MotherChip #572 - Far Far West, Kiln, Vampire Crawlers, Pragmata e Slay the Spire 2
A semana atribulada de Gamescom Latam fez com que Jeje não pudesse participar, então trouxemos mais uma vez Yoshi Ohashi, que nos conta sobre suas aventuras por Far Far West e Kiln, novo jogo da Double Fine. A gente também retoma Pragmata e Vampire Crawlers, agora com mais tempo de jogo e opiniões mais desenvolvidas.
Participantes:
Yoshi Ohashi
Assuntos abordados:
12:00 - Far Far West
37:00 - Kiln
47:00 - Vampire Crawlers
1:00:00 - Slay the Spire 2
1:10:00 - Pragmata
Links citados:
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- Gamescom LatamPresença de Heitor de Paula · Oportunidades para o Overloader · Panorama Brasil de jogos · Dicas de alimentação no evento
- Picolé de LimãoPodcast de histórias reais · Contadora de histórias Deia · Histórias de relacionamentos heteros
- RPG Critical RoleLivro de RPG Daguerreart · Mestrando sessão de RPG
- Far Far WestJogo de tiro em primeira pessoa no Velho Oeste · Estrutura similar a Helldivers · Caça a recompensas e missões · Progressão lenta de armas · Sistema de magias com elementos · Combinações de magias e armas · Sistema de cartas para builds · Trilha sonora misturando techno e country · Variedade de missões e minigames · Críticas sobre falta de personalidade e UI · Preço e modelo de Early Access · Jogabilidade cooperativa com amigos
E aí
Saudações a todos e bem-vindos a mais uma edição do Mothership, podcast de videogames e outras formas de entretenimento eletrônico do Overloader. Eu sou seu anfitrião Heitor de Paula, estou aqui com Yoshihashi.
Olá, gente. Bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada ou alguma coisa assim. Espero que vocês estejam todos bem. Temos uma ausência de GG hoje porque esta é a semana da Gamescom Latam. Eu irei lá pelo menos dois dias, no fim das contas. Meu plano inicial era ir só em um, mas acabou aparecendo tanta coisa pra agendar, pra ver lá, que eu vou em dois. Quando você vai, Heitor?
Eu vou na quarta, que é o dia de imprensa mais vazio, e vou na quinta de novo. E a minha ideia é... A maior parte das coisas que eu agendei são na quarta, tem uma coisinha na quinta. Mas porque eu também quero ter bastante tempo pra passar no panorama Brasil, ver os jogos brasileiros lá direitinho. Então, vou precisar de mais um dia. Porque eu tava conversando com a Gegé e com o Teixeira, eu mencionei acho que isso no Notícias. Eu não sei dizer se tá sendo uma Gamescom especialmente mais cheia de coisa.
Ou se é porque fecharam tantas redações, que acabou tanto o jornalismo de games, que agora as oportunidades estão sobrando pro Overloader, porque não tem mais pra quem mandar. Mas eu sei que eu recebi muitos convites pra jogar coisas de uma maneira que eu acho que como Overloader, já fazia tempo que a gente não recebia pra evento.
Eu vou na quinta, inclusive. Eu ganhei ingresso pra ir quinta. Te encontrarei lá. Mas não fui convidado pra nada, eu só vou. Entendi. Quais seus planos exatos pra lá? Não tenho a mínima ideia, eu vou descobrir lá na hora. Eu só quero ver os jogos brasileiros e... E é isso, isso é a prioridade, de dar uma passeada. Olha, assim, essencialmente eu quero o Big, né? E aí...
Sempre é de longe a melhor parte Dentro da Gamescom Latam Volta e meia tem umas surpresinhas Guardadas num canto ou outro Acho que foi ano passado o retrasado que tinha Ratatam num canto ali do nada Parece que o estande da nuvem Vai ser muito legal também Porque vai ter bastante jogo Já é normal eles terem bastante jogo O que eu senti nas últimas vezes É que era um estande de volta e meia Meio apertado, meio difícil de chegar em algumas coisas Mas...
Eu acho que da nuvem vai valer a pena ver também. E vamos ver que tipo de coisa a gente... Que tipo de coisa a gente vê ali que às vezes nem tá ligado que vai estar lá exatamente, né?
É verdade, né? Vai ter a Remedy, né? A Remedy... Não sei se eles vão ter stand, mas eles estarão presentes. Será que vai ter algo já do Contro ou Ressonant? É mês que... Não, daqui a dois meses, né? Que sai. Olha, se tiver uma demo jogável, eu realmente não sei se anunciaram ou não. E a Devolver? A Devolver sempre tá lá, não sei se eles vão ter alguma coisa nova. A New Blood, é verdade, New Blood também. Ou seja...
Vai ter coisa pra você ver, mas, de maneira geral, eu sinto que o foco que você quer dar é o panorama Brasil, né? Que é a parte de jogos brasileiros dentro do Big, dentro da Gamescom Latam, dentro do evento, dentro da cidade, dentro da terra. E aí fica a dica, se for que nem nos outros anos, se ficar a dica pra qualquer um que for, você sabe que a comida não é só cara, né? É um assalto lá dentro.
É coisa de 60 reais o yakisoba tamanho pra criança, tá ligado? O baby, assim. Mas, se você na porta do evento sai e segue à direita, tem um portãozinho que dava pra fora do evento. E aí, pelo menos ano passado, tinha uma barraquinha de sanduíches, de suco e coisinhas assim, que era consideravelmente mais barato. Era gostoso, eu comia um sanduíche de linguiça, sei lá.
consideravelmente mais barato porque senão vai uma grana absurda embora só de você estar ali pra jogar uns videogames mas tô animado, tô animado tô curioso por aqui, então talvez a gente se veja lá na quinta-feira. E o que você me conta, Yoshi? As coisas andam bem com você?
Lembra que eu falei da outra vez que nossa, não, eu tô com bastante trabalho até, tô bem. Não tô mais com bastante trabalho, gente. Mandem programas pra eu editar, estou precisando. Mas fora isso, eu tô bem. Eu chego... Ano passado eu comprei o livro de RPG do pessoal do Critical Role, né? O Daguerreart. E chegou nele e agora eu tô com hiperfoco nele. Eu tô lendo ele de ponta a ponta, doido pra jogar, assistindo várias mesas. Vou mestrar domingo uma sessão dele. E...
E aquela coisa, né? YouTube, você começa a ver qualquer coisa de um assunto, o seu YouTube vira só esse assunto. Agora meu YouTube é todo RPG. Nossa, histórias absurdas de RPG. Histórias de jogadores péssimos, coisas assim. Aí eu tô muito nisso e ouvindo muito o outro podcast, que é o Picolé de Limão. Não conheço. Você não conhece o Picolé de Limão? É o podcast mais ouvido do Brasil. Ah, é sobre o quê?
É o do Não Envibe Alize. Talvez você conheça por esse nome. O nome eu conheço, mas eu também nunca... Não sei dizer o que eles fazem pra falar a verdade.
Em ideia é bem simples, é simplesmente ela lendo histórias absurdas e aí tem várias categorias, né? O Picolé de Limão é histórias meio azedas, assim, que acontecem coisas horríveis. A maioria das vezes é homem sendo lixo com mulher, mas nem sempre. Mas a grande maioria, e aí são histórias reais, as pessoas enviam, ela lê direitinho lá, na versão editada tem toda uma dramaturgia.
E, pô, é muito bom. Opiniões à parte, a host, a Deia, ela conta muito bem histórias. É porque ela tem umas opiniões aí que a galera discute muito. Porque ela fala, ah, não pode namorar homem pobre que você paga as coisas por ele. Eu, pô, não, calma lá também. O pobre merece amor. E tem uns hot takes assim, errado, mas ela é uma excelente contadora de histórias. E são uns podcasts curtinhos, assim, 20 minutos, que é, ah, vou lavar a louça, tô escutando.
Eu tenho ouvido muito, muito, muito. E é como se eu estivesse olhando pelo buraco da fechadura pro mundo hétero top, sabe? Assim, um mundo enorme. Tipo, caraca, é assim que as pessoas se comportam? Eu sou um esquisito mesmo? Sabe? É bem curioso, eu recomendo. Tipo, quando aparece lá alguém compartilhando que manda o marido ficar tirando foto da mão com a aliança a cada uma hora e mandar no WhatsApp.
Porque tem pessoas que acham que é isso um relacionamento. É meio essa a ideia. É, é. Ou as vibes assim. E... Você apareceu em alguma história? É isso? Onde a gente vai chegar? Não, não. Não apareci em nenhuma história. Ainda bem. Eu tenho histórias que poderiam aparecer lá. Mas eu tenho muito medo das pessoas envolvidas ouvirem. Sabe? Ficarem bravas comigo. Alguma coisa do tipo. Então eu prefiro deixar pra lá.
Mas recomendo aí, gente. Não invibialize. Recomendo especificamente o picolé de limão. Porque é como se estivesse ouvindo uma fofoca absurda. É isso. Entendi, entendi. Você não acha que começa a entrar fique nisso? Porque tá ligado aquele Reddit, Am I the asshole? O Aita. Sim, sim. Que é essa ideia, né? Histórias de pessoas sendo horríveis. E assim... E assim...
Essa altura eu chuto que tem bastante gente que escreve ficção pro M.I.L.S. Ah, não, tem. Só pra viralizar e ganhar votação alta e sei lá. Mas se a ficção for boa o suficiente, Aitor, pra mim tudo bem. É que pra mim o lance era meio não acreditar, meu Deus, existem pessoas horríveis assim no mundo. E aí a partir do momento que você vê que tem muito que é só ficção... Ah!
Mas boa parte é bem... Pô, isso realmente poderia acontecer, sabe? E ela conversa com a pessoa que manda a história. A história não é mandada anonimamente pra ela. Ela sabe quem é ela, vê foto, coisas assim, sabe? Entendi. Por exemplo, a última história que eu ouvi tinha foto que era pra um cara que ele mentia que o sobrinho tava doente e ele fez uma rifa na empresa e juntou dinheiro pra caralho na rifa e desapareceu.
E aí a namorada dele descobriu que ele não tinha sobrinho, que a foto era de outra pessoa e os caramba quatro, sabe? São histórias assim, né? É, tá, uma história, sabe, de uma colega de quarto, de apartamento, cujo namorado fazia algo esquisito com a parede toda noite. Isso, é. E aí tem foto pra provar das coisas esquisitas que ele fazia com a parede, né? É, é o tipo de história que você poderia pensar, pô, parece mentira isso, não tem como. E eu vi a foto, eu sei que não é mentira, então... E aí
Entendi, entendi, entendi Beleza, eu acho que eu tava explicando e eu acabei me distraindo com alguma outra coisa, mas é pra dizer a Gegê não está aqui por conta da Gamescom ela tá ferrada com coisas que ela vai fazer relacionada ao evento e tal, ontem eu acho que ela teve aproximadamente 20 horas de reunião então
É por isso que ela não está aqui com a gente hoje. Mas tudo bem, porque eu trouxe Yoshihashi, o mestre das fofocas. A terceira melhor pessoa que poderia estar aqui hoje. Quem é a segunda? O Caio Teixeira. Quem é a quarta? Aí eu já não sei. Aí fica perigoso não ficar nomeando pessoas. Porque eu não gosto de me colocar melhor que as outras pessoas.
Mas nem melhor do que a décima quinta. É, não, a décima quinta. Não, assim, com certeza melhor eu aqui do que, sei lá, Eduardo Bolsonaro, sabe? Bom, vai que ele tem uns comentários muito bons sobre o videogame, até parece. É, gente.
até por assim que ele já fez algum comentário interessante sobre qualquer coisa na vida acho que ele já saiu de algum filme e teve alguma coisa pra dizer além de pô, legal, bacana eletrizante acho que nem isso, acho que é tão amargurado que nem isso
No máximo no filme lá, o Dark Horse ele vai falar isso. Aquele que é sobre o pai dele lá, que... É, exatamente. Cheio de mutreta no financiamento do filme. Eu lembro que o trailer tinha inglês completamente quebrado, de ortografia errada, ordem errada, que é tipo, a pessoa que escreveu, não é modo de dizer, não falava inglês. E foi parar no trailer do negócio. Aquele filme que o governo de São Paulo por algum motivo investiu milhões. Não, uma quantidade enorme de milhões investido no negócio. Vamos lá.
E eu acho que foi prefeitura, né, ainda por cima. Prefeitura? Eu achava que tinha sido diretamente o nosso humano aí, Tarcísio. Eu acho que foi a prefeitura, se eu não tenho errado. Enfim, uma pataquada sem fim. Yoshi, falando em pataquadas sem fim, que acontecem lá longe... Você vai falar da minha vida amorosa aqui agora? Passaram no chat alguma coisa de Ricardo anunciou que Yoshi está à procura de namoro.
Quê? Álvaro, dois pontos. O Ricardo anunciou em live que o Yoshi está procurando namoro. Do nada. É foda, né? Ricardo, vem aqui, ajuda ele, pô. Ele quebra o celular. A gente dá casa, comida. Conversa com ele. E é assim que ele retribui. Mas o que eu estou dizendo de longe... Pode ser sobre namorosa. Mas não, o que eu estou falando de longe acontecendo lá longe...
Tal o qual acontece o longínquo oeste em Far, Far West. Pois é, eu estou jogando, por incrível que pareça, eu, o grande jornalista de games, estou jogando um jogo que estava sob embargo. Não sobrou mais ninguém, Yoshi, tem que ser você. É que agora eu dei meu tiro todo mundo, acabou caindo aqui pra mim. Eu tenho jogado há alguns dias o Far, Far West. Sobre o que é, né? O que é o jogo?
Eu não diria que ele é um friend-slope. Você diria que ele é um friend-slope? Eu não sei, eu não conheço esse jogo. Não sei se chegou a ver algo dele. Eu não sei nada dele. Mas eu diria, só pra discordar que é um friend-slope, sim. Você tá gostando dele? Então é friend-slope, com certeza. O Yoshi só joga friend-slope. Ele é um jogo, primeira pessoa, velho oeste, estruturalmente muito parecido com o Helldivers. E como ele funciona. Helldivers é um friend-slope agora? Retroativamente?
