PECADO, TRANSGRESSÃO E INIQUIDADE
Palavra ministrada dia 26/04/2026
- Impunidade e CondenacoesDefinição de pecado (Amartia) · Definição de transgressão (Peschar) · Definição de iniquidade (Anomia) · Diferenças entre pecado, transgressão e iniquidade · O papel da lei e da graça · Pecado para a morte vs. pecado não para a morte · A mulher adúltera e o julgamento · A importância da misericórdia e do equilíbrio
- Relação com o DireitoO salário do pecado é a morte · A vida eterna é um presente de Deus · A lei como padrão de Deus · A graça como substituta da lei · Confessar pecados para receber perdão
- Universalidade do PecadoPecado como errar o alvo (Amartia) · Pecado como tropeçar e cair (Pedicare) · Pecado como passar o limite (Peschar) · Pecado como traço de personalidade (Anomia) · Pecados voluntários e involuntários
- Julgamento e CondenaçãoNão julgar os outros · A justiça de Deus · A misericórdia de Deus · O equilíbrio entre justiça e misericórdia · O papel da igreja em socorrer pecadores
- Abandono de apegos e vícios mundanosA luta diária contra o pecado · A importância de não ceder ao legalismo · O papel do Espírito Santo na convicção do pecado · A confissão como ato de humildade e busca por perdão
Amém. Hoje nós vamos falar de uma chance, a pior seria outra coisa, mas faz um tempo que na última hora as coisas mudam, de uma forma tão inesperada que hoje já é quase programada. Hoje nós vamos falar de uma chance relativamente espinhoso.
Deus está falando sobre pecado. Pecado, transgressão e iniquidade. Vamos começar fazendo uma leitura.
A frase básica seria o salário do pecado é a morte, mas a vida eterna é o prefeito do nome de Deus, com o qual nós somos agraciados. Aleluia!
A Bíblia, na tradução portuguesa, usa quase que indistintamente a palavra pecado para essas três palavras que nas duas originais têm sentidos diferenciados entre si. A palavra que nós temos em português pecado não vem nem do grego nem do hebraico, mas do latim.
PEDICARE que significa tropeçar. É algo que acontece com alguém involuntariamente. O homem quando tropeça o sentido é que ele está usando o andar normal e algo forte ou controle ele tropeça.
E a ideia do Pé de Caio não é um tropeçar simples, é tropeçar e cair. Ela foi mais admitida pela Igreja Católica e pela própria formação da língua. A gente vai dar o latim e vem do latim que a gente utiliza.
Mas quando a gente pensa nas línguas bíblicas originais, a gente tem palavras completamente diferentes. Amartia, pecado. Literalmente, ela significa errar o alvo. E ninguém erra o alvo voluntariamente.
A palavra está ligada a um arqueiro que tem diante de si um alvo e ele está treinando constantemente o alvo com o arco. Então, às vezes em que ele erra, é a martilha. Ou seja, é bom o alvo.
Isso já diz muita coisa nesse primeiro conceito. Uma, nenhum arqueiro erra porque quer. É igualdade. Depois, a ideia de um treinamento constante. Primeiro, porque os arqueiros, eles não treinavam...
só desportivamente. Eles treinavam como arma de guerra, arma de luta. Então, era se preparar continuamente para quando acontecesse a guerra, ele está, entre aspas, apto. Então, esse conceito, ele carrega em si algumas coisas que a gente precisa entender. Em primeiro lugar,
Errar o alvo seria não atingir um padrão estabelecido por Deus. E que padrão era esse? A lei. Se em lei não há pecado, então, o pecado está diretamente ligado à lei. Há luz, mas a gente está no tempo da graça.
nós tínhamos as leis morais e cerimoniais que estão relacionadas a um antigo testamento a gente diz velho testamento mas eu prefiro quando a gente diz a palavra antigo porque quando a gente diz antigo a gente pensa no novo e no novo diferente do quando a gente fala do velho, não é somente isso, é um novo que substitui o antigo
O pecado seria ações, como sonhos, pensamentos, palavras e sentimentos que, de alguma forma, transgride a lei de Deus, desobedecendo aos mandamentos de Deus. Fechou. Então, a falha é a falha em atingir o padrão de santidade de Deus que ele propõe para o homem.
