Ep 43 - The antiSocial Club
Seria esse o retorno da Rainha de Copas?
email para contato: anana.pode@gmail.com
quer se tornar um membro do NanaPode? Clique aqui!
link do grupo do whatsapp Brasilidades: https://chat.whatsapp.com/KmYWdhlWJsyI7xVelWdaKk
Obrigada pelo apoio!
Nana
- A polêmica do karaokê e a exclusão de membros do The Social ClubKaraokê·The Social Club·Supimpa·Tamires·Bianca
- A criação do The Social Club e a expectativa de conectar mulheres em DublinThe Social Club·Dublin·Influenciadora·Supimpa
- A nota oficial da Dona Supimpa e a revolta das participantesSupimpa·The Social Club·Nota oficial·Denúncias
- A história da embaixadora e a exploração de trabalho pela Dona SupimpaEmbaixadoras·Supimpa·Eventos·Trabalho não remunerado
- A criação do grupo Brasilidades como alternativa ao The Social ClubBrasilidades·Bianca·Thabira·Comunidade brasileira·Dublin
- O problema com o evento de Pilates e o reembolso não efetuadoPilates·Reembolso·Supimpa·The Social Club
- O evento da bike da noiva e a remoção de participantes do grupo oficialBike da noiva·Sílvia·The Social Club·Despedida de solteiro
Olá, ouvintes do Nanapod, como vocês estão? Hoje eu vim aqui eternizar uma fofoca que deu o que falar mês passado na comunidade brasileira em Dublin, na Irlanda. Por causa dessa história, até notificação extrajudicial eu recebi, vocês acreditam? Caraca, hein? Com essa aí já são 6 pra conta. Será que até o fim do ano eu chego à marca de 10? Pessoal, O pessoal costuma falar que notificação extrajudicial e nada é a mesma coisa, mas eu confesso que dá assim um friozinho na barriga, um medinho, um certo desconforto.
Então, se você quer me ajudar a me preparar financeiramente para o pior, você pode fazer parte do membership do Nanapod lá no Buy Me a Coffee. Tornando-se um membro do Nanapod, você ganha descontos exclusivos com os meus parceiros, pode ouvir um episódio extra apenas para assinantes com babados que nunca irão para o aberto, fica por dentro dos episódios antes de todo mundo dias de antecedência e o mais especial, você entra pro meu Close Friends do Instagram, onde eu posto tudo sem censura.
Clica no link que tá aparecendo na descrição desse episódio e vem fofocar comigo. Estava eu bem bela no meu Instagram respondendo as minhas DMs, porque pra quem não sabe foi meu aniversário por esses dias aí e a gata aqui recebeu uma enxurrada de mensagens de parabéns. Inclusive eu queria aproveitar pra agradecer todos vocês que me desejaram coisas tão bonitas. Eu agradeço muito carinho que vocês têm por mim sempre. Me perdoa se eu não consegui, se eu ainda não cheguei até a sua mensagem, tá?
Mas eu prometo que eu vou tentar agradecer com a mão, mando figurino, cada uma de vocês. Agradeço também aos cafezinhos no Buy Me a Coffee que algumas me mandaram, tá? Vocês são maravilhosas. Eu desejo do fundo do meu coração que o universo devolva tudo em dobro para todas vocês, de verdade. Mas voltando aqui ao episódio, eu tava lá respondendo as mensagens e uma mensagem especial chamou a minha atenção. A Tamires gente me mandou um bloco de texto, gente, nossa, parecia um versículo da Bíblia, revoltadíssima com uma situação que aconteceu num grupo chamado The Social Club.
Então vamos começar pelo começo. Uma moça que eu não posso falar o nome, mas vou dar algumas dicas, né? Ela é uma influenciadora com mais de 100 mil seguidores no Instagram, mora na Irlanda, mais precisamente em Dublin, e é uma empresária. Essa moça, ela teve a ideia de criar o Social Club, que é um grupo onde mulheres, segundo a ideia inicial, teriam a oportunidade de se conectar através de experiências. Olha só a bio do Instagram do grupo: conectando mulheres em Dublin através de experiências, amizade e comunidade.