Então, acho que pra ser friend-slop não pode ser triple-A ou double-A? Não sei. Não conheço. Não tô atualizado com as regras dos gêneros. Eu também não. Mas na minha cabeça tinha que ser indie, assim, sabe? É porque é que... Não há vertente aqui, né? Friend-slop começou com esse termo pejorativo, né? E meio que virou outra coisa. Então, pode ser o que você quiser, assim.
rapidamente como todo gênero de videogames não quer dizer absolutamente nada é, é uma vibe meio assim descreve muito pouco o que um jogo pode ser e conforme o tempo passa descreve cada vez menos mas o que ele é? Você mais três amigos são robôs no velho oeste numa vibe de visual muito parecido com o Steam World Dig aqui pra ficar nas comparações e vocês vão caçar recompensas Música
Deixa eu voltar um pouquinho. Vocês têm um lobby, que é uma cidade de velho Aécio, sabe? Uma vilazinha. E lá vocês podem fazer coisas como o passo à arma, mudar de visual, coisas assim. E gastar os recursos. Que como você pega? Você entra num trem voador, escolhe uma missão que você quer fazer. Ele vai te jogar em um de cinco mapas. Você escolhe, tipo, vai ter duas missões pra cada mapa.
Você escolhe qual que você quer ir, cada um vão ter objetivos diferentes. Você vai lá, você e seus amigos, e vocês vão ter quatro pontos no mapa que vocês têm que seguir numa ordem específica. Vocês vão cair num lugar, ter um objetivo principal, ter um chefe, e depois vocês têm que voltar pro trem pra fugir.
E nesse meio caminho vão surgindo hordas de... Aqui eles chamam de cryptidios, que são uns esqueletos bem em Velho Oeste, sobrenatural, sabe? Mas já fico spoiler que tal qual Hidavis vão ter facções de inimigos diferentes. Então vão ter os esqueletos e vão ter os aliens. Esses são os dois confirmados até agora. Ele lançou hoje em Real Access, então ele vai ter mais conteúdo. E como funciona?
Você é jogado nesse mapa, é um mapa grande e é fixo, o mapa sempre vai estar do mesmo jeito. Só que os objetivos espalhados pelo mapa podem variar, tem umas 4 ou 5 variações. Então você pode fazer coisas como ligar um super laser que vai destruir o templo, onde vai liberar o espírito do chefe final, e aí você mata ele e foge. Ou então você vai carregar uma bomba atômica que vai abrir uma cratera, que vai soltar o chefe.
Você mata ele e foge. Coisas desse tipo. Só que além disso, no mapa vão ter vários outros objetivos secundários. Vão ter colecionáveis. E esses colecionáveis são fixos. Vão estar sempre no mesmo lugar. Por exemplo, tem 10 túmulos que vão estar sempre no mesmo lugar. Quando você pegar os 10 de um mapa, você ganha uma recompensa. Vão ter 3 sinos, que também sempre no mesmo lugar. Você vai lá, pega os 3 sinos e vai ganhar uma recompensa nova. Tem objetivos secundários que serão pontos de interrogação.
Você faz eles, você ganha as moedas que você usa pra melhorar seu personagem, melhorar sua arma e até mesmo pra liberar armas novas. Que já ficou uma crítica, o progresso do jogo é bem devagar. Principalmente pra liberar arma, né? Porque como funciona liberar armas nesse jogo? Você escolhe qual arma você quer liberar. Pô, quer liberar o arco e flecha.
E aí você precisa pegar seis fragmentos de arco e flecha ao longo de várias partidas. Cada partida é garantido pra dar um fragmento. Às vezes você pode pegar mais que, ah, pô, parece aqueles bichinhos carregando uma sacola, que tem vários jogos, que você mata ele, ele dropa moeda e dropa um fragmento a mais. Mas garantido mesmo é um fragmento que você vai pegar. Então são pelo menos seis partidas pra você conseguir liberar a arma. E você libera a arma pra comprar.
E aí depois você tem que juntar o dinheirinho, o ouro, pra comprar a arma e liberar ela. E ele tem microtransições que aceleram isso? Porque o modelo que você me disse lembra aquele Plants vs Zombies Guardian Warfare, que era meio isso, tinha que abrir pacotinhos de booster.
Pra ter a chance de vir o pedaço de um novo personagem. E aí você tinha que juntar todos os pedaços pra abrir o personagem. E aí você podia gastar dinheiro pra ter mais possibilidades. Parece menos cruel um pouquinho, mas ainda assim um pouco demorado, talvez. Não sei, seis partidas demora quanto tempo, mais ou menos?
Depende do quanto de objetivo você quer fazer. Por exemplo, eu joguei uma partida ontem que foi uns 40 minutos. Mas é porque a gente andou o mapa inteiro, fez tudo que tinha pra fazer. A gente ficou procurando os colecionáveis ativamente. A gente pensou, pô, a gente tá forte nessa run. Vamos procurar coisa pra aproveitar a situação e pegar tudo que tem pra pegar.
Mas em 20 minutinhos, até menos, assim, se você for direto pros objetivos, você mata um one run. Ah, não acho... Não parece tanto tempo assim, seis partidas pra abrir uma arma. Até o Ananias perguntou, você vai pegar sempre o fragmento da arma desejada?
Isso, sempre fragmento da arma desejada. Inclusive rolou um problema de estar jogando com o Pelux, né? Ele achava que liberava a arma automaticamente quando juntava fragmento o suficiente, né? Então você precisa de seis pra poder liberar pra comprar. E ele não sabia que tinha que comprar, então ele pegou doze fragmentos de uma arma só.
E aí ele não tem absolutamente nada pra fazer com esses fragmentos que estão sobrando. Entendi. Um outro aspecto dele é que além das suas armas, eu acho que tem cinco armas principais e cinco armas secundárias pra você usar, e elas são bem variadas. E elas são bem variadas. Tem tipo shuriken, arco e flecha, pistola dupla, shot, sniper, aqueles rifles de ação, sabe, que você puxa a alavanca. Todas elas bem gostosinhas de usar, bem legais. Mas além de armas, você tem magias.
Que nesse jogo serão cartas. E aí tem elementos diferentes para suas magias. Tem elementos de ácido, fogo, elétrico, voodoo e cacto. E cada uma delas age e funciona de um jeito diferente. Pô, as de ácido... É um Capitão Planeta muito diferente esse, né? É.
Por exemplo, as magias de ácido, elas dão dano por tempo e deixam os inimigos mais lentos. A de fogo dá dano por tempo e explode coisas que forem inflamáveis. A de raio tem várias delas que são de movimentação. Você dá um pulo super alto e vai pra longe. A de cacto você cria minas terrestres no chão. E a de vudu você suga a vida dos bichos. E tem um aspecto legal que é muito divertido de fazer, que é as magias combam entre si. Por exemplo.
Ácido. Então, a magia que você joga um geyser de ácido que vai ficar lá cuspindo ácido em todo mundo em volta. Se você jogar um... uma erupção de fogo, uma outra magia, aparece literalmente escrito Combo.
As duas se juntam e viram um furacão de fogo que sai matando os bichos em volta. Tem até um efeito diferente, então, que você consegue. É, não, tem até um efeito diferente e tudo mais. E aí fica explodindo todos os ácidos que tiverem no chão. Você pode colocar elementos nas suas armas também. Pô, eu quero que a minha arma tenha efeito de ácido. Então, toda vez que eu der um tiro em alguém, esse alguém vai ficar com ácido e se eu jogar o fogo, ele explode.
Ou então, o contrário. Eu quero minha arma com efeito de fogo e aí eu jogo ácido e depois jogo fogo. Ou então elétrico, coisas assim. E além disso, tem o sistema de cartinhas que é aí que você vai fazer a build. Porque pra um jogo, o Early Access ele até tem bastante variedade de coisas, de mecânicas que você pode usufruir. Pô, se eu quiser fazer uma build só de magia, não só, né? Mas focado em magia, eu posso. Tem cartas que vão...
Você tem 30% menos de vida, mas suas magias carregam 30% mais rápido. Coisas do tipo. E as cartas são todas por raridade. São cinza, verde, azul e laranja. E quanto mais rara, mais ela vai mudar a gameplay.
Algumas cartas laranjas que a gente pegou. Uma, você ficava metade do seu tamanho. Acho que metade exagera. Mas você ficava pequenininho. E você andava muito mais rápido. Tem cartas cinzas, por exemplo, que não faz nada. Tem cartas cinzas que é. Agora quando você anda, faz som de pato. É isso. Esse é o efeito da carta. Isso não é nada. É não, eu sempre pego essas. E essas cartas é 100% sorte de você encontrá-las numa partida. Então, aí tem dois elementos, né?
Tem você encontrar na partida, que é 100% sorte. Você consegue manipular um pouco, porque você pode queipar cartas no lobby também, no saloon.
Você vai upando o seu personagem e vai liberando slots de carta. Aí você vai lá, compra, você pode comprar uma carta aleatória no gacha, que custa baratinho e pode vir uma carta rara, mas aí é aleatório. Ou você pode comprar na loja mesmo, e aí é um pouco mais caro, mas aí você escolhe o que é que você tá comprando. E você pode manipular no sentido de, pô, tem essa carta que faz com que tenha mais chance de aparecer cartas azuis quando abre baú.
Ou essa carta que faz sempre que você pega tantas almas, que é uma das moedas do jogo, pode aparecer uma carta. Efeitos tipo isso, sabe? Isso aí. Você pode equipar essas cartas tanto nas suas armas. Então, tipo, pô, eu quero equipar cinco cartas que enquanto eu tô atirando eu ganho mais move speed. Você pode.
E as cartas sem limite de quantas de cada cópia você pode pôr e é individual por carta. Tem escrito na carta, ah, essa carta você só pode ter no máximo uma. Essa carta você pode ter duas. Essa carta você pode ter oito. E quanto maior a raridade da carta, mais slots ele ocupa. Então a carta cinza ocupa um, verde dois, azul três e assim por diante.
Mas eu tô presumindo, então, que, assim, depois que você jogou algumas horas e obteve algumas dessas cartas, você já entra nas partidas com efeitos consideráveis, de maneira bem diferente, como era o jogo no seu início, é isso? Não, é 100%. Por exemplo, eu tô fazendo muito build de Move Speed.
Então, pô, toda vez que eu mato um inimigo, eu ganho velocidade de movimento. Enquanto eu tô recarregando, eu ganho velocidade de movimento e aí ninguém me toca. Sou eu correndo pra lá e pra cá. Porque falando de ritmo de jogo, esse é um jogo muito frenético, assim. É um jogo que você vai estar o tempo todo pulando, atirando, usando o poder pra um lado, virando pro outro, correndo pra lá. Não tem um botão de correr, mas você pode dar um dash.
que tem um cooldown pequeno, assim, um segundo cada um segundo você pode dar um dash e você vai ficar o tempo todo dando esse dash tentando dar headshot tentando andar pra lá, andar pra cá e os inimigos eles tentam brincar com o seu comportamento assim, por exemplo, se você é um cara que fica muito parado vai vir um touro que te joga longe no meio dos inimigos ou então vai ter um cara que joga uma TNT de longe então você tem que ficar sempre em movimento ele incentiva muito esse tipo de gameplay TNT
Mas mais por conta do perigo, então, não é? Ou tem um tempo limite na parte de si pra fazer tudo? Não, não tem tempo limite, pode ficar quanto tempo quiser. Inclusive não tem recompensa nenhuma por fazer rápido. Pelo menos não por enquanto, né? No All Access agora. Talvez eles coloquem coisas assim. Não tem nem o lance que quanto mais tempo passa, mais difícil ficam os inimigos. Não, não.
A dificuldade você escolhe quando vai colocar a missão. E é bem parecido com o Helldives, no sentido que, tipo, quanto maior a dificuldade, mais recursos você vai ganhar. Só que aí, né, mais inimigos, mais inimigos de elite, mais coisas assim. E no final, quando você derrota o chefe...
Você foi lá, pousou, fez o objetivo principal, lutou contra o chefe principal da área. No momento que você derrota esse chefe, aí vem uma leva infinita de inimigos. Não para de vir inimigo em nenhum momento. Que é a hora de fugir. Aí você tem que ir, você tem que tocar um sino.
Que é para o trem vir te buscar e você conseguir fugir. E aí fica a curiosidade que uma coisa muito boa desse jogo é a trilha sonora. A trilha sonora desse jogo, gente, é muito boa, cara. É uma mistura de técnico com country, assim, sabe? Um eletrônico com country. Então vai ter uma batida eletrônica no fundo, mas vai ter um banjo.
Torando assim em cima Sabe, super rápido E aí tem uns detalhes muito fodas Que é, por exemplo Uma outra mecânica que você tem É que você pode chamar seu cavalo Pra andar mais rápido pelo mapa, né E o cavalo Ele corre no pace exato da música Depois que você derrota o chefe
E aí quando você dá rota o chefe, todo mundo tá montando no cavalo e fugindo pra tocar o sino e a música torando no ritmo certinho que o cavalo tá correndo. Sabe? É muito foda. Muito foda. É bem legal. Minha única crítica em relação à trilha é porque tem, sei lá, quatro músicas assim. Tipo, são quatro boas músicas. Não me leve a mal. Mas nesse ponto, acho que ainda tem pouco conteúdo.
E assim, a ideia dele então é você ficar repetindo, ficando mais forte, não tem nenhuma meta narrativa, alguma coisa acontecendo assim. É mais o prazer mecânico de fazer versões cada vez mais difíceis disso daqui. Até tem umas quests que você pode fazer.
Pelos mapas, assim, quest de NPC mesmo. Você vai no NPC, o NPC te dá uma quest, mas é muito só uma desculpa pra você fazer uma parada, sabe? Não tem uma história, o cara não vai contar não, porque os esqueletos mataram minha família, e agora quer me vingar, nem nada. Você vai chegar nele, vai aparecer uma lista de três missões, assim, qual que você quer fazer? Ah, eu quero fazer essa. E aí vai aparecer, pegue as ferramentas do Willy Billy. E aí você vai lá pegar as ferramentas do Willy Billy.
