Falando de futebol: três atleticanos e um cruzeirense (sem bairrismo)
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- A experiência de Sável com Yuri Marçal e o jogador PaulinhoYuri Marçal·Paulinho·churrasco na casa do jogador·críticas a jogadores
- A rivalidade entre Atlético e Palmeiras na Libertadores e a figura de Abel FerreiraAbel Ferreira·Palmeiras·Libertadores·deportação de Abel Ferreira
- A importância da paternidade e o impacto na vida pessoaldesafios da paternidade·desenvolvimento dos filhos·frustrações no esporte
- A gentrificação dos estádios de futebol e o afastamento do público popularMineirão·preço dos ingressos·futebol popular·ambiente nos estádios
- A trajetória de Sável como criador de conteúdo atleticanohumor fora da bolha·público jovem·críticas ao Paulinho
- A injustiça na carreira do goleiro Fábio e a perseguição no futebolFábio·seleção brasileira·preconceito religioso
Olá, jovens! Mais uma semana, mais um Hora Boa. E se eu e o Alberto estamos editados para que vocês não vejam que nós estamos um no colo do outro, significa o quê, Alberto?
Nós temos convidados. Que temos convidados, convidados muito especiais. Savel e Alex Gargalhada. Tamo junto, nosso primeiro episódio com convidados de futebol.
É verdade, é verdade, futebol a gente já teve um, esse é o primeiro com convidados. E para você que é da linha do Barbatana, para citar o Toninho Cerezo, você vai estar aqui bem coberto porque hoje nós vamos falar muito de Clube Atlético Mineiro, Galo para os íntimos.
Isso, sim, Galo.
Capítulo 1, falaram em Atlético da Melhoria aqui hoje, mas teremos depois um outro episódio.
Sim, sim, depois eu vou chamar 3 cruzeirentes de sacanagem para falar aí demais, entendeu?
Tem que ser, tem que ser importante.
E aí vai ser ótimo estar com vocês. E prazer, gente, prazer terem vindo aqui. Eu sempre acompanho o conteúdo de vocês. E o engraçado é que o Alex, eu conheci o Alex, foi mesmo há quase 20 anos na aula de jiu-jitsu. E ele é um cara que a gente pode imaginar que chega no lugar, né, e fica zoando. Não é bem assim não, é verdade. O negócio é não abrir a intimidade, porque senão ele vai zoar.
Pronto. Ó, eu acho que o Alex tá mentindo, é estranho de jiu-jitsu, que a orelha dele não tá de acordo.
Ele é pose, ele é pose.
Porque o meu jiu-jitsu é refinado, por isso que não tem nada, entendeu? É por isso.
É só uma cacetinha tirado com agulha, sacou?
Não, não, não tem disso não. Quem tem o jiu-jitsu afiado tem orelha Normal.
Chegou aqui, não falou um osso.
O básico do jiu-jitsu é falar osso.
Falou um osso.
Bom, eu queria que vocês brevemente, primeiro o Alex, depois o Savel, falasse um pouquinho aí sobre você, porque a gente tá fazendo episódio bairrista. Sim, hoje é bairrismo, hoje é, hoje não vai ter eixo, tá certo?
Hoje é verdade, episódio bairrista.
E pessoal, tá completamente liberado, mas o bairrismo também é isso.
E aí o que acontece? O pessoal do Brasil inteiro vai conhecer vocês agora numa perspectiva de que vocês são também criadores de conteúdo de esporte. E eu queria que você apresentasse um pouquinho, falava um pouquinho sobre o Alex, depois o Savel falar um pouquinho.
Perfeito, Roberto, é um prazer estar aqui com vocês. Obrigado aí pelo convite mais uma vez. Alberto aí fez jiu-jitsu comigo, né, muito tempo, numa monte. E você viu que eles falaram, né, primeiro episódio de futebol, ou seja, os outros episódios a gente só de inteligência, pessoas letradas, né. Isso, né? Você não é bobo, né? Você não é profissão. Então é isso.
Mas estão vendo pouco quando fala que o resto é episódio.
Não são, tudo bem, não são, não são realmente.
Jamais falar, já explicado, não tá lendo o grupo, não tá lendo o grupo.
Ô cara, e o Alberto, o Savel e João, teve um momento lá no jiu-jitsu, cara, que pô, o cara é da televisão, né? Então a gente Ele chegou no tatame para fazer uma aula lá experimental, aí fez, fez um bom tempo com a gente. E eu falei com o pessoal, pô, esse cara é o cara da televisão, o cara da memória. É que, cara, sou da memória, tal, isso e aquilo significa o quê? Os caras são menos inteligentes que a gente, né?
Eu já era subcelebridade.
Não.
E aí o pessoal começou, porra, cara, é sinistro, Alex. Eu falei, eu tô te falando, tô te falando. E eu já admirava você para caramba por conta dessa capacidade de memorização. Né? Inclusive, eu sou fãzasso seu, cara, para caramba.
Eu sou fã de vocês.
E é isso.
E eu falo com o pessoal na hora de derrubar ele: cuidado com a cabeça, cuidado.
É mais ou menos isso, João, mais ou menos.
Vamos enforcar não, porque se faltar o arzinho, ele não vai lembrar de nada.
Mas aí, cara, poxa, comecei tem muito tempo. Nunca tive pretensão de, né, lá ele ser estourado na internet. Nunca tive, porque sou corretor imobiliário. Será que eu posso falar aqui?
Pode, claro que pode.
Manda trabalhar com a turma. Savel é Savel. Acho que é eu, né? Falou Alex primeiro, né? Então vamos lá.
Trabalhei de corretor muito tempo, cara. É uma correria foda.
É, não, correria. E hoje, cara, hoje eu faço muita coisa. Eu tenho 3 semanas atrás, eu parei, eu tava lá na roça da minha esposa lá, dos pais, eu parei e falei assim, cara, eu tô fazendo coisa para caramba, cara. Porque a gente trabalha na publicidade, corretagem, eu também represento uma indústria de asfalto, né, todo sistema viário. E assim, tem várias frentes que eu quero tocar ainda, né, que eu falo assim, gente, será que eu vou dar conta?
Porque aí eu vou ter que ser 300 Alex para fazer. Então eu tô me policiando por isso, né? Porque, pô, a gente é pai, aí tem escolha de filho, tem— já viu nossa vida, cara? É bravo, cara, é bravo. Mas aí, voltando, que só me perco, TDAH é forte demais.
Nossa, todo mundo aqui somos pais. Savel, por exemplo, em cada posto de gasolina que vai viajar com atleta, deixa um para trás, entendeu? É complicado.
Luiz adora.
Isso é mentira, gente, vamos cortar essa parte. E aí não tive pretensão nenhuma.
Foi um vídeo que eu fiz para encher o saco do pessoal do Mamute lá, que é os cruzeirenses. E na hora que eu fui ver na internet, tava sendo explorado, né? E aí começou. E gente, eu sou formado em, pode parecer que não, publicidade e propaganda. Fiz história também.
Eu sou historiador também.
Eu também combino com ele. Você combina com ele, eu combino com ele.
Eu fiz direito.
Eu vou chegar a minha parte. Você tá me desafiando. Já é a segunda vez.
Então é isso, né? Tem uma filha maravilhosa, uma esposa maravilhosa.
E aí, para quem não te segue ainda, Alex, dá aquele pluguinho aí para galera.
Alex Gargalhada. Se você quiser seguir, você segue. Se você quiser também, você não precisa seguir também não, tá bom? Tô brincando, gente. Pode seguir aí, fica à vontade. É democrático, né?
É igual um candidato. Eu tô quase votando.
Vota em mim, pelo amor de Deus!
Parabéns, Alex! Potenciando a fraca, pode ir.
Agora você, Isabel.
Ei, Isabel, você apresenta um pouquinho o pessoal?
Agora, porque eu não tenho filho, e aí parece que você é muito melhor que eu porque você tem.
Não, de forma alguma, de jeito nenhum.
Então vou tentar.
O dia que você for pai, cara, aí você vai ver que é a coisa mais maravilhosa do mundo. É um desafio gigantesco.
Vai ter 3 aqui para confirmar para você.
Daqui a pouco chega aí.
É um negócio bom demais, cara.
É sinistro, cara.
É sinistro.
Eu sempre faço um proselitismo do natalismo.
Você sabe o que é proselitismo?
Eu acho que sempre tem que fazer, ter filho mesmo, porque hoje tem esse papo de não, não vou ter filho. Cara, tem que ter mesmo, é bom demais. E a gente vê os menininhos desenvolvendo afeto, porque eu sou pai e a conexão que eles têm com minha mulher é desde sempre. E a comida é aprendida, é aprendida, é uma coisa às vezes que não é tão de carne. Então assim, recomendo, tenha vários.
Agora que vocês falaram, eu vou tentar, não sei muito bem como é.
Mas se você não conseguir, você viaja, aí ela vai ficar grávida.
Depois nós vamos pegar dois bonequinhos e vamos explicar como é que funciona certinho.
Ele é oco, por isso eu já li um pouquinho, mas foi pouco. Mas é muito bom, cara. É só um minutinho, mas é muito bom, cara. Ser pai. Eu acho que o homem que não é pai nessa vida, cara, acho que tô falando a minha opinião, viu? Se vocês não pediram também não, mas a minha opinião, cara, é maravilhoso, velho. É maravilhoso. Você vê o desenvolvimento ali, cara. Eu tenho uma filha, cara, de 11 anos. Aí você fala assim, sou eu, sou eu de saia, temperamento, as coisas. Aí começa na zoeira, Aí você fala assim, caramba, cara, sou eu.
É maravilhoso, é maravilhoso, é bom demais. Nós vamos te mandar depois um vídeo que explica tudo, como é assim, é o pratinho hoje pra galera.
Melhor um livro, melhor um livro. Esse aí eu zerei, viu? Esse aí eu zerei já, tá?
Prefiro ler o livro, eu prefiro ler o livro. De preferência em braille assim, eu não tenho muito interesse não. Hoje não, hoje não. E vocês estão dando corda pra maluco, depois vocês vão se enfocar. Vai, programa vai ter 6 horas, ele tá dando corda pra maluco. Só isso que eu vou falar, pessoal, uma honra estar aqui Meu nome é Savel, eu tenho 26, 20, qual que é a minha idade mesmo?
2001.
Tenho 25 anos, que é essa minha idade aqui, peço perdão. Até por isso eu não tenho a experiência do pessoal aqui. E no momento hoje, para mim, eu prefiro ter uma Libertadores do que o filho. Só que aí o Galo fez questão de 2024 perder uma Libertadores com um a menos desde o primeiro minuto.
Só vou fazer um parênteses aqui, só um parênteses.
Parabéns, viu?
Libertadores essa segunda-feira, tá?
Ainda tô no trauma, só queria falar isso. Não, você vai se apresentar ainda, cara. Eu tinha certeza que o Galo ia perder, mas quando teve a expulsão, um foi com 20 segundos, eu falei assim, nossa, campeão!
