Episódios de Ô de Casa, Podcast

VIDA NOS EUA: O QUE NINGUÉM TE CONTA COM KARINA DE LARA | T5 #73

03 de maio de 202640min
0:00 / 40:08

Neste episódio do Ô de Casa Podcast, Karina de Lara volta à varanda para uma conversa leve, curiosa e cheia de descobertas sobre a vida nos Estados Unidos.

Criadora do canal Dicas da Ka na América, ela compartilha como transforma o cotidiano em conteúdo — mostrando as diferenças culturais entre Brasil e EUA, desde comida e hábitos até situações do dia a dia como compras, descarte no lixo e curiosidades sobre lojas, produtos e até animais.

Karina já participou do Ep. 64 da Temporada 4: Negócio de Gente Brasileira falando de seu outro projeto: Canal Infantil Lukalelê.

Um episódio para quem ama entender o mundo além da superfície — com olhar de imigrante, curiosidade e muita troca.

🔗 Redes da convidada:
YouTube: @dicasdakanaamerica
YouTube (ES): @karinaenamerica
YouTube (infantil): @lukalele
YouTube (EN): @lukalele-english
YouTube (ES): @lukalele-espanhol
Instagram: @lukalele_oficial

#dicasdaKanaamerica #vidadeimigrante #odecasapodcast

Assuntos10
  • A Doce VidaDificuldades da imigração · Diferenças culturais · Choque cultural · Adaptação ao clima · Comida brasileira vs. americana
  • Dicas da Ká na AméricaCriação de conteúdo sobre vida nos EUA · Diferenças culturais · Hábitos de consumo e descarte · Animais e lojas nos EUA
  • Cidadania AmericanaProcesso de obtenção da cidadania · Mudanças recentes na lei · Diferenças entre estados
  • Cultura de Graça e AcolhimentoMóveis e objetos em bom estado nas calçadas · Oportunidade de reaproveitamento · Diferença cultural em relação ao Brasil
  • Diferenças regionais nos EUAChoque cultural entre estados (Califórnia vs. Michigan) · Influência do clima na cultura · Leis estaduais específicas (no-fault law) · Preconceito regional entre americanos
  • Mentalidade EmpreendedoraCriação de empresa (LLC) · Proteção de bens pessoais · Direitos autorais em canais infantis · Uso do AIM (Employer Identification Number)
  • Mudanças e adaptação em casaDiferenças na estrutura das casas · Manutenção externa da casa (grama, torneiras) · Costume de mostrar a casa no Brasil vs. EUA
  • Ser brasileiro no exteriorDilema entre ser brasileiro e se adaptar · Saudade de costumes brasileiros · Networking com brasileiros e nativos
  • Direitos autorais e músicaDomínio público · Gravação de músicas autorais · Adaptação de músicas existentes
  • Conselhos para imigrantesManter a mente aberta · Não ter medo de mudanças · Aceitar o desconforto como parte do crescimento · Provar comidas diferentes
Transcrição108 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Você passa alguma dificuldade morando fora do Brasil? Olá, bem-vindos ao canal Dicas da Cana América. Olha, vou te falar. Opa, dificuldade é o que não faltou. Olá, bem-vindos ao meu canal Dicas da Cana América. Você gostaria de ter alguém te dando dicas?

Olá, bem-vindos ao canal Dicas da K na América. Faz falta ter alguém assim pra te orientar, né? Olá, bem-vindos ao meu canal Dicas da K na América. Mas a gente tem, a gente tem. E ela tá aqui conosco. Ô de casa! Opa, podemos entrar?

Bem-vindo ao Ode Casa, um podcast que fala das delícias e angústias de ser brasileiro vivendo fora do Brasil. E nessa temporada, a varanda está aberta para falar sobre assuntos que inspiram, conectam e fortalecem a comunidade brasileira fora do Brasil. Então puxa a cadeira, pega o pão de queijo, que o Ode Casa está começando!

Mas já vai lembrando de deixar o seu like, clicar no joinha, se inscrever no canal, compartilhar, fazer comentários. Isso tudo ajuda demais o canal a crescer. Afinal, é uma iniciativa da comunidade brasileira para a comunidade brasileira. Isso mesmo, Fê. E olha só, Fê, você passa alguma dificuldade morando fora do Brasil? Você gostaria de ter alguém te dando dicas? Olha, vou te falar.

Opa! Dificuldade é o que não faltou. Você sabe que antes de mudar pra cá, eu consultava, quando eu soube que eu ia morar em Michigan, eu achei um canal na internet de uma moça que falava dicas sobre Michigan, que eu achei super legal na época, eu assisti todos os vídeos, me ajudou bastante. Eu acho que ela não continuou mais o canal, mas faz falta ter alguém para te orientar.

Faz principalmente, Fê, por coisas cotidianas, né? Porque a gente vem de uma cultura fazendo tudo aquilo ali desde que a gente aprendeu a ser gente. Aí a gente chega no mundo dos outros e a gente fica meio perdido. Então, assim, ia ser muito bom se a gente tivesse, né, Fê? Alguém para dar dicas na América? Mas a gente tem, a gente tem. E ela está aqui conosco.

