Episódios de Duas e Tanto

TariFlávio: Flávio Bolsonaro paga a conta das tarifas dos EUA contra o Brasil

04 de junho de 202621min
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Neste episódio do Duas e Tanto, Carol Pires e Marina Dias comentam a gangorra entre Lula e Flávio Bolsonaro a cinco meses da eleição, desta vez puxada pelas duas novas propostas de tarifas dos EUA contra o Brasil –que juntas chegam a quase 40% e miram desde o PIX até o agronegócio. Flávio tinha acabado de tirar foto com Trump e comemorar a classificação do PCC e do Comando Vermelho –mas o tarifaço, que Eduardo ajudou a cavar no ano passado, caiu no colo dos Bolsonaros.

#TariFlávio #FlávioBolsonaro #Lula #Tarifaço #Eleições2026

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Participantes neste episódio2
C

Carol Pires

Host
M

Marina Dias

Host
Assuntos5
  • Tarifas EUA contra BrasilPropostas de novas tarifas · PIX · Trabalho forçado · Donald Trump · Governo Lula
  • Histórico de expansão do Comando Vermelho e PCCDemanda dos Bolsonaro · Risco à soberania territorial · Flávio Bolsonaro · Donald Trump
  • Contexto Político-EleitoralTermo 'TarifFlávio' · Crítica de Lula a Bolsonaro · Carta de Flávio a Marco Rubio · Lula · Flávio Bolsonaro · Marco Rubio
  • Política de Tarifas de TrumpTarifas de 2025 · Reversão das tarifas por Lula · Encontro de Lula com Trump · Eduardo Bolsonaro · Lula · Donald Trump
  • Redes Sociais PoliticaPreocupação com o voto jovem · Desgaste da imagem de Bolsonaro · Menções negativas nas redes · Flávio Bolsonaro
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Marina Dias:Why wait?

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Carol Pires:Oi, amiga! Oi, amiga! Tô te ligando porque faltam 5 meses para as eleições e a gente tá numa gangorra que tem a ver com a relação com os Estados Unidos, mas que tá tendo impacto direto nas imagens do Lula e do Flávio Bolsonaro. Cada hora um tá por cima, outro tá por baixo, e isso tá se movendo muito rápido, né? Então, na terça, a gente falou sobre a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como facções criminosas, que os bolsonaros vendem como uma ideia, mas é um risco enorme à soberania territorial e ao sistema financeiro brasileiro. Então voltem nesse episódio de terça-feira e assistam para entender a complexidade disso. E logo depois, o governo Trump anunciou duas novas tarifas às importações brasileiras, o que caiu na conta do Flávio, mas agora negativamente. Bora, bora! Meu nome é Carol Pires.

Marina Dias:Meu nome, eu sou Marina Dias.

Carol Pires:Eu sou Carol Pires.

Marina Dias:Eu sou Marina Dias.

Carol Pires:E esse é o Duas e Tanto.

Marina Dias:Todas as terças e quintas eu e a Carol a gente se liga para falar de um tema da política que tá bombando, de um jeito fácil, rápido, acessível, para que todo mundo possa acompanhar e entender. Esse é um podcast rapidinho, é o tempo de você passar um café. Sigam a gente no canal da Carol no YouTube, @piriscarol. Sigam a gente no Instagram, @duasetanto, e em todas as plataformas de áudio.

