Episódio 57 - FAQ Biológicos: 10 dúvidas técnicas que eu recebo toda semana
Toda semana as mesmas perguntas chegam: "Posso misturar biológico com químico?", "Qual o melhor timing pra biofungicida?", "Meu produto não funcionou, o que foi?". Neste episódio especial de FAQ (Frequent Asked Questions), Isabella Tavares responde as 10 dúvidas técnicas mais frequentes sobre biológicos agrícolas com base em anos de experiência prática no campo. Desde compatibilidade e ordem de mistura no tanque até quando o produto não funciona, você vai receber respostas diretas e aplicáveis para usar hoje mesmo na sua lavoura.
Abordamos timing ideal de aplicação, condições climáticas, como identificar produtos de qualidade, doses corretas, e os erros mais comuns que fazem biológicos "não funcionarem".
Cada resposta é baseada em ciência e experiência real de campo, sem enrolação. Se você trabalha com biológicos ou quer começar a usar, este episódio é essencial para evitar erros caros e garantir eficácia. Conhecimento técnico em linguagem simples, do laboratório direto para o campo.
- Compatibilidade de Biológicos e QuímicosCompatibilidade de Tricoderma com fungicidas sistêmicos · Evitar fungicidas cúpricos · Cuidado com bactericidas para Bacilos · Carbendazin com tiran e parede celular · Metarrhizium e óleos/abamectina · Tabelas de compatibilidade por empresa · Lista generalista de químicos
- pH e Dureza da Água na AplicaçãoImportância do pH da calda · pH ideal para fungicidas e biológicos (5.5-6.5) · Impacto de herbicidas no pH · Extremos de pH ( 8) e morte de biológicos · Dureza da água e carbonato de cálcio · Uso de condicionador de cauda · Incompatibilidade biológica por água dura
- Aplicação Preventiva de BiofungicidasBiofungicida é preventivo, não curativo · Timing ideal na soja (V4-V6 e V8-R1) · Importância de pegar solo e folha · Proteção de folhas de bacheiro e vagem · Preferência por bactérias à base de indósporo · Resistência e estrutura de resistência (endóspero) · Aplicação junto com fungicida sistêmico · Substituição de químicos (mancozebe, clorotalonil)
- Escolha de Fungos para Pragas EspecíficasBovéria para parte aérea · Metarrhizium para pragas no solo · Uso combinado de Bovéria e Metarrhizium (milho) · Bovéria vs. Isaria/Cordyceps para insetos sugadores · Bovéria mais rústica para regiões quentes
- Horário e Condições Ideais de AplicaçãoHorário ideal: antes das 10h e após as 16h · Fatores ambientais: temperatura, umidade,
Sejam bem-vindos a mais um episódio do Bioagrotec. Eu me chamo Isabela Tavares, sou biotecnologista e entomologista, e esse é o seu podcast que descomplica o mundo dos produtos biológicos na agricultura.
Hoje eu vou responder as 10 dúvidas técnicas que eu mais recebo no Instagram, no TikTok, no grupo VIP e nos comentários das redes sociais também. Então toda semana é a mesma coisa, pelo menos uma vez na semana. Isabela, eu posso misturar tricoderma com fungicida? Qual que é o melhor momento de biofungicida na soja ou no milho? Meu biológico não funcionou, o que pode ter acontecido?
São sempre as mesmas perguntas, então eu resolvi fazer um episódio só com isso, só com essas perguntas mais frequentes, as FAC, que é a sigla em inglês, né? E eu vou dar as respostas práticas que vocês vão conseguir aplicar aí no dia a dia de vocês no campo. E no final eu vou contar como é que vocês podem aprofundar nesses temas ainda mais. Vamos lá? Bom, a pergunta 1. Posso misturar biológicos com químico na mesma cauda? Depende. Igual o agrônomo, né? Tudo depende.
Em regra geral, o tricoderma é compatível com a maioria dos fungicidas sistêmicos, mas tem que evitar os cúpricos. Os bacilos a gente tem que tomar cuidado com os bactericidas e alguns fungicidas, por exemplo, carbendazin com tiran pode causar um problema na parede celular.
