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PodPan - Episódio 24 - S4 - RENATO E JUNIA - VAMOS FALAR DE HONDA !

13 de agosto de 20261h51min
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QUASE 20 ANOS NO MERCADO DE MOTOS E UMA NOVA GERAÇÃO APAIXONADA POR DUAS RODAS | PODPANO que faz alguém escolher uma motocicleta? Preço? Cilindrada? Tecnologia? Design? Ou existe algo muito maior por trás dessa escolha?No episódio de hoje do PODPAN, recebemos Renato e Júnia, dois profissionais que vivem o universo Honda por perspectivas completamente diferentes, mas que têm algo em comum: a paixão pelas duas rodas e pelas experiências que uma motocicleta proporciona.De um lado, Renato, com quase 20 anos de experiência no mercado de motocicletas.Sua trajetória começou em 2008, na Minas Motos Honda, onde passou mais de uma década trabalhando com vendas, atendimento e relacionamento com clientes. Em 2019, veio uma mudança radical: Renato entrou para o universo da BH Harley-Davidson, enfrentando o desafio de trabalhar com motocicletas de maior cilindrada, outro perfil de consumidor e uma nova realidade dentro do mercado premium.A experiência ampliou sua visão sobre o motociclismo e o mercado de alta cilindrada.Em 2020, participou da inauguração da By Moto Dream, concessionária Honda onde atua até hoje, tornando-se especialista na comercialização de motocicletas de alta cilindrada e no atendimento personalizado de motociclistas que procuram muito mais do que simplesmente comprar uma moto.Porque, para Renato, vender uma motocicleta é entender o sonho de quem está do outro lado da mesa.E essa história fica ainda mais interessante quando encontramos Júnia.Aos 26 anos, ela começou a pilotar há cerca de dois anos e rapidamente descobriu que a motocicleta poderia ser muito mais do que um meio de transporte.Virou paixão.Virou estilo de vida.Virou parte da sua identidade.Hoje, Júnia trabalha como consultora de vendas na Honda Dream e vive diariamente o universo das motocicletas. Além do trabalho, compartilha nas redes sociais sua rotina, experiências e aventuras sobre duas rodas, mostrando também a perspectiva de uma nova geração de motociclistas.Neste episódio do PODPAN vamos falar sobre:🏍️ O mercado brasileiro de motocicletas.🔥 O crescimento das motos de alta cilindrada.🏁 A diferença entre vender uma moto e vender uma experiência.💰 O comportamento do consumidor de motocicletas.🤝 Relacionamento entre concessionária e motociclista.🧠 O que realmente influencia a decisão de compra de uma moto.👩 Mulheres conquistando cada vez mais espaço no mundo das duas rodas.🏍️ Honda, alta cilindrada e o futuro do mercado de motocicletas.🗺️ Passeios, viagens e experiências criadas para aproximar clientes da marca.📱 O papel das redes sociais na construção da imagem de um motociclista e de um profissional do setor.E claro: o que está acontecendo no mercado de motos hoje e para onde ele está caminhando?Está comprando liberdade.Está comprando histórias.Está comprando viagens que ainda nem aconteceram, amizades que ainda não foram feitas e quilômetros de estrada que ainda estão esperando.Uma moto pode começar estacionada dentro de uma concessionária.Mas o verdadeiro negócio começa quando ela ganha a estrada.Se você gosta de Honda, motocicletas, motos de alta cilindrada, mercado de motos, motociclismo, viagens de moto, concessionárias, compra e venda de motocicletas, mulheres motociclistas, experiências sobre duas rodas e tudo que envolve a cultura motociclística, este episódio é para você.🔥 INSCREVA-SE NO PODPAN!👍 Deixe seu like e compartilhe este episódio com aquele amigo que está pensando em comprar uma moto.📲 Siga o PODPAN no Instagram: @podpanoficialO que nos move não é gasolina, é paixão.#PODPAN #Honda #HondaDream #HondaMotos #Motociclismo #Moto #Motocicletas #MotosHonda #AltaCilindrada #MotociclismoBrasil #MulheresMotociclistas #MulheresNaMoto #MotoBrasil #ViagemDeMoto #Mototurismo #Motos #DuasRodas #MercadoDeMotos #ConcessionariaHonda #MotoLife #Motociclista #PodcastDeMotos #Podcast #HondaBrasil

Participantes neste episódio3
M

Mariana

HostMillennial
J

Júnia

ConvidadoConsultora de vendas
R

Renato

ConvidadoAnalista de coisinha sênior
Assuntos10
  • Carreira no Mercado de Motos· NegociosInício administrativo de consórcio·Experiência na Harley-Davidson·Honda Dream·Venda de alta cilindrada
  • IA no atendimento ao cliente· TecnologiaConsultoria e relacionamento com cliente·Passeios e eventos para clientes·Importância do pós-venda·Atendimento humanizado
  • Modelos Honda· TecnologiaAfrica Twin (Adventure Sports, DCT)·NC 750·Transalp 750·Hornet (500, 750, 1000)·CBR1000RR-R Fireblade SP·Shadow 600 e 750
  • Trabalho vs Prazer· SociedadeVender experiências, não apenas motos·Histórias de clientes marcantes·Sonho não tem tamanho·Importância do atendimento humanizado
  • Tecnologia de câmbio em motos· TecnologiaCâmbio DCT (Dual Clutch Transmission)·e-Clutch (embreagem eletrônica)·Preconceito com novas tecnologias·Manutenção de câmbios DCT
  • História com Motos· SociedadeInfância com irmãos e motos·Primeira moto·Paixão reacendida
  • Mercado de Motos· NegociosEntrada de novas marcas no mercado·Importância da concorrência para melhoria·Desafio de manter a qualidade e o pós-venda·Mercado brasileiro criterioso
  • Mulheres no Motociclismo· EsportesDesafios e preconceitos enfrentados·Importância do apoio e incentivo·Mulheres como referência·Ambiente de trabalho inclusivo
  • Mercado de Motocicletas Honda· NegociosHonda como marca de confiança·Linha de produtos extensa·Lojas segmentadas (Dream)·Concessionárias no país todo
  • Motos Customs· NegociosLacuna no mercado de customs·Histórico das Honda Shadow·Possibilidade de retorno da Honda·Legislação de emissões poluentes
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RRenato

Fala, pessoal, boa noite! Mais uma vez nós estamos aqui no PodPam. Agradecer a Mariana mais uma vez por estar sempre acompanhando aí, né, Mari? Sofrendo, mas vem, né?

MMariana

Eu venho quando der, eu venho.

RRenato

Boa noite, tudo bem, moça?

MMariana

Boa noite, Rana! E aí, como estamos?

RRenato

Com quem nós vamos bater papo hoje aí? Apresenta nossos queridos convidados hoje.

MMariana

Quem tá aqui hoje são duas pessoas que se tornaram amigos Fiquei muito feliz com isso, duas pessoas que entendem mesmo de Honda, Júnior e Renato. Boa noite, tudo bem, Júnior? Boa noite, tudo bem, Renato? Boa noite, galera, valeu o convite. Muito bom receber vocês aqui, viu?

JJúnia

Nós que estamos muito felizes, né, pelo convite. Saiu, né?

RRenato

Sempre um prazer.

MMariana

Até que enfim, já faz um tempo, tá, que me enrolo.

RRenato

É, normalmente é assim mesmo, né? Vai, vai, não vou, mas Obrigado mesmo de coração. Sei que também para vocês é corrido. O Renato tava até agora aqui, ó, ainda vendendo moto, faltando 3 minutos para entrar e tava vendendo moto.

MMariana

Telefone não para, né, Renato? Graças a Deus.

RRenato

Gente, conta um pouquinho aí de vocês. Conta, vamos começar por quem, Mari? Pela Júnior. Então vamos lá, Júnior.

MMariana

Até porque o Renato é mais tímido, aí ele vai se soltando com a câmera. Faça as honras aí, Júnior.

JJúnia

Bom, meu nome é Júnia, né? Eu venho, minha história com a moto aí começa desde criança, porém pausou por um tempo, e com 2 anos para trás essa paixão reacendeu de novo. Aí não teve como. Por que quando criança? Porque eu cresci com 3 irmãos, né? Então foi aí minha infância inteira com 3 meninos. Meu irmão, ele vem aí das trilhas, das motos de trilha, Inclusive, a gente já fez uma pista de motocross no quintal da minha mãe, que assim, ela ficou louca, mas no final é tudo brincadeira.

Deu tudo certo, deu tudo certo. E quando eu vim para BH, isso, trabalhei em outras áreas, mas sempre com aquele pezinho lá no motor. Foi até quando eu entrei para Honda, aí voltou aquilo de novo. Mas carteira aí pilotando mesmo vai fazer 2 anos agora em outubro.

RRenato

E você pilotou sem carteira ou não?

JJúnia

Não, não, não, não, não, só na garagem.

MMariana

Então deixa eu entender, tem 2 anos que você pilota e você já tem uma Africa Twin, você já pilota uma Africa Twin, para iniciar uma conversa.

JJúnia

Mas foi degrauzinho, minha primeira moto foi uma 300 cilindradas, depois veio a primeira moto, foi uma MT-03. Depois veio a 650.

MMariana

Eu era apaixonada com ela.

RRenato

A 650 eu vi.

MMariana

Apaixonada com ela.

JJúnia

Era meu sonho aquela moto.

RRenato

Nós fomos para Corvelo juntos.

JJúnia

Foi, foi.

MMariana

Eu conheci a Júnior com essa moto.

JJúnia

Foi.

RRenato

Era cinza, né, Júnior?

JJúnia

Isso. Que inclusive foi o Renatinho que me vendeu ela. Né, Renato?

RRenato

É verdade.

JJúnia

Eu lembro até hoje. A gente sentado conversando fora do expediente. Tinha batido a meta, né? Aquela resenha legal. Ele me fez aquela pergunta, ô Júnior, e aí, qual cor? Na hora que ele fala, você lembra disso? Na hora que ele fala isso, ele já me acendeu aquela luzinha na cabeça, poxa, já tô escolhendo a cor da moto. Aí até o dia que ele também me fez andar na Africa Twin a primeira vez, aí acabou, virou meta, virou objetivo.

RRenato

E graças a Deus, nem eu tava lembrando disso.

JJúnia

Aí tá vendo o quanto que um vendedor pode marcar na vida?

RRenato

Vai natural, né, Renato? Fala, vai natural.

RRenato

Mas vai mesmo, né, cara? Pode, engraçado, né?

RRenato

E você, Renato, conta um pouquinho de sua história para gente.

RRenato

Cara, eu comecei a andar de moto quando eu comecei a trabalhar em concessionária, que já tem um tempinho também. Mas em 2008 eu comecei a trabalhar em uma concessionária aqui em Belo Horizonte com a parte administrativa de consórcio. Então trabalhei e comecei a gostar do negócio de motocicleta, né? E comprei uma moto, uma Fan ES 2009, partida elétrica, financiada, R$48.241, lembro como se fosse ontem. Cheguei em casa com a moto, um amigo foi buscar a moto para mim e não tinha carteira.

Aí minha mãe falou assim, só vai andar com essa moto depois que— minha mãe tá me assistindo inclusive— só vai andar com essa moto depois que tirar carteira. Bicho, aquilo ali para mim foi um— passou uma cadeada na moto, um balde de água fria no seu É, ou não, né? Tem que depender do seu cara. Talvez foi um incentivo, incentivo para tirar carteira rápido. Depois a minha mãe falou assim, o dia que você tirar carteira você pode ir andar com a moto.

MMariana

Como é que sua mãe chama?

RRenato

Simone.

MMariana

Oi Simone, beijo para você, você tá correta, viu?

JJúnia

Parabéns! E aí, Inácio, acho que ele vai tirar carteira e vai comprar moto.

MMariana

Inácio talvez nem carteira ele vai tirar, nem vai pilotar.

RRenato

Cara, tirei carteira e assim, né, é um teatro, a gente sabe que ele é um teatro tirar carteira. No outro dia saí de Santa Luzia, vim para o BH, atravessei, que chama a chave, carteira na mão. Então a senhora falou que pode, pode, vamos embora agora. Depois nunca mais desci de uma moto. E contextualizando um pouquinho, trabalhei nessa concessionária, foram 12 anos. Tive um convite para ir trabalhar na Harley, que algumas pessoas não sabem disso, né?

Então pedi conta nessa concessionária para poder trabalhar na Harley. Foi um ano que que eles ficaram me convidando, fui.

RRenato

E na época a Harley era BH ainda, é a B, Grupo AB.

RRenato

E foi, foi em 2019. Em 2020, a ByMoto iniciaria esse projeto da ByMoto Dream. Foi me feito convite, eu saí da Harley agradecido demais e fui para ByMoto Dream, que é onde estamos até hoje, né, Juninho, fazendo um trabalho bem bacana lá. E é isso, é assim, desse tempo todo, né, quando a gente, quando eu entrei para Harley, eu falo que foi onde a chave virou. Muita gente falou assim, nossa, tipo, você vendia, era o top 1 da Honda, aí você saiu, pediu conta para ir trabalhar na Harley, não sabia se ia ganhar dinheiro.

E eu falo assim que nem tudo é dinheiro, né. Ali a chave virou, porque eu tava acostumado a vender motocicleta de R$10 mil, R$15 mil, R$20 mil, e pensava com meu bolso, que era onde eu tinha condição de ter a moto que eu tinha condição de ter. Então fui passar a vender moto de, a mais barata, acho que era o 883, era R$39.990 na época. Isso é dinheiro demais da conta, não tinha nem noção do que que era isso. E ali eu entendi que era um número que era mais ou menos condizente com o perfil daquele cliente que eu tava atendendo.

E aquilo ali foi uma virada de chave na minha vida, entendeu? Então hoje a gente senta para poder vender uma Goldwing, que é seu sonho, você pensa em ter, vai ter com certeza. Qual cor que vai ser, inclusive?

RRenato

Preta, né?

JJúnia

Mas ainda não, entendeu?

RRenato

Não entra em minha cabeça ainda não.

RRenato

De R$320 mil, você vai sentar com a pessoa. Eu não tenho condição de ter, mas nenhum cliente tem condição de ter, né?

RRenato

Então é, na verdade, hoje também é planejamento, né, Renato? Se você planejar, você consegue, né?

RRenato

Você consegue. É isso mesmo. E foi onde virou a chave. Então assim, desde então a gente sempre com moto, né, sempre viajando.

RRenato

Mas você fala que virou a sua chave, foi a forma das pessoas verem a Harley-Davidson dos clientes ali, ou foi a forma do grupo AB falar com você?

RRenato

Não, não, não, foi a forma do meu de eu entender que moto não era só um moto, né? É que não era só um meio de locomoção, trabalho, casa. A gente focava só nisso no começo e tal. Então a gente entendeu que aquilo ali era um estilo de vida de fato, que aquilo ali alegrava o cara no sábado à tarde, no domingo, era um encontro da família, é um hobby, né? Então assim, aquilo ali virou. Aí eu falei assim, não, que eu quero isso para mim também.

RRenato

Aí você falou que veio o projeto da ByDream. Honda ByDream.

