Santos Bravos: o novo pop latino lembra os anos 2000? - Pod do Milennial Ep. 38
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Fabrizia Meis
Keri Reis
- Santos Bravos: Análise do GrupoConceito e estética do grupo · Letras e batidas das músicas · Membros e suas origens · Coreografia e presença de palco
- Hybe Corporation e o K-popGestão de carreira de grupos de K-pop · Investimento em artistas latinos · Impacto cultural do K-pop globalmente · Investigação de fraude financeira na Hybe
- Relevância do Pop LatinoComparação com o pop dos anos 2000 · Influência do K-pop na música latina · Evolução das boy bands
- Indústria MusicalO modelo de 'fábrica de idols' no K-pop · A importância da produção musical e do marketing · A representatividade latina na música global
- Música e admiração por artistasDiscussão sobre a qualidade das letras de música pop · Comparação entre artistas (Anitta, BTS, Michael Jackson, Spice Girls) · O papel da cultura afro-brasileira na música pop · A influência do hip hop na música pop
- Memetização e cultura de internetMemes e tendências virais (Passinho do Jamal, 6x7) · Cultura de fandom e interação online · Evolução da comunicação na internet (ICQ, Orkut, Twitter)
- Críticas e Opiniões sobre ArtistasOpiniões sobre o hype de certos artistas (Taylor Swift, Bad Bunny) · Debate sobre a hipersexualização na música pop · A importância da representatividade cultural na música
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Agora não deu para ouvir. ASMR. Olá, millennials. Tem que fazer voz de atendente. Olá, millennials. Eu sou o Keri Reis. E eu sou a Fabrizia Meis. E este é o meu, o seu, o nosso. Pode ir do millennial. Sabe o que ficou?
O podcast mais triste da internet. Rádio Cidade! Não lembrou? Love songs come back again! Nossa, sim.
É isso aí. O som do dia! Pra quem não tá entendendo, né? Porque se a Kelly grita, o som é abafado. E aí ela sempre tá... Ah! Daniel! Aí sempre sai assim. É, gente. Então hoje eu também pedi pra eu me segurar da emoção. Porque a gravação sempre dá uma abafada no ruído. Pra eu falar baixinho.
Então hoje vamos falar sobre o que, Camille? Vamos falar sobre os charts. O que é um chart pra nossa época? Porque charts é uma expressão genzinha, praticamente. É nova, né? É nova, minha amiga. Mas antes de mais nada, nós temos que clamar por ele.
Ele, o santo da internet. A felicidade. Abençoa nosso podcast. Vamos lá, vamos lá. Carlo Acute. Nossa senhora. Tá muito cara de... Nossa senhora. Abençoa a gente. Trans-america.
Eu acho que fico pensando, a pessoa que tá ouvindo esse podcast, ela fica assim, meu Deus, que voz perturbada, né? Ô, tadinha das pob. É. Inclusive é. Tadinha das pob. Olha, esqueceu de tomar o remédio hoje. Gente, é isso. Toda vez que vem. É assim, do nosso jeitinho. Exatamente, galera. Ó.
Eu falei que dessa vez eu não vou ficar com muita energia não, porque provavelmente estou deixando a galera muito cansada. Então vamos dar uma segurada na emoção, ficar mais tranquilinha, tomar um chá aqui de... Não é chá de awasca, tá, gente? Uma aguinha, não é mesmo? E...
Qual que é o propósito desse podcast? Unir a comunidade millennial que está super hypada, não é mesmo? Obrigada Ana Paula Renou por ajudar a gente a evidenciar o aniversário de Cassinão. Não tem a ver no portal. Não é bem simples, também Letra Ritz. Eu achei sacanagem, porque eles estão colocando o Bob Sinclair, mas o Bob Sinclair não representa tanto o que é o time de Letra Ritz. O Letra Ritz é Cassinão.
exatamente então você fez quantos anos lá 20 anos de Cassinão hein galera 20 anos que Cassinão apareceu lá no programa Sabada Sul com Gilberto Barros eu vi eu vi um meme hoje de manhã que deu até uma dor no coração que ele falou assim quando você pensa há 20 anos atrás na minha cabeça eu falei 1980 tá tudo bem aí a pessoa fala não 2006 meu Deus
Como assim? Eu não consigo, na minha cabeça, não consigo conceber a ideia de que uma pessoa que nasceu nos anos 2000 já tem 26 anos de idade. Sério. É difícil pra mim. Pra mim, ela continua sendo uma criança de 12 anos no máximo.
Eu olho pro Justin Bieber e penso assim, Justin Bieber, ô menininho, que benção esse menino, ó como cresceu. Eu já tenho uma energia de tia, já. Não adianta, galera. Mas o Justin Bieber, você ainda imagina ele ali com 25 anos. O meu problema é, por exemplo, hairstyles. Na minha cabeça, hairstyles é uma criança. Eu não consigo imaginar hairstyles adulto, de verdade, sério.
Sério, gente, eu consigo, meu. Eu vejo ele aquela criança fofa do One Direction. Aquela coisinha... Cuti, cuti, cuti. Aquela coisinha mais fofa. Você levantou um tópico sensível essa semana. Você lembra da mensagem que você me mandou? Nossa, mano. Vai pesar o clima. Vai pesar o clima agora. O momento de pesar o clima. Não, aqui na verdade eu vou explicar o contexto pra galera que tá escutando a gente. Vivendo, né? Nossa beleza aqui, ó.
Eu sei que quem escuta podcast Quem vê podcast não fica assistindo Eu sei que você tá lavando louça, Dirce Ô Sônia, eu sei que você tá passando Limpando na casa Ô José, eu sei que você tá passando Aspirador no carro agora Eu sei disso, tá? Então, já que você não tá vendo a nossa cara linda Que pena, né? Que pena, nunca vi A gente vai explicar o contexto O que tá acontecendo Que pena, nunca vi Que pena Que der
Minha dupla, meus gen alfas, qual que é a duplinha deles? Qual que é a parada deles? Eles gostam muito da nossa cultura, de nós milênios. Por quê? Porque sim. Quem mostrava deles, enfim. É. O livro explodiu. Bem tímido. As coisas de hoje em dia não prestam. Aí a gente tem que mostrar as coisas da nossa época. Que as coisas não prestavam.
Agora tudo não presta mais. Todo mundo aqui fazendo um passinho do Jamal. Nem me fala do passinho do Jamal. Não, o passinho do Jamal virou uma treta aqui em casa. Porque de 5 em 5 minutos, a Gen Alpha tá aqui, ó. Tudo. Qualquer assunto ela tá fazendo um passinho do Jamal. Aí eles tão... Olha os assuntos apéritos. Eles têm que aprender o índio nacional pra apresentar na escola, né? Aí, Gen Alpha...
Piranha, maripada, nascida Pior do que Palmeiras, cantando Palmeiras, meu Palmeiras Eu não sei o que é pior Eu sou palmeirense Ah, vamos comprar briga com palmeirenses? Vamos Porque se dá engajamento, vamos comprar briga com todo mundo Mesmo ela sendo palmeirense Mesmo ela estando lá cantando Gente, a gente começa a falar as coisas É porque assim
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Eu tenho que fazer um assunto da semana pra vocês entenderem o nosso cérebro. Porque ela começou a falar que ela tá apresentando as coisas pra gente em alça. Aí ela cortou por causa do Palmeiras. Por quê? Porque tem o nosso amigo, porque ele é nosso amigo, tá, gente? Beijo, que tudo. O Lorenz Bor, ele é um dos grandes criadores, se não um dos maiores criadores de conteúdo de futebol para meninas e garotas.
O povo animado, LGBT animado. Aí o que aconteceu? Ele estava no jogo do Palmeiras, que a Kelly também estava, inclusive. Por isso que eu falei que é meu amigo. Mas eles já se encontraram em outros momentos. E aí ele foi canceladíssimo pela torcida do Palmeiras. É por isso que a gente está falando dessa piada da torcida do Palmeiras, porque ele foi cancelado. A conta dele no Instagram caiu. Olha!
por conta da torcida do Palmeiras que não sabe ouvir uma piadinha. É só uma piada, galera. Eu sou palmeirense, eu acho engraçado. Ah, tudo bem, tem um contexto histórico, eu pedirei pra... Tá, eu sei, tem um contexto histórico, é importante, eu sei, é importante pra comunidade italiana. Eu sei disso, gente, não tô desmerecendo o contexto histórico. Tô cantando o hino da Itália, porra, que eu não sei. Tô cantando o hino do Brasil.
aí que que acontece qualquer piada aqui em casa que assim a gente tava falando sobre isso aí a tinha alfa tem a ver tem a ver gente prometo que tem método tá bem aí a a a de alfa agora é tá com essa coisa o passinho do Jamal ela resolveu dançar
Enquanto canta o hino nacional. Então, imagina você, pega uma criança de 10 anos de idade, tá lá, tô filha de piranga, dançando o passinho do Jamal. Gente, é surreal, é surreal. Eu não aguento mais. Vocês, pais milênios, os seus gen-alfas estão aí dançando o passinho do Jamal? Eu não aguento mais. Qualquer momento, qualquer segundo, é a oportunidade dela dançar o passinho do Jamal. Tudo, tudo, tudo, tudo.
