CONTATOS IMEDIATOS NO BRASIL: Mito ou realidade? | +QUE Condomínios
No episódio de hoje do +Que Condomínios, com Renato Retz, Rogério Tassitani e Demétrios Makedonopoulos, recebemos Edson Boaventura para um tema que mistura história, mistério e investigação: contatos imediatos no Brasil.
Casos como o ET de Varginha, relatos no litoral de São Paulo e histórias de povos antigos levantam uma pergunta inquietante: Estamos sozinhos?
Neste episódio, você vai entender:
• As principais lendas e relatos ufológicos no Brasil
• O caso do ET de Varginha
• Histórias de criaturas místicas e seres desconhecidos
• Registros de OVNIs no litoral de São Paulo
• O conceito de ultraterrestres
• Relatos como o de Bep Kororoti
• O confronto entre metodologia científica vs crença
Um episódio que provoca reflexão e abre espaço para o desconhecido.
- Contatos imediatos no BrasilET de Varginha · Relatos ufológicos no litoral de São Paulo · Histórias de povos antigos · Bep Kororoti · Ultraterrestres
- Caso ET de VarginhaOrigem das criaturas · Testemunhas do caso · Relação com avistamentos de OVNIs em Minas Gerais · Diferença entre extraterrestre e ultraterrestre · Teoria ultraterrestre · Tipos de seres avistados em Varginha · Captura de criaturas · Envolvimento norte-americano no caso · Abatimento de OVNI · Transporte de naves e criaturas · Necrópsia de criatura em Juiz de Fora · Reunião de generais em Campinas
- Ufologia e ExtraterrestresAvistamento de OVNI no litoral paulista em 1981 · Grupo Ufológico do Guarujá (GUG) · Pesquisa de casos ufológicos · Viagens internacionais para pesquisa ufológica · Operação Prato · Noite Oficial dos OVNIs · Caso Cláudio (Minas Gerais) · Ufo-arqueologia
- Busca por vida extraterrestreBusca da NASA por vida · Planetas com gases indicativos de vida · Pesquisa na cratera Gezero em Marte · Assinatura de vida em Marte · Exoplanetas · Possibilidade de vida em outros planetas
- Evidências de visitas extraterrestres na pré-históriaPinturas rupestres e artefatos antigos · Civilizações pré-colombianas · Aborígenes da Austrália · Índios brasileiros (Kayapós) · Lenda do Bepe Gororoti · Textos religiosos antigos (Vedas, Mahabharata)
- Fenômenos ufológicos e suas nomenclaturasAbduções e implantes · Relações sexuais com seres (Íncubus/Súcubus) · Mudança de nomenclatura dos fenômenos · Fenômenos folclóricos regionais (Mãe do Ouro, Aparelho, Tocha) · Operação Prato (Chupa-Chupa) · Luz Mala (Patagônia) · Terminologia UAP (Unidentified Anomalous Phenomena)
E quem que era o Bep Gororuchi? Era um desses tripulantes que pousou na Serra Pucatoti. Quando pousou essa nave lá, esse ser andava com uma roupa tipo espacial, capacete e tal, uns negócios diferentes. E tinha uma espécie de haste que onde ele apontava ele desintegrava. ET de Varginha é a nomenclatura que ficou conhecida.
A origem dessa criatura, das criaturas, porque não foi uma só, das criaturas que apareceram lá, não dá para a gente fechar a questão, olha, é extraterrestre. Foi um fato real, envolveu, hoje a gente tem cerca de 150 testemunhas que participaram direto e indiretamente do caso, militares, civis.
diretamente dos estúdios Seros. Aqui, na Conde TV, começa agora Mais Que Condomínios, o programa que vai surpreender você. E o assunto de hoje é de outro mundo. Mas daqui a pouco, depois da vinheta.
Estamos de volta e o assunto de hoje é contatos imediatos no Brasil. Você acredita em extraterrestre? Bom, o convidado que está aqui com a gente hoje é o Edson Boaventura. Edson, muito obrigado por aceitar o nosso convite e, por favor, faça uma breve descrição sobre o seu trabalho.
Então, eu já pesquiso ufologia há 46 anos. Como que eu me inseri dentro da ufologia? Foi em 1981, depois de um avistamento de um objeto voador não identificado, que hoje a gente sabe que seria uma nave-mãe, de grandes...
proporções e que ele soltava, expelia pela parte inferior, objetos menores. Naquela época, em 81, eu cheguei a contar 16 objetos que saíram desse maior, eram esferas vermelhas e pulsantes, que a cada duas, de forma inteligente, ia para alguma região ali do Guarujá, Santos, porque esse fato aconteceu no litoral paulista, na cidade do Guarujá.
Na ocasião, eu estava acompanhado do meu irmão e da minha mãe, e vários vizinhos também, nas imediações, viram aquele fenômeno.
E como que ele desapareceu? Ele não tinha barulho, era um objeto imenso, foi indo em direção à cidade de Santos e depois ele aumentou a intensidade do brilho para umas três vezes, ou o tamanho, ou aumentou três vezes. Depois ele volta para o tamanho original, dá uma descida. Imagina um anzol de pesca, ele faz aquela descida, aquela voltinha, e depois ele sobe na vertical e desaparece.
Então foi um fenômeno que, naquele momento, eu não sabia o que era ufologia. E aí eu passei a investigar, a saber mais a respeito do assunto. Quatro anos depois de 1981, ou seja, em 1985, eu fundei o Gug, Grupo Ufológico do Guarujá.
que tinha o objetivo de pesquisar esses fenômenos no litoral paulista inicialmente, utilizando-se metodologia científica. E aí, a partir daí, a gente investigou cerca de 500, 600 casos.
foram pesquisados de vários graus de contato, pouso, contatos com seres, explosão de objetos, casos dentro de instalações militares, e a partir dali a gente começou a ficar conhecido, participei de vários programas de TV, podcast, congressos nacionais e internacionais.
pesquisamos praticamente em quase todos os estados brasileiros e em outros países também. Inclusive estou voltando da Argentina agora, de Capija del Monte, que fica em Córdoba, que é uma área de bastante incidência ufológica.
E em se tratando de outros países, eu já estive em mais de 20 países pesquisando esse fenômeno. Por exemplo, Japão, Inglaterra, França, Peru, México, alguns países aqui da América Latina, Turquia, Emirados Árabes. Já estive num monte de lugar.
para trocar figurinha, entender também o que está acontecendo em termos de ufologia lá fora, até para comparar esses dados com os casos brasileiros. Dentro dos casos brasileiros, eu estive envolvido nos clássicos, que são Operação Prato, Noite Oficial dos OVNIs.
caso Varginha, atualmente estou fazendo alguma pesquisa em cima do caso Cláudio, que é em Minas Gerais também, mais recente, 2008.
