Como usar NOVAS SOLUÇÕES para aumentar a RECEITA DO ESCRITÓRIO - Ney Pinheiro - MoonCast #061
Como aumentar a receita na contabilidade de forma acelerada?
Neste episódio do MoonCast, Mateus Santos recebe Ney Pinheiro, CEO do Grupo QualityCert, para revelar como construiu um ecossistema premiado.
Ney compartilha sua jornada de office boy a dono de um grupo com 12 mil contadores parceiros, focando no poder da recorrência e do cross-selling.
Você vai aprender o método MMR (Meta, Monitoramento e Recompensa) para vender mais para sua base atual e como delegar de verdade para sair do operacional.
Se você quer escalar seu faturamento e transformar sua contabilidade em um hub de soluções, este episódio é um guia prático.
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A Moonflag é uma das principais assessorias de Marketing e Vendas para empresários de Contabilidade no Brasil, sua equipe conta com mais de 50 pessoas que respiram o mercado contábil, o grande foco das nossas soluções está em estruturar uma jornada de marketing e vendas para empresas de contabilidade, iniciando do absoluto zero.
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- História de Ney PinheiroInício como office boy · Tornou-se sócio aos 19 anos · Empreendedorismo e fundação da MacroContabilidade · Visão de crescimento e marketing
- Importância da Recorrência e LTVContabilidade como base de recorrência · LTV (Lifetime Value) no mercado contábil · Comparativo com agências de marketing
- Gestão da QualidadeIdentificação de dor no mercado de certificado digital · Oportunidade de mercado e timing · Expansão nacional e modelo de negócio
- Estruturação e Crescimento de EscritóriosDesenvolvimento de pessoas e time forte · A importância da delegação e monitoramento · Superação do medo e mentalidade de crescimento · O papel do 'Dunga' no escritório
Mas ela nasceu por quê? Porque existia uma dor no nosso mercado, e a gente transformou essa dor em solução, e dentro do escritório. E que é interessante, eu falo muito, eu vou falar umas 10 vezes hoje ainda de cross-selling, de vender mais e ter mais solução. A gente criou um cross-selling tão bom que ele ultrapassou, virou claro. Quase todos os nossos negócios iniciais surgiram de dores, e aí a cada dor a gente transformou em oportunidade.
Você, contador, que está contratando hoje um vendedor, quer que esse cara seja a solução, cara, talvez você não precise fazer isso. Mas você não precisa de mais vendas, de mais oportunidades. A gente já trabalhava muito bem na nossa empresa critérios de cross-to-cross. Eu gosto de vender mais de uma coisa com o mesmo cliente. Então, toda vez que o meu cliente PJ precisa de um produto, eu quero ter isso agregado no meu escritório. A maior trava de qualquer crescimento é medo.
Não dá pra ter medo. Então, os contadores hoje, o grande problema é esse. Eles não delegam 100% porque eles têm medo.
Seja muito bem-vindo a mais um episódio aqui do Mooncast. Esse que é o maior podcast de marketing, venda, gestão e estratégia pra você aí que é contador ou contadora. Você que tá com a gente toda quarta-feira, muito obrigado pela sua audiência. Verifique se você está inscrito aqui nesse canal. Se você não estiver inscrito, se inscreve. A gente tem quase 100 mil pessoas que os nossos vídeos alcançam todos os meses. Cara, um pequeno percentual dessa galera tá se inscrevendo.
Então, se você é uma das pessoas que tá assistindo a gente e não tá inscrito, se inscreve aí pra dar uma moral aí pro nosso conteúdo.
hoje é mais um daqueles dias de porrada de conteúdo conteúdo de nível alto tô falando de realmente você que quer melhorar a gestão da sua empresa de contabilidade, quer crescer faturamento hoje é o dia, até o final do episódio de hoje você vai sair com algumas ações práticas pra aumentar a receita da sua empresa contábil e você que não me conhece, eu sou
Sou o Matheus Santos, sou fundador e senhor da Muflega, a maior assessoria de marketing de vendas para contadores em todo o país. Só em 2026 agora, nos últimos 60 dias, mais de 220 mil reais em novos negócios gerados para contadores. Se você anualizar isso, porque eu estou falando de negócio recorrente, anualiza isso, são mais de 2 milhões de reais gerados em apenas 60 dias para escritórios contados em todo o Brasil. Não há ninguém que faz esse resultado hoje falando de marketing de vendas, tá bom?
Então, seja muito bem-vindo. Fique aqui que você vai conhecer hoje a história de um cara que paga um pau no mercado contábil. Ney, seja muito bem-vindo. Obrigado, irmão.
Ney Qualicert, Ney Pinheiro. Quem não te conhece, apresenta aí pra turma. Olá, pessoal. Primeiro, prazer estar aqui. Eu gosto muito da área de marketing, sou fã do seu trabalho. Então, é sempre muito bom pra gente estar perto de empresas e pessoas que a gente gosta. Então, eu tô muito contente de estar aqui. Muito obrigado.
Pessoal, meu nome é Ney Pinheiro, eu sou o CEO do grupo Quality Cert, contador, advogado, e hoje também uma pessoa que tem ensinado e ajudado muito os escritórios de contabilidade a crescer. É isso mesmo, aumentar a receita e visibilidade do negócio. Então essa é a veia hoje, viu, Matheus? Muito bom.
Cara, a gente se conhece já faz alguns anos, desde eventos, eu também sigo você no Instagram, seus conteúdos já há um tempo. Eu falei aqui popularmente, que eu pago um pau, que o nosso podcast tem um dialeto bem direto. Eu gosto muito da tua composição de negócios, admiro muito e vai ser um prazer para mim entender melhor como é que isso se deu. Eu acho que talvez você que está me ouvindo ou me vendo...
Sempre você viu o Ney e fala, cara, o Ney tá lá, ele tá no palco, ele tá falando. Cara, como é que foi a história do Ney? Vamos entender hoje como que ele foi galgando os passos até chegar no momento que a gente tem hoje, quais são os negócios que você tem. E você, como advogado e contador, eu quero que você comece explicando. Quantos anos você tá no mercado contábil, Ney? Cara, eu comecei com 16 anos no mercado contábil, então, 42, tenho 26 anos de contabilidade já.
Tô velho, cara. 26 anos de contabilidade. 26 anos, 26 anos, muita transformação, muita coisa de lá pra cá.
E eu perguntei qual foi o escritório que você começou. Então, é... Algum parente seu. Não foi do pai, né? Cara, então... Quero ser uma pergunta que... Acho que todo mundo acaba pensando isso de imediato, porque é muita sucessão no escritório contábil, né?
Até que, no meu caso, eu tive que fazer muito simples. Então, eu precisava muito de uma oportunidade, cara. E aí, na época, eu fiz um curso de office boy no Senac, e o Senac encaminhava pro emprego, olha que legal. Esse curso me encaminhou pro história de contabilidade, e com 16 anos, eu entrei como office boy em um história de contabilidade.
Mas aquela oportunidade da minha vida. Sabe aquela história hoje de senso de dono? Eu nem sabia que era isso na época, mas eu tinha. Era o desejo de crescimento. E eu fui trabalhando tanto naquele escritório e trabalhando ativamente, inclusive, pra colocar clientes de office boy, auxiliar fiscal, analista fiscal e sócio. Com 19 anos, eu me tornei sócio no Instituto de Contabilidade. E naquela época, não tinha parte de jeito. E você foi trabalhar lá, entre aspas, sim. Você não tinha uma relação familiar, parentesco nenhum. Você foi lá.
Pelo seu trampo mesmo, foi crescendo. Nada, eu fui lá porque eu paguei um curso de boy. Entendi. E aí poderia ser qualquer outro negócio. Poderia ser uma empresa de engenharia, poderia ser uma empresa de medicina. Então a contabilidade foi mera coincidência, porque eu não fiz um curso de auxiliar contábil. E talvez se eu tivesse entrado no mercado, por exemplo, de engenharia, talvez eu teria construído a mesma coisa porque eu sempre tinha a mesma mentalidade.
Pois é, cara. Mas eu me apaixonei pela contabilidade e tudo que tem hoje é feito pensando em contabilidade. Ou pra cliente de contabilidade ou pra contador.
Cara, muito legal, cara. E essa é uma história bacana que eu não sei se todo mundo sabia, cara. Porque a gente pressupõe, né? A gente não se conhece. Por exemplo, eu comecei no escritório de contabilidade há 10 anos atrás, na área fiscal, como auxiliar de escrita fiscal. Antes de eu entrar no escritório de contabilidade, eu tava fazendo leitura de rua na Sabesp, eu entrei lá talão de água.
E antes disso, no calcente, isso no mercado. Então, o escritório de contadade também foi a minha oportunidade da minha vida. Foi dali que mudou a minha vida, mudou a minha carreira. Eu saí de lá, fiquei cinco anos, quase me tornei sócio, tinha um convite de sociedade e saí de lá para empreender. E eu sou apaixonado por esse mercado, não apenas porque eu gosto muito e tenho diversos amigos, mas porque ele transformou muito a minha vida. E me parece que é o mesmo que aconteceu aqui com você. Jornada muito parecida.
Já era muito parecida. E nesse caso, eu vim do nada. E eu precisava muito. E quando a gente entra pra contabilidade, a contabilidade é algo muito seguro, né? Então, o que eu tento trabalhar com os contadores hoje é justamente ele abrir mão um pouquinho da segurança e ousar um pouco mais. Mas pra quem tá buscando uma oportunidade de contabilidade, é muito seguro. Até me assusta quando eu vejo o esvaziamento que teve no mercado contábil de uns anos pra trás.
