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Médico Perdeu 40kg com Dieta Carnívora e Revela a Verdade Sobre Saúde e Fisiologia | Dr Ulzias

08 de maio de 20261h14min
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🥩 Saúde ancestral, dieta carnívora e comida de verdade.Neste episódio falamos sobre alimentação ancestral, saúde metabólica, mentalidade e escolhas práticas para quem busca viver de forma mais simples e consciente.📘 Todas as receitas carnívoras que eu uso no dia a dia estão organizadas no ebook completo:👉 https://go.hotmart.com/P103176377USem contagem de calorias. Sem complicação. Comida de verdade.📲 Instagram do Dr Ulzias: @dr.ulzias#dietacarnivora #modoprimal #alimentacaoancestral #saudemetabolica

Participantes neste episódio1
U

Uzias Rodrigues Fontes Júnior

ConvidadoMédico
Assuntos5
  • Dependência Emocional e Saúde MentalImpacto da dieta na saúde mental · Superação da depressão e ansiedade · Cura de dependência emocional · Lidar com a pressão social e familiar · Fidelidade à saúde e ao bem-estar
  • Dieta CarnivoraEvolução humana e dieta ancestral · Cetose e seus benefícios · Absorção de nutrientes e fibra · Gordura saturada e saúde renal · Ganho de massa muscular sem carboidratos
  • Protocolos Clínicos e Avaliação de PacientesConsulta médica e exames · Acompanhamento em tempo real · Suporte psicológico e psiquiátrico · Cura de doenças mentais e físicas · Curso para carnívoros da selva
  • Alimentação EspiritualRetroalimentação entre espiritualidade e carnívora · Amor ao próximo e empatia · Paz nutricional e plenitude · Jesus como exemplo de libertação
  • Ser o exemploInspiração através de histórias de sucesso · A importância de mostrar a própria jornada · Superação da pobreza mental
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Olá a todos, bem-vindos a mais um podcast aqui no canal Modo Primal. E hoje o bate-papo é com o doutor Uzias Rodrigues. Ele é médico carnívoro da selva, pai de três filhos, filho amado de Deus. Ele eliminou 40 quilos sem achismos, baseado em fisiologia humana. Doutor Uzias, seja muito bem-vindo e obrigado pela sua presença aqui hoje.

Eu que agradeço, Rafael, sempre um prazer estar falando com você, um cara da sua envergadura aqui no Instagram, no YouTube, enfim, em todas as plataformas, você é um cara especial. Muito obrigado.

Eu que sinto lisonjeado para poder falar com você aqui hoje. É um cara também da sua envergadura aí, com todo esse potencial, com toda essa história. Poxa, você, além de ser médico, você hoje trabalha com a dieta carnívora, com a dieta da selva, com a dieta cetogênica. Você ajuda muitas pessoas, cria conteúdos fantásticos sobre esse assunto. E ainda a sua história de ter perdido 40 quilos sempre que eu vou ali no seu Instagram.

eu fico assustado ali, porque parece outra pessoa, o seu antes e depois é muito potente. As pessoas me falam muito isso, viu, Rafael? Eu preciso mostrar esse sinal aqui naquela foto, preciso mostrar a minha corrente, que é a mesma, e assim, até a pessoa parar, e é você mesmo, que desfigura, 40 quilos desfigura qualquer homem e qualquer mulher.

Aliás, o doutor Uzias já veio aqui no podcast alguns meses atrás. Foi muito bom, bate-papo fantástico, muito conhecimento, o pessoal gostou. Então, está aqui novamente a segunda parte, o segundo episódio. Mas, doutor Uzias, para quem não te conhece ainda, fala um pouquinho sobre você. Meu nome é Uzias, tá? Rodrigues Fontes Júnior, tenho 39 anos. Sou médico há mais de 7 anos, tá? E...

Minha história com a carnívora tem apenas dois anos. Sou marido de uma mulher há 20 anos, sou pai de três filhos, sou médico, sou empresário, sou digital influencer agora, né? Não teve jeito, tive que cair aí nessa vida. Por quê? Porque aquilo que a gente não fala e tem valor pode estar matando pessoas, Rafael. Essa frase me impactou há muito tempo atrás. Aquilo que você não fala pode estar matando pessoas, tá? Então é por isso que a gente abre mesmo berreiro na internet.

e fala cada vez mais. Então é isso.

Hoje em dia a gente tem que fazer isso. Foi até legal você ter comentado isso, porque precisamos de mais médicos, assim como você, abrindo a boca mesmo na internet, porque senão, hoje em dia, não basta só ser um bom médico, assim como você é, mas se a gente não dá as caras na internet, a gente acaba não chegando às pessoas que precisam. Então hoje é essencial. Ao mesmo tempo que às vezes eu penso que é um pouco... Poxa, o...

Um bom médico poderia estar investindo mais tempo ainda em curar pessoas, ajudar pessoas em fazer o trabalho dele ali, mas ele ainda tem que também ficar fazendo o conteúdo, tem que dar as caras, tem que fazer live, tem que se dividir um pouco hoje, mas é necessário, porque senão o silêncio dos bons acaba não ajudando quem precisa. Então, parabéns por tudo que você vem fazendo.

Muito obrigado, muito obrigado. Vamos pra cima e assim, o que eu tenho de gente Rafael, que chega no meu direct dizendo, doutor eu não sou seu paciente diretamente, mas só em assistir seus conteúdos já perdi 10, 15, 20, perdeu mais de 40 aqui. Então isso é muito gratificante.

Isso mostra que eu estou no caminho certo. Nunca recebi uma mensagem no direct falando que a pessoa foi, ouviu meus vídeos e se deu mal, ficou pior. Muito pelo contrário. São pessoas que eu tenho um que disse ó, eu estava querendo...

praticar o autoextermínio. E quando eu comecei a ver seus vídeos, comecei a me alimentar melhor, comecei a sair daquela depressão, e isso salvou minha vida. Cara, imagine você ler um testemunho desse, né? Imagine, provavelmente, se eu não tivesse aberto minha boca ali no Instagram.

como o que teria acontecido com essa pessoa. A gente não pode dizer se seria ou não, porém, foi um testemunho que me impactou diante de várias, dezenas, centenas de testemunhos que eu já tenho recebido. Perfeito. Doutor, eu vou ainda voltar um pouquinho mais. Fala para a gente como que eram os dias antes de perder 40 quilos.

Nossa, eram os dias muito cansados, energia lá embaixo, é demaciado, gordo, feio, triste, só vivia com sono. Na verdade, eu vivia no automático. Eu lembro muito de um filme que tem por nome Clique, com Adela Sandler, e ele mostra muito bem isso, a pessoa que vive no automático. Então tem fase da minha vida que eu nem lembro.

Eu nem lembro antes da carnívora. Eu paro assim e disse, meu Deus, como eu passei aquele tempo todo ali? Porque você vive anestesiado, você vive inflamado, você vive, sabe, os seus sentimentos, o flow da pele não vem quando você está inflamado, você está doente, uma névoa mental, sabe, você acorda e diz, meu Deus, que...

Estava bom dormir no que vem logo à noite para eu dormir de novo. E isso já mostra questões psicológicas e psiquiátricas. Isso já mostra certos sinais de depressão, certos sinais de ansiedade e que a gente só percebe quando sai. A gente só percebe que estava na Matrix quando sai. Porque na Matrix parece real. Está todo mundo assim, deve estar todo mundo nublado. Ou seja, esse é o meu potencial máximo. Mas quando você sai, você diz nossa, como é que eu vivia desse jeito? É impressionante.

Uau! E quando que você percebeu que precisava mudar? Foi uma vez que... Uma vez não, né? Algumas vezes que eu recebi pacientes muito doentes, né? Porque eu sou emergencista adulto, sou emergencista pediátrico, né? E agora eu sou médico integralista, né? Ou seja, eu vejo hoje o paciente realmente de cima a baixo e até...

A parte também emocional, espiritual, isso também é visto no meu protocolo. E aí não tinha nada disso e chegavam os pacientes na minha estabilização, ou seja, pacientes infartados, pacientes com AVC. E o que foi que eu percebi? Que os pacientes, eles aparentavam estar melhor que eu de saúde.

estavam infartando. Eu disse, meu Deus do céu, então é como se fosse uma roleta russa, já era para ter sido a minha vez, porque veja, 108 quilos, 1,71m, extremamente inflamado, comendo, fraco e estressado.

Ou seja, minha vida como médico era um estresse. Eu não trabalhava nem metade do que eu trabalho hoje e eu era três, quatro vezes mais estressado do que eu sou hoje. Ou até mais vezes, porque hoje eu não me considero um cara estressado. Apesar de ter aquela história, os estresses normais do dia a dia. Eu não lembro disso, eu não sei se isso existe. Veja, eu dou 28 plantões noturnos por mês, eu dou 15 plantões de manhã, as tardes são livres. Livres, né?

para atendimento, para ver a família, enfim, para resolver as coisas. E onde eu estaria sem a carnívora, sem uma evolução espiritual, sem uma melhoria? Quando eu conheci o Rafael, algumas coisas que ele falou, que ele ensinou e que ele mostrou com a história dele, me melhoraram. Então, eu estou atento a essas melhorias. Voltando. E ali eu estava diante das pessoas que chegavam infartando. E aí eu pensei, essa foi minha virada de chave.

Vou deixar minha mulher bonita, jovem, vou morrer cedo, vou deixar filhos lindos, tudo que eu estou construindo, e vai chegar outro cara e vai assumir o meu lugar.

