Area Zero Direct nº 12 - O fim das Mídias físicas
No episódio de hoje do Área Zero Direct #12, voltamos com mais uma edição da nossa revista digital para reunir tudo o que movimentou o mundo Pokémon nas últimas semanas.
Começamos trazendo as principais notícias do mês, incluindo todos os detalhes do Pokémon Pokopia Expansion Pass, os novos conteúdos que chegarão ao jogo e o que podemos esperar das próximas expansões. Também comentamos as novas informações reveladas pelos documentos vazados da quarta geração, conhecidos como Teraleak, que continuam trazendo curiosidades sobre o desenvolvimento de Pokémon Diamond & Pearl.
Ainda nas notícias, discutimos uma mudança importante para o cenário competitivo: Pokémon UNITE não fará mais parte do Campeonato Mundial de Pokémon de 2027. Conversamos sobre os possíveis motivos dessa decisão e o que ela pode representar para o futuro do jogo.
Na sequência, chegou a hora do SAT, o Serviço de Atendimento ao Treinador. Lemos os e-mails enviados pelos ouvintes, respondemos perguntas, comentamos opiniões da comunidade e compartilhamos as mensagens que vocês enviaram para o Área Zero.
E na matéria principal desta edição, debatemos um tema que pode impactar toda a indústria dos videogames. Após o anúncio da Sony sobre o encerramento da produção de determinadas mídias físicas, discutimos se o mercado caminha definitivamente para um futuro totalmente digital e como essa mudança pode afetar a Nintendo. Será que franquias como Pokémon continuarão apostando em cartuchos tradicionais ou os Game-Key Cards representam o início de uma nova era para os jogos físicos?
Se você quer ficar por dentro das principais novidades do universo Pokémon e acompanhar uma discussão sobre o futuro da mídia física nos videogames, este episódio é para você.
E aí, você acredita que Pokémon continuará sendo lançado em cartuchos completos ou o futuro da franquia será totalmente digital? Conte para a gente o que você pensa!
Manda pra gente a sua opinião, experiências com Pokémon ou sugestões de temas para os próximos episódios!
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Niba
Zé
- Mídia Física vs. Digital· TecnologiaFim das mídias físicas·Sony·Nintendo·Game Key Cards·Preservação histórica de jogos·Emulação e pirataria
- Treinadores· EsportesExperiências pós-game Pokémon·Coleção de fitas de jogo·Coleção de formas variantes·Estratégias de TCG·Sugestões de torneios·Histórias com Pokémon
- Vazamentos 4ª GeraçãoSprites beta de Pokémon·Designs descartados·Delibird·Baxcalibur·Cranidos·Rampardos
- Cultura de jogos de cartasMomo (Twice)·Suicune EX·Valor de cartas raras·Uso de cartas como acessório
- Próxima Geração de ConsolesCusto de memória RAM·Compactação de jogos·Edições de colecionador
- Torneio de Pokémon· EntretenimentoMudança no cenário competitivo·Torneio de Pokémon·Torneio de Pokémon·IS Crawl 2027
- Pokémon Games· EntretenimentoNovas áreas subaquáticas·Novos Pokémon·Mecânicas de mergulho·Bubbly Basin
É, você pode levar o seu Switch pro McDonald's e trocar ele em lanche.
Eu não tenho dinheiro nem pra ter um celular que fosse metade desse valor.
Esse é o Área Zero Direct. Eu sou o Niba e já tô fazendo meu pé de meia, quer dizer, meu pé de cartucho.
E eu sou o Zé e eu traí Pokémon, estou jogando outras coisas. Seu traidor sujo, seu sujo!
Tá no ar o Área Zero Direct, sua revista digital em formato de podcast. Zé, conta pro pessoal o que teremos no programa de hoje.
Bom, meu caro Niba, no programa de hoje teremos novos vazamentos do Tera Leak, Pokémon Unite, Luiza Sonza, por que será, hein? Sate e o fim das mídias físicas no mundo dos games. E o que isso vai afetar a nossa querida Pokémon e toda a franquia?
É isso aí, vai afetar demais, já está afetando. E o que tá afetando muito mais é o meu bolso de ter que adquirir essas coisinhas chamadas mídia física aí, Zé, das antigas. E eu queria saber primeiramente, antes da gente começar o podcast, que eu estou muito curioso, por que que você traiu Pokémon? Qual que é a sua? Você tá andando com Greymon por acaso? Você tá andando com meliantes tipo Greymon?
Não, não, não é droga tão pesada assim também não. Ah tá, então beleza, é um pouco menos. É, para quem não conhece, um jogo que é maravilhoso que estou jogando chama Shin Megami Tensei 5, Vingança, Vendetta, Vendetta. Não é bem catch monsters, porque o que você captura, entre aspas, são demônios.
Sim, mas é um catch monster.
É, é o estilo. E é muito legal, muito legal. E o Niba já tinha me emprestado esse jogo fazia bastante tempo.
Em mídia física, diga-se de passagem.
Isso, era mídia física. Que, ó, uma delicinha de jogar, muito gostoso. E quero zerar em breve, depois darei minha nota aqui.
Aliás, tive uma ideia agora.
Quem sabe não vira um spin-off, né? Interessante, hein? Interessante. Eu acho que daria muito spin-off.
Só sei de uma coisa, seu Zé, tá na hora de notícia. Bora lá! Primeira notícia: alguém tampe o buraco, está tudo sendo vazado. É importante falar que a gente aqui do Área Zero não vai cobrir vazamento de jogos futuros, apenas de coisas do passado. Então fiquem tranquilos que nada dessas notícias devem prejudicar suas experiências futuras, a não ser o fato de que tem muita coisa boa descartada e ficamos com umas belas porcarias nos jogos atuais.
Então, ai, vocês vão— quem sabe, né, do que eu tô falando, já tem ideia. Então dessa vez os Seralix soltaram vazamento gigantesco a respeito da 4ª geração. Foram vazados todos os sprites betas de vários Pokémon de Sinnoh, assim como todos os outros Pokémons que iriam sair na 4ª geração. Ganhariam uma evolução ou uma forma às vezes, né? Como por exemplo o Dilly Bird, que ganharia uma evolução e sinceramente é muito boa, muito melhor que aquela porcaria daquela forma paradoxal. E Zé, você já tinha visto os sprites ou não?
Já, já tinha visto. Eu vi, né, alguns, alguns YouTubers, né, e o próprio vazamento. Eu fui atrás, eu gosto de ver essas coisas, esses vazamentos, e eu achei bem interessante. Tem alguns designs que estavam bem no início, era um design assim, acho que não pode ser considerado nem beta ainda, mas muito legal.
Eu acho que boas oportunidades foram perdidas, Nibo? Os próprios iniciais são muito legais. Eu gosto muito da ideia do Infernape ser aquele rei louco, sabe? Aquele macaco louco que joga cocô nos outros, porque a cara dele é essa, né? Então achei muito bom. O Empoleon cheio de gelo também, né? Achei mais interessante. E o Torterra tá um pouquinho mais paradoxal do passado, né? Mas em geral achei todas as formas muito legais. Inclusive o que eu falei, né, do Delibird, que ele virou um Papai Noel realmente, né?
Com um grande saco lá, ele atrás dele, né? Então, cara, muito bom, muito bom. Uma pena eles não terem descartado, é, não terem usado isso, né? Mas isso prova que eles têm um arsenal gigantesco, né, Zé, por trás. Quer dizer que eles têm muito desenho, né? Vamos chamar de desenho, só não menosprezando a arte, né? Mas só para ilustrar aqui, eles têm muitos desenhos de Pokémon prontos para sacar a qualquer momento. Eu acho que eles têm umas 10 gerações para frente já, se eles quiserem.
Sim, sim, eles sempre têm algumas coisas que ficam para trás, não são aprovadas, mas que são ótimas, que é uma geração nova às vezes encaixa melhor, eles colocam. Inclusive tem muitos desses designs que claramente inspiraram Pokémons das gerações mais novas. Inclusive assim, dá para citar vários. Alguns realmente eram betas. Por exemplo, uma que eu gostei muito é o Drifblim beta, que é basicamente um dirigível, ou poderia ser até uma evolução do Drifblim, vai saber.
Mas tem vários, né, que dá para ter certeza que foram usados depois. Por exemplo, um beta do Baxcalibur, né, claramente usou na inspiração depois.
E ele tava muito melhor, tá? Sinceramente, muito melhor. Aquele, nossa, eu não tanco até hoje aquele Baxcalibur com a espada fincada. E para ele bater, ele tem que virar de costas. Não existe isso, isso é loucura.
É, não, é muito anti-luta. Quem que vai virar de costas para bater no meio da luta?
Pois é, não faz o menor sentido, cara. A não ser que você tenha um golpe tipo um counter da vida, né, que você vai ter que tomar o dano para depois você dar um dano maior. E no caso dele, não, ele vai atacar de costas. Então a arma dele tá nas Nossa, então ele não toma dano maior por trás? Lá ele, né? Não sei. Muito esquisito, cara. No nosso episódio de Paldea, a gente vai ter que falar sobre isso aí, que tá errado. Tem coisa errada aí, tem coisa que não tá certa, Zé.
Algo de errado não está certo. Mas, ó, só fazer um parênteses. Os beta do Cranidos e do Rampardos, eu não sei se é um efeito Mandela, mas eu acho que eu já tinha visto em algum lugar. Não sei por quê. Eu lembro que o Rampardos era mais assim, meio cinza com marrom. E o Cranidos tinha uma cara mais agressiva. Cara, eu não tô ficando louco. Eu já tinha visto em algum lugar, não sei por quê.
