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ABC Cast Conexões T02E03: Giovanni Ballarin | Inteligência Artificial, marketing digital e o novo jogo do posicionamento online

02 de maio de 20261h10min
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Neste episódio, mergulhamos no universo da inteligência artificial e do marketing digital com Giovanni Ballarin, empresário, estrategista e especialista em performance digital.

Discutimos como a IA está transformando radicalmente o comportamento do consumidor, movendo o mercado de simples mecanismos de busca para sistemas complexos de resposta.

Giovanni revela o que define a visibilidade de uma marca no cenário atual e detalha o conceito de arquitetura de presença digital, essencial para empresas que desejam se manter relevantes e competitivas em um ecossistema dominado por algoritmos inteligentes.

Uma conversa indispensável para empreendedores que buscam entender como a tecnologia pode escalar resultados e ditar o futuro das vendas online.

📌 TÓPICOS PRINCIPAIS:

  • A nova lógica de descoberta: Como a IA mudou a forma como as pessoas pesquisam e por que o funil de vendas agora começa na pergunta do usuário ao assistente virtual.

  • Visibilidade e vieses: O que determina quais marcas aparecem nas respostas da IA e o conceito de disputa invisível por autoridade e relevância.

  • Arquitetura de presença digital: A importância de estruturar dados e conteúdo para ir além de um site comum, criando um ecossistema amigável para as IAs.

  • Impacto em leads e vendas: As consequências para empresas que ignoram a evolução tecnológica e os erros mais comuns cometidos no marketing atual.

  • Velocidade e trabalho: A conexão entre a paixão de Giovanni pelo kart e sua visão estratégica sobre a agilidade necessária no mundo dos negócios digitais.

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Participantes neste episódio2
T

Thiago Antunes

Co-hostJornalista e repórter de tecnologia
G

Giovanni Ballarin

ConvidadoEmpresário e estrategista digital
Assuntos3
  • Inteligência ArtificialComportamento do consumidor · Arquitetura de presença digital · Impacto da IA nas vendas · Visibilidade de marcas · Desafios do marketing atual
  • Busca e informação onlineAssistentes virtuais · Funil de vendas
  • Estratégias de MarketingErros comuns no marketing · Agilidade nos negócios digitais
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ABC Cast Conexões, um podcast do portal ABC do ABC, onde as conversas sobre os mais variados assuntos se conectam com você.

Olá, bem-vindo ao ABC Cast Conexões, o podcast de entrevistas do portal ABC do ABC. É um grande prazer recebê-lo mais uma vez, ou recebê-la mais uma vez, neste nosso podcast. Como sempre, nós temos assuntos variados, assuntos diversos, falamos sobre muitos temas.

cada episódio um tema específico e tentamos mostrar como esse tema se conecta com a sua vida. Então, hoje em dia, nós estamos vivendo numa época de uso intenso e crescente de inteligência artificial, de ampliação dos alcances da tecnologia e achamos importante trazer...

um grande especialista nesse assunto para poder discutir um pouquinho sobre como estamos hoje, para onde nós vamos, como usar melhor, especialmente para você, que talvez tenha uma empresa ou que trabalhe com marketing digital, como fazer com que as coisas que acontecem

no seu planejamento estratégico, possam trazer mais e mais resultados aliados com a tecnologia. Por isso que o nosso episódio de hoje, a gente vai mergulhar muito nesse universo de inteligência artificial, Marte digital, com um grande especialista, que é o Giovanni Ballarin. Já vou falar um pouquinho sobre ele. Antes de apresentar o nosso convidado mais plenamente, eu gostaria de falar do outro convidado.

Esse outro convidado, se você acompanha a nossa primeira temporada da ABC Cast Conexões, você deve se lembrar dele, que é o nosso repórter de tecnologia aqui do portal ABC da ABC, o Thiago Antunes. Então, Thiago Antunes, seja muito bem-vindo. Dá um oi pro pessoal, hein?

Opa, pessoal, tudo bem? É um prazer estar aqui de novo. É sempre um prazer. É a terceira vez já que eu estou aqui. Estou virando figurinha carimbada. Espero que a gente tenha um papo da hora hoje. É, é o jornalista que mais participou com a gente, o jornalista convidado que mais participou com a gente. Já pode pedir música no Fantástico, porque essa é a terceira vez que está participando.

E é sempre um prazer receber o Thiago Antunes, ainda mais porque ele é nosso repórter de tecnologia, ele está antenado a tudo o que acontece, inclusive todas as quartas-feiras no ABC Cast, que é o nosso outro podcast de notícias diárias, ele traz uma pílula do que está acontecendo de mais novo aí no ambiente de tecnologia, então não perca as colunas do Thiago Antunes no ABC Cast também.

Mas muito bem, apresentado o nosso jornalista convidado, que vai dividir comigo essa responsabilidade, vamos falar do Giovanni Ballarin. Giovanni é um empresário, ele é um estrategista digital e ele também é piloto de kart. A gente vai falar um pouco sobre essa variação aí na carreira do Giovanni. E a gente quer conversar com ele um pouco sobre justamente isso, como que a gente explora a IA. Como a IA está definindo hoje o comportamento do consumidor.

É um ponto muito importante. E nós vamos tentar buscar quais informações úteis o Giovanni tem para nos trazer aqui que vai nos ajudar a entender como melhorar o uso da inteligência artificial para chegar no consumidor, para chegar no usuário, ou para melhorar a nossa própria vida, sendo nós meros indivíduos.

Então vamos falar com ele. Giovanni, muito obrigado pela sua participação. É uma honra poder abrir hoje os nossos microfones para poder recebê-lo. Então, muito obrigado pela sua participação. Tiago, muito obrigado pela recepção. Estou muito feliz de estar aqui hoje falando com vocês.

que você comentou sobre o uso das IAs, a gente tem mudado muito a forma como pesquisa, como a gente usa a internet, desde a introdução das IAs. E aqui a gente vai falar bastante sobre isso, porque tem muito empresário ainda que não percebeu isso e está insistindo em meios tradicionais, em meios...

Antigos, coisa de 5 anos atrás, de 10 anos atrás, que hoje a performance já não é tão boa como era antigamente. É uma questão, quando a gente fala de tecnologia, a gente precisa estar muito bem atualizado com o que acontece. E quando a IA chegou, a atualização, ao invés de ser algo anual ou semestral, começou a ser algo semanal, uma atualização. Diário, quase. Mas, Giovanni, antes da gente entrar nesse assunto principal,

Até pra gente poder quebrar um pouquinho o gelo aqui, eu queria entender um outro ponto aqui. Se você pensar nas pistas de corrida, de kart, a adrenalina ali da corrida e essa velocidade do mundo digital, entre esses dois universos aqui, qual que tem te desafiado mais ultimamente?

Cara, ultimamente eu acho que é o digital. O digital, acho que ele tem assumido uma velocidade por conta da introdução das IAs e eu acho que o negócio tem sido mais rápido do que pilotar um kart, pilotar um carro. É, então vamos entrar nesse assunto pra gente discorrer. Vamos tentar fazer uma base aqui então primeiro, tá? O comportamento do consumidor depois da chegada das IAs.

Mudou alguma coisa no comportamento do consumidor? Mudou e está mudando, e está mudando numa velocidade que a gente nunca tinha visto antes, Tiago. Só para dar uma base, né? O Google, no final do ano passado, a gente tinha cerca de 16,4 bilhões de pesquisas diárias.

O chat EPT, que é a ferramenta de inteligência artificial generativa, que a maioria das pessoas começou a usar, e a partir do chat EPT, é a principal ferramenta de uso popular. Ela teve um crescimento muito grande ao longo do ano passado. Ela bateu ali perto do final do ano cerca de 2,5 bilhões de requisições diárias. É um crescimento muito grande.

E esse crescimento veio junto com uma forma diferente das pessoas buscarem as informações na internet. Basicamente, é só a gente olhar para a gente enquanto consumidor. Então, antigamente, a gente precisava de algo, a gente ia lá no Google, fazia uma pesquisa com palavras-chave. Até o Google criou lá o sistema de anúncios do Google. Era antigamente o Google AdWords, depois virou o Google Ads.

era baseado em palavras-chave. Então, você selecionava palavras-chave ali, por exemplo, criação de site, empresa de criação de site. E aí apareciam-se anúncios e você saía clicando em cada um deles. Esse é o comportamento antigo e ainda é o maior comportamento hoje, mas está mudando de uma forma muito rápida. Para onde está mudando isso? E tem pouca gente falando sobre isso, pouca gente atenta a isso. As pessoas estão fazendo perguntas.

tanto para o Google quanto para a inteligência artificial, porque a pessoa mudou a forma de pesquisa lá no chat EPT, depois ela levou para o Google, porque hoje o Google entrega aquela visão de A quando você faz uma pesquisa. E o que você espera enquanto consumidor?