Hoje nós vamos falar com a Karina. Ela tem um canal incrível, Dicas da Ká, onde ela traz informação valiosíssima para quem pretende morar aqui nos Estados Unidos. Karina, seja bem-vinda hoje de casa novamente. Oi, Karina. É um prazer estar de novo aqui com vocês.

Ai, que legal, que legal. E hoje com outra perspectiva, né? Porque sim, gente, Karina está voltando, ela já esteve aqui com a gente, ela contou um pouco da história da Luca Lele, então quem não assistiu o episódio, volta lá. Mas hoje nós vamos falar de dicas para viver na América, nada melhor do que falar com a pessoa que está fazendo disso uma profissão também, né, Kar? É, é verdade.

Mas, ó, então, como você já veio, tá voltando, você sabe que a gente sempre pede o convidado pra trazer uma música que o inspire naquele momento. Então, você já trouxe uma música pra gente no outro episódio, mas hoje, que música brasileira te inspira hoje?

Bom, é uma música bem brasileira que eu me recordo toda minha infância escutando, meus pais colocando, é Aquarela, que é do Toquinho. Essa música, ela é linda, né? Ela tem uma letra maravilhosa e ela fala sobre infância, né? Traz uma parte bem inocente, né? De cada um de nós. Uma poesia, né? Uma poesia. E ela fala basicamente de uma folha em branco, né? A nossa vida é uma folha em branco.

E a gente pinta aquilo que a gente quiser, né? Então, deixa uma mensagem muito bonita, né? A gente tem que aproveitar a nossa vida e tentar realizar os nossos sonhos, né? E aproveitar enquanto essa folha está disponível para a gente pintar. Então, é isso aí. A gente tem que aproveitar a nossa vida e tomar as nossas decisões, né? Para que seja da melhor forma possível, para que a gente seja feliz e não se arrependa depois.

É isso aí, nó legal. Carina, você já explicou para a gente da outra vez que você veio, por que você veio aqui para os Estados Unidos, o que aconteceu. E eu vou deixar aqui nesse vídeo, no card, o link para o vídeo que a Carina, nesse vídeo ela participou da temporada Negócio de Gente Brasileira, enfim. Vou deixar aqui para vocês reverem, mas conta para a gente brevemente qual foi o motivo que te trouxe para os Estados Unidos.

Então, foi quando meu marido recebeu uma proposta de transferência da empresa que trabalhava no Brasil pra vir trabalhar aqui, né? Então, a gente veio por essa empresa pra ficar mesmo, né? Então, ele veio pra ser localizado, né? Então, sem perspectiva de volta, a gente veio pra ficar. Nossa, que resposta, hein?

Passagem só de ida. Eu achava que tinha volta, mas não. Tem, né? Tem, tem. A gente sempre tem pra onde voltar, né? Isso é uma coisa que a gente sempre fala aqui no canal. A gente pelo menos tem pra onde voltar. É bom saber isso, né?

Não é? É, dá um conforto. Ô, Ká, mas então hoje a gente está trazendo aí um assunto bem bacana, que são dicas, então conta pra gente, o que esse tema tem a ver com você, o que é o Dicas da Ká?

Conta aí. Por que que ele é importante, né? Certo. Isso, por que que ele é importante pra comunidade brasileira? Então, só pra relembrar, eu tenho outros canais no YouTube que eu comecei em 2017, 2018, mais ou menos.

E o Luca Lelê é o meu canal principal, que é o infantil. Mas eu também senti a necessidade de compartilhar aquilo que eu passei aqui, né? Desde quando eu cheguei aqui nos Estados Unidos. E dicas para aqueles que iam iniciar esse processo também, né?

Como a Fernanda falou, existem muitos canais que falam sobre a vida nos Estados Unidos, especificamente de Michigan, eu não encontrei muitos, então eu vi uma oportunidade de conseguir dividir a minha experiência com brasileiros que saem do Brasil para vir morar aqui no exterior. A maioria das minhas experiências é aqui nos Estados Unidos, mas eu tenho certeza que...

pode ser usado para brasileiros que vão para outros lugares também, que é a experiência de vida, né, de você mudar do seu país de origem.

E por onde, porque assim, são tantas coisas pra compartilhar, né? Por onde que você começou? Você falou, gente, por onde que eu fico? Eu fico me imaginando no seu lugar, não sei por onde começar. Eu tinha muitas pautas na cabeça, muitos assuntos, e tem muita coisa pra falar. Sobre perrengues que a gente vive aqui, problemas com idioma, cultural, choque cultural que a gente sofre quando a gente muda pra cá, né?

Mas eu tentei focar naquilo que eu tava vivendo naquele momento. Então, eu comecei o meu canal no inverno. É o inverno de Michigan, é super marcante, com muita neve. Então, isso... Inesquecível, né? Inesquecível. Quando eu me mudei pra cá, era inverno.

