RÁDIOFOBIA 436 - Eu vivi pra ver isso!? II
Saudações incrédulas, ouvinte do RÁDIOFOBIA!
Há cerca de 13 anos gravamos um episódio falando sobre tudo o que, para o bem ou para o mal, estávamos vivos para ter visto: novas tecnologias, músicas, filmes, adaptações, hábitos, costumes, etc.
Mas o tempo passou e muita coisa mudou desde então, inclusive a nossa equipe! Então, como (ainda) seguimos vivos, chegou a hora de atualizar essa lista!
No episódio de hoje Leo Lopes, Jéssica Dalcin, Thiago Fujiwara, Júlio Macoggi e Victor Estácio soltam o verbo para reclamar ou levantam as mãos pro céu pra agradecer pelas coisas que, querendo ou não, ainda estão vivos para ver!
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Arte do episódio: Sandro Hojo
Links citados no episódio:
- RADIOFOBIA 121 – Eu vivi para ver isso!
Links citados nas Cartinhas do Totô:
- RÁDIOFOBIA Classics #74 – Tina Turner
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Leo Lopes
Jéssica Dalcin
Júlio Macoggi
Thiago Fujiwara
Victor Estácio
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São 20 horas e 25 minutos, senhoras e senhores.
Tá começando a partir de agora o primeiro Radiofobia, hoje totalmente fenomenal, um programa especialíssimo apresentando para vocês. Senhoras e senhores, incrível, espetacular, nunca antes a história das internets se imaginaria. Mais uma edição do Radiofobia. Sim, eu quero mais palmas hoje. Não, quero muito mais balas Porque hoje está no ar o Radiofobia, desde 2009 trazendo para o podcast o melhor clima do rádio ao vivo. Saudações, ouvinte do Radiofobia!
Eu sou Léo Lopes e tá no ar pela Radiofobia Podcast Network, mais uma pequena, pesada, só pequena, programada, nunca que nós acreditamos, né? Radiofobia, estamos aqui! O programa totalmente hoje trabalhado nas incredulidades, porque não sabia. Olha, olha, há 13 anos, aliás, quase 13 anos, vai fazer em alguma semana, vai fazer 13 anos, nós gravamos aqui um pequenino episódio de que a gente chamou assim de Eu Vivi Para Ver Isso, um programa com integrantes que já não existem mais, todos eles pereceram no mundo radiofóbico.
Né, não pereceram na vida real, talvez alguns, não sei, não tenho certeza, mas pereceram na vida radiofóbica, cozinha. E era outra época da humanidade, era 13 anos atrás. Então nós vamos hoje fazer um revival deste pequenino tema que é: eu vivi para ver isso. Mas ele tem várias interjeições possíveis. Pode ser assim: eu vivi para ver isso. Ou pode ser assim: eu vivi para ver isso. Ou assim, eu vivi para ver isso, ou qualquer outro tipo de interjeição que queiras.
Então nós vamos falar um pouco sobre tudo e vamos fazer hoje uma mixórdia de temáticas, começando apresentando aqui os meus pequenos, pequeninos integrantes. Ela toda trabalhada no poncho com esse frio que dá dó, menina Jéssica Dalsinho. Olá, bebê!
Olá!
Está fazendo cosplay de quê? De ursinho rosa?
Gatinho.
De gatinho, de pijama rosa. Você que está ouvindo no feed, vai lá no YouTube para você ver a Jéssica toda trabalhada no roupãozinho de pompom. É, eu vivi para ver isso.
Mas é, eu seguidamente me acho velha, né? Olho para alguma coisa e penso que aquilo ali ainda é muito moderno, uma tecnologia que eu penso, nossa, como Como chegamos aqui, eu vejo um negócio, já existe faz 10 anos, entendeu?
Na verdade, então é, mas é legal, é legal se surpreender. Tem coisas que a gente olha e fala assim, caramba, olha só que, né? Aí a gente gosta de ficar falando de velharia, mas a gente fica falando assim, não, porque no meu tempo, hoje não é tanto essa pegada, mas é assim, nossa, cheguei até aqui, consegui ver tal coisa, tanto para o bem quanto para o mal, tá? Pode aproveitar também para meter o verbo como faz menino Júlio Macode, que gosta de dar uma xingada.
Ah, quem não gosta, né, Léo? Quem não gosta? Eu queria dizer o seguinte, eu queria, eu queria, entre aspas aqui, eu queria xingar você também.
Eu me xingo?
Porque no episódio 121 você tirou os novinhos e ficou só com os velhinhos, entre aspas, né?
Como assim?
Não sei, não lembro. Isso é já comer Ah, eu tava ouvindo, eu ouvi você falou, não, nós tiramos o pessoal mais jovem, então aqui só o pessoal da barba branca e etc.
Já disse isso 13 anos atrás, eu nem lembro.
Exatamente. Hoje você só pegou o pessoal barba branca, né? Tirando a Jéssica, você só pegou o pessoal barba branca, entendeu?
Mas é porque nós temos uma equipe só de barba branca.
Nós só temos o barba branca, não, o Estácio não tem nem barba.
É, você não deixa crescer, por isso é um menino. Mas você, você...
Eu tenho 7 fios brancos na minha barba, Júlio.
Mas já tem, é o que eu tô falando, pô. Olha aí, você é barbeado ou você é imberbe, menino Vitor Estácio?
Eu sou o que eu chamo de sacanagem de Deus.
Por quê? Nasceu com a genética japonesa.
Não tenho nenhuma barba cheia assim, né, que nem a do Léo.
Que nem a da Jéssica, você ia falar?
Não.
Não, e aí fica essas penugens na minha cara, me deixando com uma cara de traficante colombiano, entendeu? E que me dá o mesmo trabalho de ficar tirando essa porra.
Mas é, pois é.
Então, mas é, é assim, para mim tinha que ser assim: tem ou não tem?
Tem ou não tem? Eu concordo, eu concordo, concordo. Então eu não acredito que vi para ver menino Vitor Estácio de cabelo branco careca. Olha, careca de cabelo branco.
Tenho 3 cabelos brancos aqui na lateral esquerda e 2 na direita, Júlio.
Olha aí, tá vendo aquele que aparece aquele fiozinho, fica só assim de vez em quando, né?
Ah, mas o Léo conheceu meu pai, meu pai não tem muito cabelo branco.
Não, não, não, não, não tem mesmo.
Parece um fio de nylon, né?
Engraçado a textura do cabelo branco, é diferente, né? Muito bem. E por falar em cabelo branco, temos aquele que está de cabelo cada vez mais branco, o pai das gêmeas, menino Thiago Fujiwaras.
E aí, boa noite, Léo, boa noite, pessoal.
E aí, quanto temos cabelo?
Né?
Quando eu olho aqui por cima, eu começo a ficar preocupado.
Então você viveu para ver suas filhas farmando aura, ô Thiago?
Eu vivi, mas eu espero viver mais 5 anos para que transplante capilar seja barato e o Bom Jardim esteja vendendo por R$1,99.
Nossa Senhora, já pensou? Isso não aconteceu.
Transplante capilar seja um shampoo, né, Thiago?
Passa um shampoo e cresce cabelo.
Cristiano Ronaldo Cristiano Ronaldo careca vendendo shampoo.
Quando isso acontecer, faremos a terceira parte desse pequeno episódio aqui. Então é isso, ó, obrigado a você que tá aí já desde agradecendo. Quem tá no YouTube pode entrar, entre sem bater, mande sua interação, mande sua indignação, porque hoje nós vamos falar sobre as coisas que nós vivemos para ver, por enquanto, né, aproveitar que estamos vivos para falar um pouco disso.
Ô Léo, ô Léo, antes do corte eu posso mandar um abraço?
Mas é todos que a gente tá falando de cabelo aqui.
Um abraço, Reinaldo Janequini. Olha aí, cabelo dele lá com o Grecinho 2000.
Reinaldo Jaqueline, meu, é esse aí.
E disse que ficou 20 anos mais novo.
Não, não, é, disse que a publicação— eu não acredito que vi, vi para ver isso também, né? Reinaldo Jaqueline tem cabelo mais branco do que eu e meteu shortinho.
Ele tem usado, hein, Léo, que shortinho!
E meteu lá um Renê Maru que eu vou te dizer, viu, meu? Meteu ali o Grecy 2000, ficou, só faltou meter um Soul Glow ali, ele, que por referência para jovens essa daqui. Vamos lá então fazer a viradinha, já já a gente volta totalmente guinado neste episódio. Não acredito que eu vivi para ver 435 episódios desta pequena Budecos. 36, esse é o 35, já nem sei mais. 36 eu acho. Ah, né, já eu vivi para perder a conta. Já já estamos lá, estamos de volta, aliás.
Alô? Alô, é da rádio, é?
É da Radiofobia, filho.
Então é que sabe que eu mando carta para o programa toda semana, tem uns 10 anos já, mas ninguém nunca leu as minhas cartas, rapaz. Carta lendo, sério? Em pleno século 21? E você ouve onde, no gramofone?
Mas não tem nenhuma carta por aí não, é?
Ah, eu queria tanto ouvir o meu nome no programa.
Tá, e qual é a sua graça?
É Ostrogésilo, Ostrogésilo.
Achei sua carta, mas vamos te chamar de Totô, tá? E vamos rapidamente para a sessão de recadinhos deste pequenino programa onde nós estamos o quê? Indignados. Porque nunca se imaginaria que nós fosse viver para viver essas coisas aqui. Ai meu Deus, tem coisa boa, tem coisa que não é tão boa também, mas ó, programa ficou fenomenal. Espero que você curta aí ouvir tanto quanto a gente curtiu gravar. Fica até o final que tá sensacional.
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Hoje aqui, se você tá ouvindo no feed no dia da publicação, esse programa tá aí no ar no último dia do mês de agosto, dia 31, e estamos com um episódio novo. Radiofobia Classics número 74 sobre a rainha do rock and roll, Tina Turner. E ó, estamos aí amanhã, né, no dia seguinte da publicação do episódio, entrando no mês de setembro. E se você quer garantir já um especial no seu feed, você já vai lá, caso você não tenha, né, assinado mais durante esses 2 anos aí.
Falar, o Léo não vai fazer mais o Classics, eu não vou ficar aqui assinando isso daqui. Pois então agora vai lá e assina, porque nesse mês de setembro nós teremos o nosso programa especial de 75 episódios do Classics com a história da banda dos velhinhos que estão aí há 64 anos na estrada assim rolando pedra, estão aí tocando com álbum novo. Recentemente teve lançamento de álbum novo. Então você vai ouvir a biografia e alguns dos maiores sucessos dos Rolling Stones nesse mês de setembro.
Então é, é só lá que você encontra no Radiofobia Classics. E se você quiser, você tem também lá uma webrádio tocando 24 horas por dia ali no modo aleatório todos os episódios do Radiofobia Classics. Você pode ouvir no seu celular, você pode ouvir no carro, no TuneIn, lá no TuneIn, sabe o aplicativo do TuneIn? Tem lá a nossa rádio, Radiofobia Classics. É só você entrar no nosso site radiofobiaclassics.com.br, tem domínio próprio, tá lá.
Não tem por que você não garantir que você vai receber em primeira mão o próximo episódio do seu podcast musical preferido, o Radiofobia Classics. E por último, mas não menos importante, estamos aqui no nosso grupinho do Telegram, grupinho de ouvintes, produtores, apresentadores dos programas aqui da casa, t.me/radiofobianetwork. É só você entrar lá de grátis, totalmente de grátis. Ali você vai trocar ideia com a gente no dia a dia, você vai poder mandar meme, vai poder mandar jabá do seu programa.
A gente tá ali para se divertir. É o nosso alternativo, a nossa alternativa ao bom e velho Twitter que não existe mais, o ex-Twitter, moleque. Ali a gente tem um grupo de pessoas que têm um interesse em comum, todos são ou ouvintes ou produtores ou amigos dos podcasts aqui da Radiofobia. Então você pode participar lá de graça, você vai saber em primeira mão quando tem live, a gente manda link. Quando o Sandro Ródio termina as ilustrações com as artes dos episódios Banri.
Você recebe ali em primeira mão também, fica sabendo quando vai ter convidado novo. De vez em quando a gente faz uma enquete, você pode participar, ajudar a gente a produzir os próximos episódios. Então não perca tempo e entra agora porque é totalmente na vascaína. t.me/radiofobianetwork. Belezinha? Agora, técnica, roda a vinhetinha, chama de volta os meus queridos capanheiros de reclamação. Olha, não sei, viu, esse programa aqui a gente fala, cuiá, eu vivi para ver isso.
É uma mistura de nostalgia com reclamação, com É assim, né? Você sabe, Radiofobia é isso aí. Radiofobia é isso. Estamos aí chegando aos 18 anos de podcast e vamos continuar falando assim, porque eu sei que você gosta. Você, por isso que você tá aqui, né? Você gosta. Então vai lá ouvir esse episódio totalmente nostálgico, reclamão e absurdamente, como diria, incrédulo do seu Radiofobia. Aliás, Vamos, Miltinho! Toque seu baixo, toque seu baixinho, seu Miltinho!
Estamos de volta aqui com o nosso querido Milton Bass, mais um Radiofobia hoje totalmente galhofex. Vamos mandar aqui, começando aqui já pelos, pelos pequeninos lá. Boa noite, pequeninas! Primeira-dama está lá mandando boa noite para todos eles. Em breve teremos gravação nosso, está em processo de montagem, Estúdio 2 do Radiofobia em São José dos Campos, hein? Já está em processo de montagem, já tenho mesa, cadeira, 091 já, né?
Já temos, já tem o Estúdio 91, tenho, tenho 091, exatamente. Temos aí algumas sucursais lá, 012, 012. Estúdio Zero Douro, como diria o carioca, Zero Douze. Meus amigos cariocas, beijo! Eduardo Espor aí, Companhia Zero Douze. Muito bem, tem aí. E é isso. Então, o que que eu ia falar aqui agora também? Ah, para você que tá aí, a Natinha aqui, Beto Davi também lá de Belém do Pará mandando boa noite para todos. Aliás, temos também aqui quem?
Nossa querida Beterraba em Fúria de volta nas lives do Radiofobia também aqui. Beterrabs aqui com a gente. Então você que tá aí assistindo ao vivo, aliás, pode mandar o a sua pequena interatividade, porque nós vamos agora começar para falar o seguinte. Quem que mais, quem mais está aqui? Tiago, Tiago Tulsi, sucesso, Léo! Queremos excursão para conhecer os escudos. Ó, eu vou fazer, hein, começar a fazer o Radiofobia Tour. Não tem o Nerd Tour?
Vamos fazer o Léo Tour, Radiofotour. Aí você vai vir para Serra Negra, você vai ter direito a sair comigo tomar uma breja e me trazer carregado de volta para casa. Esse direito que você prepara, porque Serra Negra é cheia de ladeira, né? Exatamente. É bom vir de carriola, traga seu carrinho de mão. Exato, eu falei carriola, traga uma carriola pelo menos para poder carregar. Tem que ser, porque eu tô aqui algumas arrobas de peso para você.
Ó, gente, vamos aqui então falar do que nós vamos começar pela Ó, vamos, então vamos combinar um negócio aqui. Nós vamos começar falando das coisas legais, tecnologia, televisão, cinema, música, ou vamos começar a meter na guasca? Vamos deixar para meter a guasca depois. O que que vocês acham, hein?
Pode ser, vamos deixar o melhor para o final.
Melhor para o final, boa. Então tá bom.
Então, uma hora a gente tá em cima ou tá embaixo, sabe quem vai dar certo?
Não vai dar. É, eu sei que não vai dar, Thiago, você tem razão. O caos, o caos é nosso rei, né? É nosso rei, né? Né, o caos é nosso real. Petos Davi tá dizendo: eu posso dizer que vivi para conhecer o Léo e o Vitor Stassi pessoalmente. Olha aí, ó, menino Petos Davi, o nosso Vida Degradada, que vida, hein! Mas, ó, tomamos, o Stassi era mais fácil, o Stassi era mais fácil, vamos falar a verdade, tomamos algumas e comemos um belo hambúrguer no Mercado de São Braz, em Belém do Pará.
