IA AGÊNTICA | O Que Funciona, e o Que Assusta com Cris Dias e Ana Freitas | Mamilos #556
Você já sentiu aquela ansiedade ao abrir a internet e dar de cara com mais uma novidade sobre Inteligência Artificial? Aquela sensação de que o mundo está correndo numa velocidade absurda e você está ficando para trás? Respira fundo. No episódio de hoje, o Mamilos recebe Ana Freitas e Cris Dias, do IA em Curso, para compartilhar os bastidores de uma imersão prática que mudou tudo. Descobrimos que a IA deixou de ser só uma assistente e virou uma colega de trabalho que age junto com você. Entre a Ju criando um aplicativo de gamificação do zero sem saber programar e a Cris transformando quase 12 anos de áudio em textos, discutimos também as sombras dessa revolução. Falamos sobre o medo de perder o emprego, o cuidado com os dados e fizemos uma provocação: essa inteligência é Artificial ou, na verdade, Coletiva? Dá o play e vem entender o que a IA Agêntica pode fazer por você.🔗 Para mais informações acesse: www.iaemcurso.com.br🏷️Cupom de 20% de desconto: MAMILOS (digite no checkout!)---🎥 ASSISTA MAIS CONTEÚDOS DO MAMILOS PODCAST:https://www.youtube.com/@mamilospodcast ---SIGA O MAMILOS NAS REDES:📷 Instagram: https://www.instagram.com/mamilospod/🎶 TikTok: https://www.tiktok.com/@mamilospodcast---🎙️APRESENTADORAS:👩🏻🦱 Cris Bartis: https://www.instagram.com/crisbartis/ 👩🏻🦰 Ju Wallauer: https://www.instagram.com/jwallauer/ ---#MamilosPodcast #PodcastBrasil
- Orquestração de Agentes de IAIA como colega de trabalho · Automação de tarefas · Programação de aplicativos · Transformação de áudio em texto · IA Agêntica vs. IA tradicional
- Boas práticas no uso de IAAutomação de e-mails e propostas · Criação de aplicativos de gamificação · Transformação de conteúdo em artigos e newsletters · Organização de informações e pesquisa · Geração de apresentações
- Futuro do TrabalhoIA como ferramenta de aumento, não substituição · Importância do conhecimento humano e expertise · Colaboração entre humanos e IA · Aceleração e democratização da tecnologia · IA como inteligência coletiva
- Desafios e Oportunidades da IAMedo de perder o emprego · Preocupação com dados e privacidade · Treinamento de IA com dados sem autorização · Erros e limitações da IA · Neoludismo e ódio à IA
- Filosofia e tecnologiaAprendizado prático e contínuo · Foco no presente e no que funciona hoje · Comunidade e colaboração · Curadoria de informações · Letramento em IA
- Ética e responsabilidade da IAPermissões e acesso a dados · Políticas de uso de IA nas empresas · Gerenciamento de informações sensíveis · Responsabilidade do usuário e da ferramenta · Eloquência da IA e desinformação
As pessoas, elas sentem ódio da IA, porque elas sentem ódio dos barões das big techs. Não tá errado. Não tá errado, inclusive. Elas sentem ódio da IA porque elas têm medo que a IA roube o emprego delas e não tá errado. Elas sentem ódio da IA porque a IA foi treinada com dados, os artistas, por exemplo, designers, né? As IAs foram treinadas com dados dessas pessoas sem autorização, sem ser remuneradas. Também não tá errado.
Só tá errado quando, primeira coisa, quando esse ódio é destinado a pessoas como nós. Eu não tenho uma Big Tech, não sou Elon Musk. Mas voltando à sua pergunta de onde erra, pra dar até uma dica bem prática, assim, aonde costuma dar errado, onde você aumenta as suas chances de dar errado, o nome técnico é contexto, assim, quanto mais informação ele tem, mais ele começa a se perder. Mamilos. Mamilos. Mamilos.
Mamileiros e mamiletes, sejam bem-vindos ao Mamilos, o seu espaço de diálogo de peito aberto. Eu sou a Cris Bartz. Eu sou a Juva Lauer e hoje vamos mergulhar na nossa experiência com o IA para te apaixonar pelo que você pode fazer com o IA. Vamos lá, Cris. Você já usou o chat EPT para reescrever um e-mail ou resumir um texto? Talvez tenha pedido sugestão de receita ou ajuda para montar um argumento.
A IA entrou no cotidiano de um jeito que poucas tecnologias conseguiram. E agora estamos diante de uma nova virada. A IA passou a agir, não só a responder. O que quer dizer isso? Antes a gente dava um prompt e ela devolvia texto. A gente copiava, colava, ajustava, mandava. A execução era nossa. Agora, ela navega, escreve o código, acessa sistemas, testa, corrige e entrega um resultado, não uma resposta.
E isso tem um nome, IA, Agêntica. E muda completamente quem consegue usar essa tecnologia e para quê.
Por muito tempo, trabalhar bem com a IA exigiu que você aprendesse a falar a língua dela. Construir o prompt certo, na estrutura certa, com os parâmetros certos. A tecnologia era capaz, mas você precisava se adaptar a ela. E isso está mudando. A IA está subindo ao nosso nível. E subindo de um jeito específico. Ela está deixando de ser assistente para ser colega. A diferença não é de eficiência, é de posição.
Um assistente espera você chegar com uma demanda. Um colega já está dentro dos seus fluxos. Acompanhe o que está acontecendo, antecipa o que precisa ser feito e age sem que você precise pedir. Quando você abre o computador de manhã, o trabalho já começou.
Você viu que ela tá falando de um bom colega, né? Porque tem hora que isso aqui tá até melhor. O que determina a qualidade do que esse colega vai entregar ou não vai entregar não é o quanto ele sabe de tecnologia, é o quanto você sabe do seu próprio campo. Uma pesquisa da Wharton...
publicada este ano, mostrou que as empresas extraem mais valor da IA quando o conhecimento técnico está distribuído entre especialistas de cada área e não concentrados nos times de TI. Quem tem décadas de experiência numa área e nunca escreveu uma linha de código pode ter, agora, uma vantagem real. Porque o que esses agentes precisam é de alguém que saiba com profundidade o...
O que eles precisam resolver? A gente foi entender como que isso funciona fora do papel. E para isso a gente fez uma imersão com Cris Dias e Ana Freitas do IA em Curso. A gente trouxe eles para o episódio para mostrar o que construímos, o que travou, o que surpreendeu e como que eles conectam a experiência que a gente teve com o que essa mudança para a IA agêntica representa no geral para todo mundo.
Tá bom, tá bom. Ninguém é obrigado a saber. Não preciso usar Iá pra perguntar. Por favor, Cris Dias, se apresente pros nossos ouvintes. Quem é você na fila do pão? Tudo bem. Que bom estar aqui com vocês. Eu sou o Cris Dias.
Tem uma primeira coisa que você precisa saber sobre mim, que eu tenho uma dificuldade muito grande em fazer isso, que eu preciso fazer agora, que é me apresentar. Mas no nosso contexto aqui, eu acho que o jeito bom é que eu sou formado em tecnologia e ao longo da minha carreira migrei para a comunicação. Então, eu tenho essa cabeça analítica, essa cabeça comunicador. Já trabalhei literalmente na IBM, já trabalhei em agência de publicidade, já trabalhei no Facebook, no BuzzFeed e junto tudo isso hoje e com a Ana.
a gente faz um rea em curso pra tentar dar sentido a tudo isso que vocês falaram na abertura. Fun Facts, ele é o primeiro arroba brasileiro do Twitter. Sou eu. Aí o Elon Musk chegou e fez aquilo lá, né?
Ana Freitas, por favor, se apresente. Eu sou a Ana Freitas. Muito obrigada por me convidarem. De novo? De novo. Eu sempre fico muito feliz de vir aqui. Fiz um monte de coisa. Trabalhei em agência, trabalhei em jornal. Abri empresa, abri ONG. Quando a IA surgiu, eu meio que mudei o foco do que eu tava fazendo. Porque eu entendi que o meu trabalho...
ia ser profundamente modificado, mas não só o meu, né? O de todo mundo. Isso foi em 22. E agora temos o IA em curso, onde a gente tenta dividir com as pessoas essa visão de IA que a gente tem, a gente tenta dar sentido para esse tanto de coisa, né? Que a IA traz todos os dias de lançamento e o que isso significa. E contar isso para as pessoas e ensinar elas a usar.
