmente os do YouTube mesmo, né? Sim, pô, é 30, 40 minutos, 50 minutos, porque eu conto história e contextualizo mostra o produto, mostra o que faz, mostra de várias formas. Então é sempre muito interativo. E aí tem gente que enche o saco, tem gente que acha legal, mas é isso, a gente tá exposto mesmo para isso, né?

LLLeo Lopes

E você está falando esse negócio do Gaveta, o Gaveta, ele, a gente já pode dizer com toda certeza do mundo assim que o Gaveta já fez uma escola, né? Ele já fez uma escola Ele já criou um estilo. E assim, ele adora quando tem vídeo com esse estilo, com essa, essa plástica, digamos assim, visual, né, e sonora, que é uma assinatura dele que ele criou na época lá do que ele editava com Jovem Nerd, depois no canal dele. Eu mesmo lá no, aqui no Radiofobia, no canal, no canal aqui tem o Me Shorts, que é o meu, o meu vídeo mensal aqui de conteúdo e tal, que eu falo sozinho sobre vários assuntos.

E o Di Rosa, que edita aqui com a gente, cara, toda referência que eu passo para ele é o Gaveta, é a minha referência, é referência de humor, é referência de referências, né, de memes, de inserts, o que que a gente vai usar e tal, entendeu? Então assim, é uma escola que é uma excelente referência para quem hoje fala de qualquer coisa relacionada à cultura pop, tem um dinamismo muito grande, né? Porque tinha essas escolas lá no começo do YouTube, tinha muita aquela coisa do jump cut, aquela coisa.

Depois veio o vlog, primeiro veio o vlog, né? Depois veio aquela coisa do jump cut maluco e tudo mais. Aí live, live, live, tudo muito puro, tudo muito sem edição. E não, ali é uma edição mais, sabe? O programa meio que é de vez em quando ele faz live, E é outro, é outra, é outro produto, é um produto totalmente diferente, né? Não tem a cara do mesmo produto editado, né? Então eu acho que tá tudo bem a gente beber, né, dessa fonte, que é uma fonte hoje tão importante também na internet, que muita gente tenta meio que usar e acaba não conseguindo fazer.

Agora, quando você faz e faz bem feito, que é o caso lá do seu canal, aí a gente tem que bater palma mesmo, cara, porque agradeço. É muito legal. O conteúdo, né? Aquilo que a gente sempre levanta, que defende, né, Estacinho? O que você tá fazendo é relevante para quem você tá transmitindo aquela mensagem? Porque é aí que define quem fica e quem acaba, entendeu? Enquanto o teu público tiver considerando relevante aquilo que você tá transmitindo a respeito daquele conteúdo, daquele nicho que você se propôs a fazer, É o público que vai manter você ali.

E aí o canal cresce, né? E aí você consegue atrair, como você falou, ainda bem, né? Graças ao seu talento, sucesso aí também tá atraindo apoiadores, tá atraindo gente para poder, né, entregar equipamento para review e tudo mais. Cara, isso o cara não vai botar o equipamento na mão de um zero ela que não sabe o que tá falando para fazer um review. O cara não sabe nem ligar o negócio, entendeu?

BFBruno Fernandes

Né? E aí já viu os cara até, é questão de às vezes o cara sabe até falar, mas a postura do cara é ruim. O cara vai tocar numa caixa, coloca o pé descalço em cima da caixa. Negócio assim muito meio escroto, que aí não é só assim muito artista, né? Todo mundo gosta hoje de, ah, eu quero receber alguma coisa, eu quero, ó que eu ganhei, só que, cara, Isso envolve uma responsabilidade muito grande, pô. Sim, você tá representando uma marca, um produto, uma forma que o cara confiou em você ali, um negócio que faz parte do faturamento dele, pô. Com certeza ele vai, ah, toma aí, vamos brincar de ser feliz.

LLLeo Lopes

Não, pô. É, não, com certeza.

