Brasileiros nos EUA Podem Ter Dinheiro no INSS e Nem Sabem I USA TALKS #45
Você mora nos Estados Unidos e já contribuiu para o INSS no Brasil? Então este episódio do USA TALKS é para você.Recebemos Dankiele, especialista em planejamento previdenciário, para explicar como brasileiros que vivem fora do Brasil podem ainda ter direitos no INSS — incluindo aposentadoria, salário-maternidade, benefícios por incapacidade e outros valores que muita gente nem sabe que pode receber.Neste bate-papo, falamos sobre:– Brasileiros nos EUA que deixaram contribuições no Brasil– Quando vale ou não vale usar tempo de contribuição dos EUA– Como não perder a condição de segurado– Benefícios que podem ser acessados mesmo morando fora– Erros comuns, como contribuir no código errado– A importância de planejar antes de precisarSe você tem CPF, já trabalhou no Brasil ou ainda contribui para o INSS, este episódio pode abrir seus olhos para direitos que talvez estejam parados esperando por você.Siga a Dankiele: @planejaaposentadoriaAssista até o final e compartilhe com um brasileiro que mora fora do Brasil.#USATALKS #BrasileirosNosEUA #INSS #Aposentadoria #BrasileirosNoExterior #PlanejamentoPrevidenciário #Imigração #VidaNosEUA
- Planejamento de aposentadoriaPerda da condição de segurado · Erros comuns de contribuição · Diferenças entre previdência pública e privada · Planejamento para aposentadoria no Brasil e nos EUA
- Previdência brasileira com benefícios especiaisRequisitos para aposentadoria por idade · Cálculo de aposentadoria e teto do INSS · Benefícios para pessoas com deficiência · Pensão por morte
- Sistema FinanceiroSocial Security e créditos de contribuição · 401k e planos de aposentadoria privados · Diferenças entre o sistema americano e o brasileiro
- Saúde e bem-estar dos imigrantesImpacto do trabalho na saúde · Acesso a benefícios em caso de incapacidade · Automedicação e acesso a medicamentos
E hoje no USA Talks, temos uma pessoa internacional. Eu vou falar que é internacional, porque ela não é aqui dos Estados Unidos, né Renatinho? É isso aí, é lá da nossa terrinha. É lá da nossa terrinha. E ela vem com informações, ó.
maravilhosas. Eu que sou fã de finanças, né, Renatinho? Gosto muito de falar sobre esse tema. E quando eu encontro uma pessoa que diz que vai salvar dinheiro e que vai encontrar uma outra fonte de renda legal, ah, meu Deus! Essa é a pessoa que nós vamos entrevistar hoje no USA Talks. E tem muita gente aqui que tem um dinheirinho pra pegar lá no Brasil, não sabe, hein? E nem sabe. Bora lá, Renatinho? Vamos.
Danquiele Planeja Aposentadoria. Falei certo? Sim, perfeito. Danquiele Planeja Aposentadoria. Seja muito bem-vinda. Muito obrigada. E já veio com a camiseta do Brasil, gente. Eu amo entrevistar pessoas internacionais. É engraçado a gente falar isso, né? Ela que é importada, né? Ela é importada.
Não, vamos... Atenção, galera, não é Daniele, é Danquiele. Danquiele, porque ela vem de uma cultura, né? Ela vem de uma família alemã, certo? Uma brasileira falsificada. Uma brasileira europeia, né? É verdade. Todo mundo tem um pezinho, né, no Brasil. Verdade. Na Europa, todo mundo tem. Verdade. Todo mundo tem um avô português, um avô italiano. De alguma forma da Europa, né? Um avô alemão, né? Ninguém assim.
Danke, conta pra gente da onde surgiu essa ideia do planejo de aposentadoria e como que você pode ajudar as pessoas que estão aqui nos Estados Unidos. Primeiramente, Fernanda, muito obrigada pelo convite, viu? É um prazer estar aqui com você e com o Renato. Uma delícia. Pra gente poder ajudar aí nossos compatriotas, né? Ah, eu amo isso. Ontem eu fui até o aeroporto pra procurar aqui uma camisa do Brasil, ano de Copa, nos Estados Unidos, né?
Tá chegando. Eu falei, eu tenho que ir aqui. A carada. Bem onde fomos usados. Morei. Vamos lá. Eu sou advogada desde 2007. Tem um escritório ali em Campinas, São Paulo. Estamos aqui aposentando pessoas, né? Tantos brasileiros há tantos anos. E caiu aqui, né? Foi uma bênção que o primeiro brasileiro que morava aqui nos Estados Unidos procurou o escritório.
E nos perguntou, né? Ele foi indicado, um cliente nosso médico. Ela é médica aqui nos Estados Unidos, mora ali em Pittsburgh. Ok. E ela falou, olha, tem um colega ali da Unicamp. Ele indicou o escritório de vocês e eu gostaria de contratá-los.
Nós atendemos essa médica e ela me disse, olha, eu fiquei sabendo que eu posso levar tempo dos Estados Unidos, porque eu contribuo nos Estados Unidos. Sim. Levar esse tempo dos Estados Unidos para dentro do Brasil, para dentro do INSS, para fazer minha aposentadoria. Eu falei assim, calma doutora, vamos lá. Ai, que legal. Realmente, tem tempos de Instagram, Reels todo dia.
Muita gente está vendendo essa ideia, né? De que eu posso ficar trazendo o tempo dos Estados Unidos ou de outro país que tem acordo com o Brasil para integrar ali a sua aposentadoria no Brasil. Mas nem sempre essa é uma boa solução. Então a gente tem que fazer realmente um estudo para a pessoa.
Pra essa médica que eu comentei, não foi interessante. Ai, que legal. Porque iria diminuir o valor dela, da aposentadoria dela no Brasil. Então, fazer a totalização, que é o termo que a gente utiliza, não é interessante pra todo mundo. Então, tem que tomar muito cuidado.
Eu já recebi cliente que mora ali na Suíça, que fez a sua aposentadoria junto ao INSS, trouxe o tempo suíço pra dentro do INSS e foi concedida uma aposentadoria ali de 100 reais. Nossa! E a pessoa não entendeu por que veio uma aposentadoria. Na verdade, veio 76 reais, não foi nem 100. Nossa! Você faz o que com 76 reais na Suíça convertido pra... Nossa! Ela achou que era erro.
Mas a verdade não é erro. É, erro dá quando faz a transferência, fala assim, centavos, centavos, é inválido essa transação. Qual é o problema? Porque essa totalização, quando eu trago esse período dos Estados Unidos, eu trago só o tempo. Mas não existe uma base no Brasil? Sim, a base, ninguém pode receber menos do que o salário mínimo no Brasil de aposentadoria. Ótima pergunta tua. Sim. Porque foi isso que ela me questionou.
Como que eu recebo menos do que salário mínimo se ninguém pode receber menos? E bem menos, né? Sim. E quanto ao salário mínimo? Gente, eu não sei. Quanto ao salário mínimo? R$ 1.620,00. R$ 1.620,00, é. Tá? Gente, não faz nada com R$ 1.600,00 no Brasil. Misericórdia. Sim, não faz nada. Muita gente... Olha, vocês não vão acreditar quantas pessoas a gente faz ali planejamento vai descobrir que vai ganhar só um salário mínimo. É triste ver que a grande maioria dos nossos clientes são médicos e dentistas, né? Profissionais da saúde.
Esse é teu foco, é teu nicho trabalhar com profissionais da saúde. É o nosso foco principal ali no Brasil. E eu vou percebendo que alguns médicos, alguns dentistas, eles desacreditaram no sistema. Lógico, né? Pararam de contribuir. Mas às vezes isso me preocupa, viu, Fernanda? Por que?
ele fica totalmente dessegurado, né? Não tem nenhuma certeza. Fica descoberto. Nossa, porque ele é profissional liberal, né? Sim. Teoricamente, o profissional liberal, ele não tem uma contribuição obrigatória, né? Diferente do registro em carteira. Sim. Que todo mês você tem ali, né? Obrigatório a dedução. E o cara, quando ele não faz, é porque ele... Quando ele for se aposentar, ou seja, vai morrer trabalhando, né?
Porque ele não vai ter uma renda passiva, a não ser que ele faça uma previdência privada ou ele saiba, ou ele tenha uma planeja de aposentadoria pra ensinar ele a fazer a previdência pública. Faz sentido o que eu tô falando? Total sentido. É assim, aproveitando esse incêndio aqui, começar a pegar as perguntas difíceis. Renatinho. Renatinho. Renatinho com as perguntas não é aceito. É. Renatinho. Vamos lá. Vamos supor um médico.
Não, o salário razoavelmente bem. Não sei que hoje em dia nem todos os médicos não ganham mais bem, mas assim, vamos...
Brasil, você está falando, né? Brasil. O Brasil ganha 30, 60 mil reais. Vamos lá, o cara que ganha 30 mil, não é o mau salário. Vamos pensar nessa base aí. E assim, o cara não tem uma previdência privada. Tipo assim, não é comum, ele não se preocupa com isso. E quando ele tem, tipo assim, vale a pena ele fazer a tradicional do governo?
comparativamente falando. Às vezes, você é obrigado a estar no governo. Essa que é a grande questão, tá? Ou você já esteve obrigado. Eu sempre penso na contribuição como um investimento ali, uma cadeirinha de poupança ali, é um fundo. Às vezes, você foi obrigado a colocar dinheiro ali. Sim.
Então, eu acho justo, gente. Trabalhar a vida inteira, pagar o imposto. O meu questionamento, hoje eu estou provocando aqui, é o seguinte, vamos supor, eu não confio no governo, não acho que daqui a... No sistema, né? Não confio no sistema. Pegando essa situação que você falou. Ele deveria estar fazendo algum investimento. É, aí vamos supor, eu tenho minha prevenção privada, é meu plano de saúde lá, ou por eu ser médico, eu pago lá 10 mil de plano de saúde.
Entendeu? Eu não preciso do governo. Ainda assim, você acha que vale? Eu acho que vale por dois motivos. O benefício do INSS você acessa rápido.
Então assim, sofreu um acidente, teve o fator óbito, essa viúva vai acessar esse dinheiro rápido, tá? Um inventário e outras questões, às vezes você demora a ter acesso ao dinheiro. Porque eu vejo isso no dia a dia. Sim. E também, você pode pensar assim, ó. O médico, gente, o dentista, ele faz muita grana, ele faz muito dinheiro na ativa.
Quando ele tá trabalhando. Sim. Sim. Não tá trabalhando, ficou doente, não ganha nada. É, o profissional liberal, né? Porque ele não tem férias remuneradas, décimo terceiro, é ele, ele mesmo. Sim. E desfalca rápido o que você tem ali. É, porque o padrão de vida não é o padrão de vida se sustenta parada, realmente. E outra, né? É uma coisa que eu venho analisando isso ao longo dos anos, trabalhando com finanças.
Esses profissionais liberais, eles sabem fazer dinheiro, mas eles não sabem administrar. E não sabem poupar o dinheiro. Não, não, não sabe, né? Não sabe. Então, quando eu conheci a Dunk, e eu vi o trabalho incrível que ela faz, porque, vamos lá, né, gente? Vamos deixar claro. A Dunk, ela tem um escritório no Brasil. Ela atende brasileiros em todo o território.
Do mundo. Do mundo. Qualquer brasileiro que está em qualquer país, me corrija se eu estiver errada. Verdade. Em qualquer país, ela pode pleitear a aposentadoria no INSS. Então, fica todo mundo ligado aí. Que você está aqui, já morou nos Estados Unidos 10, 15 anos. Às vezes, você está ilegal ou está ilegal, você pode ter o dinheiro e ir para isso. Independente do... O que eu achei, assim, fantástico dela, eu falei, cara, você tem que ir no podcast. Porque, independente do status imigratório, se você é médico...
