RÁDIOFOBIA 434 - ER: Emergências Radiofobéticas!
Saudações hospitalares, ouvinte do RÁDIOFOBIA!
🚨TIIINOOONIIINOOONIINOONIINOOONIIII! 🚨
Esse é o som da sirene da ambulância, do SAMU ou dos bombeiros, levando Leo Lopes, Jef Barbosa, Thais Boccia, Jéssica Dalcin, Thiago Fujiwara, Júlio Macoggi e Victor Estácio para a gravação de um episódio todinho sobre suas mais imprevisíveis EMERGÊNCIAS HOSPITALARES!
OuVa por sua conta e risco de dor de cabeça, fratura nas costelas ou cólica estomacal de tanto rir!
Não deixe de interagir com a gente nas redes sociais, dar seu feedback sobre o papo e sugerir temas e convidados para as próximas edições do nosso podcast, além de deixar seu comentário no post, ok? Você também pode agora mandar sua cartinha para a Caixa Postal 279 - CEP 13930-970 - Serra Negra - SP, e seu e-mail para podcast@radiofobia.com.br!
Arte do episódio: Sandro Hojo
Links citados nas Cartinhas do Totô:
- TAKINOBORI 005 - com Rodolpho Baena
- matricule-se já no Curso de Podcast
- garanta o livro Curso de Podcast - Guia Básico em PDF e na Amazon para o seu Kindle
- Podcast Store - a loja de produtos exclusivos da podosfera brasileira
- Instituto Amargen
Links que indicamos sempre:
- ouça o Ineditados Podcast
- ouça o NovelaCast
- matricule seu filho na escola CESIN
- Acesse o novo site e ouça a RÁDIO 24h NO AR do Rádiofobia Classics!
- assine o canal do Curso de Podcast no YouTube
- siga @ocursodepodcast no Instagram
- participe do grupo de produtores, apresentadores e ouvintes dos podcasts da Rádiofobia Podcast Network no Telegram
Ouça o Rádiofobia Podcast nos principais agregadores:
- Spotify
- Apple Podcasts
- Amazon Music
- Deezer
- PocketCasts
Publicidade:
Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
São 20 horas e 25 minutos, senhoras e senhores.
Tá começando a partir de agora o primeiro Radiofobia, hoje totalmente fenomenal, um programa especialíssimo apresentando para vocês, senhoras e senhores, incrível, espetacular, nunca antes na história das internets se imaginaria mais uma edição do Radiofobia. Sim, eu quero mais palmas hoje, não quero muito mais valas Porque hoje está no ar o Radiofobia, desde 2009 trazendo para o podcast o melhor clima do rádio ao vivo. Saudações, ouvinte do Radiofobia!
Eu sou Léo Lopes e tá no ar para o Radiofobia Podcast Neto, que hoje aqui— cadê técnica? Cadê aqui a pequena? Aqui está as pequeninas ambulância! Chegando, olha, porque hoje aqui é clima de— cadê também já? Ó, eita, que veio a bombeira, é ambulância, é tudo hoje aqui nesta bodega. Nós estamos aqui na nossa radiofobia hoje, ER Emergências Radiofobéticas, um programa para a gente falar sobre as pequeninas mazelas. E você que já está entrando na nossa live do YouTube está convidada a compartilhar com a gente a partir de agora os momentos que você foi para o hospital, foi para o hospital, que compraram o jornal.
Eu ia falar, se eu fosse o Pelé, tomava café, esqueci. Na verdade, o resto dava melódia quando era criança. Mas nós estamos aqui hoje, só o time de mazelados desta bodega, para a gente falar. Porque olha, é, recentemente ele que está aqui, depois de muito tempo, vou começar hoje quebrando o protocolo. Geralmente eu começo pelas meninas, mas eu vou começar pela figura dele, que depois da semana passada Houve a chance de que aparecesse aqui só numa nota de rodapé, talvez no futuro, porque ele estava— ele vai contar o que que aconteceu.
Esse sim foi para o hospital tomar sonrisal. Menino enfermo, menino Jefter Barbosa voltando dos mortos praticamente.
Aliás, olá, Léo! Olá, meus queridos amigos! Olá, ouvintes! Faz tanto tempo que eu não venho aqui, né? O bom filho, a casa estoura, a casa estoura, quase que estoura. Quase que deu aquela boa transação não aceita e quase voou para os braços de papai.
O famoso, como é que é, foi de arrasta, né, que falam hoje em dia.
Só não foi de arrasta porque a tela do celular tava quebrada, viu.
Quase virei camiseta de saudade, Léo.
Ele tava na verdade sem o celular, não podia. Eu estava recebendo relatórios diários, boletins Boletins, boletim matinal e boletim vespertino de Senhora Andresa, que foi uma heroa. Ela foi uma heroa nesse período que passou.
E hoje você vai contar, ela mandava, mandava o áudio do Começa Agora a Voz do Brasil em Brasília.
Exatamente.
Olha, Thiago, para tu veres como são as coisas, né? O cara acabou de ser pai, foi comprar um cigarro Fumou, não tava acostumado, passou mal.
É isso, exatamente isso que aconteceu. Ele vai contar essa história já já pra gente. Inclusive, Andresa, que recentemente tornou-se enfermeira, Liz, e teve o prazer de ter como seu primeiro paciente o próprio marido.
Ela já cuida de mim.
É, então saberemos a história de Menino Jeff. Exato, oficial.
Exato.
E o Jeff, ele tem um primo que ele comentou que é coveiro também, quase que fez a primeira internação.
Quase que fez a primeira, exato.
Então quase que Erraram em mim.
Epa, aproveitando então, aproveitando aqui o ensejo, menino Thiago Fujiwara está aqui. Olá, Thi! E é isso, quase que o coveiro enterra o próprio, no próprio primo, não é isso? E não estamos falando de um troca-troca infantil, não estamos.
Olha, por falta de uma caneta, o Jefinho não assinou para jogar no Vasco.
Exatamente, saberemos hoje. Thiago Fujiwara, que também é Uma pessoa que, assim como eu, já passou por momentos totalmente sem, como é que a gente fala, sem dignidade por conta da hérnia de disco, hein?
Eu vou contar uma nova de sem dignidade, porque hoje quando eu pensei eu fiquei vermelho só de pensar, né?
Eita, essas que a gente gosta, essa a gente gosta. É por falar, então falar nisso, nós vamos falar, vamos saber de uma também que já mandou no privado aqui, que tem histórias aqui. Qual é o barulhinho, Tênia? Ah, muito bem, a menina Jéssica Dalzi tem o barulhinho aqui para ela, ó. Vai contar a história também do, da rolha, que é rolha, é, Dom? Olá, Jéssica, tudo bem?
Os exames, né, tem que fazer os exames periodicamente. Às vezes acontece coisa que não devia.
Exatamente, não é o ideal, mas acontece. Exatamente.
O cara vai de manhã, passa frio aqui em Santa Maria da Boca do Monte, 4 graus.
Olha só, mas baque frio, climinha de quê?
De bermuda, bermudinha.
Baque frio, que delícia demais! E temos diretamente de Boston, Massachusetts, aí Maitinha, que tá nos 30 graus de calor, menina, tá esbotias.
Pois é, faz onda de calor aqui, de passar mal.
Mas ela tá com uma blusa que eu tô por causa do ar-condicionado, né?
Claro, maravilha essa blusa aqui. Muito obrigado, Júlio Macórdio, por falar de imagens no programa sempre, né? Para quem tá no áudio não aprende, quem tá no áudio mais perdido do que— mais perdido. Uma blusa, ué, você fez áudio de inscrição para o nosso amigo, tá de blusa, tá certo, tá certo. O Júlio Macórdio, que também tem histórias hospitalares Cabulosíssimas, hein?
Olha, me conheço muito por dentro, viu? Resonâncias.
Inclusive, desculpa, Macórdio, mas você sabia que semana passada, por causa disso, eu tive que tomar 2 litros de água fervendo, cara?
Fervendo?
Como assim? É para ver se eu cozinho por dentro. Ah, olha aí, chegou, chegou! Ele chegou, ele chegou! O homem está de volta!
Eu tava com uma saudade, ele está de volta.
E se continuar assim, vai seguir. Se continuar assim, se continuar assim, vai seguir a fila de Rafael Pizza, será o próximo.
Eita, vou fazer um corte, será o próximo na linha de sucessão, aguarde.
Exatamente. E por aí, postar sem poder, pera aí. E tá vendo só? E temos, e temos um menino que está aqui Ele, ele, ele emana saúde. Ele tá aqui só pela polêmica, o menino Vitor Estácio, que nunca teve uma internação grave, né?
Emana saúde não, é que às vezes eu não vou no médico que é para não ter problema. Chegar lá e começa a inventar um monte de coisa, né?
Vai que ele vai, que ele descobre, né, Estácio?
Pô, vai que ele não, mas já tá na hora, já começou, já começou o processo de junta, que é dor nas juntas. Então eu tenho que resolver antes que eles fiquem mais graves.
Exatamente.
Mas quem não tem problema do corpo tem problema na cabeça, né, Léo?
É, e tem gente como eu que tem nos dois, né? Então a gente tá ali, é, tamo, né, Jéssica? Inclusive gravamos recentemente, um beijo para nossa querida Ana Arantes. Programa foi muito bem recebido e necessário, muita gente comentando que o programa foi necessário sobre saúde mental. Aninha que gravou aqui com a gente também recentemente. Mas é isso, gente, estamos vivos ainda, morremos mas passamos bem. Então a gente vai aqui agora para o nosso Pequena Virada.
Para quem tá no YouTube é só uma vinhetinha Para você que tá aí no streaming, vamos fazer aqui um recado de qualquer coisa e já já a gente volta hoje com soro na veia para a gente frear o nosso plantão de emergências radiofóbicas. Aliás, 10:10.
Alô, é da rádio? É da Radiofobia, filho. Então é que sabe que eu mando carta para o programa toda semana, tem uns 10 anos já, mas ninguém nunca leu as minhas cartas, rapaz. Carta lendo, sério? Em pleno século 21? E você ouve onde, no gramofone? Mas não tem nenhuma carta por aí não, é? Ah, eu queria tanto ouvir o meu nome no programa.
Tá, e qual é a sua graça?
É Ostrogésilo, Ostrogésilo.
Achei sua carta, mas vamos te chamar de Totô, tá? E vamos rapidamente para o nosso bloco de recadozinhos desse programa arquidador. Só de lembrar lembrar as situações de emergência radiofóbicas deshospitalares. Olha, se prepara, prepara aí a gaze, prepara o Band-Aid, prepara o Mertiolate, que hoje em dia não arde mais porque vem de história de desgraça, história de derrota por aí. Se segura por sua conta e risco. Ó, não vou falar nada aqui entre nós, aqui prepara também uma fraldinha geriátrica, porque você vai se cagambalar.
Ouve aí por sua conta e risco, você já foi avisado, faça o que você quiser. Mas antes de chegar no programa, vamos para os nossos recadinhos, começando pelo nosso parceiro de 16 anos de hospedagem, HostGator, que ficou crazy crazy e oferece para os nossos ouvintes aqui até 83% de desconto, continuando a temporada campeã com essa seleção de descontaços para você que quer ter a melhor hospedagem de sites do Brasil com super velocidade.
Lá você tem os sites até 4 vezes mais rápido, tem CDN Cloudflare de graça, a migração é de graça, o domínio grátis você consegue também, e tem suporte 24 horas. Então não tem por que não garantir o seu plano de hospedagem lá na HostGator sendo nosso ouvinte. Melhor ainda, porque tem um baita desconto. Imagina, 83% de desconto, você vai pagar 17% só do valor do produto. É muito baixo, é muito barato, é muito crazy, crazy. Então você vai lá agora no nosso site radiofobia.com.br/podcast, vai lá no rodapé da página, você vai ver um banner escrito hospedado por HostGator.
Clica lá, você vai ser direcionado para nossa página de parceiro, e ali sim você vai garantir até 83% de desconto na temporada campeã de HostGator. Tá querendo produzir o seu podcast em áudio e vídeo? Não sabe por onde começar? Os seus problemas se acabaram, selês! cursodepodcast.com.br é a minha plataforma e do meu querido sócio Gabriel Thuller, aonde você aprende tudo que você precisa para produzir o seu podcast: criar, gravar, editar, publicar, monetizar.
Lá tem um módulo exclusivo sobre inteligência artificial. Não existe nenhum lugar da internet que ensine isso para você, além de módulos inéditos e exclusivos também sobre monetização, sobre abertura de empresa, sobre profissionalização. Você não encontra isso em lugar nenhum a não ser lá no nosso curso de podcast. Em 18 módulos você tem quase 80 aulas, tem mais aulas a caminho também aí para você, e lá você vai aprender tudo.
Você não vai precisar mais jogar no Google, não vai precisar mais buscar no YouTube. Eu e o Tuller, garantimos que essa vai ser a sua plataforma definitiva para aprender a produzir podcasts em áudio e vídeo, porque lá a gente ensina tudo que a gente faz no dia a dia para os nossos clientes, como por exemplo o Jovem Nerd, para quem eu aqui, a Radiofobia, minha empresa, edita o Nerdcast desde setembro de 2012. Vai fazer daqui a pouquinho 14 anos que nós entregamos toda sexta-feira o Nerdcast.
E como eu edito o podcast. Eu ensino você também a editar e produzir o seu podcast lá no curso de podcast. Além disso, o valor é extremamente baixo. Você pode pagar em até 12 vezes no cartão de crédito. Cada parcela é menos do que você pagaria numa cerveja artesanal, numa meia pizza, você pagaria num lanche com refrigerante. Muito barato, vai por mim, entra lá agora. A sua plataforma definitiva sobre produção de podcasts em áudio e vídeo está em cursodepodcast.com.br.
E você gosta de produtinhos, né? Você gosta dos produtos dos seus podcasts preferidos? Você gosta de ter uma caneca lindona para ir tomar a sua bebidinha mostrando aquele logo do seu podcast preferido? Você gosta de ir para feira, ir para os supermercados ali comprar os seus produtos, além de economizar no saquinho plástico, além de ajudar a natureza, você ainda mostra o seu podcast preferido com as eco bags maravilindas. Também gosta de ter aí na sua geladeira os seus ímãs, de colocar na sua mochila, no seu boné, na sua jaqueta, os seus bottons e também os pôsteres, e também de vestir a peita, a camiseta, aquela que tem várias opções de estampa de todos os podcasts que estão lá na loja Podcasts da Radiofobia Podcast Network.
Também o curso de podcast podcast. Se você é nosso aluno lá, você encontra com exclusividade os produtos do curso de podcast, os podcasts do Príncipe Vidani, Dentro da Minha Cabeça e Pelada na Net, os podcasts do Portal Refil, Refil CO2, Que Isso Assim, os podcasts também do meu querido amigo Rômulo Metal, O Sábado 14 e o Crazy Metal Mind, além do Passaporte Orlando, do Papo Delas, também da Podosfera Nipo Brasileira. Tudo isso você encontra com exclusividade lá na podcaststore.com.br.
E é claro, você não pode perder as camisetas com padrão Chico Rei de qualidade, tamanho que varia do PP até o 4GG, modelagem regular e baby look. Elas são produzidas 100% com fibra natural de algodão sustentável, malha vegana, fio 30.1, penteado, com estampa feita via termotransferência através de uma técnica chamada direct to film, ou seja, a garantia das suas camisetas É total. Todo o processo da produção, venda, entrega é com o padrão Chico Rei de qualidade.
E é claro, mais importante ainda, parte da renda de todos os produtos da Podcast Store é direcionada para o Instituto A Margem, uma ONG lá de Juiz de Fora, em Minas Gerais, que ajuda muita gente transformando vidas através de ferramentas para desenvolver as pessoas em situação de vulnerabilidade social, Eles oferecem educação de qualidade, inclusão social pelo esporte, pela cultura, defendem os direitos dessas pessoas e garantem qualidade de vida.
Então, além de você desfilar o amor pelo seu programa preferido, você ainda ajuda uma instituição. Não é muito legal? Então vai lá, não perca tempo e garanta os seus produtos agora com exclusividade em podcaststore.com.br. E tá no ar mais um episódio do Taquinobori, o podcast que eu estou produzindo com toda calma, com toda tranquilidade, num canal paralelo ao canal do Radiofobia, publicado, é claro, como podcast aqui na Radiofobia Podcast Network, trazendo histórias reais de pessoas que passaram por grandes dificuldades, por grandes desafios, superaram esses desafios e hoje estão aí vivendo suas vidas, contando suas histórias.
No Taqui Nobori a gente tenta trazer um pouco de positividade, um pouco de otimismo, um pouco de vibração positiva para sua vida. E nesse episódio do Taqui Nobori eu fui até Bragança Paulista conversar com um dos nossos ouvintes mais fiéis, nosso querido Rodolfo Baena. Ele que trabalha na secretaria de uma escola lá em Bragança Paulista. A família dele toca um restaurante. Ele tem deficiência visual, ele é cego literalmente. A gente brinca lá no Radiofobia, nosso ouvinte cego, mas é porque ele deixa, ele fala, ele mesmo se zoa.
E você vai ouvir nesse episódio do Takenobori a história de vida do Rodolfo. E eu desafio você a não terminar o programa achando que os seus problemas são maiores do que realmente você imagina. Não vou diminuir o problema de ninguém, mas o Rodolfo ensina pra gente que dá pra você ser feliz, dá pra você ter uma vida normal, dá pra você, sabe, se realizar mesmo com toda dificuldade imposta por essa deficiência visual que ele tem.