Pô, quase esqueci. Um elogio muito grande esse jogo é a variedade de... Isso, Willy Billy, um boneco onde sexy. É a variedade de coisas pra se fazer. Cada missão é bem diferente uma da outra. Tipo, as missões principais em si, sabe? Pô, tem uma. Você tem que ligar um laser gigante que vai explodir o altar do boss, né?
E é toda uma máquina que você vai apertar vários botões, assim, no centro, apertar todos os botões verdes, aí você tem que puxar uma alavanca, aí você tem que pegar combustível, colocar, colocar uma senha, puxar outra alavanca, abrir outro negócio, você tem que puxar duas alavancas rapidinho. Sabe aquela sensação de anime de meca, quando a pessoa tá apertando vários botãozinhos, puxando a alavanca, mexendo... Sabe? É totalmente isso, assim, sabe? E é muito legal de fazer, é muito vibes.
E várias dessas coisas tem em minigames que, por exemplo, pra colocar a senha no final, você tem que... Vão aparecer quatro operações matemáticas simples que você tem que resolver pra colocar a senha. Você tem que resolver isso enquanto tá vindo bicho pra te matar e tudo mais. E aí você coloca a senha lá, atira o laser e o efeito do laser, pô...
Ele joga todo mundo pra trás. O céu fica amarelo. Ele fura as montanhas por qual passa. É muito estiloso. É muito foda. E nesse sentido de variedade, por exemplo, tem outra que é... Você vai pegar um carrinho, vai encher de dinamite. Vocês vão todos subir nesse carrinho. E vocês vão proteger esse carro de hordas e mais hordas de inimigos que estão vindo. Enquanto o carro vai pro lugar onde tá o chefe pra explodir, sabe? Até mesmo as missões dessas quests de NPC. Teve uma.
Que foi uma prova teórica, assim. A gente foi pra um lugar... Como assim? É, não. A gente foi pra um lugar, apareceu no telão. Ah, se você tá andando de cavalo e você encontra outro cowboy andando de cavalo na mesma direção que você, qual de vocês dois tem que mudar de linha? E aí vai aparecer lá. Ele, você, vocês resolvem no duelo. E você escolhe. A, B, C, O, D.
sabe e e é bem de comédia assim as respostas não são sérias você pensa qual resposta seria mais engraçada aí que você escolhe ela entendi vão ter quests que por exemplo uma que eu fiz recente com o Lucas que era clássico clássico de videogame tem um laser você tem que apontar esse laser pra um espelho é
Aí você vai pra um laser, aponta pro espelho, aí você vai no outro espelho, ajusta pra pegar no outro espelho. Fazendo a linha bater na direção que você quer. É, fazendo várias linhas, assim. E, pô, maneiríssimo, mó legal de fazer. Variado, diferente, sabe? E... Parece você quase misturar umas coisas meio Sea of Thieves com ação, horda, sei lá.
É, 100%. Eu diria que ele tem uma vibe meio Sea of Thieves e Helldive, sabe? Eu diria que é muito a união desses dois, assim. Que ele pega esses quebra-cabeças, o Sea of Thieves, coisinhas assim do tipo. Essas coisas mecânicas, você apertar o botãozinho, carregar baú. Uhum.
mexer num negócio aqui, acolá, junto com o ritmo frenético do Helldives que está o tempo todo lutando pela sua sobrevivência. Você está o tempo todo, meu Deus, a gente está à cura, acabou a minha munição, eu tenho que pegar outra. Vou jogar um raio aqui e joga um raio ali. Coisas desse tipo. Na questão dos mapas, né, ele tem três mapas liberados já de cara e os três são parecidos que eles são temáticas de Velho Oeste mesmo, sabe, 100%. E aí
Que é tipo a Far West, o Canyon e a parte desértica. Só que aí quando você completa as quests desses NPCs, eles liberam mapas um pouco mais variados. No ponto que eu cheguei, eu joguei umas 9 horas dele. A gente liberou só mais uma área, que é o Bosque. Que é outra parada. Se você entra, vai ter árvore, vai ter vegetação, é mais difícil de ver os inimigos.
Os objetivos são diferentes, sabe? Eu joguei uma com o Lucas ontem, que ele tá mais avançado E jogou num mapa de gelo Ah, nossa É, quando você tá andando de cavalo O cavalo faz drift no gelo, ele sai escorregando, sabe? Você não consegue mudar de direção Então tem coisas que você nem chegou a ver ainda Mesmo tendo jogado um bocado Tem uma área chamada Área 51 Eu quero muito ir nessa área E ver o que é que tem lá Imagino que sejam os aliens em questão lá Então, eu acho que Eu acho que
Eu acho que não tem ainda os aliens, porque tem um bestiário no jogo, né? Quando você abre o bestiário, tem tipo, ah, esqueletos assim do lado, e aí tem zerkers do outro lado e tá escrito coming soon. Entendi. Então, eu imagino que não tem ainda. Pontos de crítica a esse jogo. Eu acho ele meio sem personalidade, assim.
Tipo, não achei feio, mas acho os bonecos pouco inspirados, sabe? Tipo, acho todos eles meio... Ah, são os robô-cowboy? Todo mundo é meio só robô-cowboy? E... Eu não sei se é porque o estilo gráfico é mais simples. Vendo o vídeo, ele tem uma coisa meio... Sei lá, meio quase caricatura, cartão, que eu acho charmosinha.
É, não. As animações, por exemplo, lindíssimas todas. Eu gosto muito de recarregar. Se você aperta pra recarregar com o pente cheio, né? Ele faz uma animação com a arma, ele gira a pistola, coisa assim. É mais tipo, pô, os esqueletos. São coisas em graça, todos eles. São os esqueletos genéricos, assim. As skins dos bonecos, que você vai liberando skins, né? Você pode comprar fazendo missão ali, você libera. Meu!
Foda-se, sim, a maioria, sabe? Isso é triste, né? Você quer ter pelo menos uma skin que você tá almejando de conseguir. Então, eu peguei o que eu achei mais legal e é isso. Mas não tem, tipo, caraca, nossa, olha essa. Que da hora, olha aquela, que da hora. E eu queria que o jogo tivesse mais personalidade na UI. A UI dele passa muito vibe de UI pronta, assim, sabe? Da Unity. Às vezes, em AXS ainda, isso vai ser explorado, né?
Tem que pensar que tudo isso que eu tô falando é porque ainda tá no Early Access e que vai ser... Vão colocar mais coisas, né? Eu até dei meu feedback, tem um cantinho lá de feedback. Você pode escrever o que você quiser e tudo mais. Eu fui lá, comentei umas coisinhas. E ele não é caro, né? Ele, pra jogos assim, ele é 50 reais. Tá, ok. Que eu acho honestíssimo, assim. Eles têm previsão de quanto tempo vai permanecer em acesso antecipado?
Então, não... Inclusive, quando você abre o jogo, eles falam dos conteúdos que a gente quer colocar, sabe? Novos inimigos, novas áreas, coisas do tipo, e em cima tem o aviso. Não temos data para nenhuma dessas coisas. Vamos fazer quando der, sabe? Entendi, entendi. Você acha que você vai permanecer jogando ele?
Vou, vou. Eu quero pelo menos liberar todas as áreas ou chegar no nível máximo no meu boneco, coisas assim. E eu queria liberar as armas. O meu maior incentivo pra esse jogo, a coisa que mais me faz querer jogar, é que as armas em si são legais de jogar, sabe? Pô, liberei o arco e flecha. Pô, mandei o arco e flecha. Eu quero liberar a shuriken. Porque tem só as estrelas do xerife. Você joga como se fosse shuriken. E você só pode levar uma de cada vez, eu imagino, né? Não, você leva uma principal e uma secundária.
Aí tem cinco principais e cinco segundos. É, aí eu vou fazendo isso. E você vai liberando magias, né? Quanto mais você usa magia, mais você sobe ela de nível e você libera outras. E eu quero ver combinações de coisas. O lance das cartas que você falou pode ter, né? Assim, exatamente, efeitos e combinações possíveis, nem que seja... Porque a impressão que deu até você falando é que parece um jogo em que você não se importa necessariamente de estar deixando as coisas mais difíceis, se você estiver deixando elas mais engraçadas e ou divertidas.
É 100% isso, assim. Sabe aquela parada de que você não para nenhum segundo quando sobe a dificuldade o suficiente, sabe? Que você tá o tempo todo lutando, brigando pra lá, pra cá, coletando recursos, gerenciando suas coisas. Ele é um jogo perfeito pra isso, assim.
Era um jogo perfeito pra você se divertir e passar sufoco com seus amigos. Um amigo morre e fica só você e você tem que sobreviver tempo suficiente pra acabar a horda e aí quando acaba a horda ele tem coisinhas tipo tem uns faróis que se o farol pega alguém, começa o que eles chamam de tempestade.
Que é a sua visão fica mais limitada e surge o inimigo pra caralho, sabe? E aí quando alguém pega a tempestade, só aparece alguém pisou na tempestade. É tipo, porra, Lucas, de novo? Você pisou na tempestade? Sabe, coisas assim. Típico dele. Pô, é um jogo excelente, assim, pra jogar com os amigos. E eu tava precisando de um jogo assim, sabe? Tô jogando muita coisa competitiva ultimamente. Um joguinho assim, mais 100% PvE. É vibes. E ele é feito...
Heitor, não sei se você lembra de um jogo chamado Pumpkin Jack. Não me lembro. É um jogo de ação. Bem vibes Playstation 2. É o mesmo estúdio que fez. Que é o estúdio Evil Raptor. E eles são publicados pela Fire Shine Games. Que é o estúdio que publica jogos... Putz, como é o nome daqueles jogos de terror brasileiro? Alguma coisa no hotel? Ah, o St. G. Fina Hotel.
É, Fobia. Fobia, é. Muito bom esse jogo. Esse e o Wyla. O pessoal que fez o Wyla, exatamente. São os mesmos publishers. Mas é isso. Far, Far West, por enquanto tem só na Steam, tá em acesso antecipado. Ele agora, nesse momento, tá R$44,00, mas normalmente ele é R$50,00. O Guno perguntou se vocês estão entrando no Discord do Jogabilidade pra jogar. Comprei e tô procurando o time.
Eu imagino que o Yoshi tá jogando com os amigos, né? É que o jogo lançou hoje, né? Eu tava jogando com o Lucas e o Pelux, que a gente pegou as keys. Mas eu posso ir lá também pra jogar. Ah, mas não tem o... Ilha de Yoshi? Tem, é. Você pode entrar no meu Discord também pra jogar. Eu acertei a Ilha do Yoshi?
É, Yoshi's Alice. Sim, não, sim. É que eu lembrava se era isso. Às vezes era o biscoito do Yoshi, não sei. É, infelizmente eu tô destinado a coisas relacionadas. Eu aceitei tanto o meu destino que a minha garrafa d'água só tem adesivos do Yoshi. Não tem mais...
é que lembre-se que o Yoshi, né o Rokushita não existe mais, mas os amigos do Rokushita é uma entidade que perdura, né, então assim, você pode ter sempre a certeza que você vai encontrar se for multiplayer, Yoshi, Pelux Yuji, o Bob agora vai virar pai e não tem mais tempo pra muita coisa mas... Dito isso, eu acho muito engraçado que visse quando eu tô jogando algum multiplayer Tchauzinho
E eu mato alguém. Eu tava jogando Qn esses dias, por exemplo. Outro jogo eu podia ter falado sobre. O jogo novo aí da... Double Fine. Eu encontrei um pessoal lá do Overload. De jogabilidade, assim. Eu nem cheguei a jogar ele. Você gostou do que você jogou dele?
gostei, mas eu acho que infelizmente não é um jogo que rende muito. E ele tá meio flopado, assim, pelo menos na Steam. Que a gente não tem número do Game Pass, né? É, eu presumo que a maioria das pessoas que for jogar vai jogar via Game Pass, né? Eu mesmo... Não, não, é. Tipo, eu pensei, ah, se for pra jogar, eu assino um mês de Game Pass, jogo ele, aproveito as outras coisas que tem no serviço que eu não cheguei a ver ainda e tal.
Mas eu acabei nem... Infelizmente eu sinto que isso que você acabou de falar agora...
Pra mim se aplica muito aos jogos do Double Fine que é tipo, uau, que charmoso legal, mas por um tempo meio limitado e aí você parte pra fazer outra coisa. É, mas que esse pesa mais porque ele é um multiplayer competitivo, né? Sim. Mas dito isso, muito legal fazer os vasos. É, foi a parte que você mais gostou? Eu sou muito pouco criativo com vasos e descobri isso. Assim, não é uma habilidade que eu nunca testei por conta pra eu já fiz cerâmicas, mas nunca vasos. Então assim...
Sei lá, né? Eu acho que a maioria de nós não deve ser muito criativo. É, dito isso, tem como você fazer copo, prato, essas coisas também. Dá pra fazer um bong. Dá pra fazer um bong, dá pra fazer piroca, dá pra fazer bunda, dá pra fazer um monte de coisa. Mas aí a ação em si, ela é...
É ok, é divertidinho A gente vai falar do Kiyuni mesmo Pelo menos comenta um pouquinho O Kiyuni, né Ele é esse... Você é um espírito Que você possui um vaso Ou um copo, ou qualquer coisa que você criar
E você vai numa briguinha assim com um time de outras cinco pessoas. E o seu objetivo é apagar o forno da outra pessoa. Então ele primeiro que ele tenha um equilíbrio entre o tanto de água que você consegue carregar e o tanto de vida que o seu vaso tem, né? Dependendo do formato que você faz.
E o tamanho do vaso e formato que é meio a classe dele, certo? Isso. E aí ele tem classes que são separadas pelo tipo de vaso que você fez, sabe? E aí tem... As classes são tipo caldeirão. E aí se você faz um negócio que parece um caldeirão, você é da classe caldeirão. Aí o caldeirão tem uma habilidade específica, que é, sei lá, o tiro de canhão. Se você faz o cacto...
Que é uma outra classe que tem, você tem outra habilidade. Se você faz o balde de pipoca, é outra habilidade. O copo, coisas assim. E aí você tem três tamanhos diferentes que você pode ter. Pequeno, médio e grande. O pequeno vão ser os bichinhos mais rapidinhos, só que eles carregam pouca água.