Será que não foi uma fanart?
Pode ser. Ou às vezes falar pode ser um micro vazamento muito antigo que ninguém levou a sério e achou que era fake.
Ah, pode ser sim. É verdade. Ou às vezes era um vazamento... É verdade, é verdade. Pode ser esse vazamento aí que ninguém levou a sério. Faz total sentido.
Inclusive, o Rampardos era melhor, tá? Vamos ser sinceros.
É, eu acho também. Eu não gosto... Ele é meio torto, né, o Rampardos.
Mas é que faz sentido o bicho que ele é baseado, mas ele é meio esquisito.
É que no 2D eu acho que ele não ficou bom, aí passou para o 3D, parece que tava no 2D, né, tá ligado?
Já não tava bom, parece que piorou. Mas agora falando do Pokémon Unite, será que ele está falindo? É, meus amigos, digam adeus ao Pokémon Unite, porque em 2026, lá em São Francisco, no Mundial de Pokémon, vai ser a última aparição do nosso querido Pokémon Unite. E querido eu digo que agora eu posso falar porque já joguei, tá? Graças ao Téo.
Ó, o cara é quase um full competitivo, só falta Pokémon GO e Pokémon Master, daí você fecha.
Sim, tá quase, só falta uns 38 outros tipos de jogos de Pokémon. Exatamente, mas um dia eu chego lá. Bom, segundo o aviso oficial, o MOBA de Pokémon não irá mais compor o quadro de competições do Mundial em 2027, a partir de 2027. Mas vocês não precisam ficar tristes porque a própria Pokémon Night, em conjunto com a Play Pokémon. Para quem não sabe, a Play Pokémon é um site de notícias competitivas de Pokémon e se envolve nessa parte mais competitiva.
Eles soltaram um aviso que o Night irá seguir em carreira solo, com seu próprio evento de mundial em 2027 e 2028, daí para frente. Esse evento será chamado de IS Crawl 2027 e vai acontecer lá em Tóquio.
Ô Zé, eu tenho uma, eu tenho uma coisinha para falar sobre essa notícia aí que me deixou com uma, uma uma pulga atrás da orelha. Eu ia falar algum Pokémon pulga, mas não existe, né? Aliás, é uma falha de caráter da Pokémon Company.
Deveria usar mesmo, né? Com uma habilidade que suga a vida do Pokémon parceiro e se cura ou aumenta o poder.
É o Leech Life da vida, né? Já vem com Leech Life, imagina.
É como se fosse um Leech Life em forma de habilidade.
Ah, habilidade, tá, tá. É, não tinha, eu tava pensando em golpe. Não, nossa, ia ser muito bom, né? Ia ser muito bom. É, depois a gente fala disso. Então, Zé, o que acontece? O O fato deles estarem tirando o Pokémon Unite do torneio oficial quer dizer que o Pokémon Unite tá falindo realmente, tipo, não está dando dinheiro, retorno financeiro, que eu acho que não, porque os números estão aumentando. Assim, diminuíram bastante, depois aumentou, mas todo jogo mobile é assim, né?
Todo jogo multiplayer é assim. Ou quer dizer que ele ficou tão grande, mas tão grande que precisa de um evento solo, que eu também acho que não. É uma pergunta retórica, né? Porque TCG é tão grande assim, VGC também é grande assim.
Por que que estão separando eles, será? Acho? Eu acho que é pelo lado ruim mesmo, que não tá dando lucro ou não tá sendo significativo a ponto de incluir nos regionais, os internacionais e o mundial. Inclusive, gente, a gente tá falando do mundial, mas se não está no mundial, muito provavelmente não vai estar também nos regionais e nos internacionais ao longo do mundo. Não teve essa confirmação, mas é provável porque Porque esses outros campeonatos, eles servem pra dar pontuação pra você classificar pro Mundial.
Então se não vai estar no Mundial, não tem por que ter. Mas eu acho que é isso, Niba, que é por falta de jogadores.
Eu acho que essa notícia é pelo lado ruim mesmo, que nem você falou. Tô pensando agora, tá? Tô raciocinando agora. Só que eles estão tentando fazer com que Pokémon Unite gere uma relevância maior. Talvez separando o torneio do Pokémon Unite ele consiga, do Mundial, né, de Pokémon, ele consiga se destacar mais. Talvez a empresa que faz ele, né, que é a Team Studio, que é uma divisão da Tencent, talvez eles consigam elevar, né, o Pokémon Unite, fazer com que ele alcance novas pessoas, né, novos públicos e muito mais jogadores.
Eu acho que é uma mudança boa, sinceramente, porque o Pokémon Unite é muito ofuscado no torneio, nos mundiais, né. Todo mundo vai lá ver TCG e VGC. Pokémon GO também é muito confuscado, mas acho que Pokémon GO talvez não teria tanto público para um mundial de Pokémon GO. Ou eles podem estar só testando com Pokémon Night e depois Pokémon GO pode caminhar para o mesmo caminho, sei lá.
É, não sei, viu, mas a verdade é que pelo menos nos eventos que eu fui, de longe o Night era o que tinha menos jogadores, mas de longe. Então deve ser muito provavelmente por causa disso. Mas assim, não, também não estou torcendo contra, tá? Eu, se criar um evento próprio e aumentar o de jogadores, pô, vou ficar feliz.
É, eu também. Quanto mais gente jogando Pokémon, mais gente vindo para Pokémon, e mais pessoas a gente consegue alcançar também com podcast, criando amizades, né? É, a gente consegue ter essa amizade com vocês e com outras pessoas porque temos algo em comum. Às vezes nossa religião, nossa maneira de pensar, decisões políticas são diferentes, mas temos algo em comum para conversar. Isso une povos. Olha que bonito que eu falei, Zé!
Nossa, muito bonito! E sabe o que é mais bonito ainda, Niba?
O quê?
Deixar 5 estrelas aqui no nosso episódio! Sim, isso mesmo! É, ou curtir as nossas redes sociais, seguir a gente nas nossas redes sociais e compartilhar com os amigos, vai ajudar demais!
Isso aí, gente, por favor não deixem de dar as 5 estrelas no Spotify, o like no YouTube ou em qualquer outro agregador que você esteja ouvindo. E também temos live toda quarta-feira, certo, seu Zé?
Exatamente, Niba! Certíssimo, toda quarta-feira, 7:30 da noite, live lá no nosso canal no YouTube. Então segue a gente e ativa as notificações para não perder nada.
A próxima notícia é sobre a libertadora de cartas. Então assim, há muito tempo eu venho falando que os itens de Pokémon, e não só de Pokémon, mas de tudo que você gosta, não deveria ser um colecionável que você coloca numa prateleira e deixa lá mofando para sempre, nunca mais mexe. E só fica com aquele negócio para ganhar dinheiro, né? Então você vai lá, chama um avaliador, daí se a carta é avaliada, tem ranking, você paga mais caro, todas essas coisas, né?
Então você coloca ela numa caixa acrílica e aquilo vira um item raríssimo de colecionador. Brinquedos para mim são para brincar, então carta, jogo são para jogar. E assim, a nossa querida Momo do Twice fez exatamente isso. E aí vocês estão me perguntando, né, o Zé incluso: nossa, mas quem é Momo? O que é Twice? Tipo Twister, é tipo internet.
Para mim, Momo era aquela cara bizarra daquele meme macabro de creepypasta antigamente, sabe?
Tá ligado?
Para mim, Momo era isso, tá? Eu estou bem avesso às novidades.
Pode ser Momo também, porque eu não entendo nada. Só estou falando que eu só estou transmitindo a notícia, tá? Então a Momo, ela— eu gosto de Momo, acho mais legal, tipo Rei Momo. Ligado? É, também ela é integrante do grupo Twice, tá, que é um grupo musical sul-coreano famoso K-pop. E ela foi vista, Zé, por muitas pessoas carregando uma carta de um Suicune, da Suicune EX na verdade, né, da coleção de Team Aqua versus Team Magma de 2003, na capinha do seu celular.
Então atrás do celular, capinha transparente, ela colocou a carta ali porque ela achou bonita. E essa carta é avaliada em mais de R$10.000. E assim, isso abre margem para a gente conversar um pouquinho sobre isso. A carta dela, ela faz o que ela quiser. Os colecionadores ficaram ficaram em choque porque tipo eles nunca tocam nessa carta. Só que é uma coisa que eu bato na tecla desde sempre, Zé, meu, carta é para você jogar, jogo é para você jogar, né?
Eu acabei de vir da Retrocon, eu comprei um Pokémon Diamond lá, paguei caro por um Pokémon Diamond original, ainda mais na Retrocon, né? Mas o preço tava justo nessa loja, tava justo o preço. E cara, eu vou jogar, eu vou colocar ele no meu videogame, no meu 3DS, né? Eu não tenho DS, mas vou colocar ele no meu 3DS. DS e vou iniciar uma jornada no Pokémon Diamond. E assim, tem gente que coloca na prateleira, nunca mais toca, não vou abrir.
Tem gente que eu já vi que compra mangá e deixa ele no plástico, e depois você, depois vai lá na internet, começa a ler o mangá pela internet, né? Você não pega no livro físico, no HQ. Pô, cara, que isso? Loucura! Isso é doideira, Zé.
Ó, é com essa notícia da Momo lá do Twice a gente pode definir, né, discorrer que afirmações. Primeiro, realmente a carta é dela, ela faz o que ela quiser, ela que comprou, isso aí. Depois, eu concordo com você que realmente a gente tem que aproveitar, as coisas são para se divertir, e se a gente quiser usar, tudo bem, ué, usa. Quer usar a carta, colar e fazer um quadro e colocar em cima da parede? Ok. Mas usar na capinha de celular, jogar mesmo, tá tudo bem.