É uma história de vida, olha, eu não vou falar mais nada, tá bom? Vai lá agora, link na postagem do episódio. Ou então no canal do Taqui Nobori lá no YouTube, você vai poder ver ali a gente sentadinho lá no restaurante da família do Rodolfo gravando esse episódio ali numa manhã de sábado ensolarada lá em Bragança Paulista. E eu tenho certeza que você vai curtir demais. Tem o link lá para você também que quiser seguir o Rodolfo lá no Instagram, vai ver as peripécias dele no teclado.
Rodolfinho dos teclados ali, dos pianinhos, News. Cara, tá, é, o cara toca teclado, o cara se apresenta na noite, na tarde, na manhã, na madrugada. Vai lá ouvir o programa e deixa o seu comentário lá no YouTube. Ouve até o final que eu quero saber o que que você achou de mais esse episódio do nosso podcast Takenobori. Vamos lá continuar sendo as carpinhas que estão subindo as cachoeiras para se transformar num dragão quando lá em cima.
Ah, eu gosto dessa história, gosto mesmo. Vamos lá, espero que você curta o episódio porque eu gostei demais. Tá aqui no Bore com Rodolfo Baena no ar. E por último, mas não menos importante, sempre aquele convitinho maroto para você entrar para o nosso grupo de produtores, apresentadores e ouvintes dos podcasts aqui da casa, lá no Telegram, t.me/radiofobianetwork. Lá você vai ter uma galerinha da pastoral, uma galerinha do baixo clero, aonde você pode trocar meme, mandar link, fazer jabá do seu programa.
Lá a gente manda em primeira mão os links das gravações do Radiofobia, coisas interessantes aqui dos nossos podcasts também. Você pode mandar jabá do seu programa, pode mandar piadoca, pode se divertir. Respeita o amiguinho, seja feliz. Imagina que você tá numa festa, numa casa, numa sala, trocando ideia com pessoas que você gosta. E lá você recebe em primeira mão também as artes dos episódios, assim que o Sandro Ródio termina as ilustrações.
Enfim, é o nosso cantinho ali, tem quase 300 pessoas ali no Telegram. Então você pode entrar, claro, totalmente de graça, t.me/radiofobianetwork. Belezinha? Então agora, Tênis, roda a vinhetinha, chama de volta. Olha, já falei e vou repetir, ouva por sua esse risco. Programa de hoje, ele vai lá. Ai, dói tudo de novo só de lembrar. Vamos ouvir as nossas emergências médicas radiofobéticas, o nosso depite do radiofobia aqui nesse episódio hoje, totalmente engessado, mas engessado com gesso mesmo, tá?
Gesso, gaze, tudo que você tem direito, e também fraldinha geriátrica. No seu Radiofobia. Aliás, Pai Miltinho, o baixista da ambulância, tamo de volta, de voltinha. Atenção, Crauzebec, estamos aqui na ambulância, aqui, ó. Chama o Samuca, chama o Samuca porque tá de volta para o seu pequeno radiofobinho. O nosso programinha hoje totalmente fenomenal com sobreviventes. E nós temos aqui então Menino Jeffers, Menino Jeffers que chegou num pequeno momento aonde você que não sabe, ele esteve internado, inclusive ficou 3 dias em UTI.
Ele foi para UTI e ficou 3 dias de castigo na UTI. Assim, ele sumiu do Radiofobia durante meses, e quando volta, anos, quase que mete o atestado de óbito.
Eu tava metendo o atestado de pai, né?
Então agora quase que mete um, quase que mete. Então conte para nós o que que foi que aconteceu, porque todos aqui temos história, mas a sua é a motivação desse programa. Foi o fato da gente ter sabido que você— eu já sabia porque estava acompanhando, mas todos os nossos queridos amigos aqui só ficaram sabendo que você estava quase morrendo quando você já teve alta. Então era aquilo que você mandou de notícia, ou a proclama, era aquilo que você mandou de notícia, ou a proclama da funerária.
Então nós recebemos a notícia de que você tava lá, mas conta para Nós então, menino. Que bom que você tá de volta, que bom.
Eu estou de volta, vou dar uma explicação bem rápida porque é chato para caralho, mas eu tenho diabetes, né, tipo 1, há muitos anos, descobri em 2011, enfim. E eu já tive esse problema antes, que foi uma, acho que eles chamam de cetocidose diabética, que é quando o seu sangue fala chega, é seu sangue, ele fica, ele fica ácido, né.
Né?
E assim, eu não sei se vocês sabem, mas ácido é tipo aquela piada do, do existem dois lobos dentro de você, mas o número ideal de lobos para ter dentro de uma pessoa é zero. Então não é bom que tenha lobos dentro de você, assim como não é bom que seu sangue esteja ácido.
Entendi.
E o que aconteceu foi que eu tinha pego uma infecção e aí isso desbalanceou, e aí eu precisei ficar internado, porque aí isso deixa tipo assim, a gente Cara, sem conseguir, não consegue andar direito. Apesar que eu fui dirigindo para o hospital, né? Não recomendo. Mas aí é tipo, dirigiu aí para o hospital?
Oi, dirigiu aí para o hospital?
Ah, é aquele negócio.
Aí não sei, né, cara. Mas assim, eu quando eu vi, porque eu já tive isso já anos atrás, em 2015 para ser mais exato, eu tive isso também. E é um bagulho meio perigoso mesmo assim, é um bagulho que pode ser fatal, mas ele é facilmente revertido se você fica internado e vai fazendo o tratamento ali, toma potássio de não sei o que lá das quantas e tal, não sei o quê.
Mas não tem que fazer transfusão de sangue?
Isso, a minha pergunta era essa.
Não, não, não precisa, não precisa. Ele é tipo assim, não precisa dar uma zerada, tipo assim, é meio que Ele só precisa botar eletrólitos e coisas do tipo, e aí o seu sangue volta.
Exatamente, ele volta.
É tão magrinho, precisasse de transfusão, um quarto de bolsa já enchia o tanque.
Eles devem usar aqueles produtos de piscina, né? Porque em vez de trocar a água da piscina, você bota o produto e muda o pH da água, entendeu?
Eu acho Acho que podia puxar só com canudinho. Sabe quando você puxa o canudinho, segura na língua e joga assim fora o que tá no canudinho? É isso. Mas é o que a Thaís falou, né? Eu, como eu sou diabético, eu precisava tomar insulina. Então por isso, somente por isso, que eu fiquei na UTI, porque eu precisava de uma bomba de insulina que ele vai liberando aos poucos.
Ah, tá. Então a UTI foi por conta de ter um equipamento mais, entendeu, que é um equipamento que ele vai liberando.
Durante o tempo.
Foi só insulina que você precisou?
Foram outras coisas?
Cloro, além do cloro e da insulina, né?
Toda hora vinha um piscineiro medir meu pH.
Enfiando aquele tablete branco na boca do Jéssica.
Já fizeram um negócio chamado gasometria arterial?
Jamais.
Enfiam o negócio na tua artéria, meu irmão, e dói para um cacete. Tem 3 lugares que eles podem fazer, ou aqui na artéria do pulso.
Mas para enfiar o quê na artéria?
É para puxar seu sangue, porque ele precisa vir direto da artéria para saber como é que tá.
Inclusive tem um tempo para você fazer o exame, tem um tempo tipo 30 minutos, porque senão não pode chegar na veia, tem que vir direto do Aí então, ou pode tirar do pescoço ou da virilha, que inclusive eles tiraram porque foi assim, de verdade, antes dele ter contato com as algas. Alguém tira também, ó, alguém tira.
Tá vendo? Caraca, mas aí foi meio que por causa disso que eu fiquei na UTI, né, Léo? Só que aí começa a minha derrota já, porque é o seguinte, eu entrei lá muito mal. Quando você tá muito mal, e a gente que é besta, né, a gente que não é da hora das saúde, a gente é assim, ai, vou ver meu peru, vou ver meu peru. Ai, tipo, mano, ninguém tá nem aí. A minha noiva, né, agora posso falar minha noiva, ela é—
parabéns, menino de época!
Nem falei isso, né, para todo mundo aqui.
Pediu em casamento no Nerdcast Dia dos Namorados, olha aí, né? Parabéns!
Enfim, ela, ela fala, viu, mamata, né?
O cara pede casamento no um podcast que ele mesmo edita, bota a própria música que ele gosta, fez homenagem para si próprio. Acho muito legal, foi um bagulho de louco.
Aí, aí que acontece, começou a derrota porque eu tava bem mal no começo, só que o negócio foi rápido de reverter assim, até foi meio que ok assim, uns 2 dias eu já tava legal. E eu falei, meu Deus, mas eu ainda tô na UTI, já tinham tirado minha bomba de insulina, só que aí ficava aquele negócio, não tinham como me trocar de quarto.
Mas só um minutinho, com todo respeito, é reduzir demais falar assim: com 2 dias de UTI eu já tava legal, mano. Se eu fico 2 horas de qualquer emergência, eu já tô cagado, que eu vou morrer, cara. Imagina 2 dias de UTI.
Mas é que eu tava tão ruim, Léo, que eu falei assim: eu me entrego, faz o que quiser, entendeu? E aí, quando você tá nessa situação, você aceita tudo que você precisa passar. É que quando você começa a melhorar, parece que a dignidade ela vem querendo dar a mão de volta a você. Ela fala assim, ó, lembra de mim?
Você tem uma idade onde a dignidade volta. A gente já perdeu e não tem.
Demora muito mais tempo ela voltar.
Os 30 anos, padrão, o padrão é óbvio, né? Todo mundo sabe, camisolinha de internação, bundinha de fora.
Você tá preocupado com a roupa?
Não, calma, calma, que a história vai ficar muito pior. Eu não podia pisar no chão porque eu era um paciente de risco de queda, então eles meteram uma fralda no meu bumbuzinho.
Parabéns!
Aí sim, como é a sensação de usar uma fralda? Agora você tem que descrever isso pra gente.
Olha, Léo, põe na tela a foto detalhadamente.
Eu quero dizer É o seguinte, eu sou o mais velho aqui com 52 anos e o Jeff é o primeiro do grupo a usar uma fralda geriátrica. Parabéns! Para duas palavras, duas palavras para você: parabéns!
Agora entendo muito a cara do meu filho Arthur de 9 meses quando ele começa a fazer assim, sabe, do nada, assim, de fralda. É porque ele tá envergonhado de cagar na minha frente, né?
Então, mas espera aí, botarem a fralda em você é uma coisa, você se sujeitar a usá-la, você utilizar ela é outra coisa.
Eu não tinha escolha, não tinha escolha. Eles botaram a fralda em mim e falaram, ó, você não pode pisar.
Era Pampers duplo gel, triplo gel, pelo menos tinha elastiquinho nas coxas. Eu sei que, ó, roupa não dá assadura.
É o chorar no livro da história que o bagulho vai ficar complicado.
Aí que acontece, passaram aquela pomadinha branca, como é que chama aquela pomadinha?
Hipoglós.
Cara, não tem foto, graças a Deus.
Mas ó, pera só um minutinho, só um minuto, só um minutinho só. Professor Odilon apareceu aqui rapidamente. Que que foi, professor? Olá, Léo, equipe, muito boa noite. Olá, Jeff, seja bem-vindo de volta.
Gostaria apenas de dizer que recebi aqui uma mensagem em Zap Zapsters de menino Sandro Ródio dizendo que será a capa de programa mais bonita que já foi feita até agora.
Obrigado, muito bom, muito bom.
Um abraço para prima aí, ô Sandro, terça-feira.
Hoje é dia da prima, exato, e nem tem BBB. Mas sério mesmo, Jeff, tiveram que meter a fralda?
Eu cheguei lá, na verdade eu tinha ido de uma emergência para ir direto para o hospital, fiquei nessa outra emergência antes de subir.
A gente achou que era emergência médica, por fim a emergência de dignidade veio no lugar junto.
Não, demais. Aí tiraram toda minha roupa, falou assim, ó, a partir de— não, antes de me botar fralda eles me deram um banho no direito, né? Porque eu não podia descer.
Aí começou, aí você começou a desconfiar quando ele chegou com óleo Johnson's, né?
Você falou, ele chegou com uma taça de vinho, botou do meu lado.
Aí pelo menos isso, né?
Pelo menos o cara falou assim, você quer esfregar suas partes? Eu Eu falei, por favor, você não quer esfregar para mim?
É a única coisa, a única dignidade que me resta. Cara, fosse eu, levantava a mão assim e falava assim, fica à vontade, deixa eu só abrir minha playlist aqui do Spotify que a gente começa o banho.
Tá parecendo aquele vídeo do Porta, aquele vídeo do Porta dos Fundos, é aquele vídeo do Porta dos Fundos quando que o Nabote vai, o médico é o Kibbe nas duas situações. Aí é quando é sem plano de saúde, com plano de saúde. Já viram esse vídeo? O que o atendimento é uma bosta, ele comeu sanduíche de mortadela, no outro o médico tá lá.
Então, gente, aí que acontece. Aí beleza, me deram banho, botaram a fralda, falou assim, ó, a partir de agora você não pode pisar no chão.
Isso foi no primeiro dia, no segundo no primeiro dia?
Já no primeiro dia, já no primeiro dia. Eu cheguei de ambulância.
Só uma pergunta: quando você chegou na emergência, você já se autodiagnosticou?
Não, não, não.
Eu primeiro assim, olha, eu já tive isso, é tal coisa.
Não, não, eu falei meus sintomas, eu falei, porque quando eu falo sou diabético, tô passando muito mal, tô morrendo, me bota lá dentro.
É.
E aí eu fui primeiro no PA, depois eles me passaram para uma emergência clínica, depois que eu fui só para ser transferido para esse hospital que é só emergência de internação mesmo.
Isso era SUS?
Isso era. Não, mas olha como eu sou inteligente, né, Thaís? Olha como eu sou inteligente. A minha esposa, noiva, né, desculpa, eu falo esposa às vezes, ela tem plano de saúde porque ela é funcionária pública. Só que aí faltava eu mandar um print do, do, da minha certidão de nascimento para ela me colocar no no plano. E eu, burrão, deixei passar. Falei, ah, nem vou precisar ser internado agora mesmo, para quê?
Enfim, bem homem.
Mas assim, eu não tenho muitas, muitas reclamações não. O SUS foi, foi bem da hora assim, foi bem—
viva o SUS!
Viva o SUS para caramba!
Assim, viva o SUS, sim!
Viva o SUS!
É, viva o SUS demais! Não, os caras foram muito foda, muito foda.
Mas eu quero dizer que a primeira coisa que eu fiz quando eu me casei, saindo do cartório, foi tirar uma foto da certidão de casamento, mandar para o clube, exonerar a Nath de pagar a mensalidade do clube, que agora ela era cônjuge. Automaticamente economizei R$300. A gente casou na quinta, na sexta-feira ela me incluiu como dependente dela no plano de saúde do banco. Na segunda-feira eu tinha cobertura nacional. Cadê o sem carência.
Não, aí é outros 500.
Agora eu tô, vejo o seu voto antigo.
Agora, agora eu tô gastando o plano que nem um desgraçado, tudo que eu tenho direito agora.
Não, mas aí, aí só que acontece, eu entrei lá, né, passando muito mal, e aí falou, ó, você vai ter que usar fralda, é isso aí, você não pode descer.
Faz parte.
Aí eu falei, tá bom. Já tava muito mal, já tava muito mal. Aí tipo Então assim, quando era xixi, eles traziam o papagaio, né, que aquele negócio para você colocar o peru assim e fazer xixi.
Só detalhe, Thiago Fujari está congelado só para mim ou para todos? Não, para todos.
Para mim também.
Muito bem.
Eu pensei que tava com a mão no queixo assim há 30 minutos.
Aparecendo aquele quadro de Jesus recuperado, aquele que foi restaurado.
Vai, Jeff.
E aí, e aí eu fazia assim, só que ela falou assim, ó, o número 2. Eu falei, beleza, vou passar 3 dias sem cagar, né? É isso. Mas não, não deu.
Arrumou outro problema, né?
Aí passou um tempo e a Andressa tava do meu lado, inclusive. Eu falei assim, amor, Andresa, peido pesa?
Na alegria e tristeza. Aí ela virou e falou, que tristeza!
Ela, não, pelo amor de Deus, não, não faz isso, não faz isso!
Eu falei, já era, começou. Aí ela saiu correndo, não tinha nem um frico ali por perto, né?
Eu acho muito engraçado, né, que enquanto enfermeira, se fosse os outros se cagando, já não tava nem aí.
É, mas o próprio marido É uma coisa que você não consegue desver.
É, então, e aí, cara, o que acontece? Beleza, foi a primeira limpada e falei, beleza, tô derrotado mesmo, é isso aí, bora.
Quem limpou?
O enfermeiro lá, ele foi lá e falou assim, virou.
Ele ainda falou, dá uma viradinha, vira o glúteo, ele vira, vira o Tobinha, vira essa bundinha. Assim eu falava, vira essa bundinha magra. Vira essa bundinha magra para cá.
Aí eu falei, no primeiro dia minha dignidade não tava comigo mais.
Eu falei assim, não, foda-se, vamos aí.
