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A experiência mais estranha já feita no Hora Boa

07 de maio de 202656min
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🔹 Combo de cursos do Alberto (Aprenda Hipnose do zero - R$ 497Auto-Hipnose Científica - R$ 1.597): https://pay.hotmart.com/T102804477H🔹 Curso de podcast por R$ 397 com nosso editor Gabriel Tuller e Leo Lopes da Radiofobia! https://cursodepodcast.com.br🔹 Patrocínio: Insider – https://creators.insiderstore.com.br/HORABOANeste episódio do Hora Boa, João Carvalho passa por uma experiência de hipnose AO VIVO conduzida por Alberto Dell’Isola — e o resultado fica muito mais estranho do que qualquer um esperava.O episódio começa discutindo auto hipnose, sugestão, imaginação, neurociência e os estudos científicos envolvendo estados hipnóticos, anestesia, percepção e comportamento. Mas rapidamente a conversa escala para temas muito mais sombrios: MK Ultra, CIA, lavagem cerebral, manipulação psicológica, personalidades alternativas e os experimentos secretos envolvendo hipnose durante a Guerra Fria.Ao longo da conversa, Alberto explica como a hipnose funciona do ponto de vista psicológico e fisiológico, desmonta vários mitos populares e mostra como expectativa, imaginação e contexto cultural influenciam diretamente o cérebro humano.Mas a teoria vira prática quando João aceita participar de uma sequência real de experimentos hipnóticos ao vivo.E é aí que tudo muda.Durante os testes, João:→ sente alterações físicas reais→ tem respostas motoras involuntárias→ não consegue abrir os olhos→ esquece o próprio nome→ trava ao tentar falar determinadas palavras→ esquece partes inteiras do que aconteceu→ e chega ao ponto de cair da cadeira durante uma sugestão hipnóticaO mais impressionante do episódio não é apenas a hipnose em si, mas a reação genuína do João ao perceber que algo realmente estava acontecendo dentro da própria mente.Entre humor, paranoia, ciência, filosofia da consciência e caos completo, esse talvez seja um dos episódios mais desconfortáveis — e fascinantes — já gravados no Hora Boa.No episódio de hoje:→ Como funciona a hipnose de verdade→ O que é auto hipnose→ Hipnose pode controlar alguém?→ A CIA realmente pesquisou lavagem cerebral?→ O que foi o projeto MK Ultra→ É possível implantar memórias ou personalidades?→ Por que algumas pessoas são mais suscetíveis à hipnose→ O experimento mais estranho já feito com João CarvalhoE no final… fica a pergunta:até onde vai a toca do coelho?🎧 Ouça até o fim.💬 Comente.❤️ Compartilhe.⭐ Torne-se membro para conteúdos exclusivos.📧 Contato comercial | parcerias: horaboapodcast@email.com🎙️ Ouça a versão completa em áudio nas principais plataformas.#HoraBoaPodcast

Participantes neste episódio3
J

João Carvalho

HostApresentador
R

Ricardo

Co-hostPublicitário
A

Alberto Dell’Isola

ConvidadoHipnólogo
Assuntos4
  • Experiência de hipnoseDefinições de hipnose (fisiológica, fenomenológica, psicológica) · Ondas cerebrais e inibição do córtex pré-frontal · Loop hipnótico (experiência, fisiologia, imaginação, crença) · Teoria de não estado para hipnose · Escalas de suscetibilidade à hipnose (Stanford) · Influência do contexto cultural e expectativa na hipnose · Hipnose para anestesia e dor · Auto-hipnose como habilidade auto-dirigida · Eficácia da auto-hipnose para dor, obstetrícia e ansiedade · Experimentos hipnóticos ao vivo com João Carvalho · Inibições motoras (olhos, mãos, braço) · Sugestões cognitivas (mudança de nome, esquecimento) · Amnésia pós-hipnótica
  • Armas de micro-ondas e controle neurológicoMK Ultra · CIA · Lavagem cerebral · Manipulação psicológica · Personalidades alternativas · Experimentos secretos durante a Guerra Fria · Projeto Artichoke (Alcachofra) · Programação mental · Assassinato de Robert Kennedy
  • Psicologia e Comportamento HumanoSugestão · Imaginação · Neurociência · Estados hipnóticos · Percepção · Comportamento · Previsão do cérebro · Expectativa · Contexto cultural
  • Cursos e Produtos do ApresentadorCurso de Hipnose Alberto Dell'Isola · Curso de Podcast
Transcrição140 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Olá, jovens. Está começando mais um ORAVO! E você vai ficar hipopotizado. E vai virar membro agora. Exatamente. Você vai entrar no tier mais alto. E você vai dar um like. Não vai saber se deu like porque está hipopotizado.

Ou porque é fã do Arambo. É isso. Eu acho que em última instância, né? Já chegou a hora de revelar o segredo que tudo isso é um projeto de hipnose pra fazer as pessoas acharem que elas gostam da gente? Ou ainda não? Ainda não, ainda não. Ainda não, ainda não. Então nada. Espera um pouquinho, espera um pouquinho, espera um pouquinho. O Tuller tira isso na edição. Tira. Tira edição. Tuller, Tuller, né? Vamos dominar. Vamos dominar as pessoas. É o nosso sólido projeto em três etapas.

Passo 1, hora boa. Passo 2, passo 3, lucros. Isso. É esse sólido projeto aí que a gente fez. Isso. Inclusive, já explicamos. Por exemplo, cada um desses aí, ó, contribuísse mil reais mesmo pro canal, ia ter podcast e ia 24 horas por dia. 24 horas por dia. A gente ia virar igual a família do Ozzy Osbourne. Isso.

Só coloca o seu café mais pra frente, que o seu cotovelo chegou tão assustadoramente próximo. Vou deixar um pouquinho mais perto aqui. Aí vamos fazer... Hoje o episódio, vocês vão ver eu fazendo o Rafael dormir. Rafael não aceita ser ninado. Vocês vão ver isso hoje. O Rafael não aceita ser ninado, porque ele é independente. Isso é interessante. É mesmo. A Beatriz, como todo neném, aceita ser ninado.

Rafael não aceita. Você começa a ninar ele e começa a querer sair porque ele quer se aninhar sozinho. Tá. E ele se nina ele começa a fazer uma cantoria de ninar dele. Ele começa um humming assim. O senhor faz isso também? Não, mas eu imaginei que seria o processo. Aí ele fica assim. A gente até grava hoje algumas vezes já. Aí ele fica fazendo aquele grunidinho dele. Aí dorme.

Aí vai ser um episódio que a gente vai ter no nosso podcast. A auto-hipnose. A auto-hipnose, que é o tema que a gente vai continuar hoje. A auto-hipnose. Como foi a semana, João? Foi ótima. Foi ótima. Vários acontecimentos que eu opto por não datá-los. Só por causa do nosso episódio.

Mas foi uma semana, né, Alberto, que chocou a nação, eu ousaria dizer, né? Chocou, com certeza. E aí, hoje eu quero falar um pouquinho mais sobre... Deixa a gente falar isso em alguma coisa mais chocante de verdade, Fraga. Pois é, pois é. Vamos fingir que a gente não grava os episódios tudo na sequência?

que a gente tá com as mesmas roupas. Você tá com a roupa da Insider? Eu também, eu também. Aqui, ó. Se você não percebeu, porque é muito discreto, é uma placa pequena, você não percebeu, é só você usar o nosso cupom hora boa a qualquer momento do dia ou da noite, está disponível pra você e na descrição do episódio também vai ter o nosso linkzinho lá.