E outros casos, de abdução, de ufo-arqueologia. Enfim, já escrevi três livros sobre o assunto. Vou escrever agora o volume 2 do caso Varginha. Escrevi o primeiro livro, que é ETs de Varginha montando o quebra-cabeça. E agora estou fazendo o volume 2, que vai ser ETs de Varginha, a história continua. Então, um resumo basicamente da nossa trajetória. Legal.
Eu não posso deixar de fazer como primeira pergunta de falar sobre o ET de Varginha, concorda? O que é o ET de Varginha? Edson, ET de Varginha realmente aconteceu? Foi um ET? Não foi? O que você pode falar a respeito?
ET de Varginha é a nomenclatura que ficou conhecida. Mas o que é ET? Extraterrestre. A origem dessa criatura, das criaturas, porque não foi uma só, das criaturas que apareceram lá, não dá para a gente fechar a questão. Então, olha, é extraterrestre. Então, a origem a gente não sabe. O que nós sabemos é que foi um fato real.
envolveu, hoje a gente tem cerca de 150 testemunhas que participaram direto e indiretamente do caso, militares, civis, pessoas diversas, não só em Varginha, mas em outras cidades, Juiz de Fora, Campinas, porque teve toda uma interação também.
com Campinas, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, enfim. Esse caso envolveu, então, uma criatura, criaturas que...
Tem uma relação com o quê? Aí é a minha opinião pessoal particular. Como a partir do dia 13 de janeiro de 1996, o sul de Minas Gerais foi invadido por avistamentos de OVNIs, e aí OVNI, o que é um OVNI? Objeto voador não identificado.
A maioria desses objetos luminosos, embora existe relatos poucos lá na região, de objetos que foram avistados durante o dia, que tinham uma aparência mais sólida, porque durante a noite você vê luzes. E aí lá se falou muito de objetos compridos em forma de charuto ou cilindro.
que inclusive um desses teria sido abatido e que caiu, tinha objetos arredondados, objetos triangulares, e então tinha vários formatos, e começaram então os aparecimentos desses objetos, dia 13 de janeiro.
E foram até o dia 28 de junho de 1996. No meu livro eu tenho uma cronologia de todos esses casos. Por isso que eu falo, está relacionado ao fenômeno dos OVNIs. Agora, se é extraterrestre, se é ultra-terrestre, se é de outras dimensões, se é intra-terrestre. Qual é a diferença do ultra, extra? Então, o extraterrestre, a gente está falando de seres...
que teoricamente viriam de outros sistemas planetários.
Pode ser da nossa galáxia, pode ser de outra galáxia. Já o ultraterrestre é outras dimensões. E aí quando a gente fala de outras dimensões, seres interdimensionais, a gente está falando de uma dimensão que pode ser mais sutil, que pode estar inclusive convivendo ao lado da nossa, só que a gente não enxerga. Só que eles conseguiram...
driblar esse esquema de estar em outra dimensão e conseguir tecnologicamente ou de alguma forma adentrar a nossa dimensão.
E aí por isso que eles aparecem, somem, tem gente que fala de portal, de coisas assim. Pode ser uma possibilidade, uma conjectura que eu estou fazendo, deles adentrarem aqui. Então a ultra-terrestre, que é interdimensional, ela é a teoria mais bem aceita na atualidade, inclusive por cientistas.
Cientistas como Halptof, como o Gary Nolan, Jax Valé, essa turma, eles acreditam mais na teoria ultraterrestre do que extraterrestre. Por quê? Porque o extraterrestre está sendo procurado, a gente tem aí o James Webb, o telescópio está indo aí procurando vida. Segundo a NASA, ainda não se encontrou algo assim relevante. Mas pode ser que a NASA também...
Minta em relação a esse assunto, esconda alguma coisa por algum direcionamento, até governamental, militar. Mas aqui eu não quero especular. Segundo as fontes oficiais, não achou ainda. O que ela achou foi planetas que têm certos gases que só podem ser produzidos se tiver algum tipo de vida.
Aí pode ser vida igual a nossa, vida bacteriana, algum outro tipo de vida. Isso já se encontrou, só que está muito longe. Então a gente não tem tecnologia espacial para chegar lá e constatar isso. Agora, mais próximo da gente aqui, a NASA já divulgou algum tipo de vida? Assim, fez uma pré-divulgação ano passado.
da cratera Gezero, que é uma cratera marciana lá em Marte, onde eles pegaram um rover, um equipamento que eles têm lá em solo marciano, e coletaram material, sedimentos, de dentro dessa cratera Gezero. Por quê? Do espaço, se você pegar um telescópio, por exemplo, você vai ver que tem algumas formações que parecem rios.
Então, o cientista, o pessoal, ele acha que no passado de Marte houve água de alguma forma. Se tem água, é bem provável que tenha vida. Então, como houve um impacto de um meteoro nessa cratera gezeiro, que a formação dela foi informa desse impacto,
O que aconteceu? Uma das paredes rompeu e dava nesse rio. Então, o que a NASA imaginou? Que o sedimento, a água, preencheu e sedimentou justamente ali. Ou seja, se tinha alguma coisa de vida, estaria ali. Por isso que ela resolveu fazer essa pesquisa. E aí, qual o resultado disso? Eles descobriram sinais, ou eles chamam de assinatura de vida.
nessa cratera. Ou seja, nas primeiras análises, uma análise que fizeram lá nesse equipamento, deu que tem, que no passado de Marte havia vida.
O que eles vão fazer agora? Eles fizeram uma audiência pública, divulgaram isso, só que eles não podem divulgar como uma descoberta científica sacramentada de vida, de alguma forma. Só depois que eles trouxerem esse sedimento, que agora eles estão trabalhando nisso, para trazer isso para a Terra,
E aí vão ter que fazer duas análises, porque tem que ser laboratórios, equipes diferentes, para testar, e aí se der o mesmo resultado de assinatura de vida, aí eles podem fazer um paper, um documento científico, atestando para o mundo todo que, ó, teve vida lá em Marte.
E desta forma, a gente está falando aqui do nosso sistema planetário, do nosso sistema solar. Agora, quando a gente fala de exoplaneta, não sei se já ouviu esse termo,
O planeta o que é? São planetas que estão em uma órbita em outros sistemas solares, mas é uma órbita parecida com a da Terra, onde você não tem uma temperatura nem tão fria, nem tão quente, e que tem necessariamente água em estado líquido.