E eu não estou afim que isso aconteça. Realmente aquilo me deixou a flor da pele. E em contrapartida, eu não queria usar remédio nenhum. Não queria fazer cirurgia para perder peso. Então eu estava numa sinuca de bico. Ou seja, tudo estava me levando para uma dieta low carb, cetogênica, carnívora. Hoje a dieta da selva já entra como um...

um grande acenal, né, pra que essas pessoas que vêm da Carbolândia, que vêm da Bagaceira, elas possam chegar na carnívora, que muitas das vezes era a ponte que faltava, né, você pegar um cara do Doritos e dizer, coma só carne, meu amigo, a síndrome de abstinência desse cara vai ser tão grande que a chance dele pular fora, dele se traumatizar com algo tão bom, era enorme, tá, e eu vi acontecer algumas vezes, então a dieta da selva, ela entra agora como esse link.

ela ocupa esse gap justamente para trazer o paciente o paciente abria Doritos ontem hoje eu digo, pode abrir uma banana cara, você vai reclamar da banana para esse cara? a gente vê o Pedro Paulo lá com o Brandini ou seja, um caso incrível o cara está melhorando

Não é hora de você estar fazendo ajuste fino. Quando ele pedir, quando ele entrar no platô, sabe? Então o pessoal é muito agoniado. O cara passou a vida toda engordando e em dois meses os caras já querem... Vai pra carnívoro, faz jejum, não sei o quê. Seria bom, seria bom. Mas quem é aqui que diz, não, seja médico em dois meses, não sei o quê, e faça um grande negócio e ganhe muito dinheiro? E é assim, é. Não existe uma evolução, não existe um processo, não existe...

É assim, as pessoas querem viver o processo, mas quando é do outro, não, tem que ser rápido, do meu jeito, e por aí vai. Então, a ficha caiu, e aí eu busquei algo, fiz até um jejum muito errado na época, não sei se eu contei isso no primeiro episódio, e aí eu entrava com o McDonald's e quebrava com o Burger King.

E ainda assim eu perdi 21 quilos em três meses. Comia muita fruta, exageradamente, muita verdura. Mas já estava ali saindo do arroz, do feijão. Passei um ano e sete meses num platô. E aí sim a minha mente alinhou para a carnívora. Eu participei daquele evento lá que eu falei no primeiro episódio. Aquele que eu paguei lá o ingresso de 20 mil. Eu gastei mais de 45 mil em geral. E o que aconteceu? Quando eu alinhei a cabeça...

Alguma coisa me disse, é a carnívora. E aí eu comecei a fazer a carnívora e pasme, pasme. Mesmo vendo as pessoas já da carnívora, eu fiz um teste de 15 dias. Inclusive, entrei até com um parente meu. Vamos fazer um teste de 15 dias na carnívora? Vamos. Aí foi, um de um, não, um de 15, dois de 15, três de 15, doze de 15. Rafael, quando eu cheguei em 15 de 15...

Mas eu estava tão bem, tão bem, que eu disse, não tem condição não. Não tem como parar nisso aqui não. Sabe aquela pessoa botando o pezinho assim no rio para ver se é fundo? Ah, vamos 16 de 15, 17 de 15, e melhorando, e melhorando. Meu Deus do céu, hoje já são 720 dias de 15. Essa é a minha história, rapaz.

Perfeito. Muito bom. Acho que agora ficou até mais claro pra mim, pra quem tava querendo entender melhor, porque eu tava pra te perguntar, né? Você chegou a fazer alguma dieta antes da carnívora ou você já conseguiu pular pra carnívora estrita, né? Digamos. Mas deu pra entender. Então você teve vários processos aí, né? Exato. Naquele gap de um ano e sete meses, o que era que eu comia? Era meio que uma dieta da selva errada.

Fruta desesperadamente, ou seja, toda a minha compulsão eu batia nas frutas desesperadamente. Comia muitas verduras. Minha sogra fazia cinco tipos de salada. Maionese, cinco tipos. E aí eu comia aquilo até a saciedade e tinha um grande problema. E talvez você me pergunte no andar do podcast. Eu comia muita carne, mas eu não dava atenção para a gordura.

Então eu comia muita carne magra, sabe? Vinha uma gordurinha ali ou outra, só que o que é que acontecia? Me mantinha no loop da compulsão. Então eu tava na carne magra, verdura, fruta, me dando muito carboidrato. E o que é que acontecia no final de semana? Passava a semana comendo assim. No final de semana, eu entrava num balde de sorvete, saía em outro de batata frita. Então assim, final de semana era horrível. E eu lembro como hoje.

Uma vez eu estava dentro de um balde de sorvete da Burger King. Cara, eu nunca vi um balde tão grande de sorvete.

sabe? Ele é enorme, ele faz medo, e eu comendo ali, e a única coisa que vinha na minha cabeça é o que eu tô fazendo aqui? Parecia uma coisa fora de mim, sabe? Porque eu já passei a semana de dieta, e o que eu tô fazendo nesse balde de sorvete? Meu Deus do céu! Quando é que isso vai acabar, essa dependência, sabe? Poxa, quando a carnívora chegou, agora sente, porque o que eu vou lhe falar agora é capaz de você cair pra trás.

40 dias de carnívora, 18 quilos a menos. Essa é a minha história, rapaz. Sensacional, né, cara? É incrível. É incrível como, às vezes, mesmo já começando ali na dieta, como você mesmo falou, ainda estavam faltando muitas coisas ali, era muita fruta, era muita salada de todos os tipos, era carne, mas sem gordura, porque a gente ainda tem medo da gordura, não é possível que pode comer gordura.

O aprendizado vai vir, não é imediato. A pessoa já começa no primeiro mês, ela já quer ver resultado, mas às vezes a pessoa está fazendo tudo errado, que já está melhor, obviamente, do que, como você falou, o Doritos, mas ainda assim tem muita coisa errada. Aí a pessoa passa o mês e fala, poxa, não emagreci nada, já desiste, começa a falar mal. Mas o aprendizado é ao longo do tempo, é experienciando, errando, melhorando. Não é assim.

Perfeito, perfeito. É isso mesmo. E olha que esses 18 quilos que eu perdi em 40 dias, foram os últimos 18 quilos. Que são os mais difíceis, os detalhes, pá. Agora, como eu já não comia realmente arroz e feijão, tá?

Farinha, macarrão, era mesmo. Carne, salada e frutas. Eu meio que já vinha me preparando para uma carnívora. Porque você tem que estar mais limpo para você ir direto para uma carnívora. Esse negócio de você sair de vez para a carnívora é muito bom para o corpo, mas isso gera uma síndrome de abstinência. Nossa, pão? Pão já me fazia... Desses um ano e sete meses, eu acho que já tinha um...

Mais de um ano e meio que eu não comia pão. Então, eu já tinha algumas vantagens. Então, a minha carnívora dos 40 dias menos de 18 quilos foi uma explosão. E olha que eu estava pronto emocionalmente para que fosse muito mais tempo.

sabe? Mas se você fizer uma carnívora bem feita durante um dia, é só você sair replicando. Hoje eu vou fazer bem feito, pronto, amanhã. Hoje eu vou fazer bem feito, não quero saber de ontem, não quero saber de amanhã. Vai comer errado amanhã, não sei, eu sei que hoje eu vou comer perfeito, hoje sem carboidrato. Então, toda vez que eu botar a minha cabeça no travesseiro...

Nossa, parecia uma festa, explosão de fogos, de artifício. Parabéns, você é primeiro, você é campeão. Ou seja, eu vivi os meus 70 quilos na balança quando eu ainda tinha 18 para perder.

sabe? Eu vivi o meu momento, porque o meu ponto era 70 quilos na balança, eu tenho mais de 71, isso eu ainda tinha 88, 89, 87, e naquele primeiro dia eu entendi que a plenitude de quando você sabe que você está fazendo certo, ela deve vir primeiro que o resultado, ou seja, você deve se apaixonar pelo processo, tá? E o progresso e o resultado ele vai vir, é uma coisa inevitável.

inevitável, vai chegar, entendeu? Agora, eu já era feliz antes do resultado chegar, isso faz toda a diferença, Rafael. Então esse pessoal que passa, 15 dias não perdi nada, 30 dias não perdi nada, 60 dias não perdi nada, olha sua energia, sabe? A chance de você estar errando, a chance de você estar correndo solto, sabe? É muito grande.

Então, vou atrás do médico que está me orientando. Não, mas isso não dá certo, não sei o quê. E não fala com ele. Nossa, meu médico, o doutor Leonardo, eu vivia... Doutor, isso aqui, meu exame, isso e aquilo e aquilo. Eu lembro como hoje, quando eu perguntei para ele, morrendo de medo.

Doutor, eu tô urinando e a urina faz espuma, sabe? É umas bolinhas lá quando eu urino, não sei o quê. Eu pensei que ele ia dizer, rapaz, você vai perder seu rino, não sei o quê. Aí ele parou e disse, você tá em cetose, moço, parabéns, você tá no caminho certo. Aí eu, ai meu Deus, hoje eu sei que a cetose é a garantia de que você nunca vai perder seu rino.

nunca vai ser um paciente de hemodiálise, nunca vai ter problema renal. Cara, isso é de uma segurança tão grande, mas naquela hora, quando eu visse por mais, eu disse, não, então deve estar liberando proteína, meu rim deve estar ferrado. Nossa, cetose, a garantia de que você vai ter um rim até 120 anos. E de chegar até 120 anos, que é importante.