A gente tem que ler dois versículos, Romanos 3 e 23. Alguém poderia ler, por favor? Dá para colocar aí? Romanos 5. Alguém pode ler para mim, por favor? Porque todos pecaram e desistiram. E desistiram agora com Deus.
Então, a priori, essa palavra é a artia mesmo, é pecado. Todos pecarem e são instituídos na glória de Deus. Isso traz um significado de que nos iguala. A lei de Deus, o Velho Testamento, especificamente, são 913 ordenanças e mandamentos.
Mas ela é uma peça interiça. Não é um e depois um e depois outro. Porque ele todo é a lei. Então, quebrar a lei de Deus, teoricamente, existiam em 1913 formas diferentes. Mas essas formas...
Por serem diferentes, não deixam de ter peso igual. Então, o que é que a gente está dizendo em outras palavras? A minha modalidade de pecar pode ser diferente da sua. E a sua pode ser diferente do outro irmão. Mas isso não significa que exista um diferenciador do pecado. É o que é atrás da lei.
texto que a gente se revê, ele diz todos os pecados. E quando ele coloca carecem da glória de Deus, porque estão afastados da glória de Deus, o homem carece uma restauração. E essa restauração vem através de Jesus Cristo. Na morte de Jesus na cruz do Calvário, ele pagou por todos os pecados da humanidade.
Eu estou com um pouco de gritar tanto. Então, a morte coloca um pouquinho mais de fundo, porque eu ainda estou aqui me recuperando. Não diminua um pouquinho. A little bit less. Ok.
Então, o que acontece? Eu não posso jogar quem quer que seja pelo pecado dela, só que eu pego de forma diferente. Não há como. Então, todos estamos em perigualdade. Todos estão constituídos agora em Deus. Guardem bem isso de que o que é o que é o que é o que é.
Pecado é errar o alvo involuntariamente. Mas quando é voluntariamente, aí a gente já começa a pensar numa outra palavra. E a palavra é transgressão.
que é pecado. Ele conhece a lei, ele conhece o limite da que você não pode passar. E ele, voluntariamente, faz a cabeça. Então, se vocês olharem a palavra do original, ela tem uma relação com a mesma palavra que é páscoa.
Porque a palavra no original é pechar, passar, passar no limite, repelião. O conceito é um conceito que fala que você conheceu o limite e transgressar conscientemente.
É quando você vê a venida do limite, sabe que não pode cruzar, mas escolhe a sua vontade, ao invés da vontade de Deus. É a dimensão de estar consciente da quebra de maior potência de Deus. Sabe como é que a gente vê isso? A gente vê essa palavra sendo utilizada lá em 1 Samuel 11 e 12.
segundo Samuel, aliás. Quando fala de Davi, de Beteceba, a palavra lá diz pecado. Não é pecado, no original não é esse, não. No original é pesado. Sabe por quê? Davi sabia quem era aquela mulher.
sabia que ela era casada, sabia que ele ia adulterar contra a vontade dele, aquela é o estupro. Depois, para encobrir, quando o profeta diz a ele o que ele fez, ele manda matar, manda matar de uma maneira, entre aspas, limpa.
Quão planeja e mais sujo é, coloque ele lá no meu de frente, porque ele vai morrer. Sabe como e quando? A gente sabe que não deve fazer. Escolhe fazer. Eu vou usar esse mesmo exemplo de adultério, porque aqui ninguém adultera.
Eu sou casado, tenho meu companheiro, tenho meu marido, que aí eu decido ficar com alguém, porque alguém é tão bonitinho, porque é tão certo. Mas eu sei que estou fazendo errado. E eu escolho fazer errado. Eu sei que aquele objeto não é meu, mas eu gostei tanto.
e faço uma apropriação débita. Não é esse? A palavra correta, doutor. Pois é. Então, isso acaba tendo um componente bem diferente. Um é eu impoltavelmente. Lembram das cidades de refúgio?
eram seis. A cidade de refúgio existia porque existia uma lei que quando alguém matava alguém, a família que foi habilitada tinha o direito de fazer o resgate de sangue. Matava. Mas aí a lei vinha e dizia assim, se faz uma reunião com os anciãos,
Os anciãos vão decidir, eram os homens mais velhos, mais experientes, entre aspas, como se fossem juízes. Eles julgavam e sabiam que foi, involuntariamente, ele era encaminhado a uma cidade de refúgio. E, ficando nessa cidade de refúgio, não pode deixar. Eu provavelmente até já sei o que se trata. Era a hora de tomar um remédio.