Então você não consegue dar muito dano no outro forno. Mas eles são bons pro PVP, sabe? Eles são bons pra você ir ali e bater no outro vaso, porque todo mundo tem um combinho de... Não necessariamente um combo, porque cada vaso bate de um jeito diferente também. Tem vaso que bate no chão e solta uma shockwave. Tem um vaso que dá uma voadora. Tem um vaso que bate como se fosse uma espada, coisas assim. Mas os pequenininhos, eles normalmente são bons porque eles conseguem bater rapidinho e fugir, coisas assim. Só que eles carregam menos água, né?
Só que eles carregam muito menos água. E o seu objetivo é, basicamente, entra no lugar onde tem água, normalmente vai ser no centro do mapa, pega o máximo de água que você conseguir, vai pro forno do inimigo e joga a água lá dentro pra tentar apagar.
Só que aí, sempre vai ter um cara lá defendendo, ou então você vai brigar com outras pessoas, e os mapas, eles são cheios de gimmicks. Tem um mapa que é uma balada, então tem uns quadrados que acendem, se você estiver em cima do quadrado e quando ele acende, você começa a dançar, aí você fica um tempão dançando, sem poder fazer nada. Tem um mapa que tem um mosh pit, que tem uma área assim no meio que ela desce, e todo mundo que tá lá dentro começa a brigar, sabe?
Você vai subindo de nível, você vai liberando mais coisas, você vai liberando mais decorações pro seu vaso, mais cores, mais tipo de vaso diferente, coisas assim. E a parada legal mesmo, a parte mais impressionante, robusta, é a personalização e criação do vaso.
Porque ele tem todo um sistema de pressão, de você apertar o vaso ou puxar a argila pros lados. É, porque é bem como se você estivesse fazendo naquele esquema ghost, o outro lado da vida, né? Que é o esquema da argila. Da pedra girando. É, girando, e aí você vai... Porque, tipo, as cerâmicas que eu fiz, até falaram, né? A técnica que eu usei é o que eles chamam de pinch, que seria... Que é o esquema dos bordados.
Biliscão, né? Que você vai justamente meio biliscando A argila Eu nem sei se é argila mesmo Vai biliscando Pra poder fazer E aí, claro, isso resulta em Meio que afundados e formatos específicos Enquanto a técnica com o negócio rodando Vai te permitir fazer coisas diferentes Mais específicas e tal Então, e esse jogo tem várias dessas coisas Eu liberei recentemente Uma parada que eu deixo Meu vaso lisinho Tchau
Sabe, porque se você soca a mão, ele fica meio rugoso ainda, sabe? Aí eu liberei, aí meu boneco encosta a bunda assim no vaso, ele passa e fica lisinho o vaso, fica bonitinho. Não, essa é a técnica mesmo. Você deve ser boa, essa é a técnica.
E você pode mergulhar o vaso em tinta, sabe? Você segura ele por uma pinça e mergulha ele pra pintar ele de cor diferente. É o seu esmalte, né? Pra botar no forno, justamente. É, exatamente. Aí você pode virar ele de cabeça pra baixo pra pintar uma ponta de uma cor, outra ponta de outra. Você pode colar adesivo, você pode colocar tampa. Você pode colocar decorações.
A liberdade criativa que você tem pra fazer os vasos é muito legal, é bem impressionante. É a parte mais impressionante. Tanto que eles comentaram, né? Pô, a gente fez essa mecânica e a gente achou tão legal que a gente resolveu fazer um jogo por causa dela e surgiu isso. Entendi.
Mas assim, é um jogo que você se diverte umas horas e é isso, gente. É o jogo pra Game Pass perfeito, assim, sabe? Você entra, joga até um nível que você achar que tá divertido e para e espera mais conteúdo surgir. Se surgir mais conteúdo pra ele... Eu nem sei se o plano é ele continuar crescendo, né? Eu tenho minhas dúvidas em relação a isso. É, porque não é a cara da Double Fine, né? Não, é.
Dito isso, o PIC teve muita atualização e não é um jogo como serviço. Então talvez eles possam fazer um ou duas, assim, uma pianura. Mas o PIC é porque ele encontrou um sucesso descomunal. Vendeu 5 milhões de cópias em duas horas. O jogo que eles fizeram meio rapidinho, um puta sucesso. E o próprio estúdio, não é a Landfall, é a...
Agro Crab, né? Agro Crab e a Landfall, né? Os dois. É que eu achava que esse desenvolvimento era mais da Agro Crab e a Landfall era mais com outras coisas. Mas enfim, de qualquer jeito, seja lá qual dos dois assinou, dizendo tipo, gente, a gente não é um estúdio gigante, o jogo não é pra ser atualizado à torto e direito. É que é um jogo que...
Como eu jogo, sei lá, uma vez a cada alguns meses, volta e meia uuuh, olha que surpresa legal que agora teve que acumulou várias coisas então eu não sei, eu não sei sabe, porque a Double Fine supostamente tem outros projetos no forno sim, veremos Psychonauts 3, tomara
Eu adoraria, mas eu não sei se tem espaço pra isso mais hoje em dia. É foda, né? A Double Fire é aquele estúdio que a gente tá o tempo todo preocupado. Será que ela tá bem? É o estúdio que não sai de casa faz muito tempo e você só ouve falar dele de vez em quando. Será que ele tá bem? Como será que ele tá? Será que ela tá comendo direito? Mas é isso, gente. Esse é o Q-Ni. Deixa eu ver o preço dele. Mas lembrando que ele tá no Game Pass, né?
Que é provavelmente o jeito mais... Que é o Lapozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinhozinho
Ele é R$62,00 nesse time. É, então considerando assim, a não ser que você queira muito ter o jogo Game Pass, o Ultimate caiu pra R$69,00, é isso? O de PC caiu de R$70,00 pra R$60,00. É, R$76,90 por mês.
Ou seja, por esse valor, tipo, eu sinto que vale mais assinar um mês, jogar o que você quer de Kill, e depois jogar alguma outra coisa que tenha lá no serviço que te interesse, sabe? Aproveita e joga um Vampire Crawlers. Ah, entrou lá no serviço também, né? É. Vai entrar uns Friends Lop maneiros aí depois, o...
Are we there yet? Que já foi enorme sucesso no Steam. Sim. Ah, última coisa de que... As animações são bonitas, né? Ou os caras são bons mesmo, Aitor. Em animação. Ou os caras sabem fazer boneco. É isso. O Ananias pediu onde ele encontra link do Discord de Ilha do Yoshi.
Ah, eu mando aqui agora. Eu deixo também no post no site do podcast pra quem quiser encontrar Yoshi e seus amigos pra jogar coisas online. Eles são bons nisso. Dito isso, falando assim, parece que o meu Discord é aqueles Discord gigantescos, super vivos que as pessoas têm, sabe? Mas não, gente. Assim, todo dia de noite a gente entra e joga um negocinho. Mas tá aí, já tem todos os dias, então, alguma coisa. O desconhecido pode bater na porta e falar quero ter amigos?
Pode, pode. Vai lá, hein. Aí, aí. Isso foi um pouquinho de Q, então. Yoshi, você mencionou ele e eu falei brevemente na semana passada porque eu tinha acabado, tinha jogado ao vivo algumas horas antes.
E agora já fiz créditos nele e tal. Já foram quase todas as conquistas também. Que é o Vampire Crawlers, né? O novo jogo do pessoal da Ponco. O novo jogo que tem arte de Glauber Kotaki. Ganhador do BAFTA. Duplo ganhador do BAFTA, por favor.
Agora eu tenho uma noção melhor do que ele é e tô ligado que você julgou um pouco dele e eu queria falar mais um pouco dele. E assim, brincadeiras à parte, é importante também dizer, tipo, transparência, o Glauber é um amigo meu, eu tenho essa ligação com alguém envolvido diretamente no jogo. O Glauber é um inimigo meu, então. Mas também você deve ter feito alguma coisa pra merecer. Não, gente, eu amo o Glauber, não espalhem mentiras, tal qual o rato.
Eu tenho uma relação estranha com Vampire Crawlers. Eu... Eu mencionei semana passada que o nome, assim, não vai esperando um Dungeon Crawler. De Dungeon Crawler ele não tem absolutamente nada. Ele é mais um jogo de cartas que o mapa estilo Dungeon Crawling tá ali mais, assim, pra te oferecer escolha de quais inimigos, quais coisas você quer interagir antes, né? Pra meio...
Ah, eu vou matar primeiro o inimigo que vai me dar acesso àquela interrogação que pode ser um baú que eu quero, pode ser uma cartinha nova que vai precisar e tal. Mas não é um jogo de exploração. O grosso dele é um jogo de cartas. E um jogo de cartas que no início você tem muito pouco controle.
do seu baralho, né? Você precisa abrir algumas habilidades como aquelas de banir alguma coisa, de pular esse turno, não sei o que lá, que você começa a ter algum controle de tamanho ou qualquer coisa assim, mas não é esse o foco dele de qualquer maneira, assim. Eu ainda acho que é um jogo mais...
De você escolher as cartas que aparecem pra poder fazer os combos infinitos. E aí meio que o resto é só meio que são os ataques. Que podem meio que ser qualquer coisa. Desde que você também pense em coisas que façam aqueles combos. De Vampire Survivors. De você fazer armas mais fortes, né? Porque o que você mais vai precisar pra fazer combo infinito é...
carta de comprar novas cartas, carta de te dar nova mana, e um coringa ou outro. Porque a questão, né, o que ficou pra mim claro desde que eu falei semana passada é, você tem a mecânica central a ele, que é quando você faz de maneira crescente o gasto de mana, né, então uma carta de 0, uma carta de 1, uma carta de 2, uma carta de 3, uma carta de 4, você pode começar a dar o que você quiser, o combo vai aumentando, e quanto maior o combo, você vai duplicando, triplicando, quadriplicando, e o combo vai aumentando,
seja o dano ou seja o efeito da carta, né? Se for o espinafre pra dar mais força, se for o livro pra dar mais mana, se for a manopla pra você ter uma mão maior e tal. Mas o pulo do gato tá no fato de que quando você usa uma carta coringa...
e existem várias cartas Coringa, você não só comba com qualquer coisa, como o que pode combar depois do Coringa também pode ser qualquer coisa. Então, isso faz com que depois que você pega o jeito e já comprou algumas cartas numa partida, não seja particularmente complicado você fazer... jogar uma carta 0, uma carta 1, uma carta 2.
E aí, por exemplo, jogar um Coringa e jogar uma nova carta 0, uma nova carta 1, uma nova carta 2, um novo Coringa, uma nova 0, uma 1, uma 2, uma 3, uma 4, um novo Coringa, 0, 1, 2, 3, 4. Você pode encaixar algumas melhorias em cartas que faz com que elas possam ter combo pra cima ou pra baixo.
Então, por exemplo, você tem isso numa carta 3, você joga a carta 3, aí joga uma carta 2, ela vai combar, aí ela pode combar com uma nova 3. E desde que você tenha cartas de compra de novas cartas e mana, elas também estão combadas. Então você começa a ter partidas que você tem lá. Você olha e fala, nossa, tô com 99 de mana, porque eu combei a carta de me dar mais mana e mana nunca mais é um problema. Aí eu combei... Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer
E deixando claro que é fácil fazer isso. É bem fácil. Tipo, você não vai conseguir fazer isso no começo porque você não vai ter comprado as melhorias definitivas que te permitem fazer isso mais facilmente, não vai ter desbloqueado as coisas. Mas é parte da progressão dele. Você vai chegar nesse ponto mais cedo ou mais tarde.
E você começa, então, a ter várias maneiras de combar isso. Aí você combou a carta de comprar a nova, você joga uma ali. E, de repente, você compra 15 cartas e tá com a mão inteira cheia. E, na verdade, o desafio nesse ponto começa a ser o de que se você joga muitas vezes a mesma carta, ela começa a rachar. E se ela quebrar, ela quebra de vez, né? Você perdeu ela naquela partida.
Mesmo quando aquela luta acabar. E aí, isso é nível que quando você mata chefe, né? Ele faz um overkill. Quanto mais você bate nele, mais você ganha dinheiro. E eu não sei se tem como aumentar esse limite. Eu não cheguei a fazer isso. Mas você começa a fazer, assim, combos tão grandes que você chega no limite que eu encontrei, pelo menos, de ganhar 5 mil de ouro depois de matar um chefe. Que, por sua vez, significa que quando você sai daquela partida que você, tipo, chegou em 5 mil várias vezes, que você, tipo, chegou em 5 mil várias vezes.
Você vai conseguir comprar tudo que você imagina fora dali. Você começa a manipular a raridade das cartas. Eu fiz com que Coringa seja comum agora, por exemplo. Então, tipo, Coringa vem a rodo comparado a antes. E o jogo tá mais baseado nisso, assim. No ato de você meio quebrar e fazer esses loops praticamente infinitos. Não fossem as cartas quebrando. Aí, eventualmente, você começa a ter a capacidade pra matar...
A morte, apesar que matar a morte é bem difícil, né? Você precisa conseguir empurrar ou congelar ela na hora certa e tal. Entra outra questão estratégica. Mas essa é mais a pegada. Não é um jogo que, comparando com outro jogo de carta que está muito na minha cabeça, porque eu tenho jogado muito ele como o Slay the Spire 2.
Em que pra mim é um desafio constante. Em que eu tô pensando o tempo todo. Cuidadosamente. Qual carta eu quero adicionar ao meu baralho. Eu quero garantir que eu vou passar em vendedor. Pra remover carta. Eu quero pensar no custo de mana delas. Eu sinto que é um jogo. No qual eu consigo ser muito mais desplicente. E obter sucesso. Na verdade eu sinto que em termos de você terminar. Importa muito mais. Muito, muito mais.
E Vampire Survivors também era isso. Você comprar as melhorias definitivas que vão aumentar a sua força, vão aumentar o número de rastejantes que você pode equipar de uma vez, que vão aumentar a sua sorte, etc, etc.
Importa muito mais isso do que o baralho que você monta na sua partida ou até mesmo como você joga. E tem acho que a parte boa que é é um jogo muito facilmente prazeroso. É um jogo de dar dois cliques.