Metarrhizium, eu não indico colocar óleo de laranja ou óleo mineral, ou até abamectina, que são produtos muito fortes, que podem também romper essa parede celular do micro-organismo. Então sempre consulta a tabela de compatibilidade da sua empresa parceira de biológico, porque cada cepa, cada formulação tem a sua especificidade. Vocês já viram falar que...
Às vezes o biológico é compatível com um tipo de químico, mas com outro não. E é o mesmo ingrediente ativo justamente por isso. São formulações diferentes, são empresas diferentes. Então isso pode modificar. Se você não tem essa empresa parceira com quem você pode contar, a gente tem uma lista generalista com os principais químicos de mercado. E ela está disponível como um bônus quando você adquire o curso de manejo biológico na soja.
Eu vou deixar o link para vocês aqui na descrição do episódio. Para vocês conferirem também.
Mas tá na nossa bio do TikTok, do Instagram, arroba bioagrotec.podcast. Bom, próxima pergunta. O pH da calda importa? Sim, gente. E muito. Principalmente se você vai aplicar produtos que reduzem esse pH. Como herbicidas, por exemplo, né? Vai reduzir muito.
Os fungicidas, por outro lado, têm seu ideal de aplicação entre 5.5 e 6.5, que também é o de biológico. Então tenta seguir sempre esse limiar, tá bom? Caudas com extremos de pH menor que 5 ou maior que 8, elas podem acabar com o seu biológico antes mesmo dele chegar no solo ou na praga.
Outra dica bônus, cuidado com a dureza da água. Água de represa ou água de captação, depois das chuvas, elas costumam ter bastante carbonato de cálcio. Isso pode interferir na parede celular dos micro-organismos também e levar eles à morte. Então se você tem esse problema de água dura, adiciona no tanque, antes de qualquer produto na cauda,
condicionador de cauda que vai quelar essas cargas que são indesejadas. Inclusive pode até formar, dependendo da cauda ali com muito produto e essa água dura, uma incompatibilidade biológica, a formação de um novo produto. Inclusive a gente tem um episódio só sobre essa parte de incompatibilidade. Vai lá e escuta que tá bem legal. Terceira pergunta.
Bovéria ou metarrhysium para praga X. Eu vou dar uma dica para vocês não esquecerem mais. Bovéria, parte aérea. Até rima, né? E o metarrhysium é para pragas que tem pelo menos uma parte do seu ciclo no solo. Porque de forma geral, o metarrhysium é um fungo do solo.
Gente, mas existem exceções. Essa é uma regra, mas cada regra tem sua exceção. Por isso, no manejo cabem muitos produtos que utilizam os dois juntos. Por exemplo, agora no milho a gente tem problema de cigarrinho, então a gente usa bovéria. Mas também tem problema com percevejo marrom ou percevejo barriga verde, a gente usa metarríseo. Então os dois podem casar muito bem juntos. Aí você pode se perguntar, mas entre bovéria e isária, ou cordíceps, né?
Elas vão muito bem para insetos sugadores, de forma geral. Mas lembrando que para regiões quentes, com maior incidência de raio V, baixas temperaturas ou até vazões baixas, a bovéria se sai melhor, porque a bovéria é mais rústica. Os dois são fungos incríveis, mas tem essa diferença de região. Quarta pergunta. Qual o melhor momento para biofungicida na soja?
preventivo sempre. Se eu pudesse escrever uma palavra para vocês em relação ao biológico, seria preventivo. Biológico não é curativo. Então o timing ideal na soja é entre V4 e V6, a primeira aplicação para você pegar solo, aplicação no vegetativo, tá gente? Preventivo, até rimou. Então é para pegar o solo e pegar a folha também.