Mas não se preocupam. Não dá para fazer essa corda. Então, eles eram encaminhados para a cidade de refúgio. E, na cidade de refúgio, estava o bolso da televisão. Passa isso para mim. Eu vou se esperto.
Então, ele é encaminhado para essa cidade. É uma margem, meu Deus. Para esse homem. Entrega ele, Zé. Jeová, Senhor, foi tua mão. Tu sabes exatamente de tudo.
com o telefone, né? Que é uma de trabalho, outra pessoal, uma empresarial. Sim, mas aí eles eram enviados para a cidade de refúgio e lá ficavam durante o período em que o sumo sacerdote vivesse. Quando o sumo sacerdote morre, ele tem direito de se reintegrar na família.
Então, Israel tinha essa compreensão. Dizia que havia pecados que eram involuntários e havia pecados que eram voluntários. A moderna legislação diz que é pecado doloso e pecado culposo. Um é involuntário e o outro você perca voluntariamente.
Mas ainda existe uma coisa mais grave nisso tudo, que é iniquidade, anon, anonbia. A gente pode ver isso em Iquéias 2, 1 e 2. Antes de chegar lá, eu gostaria que a gente entendesse. A iniquidade A iniquidade
ela tem uma característica de algo que já se comporou a um indivíduo, ele já assume aquilo como um traço de personalidade dele e ele não esconde de ninguém aquilo.
É quando o pecado fica incrustado na personalidade do indivíduo, a transgressão toma conta daquele indivíduo para ele já não sentir mais o peso do erro. Ele se sente tão identificado com aquilo e tão consciente que é um pecado que ele pega com consciência, com persistência.
sem retorno. Por que sem retorno? Porque esse indivíduo ele já não se abre mais para a graça. Ele não quer voltar a mente à graça. São os tais pecados E aí
que a graça não pode fazer nada por ele. Por que não pode? Essa água está aqui. Me oferece. Eu bebo se eu quiser. E se eu escolho não quero, Deus não obriga com quem. Até a salvação, o homem tem o livre-arbítrio de dizer não quero.
Existem pessoas assim? Existem. Outro dia eu mandei para algumas pessoas um reels de uma mulher falando de pastores que iam para a bomba dela, para o guerreiro dela, simplesmente para...
Fazendo trabalhos para que suas igrejas crescessem. É. É um absurdo. Eu mandei a tal da mãe de não sei quem, que minha mulher é, graças a Deus, pastores de igrejas, mega igrejas que estavam procurando ela. E ela diz uma fala com uma desfasatez com uma desfasatez.
que ela renegou a Jesus Cristo. Que ela é satanista. Iniquidade. Quando a gente pensa nisso, a gente pensa não mais a graça, não.
A graça tem que poder, sim. Mas é um remédio que ele não quer tomar. A Bíblia fala do homem da iniquidade. Em Apocalipse, diz que ele é um homem que quer ocupar a obra de Deus, ele não admite Deus.
e que é contra tudo que seja Deus, e é a palavra mais próxima do português, é revoltado, ele abomina Deus, isso é a iniquidade. Aí a gente tem algumas perguntas, como o tempo voa, a gente tem algumas perguntas que precisam ser feitas.
Pecado, aparentemente, é tudo igual. Bom. Num nível. Quando a gente usa a palavra pecado. Mas quando a gente fala de transgressão, já é bem diferente. Porque o transgressor, ele escolhe o altar e a mente. Agora, tem uma coisa um pouquinho pior.
A bom e nada, eu não quero nada que é minha amiga. E quer falar bem disso, quando ele fala da transgressão do povo. Quando ele fala disso, ele está se referindo. A gente pode até ver esse texto, mas eu gostaria de passar um pouco mais dele. Vamos fazer essa leitura?
Miqueias 2, 1 e 2. Alguém me ajude que minha voz me... Ai daqueles que planejam maldade, dos que tramam o mal na cama. Quando alvorecem, eles o executam, porque isso podem fazer. Cobiçam terrenos e se apoderam deles. Cobiçam casas e as tomam. Oprimem o homem e a sua família.
a ele e aos seus herdeiros. Tudo planejado. Agora a gente vê no texto. Isso deixa claro, a pessoa pode ver isso no álbum. Agora em Isaías 59, 2, a gente vê uma palavra que é utilizada como pecado, mas não é pecado lá, no original é iniquidade.