Uau, que maravilha. É muita... Nossa, que coisa, né? E nesse processo, foi sofrido? Você passou fome? Veja, como eu já estava com metabolismo...

mais alinhado, não tinha tanta dependência de pão. Então, a minha síndrome de abstinência, ela só durou oito dias, dos 40. Então, nos oito dias ali, eu ainda pensava no sorvete, não caí, até hoje não caí nada disso. Mas eu pensava no sorvete, eu pensava no pudim. Nossa, o pudim da minha esposa é maravilhoso. Então, assim, eu disse, meu Deus, o açúcar, na verdade, era a dependência. Oito dias, minha síndrome de abstinência acabou. Por quê? Eu nem passei pela selva certa.

Certo? Então, há de que se imaginar aqui. Então, eu não tinha uma sobremesazinha de fruta, iogurte e mel, tá? Pra me acalmar ali naquela síndrome de abstinência. Com sorte, por comer muita fruta, então eu já tava meio limpo, sabe? Só que eu fiz o quê? Aumentei a gordura na carnívora, então ela já me deu esse suporte.

Te confesso, do nono dia em diante até hoje, 720, 730 dias, eu não tenho vontade nenhuma de comer nada errado. Nossa, mas minha esposa botava milkshake na minha mão. Segura aí que eu vou ali numa loja. E botava doce, e fez pudins e pudins, e botava assim na minha frente. Tá lindo, tá bem feito, tá bonito, tá cheiroso. Mas eu não quero não, porque a vontade que eu tinha de comer aquele pudim era o mesmo que eu tinha de comer isso aqui. Zero. Então eu só tinha a missão.

de não comer algo que eu não tinha vontade. Isso me lembrou muito do seu episódio que você acabou de botar agora no Instagram, porque tudo aquilo que você comeu, que as pessoas saem, ela não estava com vontade. Não é uma coisa que olhou e disse, nossa, não. É mais um sentimento de, vou me permitir a comer algo que eu não estou com vontade, mas amanhã...

Amanhã você vai ter que se permitir não comer algo que você está morrendo de vontade. Porque vai disparar a vontade. Sim ou não?

Bom, exato, muito bom você já tocar nesse assunto, porque realmente foi isso, foi isso, foi o fato de eu já ter me permitido mentalmente de que, ah, quando eu faço uma viagem, porque eu estou de férias, eu estou, sei lá, principalmente em outro país, como no Brasil, que eu já tinha saudade de muita coisa, que eu já não comia há muitos anos, eu posso me permitir, porque, poxa, eu já fiquei 90% do meu tempo aqui, 85% do meu tempo, super...

Estridos, só carne, só alimentos de origem animal. Então, eu já consegui meus objetivos, já perdi meu peso, já alcancei o que eu queria, aí vem a sabotagem. Então, eu posso me permitir nesses períodos. Só que...

É problemático, porque realmente não é que você quer aquilo, porque o seu corpo já está numa outra frequência, ele já não vibra mais naquelas coisas, naqueles doces. Mas é o fato de você realmente se colocar para aquilo ali e aí aos poucos, cada um vai ter uma experiência diferente, mas no geral a compulsão vai voltar para quem já era compulsivo, principalmente com o doce, e aí depois, os outros dias, haja coração para aguentar a compulsão.

E foi complicado, porque eu já estava um bom tempo limpo. Eu estou completando um ano de carnívora agora no mês que vem, em abril. E aí, antes, eu já tinha feito, nesse um ano de carnívora, eu cheguei a abrir algumas exceções quando eu viajava. Mas aí, dessa vez, parece que foi pior. Eu sempre paguei o preço por essas exceções. Mas dessa vez, não sei se é porque já estava quase há um ano, e cada vez deve estar mais limpo a situação.

que dessa vez o preço foi muito alto, foi muito mais alto do que os outros. Então foi bom por um lado, porque eu acho que eu encarei como um aprendizado muito forte, eu falei, nossa, eu acho que não vale a pena, porque antes era uma diarreia, era um desconforto, era um mal estar, uma dor de cabeça, mas dessa vez eu fiquei de cama.

Eu passei a noite toda com tremedeira de frio que eu falei, caramba, cara, vou morrer aqui. Tá louco, sabe? E sem falar que, né, esse foi o pior dia, mas durante a semana que eu fiz essas exceções, eu me senti praticamente como você falou antes, né? Dopado, com uma névoa mental, sabe, sem vontade de fazer nada. Tudo bem, eu tava de férias, não é que eu precisava fazer muita coisa, mas...

Ao mesmo tempo, eu não tava curtindo 100%, como se eu não tivesse nem presente ali, sabe? Eu tava dopado, cansado, sem energia, tomando muito café pra compensar os picos de insulina. Sabe, é como se eu tivesse realmente drogado a semana toda e no último dia foi o crash total mesmo, onde eu quebrei ali. E foi triste, foi cruel.

Perfeito, assim, isso mostra, enfim, a sua peculiaridade e isso vai ajudar muita gente, Rafael. Se você esconde uma conversa dessa, veja, muita gente vai olhar para o Rafael perfeito que nunca quebrou a dieta.

E quando ele quebrar a dieta, ele vai se sentir a pior pessoa do mundo, tá certo? Eu acho que eu quebrei tanto minha dieta naquele um ano e sete meses de gaping, assim, era tanta bagaçada que realmente quando eu entrei pra carnívora, que eu passei aqueles oito dias e eu aguentei, sabe? Eu já quebrei tudo que eu tinha que quebrar, tá? Eu já viajei pra Campos do Jordão com minha esposa, uma viagem, assim, muito programada.

A gente tinha programado comer todos os doces da face da terra. Só que quando a viagem aconteceu, eu já estava na carnívora. Então, eu decidi não quebrar minha dieta lá. Então, minha esposa, a gente ia para um fundi, que é muito famoso lá. Eu ia para o fundi salgado, nas carnes e no queijo, que é permitido, na carnívora. E ela ia no fundi salgado e no fundi doce.

e ela vinha assim olha a cena em Campos do Jordão, você com a mulher dos seus sonhos, e ela vem ali com a uvazinha no chocolate pra botar na sua boca aí eu

Não, amor, obrigado, mas te amo. Vixe, muito obrigado, muito obrigado. Aí eu já meti a carne na boca com queijo. Doutor, se você comesse aquela fruta ali com aquele chocolate, ia mudar o seu contexto metabólico, o seu tanquinho ia dissolver? Não, mas eu queria estar inteiro pra minha esposa. Eu queria estar inteiro pra mim. Eu queria estar inteiro pra viagem. Nossa, eu lembro até hoje um lugar que a gente passou, tem uns papagaio, uns periquito lá. Mas aquilo foi tão intenso, sabe? E eu tava lá.

sabe? A névoa mental não me pegou. Agora pergunte se eu comi os melhores cortes de carne lá de Campos do Jordão. Então toda a minha energia é nessa pegada, sabe? Eu saí nutrido dos lugares, tal. Saí desse dia, vai comer nesse fundir. Mas eu comi... Aí eu saí... Amor, eu quero passar uns 20 anos sem ir pra um fundir. Tal, tal. No outro dia, com 24 horas, eu estava salivando pelo quê?

Pelo fundir salgado. Porque tinha carne, camarão, sabe, frango, tinha tudo. O melhor fundir lá de João Pessoa, não lembro o nome pra indicar aqui, mas é incrível. E veja, tem a parte que você abre a sessão e se dá mal, e tem a parte que você não abre naquele momento, você tem que ter uma decisão ali, não, não vou abrir. Já vou, certo. E aí o que é que acontece? Geralmente eu volto dos resortes, volto das viagens,

mais trincado do que chego lá. Então, assim, é só vantagem. Então, a memória da viagem, a energia é outra, Rafael. E quando você falou, eu só esperei. Quando você falava no vídeo, eu disse, olha, eu só vou ver se a ficha dele já caiu. Porque se você dissesse assim, ah, mas a vida compensa, foi legal, não sei o quê. Pronto.

compensou. Mas quando eu ouvi você dizer não compensou, eu digo, agora eu vou mostrar ele, na prática, na verdade, minhas experiências, que compensa demais. Eu não ia falar jamais se você dissesse, não, eu saí, compensou, a vida é isso mesmo. Eu ia deixar você viver sua vida. Mas como você disse que não compensou, Rafael, existe vida além do carboidrato. E compensa muito. Eu voltei da viagem e disse, meu Deus do céu, que viagem, quero voltar aqui, não sei o que.

e não topei em carboidrato. Então tem muitas fontes de alegria, de energia, e uma delas é a carne com gordura, uma das principais.

Não, realmente, realmente faz totalmente sentido. Eu ainda consigo sentir o inchaço, aquela retenção de líquida acumulada nesse estrago dessa semana. E não vale a pena. Eu já tive algumas viagens um pouco mais fáceis de lidar, onde eu consegui manter a linha certinho. E você volta realmente muito melhor e aproveita mais. Só que dessa vez, realmente...

Por eu já ter ido, já programado, eu vou abrir, eu vou me dar esse prazer. Eu acabei me perdendo ali no meio do caminho. Porque um conto, é claro que eu acho que o melhor de tudo se a pessoa conseguir é não abrir. Mas é diferente você abrir de repente em um dia, numa ocasião, um docinho, sabe? Mas o problema é que do jeito que eu abri foi uma destruição.