RRenato

A Baimoto já tinha uma loja de alta cilindrada com foco maior em alta cilindrada, que não era onde nós estamos localizados hoje, né, que é na Barão Conrágia. E em 2020 foi construída uma loja, né, na Barão Conrágia, que é uma região bem conhecida aqui na nossa cidade, né, onde estão as lojas de motos de maior cilindrada. E a gente desde então estamos aí, desde 2020, né, com esse projeto de uma loja mais segmentada, com foco em motos Honda de maior cilindrada.

MMariana

Então você já veio da Harley, que já vendia moto alta cilindrada, e foi para a Dream. Então você já tinha essa experiência de lidar com esse público, né? E você, antes de trabalhar na Dream, você trabalhava com moto?

JJúnia

Então eu trabalhei em mercado multimarcas, e lá tinha todas as marcas, motos de alta cilindrada principalmente. Então eu já peguei esse feeling aí com esse meio. Para mim foi mais fácil por causa disso. E quando eu comecei a pilotar, que eu comecei a entender realmente o mundo da motocicleta, a viver isso, para mim também foi mais tranquilo, porque eu não comecei lá na ByMoto diretamente em venda de alto cilindrado. Eu comecei primeiro na boutique, oficina, aí eu me introduzi realmente no mercado de moto e entendi o que que era o segmento.

Aí foi quando veio a oportunidade para venda, né, de zero km, que eu abracei feliz.

RRenato

E eu falei com ela, desculpa, você, Júnior, você tem todo o perfil, vamos vender moto com a gente. Lembra, Júnior?

MMariana

E deu super certo, né?

RRenato

Renatinha, referência hoje.

MMariana

Referência, é verdade. Então, em relação a isso mesmo, né, referência, e como que é isso, essa Porque assim, a Honda a gente sabe que é uma marca que se vende sozinha, sem esforço, né? As motos de baixa cilindrada, a gente sabe, de baixa e média cilindrada se vende por si só, né? E as motos de alta cilindrada, como que é a relação de vendas de moto alta cilindrada? Também tem essa facilidade? Ela também se vende sozinha?

JJúnia

A Honda é uma marca que já vem aí o nome confiança, né? Então é uma marca que se vende sozinha, entre aspas, né, Mari? Porque hoje a gente tem muita marca boa no mercado que tá ali sempre do lado. E se a gente tem que trabalhar isso também, porque é igual um rapaz falou aqui com vocês, é, foi acho que Diogo, né? Não existe moto ruim no mercado hoje em dia. Existe cada moto que vai ser boa para o seu uso. Talvez uma moto que é boa para mim não é boa para você.

É tanto que é por isso que hoje a gente tem a experimentação, que é o teste ride, né? O teste ride lá na loja disponível de todas as motocicletas, inclusive a única concessionária do Brasil até a Africa Twin disponível para teste ride.

RRenato

Achei que você ia falar da Goldwing, eu olhei para mim e falei, é agora, é agora!

JJúnia

Eu também gostaria, tá? Também gostaria de fazer o teste ride na Goldwing. Mas a diferença é essa, né? A gente tenta trazer pro cliente realmente a necessidade dele. E é uma consultoria, né, Renato? Não é só vender a marca, fazer, vender ali a moto. É uma consultoria. É aí que entra também muitas vezes o depois. Não é só entregar a moto ao cliente e falar, pode levar.

MMariana

É o pós-venda, né?

JJúnia

Vai muito além do que só vender moto.

RRenato

E assim, tem um detalhe também. O lineup da Honda é muito grande. Hoje a gente tem aí, vamos falar, em quase 30 motos sendo vendidas aqui no país, né? Entre nacionais e motos importadas, só nacionais são mais de 20 produzidas aqui. Então você tem um mercado hoje, eu vou te dar um exemplo de uma BMW, que é um mercado que tem um número menor de opção de motocicleta, você consegue focar mais em alguns modelos, né? Então são pioneiros, são carro-chefe em muitas motos, Triumph, Ford, enfim, várias marcas.

E a Honda hoje, a gente, a gente tem motos extremamente confiáveis, com pós-venda mais em conta, com concessionárias no país todo, são mais de 1000 concessionárias. Mas a Honda entendeu que precisava também criar lojas como a nossa, que é uma loja dream, né? Então você consegue ter uma loja como uma experimentação, que foi o que a Júlia falou. Nada melhor do que o próprio cliente tirar a prova da moto. Então hoje a gente oferece nosso cliente, vamos lá, vamos tomar um café, vamos pegar a moto, vamos andar, vamos no Alphaville, vamos voltar Você vai andar de Transalp, de NC, de Africa Twin, todas as motos, quase todas as motos de alta potência.

JJúnia

A gente ainda acompanha, que é um diferente, se o cliente precisar de auxílio ali durante qualquer tecnologia da moto, a gente tá presente em outra moto.

RRenato

Tem um consultor de venda para poder fazer esse teste com você. Acho que nada melhor que o próprio cliente tirar a prova e entender. A gente faz, nós somos, eu acho, talvez todas as marcas hoje aqui na capital A gente é a loja que mais faz projetos de passeios. Uma vez por mês a gente tem passeio. E para mim isso é uma coisa sensacional, porque ali você vai entender de, né?

RRenato

E os passeios ficam cheios, eu já vi, já ficam bem cheios.

RRenato

Os nossos passeios hoje, eles, a gente sempre tem uma, a gente limita a quantidade de pessoa porque tem que ter segurança, né? É o que o Flávio sempre fala, nosso diretor, é segurança, segurança, segurança. Então se eu coloco lá, a gente fez agora um passeio Foi para Brasília. Então foram 20 vagas, acabou com 20 minutos, você não tinha mais vaga para poder preencher.

MMariana

Aí eu vi essa saída, foi bonita a saída daquele tanto de África.

RRenato

Eu já vi passeio lá com mais de 20 motos.

RRenato

Não, é assim, aí depende do passeio, sabe? É mais curto, mas Brasília com 20 motos é bem pesado, viu?

MMariana

Então esse passeio com a gente, fui de XADV, sim, né? A gente fecha para perto de Ouro Preto ali. Foi almoço, foi muito legal mesmo. É bom porque é como se diz, é o que você falou, não é só vender a moto ali, entregar. Você pega aquele cliente, traz ele para ser tipo um amigo da loja mesmo.

JJúnia

E muitos clientes viram amigo, acontece muito.

RRenato

Demais, viram parceiros mesmo, né, João? Então é mais ou menos nesse sentido.

RRenato

Mas hoje a ByDream ali é uma das, é só ela que faz esses passeios da Honda assim?

RRenato

Não, hoje aqui em BH, hoje ela é subdividida em 4 concessionárias. A Baymoto, ela tem, além da Baymoto, é dona também da Autobay, né? Então você tem hoje, tem mais uma concessionária aqui na Grande BH que já tem feito também alguns passeios chamados Dream Test. São passeios que a Honda ela nos dá um suporte, né, para poder fazer uma vez por mês. Só que a ByMoto, diferente das outras lojas, dessa outra concessionária, tem um apelo.

A gente faz a cada 3 meses no máximo um passeio maior, que é onde a própria concessionária ByMoto aporta um valor maior para a gente conseguir dar um exemplo. A gente faz um passeio agora, fomos para o MotoGP.

JJúnia

Não, nem fala.

RRenato

Então assim, foi um, só nós fomos, levamos, acho que foi uma faixa de 20 clientes também. Então andamos na pista, pô. Andando na pista, né?

JJúnia

Andei na pista do MotoGP 2026 de África Twin.

RRenato

Então assim, é uma ideia mesmo aí, né?

JJúnia

Me marcou para vários, com certeza, vários amigos nossos, clientes que estavam lá.

RRenato

E é criar relacionamento mesmo, né? Acho que esse é o nosso negócio, nosso desafio maior também, né? É relacionamento puro, né?

MMariana

Você disse ali proporcionar realização de sonho não só para os clientes, né?

RRenato

É uma marca muito antiga, né? Vamos falar assim, né? Uma das marcas antigas aí que tá muito tempo no Brasil, né? Eu sei que a gente brinca muito ali de que vai ser uma concessionária que vai ter no Ushuaia, né? Você tem uma Honda no Ushuaia, você tem noção do que que você chegar lá e tem uma Honda? Então eu acho que de assistência técnica ali a pessoa não precisa preocupar, entendeu? Eu acho que de suporte ali, você fazer uma viagem, eu acho que tá mais tranquilo.

Porque você imagina, você pegar uma Harley e for para Ushuaia, o borracheiro não consegue nem arrancar a roda porque é polegada, não é milímetro. Então ele não vai ter a chave, então já começa a complicar as coisas. Então se você for assim olhar, eu tive aqui com o, não vou lembrar o nome, mas ele foi fazer o mundo todo, ele escolheu uma GS 310 porque era uma moto que dava para ele conseguir, pequena, 310, a gente não precisa, não tem muito motor, mas ele conseguia trocar peças no meio do caminho por qualquer outra e ir adaptando e ir embora.

Então a gente consegue fazer essa pegada. Você imagina hoje, você vai para o Ushuaia, você foi para o Chile, Aí você tá tranquilo. Eu fui para o Chile, quando nós chegamos, uma Harley tava fechada porque era feriado. Eu não sabia, só tinha uma Harley no Chile todo, só tem uma Harley, se eu não me engano. Eu acho que é só em— tem duas em Antofagasta e uma lá em Santiago, só isso. Não tem na Argentina, não tem na Argentina. Então você tem que fazer uma revisão É 8.000 km.

JJúnia

Eu vi essa proporção aí, Ronaldo, você falando. Minha cidade que eu nasci, a cidade do interior, viajei lá para ver minha mãe, tem uma Honda lá. Às vezes falta muita coisa em uma cidade pequena e tem uma Honda. Eu pesquisei no Google desanimada, tinha uma Honda lá.

RRenato

Eu fiquei assim, você viaja mais tranquilo, cara, se você parar para pensar.

RRenato

E um detalhe importante também é agora as concessionárias, elas elas são obrigadas a prestar um serviço em qualquer moto nacional. Então a Africa Twin é uma moto fabricada aqui no país, qualquer cidade que você for, o mecânico ele tem que estar preparado.

RRenato

Isso a gente tava até falando disso, né, Renato? Explica um pouquinho aí essa parte das motos que são nacionais, que são importadas, porque não vou mentir para mim, para mim hoje era tudo CKD, e você falou que não, que tem realmente algumas motos importadas. Se você puder listar aí quais são as importadas As motos importadas, claro, claro.

RRenato

As motos importadas da Honda hoje é a Triple R, né? Então é a CBR1000RR-R, é moto hoje R$193.500, né, Juliana? Isso, valor dela. Gold Wing, então as motos mais premium da Honda. A X-ADV, que é uma moto que a gente pede por favor para ser nacional, né, Juliana?

RRenato

É a scooter da altura da Africa Twin, alta. Ela é larga, ela é muito larga, que aí a perna fica mais aberta, né?

JJúnia

Sim.

RRenato

Sim, assim, a moto é sensacional demais. Já viajei algumas vezes de EXADV, a moto é muito legal, né? E a linha das motos de competição, as CRFs também são as importadas, né? CRF 450, CRF 250, RX, a R de cross-country, a de motocross.

RRenato

Então a linha NX aí, NC, CB, tudo nacional.

RRenato

Africa Twin, as primeiras em 2021, as primeiras 1100. Elas vinham algumas importadas ainda do Japão. Aí em 2022 a Honda já conseguiu produzir o câmbio DCT aqui em Manaus. Então é o único lugar fora do Japão que é produzido DCT, é aqui em Manaus. Então a Honda hoje, e além do que vocês perguntaram também, essa questão de marca, né, a Honda vem tentando hoje mudar um pouco e trazer mesmo, né. Principalmente a gente fala um pouco da Africa Twin, que eu tive 3 Áfricas, indo para a 4ª, junho teve 2 Áfricas, é criar esse senso de pertencimento, né, das motos de alta cilindrada.

Talvez seja o maior desafio, que a Honda é tão conhecida e forte nas baixas cilindradas, né. Então hoje, quando eu falo hoje, então falando que nós vamos fazer agora 6 anos e meio de Baia Moto Dream. Então é isso, é o que a gente tem, nosso maior desafio, tem dado certo. E a ideia é melhorar não só para Baia Moto, para as outras concessionárias poderem fazer um projeto parecido com o nosso.

RRenato

Um exemplo, né?

RRenato

É, entende? Então hoje a gente tem, a gente tá sempre cheia. Eu vejo sábado lá, sabe, fica cheio. A gente hoje, a gente graças a Deus, a gente hoje a gente recebe pessoas de concessionária do Brasil todo que vão para poder entender mais ou menos o modelo, conceito, e multiplicar, sabe? É isso.

MMariana

É porque a loja realmente, quando você entra lá, é É diferente. Sim, você não sente a mesma coisa que você sente em qualquer loja.

RRenato

Tem uma visão bonita lá no fundo.

MMariana

Tem lá, tem. Como que é todo dia conviver com aquele pôr do sol?

JJúnia

Tem dia que o sol entra para dentro para visitar a gente.

MMariana

É verdade, é diferente. Que eles colocaram todas as motos, as Áfricas, assim de frente para o pôr do sol, como se as Áfricas tivessem assistindo o pôr do sol. Cara, isso foi muito legal. Quem tem essas ideias lá na loja?

JJúnia

Isso foi aleatório, não foi? A gente, é porque as motos chegam E a gente coloca elas para preparar, né, para ir para o showroom. Aí a gente saiu lá fora, tava a visão das Áfricas de frente para o pôr do sol. Aí bateu aquele estado, né, Renato?

RRenato

Normalmente quando você vai lá, pelo menos a primeira vez que eu fui lá, já tava de cara a Goldwing na porta, né? É, eu acho que é mais ou menos isso, né?

RRenato

De par do lado direito.

RRenato

Então ela chama atenção, né? Ah, você falou ali, e sua moto, qual que foi a primeira?

RRenato

Você falou que foi uma Fan e depois Ah, depois eu tive muita moto, tive muita scooter, uma Africa 2024, e agora tô trocando a Adventure Sports, pegando a 26 DCT.

RRenato

Qual que é a diferença? Explica para mim, porque tem a Africa Twin Adventure Sports, que acho que com tanque maior, é o tanque de 24,8 litros, né?

MMariana

A roda também, né?

RRenato

A roda agora, a roda 19, tem a versão menor, é raiada, todas as Africa raiada, né? São, são.

JJúnia

E agora todas pneu sem câmara também.

RRenato

Até 2024 a gente tinha versão com pneu com câmara de ar, agora a Honda mudou as Áfricas todas com pneu sem câmara, que era o que a gente pediu. A suspensão já eletrônica a partir da versão média, né? Só a versão manual, que é o câmbio, que é a suspensão, não é o ajuste dela manual, né? Então a Adventure Sport vai ter tanque maior de 24,8 para quem faz viagem maior, roda 19 na frente, farol, farol de curva, né, que a outra versão não tem.