Você espera uma resposta elaborada de alguém que saiu fazendo aquele trabalho que você fazia antes de sair clicando. Ou seja, a IA visitou o teu site, ela viu o que você faz, o que você não faz, se você é bom, se você não é bom. Viu as avaliações que você tem, vê o que as pessoas estão falando sobre você. Vê as tuas postagens em redes sociais e traz uma resposta elaborada e fala, ó, que você precisa estar aqui. Essa empresa pode te ajudar com isso.

Ô, Giovanni, aí me surge uma dúvida, assim. Falando de Google até, né? A gente se buscava no Google e hoje, então, a gente enfrenta um novo momento de descoberta. Seria mais ou menos isso? Porque você, como você está descrevendo, a gente meio que está terceirizando para fazer aquela pesquisa inicial. Então, eu vou descobrir coisas diferentes. Eu não vou mais no primeiro link, né? Eu estou indo naquilo que tem mais...

autoridade, vamos dizer assim, o que a inteligência artificial está te entregando? É isso aí. O que está acontecendo é justamente isso. A gente está transformando a ferramenta de pesquisa em assistente de pesquisa. Lembra quando você tinha uma demanda dentro da empresa ou na vida pessoal? Ou você fazia, ou você pedia para alguém fazer me traz três fornecedores para resolver tal problema. Preciso consertar o ar-condicionado, por exemplo.

eu passei por isso recentemente ao invés de eu fazer uma pesquisa tradicional no Google e sair visitando site por site eu pedi pra IA fazer isso e me recomendar uma empresa que tinha boa avaliação

E aonde que está o X da questão dessa história toda, Tiago? As empresas. O brasileiro é muito imediatista, né? Ele quer resultado sempre para ontem, sempre rápido. Você ainda não consegue posicionar a tua empresa numa resposta de inteligência artificial pagando. Você não consegue ter o famoso tráfego pago lá dentro ainda. Então isso está virando um grande desafio para todo marqueteiro, para todo empresário que está ali à frente de um negócio e quer fazer a empresa continuar crescendo através das ferramentas da internet.

Giovanni, eu queria falar que eu sou um desses usuários que pesquisa tudo no Gemini hoje em dia. Ai, que legal. Toda vez que eu preciso comprar alguma coisa, eu pesquiso no Gemini. Eu queria saber de você, se você vê isso como um caminho sem volta. As pessoas cada vez vão fazer mais isso e vão deixar o Google de lado. Talvez até o boca a boca vai acabar...

tendo seus dias contados? Eu acho que assim, Tiago, sempre que a gente pensa em marketing, a gente nunca pode falar em ou. A gente sempre tem que falar em e. Então, a gente está adicionando uma nova forma. A antiga vai durar por algum tempo, eu não sei até quando, mas existe uma nova forma. Ela vai substituir totalmente as antigas? Eu acho que não. Não curto prazo, eu acho que não.

Mas eu acho que sim, a gente está numa tendência de entregar tudo aquilo que a gente busca na mão de uma Iá. E o ser humano tem a...

a característica de se acomodar naquilo que ela vê que vem de um elemento terceiro. Ela tende a acreditar em tudo que está lá, mesmo que aquilo não seja verdade. Mesmo ela sabendo que corre o risco daquilo não ser verdade. Então tem casos aí, você vê, de pessoas que pedem ajuda para o chat EPT para cozinhar e o chat EPT fala para trocar sal por brometo, a pessoa troca sal por brometo e fica doente.

Então, você tem essa característica do ser humano envolvida nisso. Então, eu acredito sim que vai ter uma mudança, essa mudança já aconteceu e ela é rápida, mas eu não acho que vai substituir totalmente as outras formas. Eu acho que a gente vai ter uma nova forma que provavelmente vai ser a maior em algum tempo. Ô Giovanni, mas aí você abre espaço...

para um questionamento que, assim, a inteligência artificial não é uma entidade neutra, né? Pelo que eu estou entendendo, ela tem uma programação, obviamente, né? Mas a percepção que eu tenho é, algumas coisas, não sei se do nosso comportamento, na hora de escrever ali uma pergunta, ou da própria programação da IA, faz com que ela direcione a resposta para um determinado lado. Ela envia aí...

Ela tem esse viés, né? Só que aí, uma marca, por exemplo, que quer aparecer no resultado de uma pesquisa, ela consegue controlar isso? Ela consegue, não vou dizer manipular, mas talvez entender o funcionamento e usar isso a seu favor? Em partes. Em partes, sim. O que é importante para a empresa entender...

é que a IA não cria nada do zero. Ela não é criativa a esse ponto. Então, se ela está buscando informação, ela está buscando informação nos elementos digitais, naquilo que a gente chama de patrimônios digitais que a empresa tem, que já existem.

Então, se, por exemplo, eu fiz uma pergunta lá para o chat EPT e pediu uma recomendação de um negócio, ele vai buscar as informações que já existem. Então, aonde que está o poder da empresa, o poder da marca? Construir ativos, patrimônios digitais que vão influenciar essas respostas.

Só que existem outros elementos também, Thiago, que influenciam. Hoje a gente já sabe que o chat EPT, numa IA conversacional ali, que você está conversando com ela, ela tem a tendência a te agradar. Ela o tempo inteiro vai querer te agradar. Por mais que você peça para ela, por favor, não responda aquilo que eu quero ouvir. Ela vai, de alguma maneira, sempre te agradar.

Para o empresário que está querendo explorar essa inteligência artificial, você acha que agora ele não precisa mais focar tanto no CEO para o Google, mas também focar...

fazer algum, não sei se existe, mas um CEO para a inteligência artificial? Existe, existe e é fundamental que se adicione. Lembra do ou e do e? É importante a gente pensar no CEO tradicional, é importante a gente pensar no Gio, que é o das inteligências artificiais. E existem formas técnicas que são um pouquinho diferentes para que a gente possa levar essa empresa a ser mencionada ali dentro das IAs.

É interessante que, assim, o mercado costuma tentar padronizar tudo, né? Pra vender pacotes, assim, que se adequem a todos. E eu vejo que a inteligência artificial meio que desafia essa lógica, né? Porque agora você personaliza e não delimita as coisas. Eu vou usar como exemplo o nosso mercado aqui, o mercado da comunicação, especialmente o mercado do jornalismo.

Com o crescimento das IAs e as buscas, e a forma como a resposta das buscas chegaram, nós estamos perdendo muita audiência.

Então, grandes portais que tinham aí 5, 7, 10 milhões de visualizações por dia, acabaram caindo a 10% disso. Porque agora o usuário chega no Google, digita lá alguma coisa que ele quer saber e a resposta está lá, ele não precisa entrar naquele site específico e acessar. É isso aí. E aí a gente tem feito um trabalho intenso para tentar resgatar isso. E nisso eu posso fazer uma propaganda aqui, gratuita, sobre o portal ABC do ABC.

Porque a gente tentou se antecipar a esse movimento. Fomos atrás de uma tecnologia no mercado. A gente se tornou, então, o primeiro portal no Brasil a usar uma tecnologia chamada Astro, junto com o Cloudfair, né? Worker, Cloudfair Worker. E aí, isso fez com que o Google nos entendesse.

que a inteligência artificial dele podia nos recomendar e que a gente entregue uma experiência do usuário melhor. E aí a gente voltou a crescer em audiência porque a gente conversou, vamos dizer assim, nos bastidores tecnologia com tecnologia com o Google. Só que essa é uma realidade muito peculiar. A gente correu atrás, a gente teve que investir pesado em tecnologia. E eu não acho que essa é a realidade da maioria das empresas.

Então, a minha pergunta para você, Giovanni, é como uma empresa hoje consegue sobreviver nesse crescimento digital sem ter que acabar com todas as suas economias para comprar uma grande tecnologia que vai mudar e colocá-la como única no mercado.

Eu sou a favor sempre do planejamento de longo prazo. Por mais que a gente esteja vivendo uma era onde tudo muda muito rápido, eu acho que a empresa não pode perder a essência dela de pensar em como ela vai estar viva daqui a 5 anos, daqui a 10 anos. E criar uma linha de caminhada onde a tecnologia...

do momento, hoje é Google, apareceu o chat EPT, daqui cinco anos pode ser outra, pra que a sua empresa continue viva, independente dessa tecnologia. Essa é a recomendação número um que eu passo pra todo empresário. Trabalho que vocês fazem... Eu tive aquele receio de que você vai investir em alguma tecnologia, agora ela vai estar obsoleta no médio prazo?