Vamos lá. No último episódio que a Ana teve aqui, a Ana tá trabalhando pra gente, que nem o Cloude. Você saiu com uma lista de coisas que você falou agora vai, Brasil. Você fez uma lista de coisas que você queria automatizar aqui no Mamilos, no jeito que a gente faz o programa, no tempo que a gente tem pra dedicar pra isso.
O que você conseguiu, de fato, fazer funcionar, Juliana? Então, vocês vão lembrar, eu voltei da SXSW, no Festival de Inovação, meio apavorada com que ia ser essa mudança da IA, gente. Aí chamei a Ana, daí eu sentei com ela, depois a gente foi almoçar e falei, deixa eu te falar dos processos do Amilos, o que eu acho que a gente podia automatizar? Ela desenhou e falou, não, vamos fazer uma imersão. A gente senta duas tardes e a gente faz.
E aí, a primeira coisa óbvia é a gente automatizar uma tarefa inteira. Então, do que eu faço, vai, 80% dos meus e-mails talvez seja pedidos de Media Kit, pedidos de orçamento do Mamilos. O que acontece? Eu consigo, primeiro, fazer, fiz uma skill que cria uma proposta. Então, tem várias propostas do Mamilos, coloca ali.
E saiu a proposta formatada, assim, perfeito. Esse foi o momento que eu abri um sorriso na nossa imersão, que você deu pra ir a propostas de exemplo, descreveu o problema, aí você...
Copiou o e-mail, colou, aí ele pensou, pensou, pensou, e tirou um Google Docs. E você disse, caramba, até a assinatura errada que tava no documento, errou. E aí a gente virou assim, entendeu, agora ela entendeu, agora ela vai. Agora ela entendeu...
Onde que a IA vai agilizar o trabalho pra tirar essa tarefinha? Eu gosto de chamar de tarefinha. Só que daí, ela entra no e-mail, lê todos os e-mails, separa o que é pedido de proposta, já deixa respondido, faz a... Entrou, leu.
Pegou a skill, fez a proposta, colocou no corpo do e-mail, respondeu o e-mail, e não uma resposta padrão, uma resposta lendo como eu faria, adaptando pra, olha que legal, sempre quis trabalhar com essa marca, sei lá, o que eu responderia pra aquela marca, pelo meu histórico de e-mails. E já deixa no rascunho. Então, todo dia quando eu vou chegar pra trabalhar,
Todo esse processo que eu faria já tá pronto. Você só precisa ir lá, ler, revisar e enviar. Né? Mágico. Mágico mesmo. É um pouco mágico. Aí eu falei, cara, eu quero fazer um aplicativo de gamificação de controle de tempo de tela. De modo que as crianças têm que fazer tarefas pra que elas ganhem tempo de tela.
Aí a primeira coisa é, vamos lá, Cláudio, eu quero... Vamos pensar nos critérios. O que dá direito? Qual é a mecânica? Trouxe várias ideias de gamificação, tipo Duolingo, que se você faz dias seguidos, você ganha isso, de fazer ranking entre as crianças. Várias ideias legais. Beleza, então é isso aqui que a gente quer. Agora vamos ver de onde a gente vai tirar esses dados. Como é que a gente vai fazer essa auditoria?
Tudo ele pensando, entendeu? Só perguntava. E aí, eu falo, pra cá, pra cá, vamos. Ele programou um aplicativo em meia hora. Fez o front-end, back-end, fez tudo. Mas você é formada, né? Em ciência da computação, você tem no brincadeira. Assim, a única coisa que eu sei, eu fiz um curso de DOS no Sebrae.
Em 1900 e bolinha, entende? Eu não entendo nada. Cara, eu nem sabia que existia terminal no meu computador. Nem sabia o que que era. Não precisa saber, porque ele vai te falar e você vai fazendo o que ele te falar. E aí, eu... Aí que a situação inverteu, né?
Que eu virei o assistente do Cloddy. Que ele vai lá no terminal e faz tal coisa. Aí eu ia lá, copiava e colava. Só copia aqui, ó. E cola. Assim, ó. Não, pera. Tipo, eu tava copiando coisa que não precisava. Daí dava pau. Isso porque tem coisa que... Não, eu vou deixar só o que precisa. Assim, ó. Só assim agora. Agora vai. Não, isso porque tem coisa que ele fala pra você fazer que, na verdade...
A gente até fez isso no dia, né? Que foi assim, ele falou, vai lá, copia e cola tal coisa em tal lugar. Aí eu falei, Ju, fala pra ele fazer, cara. Vai você. E você, Cris, o que você fez? Cara, pra mim, eu tinha algumas coisas que eu queria fazer já há bastante tempo. É muito doido você ter as necessidades e elas ficarem os projetos guardados. Porque não tem tecnologia o suficiente e voa lá.
Agora tem tecnologia. Então, Mamilos, quando... A gente sempre fez pautas muito ricas, porque a gente gosta muito de pesquisar. E eu sempre olhava para as pautas e falava assim, putz, mas depois é jogado fora. Porque uma coisa é a pesquisa, é o roteiro de pergunta. Outra coisa é o que sai no programa. E essas duas coisas, elas se complementam.
O programa é raro fazer todas as perguntas ou usar todo o conhecimento que tem ali. Quando o Mamilos começou, há quase 12 anos atrás, as pessoas se empolgaram tanto depois de um programa falando sobre inclusão que elas começaram a transcrever na mão os programas do Mamilos para que pessoas que não conseguiam ouvir pudessem ler.
E aquilo foi legal pra caramba, era um grupo que se organizava, era um clove de verdade, que se organizava. Várias pessoas... Clove orgânico. Desde o Jaque, que começou isso lá no início. Tanta gente legal trabalhou nisso. E eu olhava pra aquela transcrição e falava, puta, isso dá um artigo.
Isso poderia ser um texto, porque tem gente que não é só porque não ouve, é porque não tem afinidade com o áudio, é porque se distrai, não presta atenção, é porque vai falar, puta, uma hora eu não vou dedicar pra isso. Então, é muito antigo.
Hoje, a gente tem uma ferramenta de transcrição já há bastante tempo, né? A internet já disponibilizou, o mundo internet disponibilizou isso já há alguns anos. Então, a tradução a gente usava só para editar o programa. Ah, corta isso, nananá. Então, quer dizer, nós temos três etapas. A pesquisa.
pauta, a pergunta, a gravação e depois a edição. São quatro. Então, quer dizer, tem muito material no meio do caminho. De repente, foi isso que o Claudio me proporcionou, pegar todo esse material, jogar e falar, eu quero um artigo.
Mas aí, Ana Freitas teve muita paciência comigo, porque eu não consigo só falar isso. Eu quero explicar direitinho. Putz, eu gosto de artigo desse jeito. Isso aqui é o tipo de artigo que eu leio. São esses artigos dessas revistas que eu admiro. Eu gosto que se escreva em primeira pessoa. Eu quero que a pessoa, no ler o artigo, ela sinta que ela absorveu as principais informações faladas no programa. Mas é muito chato. Não é pra ser uma transcrição. E não é pra Cris e a Ju aparecerem.
Mas coloco o nome dos especialistas, porque eles são as pessoas que vêm para compartilhar conhecimento. Fui falando, falando, falando e voilà. Temos agora um substaque do Mamilos com textos extraídos de todo esse processo que eu contei para vocês. E aí, galera, a gente tem quase 700 programas.
Vai ser um baita sub-stack. E assim, o que a gente tem é programa de 10 anos atrás falando sobre... Ai, deveria existir uma lei de feminicídio. E um programa 10 anos depois falando o que aconteceu uma década após a lei Maria da Penha. E eu consigo fazer o cruzamento desses dados e mostrar o que mudou.
Então, o Mamilos, que até então é uma plataforma, mas ela entrega como áudio e como vídeo, ela passa a entregar como uma biblioteca de conhecimento. E isso é, assim... Isso muda tudo. Isso muda tudo. Isso realmente muda tudo, sabe? Eu fiquei muito feliz. Outro processo é que eu gosto muito de ler, mas escapa o tempo e escapam coisas. Então, eu faço uma varredura em newsletters,
em jornais de todo tipo, pra gente falar, vamos falar do quê? Fora a vivência que a gente tem do dia a dia, que sempre vira pauta, como essa. E de repente, fiz lá conexão, Gmail, trabalho todo, ele junta tudo que eu gosto de ler, elimina o que está duplicado, trazendo só os insumos.