VEVictor Estácio

Uma coisa que mudou para essas marcas, a galera que mexe com áudio, por exemplo, áudio e vídeo, né? Amplificador. É que eu lembro, eu lembro de coisa de guitarra e amplificador lá atrás. Os caras que faziam review desses equipamentos eram, tinha um DVD da marca, da Canon, ou tinha lá Marshall, e eram os caras engravatados, muito técnico falando das coisas. Hoje em dia não tem uma dessas pessoas, né, que faz esse papel. Às vezes que são contratados diretamente da empresa, é um criador de conteúdo que ele gosta muito daquela marca, ele acaba falando Tanto é que tem cara, por exemplo, do audiovisual, que tu não vê, ele não fez, não tem clipe, ele não tem um curta-metragem, ele tem o canal dele de fazer review de equipamento.

LLLeo Lopes

É isso aí, é isso aí.

VEVictor Estácio

Ele filma tudo e faz review de equipamento e tem às vezes contrato gigantesco com marca. E a outra coisa é tipo assim, números de pessoas que seguem assim às vezes nem é um, nem é mais, eu acho que um grande um grande diferencial, porque uma marca como, por exemplo, Pedrone, até o Gato Preto lá que não existe mais, né? Então tu imagina se o Bruno faz com que a Pedrone venda 2 amplificadores desse por mês.

LLLeo Lopes

Sim, então, mas não é o milhão de público que faz a diferença, mas é a qualidade do público, né?

VEVictor Estácio

Exatamente. Nem pode ser que tem 100 ou se ele tem 100 mil, é a qualidade do público com quem você tá falando, né?

LLLeo Lopes

E até o pessoal vê quem é dessas marcas, né? Ele vai olhar assim. Isso aqui é legal, quando você é chamado, né, a gente, que acontece de vez em quando, já aconteceu com todos nós aqui, você é notado por uma marca ou por algum apoiador e tal. E aí quando vem o approach, né, quando vem a aproximação até você, e você pergunta, mas como, por que que eu Por que que você me, né? Ah, porque a gente consome seu conteúdo e a gente considera que você fala com o nosso público.

Tem isso, é legal, entendeu? Aí é bacana, sabe? Porque a pessoa entendeu que você tá ali querendo fazer um negócio legal, falando com o público, identificando com a marca, né?

BFBruno Fernandes

E vem pela autenticidade, né? Isso não tá tentando copiar ninguém assim, tipo, você tá fazendo o que você achou que tinha que fazer, igual eu falei, meu eu tenho que ser eu mesmo de alguma forma, porque acho que pelo ter sido tímido, e ainda sou tímido, né, mas é para comunicar de alguma forma, eu fui criando meio cacuetes de como falar, de como me expressar, que isso virou uma forma de eu falar normalmente. Tem gente que acha que eu sou do sul do país, tem gente que acha que eu sou do Paraná e tal, porque Portugal Portugal, porque é o modo como eu aprendi a me comunicar e falo às vezes mais rápido.

Eu vou me atentando com isso para poder ficar coerente também. Então realmente é muito legal quando acontece isso daí. Já cheguei a fazer review por conta de produto, que, pô, tem que ter conteúdo, né? Você tem que criar conteúdo. A ideia já é essa. E aí alguma marca viu Magalu falou, cara, eu vi que você falando de tal, você quer fazer de outro pedal? Até tá aqui, ó, eles mandaram 3. Tem 2 aqui de chorus, delay, tem um de overdrive, que por sinal é muito bom.

Daí você falou, eu quero. Você falou, caraca, pô, eu não tive que falar com ninguém, vieram falar comigo. Ou seja, estão vendo a gente. Eu só não sei quem tá vendo, mas estão vendo. Então, como você se posiciona nisso daí Pô, eu fico feliz demais quando alguém fala assim, pô, eu comprei tal coisa porque eu vi o seu review.

LLLeo Lopes

Aí, maneiro, isso é maneiro.

BFBruno Fernandes

Adquiri tal coisa porque, cara, o modo que você fala é muito legal. Pô, eu tô com dúvida. Porque isso me coloca, obviamente, um relacionamento ainda melhor com a marca, do cara falar, pô, deu certo, converteu. Pô, e eu adoro vender, então se tô fazendo isso de alguma forma e alguém tá comprando, por mais que não seja comigo, mas seja através de mim, nossa, espetáculo! Eu fico maluco.