Você está fazendo um plano de longo prazo? Eu acho que se você pensar em uma tecnologia, sim. Agora, se você pensar em construir ativos digitais, que isso é um conceito amplo, você tem que pensar em onde a tua empresa vai existir dentro da internet, você sempre tem uma margem de erro.

É como um investimento, né? Se você colocar todo o teu investimento numa coisa só, pode dar certo como pode dar errado. Se der errado, você perdeu tudo. O ideal é que você tenha várias frentes de trabalho. Várias frentes. Então, o website é um deles, as redes sociais é outro, um trabalho de relacionamento com a tua base é outro, um trabalho dentro de perfis locais é outro, né? Você tem muito negócio que, por exemplo...

Ele pode viver muito bem do marketing digital só com o perfil de Google Meu Negócio, perfil de Bing Places e perfil de Apple Mapas. Ele já consegue ser recomendado dentro das IA só com o trabalho bem feito dentro disso. E aí é importante entender a peculiaridade do negócio e criar um plano específico para isso. Mas quanto mais ativos tiver, Tiago, mais seguro você vai estar com essas mudanças de tecnologia. Se você focar, vou fazer um trabalho de CEO e vou pensar só no meu site,

você está correndo um risco de um negócio mudar e, de repente, aquilo não teve mais valor nenhum. Entende? Entendi. A sua empresa trabalha com isso? Com esse tipo de planejamento?

Trabalhamos, trabalhamos, trabalhamos. E vocês ajudam outras empresas a desenvolver esse tipo de planejamento também? Isso. A gente tem uma metodologia que a gente criou que engloba todos esses ativos prioritários, principais, que uma empresa micro, pequena e média precisa ter para ela estar à frente de qualquer tecnologia que possa surgir ali no mercado. A gente estava fazendo uma pesquisa até sobre...

Você, sobre sua empresa, até conversando com o pessoal da assessoria, para entender melhor. E no meio da conversa, em um dos materiais que eu estava lendo, eu li uma expressão chamada arquitetura de presença digital. Eu achei isso muito bacana, o conceito. Você consegue explicar rapidamente para a gente o que é, como você aplica isso na metodologia de trabalho de vocês no dia a dia? Perfeito. A arquitetura é justamente essa metodologia que a gente tem.

Então, em detrimento do caminho tradicional, onde o empresário ou uma agência, ele sempre pensa em... Vou fazer um trabalho de geração de demanda, vou lá no Instagram e faço uma campanha, vou lá no Google e faço outra campanha. Pensa sempre de forma...

individual e linear, a gente pensa sempre de forma ampla. Então a gente pensa quais são todos os canais possíveis de aquisição de oportunidade, de leads para essa empresa. E a gente vai ocupando todos esses espaços. E o ideal é que a gente sempre ocupe esses espaços, Thiago, em toda jornada que o cliente possa ter. Por exemplo, uma pessoa que toma a decisão de comprar algo, ela já percorreu uma jornada.

queira você ou não, ela já formou uma opinião, ela já tem informações que ela adquiriu de um monte de lugar. Se você não está ocupando esse espaço digital, por exemplo, com matérias de blog, com posts em redes sociais, com impulsionamento de conteúdo, com relacionamento com base de clientes por WhatsApp, por e-mail, ele formou a sua opinião com outras empresas e não com você.

E aí ele vai chegar ali no momento de compra com você ou com o teu concorrente com a opinião formada de forma aberta. O ideal é que dentro dessa arquitetura a gente pense em todos esses canais e crie uma jornada em cada um deles para a gente ocupar o máximo de espaço dentro da cabeça do consumidor e do mercado para modelar a oferta que aquela empresa vai querer fazer. Então é um trabalho de estratégia bem amplo mesmo.

Isso é legal. E até vou chamar aqui o Tiago Antunes para conversa, porque no portal ABC do ABC, os nossos repórteres são treinados para escrever o seu texto com alguns elementos que nos ajudam a ser mais vistos. Mas não é só mais visto na pesquisa, a gente também ganhar autoridade dentro do portal. E aí, eu sei que você é o nosso entrevistado, mas eu vou mandar uma pergunta para o Tiago Antunes também. Já vem, hein?

Você, Tiagão, como jornalista, você percebe diferença na forma de trabalhar no portal ABC do ABC com as técnicas que nós utilizamos, com de outros locais que você já tenha trabalhado?

Cara, percebo, é bem diferente, porque nos tradicionais a gente acaba tendo um tempo gasto muito maior, querendo ou não. Porque a gente vai na criatividade, vai na mão ali mesmo. Mas aqui a gente utiliza as ferramentas que dão uma acelerada um pouquinho maior. Obviamente a gente faz toda a curadoria para não ter nenhum erro. Mas acaba sendo um projeto que a gente entende que seja mais rápido para trabalhar, seja mais confortável.

A gente tenta usar, embora a gente não esteja vendendo um produto, mas a gente faz...

trabalha com informação, a gente tenta usar a mesma lógica que alguém que hoje estaria tentando vender um produto normal no mercado. Você construir essa presença digital, pensar em todo o ecossistema, que acho que é um pouquinho do que você discorre, né, Giovanni? Isso, é isso aí. Como é que fala um pouquinho, assim, quem não é do ramo da comunicação, quem está talvez tentando começar a entrar no ambiente digital agora para vender, para ter a sua experiência?

comercial, quais são alguns elementos que você considera muito fundamentais hoje, quando você olha para a inteligência artificial e otimização dessa inteligência? O que a gente precisa ter em mente sempre é que quanto mais você existe dentro da internet, maiores as chances de você ser mencionado. E tem um conceito que a gente trabalha muito aqui, isso é uma...

uma filosofia de trabalho nossa. Qual que é o pior elogio que existe? O pior elogio é aquele que eu faço sobre mim mesmo. E para a internet isso é muito verdade. Então se eu tenho alguém, se eu tenho um cliente, se eu tenho um terceiro me elogiando, isso tem muito mais valor do que eu mesmo falar. Então a gente procura ocupar todos esses espaços quando a gente monta esse planejamento.

tanto da empresa fazendo a declaração sobre ela mesma, quanto incentivar que o mercado, que o público dela faça as declarações, que esse tem um peso poderoso ali para que isso aconteça. Uma coisa que está na mão de qualquer empresário, está na mão. Perfil de Google Meu Negócio hoje, toda empresa tem, quase toda empresa tem.

Muita gente ignora, porque fala, ah, mas eu não sou comércio, eu não preciso que o cliente venha aqui. Isso é ilusão. Você tem que ter um perfil robusto, local, de mapa. Você precisa falar para o mundo lá, geográfico, que você existe. E se você tiver depoimento positivo dos seus clientes ali dentro, aquilo é o ouro que você precisa entregar para as inteligências artificiais para eles te recomendarem.

Eu queria saber como que o empresário pode olhar hoje ali para a sua empresa e ver que uma IA está considerando ele como uma marca sólida, uma marca confiada. A gente tem ferramentas para medir tanto a probabilidade de dimensão como o volume de acessos também ao site. Porque a ideia é que nessa menção a empresa receba uma visita ao site.

E tem alguns estudos que mostram, tem vários estudos que já estão medindo isso, uma visita vinda de IA, de chat GPT principalmente, o poder de conversão, ou seja, o poder de transformar um visitante do site em um contato comercial ou em uma venda, chega a ser 23 vezes maior.

Então a gente tem ferramentas para medir a probabilidade e para medir esse volume de visitas. E aí dentro do... Aí é o nosso mundo já aqui da prestação de serviço. A gente tem dash que conecta tudo. Eu tenho o dashboard aqui que a gente conecta tudo. Consegue saber se o cara veio do chat EPT, se veio do perplexed. Consegue saber que página que visitou, se converteu, se não converteu. A gente tem dados para medir tudo isso. E é interessante que o usuário final às vezes não tem noção de quão complexo é a engrenagem que se gira.

quando ele só entra no celular dele lá e faz uma pesquisa boba de algo que ele quer comprar. Eu quero comprar uma pulseira, deixa eu ver aqui. E de repente tem tanta gente trabalhando com a inteligência artificial para fazer com que essa pulseira que eu estou vendendo aqui apareça na recomendação para essa pessoa, não é incrível? Agora, eu sendo um vendedor de pulseiras do meu lado aqui, eu consigo sobreviver hoje no ambiente digital sem estar aliado à inteligência artificial?