Então eu senti muitas dificuldades pra me acostumar com isso, né? Então, meu primeiro vídeo é a respeito da neve. Eu falo sobre algumas dicas pra você se adaptar a esse clima, né? A gente chega no Brasil com uma... O inverno do Brasil é totalmente diferente daqui. Então as nossas roupas não são apropriadas.

Se você não tomar os devidos cuidados, você pode adoecer, que foi o que aconteceu comigo no primeiro mês que eu mudei pra cá. Não tem um vídeo no canal ainda falando sobre isso, mas quem sabe já é um spoiler dos próximos vídeos. E não somente sobre o clima, mas meu intuito também é falar sobre a parte cultural, que é o que mais pega pra gente, né?

Então eu tenho até um vídeo sobre isso, que eu falo sobre diferenças de comidas brasileiras e americanas. A gente sente bastante, principalmente quando a gente começa a entrar em contato com americanos, quando a gente visita a casa de americanos, né? E a gente sente bastante essa parte da comida, né? Do alimento, bem diferente.

e a forma como eles reagem. Então, o brasileiro que não viajou para fora, ele não tem essa visão de como é essa cultura americana. Será que eles são mais frios? São mais frios em alguns pontos, mas essa frieza, às vezes, é simplesmente cultural. Quando a gente passa a conhecê-los melhor, eles melhores, a gente vê que a gente tem coisas em comum também. E é isso que eu quero passar no meu canal, mostrar as diferenças e aquilo que a gente tem em comum.

Ah, bacana. Qual que é o vídeo que hoje você falar esse, nossa, esse aqui não podia deixar de existir, esse, que bom que eu fiz esse vídeo. É um vídeo sobre algo que eu sempre via quando eu passava dirigindo nas ruas, eu não imaginava que teria uma aceitação tão grande pelo público, mas tem porque é algo muito diferente que a gente não tem no Brasil, que é a respeito do lixo americano.

Então eu acredito que vocês também já viram, né? Quando vocês estão dirigindo lá o dia do lixo, a gente vê coisas na calçada que no Brasil jamais a gente vai ver.

Às vezes a gente vê móveis novos, coisas que ainda estão em perfeitas condições de uso. E é cultural, né? Eles colocam para fora e deixam ali na calçada. Então, eu tenho um vídeo sobre isso, explicando por que os americanos têm esse hábito. E esse foi um vídeo que eu me sinto bem de ter feito para mostrar como que a cultura americana é nesse sentido.

E tem dado bons resultados esse vídeo. E é interessante porque se a gente pensar, o americano é consumista, né? Então fica parecendo que é meio o oposto, sabe? De deixar uma coisa na porta da sua casa para a pessoa pegar, né?

Mas lembrando que as coisas geralmente estão em boa condição de uso, né? Você não pode deixar até por muito tempo. Eu não sei se tem um prazo certo, mas é muito interessante a gente ver. Você passa na rua, sei lá, daí duas horas você passa de novo no mesmo lugar, a coisa já desapareceu. Exatamente, e a cultura deles? Na verdade, eles estão descartando, mas eles também estão dando uma oportunidade para alguém que esteja passando por ali e precisa daquele item.

de pegar aquilo pra eles, né? Então é... Não é sempre um desperdício, também é uma oportunidade.

Eu tenho uma história pra falar sobre isso, porque eu caminho muito cedo, todo dia, né? Porque meus filhos vão pra escola muito cedo, então, assim, sete horas eu já tô caminhando. E aí, já faz um tempinho, acho que faz uns seis meses, não, faz um ano, eu tava caminhando sozinha de manhã, era inverno, então tava escuro ainda, não tinha ninguém, enfim. E aí, gente, na rua de cima aqui, eu vi uma mesa de pingue-pongue.

pra doar na esquina aí eu fui lá, olhei a mesa a mesa perfeita, ela tava fechadinha assim e ela tinha rodinhas e ela tava com a capa ainda também, a capa da mesa falei, gente uma mesa de pingue-pong, os meninos vão adorar aí eu liguei pro meu marido lá e falei, vim pra cá, tem uma mesa de pingue-pongue, vem com o carro pra gente pegar退退

Tá bom. Aí ele foi lá com o carro, chegou, gente, a mesa era tão grande que ela não cabia no carro, não tinha como colocar o carro, apesar de ser grande, né, não tinha como colocar. E eu falei, putz, e agora o que a gente faz? Ele falou assim, ah, vamos levar empurrando, né, porque ela tinha rodinhas.

vamos levar empurrando. Só que assim, não tava tão pertinho de casa, sabe? Aí eu falei, não, então vamos. Só que, gente, tava um frio, um frio e eu não tava de luva. Minha mão começou a congelar. E eu falei, acho que eu não vou aguentar chegar lá com a mão pra fora do bolso, né? Empurrando.

A mesa. E ele estava de luvas. Aí ele falou, não, beleza, pega o carro porque deixa que eu levo. Aí ele falou que ele foi caminhando, ele foi, né, caminhando, empurrando a mesa de pingue-pongue todo o caminho. Aí iniciam passando outras pessoas que fazem caminhagem. Oh, legal isso daí, né?