A ideia é muito boa, eu mesmo elogiei, falei: nossa, que legal, né? A pessoa teve esse despertar, tão legal as pessoas que pensam em coisas antes de todo mundo. Só que eu fiquei sabendo que já existem pelo menos uns 3 grupos grupos que têm essa mesma premissa. Então ela não tava aí inventando a roda, ok? Só lá em Dublin tem pelo menos os 3. Daí, assim que ela anunciou sobre esse grupo, muitas meninas obviamente começaram a participar, né?
Era um grupo do WhatsApp também, não só do Instagram. O grupo chegou a ter, para vocês terem uma ideia, mais de 600 membros. Lembrando que essa moça, que eu não posso falar o nome— vamos dar um nome para ela, vamos chamar ela de Supimpa. A Supimpa tem uma página do Instagram com mais de 100 mil seguidores. Então caso esses seguidores não sejam comprados, que eu tenho lá minhas dúvidas, não é tão difícil ela levantar essa galera toda para participar do grupo.
Mas então, o que que aconteceu para Tamires ficar tão revoltada a ponto de vir procurar com um monte de prova? Sim, porque ela veio munida de print. Eu gosto assim, entendeu? Mata a cobra e mostra o pau. Primeiro eu vou explicar como é que funcionava esse grupo. Tinha lá a moderadora, né, a Ela era a principal, a supilpa, dona, proprietária, empresária, e as meninas participantes. Todo mundo podia sugerir encontros. Tipo assim, alguém ficava sabendo que ia ter um workshop de confecção de xícaras pra você aprender a fazer, sei lá, uma peça de cerâmica, qualquer coisa.
Uma coisa assim meio ghost, né, do outro lado da vida. Ai, eu só iria se tivesse um sósia do Patrick Swayze, que Deus o tenha, coitadinho. É porque esse negócio de mexer no barro não é muito comigo não, mas sei lá, se tivesse um book club, ou então sabe o que que quis fazer aquele negócio que você leva tuas amigas para um bar, aí você enche a cara de birita e eles te dão uma lousa e você vai pintando os negócios lá. Minha filha, eu ia amar isso daí!
Nossa, eu queria que tivesse aqui em Angra, eu ia toda sexta-feira bater ponto lá. Inclusive, gatas, podem providenciar um negócio desse aí quando eu for para Irlanda, viu? 2027 eu estou indo para Irlanda, faça chuva ou faça sol, e eu não permito que vocês não organizem um trem desse aí para mim. Eu vou cobrar. Tudo tava indo muito bem até uma querida sugerir um karaokê, coisa básica, um karaokêzinho de leve. Quem é que não gosta, né?
Aparentemente a Dona Supimpa não gosta de karaokê. Dona Supimpa quer ver o demônio na frente dela, mas não quer ver o microfone. Daí quando a moça deu essa ideia, inclusive eu queria fazer uma correção aqui. No vídeo que eu fiz lá no meu Instagram contando essa história, eu disse que quem deu a ideia para o karaokê havia sido a Bianca, mas eu fiquei sabendo agora pela própria Bianca que foi outra menina que deu essa ideia. Eu vou explicar a história direitinho, tá?
Foi outra moça, e eu não vou falar o nome dela aqui porque eu não consegui encontrá-la para pedir a permissão antes de fazer esse episódio. Então vamos chamar ela de Jota. A Jota deu essa ideia aí do karaokê, e vários membros do grupo começaram a ficar animadinhos, né, começaram a conversar sobre o assunto, falar sobre lugares. A Dona Supimpa, vendo aquele fuzuê, logo se apressou para organizar essa bagunça, né, porque a dona do grupo, a Dona Supimpa, segundo eu fiquei sabendo, não gostava de falatório no grupo do WhatsApp não, entendeu?