59, 2. As vossas iniquidades fazem separação entre vós e vosso Deus. Aí tem um texto que diz assim, há pecados que é para a morte e pecados que não é para a morte. A palavra que está utilizada lá, a gente precisa entender que uma é a matia e a outra é a peixada.
Uma está falando de iniquidade, que é pecado para a morte. E a outra está falando de pecado, de voluntário. Então, quando a gente lê em português, a gente não consegue descrever essas coisas. E agora, o que é que isso tem a ver conosco? Com nós que estamos aqui.
é que em Romanos 6,23, Paulo diz, o salário do pecado é a morte. Então, a gente começa a vislumbrar uma coisa. Isso é o produto da lei.
Mas a gente começa a ver a graça. A graça surge quando a gente encontra o Deus que diz se confessarmos os óculos dos nossos pecados Ele é fiel e justo para nos perdoar e purificar de toda injustiça. Então, a interpretação A graça surge
de pecado para morte, é, geralmente, uma interpretação como uma rebeldia contínua, consciente, interessada a Deus. Não um desjuízo momentâneo, mas um estado de impenitência permanente, que separa totalmente a alma da graça divina.
é um estado em que eu escolho não querer a graça. Eu me ponho sobre o julgo da lei sem ter a menor consciência ou tendo a consciência e a brumando da graça.
Mas muitas pessoas fazem isso. Está vindo na minha cabeça um exemplo, mas eu não quero me utilizar desse exemplo. Eu vou me utilizar de outro. Algumas pessoas, indivíduos, que já conheceram a graça de Deus, que já conheceram a graça de Deus,
porque Paulo fala isso, e deram as costas à graça, e ele fala da porca que volta ao seu ponto. Vocês sabiam que existem satanistas que já foram cristãos? Eles fazem um ritual onde eles renegam.
E sabe por que eles fazem isso? Porque querem ser dono do seu nariz, ter liberdade para fazer o que quiser e quase sempre com pactos por dinheiro. Olha o tamanho da coisa. Trocar a vida eterna por dinheiro. Vender a alma satanás.
O que isso tudo tem a ver conosco? As vossas iniquidades fazem separação entre vós e vossos livros. E o texto que a gente lê em português é pecado. Mas o texto original é outra palavra. É iniquidade. Em Abacuque 1,13 E o texto original é o texto original.
Abacuque diz a Deus, tu és tão puro de olhos que não podes ver o mal e a opressão, não podes contemplar. Deus é tão puro de olhos que não pode olhar o pecado. Mas ele está falando de transgressão e de iniquidade.
das Alicências, 2, 3 a 8, ele diz de uma forma mais ampla, o homem da iniquidade, o filho da perdição, ele é o anticristo. Mas por isso que no texto ele diz que existem muitos anticristos
Ele é a personificação. Mas existem anticristos que saíram do meio de nós, segundo ele fala. Então, a gente, quando chegar a esse ponto, começa a perceber algumas coisas. Um, nós não podemos julgar pecadores.
Nós não temos esse poder para julgar e determinar o que o outro pode ou o que não pode. Mas a palavra também diz que a gente julgue. Julgar em que sentido? Pare e analise. É pecado? É rebelião ou é iniquidade?
Se o teu irmão pecou, Rosati, palavra que está lá, amartia. Cometeu um pecado involuntariamente. Cometeu um pecado, disse uma cruzura em um momento de raiva.
Não é aquele irmão que sentou, planejou, disse ao seu dia a hora que ela vai passar, quando vai passar, na porta da garagem. Eu, na porta da garagem, dou uma ré. De preferência, no meio da câmera lá para cima. Dá para passar do mesmo jeito.
Aí a gente começa a ver, a partir disso, que há juízos de valor. Eu estou com uma pessoa que está precisando muito de minha ajuda, mas eu não estou dizendo isso. Então a gente tem que começar a entender que nem todo pecado é para a morte.
Mas Deus não lhes considera pecado. O pecado foi pecado, é pecado e vai ser sempre pecado. Se a gente olhar para alguns textos, a gente vai ver, por exemplo, a mulher adúltera. Todo mundo conhece.