A área da saúde, como a Dunk me ensinou, se você é da área da saúde, você está elegível. E o que eu acho mais legal é a forma que ela trabalha. Eu achei que você é da área da saúde. Pode ser qualquer um, né? Qualquer um. Qualquer um. É que a Dunk, ela se especializou na área da saúde. Mas, inclusive...
ou USA Talks, ela vai me aposentar, tá? Fecha o som da casa aqui. Ela vai me... Eu fiquei tão feliz quando ela... Eu contei a minha história, enfim. Ela vai me aposentar de um jeito muito especial e eu sou muito grata por isso. E quando eu recebo esse título... E você não era da área da saúde? Não. Principalmente semana passada, quando você caiu, estava sem saúde nenhuma. Não tem.
Eu falei pra ela, ela falou assim, menina com esse espino na coluna, com esse salto super alto. Que amiga, caí esses dias aí, tomei um tombo de barro. Mas ela vai usar. Então, o que eu fico admirada, assim, existem profissionais e profissionais de tudo quanto é segmento.
Mas quando você tem um profissional que ele vai esmiuçar, que ele vai entender da lei, e é isso que o Planejo Aposentadoria faz, eu achei fantástico. Eu falei, cara, você tem que trazer. Porque, sei lá, quantos brasileiros médicos tem hoje nos Estados Unidos? Você tem ideia?
deve ter bastante, mas não tanto. Eu vou perguntar pra Jenny, a minha robô. Vou perguntar, porque imagina. Vamos lá, enquanto a Fê faz as pesquisas. A Fê faz as pesquisas. Deve ter muito. Tem muito médico querendo também vir pros Estados Unidos. Sim, sim. Eu não queria falar especialmente de médicos. Eu queria abranger mais todo mundo, porque agora pelo que a gente conversou aqui em off, você também tá com o plano de se abrir seu escritório aqui.
Porque não impede você de atender nenhum brasileiro que esteja aqui, porque o seu escritório está a todo vapor no Brasil. Na verdade, eu vim para fazer isso, viu, Renato? É, então. Eu estou buscando, né? Eu estou fazendo todo o jabá aqui. Ó, jabá! Muito obrigada. Mas mesmo assim, isso não é um impedimento para você atender ninguém que está aqui. A gente atende brasileiro do mundo todo. Tem um processo de brasileiro que está no Japão, no Reino Unido.
E esse do Japão é ruim de atender, hein? Vai acertar a hora. Não, mas foi uma senhora. Que legal. A gente ficou tão feliz quando a gente ganhou o processo dela. Estou falando que 10 da manhã é 10 da noite. Sim, mas a gente dá um jeitinho. Sempre vai conseguir atender. A gente consegue sempre atender. É, porque na verdade vocês estão trabalhando pela lei do Brasil. Não importa onde o brasileiro esteja, né? E assim...
Só para a gente dar segmento desse assunto, que eu acho bem interessante para a gente ajudar, principalmente quem está aqui, na nossa região, na nossa comunidade brasileira aqui. Pelo que você tem visto aqui, é muito comum as pessoas terem alguma coisa para receber no Brasil, estarem morando aqui e não saberem? É mais comum do que você imagina. É? Tá? Olha, vou te colocar três situações que eu mais vejo.
brasileiras que moram no exterior, moram nos Estados Unidos, ficam grávidas no território americano. Ah, quer fazer aquele bebezinho americano. Sim. Vai ter o passaporte americano, mas ela não vai ter, né? Muitas vezes ela nem sabe que ela tem o direito a receber quatro meses de salário de maternidade, se tiver no sistema. Beleza. E hoje a coisa melhorou muito. Não, e aqui, dependendo do seu status também, você também recebe do governo.
Você vai receber duas vezes? Tem problema aí? Não tem problema nenhum. Isso não é contra a lei? Não, não é contra a lei. Dentro da lei do Brasil...
Você pode receber... Agora eu estou falando as perguntas difíceis, tá? Isso é bem polêmico aqui. Eu não estou no Brasil. Tá bom. Certo? Estou morando aqui. Sim. Mas eu posso receber esse dinheiro porque em tese seria uma ajuda do governo brasileiro. Você pode acumular esses dois benefícios. Você pode receber um benefício nos Estados Unidos... É, é porque eles não se interligam, né? A minha pergunta era só, tipo assim, se era ilegal o fato da pessoa não estar fisicamente no Brasil. Não. Ela não precisa estar fisicamente no Brasil para receber o benefício.
Nossa senhora, o que eu conheço de gente grávida aqui. Então, e eu vejo assim, hoje em dia, uma contribuição, uma contribuição, ela pode receber quatro meses. E assim, contribuir no Brasil é meio irrisório pra quem mora aqui. Eu tô trazendo sempre ponto de vista daqui.
É, transfere para dólar, né? Quanto que hoje está uma contribuição? Então, uma contribuição, se você for fazer em cima de salário mínimo, a gente pode trabalhar ali na casa, né? 20%. Vou 300 e poucos reais. Antes da gente... 50 dólares, né?
Antes da gente entrar nesse planejamento previdenciário, esse seria o mínimo para só continuar no sistema. Para você ter acesso, por exemplo, ah, tive um acidente aqui, fiquei grávida. Aí seria mais ou menos o mínimo isso, uns 60 dólares. Uns 50 dólares. 50 dólares. Sim. Menos que um McDonald's. Nossa, não, menos que um McDonald's não, pô. Não. Não, é uns 5 McDonald's. Você vai ali a família ali e dá mais de 50. Mas dependendo, assim, vamos botar o salário mínimo padrão aqui, acho que está 17 dólares, 15 dólares.
A Flórida tá com 15 dólares. 15 dólares, mas ninguém recebe 15 dólares. Não, tem que pagar. 18, média de 18, 20. Trabalha quatro horinhas no dia, você já paga, já fica assegurado, entre aspas, pelo INSS ali. Mas sabe o que eu vejo, gente? Eu não sei se vocês têm essa impressão. Eu vejo que o brasileiro, nos Estados Unidos, é como se fosse um médico, como se fosse um dentista, como se fosse um profissional da saúde. Quem não trabalha, não ganha.
O dia que você tá doente, você não ganha nada. Não, aqui você não tem benefício nenhum. Aqui o, vamos dizer assim, o servente realmente só forças de trabalho. Sim, o processo trabalhista, vamos dizer assim, o sistema trabalhista, eu sempre falo isso pros meus clientes. Eu falo assim, ah, excelente, qual é a empresa que te dá benefícios? Ela pode te dar até alguns benefícios, né? A gente fala, vamos falar de aposentadoria, vamos falar o tema de aposentadoria. Então aqui tem o famoso 401k. Né? Sim.
então as empresas contribuem ali você põe um tanto, ela põe também igual os produtos previdenciários do Brasil that's ok a empresa te manda embora te dá uma bota, que é muito comum acontecer, certo? porque aqui você não tem essa coisa de aviso prévio nada disso, você pode chegar hoje e a pessoa não não tá afim de você só saber, aqui não tem advogado trabalhista não tem porque não existe esse direito trabalhista vocês não devem passar fome aqui você não tem
Aí o cara, do dia pra noite, ele não tem mais nada. Porque se ele não lê o contrato dele de 401k, de aposentadoria, os contratos, geralmente, pra você poder acessar esse dinheiro, você tem que ficar X anos na empresa. Sim. Entende? Mas no Brasil isso não ocorre.
Então, por isso que eu tô falando que aqui, como o Renatinho falou, é muito mais punk. E a gente concorda que, tipo, cara, eu não trabalhei, não ganhei. Não tem essa de, ah, eu vou ter um auxílio doença, eu vou ter férias remuneradas, eu vou ter bônus. Amiga, isso não existe aqui, Herói. No Brasil existe a categoria que se chama facultativo. O que é facultativo? Aquele que escolhe contribuir. Olha.
Então, é por isso que eu vejo que o brasileiro perde muita oportunidade. Porque se você souber manejar essa questão, você sai com dinheiro, você sai com aposentadoria melhor do que o brasileiro que tá ali trabalhando e suando todo dia no Brasil. Ô Dani, tendo... E baixo, né? Barato. É caro, né? Quando deram cinco, vocês fazem festa. Brincadeira de criança. E a pessoa mais também precisa ter um CPF.
Só isso. Só isso. Só o CPF, né? Só isso. Agora, me fala uma coisa. A Jenny, que é a minha robô, ela falou que nós temos 12 mil brasileiros médicos aqui nos Estados Unidos. Das Estados Unidos inteiro? Estados Unidos inteiro. Inclusive, ela já deu até aqui alguns estados, onde ela, né, diz assim que é mais, vamos dizer assim, que é mais concentrado, né? Então, ela...
Onde tem? Flórida, principalmente Orlando e Miami, Massachusetts, Califórnia e Texas. Agora, uma coisa que eu acho bacana é assim, quando você fala da área da saúde, você só fala de médico e dentista ou, por exemplo, entram psicólogos, psiquiatras. Qualquer profissional da saúde. Técnico de raio-x, auxiliar de enfermagem, técnico de enfermagem.
Eita! Qualquer. Nossa, esse número vai pra muito mais. Qualquer. Enfermeiro. Nós já fizemos aposentadoria de enfermeiras, né? Que saíram do Brasil. Porque a enfermeira aqui, ela consegue revalidar muito mais fácil, né? Tem o acesso muito mais fácil. Na verdade, eu aprendi que a nurse, o famoso nurse practitioner, né? Que é o... Quem te atende na consulta médica? Ganha mais que o médico. Sério? Ganha mais que o MD.
É, dependendo, trabalha até mais, né? Porque ela, entendeu? É tipo, ela que vai te receitar, ela que vai falar com você, ela que vai medir, vai pesar, vai fazer todas as coisas. O médico só entra. Mas trabalha, tá? Trabalha muito. O médico só entra pra te dar oi. Mas eu acho que nesses 12 mil, Fernanda, eles não devem estar incluindo uma classe, né? Um grupo que eu tô vendo que tá vindo forte pros Estados Unidos.
Não, não tá aí comendo. É o pessoal que tá vindo pra revalidar. Por quê? Ele ainda tá entrando no mercado. Eles ainda vão ter ali que fazer o estágio, faz o fellow. Sim, sim. Eu fico muito preocupada com esse grupo, com essa família. Sim. Porque ele vem, né? Ele vai receber aqui um valor no fellow, vamos dizer, 5 mil dólares por mês. Ali vai se conter, vai tentar se manter nesse valor, né? Sim, sim. Vai morar aqui. Mas e se algo der errado, gente?
Tem que ter um colchão, né? Tem. E assim, ele teve contribuição ali no Brasil. Não é inteligente não fazer. É como se fosse um plano de saúde. Concordo. É uma condição de segurado. E não só isso. Não é inteligente. E não só isso. Não precisa nada dar errado. Por exemplo, igual a gravidez. Sim. Entendeu? Por que a pessoa não vai pegar o dinheiro que ela tem direito? Sim. Não tem.
Não, tudo que é direito, eu acho que a gente tem que buscar. É justo. Claro, você contribuiu. O que a Dunk me ensinou ontem. Você contribuiu bem ou mal, é teu. É justo. Não é. Entendeu? E é o que eu falo. Às vezes, pela ignorância, a gente deixa muito dinheiro na mesa.