E como eu consegui fazer uma prévia do que é um ouvinte do Mamilos, eu falo, ele já me entrega os assuntos e fala, por que interessaria para um ouvinte do Mamilos isso? Eu quero... Então, isso me dá um...
potencial de fazer programas melhores, mais assertivos. O programa continua sendo, mesmo com pauta, depois virando artigo, mas é como se realmente você tivesse um par pra ir pensando e executando várias coisas que você não tinha braço pra fazer, não tinha pessoal, não tinha tempo pra fazer. Isso dá uma... Hoje eu sinto que eu gostaria de passar muito mais tempo lá.
criando coisas novas. Aí, a nossa lista está só começando de coisas que a gente poderia fazer para levar mais informação para as pessoas e uma informação com mais qualidade. Putz, é muito foda. Tem uma coisa muito importante nisso que você falou e que eu acho que começa a dialogar.
com uma das principais dores que as pessoas têm quando elas trabalham, elas usam o IA pra alguma coisa, e aí elas não estão conseguindo exatamente chegar no resultado que elas gostariam. Elas, tipo, ah, IA, acho que a maioria das pessoas, todo mundo que tá ouvindo aqui, provavelmente usa IA pra alguma coisinha, né? É, mas é muito comum que as pessoas, ah, tá usando pra uma coisinha, aí ela vai tentar pra uma outra coisa, aí não dá muito certo, aí ela continua usando só pras coisinhas que ela usa.
Vocês perceberam que a Cris, ela relatou com uma riqueza de detalhe que ela, as informações, o aprofundamento das informações que ela deu pra essa ferramenta. Por mais que uma IA como o Clodid, que é uma IA agêntica, tenha uma capacidade de buscar informação e de fazer tarefas encadeadas muito melhor do que outras ferramentas que a gente tava acostumado, ela só faz isso muito bem se você tiver a paciência e o tempo.
de pegar e brifar adequadamente, de maneira muito completa, quais são, de fato, suas preferências, suas necessidades. Então, quando você fala dessa qualidade de insumo, de como você gosta de um artigo escrito, a estrutura, o formato, o que você quer que faça, o que você não quer que faça. Isso pode ser super… Você pode mandar um áudio. Isso que é muito massa. Você pode, cara, falar da sua cabeça, não precisa nem organizar, né?
Você pode só falar livremente com áudio. Eu achei você uma bagunceira, porque ela pegava… Eu sou super bagunçada. Eu queria ter meia a hand.
Tipo, faça isso. Eu faço um download. Ana explica direito. Ela, não. Vai, testa. Eu faço um download. É tipo um automatismo psíquico. Eu pego todos os blocos de informação que estão na minha cabeça. E antes eu tinha... Quando eu vou escrever, eu vou escrever, eu preciso organizar. Porque o próprio processo de escrita, né? Mas quando eu tô dando feedback de alguma coisa que não é texto necessariamente...
eu dou de maneira desestruturada. Então, assim, eu só faço um download exato de tudo que é necessário. Só que eu tomo tempo pra isso. Tem vezes que eu vou produzir alguma coisa com o IA e eu quero brifar adequadamente. Pode ser uma apresentação, pode ser o rascunho de um texto. Que eu vou ficar fazendo o prompt com riqueza de detalhe. Desse jeito que você falou, meio bagunçado, escrito errado. Com typo no meio. Mas vou ficar 20, 25 minutos.
escrevendo esse promptizão. Eu demorei muito, né? Tanto que na primeira aula eu não fiz nada. Porque eu fiquei só entendendo porque eu queria que viesse muito parecido com o que eu faria sozinha. Sim, isso. E aí as pessoas às vezes falam assim Ah, mas se eu for levar 25 minutos eu escrevi o mesmo.
E aí, o texto, primeiro, o texto da apresentação que eu vou fazer, eu não faço em 25 minutos, eu não faço em meia hora. Essa é a primeira coisa. A segunda coisa é, a gente tá falando de uma ferramenta que tem mecanismos e uma capacidade de aprender e replicar essa informação. Então, quando eu tô dando esse volume de informação, eu levo 25 minutos, meia hora, isso pode ser usado e vai ser usado se você fizer tudo bonitinho.
Pra outras tarefas que você vai fazer com essa ferramenta. Então, não é à toa você usar esses 25 minutos. É importante que você dedique esse tempo. E os melhores resultados que as pessoas têm trabalhando com IA de um jeito… O Cris fala disso até, que é o lance de você terceirizar pra IA o trabalho que não é o seu trabalho. Precisa… Toma um tempinho. Mas esse tempinho vale muito a pena. Mas esse negócio de terceirizar o trabalho que não é o trabalho, eu acho que é o caminho mesmo. É, tem…
Na minha apresentação eu não falei que eu tenho um podcast chamado Boa Noite Internet. No fim de 2020, se eu não me engano, início de 2021, eu fiz um episódio chamado Trabalho Não é o Trabalho.
que foi quando caiu a ficha de que o trabalho que a gente tem, tipo, seu trabalho é podcast? Ah, então o que a Juliana mais faz é sentar na frente do microfone e apresentar e fazer o roteiro. Não, e o exemplo que eu dei no programa, a gente na época estava trabalhando com o Cacabueno, piloto de corridas, e ele fez uma conta mais ou menos assim, ah, eu participo de três campeonatos.
Em 40 domingos por ano, eu estou sentado num volante dirigindo. Mas eu tenho sete patrocinadores. Para cada patrocinador, eu dou direito a dez datas de estar num evento como esse que eu estou aqui conversando com você. Então, o meu trabalho é ser piloto de Fórmula 1 ou ser participante de evento do patrocinador? O trabalho do Cacá, entendeu?
E óbvio que ir no evento da Red Bull, que era onde a gente estava, o Cláudio ainda não vai automatizar para o Cacá, mas é tipo assim, é isso. É responder o e-mail que você falou. É coletar a newsletter, né? Eu gostei muito que no teu processo você estava assim, cara, essas são as newsletters, dá uma lida, já vai assinando para mim e tal, e ele vai lendo. E assim, eu tenho esse problema. É um dos agentes que eu tenho, todo dia de manhã eu acordo e ele tem um resumo.
porque eu não sei dizer não pra newsletter, eu acho uma newsletter legal, eu assino. E aí ele, o Claude vai lá e fala, ó, essa aqui fala desse assunto, essa aqui fala, ah, legal. Ele me manda literalmente um parágrafo, então não tá dando spoiler, mas, ó, essa aqui fala de, sei lá o que. Ah, legal, vou ler essa aqui. Então, é esse processo de você entender...
o seu trabalho, você descreveu o seu trabalho não só pra máquina, mas até pra si. Ah, eu nem sabia que eu preciso passar por essa... E aí ontem me caiu também essa ficha porque eu tava conversando com um grupo de jornalistas.
E a minha profissão, analista de sistemas e jornalista, nesse contexto aqui, é muito parecido. É investigação, é descobrir, é fazer perguntas. Então, se eu vou fazer um sistema de um banco, eu preciso que o bancário me explique como é a compensação. Coisa que, para ele, é óbvia. E jornalista, a mesma coisa. Então, o nosso trabalho, na hora de usar a IA, é uma ajuda até própria. Ah, eu nem tinha noção de que antes de eu fazer a coisa A, eu preciso da coisa B e tal. Então, o trabalho não é trabalho esse. É essa...
Eu não quero que a IA escreva o roteiro do Bonito Internet. Isso é o que eu gosto de fazer, isso é o que eu quero fazer. Isso é o que eu acho que tem o valor. O meu valor...
As pessoas escutam o meu podcast pela minha opinião, pela minha linguagem, pelas minhas pedras sem graça. Agora, nem você falou, puxar a ficha, vou entrevistar a Cris. Me diz tudo que a Cris já falou na vida dela, pra eu ver o que eu vou... Ah, isso aqui é legal, hein? Essa frase dela aqui, eu quero perguntar sobre isso. É fazer todas essas coisas que estão em volta, pra no fim, eu conseguir fazer as coisas que eu quero, que eu gosto, ou jogar videogame, ou fazer arco e flecha, que eu faço arco e flecha agora. Mas...
Mas tem muita gente que acha que não. Ah, não, a Iá vai tirar a ajuda da cadeira e vai botar uma... Não, não vai, entendeu? Ela vai fazer todas as outras coisas em volta. Mas o que vai, né? Porque eu acho que é interessante pra gente... Quando a gente usava só o chat GPT e nessa imersão a gente estava usando o Claude. E aí tem três abinhas lá. Tem o chat igual do chat GPT.
