HERBERT #10 - Conversa com o Gabe
█▓▒░ NOVA MENSAGEM RECEBIDA ░▒▓█
Assunto: Conversa com o Gabe S02E10 | HERBERT
Do outro lado da tela, uma nova mensagem acaba de chegar. E dessa vez, ela vem acompanhada de música, performance, personalidade e muita história pra contar. 💿💙
No décimo episódio da segunda temporada do Conversa com o Gabe, recebemos Herbert, cantora e performer da Zona Leste de São Paulo que vem construindo seu caminho na música independente com muita identidade e um repertório cheio de lançamentos.
Passeando pelo pop, R&B e funk, Herbert transforma diferentes referências em uma sonoridade própria e não tem medo de experimentar. Em uma conversa leve e sem roteiro engessado, falamos sobre música, processo criativo, carreira independente, referências e os caminhos que uma artista encontra para construir sua própria identidade.
Porque, no fim das contas, fazer arte também é sobre experimentar, misturar referências e encontrar a sua própria voz. E a Herbert tem muito a dizer sobre isso. 🎧
PREPARE O FONE, AUMENTE O VOLUME E APERTE O PLAY.
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CONVIDADA
Herbert🎤 Cantora & performer
APRESENTAÇÃO
Gabe — @gabersoon
CONVERSA COM O GABE
Um podcast de entrevistas sobre pessoas, histórias, bastidores e tudo aquilo que acontece quando a conversa começa.
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/* obrigado por assistir */
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Ative as notificações para não perder os próximos episódios do Conversa com o Gabe.
bjo&meadd ;*
- O processo criativo de Herbert na composição e produção musicalComposição musical·Produção musical·Estética visual
- O lançamento do primeiro álbum de Herbert e o single 'Penalidade'Álbum de estreia·Penalidade·O Puro Molho da Zélia·Funk
- A descoberta da veia artística de Herbert através do karaokêKaraokê·Infância·Whitney Houston
- A evolução da carreira independente de Herbert e a mudança de sonoridadeCarreira independente·Identidade artística·Aí Tá Bom
- A importância da Fábrica de Cultura na formação artística de HerbertFábrica de Cultura·Periferia·Museu Catavento
- Os feats dos sonhos de Herbert e a busca por parcerias musicaisBeyoncé·Anitta·Normani·Gabi Amarantz
E aí, gente, boa noite! Bem-vindos a mais um Conversa com Gavi. Estava ansioso por esse episódio. Tivemos aí uma pausa de uma semana, da semana passada para essa semana tivemos aí um probleminha. Eu também queria apresentar o meu projeto que ela atualiza o feed para vocês. Mas a minha ansiedade tive que segurar, afinal eu anunciei semana passada minha convidada que tá aqui hoje, que eu conheço aí, pode botar uns 9 anos, 10 anos, pouca coisa na minha vida.
Eu vi evolução e revolução na vida dessa pessoa. E quando você ouve, você contempla a arte dessa querida, você consegue perceber isso. Eu Eu quero que vocês recebam com muito carinho aí do outro lado minha convidada de hoje, Herbert. Tudo bem, amor? Finalmente, né? Desde que eu comecei. Nossa, gelada! Tá nervosa? Ai, amiga!
Mas amiga, se eu não tiver com a mão gelada—
Ah não, tá certo. Não, a gente tem que sempre ter um nervosismo, frio na barriga para entrar. Eu gosto, eu gosto, eu gosto. Tem a adrenalina do ao vivo.
Já é segunda temporada, né?
Segunda temporada. E eu tô falando com você tem quanto tempo? Desde o ano passado. Mentira, ano passado a gente não conseguiu data, lembra?
A gente conversou bastante ano passado, aquele povo daquele reality.
Mas eu é porque, ó, eu vou ficar quieto, mas é porque eu sou da produção, né? Eu tenho que fazer acontecer também.
Tudo bem, tudo bem.
Você poderia ir para o reality, né?
E eu no reality, amigo, eu ia amar. Que caótico! Eu ia amar, mas eu nunca tô dizendo não, né?
Lucas! Um beijo. Como foi chegar aqui? Como tá a vida? Já vamos começar a conversinha.
Eu saí de casa, tava 25 graus Celsius, entendeu?
Deu uma mudança.
Sim, eu nem sabia que aqui movimentado para caramba.
Aqui é, mas aqui faz isso aí por causa, acho que da serra. E da serra, Serra da Praia aqui atrás. Então, não, a Serra da Praia, a Bertioga é daqui 20 minutos de carro, 20, 30 minutos.
Gente, eu não ando frequente muito a praia, entendeu? Mas é falta de oportunidade mesmo.
Vamos tá fazendo um rolezinho na praia.
Tem carro?
Nós dá um jeito.
Seu pai tem carro, não tem?
Mas eu não dirijo.
Tá na hora, né?
Mas eu não posso, sou epilética. Como que tira a carta? A Anne dirige. A Anne é babado.
Tá vendo? Eu tô atenta.
O rolê já tá marcado. Ó, o rolê aqui, amiga. Conta, como que começou a sua relação com a arte na sua vida? Quando que você percebeu que tinha essa veia artística, tudo babado?
Aí foi no karaokê, gente. Eu tinha 9 anos. Caraca! Aí eu falei assim, vó, ela comprou um karaokê e eu ainda não sabia ler. Aí eu vi ela cantando, ela falou, você só vai cantar quando você aprender a ler. Bom, aprendi a ler só de raiva para poder cantar no karaokê.
Chique! E aí desde então, lindo, né?
Total.
Não, e desde então, e desde então foi, amigo, música, teatro.
Eu cheguei a fazer de 2014 até, não, É, 2014 até 2017.
Foi quando você fazia o projeto espetáculo.
Isso, lembro. Porém, eu queria muito estar no teatro por causa do palco, entendeu? O palco é meu lugarzinho, entendeu?
E a dança?
A dança, não só de gogó vivo, artista, né?
Aliás, você vive de muita dança.
Nossa, eu tô tão enferrujada ultimamente.
Mas eu acho, eu acho, quem nasceu para ser rainha, amor? Não perde a coroa.