Acho que dificilmente. Hoje, talvez sim. Se você for um cara ali que faz um trabalho de tráfego pago, investe uma grana ali em Google, em Meta, eu acho que você consegue. Mas em pouco tempo, você não vai conseguir mais. Aham.

assim como a gente vem avançando em tecnologias de tempos pra cá eu imagino pega lá o comecinho dos anos 2000 Google crescendo pra caramba as pessoas estão aprendendo lá naquela época como o Google era importante hoje a gente já está vendo que IA é tão importante quanto está integrada no Google é passo que a gente dá pra frente, a gente não vai conseguir se livrar de usar IA tão cedo E aí

E eu acho que a IA tem uma característica, Thiago, que vai bem além do que o Google tinha na época. A IA vem com uma camada de ganho de produtividade que é praticamente impossível qualquer pessoa hoje ignorar isso. Então é muito difícil você ter hoje um profissional trabalhando que não use IA para qualquer coisa.

E aí, nesse uso, em algum momento, as empresas vão ser recomendadas. Ou seja, a IA está muito mais presente na vida do ser humano do que o Google estava lá no comecinho.

E me diz uma coisa, até para a gente tentar fazer uma conexão entre o seu trabalho, a sua empresa, com as pessoas que estamos ouvindo, você consegue compartilhar com a gente, não precisa talvez citar o nome do seu cliente, mas quais são alguns resultados muito práticos que você tem visto entre os seus clientes que estão te procurando para esse tipo de assessoria, esse tipo de consultoria?

A gente recebe demanda de todo tipo, de todos os segmentos. A gente tem aqui alguns segmentos que a gente gosta mais de trabalhar, mas de uma maneira geral a gente atende todo mundo. E normalmente o primeiro estupim que faz a pessoa buscar e chegar até a gente é quando ele recebe um primeiro contato de alguém que encontrou ele no chat EPT. Ele pega e pergunta, meu, onde você me encontrou? Eu falo, cara, foi no chat EPT. Ele, nossa, eu apareço no chat EPT?

Aí ele começa a pesquisar de alguma maneira e ele acaba chegando até a gente aqui. E a gente tem casos muito...

Bons em termos de exposição, de aumento de exposição. A gente tem casos de empresas que saíram de um investimento que fazia de 10 mil, 12 mil reais mês de tráfego pago para hoje fazer um investimento de mil, dois mil. Por quê? Hoje o tráfego orgânico é tão forte que ele não precisa mais tanto do tráfego pago. Essa é a ideia da arquitetura, Tiago. É você ocupar todos esses espaços e o tráfego orgânico ser mais forte do que o tráfego pago.

Porque o tráfego orgânico, ele vem carregado de marca, Jun. Ele vem de... Sim, eu entendo, assim, que isso dá muito trabalho, né? Tipo, as empresas estão preparadas para fazer tudo isso? Ou, vou simplificar, talvez, minha pergunta. Eu preciso de um time muito grande no marketing, talvez, para poder cobrir todas essas áreas? Uma pessoa só consegue fazer tudo isso? Como que você consegue me ajudar, assim, a entender o que eu preciso como empresa para desenvolver todos esses aspectos?

O que eu vejo assim como caminhos possíveis, né? E aí sabendo que aqui a gente está falando com todo tipo de empresário, né? Desde o micro, pequeno, médio, não sei se grande também. Mas tudo depende da capacidade que você tem de investimento.

O que é importante colocar na cabeça é que tudo é possível. Tudo é possível, desde que você se planeje e consiga executar. Eu não vejo, por exemplo, para uma empresa, para uma microempresa, um comércio local, ele tendo as mesmas preocupações que uma indústria tem, por exemplo.

A indústria tem que ter uma preocupação muito maior, tem que ocupar muito mais espaço, ele vai precisar de uma equipe maior para fazer isso. E aí, aqui nas nossas ofertas, a gente tem planos que são de acordo com o grau de maturidade, o grau de tamanho daquela empresa. Todos com o mesmo objetivo, de gerar essa arquitetura digital, baseada em todas as ferramentas que existem, tráfego pago, tráfego orgânico, tudo que existe, para gerar resultado no final do dia para o cliente. Esse é o que a gente posiciona.

Então, mesmo uma empresa pequena, ela consegue estar bem posicionada. Consegue. Gastando pouco, né? Vamos dizer assim. Às vezes gastando nada, Tiago. Às vezes mexendo no perfil de Google Meu Negócio dela. Eu sempre dou a dica, né? Meu, otimiza o teu perfil de Google Meu Negócio. Coloca a foto atualizada. Faz uma postagem. Tem um espaço lá pra você fazer postagem igual de rede social. Coloca uma fotinho, coloca uma descrição lá. Arruma a descrição da tua empresa. Menciona os serviços que você faz.

incentiva os teus clientes a fazer avaliação, você não gastou nada para fazer isso, você gastou meia hora do teu tempo para otimizar essa brincadeira, colocou lá no checkout um QR Code para as pessoas te avaliarem, e com isso você já começa a ser mais mencionado pelo simples fato de você ter qualidade naquela presença digital que você tem.

E é questão de estratégia, né? Tiago, você acha que você tem uma pergunta, né, Tiago Antunes? Não, eu queria perguntar, porque ele tá falando de fazer o básico e tudo mais, só que quando a gente fala de inteligência artificial, todo mundo quer usar, todo mundo quer usufruir, mas qual você vê que seja o principal erro que o empresário faz com a inteligência artificial logo no começo? Você diz de uso ou de expectativa de ser mencionado por ela?

De uso mesmo, assim, porque ele quer fazer tudo de... Porque ele vê que a inteligência artificial vai entregar uma coisa muito rápida pra ele, muito fácil. E aí ele quer fazer de qualquer jeito. Ou ele vê que a gente tá fazendo, né, Thiago? É, então ele acaba errando. Porque ele não tem a experiência, não tem a expertise. Ó, eu vou falar e aí a minha opinião vai ficar clara aqui sobre o uso das inteligências artificiais, né?

Eu acho que a maior parte dos conteúdos produzidos por IA, que as empresas estão fazendo, as micro e pequenas empresas estão fazendo, são, não posso falar a palavra que eu penso aqui, mas são ruins. São ruins. Por quê? A pessoa, muitas vezes, tem dificuldade de expressar para uma outra pessoa aquilo que ela faz, como ela faz, quem ela atende, como ela...

ela tem dificuldade. O brasileiro, ele não é preparado pra ser um empresário, né? Então, você acaba prendendo ali na pancada. E se você não sabe transmitir isso pra uma pessoa, que dirá pra uma inteligência artificial que vai subentender várias coisas automaticamente e vai sair produzindo sem você pedir. Ele vai te entregar um monte de coisa genérica, que a princípio você pode bater o olho e falar, ai, que legal. Mas aquilo é mais do mesmo. Aquilo não representa a tua essência.

Então, eu acho que esse é o principal erro que os empresários cometem ao usar a inteligência artificial para produzir conteúdo próprio. Aqui internamente mesmo, produção de conteúdo, criações e tudo mais, a gente evita demais utilizar a inteligência artificial. A gente utiliza a inteligência artificial para as automações, para facilitar a nossa vida. Para criar, para pensar, a gente evita.

a gente evita. Porque primeiro que vai deixar a gente preguiçoso, né? E a gente vai perder a nossa capacidade de... Eu não vou colocar uma IA pra conversar com o meu cliente, sempre vai ser de humano pra humano. E eu acho que isso em pouco tempo, Thiago, vai ser um diferencial. As pessoas que tiverem capacidade ainda de pensar, elas vão ser vistas como grandes deuses aí, enquanto tá todo mundo apoiado 100% em inteligência artificial pra resolver tudo na vida.

