Episódios de Clube das Garotas Estranhas

RANÇO LITERÁRIO

07 de maio de 202653min
0:00 / 53:48

Voltamos e voltamos ainda piores! 

O episódio de hoje é sobre aquele rancinho literário, coisas repetitivas nos livros de romance que nos dão arrepios e nos fazem fechar as páginas.

Então bora falar mal?

Nos sigam nas redes: 

Clube das Garotas Estranhas no instagram.

Apresentação: Andreia Nascimento (@psyche.andreia) e Jess Rodrigues (@obotecoliterario)

Roteiro: Andreia Nascimento e Jess Rodrigues 

Edição: Jess Rodrigues O Clube das Garotas Estranhas é onde o senso crítico divide mesa com o absurdo e as histórias, sejam reais ou inventadas, são servidas sem açúcar. Aqui, literatura, cinema, cultura pop e narrativas autorais passam pelo filtro da ironia, da análise afiada e, às vezes, do puro deboche.

Não prometemos conclusões, muito menos consenso. Mas garantimos conversas que encaram o desconforto com lucidez e uma pitada de veneno. Porque nem tudo que parece exagerado é mentira e quase nada que parece normal é verdade.

Assuntos8
  • Ranço literário em romancesClichês em romances de romance · Prólogos e marketing de livros · Monster Romance · Plot de gravidez em livros · Plot de traição · Triângulo amoroso
  • Relacionamentos e traições homossexuaisRepresentação de sofrimento em romances LGBT · Falta de felicidade em personagens LGBT · Personagens LGBT trambiqueiros e empoderados · Sofrimento por família não aceitar · Sofrimento por preconceito e bullying · Sofrimento por se apaixonar por hétero
  • Personagens frios e calculistasPersonagem frio, calculista e sarcástico · Antipatia e chatice como traços de personalidade · Romantização da frieza e falta de empatia · Homem abusador e manipulador · Violência financeira, física e assassinato
  • Mulher coitadinha e aliciamento de menoresProtagonista jovem, inexperiente e inocente · Homem mais velho salvador · Relação de poder em relacionamentos · Fetiche e romantização do abuso · Mulheres emo e representatividade
  • Personagens masculinos em romancesPersonagem superdotado cognitivamente · Obsessão por pênis grandes · Síndrome da buceta milagrosa · Perspectiva da mulher imaculada · Culpa cristã e recato feminino · Síndrome do micropênis e insegurança masculina
  • Bebê rejeitado e abandonoPlot de bebê rejeitado · Crueldade do abandono de crianças · Abandono de mulher grávida · Mulher que mata ex-parceiras · Inversão de clichês em romances
  • Síndrome de Estocolmo em romancesSíndrome de Estocolmo · Mulher em cativeiro e refém · Romantização da violência contra a mulher · Dark romance cristão
  • Transtorno de Identidade Dissociativa (TDI)TDI como transtorno não comprovado cientificamente · Ted Bundy como referência de TDI · Assassinos convictos e TDI
Transcrição145 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Bom dia, boa tarde, boa noite, queridos ouvintes. Esse é o Clube das Garotas Estranhas. O seu podcast que às vezes faz literatura, às vezes fala de maluquice, às vezes a gente mete uns fanfic. E toda vez que eu abrir esse podcast eu vou estar com abertura nova, porque eu nunca lembro da original. Ai, meu Deus do céu.

Oi, gente, eu sou a Jess do Boteco Literário. E aqui comigo tá ela, Andréia Nascimento. É, voltamos. E hoje pra falar mal, vai ser difícil um dia que a gente vai falar bem? Quando é que a gente vai fazer um programa pra gente falar bem? Quando a era resetar. Acho que a gente tem... Vamos ter que marcar um dia. É, sabe? Tipo, eu fico na esperança que um dia nós vamos voltar, né? Enfim. Tipo, eu comecei a falar mal do Stephen King. Então, assim, já perdeu as esperanças pro mundo, né?

Realmente, se você começou a falar mal de Deus, aí tá foda. E aí tá foda, né? Bora lá. Então, gente, o nosso programa de hoje é sobre aquele ranço literário, assim, aquela coisa que você viu que tá anotado em algum lugar, você detectou que tem esse determinado clichê no livro, você não pega pra ler de tanto ranço, de tanto ódio que você tem.

É aquele que, tipo assim, não precisa nem ler, a gente já sente no coração, assim, o coração tremendo só de ver. Pelo título a gente já identifica. E o engraçado é que, eu já falei isso aqui várias vezes, que eu sempre prego o prólogo de alguma coisa pra ler, porque eu acho... Eu não sei se é um vício o que é, né? E eu comecei a olhar os prólogos, assim, sabe? Eu não leio mais a história, eu já comecei a julgar, eu começo a julgar do marketing.

O marketing sempre vai entregar a bomba, gente. Meu Deus do céu, é sério. E a pior coisa é que hoje eu ia começar. Eu vou ler meu primeiro Monster Romance por causa que... É por isso. Só que eu comecei a ter um colapso nervoso. Eu lembro que eu não paro de rir do que tá lá escrito. É porque, meu Deus do céu. Isso é porque eu indiquei o Monster Romance leve pra ela. Completamente aleatório. Eu nem peguei o Monster Romance assim mais.

Velho, mas depois que eu li um livro, que o vampiro tinha tentáculos, e aí ele transava com a mulher usando os tentáculos.

Ai, meu Deus do céu. E aí, é complicado. É muita viagem. Mas enfim, isso não era um monstro. Até onde eu sei, né? Mas são coisas da vida. E aí, Jess, como é que tá a sua lista? Que a minha tá um pouco grande. A minha lista tá um pouquinho grande. Mas acho que ela vai divergir aí de muita gente. Porque, né? Eu vou falar mal de coisa aqui. Acho que vai ter gente que vai se sentir um pouco ofendido. Mas é isso. Com certeza. Eu acho que até eu vou me sentir ofendida em algum ponto.

É, mas é aquela coisa, né, gente? O pessoal odeia o plot de gravidez em livro que o pessoal transa a cada cinco páginas. Gente, se são pessoas que trocam material genético entre si...