Mas é que assim, a dança eu comecei com 14. Eu sempre dançava assim na escola, sempre, tendo uns passinhos cá, passinho lá. Mas quando eu comecei a Fábrica de Cultura, para quem não conhece, é um projeto estadual.
Agora estadual?
É estadual cultural, entendeu? É um projeto dentro do Museu Catavento, onde vocês conhecem, eu tenho certeza, que tem um programa chamado Fábrica de Cultura que abrange nas periferias e comunidades, né?
E agora outras cidades também, ele tem agora em outras cidades. E é um projeto bem legal, eu fiz também. Foi onde a gente mais se aproximou, mas a gente já se conhecia, né?
Sim, por causa do ensino médio.
Sim. Aliás, eu soube de uma história sua.
Ai, que medo.
De que uma vez vocês foram numa excursão. Pra onde? Você tava na escola. Vocês foram numa excursão pra algum lugar que eu não lembro. Aham. Acho que o Parque Ecológico do Tietê. Algum rolê assim. E você voltou a excursão inteira cantando Beyoncé. E fazendo o ônibus todo cantar Beyoncé. Uma pessoa... Que estava nessa excursão, me contou essa história.
Amiga, eu não lembro disso.
Mas eu tenho certeza que aconteceu.
É fundamental, eu não lembro muita coisa de fundamental.
Mas eu tenho certeza que aconteceu. Quando a pessoa falou assim, que viu a arte do podcast, falou, ai, o Herbert. Eu falei, é, não sei o quê e tal. Nossa, mas foi uma excursão, ela voltou a excursão inteira cantando Beyoncé. Eu fiquei, era você! Eu lembro assim do... Era você!
Eu lembro do Rei Leão, que nossa, eu fazia parte do projeto rádio que tinha no Cordeiro. Saudades, que nosso melhor aluno, entendeu, tinha que ter boas notas assim para poder ir nessa excursão. E, amigo, foi quando eu pude assistir o primeiro projeto assim da Broadway. Aí me encantei.
Não tem assim, teve a certeza.
É, mas eu voltei assim cantando mesmo, entendeu, só a música do Rei Leão.
Tá certo, tá certo.
Só que assim, para mim não tem nenhum musical da Broadway melhor do que Rei Leão.
Sério?
Nem pode dizer o que for, não tem.
Ah, eu tenho meu favorito.
Não é Renato?
Não, pior que não. Shrek? Não. Fantasma da Ópera. Uó! Ah, cult.
Uó, mas você gosta da versão brasileira ou de fora?
Eu já tinha assistido a versão gringa, né?
Sim.
E quando tem a versão brasileira eu não pude ir no teatro, mas tiveram umas versões, umas exibições no YouTube, eu assisti. Eu gostei.
É porque o que eu gostei do que veio uma galera lá de fora mesmo e fez o Reléon.
O Reléon, né? Ah, tá. Por isso. Não, é que eu gosto do Fantasma da Ópera, eu gosto da história no geral.
Resume para mim.
Vamos tá deixando para outro.
Tá vendo?
Você não conhece a história do Fantasma da Ópera? Então fica a lição de casa para você e para quem tá ouvindo ou assistindo esse podcast.
Mas resume, resume.
O podcast é você, eu que entrevisto aqui.
Você me emprestou a bola, eu vou.
Deixa eu abrir aqui a transmissão, que conforme vai tendo nos comentários eu vou trocando com você conforme a galera for comentando e etc. e tal. E aí você já teve a certeza que você queria cantar, dançar ou atuar desde o karaokê? Na música, não importava como.
O primeiro cara, a música que eu, que a minha avó me ensinou foi do T-Maya, Gostava Tanto de Você, clássico. Mas depois quando eu vi assim a Whitney Houston cantando We All Ways Love You, aí falei, caralho, essa voz que preciso ter, entendeu? Só que da época, entendeu, a família não apoiava, entendeu? Não apoiava, não dava o sabor, centavo, entendeu? Para ir pelo menos nesses programas tipo The Voice, para ir em Raul Gil Kids, né? Nunca. Então, gente, virou um sonho.
Imaginava no vovô Raul?
Sim, mas o fã pode falar a palavra não? Pode. Aí o foda é só cantar música gospel, né? Fica cansativo, né?
Eu não imagino você no vovô Raul, sabia? Nunca imaginei. Você não me conheceu com 9 anos, mas conheci com 11, 12, que a época que as crianças ainda estão lá.
É, mas a minha mente já tava, é, já era uma outra pessoa. Mas The Voice também eu tinha medo.
Não, The Voice eu já imagino mais, que é famoso, gente. É, tem sucesso, só a Talita, mas ela já era famosa por causa da Deise, por causa do Fat Family. Então, e aquele menino, ah não, ele é Ídolos, o sertanejo lá, Israel não sei das quantas, Israel Novaes. E Tiaguinho, Tiaguinho na The Voice é Fama. Olha que tudo, gente, é Fama. E as meninas do Rouge é Superstar, é outros babados.
É isso, em breve eu posso estar na Casa das Estrelas.
Você participaria de uma banda? Porque o Estrelas da Casa é banda, né? É, então, né, essa temporada específica, ou é banda de pop ou banda de pagode.
Passada, é que eu não tô acompanhando, desculpa.
Eu tô só vendo pela internet, não tô vendo a fundo, tipo, ao vivo e tal, que ano passado não. Por isso que eu perguntei.
E tem muito vibe de artista.
Você é artista solo, mas você se vê numa banda?
Ah, se for de 3 pessoas, tá ótima.
Uma coisa meio Destiny's Child. É, mas se não for isso, é Beyoncé.
Não, eu jamais, eu não me coloco nesse título.
Não, pensando na formação da Destiny's Child, tem 3: Kelly, Beyoncé e Michelle.
Quer ser Beyoncé, né?
Quer ser Beyoncé.
Mas é aquilo, o que que faz Beyoncé ser Beyoncé, entendeu?
Essa é a questão da minha vida. O que que faz Beyoncé ser Beyoncé? Nossa, eu me pergunto todos os dias isso.
Fica essa dúvida aí. Vamos estar questionando sobre isso de verdade, amigo, porque eu penso assim, tá, você vai participar de um grupo, obviamente todo mundo quer ser a Beyoncé do grupo, mas o que que ela fez no grupo para ser quem ela é hoje?