E a terceira é que a gente é bem pobre, né? Que pô, R$10 mil na capinha do celular, caramba, eu eu não tenho dinheiro nem para ter o celular que fosse metade desse valor, quem dirá na caixinha.
Infelizmente eu também não. Ela podia doar essa carta para mim, que eu adoro Suicune. Aliás, é um dos meus Pokémons favoritos, viu? Se tiver ouvindo, por favor, não. Mas é, cara, é isso. É como se fosse um— é que para elas é como se fosse um brinco, né? Um apetrecho, um acessório. Tem gente que usa um mesmo celular, né? Tem gente que paga 15 pau no iPhone, que você tá andando com um negócio de R$15 mil. R$1.000 no bolso. É loucura, mas não, também não, eu não tenho, cara, eu não tenho coragem nem sair com o Switch, que é mais barato que o meu celular.
E o meu celular não é bom, tá? Meu celular é padrão, é tipo, é R$1.200 eu paguei meu celular. Daí meu Switch usado hoje em dia, um vale R$1.200 mais ou menos, né? Você acha um novo por R$1.800? Então é isso, eu não tenho coragem não. Mas voltando nesse assunto da carta rapidinho, eu acho que assim, quem quer colecionar coleciona tudo. O que eu não gosto, na verdade, O meu ponto é a pessoa que abre pacotinho de figurinha de Pokémon, de Magic, de tudo, para pegar carta de carta rara para vender.
Só que você não vai vender, a pessoa vai abrindo. Tem muito YouTuber que faz isso, vai abrindo a carta e vai colocando o valor embaixo no YouTube, quanto que você recuperou do pacotinho. Cara, isso daí é nível tigrinho, é nível bet, né, que faz a pessoa ficar vendo se você conseguiu recuperar. E no final quem tá abrindo nem joga, tem um monte de carta lá Tipo, tem mil cartas e nem joga TCG e nem coleciona, né? Não abre para, por exemplo, saiu a coleção dos 150 Pokémons, daí teve muita gente comprou para colecionar, ter um de cada.
Aí tudo bem. Agora você tipo abrir para, nossa, agora recuperei, tirei uma carta que vale R$100, mas porra, você gastou R$500 em todas, R$100 não é nada, tá ligado?
É, não, isso daí parece pessoa que compra um monte de raspadinha na lotérica e fica vendo, ah, eu recuperei tantos reais, gastei tanto, valeu a pena. É, mesma coisa. Para quem é mais jovem aí, raspadinha da lotérica ou da banca, é tipo um tigrinho físico que vem no papel, mas que nenhum dos dois você ganha nada, só perde dinheiro.
E essa mídia física não acabou ainda, hein?
É verdade, ainda existe, tá? Para quem quer se aventurar aí, a gente não estimula, tá?
Não, não concordamos, mas jogamos.
Não, brincadeira, não jogamos não, só na Mega da Virada. Bora, Niba! A gente vai falar do seu queridinho desse ano, que é o Pokémon Pokópia. Sim, vamos ter uma nova DLC de Pokémon Pokópia. Essa notícia já é um pouquinho velha, tem mais ou menos um mês, porém a gente não abordou, não falou ainda aqui no Área Zero Direct, então estamos falando agora. Durante a Nintendo Direct de 9 de junho de 2026, A Pokémon Company anunciou a Pokkópia Expansion Pass, ó, rasguei o inglês agora, que expandirá o conteúdo do jogo ao longo de 3 atualizações pagas, no estilo que acontece nos outros jogos, né, nos jogos principais, como aconteceu em Scarlet and Violet, Sword and Shield e tudo mais.
Elas não vão ser liberadas todas juntas, vai ser escalonada, sendo que a primeira parte vai chamar Bubbly Basin, vai chegar em agosto de 2026 e vai compreender uma área subaquática para exploração, uma nova cidade subaquática temática, novos Pokémon para recrutar, itens de decoração, roupas e mecânicas inéditas de mergulho. Já a parte 2 não vai ter necessariamente uma área nova, vai chegar no final de 2026 e vai trazer recursos só para expandir e personalizar a sua cidade que você já tem.
Já a parte 3 vai ser programada só para 2027, muito provavelmente para o primeiro semestre. Ela vai introduzir uma nova cidade e concluirá o conteúdo do passe de expansão. Ou seja, com essas 3 aí juntas teremos as 3 expansões, só que apenas 2 vão introduzir novas cidades. A do meio vai ser só itens.
Bastante coisa, né? Interessante até deles fazerem isso. Uma coisa que eu achei legal é que você não pode mergulhar em Pokópia, né? Você não pode explorar a parte subaquática ali. Eu tava construindo umas coisas subaquáticas. Nossa, vai facilitar demais minha vida agora. Aí, cara, eles vão liberar agora em agosto, junto com essa primeira DLC, o poder de mergulhar. E não é para quem pagou, é para todo mundo. Então mesmo quem não tem acesso, nem quem não vai comprar a DLC, né, o Expansion Pass, que nem eu, eu não vou comprar, vai poder mergulhar gratuitamente.
Ó, que legal! É uma coisa que, né, já deveria ter desde o começo, sinceramente, mas tudo Tudo bem, né? Tudo bem.
É, se o jogo fosse muito curto, aí eu reclamaria, mas como tem muito, é um jogo grande, comprido, com muito conteúdo, então tudo bem eles deixarem isso para DLC.
Ô Zé, e agora rapidinho, vamos fazer um exercício aqui. Que que você acha que vai vir para o Popópia? Qual que vai ser a cidade submarina? Que que de canto afundou nesse apocalipse?
Será que não são as Save Islands?
Olha, é uma boa, hein?
É uma boa. Pode ser, porque elas já são ilhas ali, pode ter acontecido alguma coisa, alguma explosão, né, de todo o apocalipse que aconteceu.
Do jogo base, o que que tem de ilha? Tem Cinnabar só, né? E Siphon.
É só Cinnabar, porque— mas Cinnabar tem no jogo, não tem?
Não, não tem.
Já é, pode ser Cinnabar ou Cinnabar ou a Save Islands.
É interessante, cara.
Ou então eles vão começar a trazer alguma parte de Johto, porque Johto, querendo ou não, é adjacente a Kanto.
Pode ser essa possibilidade também. É, É, também seria interessante, né, fazer alguma coisa de Jotô. Mas é, sei lá, eu acho que ainda tem bastante cidade para explorar, né. Sabe uma que falaram que é uma que tá faltando, né, e falaram que iam trazer? A cidade Lavender, né, que é clássica.
Ah, é verdade, não teve Lavender ainda, né. Pô, Lavender é importante.
É, não tem nem Cerúlia, né.
Nossa, verdade. É, tem, na verdade tem muita coisa que não tem. Claro que pode simplesmente só ter explodido tudo e acabou com a cidade, ou até realmente faz sentido eles acrescentarem DLCs. Porque subaquático, se fosse, ah, por exemplo, em Hoenn, Pacífico e Logue, ou a cidade do último ginásio, aí tudo bem, né, ser subaquático. Só que se for uma cidade de Kanto, eu chutaria Cinnabar ou a Cybealians mesmo.
É, tô com você, acho que vai ser isso mesmo. Agora nossas notícias notícias rapidíssimas. Então vamos lá. Pokémon GO Fest foi um sucesso e teve até influencer indo para Nova York para refazer aquele trailer surpreendente de 10 anos atrás da galera enfrentando Mewtwo na Times Square. Apesar de que muitos ficaram de fora, eu vi gente que fala muito bem de Pokémon GO aqui no Brasil perder vaga para YouTube grande que tava sem jogar Pokémon GO há 8 anos.
Sim, é uma crítica. Aí, Zé, quem sabe a gente não vai para o próximo, já que não precisa nem jogar Pokémon GO É verdade, é só ser famoso.
Se até no próximo a gente ficar bem famoso, aí a gente vai, mesmo sem nunca ter jogado Pokémon GO. Ah não, você já jogou, né? Eu nunca joguei.
Não, eu já joguei, eu joguei. Eu gosto, eu gosto. Mas devia ter chamado os influencers do Brasil que são mais famosinhos aqui, viu, Pokémon GO na Ent.
Ah, eu também acho, pô, sacanagem, né? Pô, chama o pessoal que trabalha com isso. Agora vai chamar a gente que faz uma década que não joga? Pô, sacanagem. Bom, e para quem não sabe ainda, o Pokémon Champions aqui no Brasil foi classificado como 14+. Ou seja, menores de 14 anos não poderão participar das competições de Pokémon, como regionais e internacionais. E lembrando que existe uma categoria que menores de 14 anos podem jogar, tá bom? Então essas pessoas não vão poder jogar aqui no Brasil.
A Luiza Sonza é eleita pró-player pelos internautas. Como que é? E os internautas vão à loucura. A cantora mostrou sua lista de jogos e falou que prefere jogar no Switch por ser um um console híbrido, podendo jogar no modo portátil durante suas viagens. Porém, nós do Área Zero não estamos muito felizes com a Dona Luiza, afinal ela disse que não joga Pokémon. Isso é loucura! Talvez ela ainda não tenha descoberto o Área Zero nem nossas dicas de como começar a jogar.
Então mandem esse podcast para ela, para ela se apaixonar por Pokémon urgentemente.