Quando não é o passinho do Jamal, tudo é 6x7, 6x7. O que é esse negócio de 6x7, gente? O que é isso? Ai, meu Deus, eu tô aqui. Revoltada. Mas eu vou, de certa forma, defender eles. Porque eu também vi outras análises dizendo que o passinho do Jamal 6x7 hoje era o nosso Antônio Mendes. Exato, exatamente.
Era o nosso Pedala Robinho, era o nosso, o Ná, Brilha muito no Corinthians, todas essas coisas assim. Então fazer o, na verdade, fazer o passinho do Jamal ainda é menos pior que o Antônio Nunes, né? Porque se o Antônio Nunes você dá um susto na pessoa, Pedala Robinho você soca a cabeça da pessoa, então o passinho do Jamal ainda é aceitar.
Exato. Então assim, qualquer oportunidade. Eu acho que deve rolar alguma dopamina, não sei, deve ser alguma coisa, um efeito dopaminérgico, sabe? Que eles têm um prazer de qualquer oportunidade de fazer o passeio do Jamal. Mas é gostosinho, é gostosinho de fazer. Eu acho que deve dar um negocinho gostoso assim no cérebro. É uma vaga aqui, ó. Eles estão sempre fazendo. Então a minha Gen Alpha tá nessa. E o meu Gen Alpha, porque eu tenho um de cada espécime, né?
Meu dinheiro agora descobriu Matrix. Então ele tá assim, ele tá alucinado com os filmes Matrix. Ele passou a fase de alucinação por filmes dos anos 80, né? Que a gente assistiu todos os Rocks, assistiu todos os Karate Kid, a gente não pode imaginar. Star Wars dos anos 70. Agora ele descobriu Matrix. Então ele está fascinado.
Gente, comenta aqui, comenta aqui, vamos reforçar para ele não assistir o quarto Matrix porque ficou horroroso. Eu tô aqui nessa decisão. Eu mostro ou não mostro para ele o quarto filme do Matrix, galera? Comenta aí, gente, se você acha que ele deve ou não assistir o quarto Matrix ou ele mantém a magia até o terceiro. Eu sei, tô aqui na dúvida. O pessoal falou muito mal de Star Wars, mas polêmica. Eu gostei dos últimos três Star Wars.
Que foram os mais novos, que na verdade eram os mais antigos. Em cronologia de tempo. Gente, isso eu nunca consegui entender da saga Star Wars real. Os três velhos, na verdade, são os três novos. Mas assim. Mas os três últimos que tem o Kyle Ray? Ah, não, mas é tipo os meios de spin-off lá, o Han Solo. Não, tem os três primeiros que foram feitos lá nos anos 70. Que são os três últimos, na história.
Não, mulher, lógico que não. É, ele é assim. É invertido os três primeiros. Mas os três, são nove filmes. Nove. Os três que foram feitos lá nos anos 70 e 80, inverte com os três primeiros, que foi a ameaça fantasma, que é a origem do Darth Vader.
Aí depois fizeram os três últimos últimos. Ah, não, que são aqueles três últimos ruins. Foi o que eu falei, que é o Rogue One, o Han Solo, etc. Não, esses são spin-offs. Os três últimos. É que tem a... Ai, olha, são esquecidos.
Ah... Ah, pelo amor de Deus, você não vai lembrar das meninas? A menina... Esqueci o nome dela, gente. Ó, tô falando pra esquecer. Tá vendo? Você não lembra. Ah... O Senhor Jesus Christ.
A Maika, eu tô vendo aqui a ordem cronológica de tudo. A história dos Jedi, o episódio de uma ameaça fantasma, ataque dos clones, a vingança do City, aí vem o quarto Uma Nova Esperança, Império Contra-Ataca, o retorno dos Jedi, o despertar da força, os últimos Jedi, essa é o Skylocker. Isso, e a essa é o Skylocker, que são os últimos três que o pessoal não gosta, mas eu gosto das vezes o Skylocker.
Eu acho um pouco dispensável. Ah, eu gosto tanto quando o que fica malvadinho, ele se redime no meu coração. Eu sou romântica, né? É Laurinha. A Laurinha de Carrocel. Meu aprendido na escola era Laurinha, por vários motivos. Tu era muito romântica e eu era gordinha. Olha o gole dos anos 90. Mas assim, a gente começou a falar, falar, falar, falar.
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Mas por que a gente tava falando? A gente começou a falar disso tudo que você falou, que a gente tá apresentando a nossa cultura para os gen alfa. E aí a gente começou a falar tudo isso porque a gente falou que ia pesar o clima. Ah, é verdade. E a gente não começou nem a falar do porquê que a gente ia pesar o clima. Porque você tava explicando, você tava apresentando o mundo pop para a gen alfa. Menina. Aí o que aconteceu? Fui mostrar pra ela ... ...
o que era o cenário pop dos anos 90 a 2000.
E aí eu mostrei, porque ele sim que Backstreet Boys, isso daí tá na faixa rasa do iceberg da música pop. Eu e a Tamiris, a gente conhece uns negócios assim, tipo Sinote. Você sabe o que é Sinote? Vocês não sabem. A gente sabe. A gente sabe o CD do Sinote, tá? Entendeu? Aí fui mostrar pra ela a evolução das bandas pop, né? Que vai ser um assunto para o nosso episódio super mega especial.
Exato. Aí o que aconteceu? O que eu comecei a mostrar pra ela? Mostrei pra ela o New Kids, o The Block, o Menudo, fui mostrar pra ela os Backs Football, essa galera toda. E chegamos no tópico sensível que foi os anos 2000. 2010, finalzinho já. Não entra como Millenium, por quê? Porque já era a turma dos Gen Z. Quem gostava dessas bandas é mais a galera Gen Z. Mas como a gente tá aqui... A gente também é apegado. A gente é bem apegado porque a gente ainda é fã de Backs Football das áreas derosososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososososos
E a gente gosta, eu falo por mim, eu ainda gosto de boyband, tá gente? Eu sou alucinada, desculpa. Inclusive, estamos puxando esse assunto porque estou no novo visto que não consegue sair da minha cabeça. Aí, o que aconteceu? A gente, eu estava mostrando isso para ela e cheguei no tópico The Wanted e One Direction.
Aí eu mandei uma mensagem assim pra Thamiris, porque querendo ou não, o nosso pódio do milênio está acontecendo o tempo todo, né? A gente fica mandando pautas e pautas. Aí eu mandei assim pra Thamiris. Você já parou para pensar que não poderia existir um show comemorativo com a formação completa de The Wanted in One Direction?
Ah, é, Tamiris. Pesou o clima, hein? Fica aí a reflexão, galera. Porque, pra quem não sabe, um personagem, um integrante do The Wanted, que é o Tom Parker, ele morreu, que teve uma doença, que teve câncer, se não me engano.
E o Leo Payne, que é do One Direction, ele... Também... Morreu. Ele teve uma... Ele caiu de um prédio. E ninguém sabe o que aconteceu. Ninguém está sabendo se ele caiu, se ele caiu ou se ele foi jogado, se ele se auto caiu. Não sabemos. A gente não sabe. A gente sabe que não terá se existisse uma turnê comemorativa de One Direction.
e The Wanted, não ia ter a formação completa. Isso é bem triste. E aí fica a dica pra NSYNC, que é NSYNC. Vocês estão completas e vocês estão moscando pra nós, hein? Duas bandas que eu assim, de certa forma eu tô dando graças a Deus que não anunciaram mais nada, mas que eles estão comendo bolo.
NSYNC, que não fez o comeback ainda e está enrolando. E já falei e vou repetir. Não precisa do Justino. Não precisa. Ninguém quer o Justino, tá? Pode ser os quatro, a gente está bem feliz, a gente está bem satisfeito. O JC pode fazer todos os vocais, que a gente está bem feliz. E a segunda coisa, o Simple Plan falou que ia vir para o Brasil esse ano, não veio até agora.
Vocês me prometeram, ao mesmo tempo que segura aí mais um pouco pra eu tô sem dinheiro. Exatamente. 5-0-Playing é a nossa próxima meta. O que me pega muito com a questão do N5, porque o N5 tem condições de fazer turnê assim, mas não faz porque não quer. Porque eu tava vendo os vídeos com a Gen Alpha. Gen Alpha.