O pai dela era o dono também. Teve muitos pausos, mas o pai dela era o dono, diferente das Pussycats. Se bem que a Nicole já era líder das Pussycats antes, né, de ter Pussycat Dolls. Então ela também era líder, entendi da história, ela já era líder mesmo.
Desde o início, mesmo vocal.
Apesar que a Melody cantava para caramba e dava às vezes uma chega para lá na Nicole, mas a Nicole ainda é a Nicole, né?
Ainda tem a Melody.
Aonde a Melody tá hoje, senão a brasileira?
É, tá no Jets, que ela tem.
Melody brasileira a gente vê. E a Dance Pussycat?
Não sei, entendeu?
Sério? Aí, Pussycat passado, não sabia.
Mas eu não dei nem Ah, é porque as outras também só dançavam. Então, aonde que tu tem mais visão ali?
É por isso que agora botou o trio e tá dando certo. Então, no Brasil, então vai vir dia 30 de outubro. Tô tentando, se eu conseguir o ingresso. Alô, Marcas, se quiser mandar para ver um podcast delas ao vivo.
Aí eu quero ver da Normani, se vir da Normani no Brasil. Anitta, todo mundo no mesmo dia.
Vai ter Glória também no mesmo dia, né? Glória, Pedro, e tem mais alguém.
Desculpa, Glória, eu te amo, mas não.
Mas tem mais alguém nesse dia que vai vir com a Normani?
Não, ela só.
O Set List são 5 artistas. Não, é o Melly Festival. É, mas é Anitta, Pedro Glória, Normani, acho que a Luísa, Luísa Souza. É, acho que é, cara, é um escândalo íntimo gourmet.
Acho que dá para apreciar com um bom vinho.
Tem músicas que eu gosto, inclusive saiu na minha retrospectiva desse mês, é Depois do Fim, é uma delas, que é uma música mais de dor mesmo. É que eu tava na vibe, entendeu? Mas é com Amor Morra, eu adorei. Calma, amor, morra para eu viver.
Que vibe você tá ultimamente, gente?
A entrevista, vamos trocar de lugar, amiga.
Só que eu já me aproveitei, então tá tudo bem.
Isso, qual vibe do quê? De música?
De vida, pessoa, persona, locais.
Eu tô vivendo sem roteiro nenhum, sem roteiro algum.
Isso é bom.
Aliás, no off eu tenho que te contar um babado. Ai, você vai cair para trás, que ninguém tá acreditando.
Conhece?
Conhece? Ai, conheço muita gente, mas assim, mas o babado é meu e ninguém tá acreditando quando eu tô contando.
Não quer contar agora não?
Não, ao vivo não. Quando que você entendeu que você, que a sua existência e que toda a sua— eu já cortando para voltar para a entrevista, que eu sou assim. Que toda a sua existência e toda a sua ideia que você tinha, as coisas que você queria criar, seria de algum modo— não queria usar a palavra problema, mas de repente incomodariam outros. Foi mais velho, mais novo, você já tinha essa percepção?
Amigo, acho que quando a gente vai crescendo e formando identidade formando caráter, personalidade, a gente já tá incomodando uma galera, sabe? Que muitas vezes a gente, as pessoas querem que a gente fica na miúda, quietinho, entendeu? Só que isso não é a nossa vibe. A gente vai falar alto, vai rir alto. E eu não queria militar, mas militando já, eu por ser um corpo negro, moro na periferia, então tipo já é um problema. Já é um caos, entende? É isso.
Era justamente por isso que eu perguntei, porque infelizmente existe, né, já enraizado na sociedade toda uma questão em relação a isso.
Acho que a pergunta se me incomoda, te incomoda?
Não, é o que importa. Mas você sente às vezes essa Barreira em algumas pessoas ou alguns locais?
Não.
Se tiver barreira, você vai lá e quebra, e que se dane.
Gente, eu acordo, olho no espelho e falo: bora matar o leão do dia de hoje, entendeu? É isso. O não a gente já tem, entendeu? Se vier um doido para cima, a gente dá de louca para cima dele também.
E assim vai vivendo.
E assim, ou você vai ser caça ou você vai ser caçador. E você escolheu ser a caçadora mesmo, entendeu? Essa é a lei da vida, amigo.
Sim, isso eu concordo.
Então se vier um doido, vai levar também. É sobre a gente, sou muito paz.
Acho que já foi pior. Você deu uma, ao longo do tempo você foi, vou ficar aqui, né? Entendeu? Você foi encontrando o seu lugar de calma no mundo.
Nossa, já fui bem pior.
Já, eu já vi você brigando inúmeras vezes, amor.
Amigo, agredi as pessoas.
Eu não lembro, mas eu lembro de agredir verbalmente.
Não, isso todo dia. Você acha que eu vou deixar? Não posso agredir pessoalmente, fisicamente, então vai no verbal.
Mas já vi você bem, bem, bem, nossa, nervosíssima.
É que agora eu sou classuda, entendeu?
Eu acho que é isso, a gente adquire essa maturidade de saber como discutir ao longo da vida, porque eu também já fui pior. Ah, eu tenho.
Nossa, amiga, você nunca quer discutir, mas quando quer, é, você descasca.
Eu tenho esse problema, mas eu tô evitando, eu tô melhorando, tô melhorando.
Quantos por cento?
Pô, melhorei bastante. Nesse ano eu só tive 4 discussões ao longo do ano. A gente tá em setembro.
Faz quanto tempo que a gente não se vê?
Ah, acho que um ano e pouquinho.
Não, mais, sério, acho. Eu sinto que a última vez que a gente se viu foi em 2021.
Não, a gente se encontrou esses dias atrás.
McDonald's, gente.
É, se encontrou, sentei, fiquei conversando com você.
Não conta, não conta, tá?
Então tá, então aí, ok.
Eu acho que foi em 2021, na minha música Pega Visão.
Não, foi no Fogo, lembrei. Fogo, clipe de Fogo. Passada, clipe de fogo. Aliás, já que você trouxe esse tópico, vamos ao que realmente interessa: música.
Você cria, cria, produz, executa, coreógrafo, eu faço cada vez, compõe.