É verdade, eu vou falar com a Lulu para ela começar a jogar Pokémon e criar vergonha na cara. E a gente sabe muito bem porque que ela prefere o console híbrido, né? Todos nós preferimos jogar cagando.
É verdade, quem nunca?
E Pokémon vai fazer uma nova parceria com McDonald's, mas infelizmente somente no Japão. Aqui a gente vai esperar ansiosamente e vamos continuar indo comendo lanche do McDonald's, jogando Pokémon, mas não as duas coisas juntos, infelizmente.
É, você pode levar o seu Switch pro McDonald's e trocar ele em lanche, né? Daí você faz as duas coisas.
Nossa, é, vai dar pra comprar o quê, dois lanches?
Não, não dá pra comprar bastante.
Bastante.
Ô, Mac é muito bom, né? Mac, patrocina nós, por favor. Pode ser em lanche, não tem problema.
É, não precisa ser dinheiro não, só lanche, tá ótimo.
E finalmente chegamos ao SAT, o Serviço de Atendimento ao Treinador. E antes da gente começar a leitura de email, Zé, explica pra galera como que faz pro pessoal participar aqui do SAT.
Olha, Niba, é muito fácil. Pra participar do SAT é só mandar um email pra nós através do areazeropodcast@gmail.com. Isso mesmo, vocês escrevem sobre algo interessante relacionado a Pokémon que aconteceu na vida de vocês e podem mandar que a gente vai ler aqui nos os nossos episódios do Área Zero Direct.
Isso aí, o primeiro email é do nosso querido Mateus, que ele mandou com o título Passando para Contar as Boas Novas. Então eu vou começar aqui a leitura. Então se vocês mandarem um grande email para nós, vai soar mais ou menos assim: Segui a dica de vocês e fui assistir Devorador de Estrelas com meu bem, e que filme bom! Fazia tempo que algo não prendia tanto a minha atenção, nem peguei no celular durante o filme. No último email acabei reclamando sobre o pós-game, e após ouvir o episódio de haters jogaram um pouquinho minha outra Sun.
Cheguei à conclusão que o pós-game Pokémon é o que fazemos com o jogo, e explico já. No último feriado fui visitar meus pais e peguei meu 3DS e comecei o processo de transferir minha Living Dex completa até Alola para o Home. E queria pegar algumas fitas e alguns Pokémons antes de transferi-los para o Home, principalmente com o Caco, meu primeiro Venossauro oficial que ganhei do Cicabor lá em XY, que tem até hoje. Que da hora!
Descobri que em Alola você poderia conseguir 7 fitas, sendo que 2 delas, a de amizade e a de treinamento, eu já tinha pegado em XY. Logo faltavam 4, sendo a de campeão da liga, 2 da árvore de batalha e uma de Battle Royale. A de campeão foi fácil conseguir, agora as outras não conseguia de jeito nenhum. Então percebi que precisava montar uma estratégia e que para isso precisava arrumar os EVs dos meus Pokémon, comprar alguns itens de batalha, ensinar movimentos-chave, seja por movimentos de ovo ou tutores de movimento, chocar ovos para ter Pokémon com habilidades específicas, entre outras coisas.
Meu Deus! E nessa brincadeira gastei dias e dias e não foi de forma alguma chata, era prazeroso fazer isso, você é maluco, e me distraía bastante. Não é maluco não, porque eu já fiz isso também, tipo, é gostoso fazer. Eu gosto de fazer isso ouvindo podcast, por exemplo, né, ouvindo Área Zero, fazendo outras coisas. Por exemplo, para arrumar os EVs precisava apagá-los, o que só era possível com algumas berries que precisei coletar e plantar, além dos Bottle Caps, e descobri a utilidade do Poképélago.
Nossa, sério? Eu percebi assim que esse foi o meu pós-game. A única fita que não consegui foi a de Rank Super na árvore de batalha, porque não aguento mais perder faltando 10 10 batalhas ao menos para chegar no Blue. Mesmo mudando o time a cada 5 ou 10 batalhas, o jogo monta um time predador dos Pokémons e estratégia que estou usando. Mas enfim, o Caco está lindão, todo premiado, e agora vou levá-lo para a geração Switch para coletar outras fitas além dos meus outros Pokémons.
Sobre a Evidex, como jogador de Pokémon é meio sadomasoquista e ama sofrer, decidi também colecionar as formas variantes. Quase enlouqueci procurando um Minior verde, juro, foi tudo uma, foi toda uma manhã e nada dessa porcariazinha verde aparecer, e fiz um ciclo completo com esse Pokémon. Primeiro era indiferente por ele, nem cheirava e nem fedia para mim. Depois de 3 horas caçando, criei um ódio mortal por ele e por fim peguei gosto e afeição.
E atualmente é um dos meus Pokémons favoritos, além do episódio de estreia dele no anime ser um dos mais lindos. Procurem se ainda não assistiram. Até gastei minha única bola da lua para capturá-lo. Falta algumas Vivillon. Aí, Robson, o outro que será fácil de conseguir. E no momento que escrevo esse email, estou refletindo se me odeio tanto a ponto de procurar as 63 formas de Alcremie. Aí, Robson, como a língua é o chicote do corpo, também ele foi um dos que falaram mal horrores das condições de relançamento do FireRed e LeafGreen.
Depois foi bem bonito comprar a minha versão, porque como sempre falo, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, e uma coisa não tem nada a ver com a outra. Agora estou no processo de adquirir a DLC de Scarlet e Violet. Lamento, mas Pokémon é a maior franquia de monstros do mundo, porque só Pokémon para me fazer comprar Sword e Brilliant Diamond. Eu vou sempre defender Brilliant Diamond nesse podcast até o final, apenas para mais fitas.
É, Power Fans podem espumar e morder as costas e sem choro. Em Paldeia peguei a fita de campeão e as marcas gourmet e de buscador de itens. A única que falta agora é a marca de parceiro, porém está difícil. Já usei elástico para prender, ganhar aleatoriamente. Pelo que pesquisei, a cada 10 mil passos tem 1% de chance do Pokémon ganhar essa marca. Essa é a minha bola. Daí ele mandou aqui a imagem, né, das fitas que tem todas as fitas.
Ele mandou a box dele de Pokémon que ele chocou, treinou por EV em Kalos ou em Alola, e trago comigo desde 2014 em diante. Então a box com os Pokémons que ele traz desde sempre, né? Bem legal. Ele trouxe Pokémon de Paldea, tal, tal, tal. No home também foram barrados uns Shuckle e o Pidgeot Arnaldo. Cada um tem um nome próprio, e um dia quem sabe eu falo de um, de um cada um brevemente. Até mais, meus queridos. Cara, muito obrigado pelo mandar seu email e dividir essa experiência com a gente, Matheus.
Achei muito legal. Eu acho muito louco como as pessoas colecionam fitas. É uma coisa que sinceramente eu não ligo nada, mas tem muita gente que gosta. Então a Pokémon Company, né, tá certa em fazer. E é mais um objetivo, né, é coisa que os outros jogos precisam de troféu e conquista no console para pessoa ficar fazendo várias coisas. E Pokémon tem as próprias conquistas e os troféus, é tanto no jogo do Pokémon mesmo, né, no jogo que está jogando, quanto no Pokémon Home, né, que um aplicativo fora do jogo.
Sim, isso é bem bacana. Eu sinceramente também não ligo muito para fita. Eu jogava assim, das únicas fitas que eu peguei era na época do Rubi Safiri para fazer os contests, mas eu não ligo. Só que eu acho bacana porque agora com os novos itens, as novas gerações, que a gente consegue pegar o Pokémon nosso da gameplay e deixar ele competitivo, então dá para usar ele para conseguir essas fitas, sabe, de torre de batalha, né, igual da árvore de essas coisas, então dá para você arrumar ele.
Porque antes não tinha como, né? O seu Pokémon que você usava na gameplay, muito provavelmente ele ia ser um lixo, questão de EV e golpes, né? Você ia ter que fazer outro Pokémon para começar a pegar as fitas tudo de novo. Então hoje em dia é muito mais divertido, que dá para você pegar afeição por aquele Pokémon que você começa sua jornada e consegue levar ele até o pós-game.
É muito legal isso. Cara, eu tenho alguns Pokémons que eu peguei em XY, né? Aí eu trouxe para cá também, é bem legal. Tem uns até que quando eu entro no Champions tá lá, The Kalos Champion, tá ligado? Que foi o que eu zerei o Pokémon XY, é muito bacana. Ele falou aqui também do— ele falou também que do FireRed, que infelizmente a gente é bitch de Pokémon, né? Não tem o que fazer. Mas é assim, né? Quem joga Pokémon joga muito Pokémon, então vale a pena, né?
É o que eu sempre falo, você vai num restaurante, você vai gastar R$300 no restaurante e o negócio vai estar no esgoto no dia seguinte. Agora Pokémon, você vai gastar 300 horas jogando o mesmo jogo, né? E é isso, cara. Infelizmente vale o preço que a gente paga. Deveria ser mais barato? Sim, mas infelizmente vale o preço.
E agora nós vamos ler o email do PokéLab, nosso querido Miguel, com título para o episódio do Área Zero Direct. Fala, Niba e Zé, como vocês estão? Me chamo Miguel, sou de Campo dos Goiatazes, Rio de Janeiro. Faz um tempinho que já acompanho vocês do podcast, estou me viciando cada vez mais no universo de Pokémon. Atualmente jogo Pokémon TCG, o Pocket, o Live, alguns jogos de emuladores, em resumo todos os jogos de Pokémon, e também comecei a criar uns conteúdos sobre Pokémon.