Já ajusta, né, na curva, né, ilumina, né. De acordo com o que que te fez escolher a DCT? Mari, 2022 eu comprei uma Africa manual, andei na moto bem. Aí 2023 eu já migrei para DCT, mas eu só migrei porque eu já fazia teste ride desde 2021 com as motos DCTs, né. Então assim, é uma moto, é um câmbio que com uma semana, na minha concepção, você acostuma. Quando você entende o câmbio, né, você tem alguns níveis: S1, S2, S3. Que o pessoal tem muito medo, né? Não, eu gosto de mandar na moto, não quero que a moto mande em mim, tá louco.

RRenato

Tem um preconceito ainda, né?

MMariana

Então, é isso que eu ia te perguntar. Hoje, a maior busca para DCT ou manual?

RRenato

Depende, a resposta depende. Quem já andou na moto DCT, a troca é sempre hoje pela DCT. Vai ser uma proporção de 1 para 100 a pessoa que tem uma moto PCT que volte para o câmbio mecânico. É a mesma concepção dos carros, não tem jeito. Você tem a vida toda com carro passando marcha, aí depois vem o novo, te dá aquele bloqueio no começo, depois você se adapta, não tem jeito. Eu não quero nunca mais moto para poder passar marcha.

JJúnia

Eu, aconteceu comigo também.

RRenato

Conta aí. Eu falei, a pessoa quer manual até Até andar, aprender, porque você consegue comandar a moto nas borboletas, né?

MMariana

Eu rodei com a África com câmbio DCT, só que eu rodei um dia só. Então nesse dia eu não me adaptei, eu senti aquela falta de eu comandar a moto, sabe? Principalmente que eu peguei aquela Serra do Rolamoça, toda hora pedir marcha. Então na hora que de fazer aquelas curvas fechadas subindo, eu fiquei meio perdida, tipo, eu Precisava e não tinha, sabe aquela sensação de você precisar e não ter? Aí depois que ela vem, aí você assusta, tipo, agora veio.

Mas até então sua cabeça fica, né, ai meu Deus, vou tombar. Aí eu falei assim, não, não quero uma DCT, eu quero uma manual.

RRenato

Aí que tá o teste rádio. E eu falo também que teste rádio no entorno do quarteirão também não vende não. Isso aí a pessoa tem que entender, principalmente o câmbio DCT, porque é modelo mental. Ronan, você tá quanto tempo andando com moto de embreagem normal, padrão?

RRenato

Tem 2 anos, né, de moto.

RRenato

40 anos andando passando marcha, do nada você vai mudar.

RRenato

200, já você me arrebenta, velho.

RRenato

Você vai mudar, cara. Então assim, isso aí de fato em ser principalmente levar o cliente para poder andar. Só que muitos donos de concessionária não querem ter esse investimento de comprar uma moto para colocar na concessionária para o cliente poder experimentar. Nós temos, né, graças a Deus, a nossa diretoria com uma concepção diferente.

RRenato

É isso que eu ia te perguntar, lá na Baia Moto do Rio não tem?

RRenato

Temos.

RRenato

Ou DCC para fazer teste de rádio?

RRenato

Temos, temos uma África 26 e acabamos de comprar outra para ficar com duas cores, uma branca, uma cinza. Então tem duas Áfricas para rodar.

RRenato

Pode escolher a cor ainda?

RRenato

Pode escolher a cor. Então você vai fazer um passeio, normalmente esses passeios que nós fazemos, tem até um para Campo de Jordão agora, se Deus quiser, daqui a 30 dias. Então tem clientes que às vezes estão trocando de moto, deixou a moto na troca ou tá sem moto no momento, A gente convida ele para poder ir na moto nossa de test ride, porque vai conseguir fazer um passeio experimentando, né, entender, né, o funcionamento do DCT.

RRenato

O câmbio DCT aí, pelo que eu entendi, ele funciona muito bem, só que ainda nós temos ainda aquele problema do brasileiro de não querer nem testar. Você vê que isso é o maior problema para você poder vender ou mostrar um câmbio DCT? Como é que você mostraria um câmbio DCT? Por exemplo, eu não, eu quero embreagem. Não, não quero nem ver. Não, não quero. Você só tem um não, não, não quero.

MMariana

E outra coisa, uma coisa que eu pensei aqui agora, tem muitos clientes mais velhos, né, mais de mais tempo de estrada aí. Então, que eu acho que é mais difícil ainda de colocar na cabeça de colocar um cabo DCT na mão deles, né? Eles estão aceitando bem?

JJúnia

A gente ganha muito isso aí no teste ride. Quando o cliente anda na moto, você explica ele o funcionamento, dá ele a opção de passar as marchas pelos botões se quiser, mesmo a moto estando automática. Se ele sentir necessidade, ele volta com a cabeça bem diferente. São muito raras as exceções que o cliente volta ainda não querendo, ainda não gostando do DCT. Mas quando ele anda e entende o funcionamento em si do câmbio, é muito difícil ele não querer, ele não gostar.

RRenato

E assim, e digo mais, né, eu não falo problema, eu falo desafio. O desafio é a gente colocar montar o cara na moto e explicar para ele a fazer o test ride. É só isso. Mas sim, existe.

JJúnia

Depois que anda é diferente, a conversa fica diferente depois que anda.

RRenato

É porque aí o cara vai para casa, vai: peraí, negócio não é assim não, hein. Isso foi desenvolvido um projeto para eu poder não ter que ficar gastando. Que a gente fala, o município da canastra, você andando de moto em pé, você tem que ficar baixando, passa a marcha, debreando, tudo, tudo. Agora você desenvolveu um projeto de anos caro para poder otimizar o tempo, para poder ter vantagens para tudo. Então o negócio não pode ser ruim, o negócio é muito bom.

JJúnia

Você falando isso aí me vem outra coisa na cabeça. Eu postei um vídeo uma vez no câmbio DCT falando do DCT. Em seguida eu postei um vídeo do e-Clutch, que é o sistema que a Honda traz na 650, que dispensa o uso da manete de embreagem.

MMariana

Tem as duas opções, né?

JJúnia

Se você quiser, você usa embreagem. E um rapaz veio no meu vídeo comentar, poxa, há mais uma moto que eu consigo pilotar. Aí o comentário dele me despertou uma curiosidade. Eu entrei no perfil dele, fui ver, o rapaz não tem um braço. Então ele tem uma Africa Twin, inclusive a DCT. Ele anda, ele viaja. Eu quero inclusive achar o perfil dele e mostrar para vocês depois, se for o caso. Gente, eu fiquei assim Ele é do Rio de Janeiro. Eu fiquei na hora, eu fiquei assim, sabe quando dá aquele—

RRenato

é porque é pesado, né? Porque aí ele tem que ver o seguinte.

MMariana

Você falou, já imaginei outra coisa, né? Mas é, eu imaginei só sem o dedo, porque inclusive tem os dedos, mas agora não tem o braço.

JJúnia

Conversei com ele, ele falou que pilota, viaja. Inclusive eu falei que quando tiver em BH, passa aqui, eu quero te conhecer. Passa aqui para tomar um café com a gente.

MMariana

Moto é sonho mesmo, né?

RRenato

E a gente fala, você falando isso aí eu até arrepio.

JJúnia

Vou falar isso aí na hora que eu vi.

RRenato

Você vai lembrar disso aí. Ele ligou na loja um dia chorando, tinha acabado de lançar a África DCT. Você consegue me explicar o que que é esse câmbio? Aí eu falei com ele, ele começou a chorar no telefone. Eu falei assim, o que que esse cara tá arrumando a vida, gente? Aí pera aí, eu já vou te contar uma história já. Aí foi, pegou meu WhatsApp, eu vou conversar com ele. Tinha acabado de ter um acidente, perdeu os movimentos parcialmente da mão e depois voltou, graças a Deus e tal, voltou a conseguir mexer a mão e tal. Mas foi na loja, eu tô indo aí para você me explicar o que que é isso.

JJúnia

Então, um outro detalhe que esses casos me deixam até meio assim, é porque a gente que anda, a gente entende.

RRenato

Agora imagina eu ter que parar de andar de moto de uma hora para outra e Pois é, e aí que eu falo, o negócio é que a gente esquece, né, de valorizar às vezes. E é só quem anda, que no nosso caso, que a gente consegue dar valor a essas coisas. Fica sem andar de moto, você vê, tem jeito, velho.

MMariana

Conta para mim, já que a gente tá falando assim, né, e motivar a mente aí, alguma história de algum cliente que marcou vocês assim. Você fala de um cliente, Renatinho fala de algum outro cliente.

JJúnia

Quer ir primeiro?

MMariana

Não, fala. Eu tô perguntando isso para mostrar para as pessoas que não é só questão de vender uma moto. Ali você tá vendendo sonhos, sonhos das pessoas de anos que estão lutando, batalhando para ir lá e realizar esse sonho. E vocês fazerem parte disso, proporcionar isso para pessoa, é legal, é interessante. Aí eles acham que tipo assim, vendeu, acabou. Não, mas eu sei que isso mexe com vocês porque eu conheço vocês. E aí eu queria que vocês contassem a história de algum cliente que marcou muito a vida de vocês.

JJúnia

No meu caso, um cliente que marcou muito a minha vida foi o Mário. O Mário é um senhorzinho, já não tem tanta altura, e quando ele esteve na loja, eu falei, não sei não, será que eu vou conseguir uma moto para o Mário? E o Mário já tem uma idade mais avançada. É tanto que quando eu fui fazer a entrega da moto para ele, eu fiz um vídeo. E nesse vídeo, mais uma vez, gente, o pessoal da internet acaba comigo. Se vocês pegarem para ler os comentários desse vídeo, eu acho que eu nunca senti tanta alegria em ver uns comentários igual eu vi.

E as pessoas: gente, Deus abençoe, não sei o quê. Só tem comentário positivo. Eu nunca vi um vídeo meu assim, de qualquer coisa, ter tanto comentário positivo igual teve. Todo mundo pedindo Deus para abençoar e todo mundo feliz com a conquista dele. É assim, e no que ele falou, ele falava que já tava com a idade mais avançada e tudo mais, mas que o sonho dele, o que ele queria, era conseguir poder continuar a estar ali andando de moto.

Inclusive ele pegou uma Africa Twin DCT, que é muito mais prática para ele no dia a dia. E ele alcançou os dois pezinhos no chão, a gente regulou a moto todinha para ele, para ficar melhor, ainda pegou um sapato, colocou, tem um saltinho ali na moto dele. Detalhe, né? Detalhe, mas que ele tá andando e tá dando super certo. E ele tem uma outra moto maior também, uma Big Trail maior, que tava com aí 200 km porque ele não conseguia andar na moto por causa de peso e por aí vai.

E uma coisa que conta muito é a ciclística da moto te ajudar também. E isso a Honda tem. A ciclística das motos da Honda são assim, eu posso falar por experiência própria mesmo. Você monta na Honda, nas motos da Honda, você vê diferença na ciclística, não é? Tô vendo você balançando a cabeça assim.

RRenato

A própria Africa, você já sente isso praticamente, né? É uma moto que ela anda sozinha, né? Mas eu acho que ela vem mais porque o nome da Africa, se eu não me engano, é CRF, né? Então a CRF já vem de outro lado, né? Então, então se ela pegou o DNA da CRF de trilha, então ela já vem uma tocada bem diferente, entendeu? Então acho que já tem o DNA ali, já tem o DNA.

RRenato

A balança da Africa Twin é a balança da CRF 450, né? Então a moto ela tem esse DNA do off-road que ela tem sido aprimorado, desculpa te interromper, né, que tem sido aprimorado alguns detalhes. De exemplo, Adventure Sports com roda 19 é para o cara que quer pegar mais estrada de asfalto, viagens mais longas. Tanque maior, é para isso mesmo.

JJúnia

Agora tem mais opções, né? Aro 21 permanece nas outras versões. Mas a minha história foi essa com o Mário. Eu consegui achar uma moto ideal para ele, para realmente ele conseguir continuar andando de moto tranquilo.

MMariana

E os comentários, ele tem uma Africa Twin. Eu achei que ele ia levar tipo uma moto menorzinha, mais forte. Ele ia pensar que eu dei mais pé na Africa do que na X-ADV.

RRenato

Lembra que você foi buscar ela?

MMariana

Faltou pele para eu descer.

JJúnia

Eu colocava o bumbum lá na suficiente para eu conseguir pôr o pé no chão.

MMariana

É muito confortável, né? Ela é confortável. Mas e aí, Renato, e você? Tem uma história?

RRenato

Cara, eu tô, você ajuda comentando, eu tô pensando, né? Então são, vamos lá, quase 20 anos.

JJúnia

É porque são muitas histórias, cada uma é única.

RRenato

Eu tenho um cliente, deve estar vendo, Doutor Wagner, abraço para você. Ele me chama de filho e ele fala, esse é um, eu vou contar duas coisas, ele fala assim que ele compra moto comigo. Então se eu for trabalhar, onde que foi, vai comprar a moto Então vai para rally, traz ele, Doutor Wagner, para rally. Mas esse cara assim é um fenômeno, a gente faz amizade lá, né, que a gente faz amizade. E uma coisa que eu pensei aqui agora, eu acho interessante, o Paulinho, que é um padre meu amigo, que comprou uma CBR comigo de algumas vezes, amigo de infância, ele me falou uma coisa um dia, eu fiquei pensando, falou, Renato, você lembra qual sabe qual foi a felicidade quando você comprou sua primeira moto?

Sabe por quê? Porque a vida, a gente fica correndo tanto, mas correndo tanto atrás das coisas. Aí hoje a gente consegue ir lá comprar uma moto um pouco mais cara, independente se é financiado, se não é, né, Júnior? O Plano Evolution veio para ajudar a gente a comprar as motos, que você paga parcelinha pequenininha, mas a gente vai lá, consegue comprar. Mas, cara, a gratidão que a gente teve quando a gente comprou a primeira moto, às vezes a gente ficou muito mais, mas muito mais feliz do que as motos mais caras que a gente consegue às vezes comprar hoje.

Mas o que eu quero levantar aqui em questão é porque é isso, a gente não pode achar que o cliente tem que ser melhor porque vai comprar uma moto mais cara, que vai comprar uma moto mais barata. É todos os dias tentar fazer essa reflexão e tratar todo cliente do mesmo formato, do mesmo jeito, fazer uma entrega técnica legal, né, Júnior? O cara comprou um scooter, entregar do mesmo jeito, com o mesmo carinho, com o mesmo amor, que se for entregar uma moto mais cara. Eu acho que isso, isso vocês falando, fiquei pensando todo dia nisso.

MMariana

Sonho não tem tamanho, né? Sonho não tem tamanho. Às vezes você tá entregando uma scooter para alguém que é o sonho dela.

JJúnia

Sim, sim, é o que ela tem.

RRenato

Não sabe o tanto que ela teve que ralar para poder juntar aquilo ali, entendeu?

MMariana

Aí você vai entregar de qualquer jeito só porque é uma scooter e tem que fazer aquele show todo para uma moto, você entendeu?

RRenato

Então acho que é isso, sabe? Ah, uma moto nova, pera aí, não vou entregar uma moto nova não, tem que limpar ela mais, ficar mais brilhando do que a moto zero. A gente não sabe o tanto que a pessoa trabalhou para conseguir, né, conquistar aquilo. Então são muitas histórias, é N histórias.