E junta com as promoções do site. Junta com as promoções do site. A sua primeira compra este mês com 15%, a segunda com 10%. Exatamente. Só alegria. Da segunda em diante, né? Todas e o cupom é dinâmico, junta com as promoções do site que estão ali sempre variando. Pra te deixar bonito, bem vestido, elegante. Agora, hoje a gente vai ter experiências hipnóticas. Agora, antes de experiências hipnóticas, eu queria falar um pouquinho sobre...

O que a gente tem de científico em relação à eficácia da auto-hipnose. Ok. Por que que faz a auto-hipnose funcionar. E por que que quem tá aqui... Que olha só, a gente vai... Semana passada a gente vendeu. Com direito a uma aula ao vivo. Minha.

E aí foi só até domingo, só que nessa semana eu vou fazer de novo. Vou fazer uma outra aula ao vivo somente com quem comprar hoje até domingo, dessa outra semana. Jovem, se você perdeu na semana passada, vai que o cartão tava ali pra estourar, tava difícil, aproveite essa semana, aula grátis e vai ser o mesmo esquema, os dois cursos de 2 mil por 597.

597, você vai aprender a hipnotizar as pessoas e vai aprender a fazer auto-hipnose pra você mesmo. E ainda posso parcelar no cartão só alegria. E vai transformar a sua vida. E aí, falando sobre definições de hipnose, definir hipnose é sempre complicado porque ou a gente define a perspectiva fisiológica, ou define a perspectiva fenomenológica, psicológica. Porque, por exemplo,

Se eu falo que a hipnose está associada, por exemplo, como buscava José Silva, um rebaixamento de ondas cerebrais, que seriam ondas, ah, então as ondas têm que estar abaixo de alfa, por exemplo. Se eu falo isso, pô...

E assim, isso deve ser uma coisa difícil até de mensurar, né, cara? Porque, tipo, eu não consigo imaginar que caseiramente você consiga mensurar essas ondas. Essas ondas, a gente vai pegar a média delas, geralmente por essa eletroencefalograma mesmo. E... Agora, o ponto é que a gente consegue... A ideia é que você... É isso, que tem alguma coisa que identifica que você entrou naquele estágio. É.

A gente vai ter, por exemplo, alguns autores que vão começar a buscar, por exemplo, tem uma inibição do córtex pré-frontal que está acontecendo. Agora, o problema é que não tem nada de fisiologia da hipnose que seja o único e exclusivo da hipnose.

Então fazer esses recortes por meio de fisiologia só faz sentido pra quem trabalha com hipnose médica. Porque, por exemplo, o cara ia fazer uma cirurgia de, sei lá, igual o Sdale fazia, né? Vai fazer uma amputação com hipnose. Essa pra mim é a mais cabulosa de todas. Se eu não fizer...

uma mensuração desse aspecto fisiológico, não tem como fazer. Eu não posso simplesmente utilizar uma perspectiva de fenômeno ou psicológica para fazer uma intervenção médica. Ou até mesmo arrancar um dente. Arrancar o dente do cara. Se eu não tiver sinais claros, fisiológicos de uma mudança, ela não existe.

Só que frequentemente, olha que interessante, eu tenho a perspectiva fisiológica de rebaixamento, que geralmente... Mas a ideia de trabalhar com a hipnose nesse sentido de anestesia é pras pessoas que não podem tomar remédio... Ou até mesmo pra poder potencializar uma anestesia menor.

Ah, saquei. Você dá uma anestesiazinha local e entra com a hipnose pro cara ficar mais relaxado e mais de boa. É, porque a hipnose, ela frequentemente vai trabalhar com o que a gente chama de loop hipnótico. Loop hipnótico é um loop desenvolvido por um amigo meu chamado James Tripp, que vai ter lá experiência, fisiologia, imaginação e crença. Ou seja, num desses elementos, a pessoa começa a mexer com as previsões do cérebro dela, ter expectativa e alterar sua percepção.

Então, no momento em que eu tenho um pouquinho de fisiologia de anestesia, eu consigo potencializar essa anestesia pelo poder da imaginação. Ok. Da mesma forma que as pessoas fazem isso com dor. Muitas vezes a pessoa tem uma dor, que a gente chama de dor não estrutural, funcional. Pô, existe um elemento fisiológico sim pra dor.

Só que ele dá uma expressão de dor muito maior por conta da imaginação, por conta da preocupação, da ansiedade. Enfim, então a hipnose consegue potencializar tudo isso. Agora, quando a gente fala de auto-hipnose, a gente vai falar numa perspectiva muito mais fenomenológica. Porque se eu estou fazendo comigo mesmo, eu não posso ter um abaixamento de consciência.

É coisa muito óbvia, né? Não, faz sentido. Se eu vou fazer, alguém vai fazer a cirurgia. Porque senão eu não consigo fazer, né? Exatamente. Sou um terceiro a mim mesmo. Exatamente, porque se eu tô fazendo uma hipnose, rebaixando minha consciência, tendo estado alterado de consciência, como vou chegar agora? Ó, agora, vou anestesia... Não.

Eu tenho que estar delegando o controle pra alguém, pra eu ficar num... Não é que eu vou ficar passivo, porque todo fenômeno é criado por mim mesmo. Mas eu tenho mais facilmente um guião, um roteiro.

pra poder criar aquilo, né? E aí a gente vai ter aquilo que a gente chama de teoria de não estado pra hipnose, que vai ser essas teorias que vão buscar explicar como um fenômeno psicológico comportamental. Inclusive vai ter um cara chamado Spanos, era americano, e ele morreu com cinquenta e poucos anos numa queda de avião. E ele é um dos caras mais importantes da psicologia pra hipnose. Por quê? Porque ele percebeu uma coisa que é óbvia hoje, mas que na época não era. A gente já sabia...

O erro dele foi hipnotizar o piloto, né? Empolgou demais. Empolgou demais. Mas ele já tinha chamadas escalas de Stanford. A gente vai até fazer uma hoje. Escalas de suscetibilidade de hipnose, que nada mais são que sugestões hidromotoras e cognitivas pra ver até onde que o cara vai com as escalas.

E sempre dava a curva de graus, a curva do ceno. Muita gente, muito... Um pouco de gente que não respondia nada, um pouco de gente que não respondia tudo, e a mediana ali... Uma parte respondia mais ou menos. Só que o Spanth começou a fazer um negócio. Peraí. Se antes de aplicar esse teste, se eu mostrar um videozinho de pessoas altamente hipnotizadas, se eu já pré-sugestionar a pessoa...

É, aí ele pegou e mostravam um vídeo de pessoas altamente hipnotizadas e aplicava a escala depois. A escala alterava. As pessoas ficavam mais suscetíveis. Ficavam mais suscetíveis. No momento em que eu mostrar um videozinho antes altera a escala, que é uma coisa importante aí, inclusive isso não significa que a escala não funciona. Não, eu entendo. Mas muda o resultado da aplicação da escala, porque...

