PodPan - Episódio 25 - S4 - IGOR E FERNANDO - MOTO MORINI
UMA LENDA ITALIANA ESTÁ DE VOLTA AO BRASIL. MAS O QUE A MOTO MORINI PREPAROU PARA O MOTOCICLISTA BRASILEIRO? 🇮🇹🏍️🇧🇷No episódio de hoje do PODPAN, vamos mergulhar no universo de uma das marcas mais tradicionais da história do motociclismo italiano: Moto Morini.Para essa conversa, recebemos Fernando e Igor, profissionais que vivem o dia a dia da marca e estão na linha de frente desse novo capítulo da Moto Morini no Brasil.Com uma história que remonta a 1937, na Itália, a Moto Morini carrega décadas de tradição, engenharia, competição e, principalmente, uma identidade própria. Agora, essa tradição italiana encontra um dos públicos mais apaixonados por motocicletas do mundo: o motociclista brasileiro.E é justamente aí que começa a nossa conversa.O que a Moto Morini veio construir no Brasil?Neste episódio, vamos muito além de simplesmente apresentar motocicletas.Vamos falar sobre a chegada da marca ao mercado brasileiro, os planos para o futuro, o perfil do motociclista que a Moto Morini pretende conquistar e tudo aquilo que existe por trás de uma operação que traz uma marca italiana para as nossas estradas.E claro, vamos conhecer de perto algumas das máquinas que estão chamando atenção.🏍️ X-Cape 650, uma Adventure de 649 cc desenvolvida para quem busca versatilidade, tecnologia e capacidade para encarar diferentes tipos de estrada.🔥 X-Cape 1200, equipada com motor V2 de 1.187 cc, 129 cv e uma proposta de alta performance para quem procura uma motocicleta grande, potente e preparada para grandes aventuras.🏁 Seiemmezzo STR e SCR, modelos que unem personalidade, estilo italiano e uma proposta diferenciada para quem quer viver a motocicleta também dentro da cidade.😈 Calibro Custom e Calibro Bagger, motocicletas que entram em um território onde design, conforto, personalidade e estilo caminham lado a lado.Mas motocicleta não é apenas motor, potência e tecnologia.É experiência.É confiança.É relacionamento.É pós-venda.É peça disponível quando você precisa.É assistência.É saber que existe alguém do outro lado quando a moto deixa a concessionária e começa a viver sua verdadeira história na estrada.Por isso, vamos colocar esses assuntos na mesa.Neste episódio:A história e a tradição da Moto Morini.A chegada da marca ao Brasil.Os modelos disponíveis no mercado brasileiro.X-Cape 650 e X-Cape 1200.Seiemmezzo STR e SCR.Calibro Custom e Calibro Bagger.Pós-venda, peças e manutenção.Expansão e estrutura da marca no Brasil.Os planos da Moto Morini para o mercado brasileiro.O perfil do consumidor de motocicletas de média e alta cilindrada.O que significa representar uma marca italiana no Brasil.E, principalmente, o que podemos esperar da Moto Morini daqui para frente.Porque uma motocicleta pode nascer em uma fábrica na Itália.Mas é na estrada que ela encontra sua verdadeira identidade.E agora queremos descobrir se essa história italiana vai ganhar um novo capítulo escrito em português, com sotaque brasileiro e muitos quilômetros de estrada.Se você gosta de Moto Morini, motos italianas, motocicletas Adventure, alta cilindrada, motos custom, X-Cape 650, X-Cape 1200, Seiemmezzo, Calibro, motociclismo, viagens de moto e novidades do mercado brasileiro de motocicletas, este episódio é obrigatório.🔥 INSCREVA-SE NO PODPAN!👍 Deixe seu like.💬 E responda nos comentários:QUAL MOTO MORINI VOCÊ LEVARIA PARA A GARAGEM?📲 Siga o PODPAN no Instagram: @podpanoficialO que nos move não é gasolina, é paixão.#PODPAN #MotoMorini #MotoMoriniBrasil #XCape650 #XCape1200 #XCape #Seiemmezzo #Calibro #MotoItaliana #MotosItalianas #Motociclismo #MotociclismoBrasil #AdventureBike #MotoAdventure #AltaCilindrada #MotoCustom #CustomBike #Motos #DuasRodas #MotoBrasil #Motociclista #Motorcycle #MotorcycleLife #Podcast #PodcastDeMotos
Ronan
Mariana
Fernando
Igor
- Modelos Moto Morini· NegociosX-Cape 650·X-Cape 1200·Seiemmezzo STR e SCR·Calibro Custom e Bagger·Alltrack 450·350 (3 Mezzo)
- Manutenção e Pós-VendaPlanos de manutenção com preço fixo·Disponibilidade de peças·Oficina própria na concessionária·Ciclo de reposição de peças
- Experiência de Test Ride· NegociosQualidade de acabamento·Desempenho e ciclística·Satisfação do cliente·Comparativo com outras marcas
- História da Moto Morini· NegociosFundação em 1937·Alfonso Morini·Bombardeio na Segunda Guerra·Gabriela·Franco Lamborghini
- Motores Moto Morini· NegociosMotor 650 (parceria Kawasaki)·Motor 700 (CFMoto)·Novo motor 350 (desenvolvimento próprio)·Engenharia Kawasaki
- Mercado Brasileiro· EconomiaFormação de família Morini·Expansão da rede de concessionárias·Foco em média e alta cilindrada·Programa de fidelização (Sábado Italiano)
- Seguro e Proteção Veicular· NegociosBaixo índice de roubo·Sinistralidade por acidentes·Cotações de seguro·Associações de proteção veicular
- Consumo e Performance de Motos· NegociosConsumo da Calibro (18-20 km/l)·Consumo da X-Cape (21 km/l)·Velocidade máxima atingida·Relação peso-potência
- Customização e Acessórios· NegociosAcessórios de linha·Mercado paralelo de customização·Personalização da Scrambler·Customização de motos
Fala, pessoal, boa noite! Mais uma segunda-feira, a Mari ainda não chegou, mas daqui a pouco ela vai participar aqui com a gente. Hoje eu estou recebendo com grande honra o Igor Fernando do Mato, da Moto Morini. Que é uma fabricante de moto italiana que é desde 1937. Então eu acho que tem bastante história para contar aí, até mesmo algumas motos que são bastante diferenciais. Toda a linha dela é um V2, né? Então já começa por aí, todas bicilíndricas.
Então o Igor tá na minha direita, o Fernando na minha esquerda. Boa noite, Igor, tudo bem?
Ô, Ana, boa noite, cara. Obrigado pelo convite.
Eu que agradeço, irmão. Tamo junto.
Valeu.
E aí, Fernando, 100%?
100%.
Tranquilo? Boa noite.
Obrigado pelo convite, pela pizza, né?
Pizza tá aqui, gente, ó.
Não vou deixar faltar.
Não vou falar de moto ali, eu não vou trazer pizza, né? Valeu aí a Pizza Tru. Ô, Igor, conta um pouquinho aí da história para gente aí da Moto Morini, se você conseguir aí um Desde 1937, fundador aí o Alonso, Alfonso, Alfonso Morini.
A história, contar um pouquinho da história da fábrica e de como a gente veio parar aqui, né? A Morini foi fundada pelo Alfonso Morini, ele era um mecânico e desenvolveu, começou a desenvolver montagem de motocicleta, chassi e tudo mais, e de repente virou um fabricante de motocicletas. Em 37, na cidade de Bolonha, na Itália. Isso mesmo. E em 45, na guerra, a fábrica foi bombardeada. A grande questão do negócio é que ele era mecânico, desenvolvedor e piloto.
Então era um cara que ele produzia para ele mesmo testar. Então ele queria fazer sempre o de melhor, né? E como piloto, ele fazia motocicleta para competir e tal. Já tinha umas grandes montadoras na época E aí algumas provas europeias, enfim, e o desempenho dos motores era muito bom. No ano de 45, a fábrica foi bombardeada porque ela passou durante a guerra a produzir armamento, né, igual todas as outras fábricas passaram a produzir armamento.
E aí depois que acabou a guerra, eles montaram uma outra planta. Eu não tô recordando o nome da cidade exatamente, não sei se é Trivôsio, Trívoli, alguma coisa assim. Você até me perguntou se estava com a cola, eu devia ter feito. Mas aí teve essa sequência e a fábrica passou por diversas alterações de, enfim, de dificuldades, expansões, aquisições, parcerias, enfim. E o senhor Alfonso Morini faleceu em 69, salvo engano, em 70 A filha dele, que é Gabriella Morini, assumiu a direção, foi a primeira presidente, diretora, não existia o termo CEO na época, né, mulher de uma grande montadora.
E aí a grande sacada dela foi tirar o Franco Lamborghini da Ferrari, que era o engenheiro de motores. E nessa sacada foi o Franco Lamborghini para Morini e desenvolveu a 3 Mezzo, que é a 350 que nós conhecemos aí. Eu conheci Interlagos semana passada e que é o próximo lançamento na marca no primeiro semestre agora de 27. A gente tava conversando nos bastidores aqui, eu, uma coisa que saltou aos olhos de todo mundo que tava presente lá, imprensa tava toda lá quando o Fabrício funcionou ela.
Acho que foi um dos barulhos de motocicleta mais bonitos que eu já ouvi até hoje. A gente sempre tem aquele hábito de moto de baixa cilindrada, tem um barulhinho às vezes de enceradeira, né, aquela coisa fraca, sem pressão, o motor e tal. Cara, na hora que todo mundo ouviu, ficou aquele, aquela impressão no ar. Fala, caramba, como é que essa moto faz esse barulho maravilhoso? Claro que ela tem o escape especial e tudo mais. É o primeiro motor dessa nova geração de motocicletas Moto Morini desenvolvido, produzido pela Moto Morini.
Os motores atuais não são motor 650 que hoje vem na linha Xscape e na linha CE Mezzo, que são 650, são motores que existe uma parceria extraoficial com a Kawasaki. São motores que têm as mesmas medições, né, Fernando, as mesmas especificações do motor Kawasaki, mas oficialmente não existe essa oficialização. É a mesma fabricante, que produz. Então, e tem as mesmas medidas, são os mesmos motores Kawasaki, só que oficialmente eles não divulgam isso.
E o 700 é um outro fabricante, é um motor inclusive o mesmo motor da CFMotos, que equipa as nossas custom da Calibro Custom em Calibro Bagger. E esse 350 novo que tá vindo agora vai ser o primeiro desenvolvido e produzido pela Moto Morini dessa nova geração, não das antigas, né, naturalmente.
350.
Bicilíndrico também, bicilíndrico, em V também.
Ela é em V.
Qual que é essa moto?
É a 3 mesmo, é de 350. Não, ela foi apresentada lá, até te mando as fotos aqui depois.
É sensacional, já coloca aqui porque acho que eu quero ver.
A gente fala aqui agora, ela é maravilhosa.
E se eu não me engano, Tremeso é uma comuna na Itália, não é? Uma cidade na Itália, não é, cara?
Não tenho certeza. Não, na realidade o Tremeso é de 350, porque o Seiemetz é de 6,5. 650, 6,5.
Eu vi assim na rede, 3,5.
É, eu vi o Seiemetz é de 3,5, 350. Eu tô é que a logo dela é 3,5.
Isso mesmo.
O 6 metros é 6, 1,5. Te mandei as fotos aí, olha aqui.
Fabiano, vou te mostrar aí, te mandar aí, aí a gente dá um jeito. Ô Mari, segura aí que já vou te mandar, tem um link aí. A Mari também vai entrar, viu, Fabiano? Ô gente, deixa eu avisar aí, a Mari tá em casa porque o marido dela tava passando mal, mas tá tudo tranquilo, beleza? Então, só para deixar aí, vou deixar aqui as fotos que o Igor mandou, mandar para o Fabiano aí. Fabiano já pega aí no meu WhatsApp, não pega, Fabiano?
Valeu! Quando você puder, coloca para gente aí, coloca a Mari também no ar aí, que a gente vai ter que usar o fone de ouvido para ouvir a Mariana. Perdeu a pizza, né, Mari? Quer colocar o fone de ouvido aí já? Pode até colocar. Vê se vocês estão me escutando direitinho também.