LLLeo Lopes

Afinal de contas, temos aí um discípulo de Bottini. Ei, Bottini! Meu Deus, temos aí um clone de Bottini também ali, ó. Bottini, já marquei ele, ele Olha aí, tá vendo? Viu, Bruno, eu queria te perguntar rapidinho aqui antes da gente partir para o Finalmente. Eu vi conteúdo de você nas redes sociais, já em rádio, né? E é participando, dando entrevista e tal, ou você tem algum conteúdo em rádio? Porque eu sei que tem em São José a Rock News, que é uma rádio lá de São José dos Campos também, é focada em rock e tal.

Rock, eu comecei a ouvir porque eu vi um conteúdo seu, aliás. E aí eu comecei a acompanhar também. Eu que ouço quando eu não tô editando e gravando, eu tô ouvindo a rádio rock o dia inteiro aqui. No caso, a Kiss FM não sai do meu, do meu, do meu dial aqui. Mas eu comecei a ouvir a Rock News também. Você faz alguma coisa? Tem alguma programação? Ou é como entrevista e eu acabei vendo por cima? Como é que é lá a sua relação com rádio?

BFBruno Fernandes

Na verdade É, hoje eu faço parte do programa, tem um programa lá como apresentador, né?

LLLeo Lopes

Ah, isso então não tô errado.

BFBruno Fernandes

Não, não tá não, é verdade. E fico muito feliz com, de novo, pô, comecei a ouvir porque eu te vi.

LLLeo Lopes

Foi, eu não conhecia a rádio. É, eu mandei um chat para eles lá no WhatsApp, fui ignorado solenemente, mas ok, eu ainda vou tentar de novo.

BFBruno Fernandes

É que o programa nosso, no caso, é das 11h30, né? E a gente pode até marcar um dia que você vier.

LLLeo Lopes

Mas é todo dia, programa diário?

BFBruno Fernandes

Sim, segunda a sexta, das 11h30.

LLLeo Lopes

Ah, sério, cara? Aquilo é, mas é feito remoto ou vocês vão lá mesmo na rádio? Fica lá?

BFBruno Fernandes

Não, não, presencial, raiz, cara.

LLLeo Lopes

Na Vila Ema ali, né? Eu vi o São Dimas, não sei, ali na, é, eu não tinha visto. Eu acho que as galera lá é grudado ali também, é Mas caraca, é ao vivo então, cara, que legal!

BFBruno Fernandes

De rádio e tal, a hora que quiser. Eu já fiz alguns trabalhos maneiro como cobridor, mas cobrir evento para eles, tipo assim, repórter, né? Repórter de evento, de, é, vai ter uma ação no show do Legião Urbana com o Gênero do Havaí lá, o Alberto Guedes. Você vai?

LLLeo Lopes

Vou.

BFBruno Fernandes

Aí beleza. Um radialista que era amigo lá me chamou, Thales. Aí eu fiz. E aí, ó, quer fazer de novo e tal? Ó, vai ter um evento, tem uma ação para fazer em loja, fazer as blitz, né, e tal. Aí foi assim, fazendo esporádico. Ó, a gente quer contratar você. Putz, contratar fica ruim porque todas as coisas que eu faço é de noite. Então, de segunda a sexta, final de semana, aí tem um show para cobrir, eu não vou cobrir, eu já tô avisando, eu vou fazer o meu show, não faz sentido.

Aí tudo bem, beleza. Aí foi, cara, tempão. Aí tem, caramba, acho que 2 meses, esse programa que eu trabalho, ele estreou, eu participei como convidado E na minha primeira participação eu já fiz um patrocinador sair fora. Eu fiz uma piada com ele, ele não gostou, pô. Daí os cara falou, não, é tudo brinks. Aí ele voltou. Mas eu tenho uma história boa, é tudo brinks. E aí foi um mês, dois meses depois, vou dar uma olhada lá, tem no Instagram, deve ter até o vídeo que eu fiz quando eu fui Tipo contratado, né?