Vou contar um caso aqui. A gente viu a final da Libertadores no sítio de um tio da minha mulher no interior, e só ele de atleticano e todo mundo cruzeirense da família que tava lá. Antes disso, a gente tinha visto a final da Sul-Americana lá também, que o Cruzeiro perdeu. E ele zoando todo mundo e tal. Aí beleza, começou o jogo. Na hora que teve o expulso, eu virei para ele e falei assim: sinto muito, Atlético vai perder. O Atlético não consegue jogar contra um expulso.
O Atlético naquele ano, toda vez que ele tinha jogado contra um jogador expulso, ele tinha perdido. Era impressionante, impressionante. Toda vez que o Atlético tinha jogado contra o jogador expulso, ele tinha perdido. Deu 10 segundos de jogo, teve um expulso. Eu falei: mano, Vocês perderam, acabou. Ele falou, não, não tem como, que não sei o quê. Eu falei, pega seu histórico, eu tive esperança, os dois últimos anos, e vê como que vocês estão jogando quando vocês têm que dominar o jogo e tá com jogador a mais.
Foi isso mesmo, vocês jogam atrás para sair na transição, vocês vão perder esse jogo por causa desse cara expulso. E aí a tragédia maior para o Atlético não foi perder o jogo, não foi ter o cara expulso, foi o golaço que fez vocês fazerem a pior contratação da história.
Ele, que eu tenho uma história particular com ele, daqui a pouco a gente vai ver.
Sim, mas vamos lá, continua sendo.
Senhor Júnior Santos.
Mas aí, Jota, tô brincando.
Só que essas coisas aí eu tenho. É, ele dizer que é do jiu-jitsu. É uma honra estar aqui no podcast, uma honra conhecer vocês pessoalmente e estar aqui com o Alex. Perceba que eu não falei honra para você, né?
Muito prazer.
Depois vou explicar o melhor porquê. Eu produzo conteúdo aí desde 2024, comecei em 24, tô 2 anos nessa batida aí falando sempre sobre Galo, a torcida atleticana aí. Hoje a gente atinge, eu atinjo um público aí mais novo, vamos pegar aí dos 15 até os 30, o pessoal tem muito carinho aí. E eu busco fazer um negócio fora da bolha ali, porque quando eu cheguei, o humor é aquele humor de tiozão, normal, né? É aquele humor de tiozão, ah, que Cruzeiro é isso, que cruzeirense é isso.
Eu falei, pera aí, como eu não fui criado dessa forma, eu acho que dá pra gente fazer um negócio diferente aqui que tava em falta no mercado. Aí eu busquei fazer isso, é por isso que o pessoal se identifica, porque é um negócio fora da bolha ali. Você chegar e só falar, ah, cruzeirense é Maria, que sei lá o quê, Eu falo, mano, pelo fato de eu não compactuar e não fechar com isso, eu tento fazer o negócio de uma forma diferente. E hoje vem dando muito certo.
O que você fez esses dias que é foda é a busca pelo Matheus Pereira.
Eu acho que o João tem mais propriedade para falar do que eu, mas o senhor Matheus Pereira, ele tem uma síndrome de desaparecimento, né, cara?
Eu vou ser muito sincero com vocês, o que que eu acho que acontece aqui, eu vou ser muito, muito real. Tem muito jogo grande que ele não joga? Tem. E tem muito jogo grande que ele joga bem apesar de estar marcado individualmente por 2 ou 3, tá? E isso passa sem ninguém ver. A questão do Matheus Pereira é que ele é tão fora da curva, se espera tanto dele, que se ele não faz 3 jogadas místicas por jogo, ele já fala: hoje o jogo foi nota 5.
Então, por exemplo, vamos pegar esse último jogo do Cruzeiro com Flamengo. Cruzeiro jogou mal para caralho primeiro tempo, segundo tempo voltou melhor, depois frouxou na marcação e voltou. O Matheus Pereira não jogou mal aquele jogo, ele só não foi brilhante. Quem jogou mal para caralho aquele jogo foi o Gerson. O Gerson fez uma partida igual ele não tinha feito desde quando ele chegou, que o Gerson chegou mal para caralho, gastou uns 3 meses para engrenar, depois jogou para caralho, desapareceu do jogo.
O Gerson desapareceu do jogo. Eu acho às vezes que a cobrança em cima dele para esse tipo de jogo é muito maior do que é é para outros jogadores, isso diminui muito. Ele não é um cara que é sempre brilhante em jogo decisivo, não, concordo, saca? Mas eu acho uma sacanagem, porque assim, e aí imprensa tem uma coisa que é muito louco, que ao mesmo tempo que você joga o cara para cima, você joga o cara para baixo em 2 segundos depois.
Sim, cara, o Flamengo tem um elenco infinitamente melhor do que o meu, do que o seu, do que o nosso combinado. Olha o banco do Flamengo entrando no time, olha o meu banco colocando Bruno Rodrigues, olha o nosso banco. A verdade é que meu banco melhorou muito nessa janela, muito.
Meu Deus do céu!
E aí assim, velho, o Pedro fez um jogo completamente fora da curva. Os dois toques que ele deu para o gol foi completamente fora da curva. E aí a galera foca no Pedro jogando para caralho, no Flamengo que tem um investimento gigante, o Cruzeiro que tá voltando com a Libertadores depois da maior crise do clube, sem ficar entrando em Libertadores, não tem passo.
Inclusive, um abraço para o Itair Machado, para o Wagner Pires de Sá. Queremos vocês aqui fazer visões.
Eu adoraria que a gente tivesse uma cadeira Mas assim, mas aí eu acho, mas eu acho uma sacanagem com o Matheus Pereira nesse nível de cobrança que tem dele, saca, cara? Porque eu acho ele um excelente jogador, cara.
Agora fala sério, ele é bom.
Que dó que o Everson não foi para Copa. O Everson é o melhor goleiro do Brasil, de longe. Ele é bom, de longe.
Concordo com você, Bate.
Sim, de longe.
Que a perseguição, cara, é aquela síndrome, né, cara, do cachorro grande. No Brasil. Se o cara joga para caramba, bicho, mas tô falando do Matheus Pereira não, cara. Isso é o eixo, é o Hulk.
Aliás, aproveitando, falando do eixo, você tá falando do eixo, coisa interessante falando do eixo, é o Fábio, goleiro Fábio.
Não, cara, eu também, cara, sou atleticano, mas o cara mais injustiçado foi o Fábio.
Mas injustiça, eu quero falar, e o pessoal do eixo agora, eu sei que você sabe qual que é a história que a galera conta da igreja, da igreja.
Não, não é só a questão da igreja. A questão é que tipo, ele foi convocado uma vez e aí fala que ele atrapalhou a festa da galera.
Gente, mas pô, entendeu? Gente, era fácil, é só pedir o cara para se retirar, saca? Porque chamar a gente é fácil isso, gente. Aqui, ó, Fábio, vou falar um negócio. Essa festa aqui não é para você.
É um negócio que é tudo Fábio, porque o Fábio no começo de carreira lá no Vasco e tal, o Fábio era danado, o Fábio era da balada, o Fábio era putanheiro para caralho. Ele virou crente depois que ele curtiu a mulher. Saca? E aí quando ele vai para seleção, ele já era crente.
Quando eu casei também, acabou.
E aí a galera, porra, curtiu uma festinha tal, não sei o quê, e parece que ele meteu água na festa da galera. E aí o pessoal ficou puto. Agora, o Fábio deve ter testemunhado um crime contra a humanidade ter acontecido lá dentro, ser perseguido desse jeito.
Porque eu achei mais louco que foi só ele idoso, com a minha idade, idoso lá no Rio, no Rio, o pessoal falando, ventilando, e para seleção, você tá de brincadeira?
Espero que não vai nunca, já passou, já passou o tempo.
Mas ele foi o cara, na minha opinião, foi o cara mais injustiçado.
Quero falar de um outro assunto que foi muito criticado no começo, agora a galera tá gostando. Opinião de vocês: Seu Madruga com crack, Seu Madrogas vulgo Barba, né? Porque o Barba parece o Seu Madruga ainda mais magro, né, cara?
Exatamente.
Que que vocês acham do Barba? Que que vocês estão achando? Porque assim, porra, eu tava pensando, cara, essa última semana vocês classificaram na Sul-Americana, nós Nós fomos eliminados na Libertadores. Agora, os dois times iam numa fase muito boa. O Atlético, depois da Copa, vinha numa fase muito boa. Teve jogo que jogou pior, mas ganhou, né? Teve um jogo que, puta que pariu, o Atlético dá uma sorte do caralho também. Por exemplo, Copa do Brasil contra o Juventude, mete um gol aos 700 mil minutos do segundo tempo.
Contra o próprio Bragantino agora na Sul-Americana, se o goleiro do Bragantino não fosse aquela draga, tinha ido no mínimo para os pênaltis. O Everson jogou jogou para caralho, melhor jogador do time, foi o melhor de longe. E o Bragantino só não levou aquele negócio para os pênaltis ou classificou porque o goleiro do Bragantino é uma mãe. É isso, né?
Ele é atleticano, foi pago pelo Itaí Machado, foi pago pelo Itaí Machado.
E aí assim, o que que vocês acham do Barba? O que que vocês estão achando do trampo? Vocês concordam com o jeito que ele joga?
Só um comentário antes de começar, que eu acho engraçado. É reação do Barba quando faz gol frio, porque não acredita.
Parece que a mente dele é vazia. Qual que é a grande questão do Barba? Inclusive, você elogiou o goleiro Cleiton.
É bom lembrar que ele é da base do Galo, né?
A pior base do Brasil.
Então vamos destacar isso, isso é verdade. O Atlético esforça para queimar jogador de base.
Impressionante. Ninguém vinga, cara. É impressionante, numa boa.
O Cruzeiro tinha uma outra coisa que era fazer jogadores maravilhosos e vender eles a preço de banana. Isso era o bastão do Palmeiras. Agora coloca o Palmeiras.
Agora o Santos, cara, só vê ela, ó.
Não, e o Cruzeiro vem revelando o parque, entendeu? Caralho, cara, caralho, saca? E um trabalho de base foda, duas Copas São Paulo nos últimos 10 anos aí contra o pessoal do Eixo, muito jogador.
E o Estevão era da base, era só que teve um Fantástico lá.
O Estevão era da base, nossa, do negócio.
Só que o Estevão e Tigrinho era da base nossa.
Loucura do caramba.
Mas sobre o Barba, qual que é a questão? Para quem não sabe, pessoal do Eixo, Barba É o Eduardo Domingues, técnico do Galo, que era do Estudiantes, fizeram muito esforço para sair do Estudiantes. Ele era muito amado pela torcida do Estudiantes.
Estudiantes, eu não sei se o João conhece, é um time, eu tava nessa final da Libertadores que o Thiago Heleno deu o título para o Estudiantes.
Grande Thiago Heleno, abraço, querendo você aqui. É isso.
Só que qual que é a questão, cara?
Aquele jogo foi tão estranho que o Henrique fez um Isso foi 2 a 1, né?