JJúnia

A gente faz parte, né, da realização dos sonhos mesmo das pessoas.

MMariana

Quanto mais vocês se dedicam a isso, a esses pequenos detalhes, vocês mais conquistam pessoas e os amigos dessas pessoas. Porque pode ser que hoje eu não compre uma moto que eu comprei ontem, mas eu vou indicar um amigo para comprar uma moto com vocês amanhã. Então vocês vão conquistando isso, vocês dois. Muita gente, eu conheço muita gente que fala muito bem de vocês. Eu até brinquei hoje, né? O rapaz da pizza é Wagner, é o Rodrigo, né?

Ele veio falar do Renato comigo como se eu não conhecesse o Renato. Ele, ah, meu amigo e tal. Aí eu falei, por acaso é o Renato? Ele falou, é ele mesmo. Ou seja, nome vocês já têm. Eu acho que isso é algo que o mais difícil que hoje o ser humano, o que ele tem de mais importante é o nome. Então o nome vocês já têm. Então que vocês continuem fazendo, realizando o trabalho da forma como vocês vêm realizando, porque vocês estão trabalhando com o sonho das pessoas, né? Agora é o seguinte, eu queria conversar com vocês.

RRenato

Deixa só, vamos só chamar o quem Pessoal da 44 para a gente aí? Claro, deixar você chamar.

MMariana

Bom, gente, 44 Garage, né, tá sendo um sucesso total aqui em BH.

RRenato

Oi, minha pizza também tem que falar, agradecer o Rodrigo aí, já que você falou dele.

MMariana

Esquece não, de cada vez vou chamar aí o take da 44 Garage para quem não conhece conhecer a oficina sensacional, oficina de motos prêmios aqui em Belo Horizonte. Roda aí, Fabiano.

JJúnia

VT.

MMariana

Aqui no 44 Garage cuidamos de verdade da sua moto. Trabalhamos com as maiores máquinas do mercado. Preparação, manutenção e performance. Aqui não é só conserto, é também consultoria. Cada passo é explicado com o máximo de transparência. E você tá esperando o quê para trazer a sua moto aqui para 44 Garage? Tá aí a 44 Garage, que deu uma geral também, né? Fez uma lavagem na moto da Júnior na África Twin quando ela voltou do Atacama.

Ela fez uma viagem maravilhosa que ela vai contar aqui também. E aí ela levou, o pessoal da 44 mandou, né, buscaram a moto lá em casa, devolveu ela como se ela tivesse saindo lá da Twin, né.

JJúnia

Eu fiquei tão de lá buscar ela, eu fiquei impressionada, tá. Parecia 0 km de novo e eu já tinha rodado mais de 9.000 km.

MMariana

Eles têm esse poder, tá.

JJúnia

Tem, eu fiquei impressionada.

MMariana

Muito caprichoso.

RRenato

Valeu, Marlon, aí valeu, Rogério, brigadão, tá sempre apoiando a gente aí.

MMariana

E agora sim, Pizza True mais uma vez com a gente hoje, até participando aqui no chat também, amigo dos meninos aí também. Nossa, muito obrigada! Eu sou fã da pepperoni, já é a segunda vez que eu peço pepperoni porque eu adoro. E veio agora de 4 queijos, 4 queijos, parabéns, gente, tá uma delícia!

RRenato

Muito Obrigada mesmo, valeu mesmo, Rodrigão.

MMariana

Que eu queria fazer com vocês agora é, toda vez que vocês atendem um cliente, cada cliente tem sua dúvida, né? E eu queria saber de vocês o seguinte: se vocês podem se colocar no lugar do cliente agora, tenta fazer isso, tá? Esquece que vocês são vendedores agora, vocês vão agir como clientes. O que que vocês falariam, tipo, de dica para o cliente? Porque A gente, quando vai comprar uma moto, a gente vai olhar o quê? Quanto que faz por litro.

A gente olha tudo, né? Se vocês pudessem escolher uma coisa só para olhar, sabe? Tipo assim, olha, se você for comprar uma moto, você tem que olhar isso. Isso estando ok, pode comprar a moto. Isso sendo ok, pode comprar essa moto.

JJúnia

Eu acho que aí vai depender do perfil da pessoa para ser ok cada situação. Você pode dar uma referência aí para mim, por exemplo?

MMariana

Ronan vai sair lá da, da, como é que é o nome da sua moto? Tá, como é que é o nome da outra?

RRenato

Da Fat Boy?

MMariana

Não, ele vai sair da outra, vai lá comprar a Goldwing. O que que você falaria para o Ronan?

JJúnia

Ronan é uma pessoa que gosta de viajar, gosta de conforto, ouviu alguma música.

RRenato

Não teria rally, né? Já tá errado aí, hein, gente. Vamos saber se concorrer.

MMariana

Ele gosta de voltar para pegar tempo.

RRenato

Vamos saber se concorrer.

JJúnia

Calma lá que nós não vamos poder beber lá.

RRenato

Você vê, ele tá na posição de pilotagem.

RRenato

Você vê o seguinte, Renato, nunca andou de rally, porque quando você passar naquela frente de ponte e sentir aquela fisgada que assim Não, calma lá, nós estamos tentando melhorar sua vida, calma lá.

JJúnia

Eu acho que seria isso, né? Para você adaptar melhor moto para cada pessoa. No caso do Ronan, uma moto confortável para ele viajar, para ele poder ouvir uma música, para ele ter o conforto ali, para ele manobrar. Se ele precisar chegar, a moto dá ré, a moto tem airbag.

MMariana

Então acho que ele quase caiu com a tonada aqui na porta. Foi, o que que é isso? Ele, como é que você consegue andar nessa moto?

RRenato

É porque hoje você tem 30 anos, você vai ter 50 daqui a 20, tá vendo?

JJúnia

Mas eu acho que vai disso. Eu acho que no caso do Ronan seria mais conforto. Cada pessoa busca algo para moto. Por exemplo, se você trabalha com a moto, você vai buscar mais economia, né? No meu caso, eu gosto muito de motor e conforto, e agora também tô empatando, então, ah, porque não tem como, é a moto ideal.

RRenato

Eu não sei se essa pergunta é mais ou menos o que eu tô pensando, mas eu imagino que assim, a minha dica é você se atentar, se a pessoa quer comprar uma moto principalmente seminova, se atentar ao plano de revisão da motocicleta, né?

MMariana

Se essa é a sua pergunta, tipo, eu tenho que entender como o cliente deve se preocupar.

RRenato

Eu acho que a primeira coisa que você tem que se preocupar é qual moto, seminova ou na nova, por exemplo.

MMariana

Seminova, eu quero comprar uma moto, o que que vai te vestir melhor?

RRenato

Primeira coisa, você entender isso. E hoje assim, pelo telefone é ruim, né? O bom é você ficar pessoal, porque a gente até aconselhar para você poder subir na moto, fazer o teste, entender eu preciso da moto para quê. Isso, isso, isso. Eu tenho clientes que chegam pensando uma moto, saem com outra motocicleta. Então acho que esse é ter um atendimento exclusivo e humanizado, talvez.

RRenato

É igual o caso dela, que ela citou do Mário aí, né? Entender a necessidade do cara, que o cara queria, porque vai ver que ele não queria uma moto muito baixa, ele queria uma moto alta.

JJúnia

Ele tinha opções de moto baixa.

RRenato

Eu tenho um cliente que ele fez agora 84 anos de idade. Ele foi piloto de automobilismo, não vou citar o nome dele aqui, mas assim, cara assim sensacional. E ele, não, não, mas essa moto anda muito pouco, anda muito pouco. Então tem que ser, vamos tomar um café? Vamos. A esposa dele falou que se ele passar de 90 km/h, ele vai vender a moto, ele não vai comprar a moto. Então ele tá sem saber, ele acha que uma NC, por exemplo, é pouco para ele, ele quer ter uma moto 1000 cilindradas para cima.

E aí você precisa, você entendeu? Então a gente consultou de venda, você é bem preciso, né? Mas a esposa já falou, gente, o cara tem 84 anos de idade, a esposa falou, se passar de 90 você vai vender.

MMariana

Não usa metade.

RRenato

O problema é ela ver, né? Vamos ver se ela vai ver que passou, né? Ele que não falou isso ainda, né? Ó, se ela ver, Renata, se ela ver. Se ela não ver, se ela não ver, deixa do jeito que tá, né? É só não ver.

MMariana

Porque ele tá usando aquela blusa lá, como é que é aquela blusa lá? Você não tá vendo a minha esposa aqui?

RRenato

Ela caiu.

MMariana

Se você tá lendo é porque a minha esposa caiu.

RRenato

Deixa eu ler um pouquinho aqui, pessoal. Quem tiver vendo a gente aí no YouTube, no Instagram, quem puder seguir no YouTube, no Instagram, compartilhar com seus amigos aí, é um, é importante para gente, ajuda demais a gente aqui. A gente tenta divulgar um pouco aí o trabalho de todo mundo e também essa vida de que a gente ama tanto, né, que a gente entra sem saber e E acaba virando um vício danado, né? Você começa com uma, depois tem duas, depois você tem três, depois você não tá tendo nem dinheiro mais para pagar IPVA.

MMariana

Então funciona mais ou menos assim, tem que vender a moto para pagar IPVA das outras.

RRenato

Então a Dona Simone Fernandes aqui tirou a carteira direitinho, um beijo para vocês. A mãe dele tá de olho nele aqui, viu? Mas tô de olho também aqui, viu, Dona Simone? Pode ficar tranquila, tá? Fernanda Torres aqui. Profissionais diferenciados apoiam todo o processo. O Patrick Ramalho tava comentando aqui do DCT, que eu até falei que deve rolar um preconceito pela falta de conhecimento. Eu concordo, eu acho que a gente devia divulgar mais algumas coisas igual o DCT e o eClutch.

Eu acho que tudo que é tecnologia, apesar de não ter, os outros pode ter. Então o Rafael Augusto, salve Renato e Júnior, muito bom aí vocês, parabéns. Comprei minha NC do Renato sendo interior de Minas. É o Elton Dívi. Comprei minha NC do Renato sendo interior de Minas, fizemos toda negociação por WhatsApp e fui até concessionários apenas no dia de retirar a moto. Profissional atencioso e competente.

RRenato

Valeu, Elton!

RRenato

É isso mesmo. Deixa eu ver aqui.

MMariana

O Patrick, o Patrick Ramalho, ele anda CB1000. A CB1000 que eu andei na Flórida é dele.

JJúnia

Ai, que legal!

RRenato

Ah, Patrick, eu sei, né?

MMariana

Ele que pôs na minha larguela, na minha mão lá para andar na Flórida.

RRenato

CB1000, ajuda aí, Patrick, compra uma Harley, moço!

JJúnia

Lá dá para andar, né, tranquilo.

MMariana

De lá, nossa, gostoso demais, gente!

RRenato

E eu conversei com ele, né, eu conversei com ele, falou: não, só tem nada melhor que isso aqui não, só você vai mexer com isso aí para quê? Deixa esse porcaria aí para você. Eu falei, ah, igual uma égua.

MMariana

Mais recado aí?

RRenato

Tem lá no Instagram, a Regina da Silva Pereira: Renato Vendedor atencioso, acabei de virar cliente dele. Tá aí na gatinha 13, acabou de chegar. Acho que foi mesmo que ela falou: acabei de virar cliente dele. Top profissionais, exemplares, parabéns, gente. Quem tiver pergunta também aí, quiser mandar, pode mandar para gente, que realmente é ao vivo, não é brincadeira não. Então, se a gente tem que fazer alguma coisa de errada, a gente faz ao vivo mesmo.

É, mandar um abraço para Sabrina Lacerda aí também. O boa noite, Gui Paca! Eu, Gui Paca, também tá aí. Valeu, gente! E, ó, Filipinho da Bahia acabou de chegar aqui. Aqui na minha cidade ainda é muito precária manutenção do câmbio DCT, por isso ainda rola muito preconceito com câmbio. Boa, Filipinho! Vamos deixar o Renato responder essa aí para ver como é que ele sai dessa.

RRenato

Não, mas a gente, eu não discordo não. Eu acho que você fala uma coisa muito importante. Tecnologia tem, principalmente o que é novo, tem que ser divulgado. A gente às vezes, o óbvio, como diz o Flávio, novamente vou citar ele, o óbvio tem que ser dito. A gente tem focado muito em divulgação do câmbio DCT, fizemos alguns vídeos esses dias, e um cliente que a gente achou que sabia que uma moto você conseguia passar a marcha, comandar nos comandos no punho esquerdo, alterar o nível de rotação para troca de marcha, que a gente achou o cliente sabia, um cliente amigo nosso super experiente.

Não, não sei isso não, ninguém nunca me falou. Então, se o vendedor, vendedor não tiver, né, primeira coisa, ter conhecimento, procurar conhecer, aprender, de sempre tá aprendendo, não sabe tudo, e não explicar o cliente, não ofertar o teste ride, não mostrar, aí fica difícil mesmo, né. Mas eu acho que é um É um sistema que tá no Brasil desde 2012, nas VFR. Foi as primeiras que chegaram, então tem bastante tempo. Nas Áfricas desde 2021, que foi qual nave? VFR 1200.

RRenato

Que moto que é essa?

RRenato

Tinha a Crosstourer e a carenada, eram motos automáticas também. Foram as primeiras automáticas que a Honda trouxe para o Brasil importadas.

RRenato

Deixa eu procurar.

RRenato

Olha aí, chama VFR.

RRenato

Eu acho que eu sei qual que é, é uma que vendeu pouco, tem raros hoje, não é isso?

RRenato

Não, essa moto foram pouquíssimas unidades que vieram para o país. Foram 3 anos que a gente teve importação dela.

RRenato

E tem uns com xodó aí, se eu não me engano, tem um pessoal que é meio maluco com essa moto.

RRenato

É, sim, sim. E foram os primeiros câmbios DCT que a Honda trouxe, né? E esses câmbios, eles foram aprimorados, você sentia demais.

RRenato

Teve ela naked, teve ela esportiva, não é isso?

RRenato

Teve uma esportiva e teve uma uma crossover com, né, chama Crosstourer X 1200. Foram essas duas, esses dois modelos em 2012, 13, 14, salvo engano foi o último ano. E a Honda depois veio já com bem forte já. Então nós temos o câmbio DCT nas Africa Twin, nas NCs, né, que são motos que a gente vende muito bem hoje, né. Então o que tem de mais moderno hoje a Honda tem, XDV, tem tem o DCT, a Goldwing agora só tem no DCT. Então, gente, a gente não tá brincando, a Honda tem apostado muito no câmbio, que o negócio é muito legal.

Mas sim, tem que ser disseminado, a turma tem que conhecer mesmo, né? E eu acho que isso é gradativo, né?

RRenato

Essa parte da manutenção do câmbio, certo? Eu acho que o DCT hoje ele é muito difundido. Ô, Filipinho, não sei se você pode mandar aí aonde você puder Para a gente entender isso melhor, né, Renato? É, cara, até para mapear isso aí e falar com a Honda também, uma moral aí.

RRenato

Com certeza, isso é importante para a gente. E assim, a gente não tá imune à crítica, não. Crítica é muito importante, né, Júnior?