Mostrei lá quando eu comecei. E aí eu passei a participar de fato de segunda a sexta. Aí conheço bastante gente, consigo levar convidado. A ideia lá era só eu participar como apresentador, dar essas gegas de piada, sabe? Essas coisas. Mas como o trabalhar fala mais forte do que eu, então eu gosto de agregar cada vez mais que possível. Então leva convidado, pauta, parceria, aí vai embora, entendeu? Tipo, faz bastante coisa e me favorece bem porque tem a banda, comédia, rock news, já sempre ouvi, né?

Então aqui na região é a única rádio rock real assim da região e tá aí expansão também. Então é bem legal, a galera bem legal, cara, que maneiro, velho.

LLLeo Lopes

Rocknews.com.br é o site. E tem 3, né, tem 3 dials ali no Vale do Paraíba: 106,5 FM, Litoral Norte 98,5 e Baixa Mogiana 100,9. Cara, que legal, cara! E aí você tá na rede, o programa vai para rede, internet, né? É, não, tem, tem o site também para quem quiser. Cara, que legal! Pô, então fico feliz porque, pô, Né, rádio, música, né, tem tudo a ver. Então saber que você tá lá também fazendo esse conto. Como é que chama o programa? Daqui a pouco você passa o serviço. Como?

BFBruno Fernandes

11:03, porque ele começa às 11 horas e tem 3 apresentadores.

LLLeo Lopes

Vocês são bons para dar nome nas coisas, hein? Puta que pariu, sempre esforçado. A banda, o nome também a definir, né?

BFBruno Fernandes

Então até agora Esse negócio do nome da banda já aconteceu de vários lugares, ou não colocar foto nossa porque achou que tava definindo a banda, ou colocar banda de death metal. Nada a ver, toca música autoral, Lenny Kravitz e Stevie Ray Vaughan, The Doors, os caras.

LLLeo Lopes

Existe top death metal, o cara mandando Pride and Joy death metal.

BFBruno Fernandes

A gente foi tocar no hard rock de Praia Grande, a equipe toda ficou maluca porque achou que não tinha bando no dia, pô. Mas quem que vai ser que tava? Quando a gente chegou, aí a gente descobriu que é vocês, não sei o quê. Ninguém esquece mais o nome da banda.

LLLeo Lopes

Inclusive, qualquer hora eu colo com a minha, com a minha gaitinha minha blues para fazer uma brincadeira, hein? Por favor, fazer com as minhas gaitinhas, né? Porque eu tô com 7 agora.

BFBruno Fernandes

Cara que compra gaita, eu tenho vontade de aprender. Eu só sei fazer gaita, cara que compra.

LLLeo Lopes

É, amanhã à noite eu tenho aula de gaita cromática, amanhã 8 da noite. Legal, tem uma aula de 2 horas com meu professor Márcio Ciales da Universidade da Gaita. Fica já aqui o o Jabá, cara. Eu coleciono gaita e coleciono curso de gaita, mas a Universidade da Gaita, o Márcio, né, o Márcio, cara, foi aonde eu desenvolvi mesmo ali com ele, puta. E aí eu ganhei coragem de evoluir da gaita blues para gaita cromática, né. E tô estudando, cara, ainda não tenho, ainda não tenho as manhas, mas eu vou daqui a pouco começar aí para os barcos ela no bolso. Vamos ver se rola alguma brincadeira.

BFBruno Fernandes

Legal, nossa, muito legal.

LLLeo Lopes

É uma gaita indoor, dá para você brincar com qualquer tom, né? Então dá para brincar demais ali.

BFBruno Fernandes

Até no Bourbon Street a gente chegou a tocar algumas vezes também, né, que é um dos bares de blues assim mais famosos assim do Brasil. Um bebiquim tocava lá quando vinha para cá e tal. Então até o conceito da banda, a gente tem um projeto chamado Blues Rock Heroes Tribute, né?

VEVictor Estácio

Legal.