Mas tem uns aspectos ali que em português a gente não entende. E olhando historicamente a gente não compreende muito claramente. Em primeiro lugar, estávamos colocando Jesus à prova. Então, isso já começa um ato demoníaco. Colocar um homem de Deus à prova. O próprio Deus à prova. Ponto. Depois, Jesus estava num momento Amém.
de recolhimento, de estar sozinho. Teologicamente, parece que a gente não entende, mas ele muito provavelmente estava em meditação, que é uma coisa que a gente perdeu muito hoje em dia. É parar para pensar com o auxílio de Deus.
Aí chegam os homens da lei com uma mulher que foi pega em adultério. A lei dizia que quem cometesse adultério deveria ser apedrejado. Aí vamos lá, algumas perguntas. Levaram a mulher. Cadê o que estava adulterando com ela?
Onde é que ele estava? Misoginia. Por quê? Porque a mulher não tinha os direitos, porque a mulher era uma párea dentro da sociedade, não tinha voz, não tinha fala, não tinha poder. Politicamente, contavam-se os homens e as mulheres. A delícia.
Aí, muito provavelmente, ela era uma garota jovem. E Jesus faz ver aquelas pessoas que estavam no mesmo pé de maldade. Por quê? Porque ele diz que quem tiver sem pecado, sem amatia, a gente diz assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim assim
Quer ter a primeira pedra? Quem nunca errou? Joga a primeira pedra e aí os todos vão embora. Aí, o que é que acontece naquele momento? Alguém lembra?
começam a ler a sua vida em retrospectiva. Então, eles começam a perceber que todos pecaram. Então, o pecado dela na lei, aí se aparece a lei, vamos colocar entre aspas, isso não acontece hoje em dia?
legalismo não não entendem que a lei teve uma lei que existiu até aqui e daqui existe outra lei acontece que alguns grupos que eu poderia citar, homens
morte de cruz, pagamento de sangue pelos pecados, deixam ela aqui para mim. E pegam essa que diz, toda alma que pecar morrerá. E traz. Ah, porque fulano se crã de crã de cricô. Só que agora, nessa nova lei que eu quero só para mim, Jesus Cristo.
Ele usa de justiça, mas a justiça dele é junto com misericórdia. Então, é completamente diferente. Como é a justiça com misericórdia? É assim. Pecar você pecou, minha filha. Nem eu te condeno, talvez.
Mas vai e não pegue mais. Vai e não pegue mais é que muito bem. Viu? Porque no lejo original está escrito isso, não. A coisa mais próxima da língua portuguesa é vá e lute contra os seus pecados.
Eu, ultimamente, tenho conversado muito com Július a respeito dos textos em hebraico. Também alguma coisa incrível, mas não faz a gente trabalhar em hebraico. Por quê? Porque é uma língua que é tão cheia de especificidades, que quando a gente vai traduzir para o português, quando vem uma linguagem, uma língua...
não permite a maleabilidade de conceitos dentro de uma única palavra. Ou, pelo menos, no português que a gente utiliza. Porque no português castiço a gente tem alguma maleabilidade. Sabe como isso fica mais claro?
é, vai e não perde mais, não é você simplesmente exigir que aquela pessoa dali em diante se torne impecável. E muita gente que faz uma leitura...
Dessa frase, o sendo de uma forma legalista é você pecou o fetal 4 e agora você não pode pecar mais nunca. Como? Como? Se a palavra diz em João, se dissermos que não temos pecado, fazemos de Deus mentiroso.
Então, duas vezes eu mentir dizendo que não tenho pecado e estou dizendo que Deus é mentiroso. Estou pegando duas vezes. Só ali. E como é que a gente vai lidar com o pecado? Primeiro lugar. Pecado começa a ganhar uma característica. Acidente de percurso.
Eu estava indo, não sei para onde, fazendo não sei o que, e tropecei. Por que é que o legalista sempre apela para Obrigado.
Para a lei, quando é para o outro. Qual seria o motivo disso? Eles buscam sempre o respaldo na palavra de Deus para se exibir de que é ele que está caindo aqui. A lei de Deus diz, não é ele que pensa.
É ele que quer fazer a vontade no coração dele. Ele tem coisas contra aquela pessoa. Ele tem mal. Ele não quer o bem daquela pessoa. Ele quer o mal. Fazer justiça. Ele não é fazer justiça. É o bem. É. Não é mais.