Só que daí no segundo dia, quando eu fui já melhorando, aí eu, pô, o médico passou de manhã, eu falei assim, doutor, assim, eu tô, eu tô melhor assim, eu consigo pisar no chão, eu consigo ir no banheiro, você não tem como liberar para mim? Não, porque, pô, tá uma situação assim, eu quero te ajudar a me ajudar, entendeu? Que eu não quero acabar com essa situação.
Me tira o tubo, personagem lá do Jô, né?
Por favor, cara, por favor. Aí ele falou, não, vou ter que ver porque seus exames, não sei o quê, pá pá pá. Aí beleza, né? Aí no fim deu certo.
Mas tu não podia pisar no chão nem calçado, Jefinho?
Não, não, eu não podia sair da cama.
É porque ele poderia tombar e cair, né?
Cadeira de roda que tem um buraco.
Exato, tem umas cadeiras de roda com buraco.
Mas aí quando você tá na UTI, eles tipo te tratam como se fosse uma pessoa normal.
É tipo assim, uma burocracia muito grande para você conseguir passar por algumas coisas, entendeu? E aí eu falei, aí o médico falou assim, não, tudo bem, você tá apto aí para ir no banheiro desde que vá acompanhado. Então você chama a enfermeira e vai.
Na real, o Jeff tava dando trabalho para o pessoal da UTI, porque quando você tá na UTI, geralmente você tá lá Um vegetal cheio de tubo, não sabe o que tá acontecendo. Ele tava na UTI VIP assim, porque ele tava com o controle para ver Casé TV, para ver Casé TV. Esse cara na UTI não é para estar aqui, cara. Ele tava no camarote da UTI, entendeu?
Só que como eu tinha que estar no tratamento de insulina, né, não tinha que fazer. Aí beleza, eu falei. E aí eu chamei a enfermeira, porque daí foi dando a vontade, né, né? Aí eu falei, bom, já que o médico liberou, eu vou chamar ela para ela vir aqui me levar no banheiro. Pela primeira vez eu vou poder cagar no banheiro.
Ela vai cagar com plateia?
Não, não, ela ia me levar até o banheiro. Ela, eu ia descer da cama, ia sentar na cadeira de rodas, ela ia me levar ao banheiro, eu ia usar e voltar para cama. Aí beleza. Só que eu chamei, chamei, chamei, chamei, chamei, chamei, E aí eu falei assim, puta, mano, não vai dar para esperar. Eu vou fazer o seguinte, eu vou liberar, e aí eu vou chamar. Quando ela vir, eu vou lá e me troco, peço outra fralda, tal, toma um banho, beleza, né?
Só que, gente, acontece um negócio com o nosso corpo humano quando você tá tomando antibiótico, né, que é um negócio muito complicado.
Odores, a mesma merda da flora intestinal, a liquefação, a liquefação, a liquidez.
Só que, cara, gente, desculpa falar assim, se você tá comendo nessa hora, foi muita bosta, gente. Desculpa, foi muita, muita, muita refeições você fazia ou você ganhava tudo na vez? Eu comi, não, eu tava comendo tudo, comendo, comendo todas as refeições. E aí, mano, aí eu falei, não, acho que dá, né?
Produzindo a vitamina de chocolate.
Aí eu falei, eu acho que dá. Aí eu chamei, você pode me levar no banheiro, por favor? Só que elas são sacanas, Léo, é lógico, elas são sacanas.
Eu falei assim, eu preciso ser trocado.
Eu falo assim, eu preciso ser trocado. Aí ela olha para você no fundo da bodega do teu olho e fala assim, por quê? Porque eu usei a fralda.
Aí ela: xixi, nenê fez totô.
Ela quer que você pare, você perca mais dignidade ainda.
Me caguei, nenê fez totô, mamãe, me caguei, vem me limpar, sei lá o que que ela quer.
Aí eu falei: moça, ela vira para você e fala assim: se humilha.
Exatamente, eu acho que é isso.
Elas conhecem a sua esposa? São amigos?
Graças a Deus não, cara.
Eu acho que, olha aí, acho que conhece outro hospital.
Mas enfim, daí eu falei assim, eu preciso ir para o banheiro porque o negócio que eu ia fazer eu já fiz. E aí, cara, ela veio. Só que aí, gente, o negócio ficou muito pior. Quando eu levantei, a fralda baixou assim, ó.
Além da gravidade, não era Pampers ajuste perfeito, não era.
Olhava de lado, igual o Ace Ventura, botar a cabeça de fora assim, ó. Tava tudo assim, dava para ver tudo. Gente do céu! A enfermeira veio assim trazendo a cadeira de roda, é aquela cadeira de banho, sabe, que é uma cadeira de roda com assento da privada no meio.
Que isso!
Aí eu falei, enfermeira, você vai precisar colocar alguma coisa aí. Ela: não, não, senta aqui que vai dar. Eu falei: moça, eu vou pingando bosta o corredor inteiro.
Eu só pensei no Netshoes agora.
Não vai dar, não vai dar!
Eu juro por Deus que eu falei isso para ela: moça, eu vou pingando daqui até o banheiro, você não tem noção de como é que tá o negócio aqui. Aí ela colocou o lençol. Cara, que vergonha, cara! E aí eu agachado assim, ó, eu com a cara na maca assim falando assim, porra, 34 anos, as coisas que a gente tem que passar, né, moça? Ela, não, fica tranquilo, fica tranquilo. Aí beleza, eu fui para o banheiro, pedi uma mangueira para tomar banho de vape, né, porque pelo amor de Deus.
Nossa, aí, cara, foi isso assim, uma das coisas mais fodidas que eu já vivi, mas que eu por dentro eu tava rindo muito, que eu pensei assim, quando eu contar para turma vai ser engraçado para cacete.
Você tá brincando?
Nossa Senhora, tirando isso, a parte do rosto, quando que vai melhorar?
Aí já, já prescreveu, já não tem como mais melhorar não, pô.
Caralho, eu vou dizer que eu achei que a paternidade tá fazendo bem para o Jeferson, achei o Jeferson mais bonito, tá?
Imagina, tá maduro, né? E inclusive o sofrimento endurece o homem, né?
Não, cara, mas olha, Esse aí foi uma situação complicadíssima. Teve outras coisinhas depois, mas a gente vai trocando ideia durante o programa, que eu não quero monopolizar aqui, cara.
Mas, ó, primeiro parabéns pela sobrevivência.
Fala, você tem que aproveitar o caso do Jeff para o dia que vier aqui Ana e Laura. Nunca vi um cientista assim, porque a gente tem que retomar o assunto limão alcalino Alcalino. Exato, é uma lenda, uma lenda aí. É, tu não sabe disso, Thaís? Porra, quando a Laura vier aqui, negócio de tomar limão, água com limão, porque o limão é alcalino e deixa o sangue— é, a loucura começa assim, né? Deixa o sangue menos ácido. A galera não entende, tipo assim, quando a galera— é, limão alcalino, é isso. Guarda bem isso, é uma história muito antiga.
Hitler de esquerda.
É mais ou menos, é tipo reggae nazista, não existe.
Olha aí, reggae, entendeu?
E aí, porque quando acontece do sangue ficar ácido, acontece essa merda aí que aconteceu com o Jeff, entendeu?
Mas isso aí é falta de disciplina, bicho.
Ô gente, mas sangue ficar ácido tem que, porra, que tem que se regular muito assim.
Dessa vez eu ainda dei sorte, porque da última vez que eu tive isso em 2015, além da cetoacidose, eu tive a sepse, que é infecção no sangue, né, generalizada no bagulho. O negócio evoluiu de um jeito que aí eu faço morrer.
Você usa insulina regularmente? Sim. Como é que chega nesse ponto assim?
É porque, tipo assim, ela desregulou num tanto que eu não conseguia controlar. Tipo assim, eu tomava remédio e ela subia mais. E aí eu fiquei meio com medo, eu falei assim, bom, eu vou hospital, que foi por isso que eu me recuperei rápido, né? Em 2 dias eu tava melhor porque eu senti os sintomas, eu falei, mano, eu tenho que ir para o hospital para melhorar.
Que sintomas eram esses, Jeff?
Muita fraqueza, tipo assim, eu ia falar, a minha respiração, o meu coração batia muito forte, eu fazia um pequeno movimento assim, parecia que eu tinha corrido uma maratona, porque é o corpo tentando compensar, né, a acidez, a parada. E vomitando muito, muito, muito, não conseguia parar nada no estômago. Uma sensação horrível assim, cara, de morte.
Você não teve nada antes de sentir os sintomas?
Tive, eu tive essa infecção respiratória aí que foi tipo uma gripe, né? Eu tive uma febrezinha, umas dor no corpo.
Mas tomou o quê com essa infecção? O que que você tomou?
Ah lá, bom, aqui quando eu me automediquei Eu tomei dipirona só para ir tirando a paradinha, né, só para ir tirando. Mas é que aí o que complicou mesmo foi a questão da diabetes mesmo, que desregulou. Mas aí depois foi tudo, foi tudo certo, graças a Deus.
Não, eu perguntei porque a minha mãe é diabética também, e vira e mexe quando eu tenho que levar ela no médico, alguma coisa que ela tá com infecção, os filha da puta dos médicos dão corticoide. E corticoide não pode, ele aumenta mais a glicemia, ele aumenta a glicemia num nível. E assim, você fala para o médico, você fala assim, mas ela é diabética. Não, não, essa dose não vai dar nada.
Puta merda, cara, é corticoide, eu não posso nem passar perto, porque é a mesma coisa. É tipo tomar caldo de cana.
Ainda tem certos programas que chamam médico para dar palpite em política, e às vezes o médico não palpita nem no serviço dele.
Exatamente, pois é. Caraca, menino Jeff, que aventura, hein? Que aventura no melhor dos, dos sentidos.
Com uma GoPro, hein, Jeff?
Nossa, agora eu entendo porque que é. Agora eu entendo quando a Andresa me tinha me dito que não podia ter câmera lá no tempo, porque se tivesse ia estar uma festa no Instagram de lives ali, de memes.
Eu ia fazer o cacete, que depois que eu melhorei, aí eu fiquei olhando para parede, né? Tava vendo sei lá o quê, levaram até um livro do Cortella para eu ler lá. Na verdade, eu saí falando de lá.
Olha aí, olha aí, saí cagando e filosofando, foi cagando e filosofando com o Jeff Barbosa, cagando e andando, literalmente.
É isso aí, velho, tá vazando óleo, né?
Exatamente. Olha, gente, é por isso que a gente fala, né? Às vezes a gente passa por umas situações dessas. Quero pesar o clima aqui não, viu? Mas valorize a possibilidade que você tem de ir no banheiro a hora que você quiser, de você conseguir se movimentar.
Isso, olha, isso eu sou muito agradecido. Valorizando também 9 horas da manhã e 3 horas da tarde todo dia, graças a Deus. Olha aí, minha saladinha toda semana.
A gente passa toda semana, Jeff. Vai falar um dia que a gente fica com o nariz entupido, você fica, ai, como que é respirar, né? É, não dei valor. Outro dia eu fui na praia, entrou água no meu ouvido, eu fiquei com o ouvido entupido acho que 6 horas até eu conseguir no médico. Eu já tava me sentindo inválido, já tava falando em Libras assim. Eu falei, eu não consigo mais.
Não, é louco, cara, porque eu ficava lá comendo as comidinhas e elas não são muito temperadas, né?
E aí, é, não, mas não são muito temperadas, é muito carinho, Zé, pelos caras.
Meu corpo sabe aquele filme do Sem Limites que o cara toma uma pílula e ele sente todas as coisas? Sim, eu comi uma canja de galinha, eu falei assim, cara, eu sinto até a a alma dessa galinha aqui, você viu borboletinhas assim, né?
Eu tô sentindo o gosto do milho que ela comeu.
A gente fica com medo em casa, às vezes nem olha para o prato, né, que come, né? Aí você tem o mais cacete ali que você fica, outro bagulho é louco, mano.
No nosso The Pit foi estreado pelo menino Jefterson Barbosa. Povo, não é exatamente agora Dando continuidade aqui então aos casos, cada um pode trazer aqui o que queira. Eu quero saber de Dona Jéssica, que ela estava aqui toda cheia de dedos na inbox aqui querendo saber se estava autorizado falar sobre o quê mesmo, Jéssica?
Não, o que vier depois do JEP é leve.
Exames invasivos, exame de colo derretal, é isso? Pode falar também.
Eu faço periodicamente a tal da colonoscopia, né?
Certo.
Que é um exame para verificar como é que está a situação interna do intestino.
Perfeito.
Que para quem tem problemas alimentares, a minha mãe teve problemas, é, o câncer dela foi no intestino. Então a gente tem que fazer de tempos em tempos. Minha irmã também E o que que acontece? A gente toma anestesia, né, para ficar ali dormidinho de ladinho enquanto o exame acontece. É um exame rápido.
Primeiro tempo é pior do que orto.
É, preparo, preparo, é tipo a situação que o Jeff tava. Mas daí a gente pelo menos tá em casa e pode, né, ir no banheiro a hora que pode dormir na privada, na sua própria privada, né? Exatamente. Só que o que que aconteceu no último exame que que eu fiz? Eu acordei antes do exame acabar. Meu Deus, eu tava deitada, que a gente faz exame de lado, elefante ao contrário, tromba tava do outro lado. É que a gente, eu acho que anestesiado lá embaixo também, sabe?
Porque lá não foi o problema, certo?
O problema foi que eu tava olhando uma televisão, tem uma TV grande, tem uma equipe médica atrás de você TV, né, conversando sobre o exame. E eles falam, estamos aqui hoje, eu olho na TV aquele túnel, entendeu?
Perfeito, perfeito.
Deitadinha, deitadinha, pensando assim, olha lá que bonito, que será que é?
Duna tá passando, Duna, o verme gigante fez o túnel ali.
Aí a câmera que tá passando lá dentro, daqui a pouco ela vê a luz, né?
Aí veio o barulhinho, né? Cadê? Eu olhei, era o exame.
Eu tô acordada. O que que eu fiz? Eu fingi demência, eu fingi que tava dormindo ainda. Lógico, pessoas atrás de mim conversando.
Melhor coisa, eu, se fosse você, tinha virado para lá assim: aí, tá tudo certo?
Certo, ainda deve ter sido a mesma sensação de olhar aquela tela do OBS, né, quando tu espelha a própria tela do OBS, que vai se olhar.
Cara, eu soltaria a unha e achar o petróleo, qualquer coisa assim, sabe?
Caraca, eu fui utilizar uma coisa, uma presença de espírito, com medo de acordar no meio, porque eles botam um negócio assim na tua cara, né, para você não fechar a boca, né? Eu falei, meu Deus, imagina, eu acordo no meio desse bagulho.
Eu já fiz o exame duplo, eu fiz os dois ao mesmo tempo.
Eu fiz, então, a mangueira se encontraram lá no meio.
Deve ter sido sem topéia.
Exato. Eu cheguei lá para fazer endoscopia e colo.
Você pediu primeiro para fazer a endoscopia?
Eu, se fosse possível, né?
Eu sei que quando eu saí dali Tipo tomar banho e lavar, enxugar a bunda e depois passar na cara.
É, exato.
No governo liberaram uma mangueirinha só para os dois exames, né?
É por isso que tem que pedir para fazer a endoscopia primeiro.
Exato. Fazendo aquele bate e sobe assim, ó, fazendo aquele barulho de cano, né?
Posso contar uma micro história relacionado com isso que não é de hospital, mas é relacionada à mangueirinha. E a gente tinha 20 e poucos anos, a gente foi para uma casa, eu e meus amigos da faculdade. Aí a gente bebia cerveja daquele tipo que você pega uma chave, quebra a latinha embaixo, sabe? A gente fazia isso.
E aí achei uma mangueira.
É claro, você vai perceber o nível Todos biólogos, tá? Todos biólogos acharam uma mangueira dentro da casa e um funil. Aí fizeram o que a gente falava da jatobreja. A gente falava jatobreja e a gente ficava bebendo, bebendo, bebendo. Aí alguém falou, perguntou: onde é que acharam essa mangueira? E aí, no banheiro. Era uma mangueira de se entupir.
Mangueira de chuca?
Não, é, pode ser. Aí automaticamente virou já tô merda.
Mas era, pera aí, pera aí, era uma mangueira de uso humano ou de uso higiênico, limpeza?
Eu acho que era de desentupir o vaso.
Qual que é a menos pior?
Ah, tá, entendi. Era mesmo, né?
Entendi. Depois que passou álcool, tá limpo, né?
A gente ficou prestando atenção para ver quem ia passar mal primeiro. Primeiro. Ninguém pegou mais, quem pegou mais teoricamente são os primeiros. E eu tava lá por último.
Ninguém vai passar mal do jeito que tá com cachaça na cabeça.
Daí a pessoa toma e taipava e vai achar que é culpa do cano, né?
Não temos como afirmar se foi ser diarreia que veio em seguida, foi da quantidade de cerveja da comida ou já tô merda.
O psicossomático, né?
O cara, mas já tô merda. Se você, tipo, se tem uma palavra que eu consigo falar para todos, se eu tivesse naquela situação assim, você precisa falar com todos os seus amigos, você precisa falar uma palavra só para eles entenderem, é essa: já tô merda.
É o código, já tô merda, é o código com eles.
É já tô merda, todos eles vão lembrar.
Inclusive você nunca mais vai esquecer porque o Rôdio vai lembrar na carta, na arte do episódio também.
Exatamente, vai me colocar tomando uma negócio no funil, uma cerveja no funil.