RRenato

Aprendendo, é muito antiga, você falou, tem 15 anos já.

RRenato

É importante, mas ele tá falando questão de assistência técnica.

RRenato

Mas hoje a oficina lá não tá querendo pegar.

RRenato

Mas às vezes é o que oficina que é? Será que é uma concessionária?

RRenato

Pois é.

RRenato

Será que, será que não é uma uma oficina de bairro que às vezes a pessoa não tá preparada ainda, não tem aquele curso. Porque hoje na Honda qualquer concessionária ela tem que entregar isso, entendeu? Então assim, isso aí já é padrão, senão a concessionária perde asa, perde bônus da fábrica também, entendeu? Então é uma obrigatoriedade da Honda. Mas é importante a gente entender, Filipinho. Obrigado pelo toque, pela mensagem.

RRenato

É isso aí, porque aí a gente já consegue mapear e olhar. Porque talvez, Filipinho, igual a gente acha, eu acho que é um câmbio que tá muito tempo no mercado, é um câmbio D70, então é um câmbio até usado em carros desde 2010, 2008. Então o sistema é o mesmo, é o mesmo sistema. Então eu acho que se você tiver se referindo a uma concessionária Honda, eu acho que a gente tem que verificar isso aí. Agora, se for o seu mecânico ali, o mecânico do bairro, fica mais difícil, porque o grande problema que eu vejo das motos com tecnologia é a manutenção.

Ela tem que ser realmente especializada. É igual você falou, né? Você vai andar de airbag, mas se chegar no Zezinho da esquina, ele bater alguma coisa, ela vai explodir. Porque ele foi feito para poder explodir. Você não explodir, dá como defeito. Então a gente tem que entender isso, né? Não adianta. Se eu tenho uma moto, por exemplo, uma Goldwing ali, que eu tenho que cuidar dela, cara, eu falo muito isso com meus amigos, é minha vida que tá ali.

Eu tenho que confiar no meu mecânico, eu tenho que. Não adianta, senão, entendeu? Então é isso aí. Olha lá, sou de Castro Alves, Bahia, e até hoje nunca vi ninguém aqui com esse câmbio. Então pode ser isso, Filipinho. Talvez não chegou aí ainda, mas a concessionária deve ter o know-how para fazer isso aí, viu? Pode ter certeza disso.

MMariana

Na concessionária, talvez eles estejam levando em alguma oficina mais próxima.

RRenato

A gente, eu não sei se vocês têm esse número, mas nós somos quem mais vende motos de alta cilindrada no Brasil. Tem 6 anos, hein, ininterruptamente. Então a ByMoto Dream, então a gente, e aqui é nossa Acho que tudo proporciona para isso, né? As estradas, nós temos teto, temos asfalto, nós temos segurança, graças a Deus ainda tá muito tranquilo. Então a gente, a nossa realidade hoje talvez é realidade diferente do cara do norte da Bahia, por exemplo, né, que o seguidor acabou de falar.

Então a gente tem a propriedade maior, a gente vende toda hora, a gente vê, né? Hoje a gente tá entendendo, né? Hoje é normal. E assim, Pode procurar em qualquer fórum que vocês quiserem, não existe DCT dá problema, não dá em qualquer lugar do mundo. Então a gente vê Estados Unidos, Europa toda hoje a proporção já é maior DCT do que o manual.

RRenato

Mas o país, carro também hoje, hoje carro você quase não acha mais manual, não acha, né?

RRenato

Então assim, é mais difícil, tá?

RRenato

Então estamos falando, tá, Filipinho? Resumindo, se você quiser eu vou aí, pego ela, trago aqui para oficina, dou um rolê na Bahia. Lembrando, como um camarão bom aí, é bom.

JJúnia

Você falando nisso, a gente recebe sempre os clientes passando, vê Laudrinho, vê alguma coisa, já passa lá.

RRenato

Isso também é importante, porque o que que acontece, não é nem isso, né? Nós estamos no meio do caminho de tudo, né? Se a pessoa tem que descer do Nordeste para passar para o Sul, nós estamos no caminho. Você vai para o Chile, tem que passar por aqui.

JJúnia

Então tem que ir pelo portão.

MMariana

A tecnologia é só na 650?

JJúnia

Ah, no Brasil hoje sim. Lá fora já tem, colocar em outras motos lá fora já tem, lá fora já tem, tem na Transalp, né, na Hornet 750.

RRenato

Mas lá fora eu acredito que a ideia é todas as motos que forem mecânicas, forem manuais, que virem com e-clutch. Isso a partir de pouco tempo, é a gente imagina também, né, João? Porque lá fora já foi lançado ano passado no Salão Duas Rodas em Milão, já tem as motos, a Transalp, a Hornet 750, CB650, já tem quick clutch. E a ideia é essa. Agora vocês perguntaram uma coisa também, gente, a Raphica Twin, por exemplo, existe ela na versão manual ainda. Então não é só DCT.

MMariana

A Honda ainda, inclusive, tem muitas pessoas na fila esperando a manual ainda, tá?

RRenato

Honda, só voltando nesse tempo, vai tentar ser breve. Existe a moto manual, né, para que o cliente faça questão, mas a Honda desenvolveu um câmbio, demorou tempo, estudou, investiu, e a ideia é que esse câmbio manual propriamente dito, que daqui a pouco já não exista mais, vai ter o e-clutch.

RRenato

Deixa eu fazer uma pergunta. Você viu aí, né? Deixa eu fazer uma pergunta.

MMariana

Acabou de ser convidado para tua barra aí.

RRenato

Deixa eu fazer uma pergunta besta aqui, mas talvez que eu não sei. Qual que é a diferença básica do DCT para o E-Clutch? Porque o DCT ali, pelo que eu entendo, ele é um câmbio automático, é um câmbio automático dupla embreagem, ele passa as marchas sozinho.

RRenato

Resumindo para você, o E-Clutch tem que passar a marcha, não tem que fazer o acionamento da manete de embreagem, é como se fosse quickshifter, só que você não precisa apertar nem para engrenar a moto, porque você tem que apertar para poder engrenar para a primeira marcha, certo?

MMariana

Ela, você consegue parar de primeira Sem a embreagem, você não precisa apertar a embreagem para nada, ela fica lá ligadinha.

RRenato

Você vai passar as marchas sem ter que acionar a marcha.

RRenato

Chego lá, ligo a moto, tá no neutro, certo? Eu posso botar a primeira no clutch sem apertar a embreagem?

JJúnia

Sim.

RRenato

E se você quiser utilizar a manete, ela vai funcionar como embreagem normal. Então é isso aí, é para quê? Poupar tempo. Então você tá uma moto naked, você precisa de uma de pista, você vai ter aqueles segundos que perde apertando a embreagem.

RRenato

Nós tivemos aqui pessoas falando, lembra? Que eles até invertem o câmbio, né?

MMariana

Sim, é porque hoje faz total diferença, né? A gente faz uma viagem aí usando o quickshifter, de boa, você até acostuma a viagem inteira, né? A gente só não pode esquecer que pôr na primeira, nossa moto morre, né? Porque eu não tenho uma com tecnologia clutch, mas faz muita diferença.

RRenato

Agora você, mas aí voltando, então é isso. Então a moto, mas o DCT ele é mais assim impressionante porque ele faz as trocas de marcha, né, sozinho. Então com a rotação do motor vai trocando marcha. Então já tem a embreagem predisposta nas marchas superiores e inferiores. Então o negócio é muito legal, eu sou fã, né?

JJúnia

É bem legal, viu?

RRenato

O e-clutch ali, ele é como se funciona como um quickshifter, porém com o plus de poder parar de primeira.

MMariana

Então quem quiser conhecer, né, a tecnologia e-clutch, pode ir lá na Dream, né?

RRenato

Barão Homem de Melo, R$4.522.

RRenato

Isso aí!

MMariana

O Felipinho falou que vai comprar Africa Twin com você. Já fez orçamento com você e assim que ele puder realizar esse sonho ele vai te procurar.

RRenato

Hoje a moto que vocês mais vendem lá, qual que é?

RRenato

Responder junto.

JJúnia

Então, essa pergunta aí é boa, tá? Porque às vezes é mais uma, às vezes é mais outra. Mas o carro-chefe nosso lá sempre é a Africa Twin mesmo, a moto que mais entrega, né?

RRenato

E por que que você acha que a Africa Twin caiu tanto no gosto do brasileiro assim?

MMariana

Eu acho que as estradas do Brasil, nós estamos falando com dois amantes da Africa Twin aqui, apaixonados, né?

JJúnia

É uma moto feita para qualquer ambiente. Se você vai viajar, se você vai curtir um passeio ali final de semana, ou se você vai igual a minha viagem que eu fiz, que teve horas que a gente precisou passar um terreno de terra, terreno irregular, do nada. Você tá preparado para tudo, a moto encara tudo.

RRenato

Acaba a pista de uma vez, do nada assim acaba a pista.

RRenato

Eu tinha uma época sem scooter, só com a Africa Twin, eu pegava o Caxiá Machado, que você conhece bem, né? Todos os dias de Africa Twin, tá cidadão. A gente precisaria 300.

JJúnia

Se a gente precisa passar num corredor, ela passa em cima do retrovisor, você tá tranquilo em qualquer ambiente.

MMariana

A cobra lá não tá passando na Africa Twin mais não, agora Agora é só rondinha mesmo. E olha lá, a obra ali tá acabando, até os motoqueiros estão ficando embocados ali, que tá difícil, tá dando trânsito para moto ali.

RRenato

Agora, de número, eu não sei se é de número, é quanto menor o ticket médio, maior vai ser a quantidade. Então a gente vende muito a NX, por exemplo, é toda hora, né, Júnior? NX 500, que é uma moto que é um pão quente, que a gente fala, né? A moto, o cara vai pagar R$49.000 vai ter uma moto boa para o dia a dia, boa para viagem, vai pagar um seguro só. E talvez eu falo que é uma das compras mais racionais que a pessoa possa fazer, né?

A gente tava falando isso aí, ela vai sempre para o bando e viagem tranquila, tudo, cara. Moto faz 28 km por litro, a moto 50 cavalos, né?

MMariana

Na época, que é isso, era uma moto, a gente dava para fazer de tudo. Eu viajei com ela, trabalhei bastante com ela. Rodava para todo canto. É uma moto que atende.

RRenato

Pois é.

JJúnia

Agora mais moderna ainda, a moto que eu acho que o pessoal ainda não descobriu a essência dela foi a Hornet 750, tá?

RRenato

Que moto, viu?

JJúnia

Essa é uma moto que assim, ela trouxe aquela pegada bem ágil. É tanto que é uma moto que chega a ser um pouco arisca até, né, Renato? A pilotagem dela, acho que a galera ainda não identificou a moto?

MMariana

Ela tem a mesma, não sei qual palavra usar, mas tipo a mesma pegada da Hornet 600?

JJúnia

Não. Se a gente for olhar em questão de marcas ou comparativo de moto, ela vai vir muito na pegada da MT-07, que é uma moto mais, ela é bem arisca, né? Isso, é uma moto mais, vamos dizer assim, mais torque, é a moto que te entrega mais rapidez, mais retomada, diferente muitas vezes da CB650, que também é uma excelente moto. Então às vezes para quem gosta de dar uma aceleradinha a mais, alguma coisa assim, ela traz um retorno bem interessante.

RRenato

Mas a Hornet 750, será que ela não tá com calma? Todo mundo esperando ela fosse igual a antiga Hornet, né, a primeira, né, a primeira geração.

RRenato

Reclamação, assim, é que acontece, a comparação esdrúxula, né?

RRenato

Eu acho, né?

RRenato

Eu rodo uma vez por semana, eu rodo as concessionárias do grupo para poder levar as motos para treinamento e multiplicação, né, com os vendedores. E assim, é a reclamação de todo mundo. Só que a Honda, o que acontece, a Honda criou uma família chamada Hornet agora. Então você tem a Hornet 500, Hornet 750, a gente manteve a CB650 e a Hornet 1000 chega desse ano para ano que vem, 4 cilindros. Hornet 750, então a gente tem uma moto a mais no lineup.

É uma moto que vai ser, vai entregar muito mais motor do que a Hornet 500, uma moto mais ágil, a moto com tesão de andar naquela moto, né, Júnior? Que moto gostosa para andar! É para preencher essa lacuna. Então a gente tem 4, teremos 4 opções de moto. Não tem como comparar com a Hornet antiga.

MMariana

Você acha que foi difícil entrar na cabeça das pessoas, que o propósito da Honda, que era, eu falo a verdade, não tem esse negócio aí, fala a verdade, família, não, não, não é a mesma coisa do automático para o DCT.

JJúnia

As pessoas colocam uma coisa na cabeça que é difícil, ainda não entrou.

MMariana

Eu rodei com a 500, com a Hornet 500, achei top, mas a proposta é diferente da Hornet mesmo, que querendo ou não, a Hornet foi uma paixão.

RRenato

Então, mas a moto ela tem que entregar aquilo que ela tá para oferecer, sabe? A Hornet 600 é uma moto que saiu de ali em 2014, nós estamos falando em 12 anos atrás. Então a moto que hoje não se enquadra mais no Promote 4, Promote 5, não poderia nem ser comercializada nos dias de hoje. E ela assim é uma moto assim excelente, mas estamos falando de 102 cavalos para moto de 70 cavalos. A Hornet 750 ela vai atender aquele nicho ali que ela tá proporcionando atender.

Agora, para o cara que quer uma moto com mais motor, mais final, e quer o barulho do 4 cilindros, nós temos a CB650. E a Hornet chegando agora, entendeu?

MMariana

A 1000 era para ter chegado esse ano, né?

RRenato

Sim, mas muitas motos deve chegar ainda, né? Acho que esse ano, para ano que vem, né? Mas é isso, é porque é a primeira coisa, é o cliente entender que ela não veio para ser a nova Hornet.

JJúnia

E ela nem tá tentando ser, né?

RRenato

Quebrar esse paradigma, né?

MMariana

Não era?

JJúnia

Mas eu acho que a expectativa tá alta para mil. A expectativa da galera tá alta para mil.

RRenato

Muito forte. Você falou uma coisa muito importante, Mari. O nome é muito forte.

MMariana

Gente, eu sei que quem é apaixonado com Hornet, os apaixonados por Hornet, talvez quem não é apaixonado conseguiu entender mais fácil, entendeu? Porque os apaixonados estavam esperando o quê? Vira Hornet de novo, cara. Vai chegar Hornet, 4 canecos.

JJúnia

Talvez se a 1000 tivesse vindo antes, né, da 500 e da 750, a resposta fosse diferente. Talvez se a 1000 tivesse vindo antes, né, da 500 e da 750, a resposta fosse diferente.

RRenato

A gente tem que ver o problema, gente, que é o seguinte, né, a gente tem alguns problemas aí na Honda, né. Eu vejo como problemas. Você imagina o peso de você pegar hoje e lançar uma CBX 750. Acho que você é mais velho, acho que a Júnior não.

JJúnia

Mas eu conheço ela.

RRenato

Gente, o nome é muito forte, né.