Excelente, Petos Davi, um beijo para você, nosso ouvinte paraense, menino do enquete. Mas vamos lá, Jéssica, então coisas boas, faz o que você quiser também, vai. Uma coisa boa para começar, que que é? Pode ser tecnologia, pode ser comida, você que sabe. Vamos lá.
Quando os primeiros, vocês lembram da história da Bela e a Fera? Lembramos que ela, ela vai, ela é aprisionada no primeiro momento pela fera e tá com saudade de casa, e a fera dá um espelho mágico para ela.
Né?
Não lembrava disso.
Olhar pelo espelho, ela dizendo, você, se você olha para o espelho, você vai conseguir ver a casa do seu pai e matar a saudade de saber que ele tá bem, porque o pai tava doente, aquela coisa toda.
Essa é a versão da Disney ou é a versão lá dos irmãos?
É uma versão, é uma versão que eu cresci lendo nos livrinhos. Ok, ok, deve ser meio que a original.
Beleza, beleza.
Mas Eu me sinto apópria quando eu pego o meu celular, certo, e vejo a câmera aqui em casa.
Ah, isso, isso realmente é algo inimaginável.
Tá longe, tô longe, tô com saudade dos meus gatos. Aí eu ligo, ele tá aqui, ó, tá louco.
E é assim, né, é longe, pode ser 5 km, é longe, pode ser 5 É, pode ser qualquer lugar, pode ser outro planeta.
Isso é tanto que às vezes a gente assiste filme, série, essas coisas, que a gente começa a falar assim, mas cadê uma câmera? É, não tinha câmera naquela época, né? Tipo, tivesse uma câmera— outro dia eu tava vendo não sei que série com a Ana lá em São José, aí ela soltou esse comentário assim, tivesse uma câmera, essa série tinha acabado nos primeiros 5 minutos.
Tinham recolhido a imagem ali, em 10 minutos tava preso.
Matou, não matou a câmera, tá aí, prova.
Eu não sei se porque eu me botava muito no lugar da saudade quando eu li a minha historinha quando eu era pequena, entendeu?
Sim.
Mas que quando isso acontece agora, que eu tô nesse lugar de ver as coisas e procurar pela imagem à distância, isso me conecta muito com infância, sabe? De pensar, de me colocar naquele lugar, naquele papel da criança lendo a historinha dizendo, nossa, como deve ser difícil ficar longe do seu papai, da sua mamãe, alguma coisa infantil assim. E quando eu tô olhando o negócio na câmera agora, assim, recentemente, né, depois de adulto, isso conecta com aquele sentimento, sabe? Eu pensei, cara, isso é muito legal, que bom que eu vivi para ver isso, sabe?
Mas que tem os dois pontos da câmera, né? Porque uma amiga minha, ela colocou na casa dos pais dela, que são de BH, né, né, para que ela pudesse dar uma checada neles, que eles tinham idade, né, eles não queriam ter alguém na casa trabalhando. E aí ela entrava, via lá, e ela chamava pelo microfone: oi pai, pô pai, ó, cuidado ali com fogão, olha isso aqui lá. Só que aí você começa o seguinte: você que tá olhando, você é o telespectador, é show de Truman, né?
Sim, que a pessoa começa a ficar acostumada, ela vira o Exato. Então assim, qual que é o risco de você ver teu pai passando nu pela sala?
Total.
Tua mãe e teu pai esqueceram que tem gente ali namorando. Tem muitos. É assim, é uma roleta russa. Sim. Lembra aquele site antigo, Chat Rolê?
Chat Roulette.
Já é antigo?
Já tem quanto tempo? Eu vivi para ver chamar o Chat Roulette de antigo.
Né? E uma coisa assim que hoje também eu acho muito legal é não só na câmera, mas nas fechaduras eletrônicas, né? Porque antes, por exemplo, sei lá, você ia viajar, alguém precisava vir dar comida, ração para o peixe, você tinha que deixar a chave com a pessoa, era toda uma burocracia, né? E hoje não. Você, obviamente, se a sua fechadura for daquela mais moderna, Você libera a fechadura, abre, a pessoa vai, faz o que tem que fazer e vai embora. Então isso é uma coisa muito futurista, né, cara? Sim.
Outro dia eu tava vendo, viu, Ti?
Fala, fala.
Você falou, viu, Ti, de pegar o pai pelado, etc.
e tal.
Outro dia na câmera eu não estava aqui, ele falou, foi, vai pegar o pai pelado, esse cidadão Não, alguém que falou. Ô louco, eu descobri que a minha filha tava passando mal aqui em casa graças à câmera. Como assim? Eu abria, eu abri a câmera aqui em casa, ela tinha saído. Quando ela chegou, ela tava tendo uma crise de ansiedade. Eu não estava em casa, eu descobri pela câmera.
Olha aí, isso é legal.
Tomei duas multas.
Tá, tá bom, então foda-se a multa. É, não, mas isso é parte, entre muitas aspas, rua, né?
Sim, acontecia só em Santo André e no filme do Esqueceram de Mim também, que era o seguinte: quando a gente ia viajar, olha só como é específico, em Santo André e no Esqueceram de Mim. É exatamente porque às vezes eu falo coisas, as pessoas falam: bom, isso daí eu não tenho onde a gente mora.
Só em Santo André ou no Esqueceram de Mim.
A gente ia viajar, ia passar o Ano Novo na praia, no interior, ladrão, você tinha que deixar uma luz da casa acesa para que os ladrões achassem que tinha gente na casa. Eu faço isso até hoje, eu faço isso até hoje.
Ô gente, mas pelo amor de Deus, célula fotoelétrica, gente, nos anos 80. Não, não, o Júlio falando que faz isso até hoje, mete uma célula fotoelétrica, cara.
Porque hoje com Alexa você pode ainda colocar algo numa quarta-feira, pode ter uma briga, pode ter—
esqueceram de mim agora, eu entendi a referência do esqueceram de mim, entendeu?
Você pode na quarta-feira colocar um cara gritando futebol, na quinta-feira tá tendo uma DR.
Não, e não é só isso, Ti, você pode mandar acender luz de festa, você pode mandar abrir uma janela se você tiver os controle tudo automático de casa inteligente, você pode mandar ela baixar um toldo Você pode mandar ela, sei lá, meter uma água no jardim, quando acabou, soltar uma chinesinha.
O meu uso mais frequente, voltando à situação da Bela, da Beléia Fera, da Jéssica, é quando meu pai não atende o celular dele, que é quase sempre, e eu sei que ele está na cozinha. Eu abro a Alexa e grito, pai, atende o celular!
Cara, eu preciso começar a fazer isso com a Natália lá. As nossas Alexas se conversam. Mas a gente não usa essa função. Vou começar a dar uns sustos nela.
Mas assim, mas pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Eu tenho Alexa em casa aqui, elas conversam em tempo real. Eu sei que você pode ligar entre si.
Você pode falar Alexa para fale na, né? Você liga uma conexão, né?
Você tá bem, é que eu sei que dá para ligar, né? Você fala liga para tal, aí Alexa liga para Alexa.
Se tu tens o aplicativo, Júlio, da Alexa no celular, celular, tu consegue abrir a câmera e o microfone no aplicativo. Então eu vou lá, abro a câmera, meu pai tá na cantina, aí eu ligo o microfone e falo, pai!
É que a câmera fala então, não é Alexa, a câmera que fala, né? Ah, é a câmera, tá, câmera que fala.
O que é? Atende o celular, me ligou? É, né, eu tô te ligando, atende.
E ela fala com uma voz pré-definida ou você pode fazer a vozinha?
Não, essa é a voz dele mesmo, é a câmera, é a voz dele da câmera. Não é a Alexa que fala, né? É Ah, ele conecta e a câmera aqui, a voz quando sai na câmera, né?
Você pode sussurrar de noite alguma coisa na casa de alguém?
Eu acho que dá, hein? Acho que dá. A Nath falou que vai morrer de susto. Eu vou morrer de susto. Mas sabe que dia?
Mas eu já liguei para várias pessoas, principalmente para minha mãe, por exemplo, né, que mora lá na praia e tal, que às vezes não consigo falar com ela. Eu mando ela ligar na Alexa, Alexa toca lá e às vezes ela atende, às vezes Às vezes não, às vezes ela percebe que sou eu que tô ligando, ela me liga do celular mesmo, né?
Mas você sabe o que que isso que a Jéssica falou que tava me lembrando? Não, a conversa toda tava me lembrando. O Thiago falou, eu não sei se você já tava vendo de novo pela 49ª, 70ª, milionésima vez, De Volta para o Futuro 1, claro, né? E aí aquela cena de abertura dos relógios e dos gadgets que o doutor deixa na garagem garagem para quando dá o horário quebrar o ovo para fazer o ovo para torradeira, comida do cachorro, não sei o quê e tal.
Cara, isso hoje faz parte da nossa vida. Eu não lembro quem que falou aqui no Radiofobia uma vez que tinha, acho que foi na pandemia isso que a gente gravou em algum momento, que foi na pandemia que teve aquela mania de fazer pão, que todo mundo começou a fazer pão, foi na pandemia, né? Pandemia. Foi, né? Todo mundo começou a fazer pão. Além de live, todo mundo começou a fazer pão. Teve esse negócio de todo mundo fazer pão caseiro, daquela máquina de pão e tal.
E a pessoa, cara, ela deixa a máquina pronta com os negócios dentro lá, ela programa cafeteira, programa máquina, dependendo do horário que ela acorda, ela tem pão quentinho, café pronto. Tudo isso que a gente viu em 1985 lá no De Volta para o Futuro, hoje em dia é realidade. A gente tá falando aqui das das máquinas das casas inteligentes. Dia dos Pais, ontem, ontem, anteontem, fomos no sábado, né, somos churrasco na casa do meu cunhado.
Ele tava, saúde para quem quer que ter espirrado aí. Que foi o Evandro? Saúde, Evandro! A Helena, saúde, Helena! Tá frio mesmo, hein? Aí ele mostrou que ele comprou daqueles sensores de proximidade, sabe? Aqueles sensores assim que você encosta e ajuda para cagar.
Isso, você caga, parece que tá no show do Timbaland, que você fica mexendo a mão.
É, não sei, cara, mas assim, já não precisa mais do interruptor físico também nas tomadas. Você é um interruptor que se conecta, sei lá, você troca os interruptores da casa, liga eles lá na central lá da inteligência e de qualquer parede da casa você acaba controlando as luzes da casa inteira. Cara, isso é inimaginável. A gente é de uma época que nós éramos o controle da televisão, lembra? A gente tinha que levantar e mudar de canal quando mandavam, né? Telefunken, TV Telefunken.
A gente tinha que ir lá. Eu vou falar para você, Léo, eu comprei duas, duas, dois botões de liga e desliga eletrônicos que você conecta com Alexa e tudo mais. Faz uns 3 anos, não instalei até hoje.
Olha aí, então parabéns!
Então lá da caixa bonitinho, etc., mas é simples, é um negócio que eu sei fazer, não preciso chamar ninguém para fazer.
As facilidades, cara, eu tava, eu tô fazendo um curso, vários cursos, mas um desses cursos eu queria ver ontem assim, na TV da sala, porque tem uma, a pessoa bota o, compartilha a tela de um aplicativo. Então é sobre edição, né? E tem um aplicativo, tem muito botãozinho, muito nome pequeno, muita coisinha assim. Eu tava tentando assistir no iPad, que já é também uma coisa que a gente viveu para ver, né, que essa coisa, né, do iPad, do celular.
Só que tava muito pequenininho, aí falei, vou ver na TV da da sala. Aí a TV da sala tinha o aplicativo desse lugar de cursos, aí foi descontinuado. Aí eu falei, puta, vou ter que subir para ver no escritório aqui onde eu tô, né, no estúdio, né? Falei, não, pera aí, a televisão tem internet, tem navegador, tem browser. Aí eu fiquei com preguiça, falei, ah, mas aí eu vou ter que ficar clicando com o controle remoto, dedinho por dedinho lá.
Isso é bosta demais.
Então, mas Mas aí o que que eu lembrei? Que o meu celular é da mesma marca da televisão e eles se conversam, e que eu tenho o controle remoto do celular, da televisão, no celular, e que dá para usar o teclado do celular na televisão. E aí eu entrei lá, SmartThings lá do negócio, eu entrei, blá blá blá blá, nome do curso, ponto com.br, e a senha. Puta que pariu, a senha! Entra no browser, pega a senha que tá salva no Google Chrome do celular celular, Ctrl+C, Ctrl+V na televisão, velho. Eu não acredito que eu vi um negócio desse.
E aí eu fiquei sentado de boa vendo um curso na televisão da sala, cara. Você fez uma das formas, você também poderia ter espelhado o teu celular.
Mas eu não queria porque eu queria, eu não queria gastar bateria. Eu não queria gastar bateria do celular.
Não, não.
E outra coisa, o celular, eu tô longe da Ná. Se ela quer mandar uma mensagem, mas tá entendendo? Tô longe da Ná. Se ela quer mandar uma mensagem para mim, eu vou usar o Telegram, WhatsApp no telefone. Eu não quero de repente abrir a tela aqui e apareceu a foto na TV da sala, tá entendendo?
Vídeo não fica bom, Júlio.
Não quero cometer esse risco mesmo. Não sei, nunca vi.
Passar um filho atrás assim e falar assim: agora entendo por que casou, entendeu? Não dá, não posso correr esse risco, entendeu? Então eu fico com o telefone na mão e assistindo o curso lá. Eu tenho duas origens de— eu, cara, mas isso é para mim é explosão de cabeça.
Tem uma pasta daquelas que fica dentro do teu celular urgente?
Não, eu tenho tudo isso, eu tô falando se aparece na hora ali, na hora da mensagem. Por isso que eu não quis espelhar na dela, entendeu?
Eu queria que você mantivesse o celular.
É, o celular é o celular. Eu vejo aqui assim quietinho, escondidinho.
Mas também a criança de repente precisa ser agredida, né, com a realidade.
Ai, mas aí não seria agressão, viu? Seria fazer muito carinho, seria fazer muito carinho, seria mostrar a felicidade, a felicidade. Mas, Rogério, bem lembrado, viu, esse ponto da câmera, porque é um negócio que até hoje A gente, e pensar que tá tudo hoje na nossa mão, né, cara? Ô Júlio, tá desligado seu microfone. Desligou de propósito? Ah tá, ele tá falando com alguém. Vocês lembram que antigamente tinha os gadgets, que cada gadget era uma coisa diferente?
E aí tinha aquele negócio de quando tinha tipo uma mini televisão que o cara falava, tipo um comunicador e tal. Você nunca imaginava isso, era coisa de James Bond, né?
Né?
Sim, era coisa de James Bond. Imagina você falar com a pessoa comunicando. Gente, eu tenho um smartwatch, qualquer um aí que tenha, qualquer marca hoje em dia. Você tá, eu tô cozinhando, eu atendo o telefone pelo relógio enquanto eu tô com a faca na mão, tô conversando com a pessoa no pulso.
Parece o Batman, né?
É, cara, isso é uma coisa que parece um Changeman. Sabe uma coisa que o celular tem também? Tem, se você deixar o celular parado em algum lugar, você consegue acionar a câmera do celular pelo relógio.
Sim, dá até para tirar foto. Você aperta no relógio, tira foto.
Meu relógio Casio, Cássio, meu relógio Casio aqui, ele tem uma única função dele de juntar com celular. É, eu entro no aplicativo e ajeita a hora dele, e eu aperto. Se eu perder meu celular, eu aperto no botão aqui e o celular começa a gritar.
Olha aí, olha aí. Isso também é isso que o Thiago falou, o negócio do vô, das pessoas e tal. É outra coisa também que outro dia me explodiu a cabeça, que eu parei para pensar, falei, nossa, como é que eu vivi para ver um negócio desse? São aqueles, aquela, aqueles tags, aquelas tags que você coloca em qualquer coisa para achar qualquer coisa. Você pode botar a tag que você quiser no chaveiro do teu pai, no chaveiro da tua mãe, você vai achar pai e mãe. Também, independente de celular.
