EP:45 - "DO BRONX A METRÓPOLIS: ONDE O BURRO PERDEU AS BOTAS"
No Episódio 45 do Entre Bruxas e Burro, recebemos o Geógrafo para uma viagem nostálgica e profunda pelas eras de Ouro e Prata da Marvel e DC. Mas não espere apenas "conversa de fã": nós mergulhamos no impacto cultural, nas estratégias de comunicação e na filosofia por trás das capas e máscaras.
O que você vai encontrar nesse papo:
Geografia vs. Ficção: Como o espaço urbano molda a moralidade dos heróis.
Nostalgia de Banca: A magia do papel jornal e o cheiro da tinta que marcou gerações.
Filosofia em Quadrinhos: Debates sobre ética, sociedade e como a arte influencia nossa percepção de mundo.
Caos e Reflexão: Entre as análises do Filósofo, o misticismo da Bruxa e, claro, o nosso Burro tentando não se perder entre o Bronx e Metrópolis.
Seja você um colecionador ávido ou alguém que apenas gosta de uma boa reflexão sobre cultura pop, este episódio vai desafiar seus paradigmas e te fazer olhar para os gibis de um jeito que você nunca viu.
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- Aniversário do podcast É Nóia MinhaComemoração de um ano de Entre Bruxas e Burros · Agradecimento à audiência e convidados
- Quadrinhos e ficçãoFilosofia por trás das capas e máscaras · Ética e sociedade nos quadrinhos · Desconstrução de heróis em quadrinhos · Watchmen e sua profundidade · Sandman e a literatura em quadrinhos · The Boys e o lado B dos super-heróis
- Ocupação da cidade e ruaDiferença entre planalto e planície · Geografia humana e suas aplicações · Impacto do espaço urbano na moralidade dos heróis · Araraquara e sua localização
- Indústria de JogosRPG como forma de leitura e socialização · Game Show: Heróis e Heroínas · Jogos de videogame baseados em HQs
- Teorias da ConspiraçãoTerra plana e a teoria da Austrália inexistente · Homem na Lua e a crença do Burro · Fidget spinner e a Terra
- Resiliência pessoal e institucionalAdaptação a cenários inusitados · Resiliência diante de desafios · Superpopulação e soluções extremas
No céu dança umas estrelas a brilhar Entre bruxas e burros tudo pode mudar Nosso laço é forte como um ferro a vibrar A amizade nunca vai se apagar Sejam bem-vindos ao 45º episódio do Entre Bruxas e Burros. Eu sou o filósofo, o grande pensador contemporâneo.
E hoje é um dia especial. Graças a Saturno, que contornou a beirola de um buraco negro invisível, estamos completando um ano de existência. Façam festa! E para comemorar essa data especial, estamos recebendo um convidado mais, mais, mais do que especial. Aquele que ama quadrinhos e saberá nos explicar a diferença entre um planalto e uma planície. O geógrafo!
Uh, boa noite. Muito obrigado pelo convite aí, né? E você quer uma frase de efeito, é isso? Vai na fé. Beleza. Então, já que o nosso tema é quadrinhos, né? Acho legal essa com grandes poderes. Tem grandes responsabilidades, hein? Essa é boa, hein? Miranha. Um clássico. Quero ver se você vai acertar de quem é. É do Miranha?
O Buvo não entendeu essa daí ainda Até hoje Mas quem falou pro Homem-Aranha? Isso é a questão Na verdade foi útil dele, não? Isso, muito bom No caso do Buvo é com grandes motores Vem grandes velocidades Porra, vou tatuar essa frase agora Muito bobo Acima do umbigo aí
Bom, falando nele, nesse episódio especial, também tenho a honra de apresentar o integrante que acha que Turma da Mônica é mais difícil que Freeman Dyson, o burro! Prazer, como sempre, estar aqui hoje em especial com esse convidado maravilhoso e também completando um ano de podcast. Cara, um ano de podcast não é um dia, não é dez dias, são cem dias, são mil minutos, são dez mil horas.
Excelente. Peraí. Peraí. Vamos fazer um parênteses aí já, né? Porque, mano, sem dia, um ano é foda, né? Não, vocês estão tudo errados. É um ano. Eu tô feliz pra caralho. Isso aí. Tá foda. Já começamos bem. E já o meu lado direito, aquele que canta, aquele que dança, toca qualquer instrumento, mas prefere sempre a flauta de carne, a bruxa. O que é isso, mano? Oxi, esse cara tá... Lá ele.
Bom, mas pra não perder o costume, né? Parangarico, time e ruaro é a palavra cabalística, minha gente. E sim, vamos falar de HQ hoje. O HQ que eu tenho mais familiaridade com Turma da Mônica, né? Inclusive, eu comecei aprendendo inglês, lendo o HQ da Turma da Mônica em inglês. E vocês me zoavam por causa disso. Isso nem existe, mano. Cara, culto da porra.
E à minha frente, o podcaster mais amado de Araraquara e região, o Moringa. Opa, sou eu aqui de volta, depois de alguns episódios aí na geladeira. E eu queria aproveitar o geógrafo aqui pra perguntar, Araraquara tá em que região de São Paulo, hein? Araraquara já tá aí na região do interior, né? Só que agora você me pegou, mano. Aluno é foda. Aluno só vem com a pergunta assim, hein? Não, só vem com a pergunta, olha, mano.
região do interior, agora não lembro se é é sudoeste ou é... Agora ferrou, eu teria que ver a rosa dos ventos, meu.
Eu teria que ir lá fora, molhar o dedo e colocar pra cima, né? Boa! Caramba, é aquele aluno que falou, caramba, podia ser essa pergunta? Porra, esses dias deu, esse dia eu venho abençoado. Alguém te mandou uma pergunta, era um assunto nada a ver, o cara, professor, Empédocles nasceu onde? E qual que era a função dele, da filosofia? Nossa senhora! Aí já deu aquela tremideira.
Não, porque eu sabia quem que foi, ele foi o pré-socrático. Só que onde nasceu, da mãe dele, velho, sei lá onde ele nasceu. Boa resposta. Aí que tá.
Com o tempo, você pega as malandragens da aula. Numa dessas, assim, você fala assim, olha, tem duas opções. Ou você vai para o caminho de que você não sabe, você é modesto quanto a isso, você fala assim, olha, eu preciso me lembrar, eu vou dar uma pesquisada e na próxima aula eu te trago essa resposta. Ou você pode meter o louco e falar assim, olha, como é tudo da Grécia lá, mano, você mete tipo assim, ah, ele nasceu na região dórica. O moleque vai acreditar, mano.
Olha, bruxinha, é que tem a região jônica também, tem mil coisas ali. Ele pesquisa, ele fala, o professor está errado. Eu fui pelo modo humilde. Falei, olha, ele foi um pré-socrático, agora onde nasceu, não sei te falar, o papel dele foi esse, esse, esse. Mas tem alguma relação com a aula? Não. Então por que você perguntou? O Geografe foi bom também aí nas respostas para aluno, porque ele também já está há muito mais tempo que a gente aí na labuta. Então, com o tempo, a gente vai pegando esse.
Esse esqueminha e tal, essa malemolência e tal, né? A gente vai pegando a manha pra gente, justamente pro aluno, a gente não cair nessa. Porque o aluno tá testando a gente o tempo todo, né? O tempo todo. E mais uma vez eu queria agradecer a nossa audiência, que sempre vem crescendo, a todos que já participaram do programa, aos membros fixos que fazem parte desse sonho do sargento, né? Do finado sargento que não participa mais.
e que se tornou verdade durante um ano, e eu espero que ele continue firme, forte e rígido por mais alguns anos. Eu também queria agradecer ao geógrafo pela presença, e eu queria dizer que, em nome de toda a turma, se nós pudéssemos, trocaríamos você por um dos membros do podcast, que é seu irmão, porque você é muito mais legal, mais bonito e mais rico.
Muito obrigado Primeiro eu quero agradecer Novamente o convite Como eu falei, é a primeira vez que eu participo de um podcast Por isso que eu estou um pouco nervoso Minha primeira vez Vai devagar Mas quem sou mais bonito que meu irmão Sou mesmo, isso é verdade Isso sem sobra de dúvida Não é muito difícil também Agora rico meu, professor É bem difícil ser rico, né
Tem que ir de saúde, conhecimento também Tem que apelar pra esse lado mesmo No próximo bloco veremos se ele tem essa riqueza Vamos lá, bloco 1
Muito bom, pessoal. Bloco 1, conhecendo o convidado. Como é de praxe, né? Eu sempre cito aqui e pergunto ao convidado se ele está familiarizado com os 12 trabalhos de Hércules. Está por dentro? Se eu estou familiarizado? Isso. Olha, faz muito tempo que eu vi sobre isso e não muito.
Não cai na aula de geografia, né? Essa parte não. Justamente essa parte não cai sobre os trabalhos de Hércules. Mas ele era um deus, pelo menos isso eu lembro. É, acho que era. Mas assim, o que acontece? No nosso manual de instrução aqui, quando fomos conceber esse podcast...
Montamos um livro que tem 627 páginas, então na cláusula 12 do inciso 36, capítulo 1, versículo 67, página 328 do nosso Manual de Boas Práticas, todo convidado precisa responder a 12 perguntas surpresa para que os ouvintes o conheçam melhor e julguem a sua índole e também servirá para que os nossos...
Nosso grupo de cientista da mente analisem suas respostas e avaliarão se existe a necessidade de alguma intervenção médica, policial ou familiar. Está preparado? Estou, né? Praticamente estou apto para levar o anel. Anel. Se alguém quiser fazer uma piada de levar o anel. É, tudo bem. A ideia era essa mesmo.
Você é o Gandalf, pelo jeito. Eu tô mais ali pro pro Sam, aquele gordinho ali. Ah, sim. Eu vou voltar pra casa a todo momento. Parceiro do fruto. Eu queria sair da toca. Mas vamos lá. São 12 perguntas surpresas. Pergunta número 1, geógrafo. Se você descobrisse que a Terra tem, na verdade, o formato de um fidget spinner. Sabe o que é um fidget spinner?
Aquele negócio que a gente gira, aquele brinquedinho? Isso. Imagina que você descobriu que a Terra tem esse formato. E que todos os mapas foram desenhados por um cartógrafo bêbado que odiava o Hemisfério Sul. Você revelaria a verdade ao mundo, causando o colapso da navegação aérea? Ou continuaria mentindo em troca de um suprimento vitalício de GPS que nunca é o caminho?
Tá uma merda, hein? Não, mas, ó, eu acho que com certeza, eu gosto um pouco do caos, né? Eu sou o cara que eu gosto do caos. Eu acho que eu botaria a boca no trombone aí, velho. Já ia arregastar. Cara, pô, e ainda mais vai foder o Hemisfério Sul, velho? É sempre a gente.