Então é diferente, né? Eu não tive o controle pra fazer só um negocinho. Foi realmente a semana toda de excesso, né? Então esse acho que foi o maior problema. Mas é... Exato. Tô de volta. Já consegui voltar, né? Assim que eu voltei pra rotina, né? Nada melhor que a sua casa, né? Eu tenho minha cozinha ali, eu controlo tudo que entra.

tem minha churrasqueira, então já foi fácil, né? E a gordura é muito rápido, né? Eu já comecei a aumentar a gordura, já comecei a aumentar a proteína, café com muita manteiga, muito óleo de coco, manteiga ghee.

Só que mesmo assim, eu confesso que essa transição, eu recebi muito comentário, eu falei, nossa, voltar é mais difícil do que começar. E aí realmente faz sentido, porque eu voltei aqui já há três dias, mas eu confesso que os dois primeiros dias eu já estava consumindo carne, mas mesmo assim eu ia lá, comia uma fruta, comia um mel, porque...

A compulsão do doce, ela tava lá dentro ainda, né? Eu não ia pro brigadeiro, como eu tava fazendo lá no Brasil, mas eu ia pro mel, eu ia pra uma fruta. Segundo dia também. Aí no terceiro dia que eu já consegui ficar mais limpo. Foi só gordura. E aí hoje eu tô no quarto dia, já tô com bastante horas de jejum. Então, o processo é lento.

você está muito mais seco. Naquele vídeo que você está falando ali, acho que estava bem no meio do movimento. Você estava muito demaciado. Nossa, muito parece a Fae.

Nossa senhora, eu falei, eu vou ter que gravar esse vídeo agora, que eu tô na cama, não tô conseguindo nem abrir a garrafa de água, não tava com força pra abrir a garrafa de água, tão fraco, fraqueza, tontura mesmo, levantar da cama, tá tontura, eu falei, gente, eu vou ter que gravar um vídeo agora, por mais que eu não queira mostrar essa vulnerabilidade aqui, mas se eu não mostrar agora e falar daqui uma semana, não vai ser o mesmo efeito, eu preciso passar esse efeito. E aí saiu aquela coisa ali. Muito bom, muito esclarecedor.

Não, mas é... Agora, com certeza, eu vou... Eu acho que o aprendizado, ele vale, né? Porque o primeiro ano na carnívora, acho que pra muita gente também deve ser a mesma coisa, é um aprendizado, né? A gente tá testando, eu fui aprender realmente a quantidade de gordura nos últimos três meses, nos últimos dois meses, né? Eu passei o ano todo comendo gordura errado, né? Eu achava que eu tava ali já comendo bastante. Então, tem isso, né? Então, a...

teve algumas exceções e tal, então vai ter um aprendizado, agora, começando esse segundo ano, já depois de toda essa experiência, eu acho que ela vai ser melhor, vai ser diferente, acho que a tendência é ir melhorando, você vai elevando até o seu level fisiologicamente, espiritualmente, metabolicamente, sei lá, sabe, mentalmente, a ponto de você ficar mais forte, a ponto de até resistir nas ocasiões mais especiais.

Verdade. Perfeito, perfeito. Inclusive, se não tiver médico, tem um muito bom aí chamado Dr. Uzias aí na internet, pode contratá-lo.

Aliás, doutor, eu tenho acompanhado os trabalhos que você tem feito também junto com o Brandini, junto com o Pedro Paulo, incrível. Demais mesmo. Eu estou admirando essa série, acompanhando, porque é fenomenal. E outras pessoas ali que eu vejo também, incluída nos vídeos, está muito legal isso daí. O pessoal dá uma energia muito boa e merece viver tudo o que estão vivendo.

Todo obeso merece emagrecer. Então, você que está nos ouvindo agora aqui, que está com obesidade, sobrepeso, você merece, é possível. Se pessoas estão emagrecendo sem remédio, sem canetinha, sem cirurgia, é possível para você. Então, abre esse olho. Isso é que me salvou, assim, ver pessoas na carnívora, ver pessoas, sabe, exalando saúde. Você vê um Rafael da Vida, você vê um Antônio Krachek, uma Lua Ferrari, um cobra carnívora. Rapaz...

é impressionante a bolha da carnívoro é toda no shape, toda você não conhece um carnívoro que não tá no shape se um carnívoro não tiver no shape você sabe que ele tá pisando fora você já sabe, você vive isso entendeu? Quando você mostra sua foto com seu tanquinho, eu digo, nossa já tá chato, toda vez que eu olho no espelho rapaz, é aquele esgominho lá rapaz, aquele tanquinho, já tá chato já rapaz

É uma chatice boa, tá? Quem é que não quer uma chatice desse? Antes eu olhava e dizia, meu Deus, que barriga, meu Deus. Hoje eu olho e dizia, eita, meu tanquinho está alissado hoje. Todos os dias. Tem dois anos que eu vejo meu tanquinho. Coma dois dias, fora da carnívoro, para você ver. Coma com força mesmo. A primeira coisa que cobre é o seu tanquinho.

Meu Deus, cadê? Ele tá lá embaixo, calma. Já já ele volta, em 15 dias ele volta. Vai voltar. Exatamente isso, exatamente isso. Impressionante, impressionante. Você já tinha feito alguma dieta antes desses dois anos? Essa é a pergunta de um milhão de dólares, tá?

todas, todas que você pensar, todas. Olha, eu lembro, meu Deus, tive uma fase que eu tomava suco verde, você não tem noção, eu comprei um aparelho, eu podia jogar o coco com a casca inteira dentro, ele moía e me dava aquele suco. Então eu jogava assim, tipo uma cenoura, uma beterraba, um repouso, meu amigo, que vinha, eu jogava. E vinha aquele suco assim, olha, cheio de oxalato, e eu... E aí

Cheguei até a emagrecer, mas eu emagreci porque, sabe, eu não tinha nutriente nenhum, mas, meu Deus, aí emagrecia. Só que assim, você sabe, né? Uma compulsão violenta e me segurava o déficit calórico. Ele é um monstro, né? Você até pode perder peso com déficit calórico. Não, eu vou comer tudo, mas vou comer menos. Meu amigo.

Não tem momento pior na sua vida. Você comer pouco, acabar morrendo de fome. Dizer, vou segurar a fome lá em cima. Seu metabolismo lá embaixo. E você segurando a onda. E perdendo peso. E perdendo peso. Meu Deus, meu Deus. Como é difícil. Pronto, quando você vê a frase. Meu Deus, como é difícil perder peso. Isso é a frase de alguém que já tentou o déficit calórico.

que é uma mentira baixa o metabolismo e explode a compulsão e a fome aí você segura, segura, segura aí eu vejo alguns amigos, colegas eu perdi peso na academia déficit calórico, não sei o que rapaz, não dá um mês, dois meses a pessoa já passa calada já ficando gordinha de novo porque ele não aprendeu a comer, entendeu? e aí o que acontece? tem dias ruins

Tem dias difíceis. E como é que você vai segurar um negócio desse? Como é que você vai segurar uma compulsão à vontade? No carnívoro, dia difícil, a gente come mais carne com gordura e emagrece mais. Os dias difíceis são os dias que eu mais perco peso. Ah, dia difícil, né? Não estou com vontade de comer mesmo, estou cheio. Não vou nem comer, já vou segurar o jejum aqui. É ou não é? Dia bom aqui, você emagrece. Dia difícil, você emagrece mais. Qual a chance, Rafael?

Eu, na carnívora, porque você sabe que eu sou médico carnívoro. Eu sou médico carnívoro da selva, porque os meus pacientes precisam da dieta da selva. Tá? Porque eles vêm da bagaçada. Mas eu, que fique bem claro, eu sou médico carnívoro sempre. Eu não como fruta há dois anos. Então, quando eu digo, essa é a dieta da selva. Porque a dieta da selva é a carnívora sem fruta.

E eu digo no final, não precisa de fruta, não precisa de fibra. Fibra? Mas isso é uma besteira que a humanidade inventou. Você comer fibra, algo que você come 100% e bota pra fora 100% daquilo, Rafael, o corpo está dando um sinal. Isso não era pra ter entrado, vai sair 100%. E o cara, né? Mas fibra é bom, não sei o quê. Eu era um top vaso, entendeu? Tinha que dar 10, 20 descargas. Às vezes tinha que tirar de dentro do vaso. Agora imagina.

Num restaurante, numa casa de um parente, na casa de um amigo. Gente, é constrangedor. E aquilo era o que chamava de dieta saudável, cheio de verdura, de legumes, de folhas. Hoje, na carnívora, não sei o que é dar mais que uma descarga.

Outra coisa, pra você que tá aqui, ah, eu tô 3, 4 dias sem defecar na dieta carnívora. Lógico, se tudo que você comeu foi absorvido, jovem, fica só um pouquinho pra formação do bolo fecal. Eu vou ao banheiro a cada 5 dias, sem dor, sem inchaço, sem problema.

Nem fede Nem fede O meu ainda fede um pouquinho Porque eu como queijos Eu como outros tipos de origem animal Tomo leite Perdi peso tomando leite E pra mim não vale a pena abrir mão Cheguei no corpo, na saúde, tomando leite Às vezes eu tiro leite por um tempo E realmente você melhora aquele pouquinho Aquele 5% Mas sinceramente, do jeito que eu gosto de queijo Queijos amarelos Pra mim não compensa tirar o leite e os derivados Respira

Na verdade, é muito prazeroso para mim. E chamo qualquer pessoa que não toma leite para ver se é mais saudável que eu mesmo. Acho bem difícil.