Ô, Giovanni, eu vou te colocar numa situação meio delicada pra você responder pra mim uma pergunta que não tava planejada, mas me veio aqui agora. Essa semana a gente estive num consultório médico, né? E a atendente foi lá, fez a ficha e tudo mais, né? Processo normal. Depois ela me entregou um papelzinho com QR Code e falou assim ah, você pode avaliar meu atendimento? E ela foi super simpática. Aí eu escaneei aquele QR Code e o que abria, na verdade, era a página...

a página do Google, na avaliação do Google da empresa. Não estava avaliando necessariamente a atendente, mas como ela foi muito simpática, eu fiquei tendencioso a dar cinco estrelas. Fica até sem jeito de falar não pra ela, né? Essa estratégia, pra eles poderem ter muita avaliação positiva no Google, é uma estratégia boa? É fantástica, é maravilhosa. Eu achei bem curioso, né? É maravilhosa, é maravilhosa. Todo mundo que tem perfil é maravilhosa.

local forte tem uma grande tendência de ser mencionado nas inteligências artificiais e a avaliação é o maior peso que elas consideram só tem um ponto nessa história toda que a maioria das pessoas ignora os empresários, elas pensam muito só em Google e esquecem que a Microsoft é dona da OpenAI

que é dona do chat GPT. Então, o chat GPT já tem alguns estudos e tudo mais, só que isso muda com o tempo, mas uma das fontes primárias de informação é o Bing. E se você não tem o perfil no Bing Places, é recomendado que você faça para ontem. E tem uma ferramenta da Microsoft que você importa o perfil do Google no meu negócio.

pro perfil do Bing Places. Eu tenho vídeo no YouTube, eu fiz um monte de coisa já mostrando a importância e como fazer isso. Esse é um ponto que, mais uma vez, Thiago, você não gasta nada e você ganha uma grande diferença ali entre os teus concorrentes. Muito bem, muito legal. Olha, a conversa tá fluindo, a gente já falou mais de 30 minutos aqui e a coisa...

E a gente tem muita coisa para falar ainda, né? Mas eu vou fazer um rápido intervalo. Eu preciso que você que está em casa, você que está nos ouvindo, escute esse recado em segundos, tá, pessoal? E a gente já volta com essa conversa com o Giovanni e temos outros assuntos a tratar com ele. Então, segura aí, é um minutinho só. Olá? Essa é para vocês que estão assistindo o ABC Conexões.

Sim, vocês, nossos ouvintes. Eu sou o João Pedro Melo e agora eu estou na bancada do ABCCast. Salve, pessoal. Você já devem ter ouvido a minha voz. Se você não ouviu, eu sou a Suzana Rezende, a presenteadora do ABCCast. E eu venho aqui para te fazer um convite muito especial. O nosso encontro está marcado de segunda a sexta, às 18h, lá no ABCCast.

E lá nós falamos sobre tudo que impacta o seu dia a dia. Desde o grande ABC até a região metropolitana de São Paulo. A gente fala sobre o Brasil, sobre o mundo. Pra te manter sempre bem informado. Sem rodeio, sem drama e sem perder mais o seu tempo. Bom, talvez só um pouquinho de drama.

Então, não tem desculpa. Nos siga na sua plataforma preferida. Então tem o Deezer, o Spotify, o Apple Podcast, o Amazon Music e até o YouTube. É só escrever sua preferida, nos seguir e dar o play. Então, já nem perde tempo e segue a gente lá no Instagram. É arroba abcdoabc, underline, oficial. Porque é lá que a gente avisa, provoca, comenta, ri e chora. E às vezes, até descola uma treta. Então, bora lá?

Então pode dar o play. Obrigado, pessoal, por essa atenção especial que vocês nos deram. Agora, como prometido, vamos continuar a nossa conversa, porque nós temos muitas coisas. E agora vamos entrar nos nossos quadros especiais. O primeiro quadro é o Contraponto.

Para você que já acompanha o nosso podcast, sabe que o Contraponto é o momento em que eu trago o nosso jornalista convidado para fazer as perguntas que não foram planejadas. Às vezes nós trazemos aqui convidados que têm o benefício de ter uma assessoria de imprensa que ajuda, prepara o convidado, analisa as perguntas e tudo mais. Só que esse é o ponto que a gente deixa a assessoria na mão.

Jornalista convidado, nem eu sei o que ele vai perguntar. Então, Thiago Antunes, o tempo é seu, só trata bem o nosso convidado, tá bom? Giovana, pode ficar tranquilo, não vou te colocar contra a parede não, fica tranquilo.

Eu queria perguntar um pouco sobre isso que você estava falando, das empresas se tornarem um pouco muito mais dependentes das inteligentes artificiais para ter um posicionamento e acabando, vamos perder a autenticidade, a capacidade de inovar. Você acha que isso vai ser um grande problema nesse curto e médio prazo ou só um longo prazo que isso vai impactar diretamente? Eu acho que é um problema já que a gente vive hoje, de curto prazo. A gente já vê...

pessoas que já têm dificuldade de elaborar pensamentos críticos, elaborar pensamentos complexos, já se apoiando nisso. Então já pega a muleta ali, já se apoia nela, e isso já está trazendo impacto para o dia a dia das pessoas. Eu acho que quanto mais a gente conviver com isso, pior vai ficar. Isso eu acho que é um problema para a humanidade, tá? Essa é a visão do Giovanni.

Mas você acha que o Google, por exemplo, o OpenAI, o ChatGPT e tudo mais, eles podem usar isso para que a gente continue sendo dependente ainda mais? Com certeza. O objetivo deles é sempre que a gente use cada vez mais a ferramenta.

Mas, assim, as empresas vão continuar sendo dependentes ainda mais com isso e acabar deixando a criatividade de lado? Eu acho que vai depender da governança, vai depender da cultura da empresa.

Quanto mais ela estiver próxima da essência dela, do porquê que ela existe, eu acho que ela vai criar caminhos para se proteger em relação a isso. As empresas que não têm uma noção clara do seu porquê, o porquê que ela existe, o que ela está fazendo ali, e ela está só preocupada com vendas, com faturamento, resultado de curto prazo, talvez essa empresa vai sofrer mais no médio e longo prazo.

E falando em médio e longo prazo, você acha que em algum momento a ética e a responsabilidade das IAs, nessa curadoria de informações e recomendação de marcas, você acha que em algum momento os governos vão...

interceder isso, vão se meter nesse negócio ou vão deixar tudo cada um pro seu lado? Se a gente olhar o histórico do Google, eu pelo menos não tenho conhecimento de interferência governamental no mundo em relação às posições daquilo que aparece quando o assunto é comercial. Quando o assunto é político, a gente já viu, né? Interferências, preocupações, como que mostra esse resultado, por que que mostra?

Eu acho que eles se preocupam mais com questões políticas, questões de comércio. Acho que só se for alguma coisa que vai colocar a saúde, a segurança das pessoas em risco. Já tem alguns movimentos, algumas regulamentações relacionadas a recomendações de saúde, essas coisas todas. Então, eu não vejo uma grande preocupação governamental em relação a isso, não.

As empresas podem ficar mais tranquilas, né? Tipo, uma regulamentação do uso de aça. Acho que a gente não está perto de uma discussão nesse nível, né? Eu acho que pode ter para alguns assuntos, mas para essa questão de recomendação de empresas, eu acho que não.

Eu acho que segue o jogo normal de quem consegue dominar as regras do jogo melhor. É o CEO, Thiago, de antigamente. Lá quando o Google começou, quem teve aquela preocupação, conseguiu relevância de domínio. Você tem domínios aí que, mesmo não fazendo tudo que o Google pede hoje, ainda tem muita relevância porque fez um trabalho muito forte lá no passado.

Então, acho que vai seguir a mesma linha. Eu não vejo uma preocupação grande em relação a isso, não. Tiago Antunes, eu sei que esse quadro é seu, mas você me permite fazer uma outra pergunta aqui? Fica à vontade, cara. Fica à vontade. Esse programa aqui é seu. A ideia é assim...

Geralmente, o departamento de marketing ou comunicação talvez é o que mais hoje tem utilizado a interface junto à inteligência artificial, porque é o que planeja os conteúdos necessários para a venda. Mas eu acredito que uma empresa tradicional e de qualquer setor, qualquer ramo de atuação, outros departamentos também acabam usando inteligência artificial, seja na sua operação.

comercial ou não, né? Pode ser na operação mesmo, na produção em si. Existem cuidados diferentes que você tem que ter quando você vai usar a inteligência artificial para a venda e para outras atividades dentro da empresa? Essa resposta, ela depende muito de qual o propósito da empresa, de novo. Ela precisa ter claro o porquê. Uma empresa que tem claro o porquê dela...

Eu acho que ela tem uma preocupação geral com tudo que acontece com ela. E não é o que eu vejo com os micro, pequenos e médias empresas. Acho que elas estão muito mais voltadas, muito mais preocupadas em fazer o negócio crescer e vender. E não tem uma preocupação muito grande em relação à perpetuidade daquela empresa.

no jogo. Porque existem duas formas de jogar os opostos. Você pode jogar um jogo de curto prazo, onde você gera resultado rápido e você passa por cima de alguns valores, e tem o resultado de longo prazo, que muitas vezes isso compreende um crescimento um pouquinho mais devagar. E eu vejo que tem poucos empresários dispostos a jogar esse jogo, esse segundo jogo. Mas eu acho que ele é o mais saudável que tem quando a gente fala de, pô, vou ver minha empresa viva daqui cinco anos, daqui dez anos.