E aí tinha um monte de vídeos com as formações com menos um integrante. Westlife fez isso. Five fez isso. Os próprios Back 3 Boys fizeram isso sem o Kevin por um tempo. Então por quê? Por que que não vai ter? Me explica. Qual é? As Spice Girls, todo mundo fez. Todo mundo faz. Na minha teoria da conspiração, deve ter um rolo aí. Tem alguma coisa.
deve ter algum algum contrato aí algum Royal que o Justino deve deter algum justino cabelo de miojo nunca a gente nunca se enganou com ele desde a época de Britney a gente não gosta dele e aí nós chegamos também assim e aí concomitantemente sem a gente
combinar, enquanto ela estava apresentando isso para o Gen Alpha surgiu no TikTok pra mim a maior revelação do pop dos últimos tempos que tá virando um surto coletivo e que eu já fiz inclusive conteúdo no nosso Instagram, segue lá, pode de milênio inclusive se inscreve aqui no canal não se esquece disso a gente fala as coisas, mas a gente pra você se inscrever, viu? se inscreve aí, agora vai
Obrigada. Escreve aí, curte e compartilha esse podcast, porque agora a gente tá revivendo, pelo menos pra mim, eu tô muito satisfeita, porque foi a união dos dois mundos. Eu senti que a Kelly não reagiu de uma forma muito positiva, porque acho que ela estava com a cabeça fresca do que a gente viveu nos anos 2000. Mas eu estou encantada com eles. É, depois eu fiquei escutando um gostei da música Kawasaki, velocidade ficou o tempo todo na minha cabeça.
Ela não sabe... Que delícia, que sabor. Meu Deus, nós estamos falando de Santos Bravos, gente. Santos Bravos. Nosso último episódio, não falou sobre reality show? Sim, existiu um novo reality show chamado... Eu acho que o reality show se chama Santos Bravos. Santos Bravos, la série. Que é mais um surto coletivo de lançamento, tentativa de lançamento de...
Um grupo pop. Inclusive, são parênteses. Pode falar. São parênteses. A Globo falou que o Estrela da Casa vai lançar um grupo. Eu conto eles como. Nunca dá certo. Globo, assim, Globo, fica só no Big Brother. Sério. Sério é um. Ninguém gostou do último Estrela da Casa. De assim, de não gostar, de não gostar. Aí eles vão inventar de fazer um grupo com o Estrela da Casa. Não adianta. Depois que a Katy Perry passou a maior vergonha lá no Estrela da Casa, né?
que foi uma vergonha coletiva eu senti vergonha a vergonha a gente vai nunca mais volta para mim assim logo nunca tem que estar em de lançar desculpa ah mas é a globo maior mistura do brasil mas não tem não tem filho não tem né aí e foi o que a gente falou o único o único que deu E aí
foi o único. Ficou assim. Tem um detalhe muito importante com relação aos Santos Brazos, é que eles são lançados pelo Hybe. Vocês não sabem quem é? Hybe? Agora é a hora que ele vai dar aula. Hybe. Curiosidade daquele. Um dia quando tiver o editor, eu sei, tem muito sorte. E aí, uma vinheta. É...
Perdi até o... É o hype. A hype, a hype. O hype, o hype. Gente, eu nunca tenho problema sério com artigos. A Thalinha sabe. Eu coloquei lá no meu... Coloquei no Instagram que eu tenho problema sério com artigos. É... Hybe... Vou colocar aqui, né? É... Neutro. Então...
E-Hype. E-Hype, né? É uma empresa que gerencia todos os maiores K-pop, todos os maiores grupos de K-pop do mundo. Só vou falar o nome pra vocês, BTS. Vocês sabem quem é BTS? Pois é.
Eles são a empresa que lançou, que faz toda a gestão de carreira da BTS. Então, Hybe, só pra vocês terem noção do que é Hybe, Hybe é tão grande, tão grande, pra vocês terem noção de como que o K-pop hoje é uma representatividade tão grande, eles compraram, eles têm na carteira deles lá, Justin Bieber, eles têm a Selena Gomez, se eu não me engano, Bruno Mars, com a galera que tá lá na...
Na calçada de estrelas que fazem parte do gerenciamento deles. Apesar que Justin Bieber não lembra agora, porque Justin Bieber parece que teve uma questão de... Não, agora ele tá gerenciando sozinho. Ele tá sozinho. Mas, assim, pra você ter nomes grandes como Bruno Mars, você tem a própria Selena Gomez, você tem uma galera que... Selena Gomez não, tô confundindo. Demi Lovato?
Enfim, posso estar falando um monte de merda aqui, mas é só o que eu quero dizer aqui. É só, ó, breaking news, breaking news. Joguei aqui Hybe no Google Logo. E apareceu. O formulador da Hybe é investigado por suposta fraude financeira. Olha! Chora, MC Rio! Olha! Então, apesar dele estar, tipo, muito... hypado.
E a publicação foi publicada há um dia atrás, então é fresquíssimo. Mas olha, então... Vou falar aqui quais são os grupos que normalmente a HYBE tem. Eles têm o BTS, o Seventeen, o Tomorrow Act Together, TXT, enfim. Lee Yoon e a Boy Band.
E.T.I.M. Eu só conheço BTS. Mas BTS sustenta a economia da Coreia inteira, né, gente? É. Inclusive, eu não sei se vocês acompanham, mas assim, eu sou apaixonada do conteúdo do Moreno Mysterious Underline.
que é um influenciador do Instagram, que eu acho a ideia dele sensacional, porque ele não mostra o rosto dele, o rosto dele é a máscara do Salvador Dalí, e ele não mostra o rosto dele de verdade. E aí ele gerou uma discussão muito forte, que é assim, quem é...
o artista mais conhecido do mundo? BTS ou Justin Bieber? Hoje em dia? BTS, eu acho. Será? Eu acho. Será que hoje, se você falar quem é Justin Bieber ou quem é BTS, qual vai ser a proporção de... Temos que ir lá na Avenida Paulista pra poder ver. Tem que fazer um teste.
porque tá ali ó no nível de popularidade é tipo você chegar no Brasil e falar Ivete Sangalo todo universo aqui no Brasil mas e mundialmente BTS ou o que você acha comenta aí mas então a raiva é uma empresa que apenas criou
O maior fenômeno O maior fenômeno global Do BTS é grandão demais Pra ter noção, o BTS deixou no Brasil Só pra A venda de ingressos deles Vendeu todos os ingressos Em menos de 20 minutos
São 3 dias de ingresso Os caras vendem em menos de 20 minutos Sim, mas inclusive eu soube Que ainda existem bootes Tentando comprar Porque assim, não dá pra você comprar diretamente Você só consegue comprar via boot Pra você tentar acessar os dois Então ainda há esperança Pra quem for jovem e conhecer um jovem Que sabe mexer com esses paranauê Eu queria ir no show do BTS Deve ser um fenômeno
Só que vai ser lá no Morumbi. Eu tenho até medo de ir num show desse. Porque eu falo, gente, se eu piscar, eu vou ser pisoteada aqui. Com esses bandos de coisas. E outra. Eu não sei com quem que eu tava. Ah, eu tava conversando com uma amiga minha, que inclusive mora na Liberdade. Ela tá ali no fervo do BTS. Ela falou que é impressionante ver que o público do BTS não é jovem. São mais senhoras, né? Senhoras. Sim.
Tem horas sem as pessoas mais velhinhas. É. É, gente. Por incrível que pareça. É... E vai ser lá no Morumbis. Que ainda é Morumbis, né? Não sabemos se vai mudar de nome também. Nesses negócios nem me fala. Ah, eu odeio. Mas enfim. E aí a gente falou, falou, falou, falou da Hybe. E aí a Hybe tem a vertente de Hybe no Latino América. Que isso. Que lançou.
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Mais de 15 milhões de pessoas do mundo todo já usam e confiam. Afinal, quem sabe, vai de Wise. Baixe o app da Wise hoje ou visite wise.com. Termos e condições se aplicam. Sou a maior promessa dos últimos tempos. Qual que é o rolê da internet dos tantos bravos? A letra não tem noção nenhuma. Não tem nenhuma.
Foi alguém que pegou, foi fazendo e foi tentando lançar a letra e... Eu acho que, sei lá, eles devem ter pegado a música, tipo, eles devem ter criado uma coisa na cabeça deles, aí eles jogaram no chat GPT pra traduzir pro português pra falar assim, vamos fazer um fanservice para o brasileiro. Só que aí ficou rico. Mas a batida é boa. A batida sai da cabeça.
De letra ruim. Letra ruim e batida boa, a gente conhece muito, né? Sim. A gente tem muito isso aqui. Na verdade, mas é essa a grande discussão da galera do K-pop. Porque eles falam assim, gente, se vocês traduzirem as músicas de K-pop, não é muito diferente disso. Não, não precisa sair música traduzindo. Música em português mesmo, que a letra é ruim. Vai dizer que melody é uma grande música poética. Não, o problema da melody é a dicção dela.
É a adicção. Criando confusão com o fandom da Melody aqui. Não, a letra, ela até tem um sentido. O problema é como ela coloca no músico. Agora você coloca sacode a pipoca, não gosto de minhoca. E come a gente. Come a gente. Come gente. Não é com a minha gente.
A tradução que eles colocaram lá, pelo menos nos vídeos que eu assisti do Youtube é Come Gente. Come Gente? Eu vou até colocar no Terraletes. Calma, pera. Ok, que delícia que é essa voz. Vamos lá. Quando ela treme, tem remoto, tem remoto. Bololô igual uma moto, todo mundo tira a foto. Não, aí tem sentido.