Deixa eu largar aqui que minha cabeça é um pouquinho grande.
É só colocar, puxar. Fabiano, coloca, consegue aí? A Mari tá aqui já com a gente, ó. Boa noite, Mariana!
Oi, boa noite, pessoal, tudo bem?
Tudo joia, boa noite, tudo bem?
Ei, Fernando! Ei, Igor! Boa noite, tá conseguindo enxergar aí?
Eu tá vendo a gente?
Tô vendo vocês.
Beleza, Mari. O Fabiano vai colocar agora aí uma moto que vai lançar, tá lançando agora na Interlagos. Eu não sei se você ouviu, eu vou falar que é a 3,5, porque esse tremiso aí, tremiso comigo, eu sou brasileiro, entendeu? Mas você vê a pronúncia do jeito que eles falam, você fala, putz, Pois é, mas se você olhar uma 350 bicilíndrica, eu acho que vai cair no gosto da gente que precisa de uma moto assim.
A hora que você ouvir ela funcionando, aí você vai ter certeza.
Você tá junto com o Fernando, tô fora de vocês. O Fernando chega na Calibre aqui, eu já olhei e falei assim, ô meu Deus, ela é bonita, né? É. Ô Fabiano, consegue aí as fotos? Já tá no meu WhatsApp.
Fernando foi com a Calibro para fazer vontade no Acer, né, Ronan?
Já chegou aqui já.
Eu tinha esquecido de vir com ela, eu voltei só para pegar.
Já tinha fechado a loja.
Para quem não sabe, a Moto Morini, ela tem, que eu vi, ela tem esportiva carenada. Eu não sei aqui se vocês vão trazer para cá.
Então o lineup no dia de hoje, hoje nosso é de 3 modelos totalizando 7 versões. Isso mesmo, tem Xscape com 3 versões, a Seiva mesmo com 2 versões e a Calibro com 2 versões, totalizando 7 motos. Com a vinda da Alltrack são mais 2 versões, vamos falar agora também 4 modelos.
Alltrack é a 450.
Que tá deixando a gente sem almoçar de tanto trabalhar. Fernando levantou da mesa hoje. Hoje é o primeiro dia que eu fui embora da loja sem conseguir fazer a contagem das vendas. É hábito de todo gestor de concessionária no final do dia passar resultado. Enfim, hoje eu não consegui, eu não consegui contar. Teve hora fazendo conta, eu perdi. Eu falei, não deixa, vamos embora, amanhã eu faço. E aí ano que vem vem a 3M Epson. Não sei quantas versões, acho que vão ser duas.
Aí vai ser o quinto modelo, vão chegar a 12 versões, ela e a 1200. A 1200 eu também não sei quantas versões, mas a 3 e meia e a 1200 elas vêm ao longo do primeiro semestre. Aí eu não posso afirmar se no primeiro mês ou no último mês, se é janeiro, se é junho, mas que dentro do primeiro semestre elas vão ser lançadas, porque aí tem processo de homologação, INPI, um porrada de de questões, né, principalmente ambientais, que fazem muito sentido atualmente e que demandam uma certa burocracia, mas tá dentro do processo.
Essa aí é a 3,5 que tá aparecendo para vocês aí. Exatamente, 3 mesmo, 3 metros só.
Fala 3,5 mesmo, 3,5 melhor. Então eu acho uma moto Muito bonito ali na carenagem da lateral do banco dela.
32 cavalos, motinha boa.
É 32 cavalos.
Quantos cavalos? 32.
Sabe os quilos de torque dela, Igor?
3,4.
É 3,4, exatamente. Peso é o quê? 190? Não, 190 é o truck.
Olha lá, o 3,5.
Até tem a ficha dela aqui, cara.
Essa é a 350?
Essa é a 350, Mário.
Tirei foto da ficha dela na apresentação, nem sei se podia não.
Essa é mais uma naked, será?
154 kg, é uma nakedzinha. A naked, 154 kg, 154 kg, 79 cm de altura, 79,5.
Proporção peso-potência excelente, hein?
É, e levinha, né, Ronan? Vai cair no gosto do povo, viu?
Muito leve, 154 kg.
Ela é muito leve, leve, baixinha.
É 32 cavalos a 8.000 RPM, torque de 3 kg a 5.500 RPM. Para 154 kg, tá ótimo. Refrigerada líquido, enfim, ABS. Ah, tem isso tudo, vai vir aqui, tá uma ficha técnica. Pera aí, freios, cadê freio aqui?
Ah, mas eu já tinha visto lá que é tudo Brembo, né? Usam tudo Brembo.
A Outrike que veio agora, a gente tava esperando vir com linha de freios Brembo, mas ela veio com a J. Juan. Que é da Brembo hoje.
É, hoje tá acontecendo isso muito, né, da gente colocar um outro nome, né, e sendo da subsidiária, né, seja ela para poder ajudar na importação, né, baratear, baratear.
Principal, a questão é principalmente baratear, colocar produto de qualidade. Você tem ganho de escala, né, produz o mesmo componente para oferecer produto para o mundo inteiro. Então você tem um ganho de escala absurdo em produção. Aí por isso que o mercado de produção chinês tá muito expressivo. Todo fabricante, montadora, seja lá o que for, produz lá em escala global, distribui ao redor do mundo com um custo baixo. Essa grande impacto que as marcas estão chegando, nós e todas as outras que estão vindo aí, então com essa potência de de expressão de valor, porque você tem grande escala.
Você falou aí que hoje você não conseguiu nem fechar o seu resultado ali, vamos falar assim, né? É, pessoal tem procurado bastante, tem acreditado, tem feito teste ride nessas motos, tem gostado. Porque se eu não me engano, a moto Morino já teve no Brasil, ou não?
Que eu saiba, não. Não, ela teve algumas unidades.
A baixa cilindrada, é as baixinhas cilindradas, mais ou menos em 80, 82 que o pessoal fala.
É que era uma super moto, inclusive, mesmo baixa cilindrada era uma moto bem, bem badalada na época.
Tivemos muita gente que visitou a loja para isso, né, cara? Mas sim, hoje a cada 60, 70 anos, não, tô vindo aqui porque eu tinha quando era menino e tudo.
Legal.
Os números do teste rádio, você falou o quê?
É, o pessoal tem feito teste rádio porque vocês têm um negócio, você falou, o lineup, né? Você vai ter custom, né, que é a Calibro.
Tem naked, uma naked pura e uma scrambler.
É, tem scrambler.
A custom, as duas são custom, são iguais. A diferença é só que uma tem bagageiro e o gatilhinho ali. A bagger tem asa, né, e as bagagens. Mas bagagem, você tira a bagagem, ela fica igual a outra. Com exceção da Karenage, mas o, e as Adventure tem a Touring também que a Mari falou aí.
É uma Touring, né?
É uma Touring Adventure, não do Sport mesmo, é do Sport, ela é on/off.
E agora, fala, Mari.
Agora pode falar com mais propriedade, ela viajou nela.
Viajei e eu vou te falar, gostei de verdade.
Agora o que o marido dela falou da moto Vixe, ele falou que ele raspou pedaleira curvando com ela. Eu falei, esposa e bagagem?
E a moto é alta, né? Ele voltou pilotando a moto e aí ele dedurou, né? Ele se autodedurou.
Eu falei, não, tá tranquilo.
Raspei a pedaleira. Eu olhei para ele e falei, meu Deus do céu, é sério que você vai entregar assim? Mas nos surpreendeu tanto a mim quanto a ele. Ele é bem exigente para moto, sabe? Principalmente na estrada. É um cara que não gosta de viajar tipo de muita turma, porque ele gosta de viagens que se desenvolvam, né? E então ele gostou e se surpreendeu com a moto. Ô Igor, eu recebi muitas mensagens, sabe, perguntando da moto, da marca em si.
Eu pesquisei bastante também para poder falar com mais propriedade, além do que eu vivi com a moto, poder falar pela marca e tudo mais, né? O que que acontece, teve um assunto em questão que eu acho que talvez seja até bom falar. Talvez vocês não gostem, mas acho que é bom até mesmo para esclarecer a questão do motor, porque algumas pessoas me perguntaram se era o motor da Kawasaki. E aí eu pesquisei, fui atrás e tudo, e disse que não é da Kawasaki, é um motor que tem a engenharia da Kawasaki, né?
É o seguinte, não existe uma informação oficial a esse respeito. A questão é, na história, a fabricante do motor Kawasaki teve, não sei se foi uma quebra de patente ou abertura do projeto em determinada data, e logo em seguida passou a fabricar o modelo para Morini com a carcaça Moto Morini. Obviamente eu entendo que deve ter havido uma conciliação nesse sentido, um combinado nesse sentido, porque é a mesma fabricante produzindo o mesmo motor com as mesmas especificações. É o mesmo motor. É o mesmo motor.
Assim, eu pensei muito no lado positivo, né? É a questão mesmo de conversar com o cliente e o cliente saber que é um motor de procedência de uma marca que, querendo ou não, Kawasaki é uma marca de confiança, né?
Esse motor, ele foi colocado, se eu não me engano, a primeira moto Kawasaki foi na R6N. Ele equipou hoje que é a Vulcan versus a Ninja e a A Vulca V6 já saiu.
É isso mesmo, né?
Mas é a mesma especificação, mesmo motor.
Eu li bastante sobre isso para poder passar informação correta.
Não existe uma informação oficial chancelando isso. O que todo mundo sabe é que poucos dias depois que caiu a Não sei se era patente, seja lá o que foi, enfim, mas mesmo montadora passou a produzir para Monroi.
Devia ser um acordo, né, um contrato ali por um tempo.
O que que eu entendo, e aqui eu não tô falando como profissional, tô falando como um amante, um entusiasta do negócio que quer entender, eles devem obviamente ter feito algum acordo, algum combinado, falando, não, vamos divulgar isso não, passa a produzir.
É, também nem muda nada, né? Hoje a maioria das plataformas são divididas.
No caso da Ibex com a Outride, que é o mesmo motor, é o mesmo motor. O motor da Outride 450 é motor CF. O nosso motor da 450 é o mesmo da IBEX 450. O nosso motor 700 é fabricado pela CF, né? 700 Calibre, o 700 Calibre. O nosso motor 700 da linha Calibre Custom é um motor CF. E o nosso lançamento que veio agora, né, da semana passada, que foi apresentado lá, a Outrider, ela tem o mesmo motor da IBEX, que é um concorrente direto.
Só que a moto é outra moto, ela é outra motocicleta. Especificações compartilha de muita coisa, mas é outro produto, tem muitas semelhanças. É a mesma finalidade, mas tem características muito diferentes.
Nós temos visto também na Bajaj, né, na KTM 390 com a Dominar 400.
A KTM até lançou, né, a Adventure 390 lá agora, lançou a SX, e o motor é Bajaj. Mas a Bajaj hoje é a dona da KTM, né? Só que eles tiveram um movimento muito rápido, né? Anunciou aquisição da KTM, tem que, tem nem 60 dias. Tem não, uns 30, 45 dias e lançou a motocicleta. Agora já é moto Bajaj. Mas é aquele negócio, o mercado, e aí eu não vou falar com opinião pessoal, mas o mercado, primeira coisa que eu vi quando alguém tava filmando lá foi, olha aqui, ó, o motor é Bajaj.
Bajaj é uma das maiores fabricantes de motocicleta do mundo, é a maior, se eu não me engano, é a maior, né?
Eu não sei como é que estão os números atuais, eu prefiro não arrotar número não, mas Não, mas eu já fiquei sabendo há mais tempo que já tava com tudo para ser.
Então assim, só que nós temos um preconceito que foi institucionalizado aqui no Brasil, e eu participei disso muito tempo que eu trabalhei. Primeira marca, eu tava falando com você, primeira marca de motocicleta que eu ganhei dinheiro na minha vida foi com a Honda, e a segunda foi com a Yamaha, né? Mas isso foi institucionalizado. Esse preconceito, essa questão. Mas hoje o próprio mercado tá assim, caramba, que legal, vindo coisa nova, dando mais opções, enfim.