Isso em algum momento vai acontecer. Lembrando aqui, eu botei plot de gravidez no livro gay. Porque acontece, acontece, gente. Acontece, sabe? Às vezes eles querem formar uma família e eles formam uma família. A gente tá esquecendo que o plot de gravidez é o plot, é assim, é a subtrama mais certeza de acontecer. Não sei que um dos outros seja infértil.

Exatamente, e plot de traição Ninguém aguenta traição romântica Bota uma traição, sei lá Do governo Isso, traição do governo Bota traição em máfia Bota traição romântica Me poupe E trisal também, né, porque o pessoal odeia Triângulo Amoroso Mas aqui a gente vai falar bem Vamos falar bem do que? Do Triângulo Amoroso? Ah, o Triângulo Amoroso, eu gosto do Triângulo Amoroso Porque é igual é aquela coisa, né Tem gente que sabe fazer, tem gente que não sabe fazer Tchau

Desde que não sejam duas mulheres chorando por um homem, por mim tá tudo bem. Eu não consigo recordar se eu já li algum triângulo amoroso que... Que eu disse, ah, aqui é um triângulo amoroso, eu não consigo recordar agora. Porque faz muito tempo que eu parei de ler romance, você sabia? Tipo, muito tempo. Chegou um momento que eu disse, chegou, deu, sabe? Tipo, não tem mais. Gente, inventem a roda, por favor. É sério, inventem, porque tá precisando.

Aí eu lembro que eu parei de ler romance, romance hétero, né? E aí eu fui começar a ler romance LGBT. Eu lembro, tipo assim, eu peguei um livro do Vitor Martins e disse, eu vou ler. Porque eu não aguento mais livro hétero. E aí eu comecei a ler livro LGBT, né? Foi a salvação. Foi quando eu disse assim, ainda dá pra ler? Isso aqui dá pra ler ainda? Romance, sabe? Ainda tem uma coisa interessante nesse romance.

Apesar que, meu Deus do céu, gente, o que é que vocês têm? Assim, porque todo gay tem que ser sofredor, né? Então hoje a gente tem muita coisa pra falar. Então vou abrir a minha lista de ranços agora, já que você falou do gay sofredor. O primeiro ranço da minha lista aqui que eu vou trazer pra vocês é o dos gays que só sofrem.

Gente, não tem uma gota de felicidade Na vida desses gays Eles só sofrem o tempo todo Eles só se fodem o tempo todo Tragam mais gays trambiqueiras Tragam gays dando tiro, empinando moto Matando pessoa, dando golpe, entendeu? Por que que livro de romance LGBT Os povos estão sempre sofrendo E é um sofrimento assim descabido E a gente já sabe que a gente Estou me incluindo nesse pacotinho Porque eu sou uma pessoa LGBT Né?

E assim, por que que sempre nas histórias a gente tem que tá sofrendo? Não tem uma gota de felicidade, sabe? Ah, não, gente, pelo amor de Deus. Já sofre, ah, a família não aceita. Aí sofre. Aí sofre preconceito e bullying na escola. Aí sofre. Aí sofre preconceito na rua. Aí sofre. Aí se apaixona por hétero. Aí sofre. Todo mundo já tá careca de saber que isso acontece. Vão criar uma coisa nova aí. Exatamente isso. Pelo amor de Deus, parem de sofrer. Eu não sei o que falar, mas... Não tenho depressão.

Eu parei de ler romance justamente por causa disso. Era muito sofrimento. E assim, é um sofrimento. Não só o LGBT. Porque o LGBT, ele tem três vezes mais sofrimento do que um romance hétero. Sabe? Mas, eu não sei explicar o ranço pelo romance hétero que não dá mais. O que é que tem ali dentro? Por que que, sabe? Então assim, fiquei pensando. E por que que todo romance LGBT a pessoa tem que sofrer? Eu li um livro do...

Vinícius Grosso. Acho que é o livro que eu falei que eu ia mandar pra você. Não sei o que. Não sei o que é sol. Meu Deus, que sofrimento. Tipo, assim, é um sofrimento que você sofre de dizer assim, meu Deus, para, sabe?

Vamos tirar esse pessoal daqui, sabe? Tipo assim, dá uma arma, um 38 de presente, sabe? Vamos ficar droga, cacete. É muito sofrimento. Eu acho que, tipo assim, se eu fosse tão oprimida, eu não ia ficar sofrendo. Eu não ia ficar sofrendo. É por isso que eu sou assim. Cara, eu não ia ficar sofrendo. Eu ia sair descontando em todo mundo. Eu ia sair descontando em todo mundo, sabe? Ah, mas é porque você tá me oprimindo. Tá. Deixa eu pegar aqui um 38. Vamos ver se você vai oprimir quem agora. O sonho do oprimido é virar opressor.

Exatamente. Assim, sei lá, vai aprender a atirar de fuzil. Ninguém vai oprimir você. Ninguém. Enfim, uma coisa que a gente odeia foi que a troupe dos gays sofredores. Agora eu vou falar uma minha. Digue. Eu vou começar com outra aqui.

Que eu não sei como é que chama. Não sei se existe uma definição pra isso. Mas o gay sofredor me trouxe aqui um dos pontos da minha lista. Que foi o personagem super dotado. Mas quando eu falo não é de inteligência, não. Por que é que tu é um personagem?

Que que todo personagem, tipo assim, já entrega super dotação cognitiva. É uma obsessão por pau grande que esse povo tem. Ah, gente, o cara do pau de latinha de monster, esse aí causa pesadelos até hoje. Tem esse da latinha de monster? Eu não sei. Tem. Isso, foi famoso. E é de dark romance, viu? Nacional aí, ó. Latinha de monster, viu, gente?