Essa empresa, ela vai ter preocupação em tudo, Thiago, em todas as áreas. Então ela vai estruturar uma IA própria dela, vai dar treinamento para os colaboradores usar, vai incentivar os colaboradores a usar, mas dentro do cercadinho dela. A empresa que não está muito preocupada com isso, meu, usa aí, faz do jeito que você quiser fazer e vamos vender.

Você sabe que a gente tem passado experiências semelhantes a essa aí. Por exemplo, a gente ficou um ano preparando o lançamento de um produto, que foi essa, com inteligência artificial e tudo mais, mas a gente ficou um ano preparando o terreno.

pra gente poder estar bem ranqueado no Google. Então, hoje, se você digita no Google onde comer na cidade de Santo André, o restaurante italiano no ABC, sabe? Algumas palavras-chave assim, você encontra a nossa página de indicação. Vai ter um TripAdvisor ali, porque os caras estão fortes pra caramba. Estão fortes, né?

E a gente demorou basicamente um ano nos preparando para chegar no mercado e falar, gente, eu tenho um produto que se eu indicar você, você está lá no topo do Google, bem rapidinho.

E eu vejo que tem companheiros nossos, amigos nossos aqui da imprensa também regional, que eles tentam fazer uma matéria sobre um restaurante e aquela matéria não chega. Mas porque eles querem que a coisa seja automática, né? Com planejamento você consegue, sem planejamento fica um pouquinho mais difícil.

E tem uma diferença muito grande, né? Vocês são um portal de notícia, o trabalho que vocês fazem de tráfego orgânico, de CEO, ele já não é de hoje, né?

de anos. E acho que a vastidão de conteúdo que vocês têm também, ele ajuda demais aí essa exposição. Então, as empresas que... Eu nem sabia que vocês faziam isso. Vocês vendem publicidade dessa forma, assim ou não? É, a gente... É um produto, né? A gente cria um produto chamado Sair e Curtir. Então, é indicação de bares, restaurantes e palatas da região. A nossa ideia é, se eu falo com...

mais de um milhão de pessoas todos os meses, e algumas delas estão pesquisando o que elas vão fazer, eu posso recomendar, fazer uma curadoria primeiro, recomendar o estabelecimento e cobrar desse estabelecimento para estar num lugar premium dentro do site. É a estratégia que a gente considera como o diamante da menção nas IAs.

Ah, então a gente fez bem, né? A gente tá fazendo o dever de casa. E se vocês estão vendendo isso pros empresários, é fantástico. Empresários, contratem isso, porque isso ajuda demais. É, então, é onde a gente começou a pensar, né? Até depois a gente fala no bastidor depois dessa conversa, que nos interessa entender e contratar o seu serviço pra aperfeiçoar essas coisas que a gente tem aqui, porque eu acho que a gente tem...

Muito a conversar, né? Mas muito tempo. Vamos seguir para um outro quadro, que acho um quadro importante também, chamado Fora da Zona. Fora da Zona. Eu queria entender, da vida agora do Giovanni, o que acontece na sua vida fora da tecnologia. A gente já sabe que o kart é uma paixão. Então vamos falar um pouquinho de kart, né? Como que...

O kart é o seu hobby? É o momento que você usa para se desconectar, né? Tirar a tecnologia de lado? Ou ele está dentro de tudo que você faz? Como que você... O kart, ele já foi esse elemento, que ele estava em tudo, né? Tudo girava em torno de kart e tudo mais. Hoje o kart, ele é uma paixão. Esse ano eu tirei como um ano sabático.

por conta de desafios com filhos, né? Tenho fotinho aqui atrás, eu tenho três filhos. A diferença de idade grande entre eles, então são desafios aí que você vai passando. E o kart, ele acaba sacrificando muito esse tempo, né? De final de semana, e são viagens. E aí eu prefiro dar um tempo pra eu focar mais nas crianças. Mas o kart é a paixão. Se tem alguma coisa que eu amo fazer, é andar de kart.

Que legal, cara. E sabe que eu sempre que posso, tô andando de kart também, mas tem todas as vezes em que eu acabo uma corrida e bate o arrependimento daquele por que que eu tô andando de kart de novo? Eu sou ruim pra caramba. Sai tremendo, sai fedendo, chega por último. São várias decepções, né? Mas mesmo assim dá vontade de correr, né? Acho que a velocidade mexe com a gente. Mexe. E por conta dessa frustração, eu criei uma escola de pilotagem de kart.

Eu fundei uma escola chamada Academia do Kart, isso foi em 2016, e ela foi a maior escola de pilotagem de kart do mundo, cresceu muito.

A gente pegou a época da pandemia, vendemos online, curso online, vendeu pra caramba. O pessoal dava risada, falava, vocês vão vender curso online de kart? Pô, vocês são os picareta. Eu falo, pô, meu, qual que é a diferença de eu colocar o cara numa sala e dar as instruções teóricas e fazer isso online, né? Ninguém pode ir pra cartódromo. A gente lançou o produto, vendeu pra caramba, vendeu muito. E eu saí já dessa empresa porque eu tomei uma decisão na vida de tirar o hobby...

do trabalho. Então, pô, você tem que trabalhar com aquilo que você é bom e você tem que usar o hobby e aquilo que você ama. E não misturar as coisas. Porque eu fui perdendo um pouco do gosto do kart trabalhando com ele. Eu não soube administrar a paixão e o trabalho ao mesmo tempo. Então eu preferi sair do trabalho e manter a paixão. Esse era um período sabático, mas não tem como ficar longe, né? Eu vou voltar em algum momento.

É, a minha paixão com kart continua sendo só do Mario Kart. Esse tem outro tipo de bom. Agora, o kart mesmo normal, toda vez que me convidaram eu vou correr, mas eu sempre fico por último, cara. Essa é a minha satisfação. Dá uma pesquisadinha aí depois da academia do kart, você vai ver. Continua firme e forte aí. A pessoa que eu vendi, que é o Rodrigo, é meu amigo pessoal também. Pô, ele faz um trabalho muito bom.

de produção de conteúdo, o Instagram dele tá muito forte, e cara, acho que já passou de 5 mil, 6 mil alunos aí formados, bastante gente que legal, a gente precisa se, eu preciso surpreender, a próxima vez que eu chegar numa corrida lá, o pessoal vai falar lá, ó o que sempre chega por último, que nos traz alegria, né e de repente eu consigo a penúltima posição, né, a gente tem casos legais lá viu, de gente, nesse caso assim, pô

Vou chamar vocês pra vocês me ajudarem. É a tábua de salvação. Se vocês não resolveram o meu problema, eu paro no kart. Tem um monte de gente aí que tá ganhando campeonato, tá disputando, que chegou pra gente nesse cenário lá. Na época. Você tem salvação ainda, então. Tenho, tenho. Eu deixo minhas luvinhas no carro ali. A hora que chamam... Vai ter coisa de... Já tá pronto, já vai.

uma dessas suas últimas perguntas você começou a tocar no assunto que eu acho que dá um gancho certo para o seu próximo quadro que é o Decisões Críticas Decisões Críticas Nesse quadro Giovanna, a gente tenta

falar um pouquinho da sua trajetória, da construção, decisões estratégicas aqui, especialmente no mundo digital, que é onde você trabalha muito hoje. E a gente tenta entender se houve, e se tiver acontecido, qual foi a decisão mais arriscada que você teve que tomar na sua carreira. Que talvez...

Por você ter investido nisso, seja em tecnologia ou na decisão que você tomou, que isso mudou o rumo dos seus negócios. Você consegue compartilhar com a gente qual foi esse momento crítico na sua vida? Consigo, consigo. Ele é antes de eu começar a empreender, Thiago. Eu era gerente de uma multinacional, eu tinha uma carreira consolidada, robusta.

eu era desejado pelo mercado, eu tinha empresas sempre me procurando, ou seja, eu tinha uma carreira montadinha ali, eu era novo, tinha acho que 27 anos. Foi ano passado isso aí? Não. Esse ano eu faço 42 já. Caramba, cara! Eu tinha 27 anos na época.