Eu acho que vou ficar grávida também. Ignorância no sentido do assunto, né? Falta do conhecimento. Falta do conhecimento. Então, quando você encontra Dunks pela vida, e eu acho que o SA Talks é um pouco isso, a gente fala de empreendedorismo, mas a gente também fala de informação de utilidade pública. Com certeza. Então, imagina quantos imigrantes, Dunks, que você não vai ajudar com essa informação. Eu garanto que muita gente vai bombar esse podcast, porque eu garanto que muita gente não tem nem ideia.
Que tem direito a essa aposentadoria. Não tem jeito que ele tá com dinheiro parado no Brasil e não sabe. E independe da idade, Dan, que como é que é isso? Sim, você pode se inscrever no sistema brasileiro a partir dos 16 anos de idade. Uai. Eu acredito tanto no sistema, meu filho acabou de completar 16 anos. É a mesma idade de você assinar sua carteira. É.
Ele tá fazendo um high school aqui no Sazuís, quando ele completou os 16, eu fiz a inscrição dele. Sério? Eu fiz muito no sistema. Que legal. Eu acredito que se você fizer algumas estratégias inteligentes, né? O que é inteligente? Se você saber bem sobre os requisitos, você pode colocar o menor valor possível pra receber o maior valor possível de aposentadoria. Claro, você é muito inteligente. E aquela velha era que a gente fala assim, quanto mais cedo começar, melhor.
Com certeza. Mais barato o filho, com qualquer tipo de investimento. O filho precisa.
precisa, mas a vida vai caminhando e também nunca vai ser um desperdício esse período que o pai tá colocando, jamais, eu falo são os três ingredientes pra gerar riqueza, tempo, dinheiro e juros compostos a seu favor se você pode utilizar por que não, gente? aqui também tem uma coisa um pouco semelhante como isso que a nossa aposentadoria que é o social security, né?
você tem uma quantidade de créditos. Então, existem pessoas que também conseguem se aposentar pela quantidade de créditos, né? Então, não obrigatoriamente, a média aqui nos Estados Unidos, a pessoa se aposentou aos 59 ou aos 65 anos. Agora, no Brasil, é uma palhaçada. Porque todo ano, me corrija se eu estiver errada, todo ano dá uma mudadinha. Aí, ou tu tem que trabalhar mais, ou tu tem que contribuir mais. Agora é porque você é homem, agora é porque você é mulher. Aí, a regra muda, aí tu fica...
Como? Mas isso tem sido uma tendência mundial. Sério? A gente está vivendo mais. É, verdade. Você não está vivendo mais. Verdade. E a grande maioria das previdências, elas estão falidas. Por isso que também muita gente desacredita no sistema. Se você for olhar na Europa, eles já colocaram 67 anos em muitos países. No Brasil está 65 para homem e 62 para mulher. Qual que é o nosso grande objetivo? Conseguir antecipar ou aumentar o valor dessa aposentadoria.
O que nós descobrimos, depois da reforma em 2019? Que se a gente conseguir encontrar uma patologia, uma doença que essa pessoa tem, que eu posso enquadrar isso como uma barreira.
Eu posso antecipar essa data. Então, uma mulher pode aposentar aos 55 anos de idade e um homem pode aposentar por 60. A gente está detonando essa aposentadoria, Fernanda. A gente está fazendo muito. Eba! Eu estou chegando ao meio século. A Fernanda, nós vamos com certeza enquadrá-la aí como PCD, como deficiente. Como deficiente, por causa dos meus pinos na coluna. Vocês sabiam?
Lógico, sim. Eu conheço muita gente. Pô, fiquei feliz da beça com isso. No Brasil, você teria acesso até a benefício de a compra de automóvel. Você disse que eu usou isso. O quê? Então, eu contei isso pra Dunk, que a Dunk ficou com os cabelos arrepiados. 2013 foi a minha cirurgia, certo? Sim. Então, eu fiquei seis meses sem trabalhar, sem gerar renda. Por isso que eu sou fã do meu trabalho. Porque eu sei o que é não ter um seguro de vida com benefício em vida.
E aí, eu falei pra Dunk que eu precisei da caixa, que a gente chama, né? No INSS. E quando eu cheguei lá, o segurança olhou pra mim e falou assim, o que você tá vindo fazer aqui, tirar dinheiro dos pobres? Aí, eu tava de andadora ainda na época, não tava ainda, né? Assim, andando 100%. Minha sogra tava comigo. Aí, eu virei pra ele e falei assim, deixa eu te falar uma coisa, meu irmão. Porque aí baixou o Curit em mim, né? Eu tava lá ainda, né?
Eu tava no Brasil e baixou o Curit. Aí, eu falei, deixa eu te falar uma coisa pra você, meu irmão.
Eu pago muito mais imposto que você, você, você, e que todo mundo aqui. Eu tenho muito mais direito que você, você, você, você. E aí eu lembro que eu saí de lá com 200 reais. Sim.
200 reais por mês, durante seis meses, 200 reais. Nossa. O meu salário, na época, acho que era 12 mil reais. 12, 13 mil reais na época. Não cobre nem... 200 reais. Com certeza teve coisa errada. Graças a Deus que Leandro, né, assim, né, tava provendo. Mas você imagina, é uma renda que deixou de existir por seis meses. Sim. Então, quando eu contei isso pra Dunk, a Dunk falou assim, Fê, com certeza teve erro, você não foi... É não correto.
Não tá correto, você não foi bem assessorada. Aí, cara, eu já mandei todas as minhas informações pra ela. Porque eu vou te falar que nem a tag de especial lá no Brasil, eu não tive. E vou te contar por quê. Porque é um país preconceituoso. Porque me ver loira de olho azul, cara de rica. Então, eles falam assim, você não precisa. Só que só eu sei o que me custa esses pinos na coluna. E quando eu cheguei nos Estados Unidos, a primeira coisa... O meu primeiro médico aqui, Renatinho, qual foi?
O cara da coluna. O ortopedista. Claro, porque, meu irmão, se me acontece alguma coisa aqui, o que eu vou fazer com os meus pinos? Primeira coisa que o meu médico falou, você vai lá para os Estados Unidos, não tem problema que você vai mudar. Mas você tem que cuidar disso. Eu sou a Blue Tag aqui. Eu sou a Disability, porque eu realmente tenho as minhas limitações. Só que é o que eu falo, assim, a minha cabeça. A minha cabeça, eu sou normal. Eu uso para ser normal. Mas se eu tenho o direito, por que não usar?
Exato, não tem porquê deixar pros outros, né? Por que não usar se a gente contribuiu? Então quando eu vi isso, eu falei, Danque, tu tem que trazer isso pro nosso podcast, que é informação importante. As pessoas que estão aqui, imagina, é o que você falou. Não trabalhei, não ganhei.
As pessoas contribuíram no Brasil. Poder contribuir a mais pra acelerar é nada. Porque eu tô ganhando em dólar, então eu vou colocar em real. Sim. Por que não fazer? Né? E eu acho isso fantástico. E agora, mais ainda, que é pra qualquer pessoa que mora aqui. Pelo amor de Deus. Mas fica tranquila, Fernanda. Porque a gente já tem que, né? Montar estratégias. Porque quando o nosso...
a maioria é médico, eles já vivem aí essa discriminação. Alguns médicos me perguntam, mas precisa ser pobre? Precisa passar necessidade pra ser enquadrado como deficiente? Pois é. A lei não exige, tá? E por suficiência, ela não exige. Adoro isso. Ela não exige. Mas faz sentido, né? Então, os requisitos são outros. Acaba se confundindo isso no momento da concessão. É, mas é advogado bom que sabe, né? A gente sabe instruir bem, delimitar realmente os requisitos. E temos passado muitos médicos, muitos clientes.
E o que a gente, vamos imaginar aqui, vamos trazer pra nossa realidade. O cara tá aqui nos Estados Unidos. Sim. Qual é o primeiro passo que ele tem que fazer pra ele saber se ele é elegível ou não com você? O que ele tem que fazer? Se ele teve alguma contribuição na vida, ele deve voltar o mais rápido possível a ter a condição de segurado. O que é a condição de segurado? A lei diz que quando eu paro de contribuir, eu me desligo do sistema.
Isso é terrível. Eu falo assim, é aquele brasileiro que nadou, nadou e vai morrer na praia.
Por quê? Hoje mesmo eu atendi um cliente daqui, tá? Aqui de Orlando. Ele falou que trabalhou 18 anos na Petrobras. Eita! Altos salários. E tá quanto tempo sem contribuir? Tá quatro anos aqui e parou de contribuir. Esse cliente, ele perdeu a condição de segurado. Se ele falecer, a esposa não recebe nada. Se ele ficar doente, ele não recebe nada. Se ele sofreu um acidente, ele não recebe nada. Eita! Então...
Ele tem que voltar a ter essa ligação com o Brasil. E você faz isso. É um primeiro ponto, é o que a gente faz, tá? É colocar ele de novo no sistema. Eu mostro direitinho o que ele tem que fazer, por quantos meses, que dia que ele vai fazer isso. E aí ele consegue de novo manter a sua condição de segurar. E assim, uma pergunta. E dentro desse caso, dessa pessoa que parou de pagar esses quatro anos, eu não sei a idade que ela está, mas se ela estiver próxima de 65... Ele está ali por volta dos 57 anos de idade. Então, 57. Vamos dividir.
Eu acho que o Brasil hoje está 65 para se aposentar, né? Sim. Mas eu posso olhar para ver se ele tem alguma patologia. Você lembra que eu comecei a pensar que ele pode até não ter se pagar e virar 60. Diferente disso, vamos supor que ele parou de pagar e fez 65 anos. Daqui 8 anos ele poderia se aposentar. E se fosse ele tentar se aposentar, ele não conseguiria? Não, ele conseguiria. Porque o requisito para eu me aposentar... Essa é uma ótima pergunta.
Eu não preciso de ter a condição de segurado para me aposentar. Mas eu preciso de ter o tempo...
e a carência, que são outros dois requisitos. Vou te dar um outro exemplo. Ontem, agradeço demais a Fernanda, que me indicou a gerente ali do Banco Chase, me atendeu super bem, muito obrigada. A Ângela. Maravilhosa. A Ângela estava me contando que ela tem 11 anos de contribuição lá no Brasil, como bancária. A VAR. Sério. A JAPETOP, eu gosto de 11 anos. Ela é um exemplo típico de que vai perder tudo se não fizer algum movimento. E parou de pagar.
Parou de pagar. E já ganhou uma cliente, então. 20 tantos anos. Já me mandou todos os maçólogos. Já saímos ali do banco trocando figurinha. Aí, depois vamos pegar uma comissão aí. Gente, eu tô tão feliz. Eu tô tão feliz porque ela tá me ajudando e ela vai ajudar um monte de gente que a gente conhece. Meu Deus. Informação é poder. Fico feliz. Então, a Ângela, eu falei, Ângela, se você não fizer algum movimento, tá? Você vai perder esses 11 anos de banco.
Ela falou, eu não sabia que eu podia acumular as duas Mas perder no caso desse valor monetário, né? Não, perder o direito Perder o direito de se aposentar no Brasil Não, mas mesmo se ela atinge a idade? Mesmo se ela atinge a idade Porque não é só o requisito idade É idade, tempo de contribuição e carência São três requisitos É igual aqui também Aqui também você vai ter que ter ali uns 40 créditos e 5 uma idade Ah, tá, entendi Porque ela contribuiu Ela tá pertinho Ela tá pertinho Mas ela não conseguiu Contribuir tempo suficiente Pra idade dela sobrepor essa questão Ai, não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não tem não
É mais comum do que você imagina. Tem gente que me procura aqui dos Estados Unidos que completou a idade, deu entrada sozinho e não entendeu porque foi indeferido. Não entendeu. Porque o INSS não vai realmente explicar. Porque na hora que ele fez as contas ali, que o INSS fez aquela comparação, ele não teve tempo suficiente. Não teve. E também não ofertou. Às vezes é até dramático. Porque falta tão pouquinho, e eu sei pela lei, que o servidor poderia emitir ali, vamos dizer...
alguns meses retroativos, entendeu? E poderia conceder esse benefício. Que é o GPS, né? Mas o cliente, como não tem o conhecimento e o servidor não fez o que deveria ter sido feito, acaba não concedendo benefício. Porque não interessa dele fazer. Porque não concedeu, não tem direito.