Porque é uma profissão maravilhosa. Reforma agora é cada vez mais em evidência. Então todos os dias eu agradeço ao recrutamento e seleção do Senac pra ter me colocado justamente no escritório de contabilidade. Mas foi por baixo. Foi porta de entrada como office boy, iniciando do zero. E uma construção até chegar hoje.
Então, cara, e você falou que você está há mais de 25 anos, 26 anos no mercado contábil e você hoje tem contato com o mercado de tecnologia, tem contato com o mercado jurídico, que você também é advogado, você conhece alguns outros setores. E aí, claro, profundamente o setor contábil.
O que você aprendeu no mercado de contabilidade, o Ney, nesses mais de 20 anos, que você não aprenderia em outro mercado? Se você estivesse no mercado de saúde, você não aprenderia no mercado de comércio, varejo, indústria, mas o mercado contábil te proporcionou um aprendizado singular que é... Enfim, quero ouvir de você. Cara, a gente vai falar de ecossistema hoje ainda. Eu vou falar das soluções que a gente desenvolveu ao longo da jornada, mas...
Hoje no nosso grupo empresarial, que tem várias soluções, o que eu mais aprendi em contabilidade que mudou minha vida foi a importância da recorrência. Legal. É algo absurdo. Porque quando eu vejo outros players de outros segmentos, é aquela luta contínua para trazer mais clientes. O cliente entra, o cliente sai.
E quando a gente pega a contabilidade, é uma atividade com LTV longo, pra quem tá vendo e não sabe o que é LTV, é o tempo de permanência do cliente no escritório. Então o escritório fica muito tempo com o cliente tendo respeito a todos os meses. E vai muito naquela segurança que eu te falei agora da contabilidade. Então quando a gente aprende isso, a gente vai pra um outro mercado, eu quero vender certificado digital todo ano.
Ah, eu quero os laudos de saúde antes do trabalho todo ano. Então a importância da renovação em todos os meus negócios, eu trabalho isso com muito mais afinco que os meus concorrentes de outros segmentos. Então eles aceitam perder o cliente ou não ter uma recorrência, coisa que quem vem do mercado contábil é um absurdo, é impensável. E o poder das indicações.
Cara, fera demais. Eu acho que essa é uma resposta diferente do que as respostas que normalmente a galera trouxe e eu entendo e concordo em grau e gênero. Só que assim, no meu ponto de vista, não sei se você tem o mesmo, o contador não tem ideia do quanto isso vale porque como isso é uma coisa de fácil acesso, então ele não tem ideia do valor que existe esse processo de recorrência aqui no mercado contábil. Por exemplo, você falou de recorrência.
Eu estou no mercado de agências de marketing. Cara, existe recorrência também. Só que não existe um LTV como existe no mercado contábil.
Nem de longe, nem de longe. Assim, a gente na Moonflag deve ter um LTV, a gente está em aproximadamente 14, 15 meses, que já é muito acima da média das agências, que vai estar na casa de seis. E um contador, a gente vai falar de 36 meses no mínimo, para mais. Então, assim, não existe uma compreensão do empresário contábil no geral do quanto isso vale. E aí, quando você desperta essa... Pô, cara, eu tenho uma mina de ouro aqui, talvez isso vai se tocar do tamanho da oportunidade, não é isso, Ney?
Eu tive as duas escolas, tanto a contabilidade quanto a advocacia. É claro que alguns escritórios de contabilidade trabalham bem em contratos recorrentes, mas a maioria não. A maioria vive de buscar ações trabalhistas, vivem de ter reclamantes. Então na hora que eu olho a diferença da facilidade de você ter recorrência em contabilidade, quando você trabalha com direito, dá para comparar muito rápido.
Então mesmo na advocacia, na advocacia a gente preferiu trabalhar sempre focado no empresário em busca da recorrência. E na advocacia o meu LTV é menor que na contabilidade. É porque o cliente médio, depois de um tempo ele para de ver valor, ele fala, ah, eu posso cortar o advogado.
E o contador não. Então, você contador que está assistindo, você tem clientes recorrentes, então a coisa mais importante do seu escritório é trabalhar o quê? Sucesso do cliente, retenção. Porque a receita vem todos os meses. E essa receita é um motor de crescimento do escritório. Sim, então...
Atenção, atenção, estou interrompendo aqui esse episódio do Mooncast. Você, meu amigo, minha amiga, contador, contadora, você já aprendeu aqui no Mooncast, através dos maiores nomes da contabilidade no Brasil, que o futuro do setor contábil é ser um hub de soluções para o cliente.
acontece que você não sabe por onde começar isso, né? Então, chega. Eu vou trazer uma solução aí pra você. E essa solução se chama Company Hero. A nossa parceira com a Company Hero vai transformar a sua empresa de contabilidade em um hub de soluções pro seu cliente. Dá só uma olhada. Com a Company Hero, você pode ofertar planos de saúde pro seu cliente. Você não precisa ter uma área de paralegal aí dentro do seu escritório. Ou seja, você não precisa ter legalização. Eles fazem tudo isso pra você.
Você pode oferecer endereço fiscal, que é um baita negócio e que fideliza e gera muito valor para o cliente. E o melhor de tudo, você vai oferecer tudo isso e vai ganhar grana. Vai aumentar a receita do seu escritório com a Companhia Hero. Agora, você quer saber o mais bombástico, o mais importante dessa parceria? Para você ativar a sua parceria com a Companhia Hero, você vai clicar no link abaixo e vai mandar para eles um processo de legalização. E para isso, você vai pagar o valor de R$0.
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Cara, a gente vai falar um pouco das empresas que você tem hoje, mas eu queria voltar um pouco no passado. Vamos lá. Beleza, então tu abriu o escritório. Em que ano foi que você abriu o escritório? E como que foi o início da jornada? E, cara, até mesmo eu quero que você faça uma ponderação de por que você acredita que você conseguiu crescer numa velocidade muito grande, não só o negócio contábil, mas como os seus outros negócios.
O que você fez de bom? Mas volta primeiro no início. Como é que começou a sua jornada empreendedora, onde você virou sócio do escritório que você trabalhou, saiu e começou a empreender? Quando foi que isso aconteceu?
Vamos lá, um pouco depois que eu virei sócio do escritório, que 21 anos, 24 pra 25 anos, o histórico cresceu, e eu virei sócio igualitário do escritório. Então nesse momento, 50%, 50%. O histórico faturava razoavelmente, e eu tinha um casamento daqui a dois anos. Então era pra estar muito feliz, era pra estar tudo certo.
Só que eu olhava pro nosso negócio e eu sentia falta de crescimento, de desafio. E eu olhava pros departamentos da empresa e assim, ó, contabilidade, quem tá ouvindo sabe. Contábil, DP, fiscal, societário. Aí eu olhava praquilo, eu queria um departamento cara de marketing, eu queria um departamento de vendas, eu queria olhar crescimento. E eu não tinha uma conversa positiva disso com os outros sócios, que eram tradicionais.
E tá tudo bem. Sim. Só que eu tinha que montar algo diferente. Aí, com 27 anos, assim, meses antes de casar, eu larguei tudo, esteve tudo pro alto. Chamei a Ana Paula, que trabalhava comigo aí pra ser minha sócia. E a gente monta a macrocomutabilidade. Isso foi em... 27 anos, foi 15 anos atrás.
Não, 2011. 15 anos atrás, 2011. O que que acontece? Aí em 2011 a gente monta esse escritório do zero, praticamente. Pra quem não sabe, hoje a MacroCult é um dos maiores escritórios de contabilidade do país. São quase 2 mil clientes, tá? São mais de 100 colaboradores, uma referência em contabilidade. Mas ela nasceu do desejo de crescimento. Então, quando ela foi construída, o que que a gente fez? A gente foi aprender marketing e vendas.
Porque eu não aprendi marketing e vendas na faculdade de Direito e na de Contabilidade. Então eu fui pro Google aprender a campanha do Google. A minha sócia foi aprender a fazer site. Que é o site pré-prontos da época. Cara, só que era 2011, era o Mar Azul. Então esse movimento de marketing... Pré-contabilizei isso daí. É, cara. Pré-contabilizei. Eu não enfrentei a Contabilizei nesse momento. E foi um sucesso absurdo. Então, enquanto a maioria dos escritórios não tinham nem site...
A gente tinha site de campanha. O básico daquela época funcionava super bem. E foi o primeiro motor de crescimento. Ali eu comecei a olhar pro escritório e falar cara, a gente não tá comportando como contador. A gente é como empresário contábil. Quem fazia o comercial lá, nesse momento inicial?
Cara, a gente colocou um vendedor, mas o comercial basicamente era inevitável, era eu e minha sócia. O vendedor ajudava mais no pré-vendas. Mais no pré-vendas. E inclusive, pra mim, escritório melhor tem que fazer isso, tá? Eu concordo. E por isso que eu tô perguntando pro cara, acho que é uma dica válida. Como é que você começou? Não, até aproveitando o gancho, você contador que tá contratando hoje um vendedor, que é que esse cara seja a solução, cara, talvez você não precise fazer isso.
Talvez você não precise de mais vendas, de mais oportunidades. Então quando a gente trabalha um pré-vendedor, você contador é o cara que fecha.
Quantas reuniões você faz que você não fecha? O maior closer do seu negócio é você. E era assim pra gente na época, tá? Então a gente tinha oportunidades que vinham na internet, eu não tinha tempo de qualificar, eu e minha sócia. Então a gente via quem era frio, quem não era frio, só que uma vez qualificada a gente entrava, aí era outro jogo, porque a gente sabia tributação, tinha autoridade, então isso funcionou bem.
