O MEDO É A AUSÊNCIA DE FÉ (MARILYN FENTZLAFF) | BF Talks #38
Você teria coragem de largar uma carreira consolidada após um burnout para empreender no seu propósito? ✨⠀Neste episódio, recebemos Marilyn Fentzlaff, administradora que, após 12 anos no mundo corporativo e um quadro de esgotamento extremo, fez uma transição de carreira para se tornar consultora e mentora de consultoras de imagem, para um bate-papo inspirador sobre saúde mental, estruturação de negócios e a real importância estratégica do marketing.⠀Falamos sobre:🔹 Como o esgotamento extremo, a palpitação constante e a vontade de se isolar foram os sinais cruciais de que o corpo estava passando do limite.🔹 O processo de aprendizado na gestão de pessoas e a agressividade necessária para se defender como mulher liderando no ambiente corporativo.🔹 A importância de aplicar estratégia corporativa para transformar a consultoria de imagem em um negócio rentável, utilizando a recorrência.🔹 Por que um marketing autêntico, humano e focado em dores traz conexões muito mais valiosas do que a busca paralisante por um feed perfeito.⠀💡 O medo é a ausência de fé; não tenha medo de dar o passo e confiar no direcionamento do seu propósito.⠀🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!⠀🎙️ Hosts: Gabriel Baptista e Beatriz Fentzlaff (@bf.mktstudio)🗣️ Convidada(o/os): Marilyn Fentzlaff (@consultoramarilyn)📢 Quer anunciar sua marca no BF Talks? Entre em contato conosco.⠀📲 Siga-nos no Instagram: @bf.mktstudio / @bf.talks.podcast⠀#BFTalks #Burnout #ConsultoriaDeImagem #EmpreendedorismoFeminino #MarilynFentzlaff
- Estratégias de MarketingImportância do marketing para o negócio · Marketing com intencionalidade e estratégia · Conexão humana no marketing · Autenticidade e verdade no conteúdo · O básico bem feito no marketing · Feed perfeito vs. conteúdo autêntico · Viralização e seus perigos · Tráfego pago e qualificação de seguidores · Vender é servir · BF Mkt Studio
- Propósito e fé em DeusO medo como ausência de fé · Confiar no direcionamento do propósito · Deus como guia e organizador do negócio · Obediência e fé em Deus · Servir ao próximo como propósito · A importância de se amar para amar o outro · Ser mulher e seus diferenciais
- Criação de negócios e consultoriaTransformando consultoria de imagem em negócio rentável · Marketing autêntico e focado em dores · Estratégia corporativa aplicada à consultoria · Recorrência em negócios de serviço · O medo de empreender e a fé no propósito · Marilyn Fentzlaff · Consultoria de imagem
- Estratégias para lidar com BurnoutBurnout e sinais de esgotamento · Saúde mental no ambiente corporativo · Aprender a se comunicar e se posicionar · Agressividade necessária para mulheres no mercado de trabalho · O corpo como sinal de alerta · Depressão e ansiedade · Ressignificação após o burnout
- Liderança HumanizadaDesafios da gestão de pessoas · Processo de demissão · Comunicação e posicionamento no ambiente corporativo · Liderança feminina no mercado de trabalho · Importância de feedback contínuo · Bianca
E não tenha medo, porque o medo realmente é a ausência de fé. Então tenha fé, porque a fé transforma a tua vida, transforma a vida da tua família e te leva em lugares que nem imagina que tu pode estar. E siga em frente, obedeça, obedeça sempre.
A nossa convidada de hoje acredita que medo é ausência de fé. Ela é administradora formada, tem MBA em gestão de pessoas, trabalhou 12 anos no mundo corporativo, que foi onde ela decidiu, e aí depois ela conta o porquê, mudar tudo, fazer uma transição de carreira, e foi para a área da consultoria de imagem. Hoje ela é consultora e mentora de consultoras de imagem e estilo.
E ela tá aí com a gente pra falar. Nossa convidada especial, Marilyn Fenslough. E o sobrenome, né? Entrega alguma coisa. É, você é bem-vinda. Obrigada, gente. Obrigada.
Meryl, a gente quer começar do início. Eu conheço a história. Mas quem está ali talvez não conheça. E a gente quer começar justamente da tua história. De onde surgiu esse desejo pela consultoria de imagem, estilo, moda? E por que largar 12 anos de corporativo, uma carreira consolidada, sólida, pra, bom, seguir o teu sonho e vender a tua arte na praia? Minha arte na praia.
Eu sempre amei o mundo da moda. É uma coisa da minha vida que, desde criança, eu gostava muito. Sempre fui apaixonada por isso. Mas, quando foi a época de fazer faculdade, meu pai olhou pra mim e falou, moda não dá dinheiro.
Então, não faça moda. Então, eu não fiz moda. Fui pra área administrativa. E aí, eu decorri durante 12 anos. Me formei, fiz MBA. Mas, no meio desse processo, tivemos um burnout. Muito similar com a BA. Nossa história, ela se conecta muito. Em vários aspectos. Mas, nesse burnout, eu precisei ressignificar. E foi então que eu descobri a consultoria. O tráfego pago, que eu falo que tráfego é de Deus, né? Uma coisa que é de Deus é tráfego pago. Abençoado. É. Certo.
Quando apareceu a consultoria de imagem, eu fui entender um pouco mais sobre o que era. Começou com o hobby, eu querendo entender mais, mas sempre levando muito a sério, porque eu vi que dava para trazer uma fonte de renda, no mínimo uma fonte de renda extra, e depois virou um negócio. E esse negócio foi crescendo, hoje eu já estou na área há cinco anos, e durante esses cinco anos, dois anos, foi no processo de transição de carreira que eu fiquei nas duas atividades, né? Até nesse início, a minha maior incentivadora foi tu, né, Bea?
A B, ela ia em evento comigo, ela fazia um marketing, ela me ajudava. Gravava, postava. Gravava, postava. Foi a pessoa que mais acreditou depois do meu marido, foi a B. E ela acompanhou isso. E depois de dois anos, eu finalizei a transição de carreira. Então, há três anos, full time como consultora de imagem. E hoje, migrando aí 100% para o digital.
Então... Tá. Eu vou, antes da gente ir mais a fundo na transação de carreira, tem um ponto que eu percebo da tua dinâmica dos seus 12 anos. 12 anos na mesma empresa. Sim. Obviamente não no mesmo cargo. Tu foi crescendo, tu entrou lá...
pequena e foi evoluindo numa cidade nova, com pessoas que tu não conhecia. Como é que foi esse processo pra ti? E o que te fez crescer lá dentro? Eu comecei como assistente de atendimento, linha de frente, né? Linha de frente de guichê, na área da saúde.
E eu sempre pensei que eu tinha que ficar no máximo um ano no mesmo lugar. Essa era a minha meta. Uma, porque minha faculdade aumentava todo ano e precisava pagar. Então, pra conseguir pagar, eu precisava ser promovida sempre. Então, a cada ano, eu precisava ter uma promoção. Essa promoção poderia ser, não necessariamente mudança de cargo, mas sim de nível, que cada cargo tem o seu nível, né? Plano de carreira. Plano de carreira.
Então, ia aumentando a assistente 1. Eu entrei com assistente 1, ganhando R$ 1.091,00 há 12 anos atrás.
Agora há 15 anos atrás, né? 1.091 registrado na carteira. Mas o Vale era mil reais. Era bom o Vale. O Vale era bom. O Vale era bom. O Vale compensava. Mas eu ganhava. Só que a faculdade aumentava. Não dá pra pagar a faculdade com o Vale, né? Então, como a faculdade ia aumentando, então eu sempre tinha que ser promovida. Então, uma vez ao ano eu precisava ser promovida. Então, eu sempre tive muita sede de crescer. Muita vontade de crescer. Mas entrei uma menina. Entrei com 18 anos.
na empresa, querendo fazer acontecer, querendo me destacar, querendo crescer, mas... E sempre nesse um ano eu era promovida.
Era de praxe, um ano eu era promovida, um ano eu ganhava aumento de salário. Depois, quando eu acabei a faculdade, eu queria casar. Aí eu lembro que pra eu casar, eu tinha que ser no mínimo analista. Pra ter um rendimento, pra conseguir manter a casa. Aí depois tinha que virar supervisora, aí depois coordenadora. Então, esse crescimento, ele sempre veio com essa necessidade. Veio, sim, de uma necessidade financeira, de precisar do dinheiro, mas sempre de querer ser melhor, querer crescer.
E eu tenho uma coisa, até hoje, que eu não consigo ficar muito tempo no mesmo lugar.
Então, um ano sempre é o meu limite de projetos. Então, um ano eu preciso mudar, eu preciso de coisa nova. E essa novidade é o que me move constantemente. Se eu fico muito tempo fazendo a mesma coisa, vai dar B.O. Não vai dar certo. E aí, nessa loucura e nessa loucura de…
trabalho, de focada, de todo ano ter que evoluir, de todo ano... E aí é uma pressão muito grande e foi nisso que veio o teu burnout. Sim, o meu burnout ele começou, a gente consegue entender o histórico ali com os meus 27 anos, quando entrei na parte de gestão né, eu era sempre muito processo tanto que a minha pausa, ela tem a parte de processo muito forte, né e eu fui pra gestão
Só que nesse tempo, uma parte da história que ninguém conta é que eu era muito quieta. Eu era muda. Eu entrava muda, você era calada realmente. E se eu entrasse aqui, eu ia estar no cantinho escondida. E os ombros, eu falo a comunicação não verbal muito clara, né? Escondida e não me comunicava, eu não falava. Com 27 anos, quando eu saí de analista pra virar supervisora, eu tive que aprender apanhando. Chorava, ia pro banheiro chorar, e apanhava, e chorava, e apanhava. Eu lembro que em dois dias eu tive que fazer o primeiro desligamento.