Dona Supimpa queria que os mais de 600 membros do grupo falassem apenas de um assunto por vez, entendeu? Em sua devida ordem de chamada. Ela fazia lista de presença com vocês também? Fazia chamada? Porque tem uns grupos que são assim, né? Tipo, você não participar, eles te tiram, te removem. Dona Supimpa pediu então para que a tá quase que eu falo o nome dela, criasse um grupo do WhatsApp específico para quem quisesse participar do tal karaokê.
Porque segundo ela, muitas meninas não iriam nesse evento, né, não gostavam de karaokê. Então elas que organizassem elas mesmas para lá e deixasse o The Social Club em paz. Mas pera aí, vamos pensar aqui comigo rapidinho. Eu tô muito maluca? Ou assim, tinham 600 pessoas nesse grupo, certo? Obviamente que haveriam eventos que os membros não iam se interessar assim em sua totalidade, entendeu? A gente não tá conseguindo unir o país todo para votar num político que preste para governar o nosso país.
O país tá dividido, aliás, agora ele tá trividido, né? Vai conseguir unir 600 pessoas de todas as— aliás, não, 600 mulheres de todas as tribos, cores, tamanhos, background, para gostar da mesma coisa? Nunca! Isso não faz sentido nenhum. Eu só pensava nisso quando a Tamiris me procurou para falar que ela sugeriu isso daí de fazerem um novo grupo. Porque se você parar para pensar, então ela ia ter que criar um novo grupo o tempo inteiro.
Que aí, ó, vamos fazer futebol lá no Phoenix Park. Aí 20 pessoas vão querer e 580 não vão querer. E aí, gata, vai fazer outro grupo? 200 grupos no celular, né? Aí a Joel Jota falou, beleza, eu crio o grupo secundário, né? Mas deixando bem claro que esse seria um evento do The Social Club. Tanto é que a moderadora colocou no calendário de eventos do clube. Inclusive eu tenho aqui o calendário em mãos porque a gente tem print, né?
Eu sou só aquela música do Zé Felipe, eu tenho foto, eu tenho vídeo. Calendário de atividades do mês de agosto. Isso aqui, lembrando que foi postado pela própria, tá? Foi ela que postou. Rodízio de pizza no dia 7/08, painting and brunch do dia 15/08, que ela escreveu aqui que já foi vendido todos os ingressos. Karaokê no dia 16/08, ué, e Pilates no dia 22/08, que também foi sold out, tudo vendido. Lembrem desse aqui que a gente vai falar sobre pilates mais tarde.
Essa mensagem foi enviada pela moderadora no dia 6 de agosto, uma quinta-feira, ok? Lembra que o karaokê ia ser no dia 16, então ela já sabia aí com uma certa antecedência. Só que ela não queria ter o trabalho de ficar moderando um assunto que ela não tinha interesse, entendeu? Eu acho que foi isso que passou pela cabeça dela. Ela falou assim: ah, se não sou eu que tô organizando, eu não quero ter que ficar tendo trabalho com isso.
Que você tem que ficar ali pesquisando qual que é o local que você vai fazer o evento, quanto que vai email de cada membro, tem que ter uma conta ali bancária para as meninas mandarem dinheiro. O que que vai fazer com o dinheiro que sobra? Realmente é uma chatice, né? E a mulher, como não foi ela, como não foi ideia dela, ela não ia ganhar nada com isso. Ela literalmente só ia ter trabalho. Criado o grupo, as meninas foram na ideia da Bianca.
Agora sim, a Bianca entrou. Ela nem tava na época desse grupo do The Social Club quando deu esse bafafá aí do karaokê. Ela nem tava ainda não, ela entrou depois. E aí ela sugeriu o Bem Vindo como restaurante para receber esse evento, esse encontro. Ela elas recolheram o valor de cada menina que queria participar e combinaram por votação unânime, é importante frisar, né, que o valor que sobrasse desse valor de participação, né, que elas tinham recolhido de cada uma, seria revertido na compra de salgadinhos para elas lá no dia.