Quais são suas principais referências quando você pensa, vou criar? Você tem referência ou vem uma ideia na cabeça, um tema, você fala, quero escrever sobre Geralmente, desculpa, tô assim, muito time.
Que as duas, e naquelas duas lubrifiquei a garganta. Geralmente vai muito do que eu não experimentei, entendeu? Cenários que eu nem experimentei. Que vamos supor, hoje estou passando por uma feira, certo? Bem, eu nunca gravei nada numa feira, entendeu?
Entendi.
E eu sei que as pessoas vão ficar olhando, mas o que será, entendeu? Qual é a vibe também da música para isso? E também pode ser clipes de lá de fora, porque não deixar mais Brasil, sabe?
Pegar uma referência que já existe e jogar uma brasilidade em cima.
Que nem antigamente, meus clipes era tudo escuro. Sim, escuro. Aí eu acho que o Pega Visão foi que começou a dar uma clareada assim, apesar que o fogo também ele é mais escuro, ainda acho. Sim, mas é aquilo, tem música que é feita para noite, a gente já vai na estética, sim, é para noite. Tem música feita para o dia mesmo.
E aí é assim que você vai fazendo em relação aos clipes, criando clipe. E em relação às músicas, composições, que você compõe suas músicas?
Amigo, vai muito também de conversa assim, troca, entendeu? Que você me falar que eu achei interessante, já tô, entendi, entendeu? E tá a maioria assim das músicas que eu compus, né? Nem falando sobre mim assim, sobre outros.
Sério? Mas não tem nenhuma que você fala, caraca, isso aqui eu coloquei a minha, sou eu?
Não tem, tem, mas vocês nunca ouviram ainda.
Sério? Nenhuma que já lançou?
Amigo, você deixar, são muitas.
Tem sim, tenho que você odeia. Que eu amei, que é o Rebertão. Não, gente, eu gosto dessa, amiga! Ouço horrores no meu Spotify. É incrível, o nome é incrível, é incrível.
E tô para lançar um EP de funk.
Deus é justo, Deus é bom.
Olha, só que aí, como eu quis dar um presente, né, porque como é Rebertão o nome desse single Aí seria Rebertão Remix.
Gosto, entendeu? E tá tudo ansioso. 9, caraca, quase um álbum!
Não, vamos deixar no EP mesmo, tá bom?
Bastante, gosto, eu gosto.
Só que ainda não tem previsão para lançar.
Pode ser essa funk generation, eu gosto.
Previsão ainda, porque assim, ele tá tudo num funk que é o funk para mim, sabe? Sim, tem muita batida de funk. E eu tudo produzi, tá bom?
Gosto. Então é uma coisa inclusive muito legal que você sempre tá nas produções das suas músicas, tanto na composição quanto na questão da produção mesmo. Isso é muito legal.
Você acha que eu só fico aí, abaixa isso?
Não, eu sei que eu já vi vídeo, já não fica pior que isso.
Eu sei, é confortável.
Inclusive, meu sonho um dia é você levar uma produção para gravar você o tempo todo. A gente precisa igual Anitta, tá? Tá, tá, você é assim que eu já vi. E eu fiquei, caraca, essa é de boa, de boa. Não, teve uma música que você mudou tudo, que eu lembro, só não vou lembrar qual música. Mas você tava na época, eu tava te ajudando em alguma coisa, você foi mandando, eu assim, meu Deus, a música tá de um jeito, agora tá de outro.
Que eu parei. Isso acontece o tempo todo. Que nem, vamos supor, hoje peguei para produzir um reggaeton. Nossa, o reggaeton super lento, gostosinho, que nada. Eu vou pegar hoje de madrugada para reproduzir ela.
E amiga, assim que a vida de produção, tá tudo certo, que aí você tem uma ideia que vai ficar melhor.
Aí, já aproveitando que a gente tá falando de música, né, e música novas e tal, já vou me adentrar já nesse projeto que eu vou lançar agora, meu primeiro álbum. É de vez agora, agora vem, é de vez. Nossa, que já tinha 3 anos já, né?
Nossa, eu tenho até hoje no meu Pinterest a pasta do seu outro álbum.
Ah, esquece isso.
Pode falar o nome do álbum do antigo? Pode falar, era Leios. Leios. Eu tenho até hoje, eu tenho até hoje tudo salvo.
Aí, e o interlúdio tava lindo, as músicas.
E tinha uma música que era tão sexy que eu falei para você, falei, essa aqui tem tanta, tem uma pimenta especial, tem um dendê. Tem, tinha. Não, mas gente, desse álbum já pode falar nome, data? Eu gosto assim, assim, poder pode.
Mas é que para mim ainda é novo, sabe?
Tá tudo bem.
Mas o que hoje tá decidido é na questão de música, vai ser 8 a 9. Tá legal. Temos 2 no máximo, só mais básica. Isso tá ótimo.
Não, tá bom.
Em breve, primeiro single. Olha que doideira!
Ai, quem diria, quem diria! Gosto das suas últimas composições, dos seus últimos lançamentos, que Veio também numa pegada diferente. Acho que ali, depois de Fogo, você deu uma mudada até na questão do som, tudo, que aí veio Aí Tá Bom, vem várias outras, né, depois. Qual dessas é sua favorita?
Não tem ainda, sério?
Não, dessa última leva eu tenho minha favorita.
Pega Visão?
Não, de fogo para trás. Eu separei em duas eras: de fogo para trás, de fogo para frente. Fogo para trás é uma outra era para mim.
É do quê então?
De fogo para trás eu gosto de Pega Visão, de Lollipop. Amo Lollipop, gente. Lollipop é hit.
Tem um remix guardado dessa.
Ai, mentira! Eu já falei que você tinha que lançar um remix de Pega Visão.
Não, amiga, esquece Pega Visão, gente.
Quanto tempo pegou no seu pé por causa disso? Eu odeio, mas assim Se eu for, mas indo no show você não coloca essas?
Coloca? Pega Visão não?
Você não coloca Pega Visão no show, mas fogo coloca? Não, também não.
Amigo, Pega Visão não é uma música para cantar no ao vivo, mas é para você performar.
Você não vai performar em lugar nenhum?
Eu não deixo para os anserinos fazer isso.
Mas no show tem esse momento?
Atualmente não.
Futuralmente, futuramente talvez.