Foi 2 a 1. Ele já abriu 1 a 0 com Henrique fazendo um golaço fora da área, um chute espetacular, espetacular. Quando Henrique fez o gol, tava com um brother meu, falei, cara, eu não sei se é bom não, que é o segundo gol da carreira do Henrique.
É igual expulsar o lugar, eu não sei se vai dar bom não.
Eu vi na hora que saiu o gol do Henrique, eu falei, tá estranho, isso não é para acontecer, Henrique não faz gol. E aí o Thiago Heleno falou, deixa, vô amigo, toca para o pai, e entregou o título para o Verão.
Até o verão, querendo ver você aqui. Só que sobre o Barba, qual que é a grande questão? A gente já passou por muitas fases, Melito, Sampaoli e todos os mais, do qual a gente tinha habilidade. Era um jogo bonito de se ver, mas não tinha resultado. O Barba não é um jogo bonito de se ver. Aquele ali é o terrorismo em forma de futebol, que é o famoso Barba Bowl. Não é um trem que você vai sentar e falar, ó, que da hora de assistir, ó, as triangulações. Não é isso.
Era a época do Cruzeiro com o Mano ganhando o Copa do Brasil.
Mesma coisa, mas ele é efetivo. Ele ganha de 1 a 0, ele empata ali de 2 a 2, ele acha um golzinho, ele dá confiança.
Esse bordão de que se faz mais de 2 gols é basquete, que é um pouco, mas sabe o que que é, cara, que eu acho?
Pelo seguinte, voltando, né, ao outro episódio que nós fizemos, que o pessoal paga caro para ver espetáculo e muita gente não gosta do básico, do arroz com feijão, é o que funciona, cara. Na maioria das coisas, jogador, arroz com feijão, entendeu? Acho que de 100 em 100 anos nasce um Neymar da vida que sai fora da bolha. Mas agora, o jogador e o técnico, que eu acho que é o Barba, que faz o arroz com feijão, mas que tá atingindo ali os objetivos, para mim é excelente, para mim é o melhor. E aquele, e aquele caso, vai vir quem?
Não investe. Que isso, o Procópio tá em casa esperando, tá na beira do campo gritando vamos!
Saviol, para lá, vai lá treinar o time do Galo.
O Procópio tem um bom Twitter, tá? Depois vocês vão ver.
É muito maravilhoso.
Não, acho que vocês não estão entendendo.
Não, é maravilhoso. É muito, eu sigo o Procópio, cara, ele é absurdo, é absurdo, ele é foda, ele é foda. Mas o Procópio como técnico era engraçado demais, cara, porque o Procópio literalmente ele não fazia nada, parava na beira do campo e falava vamos! 90 minutos. Era engraçado demais ver o Procop como técnico, cara.
Ele foi técnico nos times todos, né?
A gente foi jogador também. Eu acho que ele é ídolo do Cruzeiro.
O Procop, puta jogador, puta jogador, cara. É só, só não foi maior porque o Pelé destruiu o Procop. E ele quebrou a perna do Procop, ele quase não andou mais todo dia, saca?
E só deixa eu dar 30 segundinhos de aspas sobre o Twitter do Procop, é que eu acho que só a gente ficar elogiando não tem como. Pessoal, a sua cara da piada, sua cara da piada. Teve um jornalista totalmente renomado que postou no Twitter um negócio assim: São Paulo tá cada dia mais absurdo, o trânsito tá terrível, acabaram de bater no carro da minha mulher, eu tô indignado. O Procópio, tiozão com seus 90 anos, postou assim respondendo: que absurdo, hein?
Manda a foto da traseira da sua mulher. É ele que coordena o Twitter dele, ele é absurdo, mano.
Procópio no Twitter é muito foda, cara, tem muito seguidor, todo consegue ele, cara. Ele é muito engraçado, ele é muito bom, velho. Você falou de jogador arroz com feijão, cara, eu fico pensando, por exemplo, no Tressoldi. O Tressoldi é um cara que quando veio para o Atlético ninguém dava porra nenhuma nele, jogador reserva assim, todo mundo pensou, ah, vai ser um bom reserva e tal, joga direitinho, não complica, é o zagueiro que tá onde o nariz aponta, é para lá que a bola vai.
Voltando ao caso aqui agora, cara, do jiu-jitsu, tá fazendo um Bem bolado aqui, precisamente às 4:20. Vamos fazer um, tem um lutador, cara, que chama Roger Gracie. Tem que puxar, tá? Ele faz o arroz com feijão, cara, porque tem técnicas mirabolantes, tal, do jiu-jitsu, que bota 50/50, sai nas costas, tal, aqueles lutador que os cara é fera para caramba, cara. E ele é 3 golpes. Ele é efetivo em tudo que ele faz. É a luta mais bonita? Não, mas o cara já ganhou tudo. É o Messi do jiu-jitsu, é o arroz com feijão.
E digo mais, tirando quem é atleticano igual o Fred, eu sou meio traumatizado de trazer superestrelas igual o Gabigol. O Gabigol, quando ele veio no Cruzeiro, eu falei, cara, isso aí é muito ego, é muita estrela, tem muito brilho sobre o cara, é muita, muita atenção. Superestrela, grande astro. Um salário altíssimo. Eu sei que tem que ter investimento, mas hoje eu tô preferindo 5 básicos que não vão entregar do que um gigantesco assim que traz o holofote todo para ele.
É porque ali nos 5 básicos ali pode sair uns 3 a 2 ali, viu, Savel, que ó, mano, eu vou te falar, você falou do Roger, cara, eu lembrei, era do Royce, cara.
Não, Royce era o cara que chegava, fazia ali, pau, acabou, e já era, acabou, e já era. Era um cara monstrengo, entendeu? Arroz com feijão.
Pra frente.
E aí ele tinha um Botafogo dele que era o Walid Ismail, e é até hoje, né, cara?
E até hoje esses dois têm uma treta gigantesca. E eu, para mim, nos bastidores ali, os caras são amigos para caramba, tal, isso aqui, mas alimenta. Isso é para mim, mas a treta ali é gigante, velho.
Eu tava olhando aqui o Procop Cardoso, cara, ele tem muito seguidor.
Tem, cara, lógico, velho, ele é muito bom, cara, ele é espetacular, cara. Procop é espetacular.
Que ele tinha tanto seguidor não?
E ele tem uma perda de memória recente que todo dia ele posta os mesmos tweets. Ah, que o Pelé quebrou minha perna. Ah, que o Pelé quebrou minha perna. Ah, que o Pelé quebrou minha perna.
Agora, ele deu azar de também de ter o Pelé, né, para poder.
Mas eu acho que ele chegou a ganhar do Santos.
Não, sim, ganhou. Ganhou sim.
Agora, outro azar que ele deu foi de não conhecer manual.
Ah, e o Procopio tava precisando, tá? E o Procopio tá precisando. O Procopio é um cara que pode usar manual tranquilo. Tranquilo, porque o Procopio tá precisando. As entradas já viraram bandeiras, já é complicado.
Imagina, o cara tá lá, no caso do Procopio ainda daria para dar uma melhoradinha, mas o cara tá lá, perda de cabelo, tá mexendo com a autoestima dele. Não é igual o Alex, que é careca por opção.
Eu discordo, eu raspo, é histórico, eu raspo aqui, mas tem cabelo.
Um ponto que eu acho importante trazer aqui Se quer ficar careca, beleza. Agora vamos lá, se tá insatisfeito, tem que aproveitar. Precisamos te contar, jovem assim, ó, igual o Savel, e tem que usar manual. Eu inclusive uso a manual já.
Alberto usa há anos, há anos antes da manual nos procurar, o Alberto já usava. Porque na verdade é um, é uma, e assim, ganhando e Deu aquela segurada bonita. Ó o cabelo do homem aí, ó, o homem tá maravilhoso.
E esse mês tá com a promoção só até o dia 31 de agosto. Olha só, olha só, se o cara tá comprando pela primeira vez com cupom do Manual, cupom HORA BOA, vai ter na primeira compra 40% de desconto no primeiro pedido. Mas não é só isso não, tem mais, tem mais, cara. É porque nesse mês até o 31 de agosto, se o cara comprar o tratamento de 6 meses, ele vai ganhar um vale compras de R$100 Netshoes.
Aí, R$100 Netshoes, 40% de desconto no tratamento mais 100 pila na Netshoes.
Se ele comprar o de 6 meses, ele ganha, não tem o quê, tipo, ele ganha R$100 Netshoes para usar como quiser.
Eu quero.
Então, sabe o que é influencer que fica viajando para toda a América do Sul em altíssimo luxo? Ainda vai economizar 40%.
O processo, cara, é super simples. Você acessa o site Manual pelo link aí que tá na descrição do vídeo, pelo QR code, responde o questionário sobre saúde. Aí o médico especialista vai avaliar seu caso, sabeu? E se houver indicação O tratamento é preparado por uma farmácia parceira, enviado para sua casa, um frete gratuito, uma embalagem totalmente discreta, sem identificação da marca na parte externa. E tem uma coisa que é importante trazer, é que muita gente que faz implante e tal, que mesmo o cara que faz implante tem que cuidar depois, você não deixa de ter, né, calvície.
É algo que não tem cura, não tem cura. E uma coisa que eu não sabia É porque meu pai, ele é muito careca, ficou careca com 20 e poucos anos, tipo sem cabelo nenhum. E quando eu passei dos 30 aos 35, pô, não vai cair mais, cara. A chance de alguém homem com mais de 60 ter algum tipo de calvície é altíssima, é altíssima. Então aproveita a oportunidade, usa aí o QR code.
Se fizer o tratamento de 6 meses até 31 de agosto, ainda ganha fatura lá da Netshoes.
E o Procop Cardoso pode usar. O cara, o cara é influencer mesmo, ele já percebe, pô, tem que trazer um cara que vai ser importante para a gente poder contar da manual.
Dá certo, dá certo. Stories eu não gravo mais assim não, porque Muito entrada.
Eu gravo só assim, o cabelo piscina.
Mas aqui eu discordo que é opcional essa careca aqui, ó. Acho que ele tinha que usar o manual.
Na verdade, eu já passei igual, perto assim, ó. Imagina assim, ó, você me chama, faço aqui, ó.
Agora, quando te conheci, era raspado já, e tem mais de 20 anos.
A minha filha tem um cabelo black, né, cara? E eu certa hora da vida eu tentei deixar o cabelo crescer, mas aí veio máscara, veio shampoo, veio não sei o quê, veio trabalho.
Eu decidi um dia ter barba, cara. Vou ter barba, decidi ter barba, tá com preguiça de fazer barba. Quando eu descobri que para ter uma boa barba o trabalho era 5 vezes maior do que eu não ter barba, aí eu fiz como barba bom. Eu fui no básico, basicão.
Agora esse aqui, ó, é libertação, cara, entendeu? Tem a máquina, mas eu vou no— eu tenho a máquina, mas eu vou no salão lá na barbearia do Ferreiro por causa da resenha, né? A melhor, a melhor resenha que tem é na barbearia, cara. Aí eu vou lá, ontem mesmo eu fui lá, pet shop, fazer.