Eu já taguei um adolescente, Léo.
Olha aí, conta essa história.
O meu sobrinho mais velho aí, que teve um tempo aí que ele tava fazendo umas coisas de adolescente que não era para fazer, perdeu o celular dele, foi confiscado por mim. Ele se ferrou, que eu vi tudo que tinha no celular dele. Ele ganhou— vocês lembram que uma vez eu mostrei um perebinha daqueles lá, celular da cobrinha? Mostrando aqui? Sim, sim, uma vez eu mostrei aqui, mas ele não é um celular velho, esses celulares ainda são vendidos, né?
Aí eu comprei aquele celular para ele e pendurei uma smart tag para eu saber onde ele tá.
Olha aí, e ele não sabia que era uma smart tag, era um chaveirinho, era um negócio.
Sabia, sabia. Você perdesse o caldo e entornar para o lado.
Ah, entendi. Então ele tava tagueado conscientemente, de propósito.
Eu tenho no meu celular a localização eu tenho através da Apple, né, tenho da minha filha, da minha mãe e da minha irmã. Eu sei aonde elas estão a todo momento. Então quando eu quero saber onde a Maria Júlia tá, por exemplo, que foi num lugar e depois ia para o outro, ou tá em movimento, etc., se eu quiser, para não ficar ligando, né, eu só vejo no localizador e vejo.
Não, isso é incrível.
Posso jogar o clima para baixo?
Só não dá para explodir a cabeça, né?
É, posso baixar o clima aqui, Léo.
Sempre faz o papel da Thaís. Manda um beijo para Thaís que não veio, faz o papel dela aí.
Eu fui sequestrado duas vezes já, né?
Ô louco!
E aí na segunda vez já tinha, como assim, sequestrado de sequestro mesmo? Quem nunca, né? Um sequestrinho é, é, já sofri duas vezes. Ô louco!
E aí em Belém, e falam que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar.
Caraca, meu amigo! Se cai. Aí o que acontece, depois da segunda vez já era, já tava aí o negócio de smartphone, meu amigo. Na semana seguinte, os amigos, todo mundo compartilhando localização. E até hoje, isso já tem mais de 15 anos, já virou hábito. É, todos os meus amigos têm localização, eles têm minha localização. Localização, olha agora. E olha que eu tenho uns amigos worldwide, né? É gente no Canadá, é gente.
Mas isso não é que nem aquela localização do mensageiro que você ativa e desativa, é um negócio fixo.
É o do aplicativo da Apple que o Júlio tá falando.
Não, não digo, mas não é tipo WhatsApp, Telegram, que você ativa o compartilhamento da hora?
É permanente. Se eu quiser ver minha mãe agora aqui, eu vejo, né?
É, entendeu?
Entendi.
Ele fica todo tempo ligado, não sei que a pessoa do outro lado desliga.
Aí é outra história.
Minha amiga, minha amiga Thaís, inclusive, ela tem uma hashtag no gato dela, no Chuva, que compartilha comigo.
Caraca, não sei onde o Olha aí, a Nath tá falando aqui: estácio com cartão fidelidade do sequestrador.
Olha, um dia eu posso contar essa história, porque nos dias, no dia, a história não foi legal, mas eu posso contar ela daqui numa outra vez que vai ficar engraçadíssimo.
Guarda então para a gente falar a história de quase morte.
Vamos falar para vocês que no segundo sequestro, na hora que eu tava na delegacia, eu contratei uma professora de educação física.
Nossa, que alternativa!
A males que vem para bem, a males que vem para Belém.
Para Belém. É, exato. Muito bem, Alice. Se tiver aí no YouTube, mande sua interação para nós aqui, que nós vamos trazer a sua história também aqui do que você quer, do que você viu, viveu, viveu para ver ou para não ver. Thiago Fujiwara, puxa aí para nós algo que você realmente te deixa de queixo caído.
Olha, Léo, eu acho assim, que como uma criança amante de videogame, a gente viu hoje, às vezes pego, me pego jogando aqui no Play 5 e eu fico vendo os jogos e falo, caceta, cara, tipo, é melhor que um filme, é melhor. Uma vez eu tava jogando futebol e meu tio ele parou atrás de mim, ele ficou e falou, que campeonato é esse?
Que jogo é esse que tá passando que eu nem sabia?
Então assim, isso eu acho incrível assim, porque Você pega um jogo, perdeu, ou você pega um Red Dead Redemption, cara, é um filme aquilo. As pessoas não têm a mesma experiência.
Pera aí, perdemos o Stassi. Segura aí, segura um pouco. Perdemos o Stassi. O Stassi deve estar imaginando, né, que tá jogando Corinthians e Barcelona, né? Sei lá, uma coisa assim. O campeonato é esse, né? Tu vai saber o que se passa na cabeça de menino Stassi. Alice nesse momento caótica. Continua depois, continua.
Eu fiquei bastante tempo sem jogar, sem acessar plataforma nenhuma, foi um período assim recém-casado e tal, de videogame não era uma prioridade. E aí quando eu fui ver de novo, tinha tido esse gap, essa evolução, sabe?
Teve um salto de tecnologia, né?
Salto de tecnologia. E aí eu olhava para aquilo e era isso, eu me perdia na noção até de como jogar.
A Jéssica saiu do Didi na Minha Encantada para o God of War, né?
Eu ainda jogava em duro, tá?
Eu fiquei tonta porque eu acho que foi o quê? Tô tentando lembrar qual foi, mas era um que tinha sido filme também, Tomb Raider, jogo da vida, que virou filme depois, né? Eu acho que era o King Kong, mas é o King Kong numa ilha, é isso?
É de jogo do King Kong. Eu não sei, tem jogo do King Kong com outras coisas?
Eu acho que o filme tinha o Jack Black, é o filme da caveira.
Mas tinha jogo disso?
Não, Jumanji.
Não, Jumanji não tem jogo do Jumanji.
Black fez jogar na casa de uma pessoa, mas Jumanji é um jogo, né?
É, mas o jogo do filme não tem no videogame no nosso Mas enfim, eu sei que tinha uma cena linda de uma canoa indo para um rio.
Dentro tinha uns paredões de pedra assim, sabe? Aquele rio que vai descendo.
Então eu já tava ali.
Não, não é.
Era uma canoa, era uma piroga.
Era muito lindo aquilo. Mas eu não preciso ficar jogando um negócio desse, eu posso parar e ficar vendo alguém jogar.
Mas você sabe que eu vi no Instagram ontem, não sei o que que foi. Ah, teve, tá tendo agora o jogo, inclusive eu falei que não ia jogar, já joguei mais de 40 horas, que é o Assassin's Creed Black Flag Resynced, né? É uma versão agora, um upgrade, um upgrade do Black Flag, foi 2016, 10 anos depois, 2016. É, e aí tava vendo no Instagram o cara jogando no Play 5, é cinema, é muito bonito. Né? E é um jogo de pirata, então tipo, é navio, é barco, é tropical ali.
Eu falei para a Nath, outro dia eu mostrei o mapa, o mapa é só os caras, é o Caribe, né? Então é Cuba, tem a Jamaica, tem ali o norte ali do país, cara, tem até a Flórida ali, o comecinho dos Estados Unidos e tal. E aí a menina no Instagram falando assim, como é que é, chegou a hora do meu marido jogar o jogo preferido dele e eu assistir o meu filme. Ela sentada do lado dele comendo uma pipoca enquanto ele tá jogando, ela tá como se estivesse vendo filme, porque é isso, a história, diálogo, é um fala com o outro, que é uma coisa também incrível, né?
A gente viver, ter vivido para ver a indústria do game já desde o GTA 5, que vai fazer o quê, 13 anos também, 14 anos já é superar em faturamento também, né, receita, a indústria do cinema, gente.
Cinema, não.
E o que eu acho incrível é o seguinte: antigamente você tinha uma história linear. Então você era o Mario, você passava 8 fases, você salvava a princesa. Agora, se você pega, sei lá, 10 pessoas que jogaram Skyrim, por exemplo, cada uma Jogou Red Dead, né? É Red Dead, tipo, muita coisa assim. Eu pego meu Red Dead, às vezes eu falo, putz, vou só caçar uns bichos, né? Fico, sei lá, 2 horas.
Pega o Red Dead e fala assim, vou sentar na mesa de pôquer, que eu vou ficar jogando, né? Exato.
Eu fiz isso muito, é o jogo da faquinha no dedo.
E eu lembro assim, cara, a vez que eu me senti mais participativo numa coisa foi muitos anos atrás, quando eu fui jogar Battlefield, o 3, que aí tava uma galera jogando. E aquela coisa assim de tipo, ó, vamos, vamos, uma galera pela direita, outra galera por aqui, a gente se encontra em tal lugar, vamos dominar o ponto A. E eu pensava, caraca, acho que nunca, né, eu ia imaginar tá conversando com o pessoal e você tá jogando. Porque quando você tá jogando online sem microfone, sem nada, todo mundo é burro, só você é inteligente.
Você fala, puta, cara burro, não tá vendo isso? E quando tem todo mundo e você tem tática, puta, eu ia dormir realizado assim. E uma outra coisa que eu acho hoje assim incrível, o PlayStation, por exemplo, ele tem um sistema que se eu deixar meu PlayStation ligado aqui em standby, eu posso acessar ele pelo meu iPad. Então eu posso levar o iPad lá para agência Ligar o controle no iPad, ele conecta com aqui na minha casa e eu consigo jogar onde eu tiver.
Então antes eu viajava e aí eu levava uma mochila com Super Nintendo dentro, com Mega Drive, qualquer coisa. Hoje em dia não, você pode viajar e pode ter isso.
Então o Play 5 dá para jogar remoto assim também?
Dá, tô na área.
Eu não sabia não, eu tô perdendo tempo.
Vai acabar o console por causa disso.
Você pode jogar, eu tô perdendo tempo de não jogar no Play 5 então, mas dá para jogar na televisão que nem o Xbox? Não, acho que não, né? Eu acho que tem que estar pelo Xbox Game Pass, porque o meu Xbox pifou, morreu. Series X, Series X. E aí agora é saudosa memória. E puta, e agora eu jogo pela televisão usando aquele gaming Game Hub, sabe?
Mandei o meu Play num cara em Campinas, hein, Léo?
Top de linha, arrumou meu Play 5. Então, mas o menino lá, o top do Brasil lá, o Alex da Gamertech Zone lá de São Paulo, não conseguiu arrumar o meu Xbox. Me indica esse aí, Julião, vai que, vai que vamos ver. Mas o que eu quero dizer é que eu não sabia que o Play 5 tinha esse game remoto também.
Tem, tem. Eu jogo pelo iPad porque às vezes as meninas estão no quarto, estão fazendo alguma coisa, eu consigo jogar na sala.
Pô, me passa essas dicas aí depois para eu tentar aí fazer. Sim, manda aí, que aí quando eu tô em São José não tenho console lá, né? Aí às vezes eu tô de boinha lá, quero jogar um pouquinho. E outra coisa assim, que quando eu penso nisso daqui, e isso também explodir cabeça, né, cara?
Nossa.
Mas eu lembro assim, a explosão de cabeça que acho que talvez, pensando bem, eu acho que foi a maior da minha vida lançamento de Pokémon GO. Eu acho que quando lançou Pokémon GO, primeiro que eu nunca imaginei que tinha tanto fã de Pokémon por aí, e o jeito que a coisa espalhou. Eu trabalhava ali na Paulista, então eu saía na hora do almoço, era assim montinhos de pessoas assim nas esquinas, nos parques, embaixo do MASP, todo mundo jogando.
E aí o Pokémon Então ele foi, foi seguindo, seguindo. Eu lembro que na pandemia, ela é uma atividade aqui de casa, eu pegar as meninas, colocar no carro e sair por aí jogando para a gente poder sair de casa e circular. E até alguns meses atrás, às vezes a gente pegava no domingo e falava, vamos sair dominando o ginásio, eu, a Lili, cada um com seu celular, as meninas com os E aí a gente ia, parava o carro em frente a algum lugar, dominava um ginásio.
Aí onde que é o próximo? É perto da igreja. Dirige até perto da igreja. Pai, derrubaram o nosso ginásio!
Muita gente ainda joga, né? Muita gente ainda joga.
É divertido porque às vezes você não tem nada a fazer no domingo, às vezes você tá falando, pô, de que que eu vou fazer?
Nossa, um Globo Ruralzinho não tem?
O Senhor Brasil, poxa vida! Amanheceu, peguei a viola. É, mas você sabe que quem fazia isso? Dona Natália, na época que ela tava na faculdade. Depois ela falou que ela chegava, Pokémon, Globo Rural é hoje, hoje em dia. Domingo eu vou dormir 7 horas da manhã, tá lá até o nenê, o nenê, o nenê. Bora, Luizinho! Eu tô vendo Globo Rural na televisão.
Inclusive me lembrou aí nada a ver com o assunto, com uma amiga minha, meter uma paquera que ela chamou para assistir Globo Rural e o cara foi.
Olha aí, ó, beijo, Gabi, hein? Olha aí, parabéns! Não, essa aí é para ver o nível de interesse, né, Estácio?
Se for, é porque esse é para casar.
É para ver o siga bem caminhoneiro.
É, exato. Ó, isso daí, isso rende uma pauta também. É exatamente, Thiagão, já ligadação, né? Ô Júlio, lembrar de uma pauta para a gente gravar futuramente aí. Anota aí para não esquecer: é a arte da sedução, para a gente falar sobre as técnicas de sedução. Isso é um tema que a gente nunca falou aqui, da seducência.
Eu posso escrever escrever um livro de todos os erros que você não pode cometer, que eu já cometi.
Aquele lá, como é que é, o Guru do Amor? Guru do Amor? Guru do Cinema? Guru do Amor. Vamos gravar essa Arte da Sedução. Tem dois temas já que nós falamos aqui, hein? A Arte da Sedução e o outro é o quê? É história de quase morte. Temos que, temos que ter esse daí em breve. Muito bem. Games então é uma coisa também que me explode a cabeça. Queremos você aqui. Muito bem, chamando aí a comunidade espírita para participar com a gente também. O Menino Estácio, e aí, coisas boas ainda, hein? Não chegamos no terror.
Coisas boas. Eu vou aqui ficar o pé um pouquinho mais no negócio das tecnologias, porque, bicho, em que situação a gente ia pensar que a gente ia poder fazer aquele cocôzinho gostoso assistindo o programa que a gente gosta?
Nossa, isso é realmente inadmissível, é bem Impensável, impensável.
Pelo amor de Deus, Léo, eu gastei um tubo de dinheiro no iPad. Há anos eu tenho iPad, eu tenho iPad desde o iPad 1. E aí outro dia eu resolvi ver qual era a maior utilidade que eu dava para ele: produtividade, né, anotações, aplicativos como Evernote, que não nos patrocina.
Exato.
Também cancelei assinatura, fica dizendo já vai acabar teu espaço, vai acabar teu espaço. Enfim, e Guarulhos assistir YouTube no, no, no, no, no, no, enquanto tomar banho, enquanto faz uma obra, fazendo número 2. Eu acho, eu acho que isso é de uma libertação. Por quê? Porque quando a gente era pequeno, a mãe não deixava nem a gente ficar muito tempo na TV, que ela dizia que estragava a vista.
Exato.
Aí eu tô agora com, com 40 e todos os anos, quem é que tem a vista ruim? A minha mãe, que não assistiu nada.
Minha vista tá boazinha.
Exatamente.
Exatamente. Não, isso é uma coisa que realmente é a bicuidade, o nome disso, entendeu?
A gente assiste as coisas, né?
Exato. Isso é uma coisa que às vezes eu paro para mexendo, ver no celular assim. A gente que já, a gente já viveu uma época, nós todos aqui vivemos isso, né? A gente tinha uma coisa, cada coisa era uma coisa. Agora tá voltando isso, né? O Estácio Tito mostrou aí dele o MP3 player dele lá, lá e tal. Meio que a gente tá tão online, tão ligado com tudo. A gente conversou no programa passado com o Nick Ellis, né? A gente, quando começou, a gente tinha que entrar na internet, não era assim.