Cara, é... Quando eu vejo assim, os... Isso porque vem no romance, né? Tipo, dentro do romance. Principalmente dentro do romance hétero aquilo ali, né? Foi uma coisa que eu percebi, que geralmente descrevem os paus gigantes nos romances heterossexuais. Escritos por mulheres. E isso, pra mim, tem muito a ver com a enorme insatisfação feminina com o sexo heterossexual. Então, autoras, eu quero deixar um recado pra vocês. Vocês já experimentaram mulheres?

Ou então, não estamos aqui pra dar dicas, mas dando dicas. Gente, existem outros tipos de sexo que não seja com penetração. E, tipo, dá pra vocês, sabe? Tipo, pau do cara não precisa ser grande. Mas deixa eu falar uma coisa. Só em ver trechos assim, eu já fico morrendo de vergonha. Fico imaginando, tipo assim, sabe?

Ah não, o quão tem que ser O quão tem que ser assim Sua cabecinha viajada pra você Tá medindo o pau de homem dentro de um livro Mas é aquela coisa, né Não sei se você viu a onda dos homens Que começaram a ficar inseguros Porque as mulheres estão lendo livros É de romance, com sexo explícito E eles começaram a ficar inseguros Porque aí o pau dos caras é muito magnífico E o meu não é tão da hora assim E aí

Foda-se, meu amigo, que você sinta pressão estética. Sim. Como seria Hitler lendo esses livros hoje? Eu acho que se ele tivesse conhecido o Monster Romance, antes dele virar o líder da nação alemã, antes da Segunda Guerra Mundial, ele teria se matado antes.

Não tem se matado antes? É, porque o que ele fez era uma grande síndrome de micropênis, né? A gente sabe. E quem repete as mesmas falas dele, os caras também têm síndrome de micropênis. A gente sabe que é isso. E pior, eles saberem quem do grupo tem o pau maior. Cara, eu digo síndrome. Ah, não, mas isso aí, os homens, eles manjam muito o instrumento do amigo. E eles se comparam muito.

É um negocinho assim, dentro do coração, né? Tipo... É, não... Homem vai de tudo pra ver o Minu, né? Eles medem muito um do outro.

É, é uma eterna competição amigável. Qual é o seu próximo ranço, Jess? Ai, meu próximo ranço, já que a gente tá falando de pau, é a síndrome da buceta milagrosa. Nossa senhora, essa é boa. Gente, a síndrome da buceta milagrosa, hein? O cara, ele é o maior comedor.

rodado, comeu a cidade inteira. E aí ele conhece a protagonista, que tipo assim, muitas vezes ela é virgem também, toda inexperiente e tudo mais. Ela pode ter 30 anos, mas ela é virgem inexperiente, tá? E magicamente esse cara vira um sã. Ele foi convertido pela buceta mágica a amar uma única pessoa pro resto da vida e só desejar aquela pessoa totalmente inexperiente. Tá, você acha que ruim? E aí

Essa perspectiva da mulher imaculada É uma questão religiosa, talvez? É uma coisa que vem ali Do precisar se guardar Culpa cristã? Oi? É culpa cristã Sim, tipo assim O cara no livro tem que ter o pau grande E a mulher no livro precisa ter A buceta milagrosa Geralmente eles se encaixam Geralmente é dentro do mesmo livro

Olha, pra mim eu vejo muito isso com a questão de que... Vou falar mesmo, viu, gente? São vocês imputando na sociedade que... Trazendo da sociedade que a mulher tem que ser recatada, ido lá e esperar o grande amor dela, enquanto o homem tem que ser o fodão e não sei o quê, não sei o que lá, sabe?

Porque, ai, que não sei o quê. Ah, tem que me guardar pro casamento. Guardar pra quê? Aí depois você faz o quê com esse tempo que você não viveu a sua vida? Depois que você casa, você transa com um véi brocha?

Você nunca vai sentir uma alegria na sua vida depois desse casamento. Me diz. E aí não pode vocear. Falando assim do pau grande e tal, e da boceta milagrosa, a gente fazendo um paralelo com o que tá acontecendo hoje, né? Eu tenho uma sugestão. O homem que quer subir montanha deveria subir o Everest. Eu também acho. Eu também acho que se o homem quer subir uma montanha pra aprender a virar homem, ele deveria subir o Everest. Sim.

Você fica imaginando, cara, se você consegue subir o pico mais alto do mundo. Isso muda, isso realmente muda você. E não subir uma montanha com mais um monte de marcha pra ficar gritando um com o outro e o Ivan no Palua. É todo mundo nu, né? Mas beleza. Esse é o Omega Pesso que você quer que eu conheça.

Realmente. Meu Deus, os seus caras que sobem a montanha estando no Megavess. Ah, estou no... Eu nem sabia que eles uivavam pra lua, tipo... Caralho, o Megavess é 100%. Eu nunca vou esquecer que eu descobri que o médico da minha mãe é desses caras que sobem a montanha.

Meu Deus do céu, parem de subir montanhas, sabe? Ou subam, tipo, mas vão pro Everest. E pro Everest tem um episódio diferente que é sobre isso, né? O Joey fala, ai, vamos fazer alguma coisa surreal, vamos subir o Everest. E aí ele sabe, isso aqui custa não sei quantos mil dólares pra fazer isso. E provavelmente as pessoas morrem por lá. E ele fala, e a gente vai morrer por lá, sabe?

Não tem preparação nenhuma. Sobem, vão subindo. Fica mais perto de Deus. É o pico mais alto. É tipo, todos extraterrestres. Depende da sua visão. Exatamente. É, eles sobem a montanha pra ficar mais perto de Deus, né? Por que não Everest? Inxalá, né? Claro, Iexu.

Depois da Boceta Milagrosa, eu tenho... Esse aqui, eu acho que esse aqui fecha o combo do pau grande Boceta Milagrosa, que é o personagem frio e calculista. E geralmente moreno sarcástico. Sim, sim, sim, porque loiro não é sarcástico. E, cara, eu amo quando tem... Ah, mas o personagem é frio e calculista. Aí você olha assim e você fala, não, ele só é antipático. Ele só é chato pra caralho.