Tem o cowork e tem o code. O que a gente passa a poder fazer com essas outras duas ferramentas que a gente não tinha antes? Hoje eu trabalho com o code pra fazer tudo por conveniência, porque o code é um pouquinho mais poderoso, embora mais arriscado, porque ele tem acesso a sua máquina toda.
Se você assim permitir, ele não dá acesso... Não é que você fala, agora vai, sabe? Mas ele pode, sim, acessar tudo de uma maneira mais fácil, só que ele vai pedir. Ele vai falar assim, posso acessar tal pasta? Posso acessar tal pasta? Você pode recusar e tal. Enquanto o co-work, ele fica restrito a uma pasta específica, o que pode ser, às vezes, dependendo do tipo... A gente trabalha com muita coisa com IA e acaba sendo um limitador no dia a dia.
Então, eu trabalho com o Code. Mas, assim, o Code faz tudo que o chat e o Cowork faz. O Cowork é uma ferramenta que funciona muito como esse assistente ou esse colega de trabalho. Ele vai resolver problemas para você. Ele vai fazer o que ele tem que fazer para resolver esse problema. Então, muito do que vocês escreveram aqui, tirando desenvolver o aplicativo...
todas as tarefas que vocês escreveram são tarefas plenamente executáveis no cohort. Uma coisa também muito interessante, tanto do code quanto do cohort, que muda bastante, isso muda tudo. É... Quando você tá no chat de PT, vou dar um exemplo, tá? Hoje eu tava testando o novo modelo de imagem do chat de PT. Então, eu fui lá, criei o texto de um carrossel pro meu Instagram. E aí eu falei, fui falar pro chat de PT assim, ó, cria pra mim as imagens pra esse carrossel.
O que ele fez? Ele criou todas as seis imagens, sei lá, de uma vez num bloquinho, assim. Tipo, como se fosse um... Um A4. Isso. Ele botou, ele ficou lindo. Ficou ok, tinha alguns pequenos errinhos que eu sei porque eu trabalho com o IAC e aconteceram porque ele não fez um de cada vez. E aí eu não ia ter como...
Se eu quiser fazer um por vez no chat GPT, eu vou ter que pegar, esperar, ele faz um, faz um aí, ele faz. Aí quando ele terminar, eu vou fazer outra coisa, né? Aí quando ele terminar, eu volto agora e faz o segundo. Então, eu tenho que ficar nessa aí de volta. Com uma ferramenta como Code, Code ou Cowork,
Pra fazer alguma coisa que tem várias etapas, eu vou falar pra ele as coisas que ele tem que fazer, ele vai fazer, ele vai dividir em etapas, ele não vai esquecer, entendeu? Ele não vai pular a etapa. Tem dois caminhos, um caminho é eu falar. Faz pra mim um relatório sobre IA, pra eu me informar, porque eu vou gravar Mamilos hoje.
Vou falar isso pra ele. Ele mesmo vai identificar que etapa ele tem que percorrer. Ele vai colocar e vai executar. Ele vai fazer pesquisa do jeito que ele... Ou eu vou jogar e falar assim, faz um relatório. Etapa 1. Quero que você busque em tal, tal lugar. 2. Quero que você... Nesses lugares que você buscar, você fique atento pra tal e tal informação. 3. Eu quero que você pegue essas informações, combine com tudo que tem no meu e-mail de newsletter de A4. Eu quero... Então...
E aí, eu vou só dar uma vez pra ele essas informações e aí eu vou lá, vou descer pra pegar o pacote que chegou na minha casa, no meu prédio, que o interfone tocou. E aí, eu vou descer. Quando eu voltar, ele vai ter feito tudo. Não precisa ir ficando e voltando. É, eu vou dar um exemplo. Eu voltei desse monte de palestra com as transcrições. Transcrições em inglês.
Aí eu tinha as transcrições e tinha os slides. Aí a primeira vez, eu fiz na mão. Pega a transcrição, traduz. Aí depois que traduz, coloca numa linguagem que nem a Cris falou, de um texto. Pra ser compreendido por quem não tava na palestra, não uma transcrição de palestra. Aí pega os slides e vai colocando no lugar certo do que é falado. E aí, formata tudo pra ficar bonitinho num documento. E fica bacana pra você mandar pra quem não tava e que aquele conteúdo faz sentido.
Eu fiz a primeira vez. A segunda vez, eu falei, filhão, tá aqui a pasta de transcrições. Aqui tá a pasta de slides. Seja feliz. E aqui tá o que eu fiz sozinho. Aqui o que eu fiz manualmente. Imita, me imita aqui. Brilha aí. Aí eu falei assim, faz o primeiro. Faz o primeiro pra eu ver. Aí, sei lá, corrigi uns errinhos lá. E aí depois, ele pode pegar e fazer uma outra pasta em que estão todos. Ele não precisa ir um por um. É, ele fica ali, né?
Tem uma parte que eu ainda não fiz, por exemplo, desse material que é texto, que eu posso automatizar. Ele não só vai estruturar as ideias, mas eu posso linkar ele direto no Substake. Ele puxa o material do Drive do Mamilos, ele já faz o texto e ele vai lá no Substake e publica.
Eu ainda não quero. É. Né? Eu gosto de ler. Eu gosto de mexer. Eu percebo que a cada texto que eu publico, ele tá mais parecido comigo. Porque ele vê... Depois que eu mexo, eu volto e falo, esse é o resultado final. E não pergunto o que ele acha, não.
esse é o resultado é assim que eu gosto então na próxima daqui a pouco ele tá com sotaque porque ele tá pegando o jeito ele tá pegando a forma ele tá percebendo como eu gosto que as informações sejam encadeadas mas esse processo de ler e de olhar
Eu ainda não tô disposta a fazer. E eu acho isso importante de falar. Talvez o que esteja e tudo bem. É. Ou talvez em algum momento eu falo, tá vendo? Eu tô atrasando o processo. O texto dessa semana, por exemplo, ainda não publiquei. E aí, talvez eu abra a mão disso. Mas eu ainda não me sinto pronta. Não me sinto pronta. E uma outra coisa que dá um gelinho na espinha a hora que a gente vai fazer isso é que pra ele fazer esse radar de pauta que eu queria, eu dei acesso ao meu Gmail.
para ele ir lá e puxar todas as newsletters, fazer todo o trabalho que eu precisava. Conta um pouquinho para a gente como é esse processo de dar as permissões. O que pega? O que ainda dá frio no estômago? Tem muita gente falando, putz, tem um negócio aqui que está fazendo umas leituras dos meus exames de saúde que eu nunca tinha visto. Mas, ao mesmo tempo, ali agora já sabe tudo da minha saúde. Que pé que a gente está quando a gente começa a se apaixonar tanto e entregar tudo de nós?
Antes de responder, é um momento bom para um alerta sim. Antes de dar acesso ao seu e-mail da empresa, conversa com o Teixeira. Eu conversei com o Juliano. Tá, pede, vê se pode, porque assim, muitas questões. A Cris botando o óculos e o bigode. É, vamos dar acesso.
Não, não sei se era... Não, eu queria não. Segredos industriais, né? Propriedade intelectual de empresa. Faz muito sentido. O Compliance deve estar de cabelo em pé pra organizar essa ferramenta nova dentro da empresa. É, mas assim, você... Ele chama de conectores. E, de novo, assim, a gente tá falando muito do Cláudio aqui, mas o ChatGPT faz isso, o Gmino e o Google. Aliás, já vem de fábrica, né? Ele vai acessar os seus e-mails, ele já tem acesso a tudo.
mas o nome que se dá é conectores, e aí você faz essa conexão, você aperta o botão lá e ele liga, ele inclusive, tipo, na hora que você vai conectar no Gmail, o Gmail fala, olha, tem alguém aqui querendo fazer acesso a isso, isso e isso, e aí você pode modificar ou não, e tem essa parte que a Ana falou de que quando ele vai fazer a tarefa,
Ele fala, posso? Olha, eu vou ler essa pasta aqui. A primeira pergunta que tanto o Code quanto o Coork fazem é assim, posso confiar nessa pasta aqui? Porque ele vai acessar os arquivos que estão naquela pasta.
Tipo, alguém te mandou isso aqui e falou pra você rodar, tudo bem? Não, não, ele dá um momento de pausa, você respira e fala, não, pode. E cada ação que ele vai fazendo, ele pede autorização e a sua resposta pode ser não, pode ser sim dessa vez ou esse tipo de tarefa, não me pergunte mais, pode fazer e não me pergunte mais.