Eu acho muito difícil.
Ah, eu acho legal um break dance, tem lá, pega visão, fogo. Aí tá bom, eu gosto. Aí tá bom, das novas é uma das minhas favoritas.
Eu não acho novo, que é de 2024.
Não, assim, de Fogo para Frente, que aí você vem nessa nova pegada, é mais antiga do que Aí Tá Bom, né? É porque de Fogo você, eu lembro que a identidade visual e tudo, você vê construindo, era tudo muito parecido, entre aspas. Aí você deu um hiato, você teve um hiato legal de Fogo até a próxima, que foi Aí Tá Bom, que aí você já veio essa coisa de dos visuais, uma coisinha. Mas aí todos veio com visuais legais, veio tudo conversadinho.
Aí sim, tava mais independente ainda.
É, então é isso que eu tô falando, tem uma diferença de o Herbert antes, o Herbert depois.
Eu consigo enxergar, é porque eu tava numa evolução da própria artista mesmo, sabe? Só dá um trelele aqui, tava numa produtora, aí disse essa produtora é super independente também, só que ela me comprou com discurso tipo, aí a gente é preto, entendeu? Dessa bolha tal, tal, tal. E meu, eles tinham assim vários artistas de ramos totalmente diferentes e só eu na música. Amigo, se você só tem um único artista que trabalha na música, então você vai nos pontos certos.
E principalmente se você fala bem com esse discurso preto tal, tal, vai nas bolhas certas. Eu mandei para eles, ó, eu tenho essas músicas que dá para funcionar. E ele, ok, escutou, não gostou. Gostaram de todos, Jack. Aí tá bom. Só que o Aí Tá Bom já era minha favorita, né? Eu falei, gente, essa música vai dar super certo, mas vou mandar outras. E dito e feito, escolheram qual que eu tava querendo, só que não gostaram do jeito que você escuta hoje em dia.
Eu fui e falei, não, Então vou para um estúdio super profissional, porque aí tá bom, foi gravado no celular. Mentira, tudo gravado no celular, entendeu? O microfonezinho aqui, ó, e o fone de ouvido.
Nossa, tá muito bom, não parece real. Usando bem de lab. Sim, sim, produtores independentes fazem assim. Caraca, não parece real.
Obrigada.
Tá muito bom, real, de verdade.
O foda que eles foi falar assim, vai para um estúdio profissional. Aí eu falei, beleza, vou para o estúdio profissional. Tirei do meu bolsinho, amigo, a versão totalmente diferente.
Isso não gostou?
Não tem, sabe? Ai, tá bom. Não tem isso, quem entrega não tem. Mas o bom de cantar ai, tá bom, pessoal, é que pessoalmente é outra coisa, amigo.
Sim, eu imagino.
Você nunca foi Disse amigo, nunca fui, tá vendo?
Eu já vi várias apresentações, calma aí.
Várias o quê? Apresentações suas antigas? É, não, você tem que entender a era nova.
Então tá vendo, a pessoa falou que o que ele entende do artista, era Herbert cantando em 30 minutos, 45.
Essa era nova, eu faço meu tempo valer a pena, tá bom? Mais dinheiro para o bolso, 10 minutos é o suficiente.
Tá certo, entendeu? É sobre gosta assim. E dá, você tem muitos fits, você acha que tem?
Ah, tem alguns, tem pouquinho.
Qual que é o seu favorito? Quer ver que não é o mesmo que o meu? Ai, favorito, eu tenho o meu sem pensar duas vezes.
Ai, eu gosto de dois. Que é o MC Pedrinho da CDD. Gosto, que ele é de Manaus, que é o Pele Retinta. Isso, tá vendo?
Conheço discografia da minha fave, você é uma cachorra.
E o Ecos que canta Fogo.
Gosto, mas não é meu favorito. Favorito é Pele Retinta. E vou desafiar você.
Ai sim, a mina vê!
Nossa, aliás, esse merecia um clipaço com todo respeito.
Então, pelo que me chegou aos ouvidos, ia ter, mas parece que teve aí uma discussão onde eu não fazia parte.
Sim, claro, entendeu?
Uma discussão interna que resolveu barrar o clipe.
Nossa, mas vou dizer para você, muito bom, muito bom.
E aí que a gente fez a música assim na hora.
Eu ouço lavando louça e dançando.
Você tem que chamar a mina ver, ela é muito legal.
Vou mandar um Zap depois, manda o WhatsApp dela depois. Nossa, eu amo Vou Dizer Alfa, eu juro. Para mim é fogo, obviamente eu estava lá, então eu tenho um carinho, eu tenho um carinho.
Não tem nenhum carinho.
Ah, eu tenho, as produções eram boas, a qualidade é boa.
Se eu pudesse escolher, é, a qualidade já dá tudo, mas se eu pudesse escolher, eu ficaria com Visualizer.
De fogo? Ah, eu também.
Visualizer entrega mil vezes.
Eu também acho, mas pega a visão, entrega tudo, clipe, música, Visualizer. Dança, assim, até hoje a coreografia.
Que ruim, amigo!
Eu sei, eu sou seu fã.
Não, Pele Retinta dá de 10 ali, filho.
Mas Pele Retinta, a dança é um pouco mais para mim. Não acho. Eu, para mim, meu nível de dificuldade, acho, não é facinho. Aliás, eu queria a dança de Vou Desafiar Você, fiquei esperando.
Quem fez foi a Mina V, mas já até esqueci.
Essa eu queria, que essa eu gosto. Tadinha, eu danço horrores. Mina, vê, convidada. Ó, Giovana Mocini mandou aqui no chat: amo, pega a visão. Beijo, Giovana!
Desama isso, filha.
Todo mundo ama, amigas. Tem que entender que é hit.
Gente, eu tenho certeza que é por causa do refrão.
Eu gosto da música toda. Você ficar famosa, meu Deus! Esquerda e direita, rebolando assim inteira.
Ok, mas eu tô mostrando que tá com a Xetuba.
Mike Stein dos Santos: Herbert manda demais. Chique. Daniela Mocini: que tudo. Aline Cardoso colocou: amo. E vários os. Beijo, galerinha no chat, continua comentando que eu vou continuar lendo. Dos clipes que você já tem, qual seu favorito? E por que? Pega a visão. Brincadeira.