Pecado. É pior. É transgeração. É o mal que eu desejo fazer ao outro usando a lei. É o mal que eu faço em nome de Deus. E olha que em nome de Deus nós temos feito coisas desastrosas ao longo da história. Não vamos pensar, por exemplo,
cruzadas, inquisição, expulsão de pessoas das igrejas. O êxodo que nós sofremos. Sim, porque o panimento sai da igreja, ou vocês não servem, ou vocês mudam, ou vocês têm que ir embora.
A gente precisa perguntar, antes de tudo, por que Deus disse que a gente deve ter misericórdia? E quase sempre quando a gente tem misericórdia, a gente é tido como fraco.
Eu escolho não pegar o meu revólver e dar dois tiros na cabeça de uma pessoa e olhar para ele e dizer, eu perdoe você. Aí eu sou fraco. Mas as pessoas não imaginam a luta interior que eu tive para dominar o velho homem.
Para não usar desse legalismo que é deixar o meu ego confortável, mas Deus ou nos corações, Ele sabe o que está fazendo no coração. Só que você está me perguntando, tanto quanto ou pior. Aí, não
que me deixou apavorado e ao mesmo tempo os caminhos que Deus levou para isso foi um caminho que, ao meu ver, inesperado. Eu lembrei de algumas conversas que eu tive com algumas pessoas, não só da nossa igreja, mas de outras igrejas, sobre o quanto os pastores e os obreiros hoje estão em foco.
vai ter uma coisa na minha cabeça. Será que um líder? Será que um líder espiritual? Um pastor? Um obreiro? Um presbítero? Um diácono? Um padre? Por que ele tem esses nomezinhos?
Vocês conhecem algum ex-pecador? Eu não conheço. Só conheço um que nunca pecou, Jesus Cristo. Nós somos declarados libertos do pecado. Nós pecadores somos. Lembra-se? Palavra, ação, pensamento, sentimento, omissão, inação.
O homem, em média do dia, tem quase 10 mil, 20 mil ideias de pensamento. Alguns neuropsicólogos falam disso em quantidades muito enormes, muito maiores, falam de 100 mil em diante. Todos os meus pensamentos foram corretos, santos, e se for da voz da de Deus, não.
E as coisas todas que eu deveria fazer de boa e que eu não fiz? Quem sabe fazer o brin não faz, está pegando. E os pediclades? E as amartias? As coisas que eu quero fazer e não faço? Aí...
Será que para servir a Deus só pode ser que eu não tenha pecado? Tem uma diferença aí? Quando eu estou sob a graça,
eu posso pecar. Involuntariamente, posso pecar. Mas Deus propõe uma saída para isso. Qual é a saída que Ele propõe para isso? Uma ação do Espírito Santo. O Espírito Santo convence o homem do pecado, da justiça e do juízo. E, se confessarmos os nossos pecados, então veja bem,
confessar não é simplesmente abrir a boca e dizer perdoa os meus pecados, é dar nome perdoa a minha mentira perdoa a minha infraduridade perdoa o meu falso testemunho perdoa a minha falta de perdão perdoa o meu legalismo perdoa a minha maldade
Perdoa minha opressão quando meu irmão que errou contra mim. Perdoa quando eu roubei da nome. Ficou só nisso? Não. Porque quem não faz não vai mais. Senhor, me socorre, me ajuda. Eu fraquejei, eu errei. Eu fiz sem nem ter consciência. Eu fiz ter consciência, seja qualquer povo.
eu quero um remédio que o senhor tem, que é o antídoto da morte do pecado, a graça. Eu quero o seu perdão. Aí a gente diz assim, mas eu, eu pego esses pecados,
Aí cria um grupo de pecado que parece que são os pecados sociais. Eu não bebo, eu não fumo, eu não danço, eu não jogo, eu não adotero. E é somente isso que é pecado. Eu já ouvi umas frases bem grotescas. Tudo bem, eu podia ser quente. Tu não beba, tu não fuma, tu não está triste. Aí ele perguntou ao pastor, o pastor Cato, que ele dizia assim, Se for assim...
aqui, no púlpito, só pode não estar, como preferem dizer, só pode estar, quem não tem pecado, eu não tenho que estar aqui. Não tenho. Aonde você está dizendo que você é pecado, eu sou? Tanto quanto você. Tanto qualquer um que está aqui.