Isso, eu fiz uma terceira tarefa, que aí era um código mesmo, era um aplicativo, que a gente queria os números do mamilo centralizados num dashboard para cruzar com a nossa audiência, para poder entender como, que horas as pessoas estão vindo, que horas não estão, tudo mais.
Esse processo parou num pedaço, porque a gente perdeu um e-mail, né? Você tem que... São as antigas APIs, né? Que os desenvolvedores faziam, que é... Deixa eu conectar aí, posso? Então, quem já trabalhou com isso sabe que era sempre um drama. A gente parou no meio do processo, porque faltou um dado. Só que ele vai...
Me perguntando, posso isso? Posso isso? Ai, pode tudo. Sim, sim, sim. Tem uma hora que a gente tá que nem em termo declaração, que você é tudo letra pequenina. Vai, vai, vai, faz logo. Você vai me entregar ou não? Isso que você tá falando, ele é a parte da responsabilidade da ferramenta e tem uma parte que é da responsabilidade nossa. Eu vou te falar, no final já tava, pode, pode, pode, pode tudo, pode o que você quiser. Eu e Ana já trabalhamos no modo que ele tem de que nem me pergunta e faz.
Por uma série de motivos, até assim, a gente tem backup das nossas informações. Então, se der alguma coisa errada, eu consigo voltar. Mas o meu nível de confiança, assim, cara, eu sei o que está acontecendo, eu sei que você está trabalhando nessa pasta. Então, vai, eu confio em você. E eu já estou fazendo esse processo aqui pela vigésima vez. Então, vai aqui e não precisa me perguntar nada. É, mas eu acho que esse...
esse alerta que você faz pra empresa, eu acho que a gente, é super importante, porque, por exemplo, quando eu atendi a Volkswagen, pra gente entrar na fábrica, o carro era revistado. Tipo, você não podia entrar com um notebook. Porque tem segredo industrial ali. Porque tem informações banais que não podem sair dali de jeito nenhum. Não pode ter foto, não pode... E a gente perdeu muito essa noção de que, se você treinou a IA com as informações de contexto da sua empresa, às vezes esse é o diferencial da sua empresa pra
outra. E aí, tá disponível. Então, o gerenciamento de informação, que informação é sensível, o que que não é, o que que você tá entregando pra inteligência, porque você tá usando, você tá tendo acesso a uma inteligência que aproveita dados de um monte de lugares, a inteligência coletiva.
Mas o que você tá dando em troca? O que você tá colocando, alimentando ali? Se você pode, se você tem autorização da empresa pra fazer isso. Acho que a maioria das empresas ainda não tem uma política de uso de A. Tipo, isso é a primeira coisa. A política é não uso. É, eu acho que, na verdade, as empresas estão até mudando, mas...
A primeira coisa é isso, assim. A tua empresa precisa ter uma política de uso. E se não tiver, você precisa falar com o teu chefe e entender qual que deve ser a prática. Eu acho que a gente também não pode... Essa é a minha fala quando eu dou treinamento. Mas a verdade é que eu sei que as pessoas não têm política e elas usam o chat GPT delas e colocam os dados da empresa no chat GPT. Então, se você tem uma empresa e tem funcionários, tipo, eu acho que é pra além de fazer um olhar de que ferramenta que a minha equipe vai usar e como vai usar, é...
Uma política de uso que seja, que ao mesmo tempo proteja a inovação que a ferramenta pode proporcionar e proteja as informações importantes, os dados sensíveis, né? Vocês conhecem alguma empresa que tá usando já de uma forma organizada? Tipo, comprou uma licença e todo mundo trabalha dentro do mês? Tem várias, tem várias. Tipo, eu sei, posso falar de uma bem grande que eu sei que já tá muito à frente, que é tipo o Mercado Livre. O Mercado Livre tá com licença de clode, do clode de 100 dólares.
pra todo mundo, e tá super incentivando as pessoas a usarem closure, só se fala de closure no mercado livre, por exemplo. Mas tem mais uma coisa que eu queria falar, porque eu sei que é uma preocupação de muita gente.
Muita, eu ouço muito isso. Primeira coisa é que as pessoas têm um... IA é um tema que gera ódio nas pessoas. Tipo, tem um neoludismo. As pessoas, elas sentem ódio da IA. Porque elas sentem ódio dos barões das big techs. Não tá errado. Não tá errado, inclusive. Elas sentem ódio da IA porque elas têm medo que a IA roube o emprego delas. E não tá errado.
Elas sempre têm a ajuda da IA porque a IA foi treinada com dados… Os artistas, por exemplo, designers. As IA foram treinadas com dados dessas pessoas sem autorização, sem ser remuneradas. Também não tá errado.
Só tá errado quando… Primeira coisa, quando esse ódio é destinado a pessoas como nós. Eu não tenho uma Big Tech, não sou Elon Musk. Não sou dona do meio de produção. É, então assim, a gente… Só tem um certinho. Exato, isso é o que eu já fui… A única vez que eu fui cancelar na internet, cancelada, assim, ameaça de morte, assim. Foi por causa de um post sobre o chá de GPT. Tipo, como usar o chá de GPT pra trabalhar nas suas planilhas? A primeira coisa é…
Falar isso do fundo do meu coração. O receio, ele é compartilhado. Eu acho que o receio a gente tem que ter. Mas a contradição, ela tá presente na nossa vida, no sistema que a gente vive, em tudo que a gente faz. Tipo, a gente vai na fast fashion comprar as roupinhas e a gente sabe o que a fast fashion faz pra produzir aquelas roupinhas com preço muito baixo, de maneira muito rápida. A gente pega avião pra ir pros lugares e usa... E a gente sabe qual o problema dos combustíveis fósseis.
Isso não significa que a gente não faz, significa que alguns de nós, a gente se organiza pra tentar fazer isso de uma maneira mais ética, de uma maneira mais responsável, pra cobrar quem tem poder de tomar decisões sobre isso pra fazer isso de uma maneira melhor. Eu tenho uma sensação que eu tô usando um elevador que tá sendo construído. Sabe? Eu tô participando do processo de construção. Tanto que eu, como presidente do mundo, eu já falei isso aqui algumas vezes, não chamaria de inteligência artificial, chamaria de inteligência coletiva.
Isso só existe porque todos nós produzimos conteúdos e colocamos na internet, no site das empresas, os médicos pesquisaram... Até em termos de branding é melhor. Publicaram um artigo, a Juliana fez 600 programas falando sobre comportamento e movimento. Então, a inteligência não é artificial, ela é uma inteligência humana, coletiva, organizada por meio de uma ferramenta. E eu acho que a gente devia brigar por esse nome.
Porque se eu coloquei a informação lá que hoje está servindo para a Ana, talvez eu devia ser remunerada, não é mesmo? Ou minimamente acreditada, não é mesmo? Ou ter a opção de dizer, eu não quero. Eu não quero. Você não pode usar nada que eu já fiz. Ou não é individual, é justamente coletivo. Então paga um imposto muito gigantesco, que é coletivo, para o bem coletivo. Que volta para as pessoas. Eu já tenho outra solução, não sei porque ainda não fizeram.
É isso, se você está usando a inteligência coletiva, você paga para o coletivo. Isso, exato. Chama imposto, não sei porque não estão querendo fazer. Chama até imposto. Mas essa sensação, meio Santos Dumont, sabe? Meio Schindler.
Que é, eu tô construindo enquanto tá acontecendo. Então, eu vou cair. Vai ter uns negócios, não vai dar certo. Não, entendeu? Porque é participar do processo junto. Aí, só existe porque a gente existe. Então, ela não vai ficar pronta sem a gente também. No futuro, ela vai se retroalimentar. Eu já entendi isso. Mas hoje, ela tá pegando tudo que a gente já criou.
Como é que a gente olha pra essa ferramenta e fala, ah, não dá certo isso. E entende que daqui umas duas horas, talvez, dê. Nosso amigo ídolo, Luiz Egino, outro dia me perguntou assim, ah, mas ela acerta mais do que erra. E a minha resposta foi mesmo assim, cara, ela acerta coisas assombrosas. A gente gravou uma aula ao vivo e a gente fez uma versão mais simples da tua ronda de newsletters. E a Ana deu newsletters de IA.
E falou, ah, vem, entra lá, faz o resultado. Aí ela clicou pra ver o raciocínio e o Clôsia tava assim, cara, anteontem foi primeiro de abril e eu acho que isso aqui pode não ser verdade. Essa notícia não é verdade, porque eu acho que é primeiro de abril. A gente não falou nada disso. Quando acerta, é tipo, caraca, o que que eu tô vendo?