Isso são condições que podem ter vida. Então por isso que é chamado de exoplaneta. E o mais próximo daqui, ele está a 4,2 anos-luz. Está longe para chuva também, não está tão perto. Mas existem...
bilhões de exoplanetas. Então, se a gente considerar que a vida não é uma prerrogativa apenas da Terra, a gente teria possibilidade de vida em vários lugares. Por isso que eles gastam bilhões e bilhões de dólares na busca de vida extraterrestre, de alguma forma. Porque pode ser que em algum local vai encontrar. Agora, a gente vai ter tecnologia para chegar lá e já é outros 500.
Pode ser que encontre, mas a gente sempre vai ficar naquela. Como chegar? Agora, o tripulante do OVNI já descobriu uma forma, e não é de agora isso, desde a pré-história a gente tem vestígios, rupestres, pinturas que demonstram seres com capacete, com antena no capacete, naves, que foram pintadas pelos primitivos.
e que podem sinalizar para a gente que no passado da humanidade a gente já era visitado por eles. Então eles não estão aqui de agora, da década de 40, por exemplo, que teve o caso Roosevelt.
muito conhecido aí norte-americano, o caso Roswell, que foi aquela queda do objeto na cidade de Roswell, com a coleta tanto da nave como de corpos vivos, mortos. Então tem toda uma história, a partir de 1947.
e que delimitou a ufologia moderna. Então, a era moderna a partir de 1947. Antes de 1947, a gente chama de ufo-arqueologia, que seria a presença desses seres ou dessas naves no passado da humanidade.
A gente tem indícios também em civilizações pré-colombianas, aborigines da Austrália, índios hoppies, índios brasileiros, por exemplo, os índios lá do Mato Grosso, do norte do país, que são os Kayapós. Eles têm uma lenda do Beppe Gororoti.
E quem que era o Bepe Gororoti? Era um desses tripulantes, de um objeto que fazia muito barulho, que pousou na Serra Pukatoti. E eles, quando pousou essa nave lá, esse ser andava com uma roupa, tipo espacial.
capacete e tal, uns negócios diferentes, e tinha uma espécie de haste que, para onde ele apontava, isso é a lenda dos índios caiapós, onde ele apontava ele desintegrava, como se fosse um laser, alguma coisa, uma arma de potente destruição. E então esse ser, esse Bepe Gororoti, era temido pelos caiapós. Só que um belo dia, andando pela floresta, eles topam com o Bepe Gororoti e, e,
desnudo, aquela roupa estava num canto e ele estava tomando banho na cachoeira. Ela falou, ué, mas ele é igual a gente. Era um ser humano, a única diferença é que ele tinha a barba meio ruiva, então é meio aloirado, então tinha essa configuração que era diferente dos índios caiapós, que já são cabelinho preto, escorrido, aquela tipo ameríndio mesmo.
E aí, conversa vem, conversa vai, se aproximaram. O Bepe Gororoti veio morar com eles na tribo, se engraçou pro lado da filha do cacique e acabou tendo um filho com ela.
E aí ficou ali convivendo, ajudava eles na caça, instituiu uma oca, oca é a casa dos índios, no centro da tribo, ou seja, hoje a gente poderia falar que seria uma espécie de escola.
onde era feito o seguinte, ele pegava os índios mais velhos, mais experientes, e colocava vez ou outra ali para contar histórias, para instruir os indígenas mais novos. Então, uma espécie de escola. Ele ajudou bastante na agricultura, tudo. Só que assim, o tempo foi passando e o Bepe Gororoti...
torrou as paciências por algum motivo e falou, cara, vou embora um dia eu volto. Pegou a família subiu pra Serra Pucatoti entrou na nave de novo e no meio de muito barulho e trovões, aquele negócio decolou e foi embora. E os caiapós estão esperando o Beppe Gororoti voltar
Estão esperando ele voltar, porque ele prometeu um dia voltar à Terra, voltar para eles. Mas até agora a gente sabe que não voltou. Então é uma lenda que é reverenciada, inclusive, através de uma festa, onde os caiapós, quando reverenciam o Beppe Gororoti, eles se vestem com uma roupa de palha. Isso tem na internet, os desenhos, tudo.
e uma espécie de capacete arredondado. Lembra muito uma roupa espacial que os nossos próprios astronautas utilizam. Então, lendas como essa, ou, por exemplo, se a gente sair do campo de lenda, dá para a gente pegar livros religiosos de várias culturas.
que falam dessas naves de guerras no céu de seres que eram endeusados. Por exemplo, se pegar o Kandisur tibetano, Mahabharata, o Ramayana, lá dos Vedas, a gente vai encontrar certas histórias que estão aderentes a esse fenômeno que a gente estuda, que é o fenômeno dos OVNIs. As abduções, por exemplo, da atualidade...
Elas têm um teor mais de experiência científica. Então, parece que esses seres vêm e estão usando o ser humano como uma cobaia e fazendo ali algumas experiências. Por vezes, ocorrem relações sexuais também. É mais raro, mas ocorre. O que tem ocorrido mais na atualidade? São implantes, colocação de microsistemas em pessoas.
Agora, nessa questão das relações sexuais, vale lembrar que na Idade Média, se a gente pegar a Europa, havia a história dos demônios que assolavam jovens, homens e mulheres. Esses demônios eram chamados de sucubus ou íncubus. E o que eles faziam? Relação sexual.
E assim, lembra muito os casos ufológicos também, da atualidade. Só que eles tinham uma conotação e uma nomenclatura na Idade Média como uma coisa não compreendida. Não é compreendido, isso aí é coisa do demônio. Até porque era por conta da linguagem da época, né? Sim. Então, ao longo do tempo, a gente percebe que esse fenômeno tem mudado a sua nomenclatura.
Então, aquilo, por exemplo, vai em Minas Gerais. Você está lá em Minas Gerais, aparece uma sonda ufológica lá. Eles não vão chamar de sonda ufológica, OVNI, Desculpador, não. Eles vão chamar de mãe do ouro. Porque é um fenômeno folclórico conhecido deles, mas é o mesmo fenômeno. Você vai, por exemplo, para o Piauí, no interior do Piauí, esse mesmo fenômeno é chamado de aparelho. Você vai para Pernambuco, esse fenômeno é chamado de tocha.