E 15 dias depois, a segunda aplicação, entre V8 e R1, para formar mais uma proteção desse filme, para reduzir essa entrada de patógenos ali na folha, principalmente folhas de bacheiro. Biológico costuma segurar muita folha de bacheiro. Se eu seguro folha de bacheiro, eu seguro vagem. Se eu seguro vagem, eu tenho uma produtividade maior. E dêem preferência às bactérias à base de indósporo, que tem essa resistência maior.
O que acontece? Você aplica no sol do meio-dia, o endóspero vai ficar ali. Mais, porque é a estrutura de resistência da bactéria. Mas quando chega ali por volta das quatro da tarde, seis da tarde, começa a ter uma umidade maior, a temperatura diminui, e aí o micro-organismo começa a produzir essas células vegetativas, que vão formar esse filme de proteção.
Entendeu? Isso eu falo pra bactérias foliar, tá gente? E geralmente a gente faz a aplicação junto com fungicida sistêmico, então por isso que casa bem. Em alguns casos a gente até consegue substituir o multicítio químico, que é o mancozebe, clorotalonil, oxicloreto de cobre, mas vai depender do seu manejo. Se você tiver alguma dúvida, manda pra mim no direct, no whatsapp, enfim, nos comentários, que a gente te ajuda. Eu vou deixar o link na descrição do episódio também pra você entrar em contato.
A questão é, nunca espera aparecer a doença. Biofungicida é preventivo. Quinta pergunta. Que horas a gente aplica o biológico? A temperatura importa? O horário ideal é antes das 10 da manhã e depois das 4 da tarde. No fim da tarde e início da noite. Por quê? Temperatura mais baixa, umidade subindo, menos radiação UV, o vento vai diminuindo.
E uma outra questão do vento, gente. Cuidado, ali pelas seis da tarde, muitas regiões quentes, o ar quente vai subir e o ar frio vai descer. Isso pode gerar uma inversão térmica. Vocês já viram aquela aplicação e o trator faz aquela onda de vento?
aquilo se chama inversão térmica e isso pode trazer um dano muito grande para a sua aplicação, que aí o produto não vai ficar ali, o produto vai ficar pairando no ar. Então, cuidado com a questão do vento também. Buscar uma temperatura ideal entre 20 e 30 graus Celsius e tomar cuidado com as temperaturas acima de 40 graus, porque pode trazer morte sim para os micro-organismos. Isso, aplicação...
Folhear, tá gente? Sexta pergunta. Posso aplicar com baixa umidade? Pode. Mas não é o ideal. Os biológicos precisam de uma umidade para funcionar. Grande parte dos biológicos. Os fungos germinam com uma umidade, para vocês terem uma noção, de 70%. As bactérias vão se multiplicar melhor quando tem mais água disponível. Algumas estratégias para esse caso são volume alto de calda, um adjuvante, base de óleo vegetal para reter essa umidade.
aplicar no fim da tarde, que tem um orvalho ali, né, da madrugada ou então antes das 10 da manhã. Sétima pergunta. Meu biológico não funcionou. O que pode ter acontecido? Gente, eu vou falar as quatro principais causas, mas assim, tem muitas.
Primeiro, o timing errado, aplicou muito tarde, a doença já estava ali. Aplicou no horário errado, o sol do meio-dia muito forte, principalmente se não for bactéria à base de endóspero, se for uma pseudomonas que não produz endóspero, ela não vai aguentar. Condições ambientais, sem umidade, temperatura muito alta, vento excessivo.
Terceiro, produto armazenado de forma inadequada. Gente, parece tão básico, mas isso causa muito problema no biológico. O produto está vencido, a formulação de baixa qualidade. A quarta, incompatibilidade. Misturou com produto que mata o micro-organismo, ou o pH da cauda estava inadequado. Isso tudo pode ser um problema. Oitava pergunta, como saber se o tratamento de semente com inoculante funcionou?
A nodulação a gente avalia a partir de V3 a V6 ali. Então, você vai fazer essa avaliação e entender se esse nódulo tá vermelhinho. Ele fica vermelho por conta da legemoglobina, que é essa ação dos micro-organismos ali, os risóbios. O bradirisóbio também a gente adiciona por causa disso. Mas também pela questão de molibdênio, que é um precursor da legemoglobina. A gente tem um episódio inteiro falando sobre isso, gente. Então, volta aí pra escutar pra vocês ficarem por dentro e entender como é que funciona.