E aí, falando até com a gravatinha, né?
Higiênica e gravatinha, é isso aí, é literalmente.
Quer falar do eixo Vou falar uma coisa do Eixo. Tem um craque do Eixo que tá explodindo no Palmeiras, que é o Paulinho. E você tem uma história boa demais com o Paulinho na época do Galo. Se você puder contar essa história, começando você conhecendo Yuri Marçal, como se tivesse um storytelling do Yuri Marçal, do auge do Yuri Marçal e a história do Paulinho.
Muito difícil essa também, né?
Ele foi coordenador tático do Paulinho.
Caralho, é um bom dia! Essa história é boa, essa história é boa. Galo e CRB, Copa do Brasil 2024, que a gente chegou na final, primeira final do nosso estádio. E seu time fez aquilo lá, mas eu não gosto nem de lembrar. Galo e CRB, tava muito feliz ali. O Galo ia jogar contra o CRB lá no Rio Grande do Norte.
Autoprogramar a Alexa.
Vamos, esse aí é outro ponto da acústica. Um arquiteto não conseguir fazer um estádio é uma crítica nossa como letrados. Ah, esqueci de falar, viu, gente, eu fiz direito na UFMG. Que ele falou que fez história, os dois fizeram história, eu também fiz, viu? Não tem que me provar para ninguém não, mas tô sentindo uma competição aqui do outro lado da mesa. Só isso que eu tenho para falar. Galo e CRB, começo do ano, é, o Galo ia pegar o CRB, o CRB era um time muito abaixo, o Galo tinha aquele investimento todo.
E tô ansioso ali para o jogo, 30 minutos antes do jogo começar, Yuri Marçal, nunca tinha conversado com ele, me manda mensagem. Eu falo assim, cara, gostei muito do seu conteúdo, que legal, eu moro aqui no Rio, eu queria conhecer uma galera aí de BH para a gente ir no jogo junto. Falei, Yuri, Não seja por isso. Se você vier até BH, me mande mensagem, vai ser um prazer te conhecer. Sinto que a nossa amizade pode florescer frutos.
O jogo começa do Galo, 2 a 0 CRB com 10 minutos, gol do Igor Formiga. Nesse momento, dentro daquela, dos rituais que você começa a pensar na sua cabeça, o Galo tá perdendo porque o meu chinelo tá virado, que eu tô sentado da forma errada. Eu abro o meu DM e falo assim: Yuri, retiro tudo que eu disse. Nesse momento eu te amaldiçoo e amaldiçoo a nossa amizade. Eu não quero fazer nenhum tipo de amizade com você, porque desde o momento que a gente começou a se relacionar, o Galo tá perdendo de 2 a 0.
No momento que eu mandei a mensagem, 2 a 2, gol do Scarpa, o leitor Scarpa, que depois a gente também tem que tratar sobre isso, entendeu?
Jogador que lê, é o único.
Só não lê contrato sobre Esmeralda, ele tem essa capacidade.
Você é um cara que lê e cai num golpe financeiro de Bitcoin, ou não lê?
Não foi nem de Bitcoin, foi de pedra preciosa. Agora, muito historicamente, de um ex-cruzeirense, né, envolvido ali na história.
Caramba, cara, me ajuda aí.
Agora nos resta horários, Carpim.
É inacreditável, não dá.
Outra história que é boa para a gente voltar, mas voltando lá, aí eu amaldiçoei o Yuri, mas beleza. Depois de um tempo, Yuri veio para cá, eu falei, tá, Yuri, eu vou te dar outra chance, vamos trocar ideia, vamos, vamos conversar. O jogo do Galo foi Galo e Cuiabá, 1 a 1. O Dramado.
O jeito que você fala, Sabor Maravilhoso, parece que a história é no Tinder, né? O cara: oi, gostaria de te conhecer. Não, também não quero nada. Não, ok, vou te dar outra chance.
Eu sou assim, gente, é meu estilo. E aí, 1 a 1 Cuiabá. Galo, como sempre, reclamando do estádio. A grama do Galera é um lixo. Agora é sintético, continua sendo um lixo. E no outro dia o Yuri fala assim: Felipe, o Galo empatou, estamos todos tristes. É um domingo. Mas eu quero te fazer uma surpresa, quero te levar para conhecer um amigo meu. Aí realmente, ali já ficou estranho. Falei, tá, vou dar essa chance, ele é carioca, vamos embora. Chega lá, estamos na casa do Paulinho, o pequeno Paulo.
Você já comentava bastante sobre ele.
E acontece que no meu perfil, como eu não tenho envolvimento com nenhuma rádio grande aqui de Minas Gerais que tem as cores vermelhas, eu não tô, eu sou desprendido, eu sou peito aberto, eu não ligo para ninguém, eu não ligo para ninguém. Exatamente. Quem coça a cabeça liga. Eu sou espiritual. Não ligo para SBT, não ligo para Globo. Eu sou espírito livre, entendeu, amigo?
A produção é minha, ninguém me dá dinheiro.
Nossa, agora sinceramente, vocês deveriam poder, porque afinal de contas as duas rádios que fala de futebol é suas.
Suas não, suas não, do Rubens, suas não, do Rubens. E não chega a dividir a minha época.
Eu vendo apartamento, senhor, e não chega a dividir, tem nada a ver, entendeu? Essa já é opinião minha.
Mas que isso, Atletiá e 98, das duas a 80 por hora é difícil, viu?
Então se eu tivesse dentro da panela, é igual político, Se eu tô dentro ali do esquema de rachadinha, beleza, mas ele tá fora da panela, é difícil. Mas aí no meu perfil criticava o Paulinho, porque uma característica que o Paulinho tem, e agora a gente sente falta, é que ele tinha 10 chances por jogo, mas fazia só uma.
Não, mas agora, sabe, eu vou ter que falar uma coisa, vou falar uma coisa para você.
Que isso, a gente manda o Neyzer para você?
Não, não, não, não, eu não quero, eu acho que já tem um Lasmar, não quero nem informar.
Deixa eu te falar uma coisa, dê chance que ele criava, cara. Mas era o único cara que criava.
E hoje a gente sente falta disso, da criação, entendeu? A gente não valorizava, porque o fato de criar, por incrível que pareça, é um negócio.
E agora, mais uma coisa, cara, o Paulinho no Atlético foi a melhor fase da carreira. E ele foi muito injustiçado na seleção durante o Atlético, porque não foi chamado várias vezes.
Aí já tem outra coisinha também no meio, né? Tem outro tipo de preconceito no meio.
Outro que cria chance para caramba, cara, Coelho é, mas cria, ele chega, ele puxa, cara.
É isso.
Não, e o Coelho foi uma baita contratação, cara. Ele tava barato, o Atlético Paranaense que tava ruim. Torcedor, cara, é um trem, é o seguinte, cara, eu gosto muito do Coelho, eu acho um baita jogador.
Todo mundo quer ganhar, cara, todo mundo quer ganhar, todo mundo quer ser o pica da situação, mas tem um dia que você levanta que você é bunda, meu irmão.
E tem um dia que você vai na casa do Paulinho, e tem um dia que você vai na casa do Paulinho, tem dia que você perde.
Não tem como, não tem como, cara. Porque se tivesse uma mística, Roberto, para só ganhar, só ganhar, tá errado esse negócio.
Mas aí eu cheguei lá, tem, chama Palmeiras, chama Leila. A grana é da Leila e o papel. Agora, o Adem é maravilhoso, né? Porque o jogador do Palmeiras chega, dá uma cotovelada na boca do seu jogador, cai rodando com a mão no peito e o seu jogador expulso, né? Então é foda.
E os portugueses já faz tempo que eles fazem isso com brasileiro, né? É inacreditável.
Levava ouro de Minas.
É, e não é pouco ouro não. Cheguei na casa do Paulinho e eu tinha esse feedback que eu xingava ele muito de burro, de outras coisas.
Jogador adora fazer uma busquinha para ver quem que tá xingando, né?
Então, então aí eu já conhecia meu perfil ali. Só que teve uma questão: quando eu cheguei lá, por incrível que pareça, e o pessoal não é difícil de acreditar nisso, o irmão dele me conhecia. Pô, esse cara grava para o Galo, esse cara recebeu o Davidson uma vez no aeroporto. Esse cara é maluco. Ou seja, cheguei lá forte, cheguei, eu não sou qualquer um. E vocês acreditam que nessa, foi um churrasco à tarde, à tarde para noite, o irmão já viu, falou assim, é aquele cara, tá, Paulinho?
Ele falou de você, irmão.
Graças a Deus, os xingos ele não ouviu. O irmão dele me deu mó moral. E a família do Paulinho e o Paulinho me trataram tão bem, mas tão bem, que depois que eu saí de lá eu nunca mais critiquei o Paulinho. E aí sim eu me senti um membro ferrenho da CTA, porque foi um absurdo, cara. Ele me tratou tão— o Paulinho é um cara tão humilde, tão simples, não só ele, mas o pai, a mãe, o irmão dele. Não, é um absurdo, é uma simplicidade, uma humildade de outro mundo.
E aí depois, e eu sou um crítico aqui, você pode ver que no meu celular, que quando eu ligo a câmera eu xingo é todo mundo. Depois disso, Paulinho perdia um gol, eu falava, gente, ele é um ser humano, seres humanos não podem errar não.
Mas eu fiquei sabendo, você deu conselhos para Então conta essa história.
Ó, o Sabel dando conselho.
Não, então eu tô um pouco acima do peso.
Senta aí que já vem história agora, brother.
A minha camisa ali, ele falou assim: Paulinho, pega uma bola aí que eu vou te ensinar uns bagulho.
Sabe o que que é difícil? O Paulinho, ele é de 2000, eu sou de 2001, e o nosso biotipo parece que eu sou um extraterrestre, velho, que eu sou gigantesco e o Paulinho é fininho. Mas eu falei para ele, 302, Paulinho, Paulinho, Paulinho, calma na hora de finalizar, Paulinho, você tá muito nervoso. E ele falou assim, sabe, ó, cala a boca, por favor, olha quem você é, olha quem eu sou. E tá tudo bem, tá tudo bem, eu aprendi a lição.
E hoje ele tá comendo a bola dentro do Palmeiras, cara. Vocês têm noção que a contratação dele foi muito cara e ele pagou isso com um gol contra o Botafogo no Mundial de Clubes? Paulinho é absurdo, gente. Paulinho é surreal, surreal.
Eu sinto falta dele, velho, muita.
Um dia volta para casa aí. O Palmeiras não combina com você, Paulinho, com todo respeito. Você sabe bem do que eu estou falando aqui. Nem de política nem de religião, mas o Palmeiras não combina com o senhor.
Volta para casa. Agora, os gols, é gols, gols mais difíceis, cara, ele fazia, fazia. Usa assim, parece mentira, não vai fazer isso não.
Agora eu queria aproveitar que agora ele teve uma contusão muito séria lá, né, cara?