Fala, tio.
Mas quando falam essa palavra, eles lembram com carinho?
Claro, óbvio. E com um pouquinho de nojo, pouquinho de nojo, um nojo carinhoso.
A primeira palavra já tô merda, a segunda golden shower, mas Mas aí, que é aquele negócio do pôr do sol, né?
Golden shower.
Exato, exatamente.
O ano passado eu também fiz, eu a mesma coisa, porque o meu vô ele teve câncer de cólon, né? E o meu médico ele falou, Thiago, japonês tem uma probabilidade maior de ter isso daí do que outras pessoas.
Xenofóbico?
Pera aí, nada a ver, né?
Porra, cara, eu não peguei nada de bom da raça japonesa. Japonês é magro, eu sou gordo. Japonês inteligente, eu sou burro. Tudo, tudo.
Você tem barba?
Mas que merda! Olha aqui, o pacote meu veio barba. Eu queria ter dinheiro.
Deus dá e Deus tira.
Deus dá e Deus tira, cara.
Ainda bem que ele não um tiro aqui em cima, cara. Graças a Deus, fora ainda.
Ainda?
Que isso? Que, que, que comentário é esse?
Pelo amor de Deus, Galvão, tira ele, tira ele, tira ele!
Ó o Neymar aí, meu, a única coisa que eu tenho.
Mas o ponto é que aí eu faço também os exames, né, cada 3 anos. E quando o médico que fez a colonoscopia, ele tava explicando que Meu, você imagina que para entrar ali dentro do intestino é tudo apertado. Então o que que eles fazem antes deles colocarem a câmera? Como numa festa de criança, eles colocam uma mangueirinha que joga um pouco de gás para expandir o negócio.
Sim, aumentar o volume do túnel.
Ninguém chega assim, é só Não dá certo.
O Tiago soltando os peidinhos, os peidinhos de gazelho.
Não, não, mas esse é o ponto. Quando eu terminei o exame, eu tava com muita, muita dor no estômago, né? Então acordei, levantei E aí o médico, exato, ele falou assim, ó, seguinte, eu vou te dar um Lufthal e você só vai ter alta a hora que você eliminar os gases.
Calibrando.
E aí eu peguei, eu falei, tá bom, né? Eu tomei esse Lufthal e eu fui para o banheirinho que tinha no negócio, só que esse banheirinho Você imagina que por motivos médicos a porta dele acho que fica uns 2 dedos acima do nível do chão, do nível do mar, uma fresta, claro. E eu tava ali peidando como se não houvesse amanhã, mas não era aqueles peidos convencionais, era alto, alto e forte, pequenos furacões anais. Você tem que esvaziar o estômago, claro.
Como eu contei na história do Professor Manga, crepitantes lufadas de vento mal cheiroso.
Não tem nem cheiro porque você só tá tirando ar. Só que na hora que eu saí para procurar o médico para ele me dar alta, ele de longe falou: e aí, conseguiu? E tinha uma enfermeira que toda hora falou: conseguiu sim, dava para ouvir daqui. Eu fico vermelho só de contar isso aí, porque assim, todo mundo que tava ali tava ouvindo a minha sinfonia, cara, tá, meu? Eu nunca mais volto naquele lugar.
Mas também você tem que levar em consideração o seguinte: Você tem que levar em consideração o seguinte: você imagina essa enfermeira enfiando o cano na boca, enfiando o cano no rabo do nego o dia inteiro, para cima e para baixo. Alguma diversão ela tem que ter com isso, cara.
Algumas caras não dão calibrador de pneu para ela, não dão, não tem como.
Imagina o cara, ó, 35 PSI, não tem como, cara.
Que da maquininha que tu chega lá no posto, lá no posto, 34.
Eu vou contar rapidinho uma que é da Andresa, só que agora da visão de enfermeira, porque ela fazia, ela trabalhou no hospital uma época que ela fazia um exame do coração, era na hemodinâmica, que era a parte, você coloca um negócio que entra pela virilha e vai parar dentro do coração assim com uma câmera. Isso, cateterismo, exatamente. E aí você precisa preparar a pessoa, né? Com, tipo, tem que depilar a pessoa, né? Tem que fazer.
E às vezes a pessoa tem um pouco de vergonha, né? Aí, tipo, ela foi lá, fez a preparação de uma mulher que ia fazer o cateterismo e tal. E aí eu não sei o que que acontece, que eu acho que tem um bagulho desse de dar uma pressãozinha também. E aí a senhora moça, não sei que idade que ela tinha, ela soltou a famosa prunseta, né? Sim, tipo assim, do lado, padrão, não falou nada. E ela, ai, que vergonha, não sei o quê. Daí, não, imagina, isso é normal, acontece e tal.
É aquilo, né, que para a gente, a gente fica com, nossa, meu Deus, morre de vergonha. Mas É mais um dia, entendeu? Normal, super normal.
Porque se não for, imagina a quantidade de coisa que eles veem, cara. Não, cara, tudo fosse quinta série, entendeu? Você não vive.
Inclusive, fazer aqui um disclaimer: façam os exames, apesar de tudo que a gente tá contando. Eu acho que se a minha mãe tivesse feito, ela não fez, nunca fez uma colonoscopia porque ela tinha vergonha Talvez se ela tivesse feito, ela não tivesse ficado doente, né?
Olha só, meu pai, meu pai, meu pai.
Só um detalhe, que a gente fica, a gente que é homem fica muito mais, ai meu Deus, não sei o quê. Por quê? Porque a gente vai muito menos no médico fazer exames preventivos. Mulher faz exame desde que, sei lá, começa a menstruar, já vai no médico para fazer exame, tudo mais. Então a gente tem uma dificuldade absurda. Vi daquele meme do cara que ele fala assim, ó, é comigo é 3 coisas para não ficar doente, é 3 coisas: é fé, caldo de cana e não ir fazer consulta, que daí eu não fico doente.
Diabetes estourando.
Não, mas não é meu meme, pelo amor de Deus.
Quando meu pai, quando meu pai foi fazer, ele teve Como chama, como chama o órgão vestigial da gente aí que não serve para porra nenhuma?
O quê?
Apêndice.
Teve apêndice?
Como diz as pessoas, quando meu pai teve apêndice, quando eu tive tireoide, sim, ele ficou fazendo cirurgia. Inclusive foi dificílimo, né, porque ele achava que ele tava só com gases. O meu pai quase também vai gasta por teimosia. Nossa, ele teve que fazer o procedimento de depilação, né? E aí, por coincidências da vida, a enfermeira que tava fazendo depilação dele foi a mesma que quando ele foi fazer, quando ele foi, ele foi se operar para não ter mais filho, né?
Foi a mesma. Só que ela, ela resolveu dizer que ela tinha reconhecido meu pai na hora que ela tava fazendo depilação dele. E até essa hora ela disse, eu lembro do senhor.
Eu, porra, essa pintinha do lado direito, muito característica.
Ela lembrou na hora, inclusive reconheceu pelo peru.
Pô, rapaz, pelo amor de Deus, ela veio para lembrar de mim nessa hora?
Só que lembra do rosto, que é memória fotogênica. Quem lembra do pinto é o quê?
Pintogênica.
É, gente, olha aí, tá vendo? Ó, participação dos ouvintes aqui. A gente tem aqui, enquanto vocês levantam aí outras histórias para a gente contar, o Phil também tá aqui. Obrigado, Phil, pela participação. Primeira vez que peguei carona no SAMU foi em 2012, mandei um partoba tentando subir no pneu de trator. Tornozelo virou 90 graus para o lado que não devia virar. Resultado: fratura com luxação. Rompi todos os ligamentos do tornozelo.
Cirurgia, placa de platina, altos parafusos. Sempre perguntavam se foi moto ou futebol o machucado. Olha aí, fio, fácil não, hein? Não é fácil não. A Lídia Júnior também aqui. Lídia, aproveitando aí, o Lídia Júnior só aqui. Meu último translado de SAMU foi quando atropelei um tamanduá de moto. Elidio Júnior, né? Quando atropelei um tamanduá de moto, fodi meu ombro. Deslocamento, amassamento na ponta do úmero, fratura na glenoide, rompimento total de músculo.
Eita, que ferro, hein? Não é fácil não. E a galera tava mais preocupada, e a galera tava mais preocupada com tamanduá. Agora merece a palminha.
Aproveitando aí, aproveitando o fio aí, gente, eu quero perguntar para vocês: até onde vale a pena determinadas atividades? Atividades em determinadas idades, né? Porque é meu amigo Youssef agora, em que inclusive vai ser pai aí, está grávido, né?
Olha aí, parabéns!
Já é, mas vai nascer no final do ano. Aí Aí ele tem o péssimo hábito de jogar uma bola dia de quinta-feira, né? E aí ele sozinho nesse tipo de gramado aqui— eu não sou do futebol, mas eu sei que tem uma grande reclamação com gramado sintético, que lesiona o pessoal que domina. Pessoal que é do futebol aí, a Thaís e o Júlio, o pessoal reclama muito aí do tapetinho. Foi fazer um giro sozinho, ele não tava nem no lance, e o joelho dele se estatelou todo, vai ter que operar.
Ele ficou, é.
Aí a minha pergunta, gente, até onde vale a pena? Até onde vale a pena esse risco aí?
Como é que a Camilinha fala?
Que a Camilinha fala assim, gente, vamos parar de fazer coisa que morre.
Assim, vamos, vamos.
Eu quase fui de arrasto uma vez também, quase fui de Basta. Eu tinha perto da idade do Jato Merda também, que a idade do Jato Merda foi a idade da imaturidade, provavelmente.
Aí eu fui para Florianópolis, adolescentes no carro de, de como é que chama, esqueci o nome lá do adolescente, não, 20+.
Ah tá, mas no carro de como é que chama lá, 20+ não era adolescente ainda.
É, não é adolescente, é 30+.
E aí, Tata, era 20 ou 25? Acho que eu tinha 25, alguma coisa assim. A gente vai passar o Ano Novo em Florianópolis. E aí meus dois amigos falaram, puta, mano, eu não conheço Florianópolis. Eu tinha ido fazia muito pouco tempo, então eu falei assim, beleza. Eu dirigi da primeira vez que eu fui, falei, tô de boa em dirigir, não tô a fim de beber muito, então tipo, tô aqui motorista da rodada, Thaís Bosta.
Vocês beberem, eu dirijo pelas Não tô a fim de beber muito.
Não, mas a gente combinou no jogo do Brasil quando ele perdeu, tá vendo?
No final da noite, Deus.
Então, mas aí a gente combinou essa, tipo, cada um não ia beber numa noite. Eu falei assim, eu posso ficar com mais noites porque eu tô de boa, tô mais sossegado. Aí a gente foi, o carro do meu amigo, eu adorava dirigir o carro dele. Então eu falei assim, meu, é ótimo, adoro dirigir o carro dele aqui, a estrada Nada, gostoso, tal, não sei o quê.
Beleza, bom para dormir, que é uma delícia.
Primeiro dia, numa reta, primeiro dia, uma reta à noite para dormir dirigindo, o vento batendo.
Primeiro dia, a gente, eles fazendo caipirinha dentro de casa, da casa que a gente alugou, e eu fui dirigindo até uma praia que era a mais longe da gente, que era Jurerê Internacional, Praia dos Play. Praia dos Playba, total, que tem aquele famoso meme do, do DJ.
Sim, que é André Marques, André Marques, Java de Rute ali.
Exato, exato, deixa os garoto brincar. Exatamente, é lá nessa praia. Aí a gente chegou, eles continuaram bebendo, bebendo caipirinha, a gente parou o carro e foi andando pela praia até a gente achar um bar que era tipo metade na praia assim. Aí começou a chover porque tava no fim do ano, começou tipo chover de uma hora para outra. A gente entrou no bar e o bar tava rolando uma festa meio privada assim, mas eles deixaram a gente entrar.
E aí, só que eles deixaram a gente entrar com uma consumação altíssima tal. E meus amigos, eles são meio ricos e eu Não. Então eu também tava nessa de não beber, porque eu falei assim, não vou gastar o meu rico dinheirinho que nem eles, para quê? De uma hora para outra chegou uma champanhe surpresa.
Nossa, com foguinho, com foguinho?
Não, ainda não tinha isso, cara. Foi um ano antes da bebida que pisca.
Traz bebida que pisca! Foi um ano antes do cara Foi o rei do camarote, do banheiro da balada lá.
Exato, já transei no banheiro.
Antes disso não tinha sido inventado o amor nunca, ninguém nunca tinha feito essas coisas. Mas é meio pesado.
Não, vamos beber, vamos beber, Thaís, bebe com a gente. Aí eu falei, não, não vou beber.
Mas aí eles faziam um negócio surpresa, que era trazer uma champanhe de R$500 na mesa, assim, surpresa e tal.
Exato, exato. Trouxeram para vocês e aí você não sabe quem foi. E aí, cara, eu comecei a beber. Mas tava na comanda sua ou tava na comanda de outra pessoa? Não, tava na deles, na deles. E foram 3 garrafas surpresa, uma para cada um.
Mas não tô vendo coisa ruim nessa história até agora, cara.
A gente tinha que pegar um carro de volta.
A gente tinha que pegar um carro de de volta, né? Primeira coisa que aconteceu foi a gente foi embora, só que a gente não sabia ir embora pela rua, a gente só sabia ir embora pela praia, porque a gente foi andando pela praia até chegar lá. Então eu não sabia quanto que a gente tinha andado pela rua, ainda não tinha.
Legal é ela tirando a própria responsabilidade, né? Porque vocês lembram que ela falou que ela queria dirigir porque ela disse que eu vim aqui antes, eu manjo para caralho, eu sou um GPS de Florianópolis. E aí a gente não sabia voltar, porra, Thaís!
Voltando de costas dos lugares que eu vou para levar.
A imaturidade, ela grita na sua cara, né? Ela grita na sua cara quando ela quer, né? Quando ela precisa, ela grita na tua cara. Aí a gente saiu e os meninos falou: ah, pera aí que eu vou fazer xixi. Aí eu falei: tá bom, pera aí que eu também vou fazer xixi. Do nada eles se viram para um matinho e começam a fazer xixi, e eu também abaixei o meu short.
A gente tava na porta da balada e eu não tinha visto. Ai, gente, quem nunca até aí?
Assim, essa foi a primeira falta de dignidade, primeira falta de dignidade.
Essa sua história vai acabar no hospital de algum jeito? Ah, que bom! Então vamos lá, porque a pauta do programa, eu só não quero estragar a pauta.
Que bom, ela vai, mas ela vai.
Graças a Deus que tá parada.
É isso, tarde demais, mas ela vai parar no hospital.
Vai parar com coma alcoólico.
Desse momento do xixi, a gente começou praticamente, a gente começou a andar na praia e tipo Tipo, nós três completamente bêbados. Eu tava com um amigo meu de cada lado, que eu falei assim, eu não consigo andar direito, vamos só dormir no carro. E aí amanhã, a hora que a gente acordar, a gente volta.
Vou lembrar, porque eu não quero dirigir agora.
Exatamente. Aí alguém, um dos três tropeçou, caiu, eu caí e eles caíram em cima de mim. Um deles caiu com a maravilha do cotovelo Na minha costela.
Caiu na maldade, quebrou na maldade, quebrou na maldade.
Pô, foi que telequete, telequete, tal ali, né? Teddy Boy Marino, o PM que tá passando na rua, Teddy Boy Marino caiu com cotovelo na minha costela.
Só que sabe, você sabe se eu senti dor? Não senti dor. Tô simplesmente anestesiada de cachorro. Levantei, auge dos meus 25, 26 anos, imagina.
Ele levantou assim, voltamos, achamos o carro.
E aí eu falando mil vezes, eu falei assim, gente, não vamos dirigir, não vamos dirigir, estamos 3 em situação precária, não vamos dirigir, não vamos dirigir, eu tô aqui, a gente caiu agora. É, daí a gente ficou meia hora no carro. Quando eu acordo no banco de trás, meu amigo tá dirigindo já de volta para casa. E assim, aí eu começo a lembrar flashes, ele dirigindo, né?
Tipo assim, do nada eu acordei, eu tava dirigindo.
Ia ser muito pior. Aí do nada eu vejo meu amigo da frente abrindo a porta e vomitando na estrada, clássico, com a mão no volante. Não, não, o do lado do passageiro, do passageiro, para ser menos perigoso, né? Aí a gente parou, eu falei assim, não, vamos parar, vamos parar, vamos parar. A gente parou na frente de uma farmácia, eu saí, vomitei assim, tipo, eu saí do carro, abaixei no chão e comecei a vomitar. Era a porta de uma farmácia, uma família passando, claro, coisa fina, família, tipo pai, mãe, criança passando, e eu tipo vomitando.
O pai virou para os filhos e falou assim: não sejam.
Exatamente, exatamente. Aí a gente conseguiu voltar, a gente conseguiu chegar. E aí eu fui para o—
você não sentiu dor na hora que você forçou?
Sabe quando que eu—
ela tava anestesiada de cachaça, Jeff.
Cachaça, cachaça cara, que é da pior ainda. Exatamente. Aí eu cheguei, a gente chegou na casa A gente foi dormir. Aí eu acordei no dia seguinte. Eu durmo muito assim, tipo, de lado e com o braço embaixo do travesseiro, assim. Aí comecei a sentir uma dorzinha. Eu falei assim, o que tá acontecendo? O que tá acontecendo?