É, na verdade, o preconceito ele é institucionalizado por nós brasileiros, né? Você vê que eu sou um cara cheio, tô te contando isso porque semana passada nós tivemos com as meninas aqui, com a Júnia e com o Renato. E é engraçado, né? Eu tenho tatuagem e eu sou preconceituoso com tatuagem.
Você acha que é o trabalho de mão comprida? Porque você tá entendendo?
Então é uns preconceitos que a gente tem, normal. Agora, o que, o que eu acho que a Moto Morini acertou muito foi na escolha dos produtos que trouxe. Porque a cara, no meu caso, que já gosta de uma moto custom, não andei, mas você vê que ela ficou muito bem acabada. Eu falei isso com o Igor hoje. É uma moto que quem tiver oportunidade, gente, puder lá olhar, vai ver os fios bem conectados, bem amarrados. Então é um cuidado a mais.
Todas são. Você deve ter conhecido, eu aprendi isso com um ex-colega já falecido. Muita gente que deve estar assistindo vai lembrar dele, que era um cara que ele foi referência, foi um dos fundadores do Trail Clube aqui de Belo Horizonte, o Nabil. Você conheceu o Nabil?
Não, acho que não.
Nabil é do mercado de motocicleta aqui, ele era uma referência muito, muito grande. E o Nabil, uma vez a gente tava com uma Kawasaki lá na época da Orange, e o mecânico trouxe, falou assim, pô, mas essa peça não tá encaixando legal. A gente tava na oficina olhando alguma coisa, não lembro o que que era. O Nabil virou e falou para ele assim, tem marca que se não encaixar tá errado, porque essas motos são muito bem acabadas, tudo encaixa muito bonitinho, muito certinho.
E eu fiquei com aquilo na cabeça, eu nunca esqueci aquilo, porque eu já trabalhei com outras marcas também que as coisas não encaixavam muito bem. Não vou citar por questão de ética, mas enfim, as motos Morini todas, você falou da 1200 que eu mandei fotografar, cara, obra de arte. Eu mandei aquele vídeo que eu te fiz, eu mandei ele para o Fernando, porque o Fernando tá assim, cara, ele é entusiasta, e eu mandei para ele para ver porque é Ela tava na frente lá não por ser a 1200, que o lançamento não era ela, ela não era a bola da vez, mas a questão do nível de acabamento das motocicletas é sensacional.
Tem cliente que chega lá na loja, não quer ver o bagageiro dela porque é um bagageiro pintado, forrado de couro internamente, tudo mais. Aí os caras vêm e falam, cara, olha só, encaixa tudo certinho, bonitinho, acabamento tudo certinho, tudo muito perfeito. O nível de acabamento é extra.
Hoje nós temos para na área do custom é a Calibro e tem a outra, o outro que tem, são duas versões da Calibro, a Calibro Bag e a Calibro Custom.
E a Custom, a Custom é mais pelada, ela só não tem o batwing e as bag.
49 cavalos de potência, 68, 68 cavalos de potência. Com quantos quilos, Fernando? Já que você não quer falar perto do microfone aí, triplo, 190.
Faz com a mão, mostra aí, pessoal.
Quem tiver confortável, puxa o microfone para trás.
Pode puxar o microfone, pode puxar, ele vai até vocês.
Aí a gente entendeu o seguinte, que é 190 kg para 68 cavalos. Então é o peso-potência que a gente fala tanto aqui, né? Então além de ser uma moto leve, é uma moto que tem bastante potência ali. Eu queria ter mais. Eu acho que dá para colocar um motor da 1200 na Calibro.
Acho que talvez é uma Calibro 1200.
Às vezes chega o momento, Ronan. Às vezes chega o momento.
Agora, isso você tá falando é relevante porque, é claro, cada um tem seu nível de informação, de conhecimento e tudo, mas a gente tá cansado de ver muito cliente perguntar quantos cilindradas a moto tem. Cara, a referência não é Então essa, né, já não é mais isso, não é mais isso. Então você pega a questão de relação peso-potência, né, você vê cavalaria, peso e tudo, e ciclística principalmente. Porque uma coisa que nós, Fernando tem anos de motocicleta também, de mercado, né, eu já, nós tá falando aqui há 23 anos de mercado.
Desses 23, 12 exclusivamente com motocicletas, 5 com carro e o resto híbrido, vamos falar no termo atual, né? Mas eu nunca estive à frente de um produto, e não tô falando isso porque eu tô na Morin não, que eu sou rasgado para falar, nós não temos retorno. As motos não têm problema, o cliente que anda—
Mas a operação de vocês tá quanto tempo hoje? Nós fomos na inauguração em EAMARA.
Não, nossa operação é recente. Mas isso se aplica a todas que estão há um ano já.
Ela vai fazer um ano agora.
A marca fez um ano de prazo em julho, tanto é que ela lançou uma campanha de ajuste de condições colocando uma bonificação em cima das motocicletas, que foi a campanha de um ano da marca. Eu conheci os concessionários lá em Interlagos e conversei com o pessoal e tudo, todo mundo tá na mesma situação. As motos não dão retorno. E inclusive teve um cliente, Fernando, semana passada, não, foi essa semana, que eu dei uma gargalhada, cara, que eu tava indo para o banheiro e passei no salão e o rapaz tava chegando do teste.
Isso foi um caso engraçado, mas é comum. Todo cliente, a Mariana tá aqui, o marido dela, ela que andaram, não tem uma pessoa que desce das motocicletas que não rasga elogio. O cara saiu da moto e veio tirando o capacete para entregar a chave para o Fernando. Ele virou para ele, falou assim, o cara com sotaque do interior, não sei se ele era do sul de Minas, aquele sotaque mais característico. Ele virou, falou assim, é, descobri agora que eu ando numa carroça.
Bicho, eu dei uma gargalhada na hora. Ele falou, não, tô brincando não, tô falando sério. Eu falei, é, entrei para dentro do banheiro.
E olha que ele andou numa moto street, ele nem andou na Xscape, foi, ele andou na 100 mesmo. Ela é street, né? Ela não é aquela pegadinha igual, ela é mais durinha, né?
É uma naked, essa é mais curta.
Ô Igor, tem que saber qual que é a moto que eu tiro, né?
Não posso falar não, eu saí lá na porta e vi. Ela vende bem.
Voltando ao assunto de todo mundo parar, isso aí é tão verdade que Eu não parei uma vez sequer que alguém não tenha me perguntado alguma coisa da moto. Todos os lugares que a gente parou, alguém veio e fez alguma pergunta. Que moto que é essa? Que moto bonita! Quantas cilindradas? Que marca que é? Se tem a concessionária na cidade deles. Isso aí é fato.
A questão do design italiano chama muita atenção, né? As motos são bonitas.
A moto é muito bonita. Pessoalmente, ela ainda é mais bonita.
Isso porque você viajou na cinza.
Imagina se você tivesse na vermelha.
Na Gold, que é aquele vermelho característico italiano que o pessoal fala, ah, é o vermelho Ferrari, que é o mesmo da Ducati, que é o mesmo da Morini.
A vermelha que tava na inauguração, né?
A gente teve que vender isso porque não dava para ficar nem de demonstração, porque vendeu tudo, tudo.
Isso porque tava escrito Test Ride na moto.
Eu meti uns adesivos desse tamanho na Hoje tá com quantas concessionárias?
8 no Brasil?
No Brasil são 8 e tem a expansão chegando a 10 em breve. Mais um plano sequencial interessante foi apresentado para gente lá, que todo o Norte e Nordeste vai ser preenchido também. Obviamente, por característica da moto, é uma marca premium, né? Não vai ter capilaridade igual as japonesas têm. Ah, vai ter loja em Divinópolis? Não, não vai.
A Moto Morini, ela foca mais em alta cilindrada, média e alta, média alta.
Mas a 350 não, né? 350 é uma média baixa.
É, mas uma média baixa bicilíndrica.
A 350, se a gente for considerar, ela é baixa cilindrada, porque na linha de corte passa a ser a média cilindrada a partir de 400.
Sim, mas aí nós estamos falando da 350, mas é uma 350 bicilíndrica.
É 350. Quando você considera na linha de emplacamento, ela é considerada baixa.
Mas para mim, se ela fosse uma moto, média vai de 400 a 600. É, fosse uma monocilíndrica, eu até concordaria, mas uma bicilíndrica, já conheço aí com quantos cavalos? 32 cavalos bicilíndrica. Então uma moto que vai ficar bem espertinha, 154 kg. Eu entendi que é na faixa de corte que você tá falando ali, pelo emplacamento, né?
Pela cilindrada, pela gestão, pela definição do Denatran, vamos dizer assim, ou da Fenatran, ou sei lá de quem for, qual que é o órgão que definiu isso. Dentro da definição, ela é baixa cilindrada.
E deixa eu fazer uma pergunta para vocês dois aí, quem puder responde. É uma fábrica de 1937 que veio, sobreviveu a tudo isso, né? E E as motos são bonitas, realmente, não vou, não preciso mentir ou nada. Quem tiver vendo a gente aí depois, vai lá na Barão Mendes de Melo, vai lá ver que é fácil de identificar as motos. O que que a Morini espera do mercado brasileiro? Porque hoje nós temos aí um monte de leque, só que as motos, eu acho, tá, gente, aí já é opinião minha, eu acho que as motos da Morini elas se destacam pela estética dela.
Não andei para falar do motor, mas o que que a Morini espera do mercado brasileiro? Você acha que a gente consegue preencher essa lacuna de média cilindrada que tá faltando tanto?
Então eu vou te contar o que eu ouvi do CEO da marca, que é o Fabrício Moreni, na quinta-feira passada lá em Interlagos. Números não expressam exclusivamente a realidade da Motta Morini. A questão do negócio do italiano que eles trouxeram para o Brasil, e existe essa, esse conceito, essa ideia, é de formar uma legião e trazer quem se adere a esse modelo, ao que ele chama de família Morini. Obviamente são os números que pagam as contas, é o número que sustenta o nosso negócio.
Eu sou concessionário, eu não sou montador. Eu tô aqui para abrir loja, vender moto, ganhar dinheiro, pagar conta e sobrar dinheiro para expandir o negócio. Esse é o negócio do dealer, né, do concessionário, que é o nosso papel. Mas o perfil Moto Morini é de agregar paixão e emoção no negócio. A logomarca da marca é Hereditar e Passione, que é tradição e paixão. Então, nesse conceito, por um exemplo, nós fizemos lançamento de uma, de um modelo agora que ele veio em um formato que Nos próximos, nos últimos 3 meses do ano, apagou o monitor. A gente tem um quantitativo de motocicletas a distribuir.
Pode continuar.
Vai ter um quantitativo de motocicletas a distribuir. O primeiro mês de distribuição esgotou antes de a marca, aqui em Belo Horizonte nós esgotamos antes da marca fazer o lançamento. Nós estamos falando de uma quantidade expressiva. O lançamento foi feito com as pré-reservas através do Mercado Livre para dar transparência, segurança e confiabilidade no processo. Porque você tá falando do Alltrack, da Alltrack, você entra hoje dentro do Mercado Livre, pesquisa Alltrack, você vai cair na página, você vai pagar um sinal de reserva e ela vai te falar sua moto vai ser entregue no mês tal.
Se você escolher hoje, ela vem duas versões: uma versão estándar que é preta e verde, a versão completa branca que vem com protetor de mão, aquecedor de manopla, aquecedor de banco. Ah, eu quero a verde. Beleza, sua moto tá prevista para novembro, dezembro. Entre novembro e dezembro você vai receber sua motocicleta, tá certo? Não existe um modelo que você vai tentar sorte, vai ter que ficar de madrugada para tentar fazer compra, depender da estabilidade do site.
Não. Tá feito, tá certo. Hoje, por exemplo, é a primeira, a moto foi lançada na sexta, sexta ou na quinta? Dia 13, na quinta. Na sexta-feira, fora as vendas que os meninos fizeram na loja, algumas dezenas durante o fim de semana e hoje mais algumas dezenas. Então assim, toda a sequência do negócio muito bem estruturada. Ah, Fernando até foi conversar comigo lá hoje, falou assim: será que a gente vai conseguir trazer mais? Eu falei: cara, não sei.