Primeiro vendedor de todo escritório, assim, no meu foi igual ao de todo mundo. Eu recomendo que seja assim mesmo. Acho que esse é o caminho natural, inclusive, né? E, cara, aí vocês foram crescendo de 2011, 2012, e ali, mais uns anos pra frente, surgiu, então, o primeiro negócio que foi complementar a contabilidade. Como é que foi?
Qual foi o primeiro negócio que você pisou o pé fora da contabilidade ou, enfim, saindo um pouquinho do corner? Quase todos os nossos negócios iniciais surgiram de dores. E aí, a cada dor, a gente transformou em oportunidade. A gente já trabalhava muito bem na nossa empresa critérios de cross-de-cross. Eu gosto de vender mais de uma coisa para o mesmo cliente. Tá.
Toda vez que o meu cliente PJ precisa de um produto, eu quero ter isso agregado no meu escritório. E era assim com o certificado digital. Isso que a gente fazia para o nosso próprio cliente. Mas na época, a gente está falando aí de 2016 agora, mais ou menos 5 anos depois da construção da contabilidade, começou uma exigência que era o certificado digital para abertura, alteração e baixa de empresas. Até em função da pandemia também, né? Isso é...
Não, foi antes, 4 anos antes. Foi para modernização. Foi modernização, o que que acontecia? Olha que loucura, quando era no papel. A gente assinava, reconhecia firma, um monte de cidade, não tem nem junta comercial. Colocava no correio, no SEDEX, ficava 15 dias, aí o órgão dava pendência. Voltava pelo correio, era muito lento e pouco seguro. Então, essa modernização era inevitável. Só que toda vez que a gente gera demanda, a gente tem que olhar para...
Pra oferta. E no meu cenário, eu sou mineiro, eu sou de Belo Horizonte, né? E quem ofertava à época era uma empresa prodente, extremamente séria, mas uma empresa pública. Com pouca velocidade pra mudar um modelo negocial pra atender uma elevação de demanda. E quando a gente olhou pra esse cenário, a gente já sabia que ia ter um probleminha. Aí a gente começou a oferecer serviços pra alguns computadores mais próximos.
E aí funcionou bem, porque eles não conseguiam ser atendidos. Aí a gente nasceu com o nome de Certifica BH, que a gente ia fazer só em BH. Entendi. Aí depois a gente mudou o nome, pra mim, nas certificados, que a gente viu que o negócio ia ficar grande. Cara, 30 dias depois, Quality Cert, Quality Cert estabelecida. Um ano depois, 29 lojas físicas em todo o território nacional. Loja na Barra, loja na Paulista, loja em Mato Grosso, loja em Florianópolis, no Brasil todo. Uma explosão.
Só no ano passado a gente vendeu mais de um milhão de certificados digitais. São 12 mil computadores hoje confiando na base de certificação digital. Mas ela nasceu por quê? Porque existia uma dor do nosso mercado. E a gente transformou essa dor em solução. E dentro do escritório. E que é interessante, eu falo muito, eu vou falar umas 10 vezes hoje ainda de cross-selling. De vender mais e ter mais solução. A gente criou um cross-selling tão bom que ele ultrapassou o Eurocóreo.
Hoje ele é maior do que a contabilidade. Monei, deixa eu tentar transformar tudo isso que você falou aqui em aprendizado e tentar estudar um pouco o teu case, tá? Vamos lá. Você fez uma leitura do mercado, tipo assim, puta, vai surgir uma demanda aqui muito alta. Quem tem hoje para atender não vai talvez suprir essa demanda. Se eu entrar aqui, então eu vou surfar numa onda.
Então, a gente tá falando aqui de time, né? O time certo, posso chamar dessa maneira, né? Perfeito. Em outras palavras, se a gente talvez fosse fazer a mesma coisa, o cara que tá me ouvindo aqui, ah, então o Ney estourou, eu vou abrir uma quality cert lá pra mim também. Há uma tendência que ele não consiga, então, alcançar esse mesmo resultado, independente da competência dele, porque ele não tá pegando o time certo. Então, você tá dizendo que o empreendedor, talvez, tem que...
calibrar muito essa visão de mercado e entrar no time certo? Faz sentido isso? Ou não? Você acha que se você fosse hoje, daria certo igual? Qual que é a tua visão sobre isso? Matheus, maravilhosa essa pergunta, cara. Porque eu penso exatamente dessa forma. E o time do certificado digital, eu não estou falando que as pessoas não possam empreender. Mas o time da explosão passou.
E hoje, quando eu olho como produto, inclusive quem está me ouvindo que são contadores, sabe o quanto eles recebem oferta de certificado o tempo todo. Então, não é mais novidade de mercado. E aí, a gente se reinventa. Então, hoje, até quem entra no negócio de certificado com a gente não cresce na mesma proporção. Então, a gente mantém o nosso negócio tracionando, crescendo, mas, por um momento agora, a gente está trabalhando mais a Quality SST. Saúde e segurança do trabalho. Por quê? NR1.
Então a gente usa o mesmo desenho de oportunidade, a mesma questão que a oferta pode dar uma melhorada com mais qualidade. A gente trabalha muito o contador sendo monetizado em cada situação e como parceiro de negócio, porque a gente vende para o cliente final no meu negócio hoje por consequência.
Eu vendo pro contador e o contador repassa isso pro cliente dele. E a gente fica usando esse cenário. Então, por exemplo, o contador que tá ouvindo agora que tá pensando em alguma solução pro negócio dele. A gente reforma tributária, pacote, desenhos, ofertar esse produto. A própria NR1 que tá em alta ainda. Então, o tempo todo, a gente tem uma dor que vira solução. Foi assim, inclusive, com outra empresa nossa que a gente tem de propriedade intelectual.
Foi na dor que a gente nasceu. Entendi, cara. Isso é legal, né? Porque quando você fala o seguinte, cara, a velocidade com que vocês fizeram, pô, fizemos aqui, pô, era primeiro BH, depois foi pra Minas, depois já virou qualidade certo e tal, e depois 29 horas. Cara, como que foi conciliar isso? O que você fez, que você dá de dica pra quem quer empreender ou quem quer ampliar o portfólio de entrega?
Mas o cara ainda tem um escritório de contabilidade pra tocar. Então, assim, cara, tem lá 50, 60, 100, 200 clientes. Puta, mas aqui eu preciso de energia, eu já trabalho 10, 12, 13 horas. Cara, como que você arrumou tempo? O que que você fez? Como que você equilibrou a agenda? E eu acho que essa é uma dúvida que, provavelmente, quem tá nos assistindo aqui, cara, talvez fique pensando, né? Como foi pra você? E, cara, pra dar velocidade, pra aproveitar esse time, mano.
Me conta, tenta voltar naquele NEI lá de 2016. E como é que era a cabeça e a agenda daquele cara?
Cara, é igual uma agenda de todo contador, né? Trabalhando bastante com pessoalidade, até com algum nível de sobrecarga.
Mas eu sempre foquei muito em desenvolver pessoas. Pra mim, as pessoas me perguntam, eu quero crescer meu negócio. Eu invisto primeiro em marketing ou vendas. Calma, primeiro você investe em pessoas, depois a gente trabalha marketing e vendas. Porque você tem que ter pessoas competentes ao seu redor. E no meio desse desenho, primeiro a gente alinha a visão. Então quando eu montei o escritório próprio, a Ana Paula, sou extremamente competente, meu sócio, que eu confio.
E a gente criou um modelo de crescimento. Quando a gente optou por pisar na certificação digital, eu pausei a minha empresa de advocacia. Falei, não vou fazer. Por enquanto estou parando. Preciso concentrar a energia. A Ana Paula segurou mais a operação de contabilidade do que eu. E aí no meio desse cenário, o que eu comecei a construir?
Construir um time forte. Porque time forte ganha campeonato, né, Matheus? Dificilmente o pior time é o que vai ganhar o campeonato. E aí quando a gente olha, o foco foi trazer pessoas que eu confiava. Então eu trouxe o Thiago, que virou sócio hoje na operação. O Thiago era um cara excepcional de operação. Ele precisava de um cara forte pro negócio. Aí eu trouxe o Petros, que era um vendedor super fera também. E eu comecei a estruturar um time pra quê? Pra que fosse uma atividade secundária, mas que não nascesse como secundária.
E aí eu olhava pro meu negócio principal, eu falava, cara, a Ana tá lá, meu time tá lá, meus colegas estão preparados. Eu olhava pra ele e falava, não perdeu carga. Só que eu sabia que o meu outro negócio tinha meta própria, desenho próprio, pessoas que estavam vivendo disso. O Tiago que entrou na época, eu tirei ele, ele pediu demissão na Unimed, era um baita cargo que ele tinha. A responsa? Responsa. Então o cara entrou lá, cara, era a vida dele.
Sabe onde que tá o problema? É porque a gente trabalha a segunda atividade pra ver se rola.
Entendeu? Aí a gente põe um cara que já faz alguma coisa, aquele cara sem função. Pô, o cara sem função. Aí ele vai, assume, fica mais ou menos, aí no final a gente fala, isso não é pra mim. Então a gente não dedica a carga necessária. Então, ou seja, eu trouxe as pessoas certas.
E a gente não tinha recurso nesse momento. Olha que desafio. Porque a gente cresceu rápido. Crescer rápido é comprar equipamento, alugar sala, era tudo presencial. E cara, você concorda comigo? Nesse momento de crescimento rápido inicial, você não faz dinheiro, né? Nada. Nada. A gente foi fazer dinheiro de cinco anos pra cá. É uma loucura. E pra contratar e desenvolver, a gente não tinha condição nem de pagar o time. Os nossos primeiros colaboradores administrativos eram todos estagiários.
