Parentalidade Imperfeita: Menos Cobrança, Mais Evolução
No episódio de hoje, eu converso com a Emanuelle Rech — ou, como muita gente conhece, a Manu, da @manu.parentalidade.imperfeita. Nascida em Brasília, ela vive em Montréal desde 2007, é casada e mãe da Ingrid, de 11 anos. Hoje, atua como terapeuta e orientadora parental no Canadá, ajudando famílias a construir relações mais conscientes e respeitosas.
Mas a maternidade não fazia parte dos seus planos. Por muitos anos, a Manu foi uma workaholic assumida, passou por diferentes áreas profissionais e buscava um propósito. Foi só aos 33 anos, quando decidiu tentar engravidar, que sua vida tomou um rumo completamente diferente. Dois meses depois, veio a notícia da gravidez — e, com ela, uma transformação profunda.
Nesse episódio, falamos sobre o choque de realidade da maternidade, a culpa que nasce com o maternar, o impacto de um parto que deixou marcas e a decisão de não ter mais filhos. Também mergulhamos na experiência de criar uma filha longe da família: o estado de alerta constante, a solidão de não ter uma rede de apoio e as perguntas silenciosas que atravessam muitas mães imigrantes — “como teria sido se fosse no Brasil?”
Ao mesmo tempo, a Manu traz uma reflexão potente sobre a parentalidade possível: menos perfeição, mais evolução. Um convite para olhar para a maternidade com mais gentileza, respeitando tanto as necessidades da criança quanto as do adulto.
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A gente se encontra no próximo episódio.
Um beijo,
Giovanna