A marca tá estruturando o negócio para ter bons resultados e sucesso, mas sem fazer um planejamento de: ah, vamos sair. Você falou quantas concessionárias são? São 8. Poderia ser 30, mas poderia ser 30 sem estar entregando qualidade, sem estar entregando produto, sem ter o controle.
Não adianta você crescer sem controle.
Importante, porque eu que tô nesse negócio mais tempo, já trabalhei em montadora, já vi sair concessão para cidade que não tem a menor capacidade de sustentação do negócio, ou para empresário que não tinha a menor capacidade de gestão do negócio.
É vender por vender, não adianta.
Então a marca quer desenvolver um modelo de negócio sustentável, quantitativo, seguro, mas ao mesmo tempo, sobretudo, que seja um negócio que as pessoas tenham apreço por ele, que esteja no cotidiano dele, A gente tem um programa de fidelização assim, vamos dizer, toda concessionária que você passa sábado de manhã tem lá um pão de queijo, um café. Ah, vem tomar café com a gente e tal. A Motorino lançou um programa que é o único no Brasil, que é o Sábado.
Porra, vamos valorizar a culinária italiana. No último sábado de todo mês a gente faz o Sábado. Um chefe de cozinha manda através de um sei lá, de um formato que ele desenvolve, uma receita especial que a fábrica contrata um chefe local. E a gente tem a Renata que vai lá e faz um prato especial no último sábado do mês para os nossos convidados. A gente já teve uma massa um dia boa para caramba, né? Era um molho, era um molho pomodoro com manjericão.
A última agora foi um risoto de Pistache, é de pistache com mel e tudo mais. Então assim, é um modelo de negócio diferente que valoriza a cultura da marca e tudo mais.
É isso aí, aquilo que você falou, né? Ele tá criando história, né?
Exatamente, trazendo a tradição e a paixão para dentro do negócio, entendeu?
Ele falou, você falou muito aí da Altraik, né, Fabián? Tem um vídeo aí, se puder rodar para o pessoal aí, é um vídeo bem curtinho, gente. Então vou receber até da Monique, o Monique do marketing aí. Vou agradecer você eternamente, muito obrigado. Ver se esperar o Fabiano preparado. Ó, o traque, pode ser com áudio, ele é curtinho, pode ser com áudio. A Altraic, que tá lançamento agora, né, uma 450 bicilíndrica. Pode soltar o vídeo. Fabiano, porque senão o YouTube corta.
É que fica claro ali que o nome dela se tem propriedade, né? A Trike é todoterrena. Então você vê ela que tá rodando no asfalto, vai para terra, passa no meio de tudo.
Não, e é uma moto que ficou muito bonita. É igual a— eu não queria falar e deixar um pouquinho para depois, mas a 1200 ficou maravilhosa. Então quem puder depois aí ver a 1200 Primeiro semestre de 2027, o Igor prometeu. Então, se não entregar, vocês podem me chamar que eu sei onde que ele trabalha.
Eu prometi, o Fabrício prometeu, tem vídeo aqui.
Eu não sei, eu não sei, mas a 1200 eu acho que vai dar um bom trabalho porque ela ficou muito bonita, cara.
A gente não pode falar ainda, né?
Mas e ela tá chegando acessível como as outras?
Ou Igor, porque senão ele apanha mais ainda.
Amanhã tem Não precisa falar preço, mas é bem acessível pelo que ela vai entregar dentro da faixa que ela vai competir. Vai dar trabalho, posso falar que vai incomodar.
Ela vai ter o preço de uma 850 concorrência, tá?
É porque assim, eu particularmente acho que os preços das motos Morini são preços assim razoáveis, são preços bons, sabe? Pelo que a moto, sim, pelo que as motos oferecem. Principalmente a Xscape é um exemplo, né, de uma moto que entrega tudo que promete realmente, e o preço dela é relativamente baixo, é um preço bom, é um preço acessível.
Às vezes a gente tem comparativo com algumas marcas que tem uma questão de qualidade um pouco mais aquém. Embora entreguem estética, visual, design, mas quando a gente compara componente, qualidade, desempenho, ciclística, uma série de questões, a gente tá em outro patamar, tá em outra prateleira. Igual de vez em quando a gente pega cliente e fala, ah, mas o modelo tal é tanto. Fala, amigo, vamos lá, vamos comparar banana com banana.
Dá para comparar banana com laranja, né? Aí você tem que pôr na mesma prateleira. Então se você tá na prateleira tal, vamos comparar com produto prateleira tal. Tem excelentes marcas no mercado de toda diversidade possível, mas tem produtos que deixam a desejar em algumas questões de qualidade, né? Naturalmente, embora seja da Gaza, da mesma forma, enfim. Mas você tem que comparar banana com banana, né? Essa é a questão. Então, como consumidor, eu olho, ah, queria sempre que fosse mais barato, claro, mas dentro do que ela se propõe, aonde ela se posiciona, o preço é muito agressivo.
Na Xscape, dentro do conjunto que ela oferece de freio, suspensão, Pneu sem câmara, roda raiada, 19 na frente pequena, não tem nada no mercado.
Você falou da Xscape aí, Fernando, tem 650 e 700?
Não, só 650.
Só 650, mas lá fora tem a 700?
Lá fora tem.
E essa 700 tem previsão de vir para cá ou não?
Nem rumor. Muita gente pergunta, mas nem rumor.
E você sabe me dizer se é O motor ainda já é ainda da Kawasaki, daquele estilo, né, da Kawasaki, ou já é o—
ela usa da Calibre.
Ah, aí eu já é um motosservo, é um motosservo, a Moto 700 da Calibre.
Tem uma, essas esportivas aqui também que tá lá na Itália?
Não, não.
Lindas, né?
Você já tá, você já tá encomendando aí?
Não, encomendar não, mas é uma moto que eu acho fantástica e ela vai lançar lá. Que é a Corsario Sport, ela tá lançando lá na Itália, né?
Então a Corsario GT, que eu achei assim, essa foi uma das, essa Corsario foi uma das que foi desenvolvida pelo Franco Lambertini na década de 70 quando veio.
Até pelo formato dela a gente já vê que tem alguma coincidência ali, né? A C mesmo, que eu acho que é que você falou de 6,5, né? Tá, 3,5 Sport, que também tá com Minksun.
É, essa Sport é essa que a gente viu, mas tem uma outra 350 também, acho que é a Trumble.
E aí na 6 mesmo, ela tem, mas essas já estão certas, a 350.
As 350 estão certas, essa vem, a Sport e a Trumble. Eu acho que talvez ela é meio café, café racer, é meio café. Deixa eu ver se é Rambo, né?
Não é Rambo, né?
A Rambo, mas é uma bobberzinha, uma bobber.
É bobber ou café? Uma foto de relance dela, uma bobber. Aí eu vou curtir para caramba. Eu agradeço.
Mas essas motos que eu falei aqui, elas estão para ser lançadas na Itália, então talvez elas podem vir para cá.
Desculpa, informação muito importante que eu não dei.
A 300, o lançamento dela é global, mas a 300 é aquela que você falou que o motor já é da Morini, 100%, é o motor Moto Morini. Então agora que você falou isso aí, você vai ter que explicar de novo para poder— você sabia disso aí, Mário? Você entendeu disso? Que aí a 350 bicilíndrica, gente, já é o motor exclusivo da Moto Morini, é o motor da Moto Bonini, da engenharia lá da Kawasaki.
Não, a treia mesmo, que é o motor 350, vai ser da nova geração da Moto Bonini depois da aquisição, né, pelo grupo chinês. Que diga, que você fique bem claro, a marca, todo mundo pergunta, muita gente pergunta lá, mas é chinesa? Não, a marca é uma marca italiana, desenvolvimento, projeto, design é tudo na Itália. Produz na China. Então é chinês? Não, seu iPhone é produzido, ele é americano produzido na China. Ele é chinês ou americano?
Hoje tá difícil, entendeu? Posso nem falar não, porque se eu falar eu sou até escorraçado.
Mas é um fato, a marca é uma marca italiana que desenvolve e fabrica na China. Aí saem as peças de lá, chega aqui no Brasil ou em qualquer outro país em CKD, né, que é o modelo que as peças chegam em separado. E como todas as demais aqui, ninguém é mais fabricante, todo mundo é montadora, né, por causa do benefício. Exatamente. Tem marcas, por exemplo, teve uma época quando eu trabalhava na Yamaha, na época da pandemia, por exemplo, A gente tinha dificuldade de chegar produto, cliente chegava, por que que demora tanto? Fala, amigo, vem peça dessa moto de 10 países do mundo, pô.
Então foi até bom você me falar isso, né?
Então a moto Mourinho hoje é sistema de CKD, é que CKD vai para Manaus, monta tudo em Manaus, uma planta própria de uma empresa que monta exclusivamente para gente. E distribui para o resto do país. Nesse momento agora tem um caminhão descendo de Manaus para cá que vai chegar para gente até sexta-feira com 23 motos. Das 23, 18 são vendidas já, cliente aguardando só montar. Só montar não, na realidade é ativar e colocar retrovisor só.
Já vem um caixote, a embalagem espetacular, coisa que a gente está habituado a ver que avaria de transporte, nós não temos. O nível de qualidade é muito alto, muito bom. Para quem tá na nossa posição, é muito mais satisfatório e fácil trabalhar.
Vocês são do grupo da Automax, né? A Moto Morini Minas Gerais aqui é do grupo Automax. O pessoal tá satisfeito com o resultado de vocês? Vamos lá, nós estamos no terceiro mês da operação, mas já dá para sentir o mercado.
Se puder falar também, quem tá satisfeito, a Automax com a marca ou a marca com a Automax?
Na verdade, a Automax, né? Porque o que acontece hoje, você tem um, na moto você tem uma lacuna muito grande que é dessas médias cilindradas, mas mesmo assim é igual problema do brasileiro é ter um preconceito, entendeu? Então se a pessoa não for conhecer, sentar, andar, não vai mudar esse preconceito.
Não, mas só terminar, entendeu? O motor aqui que eu falo tanto, de vez em quando até perco. A Mariana, sobre a questão do motor 350, o motor 350 vai ser o primeiro da nova geração que é desenvolvido e fabricado pela Moto Morini. O motor 650 é um motor fornecido por um fornecedor, o mesmo da Kawasaki, vamos dizer assim. O 700 é da CF e o 350 vai inaugurar a nova fase de fabricação de motores Moto Morini. Aí ela vai voltar na sua origem, que é de desenvolver e fabricar motores.
E aí tem essa questão histórica, depois até te mando o vídeo aqui do Fabrício apresentando isso, que é contando a história de quando o fundador morreu, a filha dele assumiu. Eu contei no início, ela trouxe o engenheiro da Ferrari e ele fez história desenvolvendo os motores. Aí tem até história que ele desenvolve o mesmo motor 350 com a mesma plataforma do 900, depois do 1200. Aí reduz custo porque ele só cresce o motor e mantém o mesmo desenho em V e tal.
E essa é a a grande tradição dos motores Moto Morini, que ela vai renascer agora com 350.
Isso é produzido na China ou na Itália?
É desenvolvido na Itália, produzido na China.
A fabricação vai ser sempre lá, não tem como.
O grupo hoje, os detentores da operação do grupo, é uma empresa, é um grupo chinês, mas que não tirou a ideia do negócio, o coração e a essência do negócio da Itália. Continua tudo lá na Itália. Eu acho que é Trivoglio o nome da cidade na Itália. Acho que é isso.
É que a gente tava até falando que quando a fábrica, Mário, não sei se você viu essa parte aí, que a fábrica na Segunda Guerra Mundial ela foi explodida, né? A cidade foi bombardeada. Então eles mudaram a fábrica de local. Então foi para Trevoso, que eu acho que o Igor lembrou aí. Depois, olha aí, não tem problema, a gente corrige também. Deixa eu mostrar ali, a gente falou muito da Xscape, da Xscape aí, a 650. Fabián, tem um vídeo aí da Xscape, se puder soltar aí, prepara ele para gente aí.
Deixa eu só— soltou já, Fabiano? Então soltou o vídeo aí da X-Cape. Quem tiver assistindo aí, não sei se tá com áudio.