Com certeza eu já meteria o louco, né? E, já que a gente aqui abaixo da linha do Equador, a gente sempre se ferra mesmo, né? E sempre vale menos, né? É, parece que a gente, nós aqui, América do Sul, África e tal, né? Tirando lá a Austrália lá, né? Que só tem canguru. Mas a gente aqui tá sempre sofrendo aí com a galera da América do Norte. Verdade.
e da Europa, pô, aí que eu ia meter o louco mesmo, né? E vamos ver o caos mesmo, o mundo já tá uma loucura? Porra de caos. São peido pra quem tá cagado, né?
É, então, justamente. Já gostei. Só um parênteses, o filósofo. Agora você não faz parênteses, vai lá, Bruxo. É, que você falou aí, você acabou de dar um argumento bom pro burro, né? Que não acredita que o homem foi à lua, que a Terra é plana, igual o doutor acredita aí. Então, a partir do momento que você falou isso aí de uma possível conspiração, né? Por mais fictícia que seja, os caras adoram a teoria da conspiração, né? Inclusive, eu quero perguntar pro burro se, além de não...
de acreditar que o homem não foi a Lua, ele acredita que a Austrália é de mentira, porque tem essa teoria também, né? O geógrafo citou a Austrália aí, e tem uma teoria que o pessoal fala que a Austrália não existe, a NASA inventou, e todo mundo que mora lá é ator. Não. Não sei se vocês já ouviram essa teoria. Essa não, sério mesmo? Isso é uma mentira. Isso é mentira, porque como o próprio geógrafo falou bem, colocou ali, lá só tem canguru.
Lá foi criado canguru, então os habitantes são cangurus. Então lá existe sim. Mas a Lua realmente ninguém pisou, isso é fato.
E o que eles fazem lá é exportar canguril para os zoológicos do mundo inteiro, é isso? Exatamente. E eles são boxeadores, inclusive, né? Treinaram com o Mike Tyson. Tá. Tá bom. Vamos para a segunda pergunta. O geógrafo, imagina que chegou um gênio do mal e trocou a mente do presidente da ONU com a mente do seu vizinho que faz churrasco com som alto no domingo.
Para desfazer essa maldição, você deve anexar o quintal do seu vizinho ao território da Coreia do Norte, usando apenas fita crepe e diplomacia agressiva. Qual é a sua primeira jogada? Primeira jogada? Bom, meu, primeiro com certeza eu ia para o ataque, né?
Porque, cara, de fato, você ter um vizinho que faz churrasco todo final de semana, com aquele cheirão de churrasco vindo na janela do seu quarto, né? A bruxa conhece aqui o meu quarto. E, meu, chegando aqui, e a gente sem o dinheiro pra fazer o churrasco, e aquele som alto dos infernos, mano...
Olha, primeiro que com certeza eu ia fazer de tudo pra poder anexar, né? Contribuir pra anexar o o quintal dele no território coreano, viu, mano? E aí eles teriam que seguir as regras, né? Da Coreia do Norte, cortar o cabelo. Isso, cortar o cabelo, né? Apesar que lá são três tipos só de cabelo que pode, né? Bom, eu não posso escolher, só tenho um. Não sei se meu tá incluído aí na lista.
Eu com certeza viraria um grande parceiro do Kim Jong-un lá, nem sei se é essa o correto, mas só pra eu virar parceiro e conseguir anexar, cara. Eu seria ver a diplomacia aí.
Beleza. Pergunta número 3. O gênio do mal não vai embora. E fala pra você que você só pode enxergar o mundo através da projeção de Peters, onde tudo parece esticado e derretido. Pra voltar ao normal, você deve convencer um grupo de 50 terraplanistas de que a Terra é, na verdade, o formato de um pneu de trator. Você encara o debate ou aceita o mundo esticado?
Olha, meu, do jeito que está a sociedade, que está difícil até para a gente poder dialogar com determinadas pessoas, eu não sei, é assim, eu sou um cara que vou para a briga. Provavelmente eu iria para a briga, a gente ia ter várias confusões, mas do jeito que está, meu, discutir com terraplanista hoje está meio complicado. Melhor aceitar, né? Desde que a gente viu essa polarização muito grande dentro do Brasil, né?
principalmente nessa questão política, às vezes a gente tem ficado meio de com o pé atrás antes da gente poder entrar num debate que você sabe que às vezes não vai ter um fundamento, né? E às vezes a gente não vai conseguir, por mais que tenha vários argumentos, a gente não consegue às vezes colocar determinadas coisas para as pessoas, né? Porque elas não entram querendo debater, entram querendo enfiar a verdade delas, né?
Isso, isso, justamente. E assim, isso porque é um tema que você trouxe da Terra plana, mas isso se estendeu para várias esferas e se tornou muito chato, muito difícil. Eu acho que a gente entra num debate que não acrescenta mais nada, vira só discussão. Nesse caso você aceitaria a Terra Esticada, então? É, eu acho que nesse caso sim. Nesse caso eu não compraria essa briga, talvez. Pergunta número 4.
Se você pudesse acelerar o movimento das placas tectônicas para que todos os continentes se juntassem na Pangeia novamente amanhã, mas isso faria com que o Acre ficasse localizado exatamente em cima de São Paulo. Você apertaria o botão? Eita, filósofo, tá? Tem que tomar muito cuidado com o que a gente vai responder.
Eita! Olha, na verdade, assim, eu vejo diante de... Porque assim, quando eu escolhi a profissão, né, de ser professor e geógrafo em si, é pela paixão mesmo, né, da área, né? Seja tanto da área da geografia física quanto da geografia humana. E hoje a gente consegue... Eu tô com 44 anos e eu tenho uma visão completamente diferente do que eu tinha lá no início da faculdade, né, com 18, 19 e tal. E, meu...
por mais que a gente saiba do nível de desenvolvimento diferente entre os estados e nações que sejam seria meio assim sacanagem a gente tirar o Acre
do papel, né? Tirar o Acre do cenário, né? Seria complicado. Apesar que ele tem uma importância, né? Tem, dinossauros. De dinossauros. Ele tem uma importância grande já, né? Há um tempo atrás também dentro da história do Brasil. Mas hoje, assim, por questões econômicas, provavelmente a gente não deixaria isso acontecer, né? Do Acre se sobressair a São Paulo aí. Então não apertaria o botão.
Não, não apertaria. Deixa a panjinha se for acontecer no tempo dela. Eu posso fazer uma dúvida aqui com o geógrafo? Pois é, ó de burro. É que ele falou de geografia humana, eu fiquei imaginando o que seria isso. Por exemplo, a mulher depois faz a cesárea, por exemplo, ou seria ali o troco de Capricórnio, mais ou menos seria ali onde fica a marca? Você tá falando sério, né?
O que é? Eu não tenho ideia que é geografia humana. Não é possível, mano. Ele tá zoando, ele tá zoando. Eu fiquei curioso também. Não, geografia humana é a área aí da geografia que vai estudar as relações do homem em si com o espaço geográfico, que é a superfície terrestre. E aí entra toda aquela área, geografia urbana, geografia da população.
A geografia econômica, a própria geopolítica, que está em constante evidência. Porque o geógrafo é isso. Quando você liga a televisão, é um problema sério. Ai, meu Deus do céu, já tem que mudar a aula para o dia seguinte. Porque cada dia é uma agência nova. Mas tudo isso que envolve o homem em si, dentro do espaço geográfico, e o que ele muda no meio que ele vive, a gente considera como geografia humana. O estudo da área da geografia.
Consegui entender muito? Então estava certo. Obrigado, senhor. Queria explicação mais técnica. Então estava certo.
Ele nunca esteve certo. O cara não viu nada. Eu esteve certo porque eu achei que estava errado. Ou estava certo, na verdade. Pergunta número 5. Essa aí, já se prepara aí. Essa aqui é pesada. Essa aqui é sinistra. Respira e vai. Qual é? O seu cavaleiro do zodíaco favorito e o seu signo. Tá, meu. Você me pegou porque eu não sou fã de cavaleiros do zodíaco. Eles vão me matar. Esse foi o geógrafo. Então, obrigado, pessoal. Valeu. Falou, falou, falou.
Olha, eu acompanhei muito pouco lá nos anos 80 mas não foi uma das uma das séries que eu mais curtia Mas qual que é o seu signo? O meu signo é touro Outro dia 27, até fim de semana passada É o melhor É o Aldebaran É o melhor signo que tem no Zodíaco Inclusive o Aldebaran é o cavaleiro, ele é brasileiro Ele é um cavaleiro brasileiro E aí
É o cavaleiro mais forte que tem, é o melhor que tem. Ele é a estrela... Aldebaran, inclusive, é a estrela mais brilhante da constelação de Touro. É isso, é isso. É, a bruxa conhece mais, mas isso daí é... É, as astrologias aqui... Pergunta número 6. Se um vulcão entrasse em erupção e as cinzas formassem o rosto de Schopenhauer no céu?
E a única forma de parar a lava fosse sacrificar o seu diploma de geógrafo em uma cratera cheia de fundir de queijo. Você salvaria a cidade ou manteria o seu título acadêmico? Ah, mano. Olha. Não, eu salvaria a cidade. Salvaria a cidade.
Eu acho que o lado humano pesa mais. O lado do herói. É, pesa. É, meu, é a questão de quando você vai pra área de humanos. Você tá aí, filósofo, nessa pegada, você vai sentir isso também. Até porque envolve-se muitas pessoas dentro desse contexto aí. Família, filhos.
Esse pessoal de exatas não sabe o que é isso, cara. Não sabe. Não sabe, não sabe. Nem de linguagem, né? O aluno é por 0,02, você vai deixar o cara de recuperação? Não, lógico que não. Eu acho que o senso de humanidade vai valer mais do que o diploma, o papel. Esse é o cara. Porque o conhecimento, aí que você como filósofo vai entender isso, o conhecimento ninguém tira da gente, né? Pode tirar um papel, beleza, mas o conhecimento tá sempre com a gente.
A não ser que você tenha se formado na faculdade igual o cabra, que já foi desregulada. A faculdade desde já foi desmontada, desregulamentada toda, né? E hoje o tipo, ele não vale nada. E aparece que ele tem ensino médio incompleto, né? Se você for pesquisar. Tudo bem.
Pergunta número 7. Se o clima do mundo passasse a ser regido pelo humor do seu familiar mais ranzinza, e toda vez que ele reclamasse de política ou qualquer outra coisa, começasse a chover, você tentaria animar esse seu familiar que é ranzinza? Certo. Ou aceitaria que vai chover todos os dias?