A hipnose tem a ver com a previsão que o cérebro faz. Eu imaginar o que vai acontecer, eu ter expectativa do que vai acontecer. Então quando eu chego e chego em alguém, olho nos olhos, a pessoa fala assim, Durma.

Cara, não é simplesmente falar durma, não é simplesmente falar hipnose. Me pergunta, Alberto, podia ter outro nome? Não podia. Porque se eu falo, vamos fazer um relaxamento, o seu engajamento não vai ter Fábio Poentes, não vai ter problema do Gugu, do cara comendo cebola, não vai ter aquela imaginação, será que é verdade, será que não é? Tudo isso não vai fazer parte do processo hipnótico. Não tem como eu remover o contexto cultural da hipnose ou praticar hipnose. E nem deveria ter.

Nem deveria ter que remover, porque parte da hipnose é a expectativa e a história de vida que o cara tem em relação ao fenômeno. Posso te fazer uma pergunta? Quando você quiser, meu amigo. Uma dúvida que eu sempre tive, assim, porque... O que eu tô pensando, né? Normalmente, o uso padrão da hipnose ou vai ser pra algo bom, bem-fazejo pra aquela pessoa, ou pra algum tipo de demonstração pública que, em última instância, também não é nada de tão ruim assim.

Beleza? Se alguém tentasse, por exemplo, o que eu tô pensando aqui? Eu tô pensando em CIA, PSYOPs, esse tipo de coisa.

Já tentado... E a gente não sabe exatamente o que foi testado com isso. Aí eu fico imaginando assim, pô, os caras vão tentar usar hipnose pra em vez de ter que, sei lá, torturar um cara que tá sendo preso pra tirar uma informação, levá-lo a acreditar que ele está numa situação que ele deve, de qualquer forma, falar daquilo ou não. E aí vai ser algo que é muito...

ruim pra pessoa ser colocada numa situação hipotética assim. A hipnose também funciona nesse sentido de traumatizar e de não tirar o trauma. Você entende o que eu tô pensando? Tipo assim, se normalmente o cérebro já vai estar pré-condicionado pra preencher uma dada situação.

Mas normalmente a gente tem todo um reflexo de evitar coisas ruins. Se eu mando acontecer uma coisa ruim, da mesma forma que o cara fala assim, não, eu não quero ser atleticano, eu sou cruzeirense. Ah, agora me conte o CVV do seu cartão de crédito. Saca? O cara... Opa, não, peraí.

Tem algum momento que algo que ruim, tipo, tira? Você entendeu o que eu tô pensando assim? Se o cara quer usar a hipnose pra tirar uma informação de um industrial, pra...

tirar uma informação de um espião, que é algo que vai contra o que ele deveria fazer de forma consciente. Isso dificultaria a hipnose? A hipnose só funcionaria pra coisas que são, em tese, que o meu cérebro vão considerar boas pra mim e não ruins pra mim? Eu acho que entendi. O primeiro ponto é o seguinte.

Tem uma coisa que a gente realmente não sabe. Porque ao mesmo tempo eu fico pensando assim, porra, eu não viro atleticano, mas serve pra ajudar a lidar com medos, que é uma situação que não é legal de lidar. Normalmente a pessoa evita. Sim. Tem algumas questões aí. Primeiro, sim, existem questões de evitação. Fobia, por exemplo, o meio de avião. Que a pessoa vai fazer o que a gente chama de terapia expositiva, que é...

buscar o confronto, num ambiente controlado que é a clínica e a hipnose ajuda muito nisso. Agora o ponto é que existe uma conversa antes do cara, ou você vai ter que enfrentar esse medo, vamos fazer aqui com mais segurança e tal, tal, não sei o que você vai fazer. Ou seja, existe um convencimento.

breve, de que o melhor é fazer o enfrentamento. Tem até uma frase que eu falo pra todo cliente que é o seguinte, toda vez que você foge da fobia, a fobia aumenta e ela ganha. Não, sim, mas isso é um ambiente terapêutico. Eu tô pensando num ambiente antiterapêutico. O ponto é, primeiro, quanto de dano que causaria, como laranja mecânica, por exemplo, é tipo isso, assim. Ficar de forma persistente fazendo uma lavagem cerebral. É.

Enfim, pro cara poder fazer alguma coisa. Inclusive, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não

Tem muitos livros sobre lavagem cerebral que vão acusar a China disso. Naquela discussão se os caras se apaixonaram mesmo pelo governo chinês, pela revolução, ou se os caras realmente teve lavagem cerebral. Não, eles amavam viver 34 anos e serem escravos. Era ótimo, né? Então, assim... E agora, o ponto é que a gente já tem lavagem cerebral e esse desgaste todo sem hipnose. Sim. Sem hipnose. Chama ideologia.

Sim, mas se eu estivesse no contexto político, se eu estivesse com um cara todo dia entrevistando, mesmo sem torturar fisicamente, tem um desgaste aí. Tem um desgaste aí. Agora, o que eu não sei responder com certeza é pegar aqui o contexto de CKGB. É, eu fiquei pensando se eles vão usar hipnose pra interrogatório de guerra. Eu tenho certeza que já, tenho certeza que já. Eu imagino que sim, mas eu não sei se já foi aberto. O que aconteceu?

O problema é que a gente não sabe o que aconteceu. A minha curiosidade era se você soubesse de alguma coisa assim.

Tem um caso do assassinato do Robert Kennedy e que esse assassino, chamado Siham Siham, ele alegou que não lembrava do momento do crime, que teria estado em um estado de transe automático e que teria sido hipnotizado ou condicionado, que teria sido vítima de um processo de programação mental.

Tipo aquele filme Manchurian Candidate. Sim, você fala uma palavra e aí triga e o maluco tem a missão já pré-programada e vai lá. Agora, o ponto é o seguinte, a gente já teve pesquisa envolvendo, o cara tá hipnotizado...

e fazer uma coisa que ele não quer, e o cara não aceitar. Só que a gente não sabe, será que não tem uns casos especiais de pessoas que têm dissociação? Por exemplo, tem alguns casos de pessoas que são tão hipnotizáveis, tão hipnotizáveis, tem muita amnésia pós-hipnose. Será que esses caras não seriam capazes de...

criar algum gatilho, enfim. A gente não tem evidência. Não tem evidência. Agora, o ponto é que é possível torturar pessoas sem hipnose, só com psicologia. Não, claro. Só com psicologia. Agora, que o MKUltra usou muito hipnose...

LSD, psilocifúrbana. É, não, era hipnose misturado com... Com um monte de coisa. Qual droga, sim. E o pior, você falou uma coisa muito interessante de MKUltra. A gente tem muito mais transparência com o que aconteceu na União Soviética em relação ao experimento que os Estados Unidos. A gente fala o tempo todo da União Soviética ser fechada, fechada, beleza, fechado.

Qualquer que a gente sabe do MKU, a cara não sabe nada. Sabe nada de MKU. Então a gente não tem certeza sobre o que aconteceu agora. Robert Kennedy, supostamente, teria tido um crime num cara hipnotizado.