O que tá acontecendo?
Aí quando eu acordei de verdade, eu vi a quantidade de areia que tinha na minha cama. Aí eu falei, alguma coisa tá errada.
Parecendo um frango à milanesa acordando.
Essa areia tá pinicando demais, essa areia.
Exato, foi a areia que me incomodou. No começo. Aí quando eu fui me mexer, passar o braço assim embaixo do travesseiro, eu falei, nossa, que dor, preciso me alongar. Aí eu passei a mão aqui assim na costela.
Gente, que perigo!
E senti um, correndo risco de uma lombada.
Exatamente.
Aí eu senti uma lombada. Aí eu falei, meu Deus, fodeu, algo de errado não está certo. Pois é, porque aqui dói, aonde eu passo a mão dói. Cai, tá quebrado. Aí eu comecei a fazer diversos testes. Eu falei assim, eu consigo respirar, eu consigo respirar deitado.
Você tomou ou você teve que fazer meio Rambo igual o filme? Não lembrava do tombo, não lembrava dos passos, né?
Ela ficou sabendo na coluna policial do dia seguinte, no jornal.
Menina passa paulistana, passa vergonha, faz xixi na frente da balada e quebra a costela.
Meio, mas era final do ano, era todo mundo tava quebrando costela em Jurerê nessa época aí.
Pois é.
Aí, só que era, isso era a primeira noite da, era a primeira noite da viagem, tinha tipo mais 5.
Ah, tinha muita costela para quebrar ainda. Quantas a gente tem geralmente?
Não sei.
Aconteceu muitas noites ainda e eu virei realmente a motorista da rodada. Mas eu não sabia muito o que fazer. Eu fiquei um dia na dor assim falando o que que eu faço, o que que eu não faço, porque eu conseguia respirar.
Não sei como foi imediatamente.
Não, eu liguei para minha mãe para perguntar se o meu, se o meu plano de saúde, que é bom para costela, não, se o meu plano, aliás, falou molho barbecue, cerveja e limão. Aí ela falou, não, que que aconteceu? Vai para o hospital agora. Aí eu falei assim, não, mãe, tá tudo bem, relaxa. Só perguntei só para saber se cobria, se acontecia alguma coisa. O que aconteceu?
O que aconteceu?
Eu falei assim, é que eu caí na praia, tô com um bicho aqui no lado. Pois é, me mijei. Exato, só mijei na frente de geral. Imagina. Tudo bem. Eu consegui segurar até o fim da viagem, tal, foi tudo bem. Mas os meninos ficavam assim toda hora, tipo, a gente precisa ir para o hospital agora. A gente já sabia onde é que era o hospital, então qualquer coisa a gente ia no meio do dia, não tinha problema. Mas eu consegui segurar. A primeira coisa, quando chegou em São Paulo, após 14 horas de viagem, meu Deus, de Florianópolis até São Paulo, que eu tive que ir aí revisar com eles porque eu não conseguia ficar dirigindo, eu não conseguia ficar porque era na minha mão direita, lado direito. Eu não conseguia passar a marcha.
Caraca, eu não conseguia passar a marcha.
E aí fui fazer um raio-X e ganhei uma risada do radiologista. Ele: como você fez isso, cara? Porque não foi ontem isso aqui, né?
Eu espero que a risada tenha sido daquela que olhou assim, fiz assim.
Não, cara, foi uma daquelas de tentar segurar, sabe?
O cara olha assim, sabe?
Assim.
Ironia assim, né?
Ela perguntou para o médico, como é, o médico pergunta para mim, como foi que você conseguiu isso? Eu vim aqui justamente para saber se tu me contava.
O que é isso, né?
Não, terminou no hospital, mas foi, foi tudo bem. Agora, o pior foi contar para minha chefe que eu não podia trabalhar. Aí ela, como você fez isso? Eu falei assim, então eu caí na praia no Ano Novo e tal, Ela, quanto você bebeu?
Olha aí, te conhece, fiscal de dia.
É porque ela me conheceu, ela bebia junto comigo nessas festas.
Essas festas de fim de ano deve ter história também, eu te falar um negócio.
Mas sabe que eu vi uma cena que me lembrou? Uma vez eu fui levar um amigo meu no hospital que ele tava com pedra nos rins, e ele ficou naquele quarto coletivo, e tinha um cara que tava todo enfaixado.
Enfermaria que chama, Thiago.
Sim, sim, mas com coletivo, né? Porque do particular você pode ficar sozinho também.
Enfermaria tem particular? Não sei, tem.
E você pode pegar quarto privativo, é o quarto da internação mesmo.
Mas enfermaria tá todo mundo ali, né?
A gente chegou lá, tinha uma, mas tinha um cara lá que ele tava apagado e ele tava assim, perna engessada, braço engessado. Parecia coisa de filme. Exatamente, Seu Madruga quando volta para vila. E do nada esse cara despertou, e ele despertou, ele levantou assim, ele levanta a cabeça e ele começou a falar: onde é que eu tô? Onde é que eu tô? E começou a falar alto. E aí veio uma enfermeira, falou: pois não. Ele falou: onde que eu tô?
Ela falou: no hospital. Ele: por quê? Aí ela falou, olha, seus amigos te trouxeram, que eles estavam fazendo churrasco no alto de uma laje, falou que você bebeu e caiu de cima da laje. E aí o senhor quebrou uma perna, quebrou um braço, quebrou não sei o quê lá, e tá no hospital. E esse cara aí tava tão louco ainda que ele falou, eu não autorizei, pode tirar, pode tirar.
E aí ele ficou brigando com os médicos para tirar a bandagem dele.
Os cara tão comendo carne, tomando cerveja sem mim. Tira tudo isso aqui que eu vou voltar.
Minhas Heineken, minhas Heineken, minhas Heineken na geladeira.
O Luizinho, filha da puta, levaram e tá em Pava e tá tomando minha Heineken.
O mais engraçado que o Luizinho, meu amigo, ele tava gemendo de dor, gemendo de dor na pedra. Quando começou assim, daí ele parou, só parou para ficar olhando o que tava acontecendo.
Para para dar risada.
Tem gente que não tá muito legal assim das ideias, né? Quando eu tava lá internado, tinha um mano lá também, mas eu acho que ele tinha um pouco de problema e tiveram que amarrar.
Todo mundo que tava lá foi com problema, Jeff.
Não tava na UTI ainda não, foi na emergência.
E aí o cara ficava: eu não quero, me larga!
Aí ele falou: bem, não deixa, bem, olha o que que eles estão fazendo!
Mas o menino, o menino Thiago Fujiwara, não lembro se contou aqui já no Radiofobia ou não, uma vez que a gente falou sobre negócio de hérnia de disco, compartilhou que já teve também, que nem eu tive que ser internado. Na verdade, eu fui sem saber o que tava acontecendo, tava sentado com a Nath, com Lô, 2022, acho que foi isso, aqui em Serra Negra, no café boteco aqui na praça. Praça e de repente eu senti uma porrada no meio das costas, sentado, como se fosse um, sabe, um soco assim, um pouquinho acima da linha.
O Léo já tava que nem aquele podcast, tenho mais disco que amigos. Eu disse, o Ayrton é de disco, mas eu não sabia.
Depois eu acabei descobrindo, 2023, é. Depois eu acabei descobrindo porque eu tava sentado de nada comendo uma feijoadinha aqui embaixo na praça, sábado à tarde, Ia ter o aniversário da filha do meu primo na sequência, e de repente eu tava assim, ai, que que aconteceu, sabe? No meio das costas, assim, um pouquinho abaixo, um pouquinho acima da lombar, assim, né? E aí comecei a suar frio, cara. Dor que aumentou, aumentou, aumentou, aumentou, aumentou, aumentou, aumentou.
Falei, não tô passando bem, vamos pegar o carro para o hospital. A hora que chegou lá, o meu carro não pegou.
Morreu.
Tava parado numa ali perto da onde a Jéssica, quando você ficou hospedada ali em cima na frente do Correio, tava parado ali o hospital em cima do morro. Aqui em Cearenha que tem muito morro, a gente subiu a pé, eu fui a pé, chegou lá, o meu carro não pegou. Aí tive que ligar para o meu cunhado para me levar para o hospital. E aí chegou lá no hospital, não sabia o que tinha. E aí foi para emergência ali. O que você tem? Uma dor aqui insuportável, achava que eu ia desmaiar, né?
Né?
Eu tava tentando vomitar de dor assim, não sabia o que que era. Então aí tomei Tramalplasil na veia, não resolveu. Aí chamaram o meu médico aqui da cidade, ele tava aqui na cidade por sorte, foi lá, atendeu e foi diagnosticado como pedra no rim. Mas a gente acha que talvez hoje talvez não tenha sido, porque eu não espelhei nada e ele me deu aquelas injeção que fica mija vermelho, que é o betacitoneurina, né, dexa, dexacitoneurina, né, o negócio desse.
Que eu fico preocupado quando eu como muita beterraba e esqueço, né?
Eu também, eu louco.
Aí eu sinto cada susto com beterraba, eu esqueço que eu tomei beterraba. Quando eu vejo, tô mijando sangue, caralho, perdi meu rim agora.
Mas você sabe, Estácio, que essa doença, essa doença, essa citoneurina que eles dão, ele fala que vai fazer xixi vermelho é por causa do elemento lá, vitamina vitamina B2, B12, sei lá, alguma vitamina que tem lá que deixa o negócio vermelho.
E aí, é um dos banana de pijama lá.
Oi, um dos bananão.
Vai, segue, segue.
Tá com delay essa merda de novo, não dá para entender o que a gente fala.
Eu acho que o Léo tá com delay.
Não, não sou eu, é tudo a internet que tá uma bosta de novo aqui, para variar. A gente não pode querer gravar em paz que a internet fica assim.
Já estão jogando videogame de De novo.
Não, eu puxei o fio aqui, vocês não viram que eu levantei aqui, puxei o fio?
Então não adiantou nada.
Foi isso.
Agora, agora que eu me toquei, que quando ela levanta agora é para cortar, é para puxar o fio da casa.
É, mas não é. Tirei a internet da casa, ficou só aqui no estúdio.
Acabou o Fortnite.
Não, essa hora já tá dormindo. Tá ouvindo. E o Leone deve estar agora puto que tá sem internet lá, mas foda-se. Mas não é não, é claro que tá uma bosta essa internet da Claro, essa merda, esta merda de fibra da Claro que é uma bosta, tá? Que pariu! Então é, mas aí eu prefiro fazer uma colonoscopia com a fibra da Vivo do que com a da Claro. Exatamente.
Exatamente, vai travar lá dentro.
Exatamente. Caraca, nem, nem me fale. Mas aí eu acabei sendo internado por conta disso, desconfiando que era pedra no rim. Mas a gente acha que, como descobri depois que ia ter as hérnias de disco, né, que talvez já tivesse sido esse problema aí, não foi diagnosticado. Porque eu fiz xixi vermelho por conta da dexa lá, citroneurina Mas eu não espelhei, não senti ardor, não saiu pedrinha, não saiu nada, entendeu? E eu fiquei internado uma noite, a Nath ficou comigo, e aí no dia seguinte eu saí.
Aí, no, no, que quando que teve a Copa atrasada? Foi 2022, né? Então, então foi no começo do ano em 22 que eu tive essa crise. E aí quando foi no final do ano, tava tendo a Copa atrasada, eu tava sozinho com o Lou aqui em casa vendo jogo, aí eu tive outra crise essa. Aí o Marcelo me levou para um outro hospital em Amparo, que aqui em Serra Negra eles não iam atender direito. E aí chegando lá, a gente deu um migué, falou que tava na estrada e teve um problema, e porque senão de outro município eles não atendem lá, né?
Aí é, aí fala, a gente tava vindo de Serra Negra para cá, e aí eu nunca, de Campinas para cá, e no caminho ele passou mal e tal. E aí eu tava com a mesma dor, só que muito mais. Aí Aí lá em Amparo tem recurso, eles me botaram numa ressonância. E aí a ressonância detectou uma pedra que tava na ureter já, do tamanho de um grão de uva, do tamanho de um grão de uva, não, semente, né, sementinha de uva, né, na sementinha. Não, não uma uva, pelo amor de Deus, não, na semente, uma sementinha de uva.
Tá parindo já, né?
É.
Então aí a gente nunca soube. Mas são situações que eu tive que dar entrada no pronto-socorro, mas assim, que eu entrei ajoelhando de dor, cara. É insuportável, insuportável.
E o Thiago conseguiu se encontrar na CCXP, né?
Então não, ele não foi nessa.
Não, nesse ano eu fui. Não, nesse ano eu fui sim, eu me recuperei depois e não deu mais o problema, entendeu? No ano seguinte que eu não fui, em 23, porque aí, né, em 23 aí Aí eu descobri, aí eu tava com a crise da hérnia mesmo de disco, que eu tava com ciático, que eu não conseguia ficar 30 segundos em pé. Eu fiquei um mês com a crise aguda e até descobrir que era hérnia de disco. Aí descobri que tenho 3, né, tenho 3, né, entre L3, L4, L5 e S1, né, no meio dessas 4 vértebras.
No meu controle do PlayStation só tem, querida, É isso aí, L1, R2, L1, R2. É, tem a peça L3.
Mas você faz coisas quando você tem crises assim, né? Você faz coisas que até Deus duvida. Eu, quando tive a minha primeira crise renal, que eu não sabia o que era— não, eu não, Jeff, eu não sabia. Hoje eu sei, mas eu não sabia o que era na época. Eu passei mal, mal. Eu vomitava, eu fazia xixi, fazia o número 2 de dor, né? Passava de algum jeito e não passava nada, tirava aquela dor. Enfim, quando eu tive a minha primeira crise, isso, morava em Itu ainda, né?
Era solteiro. Eu dei o meu carro para minha irmã que tinha acabado de tirar a carta para ela me levar no hospital. Ela devia ter acho que uma semana de carta, ela tinha recebido a carta fazia uma semana. Falei, me leva no hospital. E aí minha irmã me levou no hospital. Puta, é terrível.
E aí assim, quando entra o que é o Plazil, né, é Tramal e Plazil, né, são os dois que eles dão. Tem, tem, mas eles dão os dois porque você tá sentindo tanta dor que você sente enjoo, né, você acha que você vai vomitar, né.
Provoca vômito.
É, aí eles dão um para compensar o outro, né?
Olha, dá um alívio, filha da puta, quando você tá com aquele negócio na veia.
Aí é delícia. Toda sexta-feira, né, o Júlio? Finalzinho de expediente.
Olha, mas eu vou deixar registrado, fala, tio, uma ideia aqui que ninguém nunca me ouviu. As pessoas são, elas perdem milhões aviões, né? Quando você entra no avião, você vai fazer um voo de 12 horas, 14 horas, deveria passar o aeromoça com uma seringa com aquela mesma anestesia que ela dá para você fazer.
Isso, isso morreu.
Isso aí, exatamente.
Por que que ele morreu? Porque é gostoso. É bom, $50. Concordo. O senhor vai acordar só na Austrália, por favor.
Posso contar um negócio?
É, é, é, é, aceita o conforto?
Não.
Então, exatamente, viu?
É a origem, né? A origem, né? Sabe aquele equipamento da Origem? Já tem, né? Você senta, é aquele da Origem, levanta o negocinho, já tem a mangueirinha, o negocinho automático.
Sabia?
Você toma o quê?
Eu morro de medo de voar e para vir para cá, para voltar para o Brasil, tudo eu tomo ansiolítico. Porque eu preciso estar apagada dentro do— eu não posso ter muita memória dentro do avião, que senão eu não pego ele de novo, entendeu? Eu tenho que lembrar pouca coisa dentro dele. E isso é um tratamento de anos, tá? Não é uma coisinha que eu tenho uma caixa de remédio. Nunca fui diagnosticada com isso, mas eu tenho ansiedade generalizada, né?
Você tem pânico? Se é síndrome do pânico ou não, você não sabe, mas que dá Pânico dá.
Exato, exato. É uma crise para mim voar qualquer duração de voo, é uma crise de ansiedade constante. Todo primeiro momento que eu entro no avião, o avião começa a voar, até a hora que desce é uma crise de ansiedade para mim.
Então tem que se planejar muito então para você conseguir.
E assim, eu preciso, tipo, eu tenho, gente ansiosa tem rotina, né? Né? Mas a minha rotina de voo é muito certinha. Eu já, eu já melhorei muito. Antigamente eu tinha que tomar uns 2 dias antes que eu sabia que eu ia voar, eu tinha que tomar o ansiolítico para já dormir bem, para já ir ficando tipo, chegar a começar o dia do voo bem mais calma e tal. E eu comecei a fazer esse treino, esse tratamento, porque eu tive que levar 100 adolescentes para Foz do Nossa!
E foi nessa hora que eu cheguei e falei assim, eu fui chamada pela escola para fazer isso quando eu dava aula.
Da onde? De São Paulo? São Paulo para Foz?
São Paulo para Foz. Então era um voo rápido, era uma hora, uma hora e meia.
Não é tão longo, mas o problema não é a duração, problema é o avião, né?
Para mim, o avião no ar é a minha crise. E aí eu cheguei na psiquiatra, geralmente é no chão.
Então é engraçado que Ele tá no ar que tá bom. Mas engraçado é que o avião no ar, quando estabiliza, é tipo um, sei lá, um ônibus numa estrada boa, né? O problema geralmente é a decolagem e aterrissagem, né?