Então você fica tentando dar um traço de personalidade pra ele E um traço de personalidade, geralmente isso é clínico Uma pessoa ser fria e calculista Tipo assim, ela tá inserida ali num negocinho que não é bem interessante Tem um seed pra isso E aí eles botam como se fosse uma... Uma coisa incrível Como é que eu falo? Uma coisa assim, ai sabe? Tipo, ele é frio e aí ele tem o pau grande E aí tem a buceta milagrosa É sempre o mesmo... Meu Deus, é o trio do apocalipse É sempre...

E pior, ou então Aí tem a traição Aí você junta o frio calculista Com a traição E aí o plot de gravidez Que é o cara que abandona a mulher grávida O bebê rejeitado O bebê rejeitado Se fosse o bebê rejeitado Pelo cara frio calculista do pau gris Dá buceta milagrosa Meu Deus, a gente acabou de citar Pelo menos uns 100 livros da Amazon

Mas, assim, eu acho um absurdo você escrever o bebê rejeitado. Gente, assim, vocês não sabem o quanto é cruel isso. A crueldade de uma pessoa em abandonar uma criança não é assunto pra ser tratado de forma negligente, deliberada num livro e ainda botar no título. Gente, não dá. Não só questão de abandonar o bebê, abandonar mulher é sem parida, sabe?

Cara, eu vi também outro falando nisso, que era o que ela encontra o cara, o cara terminou o relacionamento, e ela mata todas as ex, né? Ela mata a mulher. Tipo, eles inverterem. Ai, vamos inverter o clichê. Aí o homem faz, sei lá, aquele livro que o homem faz o colar com os dentes do cara com esse.

Ah, eu não lembro não, mas existe aí. Mas é um famosinho, né? E aí eles fizeram essa versão do clichê botando a mulher pra matar a mulher. Porra, muito bom, hein? Outra repetição do ranço literário pra mim. É a mulher coitadinha. Toda pequenininha. Nossa. Jovemzinha. Todainha. Basicamente, vocês estão descrevendo uma criança.

Porque a protagonista é toda inha, toda meighazinha, toda jovenzinha, inocentezinha demais. Às vezes ela sofre o diabo na mão de outras pessoas. E aí um homem mais velho, muito bom, vai chegar e vai salvar ela. O amigo do pai, o amigo do padrinho, o amigo do tio. Cara, cadê as mulheres emo nos livros? Cadê a mulher que escuta música que odeia assistir? Cadê as banques?

Cadê, velho? Tipo, vocês estão esquecendo, né? Milênios, escrevam mais emos, pelo amor de Deus. Mulher e gay tem que dar tiro. Tem que ser aquela que diz assim, ó, eu vou decapitar a sua cabeça. Do homem. Não pra matar mulher, pelo amor de Deus. A mulher tem que servir o homem, no caso, em uma bandeja de prata. Exatamente. A cabecinha dele ali...

Já é... Aí é isso, gente. Aí vocês querem me meter uma personagem toda... Ai, como ela é pequenininha, jovenzinha. Vocês estão descrevendo aliciamento de menor. Ai, mas ela tem 18 anos. Sim, aí o cara que vai salvar ela tem 40? E é isso que vocês querem me vender? Como se não existisse uma relação de poder ali dentro? E como se isso fosse de boa? Ai, mas eu não me responsabilizo pelo que as pessoas interpretam do meu livro. Então você é uma bosta de pessoa.

Isso aí na física quântica não, Fia. A gente não precisa interpretar de... A gente precisa fazer cálculo pra interpretar isso, não. Isso aí é um fetiche, claro. Um fetiche que não deve ser reproduzido junto com abandonar o filho. Nossa senhora, mas é porque hoje foi um negócio assim. Eu tô aqui só pensando que o hate foi bem longe. Porque a gente consegue odiar um livro só com tudo isso. Porque tem tudo isso num livro só, sabe? Se alguma autora ouvir esse episódio e se sentir ofendida, melhore. Melhore.

Próximo ranço. Tá. Outra coisa... Ai, meu Deus, isso é uma coisa que eu odeio. Tipo assim... Sabe assim, eu já não gosto em filme e tal. Eu também não vejo muito em filme isso. Mas, cara, a síndrome de Estocolmo. Sabe? Tipo, a síndrome de Estocolmo. Vai muito longe pra mim, sabe? Eu fico pensando... É real. É real.

Eu sei que é real, mas geralmente o cara da máfia compra mulher, ela vive refém dele, ela é virgem e menininha e pequena porque não tem mulher grande. Todas são extremamente pequenas e femininas. Eu tenho, sim, eu tenho um metro e meio, um metro e meio e um pouquinho, eu sei, né? Mas eu não gosto de escrever mulher pequena, né? Como é que ela vai dar um chute? A mulher não tem força, ela é tão fraca. A mulher tem que lutar.

Como é que essa pessoa sobrevive? Sim, e aí, o síndrome de Stockholm, pra mim, é uma das coisas bem preocupantes. Tanto pro cara que pratica o sequestro, quanto pro refém se apaixonar pelo sequestrador. Não faz sentido nenhum. É uma parafilia. Sim, e... Velho, o silêncio fala muito em alguns vezes. É. E aí, quando junta tudo isso no livro só?

Ai, você quer piorar? Quero. É um dark romance cristão. Pronto.

É um dacomance cristão. É tão... É um dacomance cristão. É tipo, ah, o que eu fiz? Eu abri a Bíblia agora? Sei lá. Gênesis, não sei o que, não sei o que mais lá. Velho Testamento. Não, eu ia falar uma besteira aqui, mas eu não vou ofender os católicos hoje, não. Mas, cara... Hoje eu disse assim, hoje eu tô destilando minha raiva, né? Outro dia, quem sabe? Hoje, não.

Hoje não, hoje eu vou poupar todo mundo dos meus pensamentos catastróficos. Mas de onde saiu esse negócio de dar curmense cristão?