Perfeito. Não, é... Com certeza, eu concordo com tudo que você falou, doutor, e eu entendo também como você usa a dieta da selva como ponte. Eu acho perfeito, porque realmente não é pra todo mundo já sair de uma carbolândia de cabeça pra uma carnívora, a pessoa não vai dar certo. É pra poucos. Alguns conseguem, mas são poucos. Então eu acho perfeito essa sua estratégia.

E eu queria te perguntar também, como é que foi o seu processo? Porque às vezes muita gente tem dificuldade, assim como eu tive, né? Em questões sociais, familiares, quando a gente vê parente, eu mesmo quando eu também faço uma viagem, ou às vezes estou em família, estou com parentes, estou com amigos que eu não via há muito tempo. Como é que você conseguia segurar nessa situação, né? Para não sair da dieta, né? Às vezes a pressão social acaba prejudicando muita gente, né?

Olha, tem uma parte do meu protocolo chamada cura de dependência emocional, tá? Combate a dependência emocional. E isso é tudo que você acabou de falar. Então, as pessoas, Rafael, que não têm a cura, não são curadas emocionalmente, elas têm uma dependência emocional. Ou seja, o que a outra pessoa vai falar vai me afetar profundamente. Porque aquela pessoa, ela exerce na minha mente uma...

algo assim, ela é uma autoridade. Vou dar um exemplo claro. Por exemplo, já imaginei, eu chego na casa de minha mãe, ela fez um bolo de chocolate com aquela calda maravilhosa que ela sempre fez para mim na infância. Disse, meu filho amado, como você é amado, e eu soube que você vinha. Está aqui o primeiro pedaço do bolo da mamãe. Pronto. Aí eu olho aquele bolo e penso.

Hoje, né? Que eu sou curado de dependência emocional. Por isso que meu protocolo é poderoso, tá? Hoje eu pego aquele bolo e eu consigo identificar que minha mãe, ela tem extremo valor pra mim, por tudo que ela fez pra mim, tá? E tudo que ela passou por mim, tá? Coisa de pai e mãe, que a gente sabe muito bem hoje. E aí, o que é que acontece? Esse agradecimento...

E esse valor, ela tem muito vindo de mim. Mãe, mas eu te amo também demais. Nossa, lembrando aqui do nosso perrengue, quando eu era pequeno, a senhora tirou da sua boca para colocar na minha comida, tal. Mas veja, hoje como nutrição, mãe, isso aqui eu aprendi que me faz muito mal.

me deixa, assim, sabe, sem energia, me engorda, me deixa com celulite, me dá estria. Então, assim, eu vou agradecer muito, tá? Mas eu já estou bem nutrido, né? Já estou bem nutrido. Tem uma carninha com gordura aí, aquela que a senhora gostava de fazer para mim, aquele mocotó, aquele frango, aquela carninha, aí eu estou dentro. Ou seja, você tem que saber diferenciar. Agora vem o detalhe. Doutor, mas isso é fácil. Ruim é se sua mãe ficar sentida.

Ai, meu Deus, será que meu filho me ama? Não comeu o bolo dele? A gente está falando com a mulher adulta, que precisa resolver seus problemas emocionais. Então, assim, você quer manter sua mãe doente emocionalmente? Ou você quer já chegar mostrando que é cura? Vai doer agora? Normal. Quando a gente se machucava, não passava mertiolata, aquele que ardia? Um médico dando um ponto num corte.

Não dói ali, né? Às vezes ele não pegou muito bem a anestesia. Ai, ai, doeu, doeu, doeu. Gente, toda cura traz dor. Agora as pessoas fogem da dor da cura e vivem na dor da doença. Seja emocional, física, espiritual ou biológica.

Perfeito. Muito bom. Com certeza já é uma excelente dica para muita gente, porque essa pressão social pode vir de muitos lados, familiares, amigos, namorada, esposa, enfim, por aí vai. Tem que ser muito forte, porque não é muita gente que consegue, às vezes, lidar com esse tipo de situação. Mas muito bom, doutor. Muita gente não consegue. A gente está falando aqui, veja, eu estou curado de dependência emocional.

Tem um ano e pouco. Um ano e pouco. Eu tenho 40 anos.

Então, eu tinha muito problema com isso. Não é só comida, não. É opinião. Primeiro hater que falou comigo no Instagram, eu passei três dias de cama, moço. Três dias de cama, porque ele não aprovou o que eu botei lá, o que eu postei. Hoje eu sinto é falta dos haters. Meu Deus do céu, cadê os haters? E quando o hater chega, ele engaja. E aí seus pacientes vão e começam a brigar com o hater. E daqui a pouco o vídeo já está bombando.

Gente, pessoas diferentes sempre haverá. Agora, você sabe quem você é? Sua identidade? Sua família? Seus filhos? O que você está fazendo? Está fazendo mal alguém?

Não. Mas se aquilo... Veja, você vai dar, sei lá, um pedaço de carne com gordura pra uma pessoa. Aquela pessoa se ofende e tal, tal. Veja, o que tem a ver você sofrer? Na cabeça dela, aquela carne com gordura vai ofendê-la. Então, tudo bem. Você estava ali trazendo a cura pra aquela pessoa. Então, eu digo muito à minha esposa aqui, eu digo assim, amor, vamos lá. Eu estou fazendo tudo certo. Tudo certo. Aí a pessoa não gostou do que eu fiz.

Aí ela sofreu e disse que sofreu. Faz sentido eu sofrer fazendo as coisas certas? Que punição há, Rafael, para quem faz as coisas certas? Que punição merece quem está fazendo a coisa certa? Nenhuma. Nenhuma. E por que a gente vai se punir? E por que uma pessoa vai punir a gente? Agora tem os detalhes, né? Vem a cura, você tem que conversar com as pessoas. Eu chegava em... E...

vou dar essa palhinha aqui, tá? Chegava no churrasco, aí a pessoa se perguntava, não vai comer o pão com alho? Aí eu, não. Nossa, que coisa restrita. Não sei o quê. Dava um show, né? E eu, calado. Acabou o churrasco, chamar fulaninho, faz favor, chamar no canto, vem aqui. Veja, vou pedir a você que quando eu estiver comendo, não emita nenhum tipo de opinião negativa sobre o que eu como.

Eu passei o churrasco todo vendo você comer macarrão, eu não concordo. Farinha, eu não concordo. Pão com alho, eu não concordo. E nem por isso eu dei um show. Então, é questão de respeito. Tá bom? Então, evite tocar em assuntos negativamente em relação à minha vida, principalmente em público. Tá bom? Porque eu quero que nossa relação fortaleça e não enfraqueça. Se você ficar me desrespeitando e eu ficar lhe desrespeitando, essa relação vai enfraquecer. E eu quero que ela fortaleça. E aí, o que você acha? Vamos fortalecer?

Aí se a pessoa disser, não, eu sou assim mesmo, eu falo a verdade e não sei o quê, pronto. Então a gente não vai poder nutrir essa relação, porque você insiste em desrespeitar, mas geralmente as pessoas dizem, não, doutor Luzia, nem imaginava que tinha sido tão desrespeitoso. Pois foi, evite.

Não fale mais. Aí, quando eu chego no churrasco com essa pessoa hoje, Rafael, eu tenho 100% de certeza que por mais que na cabeça dele ele esteja achando errado, mesmo que a minha saúde seja 10 vezes melhor que a dele, mas mesmo na cabeça dele achando que eu estou errado, olha que interessante, ele não exprimiu, ele não...

Ele não falou a opinião negativa dele sobre mim. Aí eu cheguei em paz, comi em paz, comi até mais gordura porque eu estava em paz, tá? E saí em paz. Então isso é liberdade emocional. Ou seja, eu chego, a pessoa falou, ela não me ofende, tá? Ela não me ofende. Só que como ela tentou ofender, aí eu vou lá dizer a ela que na nossa relação, se eu perceber que ela está sempre tentando me ofender, veja, essa relação vai ter que ser colocada de lado.

Porque não há como nutrir uma relação onde uma pessoa que diz que te ama, sabe? Te desrespeita descaradamente. E essa pessoa pode ser qualquer parente, qualquer nível. Ah, o Zias, e se fosse sua mãe? Ah, você concorda que da minha mãe era que eu mais deveria esperar a respeito? Sim ou não? E se não está vindo, eu preciso ter uma conversa com minha mãe.

Porque senão, agora você vai entender a conversa disso tudo. Porque senão eu vou começar a evitar lugares que minha mãe esteja. Porque eu sei que ela vai, fala, não tem filtro. E aí, do nada, minha mãe tá num lugar, eu invento uma desculpa. Ah, não dá. Eu tô ocupado. Eu sou médico. Eu tô ocupado. Eu quero andar com minha mãe, moço.

Eu quero estar perto dela. Eu não a amo? Eu quero estar perto dela. Só que a nossa relação, ela tem que ter limites claros. Não é porque ela é minha mãe que pode vir e falar do meu pessoal dessa forma. Eu acho que nunca vi isso. Ela era a mulher que eu mais esperava a respeito. Meu filho, você é um homem de bem, viu? Segura a onda na sua casa. Nunca me ligou pra pedir um real. Saiu com 17 anos. Um médico. Um cristão. Um homem de bem.

Seus filhos bonitos. Bem nutridos. Mora numa casa bacana. Anda num carro bacana.