Nunca tentou carburar uma lagartixa antes?
Como é que é? Ah, tá, ok. Primeira vez que eu entendi. Ai, pela primeira vez eu entendi, Stácio. Entendi.
Eu tô num momento, dedão da bruxa, o dedão da bruxa, fazer ali, eu posso começar a variar esse tratamento.
Brócolis enrolado.
Até hoje eu tava tipo muito regradinha nele, que é eu entro, sento. Agora, agora que eu tô mais, muito mais sossegada com isso, eu só tomo o primeiro comprimido quando eu tô sentada já no avião, porque ele leva tanto para todo mundo entrar, fechar a porta, tal, não sei o quê, que já faz o efeito.
Ali.
Então não preciso tomar um dia antes, não preciso tomar 2 dias antes, nem de manhã preciso tomar. Não preciso tomar só quando eu tô dentro do avião.
Você toma o quê? Rivotril com Black Label? Como é que é?
Isso é coisa de rei, é frontal, é Alprazolam, mas é do mesmo tipo do Rivotril, só que um pouco mais fraco.
Cara, frontal, olha, não me faz nem cócegas.
Com Black Label ou sem? Aí que não entendi direito. Só tomei com Red, não deu muito certo.
Quero fazer uma observação aqui, ó, que o pessoal passou aqui batido, viu? Que o Thiago começou a história dele, você, ah, quando a gente faz viagens de 12 a 14 horas. A Thaís eu até entendo, mas é de jogar esse tapa na cara aí de que faz a viagem dele de milionário Isso aí passou batido, viu?
É, mas a gente tá acostumado já com essa pedância toda.
Mas ó, só para terminar esse pedaço, o frontal ele faz uma coisa tão divertida, ou não, que é ele não deixa fazer memória dentro do avião. Então eu não tenho memória de que se teve turbulência, não teve nada. Eu passo o voo inteiro deitada e tipo de boa assim.
Você adora ir por um voo inteiro assim.
Exatamente, não precisa pagar centro conforto, né?
Viaja igual o Tio Paulo.
Tio Paulo total.
Eu tenho que virar o Tio Paulo, eu tenho que virar o Tio Paulo. Exatamente.
Só que aí, qualquer coisa, Thaís, pede um desconto e pede para te despachar.
É na posição fetal onde fica as malinhas na frente assim, cachorro vai junto com cachorro.
Mas eu acho que o dedão da bruxa pode dar uma ajudada.
Ajuda, pode ajudar também, pode ajudar. Mas o que esse negócio de não formar memória— eu não tenho memória de todos os primeiros dias que eu chego em algum lugar. Não tem memória, não tem memória.
Assim, vamos receber ela. Não, gente, deixa para amanhã.
É porque a primeira vez que eu vim, que eu vim para cá, para o terminal lá, né, tipo Ele me levou num café e daí, sei lá, uma semana depois ele falou assim, ah, vamos naquele café que eu te levei no primeiro dia. Aí eu falei, que café? Aí ele, não, pera aí, vamos ir.
Tem como se fosse a primeira vez, né, com a Drew Barrymore.
Drew Barrymore e Adam Sandler.
Só que isso, e assim, isso é engraçado, mas eu perdi minha carteira já.
Não, não, desculpa, você sabe que isso aqui é um podcast de entretenimento.
Não sei se vocês estão ligados nisso, né?
Perdão. Aí eu achei que era grupo de algo.
É, não é grupo de autoajuda isso aqui, não.
Meu passaporte tem que ir colado em mim assim, sabe?
Porque a gente virou Alcoólicos Anônimos e Drogadictos Anônimos aqui.
Não, não, não, isso tudo é com recomendação do meu psiquiatra, tá tudo ok.
Mas é claro, né?
Exato.
Psiquiatra.
Não é, não é nada de automedicação, mas não, minha psiquiatra chata de GPT me ajuda muito.
As minhas gotinhas também são autorizadas pela Anvisa, tá tudo certo.
Ah, eu queria uma autorização também.
Tudo certo.
A gente vive, vive e não sabe tudo sobre as pessoas, né?
Quero uma autorização. Só não posso confundir o frasquinho da gotinha na boca com a da skincare, Passando um olhozinho assim enquanto você vai ver.
Daqui a pouco tá lá o Estácio fazendo, daqui a pouco tá o Estácio lá em Belém fazendo a folga da Thaís, mijando na frente do tremendão Tupinambá lá no sábado, agachado.
Frequentei muito nave de aparelhagem, várias vezes.
É o som de de aparelhagem.
Eu vou te mandar uma foto, Thaís, para tu descobrir o que que é uma nave de aparelhagem.
Nave de aparelhagem, bom demais. Ó, o Rodolfo Baena chegou aqui, nosso ouvinte cego, e inclusive estou devendo a visita. Ele gosta que fale.
Eu acho sempre muito engraçado que assim, nosso ouvinte cego, cantora que falava Telespectador, né? Telespectador.
O dia que ele virar para mim e falar que não está sendo fácil, eu paro de falar, entendeu? Eu falo assim, Léo, não está sendo fácil viver assim.
Meu Deus, eu paro.
Não estou vendo graça nessa história.
Exatamente, não tô. O dia que ele me— ó, mas agora eu vou te falar um negócio, o Rodolfo vai ser o próximo convidado do Takenobori Podcast.
Olha só!
E nós, ele Ele não sabe disso ainda porque eu não falei para ele que nós não vamos gravar online. Eu vou até Bragança Paulista encontrar com ele e vamos gravar juntos presencialmente. Vou levar o equipamento, microfone, entendeu? E vou falar para ele olhar para câmera quando tiver gravando ali na hora do podcast. Mas ele mandou aqui para Rodolfo, um beijo para você, queridão. Cadê aqui? Ele mandou: uma vez caí, levei um tombo feio, fiquei de gaiola gaiola.
Nossa, gaiola é quando bota aquele negócio para coisar na perna assim, talvez, e tudo mais. Parecia que o Samu quis passar em todos os buracos de propósito quando ele tava assim, passar nos buracos que dói, né, no carro, né.
Muito bem.
Se você aí ouvinte tá aí no chat, tem mais alguma história para contar, manda para nós aqui. Mas, Oti, aquela vez que você falou que teve uma crise que você teve, que como é que é, você foi de, você foi para o hospital no bagageiro do carro, não foi? Negócio desse.
Exatamente, cara, porque foi a mesma coisa, Léo. Eu comecei a sentir umas dores na panturrilha esquerda e eu achava que era alguma coisa, sei lá, porque eu jogava tênis.
Pera aí, tá, estamos com aqui, tá, imagem do Thiago está congelado de novo aqui, né? Deixa eu tentar trazer ele de volta aqui.
Voltou, voltou.
Acho que as meninas estão vendo muita coisa no YouTube aí enquanto você grava, por isso que tá assim.
Elas estão vendo qual é o podcast da concorrência, deve ser. Então lá, eu comecei a ter umas dores na panturrilha e eu achava que era por causa de jogar tênis, de algum movimento brusco, né?
E às vezes eu tava dirigindo, é viagem de 14 horas, eu tava jogando tênis, a tênis que eu tava Tava com o dedo no botão aqui já.
Deve fazer tempo, né? Porque eu acho que hoje em dia é beach tênis que ele joga.
Não, não, nunca. Nem falei que estava jogando golfe, mas tudo bem.
Golfe é um nível acima, nível acima.
Golfe é um nível acima.
Mas eu penso muito em jogar golfe para captar clientes para mim, né?
Para fazer networking, fazer networking.
É porque aqui em São Bernardo não tem muito lugar, mas a gente tem que pensar.
Mas se tu quiser, fiz uma produção aqui, eu tô com 2 metros quadrados de grama aqui, viu, que não tá me servindo. Se quiser, eu mando para ti.
Ó, inclusive, Thiago, eu comprei uma máquina nova de lavar. Se você quiser uma máquina minha aqui, eu também te dou.
Ah, lá vem! Deixa o menino contar a história, Jeff, porra!
É porque a única vez que eu vou poder fazer essa piada, porque eu realmente tô com duas máquinas de lavar aqui em casa.
Então, Léo, eu comecei a sentir, quando eu comecei a dirigir, eu sentia a puxada aqui e eu achava que era alguma machucada normal. Até que um dia, na hora que eu fui levantar da cama, eu senti minha coluna travar e eu falei, meu, eu não consigo me mexer. E aí eu peguei a primeira coisa aqui que a gente faz aqui, é pega, falei, Aline, faz uma bolsinha de água quente que eu vou colocar aqui nas costas. Daqui a pouco libera e vai.
E não ia, não ia. E aí quando eu percebi que tava séria a coisa, falei, Aline, vê se teu pai pode me levar no médico. Só que quando meu sogro ele veio para cá, eu percebi o seguinte: eu não conseguia ficar sentado no banco do passageiro. Nossa! E pelo meu tamanho eu não conseguia deitar no banco de trás. Eu tenho uma EcoSport. O que eu falei para o meu sogro foi o seguinte, falei: Marcelo, deita os bancos da traseira da EcoSport, joga um cobertor ali.
E eu fui que nem um boi indo para bate, eu fui deitado ali na carroceria do meu carro e leva como se fosse uma televisão de 55 polegadas.
É isso mesmo, cara.
E foi horrível assim, porque tanto que quando você tava ruim eu mandei uns áudios para você, porque eu entendo isso, que eu fui 3 vezes para o hospital, eu tomava Tramal, voltava para casa, passava o efeito, acabou, volta tudo. A posição que eu tava, eu parava e eu tinha que fazer um Tetris humano, que era assim, aí a perna precisa ficar a 30 cm de altura, Aí eu colocava dois travesseiros embaixo da perna e eu ficava naquela posição o dia inteiro.
E aí, meu, até eu conseguir a medicação, tomar a citoneurina e outras coisas, cara, foram assim os piores dias da minha vida. É o meu também, porque a dignidade assim não é só dignidade no, que nem do Jeff, que andou cagando pelo hospital, Mas eu não conseguia cagar na minha própria casa. Eu também, porque eu não conseguia sentar na privada. Então, para não cagar, eu não comia. E aí começa a gerar aquele ciclo que ali ele falava, tio, você tem que comer.
Eu falava, eu não vou comer. E eu também não bebia água. O meu banho era assim, eu lavava só até a linha da cintura porque eu não conseguia lavar as pernas. Então, nossa, foi uma semana que eu tava com a dignidade, nossa, lá embaixo. E a gente sabe o que que é, foi tão ruim, tão ruim, foi quase como uma gripe masculina, né?
A minha primeira crise, a Andressa Ela ficou brava comigo porque, tipo assim, no começo ela não tava dando muita bola porque eu sou meio dramático, né? E aí quando eu comecei com aquela, com esse problema aí com a febre, ela achou que eu tava com gripe masculina. Aí, coitada, depois que ela viu que eu tava ruim para caralho, ela pediu desculpa. Exatamente.
Ela viu o Jeff no sofá igual o Kiko.
Ela não achou que tava ruim.
Eu tava igual picado no escorpião, sabe?
Andresa, traz meu caderninho que eu vou fazer aquecimento para o Arthurzinho rapidinho.
Igual o Nhonho.
Ai, Chaves!
Ai, o Vitor, meu marido, teve COVID uma vez. Um dia ele acordou de madrugada, sentou do meu lado, ele deu a volta na cama porque ele foi no banheiro, sentou do meu lado da cama e falou assim: o meu dinheiro vai para minha mãe.
Nossa, porque eu vou morrer. Nossa, sacanagem, ele deixou para você, pô.
Fala, não se eu pegar na tua digital e passar para ti agora.
Bicho, você não vai morrer, sabe?
A gripe masculina, a mãe não vai ficar com teu dinheiro.
Não se o celular abrir com a sua facial, né? Ele não vai ficar.
Inclusive Gente, será que depois, depois que desencarna, a detecção da face funciona?
Acho que não.
Se for ligeiro, sim.
Tio Paulo não funcionou. Olho fechado não vai.
Tio Paulo não vai.
Tio Paulo não funcionou, né?
Por isso que hoje em dia o negócio de banco faz assim, mostra a cabeça para cima e para baixo, para um lado, para o outro. Dentro, você tem que ficar na dignidade assim tentando ser identificado pelo banco ali, né?
Eu tenho vários vídeos do papai fazendo isso, é muito bom.
Ah, sim, você não fez isso, papai, cara.
Esses aplicativos, hein, nível CID.
Esses aplicativos, mas é um entretenimento pessoal, tá?
Que foi, Thiago?
Como é que é, amigo?
Esses aplicativos de banco, eles são racistas. Outra vez que eu preciso fazer uma merda dessa daí. Ele fala: abra o olho. Aí eu tenho que fazer assim, uma nóia de craque absurda.
A gente não tá vendo a sua cara, Thiago, só que fique claro, tá? Você contou toda a história congelado, não consigo mudar.
Então na hora que eu tenho que fazer isso daí, eu tenho que abrir tanto o olho que eu pareço Fernando Caruso, Caruso esbugalhando. Uma pessoa do Nubank, da XP, deve achar que eu sou um cracudo e falar, o cara entrou, deve pegar empréstimo de novo.
Eu acho que essa porra, eu acho que essa porra deve ter a galera do TI lá que fica se divertindo com essas porra.
Com certeza, né?
Falou que você tem um monte de vídeo, você tem um monte, falou que tem um monte de vídeo do seu pai tentando fazer leitura facial, mas pelo que você falou, que a moça lá identificou ele mais pela pélvis do que pela cara, melhor não.
Exatamente.
Aí tu imagina, aproxima, afasta.
Tem que garantir, tem que garantir os nudes aí para poder identificar. Se morrer, exatamente.
Aquele shortão de taquitel com as bolonas para fora, aquele calor de Belém.
Pessoal tá no velório, pessoal olha para o rosto, quem que é esse daí? Alguém vai, puxa o saco, fala, ah, É o pai do espaço.
Muito bem, muito bem. Eu, quando tive a primeira crise, que só tive duas vezes, né, graças a Deus faz aí quase 2 anos que eu já não tenho mais, mas a primeira crise durou quase um mês, primeira crise de ciático, e a segunda foi umas duas, quase 3 semanas, mais ou menos assim. E mais assim, eu tava, foi próximo uma da outra. Começou em dezembro, passei o mês de dezembro todo até o Réveillon aqui. Foi no dia 2 de dezembro que eu tive a fisgada.
No Réveillon até dia 4, 5 de janeiro ainda eu tava ainda muito mal. E aí depois comecei a melhorar da metade de janeiro para frente, fiquei umas 2 semanas mais ou menos sem dor. Quando foi em fevereiro, tive uma fisgada de novo.
De novo.
E aí fevereiro foi até quase final do mês, mas já recuperou um pouco mais rápido. Aí comecei a fazer fisioterapia. Teve um amigo aqui de Serra Negra que é fisioterapeuta, que tem uma clínica que tá especializada agora em hérnia de disco, né? Ele tem aquelas, falei para vocês aquela época, né, aquela mesa que fica mexendo assim. Ele fez acupuntura também também ajudou bastante a acupuntura. Nunca tinha feito, é meio que senti que deu uma melhorada e tal.
E aí eu aprendi na época a posição de experiência, a experiência de ser uma massa de pastel ao vivo, né, Léo?
É, exatamente, exatamente. É porque ela fica, ele ajusta no ângulo ali e ela fica mexendo assim, meio que dobrando, né? Sabe que dobra, dobra, dobra, dobra. Você sabe como é que não quebra, não creque assim? É, exatamente. E achei que legal que ele fez um método lá, esqueci o nome agora desse método aí, do nome de um cara aí. E na época eu sabia, agora esqueci, que ele detecta qual é o seu movimento preferencial para fazer com que a hérnia regrida, né, fazer com que ela que tá extrusa, né, que tá para fora, ela comece a voltar para dentro.
Então tem um movimento que ele vai fazendo para identificar se o seu movimento é um movimento de extensão extensão ou movimento de flexão. E aí você identificou o seu movimento de preferência, você não pode fazer o movimento contrário, que é o movimento contrário piora. E aí o meu é o movimento que a gente viu que era um movimento de semiflexão, assim, eu tinha que ficar de bruço na cama, sabe quando você fica assim apoiado com a cabeça, depois apoia um pouquinho mais com o braço, vai levantando que nem neném quando aprende a levantar a cabecinha na cama assim, começa a ficar durinho assim, mesma coisa, só que com a dor ali e você tentando ficar o máximo possível.
Ficava, cara, tipo, sei lá, a cada 2 horas você tá com o microfone desligado, Jeff, ninguém escuta o que você fala, você tá no mudo. É a cada 2 horas fazendo mais ou menos 15 minutos desse movimento para ir, cara, foi, foi, foi Foi, foi bravo.
Então não sei se regrediu ou não, mas engraçado é que depois que você passa isso, você começa a mudar, você muda o jeito que você vive.
Total, total.
Por exemplo, caiu, derrubou o celular no chão, você não abaixa com tudo pegar o celular, você vai abaixar devagar. Aquele negócio de voltar do mercado com 10 sacolinhas vai ser com 2. Até levantar, antes eu levantava da cama uma numa, num pulo só. Hoje eu levanto, aí jogo as pernas de lado, apoio com o braço. Eu pareço o Seu Frederico sendo uper pela corda.
É bem isso, velho.