Chegou uma época que a gente tinha 40 estagiários. De 16, estagiários de segundo grau.
Pessoas de 16 a 18 anos. A gente desenvolveu muita gente. Muita gente. Então hoje, muitas das pessoas que entraram são os nossos coordenadores atuais, diretores atuais. Então isso foi muito bom nessa jornada. Mas pra desenvolver tantas pessoas, a gente trabalhou muito, muito o quê? A parte humana, compromisso e visão. E sabe quando tem visão de crescimento?
Aí muda o jogo. Porque aí pega o contador que tá assistindo e ele quer vender um produto. E aquela pessoa do societário, cara, ele vai vender quando tiver um tempo. O nosso time é o seguinte, não só ele sabia que aquela era visão de crescimento, mas ele sabia o que ia mudar a vida. E muito rápido, antes mesmo que os donos, eles começaram a comprar carro, comprar apartamento, porque a gente foi valorizando a galera e o jogo foi vindo. Então foi um jogo de pessoas que ajudou muito isso a gente. Total.
Cara, e assim, eu acho que aqui, por isso que eu gosto de entrar nos detalhes, porque eu vou cruzando com as histórias que eu converso com muitos contadores, muitos que estão até nos ouvindo aqui agora, a gente já deu a oportunidade de conversar, e isso é legal, velho. Vamos tentar fazer um framework, como os caras mais tecnológicos gostam de falar, né? Pô, então legal, o que o Ney falou? Quando ele vai montar uma célula nova, porque começa como uma célula, mas ela já tem seus próprios...
mecanismos. Ela tem suas metas, tem suas funções, legal? Então não é que ele começa e vê o que vai dar. Não. Já tem um objetivo. Cara, vamos lá, vamos supor você aí que é empresário contábil. O que eu entendo aqui? O que eu aprendo ouvindo o Ney? Cara, vou montar uma área de BPO financeira. Legal. Tem uma pessoa que é dona disso, responsável por isso. Ela vai ter essa meta. A gente tem que descobrir o quê? Qual o time sheet pra atender? Então, legal. Vamos descobrir juntos, mas...
e não vou pegar um cara que tá sobrando lá na operação e vou jogar ele pra cá e pra fazer meio trabalho aqui, porque não resolve. E isso tem uma coisa que é importante, tem um investimento pra isso. E o investimento, às vezes, você vê, pô, botou o cara pra rodar e funcionou bem. O que é o ponto? Cara, a galera não quer plantar, velho.
E você acabou de falar uma parada. Quando eu falei assim, galera, entenda. Quando eu falei assim, não dá pra fazer muito dinheiro nesse momento. Quando eu falo fazer dinheiro, é botar dinheiro no bolso. Tem que plantar pra colher, né? E eu acho que a galera não tá acostumada a plantar por quê. Vou fazer meu paralelo, eu queria muito te ouvir. Quando você abre um escritório de contabilidade, como é que funciona? Se eu tiver mentindo, comenta aqui embaixo.
Você começa, você trabalha CLT num lugar, num escritório ou numa empresa, começa a atender alguns clientes. Pá, vai entrando grana. Legal?
Pô, entendeu? Eu tô faturando mil reais, dois mil reais, tá entrando aqui três, quatro, cinco. Daqui a pouco vamos supor que eu ganho cinco no mercado e faturo cinco no meu escritório. O que eu faço? Pulo. Pô, então eu troco. Legal. Cinco, sete e tal. Esse dinheiro vai todo pro seu bolso. Até uns dez, quinze mil, dependendo do que você tá fazendo, vai todo pro teu bolso. Então como é que você acostumou a empreender? Você acostumou a empreender pra você é o dinheiro no bolso. Você não acostumou a investir. Você não investiu em nada.
Você comprou o máximo notebook, o máximo computador. Então você não sabe o que é, na verdade, começar um negócio botando dinheiro na frente, no front, como a gente chama. Você acostumou a empreender um sinônimo de botar dinheiro no bolso. E é aí que a coisa... Cara, é aí que eu vejo que existe um culturalmente, uma percepção de empreendedorismo no mercado contábil, que é diferente de qualquer negócio. Você quer abrir um estúdio como este podcast, você compra primeiro tudo e depois você vai lá e faz um plano.
Você quer abrir uma clínica médica, você compra toda a clínica, os materiais e depois você faz dinheiro. Tudo é assim, só que no mercado contábil não é, cara.
A gente tá acostumado a, primeiro, dinheiro no bolso, primeiro, dinheiro no bolso, e às vezes não é o dinheiro no bolso primeiro. Falei besteira aqui, o que você acha? Então, perfeito. Perfeito. Não que contabilidade seja fácil, mas contabilidade tem uma grande previsibilidade. Então, as pessoas começam com contabilidade, o cliente é recorrente, e ele já começa a viver daquilo muito rápido. Quando a gente pega hoje quem vai comprar uma franquia, quando o contador pega uma proposta de franquia, ele assusta, né?
Como assim que daqui 36 meses que eu vou recuperar? Então, a maioria dos negócios não tem esse retorno rápido. Agora, a contabilidade, quando ela está inserida como base, é transformadora. Entenda isso, contador. Se as suas despesas já estão pagas pelo escritório de contabilidade, o seu segundo negócio não tem que dar lucro. Você não precisa disso. Então, ele tem esse conforto. No curto prazo, né? No curto prazo. Porque a pessoa que montou aqui o estúdio de podcast tem que pagar o equipamento. Sim.
O contador, se ele colocar uma atividade nova de BPO, se o BPO se pagar e estiver crescendo, já resolveu. Ele continua vivendo de contabilidade. Então foi assim pra gente com a certificação digital. Eu acho que talvez nos cinco primeiros anos, todo o dinheiro foi reinvestido. Mas quem pagou a prestação do carro, continuou sendo a contabilidade. Então ter essa tranquilidade é muito bom. Então me estranha o tanto que os contadores não empreendem, sendo que eles já têm essa segurança.
Então, se você já tem a segurança, se a escola das crianças estão pagas, tá pagando a prestação do sítio, tá tudo certo, cara, porque você não vai experimentar outras coisas. E é interessante o tanto que o cliente compra aquilo que o contador manda. O contador, basta ele direcionar um pouquinho que o cliente vai. O contador, ele é o psicólogo, ele é o advogado, ele é tudo a mais que contador pro cliente dele. Então, quando o contador tem coragem de empreender, ele vai demorar pra ter esse retorno, não vai ser igual a contabilidade.
Mas ele não precisa. E aí talvez precise um pouco de visão, ambição, ousadia. E são elementos que eu acho que você tem de sobra. Dá para ver nas escolhas que você foi fazendo. E aí beleza, vamos sair um pouco desse início, daqueles primeiros quatro anos de quase certo. O que você viu que... Você tem quantos contadores parceiros hoje? Hoje são 12 mil escritórios de contabilidade. Você conhece muito escritório.
Conheço muito escritório, né? Conheço de visitar, conheço de evento, conheço de relacionar, conheço bem o mercado. Conheço bem o mercado. O que que o escritório que o dono tá rico faz que o escritório que o dono tá vendendo almoço pra comer a janta não faz?
Essa pergunta vale ouro, hein? Atenção você que é ouvinte do Mooncast, eu tenho um convite especial pra você. Eu tô reunindo as mentes mais brilhantes do mercado de contabilidade, especialmente aqueles que são ouvintes assíduos do Mooncast, aqueles que estão toda semana acompanhando cada episódio que a gente lança aqui. Eu tô montando uma comunidade no WhatsApp, onde a gente disponibiliza um resumo do podcast da semana. Esse resumo é praticamente uma apostila pra você estudar e compartilhar com o seu time aí. Isso tudo é de graça, tá?
Por lá também a gente discute temas como inteligência artificial, marketing, vendas e processos para contadores e mercado contábil em geral. Contudo, eu só quero que você entre se você de fato é uma pessoa que acompanha o Mooncash toda semana, porque a gente vai discutir coisas técnicas e profundas lá dentro. Se você quiser participar, um convite para você é gratuito. Você cadastra aqui no QR Code na tela ou clica no link da descrição e faça parte desse movimento de pessoas que estão interessadas em transformar o mercado contábil num mercado mais profissional e sofisticado a cada dia. Eu te vejo na comunidade do Mooncash.
Cara, mais do que a mentalidade empresária, ele delega. Então o maior problema dos escritórios de contabilidade é a delegação. Então existe uma grande dificuldade de delegar. Tem dois perfis de delegação hoje, Matheus. Tem aquele contador que ele ficou ouvindo na internet, que ele tem que sair da operação, aí ele vai e delega tudo, começa a viajar, vai pra praia e quebra o escritório.
Quebra porque o time não faz sozinho sem supervisão. Então esse contador, ele ouviu muita teoria e tá voltando, tá? Colocando a mão na massa de novo porque não funciona. E tem o outro contador que é o seguinte, ele não delega. E quando ele não delega, ele começa a acumular. E ele começa a trabalhar às sete horas da manhã, sai do escritório oito, nove, dez, e aí o escritório começa a ficar todo preso nele, e ele fala que não pode crescer, que não pode pegar cliente. E eu começo a ver o quê? Contadores recusando cliente.
Quando, na verdade, uma vez que você domina a delegação, gente, delegação é o quê? Treinar e monitorar. Treinar e monitorar. Então, se você treina efetivamente o seu time, a hora de treinar o time é a hora mais importante do que a hora da execução. Porque o seu time vai fazer igual você sabe, com a sua cultura. E aí, uma vez que esse time começa a executar, você tem que procurar suas pessoas de confiança. Eu falo muito.