Mas tá tão pertinho, mas tão pertinho. Eu falo, gente, se eu for fazer conta, eu contribuí. O meu primeiro emprego, registro na carteira, eu registro. Eu adoro falar registro. O primeiro registro na carteira foi aos 16 anos, certo?
Eu trabalhei dos 16, no Brasil, eu trabalhei dos 16 até os 38 anos. Sim. Então, eu contribuí todo esse período para o INSS, porque eu sempre fui registrada. 22 anos. É, eu fui registrada. Eu tenho 10 anos de América, vou fazer 11 anos de América, que eu não contribuo. Sim. Então, no meu caso, bom, é que você vai me aposentar de outra forma, mas numa linha tradicional, eu teria que contribuir esses 11 anos. É isso que você está falando.
Não, depende. Nós vamos fazer uma contagem, né? Se for pelo PCD, você tem que ter ali… Na verdade, o homem tem 33 anos, a mulher teria que ter ali os seus 28 anos de contribuição. Você me falou que você tem 22. 22. Então, faltaria uns 6. Se eu fosse rodar um PCD, faltaria esse requisito. 6 anos de contribuição, tá? A gente tem que estudar outras situações. Olha que interessante, gente. Muitos brasileiros vieram de família rural.
Verdade, nascer na roça E da roça você tem menos tempo de dinheiro E a lei diz que eu ainda posso Juntar esse tempo da roça Ali é comum no INSS A partir dos 12 anos é o que eu mais faço no escritório A roça venceu Dos 12 aos 18 Sem pagar manda A roça venceu Imagina se você fosse de uma família Nasceu ali rural Esses 6 anos eu poderia ir colocar sem você pagar nada Eita Então por isso que eu tô falando, tem muita coisa Aí os fazendeiros E aí
A roça venceu. Dá pra fazer um bom gosto. Tá vendo? Ela tava aposentada já. Se eu fosse da roça. Mas pra quem não tem o espírito da roça, dá sim pra gente fazer essas contribuições. E eu vou mostrar. O que a gente coloca no planejamento? Eu vou colocar. Se você colocar ali a sua contribuição em cima de salário mini, em cima de dois, de três, de teto. Porque às vezes, Fernanda, pensa.
Tem gente que não tem investimento nenhum. Não tem poupança nenhuma. Verdade. Nada pro futuro. Às vezes, eu falando que você pode pôr uma guia ali de R$ 1.600 todo mês, quanto daria isso em dólar? R$ 1.300. R$ 300. R$ 300. Ah, é muito dinheiro? É. Tem que fazer um esforço? Tem. Mas pra quem não tem nada construído, não tem nada construído... Pra quem planeja voltar pro Brasil também?
Sim. Às vezes você sai ali com aposentadoria de 3, 4 mil reais. É um valor interessante. Com certeza. Para você se aposentar e voltar às vezes para o Brasil, como você mencionou, tá? Qual foi a maior aposentadoria que você já conseguiu? Teto do INSS. Qual é o teto? Eu não me lembro de qual, mas ali por volta de 8.550 reais. Ah, é bom. Tá bom, vai. É quase um negócio de filha de militar.
A pensão, cada pensão. É a pensão. Porque às vezes você também... E também você pode acumular, né? Mas se o marido e a esposa estão fazendo, depois você pode estar recebendo uma pensão. Vamos dizer, imagina você receber uma pensão de R$8,500, mais a sua aposentadoria de R$8,500. E se eu... A coisa fica bonita. E se eu não, mas quando eu morrer, os meus filhos recebem? Não, os filhos, tá? Eles só recebem ali até a casa dos 18 anos de idade. Só quando ele é dependente. Só quando ele é dependente. Ah.
Mas só se eu provar que ele tem uma necessidade, ele é inválido, né? Ele tem uma doença, que ele tem uma necessidade. É um autismo, alguma coisa desse sentido, né? Deixa eu aproveitar esse assunto. Eu quero trazer de novo pra gente que tá aqui, né?
Eu vim, tô no Brasil e tal, vim pra procurar uma vida melhor, como a maioria das pessoas, ou até um médico que veio com uma renda boa e tal. Mas assim, a gente não sabe o dia de amanhã. Eu quero me aposentar com um teto lá no Brasil. Sim. Oito conto. Tu quer se aposentar com oito conto. Oito conto. Oito conto, pô, dá quase dois mil dólares. É, tá bom, tá bom. Dá pra comprar uns iPhones todo mês. É o básico, né? É o básico. Não, iPhone não.
Não, os dois mil dólares. É básico, é. É básico. Aí, vamos supor. Agora, eu tô pensando no meu futuro. Eu não sei se eu vou voltar pro Brasil, ou se eu não vou. O quanto que você acha que uma pessoa tem que contribuir? Eu sei que não é casa a casa. Eu quero que você crie um cenário, um exemplo aqui. Sim. Pra conseguir, quanto seria mais ou menos que eu teria que contribuir pra poder alcançar esse teto futuramente? É uma pergunta ótima.
E assim, desculpa, te cortar. E mesmo assim, eu não preciso nem voltar pro Brasil pra receber.
Pode receber aqui. Eu até aconselho, quem mora, o brasileiro que está fora, às vezes ele tem um apartamento, tem que pagar um IPTU, que é super inteligente você fazer uma renda, depois tem uma aposentadoria, você tem esse IPTU, esse condomínio, não precisa ficar mandando dinheiro. É verdade. Paga o seu trabalho, paga alguma coisa no Brasil. É um direito seu, é um direito seu. Por que não quer mil dólares todo mês aqui, né? Sim, delícia.
Falando sério, quem está aqui, mil dólares faz muito mais do que 5 mil reais no Brasil.
Apesar de que você não vai ganhando uma coisa. Com mil dólares você faz muito mais coisa deles que com mil no Brasil. Eu vou ser bem sincera com você. Está cada vez mais difícil conseguir teto o INSS, tá? Eu mexo com o médico. Os médicos, eles fazem contribuição. A grande maioria fazem contribuições no teto. Sim. E eles não estão se aposentando no teto. Mas por quê? Porque com a reforma da Previdência, a maioria dos benefícios, o que foi feito? Eu chego numa quantidade de tempo e parto de um coeficiente.
E depois, por cada ano que eu pago a mais, eu vou aumentando ali pra chegar até 100%. Se você for imaginar, a vida da gente é assim, ó. E o ano a mais que você diz é tipo, partiu de 65, passou da época ou não? Não, eu tô falando mais por idade, que a grande maioria dos eleitos que estão fora se aposentam por idade. Por idade. Você sai num coeficiente de 60%. Sim. E depois, por cada ano ali, você vai aumentando mais 2%, tá? Tá.
Então, o que que eu tenho visto? Principalmente os médicos, tá? A gente começa a vida como? Todo mundo começa a vida assim, ó. Você vai ganhando ali um salário mínimo, você é estagiário. Sim. Começa a vida pequenininho. Isso. Ele é que eu vou te fazer residência. Residência paga pouco, tá? E aí depois ele vai melhorando, né?
alguns desacreditam do sistema e falam pro contador assim, ah, coloca aí um prolabório só de um salário mínimo, não quer pagar mais sobre nada. Quando dá pra fazer isso, né? Porque se ele tá ligado a uma cooperativa de trabalho médico, que já desconta, não tem como ele ficar fazendo esses movimentos. Mas o profissional liberal consegue. O profissional liberal, né, tenta montar uma estratégia pra pagar menos imposto. Mas essa estratégia, às vezes, de pagar menos imposto, é um tiro no pé do outro lado. Te prejudica lá na frente.
prejudica. Você resolve ali a curto prazo, entre aspas, né? Mas é porque a gente encontrou soluções ali pra você conseguir fazer os dois. Porque eu percebi que tudo é muito interligado, tá? O médico quando vem nos procurar, ele vem me procurar a solução completa. Então, ele percebe assim, então a gente já vai se olhar como que ele consegue ficar no sistema, mas também paga menos imposto. Então não é desafio. Então a gente tenta construir... É fazer continha, né?
A gente tem que fazer toda a solução completa. A gente tem muito papo também com o contador do médico. Ah, que legal. Porque tem que fazer essa ponta. Tem. Igual eu aqui. Eu sempre vou falar com os meus clientes. Eu sempre, pô, boto o contador no meio. Pra beneficiar. Não, é que é contador e vida. Porque é, é contador e vida. O contador, realmente, eles são maravilhosos. Eu adorei o contador que vocês ficam maravilhosos. Meu Deus do céu.
Então, o contador também, no Brasil, ele fica muito receoso de fazer algumas manobras. Porque ele fica receoso, fica achando que é ilegal. Mas a gente mostra pra ele que não é ilegal. E tem lei pra caramba todo dia na contabilidade. Coitado do contador no Brasil. É uma luta, né? É o cabo de guerra, né? O contador e o governo ali, e o cliente. Mas existe, sim, algumas estratégias, tá? Pro médico conseguir pagar ali menos imposto. Sim.
E também existem algumas estratégias para ele pagar e se manter segurado. Eu acredito que quem não está fazendo nada tem que focar pelo menos no médio. No médio, verdade. O médio já vai ser interessante quando acontecer alguma coisa. Mas qual que seria o médio? O médio que eu digo é assim, você tentar sair com aposentadoria ali entre 3 mil, 3 mil e 500 reais. Mas isso seria uma expectativa realista? Total, total.
É porque quase todo mundo deixou, Renata, alguma contribuição. Todo mundo. Deixou 5 anos, 6 anos. Eu quero dizer assim, não sou ambicioso. Eu quero os 8 mil, mas você está me dizendo que os 8 mil já é difícil. Mas se eu consigo chegar a 6, realisticamente. Sim, você tem que ter... Eu consigo chegar a 6, 7.
contribuições fortes durante uns 20, 20 anos, pelo menos. Durante esse tempo todo. E tá, e pra eu que tô aqui? Eu tô com 40 agora, usar o meu negócio. Eu quero me aposentar com... Carinha de 25. Bebê! Renatinho, bebê. Tem 40 anos. Não, tô com 39, né? 40, é 39. Faz 40 anos. Carinha de 25. Tem, não tem? É que ele usa pipiti.
Eu vou repetir. É que eu não pego só. Então já é um futuro cliente. Já está mais perto. Vamos supor. Você já está no meio do caminho. Eu vou me aposentar com 65. Maravilha. E eu quero buscar esse teto. Mas você já me falou que é uma coisa que não é tão realista. Quanto que eu teria que desembolsar aqui, estando nos Estados Unidos, a partir de agora, eu com 39 anos, realiticamente, para me chegar próximo desse teto?
Os clientes que eu tenho visto que estão saindo com teto, em geral, são clientes que tiveram 20, 25 anos fortes de teto e chegaram ali na idade máxima. Então, você teria que fazer, aportar aí, pelo menos, uns 25 anos de teto. E quanto seria esse aporte? Seria ali, em cima do teto do INSS, cerca de R$ 1.600 por mês. Nossa, aí. Aí, Fê.