RRenato

É um bacana muito pesado. Ela vai vir, Ninguém comparando, e eu vou ser um que vou comparar. É igual filho de jogador, entendeu? É, não vai ter jeito, entendeu? A CBX 150, qualquer marca, mal-entendido mesmo. A esperança, a gente tá esperando a Sete Galo voltar. Aí eu te falo, de cara, você pegar e falar assim, a Sete Galo, pretona, Marlboro. Então quem tiver assistindo aí vai lembrar disso. Tinha um bar na Afonso Pena, não sei se Renato vai lembrar disso.

O Nenê era uns menino que andava com trilha comigo, ele empinava a seta de lá de baixo, subia atravessado com um braço só. Era coisa fantástica de ver isso, 96.

RRenato

Sem capacete, já tinha capacete.

RRenato

Foi 97, 96 começou o capacete, né, foi obrigado o uso do capacete, mas já andava sem. Então você imagina, a gente tá falando da Hornet, É você criar isso de novo. Aí vem eu que vivi aquela época, viu aquilo ali, fantasiou com aquilo ali, o som daquilo ali.

MMariana

Posso falar uma coisa?

RRenato

Fala, porra!

MMariana

Meu marido teve todas as gerações de Hornet. Aí, farolzinho redondo.

JJúnia

Por isso da CB650, sabe?

MMariana

Aquela alaranjada, farolzinho redondo. Até a última, acho que é a última, ele teve a— qual que foi?

RRenato

A verde?

MMariana

Ele teve a preta com escrito amarelo.

RRenato

Adorava.

MMariana

Teve a verde, verde abacate.

RRenato

2013 ou 2014, aquela verde.

MMariana

Ele é um amante de Hornet, então ele não teve nem tesão em ver, entende?

RRenato

É a carga, né? É a carga, isso é complicado.

MMariana

Mas vamos falar então, vamos falar assim, você sabe que a Júnior fez uma venda, fez ou já tá realizada já a venda, né?

JJúnia

Qual venda?

MMariana

O cliente já foi buscar?

JJúnia

Qual moto?

MMariana

Como é que é?

JJúnia

CR, RR, RR, não acabou ainda não, a gente tá só aguardando finalizar o processo, mas ele tá lá, ela já tá lá esperando ele já.

MMariana

Você já viu essa moto nova? A Júnior fez a venda dela.

RRenato

CBRRR que falou, né?

JJúnia

É CBR1000RR-R Fireblade SP.

MMariana

Essa tem nome, sobrenome.

JJúnia

O SP é a linha superesportiva, né, que a Honda traz, é diferente com os diferenciais aí da moto. É igual, como é que chama, o login vermelho, Renatinho? Só tem nas flagship.

RRenato

É a marca, é o logo das motos premium, né?

JJúnia

Até a chave das motos é diferente, ela vem com a logozinha vermelha. Então cada descrição tem aí o seu significado.

MMariana

Essa foi a moto mais atraente que você já vendeu?

JJúnia

Vou te falar, foi a mais surpreendente porque é uma moto que ela tá em um processo aí de encomenda. Então a gente precisa encomendar a moto para ela vir para o cliente, né? E a forma como foi fechada também foi bacana, que foi o plano Evolution, que às vezes a pessoa pensa, ah, como é que eu vou andar de Fireblade? Tem jeito, tem jeito.

RRenato

Isso aí do Evolution, até bom falar isso aí.

JJúnia

O Evolution Plan, que você consegue definir aí a entrada e a parcela balão, que a parcelinha no final, de 24 ou 36 vezes. E você consegue ir adaptando tanto a entrada quanto essa última parcela, da forma que a parcela mensal vai caber no seu bolso, vai ficar confortável. Então isso traz assim uma facilidade muito grande para aquisição de uma moto de alta cilindrada. Esse plano ele é disponibilizado aí a partir das 500 cilindradas.

Então desde quem quer uma Hornet 500 até quem quer uma Gold, Pode ter e pode ter essa opção aí mais facilitada ainda. E essa moto foi por esse plano.

RRenato

E é feito pelo— porque se eu não me engano, a Honda tem um banco, né?

JJúnia

Sim, tem um banco Honda. Sim, sim.

RRenato

O cliente dá uma entrada ali, 40% às vezes.

JJúnia

Pode usar a própria moto dele como entrada do plano, a seminova que tiver.

RRenato

Que a ByMoto tem uma loja só de moto seminova, né? Então a nossa avaliação, ela é assim, hoje no mercado ela tá acima do mercado, a realidade é essa. E a gente coloca um cara para andar de uma Africa Twin, vai dar R$40 mil de entrada, dá para pagar parcela de R$1.400 por mês, entendeu?

JJúnia

Às vezes essa parcela é a parcela que ele já tá pagando em uma moto do uso dele normal.

RRenato

Então assim, é isso. Eu falo que a gente hoje, a gente, né, facilita, facilita. É o que a Júnior acabou de falar, o cara andando uma moto de R$200 mil, às vezes não tem a grana para poder comprar a moto à vista ou não quer descapitalizar. É isso aí.

JJúnia

Mas é porque você bate o olho, fala assim, não, a moto é R$193 mil, não dá para comprar. Dá, dá para comprar assim, parcela.

RRenato

Não pode ter as morrotas, ele é parcela, gente.

RRenato

Quer saber o preço?

RRenato

Deixa eu chamar a Tuagui. A Tuagui que veste a gente aqui, pessoal. Então agradecer o Chico e a Talita. Normalmente eu tô com a blusa sempre da TWAG, mas aí eu não vou discutir mais não, Chico, você resolve depois, fechou? Roda o VT da TWAG! Valeu, Chico! Valeu, Talita! Valeu, Toag!

MMariana

Grande abraço!

RRenato

Deixa eu perguntar uma coisa para vocês aí. Tem até o nosso amigo Filipim da Bahia tá mandando aí, mas eu não vou perguntar só sobre EBAC, não. Vou perguntar geral. Hoje nós estamos tendo aí alguns Nós conversamos até antes aqui, né, sobre invasões de motos de várias marcas, né, seja ela italiana, seja ela chinesa, seja ela austríaca, né, que não tem mais, né. Então a gente já entendeu, né. Então é a pegada, né, e é uma puta de uma moto, entendeu.

Então a gente não adianta só ter o Brasil, ele é diferenciado, né. A gente tem um mercado aqui, como a gente fala muito, não é para amador não. Então o que que você me fala sobre essas entradas, essas motos assim, essas agressividades? Como é que vocês aí que estão na frente aí desse lineup todo aí, como é que vocês enxergam isso?

JJúnia

Ah, eu gosto porque eu acho que o mercado tem que movimentar, né? Tem que estar sempre tendo novidades porque é assim, né, que gera movimento mesmo, que gera evolução. Então tendo essa movimentação no mercado, a tanto a Honda como as outras marcas que já estão aí há tanto tempo, vai mexer também, não vai ficar estacionado. Eu gosto porque eu acho que tem que girar.

RRenato

Concorrência é bom, né? Faz todo mundo melhorar, né? Que seja a montadora ou que seja as concessionárias, para um atendimento melhor, né? Mais especializado. Acho que isso é importante sim. E a gente sempre com o olho no concorrente. E a gente sabe que no começo é mais complicado, a gente pensa no pós-venda, a gente tava falando isso mais cedo. Muitas marcas às vezes entram e não conseguem manter, que eu acho que é a maior dificuldade, né?

Você entrar com preço agressivo, né, ou com uma condição de pagamento agressiva, você conseguir manter no mercado. E estão muitas marcas vindo aqui para Minas, que é um mercado extremamente conservador, extremamente criterioso, né, mineiro, né? É o mineiro, né, pé atrás, desconfiado. E a gente, se der certo aqui, vai dar certo em qualquer lugar, né? Mas é isso, eu imagino que assim, é bom, eu enxergo com bons olhos as marcas novas, e a gente tem que ficar mais atento ainda, né?

Porque não é achar que é o dono da razão, que é o melhor, que não é. A gente tá engatinhando nas altas cilindradas Honda hoje, perto do mercado, né, principalmente nas Big 3. Ainda tem muito para melhorar ainda, mas eu acredito nisso. É o que a Júlia falou, é bom, é interessante.

RRenato

Sai da zona de conforto, né?

RRenato

É, vocês acham? A zona de conforto às vezes atrapalha demais, cara. E não só a montadora, as concessionárias também, né? Achar que— já reparou isso? Quando tá vendendo muito, o vendedor não levanta a bunda da cadeira? É mais ou menos isso, né?

RRenato

O vendedor virou tirador de pedido, vai tirar, vai só tirar pedido.

JJúnia

Né?

RRenato

E não é por aí.

JJúnia

É onde perde, eu acho que, um pouco a humanidade, né? Aquele calor do presencial, a essência, né?

MMariana

Aqui, ó, prova disso. Luiz Felipe fala aqui, ó: 19 anos de Honda não são 19 dias. Eu conheço como pouco sua paixão pela moto e sua profissionalidade, seu tratamento com seus clientes. Orgulho máximo de você, meu irmão.

RRenato

Luiz Felipe, abraço, irmão.

MMariana

Orlandim, como é que é?

RRenato

Orlandim Honda, eu acho.

RRenato

Orlandim da Honda.

MMariana

Referência em Honda alta cilindrada. É o Patrick que tá falando que a Triple R é grosso calibre. O Felipe tá falando que ele quer a Africa Twin 2024 tricolor, que ele é apaixonado com essa moto. Eu também acho ela sensacional.

RRenato

A tricolor é a branca, azul e vermelha?

MMariana

Ela que tem a roda dourada, né?

RRenato

Não, é a Adventure, que é a menor, né? Pequena, roda preta, aro preto.

MMariana

Gustavo Ramos: Renato, fera máxima, tinha um grupo de pagode das antigas. Eu ia perguntar, eu falei que o chat aqui costuma entregar as coisas.

RRenato

Eu ia perguntar, eu ia pedir para ele dar uma farinha, mas já deu.

RRenato

Ô Gustavo, tem que parar com isso.

MMariana

Queria ter trazido o pandeiro para dar uma palhinha para nós, né?

JJúnia

Você nunca falou isso para a gente.

RRenato

É mentira, esses caras.

RRenato

Ô meu Deus, caiu aqui, não tem jeito, né, Gustavo? Já era, né?

RRenato

É ao vivo.

RRenato

É, chegando aí você pede do YP, pedi para dar uma palhinha nesse grupo de pagode aí, apesar de eu não gostar de pagode não, mas falar tudo bem, né? A gente faz parte, né? Deixa eu chamar aí, eu vou chamar um presidente, eu não sei, eu não vejo. A Honda também atende motoclubes lá, eu vejo muito hoje na Transalp.

MMariana

Tem contato com pessoas que têm motoclube?

RRenato

Vai muito lá, tem muita gente com moto. A Transalp mesmo, que é uma moto mais antiga, eu acho que já é mais assim, acho que veio antes da Africa Twin, eu conheço a Transalp mais antiga. Então hoje ainda tem ela, pois é, ainda tem a Transalp ainda. Então muita gente tem isso. Então a gente tá com um presidente do motoclube aí. Vou pedir para colocar os fones, porque tem uma pergunta para você que eu acho que é assim, é a minha pergunta.

Eu segurei, viu? Eu segurei para não falar, porque senão solta o malvadão do mal para gente.

RRenato

Boa noite para todo mundo ligado no PodPam! Boa noite, Mário! Boa noite, Ronan! Boa noite, Júnior! Boa noite, Renato! Aqui é o malvadão, presidente dos malvadões do mal, e queria saber de vocês dizer o seguinte: hoje a gente observa uma lacuna no cenário das motos customs, e uma lacuna que a Honda preencheu muito bem aí por um período com a Shadow 600 e a Shadow 750. Então queria saber a opinião de vocês sobre esse cenário. Vocês acham que a Honda deveria voltar a competir nessa categoria aí, lançando motos customs para preencher essa lacuna, ou não? Já foi esse período aí.

RRenato

Valeu, Kidola! Valeu, Moradores do Mal! Essa, essa é de doer, porque até hoje você vê normalmente Honda Shadow 600, 750 e Amantis.

JJúnia

Tem gente que fala que não vende de jeito nenhum.

RRenato

É raro.

JJúnia

Eu vendi uma NC 700 porque o rapaz, o senhor, queria uma tecnologia a mais, mas não desfazia de jeito nenhum da Shadow.

RRenato

E as motos normalmente estão Impecáveis, né?

MMariana

Impecáveis, cuidam, né?

JJúnia

Andam, andam, mas que cuidam demais.

RRenato

E usam, amor, usam. Agora é a resposta, né? Eu gostaria.

JJúnia

Não, eu gostaria, eu só tenho a dizer que eu gostaria.

RRenato

Eu não sei se você vai lembrar disso, depois da Shadow 750, a Honda teve uma moto chamada CTX, ela tinha um porta-capacete, Júnior, igual da NC, era uma custom. A Honda teve, fabricou, trouxe essa moto durante, vamos falar, em 8 meses só, foram pouquíssimas unidades, e depois descontinuou. Pergunta-se por que que não tem nada de custom hoje. A gente não sabe responder. Falta sim, temos, tem um nicho para essa, para esse cliente, principalmente isso eu imagino para as motos.

Se você conseguir fazer uma custom hoje com a moto com valor agregado mais baixo, moto de R$40.000, R$50.000, você vai rachar de vender. Só vamos falar nas motos da Royal Enfield aí, são motos maravilhosas, estilosas para caramba. Moto de R$30.000, R$40.000, o cara tá andando numa puta moto legal, né? Então assim, vai falar comigo que não tem mercado? Mercado tem, mas é uma, é uma, é uma iniciativa, é o que a Honda imagina, pensa, eles fazem estudo para isso. E acredito que talvez nesse momento não vale a pena investir.

RRenato

Eu não sei por que que a Shadow parou, você sabe?

RRenato

A Honda, desses 20 anos, a Honda nunca nos adianta as coisas, nem passa, nem informa por quê, se o porquê de ter descontinuado, na maioria das vezes, tá? A não ser que tenha exemplo, problema no cabeçote, uma junta de alguma coisa, tem que trocar e tal.

RRenato

Na verdade, a gente acha muito, pelo menos eu, né? Eu vou te falar de mim, que acho que é um motor que é muito poluente, né? E como o Brasil ele é signatário, que é mais complicado que o Japão nesse EPA, né? A gente tem que lembrar disso, né, das emissões poluentes, né? Então eu acredito que seja isso, entendeu? Hoje vai ficar difícil você fazer uma moto bicilíndrica igual era a Shadow, entendeu? Entregando muito motor daquele jeito com pouco poluente, entendeu?

RRenato

É isso aí, cara. Assim, então ele tem toda razão. E hoje é assim, para você ter muitas motos que muitas vezes, ah, mas a Hornet 1000 não veio ainda, a gente não sabe em que pé está a produção, porque é tão criterioso que as marcas muitas vezes param. Não, vamos dar um passo para trás, não vamos lançar, porque nunca se enquadra. É muito difícil de você colocar.

RRenato

É, poucas pessoas lembram disso, né? Você imagina que a gente é um país Não vou te falar que é um país ruim, a gente é um país excelente, só que uma lei com mais nesse ponto de poluição mais rígida que no Japão. Então não tem muita lógica do que a gente tá fazendo, entendeu? Então infelizmente não.