Ah, fiquei fã, viu? Eu gostei da moto.
Então quem tiver assistindo aí, eu acho que vale a pena de conhecer a moto lá. Fernando e Igor estão lá para atender.
Na estrada de terra, você vê ela andando ali, parece que, ah, piloto, mas a moto oferece um conforto na estrada de terra muito bom.
Aproveitar que você falou aí, Fernando, tem controle de tração, tem tudo?
Não, ela é o básico bem feito.
Eu gosto assim, então a blusa que eu tô aqui combinou hoje, é o básico bem feito.
E o controle de tração No caso ela não ter, ela fala, ah, mas ela sai de traseira. Não sai, ela é mais forte do meio para lá. Aceleração dela do meio para lá que ela desenvolve, que ela explode mais. Ela de baixo, ela não dá tração, não desliza, perfeita. Saída de curva, você pode sair colando a mão, não tem risco de falar rodou por causa da tração da moto. Mariana andou, ela viu.
Não chega a ser arisca, não.
Uma coisa que eu gostei nessa moto, sabe o que que é? Normalmente eu pego a minha moto, né, a Tiger, e quando você arranca, né, ela tem aquela tendência a dar uma subida.
Essa moto não tem disso, ela é agressiva de arrancada.
Ela tem uma arrancada boa, mas não é aquela arrancada de subir, sabe? Eu não sei se eu consigo explicar isso assim, mas normalmente a moto ela tende isso. Eu percebi isso nela nas arrancadas com ela.
Vou dar um exemplo. Na época do grupo anterior que nós trabalhamos, na época da Orange, A gente tinha, a gente tinha operação da Ducati lá, que é uma baita marca e tudo mais, mas tem uma característica muito específica, né? As motos são muito ariscas, não é moto para qualquer pessoa tocar. E eu nunca vi um negócio que eu tenha participado, e como eu fazia gestão na operação, era um negócio que era comum acontecer e saltava aos olhos assim.
Quantidade de gente que comprava Ducati e voltava na loja poucos meses depois com a moto com 300, 200, 500 km e não andava, não conseguia andar. Então a risca que acabava incomodando, vamos falar, às vezes a pessoa queria porque era, eu quero ter uma moto dessa marca porque ela é bonita, ela tem a história, enfim. E às vezes tirava a carteira e comprava Nós perdemos a conta de quantas pessoas saíram para fazer teste e caíram na porta da loja, porque na hora que ia arrancar ela saía dando tanta cabeçada, que o motor é muito violento, e aí sai, a pessoa não conseguia debrear, não sabia que tinha que já sair acelerando, dando mão logo para ela poder render, e ela começava a dar cabeçada, e a pessoa desequilibrava, caía às vezes, moto muito alta.
Perdi a conta, mas foram dezenas de casos. Não tô exagerando não, vai ter gente que trabalhou com a gente lá que vai lembrar disso. Foram dezenas de casos de gente que caiu na porta da loja fazendo teste. E aí, coincidência, hoje inclusive uma outra pauta, um rapaz me chamou no nosso contato lá, e eu atendo vários, e perguntou: ah, mas e a manutenção, é caro igual do kart? Aí eu fui, mandei eu o mapa de manutenção com preço fixo, encaminhei para ele, falei, avaliei.
Ele falou, preço bom. E é sim, de fato, acessível também. E muita gente comparava essa questão de motor com as do kart. E aí a Mariana viu, ele é um motor mais linear, obviamente.
É uma moto diferente. Eu queria ter o poder de explicar para as pessoas. Eu acho que só andando, e eu vou te falar uma coisa, só o teste ride assim de bairro não é o suficiente. A pessoa parece que tem que desenvolver a moto para entender. Ela é uma moto obediente assim, ela obedece o motor dela. É aquela moto que quando tá ali na estrada alto fluxo, ela desenvolve, chega naquele, no, como é que é, no ponto de giro. Não, é, ela desenvolve bastante na estrada.
E aí quando você reduz ela, por exemplo, Né, o motor ele sugere que você reduza a marcha também, porque o pessoal reclama às vezes que a falta da retomada, né, mas não é uma coisa negativa isso. É, o motor pede para você baixar a marcha porque ela não tem uma retomada, mas não é negativo isso, sabe, até certo ponto na estrada, entende? Eu particularmente achei uma moto que desenvolve muito bem. E ela é tranquila.
Ela, eu deixo, deixa eu ler aqui os recados no YouTube, porque senão eu vou sair com a dívida aqui, entendeu? Já tô vendo isso aqui já, porque eu tô pensando aqui. A Islaque Macedo lá no YouTube, boa noite, boa noite. O My Helmet lá, que é o Cris do My Helmet. O Aymar tá de home office. Eu virei escravo, viu, Cris? Fernando Souza, boa noite, sou novo no canal. Obrigado aí. Aproveitando, quem tiver assistindo a gente aí, segue, curte lá, compartilha.
Isso ajuda a gente bastante, tá? O Rodrigo Açô, eu vou ler depois aí porque é uma coisa que o Igor tocou no assunto aqui agora. A Regina do Couto, parabéns, Fernando, conhece. Fernando é suspeito, viu, Regina? O Jônatas também Eu tô com o mesmo pensamento de ontem, tá, que eu vou esperar o meu convite para o último sábado. Meu amigo Brandão, boa noite, Mário, boa noite, Ronan, boa noite, Ronins, Brandão do Ronins, boa noite, o Amarante, um abraço para vocês tudo aí, principalmente para o Igor, forte abraço.
O Rodrigo perguntou uma coisa inteligente que você tocou, esse plano de manutenção. Vocês têm um plano de manutenção fixos hoje? Pode falar para a gente? Podemos.
Escape eu sei de cor.
Fernando sabe tudo de cor.
Então, né, nós estamos, tá todo mundo, nós estamos, a gente repete tanto que a gente decora. Mas as primeiras revisões, R$709.
Revisão é de quanto em quanto?
A primeira é R$1.000, depois de 6 em 6. A mais cara é a quarta, né, é R$1.485. Quanto? R$1.485. Ela vai até a sexta, que são os 3 anos de garantia. A Outride foi lançada agora, revisão a R$500 mensais, mensais, parcela não, já tô confundindo, a R$500 cada revisão, mesmo plano de R$1.000 e depois de 6 em 6. E os motores 700 é R$674, e a quarta sempre é um pouquinho mais cara, a quarta é tipo assim, uma conta de padaria. A quarta revisão, obviamente que ela troca mais itens, faz mais verificações, mais componentes.
A quarta revisão é com R$24 mil, teoricamente.
Vai dar a quinta, ela dá a quinta com R$24 a R$30 mil, mas esse valor de R$1.154, ele compõe peça também, já tem as peças.
Já tem tudo, é mão de obra, peça, óleo, lubrificante, peças e químicos, né?
É tudo isso, tudo vocês fazem lá. Vocês têm na concessionária hoje a linha para fazer revisão?
A oficina fica do lado do salão, uma porta aqui divide. De vez em quando a gente tem que fechar ela lá quando o compressor tá ligado, é porque faz barulho, né? É, o nosso é silencioso, mas faz um barulhinho.
Então tá respondido aí essa questão. Ele também perguntou a questão de seguro. Questão de seguro, eu acho que vai ser complicado a gente falar, Rodrigo. Não? Então fala aí, Igor. É baixo, eu sei que vai ser baixo.
Vamos lá, para as pessoas entenderem o que que o seguro— existe uma ciência que faz estudo de seguro, esqueci o nome.
Análise de risco.
É, mas ela tem um nome próprio dessa ciência, depois a gente pesquisa aí. O que que ela analisa? O risco roubo e acidentes. Sim, motorista não vai ter roubo.
Né?
Quer que o cliente que compra peça em oficinas ou casas de peças suspeitas, cliente monta Morini, pelo menos nos 3 primeiros anos da operação é muito difícil disso acontecer. Primeiro que a moto não dá problema. Pode ser que o cara tome um tombo e precisa de uma carenagem? Pode, mas não vai ter grande volume de procura disso. Então, porque roubo abastece é um mercado paralelo de peça, né, naturalmente. E receptador não vai comprar peça de uma marca que a probabilidade de alguém procurar para comprar ela lá é muito pequena, né, perfil do cliente, vamos dizer assim.
Então a sinistralidade dela se dá mais por questão de acidente, enfim, tombo, que é natural, vai acontecer. Recentemente a gente teve o primeiro cliente na loja que deixou a modelo tombar, né, Ralou um pouquinho da carenagem, mas ele tinha colocado protetor de carenagem. Ralou, estragou protetor de mão que ele tinha colocado. Assim, a moto mesmo ficou íntegra, beleza. Estragou um tiquinho a pedaleira, o protetor de mão, o peso do guidão dele nem estragou, e deu uma raladinha numa lateral lá, desencaixou um tiquinho a carenagem, mas ele levou para o cinema e nem reparou, ficou beleza.
Primeira coisa que o cara fez quando a moto caiu foi levar para loja, ele não foi procurar a peça Paralelo, né?
É porque também não vai nem encontrar agora, né?
Não vai encontrar.
O fato de não encontrar vai de encontro a essa questão do seguro. E aí vou te falar, por exemplo, a gente fez cotações de seguro. Vou lembrar de um cliente específico aqui que foi o primeiro que a gente fez, aquele rapaz alto, um menino de 25 anos. O seguro da moto dele ficou, não sei se foi R$2.400 ou R$2.700. Mano, de 25 anos de idade é perfil ruim, né? É o pior que tem, é o perfil mais caro, né? Vai em média de 1.200, seria mais caro.
Se você pega um cara na faixa de 40, 60 anos, eu já vi seguro de 1.800. Seguro, seguro, seguro, seguro.
É esse seguro, seguro, eu não comento não, Igor, eu evito. Mas eu concordo, muita gente que tá aí vai com certeza entender.
Hoje em dia tá bem discutível isso, né? Proteção e seguro, né?
Mas a proteção hoje em dia tá deixando na mão. É, mas a proteção hoje ela já é reconhecida, né?
Associação que não, entendeu? Associação que eu acho mais complicado. E acaba que associação às vezes tá ficando mais caro que o seguro. Tem caso, só que a gente não tá olhando mais.
A última moto que eu tive, eu fiz a cotação com o meu corretor de praxe. Quando ele mandou o preço, eu falei, tá, mas onde é que você tá fazendo? Eu achei que eu tava fazendo associação. Porque tava muito barato. Falei, não, né, não. Aí eu fui consultar uma associação por curiosidade, seguro tava um tiquinho mais barato, mas não tô dando opinião não, tô contando um caso, né. Tem associações extremamente sérias da mesma forma, então enfim.
São operações diferentes, vamos falar assim.
Exatamente, um é mutuário, o outro não é mutuário, é uma empresa constituída.
Bem falado inclusive. Bem falado.
Um é mutuário, o outro não. E às vezes um vai ter uma condição melhor para determinado modelo, poder tomar perfil, e outra, outra forma.
O que que você ia perguntar, Mário?
Não, é porque depende do modelo da moto, altera bastante isso. Porque eu tenho duas motos aqui da mesma marca e teve seguro que nem fez de uma delas, que tem seguros que nem faz Porque é um modelo específico, né?
E aí algumas associações fazem.
Custei para achar uma seguradora que fizesse esse seguro dela, e aí não ficou barato também. Então é complicado, tem que ver o que você quer, né?
É, eu já vi casos desses, por exemplo, seguradora não fazer, associações sérias fazerem, e problema zero, problema nenhum. Nós como concessionário não temos nada a ver com essas associações.
Não, a associação ofereceu para fazer quando eu tirei ela da concessionária. Associação ofereceu e foi difícil de eu achar uma seguradora. Inclusive essa última moto agora que a gente comprou, que é uma 300 cilindradas, eu fiz com essa associação. Então eu tenho aqui 3 seguros diferentes e uma associação, 4 opções.
Assim como as novas marcas de motocicleta, é bom ter diversidade de produto para o consumidor ter mais opção.
Como tudo, cada um escolhe o seu.