Aí, no final, a gente trouxe a mesa pra casa e os meninos usaram, o verão. Então, assim, né? Muito útil. Valeu a pena, né? É isso, é um exemplo do que acontece. É interessante. A mesa tá aqui ainda. Eu falo que é o oposto, porque eu acho engraçado isso, né?

o brasileiro às vezes olha alguma coisa do lado de fora e vai falar, é lixo, não vou pegar, ou se sentir inferior por estar pegando uma coisa que era usada de outra pessoa, e eu acho que a cultura deles, na verdade, apesar de ser consumista, é do não desperdício nesse sentido, né, porque acaba que é o que você falou, dá oportunidade da pessoa, às vezes nem tá precisando, mas olha e fala, nossa, eu posso, né, então eu acho que o reaproveitamento, eu acho que a questão aqui é o consumismo e o reaproveitamento, né,

É engraçado, porque uma vez eu estava conversando com uma amiga americana sobre esse vídeo que eu postei. E fez ela pensar, falou, uau, então o que será que os brasileiros pensam da gente? Que a gente deixa as coisas passadas, né? Então, às vezes eles também não param para pensar nesse ato cultural que eles têm. Mas é algo interessante para compartilhar, né?

Sim, sim. Mas você sabe, Karina, eu fico pensando, porque depois que a gente fica morando um tempo aqui, as coisas começam a ficar normais, né? Você não se surpreende mais, né? E aí, pra mim, é um exercício difícil de eu pensar com a cabeça de quem tá chegando, sabe assim? Porque às vezes eu penso assim, eu paro de perceber quão diferente é de ter o olhar que eu tinha quando... lá atrás, sabe assim?

É, e isso bloqueia um pouco, porque tem coisa que fica normal, que eu nem penso em postar ou compartilhar, mas se eu compartilhasse, eu acho que ia fazer diferença. Eu não sei se você já sentiu isso. É isso que eu sinto, é exatamente isso que eu sinto. No começo, tudo era diferente, até os esquilos que a gente vê na rua, que hoje em dia vira normal, natural, quando eu chegava, eu não podia ver um esquilinho na rua, que eu, meu Deus, que lindo!

no Brasil também então eu também, hoje já faz oito anos que eu tô aqui eu também tenho que fazer esse processo de lembrar aquilo que me surpreendia quando eu cheguei

Então, às vezes, alguma coisa passa batido, né? Mas é por isso que é bom o canal, né? Eu sempre tenho a oportunidade de poder compartilhar essas novidades. Isso aí que você tá falando é uma coisa interessante. A gente voltar até aquele sentimento que a gente tinha quando a gente chegou. E eu acho que é um sentimento até de surpresa. E que é um sentimento que eu acho que a gente tem que manter. A gente tem que estar sempre pensando, assim, o que que tá me fazendo?

Porque, no fundo, a gente fica assim, o que está me fazendo levantar hoje? Eu acho que é até isso. Porque a gente tem que olhar as coisas como se fosse a primeira vez. Lógico que é muito difícil. A gente se acostuma, né? Mas eu acho que, no fundo, é... Exato. Uma coisa que sempre me chama a atenção aqui, que é um costume que a gente tem no Brasil, que é quando a gente chega na casa da pessoa, principalmente quando a pessoa, sei lá, acabou de se mudar ou acabou de construir a casa.

A gente tem o hábito de fazer um tour pela casa, para mostrar a casa para a pessoa, né?

É mesmo. Pra mostrar. Ai, olha o que eu fiz nesse banheiro, olha como é que é o chuveiro, se tem banheiro, olha como é que é a minha banheira, né? Ou vai na cozinha, olha que móvel diferente que eu consegui comprar, olha que fogão estratégico, sei lá. A gente tem esse hábito no Brasil.

E aqui não tem isso, né? Porque as casas são basicamente a mesma coisa. Toda casa tem máquina de lavar louça, micro-ondas, fogão e geladeira já da casa, máquina de lavar e máquina de secar. Móveis da IKEA. É tudo mais parecido, né?

Exato, é um padrão por mais que tenha diferença financeira é sempre a mesma coisa ainda te chama atenção alguma mudança dentro de casa, o que que você

levanta, assim, de dentro de casa? O que você vê? Eu acho que a gente tá sempre aprendendo aqui, né? Porque por mais tempo que a gente passe aqui, a gente não é daqui, né? Então tem sempre alguma coisa diferente, alguma coisa que a gente tá aprendendo. Então, eu já mudei de casa, eu morava em uma casa e mudei recentemente, faz o que, dois anos pra essa que eu tô agora.