É a tocha ou foguete. Então, no norte do nosso país, lá é conhecido como luz vampira ou chupa, por conta do fenômeno da Operação Prato, do chupa-chupa. Então, em cada local que a gente vai, por exemplo, na Argentina, você vai na Patagônia,
Lá eles chamam de luz mala, que é a luz do mal, né? Porque ela faz mal, ela chega, queima as pessoas, né? Então, veja que conforme a gente vai passando, o fenômeno vai mudando a sua nomenclatura. Hoje, o que a gente tem? A gente tem os Estados Unidos tentando moralizar esse fenômeno.
Tanto é que eles criaram uma terminologia, há algum tempo atrás, chamado UAP. O que é isso? UAP. É fenômeno anômalo não identificado. Por que eles criaram essa terminologia? Porque a terminologia UFO, que é objeto voador não identificado, ou flying saucer, que é o disco voador, era algo que já estava meio pejorativo, já estava meio desgastado.
ligado a uma interpretação do fenômeno, ah, o cara que vê isso é louco. Entendeu? Então, os Estados Unidos precisavam mudar a nomenclatura para tirar o estigma do disco voador do OVNI. Então, ele não fala mais UFO, ele fala UAP. Mas eu vou pedir para você segurar um pouquinho os Estados Unidos, a gente vai voltar no assunto, porque eu preciso fazer uma pergunta para quem está assistindo.
Você aí, meu amigo, minha amiga, tá se sentindo um ET no condomínio onde mora? Porque não tem um mercadinho 24 horas? Então dá uma olhadinha no vídeo da Vende Perto, nosso mercadinho do coração, e saiba como seria ter essa comodidade aí, onde você mora.
A Vende Perto é a melhor opção em mini-mercados e padaria para condomínios e empresas, com mais de 350 lojas próprias. Praticidade e conveniência ao alcance do seu condomínio. Edson, você fez uma explicação bastante detalhada de todos esses fenômenos. Eu queria, antes da gente entrar em mais detalhes de fora, voltar para o caso Varginha, que você falou uma coisa que me deixou bastante interessado.
que a corrente majoritária diz que esses objetos são ultraterrestres e não extraterrestres, que não existe avistamento, não existe não, mas a grande teoria é que o avistamento não é de objetos extraterrestres. Esses ultraterrestres, eles...
Eles vêm em naves também? Eles vêm em OVNIs ou em UFOs, como você estava dizendo, ou outro nome que você disse agora há pouco? Ou eles usam outro tipo de movimentação? Como é que isso funciona? Explica um pouco pra gente e explica qual é a teoria do que eram os ETs de Vardinha e por que eles não têm a aparência semelhante a nossa.
Então, as naves eram sólidas, como um avião, por exemplo, que nós temos, helicóptero. Então, eles só saem de uma outra dimensão e adentram para nós. Só que aqui eles têm uma solidez, são físicos.
como a gente. Tanto é que pessoas que vão para a bordo das naves sofrem esse tipo de abdução e que às vezes tocam o ser dizem que tem carne ali, só que é um pouco mais gelado. Então, geralmente, esses relatos dizem que eles têm uma aparência física. Tanto é que quando tem as relações, em alguns casos, foi fisicamente.
Então, esses seres operam instrumentos também sólidos. Então, não é nada fantasmagórico, espírito, não tem a ver com o mundo espiritual. E sim, é bem físico, só que eles provém de algum outro lugar. Não só essa teoria do ultraterrestre, outras dimensões.
Mas a gente tem outra coisa que acontece aqui no planeta Terra, que são bases operacionais deles, algumas localizadas no oceano, já que três quartos do planeta é água, e isso os governos sabem, e também, às vezes, em locais que tem cavernas, protuberanças, na crosta terrestre, aqui em São Paulo mesmo.
A gente tem o Vale do Ribeira e Poranga, que fica ali no Petar, Parque Estadual e Turístico do Alto Ribeira. Tem muito caso, desde 1941, que o fenômeno aparece naquela região, tanto naves quanto seres, e já foi visto naves e seres entrando e saindo de dentro de cavernas. Tem cavernas lá que dá para entrar um Boeing sem encostar na beirada da caverna, de tão grande que é a abertura.
Outra coisa que você tinha perguntado, a outra parte? Não, eu tinha perguntado os indivíduos de Varginha. Eles eram, na teoria, ultraterrestres. E eu acho que você pode falar também o que realmente aconteceu, como isso foi tratado, para onde eles foram, como que isso foi. Em Varginha, especificamente, a gente tem a ocorrência e a gente tem a ocorrência.
de três tipos de seres lá. Aquele marronzinho de olho vermelho, com umas protuberâncias na cabeça, dois dedos nos pés, três dedos nas mãos. Tem outra criatura que é peluda, com olho vermelho também e os calombinhos. E tem o grey, que é cinzento de olho preto.
Eu não tenho notícia, não soubemos, pelo menos até esse momento, de que algum Grey foi capturado. Os que foram capturados eram os Marronzinhos ou os Peludos. Esses foram capturados pelo Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Exército de Varginha. O que a gente tem de informação são essas três forças aí.
militares que puderam ter o contato, capturar essas criaturas e depois deram, vamos dizer assim, liberar essas criaturas para que o exército fizesse o que tivesse que ser feito. Naquela época a gente sabe também do envolvimento norte-americano.
No caso, então, esses militares, tanto do Exército como da Força Aérea de Brasília, fizeram toda a logística com esses americanos nessa pesquisa. E esses seres, então, por eles serem bem diferentes...
falando na tipologia deles, é o que a gente imagina. E essas são conjecturas também, porque a gente não sabe exatamente o que seriam essas criaturas. Mas o marronzinho e o peludo provavelmente eram uma espécie de animal ou criatura subalterna àquela cinzenta de olho preto.
Então poderia ser, vamos dizer assim, entre aspas, um cachorrinho do ET, um robô biológico que cumpria determinada programação. Esses foram capturados. Os outros a gente não tem conhecimento. Agora, sem sombra de dúvida, eles estão relacionados à nave, a esses objetos que apareceram lá. Aí a gente tem, por exemplo, casos...
quando essas criaturas passaram pelos hospitais de Varginha, a gente tem testemunho, por exemplo, de uma paciente, a mãe dela estava internada e ela estava ali como acompanhante, e de repente foi um alvoroço, porque apareceu um ovni do lado do hospital. E as enfermeiras entraram em polvorosa, em desespero, falaram que deve ser por causa daquela criatura que passou aqui, não sei o que. E aí depois...