Parte da ideia veio graças a vocês. Sou também o PokéLab BR, o @pokelabbr, que mandou mensagem para vocês no Instagram: parabéns por cada episódio magnífico que vocês fazem. É por cada, desculpa, eu ri disso.
Parabéns por cada, eu pensei que era Mas quando eu editei, eu fiz, eu ri e agora eu ri de novo. Eu também não, eu deixei para você rir também, Zé. Todo mundo dá risada.
Sacanagem, né, cara? O cara chamando a gente de porcada.
Porcada, esses dois gordos, cachaço.
Ai, cara. Bom, obrigado por se tornarem algo especial em minha jornada. Esperarei ansiosamente por muitos outros episódios do Área Zero. Um grande abraço para vocês, fiquem com Arceus. Muito obrigado, Miguel. Miguel, valeu! Inclusive, o Miguel também assiste a nossa live de quarta-feira e conversei já ali com ele pelo Instagram. Ele é muito gente boa. Obrigado por acompanhar nosso conteúdo e também muito sucesso para você na sua página do PokéLab.
Isso aí, quem sabe um dia a gente não grava alguma coisa junto, né? É, voltar para Pokémon é sempre bom, cara. Ó, que legal, você voltou, já tá produzindo conteúdo. Isso é muito massa, é muito da hora, muito legal. E agora a gente vai para o próximo email do Alex Nunes com o título O Divertido Deck de Avalancha. Fala, Niba Zé, beleza? Como vocês estão? Tô bem. Eu estou completamente viciado em Pokémon TCG, drogas pesadas, o que está sendo péssimo para o meu bolso.
Como não tenho muita gente para despejar toda essa empolgação, resolvi fazer isso com vocês agora. Aguentem. Tá certíssimo, certíssimo.
A gente tá aqui para isso.
Exatamente. Peço desculpas pelo tamanho do texto. Quando o assunto é Pokémon, eu me empolgo, eu me empolgo um pouco mais do que deveria. Bom, eu gosto de jogar com decks fora do meta, principalmente decks meme divertidos, mesmo que isso significa acumular mais derrotas. Atualmente estou me divertindo bastante com o deck do Avalugg. Apesar da fama do deck meme, os resultados têm sido surpreendentes. No momento em que escrevo este email, estou com 25 vitórias e 13 derrotas do Pokémon TCG Live, incluindo várias vitórias contra Dragapult, o principal Pokémon do meta.
Isso me convenceu a montar a versão física para testar em torneios presenciais. Depois trair uma atualização sobre o desempenho, por favor. O deck utiliza apenas 3 Pokémons: 4 Bergamite, 4 Avalugg e 2 Kyogre. Além disso, conta com 21 cartas de treinador, dentre elas 4 Petrel da equipe Rocket, 4 Transmissores da equipe Rocket e a Ace Spec Carrinho Precioso, que são peças mais importantes da estratégia. O restante do deck é composto por impressionantes 29 energias de água.
Ô Zé, parece que ele tá falando outra língua aqui para mim, tipo, literalmente não tô entendendo nada.
Não, depois que eu li o resto até dá para entender, mas no começo a gente fica meio perdido mesmo.
Isso, vocês vão entender, gente, é muito legal a estratégia dele. O principal atacante é o Avalugg, com apenas uma energia anexada Pokémon, você já pode usar o seu ataque Quebra Iceberg. Esse ataque descarta 6 cartas do topo do seu deck e causa 60 de dano para cada energia de água descartada dessa forma. Com tantas energias no baralho, dependendo da sua sorte, o Zé estaria totalmente fora, é possível alcançar até 360 pontos de dano ao Pokémon ativo do oponente, o suficiente para nocautear praticamente todos os Pokémons existentes.
Esse ataque pode acabar descartando treinadores e Pokémon no processo se o seu campo já estiver tiver montado, isso não será um problema. O Kyogre completa— complementa a estratégia com o seu ataque Rebentação, que também só necessita de uma energia anexada ao Pokémon. Esse ataque causa 20 pontos de dano para cada energia de água na pilha de descarte e depois embaralha essas energias de volta ao deck. Além de causar dano, ele evita que você perca por deckout e aumenta as chances do futuro ataque do Avalugg encontrarem mais energias.
Deckout é quando você fica sem carta, tá, gente? Um dos pontos mais complicados do deck é o alto custo do recuo. Avalugg exige 4 energias para recuar e o Kyogre exige 3. Na prática, isso costuma ser contornado pelo fato de ambos serem Pokémon de apenas um prêmio. Então aqui ele fala que o problema é o recuo. Então para você trocar de Pokémon que chama recuo, você precisa pagar 3, né? Você precisa pagar 3 energias no caso do Kyogre e 4 energias no caso do Avalugg.
Quanto maior foi o Pokémon, quanto melhor foi o Pokémon, mais cartas de energia de recuo você tem que dar geralmente, né, que é para você não ficar trocando, para não ficar também quebrado. Muitas vezes é mais vantajoso simplesmente deixar o adversário nocautear o seu Pokémon ativo e promover outro atacante do banco. Isso acontece principalmente com Kyogre, que perde sua utilidade após arrebentação, já que as energias retornam ao deck, seu ataque passa a não causar mais dano.
A estratégia é simples: usar Petrel da Equipe Rocket para buscar o Carrinho Precioso, usar o carrinho para colocar rapidamente os Pokémons básicos em campo, evoluir os Bergamites para Avalugg e começar atacar. Se o carrinho estiver nos prêmios ou você encontrar, não encontrar o Petrel nem transmissor nos primeiros turnos, a partida fica mais complicada. E aí que as derrotas acontecem. Mesmo sendo um deck simples e inconsistente em alguns momentos, ele consegue surpreender muitos adversários e tem se mostrado mais competitivo do que eu imaginava.
Daí ele fala aqui sobre os pontos positivos e os pontos negativos, né, que é fácil de fazer, ataca apenas com uma energia, pode causar muito dano como ponto negativo, ponto positivo. E os pontos fracos é que tem muita dependência desse Petrel da Keep Rock, que se você não achar ele, ferrou. Tem que abrir apenas com Kyogre, abrir apenas com a carta do Kyogre pode atrasar a partida, alto custo de recuo, entre outras coisas. Desculpe mais uma vez pelo longo texto e obrigado por apresentar meu podcast, meu podcast preferido.
Cara, obrigado por você por compartilhar essa experiência aí, né, essa, esse deck e essas partidas com a gente. Achei bem interessante a estratégia que dá para usar, porque a gente é mais do VGC, então a gente mais, né, na parte do competitivo VGC, sendo que no TCG tem muita estratégia legal que dá para usar e tem milhares de cartas, né. Tá certo que cada ano eles limitam uma porcentagem de carta para você usar nos campeonatos, mas num torneio entre amigos, por exemplo, você pode usar umas estratégias bem malucas, com certeza.
Sim, sim. Inclusive, Alex, você descrevendo seu deck chegou a me dar vontade de jogar, você acredita? Eu nunca joguei uma partida de Pokémon TCG, é físico, né? Mas nossa, fiquei com muita vontade porque parece muito divertido. Apesar de, por ser um deck baseado em sorte, acho que não me daria muito bem.
Não, Zé, você não pode depender nada de sorte.
Mas é bem chato. Imagina, né, a pessoa tá no turno 2, tomar 360 de dano deve ser bem chato para adversário.
Nossa, muito, muito complicado, cara. Muito complicado de assim, de você ter a sorte inicial de achar. É uma das coisas que eu não gostava muito de jogar TCG porque depende mais da sorte que o VGC, né? É tenso, mas assim, é prazeroso quando dá certo, né? Com certeza.
E agora vamos ler o email do Luiz Henrique intitulado Volta ao Torneio. Fala, amigos Niba e Zé! Estou escrevendo mais um email a vocês para parabenizar novamente pelo ótimo trabalho com podcast e fazer um pedido. Muito obrigado, Luiz! Queria sugerir o retorno de um programa que é um dos meus favoritos do 0, o de torneios. Pensando nisso, eu tive uma ideia de 2 torneios: um versus protagonistas, onde seria decidido o protagonista mais forte dos jogos, Red, Ethan, Brendon, Lucas, etc. Inclusive é uma ótima possibilidade, gostei da ideia.
A gente até já pensou nisso, né, Zé?
Já, já. Aí a gente só precisa definir se vai ser dos jogos, do anime, do mangá, mas esse foi o ponto. E um outro versus times do Ash por geração, Voltei a assistir o anime e sempre fico curioso com o time final do Ash em cada temporada. Talvez daria para colocar eles para competir entre si. Também uma ótima ideia, viu?
Esse que dá para colocar, eu achei bem legal.
Nossa, é muito legal, muito legal mesmo. Eu acho que esse tá até mais fácil de fazer porque a gente não precisa definir nada, é só pegar o time dele na liga de cada geração. É isso, um grande abraço. Olha, o Luiz Henrique, muito obrigado pelo email. Novamente, obrigado por você ter mandado e gostamos muito das suas ideias. As duas ideias são muito boas. Inclusive, talvez em breve faremos elas.
É, acho que já tá na hora da gente fazer um torneio, né? O último que a gente fez foi da Elite Force, se eu não me engano, de campeões, né? Eu não lembro mais. Só que, cara, campeões, o de protagonista é meio complicado porque a gente tem que ver o time, né? Que time que usar. Porque assim, o time do Red é definido, tem no jogo, tem no anime, né? Tem aquele Origens e tem no mangá. Aí o time do Ethan já não tem no anime, entendeu?