RRenato

E é isso aí, cara, você falou muito bem. E às vezes a gente tem alguns grupos lá dos nossos clientes no WhatsApp e algumas vezes tem alguns questionamentos e tal. Exemplo, não foi tal tal sistema de aplicativo não tá liberado ainda para tal moto. É porque não conseguiu se homologar ainda, porque a legislação não permite você colocar e atrapalha a gente, entendeu? E tem, e às vezes o cliente vem batendo forte na concessionária ou no vendedor, mas tem algumas coisas por trás disso aí mesmo.

RRenato

É bloqueado, né, cara? É proibido, né? Não tem, infelizmente.

RRenato

Agora a Shadow foi, marcou gerações, né?

RRenato

É, e uma moto que dá para customizar e ficar top, viu, velho? A Shadow 600, então eu acho Aquele cara do Malvadão, é de Fat Boy.

RRenato

Então, quando ele falava no programa aqui, eu não lembro quem foi, eu acho que foi o Marcelo Diogo, falou que teve um machado. Marcelo Diogo trabalhou na Harley, meu amigo, ele tava até aqui agora há pouco.

RRenato

Pois é, tá aí ainda. Marcelão, um abraço para você. Tive lá sábado com ele na Westside, lá no swap meet.

JJúnia

Dei uma passada lá na porta, subindo, tinha uma galera lotado.

RRenato

Que isso, né, velho, que legal!

RRenato

Que bacana demais! Esse é bem legal, essa parte da gente, a gente conseguir fazer esses eventos, entendeu? Eu acho que é importante, né, todo mundo se reunir de uma forma diferente. Eu te perguntei ali, hoje eu vejo que vocês têm a Transalp. A Transalp é 750?

JJúnia

Sim.

RRenato

E qual que é a diferença da Transalp para NC 750?

RRenato

Pode falar, Juca?

RRenato

Pode escolher quem.

RRenato

Não, tranquilo. Transalp é uma big trail, né? Tem ter um recurso muito maior de suspensão, ter roda 21 na frente. A NC é uma crossover, a moto mais baixa, não dá para ir na terra, né? Que não dá, você vai, mas com a Transalp você vai com muito mais propriedade. A gente sai de 70 cavalos para 58 cavalos, então Transalp vai entregar mais motor.

RRenato

Você tem 70 cavalos?

RRenato

Sim, sim. NC tem 58 cavalos, tem, compartilha o mesmo torque, são 7 kgfm de torque. Mas a NC vai ser uma moto mais baixa, mais baixinha do chão, tem menos curso, é uma moto que atende muito quem vai andar às vezes no dia a dia.

JJúnia

A moto econômica, viu?

RRenato

Centro de gravidade baixo, faz com que a moto seja leve, faz 30 km por litro às vezes. Tem aquele porta-capacete, 32, tem o porta-capacete ali. E a Transalp não, Transalp é uma big trail para um cliente hoje que às vezes não quer, não quer comprar uma África, ou que até viaja testada real com a Transalp esses últimos meses para trás aí. A moto muito legal, dá para ir na terra bem leve, é uma moto muito bacana, eu gosto. É porque ela mudou muito daquela antiga, né? Ela antiga era muito pesada.

RRenato

A Transalp foi relançada agora, Ronaldo, e ficou com um sentido de verdade melhor, né? Acho que ela ficou mais leve para poder levantar ela também, mas é porque era mais metal, né?

RRenato

Muito. É, então você saiu aí de, perdeu 25 kg a moto. E a moto ficou muito—

RRenato

o farol continua a bolha ainda?

RRenato

Não, não, não, é outro farol. Foi, mudou bem a moto.

JJúnia

Inclusive é o mesmo motor da Hornet 750, farol também, a frente dele é igual. Só que a Transalp é outra proposta, né?

MMariana

Outra proposta.

RRenato

E é verdade que eu vou fazer uma pergunta agora que eu não sei, porque a gente conta nas bocas, né? A NC 750 é metade do motor mesmo do Honda Fit? Ela já até riu quando eu perguntava, ela já começou a rir, porque vocês escutam isso também.

RRenato

Isso ficou muito marcado, né, na NC, né, cara? É uma analogia que eles faziam na NC antiga, que ela tinha metade do motor do Honda Fit, né? Mas é porque a configuração era, era próxima, mas não quer dizer.

RRenato

Tomara que não cortou o motor do Honda Fit no meio, não. A gente fala é de capacidade volumétrica ali, né, proporcionalmente com os pistões.

RRenato

O motor foi mudando, né, foi atualizando. Hoje ele é um outro motor. Nessa época ele tinha um motor de 54,5 cavalos, agora motor 58,5 com uma outra configuração de total. Mas é até o Lint ouvir isso, né, gente? Essa aí que é a tal moto, metade Honda, metade Honda Fit. A gente fala, é isso mesmo, às vezes é mais fácil.

RRenato

Porque pergunta, eu pergunto mesmo, vamos saber, porque eles estão ali dentro, não saber se é ou não é metade. Aí valeu.

JJúnia

Mas tem muita curiosidade engraçada assim.

RRenato

Então conta a próxima, deixa eu ver. Demais, deve ter mais aí, deve ter mais. Conta aí, você tá rindo demais, Júnior. Qual que é a próxima?

RRenato

A gente tem um cliente que virou amigo, viaja de moto com a gente. Foi falando curiosidade, tal dia o telefone toca: tudo bem, tudo bem. Aqui é fulano de tal, sou funcionário desse nosso cliente. César, um abraço para você. Ei, o César tá querendo confirmar o almoço na casa dele, convidou todo mundo da loja para ir lá, tá querendo saber se você come camarão. Aí eu falei assim, ô moça, pobre vai escolher o quê? Aí foi todo mundo da loja para casa dele, né, casa maravilhosa, né, Júnior?

E vinho que tem tudo, né? Perguntou se a gente come camarão. Acho que esse dia aí, viu, né? Isso que a gente virar amigo, cara. Aí resenha, viagem de moto junto, acabou.

RRenato

É o tal das duas rodas, né, que eu falei aqui antes. Se você parar para pensar, é um mundo, é um mundo quem vive mesmo, né? Não adianta a gente fingir, a gente tem que viver aquilo ali, entendeu?

RRenato

Realmente viver, tem que viver, passa os perrengues junto.

JJúnia

O legal da gente pilotar, a gente andar de moto, viver isso, é que a gente entende também o lado de de quem tá comprando, né? Sim, quem tá adquirindo a moto.

RRenato

A Márcia Malaquias tá falando aqui, ó, Renato, com tanta propriedade dá vontade de comprar uma. Eu já vou acabar o bate-papo, Márcia, porque senão eu saio da Harley e vou para Honda, entendeu?

RRenato

Mas o Ronan vai, pelo menos vai na loja lá nos visitar e fazer um teste-ride, conhecer a Transalp.

RRenato

Eu já fui lá já várias vezes.

JJúnia

Andar foi?

RRenato

Não, andar não. A gente só vai ver, gente. A gente não anda.

RRenato

Pelo menos ele não fala mentira, né?

RRenato

Entendeu?

RRenato

Eu vou lá para andar. Fala a verdade.

RRenato

Vou não, sabe por quê? Porque depois não dá para voltar. A gente tem que ficar quieto, entendeu? A gente não mexe.

RRenato

Depois que você conhecer a coisa que é boa, para voltar é ruim mesmo, entendeu?

RRenato

A gente não mexe. O Rodrigo tá aqui até falando. O Rodrigo, que é o da Pizza Tru, falou que você conseguiu a moto dele em Pouso Alegre.

RRenato

Foi, nossa filial lá em Pouso Alegre. É isso aí, não tínhamos a moto. Rodrigão, obrigado pela pizza, tá sensacional, viu? Para quem não conhece, gente, vale a pena.

RRenato

É, sem dúvida. Não dá para— sobrou, mas eu tô guardando, tá, gente? Eu não tenho vergonha não.

MMariana

Então aqui, ó, você vai comer agora, você vai comer esse pedaço que você já pegou nele, tá?

RRenato

É, se quiser eu vou lamber.

MMariana

Como é que é o nome do porteiro lá?

RRenato

Clebes, porteiro nosso aqui. Não, coitado, ele criou também o Salva a borda, você come a borda que sobrar, pistache e Nutella. E tem aqui Nutella também, que fica ali na área.

MMariana

Eu fico com medo de apertar e explodir Nutella aqui para tudo quanto é lado, que o trem vem é cheio, viu?

RRenato

Então eu que sou diabético agradeço.

JJúnia

Não, vou levar para casa.

RRenato

Não, já lambi essa aí já.

MMariana

Hoje eu tô de carro, posso levar.

RRenato

Essa eu já lambi, tá? Essa eu já lambi.

MMariana

Posso lamber o pistache.

RRenato

Você tá de africanduim hoje?

RRenato

Sim.

RRenato

Qual que seria a moto do seu sonho hoje?

JJúnia

Outra Africa Twin.

RRenato

Desculpa, cara, eu acho que hoje para o meu uso é outra Africa Twin. Não tem.

RRenato

Você também, Júnior?

JJúnia

Com certeza, gente.

RRenato

Mas vocês dois não vão falar uma Gold Wing só para poder ficar?

JJúnia

Eu teria uma CB650 de novo como uma segunda moto, só porque sabe aquela coisa de você tem uma moto que é o seu Xodózinho é uma moto que eu teria para deixar assim.

MMariana

Eu não sei bem como é isso. A gente usa, é o que eu queria guardar dentro de uma caixinha, numa caixona, né?

JJúnia

E deixar inclusive, se fosse a minha que eu vendi, eu gostaria de ter ela de volta.

RRenato

Como assim?

JJúnia

Não, para deixar guardada em casa, usar só de vez em quando, tipo a Shadow do pessoal, que tipo minha Fat Boy que tá guardadinha lá em casa.

RRenato

Minha Farolzinha Redonda, já é da nova.

RRenato

Não, farolzinho redondo, 2003, roda cromada, motor 103, não, 96B, quietinha. A Mari pode andar? Não, não, deixa ela quieta aí, nem encosta, não respira perto não.

MMariana

Vamos fazer uma coisa com eles, eu vou falar uma coisa, você tem que falar o nome de uma moto, e obviamente da Honda. Não, porque você é muito bocudo.

RRenato

Pode ser outras marcas ou só Honda?

MMariana

Não, só Honda. Você tem que falar aqui.

RRenato

A gente gosta de outras motos também, tem até medo.

RRenato

Moto econômica: NC 750.

JJúnia

CG 160. Moto potente: Triple R. Ah, essa é Fireblade, poxa.

MMariana

Uma moto divertida: Africa Twin.

RRenato

CB 650.

MMariana

Uma moto feia: não tem. Fala o nome de uma moto, você não vem com essa não.

JJúnia

Pera aí que eu vou falar, calma. É complicado, não é difícil essa aí, porque eu achava, com sinceridade, eu achava NX feia, NX500. Na hora que a Honda lançou, eu falei, gente, o que que é isso?

RRenato

Quem que quer uma CB500 feia? Eu tenho uma aqui, aquela Dream da Honda, quando a Dreamzinha Uma moto considerada perigosa? Harley-Davidson da Honda.

JJúnia

Eu acho que pode ser ou a CB1000, a Hornet CB1000 Hornet que tá para vir, ou até mesmo a Fireblade, para quem não sabe ou não tem tanta experiência, porque é muito importante.

RRenato

Seria super performance, será? Você não tinha pensado nisso não, hein, Júnior?

JJúnia

A sigla? É. Deixa eu te confirmar isso agora, Ronan.

RRenato

Ah, tá com cola ali na mão, gente.

MMariana

Renatinho, você não sabe?

RRenato

Do quê?

MMariana

Uma moto considerada perigosa?

RRenato

Ah, Mari, eu acho toda motocicleta que— Até a moto da Yamaha.

RRenato

Yamaha costuma lançar umas versões.

RRenato

Uma sem freio, né?

MMariana

Zero knowledge.

RRenato

Quem foi Yamaha vai me desculpar. É que é para matar cliente. Vou limpar alguns clientes, aí eu lanço. A RD 350 morre 30, 50. Aí a Honda, a gente fala rindo, mas é verdade, mas é verdade. Lança MT-09, que já tem várias histórias aí.

JJúnia

Pô, motozasta, uma moto injustiçada, a Hornet 750 e a 500. Não, mas a 750, né?

RRenato

Eu vou te falar, NC 750, quem não conhece, não sabe o uso dela, às vezes faz mau juízo, mas a moto é muito legal.

RRenato

Eu acho a moto Moto top, velho, acredita? Eu acho a moto fantástica.

RRenato

Não é para mim, mas meu uso, não, eu tenho fácil, legal, cara. Eu teria fácil, sou alto, né, demais.

RRenato

Eu acho, eu teria fácil. Mas agora eu não vou comprar, que usa para caramba o baú, né? Nossa, aquilo é vida, aquilo é vida. Mas o que que foi o SP aí?

JJúnia

O SP é a linha de superesportivas.

RRenato

Faltou só o é superesportivas. Mas eu queria saber a sigla do ESP.

JJúnia

Aí tá em inglês, você lê aí, deixa eu ver a pronúncia da inglesa.

RRenato

Não, fala aí, vai, fala aí no inglês aí que você tava lá no Chile, pô.

JJúnia

Ué, mas lá é espanhol.

RRenato

Lá você aprende rapidinho, você fala assim, quando você for— já foi lá, Renata?

RRenato

Não, no Chile não. Você foi avião, de moto não.

RRenato

A Júnior vai morrer de rir agora. Teve um amigo nosso que foi lá, aí ele entendeu que era só colocar o ita no final, então era batatita. Era agüita.

RRenato

Aí tudo foi.

RRenato

Tá mentindo, Joane?

JJúnia

Tá não.

RRenato

O problema é o frango, que o frango não é franguito, é polo, é polho. Polho e polo, aí fudeu.

RRenato

Entendeu?

JJúnia

Esporte produção, produção.

RRenato

Produto esportivo.

JJúnia

Sim, produto esportivo.

RRenato

E essa é normal de pista normal, mas é de cidade mesmo ou é só de pista?

JJúnia

Ela é essência da motinha P.

RRenato

Ela é pronta para pista já, né?

RRenato

Mas vai sair placada homologada para rodar na cidade.

JJúnia

Porém, os modos, as configurações, os modos de pilotagem te permite uma pilotagem na pista ou então uma pilotagem urbana.

RRenato

Você configura ela para o seu peso, a moto é muito fácil.

JJúnia

No painel da moto e ela já vai calcular tudo para você. A moto extremamente tecnológica.

RRenato

Peso e potência dela, ela tem muito mais potência que peso, velho. 216 cavalos para Quanto torque? 200 kg que tem, né?

RRenato

Sabe o torque dela?

RRenato

17 kg de torque.

JJúnia

É uma moto bem diferente do que a gente tá acostumado.

RRenato

Ela é, tem que ter, tem que ser, tem que ser, tem que saber.

JJúnia

Por isso, quando você perguntou, essa foi uma das opções. Talvez uma moto perigosa, não perigosa, mas para quem não tem, né, conhecimento ou juízo, o juízo, eu acho que juízo conta mais.