Vou botar trezentão por mês aí e me aposenta com... Estou te falando, bebê. Não com oito mil, mas será que eu chego a ser com sete mil? Você deve chegar entre seis e quinhentos, mas... Bem realístico, né? Bem realístico, bem realístico. E tudo depende também do que você deixou. Você me falou que teve contribuição no Brasil. Eu tive, eu tive. É, eu tive mais três anos, assim. Então. Assim, não sei se conta, mas acho que eu pago pela empresa também. Sim. Então. Porque eu tenho empresa lá e eu sou como se fosse um...
Não é um funcionário, é tipo em cima do pular a bola. Eu tenho que ver com o meu contador como é que ele fala. Sim, é o sócio-administrador. É, então você é o sócio-administrador. Mas, então, tudo é construído. Outra coisa, às vezes, olha que interessante, gente. Em vez de falar que tem que dominar o sistema pra construir o cliente. Com certeza. Às vezes, não. É melhor construir, se é pra construção mesmo. Sim. Você constrói mais tempo, porque se tiver mais tempo do que o necessário, eu posso pedir pra descartar aquilo que é mais baixo.
Olha que interessante. Peraí, faz aí. Opa, de novo. Explica melhor pra gente. A matemática aí. Vamos lá. Então, atingindo ali as contribuições, os requisitos pra aquela modalidade, tá? Se eu ultrapasso. Então, vocês entenderam assim, eu vou ultrapassar de propósito.
É, eu vou contribuir mais do que eu devia. Mais do que você deveria. Mas o doutorapassado está dizendo, tempo ou monetariamente? Vou contribuir mais? Tempo. Ótima pergunta. Ninguém contribui mais do que teto. Não pode. Porque ninguém recebe mais do que teto. Sim. Ah, então eu falei também errado. Ninguém contribui mais do que teto? Não, tem muito médico contribuindo mais do que teto, mas não vai receber. Então até isso... Não adianta. Porque não sabe, falta de informação, né? Não falta de tempo.
eu sou cansada com um médico quando eu conheci o Fábio ele contribuiu dos três hospitais você vai trocando de plantão pra plantão não tem tempo pra ficar lá olhando quem tá descontando, quem não tá descontando eles não sabem administrar, é isso que eu tô falando mas de velhinho, velhinho que tô recebendo agradece então, você tem que ter esse nível de atenção pra olhar se você tá contribuindo em mais do que tempo sim
Quando você tem muitos negócios, às vezes, você tem que analisar até isso. Vários vínculos, você tem que fazer essa análise. Ninguém recebe mais do que teto. Ninguém deveria contribuir mais do que teto. Porque vai voltar. Porque eu acho que a frase... A gente até o teto não volta, porque você está falando não é comum. Exato. Mas a construção, ela é...
Mas acho que também a maior vantagem disso foi que a gente estava conversando anteriormente. Não só pensar no futuro, mas pensar no agora. Por exemplo, eu posso sair daqui e sofrer um sude de carro e, sei lá, perder a perna. Misericórdia. Eu tenho recebido contato de vários clientes que nos contrataram ali no Brasil mandando os records daqui, assim, a matemática. Muita gente doente.
Muito doente. É o que eu diga. E aqui o imigrante raiz que vem pra trabalhar na construção, ele tá muito propício a ter problema de saúde. Nossa, se toma um remedinho de ansiedade, colesterol, pressão alta. Eu conheço alguns que trabalham na construção, o cara fala pra mim, o cara vive a base de ibuprofeno. Tipo assim, ibuprofeno de manhã, é carrega peso. Às vezes já não é mais novo, o negócio é pãe.
Ô, Dunk, a pessoa que tá estudando medicina, você concorda que ela tem que contribuir já ou não? Sim, eu concordo. Há muitos clientes ali do escritório, o pai é médico, a mãe é médica e o filho tá estudando medicina, tá? Alguns médicos sabiam que eles nem se aposentam porque estão pagando a faculdade do filho. É vida real, gente. Acredito, lógico. Uma faculdade de medicina no Brasil é uma fortuna. Sim.
E aqui também. E o que acontece? Tá difícil de entrar no sistema, de conseguir plantão. Os novos médicos estão tendo bastante dificuldade. Eu fico imaginando o quanto é difícil também. Tipo assim, você sair do salário de trabalhador ativo pra uma aposentadoria. Tipo assim, é muito discrepante. É muita diferença, gente. É muito.
Quem não faz esse planejamento sofre muito. Porque eu tô ali na ponta, né? Sim. Eu tô recebendo cliente quando ele já tá doente, né? Muito cliente depois do Covid. Eu acho que os médicos, os profissionais da saúde, eles aguentaram uma bucha durante o Covid. Só que isso tudo despertou depois no corpo em doença autoimune, muito problema psiquiatra. E o IFA lembra. Tá despertando tudo agora. Muito câncer.
semana passada, assim, fiquei até com um fardo pesado, porque era um atrás do outro. Olha, tô com câncer do estômago, tô com câncer aqui, tô com... Então, o corpo dando sinais ali. É tudo essa insalubridade de trabalho, né? Muito trabalho. Claro, é de excesso de trabalho. Muito estresse, muito estresse. Então, assim, dá top, porque alguns chegam pra mim e falam, poxa, eu nunca parei pra mexer com isso. Agora que eu tô doente, tô sendo obrigado a mexer. E médico, né? Passa a vida salvando vidas e não salva a própria vida.
Para e pensa no negócio. Porque médico, assim, eu tenho experiência porque, assim, tenho uma experiência dentro da minha família porque eu tenho uma família de médico, né? Meu tio é um médico, meu tio já faleceu, mas também era médica. E assim, pelo acesso aos medicamentos também, parece que médicos também vivem a base de medicamento. Eles se automedicam muito fácil, entendeu? É muito difícil. Por exemplo, ah, tô com... Problema pra dormir, remédio pra dormir. Ah, tô com problema pra acordar, remédio pra acordar. Ah, tem que...
Ele tem acesso às drogas. Drogas que eu digo é a medicação, né? E pra resolver aquilo ali, ele acaba vivendo a base de medicamento. E às vezes ele dificulta o meu trabalho também. Por quê? Porque eu preciso de documentação médica pra rodar alguns benefícios. E tá no campo negro. E ele, quando está ali no hospital, ele mesmo dá uma olhada na chapa dele, ali no raio-x, na ressonância, ou pede pra um colega olhar, ele não tem um testado. Ele fez às vezes um testado.
Não tem cirurgia, não tem um relatório médico. Então, também me dificulta. Claro que a gente consegue contornar, resolver, mas o médico também dá um trabalho. Agora vamos usar a nossa malandragem brasileira aqui, né? A pergunta boa. Vai lá.
Vou me aposentar pelo Brasil e já meio que desmistificou um pouco essa área que é possível. Cada caso é um caso. Quanto mais cedo a pessoa vier falar contigo, melhor. Ponto. Só que eu estou há 10 anos nos Estados Unidos. Se eu posso me aposentar nos dois? Receber duas aposentadorias? Com certeza. Com certeza. É o seu direito. Na verdade, Renato, eu tenho cliente que vai aposentar em três países.
Eita! Um três! Esse daí... Quer que eu te dê um exemplo? Uau! O meu irmão vai se aposentar em três países. Nossa, que delícia! 18 anos de contribuição no Reino Unido, tá? Ali morou 18 anos em Londres, contribuiu pra Previdência. Sim. Ele tem alguns anos ali no Brasil, tá? De contribuição. Foram poucos anos, ele vai se aposentar por idade. Mas a irmã aqui construiu um planejamento lindo. Aí ele vai pagando ali mensalmente. Ele aporta... Não, ele nem tá fazendo. Olha que interessante, tá? Olha só, olha só.
Não tem contribuição mensal. Eu fiz uma construção pro meu irmão. Ele só aporta duas contribuições por ano. Então, que isso é possível? Sim. Mas duas das três? Você tá dizendo assim, Estados Unidos e... Não, duas contribuições por ano. Dois aportes. Em julho. Dois aportes, é. Aham. Tá? Então, olha que inteligente. Então, a gente, Renata, a gente faz assim, ó.
Eu nunca vou fazer você colocar mais dinheiro no sistema do que eu preciso. Isso é muito bom. Eu acho que essa é a... Adoro. Então você é especialista em tirar o dinheiro do sistema. Eu nunca... Eu sou especialista em dar o seu direito. Eu sei, tô brincando com isso. Dá o seu direito. Você não tira nada mais do que você tem direito. Mas também eu não vou fazer você colocar mais dinheiro do que você precisa. Sim. Tá? Porque tem gente colocando mais dinheiro do que precisa.
Por falta de orientação. É, por falta de orientação. E assim, e o que eu posso aproveitar? Por exemplo, o seu irmão, ele teve uma carreira muito atípica. Ele trabalhou muitos anos no Brasil, muitos anos em Londres, e agora está caminhando há muitos anos nos Estados Unidos. E como é que eu consigo aproveitar esse tempo de trabalho, ou essa renda de trabalho? Como é que eles se comunicam? Sim. Primeiro, você tem que saber, em cada sistema de previdência, quais são os requisitos. Tá. Tipo, o Reino Unido. Meu irmão só está esperando a idade.
Claro que, como ele parou de contribuir lá, ele vai receber uma proporcionalidade. Mas ele tem um direito. O Reino Unido é muito parecido com os Estados Unidos. As aposentadorias, o forte da aposentadoria não é a aposentadoria pública. Não é. É a privada. Então, se você não construir, você está frito. Então, ali é o mínimo, mínimo, mínimo da sobrevivência. Então, o mínimo ele vai receber.
Só que como é em pound, fica bonito. Viu, Herá? Então, já ficou uma coisinha mais bonita. Aqui nos Estados Unidos, ele acabou de começar a construir. Tem, acho que, três anos nos Estados Unidos. Mas já contribui. Então, ele vai estar construindo ali os requisitos. Eu acredito que quem, como o meu irmão tem direito a três, é interessante você construir os requisitos independentes nesses três países.
Não dependendo dos outros países. Você não carregar esse tempo. Não transferir um para o outro, mas fazer independente. Eu vejo que assim você ganha mais. Na maioria dos casos. Explica um pouquinho melhor. Por quê? Você tem como justificar isso? Por quê?
Porque é na hora de fazer o cálculo daquele benefício, né? Você acaba detonando, você acessa mais rápido. Sim. Mas vamos dizer, tá? Vou te dar um exemplo. Se você poderia sair ali com um salário mínimo do Brasil, tá? R$ 1.620, você sai com R$ 72,00, não é inteligente. E às vezes com esse movimento que eu tô fazendo do meu irmão, ele não vai ganhar salário mínimo. Sim. De duas contribuições por ano...
ele vai ganhar ali por volta de 3.500 reais. É muito inteligente. Ah, entendi. É muito inteligente. Entendi. E aí, só que ele vai ganhar dali, vai ganhar aqui dos Estados Unidos... E do ano seguinte. Sim. Porque, às vezes, você faz esse movimento de querer fazer a totalização e acaba detonando. Ah, Dan, que dá para fazer um processo judicial e garantir pelo menos o mínimo, a gente tem feito. Sim. Acabamos de ganhar ali um processo de uma cliente da Suíça, que morou ali na Suíça.
E nós conseguimos ganhar pra que ela recebesse um salário mínimo, que é um mínimo legal pro Brasil. Mas num primeiro momento, já vou te dizer, você vai ter um problema, porque não vai ter essa concessão. Então eu gosto de ter muito alinhamento ali com o cliente. Aí é o momento que a pessoa te liga.