Eu queria saber quem teve a epifania. É a mesma coisa do Pete Black, né? A epifania do ser humano chegar assim, não, hoje eu vou escrever um... Apesar que, Jéssica, eu acho que ele também não tá... Quando ele fala de cristão, ele segue a Bíblia pós, né? Cristão pós Cristo. Exatamente, né? E dizem que o Deus do Primeiro Testamento é pior do que o do Segundo, né? Eu não conheço... É o Deus do Segundo Testamento, é amor, e só matou o próprio filho. Então, exatamente.

Então tá com menos que a gente não faz sentido A gente subestimulou as trocas

Disco, eu não queria o Fidelity Game, é sério, mas é porque faz muito sentido. A gente subestimou isso aí antes da gente pensar, sabia? Eu falei totalmente sem pensar. É, talvez isso aí faça, a gente só não vai garantir os dois primeiros. Porque, tipo assim, apesar que tem a mulher virgem com a criança rejeitada, né? Tem uma mulher virgem grávida.

Grávida. De uma entidade. De uma entidade divina. Que ela é rejeitada pelo marido.

Ela é rejeitada pelo marido porque ela está grávida. E aí depois alguém tem que dar um se liga pra ele voltar pra ela. Aí o pai é cruel e calculista porque manda matar o... Meu Deus do céu, isso é um dark romance, mas apesar de que existe... Eu acho que a gente subestimou o dark romance cristão. Então o dark romance cristão, no meu ponto de vista, é um pedido de ajuda. Bom, mas eu acho que o dark romance cristão não faz muito sentido porque Deus não é amor. 100% amor.

E fiel, né? Ele não trai, né? É verdade. Deus é fiel, Deus é amor. Aí o amor, tudo creta, tudo espera, tudo suporta, tudo tolera. Vocês estão vendo que eu sei? Eu posso falar porque eu tenho um local de fala. Então, o que faz sentido nesse Dark Romance Cristão? Vai ter o quê? Vai se apaixonar por um demônio? Vai se apaixonar por um ateu? Esse é o desvio de caráter, porque se for levar em consideração o que é o cristão hoje em dia.

É o cara que vai subir a montanha. Isso dá pra fazer um livro maravilhoso. Aí a gente faz tudo o contrário. A gente bota... O cara vai subir a montanha, né? Ele vai entrar num vulcão. Sabe? Se ele sobreviver, lá... O cozinhado volta... Ih, aí a gente vai entrar lá naquele filme do Quarteto Fantástico. Johnny! É Dante Gabbana!

O outro ranço literário é o... TDI. Que alegria. Sim. Eu assisti um documentário que eu acho que... Eu gostei desse documentário porque é um documentário onde uma psiquiatra estuda esse caso. É uma coisa que ainda não é exatamente comprovada. Comprovada que eu falo assim. Não tem um respaldo científico como o borderline, o narcisismo, a bipolaridade.

O TDI não tem isso ainda, tá? É uma especulação fantasiosa ainda, né? E eu lembro que a mulher falou assim, essa psiquiatra falou, ah, mas aí o Ted Bud, ele me contactou antes de ser morto, né? Porque ele achava que ele tinha o transtorno. E aí a referência que a gente tem do TDI é o Ted Bud. E as pessoas que foram estudadas eram assassinos convictos.

Você tá entendendo onde a gente tá indo mais longe no frio que alcoolista e psicopata? Gente, eu não acredito em um A que sai da boca do Ted Bundy.

É complicado, é complicado, porque eu acho que... Eu não tenho uma opinião formada sobre isso, mas eu acho que o Teddy Bud, ele seria o protagonista perfeito pra qualquer um desses livros que a gente botou aqui como troco. Porque, tipo, ele abandonaria um filho. E ele era obcecado por uma mulher, que foi a primeira namorada dele. E aí, depois disso, ele começou a matar uma mulher que tinha a mesma aparência da ex-namorada dele. Então, assim, ele não podia ficar com aquela mulher.

Ele era cristão também. E ele trabalhava, ele trabalhava não, ele era voluntário naquele, tipo, no CVV, tá ligado? Cara, pra mim isso é um dos maiores absurdos que existe um serial killer. Um serial killer. Cara, teve centenas de vítimas, cara. Centenas de vítimas.

Eu acho que é mais de 30 confirmados, né? Que ele mesmo confirmou que matou. A questão do Teddy Bud é porque ele trabalhava com política, né? Você lembra que ele era assessor ou alguma coisa assim? Então, ele saía matando de estado em estado, né? Ele matava as pessoas que eram parecidas com as dele, que rejeitou ele. Ele tinha mulheres obcecadas por ele, porque ele, em teoria, era muito bonito. O cara trabalhava no centro...

e ajuda das pessoas que tinham problemas ali, problemas que queriam se matar. Então assim, é uma coisa que se a gente parar pra pensar, o bom é que a gente hoje tá encaixando tudo, tudo tá fechando, acho que a gente subestimou demais o tópico. A gente basicamente criou um círculo, e a gente tá falando basicamente de um livro só.

Parou pra pensar. E eu vejo isso muito nos livros tanto de thriller quanto de... de Dark romance, né? Tipo, eu não consigo entender o que que as pessoas acham que é deslocar a própria mente pra outra personalidade ali dentro. Será que eles acham que é tipo uma centrífuga, sabe? E aí, uma roleta russa, sabe? Acho que fragmentado trouxe uma...

Uma visão distorcida do que é. Exatamente, uma visão distorcida do que é. E aí a pessoa, quando vai escrever o livro, ele acha que vai aparecer a Patrícia ali, sabe? Também acho. Eu também acho, cara. Essa questão do TDI, eu sou muito até de TDI também.

Sim, 100%. TDI, extraterrestre. Pra mim, ainda tá ali no mesmo nível, sabe? Tipo, não dá. Velho extraterrestre, os monstros. Eu acho mais fácil provar que existe extraterrestre do que TDI. Não, existe, com certeza. Eles não chegaram aqui ainda, mas que existe, existe. Imagina extraterrestre com TDI.

Cara, Jessica me passou um link. Eu falei, ai, eu quero ler o Monster of the Mass porque, né, vamos experimentar, né? A gente só não pode usar drogas. E aí ela me passa uma coisa que é de uma alienígena. E aí o prólogo, eu não consegui terminar o prólogo ainda, mas era...