Pele Retinta.
Pele Retinta, sim, foi meu último. Eu gosto também, tá bem bonito.
Sim, amiga, foi gravado perto de casa.
Sério? Não reparei. Perto de casa é que a música ela envolve tanto que eu nem reparei o cenário em si.
Eu sinto que então a quadra é perto de casa também. Eu sinto que de verdade É minha música de entrada.
Ah, isso eu concordo. Tanto é que eu coloquei na chamada do podcast, falei que tinha que ser essa. Eu ia colocar Pega a Visão, falei não, né? Pele Retinta é Tem um Molho. E ficou com remixes, eu não sei se são remixes, mas tem um que você fala: oi, meu nome é Herbert. Tem algum lugar que eu ouvi o molho da Zélia e tal. E aí, mas aí é um remix de várias dela e tal. Por que que tá no Instagram esse áudio? Eu vi no Instagram porque eu meio que fiz uma make-off de um evento. Ah, tá. E aí você colocou esse?
Sim. Ai, gente, ele já jogou a chorada.
Não, mas tá no Instagram, todo mundo pode ver.
Assim, o meu álbum que vai sair, ele se chama O Puro Molho da Zélia.
Ah, é assim que a gente arranca do convidado.
Gosto, né, boba?
Puro molho, gosto.
Acho que eu tenho um puro molho da Zélia.
Eu acho total, você é a própria Zélia, amiga. Tá tatuada aqui, ó. Ai, não exagera também. E tá em Paulista, tá escrito. Brincadeira. Ai, amiga, juro. Então temos um álbum. Tem previsão de data?
Não, eu queria muito antes do final desse ano, tá? Se eu conseguir, perfeito. Caso contrário, então só no Carnaval.
É bom que o single já vai bombando no Carnaval, por isso, entendeu? Que o primeiro single é funk, né? Então perfeito.
Vindo aí, totalmente diferenciado, gente.
Não, tá tudo bem. A gente, ele tava em 100 BPM, a gente sabe que acelerar tava em quanto? 100? Ah, 100 é um ok para o funk. Você acha devagar? É que é uma coisa, um funk muito mais mellow, mas tudo bem.
Alguma coisa, aí falei, entendi, deixa eu aumentar esse BPM aqui.
Entendi, aí deu certo. Gosto. Então vem aí, vai ter dança, vai ter clipe, que a gente gosta das coreô. Eu sou dos coreô.
Patrocinar clipe, você quer, amigo?
Depende.
Super baratinho?
Depende.
Gente, você sabia que ele patrocinou fogo também? Você não fala isso?
E pega visão também.
Você não fala isso para as pessoas?
Não, mas é porque, amiga, por que que eu vou ficar falando isso?
Foi tudo seu também ali então?
Não, tipo, além de patrocinar, fui lá nos dias de produção, ajudei tudo e tal. Mas é porque eu acredito na sua arte independente de qualquer coisa e sempre vou acreditar.
Então, por mim, agradeço. Quem sabe, quem sabe, gente, patrocínio, eu amo, Gabi.
Quem sabe não vem mais por aí, quem sabe, se você me mostrar a música e eu simpatizar.
Mas eu jamais vou colocar o seu nome em um projeto que não vale a pena. Gosto, entendeu?
Tanto é que nos créditos aparece lá no final meu nome. Não, nos créditos de fogo. E pega a visão, aparece lá no final. E eu que mandei o John mudar, né?
Parece importante aparecer.
Não, eu que mandei o John mudar porque aparecia no começo, mas de que apareceu só uns segundos. Sério, eu que mandei o John. Ai, reclamaram para mim, fogo, algumas pessoas.
Mas gente, vocês são figurantes, pode dar o recado. Vocês são figurantes, entendam isso. Vocês não montei 30 segundos para aparecer, é 1 segundo e meio, é o máximo. É tipo, encostei, a câmera já mudou o foco. Obrigada, Deus abençoe, se cuida.
É isso. Teve gente em fogo que reclamou para mim, eu lembro. Eu não vou lembrar os nomes, mas lembro que teve quem reclamou. Mandei para você na época, que eu lembro que eu tava com as autorizações de uso de imagem, tava Aí a gente tinha que entregar os figurinos. Aí era um rolê, um outro rolê. Foram pegar figurinos para mim, fui eu, eu e o—
lembro que a gente saiu de lá, era das 3 horas da manhã, 3 da manhã, e eu tinha uma mudança de casa para fazer outro dia, para fazer.
Ah, o fogo não, não, a gente não conseguiu fazer como a gente queria porque começou a ventar. Não, e começou a ventar, lembra? Começou a ventar e toda hora apagava o fogo. A gente teve que— ai, Enfim, coisa de bastidor, gente. Bastidores de bastidores. Que bom que não teve, que bom que não teve, porque ia sair cada coisa dali. E aí os meninos, o menino, ai, o menino da moto, ele que faleceu.
Por isso que eu falei, mas ainda acho que eu deixei. Ai, gente, olha isso no meu celular agora. Eu vou deixar passar aqui para você, vou deixar passar essa.
Mas em Pega a Visão também teve alguns perrenguinhos que eu lembro.
Mas é perrengue bobo.
É, foi de fogo, teve mais. Pega, às vezes eu lembro que a gente não tava conseguindo uma calçada para gravar, toda hora que eu tava, carro, o pessoal fica atrapalhando ali quando a gente for gravar em frente ao mercado.
Já tá difícil com carro, entendeu? Então ninguém pode errar aqui nesse momento.
Eu lembro, é, alguém errou a dança nossa.
Ai, minhas caras, misericórdia.
Enfim, enfim. Então a próxima música vai ser um— temos nome do próximo primeiro single ainda não? Penalidade, penalidade. Nossa, chique!
Penalidade, puro amor.
Senti uma coisa que vem, uma coisa vem.
Ó, ó, tô arrepiado! A batida também é gostosa, o vulgo chamando é gostoso.
É feat? Não, não, solo.
Na verdade, eu tô querendo gravar como um solo mesmo, entendeu? Mas se acontecer de entrar no feat, eu acho que pode estar vendo.