Cara, tem um projeto da CIA, né? Que chama Project Arte Chalk. Projeto Alcachofra. Os nomes são maravilhosos, né? Parece que é a Polícia Federal do Brasil. E a ideia dos caras era combinar a técnica de hipnose com várias drogas. Mesmo no estilo do MKUltra, porque inclusive é começo da década de 50, né? O MKUltra é quase que a continuação dele.

que em tese daria para implementar personalidades alternativas num determinado sujeito, saca? Então, tipo assim, de dia ele é Adalberto, o contador, e à noite ele, interpretado por Lorenzo Lhama, se torna um motoqueiro selvagem que combate o crime. Igual aquele, igual aquele. O juiz, o juiz. De dia ele era o juiz na corte de justiça. É muito bom, cara.

E à noite ele soltava o cabelão e ia com sua moto combater crimes. Exatamente. Então a ideia era isso, saca? Fazer o agente perfeito, saca? O cara que nunca ia ser nada até o momento que ele ia ser trigado pra fazer isso. Os caras tentaram.

O quanto que deu certo, o quanto que não deu certo, aí tem parte do documento que é Redacted, né? Que não aparece e tal. Mas a ideia do rolê era isso. Era implementar personalidades alternativas. Vamos pegar um coitado que estava passando na rua e vamos meter um cluster B na cabeça do doido?

Eu acho muito pouco provável. Eu acho muito pouco provável. Não, eu sei, mas assim, não significa que eles vão tentar. Não, que eles tentaram não tem certeza de dúvida nenhuma. Porque uma coisa é eu conseguir criar um contexto pra uma ação específica num momento específico. É eu conseguir dividir a consciência de forma a ter duas... É eu promover identidades distintas na mesma pessoa. Como se fosse um transtorno de múltiplas personalidades ou personalidades dissociadas. Não, sim, sim, sim. Eu acho muito mais complexo.

E assim, a CIA escolheu como seus sujeitos dos experimentos, eu vim aqui para olhar, olha só, prisioneiros de guerra, detentos em instalação da CIA no exterior, pacientes psiquiátricos e prisioneiros norte-americanos sem nenhum consentimento informado.

Só com gente boa. É. E também tentou em cidadãos soviéticos capturados pra ver se conseguia mandar de volta como espião com uma personalidade americana. Saca? Então, assim, só coisa boa, Alberto. Mas é estranho Estados Unidos fazer esse tipo de coisa. Mas tão bom. É, verdade. Tão preocupado com o bem-estar do mundo.

Se o país fosse ruim, o seu presidente postaria uma foto no Twitter onde ele é Jesus Cristo? Não. Não. Pô, datou o episódio. Essa foto é muito boa, cara. Essa foto é espetacular. E surgiram variações dela, você viu? Pegaram detalhados, colocaram, enfim. Agora, voltando à parte da auto-hipnose pra gente poder fazer os experimentos, o que que a gente descobriu em relação à eficácia da auto-hipnose?

Descobriram que tem uma meta-análise, inclusive foi feita pelo Adam Ezan. Até conheci ele na convenção de Londres, onde eu estava palestrando. Eu conheci o Adam Ezan. E aí percebeu que as maiores evidências são para a dor. E aí, consequentemente, obstetrícia. Descobriu a aplicação pediátrica. Você já chegou a usar sugestão e historinha com seus filhos?

Por exemplo, a criança vai dormir, você fala e aí você vai entrando no castelo. Ah, já, já, já sim. Ou até mesmo pra dor, por exemplo, já viu, teve um aluno meu que o menino tava com uma dor. E onde tá doendo é aqui. E ele começou a fazer um desenhozinho. Ah, fazer uma estrelinha aqui, a estrelinha vai pegando essa dor aqui e vai sumindo. De forma lúdica, a imaginação da criança pra tirar alguma dor, tirar algum mal-estar. Não, isso sim, isso sim, isso sim.

A hipnose, auto-hipnose, o estresse e a ansiedade. E o que foi identificado sendo papel essencial para a auto-hipnose funcionar? Ou seja, para você lá no nosso curso, está na promoção, está no link aí, você poder usar e ter bom resultado. Primeiro, era uma habilidade auto-dirigida.

Como assim? Perceberam que quando você faz a auto-hipnose, no sentido de você sozinho se conscientizar, criar, imaginar e você mesmo direcionar, tinha muito mais efeito do que você simplesmente seguir um áudio aleatório da internet que vai promover algum tipo de relaxamento.

Ou seja, existia a necessidade de ser algo que você desenvolve e que você imagina, que você faz, que você dirige e que você vai identificar para onde que vai. Saquei. Segundo ponto, os áudios de auto-hipnose vão funcionar sim e somente se a pessoa já desenvolveu essa habilidade. Ou seja, já está treinando, já entendeu como pode direcionar a imaginação dela, aí o áudio pode ajudar. Agora, o áudio...

ele não é realmente essencial. E outro ponto que descobriu é o seguinte. Sempre teve um debate, sempre teve um debate envolvendo o João Tarino, que eu acho que nem deve ter saído, porque caiu meu celular aqui. Não foi, fez um barulhão aí. E eu agiçando de ver se aconteceu. Sim, sim, sim. Não, e você tá corretindo isso. Eu vou ter que atar o celular, até que atingir o celular. Mas, não? Existia uma ideia de que a pessoa precisava ter sido hipnotizada?

para conseguir fazer auto-hipnose. E não precisa. Ela consegue, sozinha, pela auto-hipnose, desenvolver tudo isso. Agora, o gosto mais fantástico da auto-hipnose é você perceber que você é capaz, de certa maneira,

direcionar seus pensamentos, suas sensações. É claro que a auto-hipnose não vai substituir uma terapia. Não é isso. Não é isso. Pô, mas um dia você acordou chateado. Pô, eu queria ir na academia hoje, não vou, eu tô com uma dor nas costas. Você conseguir usar de forma acessória pra melhorar a sua vida, eu acho que é essencial. E agora a gente podia fazer alguns testes, né, João? Uai, acho que chegou a hora, né, Alberto? Eu vou ter que...

Fazer alguns exercícios. Chegou a hora. Pode trazer a caixa de cebolas. E aí, o que é que vai acontecer?

Quem está nos ouvindo, vai fazer junto. E vai colocar nos comentários o que você sentiu. E vamos fazer gradações como eram feitos na escala de Stanford. Entendi. Nós vamos ver o quão hipopotizável eu sou. Não, não é quanto você é. É o quanto você está agora. Tá. Por quê? Por exemplo. Ah, vai variar de... O fato de ter câmera funcionando... Câmera... Tanto de ter uma câmera, já não é a mesma coisa. O fato de eu estar aqui, você está aí.

Entendi. O fato de a pessoa estar em casa. Entendi. Isso que não é diagnóstico de nada. Isso é um experimento.

Primeiro ponto, exercício fecha os olhos. Fazer o exercício agora de imaginação do limão. E você também que está nos ouvindo e fecha os olhos. Usando sua imaginação, se concentra e imagine um limão. Imagine você cortando esse limão e pegando uma fatia. Imagina como seria você mastigando esse limão. E você percebe o que há de diferente. Você sente a salivação? Você percebe a salivação?