E aí foi apanhando que eu fui aprendendo a me comunicar, a falar, a me posicionar. Só que esse posicionamento e essa agressividade de ser também uma mulher em um ambiente corporativo, que é muito pesado, onde o ambiente é masculino, esse ambiente tem essa energia masculina muito forte, onde a mulher muitas vezes não tem espaço, a gente vai mudando nosso jeito de ser. Então, se eu olho a Marilyn de pré...
pré-corporativo ou ali até os 25 anos era uma Marilyn depois ela veio com uma energia masculina um trator eu virei um trator pra conseguir me defender e me posicionar na empresa quando eu entrei na empresa eu precisava tava tranquila depois veio esse trator e esse trator foi onde foi direcionando pra doença pro burnout o trator passou por cima de todo mundo inclusive por ti de mim do meu casamento de tudo só que quando aconteceu isso também eu sempre falo não é uma justificativa a culpa não é da empresa a culpa foi minha E aí
Eu que deixei chegar a esse ponto. Sim, o limite é a gente que dá. É, o limite é a gente que dá. Então, a empresa me fez crescer. Hoje eu tô aqui falando com vocês. Hoje eu dou palestra, dou treinamento, dou mentoria. É por conta desses 12 anos. Eu sou muito grata. Porque me fez ser quem eu sou hoje. Por isso que eu sou muito grata com meu pai. Também falar que moda não dava dinheiro. Porque senão eu não ia ser quem eu sou hoje. Mas teve um preço.
Teve uma doença que começou aos poucos, eu não queria aceitar. Eu acho que um ponto também, muitas vezes a gente não quer aceitar. A depressão, a ansiedade. Eu lembro que um dia eu acordei, aí eu já devia estar quase 30, que foi quando deu o pico. Acordei cega, não enxergava nada. O Matheus estava em viagem, meu marido estava em viagem. E eu falei, meu Deus, estou cega? Acordei cega. Daí liguei para o pai. O pai me buscou, me levou para o médico.
O médico fez todos os exames com cobertura, tem cobertura pelo plano, com o exame particular, para tentar descobrir o que eu tinha.
E aí, depois de uma manhã toda, ele sentou comigo e perguntou, tá tudo bem? Vamos conversar um pouquinho.
Como é que estão as coisas? E aí era 100% psicológico. Então eu vejo também que a doença, ela foi dando sinais. Mas a gente não quer ouvir. E eu sempre correlacionei muito depressão com fraqueza. Engole o choro, faz acontecer. Trabalho edifica, nada de ficar triste. Tudo certo. E não é bem assim, né? Então a depressão, ela veio pra me ensinar. Veio pra ensinar o meu casamento. Porque o Matheus era igual eu. 100% racional.
Mas foram aí alguns anos, não foi assim de um ano pro outro. Foram uns quatro anos de construção aos 30, quando eu fui parar no Instituto São José, que é o Instituto Psiquiátrico, eu vi que precisamos fazer alguma coisa. Não tá legal procurar um hobby, procurar alguma coisa pra fazer. Nunca tive também muito hobby. Meu hobby sempre foi trabalhar. Então, como ressignificar? E foi daí que veio um tráfego pago, vi a consultoria de imagem e iniciei o meu processo.
Cara, tem dois pontos. Um eu quero voltar, mas o segundo eu acho que é o mais importante, que é justamente a questão de tu ter acordado cega, e é um alerta, e eu acho que é muito importante a gente falar sobre isso pras pessoas que estão escutando pra gente.
Hoje eu vejo aquela questão assim, por mais que a gente prende, a gente fala muito sobre a questão de auto-performance, que não sei o que lá, performar, só que eles deturpam demais a questão da performance. Performance é você fazer as atividades na cadência que tu consegue, com a carga que tu consegue, descansar uma performance. Então, tu ter isso muito bem claro na tua mente.
E quando a gente traz um ponto que é, pô, tu chegou a acordar cega e no sentido literal, não foi, não é, ai não, acordei cega porque eu não tava vendo, não, não. Ela literalmente não viu. Quais foram os sinais?
pra que chegasse nisso. Quais foram os pontos que, obviamente, teve gatilhos no meio do caminho. O ponto que tu ignorou, né? E depois que aconteceu isso, tu falou assim, cara, foi isso aqui. E eu acho que isso é muito importante. Quando a pessoa começar a ter esses sinais na vida dela, ela precisa parar.
respirar e falar assim, calma, é isso? Sim. Até pra definir limite, né? Exato. Não vou dizer que hoje ainda empreender não acontece. Sim. Porque semana passada aconteceu uma situação que eu falei, preciso colocar limite. Então, como que... Só que hoje a gente consegue identificar. Fala assim, a depressão não tem cura, mas ela tem processo, né? A gente consegue tratar ela. Quando eu vi a palpitação...
Hoje, quando me dá palpitação. Então, a palpitação é um negócio que pega. Eu sei que tá começando a passar do limite. Esgotamento não é nem mental. É o corpo. O cansaço fora. Extremo, né? Extremo. E assim, meu Deus, eu não fiz nada. Tô exausta. E o meu corpo, ele não tá dando conta. Então, esse esgotamento, essa palpitação… O meu começou no início. Eu comecei a me isolar. Porque foi na fase da pandemia.
Tudo foi na pandemia, quando deu o auge, foi no 2020… 2021? 2020, 2021. 2021, né? Foi na pandemia, então já todo mundo se isolou. Eu fiquei doente, daí eu me isolei totalmente. Então, esse isolar, eu nunca queria sair, não queria estar perto de ninguém. Cada vez eu fui me isolando mais. Então, esses foram os pontos. A palpitação, falando de corpo, né? Esse esgotamento, cansaço muito fora do normal. Não é falta de vitamina, não é nada disso. É um cansaço muito grande. E esse querer se isolar.
Eu não queria estar perto de ninguém. Não queria estar... Ah, vamos sempre comer uma pizza? Não. E perto de ninguém, quando eu falo, é meu marido me convidando e eu não querer. É coisas pequenas. É tu tá numa caixinha e fala assim, cara, eu não quero sair daqui e dar isso mundo. Assim, é deixar de ter vontade de passear com o cachorro, que é algo bom. Isso mesmo. Isso. São pequenas coisas. São pequenas coisas. Só começa no pequeno.
Depois, quando tu vai, tu já não quer fazer mais nada. Tu não quer receber gente em casa. O negócio vai crescendo.
Evolui, né? Muito, muito rápido também. Só que a gente não percebe quando a gente tá no flow do trabalho. A gente acha que é só demanda. Só tô cansada. Muita coisa. As minhas equipes eram 24 horas, né? Então meia-noite meu celular tocava. Meia-noite, ah, deu problema no sistema. Caiu. E é saúde. Não tem como ignorar. Teve uma vez que eu tava em São Paulo em viagem com o pai e com a mãe. E eles, do nada, tô com meu celular. E era uma grávida.
Com o bebê que tinha que nascer em um hospital específico. Porque ele tinha problema cardio. Cardiovascular. Então, tem hospital específico. E ninguém tava liberando. O que faz? Era férias? Como é que eu vou falar? Tá tudo bem. Deixa. Liga pra outro. Não tem como. Tem que resolver. Então, é isso que vai esgotando. Vai pesando. Mas falar que não vai resolver também não era uma opção pra mim. Deixar pra depois ou deixar pra outra pessoa.
Eu acredito também que por ser essa questão também, tá num cargo alto e tu tem essa responsabilidade em relação à saúde, tu tá sempre esperando o pior acontecer, né? Sim. Bate a notificação do celular já, opa, peraí, o que tá acontecendo? E isso é ruim? Sim. Até eu e a B, a gente fala na maioria das vezes, quando a gente vai se desligar, cara, esquece o celular, deixa do lado lá. Tem final de semana que cliente manda mensagem, cara, nem vejo, vou responder na segunda-feira, porque senão a gente fica muito bitolado, cara.
E tá tudo bem colocar esse limite. Mas eu vejo que uma coisa que eu trouxe do corporativo que não é tão legal, e o Matheus até brinca comigo, amor, roupa não é urgente. Tudo certo esperar até segunda-feira. Mas essa urgência, esse senso de urgência, eu não consigo ainda. Separar, não é urgente. Não é ninguém, uma situação de vida ou morte.
Eu sempre tive senso de urgência muito forte por conta de trabalhar na saúde. Mas hoje em dia, minha mentorada, ela não vai morrer por conta de uma estratégia de venda que a gente vê segunda-feira. Mas eu ainda não consigo olhar, sendo bem transparente, olhar pro meu celular e falar assim, não, segunda eu respondo. Que seria o ideal. É, mas é porque talvez tu tá se preocupando com o resultado da pessoa também. Total.
se eu não responder hoje ela vai demorar pra fazer e vai demorar pra resolver que é diferente de uma questão de saúde que é questão de vida ou morte às vezes depende de uma resposta sua pra poder agilizar, mas ali não
Tu tá querendo o resultado pra pessoa, né? São coisas diferentes. A gente quer que a pessoa tenha o resultado, né? Quando a gente vira mentor, se não tem resultado, não faz sentido. Alguma coisa não deu certo. E esse senso de urgência, ele vem da saúde, mas acho que ele vem muito do mundo comparativo, porque no mundo comparativo, tudo é pra ontem. Tudo é pra ontem. E eu vim muito com esse senso, e esses dias eu ainda vi um post, e agora eu uso essa frase pra tudo. Ninguém vai morrer se o post não sair no horário programado.
Porque as pessoas fazem como tipo assim, meu Deus, nós não postamos nada de dia do trabalho.
Gente, ninguém vai morrer porque nós não postamos nada de dia do trabalho. Claro, se tivéssemos feito algo, seria melhor, com certeza. Ou, ai, o post não saiu às oito, saiu às dez. Mas ninguém vai morrer por conta disso. Não vai ser isso que vai te fazer deixar de vender. Não vai ser isso que vai acabar com a tua empresa e botar ela falir. Então, as pessoas, às vezes, elas colocam muita pressão em coisas que são simples, né?
A gente complica o que é simples. Sim. E aí eu acho que esse senso de urgência vem muito pra isso. Porque, beleza, pode ser que realmente não seja tão urgente responder talvez aquele cliente que mandou mensagem. Mas pra ele pode ser que era urgente. Sim. Exato.