Tanto quanto qualquer padre, quanto qualquer pastor. Mas Luiz, tu tem base em Bíblica para dizer isso? Tem. Tem. Você lembra do apóstolo Paulo? 1 Timóteo 1,15
Esta é uma palavra fiel e digna de toda citação. Que Cristo, Jesus, veio ao ninho para salvar os pecadores dos quais eu sou o principal. Ou eu sou o maior Deus. O que disse foi Paulo? Se Paulo disse isso, é por quê?
Mas o texto continua. Paulo vai fazer uma digressão disso e ele chega a uma linha de raciocínio que ele diz o seguinte. As coisas que eu não quero fazer, essas eu faço. E aquelas que eu queria não fazer, acabo fazendo. Pobre, miserável, pecador que sou eu. Mas quem me salvará desse corpo do pecado?
Cristo Jesus. A graça e a misericórdia dele. Então, Paulo foi o honesto. Ele confessa que mesmo ele sendo pastor, pregador, missionário, ele era pecador. Se dissermos que não temos pecados, fazemos de Deus o inquiroso. Se o critério
é não ser pecador para ser pregador ou pastor, ou padre, ou servir a Deus anunciando o Evangelho da salvação de Cristo de Jesus. Ninguém pode servir no altar ou ser liderança espiritual em qualquer grupo eclesiástico, católico ou protestante ou evangélico. Ninguém.
Ninguém tem o direito. A questão está aí. Agora, vamos acobertar os pecados dos outros para o que é isso?
Mas, se teu irmão pegar contra ti, chama ele em particular, conversa com ele e, se ele te der ouvido, ganhaste de irmão.
Ninguém está buscando consertar o outro. Ninguém está buscando dar a mão ao outro, ajudar ele a lutar com o pecado. Porque todos nós lutamos diariamente com o outro pecado, ou, se não lutamos, já estamos a caminho da iniquidade. Afinal de contas, quem estiver sem pecado, quer ter a primeira pedra.
mas também justiça, mas também misericórdia. Eu nem condeno para ir na verdade mais. Vai e lute a sua luta diária contra o pecado. Eu não sei vocês.
A gente precisa brigar de trás, me avisar que chegou a minha hora. Ela tem uma forma sublime, ela é grande. Mas aí a gente tem que pensar o seguinte, o que isso tem a ver com nós, que somos igrejas? Uma coisa, o papel da igreja, daqueles que estão sob a graça de Deus, é que são igrejas.
E em socorro daqueles que pecaram, estão precisando de ajuda. Esse é o nosso papel. Depois, pecado não é para a gente passar a mão na cabeça. É para a gente dizer, olha, você pecou.
Eu também pego. Eu também sei o que é pecado. A minha consciência pesa, eu luto todos os dias. Mas, porém, tudo a ver com tudo. Para você se concentrar. Ah, mas isso não é pecado. É os seus olhos. Paulo fala uma coisa que a gente está perguntando. Que é bem... A questão do comer ou não comer carro.
Ele disse, se você tem a consciência de que você pode comer carne, coma. Mas se você não tem a consciência do seu irmão, que é um irmão que tem a consciência fraca, deixe de comer por causa dele. A importância agora não está no que eu penso nem no que eu sinto.
A importância agora está eu, ou o corpo de Cristo, perguntar o corpo de Cristo que é o outro. Então eu vou abrir mão de algumas coisas para que meu irmão não descante o que ele venha a pecar. Porque na hora que isso acontecer, eu também sou participante daquilo. Mantenha-nos tenso. A armatologia a gente estuda às vezes dois semestres.
É muita coisa, é um assunto muito complexo. Muito hoje em dia, os pregadores evitam muito falar. Mas, sendo muito espinhoso, eu gostaria de dizer a vocês. Em primeiro lugar, antes de julgar a quem quer que seja, lê-me-se. Justiça sem misericórdia.
Não é justiça. É uma operação. Misericórdia sem justiça é fugir da palavra de Deus. Nós temos que aprender esse equilíbrio. E esse equilíbrio são quem traz Jesus Cristo e o Espírito Santo. É nele que a gente encontra esse equilíbrio.
Justiça, o momento apagado, a morrer pelo pecado. Graça, Jesus Cristo morreu na questão dos pecados. Deus fez justiça e o sol da graça. Então nós precisamos aprender isso. Que nem me socorrer aqui. Vamos orar. Se não entende, passa por esses telefones. Vou dar em três e o meu.
E a creda para a gente crece. É muito bem.