E agora a sua imaginação vai trazer um outro fatia de limão um pouco mais azedo que o primeiro. E você vai mastigando e vai percebendo o que é diferente. Em algum momento? Em algum momento? Eu vou fazer um contagem de 1 a 5 Você vai abrir os olhos e vai me contar o que é diferente. 1 aos poucos é voltando. 2

3, 4, 5, pode abrir os olhos. O que você sentiu? Você tem alteração salivação? Um pouco de gosto cítrico. Um gosto cítrico? Ótimo. Essa é uma sugestão que está relacionada com o cognitivo. Ou seja, alteração da percepção. Agora, é importante entender que, na hipnose, você vai fazer nada que você não queira. A pessoa que está nos ouvindo vai fazer nada que não queira.

É igual quando alguém tá em casa, você nem tá com fome e fala, olha, você viu que tem pizza que você gosta? Você nem tava com fome. E agora a gente vai começar a fazer exercícios de hidromotores. Cara, a pessoa que tem a fantasia é mais difícil de hipnotizar porque ela não consegue imaginar? Em geral, sim. Só que a gente consegue...

Ter outras estratégias de usar sugestões emocionais. A pessoa não consegue se imaginar no local, mas consegue ter a sensação emocional de como seria. Entendi. E aí esse cara de Stanford vai te começar com alguns exercícios ideomotores. Ele vai fazer alguns deles agora. Aí, esse agora, você pode fazer em casa também, você vai esticar o braço assim. Assim? Isso. Com paralelo. Isso. Pode até tirar o microfone da frente aí, pra não te atrapalhar. Isso.

Isso, fecha os olhos. Pode deixar fechado nele, viu? Isso. E você com os olhos fechados, vai imaginar que essas duas mãos são dois imãs. Imaginar como seria se elas começassem a se atrair mais e mais. Isso, você vai percebendo. Uma alteração, elas vão atraindo mais e mais. Você vai percebendo que uma vai atraindo um pouquinho mais que a outra. E vai atraindo mais e mais. Mais e mais. Isso. Até que elas se tocam. Isso, pode abrir os olhos. Pode parar. O que você sentiu?

Um certo puxar, né? Um certo puxar. A ideia do ímã. Você sentiu alguma alteração na percepção? Eu tenho que sentir e tirar o microfone. O que você sentiu? Um certo puxar, né? É igual pensando no ímã. O pior é que quando você falou assim, imagina dois ímãs. Eu falei, pô, de que lado que eles estão? Eu pensei na corrente. Eu não sabia se eu ia pra um lado ou pro outro. Foi a primeira coisa que eu pensei.

E isso é muito importante, sabe por quê? Porque, por exemplo, a sua vivência vai alterar a percepção. Se os dois tiveram... Na hora que você falou... Exatamente, você falou assim, imagina dois imens. Eu falei, mas eles estão... Como? Eles estão atraindo ou estão repelindo? Eu devia ter falado, devia ter falado. Eu fiquei na dúvida. Eu fiquei na dúvida. Aí na hora que você falou, eu falei, ah, beleza. Eu falei que vão atraindo mais, mais e mais de novo.

Aí você falou, um atrai mais do que o outro. Eu senti um puxando um pouco mais. Esse exercício que a gente fez agora... Mas é isso, você vai na... E o motor...

É o exercício que a maior parte das pessoas respondem super bem. Certo? Agora, aqueles refratários, que são 10%, não respondem nem a esse. Mas é a minoria. Vamos fazer um outro idemotor? Mas eu tenho a sensação que, tipo assim, se eu optar por não ir junto, não vai, né? Claro. É igual você estar dirigindo o carro. Você pode estar dirigindo no automático.

Pode, né, estrada. Mas, ó, eu sei que tem radar por aqui. Aí você consegue resgatar o controle, e a consciência que tava de espectadora volta a ser agente. Ou seja, o poder de veto existe o tempo todo. Você permite que o corpo reaja e deixa a consciência como espectadora. Entendeu? Agora, um próximo exercício. Ainda dos ideomotores. Você vai pegar e deixar uma mão assim.

E a outra assim. Deixa eu tirar o negócio aqui pra ficar mais... E esse o Ricardo vai deixar fechado nele. Isso. E você vai fechar os olhos. Imaginar que aqui, nesse dedão, tô colocando... Tô colocando vários balões de L. E vai ficando mais leve e vai subindo. E você vai lembrar de um livro bem pesado. Aqui. E essa mão vai ficando mais pesada. Mais pesada. E essa aqui vai ficando mais leve. Começa a subir mais e mais.

E elas vão se afastando mais e mais. E a sua imaginação percebe porque fica irresistível. Elas vão se afastando. Vão se afastando. Mais e mais. Mais e mais. Isso. Vai afastando mais e mais. Isso. Avisórios. Isso. Qual que você achou mais forte? Esse ou o anterior? Esse. Esse. E tem um fenômeno que a gente chama de hipnose de...

Qual que você achou mais forte? Esse anterior. Não, esse. O segundo. Esse. Tem que lembrar de voltar com o seu microfone quando termina o exercício. Eu imagino que é porque como eu já estou na sugestão, quanto mais você fizer, mais fácil vai ficar. Tem dois fenômenos. Um chamado homoação e outro heteroação. Homoação. Sugestões repetidas vão ficando mais poderosas. A mesma sugestão. Só que também tem heteroação, que é a generalização da sugestão.

Ou seja, ainda que as sugestões sejam distintas, qualquer sugestão... Elas vão ficando mais fáceis de serem acontecendo. Porque você está num estágio que você está falando assim, não, eu estou apto a recebê-las e eu quero ver até onde isso vai. Exatamente. Agora, hidromotor já respondeu super bem já. Agora vamos começar a fazer exercícios que envolvem imobilidade, certo? Isso vai fechar os olhos.

Pode ficar relaxado. Mas assim, eu tô sempre partindo do pressuposto que eu vou ir com o trem. Eu não tô colocando nenhuma barreira. Claro. Você entende? Claro. É você permitir que aconteça, mas não é fingimento.

É que existe uma linha tênue Entre a conformidade Que é fazer pra não ficar feio E o permitir que o fenômeno aconteça Você tá permitindo que aconteça Agora é claro que você tem poder de ver o tempo todo Por isso que é tão improvável Alguém fazer algo que ele não queira Porque a pessoa tá o tempo todo E agora você de casa vai fazer junto comigo também Fecha os olhos, pode deixar o microfone aí Primeiro exercício de auto-hipnose Imagina um dia, João Que você acorda cedo E aí

E não precisa acordar cedo. Um dia que você só queria descansar, só queria relaxar. E como naquele dia, João, você sabe que pode abrir esses olhos a qualquer momento. Mas você prefere não abrir. Você prefere deixar esses olhos pesados. Totalmente desligados.

totalmente relaxados, a cabeça ficando pesada como uma bola de boliche, e você vai desligando, relaxando. Imagina a possibilidade de você ter um controle maior sobre sua mente, ser a melhor versão de você mesmo. E você começa a programar sua mente para esses olhos ficarem tão desligados, tão relaxados, que eles simplesmente não vão funcionar mais.

Temporariamente, mas se você perceber que você consegue, pelo poder da sua mente, deixar eles tão desligados e relaxados, que eles simplesmente não funcionam mais, somente quando você perceber e somente você sabe esse momento, que esses olhos são tão desligados que eles não funcionam mais, você vai se permitir um único teste de tentar abrir e não conseguir.