Que o escritório de contabilidade, como qualquer empresa, a gente tem que entender os papéis. E o dono do escritório de contabilidade, ele é mais ou menos igual um treinador de um clube de futebol. Então ele escolhe quem joga, ele escolhe a estratégia, ele escolhe a tática. E esse time vai jogar. Só que esse treinador, ele precisa de um cara na empresa dele, que é o capitão.
Copa de 94, a gente tinha craque Romário, Bebeto, mas tinha um Dunga ali no meio do campo. E esse Dunga dava carrinho, e o time jogava com raça. O contador tem que ter um Dunga dentro do escritório dele.
Ele tem um dever de desenvolver um Dunga. Porque ele sabe que aí sim, ele pode estar cuidando de outras coisas porque o Dunga está dando sangue. E a grande verdade é que muitos têm medo de ter um Dunga ali dentro. Ah, isso é o Dunga roubar meus clientes. Ah, isso é o Dunga sair. E a maior trava de qualquer crescimento é medo. Não dá pra ter medo. Então, os contadores hoje, o grande problema é esse. Eles não delegam 100% porque eles têm medo.
Ou eles delargam ou eles centralizam. Quando eles aprendem a delegar, o jogo é de pessoas. Quando a gente conversa com os principais players de mercado, se você pegar, sei lá, Tales da G4, o que ele vai falar? Pessoas que levou ele ali. Quando a gente conversa com o Adib, pessoas. Então, o tempo todo, a performance está concentrada em pessoas. E quando o tablet tem que parar com esse negócio de achar que... İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte
a visão tem que estar concentrada na figura do contador. Nossa história de contabilidade hoje, os últimos mil clientes que entraram, eles nem sabem quem é Ney Pinheiro. Não é essa a relação. Eles compraram uma marca. Entendi, bacana. Cara, uma coisa, né?
Você falou de certificação. Quer que eu coloque aqui? Tá tranquilo, obrigado. Certificação digital foi uma coisa que vocês começaram a fazer muito pra própria base. Esse cross-selling. Perfeito. Beleza. E eu acho que tem gente que ainda não viu esse valor. Que tipo assim, puta, mas eu vendei certificado de tal. O cara, puta, mas eu não trabalho e tal. O cara não quer entrar nessa. Fechou? E eu conheço alguns que eles pensam assim.
Por que faz sentido, no seu ponto de vista, eu pensar em desenvolver cada vez mais produtos para a base? E como que eu faço para transformar isso em um aumento de receita consistente? Talvez da forma mais fácil possível. Como é que eu começo a monetizar mais a minha carteira da forma mais fácil possível, segundo o que você aprendeu e aprende com os outros escritórios e com o que você mesmo fez?
Perfeito, vamos lá. Quando a gente pensa em qualquer empresa, vamos dizer contabilidade, primeiro momento. O que esse empresário foca no nível 1? Venda. O cenário é venda. E aí quando a gente olha pra contabilidade, o contador, naturalmente, ele não aprendeu a vender e ele não gosta de vender. Porque receber uma indicação, fazer uma reunião e fechar com o cliente, isso não é venda, isso é atender.
Você vai atender. Já tá validado. Então se eu te indico o médico de confiança que você tá precisando, a secretária vendeu ou atendeu ou marcou a consulta? Não. Esse é o cenário dos contadores. Esse é o cenário. Então como eles não aprenderam a vender e não tem a mentalidade de vendas, ao tempo todo as oportunidades vão passando e eles não vão entendendo como que vão vender isso pro cliente dele. E ele tá naquela margem de conforto daquela receita recorrente.
Só que aí ele olha pro certificado digital e fala cara, mas o certificado digital é 200 reais.
Não justifica. Tá bom. Aí ele olha pra SST e fala, cara, mas eu vou ganhar ali 300, 400. Aí ele olha pra marcas. Ah, não vou registrar. Primeiro que na hora que ele começa a somar, ele não tá vendo a grana que tá passando. Só que o maior prejuízo é a construção errada de mentalidade.
Aí a mentalidade de vendas não está construída. Aí os contadores, sem essa mentalidade de venda, a gente teve todas as teses tributárias que o STF definiu, passamos por um fenômeno gigantesco de recuperação tributária, quem ganhou dinheiro foram os advogados. Quem ganhou dinheiro com recuperação tributária foram os advogados e quem trabalhou foram os contadores. Olha que loucura. Por quê? Falta de mentalidade. No primeiro momento, já tinha que ter posicionado ter um pacote e vender para o cliente cobrar.
Só que não, se eu não sei vender certificado digital, eu não sei vender nada também ao mesmo tempo. Então, tem que ter alguém dentro do escritório focado em o quê? Eu falo pra fazer duas linhas, tá? Isso é exercício, pessoal. Quer ganhar dinheiro no seu escritório? Quer aumentar na última ponta? Faz isso. Não sei quantos clientes você tem. Então, vamos fazer fácil. Em Excel, pega o Excel, coloca o honorário mensal recorrente daquele cliente. Na outra coluna...
Coloca o que você vendeu a mais pra ele naquele mês. E começa a dar meta. Dar meta pro time. Todo mês tem que preencher pelo menos 50% das colunas. Aí você vai ver que com o passar do tempo, num prazo muito curto, começa a aparecer tudo. Aí começa a cobrar enquadramento, começa a cobrar o varal, o certificado digital aparece, aí já começa a registrar marca, na hora que assusta.
Aí ele tá vendendo ao final do ano 100 mil de serviço recorrente e 50 mil de ecossistema. E o que é melhor, às vezes uma atividade de ecossistema cresce tanto que ela destaca e ele começa até a vender pra outros players. Entendi. Como é que você recomenda o cara botar isso na prática? Ah, beleza, joga num time. Tem alguém dentro do time que tá mais próximo disso? Como é que você recomendaria...
A gente bota em vias práticas mesmo. O cara sair daqui, como você falou, com exercício. Primeiro passo é a planilha. Gostei. Tá, bota o nome do cliente, depois bota a conta ele paga. E aí bota ali o que você tem de produtos e qual produto já foi vendido para esse cliente. Isso é bem legal. Como é que fala? É uma batalha naval, né? Tipo assim, é x, é zero ou é valor? Isso é bem interessante. Agora, beleza. Quem que vai fazer essa venda nesse primeiro momento? Quem que você recomenda que o contador eleja para isso?
Maravilha. Só uma observação. Eu estive na Montflag hoje, né? E parece muito com a minha empresa, por quê? Metas e gestão à vista. Meta e gestão à vista muda o jogo. E é assim a história de contabilidade. Primeiro eu vou definir quais são os setores que vão me ajudar. Porque o tamanho do escritório do nosso ouvinte vai variar muito. Então tem um estruturado e tem um bem pequeno. Então vamos pensar num ambiente pequeno com os quatro departamentos básicos. Alguns produtos, eles já têm cara do departamento.
SST, ele tem cara do DP. Sim. A gente pega certificado digital, ele tem cara do societário. Recuperação tributária, ele tem cara do departamento fiscal. É isso. Então você não precisa, num primeiro momento, contratar alguém pra tá fazendo as ativações. Só que aí a gente fala, ah, mas eles não têm perfil de vendedor, eles não sabem vender.
Cara, meta e monitoramento começam a mudar o jogo. Porque a gente senta com a pessoa nossa do societário e fala, mas quantas empresas tem aqui? Ah, tem 100 empresas. Ah, tá, estão 100 empresas, mais ou menos 10 certificados por mês. Ok, então a meta desse mês vai ser 10 certificados. Você pega um quadrinho, coloca a meta, eles vão fazendo, bateu a meta, dá um prêmio.
Aí você começa a criar cultura onde não tem cultura. Aí o departamento societário entendeu, aí o departamento pessoal não entendeu. Ele não conseguiu entregar a SST. Mas na hora que ele vê o outro comemorando, que ele vê que é possível, aí ele começa a tracionar. E na medida que começa a tracionar, traz receita.
E na medida que traz receita, a gente tem audácia. Quando o dinheiro tá na mesa, vem audácia. Aí a gente começa a contratar. Aí sim, estrutura. Aí você coloca uma pessoa ativa pra estar conectando todos os produtos do seu cliente. Quem tem time de sucesso do cliente, os contadores maiores que tem esse time, pode concentrar tudo no time de sucesso do cliente.
A cada dor, uma solução monetizável. A cada reclamação, uma solução. E quando não tem reclamação, monitoramento exatamente daquela coluna. Quanto que esse cliente está comprando a mais de mim, além de um honorário recorrente. É interessante porque geralmente não gera despesa adicional.
Porque quando entra 10 clientes, 20 clientes no salário de contabilidade, ele tem que contratar alguém às vezes. Ele aumenta o departamento fiscal, aumenta o departamento. Quando a gente pega atividades complementares, dificilmente tem que se reinvestir e o que sobra é só a receita no caixa da empresa. Sim, sim. Muda o jogo.
Eu não olho muito para esse indicador em proporção, mas eu tenho uma sensação que a cada R$10 de receita nova que a gente coloca na Moonflag, 4 vêm do nosso SES. Então, acho que deve ser mais ou menos 40%. Toda receita que é adicionada na Moonflag vem da própria base, da própria carteira. E isso é legal porque, primeiro, é que a gente tem a sensação ruim de vendas, que parece que quando está vendendo é chato e tal. Não é. Às vezes, esse cara, por exemplo, o cliente, ele quer uma implementação de um sistema financeiro.