Mas, ao mesmo tempo, é tipo assim, que dia é hoje? É um negócio, assim, muito idiota. Cara, não, não é sério. Que você, sabe... Realmente, é seu colega de trabalho, né? Isso. Realmente. E um problema que a gente também tem muito, a gente que tá usando literalmente todo dia, é que, às vezes, você fala assim, cara, de ontem pra hoje, você tá mais burro. Você esqueceu alguma coisa. Então...
Então, não respondendo a sua pergunta, porque erra muito e erra em coisas específicas, detalhe boba e tal, eu gosto de dizer, voltando na história da tarefinha, é que o uso que eu dou para a EA no meu trabalho é como usar o Excel, como usar uma calculadora. É como usar o Photoshop.
Eu sei usar o Photoshop. Se você olhar, as artes que eu faço no Photoshop são horríveis, porque eu não sou um artista, não sou um desenhista, não sou o Olga. Então, o ChatPT, o Clô, quem quer que seja, eu uso como uma ferramenta, só que em vez de calcular números, processa linguagem. Então, é isso. Resumo, revisão, pesquisa. Ontem, nesse dia que a gente está gravando, a gente tem uma mentoria ao vivo de noite.
Toda vez que a gente tem uma mentoria, a gente manda quatro e-mails. Ah, vem aí, semana que vem, é hoje, daqui uma hora. Isso aí vai escrever pra mim, eu vou revisar. Assim, o meu trabalho, de novo, o meu trabalho não é escrever quatro e-mails mais ou menos parecidos entre si. Entendeu? É. Então, eu vou revisar e se errar, pô, cara, você errou aqui. Então, eu... É, é.
Mas erra muito, erra de jeitos irritantes. Aí tem a piada assim, quando vem a revolução das máquinas, eu sou o primeiro que eu xingo. Eu falo, ah, você tá me tirando de idiota. Então você tá me dizendo que eu tô maluco, porque eu te dei... Desliding, ela faz desliding. O que eu acho duas coisas mais graves, que é, ela erra com eloquência.
E eu acho que a gente... E é até interessante isso, porque é um problema da democracia da raiz, assim, lá de Roma, que é o fato de que você é um bom orador não quer dizer que a sua ideia é boa.
E a Iá tem muito disso, que é faz um encadeamento de ideias bom e essa coisa de ser probabilística de que palavra vem depois dessa palavra dá um aspecto de que aquilo faz sentido. Igual uma imagem que tem os seis dedos, no primeiro jeito que você bater o olho, parece que sim.
Só que se você dá uma distanciada e analisa, você vê, não, tem seis dedos aqui. Isso aqui, nada disso aqui faz sentido, entendeu? Só que o que acontece? Primeiro, é muito mais difícil de pegar se você estiver com pressa e usou ela porque era pra fazer rápido um trabalho muito fácil de deixar passar. Isso. E segundo, se você não tem domínio daquela área, você não vai ver. Você não vai pegar, porque é suficientemente bom…
Pra fazer sentido pra uma pessoa que não entende daquilo. Eu tenho trabalhado muito pedindo pra ela me retornar. Falando, traz todos os links de onde você tá tirando isso. Pra eu fazer... Quando dá uma pulguinha atrás da orelha, eu ir lá dar uma olhada.
E eu tenho trucado muito. Tipo, esse é o melhor que você pode me entregar? De onde você tirou esses argumentos? Como você aprendeu isso? E ela vai justificar. De maneira, acho que muito pragmática, falando de fluxo de trabalho das pessoas. Hoje, como eu organizo, como eu antecipo quanto tempo eu vou demorar pra fazer uma tarefa?
Eu coloco nessa conta o tempinho que o Claude vai demorar pra fazer e o tempo que eu vou demorar pra revisar aquilo com a atenção necessária. Se for um trabalho... Por exemplo, a gente gravou um vídeo, fiz o roteiro de uma hora, uma hora e pouco com o Claude. Cara, é um roteiro que eu vou gravar. Eu dei todos os inputs, todas as informações, construí estrutura, dei pra ele, organizou aqui um roteiro de uma hora, eu tirei outras duas horas pra ler.
tudo e editar e ajustar. Deixar no meu tom de voz. Então, assim, não, em hipótese nenhuma, isso que a Cris falou, tipo, ah, eu não quero postar no Substech ainda. Eu, dependendo do que você estiver postando, não poste. Ou, tipo, o e-mail que deixa no rascunho. Que bom! Então, acho que assim, entrar no loop sempre e entrar no loop não só antes de publicar. Você tem que entrar no loop em vários lugares. Porque, primeiro, se a gente tá falando de...
um trabalho que tem várias etapas é telefone sem fio. Se a informação tá ruim aqui no começo, o resultado vai tá ruim no final. Então, você precisa entrar aqui pra validar as informações que a IA buscou no começo, que ela vai processar. Aí, você entra pra validar o processamento. E aí, você entra. E você pode pedir isso pra IA, né? Fala assim, ó. E você faz tal coisa e me devolve pra eu te falar se ficou bom. E aí, depois continua. É uma sensação mesmo que você tá treinando um colega de trabalho.
E que ele vai errar. E que você tá treinando. E que ele vai pegar o seu jeito. Um colégio que depois vai te substituir. E isso é muito assustador. Porque quando a gente olha pra esses próximos passos. Que é quando a gente partir pra mais integração. E ele vai fazer uma compra sozinho. Não deixe meu menino atravessar a rua. Não deixe uma manhã que ela comprou pra mim. Então, eu acho que a gente… Tá difícil colocar a mão no tempo.
Há um ano atrás, a gente fez um programa sobre... Aí ele é numa possibilidade... Agora, eu uso todo dia. O tempo tá muito encurtado, porque o crescimento é exponencial. Só pra dar um exemplo desse crescimento exponencial. A gente fez a imersão, sei lá, há duas semanas. Aí...
Aqui, nesta mesa, a pessoa tava sentada aqui, ó. Falou, porque hoje eu faço as apresentações e clico num botão, o Manu faz pra mim uma hora. Falei, cara, mudou minha vida, né? Imagina, porque pra mim design é difícil. Então, eu não demoro pra pensar o roteiro, não demoro pra ter ideia, não demoro pra saber o que tem aqui em cada slide. Eu demoro penteando pixel de diagramação, de achar a fonte, a cor, não sei o quê.
Cara, se eu pegar uma ideia e transformar numa apresentação, show. Aí, primeira coisa que eu queria fazer. Cris, apresentação. Vou fazer uma apresentação diferente pra casa do Cris, vai ser incrível. Aí, ele me veio com um slide branco e a sua... Falei, não, Cris, isso não é uma apresentação. Isso é uma apresentação. Eu não fazia nem como eu não... Entrei no mercado, eu não fazia assim. Aí, mostrei como que é o Media Kit do Mamilos.
Lindão e tal. Ele falou, não, isso aí eu não faço. Eu falei, ah, só acho engraçado.
Dois dias depois. Dois dias depois. Ele falou, agora faz. Saiu um produto. Porque aí tem uma coisa que... Todas elas, mas enfim, estão falando do Cloddy. Antropic usa o Cloddy para desenvolver os produtos dela. Então, a velocidade, a aceleração de nova...
A gente tem a brincadeira lá no nosso grupo de Telegram. Estamos a zero dia sem novidade no clube. Agora vou sair daqui, vou receber um alerta que o bot que eu escrevi me manda no Telegram avisando de novidade. Tem essa aceleração. Mas voltando a sua pergunta de onde erra, para dar até uma dica bem prática.
aonde costuma dar errado, onde você aumenta a sua chance de dar errado, o nome técnico é contexto, assim, quanto mais informação ele tem, mais ele começa a se perder. Então, tipo assim, se eu quisesse, vamos escrever o livro final lá do Game of Thrones, que o George R. R. Martin não está entregando, ele vai começar a escrever, vai ter muito cara de Game of Thrones, de, como é que é, Crônicas de Gelo e Fogo.
mas aí ele vai começar a misturar personagens, vai começar a se perder, porque está tendo muita informação, essa tecnologia está melhor a cada semana, mas quanto mais informações ele vai tendo, mais ele vai se perdendo, que é, por exemplo, um dos problemas que eu tenho nisso de... Cara, você está ficando mais burro, porque aí eu vou ensinando mais coisa, vou ensinando mais coisa, e aí os pratinhos começam a cair. E aí uma das coisas que a gente fala para todo mundo com quem a gente trabalha, e aí a gente falou para vocês...