Mas basicamente você vai fazer essa avaliação ali mais ou menos em V3 e observa outra coisa que é bem interessante. Se os nódulos estão na raiz principal ou nas raízes laterais. Por quê? Se não tem na raiz principal, mas tem nas raízes laterais, a planta está buscando de alguma forma ou molibdênio, ou água, ou nutriente para conseguir formar esses nódulos. Então tem alguma coisa errada. Ou o solo está ácido, enfim, tem alguma coisa errada.
Se tiver só na raiz principal, é bom, mas assim, o ideal é que tenha tanto na raiz principal quanto nas raízes laterais. Então observem isso também, durante essa fase. Pergunta 9. Qual é a dose certa? Posso dobrar a dose pra funcionar melhor? Gente, sigam sempre a recomendação do fabricante do biológico que você comprou. Dobrar a dose, ela não vai melhorar seu resultado. Nem sempre. E pode até desperdiçar seu dinheiro.
Porque quando a gente fala em competições de micro-organismos, pode acontecer. No caso de ASUS, a gente não pode passar de quatro doses para não estressar a planta, porque produz muita oxina. A melhor estratégia é a dose certa, as condições ideais de aplicação e o produto que seja mais adequado para você naquele momento. Claro que, dependendo da cultura, a dose tem que ser maior, gente. Pela demanda nutricional também. Por exemplo, algodão, hortifruti, as mudas, muda de tomate, enfim.
elas necessitam de uma blindagem maior, até contra patógenos. Enfim, cada caso é um caso. Por isso é ideal avaliar. Quando a gente tem a consultoria com os produtores, a gente pede tudo justamente para fazer essa avaliação. Pede.
Análise de solo, análise de nematóide, análise de bioás, que é a análise enzimática da Embrapa. Isso tudo vai contar pra gente como é que tá aquele solo e qual micro-organismo a gente pode utilizar da melhor forma. E décima pergunta, como escolher um biológico de qualidade? Gente, os critérios básicos.
registro no mapa, veja se o produto que você está utilizando tem esse registro, porque no rótulo a gente consegue ver as recomendações, quais os produtos estão ali. Eu sei que em muitos casos, até comentei na semana retrasada, sobre as bactérias, por exemplo, a Streptomyces.
que é, as bactérias não, desculpa, os fungos, que são fermentados, né, são leveduras. Então, geralmente a gente tem produtos, por exemplo, o Bokashi, que ele não tem todos os micro-organismos, porque tem 100 micro-organismos ali dentro, então eles não conseguem registrar todos. Mas assim...
Os que conseguem estão registrados como inoculante, registrados como biofungicidas, bionematicidas, que vocês sabem que é diferente, né? Inoculante, biofertilizante, é registrado para a cultura. E os defensivos, os biodefensivos que a gente chama, bioinseticida, bionematicida, biofungicida, eles são registrados por alvo. Então qualquer alvo que aparecer, qualquer cultura que aparecer esse alvo, você pode aplicar.
Entenderam? Além da questão do registro, observar a concentração dos micro-organismos. Então, quanto FC por ml, quanto esporo por ml, quanto maior, melhor em geral, tá gente? Principalmente se você trabalha com on-farm, você tem que observar isso, porque já que a gente não tem formulação no on-farm, a gente tem que compensar com concentração. A questão de condições de armazenamento é importante, como eu falei pra vocês, o produto tá refrigerado, prazo de validade, a embalagem que protege o seu micro-organismo.
O suporte técnico que a empresa oferece, tabela de compatibilidade vai te ajudar. Às vezes eles até oferecem, quando você compra o produto, algum tipo de análise pra você, né? Análise de bioás, análise metagenômica. Tudo que vocês puderem utilizar a favor de vocês, utilizem. Se vocês veem algum produto do mercado muito abaixo do preço, né? De mercado, de forma geral, que promete coisas milagrosas, sempre...