E vai ter algum feat assim muito, é, nesse próximo, alguém tipo, ah, caraca, ou ainda não? Que rede de contato, esse aqui, rede de contato, sabemos que você anda tendo. Eu tenho não, sou só, ah não, não tem, só aparece nos lugares aí aleatório com as pessoas, mas não tem contato algum. Não, só é colega de trabalho, né? É colega de trabalho, é a mesma empresa, né, gente?
Mas tô pensando no Dudu Pereira.
Chique!
Já escutou a música dele?
Já, é tudo. Tem o seu amigo viralizou também, né? Qual? O nome dele? Khalef.
O Khalef com Meu Puto Favorito?
Não, com Putífero, que teve que sair do ar, não sei por quê.
É, eu vi esse perrengue, né, que o Don Derdis tava passando.
Mas ele é babado também.
Sim, eu conheço o Khalef bem. Sim, nunca vi pessoalmente. Já vi o Zubin Kaur.
Gosto.
O Boninho da Corsa, você sabe, filmado aqui do lado, né?
Tá vendo? E você fala que eu não tenho rede de contato.
Mas o ramo deles é o funk, gente.
Mas você vai lançar um EP de funk depois do álbum, ou antes, não sei.
Nada.
Ai, tá vendo? É assim que a gente arranca. Quem é o feat dos sonhos?
Mas depois, no final, eu tô lançando uma música evangélica.
É bem sua cara mudar assim do nada.
Ai, vai ser uma música evangélica?
Eu já compus uma música evangélica. Nossa, horrível! Eu era, eu tinha uns 14 anos.
Nunca nem vi então.
Ó, Deus me livre! Que feat dos sonhos?
Não, Beyoncé, gostaria que fosse minha madrinha na música.
Uma coisa meio Chloe Bailey, que ela é madrinha da Chloe, da Bailey, né? Isso, Bailey, que é Bailey, é porque é o sobrenome dela. É verdade.
Normani, feat. Tem a Ana Taylor.
Ai, chique, chique! Mas Normani também acha chiquérrimo. Claro, Normani também acha chiquérrimo. Kelani, eu acho chique também. A voz de vocês combinam.
É porque, amiga, eu já escuto elas bem de 2014. Sim, é que para agora, para a galera delas estão fazendo sucesso agora.
Então, mas eu conheço faz tempo. Aliás, já compartilha essas coisas faz tempo.
Mas se fosse daqui nacional, quem eu adoraria? Eu tô entre 3 pessoas.
Anitta, beijo, patroa, entendeu?
Me padrinha, seja minha madrinha aqui no Brasil.
Equilibrium, né? Você participaria do Equilibrium, do álbum da Anitta?
Participaria.
Em qual faixa, amiga?
O quê?
Mas você não é indígena, né, amor?
Mas eu sou uma trixa africana, então tem que ter outra faixa. Não importa.
O que é sobre os povos indígenas. Mas eu adoro. O quê? A minha favorita do álbum. Botei minha cabocla de pena, já tô aqui, ó.
Gente, é sério, amigo, eu amo. Sempre quando eu tô saindo de manhã, eu escuto essa música.
O quê, né? Eu também.
Caçadora que tem pressa vai para casa sem comer.
Gente, olha isso! Tem uma mensagem, tem uma mensagem bem fortíssima.
Se você não entender, sinto muito. Tá, é Anitta, Anitta, a Mabi, chique, já escutou, né? A Mabi. E a outra seria, qual o nome da gata? Ai, misericórdia.
Ela canta o quê?
Gabi Amarantz. Gabi Amarantz, caraca, achei diferente, é diferenciada, mas você tem que escutar uma música que ela tem com a Kaline.
Já escutei, já escutei. Isso para mim é papo de novela, mas é que eu achei diferente do que você faz hoje, que a Gabi ela vai para um outro rolê. É que se for afro, é, eu acho que combina total. Mas eu vejo você com vários outros artistas. Eu imagino um feat seu com a Duki, imagino um feat seu, aliás, com as garotas do trap no geral. Duki, Ebony, Nanda, Tashi Tracy.
Escuto tanto, Nanda.
Mas eu acho que combina com a sua vibe. Você manda uma coisa mais, mais melody, elas vêm com flowzinho. Até você mandando um flow, porque você manda bem no flow também, tá? Mas manda, mas manda.
É que sou preguiçosa.
Imagino você com a Uri, você e Urias, um feat bem babadeiro.
Eu fazia um remix, acho chiquérrimo.
Eu imagino você, clichê, todo mundo fala, mas imagino muito você com a Pabllo.
Eu escuto mais Linniker, sabia?
Imagino também, o povo fala mais Linniker do que a própria Pabllo. Eu imagino muito você com a Pabllo, com a Linniker, com a Isa. Ai, acho chique, uma coisa bem, acho uma coisa bem mamães. Nossa, mamães assim poderosas, sabe?
Mames, eu acho muito gente.
Isa, é porque também ela não lança nada, né? Para escutar a gente tem que estar, ela tem que estar lançando. Imagino você com a Lud, Só não sei em qual era, no pagode não, mas em outras eras.
Já falei, gente, se a Ludmilla inventar de fazer um EP afro, eu vou me enfiar ali.
Eu imagino muito você, entendeu? Meu sonho é você com a Isma.
Nossa, amigo, praticamente com a indústria toda.
Aqui saiu Dois Irmãos de Pau.
Ah, eu prefiro a Vita.
É que a Vita é mais barulheira, eu não imagino você muito na barulheira.
O quê?
Um hiper pop você faria? Uma coisa bem Charli XCX? Imagina você com a Charli, amiga. Super, você e Charli XCX. Posso fumando?
Aham. Ai, eu faria aquele gás dela.
Ai, eu amo. A galera tá aqui enfurecida nos comentários.
Manda, manda.
Guilherme Lucas: meu Deus, a maioral, avisa. Giovanna Mocini: fica tudo tão perfeito que nem imaginamos os perrengues dos bastidores. Acho que é Desculpa, acho que é referente aos clipes, né? Aline Cardoso falou que quer spoiler para continuar puxando. Vai beber piscina, iconic. Aline Cardoso, com a Isa seria tudo. Tá vendo, amiga? Seria tudo você com a Isa. Eu tô falando, eu acho que tem uma conexão, uma ponte, mano.