Então eu lembro que uma vez o Tato e o Mauri falaram para mim, eu trabalhava lá na Toyota e eu tinha um telefone, não era smartwatch, um smartphone ainda. E aí a Samsung ia lançar, acho que o primeiro Galaxy S. Eu tenho, eu tenho ele aqui, inclusive, o primeiro Galaxy S. Mas isso foi, eu tava na Toyota, 2008, mais ou menos 2008 para 2009. Aí eu lembro que o Tátil, eu tinha um telefone da, eu não lembro se era um Nokia, um Sony Ericsson, alguma coisa assim, que ainda tinha aquele tecladinho físico, tipo um BlackBerry da vida assim, sabe?
E assim, quando você queria mandar alguma coisa na internet internet, você tinha que conectar, fazia aquele tiro, liruli, conectava lá no Edge, ou seja lá o que fosse ali. Você gastava uns pequenino quantidade de internet, mandava ali um email ali, um recado, recebia uma imagem muito bosta, alguma coisa assim. Entrava naquele, lembra que tinha aquele navegador para você ver mapa, ver essas coisas, que era tudo de menu? Tinha menu 1, menu 2, entrava nas categorias, Esqueci como é que era o nome desse sistema de navegação que tinha assim.
Não, não é, não lembro como é que era o GPS. É, não, esse era o GPS, mas era assim, não era de cada operadora de telefone meio que disponibilizada para você uma parte interativa que era inteligente para você procurar uma pizzaria, para você procurar alguma coisa, tinha as categorias assim. Mas assim, o fato é que você escolhia o momento que você acessava a internet internet, fazia o que você tinha que fazer na internet. É que nem fazer cocôzinho, você ia, fazia, saía, você não ficava lá, entendeu?
Hoje a gente— aí o Tato e o Mauri falaram assim: Léo, você sabe que vai chegar o momento daqui a pouco que o celular estará conectado na internet o tempo inteiro? E eu lembro que eu perguntei para ele o seguinte, para o Tato: por que é que vai te dar essa fatura? Não, não, eu perguntei para ele: por que é que eu quereria estar conectado na internet, no celular, o tempo inteiro. Isso foi há um pouco mais, um pouco menos de 20 anos, cara.
A nossa, a nossa pouca visão na época, né?
Eu falei, por que que o ser humano iria querer estar conectado na internet o tempo todo? E hoje, se a gente tá em algum lugar que não tem uma conexão 3G mequetrefe minimamente, a gente tá viajando andando, ouvindo música no streaming do, do, da rádio lá, do, do, do tuninho da vida. Vamos supor que não é uma playlist que você baixou, tá? É, você tá no streaming ali, e aí você entra numa montanha, num túnel, não sei o quê, você fica 2 minutos sem sinal, você já fica cagado, que você não sabe o que que vai acontecer, se lá na ponta do túnel o sinal vai voltar ou não. Cara, olha que absurdo, velho!
Você tá no GPS, né?
Né, Léo?
Você tá indo para um lugar que você não conhece, o GPS tá com o caminho traçado ali e você entra numa zona escura e você não acha que vai voltar. Você quer saber onde vai entrar, onde não vai.
Aí então, agora a gente tá fazendo essa volta de desconexão, né?
O meu vô tem 97 anos e ele é uma pessoa que ele pega o celular, ele manda mensagem, ele manda áudio. Aí a gente tava falando sobre alguma coisa que que eu não lembro o que que foi que ele tava dizendo assim, ó, não me lembro quantos rios tem que deságuam no Guaíba aqui em Porto Alegre, né? Porque foi semana passada, o nível do Guaíba tava subindo mesmo sem ter chuvas em Porto Alegre, porque chove na cabeceira de outros rios que alimentam o Guaíba.
Aí o nível vai subindo, né? Isso tava dando noticiário. Aí o meu vô, ah, eu não lembro quantos rios deságuam no Guaíba, mas se eu não me engano são 5. Pera aí que eu vou perguntar para o ChatGPT dele. Pega o celular e fala, entendeu? E daí eu olhei para ele assim, se eu vou, você é de um tempo que nem telefone tinha, mal tinha rádio.
É isso, você viveu para ver isso, cara.
Como é que você consegue transitar isso? Como é que isso se assimila na sua cabeça de alguém de 97 anos, sabe? E ele, não, mas é que se eu não fizer isso eu vou ficar para Tá vendo?
Fantástico. Eu acho que é porque também deixou mais fácil, né? Porque a interface não é mais um negócio que tu tens que digitar, um gadget que tu tens que manipular. Pô, vocês lembram aí quando tinha— a minha mãe foi isso. Quando a minha mãe teve que pegar no mouse, ela não sabia nem porque. Ah, mouse era uma dificuldade de arrastar o mouse para direita, para esquerda. Mas ela chega ali na Alexa dela lá no Echo Show. E Alexa, abrir YouTube.
Aí ela já mete o programa dela lá. Por quê? Porque tipo assim facilitou, a interface ficou mais fácil, né? Então o cara só tem que falar e aí o bicho cospe a resposta de lá. Então eu acho talvez que nesse ponto não seja que o idoso que não tava ali tão aclimatado com os usos dos aparelhos, eu acho que a facilidade ficou tanto que agora ele tá incluso. Mas a gente tem muita noção dos perigos, né?
A gente tava no sabe? Porque assim, ó, ele morava no interior. Quando começou a ter rede telefônica lá, primeiro que era com telefonista, aquele painelzão que você tinha que mudar os cabos, né? Para você quer falar com seu vô, você tem que, o cabinho da sua casa você tem que ligar num aparelho cheio de buraco com o cabinho que é da casa da pessoa que você quer falar.
Da época do John Wick, né? Tinha que conectar assim.
A cidade lá tinha tinha sei lá quantos habitantes, 5 mil habitantes, não sei, mas os números de telefone eles eram de 3 dígitos. Você discava 321 e era a casa de uma pessoa, sabe? Você discava 512, era esse o número de telefone, com 3 números, entendeu? É louco.
Eu lembro quando, eu lembro quando dos números aqui de Sarneca eram 6 números. Números, né? O telefone da casa da minha avó era 921006, o meu melhor amigo 922348. Eram 6 números, era só isso. E aí foi aumentando, 892, 392, traço, isso, exato, 92, exato. Mas eu quero dizer que eram 6, depois aumentou para 7, 8, hoje em dia 9. Daqui a pouco sabe Deus como é que, quanto que vai ser, né? Agora a gente tava sábado lá no churrasco de Dia dos Pais.
E aí a gente tava falando de outra coisa também, eu tô aqui, mano, virou aquilo que o Thiago falou que ia ser mesmo, né, bagunça. Então, que é uma coisa que eu realmente é uma coisa que me deixa muito admirado, cabisbundo e feliz até, que é a capacidade, o nível que a gente chegou da gente controlar as coisas coisas com comando de voz, cara. Então não é só a Alexa, o Google, outras ferramentas, mas o próprio celular, algumas outras coisas também, né, que a gente tem de controle de voz.
De você, cara, às vezes eu tô sozinho aqui, sabe, eu fico sozinho, né, o meu filho trabalha o dia inteiro, o outro tá na escola, depois à noite eu vou para o quarto, eu tô sozinho, né. Então eu, cara, é automático, automático. Alexa, liga da suíte, ela liga a minha TV da suíte. Alexa, liga o Spot. Ela acende o Spot. Aí eu vou fazer alguma coisa no quarto. Alexa, liga Kiss FM São Paulo no tuninho. Tudo controle de voz e vai fazendo as coisas.
Eu vou ouvir na Alexa volume 4. Alexa, meu despertador para tal horário e tal, sabe? E aí outro dia quando eu fui ver, eu tava perguntando conversão de moeda assim automático, meio que como quem conversa com Chegar um dia que o Léo vai perguntar, Alexa, onde é que fica o interruptor? É, exato, cara. É, não, e você sabe o que que aconteceu outro dia? Eu falo assim, tem um comando que eu falo assim, Alexa, vamos dormir. E o Alexa, vamos dormir, é uma rotina programada para um monte de coisa.
Então quando eu falo vamos dormir, ela desliga a suíte, a televisão, ela liga na rádio que eu quero ouvir já no volume tal e coloca o despertador para o dia seguinte tá horário. Então é uma rotina programada, né? Aí ela responde para eu saber que a rotina funcionou. A última função é uma resposta. Então fala assim: Alexa, vamos dormir. Aí ela faz toda a função e fala assim: vamos sim, boa noite. Aí eu: boa noite. Eu dando boa noite para ela que já desligou.
Alexa é o novo William Bonner.
Boa.
Ela faz tudo ali. Alexa, vamos dormir. Ela faz tudo que eu pedi na rotina. Ela falou assim, vamos sim, boa noite. Aí eu falo, boa noite. Quem nunca, cara? E aí a gente tava falando no churrasco de uma senhora, de uma velhinha, não sei se é do Rio Grande do Sul, da onde que é, uma velhinha que fica brigando com a Alexa. Chama Alexa, Alexa, ô sua biscate do inferno, amiga! Que ela fala, Alexa, vai. Eu acho que alguém programou, porque Alexa dá para você botar uma pergunta e programar uma resposta, né?
Se alguém perguntar tal coisa, você responde X, aquelas respostas prontas. Aí eu acho que o neto dela, alguém lá falou assim: quando perguntar qual vai ser o clima de amanhã, responde: não é da sua conta, sua véia, não sei o quê.
E aí colocou.
Aí ela falou assim: Alexa, vai chover amanhã? Alexa falou assim: e eu que sei, sua véia. Chata. Aí a velha começa a brigar com a Alexa: eu é que sou chata ou sua biscate do cacete? Começa a brigar com a máquina. É muito bom.
Eu vi uma velhinha que ela reza o terço com a Alexa. Olha aí, ela e a Alexa dá 25 cada uma e vai que vai, cara.
Olha aí, ela fala o Pai Nosso, a Maria Cheia de Graça, a Alexa repete Santa Maria Minha mãe de Deus, vai por nós, pecador.
Outro dia, Thiago, a minha mãe tava assistindo uma missa de IA lá. Eu olhei para ela, não, minha mãe, pelo amor de Deus, pelo menos uma missa ao vivo.
Missa de IA? Como é que é isso, Ricardo?
Qualquer porra não tem condições, minha mãe. Põe um padre 24 horas aí que tem, tem vários, pelo amor de Deus. Tem missa rolando a tudo quanto é horário no YouTube aí.
Era uma missa de IA?
É isso?
Leo, essas paradas aí, principalmente as paradas religiosas, não, agora vamos começar a cair.
Eu vivi para ver isso também, né? Puta que pariu, né? Eu vivi para ver as coisas fake, né?
Porque tipo assim, são as imagens geradas por IA, então geralmente uma imagem estática, mas uma missa, olha, eu vou dizer aqui, né? Depois pode parecer um negócio incrível, mas eu, por exemplo, eu sei montar um missal de do início ao fim, porque estudei em escola católica, né?
Quem nunca?
E aí eu tô toda, todas as missas, dependendo do tipo de missa, né, a programação certinha, mas uma narração ali de uma voz de ar, e geralmente uma voz profundamente grave de um homem, né? Tá lá, é o professor Odiloni, tá fazendo a folga lá. Eu, é, exatamente, aí aquele reverbão e tal, ele fica lá fazendo assim.
Pai Nosso que estais no céu, amém.
Aí, pô, eu falei, minha mãe, pô, pelo menos coloque aí uma missa de um padre mesmo que tá gravada, entendeu?
Mas na hora do aperto aparece o QR code ali para a gente fazer o Pix.
Tem que ter o Pix do donativo, é isso.
Agora, agora Agora, agora tu falaste um negócio preocupante aí, porque isso aparece, tem um monte de velhinha dando aí dízimo e doação para umas igrejas que não existe, porra.
Deve ter, cara, porque não sei, a gente comentou isso um tempo atrás do Frei Gilson, né, que só acordava de madrugada para fazer isso. E o que que descobriram?
O terço, né, o terço.
Isso, isso. A Aline fez, a gente já fez aqui.
Né?
E o que que a gente descobriu? Teve um vagabundo que ele começou a piratear a transmissão do Frejilson, e aí ele mudou só o QR code.
Lógico, lógico, claro.
E aí um monte de gente mandava dinheiro para esse cara achando super tranquilo.
O cara mete espelha no OBS lá e só muda o coisa, muda o coisa, nem precisa muita coisa.
E a gente aqui que quem gosta de futebol, quem nunca tinha um jogo que você não achou em nenhum lugar, tava passando algum desgraçado no YouTube com a tela em diagonal?
Exato, todo mundo assistindo assim, ó, acaba o jogo, vagabundo com torcicolo, não sabe por quê, da onde veio, né?
Falou, fazia estalando. E aí eu acho engraçado que esses vagabundo, ele falou, ó, se você fizer um Pix, a gente desentorta a tela.
Ah, era na base da chantagem.
E deve ter um monte de gente que faz o Pix achando que vai desentortar a tela.
Mas será que eles não mandam no Pix, eles não mandam uma outra, um outro link, que aí você entra e vê qual é? Não sei, nunca fiz. Vai ver que tinha um certo, uma certa verdade nisso aí. Não, eu realmente não Já vi jogo em diagonal e não paguei para ver.
Vai ser pirateando, ele vai pensar, ele vai ter a ética, Júlio.
É a versão, é a versão futebol do, como é que chama aquele lá que tinha antigamente lá do chat lá das meninas que falava assim, ah, se me mandar dinheiro tal eu tiro tal coisa? Não tinha esse lado? Tem o nome, não tinha negócio desse lá?
Ah, deve ter.
Você fala uma coisa, mas isso também é outra coisa que a gente pode falar aqui, viveu para ver, né? Porque daqui a pouco a gente entra nessa parte mais negativa, mas quantidade de golpe hoje em dia também, por conta de tudo isso que a gente vê, se tornou inadmissível, né? Porque artes marciais, que artes marciais? Explica aí que eu não peguei. É golpe, só golpe. Ah, tá bom, tá Tá, desculpa, eu tô lerdo, tô lerdo. Muito bem.
Eu me divirto muito, é o Neymar do Roblox. Vocês já viram esse?
Não, porque não conheço Roblox, mas você quer do— tem as meninas aí.
Ele criou um boneco no Roblox que é o Neymar, e ele tem— não sei se ele usa algum aplicativo que ele tem a voz do Neymar ou o cara imita. E aí ele chega na criançada, ele fala: oi, e aí? Eu sou Neymar, tudo bom, não sei o quê lá. Aí, ó, eu vou dar um prêmio, vou dar um PlayStation 5 para quem gritar mais alto é o Neymar. Aí você ouve a criançada gritando na casa, é o Neymar! E aí você começa a ouvir o áudio dos pais e da mãe, cala a boca, filha da puta, vou desligar tudo! Cara, eu me divirto tanto com o áudio desse cara. É um desgramado.
Nossa Senhora, muito bem, menino.
Também a previsão do De Volta para o Futuro, né, Léo, que o Doc pega lá no, porra, um mini estúdio de TV portátil. Exato, teu celular, né, puxa o celular, puxa um microfonezinho desse aí de que o pessoal usa na mão feito um idiota, aí apela para usar na mão, é, pluga bem aqui, meu amigo.
Exatamente.
E outra coisa também, né, muito menor Tudo aqui do filme, que era uma VHS no filme.
E outra coisa também que a gente viveu para ver foi a versão do Biff presidente da República, né, dos Estados Unidos. Caralho, isso aí sim, porque o Trump é o Biff, é o Biff do De Volta ao Futuro 2, né, cara?
Nunca tinha ligado o nome à pessoa, verdade.
Na maluquice, né, bicho?
Na maluquice, em tudo, é a estética, o layout, aquele Biff é exato, a diagramação A diagramação, a forma, né? A forma torta, né?
É igual.
Abriu a geladeira com o corpo quente, ficou com a beija torta, desenformou antes de esfriar, ficou com a beija torta o resto da vida, né? Muito bem, menino Júlio. E você aí, Julião? Vamos lá. Olha, Léo, eu vou falar para você, tá muito alto seu microfone, você tá gritando, não tá percebendo.