É o que eu esperava da minha mãe. Aí ela vem falar do meu pão com alho, que eu não como, e que eu sou, sabe? Eu sou isso, eu sou aquilo, tudo negativo. Bom, será que minha mãe me conhece mesmo? Porque tanta coisa boa pra ela falar, mas ela vem falar que eu sou radical, porque eu não como pão. Sendo que eu tô muito melhor que ela.

fisicamente, a gente tem que conversar. Tem que conversar. Ah, ficou tristinha. Nossa, deixe lá, vai curar. É uma dor da cura. É a dor da cura. Você vai deixar de levar seu filho para o hospital porque ele vai tomar uma injeção? Vai deixar ele morrer em casa? Porque no hospital ele vai tomar uma injeção? A dor da cura é sempre menor, muito menor do que a dor da doença. E a dor da doença, às vezes, você não tem nem mais como curar. Perde mesmo a vida.

Fica aí essa palhinha e você que quer ser meu paciente, já viu onde você vai se meter, né? É numa cura completa. Aí você vai entender como é bom viver e como é bom esperar os 120 anos, viu? Você espera viver quantos anos, Rafael? Vou inverter aqui a... Olha, eu gostaria, no mínimo, até os 100. Com saúde, né?

Sua resposta é maravilhosa. Por quê? Porque ela mostra todo o conteúdo que você traz. Na sua cabeça você pensou. Não conheço ninguém que viveu sem bem. Então se eu chegar ao sem, eu já estou bem demais. Sim ou não? Não quero dar peso, não quero ser peso para ninguém. Tal, tal, tal.

Hoje, no nível de conhecimento e de qualidade do meu protocolo e acompanhamento, eu já garanto 120 anos. E eu não brinco com essas coisas, tá? Eu não brinco com essas coisas. Por quê? Porque quando eu digo assim, ó, eu vou chegar a 120 anos, eu vou treinar todos os dias até lá, a minha chance. Eu vou comer carnívoro até lá. E assim, eu vou dar outra palhinha aqui do protocolo ouro, tá? Hoje eu tô bem legal mesmo.

O meu nível de compromisso com a minha saúde, Rafael, é o mesmo do meu casamento. E é o mesmo com a minha vida. Então, se eu for sair da dieta, eu vou ter que...

Dá um migué na mulher, que é impossível isso acontecer, e vou ter que me jogar de um prédio em 13 andares. Porque, assim, essas coisas estão na mesma prateleira. Se um cair, tem que cair tudo. Vale a pena cair tudo? Jamais. Então não cai nada. Ou seja, você sabe ser fiel. Você não é fiel ao seu marido? Você não é fiel à sua esposa? É só usar isso para a sua dieta, para a sua saúde. Seja fiel à sua saúde também.

Por quê? Minha esposa merece minha fidelidade e minha saúde não. Quer dizer, na minha saúde, que inclusive vai fazer parte de eu manter minha fidelidade com minha esposa, por exemplo, minha fidelidade com minha esposa não é só não ter outras. Minha fidelidade com minha esposa é estar bem para ela na velhice.

Isso é fidelidade à minha esposa. Só que para ser fiel a ela, eu preciso ser fiel a mim primeiro. Você entendeu? Então, veja que é muito mais profundo. Então, viver sem dependência emocional, sem ansiedade, sem depressão, sem compulsão, é uma vida boa, Rafael. E por que eu vou viver até 120 anos? Pronto, agora eu prometo que eu parei. Próxima. Nossa, excelente. Muito bom mesmo.

Tem informações aí de terapia, praticamente, né? Porque ajuda a pessoa mentalmente mesmo. Muito bom, já fiquei curioso aí do protocolo, doutor. Excelente. Só uma palinha, só já gostei muito. É, realmente, o que você falou ali, primeiro dando conselho para as pessoas, né? Como lidar essa pressão social já foi... Nossa.

Muito bom, muito bom. Estava tentando encontrar uma palavra melhor, mas às vezes o português some um pouco. Agradeço, agradeço. Fantástico. Vamos falar um pouquinho sobre fisiologia, que eu sei que é uma das suas especialidades, né? O que a fisiologia humana diz sobre a dieta carnívora? Ela urge pela dieta carnívora. A fisiologia humana e a dieta carnívora não há como separar.

porque o que é a fisiologia? É o conjunto de ações metabólicas de um corpo, é como ele se comporta diante do ambiente. Então, você urina, você defeca, você sua, você come, você corre, você tem relações de diversas formas, ou seja, a fisiologia...

É o estudo do fisiológico, da sua biologia, sabe? E nós evoluímos comendo carne e gordura, tá? Você imaginar que você estava andando ali, vai achar uma árvore com a fruta madura. Gente, pelo amor de Deus, passarinho é mais rápido que você. Passarinho já estava de olho naquela fruta há muito tempo.

imagina uma família precisando de nutriente mesmo para lidar contra animais, contra feras, contra outras facções que existiam ali, que porventura podiam entrar em atrito.

e a dieta carnívora lhe dá esse poder de você passar 5, 10 dias sem comer e você consumir da sua própria gordura só que não é 10 dias sem comer é no décimo dia você está mais afiado do que tudo você está em modo de caça

Top com o leão com a barriga cheia, mas não top com ele em cetose. Não top com ele 5, 10 dias sem comer, porque o bicho tá afiado. Ele não vai perder o bote. Então eu vivo isso, eu vivo a cetose. Ou seja, eu estou sempre em modo de caça. Então...

Por isso que eu dou 28 plantões por mês noturno. Eu não conheço nenhum médico que faz isso. 15 diários. Quando eu entrego um plantão de manhã, geralmente meus amigos estão mais estressados e cansados. Dormiram a noite toda em casa. Eles estão mais estressados e cansados que eu. Aí eu paro e sinto. Meu Deus, parecem mundos paralelos. Sabe? Aí chega o hater e faz. E cadê o artigo científico?

vamos embora, vou postar mais um vídeo por causa disso. Eu estou postando pouco, e aí eu vou lá e posto outro vídeo. E eu não respondo esse cara, porque o cara que pede artigo científico, ele não quer respostas.

Ele não quer respostas. Ele não está nem aí. Está na minha foto do antes e depois e ele não tem a capacidade de perguntar, doutor, o que o senhor fez para chegar a esse nível de vida, de saúde? A conversinha é, futuramente pode dar problemas. Pode? Aí você encontra, doutor, fugiu o nome dele agora aqui.

Doutor Dário, Doutor Dário, Dario, chega e diz, eu sou carnívoro há 10 anos. Aí o cara tem um shape que me mete inveja. Me mete inveja. E eu sou um dos caras do shape melhor que eu conheço, sou eu. E o cara me mete inveja. Ou seja, pra eu chegar perto dele, é questão de tempo. É só eu passar 10 anos na carnívoro. Aí chega aquela carnívoro lá que tá 60 anos na carnívoro. 80 e poucos anos. A Meg.

Parece ter 40, 50 no máximo. Meu Deus do céu. Será que ninguém está vendo isso? Será que ninguém vê que... Você já viu um carnívoro reclamar de dor, de problema? É só alegria. Gente, pelo amor de Deus. Quando um grupo que não é parente se une falando que uma coisa é boa, vai estudar aquela coisa. É boa.

Né, Rafael? É muito bom. A gente até se segura pra não ficar parecendo, sabe, quando a esmola é demais, o cego desconfia? Olha agora, tô ganhando massa muscular sem comer carboidrato, tô me assustando, vou ter que folgar os braços dos blazers, já falei com o meu afaiate. Ó que loucura! Sem um carboidrato. E cadê aquela história de que pra ganhar músculo tem que ter o carbo, o carboidrato? Conversa fiada. Pra ganhar músculo tem que fazer o que eu tô fazendo, treinar todo dia. Fazer uma carnívora bem feita.

Eu, Henrique Altran, o Cobra ganhou 10 quilos de massa magra. A Lua Ferrari, o corpo dela é show de bola. E ela ganhou 10 quilos. E Lua Ferrari não é qualquer uma, não. Ela vinha de treino, de dieta. Ela sempre foi muito cuidadosa com a saúde. Então a carnívora veio e disse, aí o que é saúde. Se ela estiver vendo esse podcast, um salve aí pra Lua, pra Antônio e pra Cheque, pra essa galera da carnívora que eu amo de coração. Você, Rafael?

que é um arauto aí da carnívora, essa galera toda, não esquecendo o doutor Leonardo, que meu médico maravilhoso, essa galera toda, a galera da selva também, muito gente boa, Brandini é um coração, que você não tem noção, o tamanho do coração daquele rapaz, essa galera toda da carnívora, sabe, a Jéssica, o Daniel, nossa, foi um prazer, e foi muito bom, e nós da carnívora, fica a fuguinha atrás da orelha, a união é que faz a força.

eu tive a sensação de quando eu comecei a falar de dieta da selva, que, sabe, a galera pesada da carnívoro começou a... Sabe, agora ele é da selva, não sei o quê. Nunca comi uma fruta. E aí? E sou o médico carnívoro da selva, porque meus pacientes usam a dieta da selva. Então...

Faltou até uma comunicação, sabe? Cheguei lá, a galera da selva, eu tô, um abraço, tá muito bem recebido, tá? Então, eu recebo bem o carnívoro, o da selva, o low carb, o cetogênica. Eu recebo bem até o cara da bagaçada, rapaz, pra ele ser meu paciente e melhorar. Imagine!

um cara que já tá se alinhando na vida entendeu, Rafael? Então é sobre isso, é sobre ter empatia, ter misericórdia ter amor de verdade, o amor ele nunca julga, Rafael, ele nunca aponta ele nunca deteriora, sabe? Quando eu vejo alguém, eu talzinho, o senhor é um charlatão, eu disse, olha uma alma precisando de ajuda nossa, meu amigo o que é que eu posso ajudar, tal? Vamos conversar, vem pra cá, rapaz

Não, não quero estar perto do senhor, tudo bem, então não fique. Fique à vontade, fique bem, fique como você se achar bem, se precisar, estamos por aí. Deus te abençoe. É muito legal, né? Perfeito, doutor. Muito bom. Nossa, demais, demais. Como sempre, o último podcast foi sensacional, esse está sendo melhor ainda. Concordo com tudo que você falou.