Ah, eu sou o mais ranzins, então. Até me admito já. Olha o cara já se... Se acuse, se acuse. Olha o cara se acusando. Essas horas a gente tem que tomar cuidado com quem fala. Porque, bom, vai lá saber se algum familiar vai ouvir ou tá ouvindo aí o nosso... Mas assim, eu tenho uma pessoa aqui que é da minha família.
não propriamente do seio familiar aqui eu, meu irmão, meu pai, minha mãe mas sim uma pessoa que é da família, mas não do seio familiar mas o... que é uma pessoa que eu acho que eu conheço que faz parte da minha vida, que é uma das mais ranzinhas ele tem esse pensamento um pouco parecido com o burro aí também de questão que não acredita que o homem foi pra lua sabe? inteligente então
Mas ele é muito ranzinza. E ele não admite. Qualquer coisa que a gente vai discutir vira um problema, seja desde futebol, política e ciência. Então vira um grande problema. E é muito ranzinza. Olha, meu, do jeito... Eu conhecendo a pessoa...
Eu acho que a gente ia ter tempestade, mano. É melhor, não é melhor, eu aceito que dão menos. Eu aceito que dão menos. Porque é aquilo que a gente falou numa pergunta lá anterior, tem coisas que a gente não consegue mais, né? Não dá, né? Concordo contigo. Pergunta número 8. O Gênero voltou. Ele voltou e trocou o solo do seu jardim por marshmallow vencido.
Para restaurar a terra fértil, você deve passar uma noite inteira abraçado com um espantalho que tem a voz do Galvão Bueno e ele narra os seus sonhos. Você encara a noite ou aceita o Jardim de Açúcar? Olha, mano, puta merda, ouvi o Galvão no ouvido, tá difícil, hein, meu?
Eu sou louco por doce, mano. Mesmo vencido, bora lá. Duvido aqui quem não comeu já um chocolate vencido no armário, na geladeira aí. Ah, com certeza. Eu vou ficar com o marshmallow mesmo, viu, meu? O jogo é foda, né? Ah, ninguém merece, né, mano? Ainda bem que eu acho que ele não vai mais narrar essa Copa desse ano.
Ninguém tá torcendo pela morte de ninguém, mas... Sim, sim, sim. Sim, claro, claro. Ninguém falou isso. Pergunta número 9. Essa aqui também é polêmica, hein? Dá atenção. Qual a diferença entre uma planície e um planalto? Hum, certo. Essas aulinhas que vocês tiveram lá na quinta série, crianças. Lembrem-se. Eu chamou de bolo na cama. Aulinhas da quinta série. Conteúdo, né? Que hoje a gente chama de sexto ano.
deve ter falado e vocês devem ter ficado doido. Mas a diferença, mano, é que ambos são formas de relevo. Planalto, como o nome já diz, é um plano alto. Ou seja, não estou zoando, mas é um plano alto. Ou seja, áreas acima de 300 metros de altitude, pelo menos, e que sofrem um desgaste erosivo.
Já a planície é uma área plana sempre associada a um corpo d'água. Ou seja, ou um rio, ou um lago, uma lagoa, né? Ou também o próprio litoral, né? O mar, o oceano. Mas o burro sabia dessa, mano. Sabia, não quis humilhar ninguém, mas sabia desde o começo exatamente isso. Eu vou ser bem humilde aqui e falar que não sabia dessa parte do corpo d'água. Ah, é? Certo. Não sabia, não sabia. Já fiz um aprendizado novo aí.
E aquelas aulinhas que a professora fazia, desenhava o Planalto na lousa e fazia, né? Ah, mas é assim mesmo. A gente vai ficando burro com o homem, ficando mais velho. Planalto é complicado, tem muito focatrua por lá, né? Pergunta número 10.
Se todas as vacas do mundo decidissem migrar para as grandes cidades e ocupar os apartamentos de luxo, e os humanos fossem forçados a viver nos pastos, você se adaptaria a uma vida de ruminante ou tentaria ensinar geografia urbana para os bovinos?
Olha, eu acho que o mandorinha só não faz verão Eu cuidar de Tentar convencer todas as vacas Ia ser difícil, né? Mas tudo bem, né? A gente pode tentar Mas uma coisa aí, ó, faz a gente refletir Viu? A gente tem que estar pronto pra todo tipo de adaptação Né? E se a gente precisar Mesmo um dia, seja isso ou seja Qualquer outra coisa, como a gente já sentiu isso na pandemia Né? Eu acho que a adaptação É uma das coisas mais difíceis que o ser humano tem
né, que é assim passar né, tenta passar eu acho que eu tentaria uma adaptação tentar ver se cresce mais um estômago ali e tal, e virar ruminante agora pergunta número 11, essa aqui é pra deixar os cabelos de pé
Se você pudesse escolher apenas uma coisa pra comer pelo resto da vida, lasanha ou pizza? Pizza, com certeza, mano. Sou viciado em pizza aqui, cara. Eu não só, não só eu, mas a família toda. Quase todo final de semana a gente pede pizza. E olha que aqui em casa não é pouca, não. Tem que ser pelo menos três, cara.
Família grande é assim, meu. Somos cinco, velho. Por isso a live professor não dá certo, cara. É, meu, você imagina. E pra ajudar minha esposa professora também, aí ferrou. Isso aí é castigo. Pergunta número 12. A última. O mundo atingiu 20 bilhões de pessoas de superpopulação.
A solução da ONU é colocar metade da população para morar em balões de hélio gigantes. Você aceita ser o prefeito das nuvens, sabendo que qualquer agulha é um risco de Estado, ou prefere morar em um cubículo subterrâneo com o Sartre reclamando que o inferno são os outros? Caramba, filósofo, da onde você tira tudo isso? Ele tá usando alguma coisa, ele tá usando, né?
Caramba, meu. Olha, eu, nesse caso, apesar de gostar de uma boa briga, não entraria numa furada dessa, meu amigo. Porque, velho do céu, já pensou você administrar tudo isso com o risco de explodir? Tudo bem, vamos ouvir o Sartre, fazer o quê? Fazer o quê, né? Fazer o quê, mano? Vamos lá, né?
Já que o nada é ausência de tudo, segundo ele, né? Segundo ele, né? Então, com essas 12 perguntas, a nossa equipe aqui de médicos está olhando e mandando continuar com o jogo que está aprovado. Então, vamos para o bloco número 2. Boa. Ufa.
Muito bom, pessoal. O Bloco 2, agora com todo mundo aqui na ativa. Vamos falar aqui sobre uma coisa que acredito que a nova geração nem sabe do que se trata. E, para falar a verdade, eu nem sei se existe mais, que é a banca de jornal, que era onde comprávamos as nossas...
histórias em quadrinhos, mangás e revistas de conteúdo quando era possível. Como foi pra vocês, como que era pra vocês essa questão de comprar revista, de ir na banca? Tinha alguma de preferência? Falei aí. Ah, olha, eu falar por mim aqui, eu era muito fã da revista Guitar Player e aí eu fazia questão de comprar todo mês a Guitar Player e a Cover Guitar. Era uma revista mensal, eram revistas mensais, né?
Mas, é... E aí tinha uma banca perto da casa da minha mãe, que era onde a gente ia buscar, né? Essa revista, especificamente, a Guitar Player, antes dela virar brasileira, ela tinha americana, né, só. Aí era um pouco mais difícil, tinha que achar em algumas, tipo, normalmente livraria, ou coisa assim, às vezes até tinha, só que era bem mais cara, era mais difícil comprar.
Mas às vezes comprava. Mas hoje em dia, você falou da banca. Ainda tem umas bancas ainda. Normalmente, ou é um bando de véio que fica jogando dominó e cachaça. E vendendo, tipo, jogo do bicho. Aí tem as bancas que os caras vendem droga. Que não tem várias. É mesmo? Ah, ixi, mano. Por que vem e compra? Ah, não. Tem uma aqui perto, aqui de casa. Lembrei de uma.
Se eu vou lá comprar jornal PET, sabe o jornal pra botar debaixo do gato fazer? Porque aqui tem muito gato, né? Porque tem um filho da puta de um dos gatos.
Porque o lazareto ele não faz na areia, mano, ele faz fora. Aí a gente compra o jornal PET e é bem bonitinho o jornal PET, vê assim, manchetes dos bichanos. Tipo, mano, é engraçado, os caras tem o trabalho de fazer uma estética de um jornal pro PET. O bicho mijar, exatamente. Aí nessa daí eu vou, mas enfim. Mas normalmente é o geógrafo, né, eu sou o irmão mais novo do geógrafo. E ele consumia muito HQ, ele vai falar melhor do que eu isso, mas aí eu acabava lendo os HQ de tabela, né.
Qual que era o rolê geógrafo? Então, é, na verdade, eu acho que a Bruxa não lembra muito, porque ele era menor e tal, mas eu lembro que a gente, a minha mãe foi uma pessoa que sempre incentivou muito eu a ler, né? A gente a ler e tal. E eu lembro que, assim, de fato, a gente tinha uma quantidade de...
de bancas muito maior, né? Em vários lugares. A banca era, na verdade, um grande ponto de encontro, né? Era aquela coisa, você ia na padaria, comer um lanche, às vezes no domingo, depois da missa e tal, você tinha que passar na banca pra comprar uma revistinha, né? É. E eu fui muito assim a minha infância. E eu sempre tinha aquela vontade, justamente começando a ler, principalmente, Turma da Mônica e ler também a Disney, né? Pato Donald, Mickey...
né? A Manacão, né? A Manacão da Mônica, nossa, isso daí era muito legal, porque a gente fazia, tinha as histórias e tinha as atividades recreativas pra fazer ainda, né? É, eu gostava. E aí eu peguei, nossa, eu comprava muito e não via a hora de pegar pra gente, né, passar na banca pra, né, pra comprar justamente. E depois que eu fui entrando aos poucos nessa questão do mundo dos heróis, né?
Aí Marvel, DC, né? Se envolver com todos os revistinhos dos super-heróis e tal. Mas hoje... E esse gosto, né? Me pegou ali com 5, 6 anos de idade, né? Depois eu dei até uma parada, né? Depois, conforme... Na minha adolescência e tal. Depois voltei. Depois de velho, a gente volta, né? A fazer aquelas coisas que nos dão prazer. Porque, né? É ótimo. Isso é ótimo. Às vezes nem... São poucas coisas que dão prazer. Ah, depois certa idade. É.
entendeu mas assim, a Bruxa falou uma coisa interessante
que hoje, infelizmente, o que a gente vê é a morte das bancas, né? Hoje, banca é como ele falou, é banca para vender utensílios, é bancas que viram lojas de conveniências. Agora, aquela banca tradicional que você ainda vai para comprar o gibizinho mesmo, essas são poucas que a gente encontra. Até tem uma aí, eu sou cliente, né? E é muito gente boa lá.
o pessoal de lá, e ainda é uma banca sebo, né, que vende gibis antigos, então aquilo dali pra mim é uma maravilha. Eu nem sabia porque existia, porque eu tenho claro na minha mente assim, aquela banca, em que a parte de baixo ali tinha as revistinhas, no fundo tinha aquelas de heróis, e lá em cima tinha as sacanagens. Isso.