Elas iam encomendar e a consumação de bebidas ia ficar por conta de cada uma lá no Bem-vindo no Dia, porque tem gente que bebe, tem gente que não bebe, tem gente que enfia o pé na jaca, né, menina. O evento foi um sucesso. O Bem Vindo Restaurante até fez um vídeo agradecendo a presença e a animação das meninas. Elas lotaram o lugar, foi bem animado. Eu vi o vídeo, aliás, eu fiquei com inveja danada, menina. Na minha vez da Irlanda não tinha nada desse negócio animado aí não, tá?
Eu achei foi um abuso. Pois bem, ela foi na página do Bem Vindo e deixou a seguinte mensagem com o perfil oficial do The Social Club no Instagram. Abre aspas: gente, Esse evento não foi organizado pelo The Social Club. Aí, minha filha, foi dois palitos para Tamires, a menina que me procurou, ir lá responder ela na frente de todo mundo. Mentirosa! Foi sim! Você tá surtando porque não participou e o evento foi maravilhoso. Doida!
A Bianca, que foi a menina que sugeriu o Bem Vindo como o local para o evento, respondeu também lá. Ela falou: gente, o evento foi lindo! Todas viemos do grupo The Social Club, sim. O evento surgiu dentro do grupo, porém, como a administração não fez parte da organização do evento, fomos excluídas dele e agora estão alegando que o evento não tinha participação com o grupo. Antes tinha sim, pois viemos de lá, mas agora realmente não tem mais.
Muito obrigada por abrir as portas pra gente, bem-vindo. Estaremos de volta com certeza. E aí a Bia, que não é boba nem nada, ainda botou lá um printzinho né, deixando claro que a moderadora sabia de tudo, inclusive pediu para que elas organizassem elas mesmas. Claro que a confusão não parou por aí, mais gente tava comentando lá, as meninas ficaram revoltadas, né. E aí a Dona Supimpa teve a brilhante ideia de ir para os stories dela e colocar lá uma nota oficial, né.
Duas coisas que esse povo adora: processar os outros e nota oficial. A nota era a seguinte: atenção, estão utilizando o nome do nosso grupo para criar outros grupos, organizar eventos e arrecadar dinheiro. Nosso grupo no WhatsApp foi suspenso por causa de denúncias. Reforçamos que o The Social Club não se responsabiliza por pagamentos, eventos ou qualquer atividade organizados por outras pessoas ou grupos que usam o nosso nome.
Todas as atividades oficiais serão sempre divulgadas apenas pelos canais oficiais do The Social Club. Em caso de dúvidas, fale sempre com a gente pelos nossos canais oficiais. Atenciosamente, The Social Club. Mas o que que é isso aqui? Pera aí, alguém me explica. Releu, agora é muito mais bizarro do que da primeira vez. Ela se acha realmente a dona do mundo, né? Ela se dá muita importância. Vocês também estão achando isso? É só um grupo de WhatsApp, alguém avisa.
Claro que as meninas ficaram ainda mais revoltadas, e com razão, né? Elas estavam sendo chamadas de mentirosa assim na cara dura. Sendo que só o que elas queriam fazer é não tirar o brilho do grupo. Elas queriam que todo mundo soubesse que tudo foi organizado pelo Social Club para que ninguém apontasse o dedo na cara delas depois e falasse: olha só, vocês estão usando a nossa visibilidade para criar eventos próprios, entendeu?
Eu acredito que foi isso que passou na cabeça das meninas. Elas só quiseram dar os créditos, vamos colocar assim. Dona Supimpa mais uma vez tirou uma foto que eu acredito ser assim numa academia falando o seguinte, abre aspas: gente, não adianta me mandar textão me xingando, eu não vou discutir ou entrar em conflito por causa disso. Não, não, ela deixa para os advogados. O The Social Club foi criado com a intenção de promover amizades e experiências positivas, e infelizmente a situação tomou uma proporção que não faz mais sentido para mim.