E aí, tu não respondeu pra ele, ele ficou chateado? Porque tu não respondeu. E aí, a gente tem muito esse senso de urgência por causa disso. Putz, e se ele ficar chateado? E se ele deixar de ter resultado por causa disso? E daí, a gente começa a botar o... Só que o peso não tá nas nossas costas. Não deveria estar, né? Mas a gente coloca. As minhas mentoradas, quando chegam o final de semana, elas perguntam coisas. Eu falam, Meryl, ele não precisa responder agora. Tá tudo bem, pode ser segunda-feira. Mas é tão normal e é tão... Natural.
Natural. Pra mim é um cuidado, sabe? Porque eu já estive no lugar delas de estar com uma proposta, por exemplo, de como mandar uma proposta pra uma empresa. Como que eu vou conversar com essa cliente que me chamou no sábado? Que jeito que eu faço a abordagem disso? E elas me perguntam. E talvez sim. Se eu não responder, elas não vão fechar a venda. Exatamente. Então…
É uma linha muito tênue isso, de não ser uma super urgência, mas de entender que para outra pessoa ela precisa das respostas para fechar a venda do mês, que ela não fechou ainda. Então, é um processo, mas tem que ter um equilíbrio. Exatamente. Beleza. Segundo ponto ali, a gente falou muito bem sobre ele, mas tem um que...
27 anos, entrou na área da gestão, mulher, já não é uma coisa tão comum assim. Nova mulher. Nova mulher, na área da gestão. E aí eu acho que tem duas perguntas em relação a essa parte de gestão. A primeira é, quais foram os desafios que você teve nesse meio tempo dos 27 anos? Porque querendo ou não, a gente não nasce sabendo de tudo. E, pô, muita coisa acontece no meio de uma coordenação, de uma gestão. E a segunda foi sobre a questão da demissão.
o sentimento ali, como que foi, pô. Demitir o primeiro caso, em dois dias. Eu me tremia mais do que a pessoa. Muito mais. Essa demissão, ela veio, já tava tudo certo pra demitir a pessoa. E eu sabia dos gaps, eu já era analista da equipe, não era uma equipe 100% nova. Então eu já era analista dessa equipe e eu virei supervisora na época. E eu sabia dos problemas, mas eu nunca tinha feito uma demissão.
E a gestão de pessoas, nessa vez, eles me sacanearam. Faz a demissão. Sai o papel e se vira. E eu fiz a demissão, saí, chorei mais do que a menina. Muito mais do que ela. Mas foi pesado, eu me tremia. De verdade, eu me tremia mais do que ela, assim. Foi horrível. Quando me pergunta, pior situação. Tiveram N situações difíceis. Mas essa... E aí vem muito como um aprendizado do outro lado de nunca colocar alguém que nunca fez uma coisa sozinho.
Cara, eu percebo assim, a demissão ela se torna fácil quando você tem uma rotina de feedback com a pessoa. Agora, porra, do nada. Eu te falei três vezes. Na quarta, uma demissão. Ele já tá esperando. Já sabe, tá claro. Já tá claro. Tá claro o processo. Tanto que depois, vou fugir um pouco, depois eu já volto pra outra pergunta. Essa equipe que eu virei supervisora, eu tive que demitir 80% dela.
Não foi tão difícil. A primeira foi difícil. O restante não foi difícil. Porque tava claro, tinha feedback, tinha acompanhamento. Eles sabiam dos gaps deles. Então, depois eu demiti aí, vamos lá. A primeira grande demissão que eu fiz foi umas 30 pessoas. Depois tive mais um processo dentro do corporativo que a gente fez a terceirização de contact center. E a gente tá falando de 100 pessoas. Então, foi tranquilo.
Não é fácil, mas foi tranquilo. Porque eram processos. Mas a primeira foi horrível. Porque eu não sabia nem como fazer. Eu não sabia nem o que fazer. Tu não acompanhou a pessoa, tu acabou de entrar. E volta que eu não sabia me comunicar. Tem que lembrar disso. Porque assim, não era uma pessoa... Ah, desenrolada.
Não era. Eu era uma pessoa travada totalmente. Então, mas... Eu acho que esse é o ponto, né? A maioria dos chefes, eles olham assim, ah, ela é uma boa analista, vou botar ela como líder. Só que esquecem de treinar os pontos. Os principais, então tá, vou botar ela como líder. Então o que eu tenho que treinar nela? Que tem gap, por exemplo, ah, no teu caso, a comunicação. Eu vou treinar a comunicação dela, esse gap dela, e aí eu coloco ela como líder.
Não, eles, ah, não, vou botar, e ela prende no caminho. Troca a roda com... Troca o pneu com o carro andando e vai. E vai resolver. E nem sempre um bom analista vai ser um bom gestor.
porque a parte técnica de execução ela é uma coisa, gestão é outra coisa gestão é pessoas e pessoas é uma caixinha de surpresa então tem que ter um jogo de cintura ali muito grande né mas falando de desafio foram as pessoas, não foi processo porque processo eu já manjava, não foi nada disso foi como
demitir 80% de uma equipe que precisava ser demitida, precisava ter essa virada de chave, porque na época a empresa estava passando por um processo também de mudança de sistema, de mudanças de várias coisas, não precisava, porque eram pessoas que estavam muito engessadas. A gente tentou mudar isso, quebrar isso, mas as pessoas não queriam mudar. Tem esse processo, às vezes muda gestor, mas dá pra mudar, dá pra fazer a gestão e organizar essa pessoa pro processo, mas não.
Elas não queriam, era uma equipe bem difícil. E a gente foi obrigada a fazer o desligamento. Mas num processo de gestão, sempre são pessoas. Eu tive muita sorte, porque quando eu virei supervisora, mesmo não sabendo de nada, tudo sendo muito difícil, eu tive uma pessoa abaixo de mim, que ela era analista na época. E ela tinha experiência de gerência. Ela tinha um cargo de gestão de pessoas, assim, muito longo. Ela tinha 50 anos. Nossa. Então, assim...
O que que eu fiz? Ela era uma pessoa forte também. Assim como eu, assim, tava determinada, muito forte. Uma mulher, assim como eu não, muito mais forte que eu. Muito mais, era gerente na parte de contact center. Eu grudei nela.
E tudo que eu sei de gestão até hoje, eu aprendi com ela, com a Bianca. Ela foi, depois eu virei coordenadora, ela andou comigo, ela virou supervisora comigo. Mas tudo foi, eu aprendi com ela. Porque eu não sabia. Eu não sabia que tinha jeito de falar, eu não sabia como falar. Muito incisiva também, aí vem meu lado. Eu tinha que ser muito forte pros outros, em um ambiente corporativo. Muito forte pros outros, só que eu não podia ser pesada com a minha equipe.
E eu sempre ia muito pro 8,80. Ah, bati lá fora, vou bater aqui dentro, só que daí perde a equipe.
Então eu aprendi muito com ela. Então eu tenho um ponto aí de ser humilde também. Ela tava abaixo de mim. E ela me ensinou tudo que eu sei até hoje de ação. Então foi uma grande escola. Trabalhar com ela e caminhar com ela nesse período. Porque ela vinha com muita bagagem. Eu falo que é macaco velho, né? Já sabe como fazer, de que jeito fazer. E a gente fez uma grande transformação de indicadores, de entrega. Mas o desafio realmente sempre vai ser das pessoas.
Como fazer gestão, como trazer equipe pro lado, como fazer ação o tempo todo pra ter essa equipe perto de X, né? O problema vai ter. Mas a gente consegue mitigar ele pra equipe ser produtiva. Porque era uma equipe de processo, né? Era produção, realmente. Então, não era tão estratégica. Era uma equipe mais chão de fábrica. A gente precisava de volume, volume, volume. Só que o volume é alimentado com esse cuidado, esse zelo, esse acaricia e vai.
Dá um tapa e tem que fazer o carinho e bater pra andar. Sim. Então, mas sempre são pessoas, Gabi.
Tá, então beleza. Fez todo o teu processo, 12 anos, pauleira, pau e pedra, um em cima do outro. E aí chegou a consultoria de imagem. Sim. Veio lá o santo tráfego pago. Pessoal. Marketing, tá vendo? Tem o marketing do tráfego pago. Veio o tráfego pago, você conheceu a consultoria de imagem, começou a fazer curso, enfim, aprendeu.
E aí, beleza. Aí começou o teu processo de transição. Só que tu não saiu de cara. Não, não saiu de cara. Tu ficou um tempo sofrendo ainda. Eu fiquei. E hoje eu não faria desse jeito. Porque até tava conversando esses dias, foi muito insano. Porque vocês lembram que eu falei que minhas equipe fizeram 24 horas, né? No meio de tudo isso, eu coloquei a consultoria de imagem. Quando que eu atendi? A final de semana e a noite.
Então, foram dois anos muito insano, mas eu tinha muito medo. A verdade é essa, eu tinha muito medo. Porque eu tava em um cargo muito bom, eu ganhava muito bem. Eu estava com 30 anos. Sabe aquela história de 30 anos da idade de sucesso? Eu tava onde eu queria estar. A falsa sensação de estabilidade? Isso, a falsa, total falsa sensação de estabilidade. E eu tava com 30 anos onde eu queria estar. Mas meu casamento tava ruim, meu psicológico tava péssimo.
Tudo tava ruim, mas é profissionalmente que é algo que a gente... Acho que vem de família, e isso tava muito bom.
E eu falei, vou começar essa transição aos poucos. Aí chegou um mês que daí eu bati 6 mil por fora. Aí eu lembro que a mãe falou assim, filha, se tu tá batendo 6 mil usando, sei lá, 20% do teu tempo, quanto que tu não vai bater se tu for 100%?