Essa acompanhante da paciente foi lá e perguntou, mas o que aconteceu? Não, veio uma criatura assim e tal, aí ficou tudo gosmento lá, a roupa de cama, tivemos que incinerar isso, jogar fora e tal, e vai ver que esses objetos luminosos voltaram por conta da criatura. Só que a criatura não está mais aqui, já foi embora.
já tinha sido retirada de lá. Então, tem essas ligações. Por exemplo, quando as criaturas estavam dentro da escola de sargento das armas, que é uma instalação do exército, que fica em Três Corações, outra cidade vizinha de Varginha, fica a cerca de 25 quilômetros, mais ou menos 20, 25 quilômetros.
Lá na ESA, o que eles tiveram que fazer? Eles tiveram que solicitar ajuda da aeronáutica e a aeronáutica mandou para eles radares portáteis para instalar, porque estava tendo sobrevoo de nave para tudo quanto é lado, dando rasante lá na ESA, na escola de sargento das armas.
E isso estava causando um certo problema. Os militares ali vendo, soldado que está lá de sentinela vendo algumas coisas estranhas. Então não estava muito legal esse tipo de coisa. Sobre isso, queria te fazer uma pergunta. Porque existem relatos que esse OVNI, do caso de Varginha, foi abatido...
em espaço aéreo brasileiro, mas não pela Força Aérea Brasileira, e sim pela Força Aérea Americana. O que você tem de informação em relação a isso? É fato ou não é? O que você pode falar?
Olha, existe nos livros de Varginha, escritos, por exemplo, pelo Birajara Franco Rodrigues, pelo Vitório Pacatini, indícios de que um militar da aeronáutica teria fornecido informações de que houve sim o envolvimento norte-americano.
A gente sabia, já naquela época do início das pesquisas, que houve, inclusive, a chegada de aeronaves norte-americanas aqui. A gente só não tinha, vamos dizer assim, a confirmação oficial disso. Até que, em 2021, se não me falha a memória...
Um ex-controlador de voo chamado Marcos Férez, num canal aéreo, ele estava participando de uma live, e junto com outros controladores de tráfego aéreo, ele já estava aposentado nessa época, e foi lançada a pergunta para os controladores se eles tinham tido durante a carreira deles algum envolvimento com o fenômeno OVNI.
E o Marcos Férez falou, lembra do caso de Varginha? Então, eu estava no dia 20 de janeiro de 1996 trabalhando na operação, quando de repente um C-17, uma aeronave de guerra americana, aparece no escopo do radar.
E aí eu desesperei. Por quê? Porque essa nave, esse avião norte-americano, ele não tinha avoem. O que é o avoem? Autorização de entrada de voo. Isso tem que ser feito com uma certa antecedência. Eu não lembro se era 48 horas, 72 horas.
que você tem que avisar e tem que trazer, inclusive no AVOEM, a rota. Ele vai para tal lugar, vai fazer tal coisa, porque se um avião desse adentra o espaço aéreo brasileiro, aquilo pode ser interpretado como guerra, que eles estão invadindo. Então, quando ele viu isso, ele se preocupou. Aí que ele pensou, vou ligar para o meu chefe, que ficava em um outro departamento.
E antes mesmo que ele ligasse, o chefe desceu na operação dos controladores de voo. Detalhe, coisa que ele nunca fazia, o chefe, porque ele ficava lá isolado, tratava por telefone. Cada um na sua, hierarquia. E aí ele desceu e falou, Férez, está entrando um avião assim, assim, assim. Não tem avó, hein? Depois a gente vai atrás disso. Fica tranquilo. E eu vim aqui para te avisar que... Aqui.
Esse avião vai pousar em Viracopos e lá tem dois helicópteros já esperando para levar os americanos para Varginha.
Isso ele falou no canal aéreo. Quer dizer, aquilo para nós, ufólogos, que já sabíamos do fato, foi apenas a confirmação do que a gente já sabia. A gente sabe que essa aeronave que veio, o C-17, ela teve interação com Campinas, com o aeroporto de Manaus e com um aeroporto fechado, militar, de Alcântara.
no Maranhão. Por quê? Porque essas aeronaves, elas não têm autonomia de voo para chegar até a área 51. Então elas têm que dar uma paradinha, geralmente para lá em cima, ou em Manaus ou no Maranhão, abastece e depois segue viagem para os Estados Unidos. Então isso foi feito inúmeras vezes.
muitas coisas que foram levadas para lá ou trazidas. Além disso, teve também, hoje a gente sabe, o envolvimento de aeronave da NASA que pousou em Congonhas. Então tem depoimentos de pessoas que comentaram a respeito disso. Não associaram ao caso Varginha na época, mas hoje sabe, pô, o que um avião da NASA ia pousar e ficar aí dando bandeira no aeroporto de Congonhas?
Então tem uma série de detalhes, por isso que eu falo, o caso Varginha é um quebra-cabeça que a gente está montando pouco a pouco. Faltam muitas peças para a gente entender o que de fato ocorreu, mas que ocorreu alguma coisa...
foi relacionada e foi acobertada pelos americanos e pela inteligência do nosso país. Aí quando eu falo inteligência, inteligência do exército, inteligência da aeronáutica, isso sim, porque eles estavam de comum acordo.
Existe um acordo entre o governo brasileiro e americano dentro dessas questões de OVNI. Então, sempre que cai ou é abatido algum objeto voador não identificado, no caso de Varginha, a gente ficou sabendo que era uma espécie de feixe de laser que veio de satélite e atingiu um objeto charuto.
aquele charutoide, e aí ele caiu na latitude X, Y, latitude e longitude, e aí foi comunicado pelo NORAD, o NORAD é que tem essa interlocução com o CONDABRA, que hoje é o COMAI, o que é CONDABRA? Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro, que fica na área especial 12 em Brasília.
E lá eles então ligaram para a Força Aérea e falaram, estamos indo para aí, está caindo o negócio, vai e ajeita a logística desse negócio para a gente.
E aí foi feito dessa forma, por isso que no dia 20 eles já chegaram aqui. E aí começou toda aquela operação de resgate da nave e também da captura das criaturas. Algumas criaturas foram para Campinas, para Unicamp, outras criaturas foram para Aramara, que é uma base de segurança máxima da Marinha, em Iperó, São Paulo. E uma criatura morta foi levada a juiz de fora.
para ser necropsiada pelo Nagem, que era um tenente médico do exército. O Nagem, Nagem Assad, a gente tem, inclusive, depoimentos de pessoas que confirmam isso, inclusive um ex-ministro da República, que é o Moraes. O Moraes era amigo pessoal do Nagem, esteve na casa dele e tudo, e houve uma reunião...
Vou contar essa história aí para vocês. Uma reunião na CEMIG, que é a empresa de energia de Minas Gerais. E lá o Nagem já era falecido nessa época. Estavam ali algumas pessoas. Quando foi citado o nome do Nagem, falou assim, o Nagem faz muita falta, porque já tinha falecido.