E aí, cara, porra, você faz isso de graça e não cobra ele no meu valor. E aí, você... Então falou sobre três coisas, né? Pra gente seguir aqui. Olha só que legal. Um bom tema de palestra, ó. Meta, monitoramento e recompensa. MMR. Olha que legal. Perfeito, excelente. Meta, monitoramento e recompensa. Você já tinha que fazer logo um conteúdo lá no Instagram falando, cara, vou te ensinar o framework do Ney.
meta, monitoramento e recompensa. Acabei de lançar um método aí agora. Acabou de lançar um método, validado. Muito bom, muito bom. Cara, legal. Eu entendi isso aí, foi bem bacana você redimensionar, pô, o cara menor pode fazer dessa forma, o cara mais estruturado faz dessa maneira. E eu acho que...
Tudo vira oportunidade com os olhos treinados. Acho que talvez o difícil aqui pro mercado seja os olhos treinados. E aí eu queria, justamente falando de treinados, que você falasse um pouquinho sobre o que você tem que começar a enxergar no mercado de educação, porque é uma iniciativa que você também tá puxando. E aí eu fico pensando assim, só de olhar eu já fico, mano, como o ensinei é maluco, porque o cara já tem...
um monte de empresas, um monte de negócios, e agora ele vai lançar um clube de educação que tem talvez o objetivo de tratar temas como esse, que a gente está falando aqui agora. Conta como que você tem olhado para a educação. É um assunto que eu praticamente tenho alguns pontos de vista, que eu acho que tem muita coisa muito boa, não deixa de ser aqui o nosso bate-papo uma forma de educar mercado, mas ao mesmo tempo tem muita coisa que acaba não sendo prático e aí também não acaba...
como pode dizer, contribuindo realmente. Eu vejo hoje pessoas que estão, às vezes, olhando para a educação de uma maneira diferente do que é a essência da parada, tá ligado? Que é você aprender mesmo, que nem o que a gente está falando aqui. Eu gosto dessa conversa, cara. Eu gosto dessa conversa prática. Me conta aí, como é que faz? Não, eu quero saber na prática. E quem que a gente bota para fazer? Eu gosto disso. E eu acho que quem nos acompanha gosta disso também.
Mas muitas vezes a gente vê mais um inspiracional, não que ele não seja importante, mas fica muito no inspiracional e pouco no prático. Me conta da sua iniciativa de educação e como é que você enxerga isso que eu falei agora.
Existe uma jornada, primeiro. Então, falando em educacional, a gente tem o nosso clube, que é o Na Prática Club. O Na Prática Club é um clube criado hoje pra treinar efetivamente escritórios de contabilidade, tá? A vender mais, a reter mais os seus clientes, trabalhar programa de indicação e desenvolver pessoas. Então, essa é a ideia do clube. Mas por que que isso nasce? Nasce que tinha uma jornada. Primeiro, eu só queria empreender.
Depois, eu queria crescer os meus negócios. E à medida que eu fui tendo resultado...專專專
resultado gera visibilidade. E aí no ano passado eu devia ter feito, só ano passado, umas 30 palestras, conversando com computadores. E na medida que eu vou compartilhando os meus resultados, o meu WhatsApp começa a ficar mais cheio. Ah, Ney, tô com uma dúvida, me ajuda. Ah, me fala o que você fez. Ah, deixa eu visitar o seu escritório, quero aprender. E no meio desse desenho, quando a gente olha que a gente já tem um ecossistema pra ajudar principalmente computadores, cara, por que não a gente abrir a nossa casa e mostrar como que a gente fez?
E a gente criou uma coisa chamada Na Prática Club, pra ele ter uma ideia completamente diferente do mercado. Por quê? Porque a gente tem um clube, a educação, mas eu nem sou mentor.
A gente tem os mentores próprios. A gente só conta como que fez. Então, cara, eu quero comprar o escritório de contabilidade. A gente comprou seis escritórios de contabilidade. Ah, Ney, eu tô pensando em colocar um marketing. Como que funciona? A gente faz assim. Ah, eu quero trabalhar vendas. Eu contado primeiro quem? Um vendedor, um pré-vendedor. Como que eu desenho? Então, aí quando eles vão, inclusive a gente leva eles na nossa operação, eles veem tudo isso acontecendo assim, vão replicando. Então é muito mais uma ideia de um clube pro contador replicar.
aquilo, porque o que acontece? A maioria hoje das mentorias são de palco. E mentoria de palco e palestra a gente conta o que fazer, mas o como fazer é difícil, porque a pessoa não fez. Então a gente, pelo menos da nossa forma, o cara pode fazer e não gostar.
Mas como a gente fez, como que replica, como que configura um programa, como que eu pego um BI, uma gestão à vista, como que eu faço um evento pro meu cliente? Aí a gente transforma e tem dado muito resultado. Entendi. E quantas pessoas estão no seu clube hoje? Nosso clube começou em setembro. Recente pra caramba. Recente pra caramba. E nós já temos 55 sócios no nosso clube. Nosso clube tá na Mentor League Society, né? Então é a maior ligue de educação do mundo.
O ticket é mais alto. Então nós estamos falando aí de... Hoje o ticket nosso é 72 mil reais anuais por cada sócio, nessa data aqui.
E dá ROI muito rápido. Por quê? Porque muda a mentalidade. E quando a pessoa muda a mentalidade e ela sabe o que fazer e como fazer, a gente encurta demais o caminho. Então essa jornada que eu comecei a explicar, de 16 anos, essa de 26 anos em escritório de contabilidade e desenvolvendo empresas, o cara hoje tem 3 anos de contabilidade.
Ele entra pro clube, ele aprende tudo que eu aprendi há 26 anos. Sim, sim, total. E você é jovem, cara. Você é um cara jovem. Apesar de você já ter construído muita coisa, você ainda é um cara muito jovem. Você me parece ter a mesma vontade que talvez você tinha lá uns 15 anos atrás, como a gente estava falando aqui no início da macro.
Primeiro, beleza. O que você conquistou e o que você diz sobre conquistas? Eu quero uma visão sua. Eu me considero um cara bem ambicioso, entendeu? E eu gosto de olhar pra frente, eu gosto de conversar com pessoas como você pra aprender mesmo.
Mas, assim, em dado momento, o tempo vai passando, você tem algumas prioridades. O que nunca deixou de ser uma prioridade para você ao longo desses anos, independente das conquistas? E o que te mantém nesse mesmo trilho, nessa mesma frequência, nesse mesmo... Cara, parece que é 15 anos, mas parece também que estou começando hoje. Porque, tipo assim, dá para ver que você tem que dar uma ambição muito grande olhando para frente. Então, é uma pergunta dupla, né?
Primeiro, o que as conquistas te ensinaram ao longo dos últimos anos até aqui? E hoje, qual que é a visão do Ney sobre o futuro? O que você persegue hoje ainda? Matheus, eu sou guiado por resultado. Então, a...
Quando o resultado vem, aí pra mim eu tenho uma conquista. Então tudo tem meta. E durante muito tempo, esses resultados e essas metas, elas estavam ligadas exclusivamente a resultados operacionais e resultados de negócios.
Eu tava 10 anos atrás, 20 quilos mais gordo. Eu tava com um filho pequeno, aquele desenho todo. E cara, hoje na hora que eu olho conquista, pra mim, minha maior conquista hoje é o quê? E que me mantém sempre motivado, é porque eu consegui equilibrar. Três pontos. Família, desenvolver pessoas e crescimento. E é muito bom. Porque eu tenho que ter crescimento, porque só não consigo desenvolver pessoas. Porque eu não gero oportunidade.
Então, ou seja, a coisa que eu acho mais legal é eu pegar um negócio hoje, do zero, definir uma meta, construir, monitorar, daqui dois anos eu olho, tem ali 40 famílias empregadas, pessoas mudando de vida e tá funcionando. Aí na hora que eu olho pra minha família, eu conseguir fazer isso tranquilo, sem comprometer. Por quê? Porque eu desenvolvi pessoas pra segurar a operação.
E aí na hora que eu olho pros meus filhos, eles olham pra cada... Eu conto pra eles, eles ficam contentes. E eu consigo construir legado. E aí eles começam a olhar pra contabilidade e achar legal esse negócio. Aí a gente começa a mudar o jogo. Então, pra mim, pra mim isso muda muito. E a segunda parte da pergunta... Olhando pra frente, né? Porque, tipo assim, beleza, cara. Assim, eu entendo as conquistas até materiais mesmo. Você vai comprar um apartamento, a casa...
Nesse nível de conforto, isso não vai mudar muito mais. Então, beleza. Eu sou com carro velho hoje. İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte
Você gosta, né? Eu gosto. O que daqui pra frente, cara? Porque o que você enxerga que vai acontecer? Quais são os objetivos daqui pra frente? O que você persegue nesse momento? São muitos objetivos, mas se eu for concentrar em um ponto principal hoje, hoje com essa virada educacional, o meu foco tá em criar uma mentalidade de crescimento. Isso pro empresário contábil? Pro empresário contábil.
pro empresário em geral, sabe? Então, tá saindo um pouquinho do contábil, de maneira exclusiva, mas principalmente pro empresário contábil. Cara, dá pra ficar rico com contabilidade, dá pra ganhar dinheiro com contabilidade, dá pra ter orgulho enorme de ser contador. E o momento quando ele casa com a reforma, é muito mais do que entender IBS, CBS, é como que isso vai transformar a vida do escritório de cada um.
Então no meio desse momento, se a gente tem 12 mil contadores, é muita gente conectada com a gente. A gente tem que levar uma mensagem de crescimento além do nosso próprio negócio. E eu acredito muito, Matheus, até porque eu sou o ecossistema de muitos escritórios, que quando eles crescem, eu cresço.