No seu tempo, a partir de agora, eles vão ficando mais presos, mais colados, quanto mais tenta, mais colado. Mais tenta, mais colado. Isso, tenta mais uma vez, vão ficando mais presos, mais presos, mais presos, mais presos, mais presos. Quando você solar os dedos, eles abrem imediatamente. Pode abrir. Esse é impressionante.

Bem-vindo à toca do coelho. Cara, e... Você fez um parecido na live lá no meu canal. E é diferente eu estando aqui ouvindo sua voz ao vivo e no negócio. Porque quando eu tava eu forçava e ia aqui, eu forcei e ele dá uma travada. Sim. E esse foi o fenômeno que me fez perceber que o Hebe é hipnotizável. Porque... Pô, inclusive deu puta sono, cara. Mas daqui a pouco ele vai sumir.

Mas eu acho, o senhor gostaria de ver até onde é a toca do coelho? Ah, vamos, vamos. Perfeito. Então agora, a gente tá, a gente já passou o fenômeno do motor. E agora a gente chegou no nível 2, chamadas inibições motoras. Inibições motoras, fizemos a primeira dos olhos. Agora você vai fazer assim. Tira o microfone, calma aí. Pode deixar fechado nele, pode deixar fechado nele. Você vai olhar aqui pra frente, com os olhos abertos mesmo. E vai imaginar que tem uma cola.

Prendendo essas mãos. Essas mãos estão presas. Coladas. Sua imaginação vai deixando elas cada vez mais presas, cada vez mais coladas. E eu farei uma contagem de 1 a 5. Somente nos 5, João. Você vai tentar abrir. E simplesmente é impossível. Elas vão ficar mais presas ainda que os olhos. Porque você já sabe como sua mente funciona. Somente nos 5 você tenta, mas não consegue. 1. Ainda mais colado.

Dois, não é mais colado. Três, totalmente colado. Quatro, ainda mais colado. Cinco, tenta abrir. Mais centro, mais colado. Mais centro, mais colado. Mais centro, mais colado. Você acha que está mais colado? No centro ou na ponta? No meio. No meio vai ficando mais preso, mais preso. E agora? Solta. Nossa senhora, velho. Vai dói assim. Perfeito. Esse aí...

Foi o fenômeno de inibição motora. Estamos ainda na escala de se for de nível 2. Falando agora, o último exercício de inibição motora. Deixa o braço esticado. Ah, sim. Isso. Deixa o braço esticado. E vai imaginar, pode fechar os olhos, que isso aqui é uma barra de ferro. Estica vai ficando mais preso. Isso. Barra de ferro ficando mais rígido, mais rígido, mais rígido. Mais rígido. Mais rígido.

Fora a contagem 1 a 5, imagina como seria se fosse impossível você dobrar esse braço. Cada vez mais preso, cada vez colado. Rígido. Fora a contagem 1 a 5, e no 5 você vai tentar dobrar o braço, não consegue. Somente no 5 tenta dobrar e não consegue. 1 ainda mais preso, 2 ainda mais preso, 3 somente preso, 4, 5, tenta dobrar mais forte, mais forte, mais forte, mais forte, mais forte, mais forte. Pode soltar? Isso. É que deu. Só um pouquinho.

Você está respondendo muito bem. Já passamos o nível, então, da inibição motora. E eu acho que a gente pode... É um bagulho meio assustador, viu, cara? A gente pode começar agora... A gente está indo bem na escala de Stanford. Começar a fazer sugestões cognitivas. Fecha os olhos. Ô, João. Vamos lá, João. Volta com o microfone, João. Volta com o microfone. João.

Você quer descobrir até onde vai a toca do coelho? Eu sempre quis fazer essa frase com o João. Você quer descobrir, João? Até onde? Você pode simplesmente agora pegar a pílula vermelha. Não, a azul. Continuar com esse mundo aí, chegar em casa e tal, não sei o quê. Ou você pode pegar a pílula vermelha e descobrir até onde vai o coelho. Vai, Morpheus. A hipnose é real? Depende. O real são padrões elétricos do seu cérebro, João.

Fecha os olhos, João. Agora você vai ser hipnotizado. A gente vai começar com aquele exercício que você respondeu bem. E quem está nos ouvindo em casa pode fazer junto. Imagine um dia que você acorda cedo. Não precisa acordar cedo. Um dia que você só queria relaxar, descansar. E como naquele dia, você sabe que pode abrir esses olhos a qualquer momento. Os olhos mais pesados.

Mais desligados. Mais relaxados. E você já sabe o caminho? E você repete. Para desligar os músculos dos olhos. E os olhos ficam mais desligados. Mais relaxados. E você começa a desligar eles mais rapidamente ainda. Até que em algum momento você percebe que estão tão desligados.

você vai se permitir um único teste, tentar abrir e não conseguir. No seu tempo, a partir de agora. No momento que você fizer isso, você vai estar entrando em hipnose. Isso, mais pesados, mais desligados, isso não precisa mais tentar. Distribua esse relaxamento com todo o seu corpo. Permita que esse relaxamento seja distribuído por todo o seu corpo, sua cabeça ficando mais pesada. Em algum momento, vou pedir para você abrir e fechar os olhos.

Cada vez que você tentar abrir e fechar os olhos, você vai desligar duas vezes mais. Rapidamente, abre os olhos, fecha os olhos, isso. Abre os olhos, fecha os olhos. Abre os olhos, fecha os olhos, isso. Abre os olhos, fecha os olhos, ótimo. Está muito bem. Agora você vai escolher uma das suas mãos, ou a direita ou a esquerda, vai fazer um punho fechado. Pode fechar mesmo. Isso, uma delas, isso. Um pouco mais forte. Um pouco mais forte, um pouco mais forte, um pouco mais forte.

Relaxa, solta tudo isso. Já relaxou o seu corpo. Mas o importante é relaxar a sua mente.

E para relaxar sua mente, você vai imaginar uma contagem regressiva a partir do 100. E a cada número, você vai desligar duas vezes mais. E quando estiver perto do 98 antes, permita que os números sumam. E eles se vão. E você começa no 100, os números vão sumindo. 99 e eles somem. E eles somem. E eles somem.

E eles somem. Não precisa mais contar isso. Pode parar de contar. Inspire profundamente, segura o ar, só para abrir em longe. E agora você vai imaginar que está em uma sala de aula, ou de colégio, ou de faculdade, e lá na frente tem um quadro negro, uma lousa, e você vai escrever seu primeiro nome.

João. Consegue imaginar você escrevendo João nessa lousa em esquadro negro? Escreve João. Isso. Você vai escrevendo João. Isso. E agora você vai olhar para esse nome João. Para você relaxar mais. Você vai apagar tudo que está escrito. Apaga tudo isso. Apaga esse nome. Isso. João. Você apaga tudo. E agora você vai escrever um outro nome.

De uma pessoa que você admira. Você vai escrever apenas Lenin. Responda com sua cabeça se você admira Lenin. Escreva o nome de Lenin. Isso. E você vai balançar a cabeça quando tiver escrito Lenin. Quando você abrir os olhos, eu vou perguntar o seu nome. Você vai lembrar que seu nome é Lenin. Em homenagem a Lenin. Seu nome é Lenin Carvalho. Abre os olhos? Seu nome é qual?