Já, e no jogo também assim, como que eu sei o time do Ethan, entendeu? Complicado. Aí a gente tem que ver qual que vai ser o time que eles vão usar. Isso que é o problema do protagonista, que a gente não fez até hoje.
Ó, eu acredito que dos protagonistas a gente deveria usar do mangá, porque do mangá todos têm time completo e aparecem, né?
Toda geração tem ali seu time completo, mas É, então, Zé, só que, por exemplo, o próprio Gold, ele tem um monte de Pokémon, ele troca Pokémon, né, ele faz um monte de coisa. Daí ele tem um Togepi trevoso, tá ligado? Então assim, como que a gente vai colocar um Togepi para batalhar com Dragonite, por exemplo? Quem que ganha? O Dragonite?
No final do HeartGold SoulSilver ele vira um Togekiss trevoso.
Não, tudo bem, tudo bem, mas assim, ah, beleza, ele vira um Togekiss, mas tem outros personagens personagens protagonistas que tem um Pokémon que é a personalidade dele é muito forte, entendeu? Que nem você falou do Dewott do XY no último episódio. Então a personalidade dele é forte, né? O jeito que ele batalha. Então ele teria um protagonismo que ele poderia ganhar de um outro Pokémon à la Ash, né? Então, por exemplo, um Charizard poderia vencer um Blastoise, entendeu?
Por causa dessa— é complicado. Se a gente for, a gente tem que ver como que a gente vai fazer, se é por poder ou se é vai levar em conta o protagonismo Aí fica meio filosófico, né? Tem que interpretar. Pô, RPG de mesa.
É, mas depois a gente pode definir. Mas o do Ash é um negócio que já dá para fazer logo, porque já tem tudo definido.
Pô, valeu, Luiz Henrique, gostamos da sugestão e a gente pode fazer sim, cara. Eu acho que é uma boa. Mandem sugestões para gente, tá? Tanto é que o último episódio quem mandou foi o Antônio, ele, a gente fez, a gente gostou da sugestão e a gente gravou. Agora o próximo email é do Josimar. Ele mandou: minha história com Pokémon. Fala, Niba, Zé, meus amigos! Eu sou de Manaus, tenho 40 anos e moro no estado do Amazonas. O meu Pokémon favorito é Gardevoir.
Ah, como vocês estão também? Como é que você tá, Zé? Você tá bem? Como que tá tudo por aí? Eu demorei um pouco para contar minha história porque sou— você tá bem, Zé?
Eu tô bem.
Pode continuar. Demorei um pouco para contar minha história porque sou CLT, aí trabalho de dia cheio cansado e por um tempo fiquei enrolando, mas finalmente tive que mandar, né? Sim senhor. Antes da minha história, queria agradecer a vocês pelo incentivo. Eu não conhecia o Área Zero, descobri sem querer. Eu estava atrás de um podcast sobre Pokémon e alguns eu ouvi, não curti, mas o de vocês eu adorei. Curti o entrosamento de vocês, é muito bom.
A conversa flui de uma maneira muito gostosa que dá vontade de escutar as piadas, sabe, né? Vocês dois às vezes discutindo é muito bom. É bom saber que vocês são amigos e que dá vontade de ser amigo de vocês. Eu comecei com Pokémon Pokémon quando eu tinha, quando eu tinha uns 18 anos. Comecei no Pokémon Cristal do Game Boy Color, consegui um, e não me lembro como consegui o Game Boy, mas eu consegui o Pokémon Cristal e fui zerando ele com aquele truque de duplicar ovos que aprendi.
Ah, então você é desses, né? Sabidinho. E Robson curtiu. Robson muito citado nesse podcast, aliás, hein? Acho que ele tá pensando em nós. Calma aí também, tá exagerando muito. E duplicar Hurricane, você desligava antes de salvar, quando você ligava o item tava lá com ovo duplicado. E depois de um tempo eu consegui um Game Boy Advance de metal da edição limitada. Caraca, se tiver ainda, rapaz, amigo, vale uma grana, hein? E guarda direitinho. E joguei o Pokémon Esmeralda, o melhor, né, Zé? Não, não é.
Depois me deram de presente o Nintendo 3DS, aonde eu joguei o Pokémon SoulSilver.
Esse sim é o melhor, a qual eu amo muito e é um dos meus jogos favoritos da franquia. E depois de alguns acontecimentos eu tive que vender o meu 3DS. Que triste. Fiquei muito tempo sem jogar Pokémon e comecei a jogar Pokémon GO. Mas é aquela, né, você tem que caminhar, você tem que andar. E como CLT é complicado você ter que se dispor a sair por aí pessoalmente à noite, que é o meu único horário. E Pokémon GO, assim, com o tempo eu fui jogando e participando, mas não ativamente, até que, até que eu falei que não, até como eu falei, eu não tinha mais jogado pelo amor da franquia.
Então conheci o podcast de vocês e me deu ânimo. Baixei emulador no meu celular porque eu não consegui mais achar os jogos. Tá muito caro e também tem muitos jogos, né, pra poder jogar e com meu salário não dá certo. Aí eu comecei a jogar somente os terceiros jogos da versão, que no caso eu comecei com Yellow, zerei, passei pra Crystal, zerei, aí fui pra nossa amada Emerald, zerei, uhuu, e em seguida fui pra Platinum, muito bom também, e agora tô em Black 2, que foi o Niba que me deu a sugestão.
Ah, no Instagram, né? Mas desculpa, amigo, eu achei meio chato. Mas não é o Black 2 que é chato, é o Nova que é chato, eu não tenho culpa. Ele é melhor que o Black normal, mas ele é chato. Incrível que tanto Yellow quanto Crystal deu vontade de continuar depois de zerar, porque dá nostalgia. Amei tanto um quanto o outro, mas o Black 2 eu só quero que acabe. Eu tô rezando para acabar logo. Cara, é o nosso sentimento também, cara, é o nosso sentimento.
Mas por enquanto eu não sei se existe emulador para o Switch. É, tem, mas assim deu uns paus aí, eu não sei como que tá hoje em dia, mas cara, tenta. É, depois eu falo, pera aí. Mas por enquanto vou zerar o Black 2, já tô com 8 insígnias. Pô, você já tá quase no final, então zera, zera rapidinho ali, já era. Então essa é minha história, tentei resumir. Agradeço a vocês, obrigado por acender essa chama em mim. Eu também tô jogando muito mais Pokémon GO dos eventos mais ativamente, sempre ouvindo podcast.
Continue assim, um grande abraço. E se tudo der certo, estaria adquirindo o Switch 2. Beijos e abraços. Pô, cara, valeu pelo email, muito obrigado aí por mandar sua história pra gente. É Se eu fosse você, às vezes em vez de pegar o Switch 2, eu pegaria um Switch Lite. E dá para você fazer aquela artimanha, né, de deixar ele mais propício, entendeu? Propício. Supostamente vão aparecer jogos no seu computador, e aí você vai conseguir passar os jogos do computador supostamente para o seu Switch.
Então dá para você dar uma, né, um miguezinho aí. E o Switch Lite é baratinho, né? Você acha em promoção por R$800. R$700, né? Então é, pode ser um caminho aí para você jogar os jogos de Switch.
É uma possibilidade, é porque o Switch 2 é bem caro, ainda está bem caro, até caiu um pouco de preço, mas é pesado, né? Então dependendo da situação pode te apertar. Mas não sei também, né, se você quiser comprar também é muito bom, é gostoso de jogar.
É que os jogos são caros também, né? Daí tem esse problema aí. A gente como A gente não, né? Eu me ferro um pouco mais. O Zé, como joga só Pokémon, ele gasta R$300 por ano, né? Que é o jogo de Pokémon.
E é bom, né? E ainda o Champions não gastei nada, então tá, tô no lucro por enquanto.
Tá, é verdade. É isso aí, o Zé é o usuário de Switch que o Massuda odeia, porque não gasta nada.
Ah, fazer o quê, né? Prioridades. E Josemar, muito obrigado novamente pelo email, gostamos muito da sua história e concordo plenamente com você, viu? Viu, os jogos, terceiros jogos são ótimos, menos de um novo, que de um novo é um porra aí.
Agora chegando à matéria principal, desse podcast, que é uma revista Pokémon para vocês. Então aqui temos: o futuro é sem mídia física. A Sony anunciou que deixará de fabricar mídias físicas graváveis como Blu-ray, mini disco, etc., voltados ao consumidor, reforçando uma tendência que já vem acontecendo há anos: a redução gradual do mercado de mídias físicas. Embora isso não signifique o fim imediato dos jogos em disco para PlayStation, reacendeu o debate sobre o futuro das cópias físicas da indústria.
A Nintendo, que é o nosso foco, por outro lado, parece já ter antecipado esse cenário com a introdução de Game Key Cards no Switch 2, um formato híbrido entre mídia física e digital. Então a nossa discussão será como que isso vai impactar Pokémon. E só para, né, deixar, só para explicar aqui quem não conhece, Game Key Cards na verdade é o cartucho do jogo, né, só que dentro do cartucho ele não tem jogo, ele tem um código, você coloca ele no seu Switch.
Então ele é um cartucho mesmo, não é que você abre a caixinha que você comprou, vai ter um código para você digitar. Você tem um cartucho, você coloca no seu Switch 2 e aí ele vai baixar o jogo. Qual que é a vantagem de um Game Card? É que você consegue vender ele. Então a partir do momento que você tira ele do seu videogame e você não tem mais ele para jogar, você não pode acessar esse jogo. Você pode vender ele para outra pessoa ou emprestar.