Assim, era tão contraditório que o prometido da mulher era um alienígena de humano, eu acho. Ou era dois anos, e aí eu fiquei pensando assim, WTF, juro, é aquele que eu tava te mandando no split. Misericórdia, eu não li esse livro. Aí, assim, o extraterrestre era cinza.

É o sofista prateado, gente. É o hiperfoco do Quarteto Fantástico. Velho. E aí? Espero que esse áudio nunca chegue nela. Tinha uma autora no thread que disse que era especialista. Em agitaresta.

É muito fácil ser especialista no que não existe. É muito... Como é o nome daquele coisa... Que era um do Free que fez um... Um coisa, né? Que é aquele do não sei o que... Prato? Missão Prato? Não sei o que... Prato? Aham, Missão Prato. Isso. E aí, junto com a Etene Vagia, E eu fico imaginando assim, Como é que você é especialista em A? Eu ensinei a NASA com certeza.

É, gata. É muito fácil ser especialista em Alien. Aí você vai ver pra ser especialista em Alien. Se for pra ser, eu também sou. Porque eu assisti todos os filmes de Star Wars. Eu assisti Star Trek. E eu assisti todos os filmes de Alien. E Predador também. E aí? Vamos ver quem que é mais especialista em Alien?

Meu Deus do céu. Eu sinto muita vergonha de Alice. Pra mim, é uma coisa que eu não consigo levar a sério de jeito nenhum. Velho, e eu ri tanto só no prólogo, porque não fazia sentido nenhum. E é muito engraçado. Eu leia um nosso romance quando você estivesse, tipo assim, sei lá. Aí, às vezes, eu falei que isso é a cura da depressão. E eu acredito nisso, sabe? Tipo, o nível de dopamina, ele sobe tanto que, tipo, eu tava... Acho que tinha, assim, sei lá.

Cinco páginas. Não era nem mais do que isso, mas eu ri tanto. E aí eles... E aí a nave deles era redonda, né? E eles invadiram a Terra. E aí eles não queriam dominar a gente. Eles queriam viver em paralelo. Buscar Bina. Cadê? Bina? É Bina, né? Mestre, ela vai chamar Bina pra falar com nós. Eu também quero falar com Bina. Será que Bina vem com nós? Acho que sim.

extraterrestres sempre vai tocar no meu coração. Então, assim, a pessoa que talvez acredite em extraterrestres também acha que as pirâmides do Egito foram criadas por extraterrestres? Pra mim, isso é desculpa pra ser racista. Falo mesmo. Desculpa pra ser racista? Caralho, eu nunca tinha pensado nisso. É, porque se fosse se as pirâmides do Egito fossem na Inglaterra, mas... E aí

Aí seria tecnologia. Mas aí as pirâmides do Egito, as pirâmides dos povos ameríndios. Alien? Ah, meu amigo, vá tomar no seu cu. Engenharia, né? Engenharia, ela pode até ter... Ah, não, mas é porque as pirâmides eram antes de Cristo? Sim.

Ah, é próximo ranço, né? Que agora que a gente já se perdeu aqui, vai ter que ir pro próximo ranço. Tá, qual é o próximo ranço? Ah, meu próximo ranço é a falta de comunicação. Nossa, sim. Sabe por quê? Deixa eu só frisar aqui logo de cara. Eu não consigo ver nada que eu não falaria na cara da pessoa. E aí isso cabe no mesmo livro. É o mesmo livro. A gente tá falando de um livro aqui. Ah, mas qual é o nome do livro? Joga esses nomes lá que você vai.

Joga no Google. Joga no chat GPT, porque o chat GPT já traz com capa. Pra você não se enganar.

Vai, termina de sete. Cara, é tipo assim, falta de comunicação. Todos os problemas da história seriam resolvidos se os personagens simplesmente sentassem e tivessem um diálogo de meia hora. Tipo, que história é essa que você tá criando um grande drama absurdo, sendo que era só conversar? Não tem uma força externa impedindo nada.

Não tem, tipo, ah, a gente tem quilômetros e quilômetros de distância. Não tem um idioma que impede. Inclusive, hoje, idioma não impede nada, porque tem tradutor. Entendeu? Tradutor sem o plano precisa usar. Aí, deixa eu ver o que mais. É isso, qual que é a desculpa as pessoas não conversarem? Falta de terapia. Se for. Não, aí falta de terapia aí é pra todo mundo. Mas é burrice. Se você não consegue botar uma coisa melhor no seu livro.

do que a falta de comunicação. A traição é feita por causa da comunicação. Não, e... É um livro só. Ah, qual que é o nome do personagem lá, do... De Friends lá, que traiu ou não traiu a Rachel? Ross. Traiu ou não traiu a Rachel? Falta de comunicação. Você fica repetindo essa porra direto. Sim. Ele, ele... É assim, ela fala, eu preciso de um tempo.

a perspectiva do eu preciso de um tempo, precisa ser definido, e aí houve uma falta de comunicação entre os dois, ela precisava de um, na cabeça dela, ela precisava de um tempo naquele momento.

E na cabeça dele, ela precisava de um tempo de rompimento. Do relacionamento. Do relacionamento. E aí, com essa falta de comunicação, eles, né, aconteceu isso. Só que, eu acho, do meu ponto de vista, ao longo da história, quando você pega pra você ver como ela se comporta a partir daquele momento, eu acho que ela concorda com ele, que era um rompimento.

De relacionamento. Então, gente, é por isso que nunca dê em tempo relacionamento. Termina. Não deixe nada subtendido. Resolvam, porque ninguém é obrigado a interpretar sinal de fumaça. Sim.

E se for, por favor, isso é apropriação... Como é que chama? Apropriação cultural. Isso é apropriação cultural, pelo amor de Deus. Não façam isso. Não façam sinal de fumaça. Sim, não façam sinal de fumaça. Não tem a mulher que vai embora grávida? Tem a criança que é rejeitada. E tem a mulher que vai embora grávida. Isso tem títulos de livro. Bota assim. Ai, cara, uma coisa... Pra mim é muito depende. Por exemplo, vou citar, é assim que acaba.