E eu estava muito infeliz, estava frustrado mesmo. E eu convivia, né, por cuidar de marketing e estar à frente ali de algumas marcas, eu passava por muita dificuldade de fornecedor, de ser contratado, de ser enrolado. Quem já contratou empresa de marketing sabe que esse mercado, ele é ruim. Você contrata com uma promessa, depois na execução há desgraça, aí a pessoa fica te enrolando. E eu já tinha tentado de tudo, freelancer, agência, tudo.

eu falei, cara, eu vou sair e vou empreender, e aí foi a embarrigada, porque eu ganhava bem, vivia bem pago pela empresa, viajava o mundo todo vivia muito bem, tinha uma carreira bem próspera pela frente e aí resolvi largar tudo esse mundo corporativo e empreender, esse foi o momento mais arriscado da minha vida, eu já tinha dois filhos e eu não podia brincar, eu já tinha me separado, né

Então tinha muita responsabilidade ali. Quando você separa o teu custo de vida, ele aumenta, né? Você tem que reduzir a qualidade de vida. Então foi um período ali bem delicado, mas que valeu a pena. Porque eu acho que eu criei a empresa no momento certo, com a mentalidade certa. Porque eu não queria ser aquilo que os outros fornecedores tinham sido pra mim.

Então, a gente, obviamente, nós erramos, é uma empresa de serviço, somos seres humanos, toda empresa tem problema, mas a gente tem um cuidado muito grande na condução de tudo, desde a promessa que a gente faz para o cliente até a execução. A gente procura estar sempre muito alinhado. Até o nosso contrato é diferente.

A gente não tem, você vai às vezes pegar contratos de agência, o pessoal te amarra em contratos longos e faz você ficar porque o contrato é longo. Aqui não, o cliente tem que ficar porque ele está vendo o resultado positivo do que a gente está fazendo. A gente quer uma relação de ganho dos dois lados, não uma relação predatória, é isso que a gente busca.

Isso é muito bacana. Isso é muito bacana. E eu acho que isso se conecta muito também com o que o nosso público está ouvindo aqui. Os caminhos dentro do empreendedorismo digital, vamos dizer assim, eles são variados, né? Aqui você deu para a gente uma aula sobre o uso da inteligência artificial, como dominar melhor esse mercado, trouxe para a gente algumas informações úteis, inclusive sobre, não olha só para o Google, né? Você tem outras ferramentas que são importantes também para você ser localizado.

E você traz também essa questão ao empreender, decisão difícil é tomada, mas acho que o resultado prático é esse que você está apresentando. Você tem uma empresa muito bacana hoje, está dominando uma fatia do mercado e é uma fonte de inspiração para muita gente que está pensando em empreender. Vamos que vamos, os desafios, os riscos eles têm. Agora, mudando um pouco de assunto, a gente fez bastante pergunta.

e trouxemos um convidado, o Thiago Antunes, para te fazer perguntas também, só que nós não somos os únicos a te perguntar. Nós temos o outro momento que desafia as assessorias das empresas que nós convidamos para cá, que são momentos surpresas, é o selo é de verdade. Selo é de verdade.

O nosso produtor e o nosso mestre aqui, o Ed Barone, ele ficou atento a tudo que você falou durante essa conversa. E ele faz um fact-checking em tempo real de tudo. E esse é o momento que ele vem para confrontar, assim, se houve algum dado que a gente conversou e não era bem assim e tal. E no final ele nos diz se essa conversa ela teve o selo é de verdade, de validação, né?

Então aí eu pergunto para você, Ed, essa conversa foi de verdade? Temos o selo Ed de verdade? Olha, eu vou dizer que o Giovanni começou corajoso já, trazendo alguns dados ali numéricos mesmo sobre a questão do consumo, principalmente quando a gente fala do volume de pesquisa antes e pós IA, mas se saiu muito bem, os dados foram totalmente checados, está tudo validado e o selo Ed está garantido.

Muito bom. Particularmente durante a entrevista, essa questão de pesquisa mesmo me pegou muito, porque eu também já não sou mais novinho. E eu lembro que quando eu comecei a utilizar a internet, quando a gente tinha alguma dúvida, assim que parecia absurda e a gente não tinha coragem de perguntar pra ninguém, a gente recorria ao Yahoo Respostas, né?

Depois isso passou a ser direto no Google. E mais recente, por exemplo, eu vi que a geração Z não estava mais pesquisando no Google. Eles estavam pesquisando direto no TikTok.

E agora a gente vem para essa era onde todo mundo só pergunta para a IA. As pessoas não pesquisam mais, elas só perguntam. Então, é uma era que está em constante evolução. A gente nunca sabe qual vai ser o próximo passo. E é justamente isso que eu queria aproveitar nesse momento aqui para te questionar. Você que está dentro dessa área, principalmente de marketing, de consumo.

focado em inteligência artificial, o que é o próximo grande passo da IA? Vocês já estão esperando por isso? Ou qual deveria ser, se ainda não tem nada tão concreto? É um mundo como o Tiago falou no começo, que antigamente a gente esperava atualização trimestral, mensal, semanal. Hoje é diária, né? Você abre ali o Instagram, você abre qualquer portal de notícia que fala sobre IA, todo dia tem uma coisa muito nova.

Tem gente que fala, e eu já vi gente grande, gente séria, falando que esse poder da narrativa de que a IA vai dominar tudo é porque tem muita gente que colocou muito dinheiro e eles precisam ter retorno desse investimento. Então, já vi pessoas falando que isso é só narrativa. E eu vejo pessoas que, de fato, acreditam que o negócio vai mudar a forma como a gente vive.

eu tenho uma opinião. Eu acho que o mundo tem a dependência, ele vai criar essa dependência pela IA. Mas a IA tem um problema de infraestrutura. É muito caro fisicamente você manter servidores, manter data centers focados nisso. É tudo muito caro. E o ser humano tem limitações de recursos. Então, enquanto não houver essa quebra, essa...

rompimento dessa limitação física de infraestrutura, eu acho que a IA não vai adentrar mais tanto do que já está entrando. A gente vai ter melhorias, a gente vai ter avanços de ferramentas que vão ser nossos assistentes. Tem o OpenClaw, não sei se vocês já viram, que é a ferramenta que você instala dentro do computador. Tem várias, que hoje já fazem isso, mas todas com muito risco de você, putz, eu não consigo travar direito ela. Eu acho que...

Dá pra gente analisar tudo, Ed. Dá pra gente pensar que o cara que tá falando que isso é narrativa é verdade. Dá pra gente acreditar que o cara que tá falando que vai dominar tudo também é verdade. Mas acho que no final a gente vai morrer no meio termo aí. Tá certo, Giovanni. Obrigado, viu?

Obrigado, Ed, pela sua intervenção aqui. É sempre bom ter o Ed. A gente já fez, eu não sei, já perdi as contas de quantos episódios. Até agora, ninguém ficou sem o selo Ed verdade. Eu estou esperando esse momento chegar, Ed. Hora que você falar assim, não foi validar.

É, a gente tudo é político, é isso. Muito bom, Ed. Para você que está nos ouvindo, tentamos trazer para você uma conversa interessante sobre o mundo do marketing, de vendas, de relacionamento com inteligência artificial. E eu acho que o Giovanni trouxe para a gente muita coisa interessante. E é o momento de vocês agora começarem a pensar sobre isso. E se você está querendo empreender nesse ramo digital...

Tem uma aula a ser tomada daqui para frente, para você poder aprender muito mais, ter mais informação e estar vendo que existem especialistas que sabem os caminhos que a gente pode seguir. O Giovanni é um deles. Mas agora, para a gente poder chegar no encerramento do nosso programa, a gente queria chamar o último quadro, que é o Entrevista Reversa. Entrevista Reversa.

Nessa hora, já que a gente fez tanta pergunta, vamos deixar agora o Giovanni tentar nos fazer alguma pergunta e a gente vai tentar responder com a mesma maestria e expertise que ele teve até o momento. O assunto de hoje é tecnologia e nós temos um repórter de tecnologia no portal, que é o Tiago Antunes, então eu vou tirar o meu corpo fora e vou deixar o Tiago tentar responder essa pergunta, eu vou ficar de fora.

Então, Giovanni, você tem alguma pergunta para nós? Consegue nos desafiar aqui o nosso conhecimento? Vamos lá. Aí vocês invertem o negócio e vocês me complicam, né? Vamos lá. Você comentou, Tiago, que vocês fizeram um investimento aí legal até para ativar recursos lá do Cloudflare, para aumentar menções e tudo mais. E eu fiz uma análise e vi que o tráfego orgânico de vocês, eles vêm crescendo, né?

na contramão do mundo, porque o mundo está perdendo tráfego orgânico, porque a resposta, de fato, já está ali. Queria que você falasse se esse movimento que vocês fizeram foi financeiramente interessante para vocês, se esse aumento de acessos no site houve retorno financeiro de AdSense, de publicidade, queria entender isso. É, então eu vou ter que responder, Thiago Antunes, que acho que os dados...asasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasasas

Eu respondo sim. Como você mesmo falou, o planejamento é sempre de longo prazo. Então, o que a gente fez? A gente planejou olhando lá na frente. O investimento veio, a gente contou com parcerias, inclusive o próprio Google. A gente conversou muito com o Google antes da gente trazer essa tecnologia para cá. Até para ter certeza que o investimento que a gente fosse fazer poderia dar resultado. Mas você imagina o seguinte, a expectativa...