Então se a gente parar para falar nisso, ele machucou no Galo, ele forçou, ele ficou forçado no Galo para ele ficar fora da Libertadores.
Estresse na A canela tava uma coisinha que ele tinha que operar antes. É muito sério, ele tava com, eu acho que fratura por estresse já, ele tava semibichado já, saca? E forçou, forçou, forçou até ter que fazer uma cirurgia que tirou ele muito mais tempo do que tiraria.
Eu tenho um enteado que gosta de você para caramba, já comprou o curso seu, cara, Daniel. Hoje até estudando para medicina e tal, só para cortar aqui, quebrar o, né, o coisa. Gosto de você para caramba, cara.
Então manda um beijo.
O cara é seu fã, viu, velho?
Devia ter vindo aqui hoje.
Pois é, não, ele tá lá estudando lá. Um abraço para você aí, ó, vai fazer medicina. Irmão, o cara é seu fã, viu? Tamo junto, tamo junto aí.
Valeu aí pela menção.
Se o Daniel quiser fazer um curso de memorização para facilitar para medicina, você tá lá?
Se você quiser promoção, pergunta aí na tela.
Aprovação!
Com mega desconto que tá aí na tela. Não foi convidado, foi o João.
O João, cara, o João do Mercê. É isso, mas quando a gente aprende, a gente aprende.
Então, gente, quer memorizar? Na verdade são técnicas que— detalhe o seguinte sobre push memorização: não é um curso, tem que fazer ele todo, não, que você não vai ficar gastando tempo estudando. Para memorização, já tem que estudar as suas coisas. Eu vou fazer, você vai estudando, e aí você ao começar a estudar, você já começa a aplicar a técnica imediatamente. Então não existe memória ruim, existe memória que não está tendo bom hábito de memória.
Um exemplo, e para nós que temos um TDAH violento, ajuda para caralho.
Eu virei campeão de memória com TDAH por conta de técnicas de memorização. Um exemplo claro, a gente guardava antigamente número de telefone Hoje a gente não guarda mais, mesmo TDAH. Por quê? Porque existia um hábito. Não que seja importante ter número de telefone, existia um hábito. Menos para você, que você é uma criança e você não tem isso, mas existia um hábito da gente guardar os números de telefone, certo? Então aproveita a oportunidade mais uma vez. E vamos fazer de novo aquela aula VIP para quem comprar nessa semana.
Nossa, vou falar a verdade, eu tenho que fazer, cara, porque eu não sei o que que eu tomei café de manhã.
Já ganhou de presente. Eu também, claro, velho.
Claro que eu também.
Desculpa, desculpa. E a gente aproveitando aí a pausa do merchan, me conta aí, Alex, a viagem do Paraguai.
A viagem do Paraguai, a odisseia.
Foi a verdadeira odisseia. Christopher Nolan, ele fez o filme baseado na nossa viagem.
Meu Deus do céu.
Hoje, hoje tem uma galera maluca mudando para o Paraguai e vem dando muito certo, tá, galera?
E ó, Paraguai, falar a verdade, cara, como que foi a viagem de vocês? Para negócio ali, o Paraguai É surreal, sério. Para imposto, essa carga tributária que a gente paga aqui no Brasil, cara, mas depende do negócio, cara.
O pessoal tá aí para vender.
Só que o seguinte, né, tem muita gente abrindo empresa no Paraguai para dar uma transferida aqui para o Brasil. Então assim, é negócio. Não conheço muito bem, mas assim, pelo pouco que eu sei, é para quem sabe, tá? É não, mas assim Tem lá o microempreendedor que pode fazer isso e tá dando certo, tá dando certo. Até então, né, os governantes aqui no Brasil vetarem esse negócio, mas tem muita gente mudando para Paraguai.
E vocês foram, e vocês foram percussores, é que vocês foram primeiro lá, vocês alugaram a van e foram com a galera.
Qual foi o rolê? Está escrito lá, nossa odisseia. Né, na verdade nós fomos, a Coca do Gugu foi alugada por uma casa de apostas e nós fomos, né.
Mas assim, eu acho que a gente tem que ficar em casa para falar a verdade.
Foi uma galera, não é? Não, não, não, não, sabe, ó, você tá certo. Vamos lá, vamos começar. Tentou A, tentou B, tentou C, quando chegou no Z tentou todo mundo, aí todo mundo falou assim, ó, sabe aquele negócio assim, ó?
O cara fala assim, eu vou de van nem fodendo, você tá louco?
Eu valorizo. Sabe quando o cara tá lá tomando aquele suco, aquele vinho na casa dele, comendo aquele queijo parmesão e tal, isso aqui?
Aí ele, gente, tem um Savel e o Alex, eu não aceito migalha, eu aceito ticket.
Aí nós fomos, cara.
Eu falo, gente, aqui, ó, o avião fechou, que a gente alugou um avião também, mas sobrou a van.
Cabe de van para o Paraguai.
Quantos dias, cara? 2 dias para chegar?
3, 4.
É porque nós paramos para dormir, né? Claro, a gente tava com motorista, é o mínimo também, né?
Não, assim, é, vamos beber. Não tem uma van para você estar e o motorista é bom? Não, é um dos sensores. Vocês vão ver esse ano aqui, pô, igual novela da Globo. Que ano que foi?
Que ano que foi? Que jogo que foi? Como que foi?
Era para sair bem antes, só que eu falei, cara, eu, a minha esposa virou para mim e falou assim, ó, Alex, eu queria ir Falei, não, você chama, mas ela tem um negócio que chama diferente da gente, né? Trabalho. Ela é professora do SESI, trabalha 21 anos lá e tal. Só que eu trabalho, não sei se era até quinta, sexta era vago, daí é um negócio assim, eu não lembro, tá vendo? Não lembro. Mas aí a gente ia sair numa quarta-feira, eu virei e falei, cara, eu vou numa condição, sai daqui na quinta-feira ou vai Eu saio daqui na quinta-feira. Se quiser, bem. Se não quiser, pode chamar outro.
E tá bom.
Não, não, beleza, ela vai. Aí nós fomos. Foi eu, Camila, Isadora, Savel, foi o Militão, foi um fotógrafo, foi aí o Vitor, fotógrafo. E foi isso, né?
Para final da Sul-Americana. Você que é cruzeirense deve lembrar. Inclusive, um abraço para ela, Michelle Music. Fomos naquela musiquinha ouvindo durante todo o trajeto. Vamos, Galo! Ganhar a Sul-Americana.
Agora posso falar, essa música é muito boa, cara.
Melhor do que isso, só o Michael Jackson dançando.
É bom, é bom.
Mas eu sou dono do clube. Faltou essa cena no fim, velho.
Aquilo é bom demais.
E vocês foram criando conteúdo no caminho?
Na verdade, a gente não cria conteúdo, é só cada hora.
Não tem esse negócio de, ah, tem que fazer esse negócio. Sai na hora.
Foram espertos, foi uma espécie de safári. Eles botaram um videomaker com a gente, a gente só vivia, entendeu?
Foram criando conteúdo e tal. Tipo assim, ó, tinha o Big Brother e a Casa dos Desesperados, Sérgio Malandro. A gente era da Casa dos Desesperados.
Então era aquilo, cara, maravilhoso.
Assim, ele foi show, viu, cara? Aquela era show para caramba.
Detalhe muito especial que esse mundo de influencer, vamos falar a verdade, tem muita mentira. Muita gente finge que é magra e não é magra, todo mundo é gostoso. Só que o Alex, ele é isso aqui na vida real, não é personagem. E tem dois detalhes que é engraçado: o Alex não bebe, ele não bebe cerveja, ele não bebe nada, ele é assim na vida real. E ele é viciado em energético. Junta as duas coisas, ele não dorme na van, não dormiu na van enquanto todo mundo tentava dormir no caminho entre Ribeirão Preto e Assunção.
Depois da gente passar por Betim e toda ali a trilha de Minas Gerais, ele tava acordado. E ele não usa fone de ouvido, ele gosta de conversar.
Então ele contava gente por gente.
E tem mais um detalhe que é inacreditável, você Tá dormindo, Savel?
Você dormiu, Savel?
Você acha tal coisa? E tem um detalhe que é inacreditável. Na pouca conversa que eu tive com vocês, eu já vi que vocês gostam de futebol e de Galo. O Alex, ele não gosta de futebol não. Ele é Galo, mas nem gostar de Galo ele gosta direito. Tanto que na volta, depois do Galo ter perdido, tava feliz da vida, meu irmão. Sorrisão no rosto. Isso não vai me afetar, a vida é tão linda, meu amigo.
Mas eu fico puto 10 minutos, depois acaba. Vai adiantar, vai adiantar eu ficar puto? Eu tenho uma coisa, é o seguinte, cara, eu detesto comentar futebol, eu sou objetivo. Aí o pessoal vira e fala assim aqui, ó, pô, cara, o Hulk chutou a bola, pegou na trave e saiu, mas se ele tivesse batido, cara, ele errou, pronto, acabou.
Não tem, não tem.
Deixa eu te ajudar aqui, Alex. O Savé é muito novo, você é atleticano há muito mais tempo que ele, então você tá, eu não vou falar, cara. O Atlético já sofreu muito mais que você, de depois de 71 até 2000 e pouco, meu filho, foi uma draga do caralho. Então você acha mesmo que chegava era roubado e só ganhava regional?
Você acha mesmo que eu vou ficar puto que o Galo perdeu?
O torcedor atleticano pré-Ronaldinho, pré-Libertadores, pré-segundo campeonato brasileiro sofreu algo que eu sei que é novo, nunca entende.
Ninguém vai entender, porque agora, cara, são outros tempos. Não ganhei pior agora, sério mesmo.
Mesmo perdendo, igual torcedor botafoguense que pegou a fase boa.
Não, mas o Galo tinha uma coisa que era horrível nos anos 80, principalmente até 89, 90, até o final dos anos 90, cara. Sempre chegava e morria na praia. Não era aquele time ruim que a gente desiste, não. Era um time que sempre estava na quarta de final, na semifinal, e perdia todos. Inclusive tinha um ranking na época dos times que mais, mais fizeram jogos, mais semifinais, o Atlético era o time que mais tava em semifinal.
Não, o Cruzeiro, antes do Brasileiro ser por ponto corrido, o Cruzeiro é o time que mais terminou em primeiro. Cruzeiro terminava em primeiro e era eliminado no primeiro jogo. Isso aconteceu milhões de vezes. E normalmente era assim, o Cruzeiro terminava em primeiro, aí uma draga igual uma Portuguesa do Capitão terminava em oitavo. Aí o Cruzeiro ia lá e perdia para Portuguesa. Que isso? Não, era Há 200 anos aconteceu.
Apesar de que eu sempre vou advogar por mata-mata. Eu acho que o ponto corrido chato. É bom, eu acho chato. Tem Copa do Brasil, mas eu acho chato demais.
Mas aí era isso. Então assim, não vou, cara, sério mesmo. Eu sou objetivo.
Eu acho Copa do Brasil ótimo.