Então, assim, eu gosto de tudo é melhor você construir. Eu não sei se vocês têm essa impressão. Sim, com certeza. Quando eu construí minha casa, o engenheiro falou, ó, muito mais fácil você construir a casa do que você ficar fazendo reforma, reforma, reforma. No Brasil, a gente faz muita reforma, né? E quanto mais cedo começar, mais cedo ficar pronto. Sim, sim. Então, assim, é muito mais fácil eu te mostrar, às vezes, 5, 10 anos antes.
como você constrói, você vai pôr menos dinheiro nesse sistema e vai ganhar mais, do que você ir lá e fazer esse pedido sozinho, sai esse benefício de 72 reais, você joga o seu tempo dos Estados Unidos pra lá, às vezes não foi interessante esse movimento. Puts, é verdade. E aí depois, doutora, resolve esse problema aí, entra na justiça.
Temos que ver, cada caso é caso. Às vezes não dá, né? Às vezes que não dá, gente. O crime nem compensa, né? Não dá. Então vamos lá. Não sai fazendo movimento sozinho. É a primeira dica que eu te digo. É, isso é bom. Aproveitando essa pergunta. Vamos lá. Me aposentei no Brasil com 7 mil. Eu, Renatinho, me aposentei, fiz 65 anos e me aposentei. Ah, mas como é que eu vou lá? Eu não quero ir na Caixa Econômica e ficar recebendo. Eu tô nos Estados Unidos, eu não vou pegar um avião pra ir lá pra receber. Como é que eu recebo isso aqui? Maravilha.
O que a gente tem enfrentado? Essa é uma pergunta boa, tá? Como a gente tem vários clientes, a gente tem enfrentado um problema sério. Por quê? O Brasil e os Estados Unidos, ele tem um acordo de cooperação. É. Tá? Então, deveria ser cooperativo. É, deveria ser legal, né? Deveria ser colaborativo, tá?
Mas não está sendo tanto assim, não. Por quê? Não tem instrumentos que diz direitinho como que as coisas vão acontecer. Vou te dar uma questão real. A do pagamento é uma delas. Uma questão real. O PCD, a aposentadoria do PCD. Eu estou propondo para a Fernanda para a gente rodar.
A Fernanda tem a vida dela aqui, o negócio dela aqui, tocando aqui. Tem disponibilidade pra ir até o Brasil pra fazer uma perícia. Às vezes até coincide, né? Às vezes até coincide. Temos um acordo. Quando que a gente instrumentaliza isso? Tá?
O que eu tenho feito? Eu tenho pedido para o INSS para que ele faça a teleperícia. Porque ela já tem ocorrido dentro do Brasil. Ainda mais se o Brasil está fora. Se tem teleperícia para quem está no Brasil, por que não para quem está fora? Para o pessoal entender uma perícia online. Às vezes, o servidor concluindo e fere o pedido.
Então a gente tem que partir ali muitas vezes pra uma andada de segurança, né? Eita! Não, mas eu acredito que é um caminho. Sim, tá? Porque vai ser mais econômico. É, mas não é só olhando na câmera. Vocês vão entregar a documentação. Sim, eu tenho todo o meu histórico. Ou pelo menos, né? É o que a gente tem dito ali nos passados. Ou pelo menos, fazer um ajandamento dentro de um consulado.
Você tem que criar instrumentos pra atender o Brasil. Até porque tem pessoas que não podem sair dos Estados Unidos. Sim. Por questões imigratórias. Isso é importantíssimo também. Tá? Sim. Então, quer dizer, ele vai ter o seu direito podado, violado.
por conta de não conseguir ir ao Brasil. Porque é deliberativo, Dani, ou Dunki, é deliberativo o servidor negar? Não, é porque, assim, na verdade, você tem que comparecer por uma perícia. Pessoalmente? Pessoalmente, tá? E, às vezes, a situação fica difícil, porque, assim, ele marca a perícia, ele desmarca por questões operacionais.
Ah, isso aconteceu comigo, quando eu tava lá. Eu lembro. Enquanto você tá no Brasil, ok, isso é fácil, né? Mas quando você tá fora... Mas quando você tá fora, né? Quando eu tô com um cliente aqui, e eu faço todo esse agendamento, faço tudo pra ele, fica muito complexo, né? Sim, sim. A situação. Então, a gente tem feito esse movimento, né? De buscar mais... Eu percebo que assim, ó...
Tudo é o movimento também do brasileiro. Quanto mais pedidos tiverem, as coisas vão ficar mais pacificadas. É, porque vai vir um volume, eles vão entender que... Vai ter que ter uma portaria só para instrumentar a descrição. E vai criando precedência também, né? Sim, sim, sim. Nós temos escritórios lá de interligação dos acordos, tá? Mas esses escritórios, geralmente, a gente não tem acesso. Então, tudo é o servidor mesmo que maneja o processo.
Então, a gente tem uma certa dificuldade, tá? Mas eu digo assim, ó. Você tem o direito. Não desiste do direito.
Se você encontrar um profissional que não desiste, se você não desistir, você vai conseguir. Mas vamos lá, você não respondeu a pergunta. Como é que eu saio da portadoria? É uma questão também importante. O que a gente tem feito? Como tem um acordo, o correto seria o governo brasileiro fazer esse pagamento na conta do cliente aqui nos Estados Unidos. Eu entendo assim. Isso tem ocorrido com a irregularidade? Não.
Os meus clientes, o que eu tenho feito? Eu tenho nomeado procuradores, às vezes um irmão, uma irmã, o pai, a mãe, e ele fica ali responsável pelo recebimento desse benefício do próprio Brasil. Meu sogro é responsável por tudo meu Brasil. Mas aí chega na conta dele. Não, vai chegar numa conta sua, porque o benefício vai ser aberto no seu nome, numa conta no nome do Renato, só que aí vai ter um procurador que vai ficar responsável ali por aquele recebimento daquele benefício. Entendi.
E aí eu tenho que declarar imposto lá? Sim. Hoje em dia, na isenção do imposto de renda, os descontos do imposto de renda, eles já são automáticos sobre a aposentadoria. Então o próprio INSS já faz desconto. Se você ultrapassar ali, né? Você já recebe descontado. Você já recebe descontado. Entendi. Mas é uma pergunta interessante que você fez. Mas aí, por exemplo, eu queria jogar na minha conta do Bank of America. Eu preciso fazer isso por fora.
Não, a gente faz o pedido. Muitas vezes ele é negado, tá? E eu entro na justiça. Por isso que eu tô te falando, quanto mais brasileiros começarem a fazer esses pedidos... A Dunk vai até Brasília, meu irmão. Sim. Várias instâncias. E vamos lá. E como é que chega? Chega em dólar, chega em real, é equivalente. Como é que funciona? É convertido. É convertido. É convertido. É câmbio, é wise. Então, mas a gente tava conversando antes, você me falou que eles cobram uma taxinha.
Não, é o imposto de renda. Esse é interessante, porque teve uma discussão boa sobre isso há pouco tempo. A gente estava falando sobre os juros pudências aí. É, que teve algumas ações nesse sentido. Alguns brasileiros nos procuraram, que recebiam ali as suas pensões, as suas aposentadorias, e pelo fato de ele estar residindo fora do país, ele estava tendo uma incidência de imposto de renda diferenciada, maior.
E aí a gente entrou com esses processos judiciais e conseguimos ali que não fosse feita a aplicação dessa insistência maior do imposto de renda. Tá, entendi. Pelo simples fato ali dele estar residindo fora do país. Então assim, gente, o que eu vejo é você tem que ter um profissional para fazer. Para fazer. E o americano que é brasileiro?
O inverso, eu quero dizer assim. Eu tenho até o caso da minha amiga, né? Ela é americana, o marido é brasileiro. Casaram, então ela agora é cidadã brasileira também. Tem o CPF.
Ela pode também fazer as suas contribuições. Tem os dois lados, gente. É interessante. Já tem o cliente para a Dunk também. Que luxo ter o cartão cidadão. Tá certo. Também. A gente não é tão frequente a receber esses casos. Também ocorre no americano trabalhar no Brasil.
Ah, eu tenho clientes. Eu tenho clientes que são americanos. Eles podem pedir para que essas contribuições, esses créditos, venham para integrar. Eu tenho uma lista para a Dunk de clientes. Sabe por quê? Eu amo essa questão de aposentadoria, porque eu trabalho com a aposentadoria privada. Certo? Guarde dinheiro para o futuro.
E eu vejo a falta de educação financeira que o ser humano tem. Porque o ser humano, assim, ele acha que ele é Highlander, sabe? Ele acha que ele tem 20 anos forever. Aí ele acha que ele não vai ter artrite, artrose, bico de papagaio. Não vai ter as paradas todas. Entendeu?
Vai ficar na construção pegando tijolo o dia inteiro ali. Eu tenho áudio até, gente, que vai virar meme de uma cliente que fez assim pra mim. Ah, não era nem minha cliente, era da minha agência. Ela fez assim. Ah, não, quando eu fui ler a quantidade de benefício em vida que tem, que tinha na pólice, não, cancela isso daí. Eu só quero aposentadoria.
Porque imagina que eu vou ter todas aquelas coisas. Eu falei, é sério? É sério que eu tô ouvindo isso? Eu pus esse áudio umas três vezes. Que eu falei, tu tá de sacanagem. Aí a minha agente veio pra mim e falou assim, Fernanda, o que você quer que eu faça? Vamos conversar com ela? Eu falei, não, demite o cliente. Porque se ela não entendeu... O motivo do instrumento? Meu Deus do céu, se ela não entendeu que ela é um ser humano, a não ser que Jesus apareceu pra ela e falou que ela vai ser eterna e que o corpo dela é...
Tá entendendo? É a mesma coisa. Porque eu só tive essa teoria. Então, assim, quando eu conheci a Dunk, por essa questão, João Galdão...
Te amo. Obrigada, amiga, por ter me apresentado a Dunk. Porque, assim, ela cuida da parte pública. Sim. E o que eu tenho de cliente que me pergunta sobre a parte pública, e eu, com muita humildade, eu falo assim, não sei, não conheço, nem tenho licença para falar sobre. Mas o dia que eu encontrar uma pessoa que seja à altura, você pode ter certeza que eu vou dar o seu número. Porque nós, como imigrantes, não pode esquecer.
o país que a gente nasceu, não podemos esquecer que lá tem uma história. Sim, com certeza. E é uma coisa que eu falo pra todo mundo. Às vezes, você fala, ah, Fê, por que você emigrou? Eu emigrei porque eu tava cansada de pagar 28% de imposto todo mês. E eu tinha que pagar IPVA, seguro saúde, meu filho estudar em escola particular.
E não que você tenha fugido muito dos impostos aqui, porque aqui também é potente. Mas eu pago com gosto, a rua é lisa. Eu tenho seguro. Te falei do Homeless, que eu liguei com a polícia, a polícia tava aqui. Pô, é outra pegada, irmão. Eu não pago em PVA gigantesco, né?
pago IPVA, que eu não sei me traduz o IPVA teve uma amiga que falou assim, não Fernanda, porque eu trabalhei você nunca mais pode falar isso porque é um imposto bom eu falei, ah lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá pra mim imposto bom é o imposto que você consegue
você consegue usufruir do imposto não, mas não é só isso, até o cálculo cara, a gente falou totalmente de assunto, do IPVA porque por exemplo, ele é mais ou menos cobrado, não é só pelo valor do bem, como é no Brasil aqui é pelo valor do dano que você causa a pista, por exemplo, depois de caminhões são mais pesados, você paga mais mas por isso que eu acho importante pegar uma Ferrari, por exemplo, que leve, leve, você vai pagar nada praticamente
Exato, mas por isso que eu acho importante falar sobre a questão de aposentadoria, falar sobre a questão de imposto e falar sobre o direito adquirido, porque muitas vezes a gente passa a vida inteira sem saber do direito adquirido. Isso aí, verdade. Entendeu? Quer uma coisa muito interessante? Às vezes...