A gente fingia que não tava olhando, mas tava, né? A gente queria ver. É, mas, né? Ficar vendo a capa ali. Mas eu nunca tive coragem de ir pra parte de cima. Não deixava, né? A gente não alcançava também, pô. Era pouco. Eu nunca. Moringa e você? Cara, eu não sei se você vai lembrar, né? A gente tinha uma banca de jornal na frente da escola de baixo, lá de primeira a quarta série.
Bem na pracinha lá, que a gente sempre passava por lá e via as revistinhas, a Turma da Mônica e tal. Ah, eu lembro dessa. Ainda existe, ainda existe. E eu acho que depois da gente passar pela infância, depois a juventude, daquela idade de primeira, quarta série mesmo, pelo menos digo eu que eu passei direto para o RPG.
Porque a nossa influência do RPG foi basicamente quando a gente subiu, foi pro prédio mais antigo, né, de quinta à oitava série. E lá a gente já foi inundado, em vez de HQs, assim, diretamente, a gente começou a jogar 3DT, Trevas, né, e de lá seguiu, pelo menos do meu lado, a leitura. Na realidade, praticamente um manual de instruções, né, da gente entendendo como que aquelas regras funcionavam e como que a gente poderia jogar o RPG que o burro nunca deixava de jogar.
Mas... É verdade. A minha leitura foi seguir esse projeto. Ainda hoje, às vezes eu pego um livro ou outro de RPG pra dar uma folheada, por mais que a gente já não jogue tanto, mas foi um momento de leitura pra nossa vida.
Ô Burro, você tem alguma experiência com uma banca de jornal? Qualquer uma. Cara, eu vou te falar, vou ser bem honesto. Eu tenho mais experiência na vida adulta e depois de virar pai, inclusive, do que durante toda a minha vida, infância, adolescência. Na época, a única coisa que eu lembro que eu fui na banca alguma vez pra comprar, pra pegar, pra ver...
Foi o... revistas de jogos. Não sei se vocês lembram que tinha aquelas revistas que vinha tipo um CD lá. Detonado. Nossa, boa vida. Isso daí realmente eu procurava, consumia alguma coisa lá. Mas depois, cara, eu parei completamente de ler, Gibi. Eu nunca fui muito de ler esse tipo de coisa. Nunca fui de ler, na verdade, né? Ah, é? Merda. Nossa. Surpresa. Parece que é alguém que eu conheço. Só que...
Só que agora, do tempo pra cá, eu comecei a ir mais porque as bancas aqui, por exemplo, vêm de carta Pokémon, que é uma coisa que meu filho joga. Uma coisa que vocês esqueceram é que as bancas vivem disso a cada quatro anos, é a Copa. É a época de figurinha, é um negócio bomba, o cara lucra o que não lucrou nos últimos anos, nesse ano, sabe? É um absurdo. Essa coisa de álbum, inclusive, a gente vivenciou muito. Meu irmão aí, tá pra provar, a gente tinha muitos álbuns, mano. Só que hoje em dia, o álbum ficou um bagulho de rico, né? Tomar no cu.
É verdade. Esse álbum da Copa aí é tipo um novo. Mas esses antigos nossos aí, valem uma grana hoje, viu? Hoje virou item de colecionador, né? Album das Tartaruga Ninja, essas coisas assim. É, mas principalmente da Copa, né? E agora a banca tá voltando de novo, que nem o Bu falou aí, por causa da Copa mesmo. É isso que faz os caras lucrar.
É, e eu tava lendo alguma coisa a respeito que é baseada na probabilidade das figurinhas, não sei o que, pra completar o álbum. Isso é mentira, mas eu vi em vários sites, assim, que a projeção hoje é gastar 7 mil reais pra completar o álbum. Cara, vai tomar no pulo, é impossível, cara. Será que é isso mesmo? É um absurdo. Eu não sei se é tudo isso, burro, mas é alguma coisa, assim, absurda, porque são 948 figurinhas.
Tá saindo a um real cada figurinha. O pacotinho vem com sete, é sete reais o pacotinho. Mas aí você, assim, tem que contar que você vai tirar um monte de repetida e você vai comprando. É, pois é. É por isso. Aí é estimativa. Aí é onde que pega a pessoa, é a troca, troca de figurinha, que é o gostoso do álbum. Quando você vai e as bancas viraram esse ponto de encontro pra trocar figurinha. Que aí vai além, né? Você encontra, faz amizade, socializa, toma uma cerveja. É, o burro mesmo, ele tem essa experiência de troca-troca com o sogro dele.
não vou falar da sua mãe porque a gente tá com mais presenças aqui, vou agredir muita gente mas só ratificando aqui o negócio do valor, realmente pode chegar até, tá assim ó sem troca, só comprando as figurinhas é de 6 a 7.300 e poucos reais que gasta
Só que aí, claro, trocando, você minimiza isso, lógico, porque aí você troca as repetidas, né? Eu vou comprar só o álbum e ir nas minhas salas de alunos lá e falar, ó, quem quer ganhar 0.02 de nota? Me dá uma figurinha que eu não tenho ainda. Ô, filósofo, tem que ver, porque o álbum hoje, capa mole...
ele é de... Tá saindo a R$24,90. Mas tem o álbum capa dura, que sai a R$75,00. E tem o capa ouro, que tá custando acho que R$89,00. Só o álbum. Os caras sabem ganhar dinheiro, né? Virou giletização, né? A Panini, ela monopoliza tudo, na verdade. O mercado de revistas e álbuns é tudo na mão da Panini. Então a Panini, ela tem esse poder, né? E ela vende. E fatura muito.
Eu tô impressionado, realmente tô impressionado. E eu acho que eu não vou comprar nenhum álbum, então. O que eu tinha, assim, eu já trabalhava desde os 16 anos de idade. E aí a empresa, na época, dava um valor, acho que era 15 reais pra comer. Aí você saia pra comer e trazia o comprovante, né? E dava um dinheiro pra você. Eu ia comer num lugar que era uma banca. Aí ele fazia um sanduíche por 7 reais e o resto eu pedia preliminar de revista.
Aí ele fazia uma notinha só com o de 15 reais. Então eu fiz muitas coleções de mangá e HQ em cima desses dois anos que eu fiquei estagiando lá, quando eu tinha 16 anos de idade. Com fritura na capa, né? Da hora, né? O quê? Com fritura na capa, não quero fritar um ovo, pega uma revista ali, da hora. Não faz isso, irmão. Agora vamos lá pro bloco 3, que a gente vai falar qual HQ você gosta mais e por quê.
Então agora que já fizemos nossa introdução, né? HQ, histórias em quadrinhos, né? Pessoal, alguns aí que são mais nariz pra cima, falar comic book, né? Essas coisas, né? Mas só as em quadrinhos, né? A gente vai falar na ordem aqui, começando por mim, qual que mais gosta e o porquê.
O que acontece? Quando eu tinha ali, acho que uns 12, uns 13 anos, um amigo do meu pai que trabalhava com ele, por algum motivo mágico, talvez uma aposta, ou então um gênio do mal chegou lá e falou que tinha que fazer isso, falou, olha, eu tô desfazendo de uma coleção de HQ, será que seu filho quer? Meu pai falou, quer sim. O cara parou lá em casa com duas caixas enormes e me deram.
Na hora que eu abri, sem brincadeira, aquelas HQs de capa dura, de heróis, do X-Men, do Spawn, do Lobo. Tinha duas caixas fechadas, valia muito dinheiro aquilo lá.
O cara eu tava devendo pro meu pai, ou sei lá, tinha que desfazer daquele material da forma mais rápido possível. E ali que eu peguei gosto por ler as HQs, e a que eu mais gosto até hoje. Enfim, a minha escolha é o spawn. O spawn, que tinha aquela capa aqui.
fazia mil coisas e ele era imortal e o caralho. É isso, próximo, o geógrafo, o seu preferido. E por quê? Certo. Olha, na verdade, quando a gente fala, a gente que passa a ser colecionador de quadrinhos e mangás no geral, né? Todas as formas de falar, né? Graphic novels também, né? Um monte, né? Virou uma gourmetização também dos quadrinhos. Mas a gente que já faz há muito tempo isso e tem paixão pelo negócio, é...
Vai muito de cada época, né? Então, assim, eu acho que a leitura, seja do quadrinho, que a gente tá falando de quadrinho aqui, mas seja até de um livro, ele pode, ele vai te marcar muito dependendo da época da tua vida, né? Verdade. E isso, e pode mudar a sua forma de pensar, assim, radicalmente, né? Como já aconteceu comigo muitas vezes.
E até dependendo do momento que você tá, da tua vida, seja, né, vida amorosa, né, com problemas pessoais e tal, então isso tem um efeito muito grande. Mas, então assim, eu tenho diversas HQs que eu adoro e tal, né, cada uma que representa um momento diferente da minha vida. Mas eu acho que o que eu destaco, você citou o próprio Spawn também, que eu acho que é sensacional também, que tá sendo republicado agora novamente, viu?
a Panini tá lançando agora toda a coleção fechada desde o início até, né, tá nas bancas saindo aí, nas comic shop e tal, mas uma que me marcou muito, assim, apesar que eu já lia, foi da época de, foi em 1992, foi quando saiu pela primeira vez a morte do Superman
Nossa! Eu não sei se vocês lembram. Eu lembro. A capa era ainda em formatinho, pequenininho, mas aquela capa do símbolo do Superman com sangue escorrendo, aquilo foi um impacto muito grande pra mim. Eu falei, caramba, o Superman morreu, né?