Então, simplesmente, o processo de você mudar de casa, já teve várias coisas que eu vi de diferente, sabe? Até mesmo lidar com a parte externa da casa, que a gente tem a grama. No Brasil, não é tão comum, né? Então, quando acaba o inverno, precisa fazer aquele...

abrir todas as torneiras, que é enterization, enterization no inverno, né? Pra fechar as torneiras e não congelar nada. E no verão você abre tudo. Então, imagina, isso é um processo que nunca a gente fez no Brasil, né? E até a Clarissa falou sobre essa questão de mostrar a casa. Eu passei por isso também, de receber um casal, um americano casado com uma brasileira. E bem recente, assim, tinha acabado de mudar. E eu tinha isso também. Ah, então vou mostrar a minha casa, né?

E eu me lembro que o americano, né? O marido da Elf, mas por que ela vai mostrar a cara? Eu percebi, né? Não tava entendendo por quê, né? Ela sim entendeu, brasileira, não entendeu. É tipo, eu não vou comprar a casa, né? Eu lembro de ver a expressão facial dele. Ah, legal, legal. Então, é. Se eu for um tempo, a gente muda, né? Já não faria mais isso, mas faz parte da história. Da nossa história. Exato.

Mas sobre quais temas que você já postou no seu canal? Quais dicas que você já falou? Por enquanto é um canal em crescimento. Então não tenho tantos vídeos. Mas já mostrei essas curiosidades. Sobre o lixo americano. Sobre os tipos de animais que a gente vai encontrar na rua dos Estados Unidos. Diferenças culturais.

Sobre comida, sobre coisas que a gente faz no dia a dia. Também tenho vídeos, é um projeto que eu estou fazendo agora sobre a cidadania americana. Então, eu já tenho dois vídeos sobre isso, pretendo continuar o processo. Por enquanto, são esses assuntos. E sobre a cidadania americana é algo que interessa bastante. Tem muitos vídeos, mas a gente fica um pouco inseguro.

pra passar por esse processo então todos os vídeos que a gente puder assistir que vai ajudar que alguém traz alguma coisa diferente, é bem relevante pro nosso processo e eu acho que é bem isso mesmo às vezes a gente tá vendo um assunto que tá bombando na internet, mas cada pessoa tá focando em uma parte daquele assunto então é legal ter uma diversidade pra você às vezes se interar de pontos de vista diferentes, né então eu mesma é...

A gente, eu e a Fê, nessa busca de o que nós vamos falar no canal, a gente fica assim, ah, mas esse assunto, ah, mas nós vamos falar sobre isso de novo, ou ah, mas será que isso é interessante? Mas eu acho que depende de quem está assistindo, do ponto de vista de cada um. Então, eu acho que é uma riqueza que não tem fim, mas imagino os outros desafios que você pode estar enfrentando para fazer esses vídeos.

Que desafio que você ressalta, assim, que é mais complexo em fazer vídeos de dicas para as pessoas? Um desafio é porque a gente está ensinando algo, então é uma responsabilidade. Então, esse é o primeiro desafio, é fazer com qualidade, é mostrar de verdade a realidade aqui, né?

O outro desafio, especificamente pra mim, que trabalho de casa e tenho as crianças aqui pra cuidar, é conciliar os vídeos e ao mesmo tempo não deixar as crianças, né? Não deixar os cuidados que são prioritários pra mim, né? São mais importantes. Então é esses dois desafios que eu encontro. Porque na verdade eu amo fazer os vídeos, né? Quando a gente gosta daquilo que a gente faz não é tão complicado, né? É.

Carine, os vídeos que você faz, você sempre faz dentro de casa ou você faz em loco? Mostra como é, porque tem muitos canais que mostram como é na rua, como é a escola, enfim, e que isso é toda uma dinâmica de produção diferente, trabalhosa também, né? Eu tenho que focar um pouco dos dois.

O meu objetivo não é vlogs. A gente vê muitos canais que a pessoa mostra bastante da vida, o que ela faz realmente, né? Às vezes por uma ou duas horas seguidas. Então, o objetivo do meu canal é mostrar realmente as curiosidades e dicas de uma forma mais focada. Então, eu posso mostrar algumas coisas fora, mas eu também gosto de colocar, assim, coisas na tela, sabe? Explicações, como funciona.

Não somente mostrar a minha vida, mas mostrar uma visão ampla das coisas. Então, eu tenho gravações fora, quando é necessário mostrar alguma coisa fora. Ou se não, eu também faço vídeos explicando, explicando e mostrando na tela os assuntos.

Ok, a gente já falou na outra temporada sobre empreender, né? E sobre empreender com conteúdo de internet. Qual que é a burocracia que você enfrenta para fazer esse tipo de vídeo? Então, eu tenho outros canais. Então, o Dicas da Ká, ele não é um canal com muitas burocracias. Então, eu simplesmente faço os vídeos, tenho trabalho de edição.

E a postagem. Mas, por exemplo, o canal Lucalele, que é um outro canal que eu tenho, que é voltado para o público infantil, para esse canal eu criei uma empresa, é o Si, que é um modelo de empresa para pequeno, de pequeno porte.

E quais são os benefícios de ter essa empresa, né? No ramo de músicas, que é o Luca Lelê, é muito comum ter problemas com direitos autorais, né? As pessoas reivindicarem direitos autorais. Então, quando você tem uma empresa LC, os seus bens pessoais ficam separados do jurídico. Então, é uma proteção. É uma proteção que a gente tem, né? Se caso acontecer algo parecido.