Vamos dizer, eu gostei desse molhinho aqui, você gostou desse O que que acontece é, normalmente, uma das primeiras coisas que as pessoas perguntam quando vão comprar uma motocicleta, né, de determinada marca, é sobre a reposição de peças. Como que funciona? Como é que tá a reposição de peça da Morini? Tá tranquilo?
Então, porque igual você falou, né, uma das primeiras coisas que as pessoas perguntam quando vão comprar uma motocicleta, né, de determinada marca, é sobre a reposição de peças. Como que funciona? Como é que tá a reposição de peça da Morini?
Tá tranquilo?
Então, porque igual você falou, né, uma coisa que pouca gente sabe É o seguinte: quando uma montadora, que é um concedente legalmente falando, oferece uma concessão a um empresário— a Automax é uma empresa, tem um dono, e ela é uma concessionária, ela recebeu uma concessão— tem uma legislação específica para isso. A lei inclusive chama Renato Ferrari. Dentro dessa concepção de negócio Quando o empresário vai abrir uma concessionária, ele tem regras a cumprir.
Ele não vira e fala assim: ah não, mas eu vou mudar esse vermelho porque ele tá muito parecido com o de outra marca, eu quero colocar um— não, ele não tem opção. Ele segue um guide, o guia daquela marca em específico. Ele faz o que a marca determina que seja feito. A marca analisou a história daquela empresa toda, se ele tem capacidade financeira, se se ele tem histórico profissional, se ele tem capacidade de gestão, enfim, uma série de requisitos.
Não é só o cara falar que tem dinheiro e quer abrir um concessionário, não. A marca, o concedente avalia uma série de fatores, e esses fatores vão de encontro a, por exemplo, qual que é as concessionárias que você tem, como é que é lá a estrutura que você tem, tá dentro do guia da marca e tudo mais, enfim, o tipo do piso, a luz, O gesso, altura do teto, recorte, absolutamente tudo, mobiliário, é tudo padrão. Vem empresas e montam tudo para ficar igual.
Muita gente fala igual a franquia, parecido. Franquia você compra, concessão não. Concessão você não paga um centavo para marca, para montadora, para concedente. Ela te dá o direito de comercializar os produtos desde que você apresente requisitos e a convença de você tem capacidade de executar um um planejamento de negócio, um business plan, para entregar os resultados que ela objetiva. E aí a montadora vira e fala assim, ó, esse produto aqui, o mercado dele tem um market share de tantos por cento, tal marca assim, assim, assado, eu quero me posicionar aqui para vender tantas motos.
Beleza, esse é o plano do negócio. E dentro desse plano, tô dando essa volta toda para chegar e falar o seguinte, você tem um enxoval básico Você tem que comprar para inaugurar a loja. A gente inaugurou a loja com 40 motos no estoque. Eu não sabia se ia vender 10 ou 60 no primeiro mês. Por quê? Porque a marca já tinha feito estudo daquilo. A gente comprou enxoval de boutique, enxoval de peça. Enxoval de peça é aquele, aquele basicão, mas que custou a caber no nosso espaço.
É muita peça. E aí entra um fator adicional, que é no nosso caso aqui de Belo Horizonte e de toda a região Sudeste, enfim. Minas Gerais tá no meio do Brasil, né? A distribuidora de peças da Moto Morini fica em Cambuí, no sul de Minas. É uma distribuidora que tem hoje em estoque 10 mil itens lá e chegando mais itens da China. Ou seja, eu tive peça que eu fui para o dia que não tinha, mas era uma coisa muito específica porque vendeu todas e aí no enxoval ficou sem.
Mas quando a gente foi pedir, não tinha. Fatura, vai faturar. Se não faturou hoje, fatura amanhã. Foi pedido semana passada. Então assim, é um ciclo rápido. O volume de itens que tem, ele é robusto, ele suficiente para atender com sobra a rede. Obviamente, à medida que a frota circulante for crescendo, essa disponibilidade vai acompanhar. E aí você vai ter curva de consumo, né? Você saber, a turma tá precisando um pouco mais da peça tal, aí você vai lá de curva A a D, aí você vai vendo os níveis de consumo e vai reabastecendo.
Isso é o tipo de coisa que às vezes Pode soar contraditório, mas é mais fácil nós que temos menos produto circulando termos peças disponíveis do que marcas que têm muito produto circulando termos a disponibilidade.
Operação também é menor, né?
Exatamente. Então nós estamos com peça sobrando. À medida que a operação evoluir, que as curvas forem se desenhando, aí vai reabastecendo e ajustando. Custando.
Exato.
Que não tiver em estoque é trâmite de transportadora.
Cambuí para cá, cara, dá até para pegar um outro lá, buscar e voltar. Você vai, o padrão da marca fala de 5 a 7 dias, para a gente aqui é de 3 a 5.
É rápido.
Tem marca no mercado que faz toda a diferença, viu?
Pede 15 dias, que tá quantos anos no mercado.
É, o problema todo é aquilo, nós já conversamos aqui, quando a operação ela é muito grande Fica difícil. Isso não é só de concessionária, isso até de restaurante. Você vai no restaurante, tem um cardápio com 1.500 itens, tem? Não, tá faltando.
Então o cara não consegue manter estoque de tudo, o giro não adianta. Por isso que quando você fala, você tem um lineup de— e aí a gente tem as peças que ainda compartilham código, né? Eu, por exemplo, nós estamos falando de 650, são dois modelos. 5 versões, o mesmo motor.
Mas aí seria a mesma pastilha, por exemplo?
Algumas coisas compartilham, por exemplo, manete. Manete compartilha, compartilha, compartilha, compartilha também, compartilha.
É porque isso facilita o trabalho tanto da gente quanto cliente, quanto do comerciante que não tem que ter um estoque alto.
Exatamente, toda sombra aí.
Pois é, porque você imagina você ter 12 modelos, né? Aí são 12 modelos de manete, 12 modelos de punho.
A linha CEMES e a linha Xscape é o mesmo motor e várias outras peças compartilhadas. O retrovisor é muito parecido, mas não é igual. Mas, por exemplo, as manetes são iguais. A manete da Calibre já é diferente, mas tem muita coisa que é compartilhada. As suspensões, vai ter coisa, suspensão traseira que vai ser compartilhada, né? Algumas outras garfos não. Enfim, tem muita coisa que compartilha. E aí entra exatamente nisso que você tá falando, a nível de estoque, porque uma das coisas que quebra empresa é má administração de estoque.
Sim, é o custo, né?
Exatamente. Você empata grana ali e não vende, e o dinheiro fica parado e depreciando, né?
O lucro do empresário, isso aí é tranquilo. O Jônatas falou que essa semana vai fazer o teste lá. Pode ir, Jônatas, pega a Calibro. Falar nisso, deixa eu mostrar para vocês aí o vídeo da Calibro. Quem tiver assistindo a gente aí para conhecer um pouquinho dessa, vou falar, uma super custom, ficou muito bonita. Então a gente tá com detalhes aí da Calibro. Roda o vídeo aí, Fabiano. Então o pessoal que tiver assistindo aí, acho que tá sem áudio também, né, Fabiano?
Então é uma moto, ficou muito bonita, e presencialmente, né, ela é mais bonita ainda, chama bastante atenção. Fiz até uma foto dela hoje na garagem aqui embaixo. Então é uma moto muito bonita. Essa é a Calibro e ela tem no bagger e tem custom, que são sem o batwing e sem as bag, né, os alforjes que a gente chama, alforje lateral, que não atrapalha andar no trânsito não, né, Fernando? Muito bonita. Não, porque passou, passou o guidão, passa o resto.
Ela é estreitinha, ela não é largona não.
Não é uma moto que eu te falo que é do tamanho, ela vai ser do largura um pouquinho da largura da Street Glider. Boa de curva, pouquinho mais fina só, é um pouco mais fina, entendeu? Mas por ser uma moto mais leve, ela é bem mais curtinha. Eu não vi, eu acho que não, não é bem assim não. Eu acho que ela é mais leve. Por ela ser mais leve, a ciclística fica mais fácil.
Mas o entre-eixo dela é um pouquinho mais curto também.
É interessante porque ela é de correia, né?
É correia.
É outro detalhe.
Essa é correia também?
Correia.
Que dia que você vai fazer o teste nela, Ronan?
É dezembro.
Já falei com ele hoje para agendar. Para de me sair lá.
Romário, eu tô— para quem não sabe, quem souber aí, gente, é uma moto fantástica, mas eu não tô podendo fazer dívida, entendeu? Se bem que é igual a gente fala, né? A gente só se vive uma vez, né? Então eu vou lá, eu vou fazer o teste, rolar um rolêzinho. É, você também, né, Mariana? Não vou falar nada com você não, viu? Deixa eu chamar, aproveitar que nós chamamos aí uma custom. Vamos chamar a Tuag aí. A Tuag é quem veste a gente.
Então quem quiser conhecer um pouquinho, vou deixar o arroba da Tuag aí. Valeu, Chico! Valeu, Talita! Valeu, Chico! Valeu, Talita! Valeu, Tuag! Ô Fernando, aproveitando que o Igor deu um rolê para beber uma água aí, deixa eu te perguntar. E essa, essa linha também Scrambler, né, que vocês têm, né? Conta um pouquinho dela aí.
Isso aí mesmo, Scrambler. Ela na cor verde, você pode ver, você vê que ela é muito bonita.
Deixa eu ver se eu acho. Eu não tenho vídeo dela, se eu não me engano.
É um verde fosco. Essa moto ela é bem completa também para quem gosta de uma versatilidade aí de uso misto. Ela vem com pneu sem câmara, roda raiada também, no aro 19, e dispõe aí de uma suspensão Kayaba na traseira e a Mazork na dianteira. E assim, coisa de você vai lá, 2 cliques ali com a chave de fenda, já dá uma diferença absurda, sabe?
E na suspensão, para ajustar, para ajustar, para peso, essas coisas.
Até no dia que a Mariana viajou, expliquei o Rafa, se ele precisasse deixar a moto dele mais rígida um pouquinho, é 4 cliques assim na suspensão já faz um resultado. Agora essa Scrambler aí, ela é bem uma pegada bem moderna, boa de viajar, boa de passear também, um uso bem misto. Vale a pena conferir também.
O Fabiano, te mandei a foto da Scrambler aí, essa verde militar que ele falou. Puder colocar para gente aí, eu não sei se vai dar qualidade porque eu peguei direto do site.
Então a Scrambler, ela é 650 cilindradas, ela dispõe do mesmo motor da Xscape, 60 cavalos também.
O legal disso que vocês, é igual eu te falei, né, você vai colocando o mesmo motor com vários modelos. Cada um tem um gosto e o mapeamento também, tudo igual não. Como assim, o mapeamento do motor que você fala? Então tem diferença ainda no remape lá?
Tem.
Só chega mais pertinho, Igor, fica com medo da gente não. Olha aí, ó. Então essa aí é que o Fernando falou, é essa mesmo, Fernando?
Essa moto é muito legal, cara.
Essa eu não vi na inauguração de vocês não.
Tinha sim, ela tava lá.
Eu acho que eu só fiquei olhando para uma lá.
Você gostou só da Betwin Bagger?
Ela é muito legal, todo mundo que olha bate o olho.
65 cavalos também?
É o mesmo motor.
O interessante dela também é que ela tem a disponibilidade do aplicativo, tá? Ela Espelho é um painel.
A Xscape tem isso ou não?
Tem.
Mariano usou.
Você usou, Mari, o espelhamento do celular?
Então, a gente sai, o que que acontece? Eu deixei tudo para última hora, né?
Normal.
E aí eu já tinha combinado com Fernando de acessar outra coisa também, não consegui. E aí eu não espelhei, coloquei o celular lá no—
Ah, não acredito!
É isso que eu ia sair 4 horas da manhã, eu saí 9, quase na hora.
Tanto assim, posso mandar para mim aqui? Pode. Tanto aceio mesmo na estrelinha quanto na escâmbora tem essa funcionalidade.
Mandei para mim aqui, vou ver se o editor consegue colocar aí, né? Como é que é, Mário?
Eu ia colocar, eu queria justamente testar isso e não consegui.
Preocupa não que a gente mostra aqui. Isso tem na Calibre também?
Não, né? Não, o painel da Calibre ele é analógico para não perder muita característica, né?