E foi algo, assim, tão incrível o evento em si que a DC fez, que virou notícia até do Jornal Nacional, vocês podem até pesquisar, vocês vão ver no YouTube, virou notícia de sair uma Folha de São Paulo e tal, ó, morre Superman e tal, e aquilo pegou todo mundo em choque. Mas foi, primeiro, pela questão da história, que é uma história muito bem elaborada, né? Que tem todo um...
um cunho emotivo ali, porque é a morte do maior super-herói de todos, né? Porque hoje o Superman, ele é maior até que o próprio Batman, apesar do Batman ser um personagem que vende mais que o Superman, né? Em revistas. É, eu gosto mais do Batman. Eu também, eu também gosto mais do Batman. Ele é muito problemático, né? Mas aquilo foi algo grandioso, que ninguém na área dos quadrinhos tinha feito aquilo.
até o momento, nem a Marvel nem a, quer dizer, já tinham até matado lá o Capitão Marvel lá atrás, mas foi algo meio de importância ali praticamente não era o Superman e aquilo reverberou numa
numa sequência que foi a morte dele, seguida de uma saga, né? De quatro volumes, que é um funeral para um amigo. Tem uma imagem icônica de todos os heróis da DC levando o caixão dele, né? Metrópolis. E depois que vem, pra fechar toda essa saga, que é o retorno do Superman. Que é onde ali surgem quatro super-homens. Depois, né? Que é o Superboy, o Cyborg, vai ter vários. São quatro.
mas ali me marcou, porque além de ter todo esse impacto, foi uma jogada, agora eu entendo isso, porque foi uma jogada estratégica sensacional que a DC faz, porque a DC estava falindo, ia fechar as portas.
estava derrocada ali a Marvel vendia mais, porque tinha os X-Men que vendiam muito mais e ali quebrou a Marvel e os caras voltaram a vender demais foi uma jogada estratégica maravilhosa e foi marcante pelo evento que foi essa revista do Superman então pelo evento acaba sendo o Superman pra você isso, a morte dele
Vai lá, é você, burrão. Ah, cara, é o seguinte, né? Eu até gostei um pouco da saga da Marvel. Foi bem elaborado, né? Eu nunca vi em HQ, nunca li os HQs, pra ser sincero. Porque, em minha defesa, eu não li porque eu não gosto de ter duas versões. Só vejo no cinema pra não ficar reflustrado. Claro que isso. Pra ver o HQ.
a história não é igual, não foi retratada da forma correta e tal. Mas assim, os heróis em geral da Marvel eu gosto, acho bacana os filmes, bem elaborado, acho que deve ser uma história mais legal até de ler no HQ, mas eu nunca peguei para ler. Mas o que eu realmente fiquei com vontade de ler de verdade o HQ, isso é fato, recentemente, foi o The Boys, vocês até comentaram aí. Meu, esse negócio sem a série, tudo bem que a última temporada está uma bosta agora, estou achando bem devagar, bem merda.
Mas no geral, cara, é muito da hora essa ideia de ter os caras com superpoderes e politicamente incorreto, você vê o lado B da coisa, porque eu sei que todos têm isso, né, assim, uma profundidade na construção dos heróis e tal, que eu particularmente não acompanho tão de perto. Mas o The Boy é escancaradamente o lado B. Então isso me fez, assim, curtir o enredo, a história, e me deu vontade de ler, de fato, a história real lá, o HQ lá, ver as ilustrações e tal, deve ser bacana de ver. Te recomendo, viu, Bu? Porque, ó, é melhor que a série, sem sombra de dúvida.
É mesmo? Já li tudo. Tenho ele aqui até, são acho que oito volumes.
Aí, ó, tem o Quimper emprestado já. São 12 volumes, mas é sangue, porradaria e putaria. É sangue, porradaria e esperma. É acima de 18 anos se você tem uma ideia do quadrinho. É acima de 30, né? E tá sendo representado corretamente, porque eu ouvi falar já que não é exatamente a história que tá sendo contada via série, né? É isso, é diferente. É diferente mesmo. Mas eu aconselho, é top mesmo. Você tem uma missão aí até o final do ano ler, vai pegar com o geógrafo aí e ler. Beleza, vou pegar o resumo já.
bruxinha você ah então como eu falei muito que eu tive de contar de hq é por causa do meu irmão e aí por exemplo tinha muito hq em casa desde aqueles techs que era o do faro west né esse era icônico e esse era muito legal mas na época eu lembro que Turma da Mônica sempre eu li muito muito mesmo
Particularmente eu gostava muito do Penadinho. Eu também gostava mais. E gostava do Horácio. Apesar de ser meio depressivo. Mas o Horácio eu achava legal. É o alter ego do Maurício, né?
É o alter ego dele. Eu não gostava nem do Horácio, nem da Turma da Tina, do rolo lá. Não entendi aquelas piadas. Ah, não, o rolo era legal, pô. Bicho brilho. Legal. Mas, apesar de eu ter lido muito toda essa parte da Turma da Mônica, Chico Bento, gostava também e tal. Inclusive, um dos jogos que marcou muito minha vida foi o jogo da Turma da Mônica na Caverna do Dragão. Eu era bem moleque. Esse jogo, nossa, foi sensacional. Já tinha elementos de RPG naquela época. Já.
E a gente era bem moleque, né? Porque é 8-bits ainda. Enfim. Mas eu acho que eu vou colocar aqui um que me marcou muito, que também era do meu irmão e eu acabava pegando pra ler, que eram os HQs do Tintin. Sim. Que teoricamente não se pronuncia Tintin, né? Porque em francês dizem que é Tantan. É Tantan. Então, realmente... E aí eu fiquei pirado, porque assim, passava o seriado na cultura. Isso.
E, mano, não era sensacional. Teve alguns episódios que eram geniais, assim. Só um parênteses, bruxa. Não é francês, ele é belga, tá? Belga? Mas tudo bem. Enfim. Tá ali, tá ali explorando os países da África, igual. Mas, assim, cara... Países da África? Da Europa, né?
não, a Bélgica e a França que exploraram os países que jogam, você não pode deixar mentir aí eles exploraram eles se cavaram até onde não tinha eu achei que você estava falando que eles estavam lá já passaram por lá, mas enfim tem até um tem um quadrinho do Tintin que é Tintin no Congo
Ele foi até proibido em uma época porque ele é extremamente racista. A forma que ele retrata a população congolesa lá é muito forte. O Tintino Congo ficou em uma época suspenso pelas editoras, mas agora recentemente voltou a ser publicado.
mas é o Tintin e é espetacular, meu irmão lembrou sensacional mesmo realmente é espetacular e nós temos o nosso similar aqui que é o City do Picapá Amarelo que se for pegar pra analisar é aquele positivismo lá que trouxeram que não tá nada certo mas tudo bem é um retrato de uma época também
Então, aí você vai olhar com anacronismo a parada, né? Você olhar de um tempo em que era normal você ter pessoas na cozinha da cor negra, né? Enfim, ele tinha um personagem lá que ele era... Mestiço? Mestiço? É, mestiço.
E aí ele vinha com a ideia de que a miscigenação era ruim. Então esse personagem dele, ele não sabia ler direito. O Monteiro Lobato, ele era bem arrombado, né? Digue-se em passagem. É, mas em poucas palavras, sim. Porque ele veio... Para explicar mais fácil. Ele era um cara que tinha posses, ele ia até a França. O que que tá rolando aqui? Opa, tá rolando que os arianos são melhores. Então isso é a ciência de ponta. Vou olhar o Brasil. Positivismo.
E foi isso que aconteceu aqui. Mas não só aqui pelo jeito, né? Aí vem toda a parte da antiga aí, do Tintin, acho que era na... Era a extração de minério, se não me engano, que eles faziam no Congo, né? Sim. Marfim também, né? Marfim também, né? Ficaram ricos com isso, né? Mas é isso. E você, Murilo? Eu acho que, bom, depois de tudo que vocês falaram, de mais diferente...
no meu caso, a questão dos mangás. Acho que a gente... Acho que mais você, filósofo, sempre foi um pouco mais mergulhado na cultura japonesa até mais do que eu.
Mas, pra mim, o que o geógrafo falou, né? De você trazer e ter momentos da sua vida como o que você acaba consumindo, né? E a leitura muito disso também. Eu acho que o que mais marcou ultimamente, né? Eu tô recém-casado, né? Vai fazer um ano. O que me marcou muito foi o Your Name, né? Que eu primeiro vi...
como animação, super bem feita e tudo, que eu busquei, eu vi lá que tem o HQ e é tão boa quanto. Então me marcou muito, tanto que eu trouxe conceitos do Your Name Pro, meu casamento, eu quis que a minha esposa visse e ela também adorou.
Então, assim, é muito uma coisa que reflete a minha própria existência, né? Naquele momento, né? Naquele momento de amor mesmo, né? De construção de uma família em uma obra, né? Inicialmente cinematográfica e depois transpassada, no meu caso, pra uma obra em quadrinhos. Muito louco. E o Arneime é muito bonito. Muito legal.
E essa lance do... Vocês tocaram do mangá, né, meu? É uma coisa que a geração de hoje gosta muito. Eu, como professor, tenho visto muito isso. Os jovens, eles gostam mais de mangás do que dos quadrinhos, dos comics. Cobrinhos, dos comics. A cultura asiática em si, japonesa, coreana, tá muito forte nessa geração aí. É o chamado soft power, né?
eu vou amendar aí com o bloco 4 já, eu gostaria de falar histórias aleatórias que envolveram pode ser quadrinhos, filmes séries livros, o que vocês quiserem coisas que vieram da arte que pegaram a sua mente desprevenida e fez com que você mudasse as vezes a forma de você enxergar o mundo que realmente foi foda pra vocês mas
Eu vou começar dando um exemplo. Pra mim, dentro daquela caixa, lá no fundo, tinha um encadenado The Watchmen. Sim. Eu tentava começar a ler e achava chato. Aí fui ficando mais velho, eu fui ler mesmo, quase 20 anos, e aí que eu, pum, me deu um estalo. The Watchmen é mais ou menos...
ali, o The Boys é mais desenfreado a coisa, né? O The Watchmen eram uns Minute Mans, aqueles caras que queriam salvar, queriam ser heróis, e tem toda aquela coisa, né? Quem vigia os vigilantes, e aí você começa a pensar, peraí, isso aqui não é só uma história de herói, ele tá falando da vida, ele tá falando da minha realidade, ele tá falando, é um pano de fundo pra algo que ele tá querendo se expressar, tal.
Então, foi ali que eu tive um estalo, talvez até tarde, com quase 20 anos, que muitas das coisas que são escritas são panos de fundo para que o autor expresse algo. Para mim foi com... Deu ótimo.
E você, geógrafo? É, na verdade, meu, você citou, meu, é uma grande obra-prima, né, da Nona Arte aí, dos quadrinhos, do Alan Moore, né? O grande mago, né, dos quadrinhos, conhecido como o grande mago. O Atman também foi uma... Eu tive uma história muito parecida que nem a sua em relação ao Atman, porque eu peguei ele... Acho que eu já li o Atman umas quatro vezes.
E também passei assim, é a época que você pega que a pessoa não tá preparada pra aquele quadrinho. Porque ele, na verdade, não é um simples quadrinho que você vai lá, vou ler no banheiro dando uma cagada, né? Não. Esse é um quadrinho que vai além mesmo, né? Daquilo que... das imagens ali. Tem todo um fundo político, ideológico.
Filosófico, né? E, na verdade, ele é o primeiro... O Alan Moore é a primeira desconstrução de heróis que a gente vê, né? O Atman faz isso pela primeira vez. Aí depois vem, de fato, vários outros escritores, artistas fazendo isso, como o próprio Garf Yenis, que é o cara que escreve o The Boys, que também tem uma obra sensacional, não sei se vocês já ouviram falar, que é o Preacher.