E outro benefício é porque você não precisa expor os seus dados pessoais, o seu social security number. Você tem um número específico que eles te dão, que chama AIM, é um número da empresa, então você usa esse número para receber do YouTube e para fazer outros tipos de negócio, né?

Isso pro Lucalele, que é voltado à música, né? Que é um pouquinho mais delicado. Mas pro Dicas da Cá, não tem muita burocracia. É simplesmente o tempo que envolve de você gravar os vídeos, né? E a postagem no YouTube. É o trabalho que dá, né? Não tão simples, mas não tão complicado. Isso que você falou.

Isso que você falou é muito interessante, essa coisa das músicas, né? Porque eu sei que no canal do Luca Lelê, vocês têm algumas músicas que são autorais e outras músicas não, né? Mas a voz, enfim, vamos dizer assim. Quem que canta? É o seu marido, né? É eu e ele. Nós dois. Que canta?

E às vezes tem nossos filhos também participando em algumas músicas. Ok. Então, aí vocês, vamos supor que você coloca uma música que não é sua, é de uma música X de alguém, e daí vocês cantam. Como que vocês lidam com essas barreiras que o YouTube coloca de direitos autorais? Explica um pouquinho como funciona isso. Então, algumas músicas são de domínio público.

Então, músicas que já existem há muito tempo, né? Às vezes mais de 100 anos, acabam se tornando de domínio público. E essas músicas, a gente é livre pra utilizar elas. Então, é lógico, a gente não vai pegar a música original e simplesmente colocar. Então, como meu marido toca também, então ele toca essa música, a gente grava, coloca a nossa voz e usa nos nossos vídeos.

Agora, quando não é de domínio público, é um pouco mais delicado, então a gente precisa gravar por nós mesmos, usando a nossa voz, o nosso instrumento, e tentar colocar algo diferente, né, pra não cair nos direitos autorais. Não sei. Ah, entendi. Mas é interessante. Pode falar.

Não, eu ia falar isso, que é só dica, né? É o episódio das dicas, gostei. É, é. Então, conta pra gente aí, qual que é a... o que você está planejando para as próximas dicas? O que está vindo aí? Você falou assim, eu não falei sobre isso ainda, e é o momento de falar. Uau, tem muitas coisas.

A lista é grande. Da spoiler. Então, a princípio, é fazer mais vídeos a respeito da cidadania americana, como tirá-la, porque houve algumas mudanças e muitos estão procurando mais informações sobre isso. Inclusive, eu estou nesse processo, então eu consigo dizer como que...

Como que as coisas vão se desenrolar, né? Então, eu ainda não finalizei, ainda estamos no processo, então eu vou conseguir falar melhor sobre isso, né? Nos próximos meses. E tenho muitos assuntos, assuntos diversos, né? Até quando os nossos pais, nossas famílias visitam a gente, eu sempre pergunto pra eles, o que que tem aqui nos Estados Unidos que te impressiona?

Porque realmente a gente se acostuma, né? Depois de alguns anos aqui, a gente se acostuma. Então eles também dão sugestões. Olha, fala sobre isso, isso aqui é diferente. Ah, o caminhão do lixo levantando automático. O lixo é uma coisa que não tem no Brasil.

Então são coisas que eu também já utilizei. Eu sempre pergunto pra eles, assim, né? Mas tem muitos assuntos pra falar. O tamanho dos produtos pra colocar na geladeira, né? Meus pais, quando vieram aqui a última vez, eles ficaram impressionados com o tamanho do queijo ralado enorme, né? No Brasil a gente compra aquele pequenininho aqui, aquele pote grande. Parece de tu mesmo, né? Os itens aqui bem grandes.

Não, gente, é só comprar o chiclete, né? Você não compra um pacotinho de chiclete, um, sei lá, pequenininho. Você compra um negócio desse tamanho que tem 12, né? Um fardo. Um fardo de chiclete. E assim. Mas sabe o que eu acho interessante? Ah, pode falar. Pode falar. Pode cortar.

Eu falo assim, o que eu acho interessante é mesclar, sabe, assuntos que são sérios, né? Tipo a questão da cidadania e outros assuntos nesse mesmo ramo e assuntos considerados mais cotidianos, que são mais leves, vamos assim dizer. Eu acho que esse balanço também deve ser bem difícil de fazer, né? Primeiro que você já acostumou, então às vezes o cotidiano nem é tão interessante. Você pensa, né? Ah, isso não é interessante falar.

Eu imagino que isso acontece. E às vezes aquilo que a gente acha que não é interessante, a gente tem que falar. Porque pra alguém pode servir, né? Então eu tenho tentado pensar nisso, em colocar tudo. Tudo que eu vejo diferente, que a gente não viveu lá no Brasil, vou falar aqui, colocar, né?