Não tô gritando, eu vou deixar mais longe aqui. Eu vou falar para você o seguinte: eu vivi para ver e ainda vou viver para ver. Duas coisas diferentes.
A primeira é a seguinte, tá?
A gente que é de uma outra época, a gente usou LP, sim, praticamente a nossa adolescência inteira, né? Infância, adolescência. Depois nós viemos no CD, agora depois nós viemos nos cinemas. E agora eu vivi para ver voltar o LP, é, com força total.
Voltaram.
E essa é a coisa que nós vivemos para ver. E eu ainda vou viver para ver a mídia física de DVDs e Blu-rays e filmes voltar de novo com força. E aí eu sou um cara que nesse ponto eu já estou muito bem munido.
Você sabe que você tá se enganando profundamente, né?
Não está, não vou te dizer que você gosta, lá no site lá da empresa que eu comprei lá o meu MP3 player, tem para vender tocador de CD da mesma empresa. Se tu olhares, por exemplo, eu ainda tenho aqui tocando e tá funcionando ainda. Não, mas o lance é vender, né? Fabricado novamente, o equipamento dedicado para reprodução da mídia.
Eu falei no programa com Nick, no programa anterior do Nick, eu falei que a Sony vai conectar com o Walkman nos mesmos moldes desse que você comprou aí.
Sim, e ao menos isso aí eu gostaria de ter, eu também gostaria.
Ao mesmo tempo, a desgraçada vai acabar com PlayStation, vai acabar com console.
Exato, mas acho que tem a ver com essa coisa que a gente falou agora de a gente tá tão tecnológico, tão conectado e tudo, que tem uma parte das pessoas que tá buscando a desconexão, né, tá buscando É que nem, por exemplo, o Kindle, né? Kindle, que é outra coisa também, que nossa, eu vivi para ver isso, livro em tela. Que assim, eu tenho, eu tenho aqui estantes, estantes, bibliotecas que eu trago a minha vida inteira de livros e livros e livros e livros, que claro que eu nunca li nem 90% deles.
E eu sempre fui acumulador de livro e caneta, é comigo mesmo. Outro dia comprei uma caneta nova, inclusive, outro dia, que escrever, comprei outra caneta. E essa do resistir, comprei outra caneta, é um pouco cara até essa daí, me arrependi um pouco depois, mas enfim. E aí é caneta japonesa, tem que respeitar. E aí o Kindle, cara, é uma coisa que antigamente eu viajava, levava 3 livros quando viajava, tipo assim, ia ficar um tempo fora, um mês, alguma coisa assim, eu levava 3, pesava e tal.
Olha, eu gosto até opção às vezes, né?
É, eu gosto de cheiro de livro, cheiro de página nova, tudo assim. E tal. Pô, mas você, ele é boa demais, aquele livro de sebo, né, tudo com as páginas amarelas, tudo meio cara comida, muito bom. Mas você poder ter uma biblioteca que você não vai conseguir ler pelo resto da sua vida num negocinho desse tamanhinho. E outra que eu gosto legal do Kindle também, que você quiser dá para conectar, mas ele sem browser, sem navegação, é só, sabe, sabe, desligar notificação do celular e ler e ter na palma da mão.
Você bota na mochila, né, e pode ler o que você quiser. Falar, não tem, se quiser você entra na loja, sei lá, indo lá o limite de R$1 lá por mês, sei lá quanto, sei lá, você tem tudo que você quer. E aí outra coisa também que eu descobri que não era muito a minha praia por causa do podcast, mas que eu aprendi a gostar também, dos audiobooks, que é muito legal também, cara. Outra coisa que eu vivi para ver isso e outra. Dá para ouvir em velocidade.
A gente só ouvia como é o menino lá da Bíblia.
É o menino de Moreira, era só esse audiolivro, né? Que foi, Thiago?
Só tinha audiolivro.
Eu falei que o livro de Moreira nunca foi menino.
Quando Deus terminou de fazer a Terra, ele já tava ali, ele já tava, ele já tava contando a história já, ele já tava lá.
Mas era o CD do Sid Moreira da Bíblia e a fita cassete da Xuxa com a história dos patinhos.
É, e as histórias do Silvio Santos tem as histórias também.
E assim, vocês estão pensando, coleção disquinho, lembra coleção disquinho? Coleção de discos.
É, eu na verdade eu penso o oposto de vocês, sabiam? Porque vocês estão nesse retrocesso aí voltar ao Milwaukee.
Não, não, assim, é assim, é graça, é gratuitamente.
Tira ele, Léo, porque sabe o que eu penso de um cara que vai programar para você colocar o óculos Rift e aí você tá no meio do Live Aid para você assistir o Queen ao vivo, Freddie Mercury na tua frente, você poder assistir os grandes concertos, Sinatra. Imagina você tomando, Léo, um baita de um copão de Jack Daniel's, fumando charuto, e Sinatra tá na tua frente. Gente, ou você tá numa praia e Bob Marley tá tocando ali fazendo um uau. Eu quero que chegue nesse nível as coisas.
Mas tem que ser 4D para você sentir o aroma também.
Nossa, Jimi Hendrix tocando é aquele cheiro de lama, de bosta.
Eu achei muito louco, cheiro de bosta com urina na lama.
É festival de metal, né?
Todo ano tem.
Eu vi em algum lugar por aí que era o pessoal que usava um óculos Rift e ele era conectado àquelas bicicletas de spinning. Então você colocava lá, tipo, estou andando na Suíça. Então quando você pegava alguma subida, a bicicleta automaticamente ficava mais pesada, você andava conhecido. Então eu penso nisso na música, você em vez de pegar, retroceder, você chegar em lugares, fala, nossa, vou assistir um show ao vivo, eu com o Michael.
Imagina você e o Michael fazendo moonwalk na sala e os vizinhos tudo olhando assim, tipo, na paredona ali.
Você tá querendo a tecnologia do Tony Stark falando com a filha dele no final, né?
Não, você sabe o que que é isso aí? Jogador número 1, jogador número 1, Ready Player One, jogador número 1. Mas assim, você for ver assim, tem filmes, né, da década de 80, 90, que mostram essa realidade, que essa ficção até então, que hoje é uma realidade, que é isso que o Tito tá falando, né? A gente tem o próprio Minority Report que a Jéssica falou, tem essa coisa das telas touch, das coisas Tony Stark, não sei o que tem. Mas hoje realmente realidade aumentada, né, realidade virtual.
Eu acho que a realidade virtual não pegou tanto quanto então, mas tem um potencial grande aí no futuro.
Por exemplo, uma aplicação, lembro quando o Itaú lançou realidade expandida no aplicativo do Itaú, não servia para porra nenhuma. Mas você sabe encontrar outro banco Mas é, tinha isso com certeza.
Mas você sabe aonde que essa realidade aumentada tá sendo muito útil? Na medicina. Porque tem cara que já consegue através desse, né, de botar o óculos aí e operar. Outro dia eu tava vendo no jornal o cara que fez uma microcirurgia vascular e tal, não sei o que tem, na Austrália. O cirurgião brasileiro, exato, ele operou de home office na Austrália aqui usando esse óculos aí. Ali de ticarica-tica ali, de micro, micro, micro, micro.
Então aí é que bom que não deu para fazer o, como é que é aquele pornozão daquele filme lá do Schwarzenegger lá, que tem o que o cara chegava em casa, metia a máscara e transava com holografia lá e tal, né? Tomou o tiro errado. É o Demolidor do, não é esse do Demolidor não, com a Sandra Bullock, não, não. É um cara que chegava em casa e que tinha uma assistente virtual que era uma gostosa, Total Recall. Não é Total Recall, não, é aquele outro, aquele do helicóptero lá, que ele—
Sexto Dia?
Não, não, não, não, é o que ele tem um clone dele, cria um no lugar dele, o cara morre no lugar dele. Aí esqueci o nome agora.
Eu sei qual filme, não lembro não.
É um cara que pilota um helicóptero lá, uns helicópteros modernos e tal. Esqueci, mas não sei. Bom, Júlio McCord então falou das tecnologias físicas que quer que volte e vai voltar.
Eu quero defenestrar Thiago Fujiwara.
Por quê?
Porque nós somos retrógrados aqui na frente da audiência.
Mas ele tá com toda razão. Olha as coisas que eu tenho em volta também aqui, só coisa velha. Nenhuma funciona, só um. Bicicleta na casa dele, aí macho para pegar Pokémon e cair para rua embaixo do travesseiro.
Aí Não existe Pokémon, a bicicleta de ferro existe.
Os Alpes, caminhar nos Alpes existe.
E não é que o Thiago não tenha oportunidade de ir, não é verdade?
Exatamente.
Nós estamos falando de outro tipo de pessoa.
Ah, mas ele não, ele quer andar na Itália de bicicleta na casa dele, sendo que ele pode andar de bicicleta elétrica.
Aí, Thiago Tuz, obrigado, viu? Você perdeu o sexto dia. É esse filme, muito bem. Aquele que o cara faz o clone lá do outro lado, o cara do futebol tem que— é isso, isso. O jogador começa a cena, o jogador de futebol americano quebra o pescoço, aí o cara sai, o cara tá enxergando a nuca assim virado, né? Aí vai, fazem um clone do cara.
Futebol é Doutor Biel.
Então, porque o negócio do óculos é que eles fazem o backup de memória puxando pela retina, né? Eles puxam a memória dos caras e tal. Enfim, foda-se. Mas obrigado, Thiago Túrcia, aí pela dica, porque era esse filme que eu tava tentando lembrar, mas o alemão, né, Alzheimer, não tava me deixando lembrar aqui no momento. Agora eu gostaria de, nessa segunda metade do programa aqui, primeiro mais uma vez agradecer quem tá ouvindo aí pela sua audiência, pela sua paciência.
Você que tá no YouTube interagindo com a gente, como essa galerinha aqui. Você que tá ouvindo no feed, obrigado aí pelo seu download. Então, entre lá, dê uma chance, youtube.com/radiofobia, para você ver essas carinhas aqui, não tão maravilhosas, mas, né, falando aqui sobre essas bobageiras toda. Agora vamos falar sobre o que é que a gente viveu para ver que seria melhor não ter visto. Não vou falar que seria melhor não estar vivo, tá? Seria melhor não ter visto. Ou quero começar, vale tudo, começa você então.
Quero começar com uma coisa que, tipo assim, é um negócio muito simples, mas aquele devastador na vida do cidadão, sim, que tá no seu final de semana e só quer desfrutar de um birinante, entendeu? De uma bebericagem. Cardápio de QR code.
Isso já veio aqui de novo, recorrente, hein?
Tema recorrente aí, pelo amor de Deus.
Tema recorrente. Está trazendo pauta do eu odeio.
A tesoura, a tesoura é uma tecnologia que ela chegou no seu final, não tem mais o que melhorar uma tesoura.
Por exemplo, não tem razão.
A faca, quer que dê para melhorar? A não ser que alguém invente um sabre de luz.
Exato.
Aí eu tô calando minha boca.
Mas a faca, não, mas o sabre de luz não vai fazer a função da faca porque ele já cortaria assando, então não daria. Tudo bem, mas a faca em si, você tem razão, é a função dela é só cortar, já acabou já.
É, acabou.
Seria um upgrade, que é uma faca que já assa, entendeu?
E o cardápio também é passar uma manteiga, ela derrete, ela derrete a manteiga.
Exato.
Não tem para onde melhorar um cardápio, Léo, não tem para onde melhorar. Outro dia eu fui no café, tu te lembra que tu vieste aí no Mercado São Braz? Assim parecia, parecia uma estufa botânica. Sim, tem lá um café maravilhoso. Aí cheguei lá, o café, o menu era touch numa tela branca, parecia que eu tava no Apple Dinner.
Olha aí, isso aí é não sei o quê.
Uma bosta interface, teve que vir outra pessoa para mexer no negócio para pedir o meu café. Então, mas ó, deixa eu te falar um negócio, eu tinha escolhido, o cara tinha dado.
Então, mas eu vou te falar um negócio aqui, eu quero fazer um leve upgrade na sua reclamação, tá? Existem dois tipos de cardápio que infelizmente a gente viveu para ver aqui, que é o cardápio de QR code iFood, ou de que você escaneia com o seu aparelho, que eu acho ele não é, não é, não é, não digo que gosto, mas ele ainda me dá uma autonomia de estar na minha mão, como diria Jacquin. Eu dou o scan ali, tem que ter internet, tem que ter Wi-Fi, não sei o quê, tem que abrir.
Às vezes ele baixa do Drive um PDF no meu telefone, você vai ver depois, anos depois, você tá com o cardápio do restaurante que Foi 3 anos atrás aqui ainda e tal. Mas ainda assim ele abre nas minhas mãos. O que eu fico puto é quando tem esse tablet do lugar na mesa que você tem que pedir. Outro dia eu fui com Natália em São José dos Campos, ela foi fazer a unha num lugar lá que eu não sabia o que era, um lugar lá de novo, era no mesmo bairro que a gente mora lá no apartamento.
Falou assim, ah, tem uma hamburgueria aqui que a gente nunca foi tomar um chopp, comer um hambúrguer. Beleza. A menina lá do negócio da unha falou assim, não, lá é bom para caralho. Beleza, chegamos lá, sentamos lá, 2, 3 pessoas e tal. Tá bom, vamos pedir. Ah, o senhor pede aí pelo tablet que tá na mesa. Tá bom. Já fiquei assim, tinha 3 pessoas no recinto, ele podia vir pegar meu pedido e coisar. Não, eu tô do lado dele, tô a meio metro da pessoa aqui, mas eu tenho que pedir no tablet que tá na mesa.
Beleza. Aí a gente foi lá, pá pá pá, escolhe, pá pá pá, não sei o quê. Moço, paga por aqui ou paga pela maquininha? Porque já vem a opção de pagar por aqui. Ah, o senhor que escolhe. Quer dizer, sou eu que escolho? Então já tá errado, porque deveria ter um direcionamento para não ficar confuso, tem que ficar perguntando. Se você já botou um negócio desse, é porque você não quer conversar comigo. Eu queria conversar com você, mas você não quer conversar comigo.
Então você já tá me dando a opção de conversar com você. Exato, faz o caminho até o final. Mas não, tudo bem. Aí nós vamos fazer um pedido, segura 10, 15, 20 minutos, meia hora, 40 minutos, nós estamos do lado, o negócio não chega. Aí, meu amigo, a cerveja também tive que levantar, falei assim, aqui o negócio para pegar cerveja, eu posso trazer para mim mesmo, eu pego aqui, eu tô vendo, ela tá aqui, eu tô aqui, eu pedi, tô fazendo tudo sozinho, me dá aqui a própria cerveja.
Muito bom. Aí, só para encurtar a história, história, chegou uma hora que eu falei assim, meu amigo, 2 lanches, 2 hambúrguer aqui, já tinha pedido a 4ª cerveja já para não ficar com sede ali. Aí ele respondeu para mim assim, ah, é mesa tal. Falei, tá aqui o número, né? Mandei um de cabulândia assim, tá aqui o número, tá aqui o número. Você que pôs o número da mesa, vai perguntar para mim qual o número da mesa? Eu vim aqui hoje pela primeira vez.
Eu falei, mas por que que tá demorando tanto para vocês dois hambúrguer? Nós pedimos no cardápio da mesa, tá? A resposta dele foi, ah, é que os pedidos entram na fila do iFood. Eita, aí não dá, né?
Pô, se para demorar eu pedi em casa, né?
Pois é, tivesse pedido em casa tinha recebido antes. Você sabe o que que tá fazendo isso aqui em Serra Negra, que eu mudei totalmente os meus hábitos. Vocês lembram que eu contei para vocês que todo dia eu vou no supermercado pegar marmitinha para o almoço? Sim, pois eu não vou mais pegar marmitinha para o almoço, não entro mais na fila do mercado. Eu acordo de manhã, eu vou para o meu companheiro, que é o meu, que o Estácio também vai matinal, todo matinal.