Ele que foi o médico do ET de Varginha. E quando se falou isso, havia uma alta patente do exército no local que falou, ô, ô, ô, cala a boca aí. Tipo, não pode falar isso.
E aí foi colocado panos quentes ali para que não se prolongasse aquele tipo de assunto. E aí, em Juiz de Fora, por exemplo, eu tive algum tempo atrás, a gente tem o depoimento também de um sargento que confirmou que no HGE, no Hospital Geral do Exército, foi feita essa necrópsia numa das criaturas de Varginha, por esse tenente médico.
E quando a gente esteve lá, eu, minha esposa e mais um amigo, estivemos na casa de um alta patente do exército, que contou algumas coisas para a gente, enquanto minha esposa estava com a esposa dele na cozinha, fazendo uns comes e bebes para a gente tomar um cafezinho, mineiro, logicamente, muito bom, e a gente ficou conversando. Aí eu presenteei esse militar do exército de alta patente.
com um livro, que é este livro aqui que eu escrevi, e a capa dele é a criatura de Varginha, então tem a criatura de Varginha. Então eu fiz uma dedicatória para ele, entreguei, ele leu a dedicatória, quando ele fechou o livro, ele falou um negócio que não precisava nem ter tido conversa nenhuma, ele simplesmente olhou para esse desenho que está aqui e falou para mim assim,
Poxa, o desenhista acertou em cheio na descrição da criatura. Ou seja, só essa declaração de um alta patente do exército já fala tudo. Ou ele viu um vídeo, ou ele viu pessoalmente. Eu desconfio que ele viu pessoalmente, porque houve uma reunião...
onde participaram o ministro do exército, chamado Zenildo Zoroastro de Lucena, e mais 29 generais. Então, essa reunião aconteceu em Campinas, que era um negócio totalmente atípico também, se considerando que o alto comando do exército, até aquela data, nunca tinha se reunido fora de uma capital.
Campinas não é a capital de nada. E aí depois a gente ficou sabendo que eles foram lá mesmo para ver a criatura. Só que isso acabou vazando na época. Um jornalista do Correio Popular, que é um jornal lá de Campinas, entrou em contato com a gente e falou, cara, está um pandemônio aqui, está todo mundo do exército aqui reunido, estão indo lá na Unicamp e tal. A gente falou para ele, eu estava na casa do Claudio Covo.
quando recebeu essa ligação, e aí o Clouder falou, faz o seguinte, vai lá e pergunta oficialmente, você não é repórter? Pergunta para saber o que eles estão fazendo aí. O Zenildo, ou o assessor dele, vai ter que falar qual que é a explicação deles estarem em Campinas, numa reunião com 29 generais e o ministro do Exército. Pois bem, ele foi lá e perguntou, sabe qual foi a resposta?
O Zenildo, muito assim incomodado, respondeu que estavam lá para ver os sistemas de computadores da Unicamp, porque eles tensionavam informatizar o exército.
Será que precisa um ministro do Exército e mais 29 generais? É lógico que não. Alguma coisa tem aí. E outra explicação é que eles estavam lá para ver, numa base, as viaturas Leopardo que tinham chegado. Eram as viaturas novas. Então também não precisa.
29 generais e mais um ministro do Exército. Então, essa desculpa esfarrapada foi a gota d'água para a gente saber. E depois teve, no transcorrer de toda a história da pesquisa, outros militares, por exemplo, conheciam o militar do Exército.
que foi transferido para a Forte dos Andradas, que fica no Guarujá, que é uma instalação do exército. E ele comentou certa vez que essa reunião foi para ver a criatura. Só que devido a esse vazamento na imprensa e a imprensa chegar assolando, nem todos os generais presentes tiveram oportunidade de ver a criatura.
E que houve inclusive briga entre eles, porque uns viram, outros não viram. Então ficou aquela coisa lá, é, fulano tem mais prioridade? Por que ele viu e eu não vi? Então ficou essa dissensão e essa animosidade dentro do comando, até do exército naquela época.
por conta dessa situação aí de vaginamento. Mas, Edson, você comentou aí de captura de criatura, e eu confesso com vocês que eu estou até meio preocupado, porque o Renato está muito quieto. Será que ele foi abduzido? Ou ele está com vergonha de falar que ele é uma criatura? Duas perguntas.
A primeira é na Terra, qual é o país ou a região onde se tem mais casos confirmados de visualização. E o segundo é quantos tipos ou raças já se tem catalogados desses seres? Olha, o lugar que tem mais incidência de casos é os Estados Unidos.
por conta de ter grupos especializados que pesquisam isso. Então, a MUFOM, por exemplo, que o pessoal procura, informa. Então, tem a NUFORC também. Então, tem grupos fortes que centralizam esse tipo de relato.
vídeo, foto na atualidade. Então, os Estados Unidos estão em primeiro lugar no ranking. Ele é seguido do Brasil. O Brasil é o segundo. Mas por conta da grandiosidade territorial que nós temos. Então, tem muito caso, muitos grupos espalhados pelos Estados brasileiros. Então, a gente ocupa o segundo lugar.
Isso em termos de casuística, de avistamentos. Agora, no Brasil, a gente aprofundando um pouquinho mais, existem áreas que a gente chama de hotspots.
que são locais que você tem uma quantidade de aparições de OVNIs e esses tripulantes exagerada. Então, que locais no Brasil seriam esses? Você tem, por exemplo, Chapada Diamantina, na Bahia, Chapada dos Veadeiros, em Goiás, Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso, Sul de Minas Gerais, Serra da Beleza, no Rio de Janeiro, o Petar, no Vale do Ribeira, que é a Iporanga, ali próximo.
aquela região, enfim, a região norte, nordeste também tem muito caso, e todo o litoral existem casos de OSNIs, que são objetos submarinos não identificados, objetos que entram e saem dentro do mar.
Vou falar aqui duas cidades no estado de São Paulo, no litoral de São Paulo, que tem uma incidência atípica desses casos. Uma delas é Ilhabela, no litoral norte de São Paulo.
E a outra é Peruíbe, no litoral sul de São Paulo. São áreas que, se você for lá, inclusive a questão de o futurismo está sendo fomentada na atualidade. Porque tem até verba, né? Política.
para esse tipo de coisa na atualidade. Então a gente sabe que, por exemplo, varginha utiliza-se dessa verba, colares no Pará por conta da Operação Prato. Então o futurismo é algo que vai crescer muito, principalmente nessas áreas, hotspots de aparecimentos de óbvios. Quantas espécies a gente tem catalogadas? Então, na questão de espécie, a gente não pode falar nem espécie nem raça. Isso é...