E vai atender públicos diferentes, né? Vai trazer vários tipos de público aqui para o canal. É que às vezes a gente não fala uma coisa, porque acho que tem muita gente falando já, né? Então, sei lá, vamos supor, vamos falar sobre, sei lá, comprar casa, vai, burocracia de comprar casa. Ai, mas tem tantos vídeos, tanta gente falando, sei o que, mais um falando.

Mas a abordagem pode ser diferente, o olhar pode ser diferente, ou então pode ser específico para aquela cidade ou para aquele estado, né? Então sempre tem um espaço, né? E até assim, experiências vividas, né? Eu não consegui compartilhar isso em nenhum vídeo por enquanto.

Mas, por exemplo, assim que a gente chegou aqui em Michigan, a gente sofreu um acidente logo nos primeiros meses. Eu nunca passei por isso no Brasil. Eu nem sei como é passar por isso no Brasil. Mas eu fui passar por isso aqui, né? Então, é como lidar com esse tipo de coisa? Para que você tem que ligar? Onde você tem que ir? Que atitudes?

Você vai gravar um vídeo sobre isso? Sim, eu tenho que gravar sobre isso. Mas é claro, tem diferença dependendo do estado, né? Por exemplo, Michigan tem aquela lei do no-fault law, que cada um paga a sua, os seus custos ali. Eu sei que em outros estados é diferente, mas eu foco mesmo no estado de Michigan, né? Que é onde eu vivo agora. Então, assim, a vivência vai trazendo mais inspirações pra gente, né? Tem muito assunto, tem muito assunto pra falar.

É, diga que não falta, né? Então, mas isso que você falou também sobre como é diferente de um estado para o outro aqui, as leis, muda demais, que não é igual, no Brasil não é assim tão diferente, claro que muda costume, né, muda alimentação, sotaque, mas assim, dinâmicas são basicamente as mesmas, assim, de burocracia, de documentação, então, tipo assim, aqui você muda de estado, você tem que tirar outra driver license, outra...

habilitação, você tem que isso daí faz com que seja muito específico por estado mesmo, né? E eu tava conversando com uma americana que eu conheci num evento e ela é da Califórnia e ela mudou pra Michigan há três anos atrás

E ela foi falando comigo, parecia que ela vinha de outro país. Ela estava falando para mim o choque cultural que ela está tendo morando em Michigan. E ela...

é americana da Califórnia. Desde do clima, que é muito diferente, das pessoas, da linguagem, da educação, tudo. Aí eu falei, gente, olha como é louco isso, dentro do mesmo país é tão diferente e ela estava...

É, eu também acho isso. Nossa, na Califórnia, sim. E aí a gente vê que o clima, ele dita muito de como as pessoas são. Então, ela estava falando que na Califórnia as pessoas são muito mais abertas, você realmente vai na casa do vizinho. Não igual ao Brasil, mas tá, ok. Melhor, né? E aqui...

É, e aqui as pessoas são muito mais reservadas, demora pra você ganhar confiança e tal. Então ela tava sentindo isso. Isso é muito interessante, né? Muitos meses de inverno dentro de casa, isso moldou a cultura de Michigan. Em que você não fica, né? Não é costume você ficar indo muito, saindo muito pra fora de casa.

Aqui em Minnesota é a mesma coisa. E eu fico pensando assim, é muito diferente mesmo esse choque cultural que a gente vive, porque no Brasil, como a Fê falou, vários lugares basicamente as mesmas leis, porque lá também tem isso, o governo determina os estados, aqui não, cada estado é independente para definir o que ele vai fazer ou não. Então isso já é um choque cultural.

E aí eu fico imaginando também a dificuldade da gente dar a dica pra pessoa e a pessoa, e tá dando a dica certa, sabe como? De falar assim, será que eu tô falando isso certo? É a vivência que eu tenho, né? Então, sempre que eu vou compartilhar alguma coisa, eu falo, gente, o pessoal do Brasil pergunta, ah, como é que é isso nos Estados Unidos? Então é aquilo, nos Estados Unidos, eu não sei. Aqui, eu sempre direciono feminismo. Funciona, né?

porque senão a tendência é a pessoa achar que nos Estados Unidos é desse jeito em qualquer lugar que você vá e a gente sabe que não funciona desse jeito e que aqui também no Brasil a gente vê um pouco isso, mas eu acho que aqui, o que eu sinto é que cada lugar

tem o seu próprio sotaque, obviamente, mas eu sinto que os próprios americanos conseguem identificar, eu não sei se isso é real ou se é experiência própria, tá? Um certo preconceito com quem mora em tal região ou em tal região. Eu não sei, no Brasil talvez exista isso também, a gente sabe que existe, mas lá como a gente é brasileiro, a gente tem de abraçar mais as pessoas e aqui eu sinto que eles meio que rejeitam determinadas regiões. Eu sinto isso, né?

É, eu sinto um pouco isso. E acho, não sei os outros estados, mas Michigan é um estado em que os que são de raiz mesmo daqui, eles não viajam muito pra fora, os americanos. Então, muitos deles nem conhecem o mundo lá fora, né? O funcionário que trabalha com meu marido falou pra ele, falou assim, você conhece mais os Estados Unidos do que eu? Porque eles não têm mesmo.