Carol Pires:Duas e Tanto é uma produção da Zarabatana Estúdio com distribuição da Rádio Novelo. Amiga, vou fazer uma recapitulação para a gente chegar até o que aconteceu essa semana, né? Então vamos lembrar que 2025 ainda era véspera do julgamento do Bolsonaro por tentativa de golpe e outros crimes pelo pelos quais ele tá preso, condenado a 27 anos de reclusão. O Eduardo Bananinha Bolsonaro foi morar nos Estados Unidos para ser ali o lobista do bolsonarismo. O Eduardo Bananinha Bolsonaro começou a trabalhar ativamente para pressionar o governo americano contra o governo Lula, para assim pressionar por uma anistia ao pai. E ele conseguiu, trabalhando contra o Brasil, realmente fazer que os Estados Unidos metessem um tarifaço às importações brasileiras ali em julho de 2025. Ele não colocou tarifa só contra o Brasil, né, mas no caso do Brasil tinha ali uma justificativa que falava de ataques do Brasil à liberdade de expressão. E aí os Bolsonaro celebraram. O Flávio inclusive tuitou: obrigada, Trump, faça o Brasil livre de novo. Então a família celebrou tarifas contra o próprio País teve uma manifestação em apoio ao Bolsonaro, você lembra? Abriram a bandeira dos Estados Unidos. E isso, obviamente, isso obviamente saiu pela culatra porque o Lula bateu forte nisso, né, com discurso da soberania nacional, não se curvou aos Estados Unidos. O Bolsonaro foi condenado pelo STF, eventualmente a Suprema Corte americana derrubou o tarifácio dizendo que era inconstitucional porque o Trump tinha usado ali uma lei de emergência urgência, né, que o tribunal falou que não podia. Aí, maio desse ano, o Lula foi à Casa Branca, ficou lá 3 horas com Trump. A gente também fez um episódio sobre isso, Marina tinha informações exclusivas lá de Washington. E nesse encontro, Lula mostrou dados, né, mostrou que os Estados Unidos têm superávit de 415 bilhões com o Brasil nos últimos 15 anos, pediu um prazo de negociação. E aí foi aquele momento que o Trump chamou o Lula de dinâmico, go do Lula naquele que momento. Aí vem o Flávio, a gangorra mudando, né? Vem o Flávio Bolsonaro, pouquinho depois, no meio da crise do Master. Lembrando que surgiu um áudio em que ele chama o Vôr Caro de irmão. Vôr Caro, dono do Banco Master, a maior fraude financeira do Brasil, e negociando ali R$134 milhões. Então esse áudio ainda tava na cabeça de todo mundo. Flávio Bolsonaro vai para Washington tentar mudar de assunto, tira uma foto com Trump no Salão Oval, Que você falou que era um encontro, na verdade, chamado de photo opportunity, né, uma oportunidade para foto. Então não era assim um encontro formal marcado na agenda, foi ali, agora dá, agora dá, entra aí, bate a foto. E aí, 2 dias depois, o Trump classificou PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, que era uma demanda dos Bolsonaro. Qual é a apuração? O Flávio soube antes que essa classificação, enfim, ia sair. Conseguiu cavar uma foto com Trump e voltou dizendo que tinha sido ele que levou essa demanda. Ficou parecendo que assim, pedi e o Trump foi lá e decidiu isso só porque eu pedi. Pareceu uma vitória, mas durou 2 dias, porque em seguida o governo dos Estados Unidos anunciou uma tarifa. E eu quero que você explique, amiga, anunciou na verdade duas tarifas, né?

Marina Dias:E a gente tava de tarifas, mas é proposta de tarifas, exato.

Carol Pires:E aí a foto do Flávio com Trump tava lá, aquele tweet do Flávio agradecendo o Trump pelas tarifas tava lá, e agora o Flávio precisa segurar esse rojão. Aí eu acho que a gente pode explicar o que que são essas sugestões de novas tarifas, a justificativa dada pelo governo Trump, a repercussão política disso. E aí eu passo para você, amiga.

Marina Dias:Maravilha! Então vamos lá tentar explicar da onde surgiram essas novas propostas de tarifa, né? Os Estados Unidos anunciaram duas possibilidades propostas de novo tarifácio contra o Brasil, que juntos podem chegar a 37,5% de novas taxas sobre produtos brasileiros. São duas investigações separadas que o Departamento de Comércio americano está conduzindo e que geraram essas propostas de mais tarifas. Por enquanto são propostas e a palavra final vai ser do Trump, que pode decidir aplicar ou não essas tarifas sobre o Brasil até julho. Então eu vou explicar amiga, as duas investigações, para ficar bem claro da onde surgem essas novas possibilidades tarifárias contra o Brasil.