Mas ainda ficou. Porque o medo, ele tava ali. Ouçam suas mães. É, ouçam suas mães. O medo, ele ainda tava ali. E ainda ficou, fiquei postergando. Em abril de 2020, estamos em 6, acho que foi 23. Eu fui pra Buenos Aires, de férias. E aí, aquela coisa linda, passear, viajar, que é coisa que a gente gosta, né? Dois dias antes de voltar ao trabalho, eu comecei a ter crises.
muito forte, essas crises. Eu falei assim, não consigo, não consigo, não vai dar. E eu falei com meu marido, falei, amor... De férias, ninguém tem crise, né? De férias, ninguém tem crise, né? De férias, ninguém tem crise. Mas depois eu tive uma crise em Paris. Depois a gente pode voltar nisso. Eu já estava até fora do corporativo. Mas foi em euro. Foi em euro. Foi em euro. Ai, chorar em euro. Para essa crise.
Mas quando veio essa crise pós, eu conversei com meu marido. Eu falei, amor, eu vou pedir pro meu chefe um acordo, alguma coisa pra eu sair. Aí o meu chefe voltei e falei assim, olha, eu não tô bem. Eu tive crise, não tá dando mais. A minha equipe já tava sentindo há bastante tempo também que eu não tava mais 100%. Porque a partir do momento que eu não tô bem, a minha equipe não tá boa.
É reflexo direto. Então, já não tava legal pra ninguém. Tava ruim pra todo mundo. Na verdade, era essa. Porque eu não tava bem, tava ruim pra todo mundo. A Bianca, minha parceira, tava segurando a onda. Mas eu não ia dar conta sozinha. Não era o papel dela dar conta sozinha. O papel era o único exclusivo meu. E aí, eu chamei o meu chefe e falei assim, olha, não tá dando mais. E ele falou, Meryl, insegura as minhas férias. Era mais 20 dias. E aí, eu finalizei.
E comecei a viver da minha arte, realmente. E olha como historinha de imagem. Na praia, em Floripa. Só que não. Viver da minha arte na praia. Só que não. Mas foi como começou. Muito bom.
E aí, beleza. Veio a consultoria. Começou a trabalhar primeiro. E eu lembro muito bem no início. Muita coloração pessoal. Evento falando de posicionamento de imagem. Mas o que que tu tirou do corporativo que tu traz pra consultoria hoje? Tudo. Não pensando em questão de gestão. Mas pensando no que de fato é a consultoria em si. Sim. No início, só voltando ali. Eu fazia muito evento. Eu era igual ao Roi de Festa. Onde me chamavam, eu ia.
Tudo, tudo, tudo. Eu acho que tem esse ponto também. Quando a gente começa o negócio, vai em tudo. Sim. Vai em tudo, depois tu descobre o que tu gosta. Isso. Vai e faz a tua parte, tem que fazer. Então, eu ia em tudo já quando tava na empresa que eu trabalhava. Eu já fazia isso. Quando eu saí, ficou muito mais forte. Mas o que eu trouxe, e é um ponto que eu trago muito forte pras minhas mentoradas hoje, que elas viram consultoras e não sabem como transformar isso em um negócio rentável, porque a consultoria de imagem, ela vem com um olhar assim, que é só quem é esposa de marido rico ou quem não tem o que fazer, é hobby.
É só close the talks. É só close the talks. Personal shopper. Ah, é só ir pro shopping tomar um café com a cliente. E descobrir qual é a coisa que combina comigo. E não é isso. A consultoria de imagem, ela dá um retorno financeiro. Então, o que eu trouxe é o que me faz hoje ser mentora de consultoras. É a parte estratégica. Só que, na verdade, essa parte estratégica, ela vem um pouco antes.
Ela vem lá nos meus 12, 13 anos, quando eu tinha déficit de atenção. Tinha problema, era mudinha, quietinha. E ainda não prestava atenção, não conseguia tirar nota boa na escola. Sempre fui muito ruim. Sempre fui uma aluna ruim, nunca fui uma aluna boa. E a minha mãe foi chamada na escola e falou assim... E a coordenadora falou... Cris, tá tendo aula de xadrez?
será que não é bom pra Meryl? Pra ela conseguir concentrar? Então eu vejo que a estratégia ela vem indo um pouco antes do corporativo. Veio lá do xadrez, da infância, que foi daí eu virei atleta, virei prof de xadrez, pra depois ir pro corporativo onde potencializou. Então hoje eu trago toda a parte estratégica do corporativo. Estratégia de marketing, que se tem, estratégia de negócio, funil de venda, posicionamento, estruturação, ter clareza disso, né?
Porque as consultoras hoje, elas viram consultoras e acham que vão sobreviver de uma coloração pessoal. A coloração pessoal não paga conta.
E a quantidade de colorações tem que fazer pra pagar a conta é muito, né? Nossa senhora, e pra pagar a conta isso vai estar esgotada. Exatamente. E não era o que eu queria, estar esgotada. Mas o primeiro ponto foi trazer toda a parte estratégica do corporativo. E aí eu comecei a atender clientes com muito potencial, diretoras de empresas, mulheres que estavam muito bem posicionadas e que viram que a transformação nelas se precisava ter também na empresa.
E eu comecei a pegar bons contratos com banco, com empresas grandes e passaram temporadas nessas empresas. Seis meses, três meses, que aí o negócio foi rodando. Mas o principal ponto que eu trouxe foi estratégia. Estratégia, organização, ver a consultoria de imagem como negócio.
Porque normalmente as pessoas às vezes empreendem e não veem como o negócio... Vem como uma renda extra. É, nem sempre uma renda extra. Às vezes é a renda principal e não leva a sério, sabe? Sim. Tem, tem pro lábore, não pode pegar todo o dinheiro, tem que ter uma estrutura, tem que ter um planejamento de marketing. Tanto, B, aqui eu não tinha... Não era nada ainda e tu já me ajudava a fazer post. Quando nem se falava de post, como se fala hoje em dia?
Então, mas na empresa já se falava disso. Sim. Então tem uma separação. Fazia vídeo com transição.
Nossa, horrível os meus vídeos. Não são de cinco anos atrás. Ela fez só um curso de como gravar e editar vídeos. Sim. E tu tava junto. Sim, eu lembro. Então, mas a gente tá falando de cinco anos atrás. Onde as coisas não eram como são hoje. Então, ter essa estratégia. Ver como o negócio...
Foi o que fez dar certo. Porque senão vem aquela reclamação, esse mês eu fiz aí 5 mil, mas mês que vem não fiz nada. E a empresa não se mantém. A empresa tem que ter um caixa, tem que ter um processo, não pode entrar o dinheiro e sair todo. Então toda essa parte estratégica de negócio, de business, veio do corporativo. Não veio de lugar nenhum. Totalmente do corporativo que eu trouxe pro meu negócio e que hoje as minhas mentoradas também não são.
Eu acho interessante isso, porque trouxe uma coisa que o Flávio Augusto fala muito isso, né? Da recorrência. Sim. Hoje a gente trabalha quase que 90% com recorrência dentro da BF. A gente tem clientes que são pontuais, que chegam, pegam um serviço, outro chega, um vídeo, uma coisa. Mas a grande parte do nosso trabalho é recorrência. Mas porque o nosso serviço, ele permite isso. Mas tem muita gente que tem dificuldade de pegar o próprio serviço ou produto e transformar isso numa recorrência. Sim.
E aí, eu acho que esse ponto talvez seja o principal diferencial que tu trouxe para que a consultoria desse certo para ti. De transformar esse projeto que poderia ser só pontual, vendo uma consultoria aqui, vendo uma mentoria ali, vendo uma coloração aqui.
Personal shopper ali, essa aqui que é viajar, vou fazer a mala de viagem. E aí são muitas coisas diferentes e tu não tens uma constância na tua renda. Aí tu transformar na recorrência, talvez tu não ganharia tanto quanto tu vendesse 10 consultorias de imagens estilo completas, mas tu consegue na recorrência ter algo que mantém o teu caixa rodando e mantém o teu custo fixo sempre ali.
Sim, a recorrência é o que faz o negócio dar certo, né? Porque quando a gente tem… A consultoria de margem no seu processo natural, ele não tem recorrência. Tem no máximo assim, ah, eu tenho uma cliente aqui que todo mês eu vou lá montar um look pra ela. Vou montar alguns looks. Mas tu não vai ter 10 clientes montando look todo mês. É muito difícil ter esse cenário, porque até se tu tiver, tu não vai ter capacidade de tempo pra entregar tudo isso, além dos outros serviços que tu vai prestar.
Então, quando eu comecei com esse processo de ter recorrência, como que foi? Eu não comecei como mentora de consultora.
Eu transformei o meu negócio em uma mentoria para o público final. Coloquei mais gente. Então, eu comecei lançando turmas de mulheres que queriam se vestir melhor. E foi o primeiro contato com a recorrência. Aí eu falei, cara, se eu faço lançamentos a cada dois meses, eu tenho um fixo. Além das minhas clientes, que são do presencial, porque é cliente do presencial, então é importante entender perfil, né? É um perfil. A cliente da mentoria é outro perfil.
Não tem concorrência entre elas. Não. Mas a gente tem que ter os dois atendimentos, porque a do presencial é onde é o meu maior ticket. Mas eu não ganho volume. Sim. E aí eu estruturei a mentoria e fiz aí até a quinta ou sexta turma. Mas nesse processo, as consultoras começaram a me chamar. Merylin, tem mentoria? Não.
Não tinha. Mas eu falei não pra elas? Não. Tenho. Não tinha nada. Não tinha nada. Agora tem? Tenho. Tenho. Não tinha nada. Vocês acham que quando a primeira empresa me chamou eu já tinha um projeto? Não. Claro que não. Mas eu tinha. Eu nunca falei não pra ninguém. Eu sempre falei, tenho. Se eu não sei, eu vou aprender como fazer. Esse negócio dá certo. Então, da mentoria de público final, que é da mulher final, se transformou em uma mentoria pra consultoria de imagem.
E aí a brincadeira ficou legal. Porque daí eu vi e ficou claro pra mim aquela história. Você se conecta com uma pessoa parecida contigo. Todas as dores que eu tinha cinco anos atrás… Elas estavam tendo agora. Elas têm agora.