The Preacher, sim. Fabuloso, é uma das que me marcou assim também muito, assim, né? Sensacional. Mas eu acho que o que me fez dar esse estalo, assim, foi também hoje, que é considerado uma grande obra, apesar dele ser um cara que tá sendo cancelado atualmente, o Neil Gaiman, que é o Sandman. Sandman. Sandman, que cagaram, fizeram uma série na Netflix e fizeram só uma temporada de segunda, pararam, porque o cara foi cancelado e tal. Mas vale a pena ler.
Então, aí que eu vou. Sim, eu acho que ele também entra muito dentro desse contexto do Atman, não em relação à desconstrução, mas ele faz uma leitura, ele pega um personagem que é o Sandman, que já existia dentro da DC, e ele transforma, dá uma nova roupagem para o personagem. Ele transforma ele no rei dos sonhos lá, né? Mas o que acontece? O Sandman, pela primeira vez que eu vejo uma... Sim. E aí
ali você não vê mais o quadrinho como um quadrinho, mas sim como literatura. Hoje isso é um debate muito grande entre pesquisadores de quadrinhos, entre a galera que acompanha. Ah, porque quadrinho não é literatura. E pelo contrário, hoje é. Por isso que às vezes o pessoal vê, nossa, mas você com 44 anos lê quadrinho? Poxa, mas você nunca teve infância? A gente ouve essas coisas ainda, né? Então senta aqui comigo, deixa eu te mostrar.
o que ele tá querendo falar sobre o mundo através disso aqui, vai ver uma Akira da vida ali Akira, bem lembrado Akira é pesadaço pesadaço é túmulo dos vagalumes, meu irmão, é de ler chorando isso é legal também ou qualquer obra do Osamu Tessuca também, né?
que é bom, mas assim, pra mim de fato foi o Sandman, né, eu acho que ele é mas você tem que apresentar esse quadrinho você tem que ler ele num momento certo também, né, aquilo que a gente tinha comentado contanto que assim, eu tenho uma biblioteca até legal hoje, né, depois de tanto tempo colecionando, e o meu filho do meio com 15 anos, ele é um dos que lê bastante aqui, mas eu vou indicando algumas coisas pra ele, né, e eu falei assim olha, o Sandman ainda não é a hora pra você ler você ainda é muito novo mas
Você vai ter um momento que, e precisa, algumas obras, como não só os quadrinhos, mas os próprios livros, você precisa ter uma bagagem, né? Você vai começar a ler Dostoiévski, Crime e Castigo, nunca li na... Sofra um pouco, cara, sofra um pouco na vida, depois você vai ler Dostoiévski, cara. Então, né? Você sabe bem isso. E assim, mas é um quadrinho, de fato, que abriu minha mente, assim, pra ver o mundo de forma diferente.
Eu vou dar uma segunda chance pro Sandman, porque eu só tentei ver a série e não gostei e falei, ah, o quadrinho deve ser ruim também. Eu vou dar uma segunda chance e ler. Boa, boa, desce. Agora, depois dessa conversa. Bruxinho é burro? Você.
Eu podia até me pular, porque eu tô aqui um peixe fora d'água nesse papo aqui, cara. Eu não manjo. Não tem nada que você assistiu recentemente, ou então, não tão recentemente, que te deu um pá, caramba, a vida é isso. Ou então, te apertou de alguma forma diferente.
A única coisa que me vem à mente de verdade Que eu lembro assim que me bate uma nostalgia Foi X-Men Eu cheguei a ver, a ler alguns quadrinhos Ler, né? Ler é forte Vi alguns quadrinhos ali Isso, folhear brevemente E eu assistia na hora do almoço Passava na Globo, se não me engano, X-Men E, puta, isso eu lembro com uma nostalgia muito boa Tipo, da época e tal Me causa uma nostalgia quando eu vejo X-Men o desenho e tal Um negócio bom assim, mas não que...
até me marcaram, me mudaram de alguma forma, mas não, sem problemas, também não é obrigatório que o kit mude. Só lembro com bons olhos, só isso. Bruxinha, você. Não, então, o lance é o seguinte, né, vocês falaram uns pontos bem importantes aí, mas como eu tinha comentado antes, né, uma das tirinhas que eu sempre lia, e eu, tipo assim, quando a gente é criança, a gente não entende nada, né, do Horácio que eu comentei, né. Você lê assim, você fala, nossa, que bosta, quando você era criança, você não entendia a profundidade do bagulho. E isso me marcou muito, né.
Porque o que acontece? Aquela coisa, né? Aquela lembrança de tipo assim, nossa, era uma tirinha que meio que não era divertida, né? Aquela coisa toda. E aí só pra contextualizar, perto da escola que eu dou aula, tem um cara que mora lá na avenida, que ele disponibiliza um... Ele construiu um armário no meio da rua assim, fechado e tal, das pessoas que doam e retiram livros, revistas, enfim. Fica lá um negócio pra comunidade lá pra pegar e fazer o que você quiser, entendeu?
E aí o que acontece? Aí tem umas revistinhas lá, né? Tinha revistinhas da Mônica também. Eu falei, quer saber? Eu tava um dia indo lá pra escola. Eu falei, ah, pegamos aqui, né? Pra ver. Pra matar a saudade. E aí tinha uma tirinha de quem? Do Horácio, né? Do... Filha da puta do Horácio. E por que, filho da puta? Porque o cara te faz... Ele é o azarito, né? Porque ele faz você pensar profundo, assim, né? E tem uma tirinha... E eu, inclusive...
Tirei foto, tá com a foto aqui justamente pra eu poder ler ela. Não é que tá assim. Tá o Horácio meio que num monólogo, né? E aí ele fala assim. Eu vi o mundo pela primeira vez num dia bonito de sol. Aí no outro quadrinho. Eu não sabia que aquele era um bonito dia de sol. Até conhecer minha primeira noite escura e fria. E outros dias e noites de tempestade, de nevascas e de inundações. E fiquei gostando cada vez mais dos belos dias de sol. Lembrava o meu começo, minha descida a este mundo.
Os dias difíceis de frio e de fome, eu atravessava com esperança de melhores dias. Afinal, eu aprendera que uma noite escura sempre sucede um dia de sol. E você? Não, e o filho da puta do quadril, o último quadril, e você? Ele joga bola, né? Aí você fala, caceta, malandro. Maurício é foda, Maurício.
Então, bicho, acho que já tá auto-explicativo, né? É, não, eu... Me veio na mente aqui uma letra do Belchior que ele fala A noite fria me ensinou a amar mais o meu dia.
E pela dor eu descobri no poder da alegria. É mais ou menos essa parada, porque ele tá falando, né? Vai ver que ele leu o Horácio antes de compor essa música. Ou o Maurício tá ouvindo ele, né? Ou o Maurício ouviu, é. Mas faz todo sentido pra mim. Manda essa tirinha aí depois, por favor. Muito bom, bruxão. Moriguinho, é você. Sai do The Bones, volta pra cá. Eu acho que pra mim...
Eu vou começar fazendo uma pergunta, filósofo. A gente já foi bom enquanto estudantes no ensino fundamental. A gente já foi bom em português? Defina bom. A gente conseguiu a média.
Ah, tá. Então você já era melhor do que eu. E matemática. E matemática, vocês eram uma besta quadrada, né? Não. Sim, sim. Era uma... Sim. Mas eu acho que pra mim, o que mais me marcou, assim, de leitura e quebra de paradigma, foi o RPG. Eu acho que naquele momento que a gente começou...
porque assim, pra mim a leitura sempre foi uma coisa muito monótona uma coisa muito solitária então eu nunca dei muita atenção como deveria mas eu acho que o RPG foi o momento que eu já comecei a ver aquilo como algo que poderia trazer um grupo de amigos e uma leitura e a matemática pra você fazer os cálculos das perícias os cálculos dos atributos mas
E assim, é muito rico porque me trouxe também o aspecto de interpretação. Então estimulava também a imaginação, eu tanto quanto você, nós também mestrávamos. Então a gente tinha que lidar também com o imprevisível. A gente se programava para situações X e Y, mas daí vinha a bruxa e falava eu quero pegar a vassoura e sair voando. E a gente tinha que lidar também com esse tipo de situação.
Então, para mim, foi uma quebra de tudo que eu tinha tido obrigação de ler, para começar a ler porque eu queria entender, eu queria aprender, eu queria ter um pouco mais de conhecimento naquele assunto.
Então, daí de repente, e você vai lembrar, assim como eu, a gente começar a se enturmar, né? E levar isso para os momentos do recreio, né? A ponto dos professores, né? Você lembra dos nossos professores quererem saber como aquilo funcionava para talvez levar isso para uma sala de aula? Sim, eu olhando como professor falava, putz, isso aqui pode ser um meio de trazer a molecada para mim. Sim, sim.
E eu lembro, assim, da nossa professora de matemática na época, falando, poxa, mas como vocês conseguem ir mal em matemática, sendo que vocês tinham que fazer cálculos complexos. Muitas vezes acabavam roubando, né? Pra ficar atento. Tipo o nosso amigo que inventava, que era 3 quarta, pra ficar com um ano e não sei o que. Aí os caras inventavam a regra. Mas só um parênteses, posso fazer um parênteses?
só pros nossos ouvintes aí que estejam ouvindo agora, essa coisa da RPG inclusive tem um episódio eu não lembro qual agora, que a gente fez até um jogo de RPG aqui, no podcast pra remeter a esse momento da nossa juventude foi o episódio que deu mais trabalho pros exemplos editarem porque editaram cada
Cada prato quebrado, cada grunido, cada coisinha. É. É... 17, especial RPG, a taberna encantada. Mas tem bastante ouvintes nesse episódio. É o 17. Então é isso aí, pessoal. Agora vamos lá pro nosso Bloco 5, que é a leitura de comentários, e-mail e tarot da bruxa. Opa!
Beleza, pessoal. Bloco 5, que é o nosso bloco de leituras de comentários, e-mails, e também aquele tarô maroto da bruxa. Gostaria de explicar para vocês que, como somos homens de praticamente 40 a mais, todos aqui já broxaram. Infelizmente, semana passada, broxamos e não gravamos um episódio. Mas já está tudo no controle, o azulzinho está na carteira, e semanalmente iremos voltar a gravar. Beleza?
Agora eu peço para que o nosso aclamado Moringa leia os comentários do episódio 44, por favor. Agora, aclamados por quem, né? Quem é assim tão doido pra aclamar, eu não sei como eu. Mas beleza, vamos lá. Todo mundo te ama. Ah, não sei, tenho lá minhas dúvidas. Mas aqui, ó. Episódio 44. No meu tempo, não era assim. Ou era?
Ou será que não, né? Vamos começar aqui. Ou será que não? Vamos começar aqui com o W Hiroshi. Só de sacanagem, eu sei quem é, mas... Vamos ver. Muita nostalgia com essa conversa. Hoje está tudo muito mais fácil. A juventude de hoje não sabe fazer ligação, acrobrar e dar um sinal para pegar o trem. Tem um cachorro lá que vem daí.