Sim, Bololô, você lembra de quem? Do teu franqueiro lá? Shekirof Bololô É, eu esqueci o nome Até foi do Big Brother, gente, esses dias Não é o nome dele? É que na minha cabeça, Shekirof Bololô Eu esqueci o nome do Do franqueiro Mas vamos lá, vamos pro react da letra
Quer que eu compartilhe a letra? Compartilha aí, que a gente vai fazer um react, uma análise crítica profunda com fontes da nossa cabeça. Vamos lá. Quando ela treme, terremoto, terremoto. Isso me lembra Anitta com o MC Kevinho.
Quando ela bate, ó, tem rei-mó, tá no chão... Até o fim do fanservice, é... Olha a explosão! Não, essa é outra música. É do Kevin. É, mas não é a mesma música. É o Kevin, isso mesmo. Você acredita?
todo mundo já doura ele se quer vinho por onde anda a história da missão que é vinho ela é profunda cara se eu não se quer vinho ele parou a carreira dele para cuidar da mãe dele com câncer tá e vai respeita respeito os funkeiros de os funkeiros responsáveis não os funkeiros que fazem bete é não tem cheio de aí alguém cheio de aí na moral quando eu descobri eu falei ó
Palmas pra ele. Muito fofo. E aí ele parou a carreira dele pra cuidar da mãe dele. Vamos lá. Dá um beijo na boca com gosto de... Em teoria, era pra ele falar coca. Só que aí, fala coca. Agora, por que que ele falou coca? Sei lá. Pra poder na sonoridade, aí ele baixou a melody. A melody tem problema de dicção.
Dá um beijo na boca, com gosto de coca, sou louca, não sabia. Só falo carioca. Quando um bumbum bate, rebola, sacode a pipoca, não gosto de nenhum. Só que isso tem uma explicação. Segundo o fandom,
K-pop, tá? Eles falam, com gosto de coca, que é coca normal, sua louca só fala o carioca. Então, sacode a pipoca, não gosto de minhocas, são giras cariocas. Sacode a pipoca do tipo, vamos balançar, não gosto de minhoca, não gosto de caraminholas, não gosto de, tipo, conversa, entendeu? Tipo, minhocas na cabeça, entendeu? Não, mas a quinta série que habita em todos nós, não pensou isso, não.
Não mesmo. Vai, avó. Você é do Rio de Janeiro. Existe essa... Existe essa... Essa gíria? Existe essa gíria? Sim ou não? Responde aqui pra gente nos comentários. Tem ou não tem? Porque a gente da Quinta Séria não pensou isso, não.
A quinta série que habita em mim saudou a quinta série que habita em você e a gente pensou uma coisa. Eu não consegui nem pensar nada, porque eu fiquei tão chocada assim. Gente, quem fica minhota no meio? Que aleatório, né? Não tá. Que aleatório, né?
Baby, não paro. Adrenalina, que hoje tá caro. Ai, ah. Se eu quero, eu faço. Doce da vida, é claro que... Ficou certo piorar. Doce da vida, é claro que eu pago. Será que doce será que é isso? O doce que eu penso é outra coisa. Doce da vida, é claro que eu faço. Meu Deus do céu. Nossa, mas você já tá poluindo.
Você tá piorando que a letra já tá ruim, gente. Eu tô vendo no sentido literal. Você já tá no sentido quinta série, gente. Meu Deus. Eu sou da quinta série aqui. Eu sou a parcela quinta série desse podcast. Meu Deus do céu. O crâmida. É que pra mim não faz sentido. Esse doce me lembra Michael Douglas. Que? Que é isso? Michael Douglas. Quem sabe, sabe. Doce da vida? É claro que eu falo. Tá.
Aí vem a minha parte predileta, porque é o que eu... Do meu... Eu já tenho preferido, já achei ele por mim. Quem que é o seu favorito? Joga o bumbu, minha amiga. Eu não sei o nome deles, depois eu mostro os componentes. Depois você... Tá bom. Joga o bumbu, menina. Lá pra cima... Não, ó, eu falava a menina também. É Joga o bumbu, minha amiga. Ô, negócio. Não quero esses amigos.
Lá pra cima, sai da frente, velocidade, com minha gente, tô na minha cidade. Então, quando eu vi lá na tradução da televisão coreana, eu vi o com minha gente. Mas eu acho que a galera, na minha cabeça, eu escutava com a minha gente.
Eu sempre entendi como é a gente. Mas quando eu ia transformar... É porque também tem que levar... Porque também a gente não explicou. Ele é um grupo latino, só que ele é meio na United, ele é meio cat-side. Ele pega um elemento de cada país. E aí só tem um brasileiro. Então, às vezes, também é até a própria pronúncia do cara. O coca, por exemplo. Coca não faz sentido. É coca.
No máximo você fala... Prefiro Dolly Prefiro Dolly Mamãe, você é amor Aí ele fala duas vezes Sai da frente, velocidade, com minha gente na universidade Sai da frente, velocidade Ok Vem menina, tu e eu Põe no replay Que delícia, que sabor Que sabor Põe no replay Vem menina, tu e eu Baby ok Teu bicho me viciou Fofinho Fofo
Um toque gringo, né? Um toque gringo. É, eu vejo te me fixe. Aí agora eu tô finalmente entendendo o que ele fala. Ele fala num cote em ô, né? Se observando e cada vez fica melhor. Ele quase fala melhor, né? Melhor. É, é. Eu reparei. Desce bonito, eu gosto disso, isso. Ok. Também.
Não para. Adrenalina que hoje tá caga. E aí volta o chiclete. Joga um bumbum, minha amiga. Lá pra cima. Sai da frente. Velocidade. Calma, minha gente. E assim, por que eles são bons também? Porque a trofeira é boa. Eles são completinhos. Eles são um trofeira de palco interessante. Eles são completinhos. Vamos olhar no Instagram deles. Eu gostei, eu gostei.
Achei fofo. Pronto. A música já tá abrugada na minha cabeça de novo. Meu favorito é o Alejandro. Eu gosto do Alejandro. Ele é o peruano. Vamos lá. Vocês estão vendo aí minha tela, meninas? Pra quem não está vendo, eu vou fazer a audiodescrição. São cinco meninos vestidos com roupas pretas. Não sei fazer isso não. Esse aqui é o Instagramers deles.
detalhe que na verdade eles são cadê o nome dele integrantes Alejandro do Peru Alejandro Estados Unidos e México eu tenho até dó porque acho que provavelmente ele deve ser realmente mexicano e aí ele se declara como estadunidense ou ele nasceu no Texas
ou na Miami, enfim. Gabi Bermúdez, de Porto Rico, o Kenneth Laville e o Cauê. Eu gosto do Kenneth. Cadê ele? Cadê a carinha deles? Vamos lá. Não sei quem é quem. Ah, não. Vou ver aqui. Cauê, brasileiro. Essa cor de chocolate, sabe? Ah, ele é lindo, né? O Cauê é lindo.
Eu não sei se ele é do Vale. Eu ouvi um pacote de é do Vale. Dizem que ele é. Mas assim, independente. Ele tem essa cor de chocolate ao leite. Essa pele maravilhosa. Olha que bronze. Que lindo. O Gabi. O Gabi é da onde, gente? Já esqueci. Não lembro de onde que ele é. O Andrew. Ju. Que é o estadunidense mexicano. E.
O Alejandro, que é o do Peru. O Alejandro e o Kennedy. O Kennedy, pra mim, eu acho ele mais fofinho. O Kennedy é da onde? É o mexicano. Mexicano. Ó, aí tá o Instagram deles. O Cauê. Ele tem bem cara de idol mesmo, coreano. A cara, gente, de coreano. O estilo, né? O estilo. Ele me lembra... Estevindo Cante.
Aí tem o Gabi, que eu já esqueci de onde ele é. Ele sabe quem ele me lembrou? Ele me lembrou o Noah. Do Now United. O Noah? Do Now United. Não achei. Ele tá me lembrando o Josh. O Josh? Ah, Josh! Isso. Ah tá, trouxa o Noah não. É o Josh.
Aí tem o Andrew O Andrew tem uma cara de The Wanted, não tem? Tem, tem. E tem uma energia de The Wanted dele aliás You know the earth, you're trying to chase the sun Tem uma energia Tem uma energia de The Wanted dele Aí o... Alejandro Alejandro que é o seu predileto É o meu favorito Gosto dele Alejandro tem molho
Mas assim, eu olho pra eles, eu fico imaginando... Olha que beijo. Criança. As crianças. Harry Styles tá com quase 30 e muitos anos, eu não consigo vê-lo como um homem. Gente, eu tô falando que ele não é homem, não. Mas a minha energia de tia, que vê ele criança...
Eu fico, mas, oh, que benção, vou levar um lanche pra ele, sabe? Serviu um suquinho de laranja. Eu olho pro Alejandro, eu acho ele fofo. Eu fico pensando, ele podia namorar com a minha filha, quando a minha filha crescesse. Sabe essas coisas? Ó, e esse é o Kennedy. O Kennedy é tão fofinho, ele é o mais novo de todos. Ai, que putiquinho, gente. Ele tem 16 anos, gente. Lick, quando eu tava entrando no Backstreet Boys. Criança de todos, oh, meu filho, olha.