Problema com vendas. Eu não vim do mercado de vendas. Era do corporativo, mas eu não trabalhava diretamente com vendas. E aí, a gente tem também um histórico. E aí, eu vejo que isso afeta muito. Eu entendo, e hoje sou grata. Mas é um histórico em casa. Quem não sabe, a Meryl é minha irmã. Lorena do Olho Azul, Lorena do Olho Castanha. Mas somos irmãs. Mas a gente tem um histórico em casa de um pai vendedor. Sim. Um pai vendedor que meses era muito bom, meses era muito ruim. Cuidado que ele vai chorar, tá?
E tá tudo bem, porque ele sempre fez o melhor que ele podia. Melhor que ele podia com o que ele tinha. Exatamente. Só que era meses muito bom, meses muito ruim. Quando tava muito bom, uhul, tamo estourado. Vamos viajar. Isso. Quando tava muito ruim, gente, tá muito ruim. Tamo, né? Na merda, não tá legal. Então, e a vida do vendedor, se ele não sabe gerenciar o financeiro... E a maioria não sabe. E é um processo, e nem todo mundo vai saber mesmo. É muito de altos e baixos. Daí tu pensa assim, eu não quero ser vendedor.
Por que eu vou ser vendedor pra ter esse ah, um mês eu tenho muito, outro mês eu tenho pouco. Ninguém vai querer isso, essa vida. É só os loucos, mas tudo bem, nós é meio louco, né? Mas é isso, então a gente vira empreendedor, que é pior ainda. Sim, e o meu maior medo, eu lembro quando eu comecei, quando eu comecei a viver realmente da consultoria de imagem, era essa estabilidade.
E aí, o medo, claro, depois a gente ressignifica em terapia, né? A gente hoje já é mais evoluído, pelo menos nesse sentido, né? A gente entende que é o que a gente traz, né? Então, o medo de venda, que é a maior dor. Acho que a maior dor tem vários nichos, né? Ah, a venda, a venda. Como que eu faço pra vender? Eu tive uma mentora. Também, esse é um ponto importante. Sempre tenham mentores. Você não fala, não precisa ser eu que tome teu mentor.
Pode ser qualquer um, mas sempre tenha mentores. Porque mentores transformam teu negócio, te transformam como pessoa também.
Mas essa mentora falou assim, Meryl, tu sabia que tem gente que não dorme por conta de não saber o que tu entrega?
Sabe? A dor. Tem mulheres que olham pro espelho e choram. Porque elas não sabem o que vestir. Tem consultoras aí que choram. Porque acham que realmente elas não nasceram pra isso. Porque não dá retorno financeiro. Então, quando ela me falou isso, eu falei. Nossa, eu tô deixando de servir. Eu não estou servindo. O que eu vim, a gente veio pra servir. Isso é bíblico. Eu não estou servindo. Vender é servir. Por que que eu não estou servindo?
Porque eu não tô fazendo algo que a Bíblia me trouxe. Quando essa mentora me trouxe tudo isso...
Aí virou uma chave. Hoje eu vendo porque eu entendo que não é sobre dinheiro. É sobre transformação e é sobre servir. É muito além disso. É só um canal. E sobre se deixar de ser usada. Porque como eu falei desde o início, eu sempre amei o mundo da moda, eu sempre amei o belo, eu sempre amei o vestir, desde sempre. Já estava no meu propósito. Tanto que com 30 anos, quando eu tive que ressignificar, o que veio muito, o que eu gostava quando era criança.
Com 9 anos, a Júlia, minha amiga de infância, levava as roupinhas pra eu arrumar ela.
Então, tu lembra disso, né? Até hoje ela manda mensagem pra gente ajudar pra arrumar. Mas hoje nós somos mulheres, então tá tudo bem. Mas, assim, isso já tava lá atrás.
Então, eu só não tava no meu propósito. Sim, a maquiagem. Tudo. Por muito tempo que maquiou. Fazia bolo. Bolo é belo. Bolo é servir. Bolo… Então, eu fiz o teu bolo de quantos anos, mano? Dezoito? Era dezoito, ó. Acho que foi dezoito. Era um bolo lindo, vai. Era o naked cake. Gigante. Naquela época, era super moda naked cake. Super em alça, hypado. Mas eu sempre amei o belo. Então, é sobre estar vivendo o propósito. E servir, vender é servir. Acho que esse é o grande ponto.
Se não me engano, tem uma frase de Sócrates que fala sobre o Belo, ele acalma. Se não me engano, alguma coisa assim, né? É.
E faz sentido, porque tu quer entrar em uma casa? Eu sempre falo, esquece roupa. Porque tu não achar a roupa é futilidade, você arruma é futilidade. Eu sempre trago assim a casa. Tu gosta de entrar em uma casa... Bagunçada. Bagunçada? Não, tu gosta de entrar em uma casa bonita. Eu cheguei aqui e falei, nossa, gente, que lugar lindo. Gente, o lugar que vocês têm que vir conhecer é lindo. Então é lindo, o banheiro é lindo, a entrada é linda.
A gente gosta de estar em um lugar bonito. Exatamente. E se a gente vai um pouco mais além, pra quem acredita, Deus é um Deus do belo.
Quando a gente quer se conectar com a natureza, quer olhar pras paisagens, é o belo. Então, porque esse Deus é um Deus do belo, eu me permito não ser belo. E aqui não tô historiocupando, não. Não tô trazendo coisa de mídia. É beleza sobre ser magra, gorda, azul, amarelo. É sobre depois de Deus ser amar em primeiro lugar.
Pode amar o Gabi, mas é primeiro você. Eu amo o Matheus, mas é primeiro eu. É Deus eu. Porque se tu não se amar, tu não tem como amar a outra pessoa. E tu não vai amar tão bem. E é bíblico, né? Amar ao outro da mesma forma que você ama a ti mesmo. A ti mesmo. Isso mesmo. Como é que tu ama o outro se você não tem como amar o outro se tu não ama a ti mesmo? Então, esse é um... Isso pega muitas mamães, tá?
Quando elas chegam, é… Ah, Marília, eu me perdi. Normalmente é porque elas cuidaram tanto das crianças. Tá tudo bem cuidar do seu filho, faz parte. Mas se perde nesse processo. É um amor incondicional mesmo. Mas tu vai amar muito melhor o teu filho se tu tiver se amando. Uhum. Exato.
É uma coisa que o Gabi sempre fala. Ele fala assim, eu falo assim, ah, não sei o que lá, esses dias não lembro o que a gente tava falando. Eu falo assim, ah, não sei o que lá, que tu me deixou, fosse lá pra academia e não tomasse café comigo. Daí ele assim, é, mas eu preciso cuidar da minha saúde, né? Daí eu falei, ah, priorizar essa é tua saúde. Tá te priorizando, eu falei pra ele. Daí ele, é, porque se eu não me priorizar, eu não consigo te priorizar.
É verdade. Porque se ele não tá bem, quando eu ficar doente, ele precisar cuidar de mim. Como é que ele vai cuidar de mim?
Quando, ah, sei lá. Aconteceu alguma coisa, precisa de alguém com força pra... É ele? Até esses dias ele falou assim, cara. A gente viu um vídeo de um... De um... Um cara falando, um preso falando, um estuprador falando sobre... Ah, eu vi esse vídeo. Quem que ele escolhe? E ele fala, primeiro eu olho se eu vou ter muita dificuldade.
Tipo, se o pai é forte, se o pai não é, se a mãe é forte, se a mãe não é. Se eu vejo que eu vou ter muita dificuldade, eu vou pro próximo. E eu vejo um que seja mais fácil. Igual o ladrão, ele vai na casa que tá mais fácil de entrar. Se você for um frango...
Vai ser fácil. E aí, Gabriel falou assim, por isso que eu treino. E quando tiver uma filha, um filho, não vai pegar meu filho, porque você é o pai forte. E até porque o homem, ele é a segurança. Exatamente. Uma mulher, ela não gosta de estar... Isso pode ser, ai, Marilyn, racionalmente, eu não vejo isso. Não, mas isso é irracional. Tu não quer estar perto de um homem fraco. Não. A gente quer estar perto de um homem forte. Então, deixa o Gabi treinar.
Por favor. Físico e emocionalmente. Sim, é tudo. É um combo. Eu sempre falo, nunca... A imagem, elas são pilares. Não é só ir lá e comprar uma roupa. Comprar uma roupa e ficar bonita é muito fácil. Vou lá, compro e fico bonito. Mas eu ter uma imagem intencional, uma imagem que comunica a minha essência, comunica quem eu sou, comunica os meus valores como pessoa, o papo é outro. Os meus valores como empresa, o papo é outro.
Então, essa imagem, ela tem os pilares de valores, de intencionalidade, pra depois ir pro externo. Tudo começa de quem você é. Cara, eu quero... Vou só botar um pouco aqui numa situação aqui que eu achei muito interessante quando tu falou da mentoria. Isso tava certo. Tu comentou que...
Tu começou com... Vendendo pra B2B. E depois foi pra B2C. B2C tu fez um curso. Ou foi pro B2B. O B2B era a mentoria. E depois tu entrou com o B2C. E falou assim, opa, eu consigo alcançar esse público aqui também.
É, vendendo um curso. Foi isso? Eu vendia consultoria de imagem normal. Tá. Aí começaram a me perguntar. Para as clientes finais. Para as clientes. Tudo cliente final, tá? Só tô falando de cliente final. Porque uma coisa que eu falava era eu não quero atender consultora. Sempre falei, não quero atender consultora de imagem. Não quero que isso é bucha. Paga a língua. Paga a língua. Não quero que isso aqui é bucha. E aí comecei fazendo mentoria para público final. Tá. Em grupo. 10, 20 mulheres. 6 encontros, 10, 20 mulheres. Uhum.
Um ticket legal, dá um valorzinho legal aí fixo, que é a recorrência. Né? Fazia lançamento. Começou a dar certo isso. Mas aí, começou as consultoras a me procurarem. E aí, a brincadeira fica mais legal. Mas nesse caminho, tu também vendia pro B2B, que tu vendia ali um pacote de seis meses de acompanhamento de um banco, de uma... Sim, sim. Pra empresas também.