BFBruno Fernandes

E é justamente, vai de Albert King a John Mayer, ZZ Top, Arthur Menezes, que é o guitarrista brasileiro, né, que mora fora. E então pegando do mais velho ao mais novo para poder entregar sempre essa, o clássico moderno, sabe?

LLLeo Lopes

Pô, que delícia, cara! Que joia! Pô, foda demais, seu Bruno Fernandes!

VEVictor Estácio

Versátil a banda, mas faltou Pepe e Neném.

LLLeo Lopes

Faltou pepê neném. Por que você não vem brincar comigo, baby? Eu sou louca por você, como diria o poeta Vinícius de Moraes. Cecília Meirelles, como diria Cecília Meirelles.

BFBruno Fernandes

Muito bem, mas não toca o pepê neném.

LLLeo Lopes

Como é que fica, né? Muito bom, muito bom. Então, Térica, faz favor aqui embaixo aqui a nossa, nessa aqui pode tirar já, Tênis. Isso, isso. Agora sobe aqui e vem para o fechamentinho, para o fechamento de mais um episódio totalmente fenomenal com meu querido amigo Bruno Fernandes, diretamente de— hoje você tá onde? Você tá em São Paulo, São José, Caçapava? Onde você tá hoje na sua vida?

BFBruno Fernandes

Jacareí.

LLLeo Lopes

Nenhum nem outro? Está residindo em Jacareí? Muito bem. Você Passei por aí hoje quando voltei para casa. Passei pela Dutra, né, de São José para cá, tive que passar, não tem jeito. Muito bem, é, exatamente. Muito bem, então agora cheguei em Serra Negra. É isso, dia 11 estou de volta a São José dos Campos, porque dia 12 estarei na Arena Farmaconde com minha querida Natinha, meu amor, para ver 50 anos de Guilherme Arantes. Mortalis.

BFBruno Fernandes

Puta que pariu!

LLLeo Lopes

Vou no show do Guilherme, vou chorar que nem criança, vou cantar todas as músicas. Ah, que delícia que vai ser, velho! Velho, velho que gosta de música, deixa chover, deixa chorar, vou cantar música assim. Muito bem então, obrigado aqui mais uma vez. Vou agradecer meu querido Estacinho diretamente de Belém do Paróbalis.

VEVictor Estácio

Ô Léo, posso deixar aqui uma Recomendação, todas falando de amplificadores.

LLLeo Lopes

Você é muito bom nisso, recomende.

VEVictor Estácio

É um outro podcast, né, podcast lá do Clemente Magalhães, mais conhecido aí como Cle, lá no Corredor 5. Ele entrevista aí músicos, tem, e tem aqui, quando está falando de amplificador valvulado, tem um episódio lá com Marcelo Sequin, né, que conta uma história maravilhosa quando ele abriu o show para o Van Halen. Van Halen tocou a guitarra dele, tocou guitarra do Van Halen. E ele conta a história que o Van Halen tocava com os amplificadores lá modificados na tensão para válvula esquentar até o limite de explodir, entendeu?

E aí ele conta lá que por show era um kit de válvulas nos amplificadores do Van Halen. Olha aí, então, cara, vale a pena assistir lá com o Redondo. Marcelo Muito bom. Só essa história já vale, já vale. Espero que não tenha assistido, assistir que é bom demais conteúdo.

BFBruno Fernandes

Até ele fala que o falante dá um no estádio, né?

LLLeo Lopes

Excelente, Tadinho, sempre trazendo excelentes recomendações. Muito obrigado, meu querido amigo, mais uma vez, e por estar comigo aqui em mais um episódio, conversando com mais um amigo querido também, deixando sempre aqui o serviço Isso para você que está aí em Belém do Pará, Ananindeua e região. Se quiser também migrar aí, por exemplo, de outra cidade para Belém do Pará, você pode matricular sua criança em Escola Cezim. Inclusive, promoção ativa sempre: se você fez um filho ouvindo o Radiofobia, daqui a 5 anos você tem 50% de desconto na mensalidade.

Fala assim, esse menino foi feito durante o Radiofobia. Você vai ganhar do Bruno Fernandes, você vai ganhar 50% de desconto na escola.