Vivo muitas coisas parecidas com o que você está falando. Gratulho, rapaz. Gratulho. E como que a gente pode ajudar agora um pai de família que está ali com a esposa, com três filhos, que está sobrepeso, está estressado, está só trabalhando, está comendo tudo errado. Porque tem muita gente assim. Eu conheço familiares e a gente sabe.

Rafael, eu até respondi essa pergunta no outro podcast. E assim, não tem como ser mais educado que aquilo. Na verdade, tem como ser muito mais direto, sabe? Só que veja, eu aprendi que esse pessoal precisa das verdades com um pouquinho de açúcar. Não é que eles ainda comem muito açúcar, então bota pouco, mas já deixa de botar muito açúcar. Mas na verdade, o que me fez mudar foi ver pessoas mudando.

sabe? Foi ver pessoas mudando. Não foi conselho de A, de B. As grandes mazelas da minha vida, foi... Eu só vi uma luz no fim do túnel quando eu vi alguém romper. Quando eu vi alguém dizer eu tinha esse problema e não tenho mais. Aí meu olho fazia... Como assim você não tem mais? Porque eu já tava aqui desistindo, eu achei que era uma coisa inerente à natureza humana, era uma coisa que eu tinha que morrer com isso.

E o cara, não, eu sou liberto disso. Me aprendeu vários anos. Aí eu disse, meu Deus do céu. Aí eu ia lá, assistia todos os YouTube, todos os vídeos do YouTube do cara. E consumia tudo. Justamente pra entender o que foi, a virada de chave, não sei o quê, não sei o quê. E quando eu chegava lá, o cara tava nativa. Sabe? Então, quem são as pessoas que vão salvar as pessoas? As pessoas que estão nativa. Se você for agora, no meu Instagram, tá lá no Story.

Uma hora atrás, duas horas atrás, eu indo pro treino, indo pra academia, mostrando, tomando minha água com sal, meu magnésio, meu amigo. Não podemos perder tempo aconselhando as pessoas, porque cada conselho que você dá é...

tempinho que você podia estar agindo, que você podia estar melhorando. E, Rafael, a frase, ela é perfeita, né? As palavras, elas, elas, elas mexem, mas o exemplo ele arrasta, sabe? E aí, do nada, mais de 80 mil pessoas chegando no meu Instagram nos últimos 30 dias, eu...

Só pode ser o exemplo, cara. Porque eu nem falo demais, eu fico lá só falando algumas coisas que eu já falei várias vezes, tá? E o exemplo tá ali, a pegada. Quem chega, olha e diz, rapaz, ele emagreceu e continua magro. Meu Deus, isso pode acontecer. Então, o meu conselho pra você que tá gordo, feio...

triste, pobre, é, olhe o meu corre, venha pro meu Instagram e fica olhando ali os meus stories, olha, e diga, é possível, aquele ex-gordinho conseguiu, eu vou conseguir também, aquele ex-pobre conseguiu, eu vou conseguir também, e olha que pobreza aqui, eu não tô nem falando de dinheiro, tá? Eu tô falando de pobreza mental, tá?

Nada pode pra mim. Nada dá certo pra mim. Gordura pra mim não dá certo. Proteína não dá certo. Carboidrato não dá certo. Então você é um ET. Porque os três macronutrientes, nenhum presta pra você. Você não tem jeito. Tem jeito pra você. Agora, olhe a vida de quem faz. E se anime e faça também. Tá bom? Então, meu conselho é meu corre, meu filho. É meu corre. Vai lá no Instagram, pode perguntar. Eu falo. Agora, veja, quando você falou. Doutor Zias, como você fez? Aí eu fiz isso, isso, isso, isso.

Doutor Zias, o que é que o senhor aconselha? Aí, meu amigo, aí eu não sei nem aconselhar mais, eu só sei viver. Então, minha vida é um livro aberto. Minha vida, se você não se estimular com minha vida, meu amigo, aí eu sei que você está em maus lençóis. Mas você não vai se estimular hoje. Mas daqui a um tempo, você vai dizer, poxa, gostei do que aquele médico falou. Deixa eu olhar o podcast dele de novo. Aí você vai se encontrar. Porque nem sempre você quer sair daí.

Eu já fui um gordo. Quando eu era gordo, Rafael, nem sempre eu tava tentando emagrecer. Vamos falar sério. E uma vez que eu olhava assim, isso aí pode dar até certo. Mas agora, agora não. Agora não. Deixa eu quieto. Deixa eu fazendo meus lanches de 120 reais de iFood só à noite. Tá? Ah, dieta carnívora é cara. É cara, Rafael? Pra quem come carne e gordura?

É baratíssima. É barata demais. Ah, você quer continuar achando que é caro? Então na sua cabeça é caro e acabou. Obrigadão, cara. Na cabeça do cara é caro. Vou fazer o quê? Eu digo que é barato. Ele disse que é caro. Então, fazer o quê?

Quando ele quiser realmente abrir a mente e aprender, a gente conversa. Mas agora, tem tanta gente querendo saber, rapaz. Eu vou dar atenção para quem quer. Quem não quer, Rafael, quem não quer, não merece atenção nem agora. Aí você fica dando atenção para quem não quer, depois ainda sai como ruim.

Incrível, exatamente isso, doutor, fantástico. Eu queria te fazer mais uma pergunta só, porque eu sei que você é cristão, já tem uma conexão forte com Deus, mas depois da carnívora, aumentou esse seu nível de conexão com Deus, com espiritualidade? Veja, a carnívora e a espiritualidade, eles se retroalimentam, tá?

Não há quem esteja querendo crescer da espiritualidade, geralmente é quem está correndo da religiosidade. Pode ver. Quem está querendo aumentar a sua espiritualidade é porque está cansado da religiosidade, como a gente falou no primeiro podcast. Então, quando você aumenta, quer aumentar seu nível de espiritualidade, e para quem não estiver entendendo, empatia, respeito, amor ao próximo...

Tudo aquilo que Jesus orientou. Amar o inimigo, meu amigo, só quer ouvir uma conversa dessa, quem está querendo evoluir espiritualmente. Amar meu inimigo. Jesus mandou você amar seu inimigo. E como é que eu amo, por exemplo, a pessoa que me, sei lá, que me detona na internet? Vivendo, vivendo, vivendo. Ah, você é uma face vivo, músculo, shape.

É assim que eu amo essa pessoa. Sabe? Mostrando cada vez mais como é viver bem. Entendeu? Isso é amor a essas pessoas. Por quê? Porque se eu não amasse, eu ia lá rebater.

dizer que ele estava errado comendo arroz, feijão. Eu nem respondo, moço. Eu não tenho tempo, não. Não tenho tempo, não. Então, a espiritualidade, ela atrai a carnívora, tá? Por quê? Porque quando você come carne com gordura, já lhe dá uma paz. A sensação de plenitude. É como tomar água, tá? Quando você toma água, que você bata a sede, você fica em paz em relação à sede. Inclusive, se você tentar beber mais, você vai passar mal.

A carne com gordura mata essa fome de nutrientes que você nunca matou. Na verdade, você matou quando você era bebê. Você comia leite materno, que é o quê? Proteína e gordura saturada.

Agora você voltou pra base. Você voltou a comer proteína e gordura saturada nas quantidades corretas. E aí você tem paz nutricional. Você olha e diz, nossa, isso aqui me chamava tanta atenção, hoje é nada. Ah, e aquilo, o pudim da minha esposa, por mais que eu a ame, nossa, não faz sentido mais nenhum, nem vontade. E aí o que é que acontece? Quando eu como a carne com gordura que me dá paz, na paz eu busco mais espiritualidade.

que me leva mais à minha dieta, que me leva mais à paz. Aí isso aqui explode a bolha e vai para a bolha relacional. Aí vai para destruir a dependência emocional, que eu falei aqui mais cedo. E daqui a pouco destrói a ansiedade. E daqui a pouco destrói a depressão. E daqui a pouco vai destruindo doenças mentais que são muito mais perigosas hoje em dia. A doença do século é a depressão.

tá certo? E a obesidade tá totalmente relacionada. Você acha que aquele osias obeso, você acha que ele tava com as emoções alinhadas? Mas nem aqui, nem na China, pô. Todo obeso, escute isso agora, se você anotava aí, todo obeso tem problema emocional.

Todo, todo. O doutor já viu todos? Já. Todos eles. Mas ele tá rindo, tá alegre, tá? Cadê aquela galerinha que ficava dizendo que ser gordo era bonito? Vamos lá. É meu corpo, minhas regras, não sei o quê. Quando chegou o monjaro, todo mundo tomando. Quando chegou a cirurgia bariátrica, todo mundo fazendo.

Veja, apesar de não ser os métodos que eu acho os mais saudáveis, mas são métodos de emagrecimento e quem der conta que corra atrás, certo? A gente só traz aqui a carnívoro que é um método mais saudável e muito mais, sabe, muito mais viável economicamente, fisiologicamente, emocionalmente. Ah, você não quer? Tudo bem. Quando quiser, tá aqui, tá? Tem pra quem quer.