Carol Pires:Eu não sei se precisa só dar um contexto de que quando a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou as primeiras tarifas, eu falei, né, porque ele tinha usado esse instrumento de emergência e não era o caso. Então ele foi atrás desse plano B, né, que é investigar os países por práticas desleais. Então agora ele tá tentando de novo colocar as tarifas, só que agora por um jeito que a Suprema Corte não consiga derrubar, né?

Marina Dias:Exato, baseado em leis mais consolidadas do sistema americano, e aí seria mais difícil reverter. Bom, a primeira investigação é baseada justamente nessa chamada Seção 301, que apura práticas consideradas injustas ou desleais para a economia americana, na visão dos próprios americanos, né? Então os Estados Unidos listaram coisas que o Brasil faz que na opinião do governo Trump atrapalham empresas americanas, atrapalham o comércio americano, como por exemplo o PIX. Você explicou, amiga, no nosso episódio de terça-feira porque os Estados Unidos estão implicando com o PIX, né? E basicamente é porque o PIX é uma transação que não precisa passar por nenhum caminho do setor financeiro americano, é de CPF para CPF entre bancos brasileiros. Então cartões de crédito de bandeiras americanas como Visa, Mastercard não têm papel nessa transação. E como o Pix virou o método de pagamento mais popular e mais usado no Brasil, os Estados Unidos estão incomodados porque as empresas americanas estão ficando em segundo plano. Então, por conta dessas práticas, né, e o Pix uma delas, que os Estados Unidos dizem que são injustas com eles, o Departamento de Comércio americano propôs 25% de tarifas sobre produtos brasileiros. Essa é a primeira investigação. A segunda investigação é sobre trabalho forçado. Os Estados Unidos dizem que o Brasil não proíbe a importação de produtos feitos com trabalho forçado, e aí propôs mais uma taxa de 12,5% sobre mercadoria brasileira. Essa investigação de trabalho forçado, só para deixar claro, não era apenas em relação ao Brasil. Eram 59 países investigados, mais União Europeia. Então era uma gama bem grande de países. E a explicação do Brasil é que o Brasil proíbe sim a importação de produtos feitos sob trabalho forçado, mas os Estados Unidos dizem que não é suficiente. E aí, na lista de países, amiga, junto com o Brasil, a gente tem Canadá, Reino Unido, a gente tem países desenvolvidos.

Carol Pires:É uma lista enorme de dezenas de outros países, né, que tem a ver muito com a China, né, porque na verdade eles também colocam essa lógica de que os países que compram insumos baratos da China, que eles dizem que são feitos com trabalho forçado, tão criando concorrência desleal contra o trabalhador americano, né.