Se perguntem, será mesmo? Porque um produto sem registro, ou um produto que você sabe que, ou você não conhece muito bem sobre aquele produto, faça um teste, um teste pequeno na sua área, para você entender se realmente vai fazer bem esse manejo. Pessoal, essas foram as 10 dúvidas técnicas que eu mais recebo aqui. Se tem mais alguma que faltou, deixa aqui nos comentários para mim.
Mas perceba uma coisa, cada pergunta que eu respondi aqui podia ser um episódio inteiro. Inclusive, muitas dessas perguntas já viraram episódio. Então, volta aí pra vocês conferirem. Se você quer dominar os biológicos, não só saber o básico, mas ter segurança técnica pra tomada de decisão do campo, você precisa se aprofundar de duas formas. A primeira.
Escuta aí o podcast, né, que tá aí disponível pra vocês de forma gratuita, lendo alguns artigos que eu sempre deixo aqui, deixo posts no Instagram pra vocês se atualizarem. E o biológico, gente, ele leva anos, leva anos pra você entender ele, pra você estudar, entender na sua área como é que ele vai performar.
Não adianta você achar que você vai aplicar um biológico hoje e amanhã ele vai dar resultado. Não é assim que funciona. É uma construção. E tudo na vida, gente, vocês sabem, tudo na vida é construção. A gente vai construindo degrau por degrau. O solo também. E isso pode levar anos. A gente acerta, a gente erra e isso faz parte do processo. E a segunda é por acompanhamento. Tem vários cursos hoje sobre biológico, mentorias, acessar quem já passou por isso, conversar com alguns professores, enfim, que estão nessa área.
Mas se você quer entender particularmente da soja, a gente fez um curso completo pensando... Quando eu escrevi o roteiro, eu pensei na Isabela de 10 anos atrás, que queria entender como é que funcionava de forma descomplicada esses biológicos. E a soja é uma cultura maravilhosa, porque na soja a gente tem uma cultura base para grande parte dos biológicos. A gente pode utilizar de tudo, inoculante, biofungicida, bionematicida, bioinseticida.
Então se você aprende o manejo da soja, fica muito mais fácil de aprender as outras. Sabe quando o pessoal fala assim, aprende inglês, que fica muito mais fácil para você aprender outras línguas? Da mesma forma. E eu dividi em módulos para ficar mais fácil. Eu dividi em seis módulos. Inoculantes.
biofungicidas, bionematicidas, bioinseticidas, um manejo completo. E para você que trabalha no nosso meio do agro, como DM, AT, CTV, tem um módulo específico em como utilizar tudo isso que você aprendeu na parte teórica na prática. E para quem quer ir além das mentorias, a gente tem encontros.
Uma vez por semana, de forma online mesmo, para ficar mais fácil para todo mundo, eu tenho esses encontros com os meus mentorados para vocês tirarem dúvidas. Eu monto guia de bolsa exclusivo para vocês nas dúvidas da semana. E eu te ensino a pescar. Eu não dou o peixe pronto. Eu dou o peixe pronto, mas para a consultoria, para produtores que precisam desse peixe pronto. Mas para você que quer ser o nosso mentorado, entre em contato com a gente. A gente ainda tem algumas vagas.
Então chama a gente no direct ou no WhatsApp. Eu e minha equipe, a gente vai te ajudar a esclarecer todas as dúvidas. Tá bom? O link tá no nosso Instagram, no TikTok também, no YouTube, arroba bioagrotec.podcast. Se você gostou desse episódio, segue o nosso podcast, compartilha com aquele amigo que tem pelo menos alguma dúvida dessa no campo. Eu tenho certeza que algum dos seus amigos tem essas dúvidas.
E é isso. Eu sei que tem mais dúvidas de vocês. Se vocês quiserem, eu faço uma parte 2 das FAQ aí, das perguntas frequentes. E eu te espero semana que vem, quarta às seis da manhã. Tchau, tchau.