VEVictor Estácio

A gente vai começar a colocar uma pista no final, Léo, para saber se a pessoa ouviu até o final, entendeu?

LLLeo Lopes

Vou colocar, colocar sem código promocional. Bota aquele código, Bruno50, porque pô, se foi no meu episódio O cara merece 100%, porra, merece de graça. Muito que bem. O link da Escola Cezinho tá lá na postagem do episódio para você. De qualquer maneira, meu querido Estacinho também, siga lá, @estacioleb, é isso?

VEVictor Estácio

Não, o Vitor Estácio, porque eu não quero que aquela instituição de ensino me processe por uso do nome que sempre foi meu.

LLLeo Lopes

Ah, tá, eu achei que era sua escola. Ah não, o Vitor Estácio, para você que quer um fotógrafo da mais alta qualidade, portfólios excelentes, entendeu? Eu fico assim, cara, fico de cara.

VEVictor Estácio

Mandar fotos só para editar, eu edito, edita também.

LLLeo Lopes

Olha aí, ó, está assim, inclusive aberto para frilas, está aberto para frilas. Hashtag manda jobs, hashtag manda jobs. Muito bem.

BFBruno Fernandes

O que mais modifica é pé do pezinho.

LLLeo Lopes

Olha aí, então vai sem chulé, vai, não vai aparecer aquela casca grossa dos calcanhares, não vai.

VEVictor Estácio

Aquele casco de tartaruga invertido.

LLLeo Lopes

Exatamente. Antes de me despedir aqui do Bruno, quero mandar aqui um abraço especial para nosso querido Júlio Mancodi, que está no chat, não esteve de corpo, mas Esteve de alma acompanhando aqui até agora.

VEVictor Estácio

Ele que está acompanhando, camisa essa, hein, Júlio?

LLLeo Lopes

Está acompanhando. É porque agora ele tá sexy, porque ele está, ele está gravando agora o Histórias de Lava-Louça, né? E aí ele agora tá aí todo sexy, entendeu? É isso mesmo. Petrus Davi também, o Petrus Davi que também é lá de Belém do Pará, que disse que comprou câmera e quer participar do Radiofobia em breve. Então, Petrus, já está intimado, hein? Está intimado a participar aqui no próximo episódio. O Bruno perdeu o áudio ou por que que ele tá olhando dessa cara de maluco para nós aqui?

BFBruno Fernandes

Ah, eu tava tentando ler os comentários.

LLLeo Lopes

Ah, é porque tá muito pequenininho. Ah, entendi. Falei, perdeu o áudio de novo, tá tentando conectar. Já fica no final do programa. Eu quero agradecer diretamente de Jacareí esse cara aqui. Tá aí, gente, ele vai passar passar o serviço agora de todos os lugares. Se você não segue ainda, tem que seguir YouTube e tem que seguir também o Instagram dele, Instagram da banda. Ele vai passar o serviço, meu amigo musicozinho com micozinho e tudo quanto é coisinha.

O negócio, como diria Alexandre Frota, o negócio é com micozinho. Meu querido Bruno Fernandes, obrigado, Bruno. Que programa legal, que astral lá em cima, que delícia de papo, cara. Fazia tempo que eu não ria tanto, falar para você, viu?

BFBruno Fernandes

Que bom, fico muito feliz. Então tá aí uma das coisas que acontece, você tá numa conversa, o cara fala: você faz stand-up? Conta uma piada aí. Animal, tava rindo até agora, você quer piada agora?

LLLeo Lopes

Exato.

BFBruno Fernandes

Me ajuda, pelo amor de Deus. Mas muito obrigado pelo convite aí, Deus abençoe a semana de todos que que estão nos ouvindo e vendo, ouvindo. Obrigado, nós, nossa faculdade aí, a gente também bem preparado. Sigam nas redes sociais aí, ó, @adefini, que é a nossa banda, tá? Adefini com dois Fs, do jeito que se fala mesmo, não é inglês, porque seria um grande trabalho falar inglês. Por isso que foi em português. E nas redes sociais, YouTube, Instagram, TikTok, que a gente posta para poder estar rodando também. @brunomarfernandes, que é o meu Instagram, que Bruno e Fernandes e Martins, que é o meu nome do meio, né, Bruno Martins Fernandes, tem de baseada, né, igual Enzo.