Marina Dias:Exatamente. E aí, amiga, com essas duas novas propostas de tarifas sobre o Brasil, 25% da investigação da Seção 301 e 12,5% da investigação de trabalho forçado, a gente teria aí quase 40% de novas tarifas que, se forem aprovadas pelo Trump, podem incidir em até 21% das exportações brasileiras. Ou seja, muitos setores econômicos, inclusive o agronegócio, que é uma base importante do bolsonarismo, podem ser bastante prejudicados. Então essa é a disputa comercial, tá posta, e até julho a gente pode ter a batida de martelo do Trump. Vamos à disputa política. Assim que essa proposta de novo tarifaço foi anunciada pelos Estados Unidos, o presidente Lula e os aliados dele já jogaram a culpa na família Bolsonaro, com foco no Flávio Bolsonaro, que é o candidato à presidência neste ano contra o Lula. O Flávio Flávio, irmão dele Eduardo, como você falou, amiga, tinham viajado para Washington dias antes do anúncio do tarifaço. Então foi fácil para o PT e para o Lula tentarem colar esse tarifaço na imagem do Flávio. E aí, amiga, eles começaram a chamar esse tarifaço de tariflávio. E por que que eu tô dando bastante ênfase nisso? Porque eu vou falar de alguns dados de monitoramento de rede para mostrar que esse termo colou. E quem inventou esse termo, amiga, Foi o secretário de comunicação do PT chamado Éden Valadares. Ele emplacou o Tareflávio como o termo aí que entrou nas redes sociais. O Lula foi para cima nos discursos públicos, né, falou que os filhos do Bolsonaro são piores que o próprio Bolsonaro, são traidores da pátria, aspas do Lula, e que ele vai mandar uma carta para o Trump dizendo que as negociações ainda estavam à mesa, né, que eles tinham, como você falou, proposto um prazo espaço de negociação para que essas questões comerciais fossem resolvidas, e que o Brasil não pode aceitar esse tipo de tratamento por parte dos Estados Unidos. Isso Lula falando nos discursos. Em nota oficial, o governo brasileiro também falou em reciprocidade, ou seja, se os Estados Unidos taxam o Brasil, o Brasil também vai taxar os Estados Unidos. E aí, do lado do Flávio, amiga, ele sentiu A água batendo na bunda também imediatamente, né? Então ele gravou um vídeo dizendo que na verdade ele pediu para o Trump não taxar o Brasil. Ele mandou uma carta para o secretário de Estado americano, Marco Rubio, pedindo para que não coloque essas novas tarifas. E aí, para falar do Marco Rubio, né, amiga, como Flávio mandou essa carta, o Marco Rubio, para quem não tá familiarizado com a política dos Estados Unidos, é, ele é o chanceler, ele é como se fosse o ministro das relações relações exteriores, né. Então o Flávio manda a carta para o Rubio e o Lula chama o Rubio de latino-americano frustrado. O Rubio é filho de cubanos, né, e ele tem essa obsessão de derrubar o regime cubano e venezuelano também, começou pela Venezuela, enfim. E na entrevista que eu fiz com o presidente Lula, amiga, logo depois da visita dele à Casa Branca, ele me disse que era difícil negociar com o governo Trump se o O chefe de Estado não gosta da América Latina, né? Então, realmente, essa ideia de que o Marco Rubio, segundo o próprio Lula, é um latino-americano frustrado.

Carol Pires:É, o Rubio inclusive tinha dito, né, no começo do governo Trump, que ele iria focar em derrubar os regimes da Venezuela, Cuba e Nicarágua. E aí ele falou essa semana num depoimento ao Senado listando esse país e colocou o Brasil também nessa lista de países não amigos dos Estados Unidos, né? Que é a primeira vez que Isso acontece nem na intervenção americana na ditadura, no governo brasileiro que instaurou a ditadura, algo assim foi dito, né?

Marina Dias:E aí ele, Flávio, disse que essas investigações começaram em 2025, ou seja, antes da visita dele ao Washington na semana passada. Ele tá tentando desesperadamente se descolar do Tarifaço, né? Mas o fato é que o Tarifaço tem o DNA dos Bolsonaro, porque começaram Sim, no ano passado, é verdade, mas como você falou, quando Eduardo Bolsonaro tava lá fazendo lobby para Casa Branca sancionar o Brasil na tentativa de parar o julgamento do pai dele, né, por golpe de Estado. Então, amiga, no ano passado o Lula dizia que as tarifas eram culpa dos Bolsonaro, ele negociou com o Trump, conseguiu reverter grande parte dessas tarifas, e ele conseguiu capitalizar isso a favor dele, né. Foi quando a popularidade do Lula alcançou o seu melhor momento neste terceiro mandato. Foi logo depois dessa reversão do tarifaço ali no fim do ano passado. Então ele tenta repetir isso agora, né, amiga? É mais ou menos onde a gente tá. E aí eu queria só falar um pouquinho desse monitoramento, é bem, é bem rapidinho, mas que eu acho interessante, porque os aliados do Flávio, amiga, com quem eu conversei, eles estão preocupados que o Flávio não consiga nem celebrar esses ganhos da visita dele a Washington, que seriam a classificação, seria a classificação do PCC e do Comando Vermelho em organização criminosa. Porque primeiro ele não calculou as possíveis ameaças para o sistema financeiro brasileiro, principalmente para o PIX, que essa classificação pode causar, como você bem explicou no episódio passado. E agora esse tarifaço que também tá colando nele. E olha, esse, essa preocupação tem razão, de ser, porque a ideia de traição ao Brasil explodiu nas redes sociais essa semana, com 78% das menções contra o Trump e os Bolsonaro, segundo levantamento da Ativa Web Data Lab. Foram 15 milhões de interações nas redes sociais sobre o assunto, amiga, só na terça-feira, quando a nova proposta de tarifácio foi anunciada. Então é muito representativo, né, de que 15, entre 15 milhões, quase 80% das menções eram negativas para Bolsonaro.