Não, nem viajar dentro, nem viajar para fora. Mas também quem conhece, o americano que conhece outros lugares, eu acho que não é nem considerado americano, é considerado cidadão do mundo, porque se sair uma vez, a cabeça já é outra.

Então, Karina, você já esteve aqui, você já respondeu essa pergunta, então eu só vou fazer para ver se alguma coisa mudou. Mas, de repente, não mudou. Morar fora do Brasil te tornou menos ou mais brasileira e por quê? Eu, por enquanto, ainda continuo nesse dilema.

De que sim ou não. Às vezes sim. Às vezes eu sinto muita falta de coisas que eu vivia no Brasil. Estar com a família. Poder comprar um pastel na feira. De quarta-feira ou de domingo. Pastel. E muitas outras coisas, né? Mas eu acho que se eu voltasse para o Brasil hoje. Eu ainda continuaria sentindo falta de algumas coisas daqui. Então...

Em alguns momentos eu penso que sim, eu tô sentindo aqui o peso da cultura brasileira, né? E às vezes não, às vezes eu gosto de estar aqui. Então, por enquanto ainda continuo com o mesmo pensamento.

isso é bom muito obrigada de novo por ter participado com a gente, trocado essas dicas, dica nunca é demais, mesmo pra quem já está aqui ver outro ponto de vista é sempre muito legal agrega

E aí eu queria te fazer uma pergunta, se tivesse uma máquina do tempo, onde não existisse dicas da Cana América, o que você gostaria de dar dica para você mesma antes da imigração?

É, eu que gostaria de ter uma máquina do tempo Pra voltar assim Bom, eu diria Pra manter a mente aberta Porque assim que a gente Sai pra outro país A nossa mente muda totalmente A gente aprende muita coisa nova Então eu diria, vá com a mente aberta Não fique com medo de mudanças

Há um período de desconforto que é perfeitamente normal para qualquer um que migra, mas esses desconfortos também fazem a gente crescer, né? Então, faz parte do processo. Sofrer um pouquinho ali faz parte do processo. Porém, existem coisas que ajudam a gente nesse processo, que é manter o nosso networking.

E networking não significa só o lugar onde você está, mas aonde você veio. Então, mantenha contato com pessoas que você gosta, com seus amigos, com a sua família lá do Brasil. Hoje em dia, a gente tem tanta facilidade na internet, tem WhatsApp, mensagem, Zoom, tem muitas possibilidades para continuar mantendo contato.

Então, esse networking, né, da nossa família, que dá aquele aconchego, né, ajuda muito no nosso processo de adaptação e também fazer o networking aonde você está. Então, procure pessoas brasileiras, também não foque somente em brasileiros, mas também em pessoas nativas, americanos, para que você conheça mais a cultura.

Não ache tão estranho comidas diferentes? Tente provar o máximo que você puder e quando você menos perceber, o tempo passou e você já está se adaptando ao lugar.

Muito bom, Karina. Eu desejo que você continue compartilhando na internet todas essas dicas que são valiosas, ajuda demais o pessoal que está vindo para cá, que acabou de chegar, que sabe que vai vir, ou as pessoas que estão aqui também mesmo. É super importante, então parabéns pelo trabalho. Obrigada. Desejo muita sorte, espero que o canal cresça muito. Obrigada, desejo também o mesmo para vocês e agradeço a oportunidade de conversar com vocês.

E deixa aí de novo qual o nome do canal e onde te achar. Então é Dicas da Cana América, é o meu canal onde eu dou dicas aqui sobre os Estados Unidos. Também tem esse canal em espanhol, que é Carina em América. São dois canais em crescimento. Quero compartilhar também o Luca Lele, que é um canal infantil, com músicas originais, músicas populares, que ajudam as crianças a aprenderem de forma tranquila, divertida.

E também temos esse canal Lucalele Português, Espanhol e Inglês. E também temos as plataformas Instagram, TikTok, que é lucalele__oficial. Que é Lucalele no Spotify. Então, se vocês quiserem ouvir as nossas músicas originais, é só buscar o Lucalele lá no nosso...

no canal Spotify. Que legal! Ótimo, nós vamos deixar tudo na descrição do vídeo também. E gente, vou deixar só meus recados, então como vocês sabem, é importante compartilhar, comentar se inscrever dar um like assim como a Karina, o OutCase é um canal da comunidade brasileira para a comunidade, então o apoio de vocês ajuda demais a plataforma entender que é relevante e que vale a pena ser distribuído para mais pessoas

Isso aí, então siga a gente nas redes sociais, Spotify, tem uma playlist maravilhosa com músicas que inspiram nossos brasileiros mundar fora, e pra gente ter certeza que você chegou até o final desse episódio, coloca aqui pra gente, hashtag Dicas da K na América. Então, o Odcasa ficando por aqui, tchau pessoal! Odcasa!