Prefiro preservar minha paz e seguir com meus outros projetos. Fecha aspas. Você vê que essa escolha de foto aqui na academia com V de vitória, né, é Não foi casual, né? Isso aqui foi muito bem planejado, é para dizer assim: olha, eu tô nem aí, olha como eu nem ligo para isso tudo, olha como eu tenho outros projetos para me preocupar, eu não preciso de nada disso, meu marido tem 2 empregos. Ficou esse disse-me-disse. Aliás, disse-me-disse não, né?
Porque as meninas, elas têm prova de tudo que elas falaram, elas tiraram print de tudo. E como vocês podem ver, não tinha a menor necessidade da Dona Supimpa criar esse rebuliço todo em volta dessa história. Aliás, eu esqueci de mencionar uma coisa. Quando teve o evento lá do karaokê e o Restaurante Bem-vindo postou o vídeo agradecendo e tudo mais as meninas, a Dona Supimpa saiu excluindo todo mundo que participou do evento. Assim, do nada, do nada, cabeças já rolaram.
E vocês lembram do evento de Pilates que aconteceria no dia 22 de agosto? Pois bem, depois de toda essa balbúrdia aí, o grupo The Social Club foi excluído definitivamente. Isso porque antes a Dona Supimpa lá naquele comunicado afirmou que ele tinha caído, né? Né? Então quando ele voltou, ela resolveu excluir tudo de uma vez. Ai, não quero saber mais dessa merda aqui também não. Que bosta, eu aqui me matando para organizar tudo e vocês vão lá do karaokê da Jota e da Bianca, suas traíras!
Imagina! Mas algumas meninas já haviam pago para ir lá no evento do Pilates. Então imagina assim, tu paga o negócio e de repente, do nada, tu entra no grupo: cadê grupo, o grupo foi excluído, ele caiu, ele sumiu, e você não sabe o que que tá acontecendo, porque muita gente não tinha ideia do que tava rolando, tá? Ah, então pode contar que foi por isso que a Dona Supimpa excluiu vocês. Caraca, eu tava aqui pensando agora, ela queria botar panos quentes nessa confusão toda.
Vocês repararam? Elas excluíram vocês, não foi do nada, foi porque ela sabia que se vocês continuassem lá, vocês iam avisar as outras meninas o que que tava acontecendo, que muita gente não fica ligada em rede social, muita gente nem me segue, não sabe nem quem que eu sou. Imagina quem que sou eu na fila do Então qual que foi a dela? Não vou excluir só as pessoas que organizaram, pegaram o dinheiro, que fizeram o negócio todo lá.
Eu vou excluir todas elas que foram do evento. Assim ninguém vai poder falar aqui dentro o que que tá acontecendo. Mas olha que bicha danada ela, né? A Dona Supimpa prometeu que ia reembolsar o valor para as meninas que pagaram para ir no evento de Pilates, mas eu fiquei sabendo que algumas pessoas ainda não receberam esse estorno. Já tem mais ou menos 2 semanas que tudo isso aconteceu, então eu não sei deu certo, o motivo. Se você foi uma das meninas que ainda não recebeu esse valor, de repente manda uma mensagem pública lá no Instagram da influencer, vai cobrar teu dinheiro, gata.
Ai, não para por aí não, eu recebi uma mensagem aqui falando o seguinte: quando surgiu esse grupo do The Social Club, a dona supimpa precisava de embaixadoras para organizar tudo, porque a bonita só queria ser a Rainha Elizabeth, entendeu? Aí eu vou ficar aqui bela, bonita, enfeitada, pagando de empresária, enquanto vocês aí meus súditos colocam a mão na massa, entendeu? A verdade tem que ser dita, porque até agora eu não vi um só evento que essa bicha organizou todinho.