A tendência normal é falar assim, então eu vou mapear todo o processo do Mamilos, vou entregar o processo do Mamilos pro Claude, ele vai automatizar o Mamilos. Não, vai do pequeno pro grande. Quero responder e-mail. Se você me responder e-mail, você já me tirou duas horas do meu dia. Agora essa outra coisa aqui, agora essa outra coisa. Não é fazer a fabriquinha dentro, é... E aí quando ele... A única coisa que ele faz é responder e-mail de proposta de palestra...
vai rodar. Agora o e-mail de proposta de outra coisa, então é partido pequeno pro grande, porque senão com esse contexto muito grande ele começa a se perder.
Eu acho que a gente, quando olha para a ferramenta, hoje, né? Eu estava falando aqui antes de começar a gravar, que hoje, se eu sentar para trabalhar, eu vou usar IA em alguma coisa do meu dia. Porque se ela começa com um radar de pauta, não tem como eu não usá-la. O que vocês estão enxergando como o próximo passo? Para onde que a gente está indo? A agêndica está acontecendo? O que vocês estão vendo no futuro que deve ser amanhã, né? Pelo jeito.
Tem isso. Outro dia, a Juliana falou isso não tá funcionando. Eu falei, eu acho que tá em atualização. Então, ela fica meio lenta. Depois traz, depois não traz. Você tá sempre checando. Eu acho que isso é muito importante. Checando. Mas, pra onde que a gente tá indo pra gente encerrar aqui? Acho que tem algumas coisas. A primeira é um barateamento, assim.
Ah, desculpa, deixa eu falar disso antes de falar de pra onde a gente tá indo. Ainda tem a frustração que, na verdade, todos nós dessa idade conhecemos, que é a internet discada, né? Ah, sim. A inteligência artificial está levando a gente pra internet discada, porque você compra um serviço que são tokens.
moedinhas, um pulso de ligação. Se você perde coisa complexa, ele gasta um tempão fazendo, uuuh, acabou. E aí você põe mais dinheirinho. E aí também você aprende a pedir assim, porque você sabe a quantidade de token que vai gastar, ou que tá gastando. Aí você põe no modo estagiário, depois você vai mudando a ferramenta pra poder aproveitar bem o investimento que você fez.
Sei que daqui a pouco isso já vai estar diferente, mas é engraçado, nesse momento, voltar pra internet de discada. É, tipo o esquema de telefone pré-pago que a gente põe em crédito, né? Na real, assim, a memória RAM tá ficando mais cara, então isso é um outro papo. Mas, ao mesmo tempo, o que eu tô vendo, especialmente em ferramenta de imagem e vídeo, é um aumento da precisão e da capacidade dessas ferramentas num custo menor. Tipo, isso aí é uma curva que tende a acontecer. E eu acho que tende a acontecer com IaaS de texto também.
Então, é a acessibilidade dessas coisas, de alguma maneira, ir melhorando. Por mais que a memória RAM esteja ficando mais cara, porque as empresas estão se movimentando para baratear isso. Então, isso é um lado. Então, essas melhoras incrementais de coisas que podem parecer pequenas, mas não são. E essas coisas vão mudando e melhorando, e eu acho que essa é uma tendência natural, se for a medida que ficarem mais hábeis. Aí, tem uma outra coisa que eu acho que é...
É pensar que a gente precisa... Você falou, pra onde a gente vai? Então, a gente vai pra um lugar que eu acho que as empresas vão começar a usar essas ferramentas mais e de um jeito ruim. Tipo, de um jeito que não vai ser bom. Porque as pessoas ainda têm também uma visão de que eu vou usar IA e IA vai substituir as pessoas.
E não é tanto assim. De fato, se você tem... Tipo, você tem uma IA que faz design pra você...
se você é um pequeno empreendedor, se você faz seu conteúdo, você não ia contratar um designer de qualquer forma e o seu conteúdo era feio e agora vai ficar bonito. E você ia trabalhar até mais tarde. Isso, e você ia trabalhar até mais tarde. Você ia ficar sobrecarregado, porque você tem que fazer o design desse negócio, porque você tem que ir no Canva, mas você tem que pensar qual é o mais gosto no Canva. Então, esse é um contexto mais real.
Só que numa empresa, o que vai acontecer na empresa é que ela não vai mais precisar. De repente, já tinha uma equipe de...
Seis designers, talvez agora ela só precise de dois ou três. Mas não é dizer que a ferramenta vai substituir a existência de um humano competente naquilo. É isso que a gente até falou no começo. Você precisa de pessoas muito bem treinadas naquela competência técnica.
pra guiar essa inteligência artificial, pra validar esse trabalho, ajustar esse trabalho. E sem isso, não adianta. Sua ferramenta não adianta. Então, onde eu... Não sei se a gente vai, mas eu acho que... A gente vai eventualmente, mas acho que a gente vai primeiro ver o oba-oba de tipo, da galera, talvez indo demais pra um lugar de substituir. Exatamente.
E o que a gente vai ver primeiro, na verdade, é um outro lugar, que não é as empresas que já existem, já estão estruturadas, tirando gente. Isso já está começando a acontecer em tecnologia, mas nos outros segmentos eu acho que vai demorar mais. O que a gente está vendo é negócios, empresas que estão surgindo agora, em cima do novo paradigma, que é eu consigo fazer aqui o que antes eu ia precisar. Eu só conseguiria fazer se a minha empresa crescesse, se eu conseguisse contratar seis pessoas, sete pessoas, dez pessoas.
Hoje eu consigo fazer eu e o meu clode com a minha conta. Então, esse é um lugar também.
Com relação à tecnologia em si, o pessoal fala da EDI, né? Que é a inteligência artificial geral. E alguns dizem que a EDI já é o... Já estamos aí. Tem gente que diz que é só marketing. Isso é discussão pra um outro programa. Agora, como vocês falaram assim, estamos a zero dia sem novidade, a sensação de que tudo fica...
obsoleto, rápido, é o que dá um pouco dessa angústia. E aí... Fomos contra. Eu queria que vocês falassem um pouco do formato que vocês têm, porque o que eu senti, tá? E acho que das pessoas que eu conversei, principalmente lá no evento, voltando pra cá, falando de ah, eu vejo que isso é uma coisa bem coletiva, que é...
Eu sei que tudo é acessível, mas eu prefiro fazer essa transição do jeito que eu trabalhava pra um novo jeito de trabalhar, não sozinha. Então, por que vocês fizeram uma imersão com a gente? Senta do meu lado e vamos fazendo, e conforme as dúvidas vão aparecendo, né? Porque a gente vai travando no processo. Você começa a fazer e, ah, já não deu. Aí é um detalhezinho que você vai lá e faz. Meia alfabetização mesmo. É, aí o que eu achei, assim, é…
Se eu vou fazer um curso de IA, na semana que vem já é outra coisa. E aí não faria sentido. Fala um pouco de qual é o formato que vocês entregam isso, porque eu acho que aí que tá o pulo do gato. É, o nosso... O pulo do gato. O slogan bonitinho é conhecimento da prova de futuro, mas a gente fala que... Foi o que a gente fez com vocês. Vou te ensinar a pensar IA, em vez de te dar isso, a informação pronta. Mas acho que é uma boa conexão até com a pergunta anterior de novidade que vem aí.
já temos a super inteligência artificial e tal. Eu, particularmente, a gente tem muito essa filosofia no Ian Cus, mas assim, eu...
estou preocupado, interessado com o aspecto prático, o que dá para fazer hoje, porque é tanta informação que eu vou focar no que tem hoje. E por que eu estou falando isso? Que os donos de todas essas empresas de inteligência artificial, inclusive da Antropica, que faz o Clod, estão sempre vendendo o futuro. Não, vem aí, nossa, estava conversando com ele aqui, um modelo que é só aqui dentro, eu chorei.
Só que eles estão há sete anos falando isso. No GPT-2, o Sainte-Mann falou assim, não, é perigoso demais para lançar para o mundo. Cara, o GPT-2, não sério. Sabe, a gente está no 5 agora. Então, eles estão vendendo porque eles precisam do dinheiro de investimento, eles têm interesse. Então, assim, antes de mais nada é, relaxa, foca no que dá para fazer hoje, foca na sua tarefa hoje, que vai resolver esse problema hoje, que já vai dar uma segurada na ansiedade. E aí, a história de origem do super-herói do Homem-Aranha...
do IA em curso, ia ser um curso. Ia ser, você ia dar play. E era um curso que ensinava você a fazer conteúdo de LinkedIn, de redes sociais, pra, tipo, ser médico, advogado, nutricionista e tal, quero gerar conteúdo. A gente marcou o estúdio, eu fui pegar a Ana e falei, ah, meu gato tá meio mal aqui, levei ela no veterinário. Enquanto a gente esperava, ela olhou pra mim e falou assim, não é um curso.