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mas também é de tia também né é de energia de tia de gostar dele de fazer vamos fazer um bolo de chocolate será o João Luiz um dia vai ficar desse jeito? ele parece com o João Luiz não parece não? é que o João Luiz não tem ritmo é meu filho fala pro João fazer esse corte de cabelo
Ele fez o último, você não sabe, mas ele tá descrito. E aí, quando ele chegar lá na escola, fala assim, não, porque eu tô... eu gosto dos Santos Bravos. Quando os Santos Bravos fazerem sucesso, aí seu filho vai ser o grande galã da escola. Aí, ó. Aí, ó. Fátio fofinho. Muito fofo, gente. Muito fofo. E os bichos dançam, hein? Vamos combinar que os bichos dançam. Eles entregam. Eles entregam.
Eles entregam coreografia, entregam carisma, eles são carismáticos. Cadê? Isso aqui foi no... Tem um problema com ele lá. Aí, ó. Carisma. Mas a gente tava vendo a coreografia deles. Eles lançam bem pra caramba, esses meninos, hein?
Eles têm um... Olha isso aqui, gente. Os carinhas bem ensaiadinhos. É que, né? Escola K-pop, né? Na verdade, não é escola K-pop, né? É escola matina. É escola Luiz Prima, né? Vamos entrar no tópico sensível aqui. O tópico que a gente domina, né? Que a gente bate no peito assim, ó. A gente domina no peito.
É, é a escola Lewis Peirman. Você pegar uma galera e você internar essa galera pra poder treinar coreografia, voz, sincronia. Que ó, gente. Porque assim, ah, o pessoal fala hoje em dia do K-pop. Tá, K-pop é uma indústria de idols, mas assim, esse modelo de pegar jovens, você ficar treinando exaustivamente.
E você explorar a figura desses jovens, quem inventou foi o Lewis Perman. Né? Infelizmente. Formato fábrica, né? Fábrica de idols. E ele que inventou isso. Porque já tinha o Neukito on the block, tinha o Jackson 5. Só que eram grupos separados.
Menudo, né? Não é que nem você formar essa molecada pra ficar dançando o tempo todo. Você tem uma equipe inteira pra formar essa turma aí. Então não é que do nada surgiu eles e eles são talentosos. Não. Tem muito treino por trás das câmeras. É exaustivo. Inclusive, se a gente for pensar nessa questão de cultura pop, quando a Ejae, né? Que ganhou o Oscar e ela chorou, que ganhou.
Gente, eu não sou a pessoa mais especialista em K-pop do mundo, não, tá? Não, é que não. A gente sabe que ela é uma das meninas que mais se dedicou pra entrar em grupos. Ela tentou entrar no Twice. Mas o que aconteceu? Porque ela não tinha o perfil, né? O rosto perfeito. Ela não entrou no grupo. Então imagina, você pensa naquela voz potente. Por isso que...
Eu que sou fã, eu que gosto mais ou menos, fiquei muito emocionada com o discurso dela. Imagina pra quem é fã de K-pop e sabe como é que é a batalha que é pra você se tornar um idol. Sim. Então quem é fã mesmo sabe como é que é o bastidor. E aí você vê uma menina que foi negada por vários grupos, se tornou compositora. A música dela ser a primeira música de K-pop pra ganhar um Oscar.
Assim, e não só ser a primeira música de K-pop pra ganhar um Oscar, desbancando gigantes da indústria dos Estados Unidos, tá? Sim. Então não foi? Quebrando a tradição, né, de muita coisa. Quebrando uma tradição gigantesca. Quebrando uma tradição. Ah, mas ela tá na indústria. Tá, tá na indústria, lógico. Ela não apareceu do nada e de repente a música dela foi lá e o pessoal quis transformar. Mas assim, a história da AJ.
com Golden, né? Aquela letra, a representatividade do que é o K-pop hoje desbancando toda uma cultura de Hollywood. É, e isso já vem, na verdade, desde o BTS, quando ele levou um monte de prêmio no MTV Music Awards também. Exato, que foi uma polêmica gigantesca, né? Como você pega um grupo como o BTS?
desbancando números que eram números gigantescos do Justin Bieber, da Taylor Swift. E o Onzo da Vida. Exato. Então assim, aí você vê um grupo latino hoje, olha a representatividade latina para a Hybe investir num grupo latino.
Mas aí vamos, vamos, vou problematizar. Eu, como eu fiquei, eu tô com pequeno hiperfoco em Santos Bravos e agora o meu TikTok só tem Santos Bravos. Ninguém nem percebeu, só de também. Aí, o que que tá acontecendo? Tem muita gente do K-pop.
que tá militando em prol dos Santos Bravos. Por quê? Porque a galera do K-pop acostumou com o visual coreano. E aí tem gente que tá achando esses meninos feios.
Mas é porque o pessoal tá se comparando com o visual do K-Pop, com a cara do Jean-Luc lá. Mas, gente... Jean-Luc é perfeito, mas lindo. Mas, assim, deixa nós latindo, cara. A gente também tem a nossa beleza. Olha a cara desses meninos, gente.
Exato. Então você que K-poper, vamos abrir espaço. Na verdade, chega a ser curioso, né? Porque, sei lá, cinco anos, seis anos atrás, o mundo não estava aceitando o K-pop. Teve uma resistência. Você fala assim, ah, é tudo na minha cara, é tudo na minha frente. Agora está acontecendo o contrário, né? Agora está tudo querendo negar os tantos braços.
É, porque quando a gente vai falar sobre fenômenos latinos, se a gente for pensar, uma análise de fenômenos latinos, você teve o Menudo, que foi o grande grupo de...
de boyband, que a gente vai pensar assim, que furou a bolha latina, né? Então, menudo foi a grande primeira explosão dos latinos. Aí você fala assim, ah, CNCO foi? Não foi tão forte, não. Por mais que tenha sido formado pelo X Factor, né? Mas eu acho que não foi forte, tipo, fora da bolha. É porque o estilo CNCO é um estilo regga-tom.
E que o regatom ainda não tinha explodido tanto quanto ele tá explodindo hoje em dia. Obrigada, Bad Bunny. É, mas eu acho que o regatom não tenha... Eu gosto de regatom, tá, galera? Regatom não abrange tanto cultura pop como, por exemplo, o Santos Bravos está abrangendo agora.
É um negócio que tem aquela cara latina mesmo, sabe? É, tem que ter as análises... As análises... As análises, né? Tipo, é super especialista. O povo fala que a batida tem a batida do K-pop, mas também tem um pouco de funk carioca. E assim, com menos, né? O nosso funkão... Aí temos que agradecer a Anitta, né?
Obrigada, beijos, obrigada a mim. Ela que desbravou isso mesmo. Ela ainda atinhou para esse povo descobrir o nosso ritmo. E eu acho muito engraçado também, porque a gente não... A gente, particularmente, eu e você, a gente não acompanha esse rolê. Mas, quando você olha...
quando de vez em quando cai no meu algoritmo, algumas análises, tem muito coreano que tem consumido demais o conteúdo brasileiro. Muito, muito, muito. Então, assim, o próprio passinho do Jamal tem trend lá fora. Porque eles falam assim, gente, como é que é esse passinho brasileiro?
Então a gente está na moda também. O Brasil é uma força da internet. Isso aí não tem como negar. Hoje em dia, quem tenta negar isso está negando a realidade. Porque o Brasil é uma força da internet. Bruno Mar já percebeu isso. E o Coldplay também, que morou aqui.
Mas assim, a hype fazer uma música em português é muito representativo para nós brasileiros. Exato, esse é o ponto, entendeu? Eu acho que isso foi que na hora eu fiquei, como assim? Porque colocou um brasileiro, colocou um brasileiro negro.
E ainda colocou uma letra em português. Tanto que assim, esse parece que é o segundo single deles. Pelo pouco que eu vi. Tanto é que essa música não tem clipe ainda. Só tem as apresentações lá nos Coisa deles. Clipe, clipe mesmo, eles têm com Kawasaki. Que também é outra batida bem boa. Compreendos? Eu achei a batida... E a batida de Kawasaki já é mais latina, latina.
Velocidade já é uma coisa meio funk Cavazac é mais... É mais latino Então é muito doido ver Assim, tipo, que eles tão Eles tão dando assim, tipo O que que dá pra gente Poder trabalhar pra ganhar dinheiro E aí eles tão Trabalhando nesse rolê Olha que bonitinho, eles são muito fofinhos Isso foi brega Mas tudo bem Ninguém precisa mudar
Mas eles cagam a dança pra caramba. Eles têm presença de palco. Eu acho que eles têm presença de palco. Me lembrou do Mayday. Lembra do Mayday? Tadinho do Mayday, né? O Mayday não tem uma hype pra poder... Não, e a batida é ruim mesmo.