Ah, é aqui, né, mano? É a rua aqui que esses cachorros ficam lá, tinte e para. É ligação o quê? É ligação a cobrar. Ah, tá. Acorobar. Escuta, acrobar. Muito bacana a participação do sobrinho. Pois é, né? O pessoal, assim, pra ser sincero, eu também não sei mais ligar a cobrar, não. Como que liga? É 90 a 90 ainda?
Eu acho que era 0, 15 e 11 ainda. Sei lá. Eu? Acho que é 90, aí põe o DDD lá, 15, e aí... Jogar no Google. É, 90 de novo. Tá difícil. Eu vou levar pro Google a cobrar, que eu vejo se funciona. É isso mesmo. Diz que 90, 90, mais número do telefone. Para o mesmo DDD. Ou 90, mais o código da operadora, mais DDD, mais o número. Meu Deus.
Continua, Lulinha. Samanta Fé. Eu acho que já falei no outro episódio. Mas esse, pra mim, foi o melhor de todos. Adoro quando levam convidados assim. É, pois é, né? Caramba, Lulinha. Vou ver dormir a noite. Foi o sobrinho, né? Foi o sobrinho. Na hora, na hora. Vai lá. Próximo. A Chacha Ousada. De certo? Chacha Ousada. Vai, Dino, Chacha Ousada.
O sobrinho tem a voz mais grossa que vocês. É verdade. Só fazer um parênteses aí, que a voz não é grossa, é grávida. Mas é mais grávida que a nossa. Ele fala assim. Gente boa, sobrinho. Gostei dele, hein? Gente boa. Beth Salvador. Cadê o episódio dessa semana? Brocharam de novo? Nem te falo, meu cara. Nem te falo.
Brincadeiras à parte, é minha cara. Meu cara não, é uma mulher. Desculpa, Beth. Brincadeiras à parte, esse foi legal demais, mas senti muito velha. É verdade. Por que é verdade? É verdade. Eu também me senti muito velha. Por que que verdade? Eu me senti muito velha. Tô compadecendo a velhice alheia. Ah, tá. Beleza. Kravilov. Mandei uma história minha por e-mail. Se quiserem ler, foi engraçado.
Esse episódio foi massa. Bora pros 45, povo. Bora pros 45, povo. Sobrinho é um moleque gente boa no meio dessa geração de Zé Ruela. É. Muito obrigado, Caio. Zé Ruela é o senhor também, querido ouvinte.
Domingos Almeida. Por que você tá xingando o ouvinte de graça? Ele chamou a gente de Zé Guela? Ele chamou a... Nossa, mas é boa. Ó, ele já consegue ler. Agora falta a interpretação de texto. É, interpretação de texto de 15. Eu sei desse, mas me senti cada vez mais velho pra mim. Vocês são garotos e tem já mais uma geração. Hã?
Já tem mais uma... Tá bom, entendi. Valeu, do Pringoso. Ele falou que se sentiu mais velho porque a gente já é de uma geração e tem outra vindo agora. Ah, tá bom. Eu acho que é isso. Pois é. Juliano, acho que estou mais pra geração do sobrinho do que de vocês.
67. 67, 67. É um meme. É um meme da geração C, gente. A gente nem faz ideia que é isso, mas beleza. Nem vai, nem vai, porque você não volta. Só pro geógrafo entender, é que esse episódio anterior que a gente gravou foi com o sobrinho do Filoso, que é... O moleque tem 18 anos, né? Sei lá. Isso. Nossa, 18 anos, Filoso. Aí o pessoal tá comentando sobre esse episódio aí. Entendi.
Muito fofo, inteligente e sobrinho. Diferente do tio dele, né? Porra! Porra, tio dele! Tá certo ela. Fazer o quê? Pelo que eu lembro, essa Ferraruê aí já pegou meio rãs com o filósofo, né? Não é ela que criticou você lá de... Sei lá o quê. Teve um episódio aí que ela criticava. Qualquer oportunidade que ela puder, ela me critica agora. Mais um grande pra você, Fer. Parece minha mãe. Vamos ver aqui. Que ideia!
Cadê vocês, meninos? Perceberam que completaram um ano de podcast? Beijos. Pois é, né? Merecemos um bolo, filósofo. Fala pra mim? Fala pro sargento. Sargento. Não, não. Vamos aproveitar e fazer aqui um merchan. Olha, ouvintes. Vocês podem acompanhar a gente aí. Fazer o apoiozinho no Apoia-se lá. Mandar o seu rico dinheirinho pra gente continuar nessa tarefa árdua. Pra pagar os elfos. Nas edições dos programas. E a gente comprar um bolo aí da Sodiê.
Se cada um aqui der 10 reais que comentou, dá pra comprar pelo menos uma fatia. Sody, patrocina nós aí, mano. Sody, é caro. Acho que falta só... Demorou, burro. Vou pegar meu ID da Steam e mando no e-mail. Mas já aviso, se chorar é pior. Porra. Porra. Porra, burro. Vamos ver se chegou esse e-mail. Falar tem que pagar e fala, porra. Mano, essa disputa de age vai ser... Eu quero ver, mano.
Eu vou adiantar que ele não mandou ainda não. Eu falo mais. Se esse cara mandar o ID dele aí, eu parto dessa disputa enquanto estamos gravando o podcast. Vou narrando o jogo, falando com vocês, tomando uma cerveja e cortando a do pé ainda. É isso aí. Bom, eu vou lembrar quem recebeu aqui, gente. Olá, pessoal do Entre Bruxas e Burros. Tudo bem com todos vocês? Tudo bem.
né? Médio. Passando para dizer que sou fã do programa e que os episódios estão cada vez melhores. A produção está impecável e os convidados têm sido cada vez mais engraçados. Sério, já dei várias risadas sozinha ouvindo vocês. Gostaria de deixar uma sugestão de pauta. Aí que eu falo, é isso aqui, ó.
Eu tenho medo de ser aluno, mas ok. A filosofia do legado. O que deixamos no mundo físico e digital? Acho que daria um debate bem interessante sobre como a nossa percepção do ser lembrado mudou com as redes sociais.
É uma tese isso daí. É, então. Eu acho que é alguém que quer fazer uma tese em cima de um podcast aqui, né? É interessante. É interessante, obrigado. Vou continuando aqui. E, falando em tempo e gerações, tenho uma história rápida para vocês. Outro dia, eu estava com o meu sobrinho de 8 anos e ele viu um disquete antigo que eu guardo na minha gaveta de relíquias. Ele olhou bem para o objeto, todo curioso, e soltou. Nossa, que legal que você imprimiu o ícone de salvar em 3D.
Naquele momento, eu não sabia se ria ou se pedia uma vaga no Brasil mais próximo. A gente percebe que o tempo passou quando os nossos objetos de trabalho viram esculturas de botões de software para os mais novos. Continuem com o trabalho incrível. Um abraço, Pamela!
Pô, vamos lá. Manda o dinheiro aí pra nós. Obrigado. Mano, mas realmente, pra quem não sabe... É, mas é o símbolo do Salvador mesmo. Foi igual, foi um choque com o sobrinho lá, a gente falando umas coisas, e o cara falou, mano, você não sabe de verdade o que é isso? Indignante pra gente, mas é natural pro cara não saber, mano. É engraçado isso.
E por fim, bruxinha, eu queria que você tirasse uma carta de tarô para o nosso convidado. Vamos lá, né? Vamos tirar o nosso bom e velho tarô. Tarô de Marcélia. Meu irmão só tirava tarô, meu. Vamos saber agora. É, ele tira. Ele tira, mas tira nu. Primeiro você tira na roupa. É verdade. É porque tem toda uma conexão. A bruxa, vocês já viram as bruxas, né? Quando vai lá pro meio do mato lá dançar, toa na fogueira, não sei o que. Tem todo um ritual, aquela coisa toda, né?
Aí ele bate no tambor aí, não é? Ele faz o negócio aí. Não, é que hoje eu não tô bebendo vinho, tô sem a taça. Tem que tocar a taça. Vai que se eu vier a cerveja, não tem taça. Mas beleza. Então vamos tirar a carta, que normalmente, né? É aquilo que eu sempre falo, as cartas não mentem, né? Isso normalmente tem a ver muito com todo o contexto aí do convidado e da temática do nosso tarô, né? Do nosso tema do programa, né? Então vamos dar aquela embaralhada. Ai! Eita, preula!
É a embaralhada do Taro. É a embaralhada mesmo? Embaralhada, pô. E ó...
Saiu aqui a carta Vocês podem dar aquela Gugada se quiser ver, né? O mago, a carta do mago Ela saiu Ou ela saiu invertida? Não, saiu com a cabeça pra cima mesmo Tá O mago vocês vão jogar no Google aí, vocês vão ver Parece um trambiqueiro vendendo coisa Na 25 de março Vocês podem jogar aí no Google Diz muito sobre o teógras
Não, é porque o meu irmão tem o costume de frequentar cebos, né? Então já tem a ver aí com a coisa de vender coisas usadas. Pra quem já foi lá na praça, ali na... Cara, esqueci o nome da praça ali. Na praça, na Teodoro Sampaio, lá em São Paulo. Na Colôndia.
Que o pessoal vende coisa velha lá. Benedito Calixto. Benedito Calixto, isso. O Mago, ele é tipo um vendedor da Benedito Calixto, tipo que fumou um baseado e tá lá vendendo moeda roubada. Ele tá segurando um baseado pela foto. Eita, prelo. E o Mago, aí que tá. Aí que vem o plot twist da coisa, né? O que a gente tá falando de HQ, de super-heróis, dessa coisa toda, né? E o Mago, ele tem uma relação...
Vocês não sabem, mas ele tem uma relação com personagem. Eu duvido vocês saberem quem é um personagem. É Gunth? É um HQ. Só Judas. Ninguém vai saber, né? É o mago e o doutor estranho. Doutor estranho, é. Porque é o seguinte, a carta representa o domínio sobre os elementos. Você pode ver que o mago trampiqueiro está dominando vários elementos. A força de vontade, a manifestação e o uso do conhecimento para moldar a realidade.
E o herói, Stephen Strange, que é a personificação do mago, ele utiliza ferramentas como o olho de Agamotto e o estudo rigoroso para canalizar energias cósmicas e proteger a dimensão terrena. Ambos simbolizam a ponte entre o espiritual e físico. Então essa aqui já é a relação que a gente tem aí sobre o nosso episódio da carta de Tarô, mago, com o personagem HQ.