A mulher vai embora grávida. Ela vai embora grávida por questão de segurança. E ela está certa. Talvez seria... Não sei, eu não li. É assim que acaba. Mas ela ia embora. Porque ela está em um relacionamento abusivo. E ela sabe que tem uma questão física ali. Que geralmente o abuso...

psicológico, dá pra manejar mais do que o abuso físico, que ela tá botando risco físico dela, porque no mental você só tem um colapso e ali, né? Mas no físico você não ressuscita, mas faz sentido. Agora, o bebê rejeitado pelo frio cocolista, seria que esse seria o inverso

desse negócio, tipo assim, se a mulher fosse embora porque o cara ia rejeitar o bebê faria sentido, talvez? Sim, se for aquela relação de que não deveria existir, que eles não deveriam ter se pegado, que as pessoas adoram colocar no anime chlovers Nossa, anime chlovers, eu gosto, Jessica não, eu gosto de anime chlovers Eu adoro anime chlovers, eu tô falando é a questão do, eles se odeiam tanto que eles se pegaram Mas isso aí é haters E ela foge E aí

E ela foge que prefere o diabo do que ver o coisa. Aí não é o bebê. E assim, ou então tem aqueles que é friend to lovers. Aí eles transam. E aí começa o enemy to lovers. E aí vira uma questão de eles não conseguem se comunicar. E aí ele fica contra a pessoa. Ela volta pra vida ou ele volta pra vida dela. E aí eles ficam juntos. E o que mais?

E aí eles voltam e ficam de picuinha, mas aí são obrigados a ficar sob o mesmo teto por causa da criança. Vocês estão acompanhando as tropas? Vão anotando aí, que a gente já falou um E50 nesse momento aqui.

E aí eles acompanham a criança crescer e aí tem a criança fofa. Olha quantas... Ah, Jéssica, para, porque eu gosto de engravidar meus personagens. Ou eles pagam pra engravidar, né? Mas... Ou eles compram a criança. Ou eles compram a criança. Gente, não comprem criança. Meu Deus, adotem. Então faça com meus personagens que adoram comprar criança.

Meus personagens gostam de comprar o humano. Por quê? Porque são homens. Eu não boto mulher. Eu boto mulher comprando criança. Porque eu acho que faz sentido. Brincadeira, não faz sentido, não. Meus livros são bastante criminosos, pelo amor de Deus. Eu tenho muito medo. Eu gosto muito...

Ela tem medo da Polícia Federal batendo a porta dela. Como é que eu vou explicar pra Polícia Federal que a personagem comprou uma criança porque ela queria compor um plano contra o noivo dela porque ela queria se safar do casamento e ela podia só dar um tiro na cabeça dele? Ela pegou um percurso muito longo pra chegar no final e ela ainda... Pelo menos ela comprou uma criança e salvou uma criança. Exatamente. O meu penúltimo livro foi um Enemies to Lovers, mas eles eram literalmente inimigos. Eles eram de...

De facção rivais, né? A gente chama de clima organizado. Não, é facção rival mesmo. Isso faz sentido. E aí eu nunca tinha escrevido um haters to lovers. Mas é a coisa mais gostosa do mundo escrever um haters to lovers, velho. Porque alguém sempre vai acabar machucado. E aí você pisa no macho. E aí um macho pisando no outro. E aí é quando as gays trombiqueiras chegam dando tiro. Vocês estão vendo? Tá vendo? Tem uma cena que é...

Chegam pra ele falar, tem um cara preso ali que quer falar com você. E aí ele tá louco atrás do cara e ele não sabe que é o cara que tá lá preso. E aí ele fala, ele chega lá com a arma apontada, ele não enxerga quem é.

porque ele não consegue enxergar. E aí o que acontece? Ele mira a arma no cara e o cara fala Oi, sou eu, querido. Calma, seu marido aqui. E aí ele vai lá e mata o cara que deixou ele preso porque ele disse assim Eu não vou deixar você vivo porque você não escutou o que meu marido estava falando. Isso é amor? Sim. Se vocês acham que isso não é amor, vocês querem o quê da vida? Sabe, você machuca quem machucou quem você amava.

Isso é dark romance, não é você machucar e torturar aquela pessoa que você ama. Sim, uma coisa que a gente começou a falar no outro, e a gente falou do Sumir de Estocolmo, eu já peguei, achei três livros e li o prólogo, que eram, me explica isso, que era uma mulher em cativeiro. Meu amigo, vá pra porra.

Não dá, cara, não dá. Vai botar a mulher em cativeiro pra quê? Ah, gente, eu sofro uma desgraça todo dia. Por que vocês querem continuar perpetuando violência contra a mulher? Não dá, que romance, cadê a noção de romance de vocês?

Eu não consigo entender. Todo mundo sofre dos livros de dark, de suspense e thriller, menos os homens. É tipo filme de terror. Terror pra quem? Não, mas outra coisa. Eu também tenho uma opinião sobre isso, sobre terror. Eu falo que o maior terror é o livro de romance romântico. Eu também acho. Porque é a coisa que pode acontecer. Ah, é uma...

Que dia que a gente vai ver O Ghostface batendo na nossa porta Por exemplo Mas a gente tá dentro de um relacionamento romântico E aí o Ghostface pode ser Um cara sem máscara mesmo Exatamente É por isso que Eu estou assistindo a série Outsider Que é a adaptação do livro Stephen King Tá disponível no HBO Max E aí eu tava comentando com a minha cunhada Minha cunhada já assistiu a série, né Eu tava comentando com ela que se eu tivesse escrito Eu jamais colocaria Eu já tô falando com a minha cunhada

Um ser sobrenatural seria humano. O que é nada mais assustador do que gente. Não, não tem. Não tem de jeito nenhum. E eu acho assim, a crueldade da mente humana, ela é desmedida. É por isso que o personagem frio calculista me incomoda. Assim, a gente tá aqui rindo de tudo, mas pra mim o personagem, o personagem frio calculista é uma coisa problemática quando você escreve e você romantiza. Porque o personagem frio calculista é o homem que abusa das mulheres.