Eu vou mandar uma música de reggae para ela então.
Ah, eu acho que ela super toparia.
Já pensou?
Nossa, ia ser chiquérrimo, mas Mas eu imagino também, porque você, apesar de ter um conceito, às vezes você entrega boas farofas. Eu imagino você num bom feat com Pedro, um pancadão, pancadão com Pedro Sampaio, com Denis.
Aquela música que tem caneta, bota um funk. Amo essa música minha, sinceramente.
Essa música eu imaginava você até na sequência Kante, amiga, mandando o seu, o seu dance performance. Cadê aqui? Aí, tá, tá ligado?
Mas quebra nesse clipe, sério, bastante conhecidos. Legal que é tudo da cena do Vogue.
Ah, sim, claro, claro, imaginei mesmo. Ó, muitas perguntas que mandaram aqui na caixinha eu acabei fazendo durante entrevista, então vai acabar pulando, tá? Anne Gabriele perguntou: qual a sensação de ser a maior dançarina do Brasil? Foi minha irmã.
Ai, amiga, não sei, eu diria que a minha dança ela enferrujada. É porque eu acho que eu nunca quis ter essa dança propriamente dita.
A dança era uma consequência da música.
Nunca quero que as pessoas me conheçam dançando, era mais a música.
Inclusive, uma vez a gente brigou por causa disso, que eu queria que você postasse mais dança e você: não vou postar, não vou, não vou.
TikTok, vocês vão ver dançando.
Ai, não vai ver assim no meu Instagram. Inclusive, gente, quem tá assistindo pelo YouTube ou ouvindo pelo Spotify, alguma plataforma digital, Segue Conversa com Gavi no Instagram, que quando sai o convidado, sai a caixinha de pergunta. Por exemplo, do Herbert, quem tá assistindo tá vendo aí, tem várias perguntas aqui para eu tá fazendo. Então você que quer fazer pergunta para os próximos convidados, segue e manda, que é mais fácil olhar na caixinha do que às vezes na transmissão ao vivo.
Aí deixa eu aproveitar, dar stream na minha música, tá bom? Vamos!
No final você vai falar, amor, você vai fazer todo o seu.
A cada 5 minutos a gente tem que fazer, eu sou artista independente.
Você vai fazer o seu jabá, vai vender, vai vender. Por favor. Quais os planos futuros para música?
Vai lançar o álbum, claro, eu falei, entendeu? O single brevemente, com visuais incríveis mostrando minha periferia, que eu amo. Acho que tá engraçado que tudo que envolve funk a gente quer mostrar a periferia. Mas obviamente de uma estética totalmente diferente, entendeu?
A partir da sua perspectiva, né, da periferia.
Sim, entendeu? Mais divertida, entendeu? Não só tragédia e tal. Sim. Entendeu? É isso, vai vir coisas novas.
Tem um EP de funk que não tá para lançar, mas a gente vai cobrar esse EP de funk.
Cobra aí.
Ah, ninguém mandou você falar, ninguém mandou você falar. Como você descobriu o que realmente queria ser e aonde quer chegar? Finalizar, que essa eu acho que é a pergunta para finalizar. Como descobri?
É, repete a pergunta.
Como você descobriu quem você queria ser e aonde você quer chegar? Sabrina que fez essa pergunta, beijo.
Eu ainda estou estudando, avaliando muito ainda aonde eu quero chegar, entendeu? Mas eu sei quem sou, estou ainda no trajeto, sabe? Acho que vai ter ainda muitas vivências, muitas experiências que vai fazer eu cair, vou ter que me levantar, me reerguer, e assim viver mais um dia, né?
Pessoal tá no YouTube falando, precisamos de um hit para o final do ano e Carnaval para ontem. Vai vir, amiga, vai vir aí um pancadão para a gente rebolar muito aí nas festas de fim de ano e no Carnaval.
Remake de qual é aquela música que a gente canta no Natal? Hoje é novo dia. Sim, gente, eu tenho.
Manda para MC Sofia, faz um remix. Ai, MC Sofia, ai, parceira, acho tudo, acho tudo. Você é ref delas igual a Sofia é. Acho tudo, amiga. Infelizmente Tá acabando, mas manda aí suas redes, aonde a gente pode te ouvir.
Me segue em todas as plataformas digitais, Herbert, no YouTube, Spotify, Instagram com 2 Hs, ok? Snapchat, entendeu? Mandem, contratem para fazer show de 10 a 5 minutos. Gente, vai por mim, 5 minutos é muito. Eu entrego tudo como se fosse 1 hora, tá bom?
E é isso. Quiser um show de 1 hora, como que faz? Paga mais, claro, obviamente, porque quando a fonte secar todos vão saber. É isso, meus amores, divirtam-se.
A minha música sem você, muito complicada. Ai, que calor! Nossa, a gente não falou da música Ai Que Calor, que é a melhor música.
É que eu não gosto, eu gosto de Ai Tá Bom.
Obrigado.
Ai, eu gosto de Não Poeiram Mais.
3 minutos ainda a gente tem, então a gente pode falar, entendeu?
Eu gosto de Não Piro Mais, eu gosto de Fogo, eu gosto de Pega a Visão. Gente, eu gosto de Lollipop.
Eu tô aqui, ó. Ah não, é tudo Lollipop.
Lollipop é tudo, amor.
Entrega.
Mas ali é o começo e você já entregava tudo, entendeu?
Eu concordo. Chuta quanto foi aquele clipe?
R$200.
Gente, é uma moedinha.
Nossa, você não faz nada. Tem que Mas eu gosto de pele retinta, eu gosto. Vou desafiar você, eu gosto toda coisa boa. Vem, eu acredito, eu acredito.
Gostaria de agradecer.
Quando tiver o álbum, saiba que eu quero vir aqui e eu vou estar lá para destrinchar faixa a faixa, para cutucar artista.
Penalidade grave, o making of.
Ai, então vocês estão vendo, né? Making of de penalidade vai sair nas redes do Gabi. Então para isso me siga também. @gaberson nas redes sociais. Siga o Conversa com Gabi aqui no TikTok e no YouTube. Semana que vem retorno nesse local com um convidado muito especial, assim como Harold, tá bom? Beijo e até a próxima semana. Tchau!