E daí não era uma mentoria, era uma consultoria. Projeto, eu chamo. Tá, entendi. Projeto. Um projeto, porque daí o que eu juntava? Todos os meus 12 anos de conhecimento e experiência do cliente. Boa. Juntava experiência do cliente, cliente oculto, com imagem. E essa imagem lá era estrutural e de colaboradores.
E aí entra alinhamento de uniforme, fazer novos uniformes, o que precisa mudar. Tanto que no banco eu fiz aí umas sete agências na Serra Catarinense e em Minas Gerais, com cliente oculto, pra depois a gente ter realmente um relatório e iniciar as mudanças. Foram seis meses no banco. Mas tem ótica que eu fico três meses. E daí são projetos mesmo, porque o projeto é início, meio e fim, né? Sim. Então, o projeto que faz esse caminho de transformação.
E daí depois veio a mentoria pra consultoria de imagem. Que é onde eu mais atuo hoje. Atua ainda pro público afinal. Mas não em grupo. Bortei porque não dá pra... Não achei viável trabalhar com duas mentorias. Minha cabeça ia ao TDAH que pega. Ia bugar, não ia dar certo. Então mentoria só pra consultoria de imagem.
Mas eu acho que vem também do teu ponto de um ano em cada coisa. Um ano em cada coisa. Um ano em cada coisa. Um ano em cada coisa. Pode ser. Ela veio primeiro com o B2C ali atendendo como consultor de imagem. Daí ficou mais ou menos um ano. Aí tu começou com a mentoria.
Olha só, tu começou com a mentoria. A terapia aqui ao vivo. Nossa, eu nem me liguei disso. Sabe por quê? Isso começou a me bater porque assim, ó, eu trouxe pro nosso lado, vamos lá, é muito comum tu precisa fazer dinheiro novo. O tempo todo. O que vai fazer tu mudar o teu status atual é o teu dinheiro novo. O cara que tá na minha recorrência, eu tô mantendo o meu status atual, mas eu... Pra crescer. Pra que o próximo passo? Dinheiro novo.
Dinheiro novo. E aí, olha que tu falou assim, tá, beleza. Ela teve o B2C, que foi o cliente final dela ali. Então ela ficou mais ou menos um ano.
Quando ela começava a vender para essas mentoras... Não, daí ela começou a vender para elas mentorias. Em vez de ela vender individual, ela começou a votar em grupo. Daí ela ficou mais um ano. E daí não era recorrência. Não, é que tem lançamento, né? Era lançamento. Por causa do lançamento. Então ali era o dia do novo.
E junto com tudo isso... Aí depois desse um ano, ela começou a focar nas consultoras. Isso, que é o que eu tô desde o ano passado. Só que eu não tinha mentoria pra consultora também. Aí agora ela tem uma outra novidade, que depois nós vamos falar sobre isso. É. Mas eu não tinha mentoria... Porque já deu um ano. É. Boa, eu não tinha mentoria pra consultora. Veio a demanda e eu falei... Eu lembro que eu falei pro Matheus, assim, amor, a gente conversa muito em casa, né? Será que eu dou mentoria?
Não falei que não tinha, mas não falei que tinha. Falei, vamos conversar. Consultora é bucha. Vamos conversar. E eu pensei, pô, consultora é bucha, porque é problema, tudo. E Deus colocou no meu coração uma coisa que daí pegou.
Foi muito Deus, ele falou comigo. E ele trouxe assim, Marilyn, se tu já faz a transformação hoje, hoje mais de mil mulheres já passaram por mim, se tu transforma consultoras, essa teia ela aumenta. Sim. As consultoras transformam outras mulheres. Então a gente vai aumentando a teia. Então eu não queria, eu relutei muito. Eu dava mentoria pra consultora escondida. Não tinha divulgação nenhuma no meu Instagram. Não falava sobre isso de jeito nenhum. Porque eu não queria que ninguém soubesse.
Eu não queria que viesse mais demanda. Eu não queria que viesse mais demanda. Eu queria. Só que o negócio foi crescendo. Foi vindo a procura. E eu precisei abrir. E quando Deus falou isso pra mim, eu falei, beleza, entendi o caminho. E aí, no meio de tudo isso, o público final começou a parar. Porque não era mais o lugar pra eu estar.
entende? aí veio esse direcionamento diminui a demanda eu sempre falo que quando a gente não decide Deus decide pela gente de alguma forma a gente não decide a vida dar um jeito vai ser do jeito dela aí não é do nosso jeito aí veio a mentoria pra consultoria de imagem que é hoje meu ponto forte e é onde eu vejo a maior transformação
Porque nada paga ver uma mulher que não tava vendendo. Que não tava se posicionando. Que tinha vergonha de falar. Que eu já sentia essa vergonha. Eu tinha medo, eu tinha vergonha. Eu não vendia, eu não fazia nada disso. Ela vendendo, ela fechando às vezes a sua primeira consultoria. Ela se posicionando. Ela gravando vídeo. Ela fazendo acontecer. E tendo retorno financeiro. E transformando vidas. Aí a teia fica legal. Tudo começa... E aí
a mudar. Mas é sobre entender e se deixar ser usada por Deus. Porque se eu continuasse falando, eu não quero, consultor é bucha, eu não estaria onde estou hoje. Então tudo tem um porquê. Tudo tem um caminho. E basta a gente se deixar e ser usado pra isso. Cara, tu me deu um insight, mas eu vou falar no final daqui da gravação.
Tá, e daí, ó, um ano, um ano, um ano. Deu um ano de mentoria de consultoras. Quer dizer que tu não vai fazer? Não é isso. Mas agora tu tá também num novo caminho. Sim, num novo caminho. Bem longe? Bem longe, do outro lado do oceano. O que que te motivou a ir pro outro lado do oceano? De novo, falar de Deus, é impossível não falar. Mas ele foi organizando o meu negócio.
eu sempre quis trabalhar no digital. Sempre quis. Foi uma coisa, desde o início, eu sempre quis trabalhar no digital. Sim, eu já fiz várias mentorias nessa área e tudo. Fiz mentorias, investi dinheiro. Eu acho que é importante falar isso. Você precisa investir dinheiro. Porque senão não vai ter retorno. Então precisa ter um mentor, precisa investir dinheiro, precisa ter uma agência. O negócio precisa ter um investimento pra ter retorno. Eu sempre investi nisso, mas nunca dava.
sabe assim, ah, pô, lançava, dava duas pessoas o negócio não ia ou ia só pra público final, quando foi pra mudar o posicionamento, não tava dando não tava acontecendo, mas desde setembro do ano passado, de 2025 o negócio começou a dar certo começou a vir essa busca, essa procura sem fazer nada e aí eu lembro que eu falei pro meu marido, antes de eu saber que eu ia pro outro lado do mundo eu falei, o Deus quer alguma coisa comigo E aí E aí E aí
Eu não sei o que ele quer. Mas o presencial tá dando certo, o digital tá dando certo e nunca dava certo. Sabe assim, parecia que eu sempre batia, ficava batendo e não dava certo como era pra dar. E hoje, 85% do meu negócio, ele é digital. Então ele virou, e pouco tempo, gente, setembro do passado, pra mim é pouco tempo. É pouco tempo, ele virou digital, deu uma virada de chave muito grande. Tenho mentoradas em Manaus, mentoradas em Sorriso, tenho mentoradas por todo o Brasil. Uma do Sul só, interessante, né? Uma só do Sul, a maioria é de fora.
Mas foi quando deu essa virada. E em novembro eu recebi a notícia que íamos embora do Brasil. E quando veio essa notícia, Deus me preparou tão bem. Eu venho com... Eu falo que é traumas do corporativo, né? Porque tava tudo tão redondo. Como é que eu vou mudar de país sem ter um rendimento?
Isso pega. Vocês têm negócio, vocês têm empresa. Pega. Como é que agora vocês vão lá pro outro lado do mundo sem rendimento? E eu sempre gostei de ter o meu dinheiro. A gente foi criada. Tem uma coisa de criação também. Com independência. De independência. Eu lembro da minha mãe falando assim, Marilyn, você tá vendo aqui? Eu preciso comprar uma calcinha, dependendo do teu pai. Você não pode, você não pode depender de marido. Então, se Deus não tivesse preparado o digital, talvez em 12 de novembro, que foi quando veio a resposta da proposta de trabalho pro meu marido, o dia do curar dá pra curar.
talvez eu tivesse dito não. Mas o meu negócio já tava, 85% do digital. Quando veio essa resposta, eu falei, entendi agora. Agora ficou claro. O porquê o digital tá dando certo. Porque eu podia, no dia 12 de novembro, falar pro Matheus, calma, vamos pensar de novo. Vamos ver de novo.
Mas eu já sabia que Deus queria alguma coisa. Eu tenho clareza do que Deus quer de mim lá em Portugal, em Lisboa? Eu não tenho clareza. Eu não sei por que que eu tô indo. Uma coisa que eu até falei pro Matheus ontem, que a gente tava conversando, eu falei, Deus quer alguma coisa de mim em Lisboa. Ele quer algum movimento meu em Lisboa. Ele quer algum entrega a mim em Lisboa. E talvez lá seja presencial de novo.
Porque ela é um pouco diferente o mercado do que aqui. Mas eu não sei. Mas eu sei que eu tenho um financeiro me sustentando também, que são as mentorias. Tá vendo como foi tudo perfeito? As mentorias estão acontecendo, eu tô transformando vidas, tô no meu propósito. Ah, eu vou ter mais tempo, porque tudo que eu faço presencial hoje, não vai ter. Gente, come teu tempo. Tudo vai ser do zero. Às vezes eu tô pipocando. Semana mesmo, eu tava em três lugares em um mesmo dia. Fui pra Cacupé, fui pros ingleses, fui papalhosa.