Ah, para, mona! Agora eu vou ler para vocês a transcrição de um áudio que eu recebi de uma moça que tá no grupo, ou estava, desde o seu nascimento, que é uma menina que aceitou ser embaixadora. Abre aspas: basicamente ela queria embaixadoras para o grupo. Eu me ofereci para ser e ela pediu uma lista de vários eventos interessantes para colocar no no grupo. Mandei uma lista enorme para ela com vários eventos, perdi um tempo fazendo essa lista.
Aí na hora de escolher o evento, a bonita não escolhia nenhum evento que eu e a outra menina propunhamos. Só que o que me deixou com mais raiva disso tudo foi que eu tinha indicado um spa para ela e ela disse: ah, legal, né, mas spa pode ser um pouco caro. Daí eu perguntei para ela qual seria o valor, o preço assim legal para as meninas. Até quanto elas pagariam para um spa. Daí ela respondeu que mais ou menos uns 35 euros. Eu fui atrás de um que custasse isso mais ou menos por pessoa, parei meu trabalho para ir atrás disso daí.
Encontrei o spa, coloquei no grupo. Aí ela pegou e falou assim: pronto, agora que você achou, você pode postar no grupo como se fosse o seu evento. Eu falei: oi, como assim como se fosse meu? Não é um evento do grupo? Eu pensava que as embaixadoras eram para procurar eventos para clube, não para eu criar e organizar. Aí ela falou assim para mim: amada, é porque eu sou empresária, eu não posso ficar recebendo muito dinheiro na minha conta.
Eu também disse para ela que eu não podia, porque já que ela quem criou o grupo, ela quem deveria se encarregar disso tudo, de ter, sei lá, uma conta para o grupo. Desde esse dia eu fiquei super chateada. Eu já tinha ido comprar esses tapetes dela. Eu vou fazer uma pausa aqui para explicar para vocês sobre esses tapetes. Esses tapetes aí que ela tá se referindo são os tais tapetes para o evento de Pilates, que a dona supimpa pediu para coitada comprar.
Sim, porque além de correr atrás dos locais, dos eventos, de preço e tudo mais, as meninas também faziam tudo que fosse tarefa relacionada para esses eventos, como por exemplo ir para rua atrás de tapete de Pilates, de yoga, sei lá que diabo que é isso. Vai vendo, hein? Continuando, eu perguntei se tinha como ela vir buscar os tapetes aqui na minha casa, daí ela não me respondeu. Tempos depois ela disse que na outra semana ela poderia vir.
Foi quando todo esse babado do karaokê aconteceu. Eu só vim saber tudo isso depois. Para ser um evento do The Social Club, um evento oficial, tinha que ser um evento criado e decidido por ela. Se não fosse os eventos que ela tinha pensado, ela não aceitava. Então ela não precisava realmente de embaixadoras, ela precisava de pessoas para trabalhar para ela. Tanto que em um dos áudios dela ela diz assim, abre aspas, arraspas dentro das aspas: ah, eu tô pensando em colocar um valor para pagar vocês para fazer os eventos, juntos, vocês aceitariam?
Porque eu sei que demanda muito tempo e eu sou empresária. Ela adora isso, ela adora, é o cartão dela, empresária, tá aqui meu cartão. E eu não tenho tempo para fazer tudo sozinha, vocês aceitariam? Daí eu disse que sim, não por causa do dinheiro, mas por causa do grupo. Eu queria fazer amizades, porque no fim ela quer ser a estrela que brilha, brilha, brilha. Ela não está atrás de querer fazer amizade, coisa nenhuma. Ela tá atrás de brilhar só, só isso.
Fecha aspas. Muitos pontos a se comentar sobre esse áudio aí que me mandaram, né? Mas o que eu disse lá em cima procede, vocês viram? Eu concordo em gênero, número e grau com essa moça. A dona supimpa queria que fizesse a cama para ela deitar, é simples assim. Ela ia ter a visibilidade porque quando o grupo crescesse, porque isso aí é uma questão de tempo, né? O grupo ia crescer, eu não dou um ano, quer dizer, eu não dava um ano para esse grupo ficar gigante aí e ganhar dinheiro.