Seu nome é? Tenta falar É Lênio ou João? Fecha os olhos Você vai olhando pra Lousa agora Tava escrito João Que era o seu nome E você vai apagar o nome Quando te perguntar o nome Por algum motivo você vai responder Lênio em episódios Qual que é o seu nome?

Lênin, João, caralho. Você tá brigando com sua mente, Lênin? Você tá muito rebelde. Qual que é o seu nome? É Lênin, não é não? É Lênin Carvalho?

A palavra João some. Qual que é o seu nome? Põe o microfone perto, por favor. Qual que é o seu nome? É Lenin? Rebeldia. Fecha os olhos. Agora ele vai estar na lousa.

Você vai escrever o nome de uma outra pessoa que você ama muito. Eric. Apaga a luz da toda e escreve só Eric. Quando você abre os olhos. Vai escrever no Eric. Vou perguntar o seu nome. Você debate para o outro e vai responder que é Eric. Abre os olhos. Qual é o seu nome? Eric. Eric. Eric de quê?

Carvalho. Eric Carvalho? Seu filho também chama Eric, né? É. Eric Carvalho, e de onde que veio? Como escreve seu nome? Qual a primeira letra do seu nome?

Não sai, cara Eu acho que o senhor tá muito rebelde Qual que é a palavra que tá mais disponível no seu cérebro? Eric Eric, deve ser esse nome Você acha mais fácil o seu nome ser Eric ou Maria? Eric Você acha o seu nome mais fácil ser Eric ou Lenin? Eric O seu nome é Eric Carvalho, né?

Estamos aqui, estamos na barreira do nível cognitivo. E a gente está percebendo que a sua consciência está um pouco incomodada com algumas alterações perceptuais. Vamos fazer mais uma alteração. Feche os olhos. Você vai escrever na lousa os números de 1 a 5. 1, 2, 3 até o 5.

Isso. Agora tem um número que está entre 3 e 5 que vai sumir. Vai ficar 1, 2, 3, 5. Esse número que está entre 3 e 5 sumiu em todos os idiomas. Sumiu em português. Esse número não existe mais. Por algum motivo você não vai falar esse nome mais. Esse número mais. Você vai contar 1, 2, 3, 5, 6. Avisórios? Seu nome é Eric, não é? Tá, enquanto você está pensando nisso, conta aqui comigo. 1.

Dois, três... Esse é mais difícil mesmo. É cinco. Ainda bem que fez história, né? Ainda bem que o senhor estudou história. Porque é bom saber os números, né? Me pergunto. Quantas rodas tem uma moto?

Vai ser difícil. Eu já tô num ponto que eu tô... Ótimo, ótimo. E quantas rodas tem um carro? Cinco. A palavra não sai. Não sai. Mas ela tá na sua mente, você não consegue expressar. Tá, mas não vai. Ótimo. Agora, fazer mais um teste. Fecha os olhos.

Imagina uma tela de cinema. Você vai vendo tudo o que aconteceu hoje. Todo dia você gravou o episódio. Você passou pela experiência da hipnose. Até o momento de agora. Você vê tudo isso na tela. Só que a tela começa a voltar, voltar, voltar, voltar, voltar, voltar, voltar. Quando você solar o dedo, você acaba de chegar meio esbaforido para a gente gravar o episódio. Você esquece de tudo o que aconteceu. Abre os olhos.

E aí, já teve alguma experiência com hipnose? Acho que não. Não. A gente já gravou alguma coisa hoje? Não, né? Meu Deus, os caras estão quase meio dia, velho. Não vai dar tempo de gravar, né? O que será que aconteceu?

Cara, que hora que eu cheguei? Você acabou de chegar. Você atrasou um pouco, né? Meio dia, quase. Quando eu estalar o dedo, você vai lembrar que foi hipnotizado e todas as memórias voltam. Voltou? Nossa, cara, é incômodo, velho. É assustador, cara.

Pô, eu quero fazer a promoção da hipnose, que foi legal. Agora, engraçado que nas sugestões cognitivas você foi no limite.

Eu não sei se é porque a consciência não tava querendo. Você chegava a balbuciar João, falava João e depois o nome sumia de novo. Você sentiu uma luta? Por ser uma sugestão de desafio? Mano, ah... E se você quiser ver... É difícil de explicar, mas assim, a sensação que eu tive é... Tem alguma coisa atrás me dizendo que o que tá na frente tá errado e não sai nenhum nem outro.

Então quando sai... É porque a gente faz um negócio chamado priming, que as redes neurais conectadas com certas respostas estão mais disponíveis. Você entende? Tipo assim, é difícil de explicar. Agora é engraçado que o nome Eric foi mais fácil de você ter do que o nome Lenin. Por algum motivo, você acha o nome Eric um pouco mais verossímil do que o nome Lenin. Agora, o mais interessante é isso não. Ah, meu filho, sei lá. É, talvez.

É que agora seu nome sumiu de novo. Seu nome é Maria? Não. Você tenta falar seu nome é Maria?

Não, meu nome é Maria, não. É Eric, não é? Não. Tanto fala seu nome, então é Maria, não é? Velho vai se foder, cara. João. E o nome volta. João. Velho é trava, trava. É um trem que trava. Fecha os olhos. E agora, você vai afundar um pouco mais esse estado. Desligar um pouco mais.

E a partir de agora, toda vez que olhar diretamente nos seus olhos e falar durma, os olhos ficam mais pesados. Durma. Os olhos ficam mais pesados e você acessa esse estado imediatamente. Durma. Os olhos ficam mais pesados. Isso. Abre os olhos. Abre os olhos agora. Isso. Vai pra cá. Vai pra cá. Durma. Isso. Vai ficando mais pesados. Durma. Isso. Durma. Isso. Isso.

E agora você vai perceber que você tá colado na cadeira. Quando você solar o dedo, você vai tentar levantar, vai tá colado na cadeira. Só que a bexiga vai enchendo, enchendo, enchendo. Absorço? Tenta levantar. Preso. Ei! E aí, gente, tá programado. A sugestão foi removida. Isso pode voltar, por favor.

E aí, volta aqui. Ô, Ricardo, deixa comigo aqui. Enquanto ele se recompõe... Tá tudo bem aí? Tá tudo bem. Tivemos um pequeno acidente com a hipnose. O problema... Com a hipnose. Quase que eu caí aqui dentro, bicho. Então você quer ver as vidas passadas do João? Ou quem sabe o exorcismo? Deixa nos comentários aí qual tipo de experiência anômala você quer no próximo episódio. O que você acha?

Você tá bem? Eu tô, cara. Eu tô, assim, eu tô impressionado. Eu achei que não fosse. Sabe a sensação que você tem que nunca vai acontecer com você? Todo mundo acha isso. Ninguém nunca chegou assim. Nossa, com certeza eu vou ficar doidão e vou ter muita alucinação dele.

Ele nunca falou isso comigo, sabe? O que você achou da experiência, como um todo, assim, do início? Você sentiu que em algum momento você tinha uma sensação de perda de controle? A parte de mudança de fato de consciência é muito incômoda pra mim. Então é um trem que trava. Tô querendo que aconteça, eu tô deixando, tô de boa, tal, tô aceitando. Mas é um medo, você acha? Cara, não sei, eu não sei se é necessidade de controle e tal. É um trem que trava. Você teve vontade de ir no banheiro?