É um equívoco que as pessoas usam também. Que nem fala aí, T de Varginha, é porque ficou a nomenclatura. Mas por que não existe espécie e raça? Para existir espécie ou raça, tem que ser feito um estudo científico em algum dessas tipologias.
em algum planeta, em algum lugar onde tenha isso. E é um estudo que demora, às vezes, anos, para depois gerar um paper científico. Então, isso não existe em lugar nenhum da Terra. O que a gente tem e seria a forma mais adequada de classificar esses seres, seria falar de tipologia baseada na descrição da testemunha que as viram.
Então, dentro da tipologia, a gente tem a tipologia alfa, que corresponde a 80% dos casos. E o que é a tipologia alfa? É aquele gray, cinzento, de olho preto.
Geralmente baixinho, mas pode variar em altura. Tem algumas variações. Aí você tem o beta, que é 15% dos casos são seres parecidos com o ser humano. E tem os gamas, que são bem exóticos. Então o ET de Varginha estaria dentro dos gamas. Seres energéticos, robóticos, com o corpo todo coberto de pelos.
seres antropomorfos, que às vezes aparecem também, é mais raro, mais vez ou outra aparece. Então, esses seres mais bizarros...
eles estão dentro dessa tipologia que corresponde a 5% dos casos mundiais. Então, basicamente, a gente tem três níveis. Dentro desses níveis, aí tem várias tipologias e aparências diferenciadas. Deixa eu ver se... Por exemplo, só para você ter uma ideia, aqui há alguns tipos que já foram... Danato, só para...
que já foram descritos em casa. Então, esse aqui que é o beta, que é bem parecido com o ser humano, geralmente aqueles loiros de olho azul, de porte. Aí você tem, por exemplo, o alfa, que são aqueles mais parecidos com o gray.
Tem os exóticos aqui, isso aqui parece um duende, um ser com o corpo todo coberto de pele. Isso aqui é de um caso que aconteceu na Venezuela em 1954, inclusive teve luta corporal.
com as testemunhas, eles saíram do disco e tal. E o interessante de falar desses peludos é que em Varginha, inclusive eu cito no meu livro, um caso de um desses peludos que lutou com um jovem chamado Luciano, e esse jovem...
que ficou cortado, inclusive, esse aqui saiu nos jornais de Passos, Minas Gerais, na época do caso Varginha, e foi intitulado pela população e pelo jornalista de lobisomem.
Por quê? Porque era a lenda mais característica. Ah, é uma criatura peluda, não sei o quê, então é lobisomem. Mas aqui, o caso do lobisomem mobiliza a polícia. Então teve em Varginha também esses seres peludos que apareceram. Geralmente, no Rio Verde, isso aqui é um desenho de uma dessas criaturas, de como foi vista.
E tem, por exemplo, cartas que nós recebemos de militares do exército falando de operações pente fino que foram feitas no Rio Verde, que margeia toda a varginha ali, no intuito de tentar capturar essas criaturas, tanto sem pelos como as peludas, que foram vistas no rio.
Uma dúvida que eu tenho é, já houve algum tipo de contato real? Não contato, eu sei que houve, mas assim, uma troca de informações com essas criaturas catalogadas, ou que se saiba, para entender.
O que eles pretendem vindo nos visitar? O que eles estão vindo procurar? Como eles vêm? Já existiu esse tipo? E como se existiu? Como é que foi essa comunicação? Olha, geralmente, quando um abduzido, que é a pessoa que é sequestrada a bordo da nave,
na hora que está vivenciando experiência e tudo mais, é que é um negócio traumático, muitas vezes. Se ela tem a espiritualidade de pensar, olha, vou perguntar isso. Aí ela pergunta. Às vezes os seres respondem, às vezes não.
Às vezes falam, não estou autorizado a responder esse tipo de coisa. Alguma coisa eles falam. E geralmente eles falam como? Pode ser verbal, pode ser mental, tipo telepaticamente, ou às vezes não fala nada. É só um som meio gutural, um gruído, uma coisa ininteligível que as pessoas não vão saber o que eles estão falando ali. Mas quando eles falam, respondem alguma coisa...
geralmente eles dão um direcionamento. Mas o que a gente percebe, analisando os casos mundiais, que há um interesse por parte desses seres em manter o seu real objetivo na clandestinidade, ou oculto dos abduzidos, ou da própria civilização humana. Por que? Aí já é uma especulação minha. Por que eles fazem isso?
Porque provavelmente a gente está sendo ali massa de manobra, cobaia humana na mão deles. Para um propósito que beneficia esses seres e não a raça humana, teoricamente. Eu penso assim.
Porque os casos de abdução são mais nocivos do que benéficos. Há casos de cura de pessoas? Sim. Mas é um percentual ínfimo, bem pequenininho. Então, está claro para mim que esses seres não querem revelar o real objetivo, porque talvez, se nós revelarmos, se eles revelarem esse real objetivo, talvez o ser humano consiga interromper esse processo.
E se interromper o processo do propósito deles, eles vão ser prejudicados, não a nossa raça humana. Então eu acredito que é alguma coisa por aí. Por isso que o fenômeno é tão sorrateiro, é tão...
escondido essas coisas. Além disso, de ter esse acobertamento por parte deles, a gente sofre, o ufólogo aí, já falando como pesquisador, o acobertamento militar e dos governos.
por conta da ganância tecnológica. Eles querem deter a tecnologia dessas naves, porque essa tecnologia, através de uma engenharia reversa, poderia ser utilizada para colocar a nação que detiver essa tecnologia na frente, na vanguarda. Ela vai ficar, em primeiro lugar,
frente aos seus inimigos potenciais. E aí eu sempre falo, se for os Estados Unidos, vai ficar na frente da Rússia, da China, se for algum outro país, vai ficar na frente dos seus inimigos bélicos, potenciais. Então, por isso que o assunto é tão escondido.