A criança perdeu o pai aqui. Tinha direito a uma pensão. Eita, quantos casos? Ninguém fez o pedido. Oh, meu Deus, quantos casos a gente fez? A viúva, a viúva. Sério, vem pra cá, gente. Me corta o coração quando a pessoa... Mas também não tem mais jeito agora de pedir. Não, muitas situações tem, né? Muitas situações tem, então assim... Mas, às vezes, deixar muito de lado também cai o benefício, o valor, né?
Tem que analisar cada caso. Mas assim, me dá dó no coração quando eu vejo que a pessoa não acessou o direito. Entendeu? Eu falava, poxa, tinha o direito. Não acessou. Falou uma coisa interessante. Vamos falar para os portadores de CPF que moram aqui nos Estados Unidos. Aqui a gente sabe. Teve um acidente de trabalho, doulou de barriga, você não ganha nada. Você não ganha, porque você não trabalhou. Porém, se você tiver um CPF, talvez você possa ganhar do INSS ou não.
Sim, sim. Não, assim, se ele está fazendo ali a contribuição, ele tem direito a vários benefícios. Então, vamos supor, eu estou aqui trabalhando, eu continuo contribuindo lá dentro de um plano que você fez para mim. Sim. Ali, no mínimo possível, no máximo possível, não importa. E eu continuo levando minha vida aqui normal. Trabalhando, ganhando por hora, me dando um problema, sei lá, pegar...
que não tem. Se acidentou. Caiu no telhado. Ficou a luz de Natal e caiu do telhado. Quebrei a perna, vou ficar de molho duas semanas, entendeu? Os Estados Unidos não vão me dar nada. O meu patrão não vai me dar nada. É assim que funciona aqui. Nós ainda temos muitos problemas, o direito você tem.
Isso que eu queria saber. Nós temos muitos problemas para instrumentalizar. O que é instrumentalizar? Para você acessar o direito. Sim. Enquanto muitos advogados não começarem a fazer esse movimento, o brasileiro não vai conseguir ter o direito. Então, vamos reformar a pergunta. É possível e vale a pena? Vale a pena. Porque, assim, vou dizer que você ficou paralítico.
Mas é no caso mais extremo. Ou vamos dizer assim, porque eu tenho que analisar a sua profissão. Você não consegue mais exercer a sua profissão. Você caiu de um trilhado, você é pedreiro. Aqui, você não consegue mais ser pedreiro. Sim, afetou a sua renda e afetou o seu profissional.
Então, quando eu não consigo mais trabalhar ali na minha profissão, eu tenho o direito de ser aposentado por invalidez. Verdade. E se passa aposentadoria. Verdade. Então, não é só ficar paraplégico, tetraplégico. Não. Não conseguiu mais, tá? Exercer ali a sua profissão, tem que ser enquadrado ali. É invalidez permanente ou temporária.
o benefício se chama incapacidade temporário ali ou a incapacidade perdida não importa estar aqui nem lá o que é o difícil é isso porque
Todos os dois benefícios que você está me dizendo precisam de perícia. Sim. O que a gente está tendo dificuldade é fazer a telemedicina. Vamos dizer, esse cliente, ele é ilegal. Sim. Ele vai perder, porque ele não vai lá para fazer a perícia. Sim. Mas ele tem o direito. Então, o que a gente tem que fazer? Esse benefício vai ser negado e a gente vai ter que ir até a justiça para falar, olha, ele é um segurado, ele é um recorrer, ele é um pagante. Sim.
Então, ele não está tendo como acessar esse benefício. Vamos fazer uma teleperícia? Uma telemedicina aqui nesse caso, né? Porque está sendo já utilizado esse sistema de GSS lá. Então, as coisas estão evoluindo. E o brasileiro que mora no exterior tem que ser contemplado também. Faz sentido.
quando você faz um... Eu brinco assim, ó, direito. Quando vem um gatinho pingado, um pinga ali, um pinga ali, você não consegue criar uma nova diretriz. Agora, quando você tá na massa... Quando você começa a encher de pedidos... Sim. Tá?
Você muda o sistema realmente, porque vai começar ali a instrumentalizar. Isso é legal. E eu vim com o médico, o médico fala bem assim, mas vale a pena eu estar aqui no hospital para reconhecer que eu estou exposto a um agente no círculo? Eu falo, doutor, talvez eu não vou trazer todos os benefícios para você, mas com certeza eu vou trazer benefícios para os próximos médicos que virão.
porque tudo em direito é assim a jurisprudência você tem que começar a colocar processos e processos até que você modifique o direito também mas o direito ele tem ah, é fácil? não é fácil não a gente só mexe com coisa difícil mas é bem recompensador quando você liga pro cliente a gente liga lá pro Japão liga pra Suíça, liga pro Arquipa do Suíça e fala, olha, conseguiu benefício como que eu vou receber? agora é a segunda etapa dessa guerra que legal não é?
conseguimos, é a primeira, agora vamos pra segunda tá? Pega o avião e vem pra cá eu sabia que é uma solução muitos clientes eles vão vão encontrar a gente ali no escritório conhecer a gente pessoalmente mas tem gente que não pode voltar
Esse aqui é o grande problema. A gente já tá com uma hora. Eu queria chegar... Passou rapidinho. Vamos chegar, vamos já começar a finalizar. Eu queria que você contasse um caso, o caso, como é que fala assim, o mais curioso que você teve de gente do exterior. O problema mais difícil que você resolveu...
Até para as pessoas saberem onde elas podem se enquadrar. Sim, tá bom. Eu acho que o caso mais difícil que eu tive do exterior foi de uma cliente que tem uma perda auditiva. Ela mora aqui nos Estados Unidos, tá?
Posso contar dois? Pode. Ela tem uma perda auditiva. Ela me mandou os documentos dela. Ela continua fazendo esse acompanhamento aqui nos Estados Unidos. Os laudos que você está dizendo, né? Tem tudo. Tem do Brasil já. Então, assim, ela tem a perda auditiva desde novinha. E ela continua aqui tendo esse acompanhamento médico. Então, tem realmente a perda. E está até, assim, aumentando a perda auditiva. Antes era só no ouvido. Agora já está no mundo também um pouquinho mais fraco. Mas que tristeza.
E a gente teve, assim, foi uma luta, foi uma luta, tá? Pra gente conseguir rodar essa aposentadoria. Por quê? Primeiro, ela tem a facilidade de poder ir e voltar, tá? Mas, assim, é. Por isso que eu estou falando, a gente começou a notar como que o INSS tem essa dificuldade pra instrumentalizar.
porque a gente marcou e eu coloquei ele para o servidor, peticionei e falei assim para o servidor, olha, ela vai vir aqui em dezembro, então, por favor, marca a perícia. Nessa janela, nessa data. O servidor não marcou, talvez não tinha disponibilidade, mas não foi marcado naquele período, marcou num outro período. Então, quem é ela para dizer que horas pode marcar? Sim, mas tem que ter um atendimento diferenciado. Sim, sim. Para o brasileiro, agora não tem.
Mas se não tem, a lei vai ter que fazer, dar feito, né, gente? Então, assim, que tem que ocorrer. Se aquilo é um requisito para que se conceda, vai ter que criar mecanismos para que ele seja recepcionado. E aí, a gente foi, peticionou novamente, falando, essa data não atende, ela não pode vir, não sei o que. E aí, a gente foi e pediu ali a telemedicina, né?
Porque ela tá ocorrendo... Primeiro, eu pedi pra fazer num consulado, tá? Que foi uma sugestão, se quisesse realmente presencial. E aí, depois, a gente pediu ali a telemedicina. E ocorreu essa perícia por telemedicina. Que legal. Então, assim, a gente ficou extremamente satisfeito. E, gente, ó, acredita em mim. Tudo tem que rodar o primeiro, tá? E nesse caso? Porque você rodando o primeiro... Aí vai a boiada, né? Passa a boiada.
Aí, depois, você consegue fazer. Vai com essa pequena precedente, né? E ela tinha quantos anos?
Ela não se aposentou por idade. Pela invalidez. Não é entreático. Nós enquadramos ela como deficiente. Deficiente. Ela precisa de ter 55 anos de idade para se enquadrar como deficiente. Ela já tinha 57 quando nos procurou. Mas foi um pouquinho antes dos 62 anos de idade.
E nesse caso dela, ela fazia a contribuição certinha ou teve que fazer? Ela tinha contribuições lá no Brasil e depois, quando ela nos procurou, nós montamos um plano para ela. Eu mostrei que ela deveria contribuir em cima do salário mínimo, porque se ela colocasse mais no sistema, ela veio toda animada, né? Ela contribuía no teto e tudo mais. Aí nós mostramos pelo cálculo que ela ia rasgar dinheiro se colocasse em um valor maior.
Mas aí, então, desde ela receber o benefício, desde que ela entrou em contato com você até ela receber o benefício, ela precisou ficar um tempo contribuindo ainda. Sim.
Muitas vezes, quando eles procuram planejamento, a gente não, se você não atender os requisitos. Mas quanto tempo ela ficou? Só para usar esse caso como exemplo. A gente tinha uns dois anos e meio atrás. E ela tinha 57? Ela tinha 55 anos e procurou. Quando se aposentou, foi 57 anos. Ah, então, mais ou menos, foi um processo de dois anos aí. Dois anos, dois anos e meio. Ah, justo. Sim. Eu tinha. Daqui cinco anos, eu tenho minha aposentadoria.
Esse ano, eu faço meio século. Não, deixa eu te contar uma história. Desde que a Fê comprou a casa dela, ela falou que ia fazer um churrasco.
E até hoje ela não fez. Eu tô vendo aqui, mas é um churrasco de aposentadoria dela. Putz gaba, mas é um fast-tortor. Leandro, marca esse churrasco, pelo amor de Deus, marido. Pode contar o segundo caso? Então, é isso que eu ia pedir. É uma cliente que já está aposentada, tá? Aqui nos Estados Unidos. Mas pelo regime dos Estados Unidos, pelo CSL Security. Sim.
Por isso que eu consigo ver, porque quando o cliente está aposentado, eu sempre vejo o valor da aposentadoria. Eu falo, gente, se ele não se planejar, ela ganha 1.200 dólares, tá? E praticamente o teto... É uma curiosidade, você deve saber. Mas aqui não tem piso. Sim. Então... Sabia disso, né, Fê? Mas... É punk. Sim, eu já vi uma aposentadoria de 800 dólares. Tem tempo antes que isso, pode receber 6, 50. Sim, exatamente. Então, não dá para sobreviver. Não dá para sobreviver. Porque a gente vai ali tudo trabalhando. Então.
E eu acho essa mentalidade muito diferente. Porque no Brasil dá ali os 65, né? Ai, já é descartado. É, e aqui você vê, nossa, foi até interessante. No dia desse eu fui na TAC, tinha duas senhorinhas. Devia estar na casa dos 80 anos, estava trabalhando. É. E porque não contribuiu também, né amiga? Não fez o pé de meia, não se planejou. É, mas a mulher foi com a consideração também, na época dela também não tinha muita informação.
É, porque o dinheiro também gasta aqui, não se programa. É, mas hoje em dia, né? Se você tá ouvindo aqui, você já tem informação. Exatamente. Mas o dela já foi um pouquinho diferencial. Porque essa cliente, ela tinha bem... Não tem.
Isso no Brasil. No Brasil. Ela foi professora de um estado. Eu pedi essa documentação para esse estado. Trouxe para dentro do INSS. Isso é interessante também. Às vezes o seu tempo de contribuição que você deixou no Brasil talvez não esteja dentro do INSS. E a gente pode trazer ele para dentro. Isso é bem legal. A gente trouxe para vocês. Ai, que legal. Mas vamos lá. Dois casos.