Então ele funciona como uma mídia física, mas ele não tem o jogo ali. Se você não tiver internet, você não pode jogar. Essa é a desvantagem. É o jeito da Nintendo tentar contornar essa situação. E aí, Zé, tá preparado sem mídia física?
Ah, olha, Niba, eu acho que assim, tem prós, tem contras. Concordo com quem reclama e concordo também com quem não se importa, para ser bem sincero. Mas, ó, só um parênteses: o Game Key Cards que você falou, por exemplo, precisa da internet, mas precisa da internet a todo momento que você tá jogando, ou só na hora que você coloca ali, baixa, né, como se fosse o jogo, e aí depois você consegue jogar offline ou não? Tem que continuar na internet enquanto você joga?
Não, ele não precisa de internet a todo momento. Ele dá um check no momento que você coloca o cartucho no videogame e depois você pode usar normalmente sem internet para sempre. Aí ele vai dar outro fazer um cheque somente quando você tirar o cartucho e colocar de novo, né? Somente quando você emprestar para alguém, essas coisas. Mas durante o— quando ele tá no seu console, não precisa mais de internet, você pode jogar offline.
Ah, isso é bom, isso é bom. Não, e só de ter essa possibilidade de você emprestar para alguém, vender para alguém, já não é bem uma mídia física, mas funciona tal qual. Porque o problema do digital sempre foi esse, que você não acontecer. Tipo, você comprou, você tem ali. Depois que você, às vezes você não quer mais jogar o jogo, não tem como você vender, não tem como você emprestar para os outros. Igual a gente falou no começo do episódio, que você me emprestou o Shinigami Tensei, não tem como, não teria como se fosse uma mídia digital.
Mas nesse módulo tem. Eu acho, sinceramente, Niba, eu acho que para grande maioria das pessoas vai funcionar da mesma forma, tá? Vai ser, vai continuar como se fosse uma mídia física tradicional. Funcional. Só que sempre tem o ponto que inclusive muita gente tá batendo dos colecionadores que quer ter aquele jogo original, né, para sempre. Igual, por exemplo, você comprou o platino, que comprar um jogo antigo e tal não vai ser exatamente a mesma coisa.
Mas sinceramente, para mim, Zé, vai funcionar do mesmo jeito. É esse Game Card. E outra, tem a vantagem que eles podem fazer uma pré-venda porque é o código que, por exemplo, eles, mesmo que você já tenha o jogo em mãos, você só vai conseguir jogar no dia do lançamento porque o servidor só vai liberar aquele dia, né, mesmo que você tem internet. Então é uma forma de você jogar a mídia física no dia do lançamento, porque hoje em dia você não consegue.
A gente, que nem no Pokémon Violet, é mídia digital. Você depois acabou comprando, né, a física, mas eu comprei digital, joguei pela primeira vez na minha vida um jogo de Pokémon no lançamento, mas porque era digital. Se fosse físico, ia demorar dias, semanas para chegar depois, e aí todo mundo já ia estar jogando e eu não.
É, então essa é uma vantagem da mídia digital, é essa. Só que o que preocupa é que junto com essa notícia da Sony que ela deu, né, que vai parar de fazer mídia, vai parar de fazer mídia física, ela anunciou o término dos servidores dela de PlayStation 3 e PS Vita. Ou seja, aconteceu a mesma coisa que aconteceu com a Nintendo, não tem mais servidor de 3DS, né, para você comprar jogos. Você ainda pode baixar os seus que você já comprou no 3DS para jogar, mas você não pode mais comprar.
E até quando vai durar isso, né? Porque, por exemplo, a gente ainda tem o Pokémon Bank, né, tá ativo. Mas até quando? Daqui 3 anos eles podem desligar o Pokémon Bank e desligar os servidores do 3DS. Daí tudo que tava lá é meu. E se daqui 30 anos eles desligarem os servidores do Switch, aí você quer jogar um Pokémon Violet, você não pode mais porque ele é digital, entendeu?
É, tanto é que se a gente for parar para pensar, hoje em dia tem gente que tem lá seu Super Nintendo ou seu Nintendo 64 com a fita original do Pokémon Stadium, clica, coloca lá, conecta numa TV que consegue conectar e joga. E ok. Agora, se não tiver mais servidor nesse tipo de mídia, né, na mídia digital nesse formato do Game Card, não vai ter jeito.
Então assim, é esse que é o ponto que a gente tá batendo, né, que o pessoal tá batendo em defesa das mídias físicas. Porque até para pessoa que não joga em mídia física, né, gosta mais a digital, que tem muita gente gosta digital, né, você incluso, né, você não liga tanto. Eu também gosto de mídia digital, eu tenho jogos que eu prefiro comprar em digital porque eu não quero ficar trocando cartucho, não quero ficar levantando, não eu não quero ficar pensando em comprar o cartucho, daí não tem onde pôr, e não é um jogo que eu vou gostar tanto assim, né?
Às vezes, ou é um jogo que eu vou gostar muito, eu vou jogar várias vezes, então eu não preciso revender ele, né? Porque para eu comprar mídia física, ou eu compro o jogo que eu vou, que eu quero ter na minha coleção, né, na minha prateleira, que eu vou sempre jogar, ou é o jogo que eu não me importo, porque daí eu consigo vender. Então, sei lá, Donkey Kong Bananza, eu paguei na época R$390. Ele custa R$440, né? Eu paguei R$390, eu joguei, zerei.
Depois de 2 meses eu vendi ele por R$395, tá ligado? Eu pedi R$420 e vendi por R$395, mas eu tava tipo, eu tava querendo pegar até R$370, R$360, né? Perder um pouco. E eu consegui ter um lucro, Zé, no jogo, né? A Nintendo é capaz disso porque tava no começo ainda. Eu joguei, zerei, já vendi. E a pessoa que comprou saiu ganhando, porque o jogo tá R$440 sem promoção. Então eu sempre faço isso. E só que tem gente que prefere jogar em mídia digital.
E aí a gente tem um porém: quando só existe mídia digital, é a Nintendo, né, vamos dizer a Nintendo no caso. Então não tem mais mídia física na Nintendo. Então é a Nintendo que vai regular o preço digitalmente, ela que vai fazer promoção. Se o jogo de mídia física ele é mais baixo, né, ele tem uma promoção maior. Então, sei lá, às vezes você acha até um Pokémon, o Brilliant Diamond, acho para cacete, né? Mas você acha até outros jogos é abaixo do valor.
Então eu já, eu já comprei o Legends Arceus, uma, eu comprei o Legends Z-A, por exemplo. A gente comprou, eu comprei o mídia física por acho que R$100 de desconto, se eu não me engano. Então aí eles conseguem ver esse preço da mídia física que tá mais baixo, todo mundo comprando mídia física, e eles podem abaixar o preço da digital. Então o mercado se regula, né? O mercado ele pode se regular, é um dos princípios do capitalismo também, né?
Oferta e demanda, essas coisas. Agora, quando só tem mídia digital e a PlayStation, Nintendo, Xbox tá regulando isso, então não tem competição, é só a loja deles, né? É só Nintendo que tá lá, é só PlayStation Store que tá lá, é só eShop, é só Xbox que tá lá, né?
É, isso é bem complicado nesse ponto, porque vira, por por exemplo, é realmente o preço vai ser 100% controlado por eles. Então claro que ainda pode ser aquilo, ah, está com poucas vendas, né, poucos downloads e tudo mais, eles podem baixar por esse motivo. Mas ainda assim não tem, você não tem a possibilidade de comprar um jogo usado, que às vezes a pessoa não quer, não quer ter um novo, não quer colecionar, não quer nada lá.
Eu só quero jogar um jogo que às vezes não é tão novo, né, um lançamento já um pouco antigo e eu não me importo de comprar um usado e pagar mais barato. E ok, eu mesmo já vendi jogos antigos meus, vendi o meu Platinum, não sei, o Zé, não, Zé, eu acabei que eu não vendi, mas já vendi outros jogos do DS que eu tinha, né, vendi meu Sonic. Só que agora tem esse problema. E digo mais, no caso de Pokémon, porque isso a Sonic anunciou, não sei se a Sonic tem algum jogo exclusivo dela que vai ter esse mesmo problema.
Mas no caso do Pokémon, como a gente viu nos emails dos ouvintes que a gente leu agora há pouco, tem muita gente que gosta de ficar passando os Pokémons antigos para os jogos mais novos. E por exemplo, ah, se é tudo digital e vai passando os anos, os servidores antigos param de funcionar, eles tiram do ar, vai ficar tudo travado. Se você não tiver já passado seus Pokémons para frente, os seus que você tem afeto, que você jogou ali tua jornada, vão ficar perdidos para sempre e não vai ter o que você fazer.
E esse é um problema maior ainda para os fãs de Pokémon. Pode ter certeza que muita gente vai reclamar disso, com certeza.
Inclusive assim, imagina daqui 10 anos não tem mais o servidor do 3DS, né? Do DS não existe mais, né? Mas o 3DS aí não tem mais Pokémon Bank. Beleza. Aí o, sei lá, o Jorginho acabou de comprar comprar na Retrocom, né, numa feira de usados, comprou um 3DS e ele começa a jogar, por exemplo, um Pokémon XY, né, que ele gostou. Nossa, que legal, Pokémon X, que nunca tinha jogado e tal. Aí ele tem um Switch 3, sei lá, né, ele tem um Switch 3 dele e ele quer passar do XY para o Switch 3.