E de repente tá tudo pipocando na tela e você tá destruindo os inimigos sem eles conseguirem se mexer. E aí estoura e sai voando todas aquelas joias na tela. E aí você vê a sua barra de XP subindo e aí sobe o nível e vê a musiquinha de...
Caralho, você subiu de nível, você é foda, e aí você faz o combo mais louco, e aí você vê o numerinho lá crescendo cada vez mais, e aí você olha e diz assim, caralho, uma carta só tá dando não sei quantos mil de dano, uma armadura que eu coloco me dá 60 de armadura, eu tenho 99 mana, que foda. Ele é muito prazeroso nesse sentido, tá?
O ser humano, gente, ele veio do macaco que é um animal que gosta de ver números subindo. Muito, muito. E se ainda forem números coloridos subindo, melhor ainda. E tipo, eu gostei, sabe? Essa parte assim que te pega, que te agarra meio como um caça-níquel, né? A sorte é que o jogo é barato e não cobra nada mais de você. Isso tudo com certeza funciona. Mas...
E aí também eu acho que tem a ver um pouco com a filosofia da Panko, porque eu acho que é meio justo falar a mesma coisa de Vampire Survivors. Eu não acho que ele me engajou tanto, porque eu sinto que a minha relação com ele era muito leve. Eu sinto que eu mal tinha que me focar no que eu tava fazendo pra conseguir fazer os overkill enormes, fazer os combos infinitos, e menos ainda pra só matar o chefe da fase e ir em frente, sabe? Isso é muito simples. Muito simples.
E aí, o que eu acho que não funciona combinado com isso, é que as partidas são longas. Eu sinto que elas duram muito mais do que elas deveriam durar pra algo que engaja tão pouco assim em termos de mente, sabe? É mesmo eu, que jogo que nem um psicopata, tentando jogar as cartas o mais rápido possível, eu acho demorado. E é um demorado que...
Cara, não tem nada novo acontecendo Eu tô fazendo as mesmas coisas toda partida Os inimigos mal encostam em mim A essa altura, eu só tô ficando Progressivamente mais forte, eu sinto que A exceção vem do último chefe da fase Aí volta e meia, ele é meio de repente Eita, isso aqui tá consideravelmente mais difícil Do que tava antes, deixa eu me focar Um pouco mais, mas é mais Mais isso, assim, e...
E tudo bem, não é um jogo muito atochado. Eu sinto que com 15 horas eu praticamente peguei todas as conquistas e fiz os créditos ali nele. Então não é nem como se fosse um jogo que demandasse 50 horas pra você encontrar essa parte superior dele. Mas eu sinto que eu...
Eu joguei, nem peguei todas as conquistas e eu tô mais do que satisfeito com ele. Eu não duvido que ele vai ter muitas atualizações e sei lá o que ele pode pirar e eu não cheguei a matar chefes secretos e tal, não cheguei a fazer isso, mas eu me senti já meio satisfeito e meio cansado dele sabe, nesse período? Diferente de um Vampire Survivors que eu joguei dezenas e dezenas e dezenas de horas
Eu que joguei três horinhas, já tô meio cansado. Eu achei que você tinha jogado mais até. Não sei, você parou. Mesmo com três horas, você chegou a conseguir ver os combos infinitos e coisas assim? É.
O combo infinito eu não consegui fazer, mas eu vi já. Eu tive a visão, sabe, dele. Ah, se eu fizer isso, dá pra fazer isso, hein? Não cheguei a fazer eles em nada do tipo. Eu sinto que é mais dependente de você abrir outras coisas. Porque, por exemplo, tem uma das coisas que você melhora permanentemente. É levar com você mais de um rastejante. Que são os personagens que eram sobreviventes no Vampire Survivors.
E aí tem rastejante que é meio, ah, cada vez que você joga uma carta amarela, você compra uma carta nova. Cada vez que você joga uma carta roxa, aumenta o tamanho da mão. E aí com eles é muito tranquilo, porque em certo momento você tem o seu baralho inteiro na sua mão o tempo todo. Então você vai encontrar a sua carta de mana, você vai encontrar a sua carta de comprar mais cartas. E aí tendo feito isso...
Os combos meio que acontecem. Ainda por cima, você começa a liberar, eu acho que no ponto que você tá, você não liberou, ele tem os arcanos, né? Que nem tinha no Vampire Survivor. Não, eu já tinha. Já chegou. E aí você começa a poder encontrar arcanos adicionais pra equipar no meio de uma partida. Tem um deles que faz com que o seu combo não caia de turno pra turno.
Então, tipo, se você resolve não jogar tudo da sua mão e segura, cara, de repente você olha, seu combo tá chegando no 100, tá ligado? É um negócio insano que ele permite. Então, eu já dei uma cansada nele, porque as runs estavam muito iguais e ele tava sentindo meio trabalho, sabe? Pô, tô jogando essa run só pra liberar mais moeda e liberar mais fase. É isso. E aí a run, que é longa, não é curtinha que nem o Vampire Survivals.
Aí, há um tempão lá, eu trabalhando em prol desse objetivo, sabe? Tanto que chegava num ponto que, ah, tô fácil o suficiente, eu ignorava todos os bichos e ia pro chefe. Isso aí, aham. Você tem até um modo mais rápido que você pode abrir, que nem do Vampire Survivors, e acho que algumas coisas que você não tem certeza se você chegou a ver nesse período, mas...
Você abre uma forja que permite você abrir mais espaços de melhoria dentro de cada carta. Então, sabe, quando você encontra aqueles... Ah, causa o triplo de dano, causa... Você compra uma nova carta, você começa a ter mais espaço nas suas cartas pra equipar isso. E você também, como eu falei, você eventualmente consegue manipular a raridade das cartas. E é caro, mas depois que você pega o lance do combo infinito, você sai com muito dinheiro dessas partidas.
Você pode até pegar a rastejante cuja habilidade é você ganhar mais dinheiro pra só, sabe? Tirar mais grana mais rápido possível e comprar as melhorias todas. E como eu falei, eu deixei... A primeira coisa que eu fiz, Coringa é carta normal agora. E aí, de repente, isso faz uma diferença monstruosa, sabe? Você começa a ter sucesso, mesmo que você haja da pior maneira possível a cada rodada.
Eita, inclusive, que agonia esse vídeo que você colocou, porque o cara tá jogando muito mal. Às vezes é a primeira partida dele, né? Eu também tava jogando mal no começo, você tem que aprender o jogo, eventualmente. Foi isso, assim, eu fiz os créditos, foi bonitinho, foi legal ver o nome do Glauber ali e tudo mais, mas não sei. Aparece cedo, né? O nome do Glauber, tipo, o terceiro, né? Sim, sim. Mas não sei, assim, não...
Parece que ficou faltando alguma coisa pra mim. Eu não liguei. E aí eu acho, a gente tava conversando disso um pouquinho antes da gravação. Acho que pode ter relação direta com o fato de que eu tô jogando bastante Slay the Spire 2. Eu joguei o primeiro, mas o primeiro nunca me pegou nesse nível. Meu jogo de escolha de cartinhas naquela época foi o Monster Train. Monster Train 2 eu joguei absurdamente.
Pô, talvez se você voltar pro primeiro agora você veja um gás a mais aí. Em que sentido? Considerando que o 1 e o 2 são tão parecidos talvez você encontre o que você encontrou no 2 agora no primeiro. Acho bem provável, porque eu acho que envolveu entender melhor...
Parte da dinâmica que eu leio da Spire Pad. Do tipo... Olhar pros caminhos e entender o que eu quero priorizar. Sabe? É... Ah, eu quero priorizar esse número de encontros pra garantir que eu comprei umas três ou quatro cartas ou tive a oportunidade pra garantir que meu barato tá melhor. Quantos vendedores tem nesse percurso pra eu me livrar das cartas bosta.
O máximo de elite que eu consigo enfrentar Se eu morrer E meio aquilo, pode ser que venha o elite Abelha, eu tenho coisas que me Garante contra esse Escrotinho se ele aparecer aqui Mas aquilo é bom Arriscar no elite, porque elite dá Artefato, relíquia E relíquia é o que você Mais sente de melhorias importantes Eu sinto no Slay the Spire, de uma maneira Mais importante do que Monster Train Por exemplo Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer Mer
Então assim, eu acho que eu finalmente Comecei a pegar o jeito E o que eu tenho amado muito São os personagens E o estilo de cada um deles Porque eles são muito variados Muito divertidos, tipo, não teve nenhum Eu terminei com os Quatro primeiros, tô tentando terminar Com a Necromante agora
Ao mesmo tempo que eles são variados e diferentes, mas eles são singulares no estilo de jogo de cada personagem, sabe? Tipo, a Sorrateira tem várias maneiras que você pode jogar com ela especificamente, sabe? Tem tipo uns três arquétipos dentro de cada personagem, né? Do tipo, a Sorrateira tem muita carta de custo zero, você pode focar em veneno e nem precisar de tanto ataque, assim.
Fazer um deck de descarte, você pode jogar com o rígido e fazer um deck só de strike, que eu esqueci como chama em português. É o golpe, né? É, fazer um deck só de golpe. Pô, nossa, tem um poder que é todo golpe que você compra é jogado automaticamente. Eu amo esse, eu amo esse. E nem é tão bom assim.
Mas é tão divertido que eu pego todas as vezes que aparece. E eu esqueci se é a sorrateira ou se é o carinha que fica no trono. Mas um tipo de baralho que eu gosto muito é que um dos dois tem cartas que cada vez que você compra, fica mais forte.
E aí você pode fazer baralhos pequenos com muitas cartas, de comprar novas cartas e de repente, tipo, o terceiro turno você tá dando uns golpes monstruosamente. Assim, o quanto que eles variam é muito gostoso e como é um Rogue, você nunca sabe qual é o estilo que vai dar pra você seguir quando você começa. Tem que ver o que vai aparecer, tem que ver como a oportunidade se apresenta. Às vezes também vai sentido você que...
Misturar um pouco de duas coisas Porque apareceram coisas interessantes Isso tá sendo incrível Nele, incrível Mas aí o que eu sinto é que Eu tenho muita dificuldade Nas Leiders Pire, assim, eu tô com, sei lá Mais de 50 horas nessa altura Treinei uma vez com cada um desses Quatro personagens iniciais Quatro ou três agora Que eu até esqueci
Você terminou com o Rígido, a Sorrateira e o Regente. O Rei e o Robô também. Agora eu tô com a Necromante. Ah, você terminou com o Robô. É. E, tipo, demorei esse todo tempo pra terminar uma vez, que é o nível mais fácil. Agora eu tô na ascensão 1 de cada um. É que eu tô tentando terminar uma vez com cada um e aí depois fazer essas coisas e tal. E eu sinto que o Slay the Spire, pra mim, pega a parte que eu gosto muito, que é justamente, eu tenho que entender a totalidade das cartas.
possíveis de aparecer. Você que aprendeu o que pode vir, né? Qual chefe eu posso enfrentar? Qual carta que pode aparecer? Que se ela aparecer vai encaixar aqui e é a última engrenagem que tá faltando pra minha máquina funcionar. Eu tenho que entender que caminho eu quero fazer no mapa pra ver o que vai ser mais interessante passar por cima e ao mesmo tempo ter aquele jogo de cinturas. Eu vou passar por essa elite, mas eu posso sair ferrado desse elite e precisar recuperar a vida numa fogueirinha.
resulta em muito mais fracasso eu morro muitas vezes mas tá sendo muito legal aprender alguns bichos e o caranguejo que me dava muita dificuldade, eu finalmente tenho conseguido ter mais sucesso nele
Mas também é muito prazeroso chegar naquele baralho que você olha e fala, caralho, que máquina, né? E o Vampire Crawlers não oferece isso, porque eu sinto que você, invariavelmente, chega no mesmo ponto sempre. O ponto ápice no qual ele pode chegar é igual sempre, e isso não é o que eu busco no meu jogo de cartinha.
E eu sinto que o que ocasiona isso é porque no Vampire Crawlers você não tem inimigo diferente, né? Todos os inimigos são só, tipo, a causa máxima de dano possível. É, não tem efeito de status nenhum que eles possam cair em você. Só muda no chefe, né? Em que cada carta jogada sua aproxima o chefe de atacar você. Ele vai enchendo lá uma rodinha e ele vai te bater uma hora.
E já no Slay the Spire, inimigos diferentes Pedem pra você jogar de maneira diferente Completamente diferente, nossa É, já teve caso que eu pensei Pô, eu tô forte pra caramba, hein Com o meu deck de atacar aleatoriamente Aqui, aí pô, caiu o caranguejo Ataquei aleatoriamente a garra errada
Ficou de costas pra outro. Ou, por exemplo, o Elite Abelha, que eu mencionei, ele tem uma habilidade que é passiva dele. Quando você bate nele, você vai ganhando aquele tonto, acho que é no seu baralho. Que meio assim, a carta se desfaz, mas ocupa espaço.
Se você comprar uma carta útil, você compra ela. Dependendo da build, é inferno. Mas, por exemplo, se você tiver espinhos, você destrói ele, porque o ataque dele é múltiplo, normalmente. Você consegue só se focar em defender e deixar ele se matar sozinho, né? Tem bicho que você aprende, que é meio... São vários, mas quando um deles morre, todos os outros ficam tontos. Então, em vez de eu me focar em defender, eu vou tentar me focar em matar um deles, porque eu tenho esse turno livre aqui.
E aí eu acho que todo esse aprendizado vai somando pra você cada vez conseguir um pouco melhor. Ainda acho um jogo bem difícil, tem alguns chefes nossa, aquele lá, o porteiro que tem uma das fases dele, que todas as suas cartas que não são jogadas são perdidas no seu baralho e tal.
É que esse é novo, esse... Ele não era assim quando eu joguei. Eu não enfrentei ele nenhuma vez ainda agora. Nossa, eu não consegui matar acho que ele nenhuma vez ainda. Eu acho que ele... É, mas tá todo mundo dizendo que ele tá muito mais forte que todos os outros chefes de Nais. Ele tá muito difícil. Muito, muito difícil. E aí, talvez seja por conta disso, em que, repito, não acho que Vampire Crawlers é um jogo ruim.