Aí se, e se plantar um pé de silêncio, até hoje não deu nada, nada, nada. O negócio lá, ó, tem que treinar para ganhar. Igual eu falo com a minha filha, minha filha, ela não vôlei. Minha filha tá no vôlei agora, né, cara? O jiu-jitsu me trouxe isso, o Mamute me trouxe isso.
Então abraço, Mamute.
Você tem que entrar dentro da competição, Savel, é para tratorar, seja ele quem for. Não dá espaço, não deixa o seu oponente respirar, meu amigo. Com todo respeito, tal, isso e aquilo, não deixa respirar. Você deixou respirar, entrou, meu filho, acabou, já era. Igual o Mamute falava comigo, meu amigo, na luta de jiu-jitsu é o seguinte: Gente, não deixa na mão do juiz para contar por ponto. Se você quer ganhar, finaliza, finaliza.
Então tem isso comigo, falo com a minha filha: opa, eu fui mal, eu fui mal hoje no jogo e tal. Pois é, Pietra, você foi mesmo. Então treina, treina.
Pronto, acabou.
Não, cara, não tô tratando igual Michael Jordan não, não tô tratando igual Michael Jordan não. Sabe por quê, bicho? É o seguinte, hoje tem aquele negócio, é Pô, cara, você não pode fazer isso com seu filho, você não pode fazer. Antes ela achou, isso é a minha opinião, antes ela chorar porque tá perdendo do que ficar um derrotado aí falando, ó, nossa, é isso, é aquilo, e não buscar. Então que ela busque, que ela chora, que ela tenha aí, ó, não tô falando certo, que ela tenha, que ela tenha, cara, as frustrações dela no esporte, sendo no trabalho, porque amanhã no ambiente de trabalho trabalho, meu irmão, ninguém quer saber de você.
Se você não sobressair, você é novo ainda, se você não sobressair, meu filho, o azar é seu.
Isso tá colocando isso para treinar, coisa difícil.
Não, mas a gente tem que preparar menina para o mundo mesmo, cara, porque em casa a gente protege, lá na rua não protege não, cara.
O Rafinha esses dias tomou um tombo, e uma coisa engraçada de filho é que ele cai e ele sempre olha para mim. Ou para minha mulher, para esperar qual que é a reação que ele dá. Aí eu falo assim, pode levantar, levanta aí, me chora, levanta. Mas se eu ficasse, ô, tadinho.
É isso, Alberto. Eu vou te falar a verdade, eu vibro, eu vibro por dentro quando a minha filha perde e chora, e chora, que eu falo assim, tá ali, cara, alguém tá buscando. Alguma coisa que ela não tá aceitando. Tem que aceitar derrota mesmo. Não, não pode aceitar derrota, embora, embora é contrário disso que eu tô falando, mas faz parte.
Eu não consigo entrar tanto na conversa porque eu não sou pai, com a criança não, cara.
Mas esse também é a vida real também.
Mas em geral, mano, tá certo.
Agora, aproveitando aí o Sávio tá tomando a palavra. Como que foi?
Deixa eu só perguntar um negócio da viagem para o Paraguai, que é uma curiosidade minha. Como é que foi o estádio lá, cara?
Nossa, cara, que eu nunca fui ver jogo lá, vou te falar a verdade.
E assim, porra, é o estádio clássico para caralho, que você conhece a vida inteira, vê futebol a vida inteira, todo mundo conhece e tal. Sabe como é que foi o rolê assim? Sabe aquele campinho, tirando o time que jogou mal para caralho e conseguiu a proeza?
Sabe aquele campinho que você jogava nas lá na sua rua lá era melhor.
Lembra muito o alçapão de Nova Lima?
Você já teve a oportunidade? Já, muitas vezes.
Mas tem uma mística, eu não vou mentir não, lá tem uma mística assim de tradicional. Ele não é grande, por exemplo, Mineirão cabe aí 60 mil, ele ali não deve caber uns 30, 35 não, é para menos, né?
Ele cabe, ah não, tô confundindo com Argentina, cara, desculpa, tô aqui falando, pera aí, dá uma espera. Viajado, eu tô confundindo da Argentina porque lá o da Argentina cabe 90 mil, e aí Memorizei o da Argentina, falei, mas vai dar certo.
Esquema de segurança muito, muito forte, tava muito cercado lá, cara.
Você tem bafômetro para você entrar, você não entra.
Eu acho que é isso, não é da Comebol não, é uma cultura do Paraguai, não pode entrar bêbado no estádio.
E a concórdia, diminui muito confusão e treta.
E não vende bebida lá dentro também, obviamente.
Não, diminui muita briga, cara.
Acho que deveria na minha opinião deveria fazer isso, sério mesmo, cara.
Porque seu time igual o Galo, não, maluco já tá alterado, cara, aí fica puto com o jogo, aí um cara grita qualquer coisa, a chance de arrumar uma contaminação mesmo.
Por que que eu optei de ir para o camarote, cara? Não é porque eu sou bambambana, não é porque eu sou Alex Aguilera, não é isso, não é isso, cara. Aí, ó, porque o Savel sabe, é porque estragar seu terno da Armani, eu entendo, pô, sapato de cromo alemão, terno da Armani, tá o Galo jogando, Galo e Conchinchim.
Quando bate a sombra de um pobre em cima, você fica bem incomodado.
Não, não, não, sabe disso. Galo e Conchinchina, Galo jogando, tomando 2 a 0, 30 minutos do segundo tempo. Você tá lá na arquibancada, o cara do seu lado fala assim: você tem que falar na diretoria, olha lá como é que o Alberto tá jogando, você tem que falar, sabe, já tem voz ativa, você tem que falar. Aí começa, velho, aí começa, tá entendendo, cara? Então o cara que já tá, ó, aí começa, meu amigo. Não dá, não dá. Então por isso, cara, que hoje eu optei para ir no camarote.
Fora o que você fez no meu pé, você tá bebendo muito perto, você derramou em mim.
Nossa Senhora, vai lá, você gosta de brigar.
Eu não sei como é que é o camarote, mas deve ser bonito.
Eu nunca fui não. Agora eu tive uma experiência, meu pai nunca gostou muito de confusão, de ambiente assim. E aí teve um Atlético Português de semifinal, 1996, 97, perdeu. Acho que foi gol do Alex Alves, eu acho.
Foi o ano que a Portuguesa perdeu para o Grêmio, roubadação.
E aí o que aconteceu? Meu pai não queria de jeito nenhum. Eu sempre com os colegas e tal, ô pai, vamos junto. Não, mas tem esse negócio de urina. Pai, isso é lenda, não é assim também não. Vamos lá e tal.
Cara, foi uma bagunça, 100 mil pessoas.
O único dia que eu levei meu pai, eu tinha tipo 100 mil, eu não sei como que cabia. 100 mil pessoas, era tipo 100 mil pessoas mesmo, cara.
Não era nessa época, era 100 mil pessoas.
E aí quando a Portuguesa fez aqueles gols que o Galo toma no finalzinho, eu posso ter errado, não importa, eu não estou aqui me importando com o que aconteceu de fato. Alguém jogou um copo de urina para cima que caiu no pé do meu pai.
É sempre, eu teve sorte que caiu no pé.
Aí meu pai Isso é urina, cara.
Não é nossa, não, pai. Não, também é. Os cara quer cheirar, quer cheirar o de beijo.
O Bia pegou o copo. É urina, é urina, gente.
Cara tava marcando território, é normal no estádio.
Cara, eu tive no Cruzeiro e Vila Nova, que foi os 130 mil, né? Nossa Senhora, 129 mil e não sei quanto, que foi o recorde de público do Mineirão, que era R$1 o ingresso e mulher e criança não pagava. Então assim, foi o maior público de todos os tempos do Mineirão, foi o recorde geral do Mineirão, cara. Assim, Mineirão com 90, 100 mil era muito comum nessa época, daqui 90, todas final, semifinal, Copa do Brasil, jogo grande, Libertadores, Recopa, tudo tinha 90 mil para cima, 80 mil para cima, tranquilo.
Esse dia, cara, tinha quase Na arquibancada você ficava em pé grudado junto com mais 200 pessoas, de um jeito que você não conseguia mexer de um lado e para o outro. E aí fui eu e meu pai, a gente tava na arquibancada mais para baixo, cara. De repente começou a voar copo. Primeiro copo que bateu na gente tava gelado. Eu falei, porra, graças a Deus, tá gelado, tá cerveja. Na hora que o copo começou a bater morno, cara, a gente só falou assim, porra, hoje vai ser Então assim, era isso.
Agora uma coisa quero comentar, banheira não podreira, mas eu quero defender uma coisa dessa época, me incomoda muito. Quer saber qual que é a opinião de vocês? Vocês que são, frequentam, né, os camarotes da vida, talvez o pessoal em frente.
Eu não falei que não foi.
O que acontece, desde que teve essa invenção de Copa do Mundo, tiraram o pobre do Mineirão e dos estádios em geral. Então, por exemplo, cara, era comum. Eu lembro que não era tão diferente assim o preço da passagem de ônibus para o ingresso da geral, por exemplo, do Mineirão. Não era uma coisa discrepante.
Era muito barato.
Você tinha possibilidade de arquibancada, era barato, do povo assistir o esporte do povo. Não, e quem não era do povo podia numerar.
Quem ia muito no Mineirão nessa época sabe, cara, você não viu uma mulher, cara. Você não viu uma mulher, você custava ver criança, é, você custava ver criança, você custava ver mulher, porra, cara. E assim, a gente é de uma época que os bagulho era louco, sabe? Aparecia mulher no negócio, a galera já começava toda com a misoginia e falar que ia pegar, que não sei o quê. Era um ambiente 99% masculino, brutal, cara. O entorno do Mineirão era era pesado assim, era legal não, não era legal não.
Quando o jogo era à noite, tudo escuro, briga de torcida para caralho, briga no ônibus para ir, assalto para caralho. Todo mundo ia com a carteira enfiada no saco.
Mas que melhorar essa segurança então, João? Vai tirar o estádio?
Não, eu não tô falando que devia tirar não, não, não, não, eu não devia tirar não. Eu tô falando que são dois problemas diferentes. Que que eu tô te falando? Eu acho um absurdo a gentrificação do estádio. Futebol sempre foi um esporte popular, sempre foi um esporte para todo mundo, e hoje em dia, cara, é proibitivo. O sujeito que tem mulher, 2 filhos, vai comprar um jogo, os ingressos, estacionamento, comida.
Absurdo, cara.
Gasta meio salário mínimo com a mulher e 2 filhos. É insano, é proibitivo, e gentrificou, tirou o povo que ia de fato no estádio do estádio. Eu acho um crime, por exemplo, não ter geral. Acho um crime não ter geral. Vi jogo na geral minha vida inteira e, porra, a gente ia correndo para um lado, para o outro, a gente viu o campo de frente, sabe? Alguém sabe o que que é, você acompanhava o jogo tal, era do caralho ir na geral, saca?