é que a gente aumentasse a nossa audiência em até 10 vezes até o final do ano. Então, só nesse aumento da audiência, você já imagina o seguinte, o Google, todos os meses, me paga um valor X das publicidades que eles soltam no meu site. Se eu aumento a minha audiência em 10 vezes...

na teoria, o Google vai me remunerar 10 vezes mais por essas audiências, porque eu vou ter uma capacidade ampliada de poder entregar as publicidades que ele me coloca aqui. Então, só nisso já faz valer a pena.

Só que não é somente isso. Essa tecnologia me permite superar aqueles problemas de adblocks, sabe? Tem muitos programas que bloqueiam os anúncios. Então, quando a pessoa entra no meu portal, mesmo que ela tenha um bloqueador, o meu anúncio aparece para ela. Porque as minhas páginas são construídas, elas são armazenadas estaticamente. Ela não é construída na hora entregue para o leitor.

E aí tem mais um benefício que é assim, a velocidade do meu portal, ele foi muito ampliado. Hoje eu abro uma página em 0.2, 0.3 segundos, é uma fração de segundos. E o anúncio, ele abre na mesma velocidade, não corro aquele risco da pessoa abrir a página e antes do anúncio aparecer, ela mudar para outra página. Então eu consigo ter um volume de entrega maior. Aí com todos esses benefícios, financeiramente...

Compensa muito. Eu posso agora chegar pra qualquer anunciante que não seja o Google e cobrar um CPM muito mais caro. Porque eu, de fato, tenho a comprovação que eu entrego. Então, financeiramente falando, vale muito. Porque a tecnologia é isso. Ela avançou. A gente precisa avançar com ela. Se a gente ficar pra trás...

É igual o carro, né? Ele vai desvalorizando, desvalorizando. Vai perdendo a oportunidade de você ganhar um pouco mais. Então hoje, felizmente, a gente voltou a liderar o mercado nessa área. Esse mercado editorial nosso, se eu trouxer aqui o que era o ABC da BC há 10 anos atrás, a gente tinha uma audiência absurda. Mas também não tinha tantos portais de notícias, não tinha tanto jornal. Era um jogo mais de várzea, né? Era mais simples, né?

Isso, mas sim, foi crescendo, a audiência foi se fragmentando e a verba publicitária dos anunciantes, que antes eles tinham 3, 4 para anunciar, agora eles têm 20, 30, 40, né? Então a verba foi diminuindo. Agora a gente volta para o jogo assim, olha gente, a audiência nossa de uma única matéria que a gente publicou agora e um dia de publicação, a gente tem mais audiência somando todos os portais de notícias que estão nos acompanhando aqui.

Então a gente chega num volume muito maior. Giovanni, cara, eu queria agradecer muito a sua disponibilidade dessa conversa. Foi muito legal. O tempo passou muito rápido. E quando o tempo passa rápido, a gente sabe que a conversa foi boa. Eu queria agradecer especialmente pela disposição.

Pelo conteúdo, eu acho que eu mesmo saio daqui aprendendo coisas novas que eu não sabia. E a gente já vou reunir ali com o meu time e a gente vai começar a planejar isso. E eu queria que você usasse agora os minutos que você precisar para passar o seu recado final. Fala um pouquinho da sua empresa, como as pessoas encontram. O tempo é seu, pode fazer a propaganda que você quiser. Muito obrigado, Thiago, muito obrigado. A gente vê a qualidade da conversa pela velocidade mesmo. É a reunião de uma hora que o Gui está marcando.

Passou rápido. O que eu queria passar de recado para quem está aqui com a gente até agora é que você pode contar com uma empresa, com a Mestres, para fazer com que a sua empresa cresça dentro do ambiente digital.

com uma mentalidade diferente, uma mentalidade de fato de parceria, onde a gente não vai olhar cada ferramentinha de forma isolada, a gente vai olhar sempre a estratégia da tua empresa para levar você até os teus objetivos. Sempre pensando numa siglazinha muito simples, retorno do investimento.

Então se você investe X, precisa voltar 5X, precisa voltar 10X. Esse é o foco de todo o trabalho que a gente faz. Não existe marketing que não seja voltado para vendas. Marketing pelo marketing só para dizer que faz. E você não consegue acompanhar isso em aumento de vendas, aumento de faturamento.

acaba sendo uma grande ilusão. Não importa o que se faça, não importa se é um trabalho voltado para gerar demanda efetivamente, se é um trabalho de marca, tudo precisa ser medido, tudo precisa ser parametrizado para que a gente atinja os objetivos. E nós somos essa empresa, 12 anos de mercado, já mais de 3.500 clientes atendidos ao longo desse tempo e a gente tem lastro para poder conduzir.

pequenas e médias empresas dentro desse crescimento digital. Giovanni, onde que o pessoal encontra a sua empresa? www.mestres no plural do site no singular.com.br Perfeito. mestres do site.com.br Pessoal,

É uma indicação que nós, ABC do ABC, damos para vocês. Quando a gente faz a seleção das empresas que nós vamos apresentar aqui, não é qualquer empresa. Tanto é que a gente não cobra para as empresas estarem aqui. Nós fazemos tudo organicamente. E a nossa seleção é o que a gente pode trazer para esse programa que pode ajudar essa pessoa que está nos ouvindo. Quando a gente pega...

uma empresa como Mestres do Site para conversar, e a gente fez toda uma análise prévia, percebemos que aqui tem um conteúdo muito importante para quem nos ouve. Por isso, nós trouxemos eles para cá. Então, novamente, obrigado, Giovanni, pela sua disponibilidade. Esperamos que...

a gente envia alguém pra você pra poder compensar todo esse conhecimento que você nos trouxe e Tiago Antunes, mais uma vez agradeço muito a sua disponibilidade de trabalhar aqui com a gente hoje sua participação é sempre pontual e cirúrgica e quer passar um recado final pro pessoal? só queria agradecer novamente pelo convite e sempre que tiver um papo bom pra trocar eu tô aqui disponível

Pra você, Memphis Depay deve sair ou continuar?

Ah, tem que continuar, né? É isso aí. Fechamos, então, com o nosso amigo corintiano, Thiago Antunes. E para você que nos acompanhou até agora, agradecemos também a paciência e o interesse de continuar assistindo. Não se esqueça que todos esses nossos episódios viram também uma matéria especial que vai estar no site com conteúdo extra, com mais informações sobre o assunto que nós comentamos aqui. E lá tem os links para tudo o que você precisar.

Vai ter o link para o site que nós citamos aqui. Vai ter mais informações sobre o Giovanni. Se você quiser aprender sobre kart, vai ter lá também a indicação de como você pode melhorar a sua habilidade nas pistas. Tem os links para as plataformas onde você pode ouvir esse podcast. Nós estamos no YouTube, na Amazon, na Apple Podcast, no Deezer, no Spotify. Enfim, todas as plataformas você pode nos encontrar lá.

E se você tem qualquer sugestão de outros assuntos que você gostaria de ouvir aqui, se você tem indicação talvez de uma história que você gostaria de contar aqui, se você é a pessoa que gostaria de ser entrevistado, entre em contato conosco. Dessa vez eu vou pedir para você entrar em contato de uma forma mais arcaica, pode ser por e-mail. Então você vai lá, contato, arroba, abcdoabc.com.br e nos manda a sua sugestão. E se sobrou alguma dúvida,

algum ponto mais específico que você gostaria de esclarecer com o Giovanni, manda por esse mesmo contato e a gente faz a ponte entre vocês e o Giovanni e aí você pode esclarecer todas as suas dúvidas, tá bom? Todos os sábados, ao meio-dia, um programa novo, uma história diferente que você não sabia que precisava ouvir essa história até o momento em que você dá o play no seu tocador. E a gente se encontra no próximo episódio. Então, obrigado pessoal e até a próxima. Apresentação, Tiago Quirino.

Jornalista convidado, Tiago Antunes. Entrevistado, Giovanni Ballarin. Edição, Rodrigo Rodrigues. Produção, Ed Barone. Direção, Tiago Quirino. Direção geral, Alex Faria. Este programa é um produto do portal ABC do ABC. As opiniões manifestadas pelo entrevistado não refletem, necessariamente, o posicionamento do portal ABC do ABC. Para se manter informado sobre tudo o que acontece na região, acesse www.abcdoabc.com.br.

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