Agora o painel da Harley tá desse tamanho, que parece um BID, né? Tá desse tamanho assim, então O Fabiante, tem novidade para 2027. Então esse aí é o espelhamento do celular aí, ó.
Isso aí foi o dia que eu usei ela para ir no—
como tá tudo errado ali, retrovisor para 10, filmar, mas ninguém viu isso não, Igor. Com uma mão só, tudo errado.
Eu fui no rally de Sete Lagos com ela.
Você falou que a Calibre vai ter uma atualização?
Tem novidade para 27.
Pode contar?
Gráfico, cores e a questão do painel também, mas não apresentaram tudo não. Isso foi um teaser que fizeram só. Porque o painel dela, obviamente, para não descaracterizar muito, ele é um analógico digital, né? Mas o painel das 100 e meia e das Xscape, da Xscape ela é do tamanho do seu tablet, o da 100 e meia é um pouco menor, né, são 5 polegadas. Quando ele espelha, obviamente não dá aquela, mas quando da Xscape, na hora que espelha, o pessoal, ele falou, todo mundo assusta, que abre o mapa na tela toda, e ela é legal.
A Calibro vai vir com algumas novidades, ainda não abriram completamente, mas o painel dela vai ter novidade. É um spoiler meio que escondido, mas assim, ainda não claro porque não foi dada a informação completa, mas ela vem com novidade.
Em 3 meses de operações, pode falar que vocês já venderam mais de 50 motos?
Já.
Hoje, preferência, quase isso.
Não, só da Altrac que foi lançamento já deu muito mais que isso.
O preço da Altrac hoje tá com R$40.000?
Não, R$35.990 a preta e a cinza, e a branca que vem com protetor de mão, aquecimento de manopla, aquecimento de banco, R$37.190.
É uma moto bem agressiva. Deixa eu colocar um vídeo do Guidola aqui, que é um presidente do Malvadões do Mal. Então é um motoclube. Então, e tem uma pergunta para vocês aí. Consegue soltar para gente aí, Fabiano?
Boa noite aí para galera da Moto Morini. Aqui é o Malvadão, presidente do motoclube. O clube mais malvado das galáxias, malvadões do mal. Vocês sabem que a galera malvadona aí, que nem nós, que mais curte é customizar uma motoca, deixar ela única e exclusiva. E aí eu queria saber de vocês se a Moto Morini hoje já oferece opções de customização para uma moto que já vai sair 0 km de fábrica. Vocês têm esses acessórios aí? Já consegue personalizar a motoca para ela sair única da loja?
Cara, valeu, Movadão!
Açaí mesmo, por exemplo, dá para transformar ela, né, Fernando? Tem muita coisa. A Scrambler, a Street também tem bastante coisa, mas a que mais ganha, vamos dizer, diversidade— você tem as imagens aí? É a Scrambler. A Scrambler tem muita coisa.
Legal. Mas, por exemplo, a gente vê muito no mundo custom que a gente tem escapamento, fabricante de escapamento, banco. Isso a gente realmente não vê em outras motos, né? Por exemplo, vamos citar a Harley, que eu gosto tanto, né? Não vou mentir para você, mas eu tenho uma facilidade muito grande de comprar peça, comando, virabrequim, pistão. Isso eu não vejo nos outros fabricantes.
A gente tem um mix de acessório bem, bem legal, bem robusto. Por exemplo, se eu vou dar o exemplo aqui da Scrambler, ela tem protetor de mão, ela tem um paralama mais comprido dianteiro, ela tem um, ela vem com banco marrom, ela tem um banco preto como acessório, ela tem um bagageiro que vem sobre o tanque, tem uma capa de tanque, coloca o bagageiro em cima do tanque. Ela tem uma bolha diferente, ela tem os bagageiros laterais que a fixação deles é diferente, é uma capa que coloca em cima do banco e coloca.
Ela tem aquela, aquela barra que vai juntando as laterais do guidão, ela tem a travinha, né, da lateral, tem o protetor de motor, slider. Mas a gente tá falando de de toda gama de acessórios, né? Não só o de personalização, mas os de proteção e tal. Que mais? Tem muita coisa. Tem mais alguma coisa diferente?
Você lembra?
Aqui, ó, ela tem proteção de guidão também, que é aquela barrinha.
Esqueço o nome daquilo aqui do meio. É a barra central ali. As bike BMX vinha, a bike BMX, moto de trilha também tinha muito isso. Que mais? Agora Xscape tem protetor de motor, protetor de cárter, protetor de mão, kit de bagageiros, o top case e as laterais. Tem kit de roda se você quiser mudar a cor de roda. Tem vários Vários itens. Agora, a custom, que é uma coisa que você citou, que é do mundo custom, escape não temos. Ela vem com escape original.
E acredito que, acredito não, com toda certeza você encontra no mercado paralelo por outros meios, né, internet, por exemplo. A gente teve cliente que o irmão trouxe de presente, né, aquele colega nosso, o Rurique. O irmão dele trouxe para ele de presente, já tava visitando a Itália, falou, ah, comprei a moto. Falou, ah, vou levar uns presentes para você. O cara trouxe um punhado de coisa para ele lá da Itália, entrou na concessionária lá, comprou um punhado de coisa e trouxe para ele.
Então assim, ela tem acessórios de linha que dão para personalizar, mas não vai modificar muito como o mercado custom tem hábito de fazer, né? Mudar, sei lá, colocar os—
mas você acha que isso é um tempo Ou não? Você acha que já vai ser, não vai ter o apoio ali da Morini, da Moto Morini, por exemplo?
A montadora tem os produtos de linha que obviamente ela vai ter, vai expandir, vai trazer mais, mas isso é regido também muito pelo mercado paralelo, né? Por exemplo, A gente tem grandes fabricantes, por exemplo, a Scam, por exemplo, já fabrica. Você entra lá no site da Scam agora, você seleciona os modelos motorino lá, ela já tem uma série de itens, tem praticamente tudo. Tem item, por exemplo, que não existe genuíno, por exemplo, alguns itens legais, né?
Então esse mercado ele fomenta muito a personalização. Porque ele traz coisas que oficialmente a engenharia não desenvolveu, por alguma razão, não sei qual, mas alguma deve ter. Não sei se é viabilidade custo ou técnica usual, se faz sentido, não faz, enfim, uma série de coisas, né? Que aqui é aquele negócio, engenheiro não colocou, às vezes tem alguma razão, mas às vezes a razão é só comercial, não é técnica. E aí Enfim, o mercado paralelo ele desenvolve uma penca de item que vai, que vai fomentar isso, não tem dúvida nenhuma.
Deixa eu aproveitar que a gente tá falando de mecânica e chamar o pessoal da 44 Garage, que tá sempre apoiando a gente aqui. A oficina multimarcas que fica na Pampulha e pode atender qualquer marca. Com certeza vale a pena dar um pulinho lá e conferir com Marlon ou com Rogério 44 Garage no VT aí, Fabiano.
Aqui no 44 Garage cuidamos de verdade da sua moto, trabalhamos com as maiores máquinas do mercado, preparação, manutenção e performance. Aqui não é só conserto, é também consultoria. Cada passo é explicado com o máximo de transparência. E você tá esperando o quê para trazer a sua moto aqui para 44 Garage?
Valeu, Marlon! Valeu, Rogério! O pessoal, a Mari caiu, já tô mandando o link de novo lá. Ô Mari, o Fabiano já vai mandar outro link para você aí, então daqui a pouco você volta. A gente tava falando desse mundo custom aí de mecânica, e eu acho que falta isso. Não sei se é interesse da marca, eu só vejo isso mais na parte da Harley, se eu não me engano. A Harley tem bastante disso. Harley montou o Screaming Eagle, que é a parte de performance, igual a AMG montou da Mercedes e assim por diante. Isso a Morini hoje não tem ainda?
Ainda não, é muito precoce, né? A operação ainda é bem recente, fez um ano agora, mas eu não duvido que no futuro seja uma realidade. Vou te dar um exemplo aqui, tá em outra, em outro segmento. Mas é uma coisa que até pouco tempo atrás, a primeira vez que eu ouvi, eu falei assim, não, isso é mentira, isso é papo de mercado, é boato. A Stellantis hoje tem uma estrutura de venda de peça usada dentro da Stellantis, através da Stellantis.
É volume, né?
Quando é que você ia imaginar isso? Uma montadora vender peça usada? Ah, o carro foi destruído lá no teste, desmonta ele, pega as peças, vende. Antigamente a gente ouvia o quê? Ah, esses carros que são testados são incinerados.
Porra nenhuma, tudo se aproveita, né?
Vai jogar fora rasgadinho?
Deixa eu esperar a Mari conectar. Mari, te mandei aí, não sei se você tá vendo. O Igor, como é que faz para poder bater um papo com vocês lá? Dá o endereço de vocês aí.
Nós estamos na Barão Mendimelo 4278, no Alto do Barão, lá no Estoril. É naquela última rotatória da Barão, antes da Casa Raja, do Casa Raja, é na subidinha para virar a Raja Gabaglia ali, naquela última parte que vira Raja Gabaglia. O endereço tradicional de motocicletas, onde tem um recuo, estacionamento, o melhor estacionamento de Belo Horizonte ali, né? Mais fácil parar. Dá para segunda a sexta-feira, segunda a sábado. Segunda a sexta a gente tá de 8:30 às 18:30, sábado de 9 às 14.
9 às 14. E você, Fernando, só te chamar lá e tem, sai negócio?
E toda a linha para teste ride.
Isso é importante.
Tem a Calibre Custom também para teste ride? Não, só a Calibre Bagger? Só a Bagger, né? Então é a linha que você fala É sem ser as versões Xscape?
A 100 meses tem as versões. Qual? A 100 meses tem as versões Street e Scrambler.
Então nós temos a versão lá para poder fazer o teste, a Calibro, a Bagger, apaixonou, é a primeira versão, a Xscape, a 100 meses Scrambler, 100 meses Scrambler e a Street. E a Street, 4. Então quem quiser fazer teste ride Pode procurar o Fernando Igor lá, viu, Jônatas? Vamos te esperar lá. Mari, voltou aí?
Vamos deixar curso com ele uma semana?
Não, eu já agendei com ele dia 29.
Aí, Mari tá travada aqui ainda para gente, viu, Fabiano? Já falou que tá azul. Ô Mari, pode estar azul, não tem que estar tudo vermelho porque Itália, então Pessoal, quem tiver assistindo aí, tiver alguma dúvida, pode mandar para gente aí também, porque a gente já tá chegando no nosso final aqui. Já deu 1 hora e meia e aqui o prédio comercial. Mari volta para despedir? Volta não, Fabiano? Vamos tentar chamar Mari aqui, pessoal.
Deixar de fora não.
A Mari tá tentando lá, vamos dar um tempinho aqui. E o que que você me diz ali das pessoas, o consumo, Fernando? Você, vamos falar mais da parte técnica ali. Você chegou de cálibre hoje? Qual que é o consumo de uma moto daquela?
18, 20, depende do dia, mas é isso, 18, 20. A viagem que a Mari fez com a Xscape deu 21, e o marido dela acelerou. Teve parte que ele falou que deu 180.
Mentira, só 185.
Mentira, não vou queimar o filme do meu amigo não. Eu passo 110, só.
Tem vez que o cara raspou o pedaleiro do ônibus de vento com a esposa dele na garupa e bagageiro.
Mas a linha quase toda é isso mesmo, 18, 20.
É a média, você vê.
E você falou comigo quando você mandou a mensagem, né? Eu falei que precisava colocar mais motor, né? Você acha disso ou não?
Me atende muito bem.
Você já colocou quanto nela, já que você que calibrou o Rafa?
140.
É para uma custom, tá bom, né?
Eu não sou muito de velocidade não. Na Xscape, 170, mas mesmo assim é extrapolando.
Você também é fã de big trail, né? Inclusive você tem aí um projeto aí que não vou deixar de contar, né? Então fala um pouquinho desse projeto aí.