Pra quem não quer, vá fazer o que você quiser. Tá certo? Mas você que disse que ser gordo era bonito, agora tomando mojaro, agora caiu na faca e fez uma cirurgia bariátrica, é porque a realidade é que nenhum gordo é feliz. Nenhum obeso é feliz.

Ele diz, e diz, Rafael, até papagaio diz, até papagaio fala, quero ver de noite, na hora que a cabeça vai ali no travesseiro e diz, poxa, as pessoas me olharam tão estranho hoje naquela fila, sabe? Ninguém me chama para jogar bola, aquela mulher bonita que eu quero nunca me quis, chegou até perto de mim um dia e disse, tudo bem? Eu disse, nossa, ela está chegando na minha, tem como me apresentar seu amigo magro?

Ah, sabia, velho? Eu fui um adolescente assim. Olha o perigo que eu corri. O perigo não, né? O sofrimento que eu tive. Chegava uma mina bonita perto de mim, aí eu, oi, tudo bem, fulano? Ela, tem como você botar seu amigo magro na minha mão? Aí eu disse, meu Jesus. Mas todo castigo pra gorda é pouco, viu? Ninguém me chamava pra jogar bola, ninguém me chamava pra namorar, as que eu queria não me queriam, entendeu?

É isso, são traumas que vão se formando, sabe? E você vai se fechando, e você vai tendo só felicidade na comida. Então a carnívora é libertadora, tá? Jesus é a libertação, a carnívora é a libertação. E não tem como eu separar isso, sabe? Foi a dieta que fui orientado depois que fui buscar a espiritualidade. Então não tem jeito. E nessa dieta você sabe que você tem mais paz, né? E aí você quer buscar mais... Você quer buscar um pouco mais dessa paz. Sim ou não? Então vamos pra cima.

Incrível, maravilha. Doutor Zias, eu acho que nesse ponto, tenho certeza que nesse ponto, muita gente já está bem curiosa sobre o seu protocolo. Fala um pouquinho para a gente como que funciona, para quem tiver interesse. Veja, o meu protocolo, ele é feito de consultas médicas. Então hoje ele é dividido em protocolo bronze, prata e ouro.

O que é o bronze? O bronze é uma consulta médica, aqui como a gente está agora, e ela é feita, peço exames e 15 dias depois a gente se reconecta para ver o resultado dos exames e orientações gerais.

O protocolo prata, além dessa consulta, a gente faz acompanhamento diário. Então, você posta tudo o que você come, eu posto tudo e a gente vai alinhando em tempo real. Aqui vai mais gordura, aqui não é legal, isso aqui não é interessante, isso aqui pode comer à vontade, está saciado. Estou sempre conversando com meus pacientes. E o protocolo ouro, além de ter a consulta e esse acompanhamento, aí você tem o acompanhamento psicológico e psiquiátrico. Então, a gente vai profundamente na dependência emocional.

na ansiedade, na depressão, e a gente tem trazido cura mesmo, tá? Cura na conversa. Porque, pense comigo, se a ansiedade é uma doença mental, como é que eu quero curar com remédio físico? Esse remédio, ele só vai bloquear as sequelas daquela doença, os sintomas, mas a doença está lá, tá? Ainda é tanto que você tem que estar tomando o remédio direto. Mas aí você vem com...

com a cura mental, para uma doença mental, e aí a pessoa para e diz, agora eu entendi, agora eu entendi onde eu adoeci, entendi o que eu tenho que fazer para não adoecer, e é tudo mental, e agora eu estou curada. Pode tirar o remédio, não tem mais sintoma, não tem mais tremores, não tem sensação de angústia, de que vai morrer, está curada.

Tiro remédio de hipertensão do paciente Desde que a pressão esteja normal Tiro remédio de diabetes Todos os pacientes meus Eu tiro remédio de diabetes Diabetes tipo 2, né? Diabetes tipo 1, a gente baixa muito a insulina Tiro antipsicótico Tiro ansiolítico, antidepressivo Por quê? Porque quando a pessoa cura Ela não precisa mais de remédio O problema é que a indústria quer você Dependente do remédio Para que ela lucre todos os anos Tiro

Aqui não, aqui a proposta é uma cura verdadeira mesmo, peso ideal, cura de corpo, alma e mente, e aí o paciente tem, eu tenho um protocolo alumínio, que é como se fosse uma consulta, que é gravado, tá? Então o paciente tem acesso a essa aula, e assim, é como se fosse uma consulta, só não falo o nome dele, tá? Fulano, assim, assim, assim, assim, vou ensinando tudo, também tá lá no meu protocolo.

tá? A gente tá pra lançar o curso dos carnívoros da selva, ou seja, com aula sobre o sol, né? Coisa que a gente falou bem pouco aqui, acho que vai dar pra um terceiro encontro aí, viu, Rafael? Com certeza. Tudo aquilo que rodeia a carnívora, tá? Sol diário, deixa eu ver o que mais, pé no chão, tá? Na grama, boas leituras, boas conversas, deixa eu ver o que mais, água com sal, a gente não falou nada hoje quase, tá? O magnésio, tá? O selênio, o iodo,

Tem coisa pra falar aí, Rafael. E já vai mais de uma hora, meu amigo. Tem. Muito obrigado. Não, então já... Quem quiser o episódio 3 com o doutor Uzias, comenta aqui nesse vídeo, que a gente já marca aqui já com o doutor, porque é muito conhecimento, é muita sabedoria pra um episódio, né? Doutor, sensacional. Como que o pessoal faz pra te encontrar?

Você vai no meu Instagram, tá? Arroba dr.uzias, U-L-Z-I-A-S. Se você escrever só a palavra Uzias no Instagram, U-L-Z-I-A-S, não é U-Z-I-A-S. U-L de limão, Z-I-A-S. Uzias com L. E aí já aparece lá, já aparece. Doutor Uzias, você já segue, né? Hoje...

mais de 200 mil seguidores, graças a Deus, e graças aos meus seguidores, que chegam e ficam. No último mês, Rafael, chegaram exatamente 85 mil seguidores, e só 5 pararam de seguir. Então, ficaram 80 mil dos que chegaram. Aí eu parei e disse, nossa, às vezes caiu alguém ali, que negócio de carnívoro, vou sair daqui. Mas é muito pouco.

Não chegou nem a 5%, né? 5% voltou. E isso me deixa muito feliz, né? Quem diria, né? Há três anos atrás, eu estou com 1.800 seguidores, sem nada para falar, um perfil fechado. Então é possível para você também, gente. A gente mostra a nossa vida, não é para se esnobar.

não é para dizer que está fazendo. Gente, é para dizer que é possível. Daqui a um, dois anos, você está com mais de 200 mil seguidores. Ah, é só o número? Não. É a visibilidade, são as oportunidades, são as portas que se abrem, é como as pessoas lhe veem. Infelizmente, esse mundo é quem você...

é o que você tem, o que você mostra, tá? E aí quando abrem as portas, não, vou abrir as portas pra doutor Uzias, que tem mais 200 mil seguidores, chega aqui e diz, pô, mas o cara é tão humilde, não mudou nada, sabe? Só melhorou, não olha pra ninguém de cima pra baixo, sabe? Nunca aponta ninguém, não aponto nem meus pacientes, meu paciente chega, doutor, eu comi um salgadinho, eu disse, calma, rapaz, o mundo não acabou não, vamos pra cá, vamos pra cima, voltar, né? Nossa, o cara tá precisando de ajuda.

ajuda, as pessoas precisam de ajuda chega o hater, cadê o artigo científico, meu coração ele tá precisando de ajuda não vou falar nada, é ajuda dele é ajuda que eu vou dar a ele, não vou falar nada, não vou dar eu não vou dar, sabe, combustível pra ele, esse ódio que ele tem não, vai olhar meus stories, olha meus vídeos e ele fica, viu, ele reclama lá ele reclama, eu vejo lá, seguindo, seguindo ele reclama, mas fica

Incrível, nossa, show de bola, de verdade. Doutor, eu vejo esse crescimento acontecendo nas suas redes, eu acho incrível, isso é um sinal claro de que você está no caminho certo, está ajudando as pessoas, está fazendo pelas pessoas, e aí está multiplicando naturalmente. Então, parabéns pelo trabalho, continue ajudando mais e mais pessoas e que tenha mais médicos assim como você cada vez mais. Doutor Uzias, muito obrigado pela sua presença aí.

e todo o seu conhecimento. Eu quero fazer um agradecimento especial a você, Rafael, que brilhantemente retirou de mim o meu melhor aqui nesse podcast. É incrível como suas perguntas são conectadas, são direcionadas. Assim, a gente não vai ser bom. A gente pensa, vai ser bom. Aí chega Rafael e faz o negócio ficar muito bom. Então, incrível, muito obrigado. E eu estou falando isso não só por mim não, viu, Rafael?

Eu tenho assistido todos os seus episódios e tenho visto que é uma coisa sua. É você que tira isso das pessoas, tá? Muito obrigado por ser esse cara incrível, por dar o exemplo. Cara, você realmente é uma pessoa essencial e muito importante nesse mundo. Muito obrigado por existir. Digo mesmo pra você, doutor Osias. Muito obrigado por assistir. Gente, muito obrigado por assistir esse episódio. Fique com Deus. Doutor Osias, fica com Deus. Forte abraço. Então, até o próximo.

Boa! Tchau, tchau. Tchau, tchau.