A gente viu a apresentação. Tem ali uma força de vontade. Tem ali um trabalho. Não tem uma hype por trás. Não tem a produção musical boa. Eu acho que aí que tá. Tem que ter uma produção musical boa. Aí o que a gente entra? A gente entra no que a gente tava falando no último episódio sobre a questão do popstar. Popstar foi o maior reality show que eu já vi. Aí por que eu tô falando isso? Eu estava assistindo.
o show do Popstar, lá de 2002, no ViaFumShop, foi o lançamento das meninas no loop, foi o primeiro show delas que elas fizeram. Festa dos sonhos. E aí, o que aconteceu? Eu falei assim, vou assistir Spice Girls, pra poder comparar como é que é. Gente, eu sou fã de Spice Girls, tá? Não tô falando, não sou fã de Spice Girls.
Mas a comparação de presença de palco, energia, de você ter toda aquela coisa, por mais que o Simon Fuller tivesse muita grana para poder colocar os Spice Girls ali no topo, mas você vê a energia artística do Rouge.
É um negócio, assim, surreal. Surreal. É muito bom, muito bom mesmo. Eu já sabia que era bom. Eu só não sabia que era tão bom depois de assistir. Hoje com a minha cabeça mais limpa, tirando a emoção da adolescência, aquela coisa toda. É muito bom. Então, assim, material latino, a gente tem material latino pra dar e vender. Sim. Aqui, ó. Arrodo. Tem gente boa pra caramba. Tá aí, Anne Gabrielli pra provar quem que era a estrela do Nine-Nine. Anne Gabrielli.
Inclusive, vou falar, eu assisti e apareceu pra mim uma performance que elas fizeram, acho que foi em Hong Kong, né? Gente, desculpa a nova formação.
E o pior não foi a nova formação. O problema foi eles pegarem as músicas antigas e fazer o manejo das vozes. Não. Não rolou. Apenas pare. Apenas pare. Não estava na mesma energia. Não estava. Eu acho que a escolha para fazer determinadas partes das músicas para substituir a galera não foram escolhas felizes. Então, por exemplo, você queria colocar não que há a...
Meu Deus, eu esqueci o nome da menina. Australiana. Não lembro. Sa, Sa, Sa... Sa... Continue aí que eu vou procurar o nome dela, vai lá. Safira, Samira, Sabina... Não, Sabina é outra. Australiana, meu Deus do céu. Segue, segue, segue. Enfim, esqueci o nome dela. Eu sei que é com essa.
Ela tem uma voz incrível, linda, maravilhosa. Golden é uma das minhas músicas prediletas do Nile Naive. É Savannah. Savannah, isso. Eu sabia que eu conheço. Colocar ela pra fazer determinados vocais da Anne não é a mesma potência. A Desirê tem uma voz incrível, incrível. Ela tem uma voz grata, assim, linda. Colocar ela pra cantar Paraná não deu certo. Não dá.
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não sei, apenas parem e quando vocês colocam as novas músicas, as novas composições com o elenco que tá aqui ficou muito bom, então você olha uma get up que é boa que é bem k-pop mesmo você coloca as novas com as novas músicas fica tudo bem, remanejar o que tinha não rolou
Paraná ficou ruim. É isso, gente. Eu tô pensando aqui, o pessoal que tá no Podio do Milênio, que não conhece nada de pop, que assim, meu Deus, essas minhas são fissuradas com pop music, né? Somos fissuradas com pop music. Gente, é um negócio assim que tá dentro da nossa essência. É que tá dentro. A gente...
e tá ali buscando o fiel, é porque eu não quis entrar no K-Pop e no... Eu tenho um acordo comigo mesmo, eu não quero entrar no mundo K-Pop, eu não quero entrar no mundo do anime, porque eu sei que vai ser um caminho sem volta, e eu não tenho que ter pra isso. Eu paguei a minha língua, galera, eu falava super mal de Dorama, ah, Dorama é tudo igual, tudo igual, eu paguei minha língua, gente, paguei a minha língua bonito!
Então, não entrem nessas drogas, gente. K-pop, anime, dorama, é um mundo sem popas, entendeu? Não dá, não dá. O pior é que não só eu vici, eu vici a família inteira em dorama, entendeu? Esse que é o problema.
Que o pessoal não chama de dorama. É K-drama, né? Que o pessoal fala... Dorama é do Japão. K-drama são dos coreanos. Então, assim, galera, eu não posso falar nada. Toda vez que eu falo mal, eu falo minha língua. Falava mal do BTS. Estou eu aqui cantando. E vamos combinar. Eu não acompanho o BTS efetivamente. Mas quando eu descobri o conceito de Ayrang, eu fiquei... O...
que não sabe nada de que é uma das novas músicas dele só que a grande é é um como se fosse um grito de guerra
da cultura coreana mesmo, de uma época que eles tinham lá de guerra. Então, quando a galera falou que assistiu o debut lá, o debut comeback deles, e que teve aquelas mulheres cantando a gangue, todos os coreanos, todos, todos, choraram. Porque aquilo é tipo um grito de guerra mesmo, da cultura coreana. Da cultura coreana.
Então, tipo, eu vi depois uns reacts da galera falando assim, ah, mostrei pro meu vô a Rirang do BTS. Aí, tipo, todos eles, assim, completamente emocionados. Tipo, caramba, a nossa cultura ainda tá vindo. Que é nesse sentido, a cultura tá vindo. Não é sobre só ser pop.
Qual que é a nossa paixão com o pop, tá, galera? Porque assim, pop não é uma questão só cultural. Tem a questão cultural, tem a questão capitalista. A gente não é ignorante nesse sentido de falar que não. Tem, galera. Eu sabia. Eu comprava o pirulito da Spice Girls. Eu sabia que era pra poder vender.
o licenciável dela. Mas é o que representa, né? Eu lembro muito, por exemplo, das Spice Girls com a bandeira da Inglaterra. Eu vejo muito a Anitta levando a cultura brasileira pra fora. Então, assim, o pop, de forma geral, e aí, olha que interessante, né? A gente tá falando de pop e essa semana vai lançar... Lançou não. Essa semana lançou o filme do Michael Jackson.
Sim. Que é o grande rei. No caso, a semana que a gente está gravando. Ele já está lançado aí, já deve ter batido o recorde no momento que a gente postar esse... É o que representa o pop de forma geral, para trazer essa questão da cultura. Tem uma questão cultural do pop que é muito forte. Eu lembro, assim, a música da minha vida é o We Are The World.
E eu lembro, eu lembro muito, isso muito forte, assim, a Yatamisa já pega porque eu tô muito sensível, eu tô no meu amor de cima da minha vida. Sim, porque ela tá no seu anastral, gente. No seu anastral. Eu lembro do meu pai, meu pai gostava muito de música, né? A gente acha que essa paixão por música veio do nosso pai. Meu pai, ele falava assim, ó, tá vendo fulano aqui? Fulano vai fazer sucesso. Eu lembro até hoje, meu pai, escutando a primeira música do Coldplay, ele falava que esses caras vão fazer sucesso.
Então ele tinha um molho pra poder também saber o lance do que ia fazer sucesso ou não. Então, gente, eu fiquei aqui no ar, hein? Eu acho que o Santos Bravo tem... Tem molho, tem potencial. Então vai que a gente herdou isso do nosso pai. Quando o Santos Bravo fizer sucesso, vocês vão lembrar desse episódio. Aí eu lembro que quando tinha o We Are The World de 1985, ele sabia todos os cantores. Todos. Ele assistia o clipe, ele falava, ah, esse aqui é o Fulano de Itaú, esse é o Steve One, essa é a gente de lá, ele sabia todos, ele gostava muito.
E aí quando lançou o We Are The World, em 2010, que era com Justin, Justin? Justin. Eu sabia todos os cantores do We Are The World. Então assim, a paixão pelo pop é um negócio que permeia a nossa geração aqui. São gerações e gerações que a gente continua aqui falando sobre isso.
Então, galera, não é só sobre... O pop, o que é o pop, na verdade? O pop, ele vai trazer o que é de popular. Ele não é necessariamente um ritmo, como é que fala? Sozinho. Principalmente falando do Michael.
Eu sei porque eu fui ver uma exposição de hip hop, de cultura negra. E aí dentro dessa exposição de hip hop e cultura negra, eles trazem muito a referência do Michael. Mas não porque o Michael criou, é porque o Michael bebeu da fonte do hip hop. Exato.
Porque o Moonwalker não foi uma invenção única e exclusiva do Michael. O Michael trouxe o hip-hop. Então quando a gente vê o Michael trazendo a referência do hip-hop para o pop, a gente pegando a referência da cultura coreana lá do Aryan para o pop, é você trazer o que você tem de cultura para uma coisa mais popular. É isso que a gente gosta tanto, porque a gente aprende um monte de coisa de outras culturas através do pop.
E aí a Anitta, por exemplo, acabou de dançar lá o... Eu tô louca pra ouvir esse álbum. É o Equilibrium, né? Equilibrium, que foi polêmica gigantesca. Não vamos entrar aqui na questão da polêmica, porque assim, cara...