Você vai ficando mais velho. Eu tive no dia do aniversário das meninas de 3 anos atrás, eu tive a primeira crise de labirintite. E puta que pariu, hoje em dia tem um monte um monte de coisa que assim eu nem penso em fazer. A gente vai em festa de criança, em buffet, tem aquelas xícara maluca, aqueles brinquedo que gira. Eu falo assim, isso não, não é o que o Stácio falou, né, mano?
Porque tipo assim, até onde que vale a pena você, tipo assim, eu sou maluco, eu tenho 34 anos, vai, sou novo, mas tem muita dor no corpo. Só que eu sou uma pessoa muito desastrada, eu sou muito muito destabanado. Então eu evito fazer coisas que eu me arrisque a me ferrar, entendeu?
Que possa te prejudicar, né?
Te levem à morte, né?
Porque eu sei que o bagulho, entendeu? Eu não sou, não sou a pessoa mais habilidosa do mundo assim. Então aí às vezes eu falo, não, esse aí que dá para, né?
Não, não, tá certo.
Ô, macho, também tem o lance do fato da gente ser sedentário. Tava discutindo com minha mãe, né, que a minha minha mãe começou na academia essa semana, né? Ontem foi o primeiro dia dela por conta do acidente, né? E aí ela tava contando lá para professora da academia, não, eu me movimento muito durante o dia. Eu falei, aí ela fica feia da vida, né, que eu começo a desmentir as coisas que ela conta, né? Minha mãe, a senhora andar para lá e para cá no ambiente de trabalho não é fazer uma atividade física, é só, só tá vivendo. A senhora só tá vivendo, isso não é uma atividade física, você só tá vivendo.
Então tudo bem que a vida é um pouco mais ativa do que ficar sentado, mas não é uma atividade física.
Manda minha mãe para academia, ela fala assim: você não sabe a escola que eu trabalho, eu subo e desço escada o dia inteiro. Mas você sobe e desce escada o dia inteiro trabalhando, você tá com roupa de trabalho, tá carregando peso de trabalho.
Academia é outra parada, é vida, chama isso, né?
Quem trabalha, quem trabalha sentado o dia inteiro é pior ainda, né? É pior ainda. E aí eu tenho que ficar desmentindo ela, tem que ficar desmentindo quando ela tá contando a história. Eu falei, ela não faz atividade física, ela só trabalha. Ela faz muitas coisas, mas ela só trabalha. É, tá acostumada, não tem variação de estímulo. Rapaz, ela subiu na esteira, a esteira, Júlio, estava a 3 km/h, ela ficou tonta, entendeu? Entendeu?
Falei, não, a senhora não tá acostumada. E ela agoniada se segurando na esteira, né, achando que ela ia cair. Ela, a senhora não vai cair, é normal. É quando eu— e aí eu fiz esteira do lado dela, né. Quando ela tava terminando, eu falei, a senhora vai apertar no botão de parar e a senhora vai se segurar. Senhora não vai descer dessa esteira, a senhora vai ficar tonta de novo. Meu irmão, o mundo dela girou assim, total. Parou a esteira, ela sentiu de novo. Falei, é normal, é normal. A senhora vai se acostumar.
Sem contar aquele sentimento de você querer andar depois que você sai da esteira, né?
Você quer se acostumar, né? É, não é fácil não. Bom, estamos aqui indo, vamos indo para os minutos. Ah, do Holter, você quer saber do Holter? Ah, do Holter na verdade foi um exame de rotina, eu tô fazendo o meu check-up anual.
E aí ano passado, como eu tive o problema, é clube de rico, é Podia ser, não é aquela revista concorrente da Playboy?
É a Hostler. Boa. Mas o ano passado, como eu tive a hérnia de disco, no meu check-up de 2025, o meu ex-cardiologista— porque eu mudei de cardiologista esse ano— o meu ex-cardiologista, eu mudei porque ele morreu. Não, não morreu não.
Deixou o Léo com o coração partido.
Deixou. Você sabe o que que aconteceu? Aconteceu, o meu cardiologista, ele chegou naquele nível, vocês vão entender talvez isso, sabe quando o médico acha que já te conhece demais e ele começa a te diagnosticar sem te ver? O cara fala assim, já te conheço, eu sei que você tá assim, cara. Mas não, porra, me examina, pega aí.
É, esfriou a relação, né? Feito, não tinha novidade.
Eu achei que ele tinha virado igual cardiologista, que a Andressa trabalhava junto com ela, que ele fazia os exames e às vezes os pacientes dele morria muito. Aí ela falou que todo mundo chamava ele de 007 porque tinha licença para matar.
É isso aí, boa! Exatamente, exatamente. E aí o doutor chegou, vem do Grey's Anatomy. E você sabe qual que é o pior? Ano passado, quando eu fui fazer fazer o check-up anual, eu não dei o meu máximo na esteira, no exame ergométrico, porque o exame ergométrico, a esteira começa a acelerar. Que que foi?
Lá ele, né?
Não dei o meu máximo, não dei o meu máximo. Eu vou explicar por quê. Porque a esteira começa a acelerar muito e começa a inclinar para cima, ela começa a simular uma subida e acelera. E você tem que chegar naquele seu nível sub, sei lá, o máximo de aceleração cardíaca, que no meu caso acho que é, sei lá, 180 batimentos, alguma coisa assim. É ali. Só que eu não podia, eu não quis correr isso porque eu não queria ter uma fisgada na lombar.
Então chegou um ponto que eu falei, doutora, não vou correr mais do que isso. Se fisgar a lombar, eu tô fodido. Não dá. Aí ele falou assim, então, ó, a gente não conseguiu ter um exame conclusivo no seu exame ergométrico. Você já fez alguma angiotomografia da coronária na vida alguma vez? Eu falei, não, nunca fiz. Vamos fazer uma vez então. É um exame que você entra no tomógrafo e ele vai medir o nível eventual de calcificação que você tem nas suas nas suas coronárias para saber entupimento e tal, né?
É muito comum que um cara de 50 anos com histórico de obesidade, de tabagismo, de alcoolismo e tal, caralho a 4, esteja com os negócios tudo meio entupido, né, cara? E aí eu fiz a angiotomografia e deu zero de cálcio, zero. Meu coração tem a idade de um cara de 30 anos. A partir desse exame, ele não me examina mais. Ele não me examina mais. Ele falou, vive tua vida aí, você não tem zero, é zero de cálcio no teu coração, vida que segue.
Só que assim, porra, de vez em quando ele fala, daqui 20 anos a gente vê, né? Porque você é 30 anos.
Exatamente. E aí assim, eu tenho hérnia de hiato, às vezes eu sinto umas dores assim no meio do peito aqui, dependendo quando come. Já falaram que a dor da hérnia de hiato ela pode ser confundida com a dor da angina, sabe? E eu preciso saber se tá tudo bem. Então uma vez por ano, qualquer coisa, uma vez por ano, check-up, mês de julho, antes de eu fazer aniversário eu faço check-up. E aí esse ano resolvi mudar de cardiologista, agora, seu Votorantim, agora graças a ele.
E agora temos o nosso plano Master Vipster. E aí um amigo aqui indicou, falou, não, meu primo cardiologista atende Águas de Lindóia, atende ao plano tal, não sei o que tem, tá lá na beleza. Fui lá no exame e aí, Doutor Pablo Antunes, fica aqui o meu beijo para meu novo cardiologista, Doutor Pablo Antunes. E aí ele falou o seguinte: Leozão, vamos fazer, ó, sua anjo legal, não precisamos mexer em nada. Só que entupimento de coronária por calcificação não é o único problema que pode ter.
Então vamos zerar qualquer possibilidade, já que o seu plano cobre. Vamos fazer um ecocardiograma, um Holter para botar ou medir a pressão, e o eletrocardiograma de 24 horas e tal. Então ontem eu estava, vou mandar foto depois lá no grupo. Ontem eu estava C3PO de peito aberto porque eu tava com a máquina aqui no braço, com a sacolinha com a maquininha pendurada parecendo uma pochetinha pendurada assim de ombro, com 3 ou 4, 4, como é que chama, eletrodos, eletrodos, é, tive que raspar o peito para grudar os eletrólitos aqui.
E aí eu fico 24 horas com essa merda. Aí de 15 em 15 minutos, o que tá no seu braço aperta para poder medir a pressão. Você tem que parar tudo que você tá fazendo, você tem que parar, abaixar o braço, porque se ele não— se dá um negócio, ele vai fazer na sequência outro, vai tentar fazer outro E a noite a mesma coisa. Então aí à noite você tem que tirar a porra da sacolinha, botar do lado. Aí, pô, imagina eu gordo com os cabos, mano.
Meu cinto tem que ter 1,20m de comprimento para poder na minha cintura. Você acha que esses cabos dos eletrodos tinha o quê? Uns cabinhos de 40cm assim, cara. Quase que eu tenho que dormir agarradinho assim com o aparelhinho em cima do peito assim. E aí a cada aí a cada 15 minutos, e a cada 15 minutos ele, porque ele vai, vai fazer o pump ali no medidor de pressão.
Uma hora, meu, fazer cada uma hora eu já fiquei nervoso.
De 15 em 15 minutos, cara. Aí ontem eu fui tirar, e ontem eu fui colocar, e hoje de manhã eu fui tirar. E puta coisa, mas assim, legal, tá cobrindo legal, vamos fazer. Mas sai um saco você andar com essa sacolinha.
Não quiseram fazer o ergométrico para você na bicicleta?
É, mudou? Não, nunca fizeram ergométrico na bicicleta. O exame ergométrico, não, lá no médico que eu fiz ano passado. Então, mas é que o médico que eu fiz ano passado, ele faz no próprio consultório dele, ele só tem a esteira, ele não tem a bicicleta. Ele fez com equipamento que ele tem lá.
Ele tem muito tipo, é normal as pessoas não conseguirem correr, né?
Tipo, é normal, você vai fazer numa pessoa, não, ele faz no consultório Se eu tivesse ido talvez num outro lugar fazer, mas como eu resolvi ano passado fazer com ele, porque assim, era um médico particular, então como eu tinha pago já caro na consulta dele, ele dava um desconto para fazer o exame ergométrico com ele também, entendeu? Se eu fosse fazer fora, eu ia ter que pagar mais caro ainda, né? Então das duas vezes que eu fiz, eu fiz com ele.
Agora, como eu tenho o Anjo, aí o Dr. Pablo falou que não preciso mais fazer o ergométrico, que a Anjo já deu resultado, mas ele quer tirar outras, né, anular outras coisas e fazer. É bom que renova todos os exames, exame de sangue, exame de urina. Aí vamos saber se tá tudo legal, né, PSA, né, próstata, o caralho, não sei o quê, tudo direitinho, testosterona, tá fazendo todo o negócio. Só que aí o ruim de ficar velho é que às vezes você não tem emergência médica, mas você tem que lembrar que aquilo que o Jeff falou, a gente não tem muito hábito de se cuidar, de se monitorar e tal.
Mas eu tô nessa, já tem uns 4 anos. Todo ano eu vou renovar o meu check-up porque não quero ser aquele que beba água, hein? A água aqui, bebendo hidratação. É isso aí, água, caldo de galinha e terapia. Hidratação, pausa para hidratação. Seu pai que tá com rim, né?
Cardíaco também, seu pai? Ele tem coração?
Ele tem coração.
É cardíaco. Chega, você acordou de manhã, a janela acordou aberta?
Não, é porque ele tem, ele tem aí, porra. O médico chegou para ele: só tem que tomar água. Aí toma água. Não tomo. Não toma água. Não tomo suco. Não é a mesma coisa. Minha mãe, porra. Aí fui comprar uma garrafa de água, mandei tacar o nome dele gigantesco, porque se eu compro uma garrafa e não coloca o nome dele, ele ia dar para o meu sobrinho, entendeu? Que joga futebol, já sei como é que funciona. Aí cheguei lá para comprar a garrafa dele, né?
Aí o cara falou, eu quero colocar o nome do meu pai. Qual é o tamanho? Qual o maior que tu tem? O mais vizinho?
Qual garrafa?
Galão de 2,5.
Quando eu comprei a garrafa, ele fica puto, né? Ele fica puto porque não sei o que acontece com o velho, que quando o filho começa a querer tomar conta, ele acha que é tudo uma encheção de saco. Ah, mas é isso aí, pá.
Aí, pô, quando eles ficam velhos, aí tá garrafa, já tomaste tua água?
Já tomaste tua água? Reclamando. Aí eu comecei a recrutar o meu sobrinho mais velho, Mateus, Mateus, a garrafa do teu avô tá bem aqui. Pega essa garrafa, coloca lá em cima da mesa dele, pelo amor de Deus. Aí o Mateus foi lá, e quando ele voltou, vovô brigou comigo. Porra, mas é isso, Matheus, é isso. Ele tem que tomar água, senão daqui a pouco ele tá todo fodido do rim.
Mas ele falou, mas você só tomar água já resolve o problema dele? Só açaí, suco de cupuaçu não resolve, né? Então tem que—
meu pai é assim. Sim, a minha mãe diz assim, não, faz um arroz com legume aí porque o teu pai não come salada. Eu falei, aí fica foda, né? Parece criança, meu Deus, tem que fazer, colocar alguma coisa numa outra comida assim, um doce, não sei o quê, para poder comer. Aí não dá fingir.
É, eu falei, paladar infantil aos 80 e poucos anos.
É com o Júlio, mas a sorte é que meu pai não come carne vermelha há muitos anos.
Anos.
Desde que ele se converteu ao Espiritismo, não sei se, não sei se disseram alguma coisa para ele que a gente não ouve, e ele parou de comer carne vermelha. Mas ele não come carne vermelha há muito tempo, ele só faz churrasco para mim, entendeu? Ele pega e ele assina canal de churrasco de YouTuber mesmo, tá assistindo. Eu falei, engraçado, né? Eu só fico vendo essa porra aí e é só para fazer churrasco para mim.
Olha aí, tá vendo?
Então ele não come carne vermelha.
É, não, pois é. E aí, tipo, acho que já tem uns 10 anos que meu pai não come carne vermelha. Então tem essa vantagem assim, né?
É que nem o entregador de pizza e o ginecologista, né? Não, só trabalha ali só, né?
Vamos lá, vamos lá. Você andou pegando umas dicas, né, com o nosso amigo, né, que se ausentou, né? Você andou pegando umas dicas, né? O cara tá cavando sua própria cova. É isso mesmo, é assim que funciona.
Olha, Jeff, eu não sei se tu tava de olho lá no grupo, mas esse dia foi muito bom. Eu fiz o Léo entregar uma Coca-Cola.
Foi muito bom.
Eu acho que eu vi isso aí.
Exato. E assim como são as pessoas, são as criaturas. Então toma cuidado, porque numa dessa, assim, a gente não falou nada, a gente só tá vivendo aqui, tá tudo certo. Mas, né, tem coisas que estão envelhecendo bem me seguir no Instagram, Jefferson. Coisas que estão envelhecendo mal. Então é isso aí, ninguém, com certeza, não, com certeza, ninguém mandou fazer nada, mas é isso mesmo, gente. Ó, antes que a gente comece a ser internado por emergências psiquicológicas, alguém tem alguma coisa final para arremetar aqui ou podemos ir para a passarela?
Eu tenho, eu passei o programa inteiro com a camisa do avesso, eu percebi agora.
Parabéns, ninguém percebeu absolutamente nada. Tá tudo bem. Mais alguma história? Alguém quebrou o braço, alguma coisa assim? Não tem nada para trazer?
Eu tava falando de doença agora, tava falando aí de reconhecimento peniano do seu estágio, né, tal. Eu aos 9 anos de idade fiz uma fimose.
Ah, eu Eu fiz com 5.
Eu achei que o Júnior ia falar que o pessoal reconhece as bolas dele, mas não era isso.
Fiz com 5 e foi a cirurgia.
Essa daí é famosa na internet.
Eu me lembro muito de ter acordado da anestesia com saquinho em volta, assim, um saquinho plástico.
E não, ah não, não vou lembrar.
Aí o doutor acorda ele.
A minha foi traumatizante, viu?
Sofri largado naquele dia. E eu falava assim, passa alguma coisa aqui. A moça falou assim, só você parar de gritar. Nossa, eu morrava de dor e eu nem sabia para que o meu pinto servia.
É, tá vendo? Você descobriu que servia para sofrer.
Eu fiz com um estiolante daquele vermelho, hein?
Mercúrio cromo, né? Mercúrio cromo.
Graças a meu bom Deus, eu nunca tive nada assim grave de ter que fazer cirurgia. Nada, nada, nada, nada, nada, nada.
Eu fiz quando era recém-nascido só, que eu fiz de uma hérnia. Era recém-nascido, eu tive que fazer.
A única vez eu tive tireoide, eu tive menisco. Eu tive também, eu tive tireoide, tive disco, que eu tive que fazer cirurgia no joelho. Eu tive que fazer uma cirurgia no pé porque eu tive uma infecção fodida que comeu todo meu calcanhar. Eu tinha 4 anos de idade.
Eu acho que a minha—
não, eu vou, gente, vamos sair todo mundo daqui com a consulta marcada já.
Vamos, energia lá em cima.
Pode ser, pode ser que eu tenha que arrancar os meus cílios porque eu vou ter que colocar aparelho.