RRenato

É isso aí, é complicado, né? Porque É muita potência numa mão só, né? Vamos falar assim, né? Mas aí a pessoa que tá comprando que faça.

JJúnia

Mas geralmente quem compra esse tipo de moto já tem essa consciência e já tem também esse preparo para que usar a moto, né? Já tá comprando sabendo e com a intenção disso. Às vezes para um track day, uma coisa assim.

RRenato

Eu acho que o perfil da Firebird, ela é uma moto que hoje ela compete, tem exemplo, vou dar exemplo da BMW, Você tem 3 versões, ela parte de R$120 mil. Hoje a nossa moto é R$193 mil. Então é uma moto que o cliente ele conhece muito da moto para comprar, porque senão ele poderia comprar outras motos com preço menor, entendeu? E normalmente é escolhida, né? O cara já é a 5ª, 6ª moto desportiva dele. Então já tá, o nosso cliente dessa moto ele tem esse perfil assim, mas não quer dizer que não vai. Agora você vê muito o cara doido aí com moto esportiva aí, que é só Deus mesmo.

RRenato

A nostalgia, né, desde a CBR 450, né? O cara vai, a gente via ali quando eu tinha o quê, 84, não, 94, 92, o olho brilhava na CBR 450. Era fantástica, era uma super moto. Você parava a pensar aí, eu não sei se a CBR 450 era 4 cilindros, acho que era 2, não, 2, não lembro, não curtia tanto assim, não sabia. Tinha pouco tempo, né? 94 tinha 4 anos de vida, né?

RRenato

Então alguém rindo, se ele atrás, é normal, até vindo aqui de trás aqui.

MMariana

Deixa eu falar uma coisa, a gente sabe e percebe o número de mulheres crescendo cada vez mais no meio, né, das motos. E eu queria saber como que é isso profissionalmente, porque também, assim como usuárias, também vem crescendo o número de mulheres vendendo moto, trabalhando no ramo motociclístico, né? Renatinho também vai saber falar isso porque ele já tem mais tempo, né, nesse ramo, e ele também pode ter acompanhado também esse crescimento de vendedoras.

Antigamente não tinha tantas vendedoras, né? Era um ciclo mais masculino mesmo. Como que é isso hoje? Como que é as vendas, o atendimento, os clientes? Como que eles estão lidando com isso?

RRenato

Hoje?

MMariana

Ainda tenho quebrando pedra, né?

JJúnia

Quebrando pedra. É engraçado, ô Mari, porque assim, a gente querendo ou não, todo mundo tem um preconceito dentro de si, e às vezes sem querer, é normal. Aí chega um cliente, tudo mais, que às vezes são mais conservadores, né? Acontece muito. Você percebe de longe o olhar da pessoa, principalmente quando tem test ride, test ride que eu tenho que acompanhar. Aí o cliente olha para mim, tá engraçado, mas é você?

RRenato

Você sente que tá te olhando?

JJúnia

Mas é você que vai comigo? Ah, você vai no meu garupa? Não, tem que te acompanhar, é outra moto e tal. Ah, mas você pilota?

MMariana

Até sem querer, né?

JJúnia

Sem vontade, no começo, às vezes E eu nem quero mais falar, mas eu imagino, né?

MMariana

Eu não tô lá no meio, mas eu imagino que até uma questão de conhecimento. Eles vão pensar assim, que homem sabe mais, entende mais tecnicamente de moto do que uma mulher, por mais que ela esteja ali trabalhando. Ah, vou nesse rapaz aqui que ele deve entender mais.

JJúnia

O pessoal desacredita, né?

RRenato

Vez ou outra eu ouço a Júnior comentando, eu tenho uma Africa Twin. Eu, quando a gente já dá uma assustada algumas vezes, mas tem esse preconceito desse jeito. Sim, tem cliente que às vezes olha só, vou comprar da menina bonita, e esquece que ali por trás tem uma pessoa que estudou.

RRenato

Ela estuda a técnica, né?

RRenato

Ela sabe, ela tá ali. A gente cansa de falar isso com ela, ela é referência hoje para gente, conhece, gosta muito do que ela faz, né? E assim, queira Deus que todas, independente se mulher ou homem, que se especialize como ela tem feito, entendeu? Como a gente lá, a gente tem buscado essa melhoria, né, estudar, capacitar e gostar de moto, andar de moto, comprar moto para andar. Que eu mais vejo aí, a pessoa vira ali só um produto, tá ali para trabalhar, vender, ganhar dinheiro e ir embora para casa, né?

Mas a essência mesmo de gostar são poucos, né? O que ela faz mesmo como mulher motociclista, não é todo mundo que faz. Mas tá tudo bem também se a pessoa quer, usa ali só como o ganha-pão, tá tudo tá tudo certo, tá tudo bem, né? Mas é diferente você trabalhar, você vender ou você comprar de alguém que ama o que faz. Você percebe quando você tá conversando, né? A mentira ela dura um tempo, depois não dura mais, não adianta, né?

JJúnia

No começo foi bem complicado porque isso aí eu não sabia muito lidar com isso. É tanto que os meninos foram assim muito importantes nessa minha introdução para área de vendas por causa disso. Eles me auxiliaram demais colocaram crédito em mim, falaram, vai que você dá conta e tudo mais. É tanto que foi o Renato que me, vai, Júlia, anda. Eu não tinha coragem de andar na época tu indo não. Peraí, vou pôr o banco mais baixo. Foi, a gente foi, andou, deu certo.

E você vê que você é capaz. Se outra mulher faz, eu olhava muito isso. Se outra mulher, a minha referência era outra mulher, pelo menos com um pouco da minha estatura, próxima do que eu era, conseguia, eu também consigo. Então eu procurava referências, eu tinha referências, e ver que elas estavam conseguindo me dava mais vontade, mais força de tentar e fazer também. E foram eles também que me auxiliaram demais, falaram, vai, você consegue, você dá conta.

E a gente acredita em nós mesmos, só que quando tem um apoio, tem incentivo, fica mais fácil, fica mais fácil. E quando eu comecei na área de venda, o Diego, que é nosso gerente comercial, me auxiliava muito, falava, a Júnia vai andar com você, eu fechar, não sei o quê lá. E me colocaram dentro disso. Então eu acho que o ambiente onde você tá também te ajuda muito ou te tira dali também, se quiser, se a pessoa não tiver muita força de vontade.

MMariana

Então qual que é o recado que você tem aí para dar para as meninas que estão começando a vender, que já vendem há mais tempo, que com certeza elas passam pelas nas mesmas situações que você, dá um recadinho para elas aí.

JJúnia

Olha, é um mercado que a gente, querendo ou não, ele é extremamente masculino, né, porque questão de número é muito grande. Mas que também tem a parte que apoia, que incentiva, que acha legal a gente andar. E eu acho que tudo também tá dentro da gente. Se a gente quiser, a gente pode tudo, né? Então é só querer e fazer. Igual tava comentando com você, Ah, eu tô com medo e tal, vou ir para Canastra agora sexta-feira com a África.

Tô com medo, mas tô indo com medo mesmo. Aí vou fazer o quê? Eu quero ir, tem vontade de ir, eu vou deixar o medo me parar?

MMariana

E agora você tem ainda o compromisso, né? Porque outras pessoas estão se inspirando em você, outras mulheres, outras meninas estão se inspirando em você. Aí você agora tem um compromisso de mostrar que você é capaz, que elas são capazes, que nós somos capazes.

JJúnia

Nós somos. Sim, somos sim.

MMariana

E você falando disso, né, que você teve o apoio de todo mundo, eu acho muito legal porque a gente chega ali na Dream, a gente vê uma união entre vocês, né? Gustavo, Diego, Alana, pessoal ali da loja. Manda um recado para eles, fala, abre o seu coração para eles, fale para eles talvez algo que você nunca disse antes, que você já pensou, mas agora é seu momento.

JJúnia

Ali eu acho que nós somos uma família gigante. Ambiente, né, gente? Todo mundo ali tá com o mesmo propósito. E fora que a gente passa a maior parte do tempo da gente, da nossa vida, no nosso ambiente de trabalho. Então você ter um bom relacionamento com todo mundo condiz muito com a sua, como é que você vai estar até no final do seu dia muitas vezes. Então a gente tem um relacionamento muito bom e eu gosto muito de todos vocês aí na loja.

A gente é realmente uma grande Olha, todo mundo se ajudando, porque no fim o propósito é o mesmo, né? Entregar aí, eu vou dizer o quê, não vou dizer perfeição, mas o melhor possível, próximo disso, né?

MMariana

Você quer falar alguma coisa, Renato, para o pessoal?

RRenato

Não, queria agradecer e mandar um abraço para todo mundo aí. Acho que é o que a Júnior falou, a gente, o clima lá é diferente, graças a Deus. A gente tem um ambiente de trabalho muito muito legal, que dá vontade de trabalhar. Então vamos para 6 anos de loja lá, lá da turma lá, quem desde o começo, eu e Diego. Depois foi a família, foi aumentando, foi agregando. E é isso, queria mandar um abraço para todos. A gente tá aqui, a gente tá aqui representando todos vocês, né?

Se a Mari nos conheceu, agora o Ronan e tal, foi graças a essa equipe, né? Então ninguém trabalha, ninguém caminha sozinho. Só mandar um abraço todo mundo aí.

MMariana

Gente, a gente já tá quase chegando ao fim. Mais uma conversa daquelas que eu fico com vontade de continuar a noite toda aqui. Já se passaram quase 2 horas e parece que foram 10 minutos só, né?

JJúnia

Verdade.

MMariana

É, a conversa quando é boa passa muito rápido e a gente não vê passando. Renato, defina a Júlia em poucas palavras por esse tempo que você conhece ela.

RRenato

Ah, defino fácil. A Júlia é Minha amiga, perseverança, é uma pessoa perseverante. Quem conhece a história dela sabe que nada veio de graça para ela, e é uma pessoa que eu tenho muito orgulho em ver hoje ela crescendo, ela se destacando, porque amigo de verdade ele fica feliz quando está destacando. Às vezes quando tá maior que você, eu acho que isso é que é ser amigo de verdade.

MMariana

É isso, Júnior. A sua vez, defina o Renato. Com poucas palavras.

JJúnia

Eu acho que Renato é um exemplo, né, para a gente, profissional que ele é, o que ele faz ali, o que ele toma atitude. Ele é exemplo. São muitos anos, ele tem muito conhecimento nas cabeças dele aí, gente. São muitos anos de experiência. É uma pessoa que tem um coração gigante, que toma conta de todo mundo também. É, Renato é É nosso espelho mesmo e coração gigante.

MMariana

Bom, agora eu quero que vocês falam por último, né? O que que, o que que, por que um cliente comprar na Honda Dream?

JJúnia

Pode?

RRenato

Por que comprar na Baia Moto Dream? Porque a gente ama o que a gente faz e a gente faz de coração o melhor que a gente pode entregar dentro das circunstâncias que a gente tem. É isso.

MMariana

Sensacional.

JJúnia

E não é só realmente vender a moto, a gente faz parte de tudo. Se precisar, a gente vai estar lá, só chamar, né, Renatinho?

RRenato

Só chamar. Precisar de levar a moto depois de venda, busca, revisão. Mexo doce, negócio é mexer o doce.

MMariana

Essa aí é a By Moto Dream, né?

JJúnia

Toda a história aí.

RRenato

Quem precisar, o arroba é @bymotodream.

MMariana

Seu arroba?

JJúnia

O meu é @junialvesz.

RRenato

O meu é @renatobyemotodream.

MMariana

É isso aí, bora seguir, bora dar força. Com certeza, pessoal, gente boa, adoro vocês. De verdade, cheguei lá sem esperar nada e recebi tudo, né? Vocês são espetaculares comigo, não tenho nada para falar de vocês negativamente, só positivamente mesmo. Ganhei uma amiga.

JJúnia

A gente chega rindo e sai chorando.

RRenato

A gente tem, né, Mari? A gente tem, igual o Renato perguntou, tem quantos episódios, né? A gente tem Hoje, esse ano, são 24 episódios, né? Então é o quarto ano nosso e a gente vê de tudo aqui, tá? Aí a gente, hoje o que eu vi aqui, no C principalmente, é um cara que ama o que faz de coração, sacou? É um cara que ama mesmo, ama a profissão, ama a moto. A Júnior não precisa nem falar, a gente vê isso claramente, que tem pouco tempo, mas tá fanática. Então já vai para Chile, vai para Camas, para sexta-feira.

MMariana

A gente podia acompanhar, começar a acompanhar. Mostra tudo para gente, porque é um prazer para a gente poder acompanhar e ver toda a evolução, sabe?

JJúnia

Assistir.

MMariana

Apoia aí, se você puder apoiar.

JJúnia

Meu primeiro vídeo andando na África, para um vídeo agora, primeiro vídeo andando numa moto, né? É processo, gente. No final dá certo.

RRenato

E a própria, o pessoal da diretoria da da Baymoto Dream aí, né, que eu acho que tá apoiando esse projeto da Cesta, comprando esse boi. Então também não é fácil para eles. Então mandar um parabéns para os diretores aí para poder aguentar, porque a gente sabe que, como eu disse, o Brasil não é para amadores.

RRenato

Então ser empresário no país não é fácil, né? Mas falou tudo.

RRenato

Então eu te falo de coração aí, parabéns para vocês dois, desejo sucesso sempre.

RRenato

Lana, pelo convite.

RRenato

E vamos lá, mas andar eu não ando não, mas eu vejo.

MMariana

Um abraço especial para o Diego, super carinhoso com a gente também, para o Gustavo, para Lana, para todo mundo. Eu não consigo guardar o nome de todo mundo lá, mas todo mundo, literalmente todos os funcionários, os colaboradores da Dream me recebem com muito carinho lá. Então eu queria mandar um abraço para todo mundo, especial para o Flávio, que tá no comando aí dessa equipe e conduzindo da melhor forma que alguém pode conduzir. Parabéns, Flávio, por isso.

RRenato

E são, só me interrompendo e agradecendo também o Flávio, Gustavo, toda diretoria do grupo, é de fato, não tô falando da boca para fora, que a gente não precisa falar isso também.

RRenato

Na verdade, se você olhar sua cara dá para ver, é, mas os caras são assim, não tá para boca fora, os caras são assim diferenciados, sabe?

RRenato

Porque eles podem fazer para nos ver crescendo como pessoa, como motociclista, eles fazem até mais do que às vezes deveriam, né, que poderiam, tá? A palavra às vezes poderia. Então assim, é só gratidão mesmo. A gente trabalha no lugar muito gostoso de trabalhar, a gente é feliz trabalhando aí.

JJúnia

Pode falar isso tranquilamente.

RRenato

É isso aí, fechou, Mari?

JJúnia

Fechou.

RRenato

Quer finalizar, mandar um abraço todo mundo?

MMariana

Até semana que vem, pessoal. Boa noite, obrigada por estar mais uma segunda-feira com a gente. Esperamos você na próxima segunda, papo legal também. Tá? Obrigado por terem vindo mais uma vez e até a próxima segunda. Boa semana!

RRenato

Valeu, tamo junto!