A questão religiosa é a questão cultural, gente. A gente não pode falar assim, ah, religião tem um ponto de vista espiritual. Tem. Só que a gente não pode esquecer que nós estamos no Brasil, e o Brasil é uma cultura extremamente...
plural porque assim a gente tem não tem como você negar nossa raiz negra você não tem como você negar raiz europeia você não tem como negar raiz indígena não tem como é impossível você se você fala sobre Brasil Brasil é isso Brasil essa mistura toda essa loucura toda E aí
Então é... Não sei o que, não sei o que, não sei o que. Gente, o Padre Marcelo Rossi também lança o CD. Deixa cada um lançar o que quer. Alineada a gente vai cantar a música dela. Então deixa todo mundo lançar. Como diria a MC Catra, deixa as pessoas. É então, poxa. É cultura.
Tanto é que eu vi uma comparação no Instagram que eu achei engraçadíssima. Que assim, Anitta falando de Macomba. Como é que é o nome da mulher, gente? A outra latina.
A Rosalia? A Rosalia falando de cultura católica. E a Marina Sena falando de bruxaria. Então, tipo, cada álbum vai ter o seu seu pior, ué. É isso. É você entrar nessa pluralidade. A pior burrice é você ficar preso só na sua bolha e você não querer conhecer sobre as outras coisas. Então vai conhecer outras coisas. Ah, não gostei? Beleza, gente. Não gostou. Tu não é obrigado a gostar de tudo.
Mas conhecer, permitir que as pessoas se expressem culturalmente. Para a cultura negra, para os afrodescendentes, para a religião afro, o CD da Anitta... Podem falar o que for da Anitta. Ah, é Anitta isso, Anitta aquilo, Anitta... Tem coisas que eu não concordo com a Anitta. Tem coisas que eu acho que não tem a ver, eu não faria, mas são questões minhas.
Esse negócio da hipersexualização me incomoda um pouco, assim. Me incomoda porque eu acho que mulher não precisa ser tão hipersexualizada pra algumas coisas. Isso me incomoda real. E não é só, Anitta. Eu acho que qualquer artista, a mulher, que fica hipersexualizada, eu acho que me incomoda. Não que eu não ache bonito. Eu acho bonito. É, entendi.
Isso é o que tem com a Luisa Sonza, enfim, todas essas outras mulheres. Exato. Aí vem aquele ponto, assim, infelizmente, a gente entra naquele conceito da cultura machista, daquela coisa toda, de que a mulher precisa entregar 10, aí a gente volta pra polêmica de Justin Bieber no Lula Palusa, mulher precisa entregar 10, e o homem entrega um, e, ah, nossa, Deus, que foi a polêmica que acontecia com o Justin.
Só fazendo um parênteses aqui, por que o pessoal falou que o Justin, ele entregou pouco no Coachella? Porque o mesmo festival, Beyoncé já tinha saído do porpério, grávida de gêmeos, ela teve que ir fazendo um esforço surreal para voltar para o corpo de show business, e ela se entregou, Beyoncé é maravilhosa, tudo bem, mas ela tem suporte, tem isso, tem aquilo, mas a comparação de Beyoncé, o que ela teve que entregar,
depois da maternidade e o que Justin entregou depois da paternidade. Então, tem um negócio ali. Eu gosto de Justin também. Eu sempre falo, as nossas críticas aqui dentro do nosso podcast não são críticas de, cara, porque a gente não tem aquela coisa que eu não gosto, vou falar tudo mal do fulano e vou defender o ciclano. Não, a gente tem uma visão ponderada de como nós, como consumidores. E a gente não... E o conhece também quando uma pessoa tem ali um...
enfim é um privilégio teve o privilégio a mas não foi o privilégio eu falo assim que nem eu eu sou uma pessoa e agora você muito com o militar militar eu vou ser bem cancelada eu não vejo graça na telorcelefes
Não acho que ela seja... Eita, você mexeu com o fandom? Ó, fandom do BTS! O fandom do BTS salva a gente aqui, hein, por favor. Eu mexi no vespeiro, mexi mesmo. Só que assim, eu não gosto. Eu acho que ela é...
colocaram ela num patamar que eu não acho que seja tanto. Eu acho que tem outros artistas que têm mais... Mundo. Mundo. Mas eu entendo da história dela, de, tipo, pegar de volta as músicas que ela tinha, todo o problema da indústria, ter feito do limão uma limonada. Eu entendo isso.
É igual Bad Bunny, Bad Bunny pra mim. Ah, o Bad Bunny tá dando uma representatividade cultural, aquela coisa toda, representação sociopolítica top. Eu não gosto das músicas do Bad Bunny, tá? Ah, você não gosta? Eu entendo que Bad Bunny representa, mas eu não gosto das músicas do Bad Bunny. Então, é esse o ponto, entendeu? O fato da gente criticar não quer dizer que a gente, tipo, aponte o dedo e fala assim, ah, é horrível e a gente não quer... Não, a gente... Não, eu reconheço, eu reconheço.
A gente reconhece a importância. Pode ser que a gente não reconheça a qualidade pessoalmente, mas a gente reconhece a importância do rolê. Exatamente. É isso, bom. Então, tem muita gente aí que eu não concordo, que eu acho que não precisaria ter tanto hype quanto tem, porque eu acho que é mais do mesmo. Ou, enfim, questões também de padrão.
Olha eu aqui, já estou polemizando aqui de novo Por exemplo, a Bruna Cárpita Eu não vejo ela tão... Padrãozinho, né gente? Padrão, uma pessoa loira, magra Olhos claros E outra, ela não apresenta nada de extraordinário assim Pra mim ela bebe só fonte de Britney Spears E é isso Só que aí vai falar que ela tem sucesso Sim, ela tem sucesso A gente comprando briga com todas as loiras Da indústria atual Eu sendo loira com olho claro ...
Então assim, ó. Eu tenho poder de falar. Voltando pra Anitta. Anitta tem suas polêmicas? Tem. Só que Anitta, ela tem uma representação cultural que poucos artistas têm hoje em dia. E ela tem uma coragem...
Você lançar um álbum falando sobre o que é a cultura do candomblé, a cultura das religiões afro-brasileiras, você está tendo uma coragem que poucos artistas estão tendo. Ah, outras pessoas fizeram. Lógico, tem outros artistas que fizeram. A gente tem Clara Nunes, a gente tem vários artistas que fizeram. Só que trazer isso dentro da roupagem pop, furar a bolha e trazer isso para as novas gerações...
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é de uma coragem gigantesca, ela não precisaria fazer isso, mas ela fez. E o que ela fez? No off, ela poderia ter feito em menor proporção, poderia, mas não, ela vai ali na coragem, ela fala, eu vou meter a cara e eu não tô nem aí. Então é isso que eu admiro dela, que eu admiro da Anitta, que é como estratégia de marketing, como estratégia...
profissional. Política também, né? Eu acho... De mulher, de colocar ela no meio, de... Eu, assim, assisti todos os documentários que tinha dela, dela sendo, tipo, ai, porque a Anitta, ela é uma pessoa difícil. Cara, ela é mulher.
Tem hora que mulher tem que ser difícil mesmo. E outra, qual que é o artigo que não é difícil? Se você for pegar só dessas grandes pessoas que marcaram história, não tô falando aqui, vou passar a foto, mas você pensa assim, ah, Steve Jobs, você acha que Steve Jobs era um anjo também, né? Era um anjo na Terra. Vai ver, vai ver, biografia de Steve Jobs pra você ver que ele é uma pessoa do bem, né? Próprio John Lennon.
O que ele fez com o filho dele quando ele ficou com a Yopo Ono. Então, assim, a gente tem que entender que a pessoa dentro da sua personalidade, dentro da sua vida pessoal, é uma coisa. Agora, a representatividade cultural, esse marco que você tem, a Anitta, ela é um marco cultural, sim, brasileiro. Não tenho que negar.
E as escolhas que ela fez para poder fazer sucesso fazem parte da estratégia dela. Querendo ou não, falei bem e falei mal, mas está todo mundo falando dela. Eu acho que nesse sentido, como já diria a Melody, falei bem ou falei mal, mas falei de mim. E a própria Melody também. Eu, por exemplo, não gosto, porque eu não consigo gostar da Melody. Ah, mas ela melhorou? Não dá.
A adultização dela me incomodou muito, durante muitos anos. Eu não gosto dos três gentes, não é natural, é muito construído, é uma opinião pessoal. Então, gente, se a gente for começar aqui, a gente fica horas, horas, falando... Falar de pop é...
Sobre cultura pop, sobre a representação, sobre esses artistas. E hoje o nosso tema aqui foi os santos bravos, que a gente quer sim enaltecer esses meninos, enaltecer a cultura latina, enaltecer o que é a representação da hype, trazendo isso para o mundo inteiro ver. Ah, mas a letra não tem nada a ver. Falei bem, falei mal. Mas falem deles.