Ah, para fazer um episódio aqui só com esse rally, é o Campeonato Mineiro de Rally. Com certeza, a próxima etapa agora dia 29 de agosto. E o Igor falou que você era fã de off-road mesmo, pela Estrada Real, Capitão Serra ali descendo. Vai ser um passeio bom, campeonato de big trail, né? Quem quiser conhecer pode seguir o Instagram.
Qual que é o Instagram?
@rali.bigtreio.
Então, @ralibigtreio. Ô Mari, eu acho que você não consegue não.
Uma prova com a gente é o quê? A Mari fez uma prova com a gente.
É, voltou a falar nisso, falou de Big Treio, a outra vem. Meu Deus do céu, ô minha encrenca!
Eu sou suspeita para falar de Big Treio, né?
Não, eu sou doido Vocês tinham que ter entregado para o marido dela uma Calibre para viajar. Eu tô tentando converter os dois para custom, vocês estão me arrebentando.
Eu falei com o Ronan aqui, que que você disse? Seu marido deu um neck escape na estrada? 170. Pode falar? Fala.
Era permitido, logo 180 mais ou menos para mais.
Foi, é um pouco, é mais ou menos, é um pouquinho para mais, entendeu?
Eu tô sem saber se pode falar isso ao vivo, né?
Não, mas nesse lugar na estrada era permitido.
É, era na Alemanha, na Autobahn, na Itália lá, entendeu?
É um momento reto na estrada que não tem ninguém em volta, ali é permitido.
Ô Mário, tem mais alguma pergunta para os nossos convidados aí? Não, eu não.
Eu tô desanimada que essa ligação caiu aqui, fiquei invocada demais.
Pode ficar tranquila. Seu marido tá passando bem aí?
Tá, Rafael operou agora na hora do almoço, agora ele tá bem.
Manda um abraço para ele. Pode deixar, vou deixar você despedindo dos meus convidados aqui. Vamos embora, claro.
Fernando, Igor, obrigada pela participação de vocês hoje. Eu queria muito estar aí, né? A gente conversou aí ao longo dessas semanas para trás, né? A gente teve mais contato e era um dia que eu tava esperando muito para poder estar presente, bater papo, e acabou que infelizmente, né, aconteceu de eu não poder. Mas muito obrigada por vocês terem aceitado o convite, ter trazido um pouco para gente, né, da Moto Morini e todas essas informações sobre a marca.
Espero que vocês prosperem aí nas vendas. Eu pude ver de perto que a marca é legal, que são motos boas mesmo, que as pessoas não precisam ter o mínimo de dúvida sobre isso, e que as pessoas vão lá na loja para poder fazer os testes, conhecer o pessoal, conhecer as motos de perto, porque faz diferença. Mas é isso, tudo de melhor aí para vocês.
Ô Mariana, a gente que agradece. Eu especialmente não te conhecia quando você esteve lá na loja. Fernando falou, ah, Mariana, bacana tudo. Eu olhei e falei, eu já te falei, né, te confundi com outra menina, confundi com outra pessoa. Mas isso você tá falando é a grande verdade. Naturalmente a gente chega no mercado com um negócio novo, embora com o nome forte tradicional já existente, né? Mas praticamente 90 anos, 90 anos ano que vem, mas é nova aqui, né?
Então assim, depois dessa expansão de 2018 para cá, a marca já tá presente em 57 países, ela tá em 8 estados no Brasil hoje, no final do ano que vem projeta estar em mais de 20. Então a expansão ela é um efeito sem volta. E isso que você falou a respeito de teste, a gente tá brincando aqui de fato, mas é uma característica do negócio fazer o cliente andar, experimentar. Até hoje a gente não teve uma pessoa que desceu de alguma motocicleta de teste lá e fez alguma crítica.
Foi zero, 100% de satisfação. Então de fato experimentem. Os maiores promotores do nosso negócio são os clientes que já compraram. A gente tem Olha para você ver, a gente tá em Belo Horizonte, a gente já deve ter entregue assim, entregue não, entregue foram poucas, entregue foram umas 6, vendido para Montes Claros aproximadamente umas 15 motos já. Isso porque começou com um cara que veio de lá, amigo de um amigo nosso, e comprou.
E ele é o maior promotor do negócio. A moto dele, ele fala comigo, e minha moto é mó de teste aqui, todo mundo pede, anda, os cara fica doido e anda. Já tem dois donos de oficina que compraram. Tem um cara dono de oficina famosa aqui de Belo Horizonte que comprou. Então essas, essas pessoas se tornam promotoras do negócio, dos produtos, que o produto de fato é um produto muito bom. E para nós que trabalhamos com o business do produto é melhor ainda, porque eu tava conversando até com o CEO da marca, da marca não, desculpa, do grupo, que é o Rogério.
Do grupo Otomax. E falando, cara, quando a gente trabalha com produto bom é muito mais fácil, né? Eu falei, cara, totalmente, Rogério, porque o nosso trabalho ele tem só uma diretriz: comercializar. Não preocupa não, porque não vai dar problema, não vai derreter, é muito mais fácil. Nossa oficina fica ociosa grande parte do tempo fazendo revisão de entrega, revisões periódicas. Foram 2, 3 casos de problemas causados por clientes, um tombo aqui, uma manutenção mal dada ali.
Enfim, reparou, beleza, sem problema, tudo muito, muito fácil de conduzir. Então quem tiver interesse de conhecer, só ir lá no Aldo Barão procurar a gente ou nossa colega Andréia, que tá lá também no time. Nosso time é pequenininho, é tranquilo ainda, mas no ritmo que tá, daqui a pouco a gente vai precisar de mais gente.
Melhor dia para ir lá é último sábado do mês.
É isso, é bom, é o que eu já tô guardando para ir esse mês. A gente não sabe como é que a gente vai fazer, que a gente tem evento.
Enfim, o Fernando a gente já conhece há mais tempo, né? A gente já é amigo já faz tempo, né? Eu, Ronan, a gente conhece, sabe desse, desse, da vida que ele tem no motociclismo, Kombi de Treio. E os projetos dele, né? E o Igor a gente tá conhecendo agora, mas o Igor contou para mim, Ronan, quando eu tive lá na Moto Morena, uma vasta história com motociclismo muito boa, tá? Vale a pena um dia ele só para contar a história dele.
Me contou um pouquinho aqui, o rei da motoca.
Eu fui, a gente tá fazendo a conta, né, Mariana, de quantas assim Direta e indiretamente, quantas motocicletas eu coloquei na rua já? Já quase uma centena de milhares.
Ah, com certeza, muitos só pelo tempo também, direta e indiretamente participando do negócio. O mundo mudou muito das motos, né?
Você passou por isso aí desde o começo, acompanhou todas as mudanças, avanços e transformações.
Em todas as frentes: operação financeira, montadora, concessionária, tudo.
Teve em todos os setores ali, né?
Em todos os setores.
Mariana, mais alguma coisa? Deixa eu só perguntar uma coisa. Ô Igor, que moto você teria do Moto Morini hoje? Eu sou da sua, então do meu time. Eu assim não vou nem perguntar, não. Vou perguntar, Fernando, que moto teria Fernando? É engraçado, né, que vocês não sabem, né, a gente coloca, né, Mari, algumas histórias, né, a gente comenta, né. As pessoas, elas vêm muito através do pessoal, né, porque nosso acesso é livre. Então aí eu tive um amigo, né, tem um amigo que é o Chitão que tem uma GS 650, aí falou comigo, Ronan, eu tô louco para pegar essa Xscape 650, eu quero a 650, eu não quero 1200, eu não preciso de 1200, a 650 me atende.
Existe um movimento hoje muito grande, e o Fernando tinha me falado isso antes de nós abrirmos a nossa, lembra? Você falou que a turma não tá querendo moto pesada demais. O pessoal tá envelhecendo e isso vai de encontro inclusive com os estudos da marca, que o cliente-alvo da marca tá na faixa entre 40 e 60 anos. Por exemplo, eu gosto de custom, mas você me perguntou qual que eu teria, eu não poderia ter custom hoje. Eu tive problema de coluna, tive que operar a coluna, então andar de custom hoje, ficar tomando pancada nas costas, para mim não funciona muito bem, embora a suspensão seja boa.
Mas, por exemplo, A gente teve, recebeu clientes de Big Trails, Big Bigs mesmo, 1200, 1300, enfim, que estão fazendo upgrade, indo para motos mais leves. E essa, esse sucesso das Adventure de média alta, ele se deve um pouco a isso também, porque ela entrega de uma forma muito versátil Quase o que essas grandes entregam, por muito menos valor e com muito menos dificuldade de pilotagem. Se um cara hoje, a gente teve casos lá, né, várias vezes, dezenas, muitos, o cara chega lá, um senhor de 50 e tantos, 60 anos de idade, chega no 1200 e fala assim, bicho, essa moto não vai comigo, não consigo levantar. Quantas vezes a gente ouviu isso na loja?
É difícil.
Nós não ouvimos isso lá dentro da loja, não foi 10, 20, Umas 200 vezes já, é muito. E aí começa uma coisa se repetir, se repetir, se repetir, se repetir. Você fala, pô, é um movimento de mercado.
Mas você vê que o seguinte, né, a Calibre 194 kg, né? Então uma Harley igual que eu ando, 420. Então nós estamos falando o dobro de peso.
E ainda entra uma questão que não é só o peso seco, especificamente, é a distribuição do peso também, centro de gravidade, tudo, centro de gravidade total, ciclística. Vou dar um exemplo aqui. Há muitos anos atrás eu já falei isso com Fernando, na época, Mariano vai achar ruim, mas nós pegamos uma Explorer 1200 usada e eu fui tirar ela do estacionamento e colocar dentro da loja na hora de fechar. Eu tive que pedir ajuda para empurrar ela porque ela é muito alta, o centro de gravidade é alto, a moto é um chumbo.
Enquanto você pega uma GS, por exemplo, sem querer fazer propaganda, mas o centro de gravidade dela é um pouco mais baixo. A gente tinha Teneré, mas 1.250, 1.300, a gente tinha Teneré 1.200, manobrava ela fácil porque o centro de gravidade dela é bem mais baixo.
Aí a Teneré você já colocou ela lá para mim, lá no top das Big 3, entendeu?
É um pesaço também, é pesado, é pesado, mas ela é bem distribuída, é bem distribuído, centro de gravidade dela é baixo.
Eu acho que o Felipe vai concordar comigo, não tem igual Super Ténéré.
É fácil, eu acho que a única Big 3 que ele pilotaria era Ténéré, fácil.
É, e aí na hora eu peguei a Explorer, ele foi, eu não conseguia tirar do lugar, não é possível. Mas assim, era um cavalo dessa altura também, né?
A Tiger Explorer, né, ela é bem mais alta. Agora é engraçado que a Ténéré é uma moto alta, mas que quando você senta nela, sobe nela, ela baixa bem.
Um cara de 1,70 com 2 pés no chão com tranquilidade, fácil, fácil.
É uma moto que, como você sabe aí, não vem para o Brasil, né? Acabou, faz parte, entendeu?
Mas enfim, então tem essa questão do centro de gravidade também, não é só o peso.
Sim, não, não é o conjunto todo, conjunto todo, conjunto todo, entendeu? Eu acho que isso, essa parte da meia aí, né, da média cilindrada, tava faltando muito e vocês pegaram ali certinha lacuna com todo o lineup.
Eu acho que o acerto, o acerto da marca foi esse, e é onde as marcas estão direcionando muito esforço agora. Tem muita opção de produto legal.
Isso é bom, é bom. Ô Igor e Fernanda, agradeço. Mari, obrigado, viu?
Obrigada a vocês por terem esperado.
Tô sempre às ordens.
Nós também.
Desejo sucesso à Moto Morini aí, a toda a operação da Automax. Agradeço principalmente aí hoje a Monique do marketing que me mandou esses vídeos sensacionais. Então desejo sucesso para vocês aí e com certeza em breve vou dar uma voltinha nessa, nessa calibre aí para deixar o Fernando feliz.
Vamos sim, aguardamos suas—
breve, no último sábado do mês, último sábado do mês, dia 29, já tá fechado.
Vamos lá andar de moto.
Exatamente.
Valeu, gente, boa noite aí. Obrigado, até semana que vem.
Até, gente, boa noite, até segunda.
Tchau, tchau, valeu.