Eu estava em Floripa, vim pra Floripa Mudei o horário, vim pra cá Então assim, eu sempre estou pipocando muito Isso quebra o nosso tempo, né? Então, eu sei que Deus quer alguma coisa O que ele quer de mim É nos próximos capítulos Ainda não tem clareza disso Mas ele quer alguma coisa, alguma entrega Alguma transformação, alguma mudança E vai se obedecer de novo
Porque sempre que eu não obedecia, a doença me fez parar. Você me fala que a doença é Deus. Deus me dá doença porque é como ele sabe que me para. Então, só que uns anos pra cá eu aprendi a obedecer. Tanto que o evento, o curado pra curar é uma obediência. Tudo é uma obediência. E seguir o passo que ele tá direcionando. Tem clareza? Não tem. Mas medo também não tem. Porque medo é ausência de fé. E se ele tá direcionando, não pode ter medo. Eu tenho certeza que é dele.
Então, é dele, é por ele. O porquê, não sei. Vai descobrir lá. E eu acho que empreender é sobre isso também. Sobre não querer ter controle de tudo porque você não vai ter. Não vai ter. Controle não se tem. Medo trava. Medo impede crescimento. Tem que dar passo, às vezes, investir em alguma coisa que você não tem certeza. Vai, mas faz. Mas...
Vai. Todas as vezes que a gente mais cresceu foram momentos onde a gente investiu em coisas que a gente, putz, eu não sei se vai dar, mas vamos dar. Eu não sei como vou pagar esse boleto. Isso, mas eu vou pagar. É o famoso empreender, acordar desempregado, com frio na barriga, sem saber se tu vai conseguir pagar teu boleto no final do mês. Isso mesmo. E tá tudo bem.
Isso mesmo, isso mesmo. Mas é bom. É bom. É um ponto que tu falou ali. É melhor obedecer do que sacrificar. Sim. E todas as vezes que a gente tenta teimar, parece que tu se enganou, meu amigo. Volta pra linha. Sim. Não é isso aí. Todas as vezes que eu teimei, eu fiquei doente.
Porque Deus sabia que só assim ia me parar. O burnout foi isso. Eu já sabia que eu tava doente. Desde os 27 anos. Eu já sabia que não tava bom. Mas foi levando. Foi levando. Foi levando. Porque eu achava que era frescura. Então, Deus vai agindo. Quando vem a doença da infertilidade. Deus já tinha pedido pra olhar pra minha feminilidade. Foi quando mudou meu negócio de novo.
E eu não molhei. Aí deu a doença pra eu olhar. Pra eu olhar pro meu casamento. Eu mudei meu casamento. Eu transformei meu casamento nos últimos dois anos. Eu me coloquei no lugar de mulher. Porque mesmo saindo do corporativo, os traços masculinos, eles continuaram. E eu falo, eu só sou casada com meu marido porque ele foi persistente. Porque eu, no lugar dele, tinha separado. Eu não me aguentaria. Então, é sobre se deixar ser usada. É se colocar no teu lugar. Porque ser mulher é muito bom.
A gente tem coisas que vocês não têm, vocês têm coisas que a gente não tem. E no corporativo, isso foi vetado. Porque se via como uma fraqueza. Só que não é um complemento, né? É um complemento. A gente cuida de gente como ninguém cuida. A gente dá amor como ninguém dá amor. Quando a gente consegue entender que esses pilares, eles são diferenciais competitivos até mesmo, a gente joga o jogo do jeito certo.
Se não, o jogo tá errado. Se não, eu quero competir contigo, Gabi, que nada a ver. Tu tem coisa que eu não tenho e acabou, não tem o que fazer. Exato. Cada um é único, né? É ver o valor de ser mulher. E tem muito valor em ser mulher. Com certeza. E entender os teus pilares e entender que pro teu negócio faz muita diferença. É isso. Muito bom. Muito bom. Muito bom.
E aí, a gente tem uma agência de marketing. Você sabe disso. Sim. E a gente vai puxar sempre a sardinha pro nosso lado. Com certeza. E aí, a pergunta que eu vou te fazer é... Nessa tua jornada inteira... Tu já comentou um pouco sobre isso, mas qual foi a importância do marketing? Total.
Sem marketing, minha empresa não seria o que é hoje. Começando com a B, ela atrás, sozinha. Fazendo as artes. Vocês estão lá no Instagram e rodar, rodar, rodar. Eu ia ver que fez aquelas artes inicial. Bem quando eu ainda trabalhava na empresa. No corporativo. Total corporativo. Fazia faculdade, fazia tudo. Sim. Eu sempre entendi que eu precisava aparecer.
Que a minha imagem... Talvez por trabalhar com imagem, isso é muito claro, né? Mas que a minha imagem ia vender. Mas é a imagem com estratégia. A imagem certa. A imagem com intenção. E o marketing nada mais é do que isso. Intencionalidade. Porque se eu fizer um marketing que o outro falou no início, no dia do trabalho, se eu postar um post só por postar, sem intencionalidade, não faz sentido, meu filho. Não posta. Que raiva que dá esse povo que ia ficar metendo post um atrás do outro só pra cumprir tabela.
Faz menos, faz o que precisa ser feito e acabou. E uma coisa que eu vejo sobre marketing, às vezes me corrija se eu estiver errado, mas faz primeiro o arroz e feijão bem feito, meu filho. Depois vai tentar fazer o resto. Primeiro faz o arroz e feijão. Tá fazendo básico? Tá tendo story todo dia, tá se conectando com o teu público, tá trazendo os pilares de você como empresa, como pessoa, como... Porque vamos lá, pessoas compram de pessoas.
Pessoas, compra da pessoa que tá ali. Tanto que a gente tem grandes nomes aí que são pessoas que foram à frente das empresas e se tornaram quem...
Isso tornaram, né? Porque hoje tem um movimento muito forte que é o Founder Lead Growth, né? Que é o fundador como motor de vendas pra empresa. Sim, e eu sempre tive isso por conta da consultoria de imagem, de fato. A minha imagem é o que vende. O meu é muito mais fácil que uma fábrica, por exemplo, cair na real disso, né? Meu negócio sempre foi imagem. Mas o marketing é conexão.
É se conectar. E é o que eu trago pros meus mentorados. Enquanto vocês não se conectarem, não vai ter venda. E não adianta ficar fazendo videozinho de clique aqui pra vender. Não é assim que funciona. Então, ter uma estratégia certa, não é sobre... Joga, subir uma página de vendas, como a gente vê por aí. Sobre subir alguma coisa, não. O marketing, ele vem pra trazer essa visão. Eu vejo muito mais humana hoje em dia, sabe? Muito mais humana do que como a gente via antes, técnica de trazer os vídeos.
Isso, hoje a gente vê num momento lo-fi também, né? Que não são vídeos tão produzidos como antigamente. Quando eu comecei...
Assim como anos atrás era produção. Não é vídeo de cinema, né? Produção, produção. Hoje não. Por quê? Porque a gente vem em uma era de IA. Tá todo mundo saturado. De tudo perfeito. E pessoas se conectam com pessoas que têm problemas, que têm dores. E acho que o grande ponto do marketing hoje é como transformar.
Essas dores em conexão. Então, pra mim, o marketing é fundamental. Pra mim, o negócio não funciona sem marketing. Quem não aparece, não vende. Não adianta. Tem que aparecer, tem que ter intenção, tem que ter estratégia. E ter uma empresa por trás faz toda a diferença. Eu passei por algumas empresas. Então, a Bea não trabalha no meu nicho. Mas eu passei por algumas empresas. Foi muito difícil ter empresas com a seriedade que vocês têm. Eu fiz uma mentoria de marketing pra eu conseguir fazer o meu negócio rodar.
E quando eu fiz essa mentoria, eu entendi como marketing funcionava. Eu comecei a vender. Então, foi mentoria de vendas, mentoria de marketing, mentoria de negócio. Um monte de mentoria pra conseguir fazer rodar. Mas falando de marketing...
Então, quando eu fiz essa mentoria, eu entendi como funcionava o negócio que fluiu e que fez acontecer. Então, o marketing foi a maior virada de chave do meu negócio. Pra realmente estar posicionada de maneira certa. Entender que não adianta ficar fazendo clique aqui. Adianta no momento certo. Esquenta, fala, se conecta. Depois tu vem pro clique aqui.
primeiro vem da você, pra depois vender o teu produto. Isso sendo serviço, sendo produto. Sim, não importa o que seja, né? Não importa o que seja. Então o marketing faz toda a diferença. Muito bom. E é difícil, empresas sérias como vocês. É difícil no mercado. Vocês sabem disso. Sim. Obrigado. Vocês sabem disso. A gente sabe que a gente sofre, como muitas vezes, os gurus. Não, tanto que eu, por medo, desisti da agência. Por medo. Porque eu já tinha investido tanto. Sim.
O DAB não queria mais trabalhar comigo, né? Pra vocês entenderem, a nossa empresa não trabalha com o nicho da moda. É, é isso aí. Nem loja de roupa. Só todo mundo se pergunta, por que tu não faz o marketing da tua mãe? Por que tu não faz o marketing da tua irmã? Porque não é a nossa área de atuação. Nossa área de atuação hoje é primordialmente construção civil e a parte de saúde. É obra. É obra. A gente gosta de obra, de bota, de voar drone em cima de construção. Mas eu passei por três agências. E nenhuma deu certo.
Depois eu fui fazer a mentoria, aí fiz um negócio de rodar, aí viralizei, tudo sozinha. Aí viralizei, aí o negócio aconteceu e tá como tá hoje. Cara, mas é bem o que tu fala, assim, o que eu vejo hoje de erro das pessoas é querer inventar firula e, assim, meu Deus, eu preciso ter um vídeo cinemático que não sei o que lá e blá blá blá. Cara, mas não faz o feijão com arroz, sabe? Tipo, não faz o básico. O básico é bem feito. Eu não tô falando, tipo assim, ai, eu tenho que ter o cenário mais lindo pra... Não, cara.