Dinheiro com esses eventos, porque elas só precisavam postar os eventos e fazer uma grana em cima de cada pessoa que quisesse participar. Olha só, modelo de negócio até justo, né, diga-se de passagem, e bom para todo mundo. Não fosse o ego gigante da Dona Supimpa, né não? Mas a pergunta que não quer calar, aliás, as perguntas são: primeiro, se ela é tão ocupada e não podia ter dinheiro entrando na conta dela vira e mexe, né, porque ela é empresária, tá aqui meu cartão, e não queria misturar coisas, por que que ela criou esse grupo já que ela sabia que isso eventualmente ia acontecer?
Outra pergunta que ficou aqui na minha cabeça é assim: se o objetivo principal do grupo era fazer amizades e reunir a galera através de experiências, karaokê não preenchia esses requisitos não? Aliás, eu acho que é uma das coisas que mais preenchia, né, mais une as pessoas é o karaokê, porque aí a galera bebe umas pitezinhas, solta franga. Eu sou uma, minha irmã, me dá aí umas duas taças de vinho branco para ver se eu não mando um Living on a para tu ver só.
É ruim de não, hein? Terceira pergunta: será que as pessoas que não receberam reembolso, elas não receberam porque os tapetes foram comprados com o dinheiro que as meninas já haviam pagado o Pilates? Será? Fiquei com isso na cabeça agora, hein? Tem uma outra história que chegou até mim sobre essa moça, Dona Supimpa, e sobre o The Social Club. Aliás, tem várias outras histórias que chegaram até mim depois que eu tornei isso daí público, né, sobre a vida pessoal.
Mas isso não cabe aqui, eu não vou expor essa parte e tal, o que ela faz, o que ela deixa de fazer na vida dela, desde que não incomode, não atrapalhe a vida de ninguém, é problema dela. Mas essa próxima história que eu vou contar tem a ver, tem muito a ver com The Social Club, porque aconteceu lá bem no início do grupo. Antes do rolê do karaokê acontecer, antes desse bafafá, já havia rolado outro problema com outra membra do grupo semanas atrás, realmente no início, bem no início mesmo do grupo.
Essa moça chamada Sílvia, ela veio me procurar para contar que em julho agora de 2026 essa menina do The Social Club falou que ia casar. Uma menina aí, uma noiva, tá? Ela falou que ia casar e que ela não tinha amigas na Irlanda e que por isso ela gostaria muito de reunir algumas meninas para fazer algo de diferente na despedida de solteiro dela. E que ela sempre quis ir naquelas bicicletas, aquelas bicicletas que tipo é como se fosse um carro aí, tem várias bicicletas em cima, e aí vocês vão pedalando e o carro vai andando.
Aí tem um rapaz que vai animando a galera Conforme essa bike gigante passa pelas ruas, todo mundo vai brincando, acenando, gritando. É bem divertido, já vi várias vezes. Então ela queria muito fazer isso. Daí a Silvia, que é essa moça que me procurou, chamou a noiva e disse: olha, querida, eu já fui algumas vezes, umas 3 vezes nessa bike, eu gosto do rolê. Se você quiser, eu organizo para você. Eu tenho inclusive o contato do rapaz da bike.
Daí ela fez todos os arranjos, viu o preço, dia, como fazia para bucar o negócio e jogou lá no grupo para todo mundo ver. Ela colocou lá no grupo, né, ó, gente, são 16 vagas na bike, 17 com a noiva, o valor é X, quem é que vai? Daí diz ela que 60 meninas mais ou menos retornaram dizendo que topavam. Daí a Silvia falou assim, ó, galera, a gente tem que reservar, né, porque sai muito rápido e isso é uma coisa que tem uma rotatividade muito grande.