E eu acho que até mesmo dá pra você dizer que dentro do que ele tá se propondo, ele obtém um sucesso. Eu acho que eu só não ligo muito pra o que ele tá propondo aqui. Eu acho que é um pouco raso demais, repetitivo demais, pra mim, sem necessariamente aquele estranho frescor que o Vampire Survivors trouxe quando ele surgiu ali, meio que do nada pra mim, com o Teixeira falando Cara, tô jogando esse jogo, você devia jogar, sabe? Nesse sentido, eu acho o Vampire Crawlers meio...
Um pouquinho decepcionante, eu diria. E me fez até pensar, eu vou ligar pra Warhammer Survivor? Porque eu acho que vai ser a mesma coisa de novo. E eu não sei se eu quero de novo, meio do zero, Vampire Survivor, sabe? É, vamos ver o quão diferente vai ser o Warhammer Survivor. Seja nos itens ou alguma coisa de estrutura.
Inclusive, você sabe se o Goba que tá fazendo a arte? Eu esqueci de perguntar pra ele. Eu não lembro, mas talvez não, porque ele tava fazendo... Ele fez o do Crawlers, com certeza. Pô, a Ponga não falou que tá com 11 projetos, 15 projetos, alguma coisa assim, então... Ah, ele aqui tá no chat dizendo... Não, ele não tá fazendo Warhammer Survivor. Então é meio isso que eu sinto em relação a ele. E a Slade Aspire 2 também, no fim das contas. Perfeito. Você parou no ponto que você tá...
Então eu vou jogar mais o Vampire Crawlers Que eu gosto de dar bastante chance Aos jogos, principalmente Jogos com participação dos meus amigos Que eu gosto muito
Então eu vou dar mais uma chance. Mas eu acho que é só porque eu não tô na vibe de um jogo assim. Sabe? Eu não tô na vibe de um jogo de números subindo, coisas do tipo. E o Slay the Spire eu tô no ponto agora de... Ah, vou esperar chegar mais conteúdo, os personagens novos, coisas assim. Tem datas? Tem previsão já? Não. Mas aparentemente vão ser dois bonecos novos.
Pelo menos. Porque tem um boneco pra cada um dos seres míticos lá, sabe? Não. Toda vez que você termina uma área, você encontra um bichão que vai te dar um upgrade. Ah, ok, sim. Ou a baleia, ou... E aí na história, cada um deles interage com um dos personagens. Ah, é verdade. Tem dois desses que não tem.
Assim, a única coisa que eu li em Slay the Spire, além do texto das cartas, é esse pequeno diálogo entre os seres e o personagem. Porque o das cartinhas lá que você libera da história...
Eu não li nenhum. Eu acho a ideia legal. Eu li algumas, assim, e tô curioso. Mas é que, para ter muito espaço faltando ainda, tá meio muito desconexo. Mas dá muita personalidade pros bonecos aí. Por isso eu tenho gostado. Eu gosto da arte de pente. Sabe, provisória. Quando tá pronto, porra. Olha isso, gente. Por que você vai usar IA quando você pode fazer uma arte assim, que é muito mais icônica, sabe?
Entendido, entendido Mas é, isso foi então Vampire Crawlers e um pouco de Slay the Spire
E Yoshi, eu perguntei pra você antes, a Gegé falou dele na semana passada, eu não tinha jogado nada dele ainda. E desde então eu joguei já umas boas horas de Pragmata, o Mega Man que não é Mega Man, novo da Capcom. E cara...
Que jogo interessante. Que jogo... Estou gostando dele. Acho que eu não gosto tanto de algumas coisas que, por exemplo, a GG gostou. Mas ainda assim, estou gostando dele. Por quê? E assim, eu sei que isso vai ser um comentário meio batido. Porque eu acho que eu ouvi pelo menos umas 10 outras pessoas comentando algo nessa veia. Mas eu sinto que é meio inevitável. Pragmatan.
É um videogame, muito videogame. Achei que você ia falar que você queria ser pai. Não, não, nossa, de jeito nenhum, meu Deus. É...
ele não tem nenhuma vergonha de ser um videogame e ele abraça videogame de uma maneira como videogames eram no Playstation 2 e no Playstation 3, em que é meio... Cara, a gente fez umas fases da hora com combates de inimigos, que é basicamente olhar cenário, arena com inimigo, e o nosso foco vai ser em fazer com que esses combates sejam interessantes por conta de como você engaja com o combate.
e da combinação de inimigos que a gente vai colocar nesse combate. Ele vai fazer aquilo clássico de tem um novo inimigo introduzido, aí você vai enfrentar esse inimigo sozinho, e aí depois esse inimigo vai aparecer em conjunção com os outros e tal. E ele é meio isso, tá ligado? Ele vai só repetir essa fórmula, só que numa boa cadência, sempre te dando melhorias pra você adquirir numa velocidade b****
alta, vendo alguma coisa bonitinha com a Diana, que é a garota robô que te acompanha, mas ele é meio isso, a impressão que eu tive que é o que você vê na primeira hora, é o que você vai ver, sei lá, na nona, mas eu não digo isso como uma coisa negativa, necessariamente, porque tipo, a variedade tá dentro de si, mas
O que você sacou ali do começo é meio que o que você vai fazer pelo resto dessa aventura. De uma maneira que eu sinto que era muito mais normal, sabe? Tipo, ah, pra esse jogo a gente teve uma ideia de um combate que a sua espada subia e cada vez que ela subia saem nuvens que você interage pra ganhar magia e fazer coisas de efeito, só que você vai ter de...
O inimigo ventilador que põe a nuvem pra longe e sem o raio da nuvem, você não vai tirar a escuda do inimigo maior. Então você tem que focar em matar o ventilador pra fazer a sua nuvem aparecer pra tirar o desafio desse. Ah, mas não, mas tem um inimigo que é o...
Atenuador de som E aí o seu assobio não é mais ouvido Pela espada E sabe, tipo, meio como os jogos eram feitos E a impressão que dá é que Pragmata É um desses, assim, que apareceu do nada Em 2026 de novo É algo meio É meio difícil não pensar em Dead Space Não que ele seja de terror, mas pelo lance de Ele é algo meio focado Na coisa que ele tá fazendo Com um combate gostoso, uma exploração gostosa Tchau
segredinhos gostosos de serem descobertos, que é 100% aquele tipo de segredo que você se sente bem de achar, ao mesmo tempo que eles não são particularmente bem escondidos. É meio só você futucar um pouquinho a salinha nesse canto aqui, que você vai encontrar pra onde... Aquele corredor que não dá pra lugar nenhum, mas tem um muro aqui que os tijolos estão muito bem definidos. É bem isso. Então, nesse sentido, ele tá muito delicioso, sabe? Porque é um tipo de jogo num...
Num jeito que a gente não vê mais com muita frequência. Eles já foram a norma. Mas não é exatamente mais o que a gente vê com tanta frequência assim. E o combate, ele... Eu gostei bastante desse lance de como funciona a divisão da sua atenção, né? Porque você mira pra atirar nos inimigos.
Aí aparece na parte direita de cima da tela o que seria meio que o minigame de hackeamento da Diana, né? E a questão é que você tem que meio que engajar com duas coisas ao mesmo tempo. Você tem que hackear o inimigo pra torná-lo vulnerável ao seu dano, porque senão você não causa dano praticamente nenhum. Só que nada pausa enquanto isso. Então você tá olhando pros inimigos virem te atacar. Uma dúvida, inclusive.
Como funciona o hackeamento? Você segura um botão e aí o triângulo quadrado de bola e X move? Exatamente. Enquanto você está segurando a mira, aparece esse quadrante de X por X, e aí os botões de face movimentam o seu cursor ali. E aí a questão é, você pode ir para a saída direto para hackear o inimigo.
Mas vão ter vários nódulos diferentes no percurso, que quanto mais deles você passar por cima, mais efetivo vai ser o dano e o tempo que o inimigo fica vulnerável a dano. Só que aí parte também do que você adquire no jogo é um recurso consumível, que enquanto você tá carregando ele... Imagina que é uma munição. É...
esse negócio aparece no grid de hackeamento. Então, se você passa em cima daquilo, você ganha benefícios especiais, como diminuir ainda mais a defesa do inimigo, você pode hackear o inimigo pra ele começar a atacar os outros inimigos ali na área também. E é um jogo, você vai percebendo, né? Ele é muito inteligente, porque...
Você percebe que os inimigos todos não são exatamente os inimigos mais rápidos do mundo. Eles mostram muito através dos seus gestos quando um ataque está para acontecer. Porque tudo é muito calculado para o fato de que você volta e meia vai estar com um olho na ação e outro olho hackeando ali, sabe?
Só que leva a situações muito incríveis de ação, porque você às vezes vê, sabe, o inimigo mais basiquinho, ele puxou meio que uma espada de plasma, aí ele faz o movimento bem deliberado pra mostrar que ele vai te cortar, e aí você fica naquele desespero assim, tipo, eu acho que eu consigo hackear ele rapidinho, e o jogo permite ele te dar aquele segundinho de você terminar o hackeamento, e aí é um momento da explosão acontecendo no inimigo um pouco mais em câmera lenta.
Só pra dar tempo de você apertar o botão de esquiva e sair na hora certa do ataque dele. E você, ah, meu Deus, eu fiz tudo no timing mais perfeito do mundo. E, obviamente, o jogo, tenho certeza... Tá roubando pra você, né? Ele tá manipulando um monte de coisas pra que esse momento mais perfeito aconteça. Mas isso é a marca de um jogo bom. Tipo, fazer você sentir que tudo se encaixou de maneira perfeita.
Pior que o jogo parece mal bom, Heitor. Cara, e ele vai aumentando a... Mais do que a complexidade, eu acho que ele aumenta muito a possibilidade do que você encontra. Porque você tem uma pistolinha básica e outras três armas que quando acaba a munição, acabou. Você tem que encontrar no chão de novo. Mas a questão é que você vai ficar encontrando várias dessas no chão durante as arenas de combate e elas também são muito assim...
efeitos próprios, então você vai ter uma escopetona que você cola perto de um inimigo com o ponto fraco aberto vai ser muito bom, você encontra armas que atravessam inimigos e acertam vários em sequência, mas você encontra coisas que é pra te auxiliar como fazer um holograma seu que distrai os inimigos um efeito em área que eles caem no chão e aí você consegue estar mais tranquilamente atacando eles e tal, e o interessante é que como ele ele...
funciona isso que você pega no chão e você pega uma quantidade pequena e logo mais ali na frente você vai encontrar de novo a ideia é pra usar, sabe? não é pra você ficar guardando pro momento oportuno porque quando tiver uma nova arena ele vai preencher você de todos os recursos de novo
Então eu me vejo usando tudo que eu tenho à minha disposição o tempo todo. O hackeamento você abre modificadores. Então você abre um modificador de dano que, dependendo da condição do inimigo, aparece em nódulos que se você passa em cima você causa pura e simplesmente mais dano. E aí você explora e pega o cubo amarelo, pega um monte de luna filamento, pega o chip do robozinho...
zelador, e aí encontra uma passagem de volta pro abrigo, que é o lugar seguro, e é meio, caralho, eu posso comprar tanta coisa aqui agora, sabe? Porra, aumentei minha vida pra caralho, aumentei o hackeamento da Diana, aí o outro recurso é, melhorei essa arma, melhorei minha esquiva, posso equipar mais um módulo de dano, e agora eu consigo hackear de mais longe, puta, peguei o chip do porteiro, e o chip do porteiro tem uma tabela de bingo, que quanto mais você preenche, vai...
Ganhando novas coisas. E é tipo, pô, peguei mais uma coisa boa. Peguei uma nova roupinha pro Rio. É muito... Até porque eu sei que ele não é um jogo particularmente longo. Eu acho que é um jogo de umas 9, 10 horas. É muito rápido você tá pegando novas coisas. Eu acho que não houve nenhuma vez que eu pude voltar pro abrigo. E que eu não podia comprar umas duas ou três coisas novas pro meu personagem. Então eu sinto que é isso.
Você tava falando, por exemplo, do tempo pra abrir uma nova arma no Far, Far West. E lá a gente entende o motivo. Porque é um jogo multiplayer que eles querem que você fique agarrado o maior número de horas possível. Porque eu imagino que eventualmente, talvez até tenha alguma microtransação ali dentro ou qualquer coisa assim. Mas eles precisam de uma comunidade saudável. Então a sua relação de tempo ali...
é totalmente diferente, né? Jogos de mundo aberto mesmo, eu sinto que é muito normal aquilo de nas primeiras horas você abre o primeiro nível de tudo muito fácil, mas depois de um tempo é aquilo, ah, eu vou fazer um grindzinho explorando cada cantinho aqui do mapa, até juntar três desse negócio pra conseguir o próximo nível.
E aqui não, assim, é meio, cara, chegou numa nova sala, você olha ali e fala, puta, aquilo é uma passagem pra um item opcional, aí você pega o item opcional, aí a Diana fala, yes! Aí você se sente feliz, que ela tá feliz, aí você volta, mata mais dois robôs, destrói eles, e aí encontra mais um cubo pra melhorar seu personagem, ah, mais uma passagem pro abrigo, melhorei, tô feliz, sabe? Ele é muito... Ele não para, ele tem um ritmo muito...
muito agradável, porque ele não precisa que você passe infindáveis horas jogando ele de forma alguma
A parte que eu acho que me pegou menos é justamente a questão dos personagens e universo, em que a Diana é divertida e tem coisas que ela faz que eu reconheço, né? Tendo duas sobrinhas, mas a mais nova é de três anos de idade, que eu reconheço muito, assim, de umas horas que ela imita o Hugh, porque ela acha que é o jeito certo de agir na situação. É bonitinho, tanto que...
Quando eu via de fora, eu achava meio... É meio estranho uma robô criança. Por que alguém fez, tá ligado? Um robô criança. No mundo real, se alguém fizesse isso, você ficaria meio... Eita, o que tá rolando aqui? A filha do cara morreu e aí ele criou uma robô pra substituir ela.
E eu acho que a questão aqui é que você tem que pensar na Diana mais como uma criança, de fato, que tem alguns poderes especiais. Porque ela sabe hackear os inimigos, ela sabe manipular algumas coisas no ambiente, né? Ela fuma uns chips pra ganhar novas habilidades. Ela pega e morde. E aí, de repente, ela aprende umas habilidades novas. Não, Diana, não segure a fumaça. Isso não faz nada.