Gente, olha, o que é a música da Katy Perry lá? Peekop. É o quê? É tipo... É... Como é que fala? É coisa de duplo sentido. Enfim, tantas, tantas, tantas músicas de pop aí que não tem letra de nada. O próprio funk mesmo. Tem muita gente que ouve o funk que fala assim, eu não presto atenção na letra, eu só ouço a batida.
Então é sobre isso, é sobre o quanto que aquela música vai viver, não vai virar. Se você quer ouvir música com letra, vai, sei lá, com o MPB, vai pra Bossa Nova, que aí você tá com outro sentido. Às vezes a gente só quer ouvir a música e dançar e pronto, acabou. Dançar, rebolar a raba, só isso, né? Fazer um passinho do Jean-Marc. É só isso que a gente quer, né? Esquecer os problemas e dançar, né? Mexer a...
A cintura e fazer essa coreografia numa aula de fit dance. Só isso que a gente quer, gente. Sai da frente, velocidade. Com minha gente, tô na minha cidade. É isso, galera. Não é só sobre cultura, né? Cultura tem todas as facetas da cultura, essa hiperversência cultural. Esse é o exercício cultural. Minha palavra predilete. Então, gente, é isso. Um episódio inteiro só sobre cultura pop, K-Pops.
tem que até mudar o título aqui, né? A gente tem como é que tá o título aqui, ó. Santos Bravos, quem são, por onde... Quem são... Aquela bem clickbait, tipo, a nova promessa do próprio. Podia ser, podia fazer, né? Vou colocar aí, ó. Não estranhe. A gente vai começar a apelar, hein? Se você não se inscrever no canal, a gente vai começar a apelar. Ouvir Santos Bravos e olhar no que deu. É. A gente vai começar.
Coloca assim na legenda, né? Não gosto de minhoca, ouvi em Santos Verdes. O que é não gosto de minhoca, né? Que minhoca é essa? Que nem a Ana Paula, né? Tem uma coisa engraçada da Ana Paula aqui do Billy Brother, que ela, enfim, uma das estratégias dela é irritar quem irrita ela. E aí, assim, tem uma hora que ela começa a problematizar os ditados populares.
E ela fala, gente, catar coquinho, onde está esse coquinho? Quem foi buscar esse coquinho? Eu acho que a gente tem que usar essa estratégia no nosso podcast. Eu acho. Vou dar uns clickbait pra galera falar assim, que minhoca é essa? Qual é a minhoca do Santos Blavos? Lá ele. Lá ele. Lá ele, mil vezes.
E é isso, galera. Temos alguma leitura de comentários? Não temos. Tem bastante comentários, mas tem uns comentários que não tem nada assim. Então, gente, ajuda essas duas milênios. Tem uns comentários bons. Calma aí. Tem uns comentários bons do nosso episódio sobre preta geracional. Que condiz aqui com o nosso conteúdo de hoje.
Tudo bem que vai ter gente que vai falar assim, quando a gente estiver viralizando, vai ter sempre aquele pessoal que vai falar assim, o que são essas duas velhas falando aí? A gente é velha mesmo, gente, eu gosto de ser velha. Como diria a Fernanda Montenegro, qual que é a outra opção? Não sei se você vem, tá morto? Prefiro tá velha. Porque é a gente que pavimentou essa internet que vocês estão consumindo, dá licença.
então é isso galera fala aí também quais são os comentários nossa galera do nosso membro master né
É o nosso primeiro membro. Eu tô pensando em fazer uma plaquinha pra ele. Quando a gente tiver a nossa plaquinha. Vou colocar uma fotinha dele. Vou colocar uma plaquinha pra ele. Ó, são todos comentários sobre o nosso episódio que tem a ver, que é do pop anos 2000, é melhor que K-pop. Ó o que a gente colocou nesse vídeo. Aí o Mário comentou assim, Now this night.
Tá meio assim mesmo. Ele é ótimo. Mas teve as tretas. Eu acho que agora o povo já se perdoou. Não tem o Zuniter. Não tem o Zuniter. Não tem o Zuniter. Entendeu? Não tem o Zuniter. Boa, boa. Por que vocês acham que eu tô 15 anos casada com esse daí? Porque vocês não sabiam, gente? Eu sou casada com esse membro aí também. Pela ele.
Aí ele comentou assim, nós viramos o flashback. Sim, nós viramos o flashback. Quando tem as festas flashback, toca as nossas músicas. Nós já temos as nossas próprias festas. Existem as festas dos anos 80 e já existem as festas dos anos 2000. Aceita, aceita que nós somos o flashback dessa turma aí.
Mas a gente é legal. Aí acho que a gente... Não lembro como a gente falou, mas aí falou quem gosta só de rock precisa ir no Hollywood Rock. Acho que a gente tava falando propriamente do rock em rua. Nossa, a Hollywood Rock ele tirou do fundo do poço, hein? Do fundo do baú, quer dizer. Eu nem conheço. Quem é milênio, primeira geração, vai saber do que ele tá falando.
Aí assim, piada quinta série, vamos lá. Dos mesmos criadores de Now Desunited, vamos sugerir mudar os nomes. Now Desunited. Entendi a por que eu tô casada há 15 anos. Eu nem falei ainda. Mas dos mesmos criadores de Now Desunited. Vamos sugerir mudar os nomes para New Kids of Seul.
Boa! O New Kids of the U, show. Gunnam Street Boy. Ele é inteligente.
Aí ele ainda comenta, gente velha é assim, não conhece o nome dos idols, mas lembra o número do ICQ. Eu não sei, eu não tive ICQ. Eu não tive ICQ, já falou sobre essa pauta polêmica de que nós éramos pobres. A banda que nunca parou foi Rolling Stones, isso é de fato, né? Até hoje, assim, tá lá tocando a bola. Gente, meu Deus, 50 anos, 60 anos. Acho que por aí, hein? 70 anos já, né?
Ah, ele comentou uma coisa que vai entrar no nosso episódio especial sobre cronologia do Pop, de que a primeira geração do Pop no 2000 era o Menudo, Dominó e Nukid Underblock. Você dançou a tenda, tá? É, mas aí eu acho que isso também tem um parênteses de mais ou menos, porque você tem ali um Jackson 5 que já é uma boa bem. Total. Então é quase uma primeira geração 1.0.
É, se for pegar a galera dos anos 70, 60, é uma turminha... Tinha uns grupos, mas acho que marcante mesmo, se a gente vai pensar o Jackson 5. Jackson 5 tá bem... Aí os últimos dois comentários, antigamente nós escrevemos cartas quilométricas, né? Os bolos de caras. Sim. Será que hoje eles escrevem e-mails quilométricos?
Comentários no Instagram? Eles flodam os comentários. Outra coisa também, eles criam os edits. Edites também é uma forma de entrar em... É uma homenagem, né? Os edits. Bem lembrado, é verdade. E a última. Os apelidos das Spice Girls são apelidos ou profissões da Barbie?
Ginger Spice, Baby Spice. Sport Spice. Sport Spice. Sport Spice. Eu fico, ó, Matel, tô brava com vocês, vocês têm uma porrada de Barbies e não tem a Barbie psicóloga. Já for pra pensar? Eles poderiam ter lançado a Barbie psicóloga no filme da Barbie. Mas não tem a Barbie tipo terapeuta? Não tem. Psiquiatra?
fez eu clima aqui, ó. O Matel. Acho que vocês tinham que fazer a Barbie psicóloga. Pra geração milênio, precisa da Barbie psicóloga. Vamos fazer uma petição pra Matel lançar a Barbie psychologist. Não é mesmo?
Então é isso, galera. React do Santos Bravos aqui para vocês. Para você que é pai, que é mãe, milênio, que não sabe o que é esse negócio de K-pop. Não é droga. Você sabe o que eu lembrei? Aquele meme que o pessoal pergunta para as velhas. O seu filho usa Twitter? Não, não usa não. A gente ensinei na criança. O seu filho usa o Twitter?
Orkut. Então é isso, galera. Ó, se inscreve no nosso canal aqui. Se você não se inscreveu ainda, se inscreve no canal. Compartilha pra você que tem uma amiga aí que é mais velha, que é K-Poper. Army. Ou tropa dos Army. Vem defender a gente, porque certeza que a tropa das Swifters, eu nem sei como é que eu falo das Swifters, das Taylor Swift, vai vir atacar a gente, hein? Então a gente precisa montar essa...
Montar essa army. Ah, ha, ha. Ah, humor. Então é isso, galera. Tem alguma coisa pra dizer ainda, Tamir? Não, acho que já esgotamos. Já esgotamos. Já falamos pra caramba aqui. A minha garganta tá até doendo aqui, ó.
E é isso. E hoje a gente vai finalizar... Desculpa, a música tá na cabeça. A gente vai finalizar no Pique Chapolin. No Pique Chapolin. Ah, não, não, melhor. A gente vai formar no Pique em homenagem à galera do K-pop. Fazendo um coraçãozinho de dorama, coraçãozinho K-popers da cultura coreana diretamente para vocês.
Até o próximo episódio. Até o próximo episódio. Olha aqui. Só para mostrar minha unha. Ela te mostrou a unha. Até mais!
Hybe Latin America
Santos Bravos