A gente teve agora recentemente uma reunião em Washington, que falaram inclusive sobre Varginha lá. Eu achei um negócio bem interessante, que um dos militares norte-americanos, ele falou que o ufólogo, ou talvez a gente que mexa com isso, deveria focar mais na entidade biológica.
do que na tecnologia, porque a tecnologia é um negócio que dificilmente vai vazar isso daí, porque há essa cobiça por parte dos cientistas, dos militares, que querem essa tecnologia. Mas se a gente for para o lado da biologia...
diferente, ou seja, aquele ser que tem uma configuração biológica diferente, talvez pela biologia a gente consiga abrir um pouco mais essa questão dos OVNIs. Mas você sabe que, eu acho também, que a gente não está preparado ainda para esse encontro. Edson, tem uma questão aí também, você falou um pouco dos Estados Unidos, os Estados Unidos meio que domina essa...
que é o que dizem na área 51, domina essas criaturas, mantém elas lá e tem as documentações e tudo, e o Trump disse que vai liberar esses arquivos para domínio público. Como que isso está sendo tratado dentro do grupo de ufologistas? Qual a expectativa? O que vocês sabem da área 51, primeira coisa, né? E o que vocês esperam que apareça nesses documentos?
Então, a Área 51, historicamente, seria o lugar onde é depositado essas naves não-humanas e essas entidades não-humanas. Então, hoje a gente sabe que não tem só a Área 51, tem a Área 52 e 53 no deserto de Nevada interligadas e que trabalham não só com o negócio ufológico, vamos dizer assim,
mas também desenvolvendo outras tecnologias através de engenharia reversa. Aquele avião stealth que não era detectado em radar, foi a partir dali, da área 51, que ele ficou conhecido, isso na década de 90. Então é uma área...
em que a gente sabe que tem segredos militares e tecnológicos ali. E é para onde é levado. Varginha foi levada a nave para lá, as criaturas, isso nós sabemos. Agora, o que aconteceu recentemente? Obama falou que ET extraterrestre é real.
Isso causou uma bagunça, aí o Trump falou, vamos ter que liberar aí, porque o Obama revelou um negócio que não era para revelar. Depois o Obama voltou atrás, falou que estava brincando, mas aí já está falado. E o Trump empenhou e fez um documento solicitando ao PIT, que é lá da parte de inteligência dele, para ver o que podia liberar a respeito disso.
Tem uma outra pessoa também do Pentágono lá para resolver. E já havia a deputada Ana Paulina Luna conduzindo um comitê para abertura, mesmo que parcial, de alguns documentos. Então, o que ficou agora decidido? Que vão liberar mesmo.
Agora, o que vão liberar, se vai ter coisas mais profundas, mais bombásticas, ou se vai chover no molhado, ou mais alguns documentos que vão ser liberados, mas não tão importantes, a gente não sabe. A gente sabe que é mais fácil o governo norte-americano liberar casos de outros países da América Latina, como Brasil, Peru, etc. e tal, do que liberar o que está dentro do próprio país dele.
por questões estratégicas de segurança nacional, mas alguma coisa vai ser liberada. Então a expectativa é grande, porque os brasileiros têm esse acordo com o governo norte-americano, então se houver uma abertura lá, é possível que haja uma abertura aqui de novos arquivos, porque o que já foi liberado no arquivo nacional é apenas, vamos dizer assim, a ponta do iceberg.
São documentações de classificação rasa e coisas secretas, ultra secretas, nunca foram liberadas. Então pode ser que abra aí um pouquinho mais, dependendo até onde o Trump vai, e o Brasil comece a liberar também. A gente já teve, inclusive, uma manifestação pública do Aldo Rebelo, que foi ministro de defesa do governo da Dilma.
E que, como ele era da defesa, ele teve acesso. Então, o que ele falou? Eu vi os documentos, eu sei que tem. Se eu for eleito, então é uma promessa de campanha já dele. Se eu for eleito presidente do Brasil, eu vou liberar isso. Só que é um discurso meio...
infundado nesse momento. Porque a gente sabe que os presidentes, tanto brasileiros, americanos, eles têm um acesso a esse assunto que tem um nível. Por exemplo, nos Estados Unidos, o presidente vai até o nível 17. E, óbvio, essas coisas estão no nível 21 para cima.
Então ele não tem acesso a esse tipo de informação. Mas as coisas estão mudando, o mundo está mudando, e não está dando mais para tapar o sol com a peneira, porque há muitos casos ocorrendo em todos os lugares, essa movimentação.
internacional, principalmente vindo dos Estados Unidos, tentando liberar as informações, as denúncias que ocorreram até pouco tempo atrás no Congresso Nacional Norte-Americano, através de audiências, o David Grush e outros, o capitão comandante Galadê, lá da Marinha, que falou sobre osbios. Então, veja que a gente está num momento crucial desse assunto.
em que a qualquer momento nós teremos essa revelação. A Lara Trump, que é a nora do Donald Trump, ela falou que o presidente já está com o discurso pronto.
Um outro pesquisador inglês, que é diretor de documentário, esse tipo de coisa, ele comentou agora recentemente que o discurso já estava pronto para o Trump fazer no dia 8 de julho de 2026, que é quando vai ser o 79º aniversário do caso Roswell.
Então, parece que já está tudo arquitetado. Você acha que a escolha do Papa americano também não é algo arquitetado? Porque já tinha um cronograma para acontecer essa revelação? Porque a religião vai ser impactada quando vier uma revelação dessa. Então, você tendo ali um americano, um Papa americano, para botar panos quentes, macomunado com o Trump, né?
vai ser muito mais fácil de controlar a massa de fiéis. O caminho já está aberto. O caminho já está...
Pronto. Ou seja, só nos resta esperar as cenas dos próximos capítulos. E por falar nisso, senhores, infelizmente a gente está chegando nos momentos finais do programa. Edson, a gente tem muita pergunta ainda para fazer. Já fica o convite aqui para você retornar ao programa. Ok. Tem muita coisa que a gente queria perguntar e não pôde.
E você aí, tá gostando? Então curta, comente, compartilhe e nos ajude a trazer cada vez mais informação de qualidade para esse lindo universo condominial. E não se esqueça, tá? Esse projeto só seria possível...
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Sobre ufologia. Dá uma chegadinha lá. Se inscreve no canal. E eu tenho uma loja. Quem se interessou pelo livro. Tem outros produtos. Lá tem pelúcia. Tem meia. De ET. Tem revista. Tem um monte de coisa legal. Então dá uma força para a gente também. É www.lojadoedsonboaventura.com.br E você comprando algum produto.
está ajudando nas nossas pesquisas, nessas pesquisas de campo. Porque eu sou um pesquisador raiz que ainda vai lá no campo, conversa olho no olho com a testemunha, porque a gente tem esse interesse de desvendar esses mistérios do fenômeno óbvio.
Maravilha. Mais uma vez, muito obrigado. Obrigado, Rogério. Muito obrigado. E você aí, a gente se vê novamente na próxima quarta-feira, às 9h30. E não esquece, hein? Ele volta. Tchau.