Carol Pires:Sim, curioso que o governo tá conseguindo sempre colocar uma pauta positiva em cima dos erros dos Bolsonaro, né? Porque algumas das propostas do governo, como por exemplo isenção de imposto de renda, você leva um tempo para você ver o efeito, né, para as pessoas sentirem na prática assim. Mas quando os Bolsonaro erram, e erram feio e com bastante frequência, é quando o governo consegue responder, né? E aí esse efeito é imediato. Tem aí um desgaste que não necessariamente faz o voto migrar para o Lula, né, porque ele tem esse teto e uma rejeição ali estrutural, mas corrói bastante o apoio ao Flávio. E ele precisa especialmente ali do voto de jovens, 16, 24 anos, centro-direita, então não são os mais radicalizados, né, renda acima dos 5 salários mínimos. Então a gente sempre fala que é esse voto ali do meio, né, que governo e oposição precisam disputar para conta fechar na época da eleição. Amiga, então acho que o resumo é: no fim das contas, a tarifa pode ou não virar, essa negociação continua, né? Mas o que foi dito foi dito, quem tá na foto tá na foto, e hoje nessa gangorra o Flávio tá embaixo, mas nada é definitivo. Momento pré-eleitoral, tudo esquenta, né? Lula falou na reunião ministerial para todo mundo bater na tecla do Flávio traidor sair viajando. Então a gente tem que ver como é que segue essa gangorra daqui para frente. Hoje você viaja de férias merecidas, e aí os próximos 3 programas são de entrevistas que a gente fez com convidados, cada um para explicar um tema super super importante, né, que vocês estavam pedindo aqui um tempo. Então, primeiro é com Felipe Recondo, o jornalista que mais sabe de judiciário no Brasil, para explicar como funcionam as alianças no STF, quem é amigo de quem, porque que uma hora alguns estão juntos, depois os grupos se reorganizam, né, quem é progressista, quem é conservador, quem é vegano ou não. Até isso a gente perguntou. Outra é para a gente, quem é aparecido, estrelinha, Quem é caprichoso e quem é garantido. Outro para explicar por que que, apesar dos bons dados econômicos, o governo Lula não consegue capitalizar isso politicamente. A gente entrevistou a Laura Carvalho, economista. E também um super legal sobre o peso das mulheres conservadoras nas eleições, né, e a expectativa de que elas façam— atenção— elas talvez façam a maior bancada feminina da história, as mulheres conservadoras. E aí a gente falou com a Jaqueline Teixeira, que é pesquisadora, ela é cientista social, teóloga, antropóloga, pesquisadora do Cebrap. A gente ficou chocada com as informações que ela trouxe para gente.

Marina Dias:E um sobre a Copa, e a gente tem um episódio sobre a Copa. Finalmente vocês saberão a minha opinião sobre a convocação do Neymar.

Carol Pires:E você entrevistou quem exclusiva?

Marina Dias:Seguiu, acompanhou O Carlo Ancelotti, que é o técnico do Brasil, o primeiro técnico estrangeiro da história do Brasil durante uma Copa do Mundo. Então eu vou falar sobre isso nesse nosso programa sobre episódios sobre Copa.

Carol Pires:Arrasou, amiga! Suas entrevistas são assim só com topzera.

Marina Dias:Beijo, tchau, gente!

Carol Pires:AI or crypto's trillion-dollar swings.

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