Não é que eles crescem porque eu existo, eu cresço porque eles crescem. Então quando um parceiro nosso tem 200 clientes, ele muda pra 300 clientes, eu cresço por consequência. Então a gente trabalha genuinamente pro crescimento e conscientização. Então o que tá por vir e o que me motiva, eu acredito mesmo, que nos próximos 10 anos a gente tem um salário tributário completamente diferente. Mas o nível de consciência é maior. Contadores aprendendo realmente a virar empresário. E se eu conseguir fazer parte disso, eu vou me sentir muito realizado, cara.
Cara, o que você falou eu queria fazer uma pergunta pra você, que é uma pergunta bem pessoal também eu concordo com o que você disse, dá pra ficar rico com contabilidade, cara eu conheço muitos caras ricos com contabilidade e eu já vi gente falando ao contrário, que não dá pra ficar rico com contabilidade, ou vendendo contabilidade não dá pra ficar rico, e eu discordo porque eu conheço muitas pessoas que são ricas é... İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte İşte
que fazem dinheiro, rico é o quê? Ah, o cara pode comprar um carrão, o cara pode fazer o que ele quiser ali, que ele tem um certo conforto pra fazer isso. Do mesmo jeito também que é difícil ficar rico vendendo certificado digital, o Ney fez um puta negócio enorme, certificação digital, a Monflag como agência de marketing, eu conheço um monte que são muito menores, então assim, todo negócio vai ter sua dificuldade, seu grau de dificuldade, é isso que eu quero dizer.
Mas ao mesmo tempo, velho, eu vejo que por parte dos contadores culturalmente, eu vejo uma certa... Os caras se lamentam muito, tem uma coisa mais de botar dificuldade na frente. Você é uma pessoa que tá se propondo agora a entrar em educação pra esse mercado de contabilidade. Como que você quebra esse tipo de mentalidade, essas crenças que existem? Porque elas existem, cara. E pra mim elas chegam a ser um pouco frustrantes em dado momento. Porque você fica, puta, cara, tá bom.
esse cara vai aqui, vai reclamar da vida, da reforma tributária, vai reclamar que tem que entregar o ISS até te dar e o data de atal. E eu vejo muito, cara. Juntou um ou mais, dois ou mais contadores, é uma reclamação infinita, velho.
E ao mesmo tempo, você acabou de falar, é um negócio de recorrência, é um negócio que deixa margem, é um negócio bom, você está comprando escritórios. Como que pode, no mesmo ambiente de mercado, eu ter um cara como você, super motivado, super animado, e falar, vou comprar escritório, vou fazer isso e isso. E eu tenho um tanto de outras pessoas que reclamam do mercado, reclamam do cliente e vão sempre cair naquela máxima que é o cliente não dá valor, ele não paga bem e tal.
Cara, como que existem essas duas pessoas? E você, sei lá, como é que você enxerga? Por que existe essa crença? Por que muitos contadores ficam nessa situação? E a maioria, né, Matheus? A maioria, velho. O problema é que é a maioria. Primeiro, é...
Dependente de qualquer segmento, a cadeira de vítima é uma cadeira muito confortável. A cadeira de vítima eu não preciso ter resultado porque minha atividade é difícil. Eu não preciso ter resultado porque o governo faz eu trabalhar muito. Eu não tenho o que ter porque meu cliente não me valoriza. Cara, tudo isso é verdade na vida do contador. O físico brasileiro é terrível. O cliente brasileiro ainda não valoriza o contador. Então as dores dele são reais. Mas toda atividade tem dor.
E ele vai escolher ficar na cadeira de vítima ou ele vai escolher tracionar o negócio dele. E como você disse bem, toda atividade tem quem está em destaque e tem quem está quebrando. A grande questão é que a maioria dos contadores, quando eles se reúnem, o discurso é um só e ele vai contagiando. Contagiando o que é difícil, contagiando o que é impossível. E ele começa a focar a vida dele, que é em resolver problema.
E ele se torna um resolvedor de problema. Parece um contador despachante o tempo todo, ele quer entrar em todo o assunto. E hora nenhuma ele está realmente pensando nele, empresário. E é uma coisa estranha, porque o que acontece? Quem reclama muito está ocupado trabalhando para os outros. Ou para o governo ou para o cliente.
E quando a gente olha pra empresa, o que acontece? A gente atende o cliente, mas a gente trabalha pra gente. E é um raciocínio de empresário. Então o tempo do dono do escritório, ele tem que estar concentrado em quê? Em ativação de receita.
É analisar a retenção de cliente. É analisar quanto que ele tá vendendo mais pro cliente. Mas culturalmente, ele nem faz nenhum movimento nesse durante o dia. Ele chega e quer saber se a guia de simples todo mundo já foi enviada. Ele quer saber se o balanço tá feito. Cara, isso é importante, mas isso não é o motor de crescimento do negócio. Então, ele não aprendeu isso na faculdade.
E essa mentalidade, e por isso a parte educacional, ela está começando a ser construída agora. Só que ele acha que é difícil. Olha o problema todo. Ele acha realmente, não, mas é muito difícil fazer isso. E não é. É um exercício de começar e continuar. Porque na hora que ele para de olhar para o trabalho, e ele olha para o dinheiro...
Isso vicia, cara. Vicia, porque se o lucro dele dobra, ele melhora de vida, ele troca de carro. Se melhora, aí ele vai pra Disney com a família. Aí na hora que vai, ele cresce. Aí ele começa a ver que ele tem mais autoridade. E autoridade é bom. Só que o primeiro passo é o passo mais difícil. É porque tem uma premissa que as pessoas olham e falam, isso não é pra mim. Quem tá ouvindo a gente, cara, para com esse negócio disso não é pra mim.
Venda não é pra mim. Um escritório grande não é pra mim. Ah, eu não quero cliente grande. Deus me livre.
Cara, é oportunidade. A gente aproveita a oportunidade. Então, do cenário que eu vejo de contador é...
Eles preferem, infelizmente a maioria, espero que o público que está ouvindo não seja esse caso, mas eles preferem ficar na cadeira de vítima, porque é muito mais confortável falar que não cresce porque a profissão é ruim, porque o governo não deixa e porque não se contrata pessoas porque ninguém quer trabalhar em contabilidade. Tá bom, está validado pelo mercado. Então a esposa não vai reclamar, ninguém vai achar que ele teria que fazer mais porque ninguém faz. Enquanto ele está pensando assim, tem gigantes de contabilidade voando.
gigantes, a gente tem um movimento hoje de contabilidades, a cada hora que passa, a gente tem gigantes, a gente tem Bihub comprando escritórios de contabilidade cada vez escritórios comprando outros aumentando, enxergando a reforma, então eu acredito que o futuro da contabilidade, infelizmente é que os derrotistas serão engolidos, e quem tem essa visão vai surfar porque é o melhor momento
Sim, e eu concordo com você. Você falou da BeHub, a gente já trouxe aqui o Jorge para falar um pouco do projeto, um case gigante. Recentemente tem uma pessoa que entrou em contato comigo que tinha captado 10 milhões de reais para fazer um projeto de automatização em escritórios contábeis também e pessoa do mercado financeiro. Então sim, isso é uma coisa que brilha muito nos meus olhos. Quando eu vejo, cara, às vezes no mercado financeiro, o cara igual o Jorge, eventualmente, cara, já participou de vários outros business.
Ele tá olhando pro Mercado Contab, tá vendo, tá achando interessante. Você vê o Flávio Augusto junto com o próprio Johnny, também já esteve por aqui. Junta lá, faz a trinca Contab, e aí começa a falar um pouco também sobre isso. Cara, esse cara tá... Sabe, então assim, só quem realmente tá com os olhos muito fechados não enxerga que a gente tá passando por um ponto de inflexão aqui no Mercado Contab e que as coisas tendem a mudar.
Eu acho que é o momento que a gente vai embaralhar as cartas de novo e vai ter gente que vai talvez sair mais forte, como você falou, alguns engolidos.
E entendo o que você falou, concordo. É isso, velho. Eu vejo muito esse discurso vitimista, sim, sobre a dificuldade. E eu, pensando aqui quanto você falava, eu faço uma analogia na minha cabeça, né? É uma dor de cabeça. Ah, a dor de cabeça é muito chato, incomoda.
Esse lance do trabalhar para o físico é uma dor de cabeça. Só que, cara, a maior parte dos empresários, eles estão, assim, talvez, assim, com medo, não de uma dor de cabeça, com medo de perder uma perna. Por quê? O que é perder uma perna, irmão? É você saber que você vai virar de mês agora, e a gente tá virando de mês. Última semana. Eu não sei como é que vai ser mês que vem.
quando eu vou faturar, se eu vou conseguir pagar as contas. A maior parte dos empresários reais, galera, você que é contador que tá me ouvindo, eles estão preocupados com isso. Eles estão preocupados se eles vão perder uma perna. Eles não estão preocupados se eles vão ter uma dor de cabeça. E o contador está preocupado com uma dor de cabeça. Todas as duas dores são legítimas, você concorda? Só que uma vai me impedir de andar. Se eu não vender, se o cara da farmácia não vender, se der uma enchente e ele perder produto, ele acabou.
Se o cara do boteco não entregar, ele quebra, ele fecha a porta. Você não tem essa preocupação. Então, o que você tem? Você tem uma dor de cabeça. Você tem uma dor de cabeça, é chata. Mas o outro cara lá, ele tá com medo de perder a perna. Sabe? É meio isso que eu vejo, sabe? Tipo, o cara tá com a dor de cabeça e ele vai... Ai, meu Deus, essa dor de cabeça é muito chata. Então, deixa eu falar que eu tô com dor de cabeça. Enquanto eu tô ali, mano, você é louco, velho. Se eu não correr aqui, vão cortar minha perna no meio e eu tô fudido.