Ele não vai conseguir, entendeu? Porque não tem mais o servidor. Esse que é o problema da mídia digital, né? Se era acabar com servidores, no caso, né? Então é uma coisa que é boa, só que eles não estavam pensando nisso na parte de acabar, porque eu acho que essa empresa na verdade considera como se fosse um bônus, né? Aí tô fazendo um imenso favor para vocês de ter isso daqui, porque não era nem para ter, tá ligado? Porque a mídia física já não tem isso, né?
Você não pode pegar o cartucho 3DS e pôr no Switch, mas você pode passar do digital. Ao mesmo tempo, eles fecham o servidor e tiram esse bônus, né, esse prazer que a gente teria de passar Pokémons e acabou. Simplesmente não existe mais seus Pokémons.
E o pior não é só não conseguir passar para frente. Se tá preso no jogo antigo, que é uma mídia digital e não tem mais servidor, você não consegue nem jogar mais. Você simplesmente fica perdido, né? Ao ponto de eles desligarem completamente servidores, não só de tipo de você comprar o jogo, de você passar para frente, desligar completamente um jogo muito antigo. Aquele Pokémon que tá lá simplesmente perdeu, você nunca vai mais mais vai conseguir jogar com ele nem no jogo original dele, e já era.
Exatamente, Pokémon Bank vai para o espaço, né? Isso é uma, isso é uma coisa que eles estão fazendo agora também, que é o pessoal que quer falar sobre preservação histórica, que é para guardar os jogos, né, como devem ser guardados. Então tem vários sites que trabalham com isso, né? Tem uma agência governamental, é uma ONG na verdade, que trabalha com isso, que é de preservação de jogos. E cara, tem muito jogo que sumiu. Então, por exemplo, desligando os jogos de 3DS, né, os servidores, tem muito jogo que foi feito exclusivamente para 3DS e era digital, sumiu, não existe mais.
Aí essa agência baixou e guardou os dados. Por isso que a emulação e a pirataria são importantes nessa hora, que é um jeito de preservar isso, né. Se não fosse pirataria, a gente não jogava tanto videogame, né. PlayStation 1 e 2 foi a base da pirataria. Switch só ficou famoso assim por causa de pirataria, né. Muita gente jogando, muita gente baixando coisas. Então um dos motivos, né, tem vários outros motivos, mas um dos motivos é que ele ficou famoso por causa disso.
Então, cara, a mídia digital, a mídia física acabar é prejudicial para todo mundo, não só para quem joga só digital, né?
Sim, com certeza. Inclusive, talvez se fosse só digital desde sempre, a gente nem teria tanto afeto por Pokémon, porque querendo ou não, hoje em dia a gente joga os jogos originais, mais no lançamento e tudo mais. Mas antigamente, tanto eu como você, a gente começou a jogar nos emuladores. A gente gostou de Pokémon através dos emuladores e dessas outras formas. Então é complicado. Eu acho assim, chega a ser triste, né, se a gente pensar no futuro, que a gente pode perder esses jogos, né, esses pontos históricos da nossa vida.
Mas fazer o quê? Eu acredito que realmente é uma coisa que não tem mais volta. Eles vão continuar com isso e vai ser disso para mais.
É, até então, né, a gente tá num ponto em que já tem o Game Card. Eu acho que a Nintendo vai ser o último paladino disso, né, vai ficar com a mídia física por um bom tempo, porque criou o Game Card. Eu acho que eles não devem anunciar fim de mídia física tão, tão agora, principalmente porque a mídia física é o que move o Switch, né, eles fazem cartucho e tal. Eu entendo que que o cartucho de Switch, por exemplo, ele vai até 32 GB.
O cartucho de Switch 2, se eu não me engano, ele tem uma capacidade de 64 GB, e dizem que tem o cartucho de 128 GB, né? Eu não sei se existe mesmo, né? Falaram que a Nintendo tinha um cartucho de mais de 100 GB, e os jogos são muito pesados, cara. E aí, por exemplo, sei lá, vou dar um exemplo aqui. Assassin's Creed foi portado para o Switch 2, no no PC ele tem, sei lá, 300 GB. Aí no PlayStation tem 250, né, no Xbox também. Aí vem para o Switch, ele tem, por exemplo, sei lá, a compactação do Switch é muito melhor, né, de colocar dados nesse cartucho.
Então vamos dizer que ele tenha 65 GB, passou 1 GB. E aí, como que faz? Tem que colocar 60 no cartucho e mais um outro de mais uns 5 GB para baixar. Beleza, coube. E aí quando você vai produzir esse cartucho, ele é muito caro, ele é caro demais. O Game Card, ele já não é tão caro. Então assim, o preço que a pessoa, a empresa chega e fala assim: oi Nintendo, eu quero colocar Assassin's Creed para o seu console. Ah, beleza, vamos fazer o cartucho.
Quanto custa o cartucho? Custa $15. Daí fala: pô, mas eu vou cobrar $60 no meu jogo, $15 já é para o cartucho, você vai comer mais $20 porque a sua porcentagem, não vai sobrar nada para mim. Ah, mas é assim. Agora vem no o Game Card, ele fala assim: não, aqui custa $5. O cara vai falar: claro, muito mais fácil, eu quero Game Card. E aí a gente tem um outro problema, seu Zé, que tipo, esse é um problema que a Nintendo conseguiu solucionar e não agradou todo mundo, né?
Mas a gente tem outro problema: armazenamento. Como que você vai fazer caber tudo isso? E se as empresas estão compactando tanto os jogos dela para caber no Switch, será que elas vão continuar compactando quando for só digital? Porque elas compactam Nintendo, né, compacta o jogo das empresas justamente para caber nesse cartucho. Se for só digital, elas vão continuar compactando ou o jogo vai ficar grande? Porque se for depender de um jogo qualquer, vai caber 3 jogos só no seu console, né?
Porque imagina você ter que baixar 60 GB cada jogo, você tem 250 de armazenamento, ferrou.
É, tem esse problema também. Aí para você jogar um outro jogo, você vai ter que apagar aquele que você tem salvo.
Nossa, é um saco, cara, é horrível.
Então, cara, é isso. A gente vai tentando resolver uns problemas e criando outros. Com certeza em breve vai ser isso. Aí o quê? Aí na próxima geração de consoles vão ter que fazer um console com muito mais memória, aí vai ficar mais caro ainda, e aí todo mundo vai reclamar e vai virando uma bola de neve.
Graças a IA, a memória tá muito cara, velho, tá muito cara. Eu fui comprar, eu fui ver de comprar comprar um, atualizar meu PC aqui, né, meu, não dá. A memória RAM tá caríssima, tá um bagulho, bagulho inexplicável, porque as empresas estão comprando tudo para IA, né, para servidor de data center de IA. Aí ferrou.
E cara, assim, eu acho que não tem como fugir muito disso. Desanima um pouco, para falar a verdade.
É porque assim, é que nem você falou, a coleção vai acabando e já tá acabando, porque antigamente você pegava os jogos que comprava, vinha o vinha pôster, às vezes vinha brinde, né, vinha uma caixinha. Hoje em dia você abre a caixa do Nintendo Switch, é só arte de fora e o cartucho. E se você for muito abençoado, se a empresa for muito boazinha, ela faz uma contracapa. É isso, não tem nada, Zé. É um bagulho vazio assim, sem vida, né.
Pô, eu queria um livrinho de volta, eu queria contar essas aventuras, como que foi o jogo, alguma curiosidade de desenvolvimento. Aí nem as coleções de Nem as edições de colecionador, as deluxe, estão vindo com coisa legal. Geralmente tá vindo, ai, é um código para você baixar as músicas do jogo, né? Tá vindo o adesivo, pin. Pô, cara, faz arte, faz umas coisas legais. Nossa, desanima, sabe?
E sinceramente, Niba, essas edições de colecionadores, elas vão ficar mais valorizadas ainda, elas vão ficar mais caras ainda. Então eu acredito que eles vão continuar criando, pelo menos a Nintendo vai continuar criando essas edições de colecionador porque deve ser uma coisa que deve gerar um bom lucro para eles, que acaba saindo bem mais caro. Só que vai ficar mais caro ainda, vai, porque os fãs vão valorizar cada vez mais, já que o jogo base é nada, né? É tipo um pó fiscal que você taca dentro do seu videogame e baixa o jogo.
É, e a gente vai ficar sem, porque nós não temos dinheiro para comprar de colecionador, a gente vai ficar comprando digital. E apagando o jogo para caber outro jogo.
É, quem sabe um dia Nintendo não patrocina a gente, né, Massuda-san? Tá ouvindo, né?
Eu sei que você ouve. Ó, pelo menos manda o Ventos e Ondas para gente, manda uma cópia, depois a outra eu e o Zé divide, tá ótimo. Manda uma cópia, é verdade, mas por via das dúvidas manda o Ondas, tá?
Porque é o que eu vou jogar.
É, pode ser, pode ser. Então é isso, né, Zé? Acho que é uma discussão que vai mais para frente, a gente não quer se aprofundar tanto porque a ideia é só levantar essas perguntas, né, mostrar ou trazer esse debate para vocês. E essa discussão pode se estender para os comentários. Então deixa aqui embaixo o que que vocês acharam sobre o que a gente falou sobre as mídias físicas, se vocês estão impactados ou não com essa notícia, se sim ou não. E vou deixar uma enquete aqui também. E esse foi o Hora Zero Direct número 12.
Isso aí, galera, muito obrigado por ouvirem a gente. Não se esqueçam de mandar email lá no arazepodcast@gmail.com. E deixa aqui nos comentários, concordam, discordam, não estão nem aí? Fala pra gente.
Isso aí, bora, Zé!
Bora então, Niba! Falou, galera, abraço, tchau, falou, tchau tchau!