É a coisa mais grave Os meus sisos, eles não atrapalham, não precisei arrancar, tá tudo bem, não atrapalhou. Até que me ajudaram a mastigar na época que eu não tinha molares, né, por causa daquele problema que eu tive no Japão. Mas eu acho que eu estou com ligamento posterior do joelho direito rompido desde o ano passado, depois daquele negócio do tênis, né, que eu fui tirar o tênis e tal e dobrei a perna. Você quer, você quer o mesmo tênis do Não, não, não, não, não, não, não, não é de tirar o tênis do pé.
Eu fui, eu fiquei em pé, fiz aquele 4 assim com o pé para tirar o tênis, e no que o tênis não saiu, o meu joelho dobrou, estalou, e de lá para cá ele nunca mais foi o mesmo. Ele fez um barulho, parecia—
não tem sido gentil com ele mesmo, né?
Não tem.
Vai sair, eu espero que seja menino.
Vou arrancar a perna, vou arrancar.
É, sinceramente, eu espero que seja menino. Menisco, porque menisco é muito mais fácil, mais fácil curar do que o ligamento cruzado.
Eu e minha irmã, a gente tem aquela perninha cascatinha, sabe? A perninha de cascatinha assim, com joelho para dentro. Quando era criança, usava botinha ortopédica para tentar arrumar e não arrumou, lá nos anos 80. A minha irmã, ela tinha 17 graus de ângulo na perna direita e 13 graus de ângulo na perna esquerda. Esquerda. Agora ela fez uma cirurgia com ortopedista. O ortopedista reduziu da perna direita dela de 17 graus para 5 graus.
Falou que não vai tirar mais do que isso, porque senão— que ela nunca andou com a perna totalmente reta, né? E a outra, mais para frente, ela vai operar. E agora é esse, esse ortopedista atende o plano. E ela marcou consulta para mim com ele em setembro, que ele volta de férias. Aí ele que operou ela, ela lembro, muito gente boa. Ele talvez— aí eu vou botar ele para ver o que que tá acontecendo no meu joelho, para ver se resolve.
Faz bastante, faz bastante exercício de glúteo, bastante, bastante.
Eu tenho evitado para fazer por causa da articulação, né?
Mas filma e manda para gente.
Vou mandar, pode deixar.
Mas sabe por que que eu tô falando isso? Porque a hora que você faz essas cirurgias, a perna afina. No minuto seguinte que você faz essa cirurgia, começa a afinar. Eu fiz essa cirurgia em 2008, já faz o quê, 2008? Quase 20 anos. Até hoje eu faço academia, eu tenho personal, tudo. Chega e fala assim, uma perna minha é mais fina que a outra até hoje. Olha aí, a perna que eu fiz a cirurgia é mais fina que a outra.
É, então eu já juro que eu não preciso fazer isso aí, que senão eu vou sumir.
O Jefferson é um canarinho.
A sugestão é: se prepara para fazer essa cirurgia, tipo, esteja com a musculatura bem boa antes.
É, eu tô fazendo, eu tô, eu tô sendo time de Júlio, eu tô na academia 4, às vezes 5 vezes por semana, mas eu tenho focado muito menos na perna. Perna do que no resto. E eu faço mais panturrilha e tal. Quando tem articulação de joelho, eu fico um pouco mais sossegado assim. Panturrilha, panturrilha tá uma tora, mas é o coração das pernas, né? É, não, braça tá, braça tá do tamanho de uma perna. Agora o pâncreas aqui não sai, né?
Aí é foda. Agora a gente já entra no outro papo, que é o papo de saúde. O tema desse programa era doença, então vamos manter o baixo astral, que é isso que a gente quer. Vamos terminar aqui.
Próximo programa vamos falar de barriga, gente.
Vamos falar de barriga. Aí a gente tem muito assunto, muita coisa para falar. Vamos terminar o programa.
ISTs, por favor, vamos falar.
Próximo programa, uso do Monjar, o uso consciente do monjar.
Muito, pode ser também. Vamos falar sobre isso. Térica, por favor, trilhazinha de fechar as reguítas. Passe a conta, fecha a régua, ou o contrário também. Não sei se é passa a conta, fecha a régua, ou fecha a conta, passa a régua, alguma coisa nesse sentido. Porque sim, nós saímos agora da emergência, todos enfaixados, todos com mercúrio-cromo, todos com metiolate, daquele que arde, tá? Porque chocolate que não arde é coisa dessa geração Nutella.
A gente quer agradecer aqui a sua audiência, sua paciência e a participação dos meus queridos radiofóbicos, começando pela menina Thaís Botti.
Aliança, um beijo, Léo! Muito obrigada por deixar fazer mais um desabafo de histórias da minha juventude.
Sempre. E você mantendo, mantendo a tradição de colocar o astral do programa lá embaixo. Baixo como a gente gosta.
É assim, muito obrigado.
Aqui no meio que eu não quis falar nada, mas não, mas eu sei, por isso que a gente gosta, a gente quer, inclusive a gente incentiva.
Esse troféu é meu e eu vou ficar muito triste se entrar alguém e levar o clima mais para baixo ainda. Não, querer competir com essa pessoa não vai ser legal.
Não, o clima para baixo é sempre você que traz e a gente gosta disso Porque faz parte dessa característica Thaís Botiana de ser que de vez em quando aparece também no NovelaCast, não é verdade?
Exato, NovelaCast aí próximo, Léo, semana que vem, se você quiser a gente pode gravar.
Semana que vem não será possível porque semana que vem estarei indo passar 3 semanas com minha esposa porque quero ficar longe daqui no meu aniversário que no dia 31 de julho estará chegando. Na verdade, no dia de lançamento desse programa aqui eu já terei feito 52 anos. Obrigado. Esse programa, esse programa entra no feed no dia 3 de agosto. Estamos gravando aqui no dia 7 de julho, antecipadamente, exatamente por isso, porque eu vou ficar 3 semanas em São José dos Campos.
Temos coisas para fazer em São Paulo, quero ficar lá, passar o meu aniversário com minha esposa. Mas aí na volta já Que foi?
Vai meter o Bilbo, vai rolar uma festinha para distrair a galera.
E ó, lá de volta outra vez, os 10 Back Again. Exatamente, viu, Tata? Mas quando voltar, a gente já deixa marcado. E é bom porque como lá eu não consigo gravar, eu consigo fazer o quê? Preparar a pauta das melodias que você gosta. Exatamente, estaremos lá. Estaremos lá. NovelaCast, então, passa o serviço aí para os ouvintes.
Então, tanto no Instagram quanto no Twitter, a gente não tá muito no Twitter, @novelacast, e em qualquer agregador de podcast que você quiser aí, tamo lá falando de novela e dando risada.
Não só é o melhor podcast de novela do Brasil, como é o único. Então, muito bem. É o único que a gente escuta, né? Não tem mais, mas o que importa é o NovelaCast.
Hoje eu recomendei para minha maquiadora, inclusive, viu?
Eu recomendo direto. É claro que eu sempre recomendo o quê? Os episódios das novelas mais antigas, porque eu tenho muito, conheço pessoas mais velhas. Mas o pessoal gosta demais, fala assim: aquela menina, ela é divertida, né? Eles falam assim: aquela menina é divertida, é divertida a nossa bancada. É, mas é isso aí, é a marca registrada de Thaís Boccia. Agradecendo também diretamente do lugar, um dos lugares mais frios do Brasil, da menina Jéssica da Alcineles.
Aí mais uma conversa muito edificante, né, para a gente levar assim para esse início de semana, ficar pensando, né, pensando como é bonita a vida, né, como é bom estar vivo, né.
Muito bem, como é bom cagar em casa.
Exatamente, autora da frase, a frase que merece uma camiseta, né?
Como é bom cagar sozinho, como é bom.
Vocês não estavam nesse programa, o Jeff também. Como é bom cagar em casa, né? Como é bom não cagar na UTI. Teremos uma série de camisetas fecais em breve aqui, por que não? À venda lá na Podcast Store. Menina, Jéssica Dalsim, obrigado Obrigado demais você que está toda semana lá em Ineditados Podcast.
Beleza, toda segunda-feira, exatamente, na Unifm 107.9.
E quem não ouvir ao vivo no Dial Gaúcho pode ouvir depois nos agregadores de podcast, no Spotify, tem no YouTube também, que tem no YouTube, entra no YouTube também, tem no YouTube também, largar onde largar, Ineditados podcast vai aparecer isso também, só tem nós. Excelente, excelente! O podcast mais ineditado de todos os ineditados, até porque só tem ele também.
Muito bem.
E também quero agradecer a presença do menino que é pai das gêmeas e que eu não sei como que, como que eu falo uma coisa dessas, vai, jogador de tênis Thiago Fujiwara. Valeu, tio!
Meu Obrigado por mais uma noite super divertida, né? E infelizmente, assim, sendo pobre do jeito que a gente é, saúde é a única coisa que a gente tem. Então é o que a gente tem que cuidar, né?
É isso aí, cuidemos.
Até porque o dia que eu tentei fazer o testamento para as meninas, eu só tinha a Lula. Hoje eu não tenho nem a Lula para deixar.
Então não faz isso que a gente vai ficar triste aqui, tio. Não faça isso, não.
Você tirar Quer tirar o lugar da Thaís.
É isso aí, ó, já tá querendo tirar. É super. Vamos fazer aqui então o Super Xuxa contra o Baixo Astral, chamar Thiago Fujiwara na próxima vez. Obrigado, time. Manda um beijo para as gêmeas, um beijo para Aline. É nós. Em breve eu e Nath estaremos em São Paulo. Vamos marcar de novo aquela costelinha maravilhosa e vamos visitá-los em Sumber City, São Bernardo do Campo. Fala de costelinha para Pois é, que tristeza. Por falar em costelinha, então vamos agradecer aquele que gosta de uma costela de tambaqui, menino Vitor Estácio.
Olha, muito bem.
Olha, gente, obrigado por trazer o pinto do seu pai para a bailarina. O pinto do meu pai, já procurei ele.
Eu tenho, eu tenho que citar as minhas origens, né?
Eu tô agradecendo, não tô? Obrigado, obrigado mesmo, gente.
Ó, eu tô muito feliz. Jeff, que eu sempre digo que muita saudade de gravar com Jeff, que é sempre muito engraçado, né? Então, ali no grupo, mas agora que é um homem de dois filhos, né? Um cara, um pai presente e ausente no programa, mas quando vem é sempre uma felicidade para mim especificamente aqui.
De vez em quando ausente também porque tá na UTI, né?
Exato, também tem isso aí, né? Exatamente.
Exatamente. Quando não tá editando o Nerdcast, não tá na UTI, tá entre uma mamada e outra com o pequeno Arthur, né? Exatamente.
É isso aí, é isso aí. Muito bem.
Então, lembrando sempre que você aí está em Belém do Pará e Grande Aranindeua, @escolacezin, para você que tiver fazendo um filho agora, enquanto escuta a gente, daqui 6 meses tem desconto. Exatamente. 6 anos, 6 anos. Não precisa mostrar foto do Bilal, não há necessidade, não há necessidade, não há necessidade, não há necessidade. Só certidão, coisa do meu pai, certidão de nascimento. Exatamente. E quero agradecer aquele que, se não tivesse namorando, seria reconhecido também pelo seu pinto, menino Júlio McCord.
Olha, Léo, muito obrigado por esse papo de hoje, mas eu queria deixar um recado muito importante.
Deixe.
Se você homem de mais 40, por neurologista ele falar vamos fazer o exame de toque, faça essa porra.
Faz, claro, você não vai virar, não, você não vai virar homossexual.
E se virar também, tudo certo, vai que você gosta, vai que você gosta, né?
O problema é virar.
Ou às vezes é o push pop, né?
Você enfia o dedo para poder sair Obrigado, é bom, é bom, é bom, é bom.
Para quem já fez, que eu fiz, foi muito rápido, foi indolor, e estamos aí vivos até hoje e sem câncer.
É isso mesmo, com certeza, que é o mais importante. E dando no cuero, que é o mais importante também, hein? É verdade, exatamente. Fazemos tratamento reposição hormonal, tomamos creatina, tomamos vitamina, multi. Também é importante para o que vai levar também, exatamente, independente do couro. É isso aí, é isso aí. E quero agradecer aqui, o couro vai comer, não tem problema. Saúde masculina, não deixe de cuidar da sua própria saúde também.
E quero agradecer também a presença do o menino que foi o inspirador da pauta de hoje, que ficou aqui meses sem participar e que, se tudo indicar, ficará mais alguns anos sem aparecer. Menino Barbosa, tá bom, né? Já deu, né?
Isso aí, mano, muito obrigado! Eu tava com saudade de vocês. Eu sei que eu tenho sido meio relapso quanto a gravações e tudo mais, é que realmente cuidar de criança dá trabalho, mas tem sido uma experiência puta muito da hora.
Eu tenho duas e tô aqui há 12 anos. Anos, cara.
Pois é, mas aí você é um pai ausente, né?
A última vez que o Jeff gravou, o Tenso fazia parte do grupo.
Fazia, sim.
A última vez que o Jeff gravou tinha um tubarão aqui. Ô criatura, cara!
Mas muito obrigado, foi muito legal. Eu vou, prometo que eu vou tentar participar mais vezes aqui, que eu tenho saudade de trocar ideia com vocês, dar risada assim, porque é muito bom, cara. E aquilo que eu falei, às vezes a gente fica achando que essas derrotas são muito grandes e que, imagina, ninguém vai esquecer disso. Cara, todo mundo já esqueceu. Dá para, a partir do momento que você saiu do hospital, ninguém mais lembra nada. Talvez vão comentar no grupo, talvez não. Assim, você foi a alegria.
Em breve eu e Nath estaremos em em Sorocaba, seja para visitar você e conhecer menino Arthur, seja para celebrar o seu casamento, porque já fui convidado para ser o cerimonialista desse casamento por sua esposa. Já aceitei, já aceito, está devidamente aceito. Ela falou, foi no dia, ela falou, você vai fazer? Falei, farei a cerimônia. E é claro que no meu discurso de cerimonialista, nós teremos o papo. Será que você acha que não, meu amigo?
Obrigado por me dar insumos, obrigado por me dar insumos, muito obrigado. Vamos, vamos, você quer esse discurso? Pergunta para o Mauri, para Carol, se eu não falei no discurso deles também as coisas que eu sabia, vai. Ah, então muito obrigado, meu Jefinho. Tava com saudade de você, querido. Que bom que você tá bem, que bom que a saúde tá boa, independente das cagadas. Que bom que você—
obrigado também pela ajuda, por ter— enfim, a gente tá sempre no dia a dia trabalhando.
Claro, imagina.
É muito bom poder contar com amigos assim que, pô, estão ali para o que der e vier mesmo, sabe? Eu quero agradecer realmente porque isso é muito, isso é muito importante para a gente.
Eu é que tenho que agradecer você, né, cara? Porque você é um dos editores sênior aqui na Radiofobia junto com Thiago. E enfim, se não fosse o trabalho de vocês, a gente não estaria aí há 14 anos editando não só o Nerdcast como outros podcasts de outros clientes. Então você é, são os dois braços que eu tenho, né, direito, esquerdo, enfim. E o Dudu também, enfim. Mas, né, você sabe do que eu tô falando. Então eu é que tenho que agradecer.
A gente não faz mais do que um ajudar o outro, um cobrir o outro junto. Pronto, já veio lá ele também, um cobrir o outro. Eita, velho, já tá bom, já você entendeu, é nós. Beleza, beijo para você, tamo junto, vamos embora, vamos descansar que eu já vou dar um estácio, não vai me deixar em paz aqui hoje. E obrigado a você aí também, querido ouvinte, você que acompanhou mais esse pequenino episódio do seu Radiofobia. A gente tá tá chegando aqui no feed nesse programa no comecinho do mês de agosto.
A gente tá gravando, é, aqui no nosso YouTube em julho, mas tá entrando no feed em agosto. Quero agradecer todo mundo que participou ao vivo aqui da nossa gravação, participou também aqui através do chat. Se você tá ouvindo no seu agregador de podcast preferido, talvez você ainda não assine o canal da Radiofobia lá no YouTube. Então é youtube.com/radiofobia. Humorfobia. Lá você vai poder acompanhar os nossos programas, as nossas lives, lá vai ter os cortes também lá nos Shorts.
E você tem também o nosso Me Shorts, que já tá com vídeo novo nesse mês de julho para você acompanhar. Nesse mês de julho eu compartilhei com você um vídeo falando sobre 3 lições que eu aprendi em meio século de vida. Então eu tô ali nessas vésperas aí, né, eu terei completado 52 anos agora no dia 31 de julho. Eu vou compartilhar um pouco de algumas coisas que me fizeram ficar com menos cabelo e com mais pelo branco na cara. E claro, você não é obrigado a concordar, mas as minhas lições são minhas.
Então tomara que você se divirta lá com esse programa também. Quem sabe não dá uma ajudada em algum— não é um programa de coach, nem de gurusismo, nem de nada. Mas eu espero que você curta, deixa lá seu comentário. Se você ouvir até o final, tem lá uma palavrinha que eu pedi para você me ajudar a saber que você chegou lá até o final do programa. E manda dica, sugestão também dos temas que você quer que eu aborde nesse nosso Me Shorts. radiofobia.com.br/podcast, vai lá e ouça todos os programas da Radiofobia Podcast Network.
Um abraço na sua boca e até o próximo episódio do Radiofobia. Este podcast foi publicado pela Radiofobia Podcast Network. Acesse radiofobia.com.br/podcast para conhecer e ouvir todos os nossos programas ou assine no seu agregador de podcast preferido. Esperamos você no próximo episódio.