E assim, eu acho que sinceramente, cara, dava para pegar o melhor de dois mundos. Ah não, sim, sabe? Porque assim, olha só, cara, o um time que tem uma média de público alto, ele continuaria tendo uma grana violenta se o estádio fosse barato. Ele teria o estádio lotado todos os jogos, todos os jogos, mano. Se tivesse preço popular nas arquibancadas, o Cruzeiro lotava o Mineirão todos os jogos, o Atlético lotava a Arena todos os jogos, todos os jogos.
Então assim, é uma escolha que eles fazem de segmentar e de tirar a gente pobre do estádio. Isso é criminoso. Agora, o ambiente que é o estádio nessa época, cara, é uma coisa que, bom, sabe, é um moleque jovem, podia ser nosso filho aqui, ele não tem noção do que que é que a gente pegava nesses Mineirão da Vida, cara.
Não, eu contei, eu contei um off aqui, nessas épocas aí eu fui para o Mineirão Então eu inclusive, foi quando eu conheci a Net Galo, foi 98, 99, foi primeira torcida virtual do Galo, do Emerson Maurílio. E foi onde conheci o Igor Assunção, inclusive, que apresentou, hoje virou artista, ele apresenta 98, Igor Téprio, Igor Assunção. Então bom, e aí que acontecia, eu ia geralmente de ônibus, aí teve um dia que eu peguei o ônibus, cara, eu não era esse negócio de torcedor, porque a Net Galo era bem Era bem burguesa, né, no sentido que você chega, não era aquela muvuca não, tal, não sei o quê, cara.
Eu fui lá e fui pegar o ônibus, cara. Era o ônibus que a Galucura ia. Eu nunca tive tanto medo na vida.
Eu tinha uns 15 anos de idade, era sinistro, cara.
Sabe, não tem noção o que que é isso. É tipo 100 pessoas no ônibus fazendo surf em cima do ônibus, balançando o ônibus. E você sem saber se você vai sobreviver.
Eu tava lá junto com a máfia o tempo todo, eu tava acostumado, cara. E era a galera toda no ônibus cantando: acabou a paz, o Mineirão vai virar inferno, a máfia azul é o terror eterno, o Mineirão vai virar inferno. E passando dando pescoçada e pescoçada em todo mundo.
E você vendo briga da torcida contra ela mesma o tempo todo.
Aí você vê a gente dando tapa na galera louca. E a gente entrava, pô, entrava com sinalizador, entrava com tudo. Os cara ainda escondia arma dentro dos bagulho, sabe?
Torcedor entrava em transe, cara. Hoje também as torcidas entram em transe e fala assim, não, aquele ali é o momento nosso ali, os 300. Aí pronto, legal. Pelo amor de Deus, né? A gente no meio da live, o cara deixa o telefone.
É o pessoal avisando do camarote, é o pessoal avisando do camarote, entendeu? Falaram assim, senhor Joel, o heliporto está te esperando para sua chegada no camarote.
Mas vocês falaram disso aí, na minha, eu sou mais novo, e na minha opinião é um projeto, é igual o João falou. Só que tem um ponto, e aí eu vou falar da realidade do Galo, porque eu não sei de dentro do Cruzeiro. Eu sei que o Mineirão, o Galo instaurou isso esse ano de ter um preço fixo. Então hoje tem o Inter Norte do Galo, é R$29,90 todos os jogos, de todos os sócios também. Então se uma pessoa normal Sem ser sócio quiser comprar, o Mineirão já tinha isso há tempo.
É um projeto que prejudica muito o time, porque quando eu compro um café por R$10, não, quando eu compro café por R$1, coxinha por R$13, coisa boa, daqui a pouco a gente toca nesse. Paulo Brax vai acabar comigo daqui a pouco. Quando eu compro um cafezinho por R$1, eu, e aí é questão psicológica de vocês historiadores, eu não sei explicar por quê, quando o valor é muito pequeno eu não me sinto na capacidade de julgar aquilo dali.
Eu não posso falar, pô, tá faltando açúcar nesse café.
Pô, tá faltando sabor nesse café, ele foi R$1. Mas quando eu tomo um café de R$100, eu posso, eu posso falar assim, cara, esse café aqui foi R$100, eu quero o melhor açúcar, eu quero o melhor sabor nele. E eu sinto isso no estádio, porque a partir do momento que você aumenta o valor de um ingresso, e aí você precifica e você expulsa aquele pessoal que não tem condição de comprar o ingresso, você transforma aquilo num espetáculo.
Então, se o maluco paga R$100, R$150 ingressos, ele é um maluco que tem dinheiro. Dinheiro, é uma pessoa que tem dinheiro e ela quer ver um espetáculo. Se o time que tá lá dentro das 4 linhas não ganha jogos, não faz gol e não dá o espetáculo, ele não fala, para que que eu vou comprar isso aí? E isso acaba nos estádios vazios, entendeu? Porque quanto mais a gente transforma, a gente mercantiliza essa questão dos ingressos, mais o cara vai na intenção de ver espetáculo.
O torcedor, exatamente, afasta para colocar o cara que quer ver um show, que quer ver um espetáculo.
Exatamente.
Porque o torcedor, cara, é o maluco igual eu que vai em todos os jogos da Série B 3 anos seguidos.
É o deleite, é o prazer dele.
Aqui, sacou? O torcedor é o cara que arranca da casa do caixa-prego, pega 3 busão, saindo de trás do Tirol para ir para o jogo com o time mal para caralho, vai lá torcer, vai lá torcer independente do time. É isso, saca? Então assim, é Eu acho que como política do clube, eu acho idiota.
E o problema tá muito relacionado nos donos também. O Pedrinho não posso falar tanto, que Pedrinho parece ser uma caricatura ali de um tiozão gente boa. Eu não conheço ele, mas melhor. Mas o cara também não vira bilionário sendo bobo, né? Vamos ser sinceros. Mas o Menin, ele trata o Galo como uma empresa, e talvez ele tá até certo. Ele é o dono do Galo, ele tem ali MRV, a Itatiaia, o sei lá o quê. Ele fala, não, o Galo é minha coisa.
Ele trata como dono, pera aí, pera aí, vamos falar de ação. Ele é o dono que empresta ele mesmo o dinheiro para aquilo que ele comprou, e a maior dívida do time são os juros do empréstimo que eu mesmo fiz para aquilo que eu comprei.
O cara chama hostile takeover, tá? O que eu falo aqui, ó, toma, anota, você vê no papel e anota.
Nossa, pera aí, é inglês, não tenta, não tenta escrever, não tenta nem falar.
Ele é confuso, ele tem que gravar.
Ele é de hostil takeover. Toma, já vai tomar, vai, vai escrever em inglês aí. Depois escrever errado eu corrijo para você. É tomada hostil em português, tá? Isso é uma prática negocial aonde o que que você faz? Você vai quebrando e minando uma empresa por dentro para pegar ela pelo menor preço possível.
Aí você já tá acontecendo desde lá, isso desde muito tempo.
Só que assim, a partir do momento que eu sou ao mesmo tempo o banco que empresta, o cara que assina de um lado e o cara que assina do outro, é uma vila do Chaves.
O Galo é a vila do Chaves, é dele mesmo, saca?
É o Chaves.
E aí eu decido que o melhor plano para o time é eu sangrar o time com juros para eu enriquecer ainda mais e não investir de volta, tá? E assim, falando só do Pedrinho, cara, só para vocês terem uma noção, quando o Pedrinho comprou o cruzeiro. Ele era muito menos bilionário ainda na época, depois ele ficou ainda mais bilionário. Eu peguei a grana que o Pedrinho tinha publicamente e fiz uma comparação para ver quanto que custaria o cruzeiro para o cara igual ao Pedrinho.
Só para vocês terem uma ideia, o Pedrinho ter comprado o cruzeiro é a mesma coisa de um cara que tivesse R$100 mil em bens na vida, um apartamento, um carro, um pouco de dinheiro no banco, comprar um PlayStation 2 de R$800. É loucura, né? Tá, então o Cruzeiro para o Pedrinho é o melhor brinquedo que um cruzeirense podia ter na vida. Para o Pedrinho é troco de pão, troco de pão. E aí, se você pensa que um cara desse depois, olha o tanto que o BH cresceu depois que ele comprou o Cruzeiro.
Por quê? Porque tá fazendo propaganda o tempo inteiro. Cresceu para caralho. A fortuna dele aumentou e muito nos últimos anos. O dinheiro dele investido num CDB vagabundo pagava o que ele gastou com Cruzeiro em 3 meses.
Pagava inclusive um merchan aqui no ar.
3 meses, verdade. Então assim, cara, é outro nível, é troco de pão para ele. E ele é um cara que é apaixonado pelo Cruzeiro. Cruzeiro. Pese às vezes ele não ser tão profissional com algumas coisas, pese às vezes ele ser o tiozão com coração gigante que o jogador chora e pede para voltar ali atrás, pese esse tipo de coisa, cara, ele tem um amor e uma dedicação com Cruzeiro que puta que pariu, cara. Eu me ver livre do Ronaldo foi lindo, foi lindo.
É ingrato mesmo, é ingrato, é ingrato. Que time é saco, cara. Vou te falar uma coisa, safado. Messi mata o futebol de várias formas diferentes, tá? Quando o Cruzeiro é um clube e eu tava lá e eu era dono do clube igual todo mundo que era do clube era dono do clube, minha preocupação é uma: o dinheiro do Pedrinho, meu irmão, eu quero que o Pedrinho contrate o Messi. Eu tô pouco me fodendo, o dinheiro não é meu, o dinheiro é do Pedrinho.
Eu quero que o Pedrinho contrate todo mundo. Ai, o Cruzeiro gastou 700 milhões esse ano, por mim gasta bilhões por dia. Dinheiro não é mais meu, não é mais meu. Agora, os meninos, velho, e os Quaterre, todo mundo ali no Galo, os caras dilapidam o patrimônio do clube para transferir para eles com os empréstimos mais bizarro do mundo. Eles têm mais dinheiro que o Pedrinho, eles têm muito mais dinheiro, eles não investem de volta, não investem de volta.
Eu acho assim lastimável o que que acontece. Eu vou ser muito sincero com você, Cara, eu sou cruzeirense, mas eu não sou do cruzeirense que eu quero ver o Galo fodido e o Galo não sei o quê não, cara. Eu quero todo ano o Galo e o Cruzeiro na cabeça. Quem que eu quero ver tomar no cu é o pessoal do Rio de São Paulo. Com todo respeito, nossa audiência, não, Flamengo tem respeito lá. Com o pessoal do Rio de São Paulo é que eu quero ver perder, velho, saca?
Eu quero que o Cruzeiro esteja bem, que o Galo esteja bem, e depois dele que seja o Inter, que seja o Grêmio, que seja o Bahia, que seja o Vitória, que seja todo mundo menos o pessoal do Rio de São Paulo. Sabe por quê? Porque a gente cresce aqui aqui fora do eixo ouvindo umas merda do tipo: Cruzeiro em 2003 faz a melhor campanha de um Campeonato Brasileiro de todos os tempos, ganha com dois pés nas costas, o time dando show todo jogo.