Então tive que achar um email e um login que não tinha em lugar nenhum, aí ficou Bruno Mar Fernandes aí. Então agradeço muito.

LLLeo Lopes

E isso é muito inteligente, cara, porque o cara vai na busca escreve Bruno Mar, aí aparece o Bruno Mars em primeiro e o seu em segundo. Bruno Mar Fernandes.

BFBruno Fernandes

Eu tô embaixo dele.

LLLeo Lopes

Exatamente, inteligente demais isso.

BFBruno Fernandes

Eu moro em Jacareí, daí é foda.

LLLeo Lopes

Branda, definir se você quiser também, alá rocknews.com.br. Rock Rock e News, né, o site rockenews.com.br.

BFBruno Fernandes

A gente também transmite o programa ao vivo no YouTube, né? Então todos os dias das 11h30 você consegue nos ver, interagir, que a gente vai estar por lá no YouTube da rádio.

LLLeo Lopes

No YouTube da rádio, sim. Olha aí, excelente, excelente.

BFBruno Fernandes

Então eu vou deixar aqui, se inscreva nos canais.

LLLeo Lopes

Excelente. Vou deixar aqui todos os links na postagem do episódio. Episódio para o nosso querido ouvinte poder clicar e acompanhar o trabalho do meu querido amigo Brunão. Obrigado demais, espero te ver de novo. Então, ó, eu dia 11, excelente setembro, dia 11 de setembro estarei de volta a São José dos Campos. E aí te mando um Zapster e nós marcamos alguma coisa. Se você tá, banda, tiver em algum lugar, a gente vai te ver. Qualquer coisa eu colo lá na rádio.

E é isso, estamos Tamo junto demais. Obrigado, meu velho. Obrigado. Uma excelente semana para você. Obrigado demais. E obrigado a você aí, querido ouvinte do Radiofobia, você que acompanhou mais esta pequenina gravação. Olha que legal, hein? Fazia tempo que a gente não recebia nossos amigos aqui, só dos humoristas, nossa série especial de humoristas. Você que gosta, hoje teve humorista, músico e empreendedor, curso de venda, canal no YouTube, cara faz de tudo um pouco, um cara, você viu, né, gente finíssima.

Tem que seguir lá no Instagram também, no YouTube, o canal bom mesmo, tá? Não tava puxando o saco não, canal é bom mesmo de review para você acompanhar. Você que é músico aí, que tem muita gente que acompanha o Radiofobia, que gosta, né, de tocar música amadora e tal, profissional também, vai lá que você não vai se arrepender. radiofobia.com.br/podcast é o link do nosso site lá da Radiofobia Podcast Network, aonde você ouve todos os nossos pequenos programinhas.

Lembrando que Radiofobia Classics está de volta, estamos no mês de setembro, e se não está no feed ainda, aguarde, pois estará em breve nosso episódio especial de 75 programas do Radiofobia Classics, trazendo a biografia e os maiores sucessos desses véio que estão há 64 anos na estrada. Rolling Stones é o nosso especial de 75 programas. Eu espero que você goste, porque olha, esse programa tá sendo produzido há muito tempo, não tão tanto quanto eles estão ali gravando na estrada, mas Mas esse programa tá sendo produzido há muito tempo e tá caprichado.

Espero que você curta e acompanhe no seu agregador de podcast preferido. Obrigado pelo seu download, você que teve no feed, pela sua audiência também, quem acompanhou no YouTube. Até o próximo Radiofobia ao vivo, aliás. Um abraço na boca e vamos que vamos!

BFBruno Fernandes

Até mais!

LLLeo Lopes

Este podcast foi publicado pela Radiofobia Podcast Network. Acesse radiofobia.com.br/podcast para conhecer e ouvir todos os nossos programas, ou assine no seu agregador de podcast preferido. Esperamos você no próximo episódio.

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