É confortável, né, um escritório de contabilidade, do ponto de vista de segurança. Sim. É o que a gente falou no início, e isso hoje é o problema do contador. Essa segurança faz com que ele não saia desse conforto. Por quê? Cara, ele tem as dores do fisco, a dor do cliente, tranquilo. Cara, mas ele não tem que matar um leão por dia. A recorrência ajuda demais a história de contabilidade. Então ele vai vivendo na média. Vivendo na média, vivendo na média. Agora, na hora que ele entender...
que ele tem uma oportunidade nas mãos. Matheus, pra você ter uma ideia, a gente falou um pouquinho de sucessão, dos contadores que eu acompanho, eu posso afirmar que quase 80%, ou seja, quatro em cada cinco, não conseguiram criar sucessão. Eu comecei com um contador ontem aqui em São Paulo, e a alegria dele é que ele formou dois filhos em medicina pra eles não serem contadores.
Ele comemorou o feito. Então o que acontece? Quando houver, de fato, uma mudança de mentalidade, que o próprio contador entender que ele tem um negócio extremamente lucrativo nas mãos, que hoje tem investimentos internacionais, com a reforma tributária, a imprensa vai falar disso o tempo todo.
e que chegou a hora realmente dele arregaçar as mangas e ir pra guerra, é porque ele vai fazer em 10 anos o que vai resolver duas, três gerações dele. É uma realidade. E o empresariado vai precisar disso.
Só que é guerra. Então, aquele que estiver só reclamando e falando, olha, eu sou vítima, ok, faz parte. Mas quem for pra guerra é estruturar. E a mentalidade, começa por onde? Mentalidade. Começa definindo metas curtas, metas claras de crescimento. Posicionamento.
Treinou reforma. Tá, mas e aí? Agora que você sabe, como é que você vai monetizar? Vai ser pacote? Vai ser assessoria? Vai ser como? Faz um evento pro seu cliente. Chama o cliente no escritório. Gera relacionamento. E aí é nessa hora que a gente precisa trabalhar o todo. E aí o escritório, ele tem que ter que ele é uma empresa. Ele tem que pensar o quê? Em marketing. E marketing vai além de ter um site, ter uma campanha. Tem que ter um site legal. Mas como que você comunica com o seu cliente?
Chega pelo menos um e-mail pra ele falando que você é autoridade em reforma tributária? Então tem que chegar um e-mail semanal pro seu cliente, tem que conversar com esse cliente. Gerou autoridade? Cara, faz um evento pequeno no seu escritório, um café da manhã é relacional e você faz uma mini palestra de reforma. O cara já fala, pô, meu contador é autoridade. Só que quem não fizer...
esse cara vai receber indicação do amigo empresário do outro contador. Que tá fazendo. Que tá fazendo. E aí vai ser um problema. Então, é o momento de reposicionar, porque a oportunidade tá na mão. É a hora. É hora de fazer a família ter orgulho. É hora de criar legado. Legal. Mas é mentalidade.
Muito bom, mano. E eu espero que você esteja levando tudo isso daqui como um chacoalhão bom de se ouvir. Uma coisa... Pra tirar você da zona de conforto, de fato. Ney, o que você, enquanto ecossistema, pode ajudar os meus ouvintes aqui do Mooncast? E aqui você falou... Pô, espero que a galera não seja... Realmente, aqui a gente é uma galera diferente. Aqui esse podcast não é pra todo o mercado contábil. É pra aqueles que, de fato, querem fazer transformações em suas empresas. Eu ouço relatos assim. Do tipo assim... Pô, cara, eu vi... Assim, eu...
Tem coisas, como a gente conversou aqui hoje, que eles compartilham entre eles. Então, o cara compartilha com o sócio, o cara compartilha com o outro e vira fruto de discussão. E essa, com certeza, é uma das conversas que vai virar fruto de discussão na mesa de muitos sócios de empresas de contabilidade. Mas me conta o que você pode contribuir com a gestão dos nossos amigos aí.
Ao longo do caminho, o nosso desejo sempre foi que a gente tivesse produtos muito fáceis de ser aplicados em história de contabilidade para que o Codão aumentasse a receita simplesmente plugando aquilo no cliente dele. Então, habitualmente, história de contabilidade trabalha com a gestão contábil e anorário recorrente. Onde que a gente entra? A gente entra com certificado digital.
A gente entra com marcas e patentes. A gente entra com os lados de saúde, segurança do trabalho. A gente trabalha com BPO, financeiro terceirizado. A gente faz a operação, entrega ela pronta para os clientes de contabilidade. A gente tem meios de pagamento, fintech. A gente tem hoje até um banco digital, inclusive, Quality Bank. Então, a gente é uma retaguarda real para que eles consigam o quê? Focar no core deles e implementar a nossa solução.
Muitas das vezes, eles até começam com a gente e aprendem a fazer sozinho, o que está tudo bem.
Então ele começa registrando marca para testar o produto. Viu que deu certo? Ele aprende e ele começa a fazer. Ele fala, será que eu consigo vender BPO para o meu cliente? Eu não tenho certeza. Aí ele começa a se vender o que vai executar. A gente faz dois, três meses, depois ele está pronto. Então a gente tem um braço, um motor de crescimento mesmo para que o quê? Porque aquele cliente que está pagando mil reais todos os meses, ao invés de entregar 12 mil no ano, você consiga vender mais produtos e esse cliente de 12 entregue pelo menos 18 mil no ano. Entendi, muito bom.
Então, você se possibilita com que o contador passe a ser um ecossistema com diversas soluções. Isso que é legal. Isso é muito bom. Porque o cara... É fácil, né? Pluguei na Quarty, no grupo. Pô, eu já tenho várias soluções aqui. Viro um hub automaticamente para o meu cliente, né? Ele não tem a dor de criar o produto, né? Então, ele só tem...
a dor de ofertar o produto. Mas ofertar é meio que inerente. Os clientes de contabilidade já procuram. E nisso o contador funciona muito bem em orientar e guiar o cliente dele. Aí alguns desses escritórios eles levam tão a sério que muitos foram evoluindo, criando departamentos. Alguns vieram AR, certificado digital. Outros vieram empresas realmente de marcas bem grandes. Então eles vão aprendendo e vão fazendo. Então o cenário é, igual a gente cresceu,
Porque a gente teve coragem de ter mais soluções, é o que a gente faz. Então a gente cria a mentalidade, ensina e coloca tudo isso pronto pra ele. Muito bom. Quem quiser continuar te ouvindo e te seguindo, quais são os melhores canais aí pra seguir o Ney? Ney Pinheiro Oficial no Instagram, tá? Conteúdo todo dia, Ney Pinheiro Oficial. E Grupo Qualit Cert também, que tem muita coisa boa lá. Muito bom. Cara, muito obrigado, muito obrigado.
Foi uma honra ter você aqui com a gente. Eu notei bastante coisa legal. E eu espero que pra você que tá me ouvindo aqui tenha sido um episódio bacana. Quer deixar uma mensagem final aí pra galera?
Vamos lá, pessoal. Vamos pensar nessa mensagem, afinal, que ela tem duas formas. Eu posso dar porrada ou eu posso... Eu acho que a gente já deu muita porrada. Eu também achei. Eu quis mudar pra ficar legal. Vamos fazer uma mensagem aí agora inspiracional, que eu acho que é melhor. Pessoal, olha só.
A melhor coisa que um contador pode ter na vida chama-se paz. A grande dificuldade do histórico de contabilidade hoje é o contador está em paz. Ou ele está pressionado, ou está sobrecarregado de trabalho. E a única maneira de você ter paz é efetivamente construindo times fortes.
Procure o Dunga da sua empresa, ache alguém de confiança, que na hora que você tiver alguém para caminhar junto com você nessa jornada, aí você é inevitável crescimento, é inevitável receita, e aí nesse momento todo que a gente está falando de reforma, aí você realmente vai ter o resultado que tanto merece. Muito bom.
Sempre tem você que fica até o final com a gente, pra você que tem um convite. A gente tem um lugar pra discutir dessas como essa. Inclusive, o resumo desse podcast, um documento, coisa mais linda, a gente tá mandando nesse grupo de WhatsApp que eu convido você a fazer parte agora, que é a nossa comunidade aqui do Mooncast. O link tá aqui na descrição. Se você é um cara que fica com a gente, é fã mesmo da parada, entra nessa comunidade, vai ser legal pra gente discutir, beleza?
Ney, muito obrigado. Tamo junto. Valeu, obrigado. Foi um prazer. E pra você que tá aqui nos vendo, até a próxima semana. Até mais.
Isso que você acabou de ouvir aqui no Mooncast, eu tenho certeza que foi impactante aí pra você, né? Você ficou até o final do episódio. Deixa eu te falar que tem um lugar que você pode se aprofundar em estratégias como essa que a gente discutiu aqui hoje. Gestão de marketing, vendas, pessoas, processos, tecnologia, escala de negócios contábeis. Tudo isso você pode ter acesso no Moonflex Space e o conteúdo não para. Lá a gente tem uma aula ao vivo todos os meses, uma caixa de ferramentas pra você ter acesso a tudo aquilo que funciona de melhor e...
nas maiores empresas de contabilidade no Brasil. Você pode ter acesso a um FlexPace com um valor de R$397 por ano, muito menos que a sua assinatura da Netflix. E lá eu tenho certeza que você vai encontrar muito mais disso que você está buscando aqui no Mooncash. Porque lá é um ambiente certo para o empresário contábil que quer escalar sua empresa. Te vejo no FlexPace.
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