Aí Cruzeiro campeão com 200 rodadas de diferença de antecedência, abre um programa do SporTV, abre um programa da Band, Santos campeão moral.
É loucura. Não, é inadmissível isso, cara, saca?
Então assim, eu por mim, velho, pode gastar o que for, mas o que fazem com o Atlético é uma sacanagem ali.
Agora, se a Itatiaia quiser nos financiar, normal, Banco Inter, Banco Inter, estamos abertos. Aí a gente faz depois um outro episódio.
Tem outra, tem outra nas Américas aí também. Tem um Vitor também.
Agora, aproveitando aí esse ensejo todo do eixo, eu fiquei sabendo que o Savel, ele tem uma certa conexão com Palmeiras, em especial com Abel.
Cara, é porque aí já é trauma de infância. Eu vi o melhor galo de todos os tempos, foi o galo de 21, e você falou de 2003.
Cara, é muito injusto isso, o cara é jovem, viu um dos melhores Galos de todos os tempos.
É isso aí, tem como, tá vendo? Aí você vê o tanto que a gente já sofreu, meu amigo, o tanto que a gente já sofreu. E tem mais, ó, e tem mais para sofrer, muito mais. Não preocupa não.
2003, a campanha do Cruzeiro foi muito boa, tá louco. Cruzeiro ganha primeiro Copa do Brasil e o Brasileirão, né? O Galo de 2021 ganha Libertadores por causa de regulamento 40, fora de casa. Mas aí a gente entra no problema. A gente ganha o Mineiro e começa aquela fase dos 6 Mineiros seguidos, ganha o Brasileiro com uma certa facilidade, 2, 3 rodadas de antecedência, ganha a Copa do Brasil de forma fácil, mas tem a Libertadores.
Na minha opinião, o Galo de 21 foi o time que mais chegou perto de ganhar a verdadeira Tríplice Coroa, que é a Copa do Brasil e a Liga. Só que por que que a gente não É claro, tem a questão do gol fora também, mas depois não tinha como a gente saber que ia mudar. A gente pede para o Palmeiras de Abel Ferreira. E eu tenho para mim, eu não acredito muito nesse negócio de espiritualidade não, mas o Abel, ele tem um pacto. A palavra é pacto.
Eu não acredito não, gente.
Ele é enfiado, gente. Ele é uma mochila de criança. Não tem como.
É o próprio diabo do Vilarinho. Era o Abel que tava dançando.
Vilarinho.
Eu sou de Venda Nova, eu sei do que eu tô falando. É o diabo da Vilarinha. Ah, o que que o Abel Ferreira?
Ele tava dançando.
Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera a Acontece assim, é só procurar no YouTube que tem. E aí, esse é o Abel.
E hoje o Capeta da Vilarinha tatuando como técnico do Palmeiras. E a grande questão é que o Galo, ele é impedido de ganhar a Libertadores por causa daquilo. Claro, tem a questão do Nathan Silva que perdeu no corpo o Gabriel Verón. Você lembra do Gabriel Verón que passou pelo Cruzeiro? Que é isso aqui, é do tamanho do meu dedo. Aí beleza, acontece, gente, foi um ano, acontece, pode acontecer. 2022, Galo e Palmeiras mais uma vez, Libertadores 2022, oitavas de final, o Galo perde.
Acabou, né? Chega, já duas vezes, Abel. Vem de novo, 2023, Galo e Palmeiras, quartas de final novamente. Foi em casa, foi fora de casa. O Abel Ferreira é o tormento da minha vida.
Corre um risco, hein, cara?
Vou te falar, tem dois times que quando sai o cruzamento e pegou o Atlético, eu falo, ok, tá eliminado, que é o Palmeiras e o Botafogo. Botafogo, cara, a capacidade de ficar capacidade do Atlético de reviver o Botafogo dos mortos. Botafogo pode estar na pior grade possível, na verdade, com Atlético em qualquer mata-mata, não precisa nem jogar.
Na verdade, João, numa boa, o Galo quando joga com Botafogo, ele é o Chico Xavier, ele conversa com os mortos, cara.
Agora tem uma coisa aqui que vocês não sabem, contra o São Paulo é imune.
Meu Deus do céu, eu acho que vocês vão— é porque eles não estão falando: o Botafogo faliu, gente, ele tá falido. O Botafogo não existe mais e o Galo conseguiu perder uma Libertadores para isso.
Parabéns, sabeu? Os cara tava jogando para caramba, cara.
Nós também, mano.
Pois é, mas agora uma coisa que o Savel não sabe, tava insano, tava insano, velho.
Uma coisa que o Savel não sabe, não, vocês perderam o jogo com um cara expulso, foi a técnica.
A gente tá fazendo uma conexão aqui no Botafogo, eles falaram não, vamos ter um cara expulso que aí é grande sentido, que eu acho que o Savel não sabe. Não sei se sabe, porque o Savel já quis interferir no seu trabalho em Itamaraty, que o João, para quem não sabe, trabalha em Itamaraty. E o Savel, e o Savel quis deportar o Abel Branca.
Então já tentei fazer isso inúmeras vezes. Não só ele, não só ele. Depois dessa terceira eliminação em 2023, eu falei, gente, a gente tentou de tudo. Primeiro ano a gente tentou fazer um ritual Sacrificamos, bora, desvigem, tudo mais. No segundo ano a gente falou, não, vamos para o lado.
O erro é que como ele é o diabo, ele ficou feliz, entendeu?
Aí eu pensei, foi para eles.
O problema foi esse, o problema foi esse.
Como ele era o capeta da vilareja, ele falou, porra, obrigado, obrigado, que gentil, dá mais força. Em 2022 eu falei, não, vou para o lado do bem, da força. Pô, Papai do Céu, será que tem como ajudar? Não teve. 23 eu falei, não, vamos para o campo real e liga Liga, liga, pensei eu, porque minha tia tá ilegal lá nos Estados Unidos. Um abraço para minha tia Nair, tá ilegal lá no Massachusetts.
Ai sim, ai sim, vamos lá, fala muito aonde não, tá?
Não fala muito aonde não, Massachusetts.
Sempre manda roupa de bazar lá que é incrível. Falei assim, eu não apoio, mas tem um tal do Ice lá nos Estados Unidos. Será que o meu Brasilzão não tem um Ice da vida? E comecei a ligar. E graças a Deus tem muito aí. Hoje em dia você consegue fazer muita imagem, muita fake news. Só que mais uma vez Isso que é inacreditável. Mais uma vez liguei para tudo, Receita Federal, liguei para deportação, mas mais uma vez o governo brasileiro não conseguiu me ajudar.
Tentei deportar e eu não tenho vergonha de falar isso. E Abel Ferreira, enquanto eu existir nessa terra, eu moro em Venda Nova, tudo que você quer eu quero em dobro. Enquanto eu existir nessa terra, eu vou tentar te derrubar. Sabe todas as campanhas da Marcha Verde? Sou eu que puxo, sou eu que puxo.
Eu vou te achar, vou te falar, é um exímio técnico, cara.
Leva ele para casa, leva para casa.
É um exímio técnico.
Compra um frango, vai morar com ele.
Não tem condições, cara.
Ele é muito bom técnico. Agora, o que me incomoda demais é o fato dele treinar o time dele para reclamar de tudo, inclusive das próprias agressões. Muito bem treinado, muito bem treinado para isso. Vai todo mundo no cara, vai todo mundo no cara. A forma como ele faz pressão, cara, é um bagulho que devia ser proibido.
E mas não é proibido, cara, não é, não é. E a partir do momento, virar e falar, ó, Não, aí beleza, mas eu não tô falando que é proibido, eu tô falando o seguinte: deveria sê-lo.
Por quê? Porque eles exercem uma influência bizarra, pesada, e é manipulativa, é manipuladora.
Não, Gustavo Gomes parece um xerife, um advogado.
Então assim, e agora o problema não é ele fazer isso, que tá dentro do jogo ali, por enquanto tá dentro das regras. O problema é que a CBF, puta que pariu, com arbitragem no Brasil Cara, arbitragem no Brasil é um negócio insano, insano.
E aí dá saudade do papai Calil, né?
É isso que dói. Esse que é saudade do cara.
Não, gente, é o meu estilo, gente. Eu tô falando do político, não tô falando do presidente, que hoje em dia meus presidentes é isso aí, ó. Ele, ele xingava. Política à parte, não tem nada a ver com política. Agora, presidente— e isso com a questão da SAF sumiu. O Eurico roubava, roubava, mas sumiu o Eurico Miranda da vida. O Alexandre Kalil, o Itaí Machado, tá aí, queremos você aqui, tenta vir aqui.
Maior atleticano de todos os tempos, maior atleticano de todos os tempos.
Imagina ele aqui, que isso! Sou muito fã.
Thiago Neves, se quiser, cara, vou te falar que alguém ia ter que me segurar muito, viu? Infelizmente estamos chegando ao final de mais um episódio do Hora Boa. Você que tá aí vendo, deixa seu comentário, pede para a gente chamar os meninos de volta, a gente vai considerar com muito carinho no nosso coração o seu pedido, mas vocês não podem sair daqui de mão abanando, né? Os nossos times não vêm ganhando tantas coisas assim, mas vocês vão sair daqui com um presente.
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Jovens, obrigado, cara! Obrigado!
E a gente também tem o presente do Felipe Midi. Alex não bebe, mas fica aí também para presentear alguém.
Mas quando ele for no camarote, né, gente, deixa eu te explicar aqui, ó, esse lance.
Ele leva para o pessoal do camarote, entendeu?
Eu opto pelo camarote por isso, gente, por isso. O Galo, que é celebridade, não, não é isso não, porque o Galo tá jogando mal, todo mundo vira para a gente. O Savel não sei, mas pelo menos para mim fala, ou você tem que falar lá com o diretor, você tem que falar com Menin e tal. Gente, eu não tenho o telefone do Menin, eu não sou amigo do Menin, dentro do Rafael Menin, eu não sou amigo deles, eu não tenho contato dentro da diretoria.
Gente, o Alex não tem outro lugar de estacionar o helicóptero.
Eu estou sentado igual vocês, é isso, sabe? E ó, e o lance da cachaça, eu tenho coleção, é hidromel, é hidromel.
É do Felipe Midi, cupom HORA BOA, dá desconto. E enfim, aproveita, tá na tela aí o cupom. Na verdade não é o licor, é um, a verdade é um vinho de mel.
Aí, ó, vinho de mel, isso é uma delícia, cara, isso é uma delícia, velho. Quando você começa a beber, você tem, tá faltando o meu, vou chorar de novo. Porra, Felipe Midi, manda um para nós também, tá? Mas você que tá em casa e quiser pegar o melhor hidromel do Brasil, é só entrar aí no da Epson, vai estar na sua tela tudo resolvido. E na semana que vem a gente volta de novo. Curte, compartilha, vira membro do canal, acesso exclusivo a muitos vídeos. Até a semana que vem, um beijo no seu coração e tchau, tchau!
Valeu, gente!
Felipe Midi
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