E aí ela explicou esse raciocínio de, cara, o roteiro que a gente tá levando pra gravar já tá desatualizado, já lançou coisa. Tem um meme que é tipo assim, aquele, você está aqui. Cloddy lançou uma nova versão, ele é o melhor agora. E essa é a setinha. Google lançou nova versão, Gemini é o melhor agora. É um ciclo, as empresas ficam competindo entre si, isso é ótimo pra gente. Então assim, é uma comunidade que tem curso, é da Play, tem PDF pra você baixar, pra você ler, tem guia, tem um monte de coisa.
mas o valor tá. A gente tem um grupo de Telegram que tá o dia inteiro lá. A galera literalmente se ajudando. Não é a gente sendo professoral. As pessoas tiram dúvidas e traz. E tem muito sentimento que eu digo que é o meu lema pessoal de você não tá maluco sozinho. Ah, achei que só eu reclamava do Clôs. Não, não, eu também. Eu tô puto com isso, não sei o que tal.
tem mentorias ao vivo pra tirar dúvida, pra gente trabalhar com a tela, compartilhando a Telefazer. Hoje, por exemplo, tem uma, mas é esse...
Mais do que essas materializações, é essa filosofia de aprender a pensar e a... Porque na hora que saiu o... Você não fez o workshop de cloud design com a gente. Você falou, ah, legal. Agora eu já sei. Eu estava tentando fazer essa coisa, agora tem essa ferramenta que deixa eu fazer. Saiu uma ferramenta que eu deixo o computador ligado em casa e pelo telefone eu falo, pô, Clody, esqueci aquela planilha que me manda.
Eu não preciso te ensinar. Óbvio que vai ter um videozinho lá, nossa, ensinando e tal. Mas é essa história de pensamento, de prática e de coletividade. Aí tem essa palavra que a Ana usou agora, a Cris falou alfabetização, a gente fala letramento, que é isso, assim. Eu vou te ensinar a pescar. Eu não vou te dar, olha aqui, a que ponto eu virei. Mas é isso. É você ajudar a pensar.
E essa coisa de tomar todo mundo junto nisso aqui. É, pra mim, a genialidade tá. Não é um curso, porque não adiantaria, né? Você saiu do curso, já não adianta o que você sabe. É uma formação continuada. Então, assim, é um pacote anual. Você vai ficar esse ano inteiro, é uma formação continuada. Então, eu não tenho capacidade de ficar acompanhando tudo que sai. Não dá, eu tenho mil coisas pra fazer. É isso. Beleza, vocês fazem a curadoria.
Na verdade, a gente tá pagando eles pra entender o negócio e contar pra gente como é que é, porque não dá tempo de ler tudo. Não dá tempo de ler tudo.
E tem gente que curte ficar no Telegram trocando ideias, desenvolvendo coisa. Tem gente que não. Quem não curte isso, a gente vai mandar o resumo semanal, a gente vai ter aula gravada. Mas as aulas são curtinhas. Aí, às vezes, a pessoa tá numa fase que ela vai dar um gás. Então, ela vai querer estar no Telegram. No outro mês, não. Mas aí, nesse outro mês, ela vai receber só o puro suco do que ela precisa saber. As pessoas não precisam saber que modelo que saiu ontem. Ai, porque saiu o novo GPT. Ai, mas o que isso significa? Numa boa.
A gente tá aqui pra te garantir que se a gente não falou sobre pra você... Tipo, eu assim, o que eu queria na minha vida... Porque a gente quer saber mais, eu gosto de saber coisas. Mas tem informações que eu gostaria de saber menos. Posso ter menos informações? Tipo, eu quero gente que, pra mim... Eu acho que a gente criou em curso e eu tinha muito isso na cabeça. Eu quero gente que me faça curadoria. A minha cabeça tá muito cheia. O que eu preciso ter de informação mesmo?
Tipo, eu preciso. É importante. Quando lembra da febre do deep-seek que eu vim aqui gravar? A real é. Não importa pra quase ninguém o lançamento do deep-seek na prática. Você não vai ficar pra trás se você não souber usar o deep-seek. É interessante que você saiba o aspecto geopolítico. Isso a gente também traz no Iain Cursos, que a gente acha importante. Mas tem uma confusão que é. Sai na imprensa que lançou um modelo novo. E agora?
Aí fica todo mundo, meu Deus, mas e o GPT? Eu usava o GPT, vou ter que mudar. Mas e agora? Mas eu vou ter o Claude. E se for o Gemini? Mas o que eu faço?
Tipo, gente, tá tudo bem. Vai ficar tudo bem. 90% desses lançamentos reais não importam no dia a dia e não tem impacto cotidiano. E outra, tá? Tipo, se você tá fazendo um processo com IA e esse processo funciona pra você hoje, e bem, você tá satisfeita.
Tudo bem você demorar quatro meses pra descobrir que tem um melhor, que vai melhorar o incremento. Você não precisa desse incremento. Você precisa saber a melhora quando a melhora é substancial. Quando você já tem um processo rodando, funcionando, ah, porque lançou uma outra que vai melhorar um pouquinho. Cara, não vou ficar te pentelhando.
cá, não precisa, vai na sua, você tá funcionando do jeito que tá, você não precisa do novo modelo novo do não sei o que, entendeu? Isso é secundário é, então é, curadoria a gente já falou do aspecto de comunidade, que eu acho que ajuda você a se interessar, você se envolver você, né continuar no processo é aquela conexão humana que ajuda a continuar e por fim, essa coisa de mão na massa que o Cris tava falando de mentoria que é
putz, eu tô fazendo aqui, eu parei num processo, eu vou nessa mentoria vou fazer a minha dúvida e se eu não tenho nada de processo, eu posso participar da mentoria porque as dúvidas dos outros, evidentemente, sempre foi assim te ajudam a... ah, eu parei aqui, ah, eu vi na mentoria que a Cris também parou nisso então assim, a pessoa abre a tela e a gente constrói com ela tipo, tem gente que vai lá, eu quero fazer o meu cliping de notícias e uns letters, entendeu? foi...
chocante, no melhor sentido possível, numa dessas mentorias, ah, vamos ver aqui o processo do Carlos. Aí a Ana começa a ler, assim, ah, o Carlos tem uma fazenda de azeite e ele criou uma ferramenta, aí eu assim, como é que é? Tipo, controlar os insumos e a hora certa de comprar com desconto. Aí o cara abre a tela e ele começa a mostrar a tela que ele fez. E aí ele tira a dúvida, tal, ah, é que eu quero só mandar a nota fiscal. Aí eu assim, cara... É muito legal que todo mundo pense assim, olha, eu...
Gente, eu não sei nada a ver com programação. Eu nunca progamei uma linha de código na minha vida. Mas olha isso, Gui. Sabe, isso é muito massa. Esse negócio de trabalhar pra ferramenta é muito engraçado. Porque ele fala, entre em tal site, crie um login e senha, faça uma conta. Não se preocupe, é um SQL, mas eu vou lhe dar. Oi? E qualquer coisa, tira um print da tela, me dá, que eu te mando onde você vai clicar.
Quem é? Virar estagiário do Cloddy. Muito bom. Bom demais, recomendo. Gente, como é que entra em contato, então? Ó, iaincurso.com.br A gente tem um cupom de desconto pra quem estiver ouvindo isso aqui. Olha só. É um bom cupom, tá? É um cupom de 20% de desconto. O cupom é MAMILUS. É só ditar MAMILUS no cupom no checkout.
Então, o IA em curso é isso. Se você quiser treinamentos específicos pra sua empresa, empresa grande, empresa pequena, uma imersão parecida com essa que a gente fez pro Mamilos, aí é só entrar em contato com a gente e também pelo mesmo site. Tem nosso e-mail lá. A gente também faz isso. Tá bom, também.
Fala o site de novo. www.iaicurso.com.br Ai, que lindo. É isso, Juliana. Você fez as pazes? O lance pra mim é para de ficar ansioso e fica encantado. Passa a ficar com mais tesão de adolescente de trabalhar porque você consegue ver as suas ideias tomarem forma no mundo porque você tem ferramenta agora pra isso sem custar bilhões de dólares. É isso aí, bora produzir. Beijo, gente.
Mamilos. Mamilos.
IA em Curso
Treinamentos e imers