Faz com o que tu tem. Quer dizer, faz o melhor que tu tem com o que tu tem hoje. E a gente vê isso. A gente treina muita gente pra trabalhar com a gente, né? E a maior dor que a gente vê quando a galera tá começando é que eles querem botar um monte de transição e querem botar um monte de efeito. E aí a gente viu uma vez um podcast que exemplificou o que a gente já pensava.
Eu nem lembro como é que ela é. É... Vídeo com muita edição, emuleta pra conteúdo ruim. Isso. Nossa, é bom isso, hein? Vídeo com muita edição, emuleta pra conteúdo ruim. Quem que falou isso? Eu não lembro como é que ela me deu. Acho que foi o Kizu. Não, não. Foi uma menina que falou. Lembra? Que foi num podcast com o Caio Carneiro. Ah, foi a Isabela... Mate. Isabela Mate. Ela é muito boa, cara. Vídeo com muita edição, emuleta pra conteúdo ruim. Eu falei isso.
Se tu bota um monte de edição porque teu conteúdo é ruim. Porque se teu conteúdo fosse bom mesmo, se tu gravasse ele aí ao vivo e tal, ele ia dar... Ia dar certo. As pessoas iam gostar, né? Uma coisa que eu vejo também, não sei se vocês concordam comigo, mas tem um feed perfeito. Não. Feed perfeito não vende. Então assim, eu pego algumas... Tem que ser bonito? Não, sim. Harmônico. Com certeza. Mas perfeito mesmo. Mas perfeito não.
Eu pego algumas mentoradas que elas veem. Marilyn, isso... O Canva da vida, né? Tem que estar perfeito. E daí a cor tem que estar perfeito. Agora eu vou postar os trios. Tem que estar perfeito. É.
Como é que fala? Como é que fala? É grade. Grade, grade. Isso tem que estar perfeito, tem que estar assim. E daí, às vezes, por querer ser tão perfeito, nem faz. Isso. A pessoa que é tão perfeito... Que trava. Ela empreende sozinha.
E ela não faz. Eu tenho uma mentorada de marketing que o meu maior problema com ela é tirar da cabeça dela que ela precisa ter o feed perfeito. Sim. Porque a gente tem trabalhado há três encontros já. O Gabi até no último, ele tava junto. Não precisa. Só faz. Começa. Faz. Começa a postar. Faz com o que tu tem hoje. Só faz. Só posta. Só posta.
Às vezes... Ah, mas e não ficou... Cara, as pessoas querem autenticidade. Elas querem verdade. Elas querem a vida acontecendo naquele momento. Elas não querem saber do negocinho perfeito, bonitinho. Ah, eu vou esperar o dia que eu puder pagar uma fotógrafa pra fazer as fotos. Vou esperar o dia que eu puder pagar alguém pra fazer vídeo. Cara, começa. Quando tiver dinheiro, contrata alguém pra profissionalizar. Mas, cara, começa.
Só faz, né? E eu vejo que a galera, que nem no teu caso, pô, viralizou por quê? Cara, é a autenticidade. Verdade. Constância.
verdade é tipo não é postar agora e daqui um mês ir lá postar de novo sim e tem um problema também da viralização é viralizar certo né eu sempre trago isso pras minhas mentoradas também não dá pra viralizar qualquer coisa foi que eu tinha uma amiga aqui de Floripa em uma caneca não não tem viralizar com a caneca tive uma amiga de Floripa que ela viralizou tava aí com 500 mil seguidores viralizou bem viralizado e o voto da mãe dela era menor que o meu
Então assim, veio público ruim, público que não compra, público que não se conecta. Mas público não paga conta, né? Não é uma área muito nichada, ele não ia pagar conta disso. Então assim, também acho que vem um pouco de vaidade, né? Não sei se vocês sentem isso com os clientes de vocês. A vaidade do número. E na verdade vai ter post que não vai te dar número, mas vai te dar pix. Exatamente. A gente teve um cliente que ele queria porque queria viralizar.
Cara, beleza, a gente começou a fazer conteúdo viral. Cara, 10 vídeos, duas viralizavam antes. A gente já tinha uma métrica. 10 vídeos, dois viralizavam. Um mês. E a gente já tinha entendido o formato dele que viralizava. Então a gente sabia exatamente o que viralizar. Viralizava, ele tinha 12 mil seguidores. Foi subindo, subindo, TikTok, subindo, subindo.
E que era vídeo que batia 500 mil, um milhão, dois milhões. Um milhão, dois milhões. Mas de que adianta? Sempre isso. Viralização não paga conta. Aí chegava, pô, ele só podia atender a região de Santa Catarina. Passou de casa de Santa Catarina, não podia vender. Aí, pô, ganhava seguidor de um monte de canto. Já veio gente da Colômbia pedir também. Colômbia saiu... Aí você vai fazer o quê? Tipo, não...
Gente, querendo comprar, só que não tem como. Não pode. Então, eu gosto de trazer isso que é todo mundo… Ainda mais quando tá no início, vem muito assim, o que é o número, né? Claro, a gente sabe que, infelizmente, quando olha no Instagram e tem um número maior, a gente tem, assim, um ponto de… Dá um pouco mais de valor. Mais valor, mais credibilidade. Mas, tem um posicionamento certinho ali, um alinhamento, um funilzinho de venda, um negócio rodando, vai dar certo também. Senão, o número é vaidade.
gostamos, gostamos não vamos ser hipócritos de falar que não mas tem que ser um complemento não pode ser o principal e hoje em dia o número tu compra tem outro papo mais pesado não, não hoje em dia o número tu compra ah, quero ser que dou cara, tu compra
Vai cagar teu algoritmo? Vai. Vai cagar teu algoritmo? Vai. Vai cagar tuas vendas? Com certeza, porque o dia que tu rodar um tráfego pago naquilo dele, não vai ser da mesma forma. Mas além disso, tu pode comprar de outra forma. Tu pode rodar tráfego pago pra ganhar seguidor. Então tu pode comprar seguidor. Sim. De forma lícita, digamos assim, né? A gente tem um cliente que a gente... Ele gasta 200 reais por mês. Todo mês ele vem pelo menos nos 60 seguidores.
Então 200 reais ele consegue 60 seguidores. Claro, não é igual tu pagar 100 reais e ganhar 20 mil. Sim, sim. Mas ele ganha seguidor disso.
A pessoa que está interessada no... Só que é seguidor qualificado? É. Lixado. Lixado. Então dá pra comprar. Número tu compra. Agora, resultado? Resultado, não. Não tem como. Tanto que quando eu fiz a minha mentoria de vendas, a promessa da mentora foi a seguinte. Marilyn, com o público que tu tem, eu já tinha 20 mil seguidores. Com o público que tu tem, a gente não vai usar tráfego, a gente não vai usar nada. Mas a gente vai vender.
Pelo menos o dobro que tu investiu na mentoria. Essa era a promessa dela. Se não, eu devolvo o teu dinheiro. Mulher, assim... Ela é faca na bota. Ela é faca na bota.
E eu falei, amor, bora? Meu marido, né? Bora, vamos. Bora, bora. Tu bora que eu boro, né? E aí a gente fez. E com o meu público, ele tava pronto pra comprar. Eu só não ofertava. Sim. A gente fez muito mais. Ou até ofertava, mas não do jeito certo. Não do jeito certo. Não ofertava da forma. Não gerava conexão certa. Então, o público às vezes tá ali. Ele tá esperando a oferta certa. Mas não é colocar clique aqui e compre. Isso não vende. Não adianta. Trabalhador. Muito bom.
Eu deixo pra ti, pode dar ali. Bom, nessa mesa aqui o tempo passa muito rápido. Nossa, se morde. Passa voando. Exatamente. A gente tem aqui o nosso reloginho. E é meio mágico, sempre assim. Passa voando, a gente tem muitos papos legais. E aí a gente sempre tem uma pergunta final pro nosso convidado. E é o seguinte, imagina que nós, como agência de marketing, muito eficazes, muito eficientes.
Vamos rodar tráfego pago. Vamos botar outdoor. Vamos botar painel de LED. Vamos usar todas as possibilidades que tem. E tu vai deixar uma mensagem que vai chegar em todo mundo. Traduzida. Traduzida. Em todos os idiomas não tem. Qual mensagem tu deixaria pra essas pessoas? Oh my God. Vocês tinham que ter avisado isso antes, né, gente? Não é assim. É muito profundo isso. Em todos os idiomas, meu Deus do céu. Vai chegar em Portugal, lá pro Matheus. Vai chegar lá em Lisboa.
Cara, eu vou manter a mesma frase do início porque eu acho que ela reflete muito o meu momento também. E não tenha medo. Porque o medo realmente é a ausência de fé. Então tenha fé, porque a fé transforma a tua vida. Transforma a vida da tua família. E te leva em lugares que tu nem imagina que tu pode estar. Muitas vezes tu nem se deixou poder sonhar em estar. Então tenha fé, não tenha medo. E siga em frente. Obedeça. Obedeça sempre.
Muito bom. Muito bom. E se quiserem acompanhar a Marilyn nas redes sociais? Com certeza. Consultora Marilyn. Arroba consultora Marilyn. Vai deixar aqui? Como é que escreve consultora Marilyn? M-A-R-I-L-I-F-O-N, gente. Arroba consultora Marilyn. A gente vai deixar aqui embaixo. Isso mesmo. Ah, então tá bom. Arroba consultora Marilyn. Estamos lá todo dia aparecendo. Todo dia vendendo alguma coisa. Tua rede principal é o Instagram hoje.
É o Instagram. Minha rede principal é o Instagram. É o Instagram, entra no funil, depois abre pro WhatsApp.
E a gente fecha É isso aí E se você ficou até agora aqui nesse episódio É porque com certeza ele foi muito bom pra você E se ele foi bom pra você Pode ser bom pra mais alguém Então não esquece de compartilhar esse episódio Com aquele amigo que tá precisando Aquele colega empreendedor Aquela amiga que talvez tá pensando o que faz na transição de carreira Pra que esse conteúdo possa abençoar mais pessoas Possa transformar mais pessoas também
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