Abro meu celular, pego o cardápio do dia, no que eles publicam no Instagram, Mando no Zap duas marmitas com arroz, feijão, carne, batata, não sei o que tem e tal. Entra na fila do Zap, chegou lá, fala: pego 11 horas. 11 horas eu vou lá, está embrulhadinho na mão para eu pegar. Sabe por que eu comecei a fazer isso? Porque eu ia lá na fila todo dia 10:30 da manhã e esperava até 11:10, porque eles priorizam atendimento do WhatsApp.
Então se prioriza o atendimento do WhatsApp, vou pedir por onde? Vou pedir pelo WhatsApp, não vou pegar mais a fila, parei com isso. Então essas coisas eu compartilho com você, que eu vivi para ver isso. Era bons tempos quando você chegava no lugar, você sentava, pedia um PF, ele chegava, você comia, tomava um café, ia embora, pagava. Isso hoje em dia tá cada vez mais difícil.
Mas entre os cardápios que você falou, Léo, eu ainda prefiro do tablet do que o do celular, porque no celular, querendo ou não, você fica— é pequeno, né? Você, por maior que seja o telefone, o cardápio nunca fica visível o suficiente. Pelo menos no tablet você consegue. Agora, eu acho que realmente, além de ser burro, é injusto você que foi Você que foi ao estabelecimento, se demoveu da sua casa até lá, você entrar na porra da fila do iFood.
Faz um bagulho diferente. Não, aquele dia lá eu saí dali, eu saí dali xingando. Mas você sabe um ponto, Júlio? Quando você pede, pelo menos nos lugares que eu costumo ir, quando você pede pelo cardápio do seu telefone, você vê o cardápio no telefone, mas você não pede pelo telefone. Você tem o cardápio, mas o garçom anota o seu pedido, né? Você escolhe aqui, você não tem o cardápio físico, não, catálogo físico. O tablet na mesa te obriga a pedir no tablet. Aí esse que me quebra, que te obriga. Fala, tio.
Não, eu ainda acho justo.
Para mim não tem nada mais desgraçado, que não tem outro nome do que você numa caceta do McDonald's que não tem atendente.
Ah, isso é tudo, você tem que ir no telão do lado lá, né?
Então, só que aí na tua frente entram 5 pessoas que nunca mexeram no telão na frente. E aí você começa a ver que elas vão, aí elas falam, agora vai pagar, ela vai pagar. Aí dá um tempo, volta no começo. Aí a pessoa chega na hora de preencher o nome, ela começa a—
não é meu nome!
Puta que pariu, cara! E eu já deixei de comprar no McDonald's uma praça alimentação para ir até o Burger King por causa disso, porque vai me dando ódio das pessoas. E assim, você vai no McDonald's, você já sabe o que vende no McDonald's. Qualquer imbecil sabe o que que vende no McDonald's. A pessoa para na frente do totem, cruza o braço e ela fica olhando.
O que que eu vou comer hoje?
Puta que pariu!
E quando a pessoa fecha o pedido, que ela fala assim, agora não, olha, é isso, é isso, é isso. Até de uma certa de forma rápida. Aí chegam 2, 3, falou assim: não, não, muda o meu, porque muda o meu e muda o meu. Puta que pariu!
Ah, mas na mesma categoria entra aí aquelas máquinas de check-in automático que tem sempre um desgraçado que fica apertando para ti lá. É porque o negócio no aeroporto não funciona.
Mas o lance do, o lance do McDonald's, eu faço isso, eu vou no shopping quando o pessoal aqui quer, Helena, quer McDonald's e tal, eu não como por causa tudo glúten, né? Tudo bem, mas eu instalei o aplicativo e lá ele disse assim, ó, você quer retirar aonde? E daí não é por iFood, você retira no balcão. Aí por proximidade, lá mais próximo de você é o do shopping tal. Eu tô ali na praça de alimentação do shopping, então não preciso nem ir até o local, eu já tô ali.
Aí eu faço meu pedido, digo que vou retirar e já aparece lá na tela tela de ordem de pedido o número que eu recebi. Sim, então eu sei que meu pedido é o número 720, já tá lá na tela, que daqui a pouco 720 vai estar pronto. Eu levanto, vou ali, pego sem passar por fila do, essa fila do telão aí que é um saco.
Mas você me lembrou um negócio, cadastrar o cartão no aplicativo, essa é a verdade.
E você me lembrou um negócio aqui que já virou aqui a pauta para eu fico puto, mas acho que que vale, porque eu vivi para ver essa merda, né? Que é o seguinte: a gente ter que criar maneiras de hackear o sistema que era para ser inteligente. O sistema era para ser inteligente.
Um beijo para o gov.br.
Exatamente. Beijo para o Johnny King e vovôs.com também ali, que tá, que passa um dobrado. Sabe por quê? Ó, por que que não tem atendente na fila do cinema? Porque era para ser um serve-serve. Você vai lá, vai lá, aperta o botão, clica, pega, clique, tique, 2, 3, 2, 2 cliques, sabe? Antigamente, quando você sacava dinheiro no banco, na época dos incas, né, quando você tinha dinheiro impresso que você sacava no banco, era isso.
Chega lá no banco, era rapidinho, porque ninguém quer demorar no banco, né? Quer pegar logo, enfiar no bolso e ir embora. Hoje em dia você faz esses negócios de totem, atendimento de cinema, não sei o que tem, tudo isso que você não pode, não bota mais pessoas, catraca automática, médica, reconhecimento facial. Você quer ver uma coisa que dá um puta do nervoso, que eu também vivi? Para ver isso aqui em Serra Negra também começou agora, aquele caixa do supermercado que é autoatendimento do caixa do supermercado.
Porque o caixa do supermercado, ele tem que criar um sistema burro. Cadê o reverb aqui, cara? Um sistema burro, burro. Que é o seguinte: além de você ser autônomo, ele tem que ser à prova de furto. Então você faz o quê? Ele tem que ter dois lugares para colocar: um lugar que é apoio e um lugar que é uma balança. No apoio você só deixa ali, só que você passa o QR code, o código de barra, e aí você tem que botar na balança que vai aferir se o que você colocou é realmente o que foi passado.
E aí você não pode mexer mais naquilo ali porque ele começa a acumular o peso das coisas que estão na nota. A inteligência mais burra do mundo. Aí o que acontece? Olha para minha cara, olha para minha cara. Eu vou passar uma cerveja, eu tenho que pedir para moça vir autorizar porque não pode passar bebida alcoólica, que é para evitar que criança passe bebida alcoólica. Então por que que a minha cara, que tá numa câmera que tá me filmando aqui naquele POV, entendeu, aquele ponto de vista de cima para baixo, como é que essa câmera não reconhece que eu sou um velho e eu tenho que ir lá e pedir para moça fazer o reconhecimento? Então não adianta nada, não adianta nada, os sistemas são burros.
E você sabe que tem um adolescente que passa muito tempo no celular.
Então, mas aí a gente tem que ficar criando método de hackear esses sistemas, mas para a gente poder viver.
Não, você ainda não pegou, na minha opinião, que é a pior parte do caixa automático, caixa rápido automático, enfim, né, que só tem— eu só vi, se não me engano, em uma grande rede de supermercado supermercados, que é a seguinte: você, para sair do cercadinho do automático, você tem que pegar a sua nota que gerou um QR code e passar no negócio para portinhola abrir. Sim, puta, isso aí é o pior de tudo.
Mas você sabe o que que é? A gente vai no supermercado lá em São José chamado Atacadão, aquela bobó Bósnia, que é o seguinte: ele, então, Atacadão, ele é isso, automático, você faz, aí ele tira a notinha. Aí a nota emite um QR code da nota, certo? Que é a nota do governo lá, a nota fiscal eletrônica lá que sai. Aí, aí não, essa eletrônica é da nota. Aí ele emite a da porteira, que é o checkout da porteira. E aí ele, se ele tiver numa promoção, alguma coisa assim, ele emite um cupom promocional também.
Quando tá tendo cupom promocional As pessoas pegam o cupom promocional e ficam tentando passar na roleta de liberação e guarda ou joga fora o QR code da roleta junto com a nota. E aí tem que ter uma pessoa, eles têm que contratar uma pessoa lá para conferir se o cidadão tá passando o código certo. Faz sentido? Não faz sentido.
O porteiro da porteira, né?
O porteiro da porteira.
É tecnologia dos Flintstones, né? Que nem foi lá na Amazon, que era aquele negócio que tu tirava da prateleira e a câmera via e tu ia embora. Quando descobriram que eram vários indianos checando o que tu fazia ou não no negócio da loja.
É absurdo. O que que você ia falar, gente? Qual o ponto que você ia puxar, Jéssica, aquela no começo?
Que essa absurdo Quando você cria um processo, né, uma questão logística, porque são questões logísticas, né, parece que tem um momento assim que é de transição, que é um limbo. Sim, você não tá nem com tudo totalmente informatizado, mas você quer aderir. Ah, porque é bonito, porque é moderno, quero colocar, concorrência tá colocando, mas eu não tenho fundos para fazer a aplicação toda de uma vez. Aí prefere fazer do que fazer metade.
Isso, exato. Faz só um pouco.
É o efeito grama de plástico.
Logística, logística. Ou você faz ou você não faz, senão o negócio só pela metade, você vai atrapalhar duas vezes. Você não vai nem fazer mais do jeito que era, nem vai conseguir fazer direito do jeito que deveria ser.
Isso são coisas que eu lamento muito. O Petrus tá dizendo aqui que pior é que eu prefiro o caixa de autoatendimento. Eu também prefiro autoatendimento. O que eu não prefiro, o que eu não gosto, são das pessoas idiotas que estão na minha frente. É esse que é meu problema.
As que estão atrás de nós, foda-se, né?
Porque eu sei que eu vou passar, eu vou dar trabalho, eu sei que eu não vou dar trabalho para quem vem atrás de mim. O problema é o trabalho que eu estou tendo com quem está na minha frente. É esse que é o problema.
Isso daí de repente não é a máfia do menor aprendiz?
Deve ser, deve ser a máfia da guardinha infantil, a máfia da guardinha infantil.
Coloca um sistema merda para poder ter que contratar um menor aprendiz para ficar operando.
Como disse Fabiano Cambota, tem que pagar o menino para fazer o negócio, ou idoso. Exato, tem que pagar o menino para fazer o negócio ali que tá fazendo. Agora eu queria falar aqui sobre uma coisa que eu lamento muito de ter vivido, para vivido para ver, que é nessa época de rede social, que eu lamento muito ter chegado numa época que eu vivi para ver as pessoas vivendo uma vida que não, nunca vão ter, que não tem e nunca vão ter.
Porque a gente vem de uma época onde a gente era o que a gente era e era isso aí, entendeu? A nossa vida é aquela. Você ia, tudo bem, cada um, né? Tem gente, sempre teve gente falsa, sempre teve gente pedante, sempre teve gente nojenta, sempre teve gente muito boa também, sempre teve tudo isso. Só que você tava limitado ao seu círculo de amizades, as pessoas que você conhecia. Uma pessoa que era muito, né, circulava nos meios, ela tinha um grupo de amigos do clube, o grupo de amigos da escola, o grupo de amigos do trabalho, né, o grupo de ex-amigos não sei da onde, era dificilmente do boteco e tal.
Então, por mais que você fosse, vamos pôr, crescendo aqui, né, em Serra Negra mesmo, você tinha aquele grupo, né, que você falava assim, vou fazer o aniversário Vamos lá, vou chamar todo mundo que eu conheço. Todo mundo que eu conheço dá sei lá o quê, 100 pessoas, 200 pessoas, sei lá quanto, sei lá, no absurdo, né, de um casamento, de um velório assim, quando junta todo mundo.
É por isso que eu não faço a faixa, eu conheço muita gente.
Então eu sei disso, você é uma pessoa, você é vereador de Belém, eu vi isso acontecer. A cada esquina tinha alguém que o Estácio conhecia. Na Basílica de Nazaré tinha gente conhecida, na Cairu tinha gente gente conhecida. Num lugar que a gente foi, que a gente não sabia que ia, tinha gente conhecida lá também. Então isso é para candidato à vereança de Belém do Pará, eu voto em Vitor Estácio. Mas o lance que eu quero dizer hoje é que é o seguinte: com a rede social você quer ter 1 milhão de amigos e você não tem nenhum, cara.
Isso, isso é triste, chega a ser deprimente até, sabe? Pessoas que querem ser aquilo que elas nunca são ou que nunca você, ou que utilizam, né, e aí outras ferramentas, ou até maquiagem e ir para lugares diferentes e tal, que não são final de semana de hotel e bate foto por hora inteira. Exato, esse tipo de coisa que é você. E no fundo, no fundo, é muito mais deprimente do que você ter poucos amigos porque mora no interior, sabe, cara?
Então essa é uma coisa que eu, a gente falou com a Ana outro dia sobre saúde mental aqui e tudo, né? Essa é uma coisa que eu lamento de ter chegado nesse ponto de ver o quanto que a vida virou uma, uma, como é que fala, uma fantasia, uma máscara, né? Uma, uma coisa ilusória, né? E as pessoas se comparam com isso, né? Olham aquilo como algo que querem ser, né? Querem ter os milhões, querem ter as publi, querem ter não sei o quê, tem e tal.
E quando você vai ver, as pessoas são extremamente infelizes. Isso não faz a felicidade de ninguém. Isso é triste, né? Então é uma coisa que eu trago aqui nesse momento deprimente, fazendo o papel de Thaís Botti aqui, né, nesse momento depre, momento depre show aqui.
Mas tu sabe o que que coaduna com isso daí, Léo? Que Thiago Fujiwara, que quer andar de bicicleta.
Exatamente.
E quer jogar Pokémon na rua.
Ele mora no 5º andar, hein? Cuidado, hein?
Eu ia pegar e colocar em cima da frase do Léo a informação de que uma vez, conversando com o gerente do Copacabana Palace, que coisa, não!
Desculpa, mais uma vez. Ok, pode ser.
Ele pegou, ele falou exatamente isso. Ele falou, cara, a gente vê alguns desses influenciadoresinhos de meia tigela que eles chegam aqui, tipo, pegam uma diária, e aí eles trocam de roupa 20 vezes, e eles pedem um prato de comida cada um, e eles vão tirando foto.
Quando não toma água só, sei lá, para justificar, tá ali ali, né?
E o cara coloca ali depois duas semanas de vídeos e stories como se ele tivesse ali, e agradecendo como se ele tivesse sido convidado. Então tipo, o cara tá falando: nossa, que delícia, meu, queria mandar um abraço aqui para todo o pessoal do marketing do Copacabana Palace. O cara fala: meu, ninguém nem te conhece, porra, cara.
Aqui em Serra Negra a gente tem, é uma cidade pequena e todo mundo se conhece. Se você for um idiota aqui, todo mundo sabe que você é um idiota. Então não é legal ser um idiota aqui. Tem muitos, mas não é legal. Você vai no conhecido, inclusive, talvez até me achem idiota, não sei, enfim, provavelmente. Mas enfim, você vai no clube, cara, você tem as pessoas que você conhece ali na academia, no caso, né? Então a gente tá lá malhando e tal, você vai ali, faz seu exercício.
Você sabe que tem a véia que faz as mesmas coisas todo dia, você sabe que tem a outra lá que fala mais do que a tia do Yakult, que exercita a língua todo dia e tal. Você sabe que tem isso. Aí aqui é tranquilo, tá? Beleza. Você vai para uma academia de cidade, que nem eu vou lá em São José dos Campos, na academia lá do— não vou falar o nome aqui para não dar propaganda, porque eu tenho que pagar lá, que é uma academia academia que tem 700 milhões de aparelhos, motherfuckers, de tudo quanto é tipo, que aqui a gente nem tem.
Às vezes tem que disputar uma cordinha lá, os cara tem 3, 4 de tudo e tal. E aí você vai, você vai fazer pulley, né, de costas, tem 5 máquinas igual, uma do lado da outra. Só que aí você vai, você chega, pega o seu negócio lá, senta para puxar, e do lado tem do que as meninas blogueiras, os meninos do blog, que é um filmando o outro. E aí assim, lembra que eu falei para vocês quem vai para academia tem dois tipos de pessoa? Os que não adianta e os que não precisa.