Hã? Quando eu falei que a bexiga vai encher, você teve vontade de ir no banheiro, não? Não, eu tive vontade de levantar, porque você me mandou levantar, eu fui levantar e eu caí, porque eu tava grudado na porra da cadeira. Certo. E aí a sensação que você teve foi de um incômodo. A parte de mudar nome, de não sei o quê, é um incômodo, porque eu sei que tem algo errado, eu não consigo falar o que tá certo, mas eu não consigo admitir o que tá errado, você entende? Você fica num não lugar.

Você percebeu a consciência como observadora? Em certa parte, sim. A gente tem uma sensação de despersonalização. É quase como se estivesse falando uma coisa em primeira e em terceira pessoa. É. Isso é comum de acontecer. E o interessante é que, quando incorpora em você a sugestão desafio, ela perde pouca força. Por exemplo, você percebeu a mão colada? Ela quase soltou.

Porque, e eu falei assim, tem que soltar, tem que soltar. O olho, ele começa de uma forma mais permissiva. Então, não tem desafio. E o não desafio favorece o fenômeno de acontecer. De todas as experiências, o que você acha mais impressionante? Cara, assim, a parte motora e tal, é muito fácil de aceitar o comando de boa e tal. O incômodo da parte de sugestão cognitiva é estranho, assim. Porque... E aí

Eu fiz as sugestões que você ficou assim, quase no nível 4. A escala vai até o nível 8. Você aceitou uma sugestão do nível 8. Que se chama amnésia pós-hipnótica. Que eu dou a sugestão de que você não lembra de nada do que aconteceu.

Essa é considerada uma das sugestões mais complexas que existem e ela funcionou muito bem com você. Só que as sugestões cognitivas... Que hora que foi essa? Você não lembra. Eu falei, às vezes vai esquecer o que aconteceu. Você perguntou, que horas são? Já são meio-dia. Você lembra disso? Mais ou menos. Mais ou menos. Depois você vai ver o vídeo. Depois tem que fazer o react do seu hipnotizado na live. Mas...

O ponto é que as sugestões cognitivas elas têm um desafio que elas envolvem desafio. No momento que eu falo, por exemplo, tenta falar seu nome, isso gera uma pressão de perda de controle. E aí eu senti que você recuou mais. Agora eu imagino, por exemplo, que a gente fazia uma sugestão, por exemplo, de vida passada pro próximo episódio.

É tranquilo. Por que não uma vida passada? Por que não se transformar num grande revolucionário da Revolução de 17? A gente não sabe o que sua imaginação é capaz de te levar. Eu sei lá. Eu acho mais fácil eu comer a cebola do que eu fazer isso. Você achava fácil o que aconteceu hoje? A questão é tipo assim, você vai se permitindo, você vai se levando e tal, e não é um trem que incomoda.

A sugestão cognitiva incomoda. Mas eu acho que o que incomodou foi o desafio. Eu acho que, por exemplo, talvez uma sugestão de vida passada, por não ter desafio...

Seja uma sugestão cognitiva que funcione melhor. Só que só vamos descobrir que esse pessoal deu like, comentar, entrar no clube de canal, enquanto o João se recupera. O que eu fico pensando é o seguinte, cara. O fato de eu ser ateu e não acreditar de forma nenhuma em vida passada já não vai ser trava nenhuma. Eu já fiz exorcismo em ateu.

Tô te falando porque tipo assim, saca? Cara, eu fiz vida passada sem acreditar. Eu entrei na vida passada e fiz assim. Merda é essa? Meu cérebro tá criando isso. Cara, eu via a floresta. Eu via o incêndio. Eu via tudo e falava assim. Eu tô vendo isso, mas...

Eu não acredito. Porque isso surge muito mais do engajamento do cérebro em relação à sua percepção do que realmente com a crença de que aquilo é real. Agora é claro que a crença potencializa. Mas assim, quando você vê você vê em HD full definition, assim, você vê mesmo como se fosse uma... Não, quando eu tô porque eu não sou tão improvisável. Eu sou bem... Eu sou tipo você, talvez, tipo o pirula porque, tipo,

Mas eu tenho a sensação de sonho. Sabe quando você tá aquele sonho meio acordado, meio sonhando, que você tem aquela vivência? Não é realmente igual tá aqui agora. Não, cara, pra mim é uma coisa muito longe. Porque, tipo assim, eu consigo imaginar uma reprodução daquela imagem, mas eu não consigo visualizá-la na minha mente. Você entende? Sim, sim, sim. Você não visualiza igual a gente tá vendo aqui agora. É. Eu também não visualizo não, mas eu sinto...

a percepção como se fosse. Entendi. Mesmo que um pouco distante, eu tenho essa sensação de distanciamento também. Não, a minha não é a sensação nem a de distanciamento, a minha sensação, a falta... Cara, é difícil de descrever, porque assim, você não tem um estado muito para descrever isso. Mas assim, eu consigo vislumbrar no fundo da minha mente como aquelas imagens seriam, mas eu não tenho input visual nenhum delas.

É, eu acho que minha percepção é um pouco assim também. É um pouco assim. Tipo uma lembrança. É tipo uma lembrança. É tipo uma lembrança. É tipo assim, eu consigo lembrar de eu cortando o último limão que eu cortei na minha casa. Isso. É tipo uma lembrança, só que a gente reage. A gente reage. Mas eu não vejo nada. É, não. Também não vejo, não. Mas é uma lembrança forte que dá reação fisiológica, entendeu?

uma memória importante, não sei. Tem que fazer mais um episódio. Só que o pessoal tem que apoiar, tem que comprar o curso. Aproveita, quer fazer essas experiências? Como que foi? Você acompanhou o João? Porque o pessoal pode participar, pode voltar o vídeo aí, ver como foram as experiências. Primeira vez que o João foi hipnotizado, e o melhor foi o seguinte.

É que, por exemplo, com o Emílio e com o Pirula, rolou uma hipnose de bastidor antes. O Emílio, ah, vamos fazer e tal, não sei o quê, porque, pelo ponto de ter podcast e tal. A única vez que eu tinha feito com o João foi aquele negócio de exercício na live. Então a gente teve uma hipnose autêntica da primeira vez que você foi hipnotizado.

Aí depois a gente pode ver outras experiências. Eu posso, inclusive, repetir o que eu fiz com o Pirula, que é ver o efeito alcoólico. O quanto que o efeito alcoólico favorece ou não nessas experiências também. Só a favor, só a favor, porque aí eu vou beber. Exatamente. Só que aí tem que ser um dia de fazer isso aí, né? Porque geralmente está na correria de mim. Não, e aí tem que ser um dia que eu venha de Uber, né? Porque senão fica complicado.

Com certeza. Mas aí agradeço, João, pela participação. Obrigado eu, querido. Obrigado eu.

obrigado aos minutinhos, a todos que tiveram aqui, espero que vocês tenham rido bastante do idiota caindo da cadeira aqui pô, eu fiquei com pena, eu fiquei com medo de machucar, não, o Alberto fez sacanagem tá, eu sei que o Alberto fez sacanagem sacanagem é descobrir que tá preso até agora valeu pessoal vira membro e até a próxima tchau, tchau

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