Mas não é assim que ela é uma enciclopédia, tá ligado? Ela não tem conhecimento das coisas, ela não tem conhecimento da Terra, de como a Terra funciona. Então, assim, fica mais tranquilo você pensar nela como uma criança, de fato, que não tem medo, porque ela não sente dor, ela não sente... Tipo, ela fala, ah, não, eu recebo um valor numérico pra me indicar o dano recebido. Mas ela não sente dor, ela não tem medo do que uma criança normalmente sentiria.
E aí funciona. O Hugh é extremamente sem graça. Extremamente sem graça. Tipo, tem a parte boa em que ele se dá bem com a Diana logo de cara. E eu acho que existe uma leitura sombria que você pode fazer que ele se dá bem com ela logo de cara porque ele precisa dela pra sobreviver. Tá ligado? Ele saca isso bem rápido. Mas assim...
Ele respeita ela, ele conversa com ela, ele explica as coisas pra ela. Mas é um personagem que eu sinto que metade das falas dele funcionariam pra uma propaganda de margarina também. Eu não sei se essa referência ainda é válida hoje em dia, mas propaganda de margarina era sempre aquilo, né? A família mais feliz e perfeita do mundo.
Acordando de manhã Acordando de manhã e tendo um excelente Café da manhã, ninguém com pressa Ninguém gritando, tipo, água quente acabou Sai logo do banheiro, eu preciso escovar os dentes Tô atrasado, não sei o que lá Porque assim, é muito brega O texto é muito brega E eu acho que você não tem ideia É coisa assim de, ah, você vê uma mesa de jantar Aí a Diana Ah
O que é isso? Aí ele, ah, é uma mesa de jantar, é onde humanos se juntam pra comer alimentos.
Ah, eu ouvi dizer que humanos precisam de comida todos os dias. Parece uma maneira pouco efetiva de gerir energia. Aí o Rio responde, ah, mas Diana, é porque esse momento de sentarmos à mesa uns com os outros não é só para nutrirmos nosso corpo, mas é um momento também de nutrirmos nossa alma, porque conversamos com pessoas queridas e ouvimos sobre o dia delas e o que elas fizeram, não sei o que lá.
ele é um robô também. Cara, eu não sei se isso não poderia ser um twist, porque eu morri algumas vezes e quando você morre, você não é só, tipo, tente novamente. Se você tenta de novo, ele aparece no abrigo de volta, meio... Eu acho que a ideia é que ele escapou por pouco, mas eu fico...
A ideia que ele acabou de ser reimpresso com os Luna Filamentos, porque todo o lance do jogo é que uma IA saiu de controle e ela pode imprimir coisas à vontade com os Luna Filamentos que são feitos a partir de material encontrado na Lua. Então, é uma IA fora de controle imprimindo coisas.
que nenhum humano pré-autorizou, sabe? Então teve umas horas que eu fiquei, tipo, é canônico que eu morri em algum momento e eu sou só uma cópia feita de lunafilamento do meu cara. Mas assim, o diálogo me dói às vezes, sinceramente.
Mas se for um brega com o coração, a gente tanca. Dá pra aguentar. Eu aguento porque acaba rápido e eu volto pra ação. E eu acho que tem horas legitimamente bonitinhas dele com a Diana ou da Diana entendendo o mundo. Mas assim, o Rio é um doce, mas ele é um doce muito brega. Tem uma hora que ele fala que ele tem quase 40, que ele não tem filhos, ele tá solteiro. E eu fico, é claro que você tá solteiro. Você é um porre, tá ligado? Quem ia aguentar tá com você? É um saco.
Em algum momento a Diana apareceu muito estereótipo de criança fofa, assim? Passou do ponto? Acho que até agora não. Até agora não. Assim, eu acho que o que é menos verossímil é que ela não é nunca irritante. E assim, amo minha sobrinha de três anos. É, não. Mas tem que... A criança tem que fazer maldade. Pô, eu que tenho um sobrinho de quatro anos...
É, então o máximo que você vê assim dela disso é que uma hora ela vê um gato e ela quase se espatifa no chão. E ela fala, mas se eu quebrar você me conserta? Tá tudo bem. Ela tem noção que ela é um robô, então acaba sendo um pouco diferente.
Ela não faz birra. O Rio, ele é... Eu aprecio que não tem o clichê do clichê do pai triste nos jogos Playstation, né? Que é meio... Ah, eu começo odiando esta criança. Eu vou ter que trabalhar com você porque eu não tenho escolha. E agora, de repente, é a coisa mais preciosa do mundo pra mim. Tipo, quem poderia imaginar...
um crescimento dessa natureza acontecendo, né? Tipo, eu gosto que o Hugh, meio já de cara, é meio... Não, beleza, estamos trabalhando junto aqui, eles têm uns momentos bonitinhos de ensinar pra ela o que é um high five, e aí ela, tipo, levanta a mãozinha pra fazer com ele, quando ela sente que ela fez...
Algo bonito. Você encontra muitos brinquedos e relíquias pra imprimir pra ela. Aí você vê ela se divertindo com o escorrega. Você vê ela brincando com desenho. Ela te traz uns desenhos que ela fez de você de tempos em tempos e tal. Isso é tudo muito bonitinho. E arte gerada por Iá.
literalmente nesse caso mas eu acho que o elo fraco é o Hugh e especialmente os diálogos do Hugh, assim, porque é muito, a primeira vez que acontece você até fica, ah tá, é ele sem jeito de falar com criança, mas é o tempo todo meio ele explica algo
E aí ele explica esse algo de uma maneira muito abstrata melosa que ninguém na vida real explicaria e aí é claro que a Diana não entende mas é meio pra dar brecha pra ela entender de uma maneira poética por exemplo no exemplo da comida que eu falei ela fala
Nutrir a alma? Então a alma também pode ficar doente? Ele, sim, às vezes a alma das pessoas adoece. E de que maneira isso acontece? Ah, isso acontece de maneira muito diferente de pessoa pra pessoa. E... Eu não gosto, eu não gosto. Me lembra alguns dos piores momentos de Final Fantasy XIII. Eu lembro de um personagem falando tipo, ah, amigos. O cara que tem o chocobo no afro dele, eu não lembro o nome do personagem. Falando tipo, ah, amigos.
tornam os momentos ruins possíveis de se aguentar e os momentos bons ainda mais valiosos, sabe? É brega. É brega, brega, brega. É de bom coração, sabe? É assim, é. Pra quem se preocupa com isso, não tem nada cancelável não tem nada que você vai falar, nossa odeio o Hugh agora. Minha maior crítica do Hugh é que eu acho que ele é um porre e ele tem cara que foge fofo, tá ligado? Mas não é um crime isso.
Eu acho que poderia ser ainda mais especial se junto disso eu estivesse me importando com o personagem e tal. O universo em si é interessante. Esse lance de ser tudo impresso por eles. Então, tipo, tem uma hora que...
Você vê uma recriação de Nova York dentro da base. É bem impressionante. Tipo, a lua em si. As horas que você vê a lua já é impressionante. Porque a lua é legal pra cacete. Mas assim, você vê uma Nova York recriada e mal impressa lá dentro do caralho. E você encontra, né? Eu gosto muito que é... Cara, eles queriam botar uma sala secreta no jogo. Que você chega numa parede holográfica. Você aperta o botão e você encontra uns itens. E aí é meio... Você encontra um texto dizendo...
Ah, eu descobri como fazer paredes holográficas Então eu resolvi que eu gosto de trabalhar Num cantinho diferente todos os dias Então eu vou e acho um novo canto E faço uma parede e me fecho nela E essa é a desculpa Pra ter lugares secretos Essas horas que ele abraça Ser videogame, eu amo Muito, sabe? Eu gosto Muito, muito, muito
É mais o texto do Ryu. Mas não é nada assim que, nossa, o jogo é ruim por conta disso. Ele só claramente poderia ter algo mais legal se esse personagem fosse interessante. Porque eu acho que o quão desinteressante ele é...
Afeta até um pouquinho a parte da Diana, sabe? Que tipo, a Diana é legal, mas eu pessoalmente acho que eu vejo ela mais como uma ferramenta de jogabilidade do que um personagem com o qual eu me importo, sabe? E eu digo isso também tranquilamente. Mas...
É um jogo mecanicamente muito gostoso. Porque eu acho que você tá aqui pra isso, assim. Pelos combates, vai ter uma quantidade de inimigo variável. Esse lance de você dividir a atenção te faz ter que estar meio atento de uma maneira diferente como jogos normalmente pedem pra você estar. Você começa a desenvolver aquilo de, tá, qual inimigo eu quero priorizar, sabe? Apareceu o que atira de longe.
Apareceu esse que é grandão e se colar em mim é problema Apareceu o rapidinho Tipo, qual que eu quero hackear antes Eu tenho no chão o item que Pode aparecer o nódulo de hackear Vários deles juntos Eu quero utilizar isso daqui agora Pra mim essa é a parte realmente interessante do jogo E essa parte é realmente muito gostosa
E, cara, chefes muito legais, viu? De, tipo, hackear, abre o ponto fraco, aí você tem que achar o caminho pra bater no ponto fraco dele. Só que aí ele vira e faz uns escudos de hackeamento uma hora, você tem que priorizar isso, só que aí você tem que também saber esquivar na hora certa. De dizer, aí eu acho que a parte mais...
humana que eu gostei do Hill até agora, é uma hora que do nada aparece um novo tipo de inimigo que parece meio que um bebezão gigante, parece um bebezão jupiteriano, tá ligado? E ele é meio assustador, ele tem essa cabeça humana, meio de bebê, e ele vai correndo atrás de você engatinhando, e a reação do Hill é muito...
que merda é essa? que merda é essa? e ele sai correndo desesperadamente e essa eu acho que é a parte que eu mais me identifiquei com ele que é tipo, sim, isso é uma reação normal, sabe? de se ter nessa situação, tipo que porra tá acontecendo aqui exatamente
Mas eu estou curtindo, cara. Eu estou curtindo. Eu acho que é um desses jogos que eu vou ter até prazer em voltar nas áreas e fazer 100%. Porque ele marca muito certinho. O que você deixou pra trás? Em que pedaço dessa área isso aqui tá? Tem coisas que você às vezes não tinha habilidade na hora pra isso?
Tipo Resident Evil, que a sala fica muda de cor quando você pegou tudo. Só que nesse caso é que ele não mostra sala por sala. É meio assim, tem o mapa inteiro da... que seria a fase e aí você pega meio que os pontos de viagem rápida e aí dentro da área de cada ponto de viagem rápida ele tem uma listinha. Tipo, você pegou todos os baús, você pegou todos os... não sei o que lá. Então assim, fica bem tranquilo de você ir atrás disso.
Ah, lembrei agora porque passou no vídeo. Tipo, coisas que eu amo também que ele não foge de ser videogame.
Às vezes vai ter uns corredores que vai ter tipo laser passando neles por cima, vertical, horizontal e tal Por quê? Porque é um videogame Porque seria legal se tivesse uns lasers agora aqui Porque é legal você ter que desviar dos lasers enquanto você atira em robôs pra tentar chegar num baú Sei lá, a explicação é que a impressora 3D saiu de controle Foda-se, é porque é um desafio de videogame legal E eu acho que esse jogo é lotado dessas coisinhas e eu aprecio isso demais nele Então isso tudo eu tô Por...
Eu tô curtindo bastante. E, já aceitei. Não é um Mega Man secreto. Entendo. Mas, cara... Você não terminou ainda? Eu não terminei ainda, é verdade. Tem isso. Mas, cara, tem uns negocinhos que... Não sei se é meu cérebro procurando coisas. Ou se eles adicionaram...
Depois da galera achar Quando você tá no abrigo Tem um barulhinho Eu acho que é do robô zelador lá Que eu esqueci o nome Cara, é igualzinho ao barulho do Mega Man Quando ele, sabe, ele vira aquela barrinha vertical E aí ele volta no chão Ele faz aquele plic
E aí fica fazendo esse barulho o tempo todo que eu fico, mano, não é possível que isso aqui foi sem querer. Estou estravoito. Não é possível que isso foi sem querer, porque parece muito barulho de Mega Man aquilo. Muito, muito, muito. Ninguém faz a roupa da Diana ser exatamente desse jeito se não for pra ser Mega Man.
O Gabriel tá falando, é o barulho de Mega Man. Tem até uma animação do Mega Man na tela dele. Ah, no rosto do zelador? Eu preciso ver isso depois. Então não é à toa. Meus ouvidos não me enganaram. Até mesmo coisas, tipo, você abre um negócio de treinamento que é muito divertido, porque é aquilo de...
Mate todos os inimigos Coletando todos esses negócios 60 segundos, e aí você aprende como fazer Aquilo rápido, e a recompensa é Boa e palpável, sabe, você já ganha mais Ficha pra montar no bingo Já ganha mais Luna Filamento pra ficar mais forte Tudo é gostoso fazendo Esse jogo, tá ligado? Tudo é gostoso De fazer nele, e olha
Fica um aviso até aqui pra quem... Meu computador não é ruim, mas ele não está mais atual. Eu tenho uma 1080 Ti, né? Então, assim, óbvio que eu tô jogando no PC, eu não liguei absolutamente nada de ray tracing e tal, porque minha placa não tem suporte a isso. Mas olha, eu tô jogando...