Geralmente esses aí são os que não adianta também, que nem eu, que não vai. E tá lá, sabe, fazendo aquela pose, respirando diafragma no cu para poder fazer uma Travada. E aí é assim, vai daí. Aí a pessoa faz 3 movimentos para filmar e daqui a pouco desmonta tudo de novo. E você ralando o rabo para tentar ganhar um pouco de massa para daqui alguns anos poder limpar a própria bunda. E o povo tá ali fazendo academia fake. Eu vivi para ver isso, cara. Que coisa, velho!
Você, você ainda viu, Léo, segundo o seu relato aí, você ainda viu as pessoas se filmando. Esses dias eu fui na academia e a menina estava com um tripé se filmando no tripé, ela se filmando no tripé. Ela levou o tripé para malhação, entre aspas, né? Ela estava, ela montou o tripé no aparelho para se lá fazendo exercício para comprar aquele negocinho com ímã que bota no ferro da máquina ali.
Não tem dinheiro, né, mas para fazer, né? E fica assim. E outra coisa também, às vezes eles botam no ângulo assim, você não pode passar porque você quer andar, você quer se locomover.
Eu passo a hora que eu quero.
Eu vou passar, mas tô falando, acha que— e aí você passa, faz cara feia. Eu falei, irmão, isso aqui não é um estúdio da Rede Globo.
Entendeu?
A vontade de bicudar um celular, ela me teve uma vez que eu passei, né, assim, na máquina. Eu peguei e fui passar, eu tinha que, quero andar. Aí a menina falou assim, ah, eu estava filmando. Eu falei assim, pode continuar. E continuei passando, não estou impedindo você de filmar. Não autoriza mesmo. Eu estava passando na frente assim, ai, você não viu que eu estava filmando? Eu falei assim, não, não tem que ver nada, tô vivendo aqui, moço, que isso, tá?
Eu, esse é um absurdo, cara. E as pessoas não têm noção, senso de coletividade, senso do que é de todo mundo, né?
Outro dia eu vi um vídeo, autorização de imagem, a gente tá brincando aqui, mas teria que ter, dá para processar.
É, dá. Outro dia eu vi um vídeo que eu gostei muito, que é o cara que reserva a máquina com a garrafinha assim, sabe? Aí o cara tá fazendo um negócio e bota a garrafinha né? Aí o cara foi olhar, falou, tá o cara fazendo uma máquina, a garrafinha tá lá. Aí eu falei assim, tem alguém fazendo essa máquina aqui? Aí falou assim, a menina que tá fazendo numa máquina, aponta, falou assim, não, eu vou fazer na sequência. O cara dá uma bicuda na garrafinha, dá uma bicuda na garrafinha.
Não, você não tá, você tá aí, você não tá aqui agora, então foda-se. Mas é reserva de máquina na academia também. Daí esse tipo de coisa eu fico indignado. Eu vivi para ver isso também, né? Puta que pariu, é.
Agora, olha, Léo, diferentemente de Thiago Fujiwara—
fala, Thiago, fala, tio.
Não, não, não, pensando nessa parte de filmar, uma coisa que às vezes eu olho e falo, puta, começou, começou a dar errado quando o senhor Renato começou a filmar ele fazendo dancinha, fazendo as gracinhas.
Doutor Renato, doutor Renato, chamou de senhor, vai ser processado. Doutor Ganato, por favor.
E aí, cara, às vezes eu fico vendo, porque você tá scrollando ali, o algoritmo acha, e assim você vê no pessoal velho fazendo teatrinho, fazendo piada encenada, e aí você vê que tem 3 curtidas, um comentário que é a irmã, e eu falo, gente, aonde que a sociedade foi que o cara ele tá, ele tá em busca do like dourado, cara?
Exato, eu vejo aqueles Instagrams do cara fazendo coisa repetitiva, todo dia um vídeo da mesma coisa assim, falando a mesma frase, sabe? É absurdo, cara. O algoritmo joga umas coisas, eu não quero para mim.
Muito bom, eu tenho muito bom, que o cara é um cara careca de óculos, ele fica hentai, assisto sim, assisto sim. Nossa, mas é uma piada com isso daí, que o cara posta esse mesmo vídeo todo dia, mas é o fenômeno Manuel Gomes, né, velho?
É o fenômeno Manuel Gomes do Azul Caneta, Caneta Azul, e virou o que virou.
E não, não, mas esse não é nem que o cara faz o mesmo vídeo, é o mesmo arquivo, ele sobe todo dia, é o mesmo arquivo, número é dia tal, é o mesmo vídeo. Curto rentais sim, acho interessante, mas assisto reservado, né? Mas assisto, acho interessante rentais.
E as pessoas assistem, como você sabe da história do do cara, porque é isso que viraliza, né? A gente viveu para ver essa era da idiocracia.
Falou, olha, eu tô no 120, eu perdi o 119, vou buscar no feed do cara.
Aí ele vai ver amanhã reprise, né?
Eu gosto muito também dos podcasts falsos, né, que tá a pessoa só ela e ela tá dando puta não, porque a nutrição, microfone sem cabo, né?
Desconectado. Eu entendo, eu entendo o lance, né, porque a publicidade descentralizou de uma maneira muito maluca, né. Então a gente reclamava que não tinha acesso a meio de comunicação para propaganda, que era muito caro, tipo TV era muito caro. E agora que todo mundo pode fazer, deu uma descentralizada. Mas aí, Thiago, esse negócio do podcast, o fenômeno aí do podcast esquizofrênico, que era o cara falando com a rede, ele foi melhorado porque muitas produtoras e agências elas têm o kit completo.
Exato, né? Agora é o kit completo. Tu alugas lá um período, tem a mesa e tem as 3 câmeras de corte. E se tu quiseres um entrevistador, quem quer que seja, vende como serviço. É, vende como serviço. E não, e tipo assim, não é que a pessoa, a pessoa nem é mais tipo assim, ó, Olha, eu fui no podcast. É só estrutura para só parecer que a pessoa, ah, isso era um podcast. Não, ela só quer aquela estrutura para ter aqueles cortes mesmo.
Já não é mais nem fingimento, é de verdade. Eu quero só isso daqui, eu vou entregar só esses cortezinhos pequenininhos na audiência.
E eu quero, eu quero descobrir quem foi a pessoa. A gente nunca vai descobrir quem foi, mas enfim, que inventou a mentira de que você estar num podcast é um atestado de autoridade e de credibilidade. Eu quero saber quem que inventou esta merda mentirosa aqui. Ah não, faz esse convite, né, Léo? Faça o seu próprio podcast para você criar autoridade, querido. Esse inclusive é o tema do meu novo livro que está em breve aí sendo publicado, O Comunicador 2.0, fazendo uma reflexão a respeito disso.
Não é você fazer as coisas que vai te dar autoridade, porque hoje em dia todo mundo é um comunicador. Antigamente, para ser comunicador, você tinha que ter um intermediário, você tinha que ter uma permissão. Olha que absurdo, gente, para ser comunicador antigamente a gente tinha que estudar. O cara para trabalhar no jornal tinha que ser um jornalista, o cara para trabalhar no rádio tinha que ser radialista, jornalista. O cara para trabalhar na televisão tinha que ser um apresentador, um repórter.
Hoje em dia, com celular e uma câmera na mão, um microfone, todo mundo é comunicador. Então a comunicação hoje mudou. Não existe mais o meio nem o canal, mas o que continua existindo é a importância da mensagem, a importância de quem vai transmitir o quê. E a credibilidade não não tá em você mostrar a cara ou você mostrar a voz. A credibilidade tá naquilo que você é, naquilo que você faz. Então quem inventou que passa um podcast e ganha credibilidade, se torna autoridade?
Autoridade em quê? Se muitas vezes o cara só tá repetindo verbete de Wikipedia, coisas que ele nunca estudou, tá repetindo coisas que ele ouviu de alguém, assim, repetindo literalmente mesmo, né? Então esse tipo esse fenômeno que a gente vive hoje, ele tá sendo interpretado ao contrário. Hoje em dia o importante é quem está transmitindo o quê, e não o fato de você poder transmitir, porque poder todo mundo pode. Tanto que a internet virou isso, rede social é isso, né?
Como eu falei no meu último vídeo lá, é um condomínio daqueles condomínios chinês com 20 mil apartamentos, e você tá lá numa daquelas janelinha lá aberta alerta gritando para o planeta, achando que tá todo mundo te escutando, e ninguém tá nem aí, velho. Ninguém tá nem aí. Você tem que viver a própria vida. É aquilo, campanha pela vida, cada um tem que cuidar da sua, cara, senão tá todo mundo ferrado. A gente viveu para ver isso acontecer, né? E isso realmente é um pouco deprimente. Fala, Jé.
Eu não sei se é porque eu trabalho numa universidade, aí isso, isso me me liga de um jeito especial assim, mas aquela pessoa que estuda, que trabalha, que tem solidez no seu conhecimento, na sua construção do conhecimento, e chega um Zé de qualquer coisa, sei lá, não sei nem de onde é que brota, e em uma frase largada ali coloca em xeque tudo que a pessoa construiu. Você, aconteceu recentemente aí com a Ana, viu?
Da Ana Bonassa hoje, né? Doutora em ciências não existe, ela queria, não existe.
E ela, eu até fui conferir, ela foi pegar o diploma dela de doutorado, entende? Ela que tem senso crítico, foi lá, posso estar errada. Quer dizer, ela se coloca nesse lugar de posso estar errada, humildade epistemológica.
Claro, falando nisso, em breve teremos Ana e Laura aqui do Nunca vi um cientista, hein? Estarão aqui em breve com a gente.
O cara chegou ali, cuspiu aquela informação, tirou do cu dele, né? Claro, mas ele tá, ele se autoriza, entendeu?
Exato.
Isso eu acho que me pega assim, ó, me irrita.
Exato.
Dá gastrite.
Que assim, se todo mundo tem voz, todo mundo pode questionar sem saber o que tá falando, né?
No mesmo peso, né?
Não tem mais.
Claro. De importância.
Não há diferença ela ser uma doutora, né, tem doutorado em ciências. Não, isso não faz diferença nenhuma. Às vezes o cara lá não tem nem o, não sabe nem escrever o próprio nome, mas ele pode questionar porque ele tem o quê? Ele tem Instagram, ele tem, ele comenta no YouTube, né? É isso, isso me pega também um pouco. A gente viveu para ver isso. Olha só, a gente tá vendo, a gente viveu para ver coisa boa. Boa. E a gente viveu para viver essas merdas também, mas também vivemos para ver coisas legais, como por exemplo as adaptações dos nossos heróis dos quadrinhos na cultura pop.
A gente viu a volta também, já deu a volta também, mas também é legal, vai, a gente ter essas adaptações. Virou meio carne vaca, virou meio carne vaca, mas é muito legal a gente ver esse tipo de coisa, né? A gente, que nem o Thiago falou dos videogames, Eu gosto muito também, né, dessa coisa do ponto que a gente chegou da tecnologia, da gente, exato, da gente ver adaptações para televisão, como por exemplo Game of Thrones, House of the Dragon, Senhor dos Anéis, coisas assim que tiraram aquilo da nossa imaginação que era só no livro.
A gente tinha que, né, bolar nossas próprias imagens, né, viver para ver um jogo bom de James Bond, hein, seu Júlio? Uma coisa, jogação, zerei ele em 3 dias. É curtinho, né? Muito. Você jogou, Julião? Já zerou ou não?
Não, ainda não, não joguei. Jogação, esqueci dele. Eu vou comprar.
Jogaço, vale muito a pena. Muita homenagem, muito easter egg dos filmes, né? Muito, muito legal. São coisas legais da gente ver, né? Eu Eu, uma coisa que eu tô feliz, por exemplo, de ter vivido, que é para ver, por exemplo, agora os shows de celebração de grandes bandas que eu curtia quando eu era moleque, não tive oportunidade de assistir. Então, tipo, ir no show, no último show do Titãs, dos Titãs, ter ido no show de 40 anos do Capital Inicial, de 40 anos do Paralamas do Sucesso, do Ibravin, 50 anos de carreira.
Agora tamo para ir, eu e Nath, vamos no show de 50 anos do Guilherme Arantes, cara. E esse é ter vivido para poder, né, chegar nessa fase de ver essas pessoas ainda vivas sendo celebradas e tal. Isso é um negócio legal. Eu só tô aproveitando também essas oportunidades. Então tem coisa, muita coisa bacana também, né, gente. Então tá vivo é bom, né, por Por enquanto, enquanto nós estamos aí, né?
A gente reclamou, a gente reclamou muito de internet aqui, o seu Leandro Lopes.
Sim, pois não.
Mas a internet também aproxima as pessoas, na verdade.
Claro, não, a gente, eu falo, internet não tem problema nenhum. Nós estamos reclamando da internet, a gente não tá reclamando da internet, a gente tá reclamando que as pessoas fazem, a gente tá reclamando do bando de imbecil que tem nessa internet.
Eu vou falar um aqui: eu vivi para ver as pessoas acreditarem em terra plana, em terra plana, as pessoas negarem vacina, né?
A gente viu para ver as pessoas tomarem vermífugo para uma doença virológica, né? O pessoal tomar ivermectina. Exatamente, tá vendo?
A gente viveu para ver esta A gente viveu para ver, a gente viveu para viver, viveu para ver algo que a gente achava que não era possível, que era o quê? Um foguete dar ré.
Um foguete dar ré, exatamente.
Duas coisas, duas que eu nunca imaginei.
A gente viveu para ver a rainha morrer, o Silvio Santos morrer, exatamente, e a Dercy também.
Digo mais, o Brasil não Não parou, não, em nenhum minutinho. E a gente era uma mensagem que passava: quando o Silvio Santos morreu, o Brasil vai parar.
E a gente viveu para ver o rei da Inglaterra chamar Ray Charles cantando Take the Road, Jack, Don't You Come Back. Não é isso, Ray Charles, a gente sabe que não é. Muito bem, tem mais algum alguma coisa aí que seja muito, muito assim, ou a gente já pode encerrar? Porque se deixar, né, ficamos até amanhã aqui falando. A gente vai lembrando das nossas velharias, né, a gente vai lembrando das coisas. Mas assim, no fundo, no fundo, é surpreendente, né, quando a gente pega todo mundo, acho que qualquer geração, não precisa ser tão, tão mais velho assim, 40, 50 anos, mesmo a geração mais nova, você parar para pensar, né, numa época que telefone, o celular era de outra maneira.
Então o cara que já nasceu com celular era um celular mais tijolão. Hoje em dia é tudo mais fácil, né? Mesmo essa coisa de podcast, por exemplo, transmissão ao vivo. Você vê isso que a gente tá fazendo aqui, é um mix de rádio e televisão ao mesmo tempo, né? Tem o formato de rádio, mas tem imagem, então tem televisão. A gente pode fazer, faz algo que era inimaginável até um tempo atrás você poder transmitir com qualidade. Qualidade de áudio, qualidade de vídeo, né, sem lag praticamente.
Era ficção, né?
Era, era sem lag praticamente, né? Então estamos aqui todos, e graças ao poder das interwebs, fazendo mais um episódio totalmente delicinha do nosso radiofobéticozinho. Olha aí, tá bom? Seu Thiago Fujiwara, agora você vai sair daqui. Daí eu vou deixar para falar isso no encerramento. Vamos lá, técnica. Vamos deixar para falar isso no encerramento, porque eu preciso de temáticas de despedida. E nós vamos despedir aqui da nossa querida equipe com mais um pequenininho programinha, agradecendo a sua audiência, sua paciência, você que teve aí com a gente até agora.
Então obrigado diretamente de Santa Maria da Boca do Mundo, a menina dos ineditados. Espero que você, por favor, se proteja dos tornados, que nunca vi Brasil agora. Eu vivi para ver, gente, o Brasil ter terremoto e furacão. A gente é de uma época que falava assim, aquela piada de que quando Deus fez o mundo, né, ele falou assim: esse país aqui não vai ter terremoto, não vai ter vulcão, não vai ter maremoto, não vai ter furacão.