Tem uma médica que trabalhava com meu marido no hospital. Ela veio pra cá. Estava fazendo fellow em John Hopkins. Entrou num estudo. Tá aqui. Dez anos. Tinha 20 anos de contribuição lá no hospital público. Pagava para esse município. Pagava para o INSS. Entendi. Pagava para o município. O município não passou para... Mas ela não pagava. Era retido. Já era retido. Quando a gente fala assim.
É, retido da fonte. Eu consigo trazer esse período desse município, porque do município ela não aposenta mais. Ela não preencheu os requisitos. Ó, duas coisas interessantes. Tem município que devolve o valor que você contribuiu. Oh, que delícia. Então você tem que ficar atento com essas regulamentações, com essas leis. Meu Deus, é coisa, hein? Devolve no Pix?
Devolve no Pix. Que delícia. Dinheiro. Money. Então, tem que... É muita coisa. Tem que olhar... Por isso você tem que olhar com muito cuidado para cada cliente, tá? Cada cliente é único. Você tem que olhar tudo que você pode trazer de benefício para ele. O dela, eu posso trazer esse tempo para dentro do INSS. Ai, que legal. A gente não sabe disso.
E depois fazer... O tempo e o valor também, né? O tempo e o valor. Ótimo. Aqui para dentro do INSS, depois fazer essa aposentadoria. Vamos voltar para a cliente aqui, ali de Don't Work, que nos procurou. Ela já estava aposentada, 1.200 dólares, recebendo de aposentadoria do governo americano. Aí ela vem me perguntar assim, eu fiquei sabendo que eu posso trazer o período ali, eu posso utilizar o período, mesmo estando aposentada assim, ela pode trazer um período do aqui de contribuições para dentro do governo brasileiro para fazer essa aposentadoria. Por causa do tratado.
Sim. É, porque ela é dupla cidadania. Aí, o que ocorre? A gente fez esse pedido, a gente abre esse pedido nos Estados Unidos, agora é assim que faz, tá? Você abre aqui, junto à social, e aí ele vai e envia lá para esse escritório, né, de interligação no Brasil, toda essa documentação e essas contribuições. Nesse caso, desculpa te interromper, só para a gente entender. Tranquilo. Ele só consegue, não importa o valor da contribuição, o tempo de contribuição. Tempo.
Leva o tempo. É isso que é importante. Só leva o tempo. Não leva os créditos. Leva o tempo. Não que se levasse o dólar. Não leva, gente. Só leva o tempo. Só o pessoal entender. Mas para ela vai ser muito importante. Sim. Então, só vai ser possível a aposentadoria dessa cliente se eu trouxer o tempo. Porque ela já está com bastante idade. Ela tem acho que quatro anos. No caso. Um de NSS e três que ela foi professora.
Ah, o resto é tudo daqui. Nesse caso, você deve receber em base do mínimo. Sim, mas não importa. Não, não importa. A Globio falou assim, Doug, se eu já recebi 1.620, já dá pra pagar ali um IPTU.
e gente, tem 13º também você soma ali vai dar quase 20 mil reais é dinheiro não, esse é dinheiro dela é dinheiro, de novo, é direito adquirido tá certo, tem que a gente tem que buscar e é o sonho também da cliente, onde ela começou a trabalhar ela tem o sonho de se aposentar então
pelo acordo é possível você fazer esse manejo e trazer. Então é possível trazer, é possível trazer o tempo para integrar. Aí nesse caso, aí foi o que você falou, tem casos que vai ser melhor não levar o tempo, tem casos que vai ser melhor levar o tempo, tem casos que é só a única solução. Tem alguns que é a única solução. Então, o que é o mais importante? Ver o mais cedo possível. Sim, certeza. Não espera chegar aos 70 anos para começar a ver isso. Verdade, quanto antes melhor.
Que top. É, Fê. Gostou? Você aposentou. É, o que você tá pensando? Vamos tirar esse copião do bolso e fazer um churrasco de aposentado. Eu vou pagar sua picanha. Finalmente alguém deu uma picanha. Vou pagar a picanha do Renatinho. Top Sirland. No Brasil tá meio difícil, mas aqui tem. É, vou pagar. Mas Fê, eu vou deixar você fazer as considerações finais agora.
Ah, eu sou fã, né? Você sabe, eu sou fã de tudo que é finanças, de tudo que a gente traz de bom. Então, assim, Dan, que eu quero te agradecer muito.
Eu quero agradecer pelo teu servir. Eu quero agradecer por você ter olhos de olhar pras pessoas que estão fora do país. Que muitas vezes a gente é até mal visto pelo sistema. Como pessoas que abandonaram o barco. E ter pessoas como você que olham pra gente com olhar de carinho. Porque isso pra mim é carinho. Tipo assim, olha, se tem a oportunidade, por que não fazer? Eu sou muito grata por isso, por você ter...
trazido aí todas essas informações para o nosso público. E eu queria dizer que você tem que falar como que a gente te encontra, né? Instagram, Facebook, página, como é que as pessoas querem falar com a Dunk? E-mail, telegrama. É, fax. Fala ali naquela câmera. Maravilha.
Vamos lá. Eu vou deixar o nosso Instagram, tá? Que é novinho, bebê ainda. Boa, Delícia. E vou deixar, depois eu vou passar pra você também o telefone. Ele é novo, que eu nem decorei. Então, vou passar aqui pro Renato, que ele deixa aqui. Mas é telefone, WhatsApp? Telefone, WhatsApp, SMS. Nós temos também nosso e-mail ali do escritório. Mas o contato mais rápido agora é pelo Instagram, tá? Tá.
Que é o direct, né? A gente só manda um direct. A aposentadoria é só mandar um direct que a gente agenda ali. Arroba, planeja e aposentadoria. Arroba e planeja e aposentadoria. Planeja com J, tá? E aposentadoria tudo junto. Tá. Bom? E não importa em que país as pessoas estejam. Não importa.
Só precisa ter o seu portador no CPF. A gente está procurando os países mais diferentes possíveis. A gente já teve Japão, ali da Itália, Portugal. Ah, vou te arrumar cliente, vou te falar onde. Luxemburgo. Ah, é? Luxemburgo nós nunca tivemos. Então, eu tenho... Suíça. Tem o Luxemburgo. O Estado-Ministro é o que está dominando. É. Então, mas o requisito, então, é ser velho e ter CPF.
O Renatinho, vai te catar Vai te catar, Renatinho Ele é tão velho, né Eu tô perturbando, filha Pensa só na aposentador Pensa naquilo também que pode te cobrir Por algo inesperado É o planejamento do futuro E as crianças com 16 Que nem o Tiago O Tiago agora ele tem 16 anos Ele vai fazer 17 E querendo ou não, ele é Isabela Eles são cidadãos brasileiros, americanos e italianos Sim Ai, ai, ai
Eu vou atrás do negócio pra ele. Porque ele vai ter que prestar lá o exército. Vai ter que fazer todas as coisas. Eu tenho uma grande amiga. A minha maior amiga mora aqui nos Estados Unidos. E eu sempre falei com ela. Ela é casada. Eu sempre falei. Tira o passaporte das crianças. Tira os documentos. Faz o registro de nascimento. É tão importante. Tudo que é direito teu. Você tem que fazer.
Sim, com certeza. É porque, às vezes, quando você precisa de uma emergência, aí você não consegue responder. Não, não consegue. Ocorre o inesperado, porque ele ocorre às vezes, você não consegue. Não, não consegue. Quem sabe, dia de amanhã, a legislação muda, alguma coisa muda. Deixa tudo preparadinho, né? Não custa nada, né, gente? Não é a mesma coisa que fica no mundo. Então, só para me correr se eu estiver errada, a mentalidade.
A gente, então, tem o brasileiro que está no exterior, está praticamente coberto para todos os benefícios que o INSS daria para ele no Brasil. Se ele estiver com a condição de segurado.
Não, se ele estiver ali contribuindo, se ele estiver bonitinho, sim. E seria certo eu pensar assim, por exemplo, me acidentei e quebrei a perna, tirando a questão médica. Ah, se eu estivesse no Brasil, eu teria direito a isso. Isso pode ser uma mentalidade de me entrar em contato com você e ver se eu tenho esse direito?
Sim, sim. E a gente vai tentar fazer com que ele receba o benefício, tá? É uma guerra, é uma luta, mas ele tendo o direito, a gente vai em busca do benefício dele. Uma coisa super interessante que você mencionou, se eu puder complementar. Complemento.
É que muitas vezes tem brasileiro que tá fazendo contribuição. Sim, tá? Ele tem essa mentalidade. Só que ele tá fazendo no código errado. Puts, o código é problema. Tá fazendo no código errado, gente. Tá colocando dinheiro, rasgando dinheiro. Eu tô falando, conhecimento, gente. Quando eu pego, o código errado invalida. O código errado não é contabilizado. Invalida. Então, tem que tomar muito cuidado com isso. E tem um código específico pra quem tá fora?
Temos que analisar. Pede pra ele, né? Porque a Dan que me ensinou... Queria pegar a colinha aqui. Não pode, porque é caso a caso. Sim. Depende da tua profissão, contribuição, o seu status também de... No Brasil, né? Não é de saída definitiva ou não. Tem todas essas questões que valem. Então, tudo é interligado.
Acho que o código errado é a pior cagada que pode ser feita. Gente, teve uma cliente que foi 10 anos de código errado. Às vezes dá pra corrigir? Às vezes dá pra corrigir. Mas, diretamente, não. Não, às vezes dá pra corrigir. Provar que a pessoa fez ali a contribuição e a gente pede essa correção do código, tá? E aí faz essa mudança.
Mas não é o padrão, né? Muitas vezes ele perde, é só indeferido, ele não entende. Eita, tá? Se ele faz tudo sozinho, às vezes ele se dá bem mal. Aí ele fala, poxa, foi indeferido, então não tem direito. Não, gente. É porque às vezes a contribuição é errada, é só isso. Às vezes dá pra corrigir, dá pra conservar. Gente, planeje a aposentadoria. Danque, Danque L. Procura ela nas redes sociais. Eu já tô seguindo, já mandei pro Renatinho. E eu aceito o que seguindo também.
Dan, muito obrigada mais uma vez que você tenha um excelente retorno pro Brasil, e que a gente possa te abençoar muito com os clientes e que a tua empresa quando chegar aqui nos Estados Unidos tenha muito sucesso, muita prosperidade e o podcast tá aberto pra você sempre se precisarem de mim, tô sempre à disposição muito bom, eu vou aposentar, Fernanda nós vamos ter muito contato vou aposentar todo mundo eu vou ser chamada pro churrasco também que delícia, vai ficar só no convite
Ai, que nervoso. Eu falei que eu ando cobrar. Eu falei que eu tô igual ao Carioca, porque Carioca, agora eu vou sacanear ele. Carioca faz assim, ó, aparece lá. Não fala? Não. Dá o endereço? Caraca. Dá o endereço. Caraca, moleque. Pode que a gente não vai acabar nunca. Eu sou Carioca, eu posso falar. Então, Carioca, aparece lá. Não, dois Carioca marcando pra sair assim. E aí, bora? Bora, bora marcar, bora. Nenhum dos dois tem a intenção de ir.
Nenhum dos dois tem a intenção de ir. Bora, bora lá, bora marcar. Bora, bora, bora marcar, bora marcar.
Exato. É igual meu churrasco. Não, mas vai sair, vai sair. Vai, vai. Valeu, gente. Tchau, tchau. Tchau, tchau. Obrigada.
INSS