Basicamente a 60 quadro liso, 1080p, claro. Mas assim, com gráfico alto em várias coisas. Então não tenha medo necessariamente se você tem um PC que tá mais perto do mínimo do que do recomendado. Eu encontrei uma coisinha ou outra que você percebe a...
a taxa de quadro um pouquinho mais instável e tal. E uma desses casos era uma sala específica que não tem nada dentro. Eu vou te dar... Tem um objeto com muitos polígonos por algum motivo ali dentro, alguma coisa assim. Com um cacho de uva. Você pega muito mais processamento do que deveria. Isso é Final Fantasy XIV, né? É. Que, curiosamente, a versão original tinha também uma rosa numa janela que tinha uma quantidade de polígonos assustadora que destruía computadores.
então assim, não tenha esse receio a única parte que eu entendo que faz muitas pessoas esperarem só é que eu amo ser um jogo com essa duração que nunca tem nada ele não fica enrolando pras coisas acontecerem mas entendo também pra quem dói no bolso, um jogo de 10 horas gastar tudo isso aqui agora não rola pra mim agora, eu vou esperar uma promoção da Capcom, acho completamente compreensível, não é não rola pra mim
Não é de maneira nenhuma diminuir o jogo por conta da duração dele. Não é ruim um jogo ser curto. Mas eu acho sempre importante também ter essa informação em mente. Porque o dinheiro, o recurso das pessoas é limitado. E elas têm que utilizar isso como cada um considera melhor. Então também entendo 100% ser aquele jogo que está na sua lista de desejo. Esperando a próxima promoção da Capcom que rolasse.
E a Capcom tem promoções boas. Tem, né? E pelo que eu entendo de ouvir pessoas falarem, meio similar a Resident Evil, é um desses jogos que te incentiva a querer jogar de novo, a querer fazer algumas outras coisas adicionais e tal. Então também tem essa possibilidade, se isso é algo que te interessa. Em Resident Evil, volta e meia me interessa. Eu não tive vontade de fazer no hack, por conta das partes do Leon. Se fosse só a Grace, eu teria feito. Mas a parte do Leon me deu preguiça de jogar aquele jogo de novo.
Mas são impressões de Pragmata, cara. Videogames, sem vergonha de serem videogames, gostoso demais. Você tá nessa situação, né? De esperar uma promoção eventual, né? Eu tô 260 reais. Infelizmente, não cabe no meu bolso agora. E isso é no Steam, né? Não sei se no console tá um pouco mais caro, talvez. Pô, imagino que no Playstation é mais caro. Como quase sempre. Mas é isso. Pragmata já disponível pra Playstation 5?
Series e PC. O estudo que eu falei foi impressão jogando no Steam. Eu até tenho curiosidade como ele funciona com teclado e mouse, porque o lance de hackear com os botões de face funciona tão bem, eu nem sei dizer como você faria isso com teclado e mouse, sabe?
mesmo, né? Calma, agora eu tô curioso. Assim, ele é um desses jogos que mesmo no PC, quando você liga, ele diz olha, a gente recomenda controle pra esse daqui. Tanto que assim, os inimigos não tem nenhum muito rápido, pelo menos não os que eu encontrei. Não é um jogo de ter reflexos rápidos. É um jogo de ter mira, porque ele, depois que você deixa o inimigo vulnerável, ele recompensa muito mais você acertar pontos fracos no inimigo.
Mas eu acho que é aquele tipo de coisa em que você não precisa acertar o ponto fraco pra derrotá-los, mas é muito gostoso quando você acerta, que você vê aquele o ponto do corpo dele brilhando e os inimigos tem vários pontos fracos e tal, e aí é tipo, ok, ok, é muito gostoso. Ó, fica a informação aí, Heitor, que você hackeia com o mouse. Você segura um clique.
E aí você arrasta o mouse na direção que você quer. É, e o Gabriel falou, e aí bagunça a sua mira. Realmente parece ser um jogo pensado pra jogar no controle mesmo, aparentemente. Ah, e eu esqueci, o Daniel lembrou, é verdade. Saiu pra Switch 2 também, é verdade. Está no Switch 2, que pelo que eu ouvi...
É mais um ótimo jogo forte pra Switch 2, que o Resident Evil Hacking, eu também só ouvi elogios, eu ouvi meio, ah, tem um pedacinho ou outro que a taxa de quadro cai, mas nada demais. A re-engine, quando não é fazendo o mundo aberto, é muito boa. Pois é, pois é. E aparentemente então também é uma ótima pedida se você aí tá querendo jogar no seu Switch 2 o Pragmata.
Mas é isso, eu acho que até semana que vem eu quero terminar. Essa semana vai ser um pouco complicada porque eu vou ter dois dias cheios de BGS. Ah, e um aviso, eu postei em redes sociais. Eu falei o quê? Falei BGS, né? Eu falei BGS. Um segundinho, eu vou pegar uma coisa pra mostrar. E...
E aí, chat, como vocês estão? Enquanto o Heitor foi pegar o negócio, espero que vocês estejam bem, bebendo água. Hoje eu fiz aqueles ovos coreanos que você deixa marinando de um dia pro outro. Então, meu plano era já ter começado esta semana, mas justamente por conta de correrias da Gamescom Latam atrasou um pouco. Mas, Yoshi, o pessoal que está vindo ao vivo...
O pessoal que tá vendo ao vivo vai conseguir ver. Mas eu quero que você descreva pra aqueles que estão ouvindo a versão em áudio, o que eu tenho em minhas mãos.
Eitor está com a Relíquia do Passado, um jogo de Playstation 3, e que a capa nós temos um personagem muito radical. Muito. Azul, correndo em direção à tela, e embaixo dele está escrito Sonic, The Hedgehog. Que ano saiu este Sonic? Esse jogo saiu no ano de 2006, o que é muito importante.
Pois é, e eu já peguei um Playstation 3 na casa dos meus pais já está atualizado e aí então eu, se não sexta, semana que vem promessa é dívida, né, que eu não sei se sabe, eu acho que foi parte do nosso incentivo pro pessoal doar dinheiro pra gente ajudar com o juiz de fora É, não, eu sei, eu tava
Ah, é verdade, você até jogou com a gente o Friends Lopes depois, mas era se a gente batesse 5 mil reais eu prometia jogar Sonic 2006 ao vivo, então vai começar em breve. Boa sorte que você vai jogar logo a versão true, né? Original, assim, não é nem aquele...
Aquela versão de funk que corrige as coisas, né? Você tem a experiência verdadeira. Eu sinto que se é pra jogar Sonic 2006 hoje em dia... É não. É pra experimentar como era. É, não. Tem que ser. Entendi. Você tá ali não pra se divertir. Você tá ali pela experiência, pelo sabor.
Eu até teria curiosidade, assim, de ah, será que sem alguns dos problemas técnicos que eu sei dele, ele é um bom jogo? Duvido. Mas eu sinto que pra mim também vai ser a experiência de poder entender direito. Porque eu comentei com a Gegé, eu sei que ele é um jogo horrível. Eu sei que ele tem loadings longos. E eu sei que o Sonic beija uma humana. Mas eu acho que eu não sei... Ah, é nesse que ele beija a humana? É nesse. Ou a humana beija ele. Talvez seja o mais correto de se dizer.
Não, eu acho que é ele que beija a humana desacordada. E a humana tem 16 anos, algo assim. Mas quantos anos tem o Sonic? Não sei. A humana que beija o Sonic? Aí tudo bem. Não sei. Assim, nunca beije ninguém desacordado, né? Mas eu quero dizer que às vezes, pelo menos, a diferença de idade não é um problema entre o 16 e o do Sonic, eu não sei.
Mas o Sonic tava desacordado? Eu acho que alguém tava desacordado. Eu acho que o Sonic tá desacordado nessa cena. Enfim, eu vou descobrir por conta própria eventualmente. É, eu vou expreciar tudo. Mas eu não sei o que faz ele ser tão ruim exatamente, sabe? Porque eu duvido que seja só loading longo, né? Deve ter mais por trás do quão famigerado ele é. Então eu tô curioso pra descobrir por conta própria.
E é esse que tem várias campanhas, né? Tem, tem a do Sonic, a do Shadow e daquele que estreia nesse jogo, o Silver. O Trunks do universo de Sonic. Nossa, não tem algo do Big The Cat, algo assim também? Eu não sei se o Big aparece aqui, mas não tem campanha dele, não. Eu acho que você não jogava com o Big The Cat no Sonic Adventure original? Talvez, talvez. No Dreamcast? Eu nunca joguei esse Sonic, eu só assistia as pessoas jogando.
Eu acho que o Big The Catch era o equivalente a Robotnik quando você tava jogando... Enfim, se você nunca jogou o Sonic... É Adventure, é o que eu tô pensando mesmo, né? O de Dreamcast, que saiu pra GameCube depois. Você, tipo, de um lado joga Sonic, Tails e, sei lá, Big The Catch, aí do outro lado era o Robotnik.
E aí no 2 Era tipo A campanha era tipo, sabe A do Ben tem o Sonic, a do Mal tem o Shadow A do Ben tem o Tails, a do Mal tem o Robotnik A do Ben tem o Knuckles A do Mal tem a Rouge E sei lá o que mais Enfim, é isso, esse é o aviso Talvez as coisas fiquem levemente paradas essa semana Por conta do Gamescom Latam
Talvez até você esteja ouvindo esse podcast levemente atrasado, a versão editada, porque está corrido. Mas é isso. É isso o aviso que eu queria dar.
Yoshi, muito obrigado por vir aqui gravar essa edição do Mothership comigo. A gente deu o recado do seu Discord, mas pessoas que queiram te encontrar em algum outro lugar e tal, podem fazer isso de que forma? Você pode ir em dois lugares principais. Um, no meu Instagram, em Yoshi Ohashi I, com dois I's no final. Ou no meu Blue Sky, é Yoshi Ohashi.
É fácil de encontrar. Não tem muitas pessoas com nome parecido com o meu. Me sigam nesses dois lugares. De vez em nunca, assim, uma vez por semana, eu faço live e posto lá no Blue Sky. E se você precisar de um podcast aí pra ser editado, considere falar comigo aí. Vamos conversar, que eu estou precisando também.
Um mês eu falando pro Yoshi Ô Yoshi, se tiver sobrando qualquer coisa aí me passe aí por favor que eu tô precisando de uns filhos urgentemente aí agora eu descobri isso Muitos Yoshis, muitos podcasts foram cancelados ou cancelaram com a H&E Editor? Ah, alguns a própria pessoa começou a editar pra economizar, outros o podcast só parou de lançar coisas assim, sabe?
É isso, então. Quem estiver na BGS, caso encontre, venha dar um alô. Gamescom. Cacete. Gamescom. Estarei lá na quarta e na quinta-feira. E é isso. É isso, então, por hoje. Muito obrigado a todos. O cheiro. A gente fica por aqui, mas na semana que vem estaremos de volta com mais. Até lá. Tchau, tchau. Tchau, tchau.
Boa tarde, D. Alisson. Vocês sabem por que a ostra tem duas contas na Steam? Porque ela é bivalve. Eu sinto que eu precisaria saber o que significa ser bivalve num animal. Talvez ele tenha duas válvulas no coração, eu não sei. Não manjo o suficiente de biologia marítima pra entender a piada.
Mas aposto que foi boa, aposto que foi boa. Tipo, eu sinto que o The Arias só aprendeu isso na aula da faculdade hoje, e aí pensou na piada e veio correndo aqui contar. Isso tem uma vibe de piada que o professor conta, assim. Sim, sim, 100%. É que nem, ah, o professor de química, né? Qual o contrário de volátil? Ah, é vem cá, sobrinho. Ah!
Boa tarde, Mitrilion Boa tarde, Hulker Boa tarde, Will Nunes Hulker perguntou se eu terminei o Jojo Não, ainda não A última coisa que eu vi Foi o episódio do Apostador Que foi muito boa
Então, você sabia que esse episódio do Apostador foi um dos responsáveis por criar Yu-Gi-Oh! Ah, é? Tipo, imagino que quando tava no mangá, né? É, quando tava no mangá. Que esse episódio foi super influente, né? Jojo é super influente. E aí, isso daí foi a origem de Yu-Gi-Oh! Caramba! Do mangá do Yu-Gi-Oh! Assim, o Jotaro meio que derrota o cara de maneira similar ao Yu-Gi derrota o Pegasus, não sabendo as cartas que ele tem na mesa.
Mas o Jotaro não tem um espírito de um Deus antigo que sabia o que tava fazendo dentro dele. Inclusive, muito bom esse episódio, tá? De hoje. Ah, tá. É que esse arco de Yu-Gi-Oh! eu também gosto. Quando eu assisti há 30 anos, sei lá quando. Eu não lembro de absolutamente nada. Na minha memória, deve ser péssimo, mas eu amava. Isso é que eu acho que é a primeira saga de Yu-Gi que é no campeonato do Pegasus.
É, que eles têm que pegar as estrelinhas e colocar na luva. E aí a questão toda é que o Pegasus tem o olho que faz ele saber o que o oponente tem nas mãos. E aí o plano que o Yugi tem pra vencer é que ele fica alternando a interpersonalidade do Yugi e do deus do Egito, do rei do Egito, sei lá o que porra é.
Pior que eu não lembrava disso. Então o que acontece é que ele troca e aí o Yugi normal joga e troca pro rei do Egito. E aí ele fala você pode ler minha mente quando você quiser. Eu não sei o que o Yugi jogou, mas eu confio nele, porque eu confio no coração das cartas. Deve ser o mago negro, provavelmente. E aí ele vence. É igual a porra assim.
Não, deve ser o Caríbal, que ele venceu com o Caríbal as coisas. Que era a carta favorita dele, uma parada assim. Do Yugi era o Mago Negro, não era? Não, eu acho que era o Caríbal. Tanto que é uma carta péssima, mas tipo o xodó dele. É, eu lembro que aquele amigo boninho dele vence com o Caríbal uma hora multiplicando os Caríbal até desenchega, umas coisas assim. O Joey. Ah, segundo o Hilker, Caríbal era no Yu-Gi-Oh! GX.
Ah, caramba, esse aí eu não cheguei a ver A gente tem uma diferença boa de idade, Yoshi Não, mas eu não vi esse O GX, esse é o que eles andam de moto E jogam Yu-Gi-Oh! e cotando de moto Aí eu já não sei, aí eu já não sei Eu só vi a animação original até esse ponto Que eu falei, depois eu nunca mais vi GX era o da escola de cartinha É, não, esse eu não cheguei a ver não Eu acho que tem alguns jogos Baseados nisso, porque eu me lembro de escrever Sobre uns jogos de Yu-Gi-Oh! que estão numa escola De jogar cartas e tal Tchau!
Deve ter um jogo pra cada saga de Yu-Gi-Oh! Me parece que tá tudo certo. Vamos começar bonitinho, então? Vamos.
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