Então o valor da reserva era de 50 euros. A noiva chegou até a mandar os 50 euros do bolso dela para reservar, porque ela ajudaria muito. E disse que depois aí o que sobrasse era só a Silvia devolver esse valor para ela, porque as outras meninas iam pagar, né? E aí quando sobrasse devolvia. Daí a Silvia foi lá, fez uma planilha toda bonitinha. Ela me mostrou esse arquivo. A menina teve todo o trabalho de criar um texto enorme explicando tintim por tintim, né, gente?
Porque quando mexe com dinheiro dos outros, a gente tem que ser muito transparente. Ela foi lá, explicou, mostrou o valor, deixou o IBAN dela falando sobre as vagas, falando que já estava agendado e que as primeiras 16 meninas que efetuassem o pagamento teriam a vaga garantida. A dona Supimpa não pensou nem duas vezes, ela já excluiu na hora a mensagem da Silvia, sem choro nem vela, e logo mandou as meninas criarem o outro grupo e conversarem lá.
Olha aí, hein, ó, o modus operandi da moça. A Silvia achou estranho porque desde o início do grupo essas coisas aconteciam, outras pessoas já haviam criado eventos dessa forma, colocado lá no grupo, Daí diz a Silvia que ela começou a pegar no pé de quem ficava com essas conversas paralelas, palavras dela. Bom, o evento da bike aconteceu, a Silvia, a noiva e outras meninas se divertiram muito, mas não postaram nada no grupo principal.
Por isso que vocês não rodaram, pode ter certeza, porque se esse homem da bike tivesse feito um vídeo de vocês e marcado The Social Club, que nem o Bem-vindo fez, vocês jogava do sal, tinha rodado todo mundo ali na hora. Esse fuzuê já tinha acontecido muito antes. E o pior de tudo é que a Silvia me contou que quando a treta do karaokê aconteceu, todas as meninas que foram nesse evento da bike da noiva também foram removidas do grupo oficial.
Vocês estão entendendo o nível, né? Você entende agora por que que eu achei que era válido contar essa fofoca? Bom, essa fofoca chegou até a mim praticamente pronta, ela já tava montada. Eu não tive quase trabalho nenhum para juntar as peças. Eu Eu só precisei contar a verba. A Bianca e a Thabira estiveram numa iniciativa de criar um novo grupo chamado Brasilidades, e dentro desse grupo existem muitos outros subgrupos. Tem grupo de receita, tem grupo do karaokê, que até agora é o maior de todos com 121 membros, grupo de vagas de emprego, grupo de crochê, de esportes, de viagem, entre outros.
Inclusive o bingo, que foi um sucesso aí, o último que passou. Até eu participo do grupo principal, nem em Dublin eu tô, mas eu adoro ficar lá de tititi com as meninas quando o papo acabou, a gente vai para o inbox. Aliás, parabéns para vocês, viu? O Brasilidade está muito organizado. Até o momento ele tem 293 membros e eu tenho certeza que ele vai crescer muito ainda. Contem comigo para divulgar o grupo de vocês. O que vocês precisarem, eu tô aqui.
E ó, vou ser bem sincera, eu confesso que eu não espero nada menos do que um encontro quando eu for a Dublin, tá bom? Eu acho que eu mereço depois de todo esse trabalho que eu tive aqui. Por mais que a história tivesse montado, Eu demorei umas 3 horas para montar essa peça de episódio aqui, ok? Então, por favor. E já que eu tô pedindo, eu vou aproveitar e pedir mais uma coisa. Que tal um evento online, hein? Meu aniversário passou, eu quero meu presente.
Que tal um evento online para a gente beber umas biritas, dar risadinha, fazer fofoca? E a lição que eu aprendi no episódio de hoje é que a gente deve sempre manter prints, não importa o quê. É sempre bom a gente ter como provar que às vezes a pessoa pode dar uma de doida e dizer que não falou uma coisa que a gente sabe que falou. E se você também tem uma história para contar, manda um email para anana.pode@gmail.com. Eu vou deixar o email aqui na descrição e o link para participar do Brasilidades eu também vou deixar disponível para vocês. Lembrando que só pode entrar meninas, ok? Beijo, fui!