Aí o São Pedro lá virou e falou assim: porra, Deus, mas esse país vai ser abençoado, não vai ter nada de ruim lá. Você vai ver o povinho que eu vou botar lá. É, a gente era desse tempo, a gente era dessa época. Agora não, agora tem furacão. Se tem furacão, tufão, terremoto, quer dizer que o povo vai ficar melhor, Dona Jéssica?
Espero que sim, né? A gente acompanha aí o crescimento da consciência humanitária e vamos ver se resolve alguma coisa. Mas é, embora a gente saiba, né, está fácil, que as questões aí são humanas também. É o povinho do planeta que tá deixando, fazendo isso tudo para trocar de lugar.
Exato, exatamente. A piada é velha, mas o tema não.
Mas não, a gente se precaver, na verdade tá todo mundo ressabiado, né, desde 2024, assim, todo mundo meio assustado. Aí parece que qualquer coisa que vai aí já toca o alarme, já vem a Defesa Civil agora, já toca os alarmes todos, né, no celular. Aí aquela coisa assim, aquela onda de bipes, né?
Sim.
E já todo mundo também volta para casa. Mas nem sempre, claro que, né, ainda bem, o alerta existe, mas não quer dizer que vá de fato acontecer alguma coisa. Mas todo mundo se prepara, né?
Sim.
Mas eu vou dizer que isso, para finalizar o episódio de hoje, então Então eu vivi para ver, me ver tendo ideias de mandar fazer um bunker. Olha, gente, será que se eu fizer um bunker resolve alguma coisa?
Olha aí, será que eu vou precisar? Você mora em casa de terreno próprio?
Não, eu moro num prédio de apartamento, no terceiro andar.
Você vai fazer um bunker no segundo, né?
De veterano, licença vizinho, você vai descer com a escadinha assim. Mas é louco, é louco. Depois, não, não, Jéssica, ansiedade, vai.
É que realmente agora fazer, fazer o Bunker morando no prédio é piada prontíssima, vai.
Quarto do Pânico.
Quarto do Pânico. Você abre a porta, dá um grito assim. Muito bem, menina, já esqueci. Cuide aí no Rio Grande do Sul, você e sua família. Sempre dê notícias para a gente saber que tá tudo bem. E é claro, continue com o bom trabalho em Ineditados Podcast, que segue lá firme e forte, né?
Conversas para Além do Livro, agora em setembro faremos 4 anos chegando, parabéns!
Nossa Senhora, que legal, muito bom! Toda segunda-feira ao vivo, a partir da 1 hora da tarde, pela rádio da Universidade Federal de Santa Maria, que eu nunca lembro o nome da rádio. Tem o nome da Uni FM 107.9. Quem quiser assistir ao vivo, estiver no Rio Grande do Sul sintonizado. Caso contrário, dá para ouvir depois no seu agregador de podcast preferido. Do Spotify, tudo mais, não é isso? Link lá na postagem do episódio. Mande beijo para Evandro, mande saúde de novo aí para menina Helena, não para para ela se agasalhar, toma um chimarrão quente aí para ver se aquece. E para menino Breno também, mande um beijinho, está tudo bem.
Muito obrigada, um beijo aí.
Agradeço o tapetinho, adorei o tapetinho de presente, adorei o tapetinho do Overlook hotel que eu ganhei agora, eu entro em casa com medo porque eu vejo aquele tapetinho ali. Mas eu gostei demais, a Nath adorou também. E obrigado pelos doces de leite Mumu que eu estou comendo com meu cafezinho aqui deliciosamente. Doce de leite, não, eu estou, estou, como diria minha avó, piano piano, tô curtindo cada colherada com bastante, bastante, como fala, é delícia, parcimônia, deliciosidade, deliciosidade, muito bom, com moderação.
Muito bem.
E se tem alguém que não vive com moderação é o nosso querido amigo, pai das gêmeas, Thiago Fujiwara, porque ele está cada vez mais naquelas, hein?
Nunca imaginei que a gente ia chegar numa época que o sorvete virou sobremesa láctea, que o chocolate virou cobertura sabor chocolate. Sabor, que o queijo não é mais queijo. E eu digo, hein, a hora que mudar a fórmula da Coca KS, eu serei o primeiro a liberar uma revolução em Brasília.
Tem que revolucionar. Você sabe o que que eu fiquei, você sabe o que que eu fiquei sabendo nesses dias que me deixou estupefacto? A linguiça não é mais linguiça.
Aos porquinhos tudo vivo aí.
Linguiça calabresa, vai no mercado lá, linguiça tipo calabresa, não. E aí você vai ver os ingredientes, tem amido de milho, tem sambar e love. A linguiça, outro dia eu falei para a Nath que eu queria fazer, eu queria fazer um caldo verde quando chegasse em São José dos Campos. Falei, vou fazer um caldo verde, estava friozinho, caldo verde com vinhozinho maravilhoso, delícia, né, com a douradinha assim, gostoso demais. Batatinha, uma couvezinha, deu fome, né?
Aí eu falei, vou fazer. Porque linguiça aqui, eu falei linguiça portuguesa ou linguiça defumada calabresa. Tenta achar primeiro uma portuguesa. Ah, daí tava lá ali, ela sudou linguiça tipo portuguesa e linguiça tipo calabresa. E aí você vai ver nos ingredientes, tem um monte de coisa, incluindo um pouco de carne de porco. Então nem a linguiça é linguiça mais, gente.
Daqui a pouco vão, o pastel de feira não vai ser mais frito, caldo de cana vai ser zero. O mundo tá acabando, né?
O pastel vai ser na air fryer, o caldo de cana vai ser zero.
Não vou, então se depender da gente não vai virar parte. Caldo de cana zero açúcar, né, irmão?
Esse vai ser linguiça vegana, né?
Linguiça vegana. Como é que é o, como é que é É o limão, limão alcalino. Exato, limão alcalino vai estar do lado do caldo de cana, do caldo de cana diet. Vai não, tem que falar, vai estar do lado do caldo de cana diet, né? Vai estar caldo de cana para baixar insulina, né? Pré-diabético não bota. Ai, Deus do céu! E por falar em baixar insulina, temos aí o menino da malhação, menino Júlio que está firme e forte. Obrigado, Julião.
Eu que agradeço. Eu tenho duas colocações aqui, que é o seguinte: coloque à vontade. Vivi para ver Leandro Lopes colocar uma data para o ponto final do podcast e perceber que não era bem a data que ele previu.
É, mas vai ser. Não botei data, eu falei o número do programa, né?
Exatamente, é, pois é. Sim, então, e vou e viverei para ver um encontro radiofóbico presencial entre todos nós, tá?
Isso vai, teremos com certeza, teremos em breve. Menino Vitor está combinando, a gente combina quando Jéssica vier para cá, alguma coisa. Tem que ter, tem que ter, tem que ter a galera.
Eu e Júlio estaremos em São Paulo, quando? Final do mês de setembro estaremos Estaremos aí final de setembro.
Para que ocasião? Qual ocasião?
Para NerdCon.
Ah, então estaremos juntos na NerdCon, claro, estaremos juntos.
Não esperava menos.
Estaremos juntos na NerdCon. Mandei para Alexandre: quer que eu faça alguma coisa no evento? Ele falou assim: não, você é convidado VIP. Falei: olha aí, aí tá bom, aí sim, aí estaremos lá.
Tem um casamento mesmo fixo.
Olha aí, tá vendo?
Aí, Jéssica, tem que ver quais são outras prioridades.
Eu também acho.
Ô, Jéssica, deixa eu—
sabe, sabe, Helena, que vai casar? Não.
Então sabe, Chaves, que tem um conselho para você, que ela tá me chamando aqui, me cutucando aqui, puxando a brusa. Que que foi, bebê? Que que foi, Jéssica?
Oi, tudo bem, amor?
Faz tempo que a gente não se fala. Deixa eu te fazer uma coisa, vou te dar uma pequena dica. Casamento, você sabe, Né? Tem potência ou não tem potencial, não tem potencial.
Então analise, analise bem qual a chance desse casal permanecer.
Será se durará 6 meses?
Será se durará 3 anos?
Ó, quanto tempo durará, entendeu? Nerdcom, celebração de 20 anos do programa que leu o seu email há semanas com muita alegria.
Será que eles não merecem mais do que um casamento que tem tudo para dar errado?
Não sei.
Então pensa bem. Estou botando zica?
Não estou.
Eu sou simplesmente realista, tá bom? Como diria Aguinaldo Timóteo, não sou não. Totalmente equivocado. Essa bichoca que sabe das coisas, viu? Ela tá na coluna social aí, tá dando dica para todo mundo, vai que, né? Quem sabe, né? Mas ele falou assim, aí daí chega daqui a 6 meses, a gente se encontra, aí você fala assim, seria bom eu ter ido nesse evento, encontrado vocês e tal. Bom, enfim, mas é isso aí, né? Deus sabe o que faz.
Se não é a Helena que vai casar Exato, tem jeito, tem jeito, tem jeito. Muito bem. E aproveitando aqui, antes de passar para Vitor Estácio, a sua despedida, passar também o serviço aqui de Histórias de Lava-Louça. Júlio Macoggi, Carla Lopes, minha querida, o primo e a prima no seu podcast, que nesse momento da gravação já está no seu episódio número 4.
Isso é, será lançado, se Deus permitir, amanhã, o episódio amanhã. Então dessa gravação, amanhã, dia 11, amanhã 11, né, 11 de setembro, da gravação aqui, 11 de agosto.
Sim, esse programa só vai ao ar no feed no dia 31 de agosto, então até lá já terá saído o 4º episódio, talvez o 5º também. Muito bem, com muito sucesso. Perrengues de Viagem, Perrengue de Viagem, História de Lavar Louça, um podcast original Lopes and Lopes, Companhia Limitada. Que está no seu agregador de podcast da sua preferência. Programa muito gostosinho, Relacionamento 45 Plus, né? Muito bem. Da hora que chegar daqui a pouco o episódio falando sobre casamento, quero ver se ele dura o próximo episódio, se chega, hein? Quero ver só, quero ver só. Beijo para a Carlinha também.
Qualquer coisa que precisa de testemunha, né? Já Esperamos que dê errado.
Sabemos que o casamento do dia 20 de setembro não será o de julho, né? Isso nós já temos certeza. Se bem que o julho poderia faltar do próprio casamento para ir na Netcom, quem sabe poderia. Prioridades, afinal de contas, é prioridade. E diretamente de Belém do Pará, o menino que tem as escolas, menino que tem os 3 pelos brancos na cabeça, menino Vitor Estácio. Valeu, Estácio!
Muito bem. Aí quero dizer para o Thiago, que é adepto de tecnologias malucas, que é a bike indoor. Daqui a pouco o Thiago também tá com esse negócio aí de praticar futebol de praia na cidade.
Mas já não tem beach tênis na cidade? Tem aqui em Serra Negra, é montanha, os caras fazem beach tênis.
Tem uma praia agora na Marginal Pinheiros.
Olha aí.
Tem água aqui para você ser sócio do clubinho deles.
Nossa, é para quem pode.
Tá cheio de amiguinho, né? É, e tá aqui, é sócio, né? É verdade, Thiago tá cheio de amigos.
Já vi com esses olhos que a terra há de comer.
Há de comer, exatamente. Então, menina, por falar, eu não consigo parar de pensar no jogador número 1, o Thiago, numa ergométrica com óculos fazendo as coisas. Agora eu vou ter essa imagem mental, vou sonhar com isso, vou sonhar com isso.
É maluquice dele. Enquanto isso, Léo, eu passarei a anunciar um carro som, tá entendendo? Sim, além da internet, a matrícula aberta da minha escola, carro som, Thiago. Olha aí, é um carro som outdoor, né? Um carro som indoor.
Matrículas abertas para Escola Cezinho, Belém do Pará.
Anúncio no Portas sempre abertas.
Anúncio no Tremendão.
Estácio comprou 5 mimeógrafos e 300 litros de álcool.
A biblioteca lá se renova a cada ano, né? Exatamente. @escolacezinho lá no Instagram, link na postagem do episódio.
Não tinha, não tinha, como é que é, hiperatividade, né? Por que será?
Porque existia isso, coisa da modernidade, coisa da modernidade.
Exatamente, muito bom. Então mande beijo para senhora, Dona Mamãe, senhor, seu papai, e estamos juntos até o próximo episódio. Obrigado, meus amores, boa semana para vocês, e obrigado a você aí, querido ouvinte. E cadê aqui a telinha para trocar? Obrigado a você, querido ouvinte, você que nos acompanhou em mais um episódio totalmente FM, você que acompanhou a gente aqui no YouTube. E se você tá ouvindo pelo feed, você está ouvindo quando aparece, você deve ter notado que nós temos novidade.
E uma delas é o retorno de Radiofobia Classics. Está de volta Radiofobia Classics. Eu vou até voltar a telinha aqui dos meus amigos. Vocês gostaram, meninos, do retorno de Radiofobia Classics? Voltamos com o We Don't Need Another Hero.
No episódio 121, que foi o primeiro desse aqui, você informava aos ouvintes que o Radiofobia Classics ia sair na semana que vem. Nesse aqui ele saiu na semana anterior.
Saiu na semana anterior. Temos a volta de Radiofobia Classics, um programa que é a minha realização como radialista. Aquele programa é uma delícia de fazer, que ficou 2 anos sem ter episódio, certinho. Último episódio foi foi o episódio sobre Milton Nascimento, que eu publiquei em julho de 2024. E aí agora saiu 2 anos depois, e em 24 horas nós voltamos. Não só voltamos a aparecer nos podcasts mais ouvidos, como chegamos à posição número 15 dos podcasts mais ouvidos.
No Top 200 chegamos à posição número 15. Hoje de manhã o episódio que o podcast tava na posição número 15 e o episódio sobre Tina Turner, Radiofobia Classics 74, era o quarto mais ouvido da internet na categoria Melódias. Então obrigado a você que é ouvinte, você que é a pessoa que é a razão pela qual eu retornei. Esse programa aqui já está anunciado para o mês de setembro, Radiofobia Classics 75, um programa especial sobre esses caras que estão há 64 anos na estrada.
The Rolling Stones já está no forno e aguarde um programa épicozinho para você. Esse nós temos que chegar no top 1, hein? Esse nós temos que chegar nas cabeças, hein? Contamos com a sua, com a sua audiência, contamos com o seu download para você poder acompanhar tudo isso. Isso, você já sabe, é radiofobia.com.br/podcast. Vai lá que você tem. Que que você tá usando aí, Estácio? Tá quebrando a minha despedida, pô.
Esperança, é a esperança do homem.
Vamos fazer, quer fazer Pepe e Neném, né? Tudo bem, vou pensar no seu caso, quem sabe faremos. Por que você não vem ficar comigo, baby? Eu sou por você. Faremos esse programa, quem sabe não vem por aí num especialíssimo. Muito bem, mas ó, radiofobia.com.br/podcast é lá o link da Radiofobia Podcast Network. Se você tá ouvindo no feed, não sabe ainda, temos ali, você sabe, né, o nosso canal lá no youtube.com/radiofobia para você poder acompanhar todas as gravações ao vivo.
Geralmente a cada 2 semanas ali numa segunda-feira a gente grava o nosso programinha e você pode participar ao vivo pelo chat, como muita gente bonita fez hoje. Obrigado a todo mundo que participou demais dessa live do seu pequenino programa Radiofóbico. Zinho, obrigado pelo seu download, obrigado pela sua audiência, obrigado pelo seu clique, obrigado pelo seu carinho. Obrigado, obrigado por você matricular o seu filho na escola, Zinho.
Obrigado, obrigado a você que tá aí com muito sucesso ouvindo o Ineditados, o História de Lavar Louça, ouve tudo que a gente faz com muito amor e carinho para você. Nós fazemos o podcast porque nós gosta mesmo. E é isso aí, eu vivi para ver a gente aqui, todo mundo podcastando. Delicinha demais! Tchau! Este podcast foi publicado pela Radiofobia Podcast Network. Acesse radiofobia.com.br/podcast para conhecer e ouvir todos os nossos programas, ou assine no seu agregador de podcast preferido. Esperamos você no próximo episódio.
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