E aí, porém, contudo da Vê, entretanto, dentro do Tarot de Marcélia, a carta O Mago, que ele é um arcano maior, ele representa ação, poder pessoal, iniciativa e criatividade. Indica que você tem todos os recursos e habilidades necessários para manifestar seus desejos de sucesso, simbolizando eu. Eu posso fazer acontecer. É uma carta de novos começos, comunicação eficaz e potencial ilimitado.
Então, aí essa carta deixa aí o nosso convidado geógrafo, que tem aí a capacidade de fazer acontecer agora, porque esse é um momento de manifestar um novo começo. Então, pegar aí essa carta como um potencial para reiniciar um novo ciclo aí. Então, capacidade de transformar ideias em realidade concreta. Se tem uma ideia, um projeto, tem que botar ele para funcionar.
É momento de agir e seguir a sua insução do agora. Entendeu? Tudo a ver com isso. Você possui as ferramentas necessárias, intelecto, emoção, ação e recursos para resolver qualquer situação.
Rapaz. Rapaz, legal, hein? Curtiu? Curti bastante. Bateu muito com a fase da minha vida agora. Sempre bate e fala. As cartas não falham. O filósofo que critica tanto toda essa coisa das cartas, da astrologia, não sei o que, já começou o programa hoje falando de Saturno, então tá tudo a ver. Eu critico a astrologia só, meu irmão. As cartas não mentem. As cartas que você tira não mentem.
Então é isso aí, vamos lá para o nosso último bloco, bloco 6, que é o Game Show e Despedidas. Atenção, é agora que o bicho vai pegar! Recadinho rápido, pessoal. Se estiver curtindo o nosso bate-papo louco, por favor, nos auxilie.
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Estamos crescendo pouco a pouco, graças a vocês. E também ao cabra que é nosso investidor anjo. E colocou aqui 12 reais para que esse podcast cresça cada vez mais. Agora uma coisa é muito importante, a gratidão. Agradecemos de coração, muito obrigado. E vamos lá continuar com o nosso episódio. Nossa, tá bom, tá bom, tá bom. Quantos sentimentos, tá bom. Você fala demais, gurizão, você fala demais. Tá bom, para de falar, para de falar.
Bloco 6, game show e despedidas. Só para o geógrafo entender o que se trata, o que acontece? No início do ano, o nosso membro honorário aqui, o Cabra, fez um aporte financeiro nessa empresa que se chama Entre Bruxas e Burros, de 12 reais. Ou seja, é um real por mês.
a gente não pode depois, depois tem que falar no fregaço, etc. E com essa parte, ele nos obrigou a realizar um game show que, segundo ele, é o que segura a audiência até o fim. O jogo de hoje, conforme as orientações dele,
Cada um fala o nome de um herói ou heroína dos quadrinhos. Se alguém esquecer, está fora do carrossel. O primeiro a sair é considerado o burro do programa. E o último é considerado o vencedor, ou seja, a bruxa. Então como funciona? Eu sou o primeiro, depois o geógrafo, burro, bruxa, moringa. Depois do moringa, eu vou de novo. Então a gente fica nesse carrossel até alguém esquecer, sai.
E vai até chegar, descobrir quem vai ser a bruxa da rodada. Preparados? Não, não. Então vai lá. Eu começo. Superman. Wolverine. Ciclopes. Miranha. Jean Grey. Batman. Robin. Robin Hood.
O que é? É um herói, vai. O burro é o burro do problema. Ah, vá. Bruce, eu não sei. Batgirl. Batgirl. Ah, tá. Spawn. Mulher Maravilha. Homem de Ferro. Demolidor. The Flash. Cage. Cage. Átimo. Já foi falado. Não, caralho.
Boinha você. Electra. Electra. Electra. A vilã do... Tem o nome de... Demolidor. Filme mais de 18, sapou. Não, teve até filme. Então, esse foi o medo. Ah, sim. Não, esse ainda é pra menor de 18. Tá bom. Goku. Mercúrio. Tempestade. Boa, hein? A Vampira. Kwamen.
Ai, caramba. Viola negra. O Corujito lá no The Watchmen. É... Namor. Namor, nossa. Não sei. Acabou. Eita. Minha vez. Quem quer? É você, Filó. É... Homem-Formiga. Doutor Estranho. Aquele cara que faz robôs lá. Esqueci o nome dele. Porra. Doutor Destino.
É o vilãozão do quarteto. Red Richard, então. Homem do quarteto. Ah...
Aquele que fica branco quando tira a pele da cabeça dele, caralho. A branca de neve. O geógrafo foi a bruxa do programa. Tanto lembrar aquele. Podia falar WandaVision, né? Olha só. WandaVision. É que na hora, assim, são tantos, né? A gente até lembra, mas na hora a gente dá aquele branco. Eu tava falando do marido dela lá, aquele do... Visão. Visão. Visão. Pô, tinha Tartaruga Ninja também, meu.
Mas o geógrafo foi aí A bruxa vai receber o seu troféu em casa Em até 68 dias úteis Só esperar Mais uma vez Queria agradecer ao geógrafo Pela sua participação Agora o microfone é todo seu Você pode se despedir, falar o que quiser Divulgar qualquer coisa se quiser Cobrar alguém, falar o que achou de gravar O microfone é seu
Certo. Bom, primeiro eu quero agradecer novamente a oportunidade aí, todos vocês. Meu irmão já tinha me dado um alô sobre o podcast de vocês, eu já cheguei a ouvir alguns episódios, e eu fiquei muito na vontade de poder participar mesmo, eu agradeço imensamente o convite. Eu acho que assim, acima de tudo, a gente veio aqui bater um papo, que o gostoso é isso, uma troca de ideias sobre assuntos que a gente gosta, e a gente aprende um com o outro.
E eu queria mais, assim, aproveitando, né, que é tal, e o tema foi justamente falar sobre quadrinhos e tal, mas principalmente a questão da leitura, né? Eu acho que a gente tem visto aí uma geração que está perdendo o gosto pela leitura, infelizmente, né? Eu acho que qualquer tipo de divulgação que a gente consiga fazer, né? Seja aqui podcast, seja por qualquer ferramenta que seja, a gente divulgar a leitura é muito importante.
fazer com que essa molecada leia, fazer com que a leitura seja algo da vida da gente, fazer parte para essa molecada que está aí se formando, crescendo. E eu, como colecionador, eu vejo até a ideia de ser colecionador não para ter um livro ou um quadrinho simplesmente parado, mas para que seja, de fato, uma coleção ativa, que você pegue várias vezes, revisite essas leituras, faça com que...
a leitura seja algo para abrir novos caminhos. Eu acho que acima de tudo é isso. Seja a gente como professor, como geógrafo, como filósofo, a bruxa como músico também, trazendo aí essa questão cultural também, que é muito importante.
Os meninos aí também, o Burro e o Moringa aí, por meio da profissão deles, tal que seja. Mas eu acho que o foco é esse, né? A gente tentar alcançar e levar cada vez mais. Essas trocas de ideias e experiências são justamente para fazer com que a gente saia mais rico.
totalmente, totalmente e o ponto que você colocou aí que eu achei legal é releitura o burro ainda eu vou convencer a ler um livro nem sou eu o meu que tem sim, 80 páginas ali, só coisas levinhas mas mas ler o livro
por várias vezes porque você as vezes quando leu tinha 18, 20 você era uma pessoa com 38 40, outra pessoa e aquilo vai te dando outras coisas, outros insights, outras paradas pra sua vida melhorar, pra ir pra frente então eu acho que vale a pena reler os clássicos agora na despedida o rico, seu tchau
Galera, prazer, como sempre, estar com todos vocês e os ouvintes aqui. Obrigado pelo episódio de hoje. Não é exatamente o meu ponto forte aqui, mas eu, apesar das brincadeiras aí, também compactuo com a opinião do geógrafo, que é uma geração que está lendo menos e a gente tem que incentivar isso. Eu, como pai aqui também, brincadeiras à parte, tento incentivar o máximo possível, até porque a gente tenta...
o filho seja melhor do que a gente, né? Não será muito difícil, inclusive, se ele for ler alguma coisa. Mas geógrafo, bacana te conhecer aqui no podcast, aqui esse bate-papo e vamos pro próximo. Um abraço pra vocês. Obrigado, um abraço. Por sinal, burro, você ganhou aqui uma estrelinha dourada e você pode escolher o tema do próximo episódio. Tá bom, então deixa os caras pedirem que eu vou pensando enquanto isso. Eu pensei que você ia falar de cara, assim, de um truco. Não consigo, beleza. Bruxa, dança tchau.
bem. Primeiro, estou muito feliz aqui, né, desse episódio com o meu irmão, foi muito legal, e muito feliz desse nosso projeto ter completado um ano, um projeto que a gente começou sem muita pretensão e que acabou tomando uma proporção muito significativa nas nossas vidas, e a gente tem muito que agradecer aos nossos ouvintes que têm feito isso acontecer, nos motivado ainda mais, além da motivação de nos encontrarmos semanalmente para esse bate-papo de vários.
assuntos e com vários convidados muito legais aqui que passaram nesse longo de um ano. E eu só tenho a agradecer que está sendo cada vez mais legal e que, entre bruxas e burros, tenha muitos e muitos aniversários aí para comemorar. E não se esqueçam que a palavra cabalística é parangarico de Riminhoar.
Boa bruxinha! Moringa! Cara, continuando aí os agradecimentos. Obrigado aí, Geógrafo, por estar dividindo aí o nosso aniversário de um ano com todo o seu conhecimento aqui de HQ, que é um conhecimento que a gente não tem muito aqui, a gente não fala muito disso.
Mas eu acho que a gente pode trazer mais assuntos relacionados à leitura, até para incentivar o burro aí também, quem sabe, a começar a ler. Isso também é um puxão de orelha para mim, porque eu também não leio nada. Basicamente, leio pelo trabalho e olha lá.
Mas é um prazer estar aqui com vocês, fazendo esse aniversário, dividindo essa amizade de tanto tempo. Essa semana foi uma semana bem difícil. Eu tive alguns problemas na família, meu pai ficou internado. Depois, qualquer coisa, a gente conversa, mas ele está bem. Então, sinceramente, de coração, dividir as segundas-feiras à noite.
com vocês pra gente conseguir dar uma risada é realmente um momento ímpar no nosso dia a dia. Obrigado aí a todo mundo, obrigado aí filósofo por ter proporcionado essa atividade pra gente não deixar a amizade de lado. Jamais, jamais. Essa amizade aqui jamais acabará que nem o Superman, aquele fracote.
E é isso aí, pessoal. Entre a sabedoria das bruxas e a teimosia dos burros, seguimos filosofando na bagunça. Até o próximo episódio. Tchau, tchau. Tchau, tchau.
Bota na mão, bora escutar Filósofo pronto pra discursar Carga tronco no ar pra pirar Dá o play, deixa rolar Vem pra não chorar Vai dar mentira, tá aí pra falar E o sargento só quer reclamar