O personagem frio e calculista, ele é um homem que ele não gosta das mulheres, ele não gosta de ninguém, ele é capaz de fazer absolutamente qualquer coisa, então ele vai manipular para conseguir o que ele quiser. Quando ele não quiser, ele vai partir para a violência financeira, física, até chegar a matar, porque ele não se importa com nada nem com ninguém, porque ele é frio e calculista.

Sim, e eu não entendo porque as pessoas acham que isso é um traço de personalidade interessante para botar no personagem. Ah, porque ao invés de botar free calculista, eu acho que as pessoas queriam colocar que ele é uma pessoa centrada. Sim, uma vez eu estava conversando justamente por causa disso, e aí a minha colega falou assim, ah, eu vou perguntar para o psicólogo como seria uma pessoa free calculista, e ele falou assim, não, existe realmente pessoas que são free calculistas, depois eu disse, não, peraí, vou dar um Google aqui para entender o que seria uma pessoa free calculista, porque eu não consegui entender, na minha cabeça era uma pessoa que era mais comedido.

E seria estrategista por ser calculista. Nunca tinha associado a frieza e a falta, que seria um afastamento da empatia. É um afastamento de empatia. E depois eu falava... Porque teve uma época que os livros de romance, todo personagem era frio e calculista. Sim, cara, isso me irrita tanto, tanto.

Sabe? Porque a gente tá perpetuando justamente a questão do homem abusador. E achando bonito. Sim, sim, sim, sim. Gente, a gente precisa ser frica, alcoolista. Eu tenho mais um ranço. Um ranço que me incomoda muito. Que é o rico salvador. A questão do rico salvador me incomoda muito porque é sempre o cara com muito dinheiro.

que vai salvar uma mulher trabalhadora fodida, de uma vida miserável. Nunca é uma mulher rica, sabe? É sempre o cara que é rico. Aí vai lá, na pobre e miserável da vida mais fodida, o cara faz uma proposta super irrecusável pra ela, e ela vai lá e aceita. Por quê? Porque ela não tem condições de negar. Sim. É a última saída que ela tem. Sim.

Cara, eu odeio essa trope, subtrama, que a gente chama de trope, mas isso nem existe direito, sabe? Se vocês não sabem, trope é o que a gente usa pra marketing, não pra criar narrativa. Só esclarecendo essa parte, pra quem não sabe, quando é esse tipo de coisa, a gente chama de subtrama, que é o que encaixa dentro.

do enredo maior, caso você não saiba. Trope é um artifício comercial. Mas vamos lá. Eu decidi escrever justamente uma coisa justamente absurda sobre isso, que é quando o rico manipula o pobre, que nem você falou, e o rico tenta destruir o pobre. Porque rico só quer fuder pobre.

Ele só quer fazer... Ele está tão entediado em ser rico que ele quer, sei lá, inventar uma coisa nova, um esporte novo, sabe? É isso, ele está tão entediado que ele fala, ah, vou foder um pobre hoje. Sim, sabe? Tipo assim, ai, mas é porque meu personagem é bilionário. Eu falo, gente, quantos bilionários existem no mundo da literatura? No mundo existe, sei lá...

70, acho que nem chega tudo isso, mas todo personagem é capa da Forbes. Tipo assim, quantos bilionários existem na coisa? Eu já, eu sempre fiz essa pergunta, já falei até pra você, quantos bilionários existem, porque todo personagem é bilionário. Eu não sei como é que eles ficaram bilionários, né?

Provavelmente eles ficaram tão bilionários como Elon Musk Isso que eu ia falar E outra coisa É um povo, se você para pra pensar Olha, eu vou fazer uma viagem aqui Depois do projeto da Téja, você é boa O bilionário Ele fodeu muito pobre Tipo, muito pobre

Ele tá ali, e aí o Ovo tava numa discussão, e aí a pessoa falou assim, ah, mas é porque o Elon Musk, ele é um gênio. Não, ele é uma pessoa que pode pagar um gênio pra criar o que ele quer. Ele inventa uma coisa que tá parando na cabeça dele, e ele fala, não, vou ali revolucionar. Não é porque ele sabe fazer cálculo que ele é um gênio, né, matemática é uma coisa aprendível. E eu duvido que ele saiba fazer cálculo.

Então, é isso que eu penso, sabe? Ah, mas é porque o bilionário... Ele sempre vai foder um pobre. E aí ele vai lá comprar a mulher. E aí ele vai rejeitar o filho. E aí ele tem um bocado de pensão pra pagar. Na minha cabeça... O Elon Musk fez tudo isso. Você tá vendo? Cara, na minha cabeça... Eu fico pensando... Na minha cabeça é esse enredo que tá passando. Porque assim...

Fico pensando, pobre, o pobre quer sair da pobreza. E aí, pro pobre sair da pobreza, ele precisa de um rico. Mas ele não vai ficar rico através de um trabalho. E aí vem a buceta mágica. Porque sempre consegue um rico. Nunca é um mediano, nunca é um CLT. Lembrando que CLT não é gente que trabalha pro salário mínimo. CLT é gente que segue a regra das normas trabalhistas lá na resolução.

Depois que eu editar, eu boto o número para vocês aqui, qual é a resolução que criou a CLT. CLT significa Consolidação das Leis do Trabalho, um conjunto de normas criado em 1943 no Decreto-Lei nº 5.452, que regulamenta as relações de trabalho no Brasil.

Ela garante direitos básicos como carteira assinada, 13º salário, férias remuneradas, FGTS, jornada de trabalho limitada a 8 horas diárias e 44 horas semanais, licença maternidade e licença paternidade remunerados. Enfim, é o sonho de todo trabalhador para ter a lei ao seu lado, protegendo seus direitos.

O personagem bilionário, geralmente, ele vem do fricoculista, sim, porque a gente já é salientado na psicologia, que pra você tá lá, você precisa ter esse traço de personalidade, não de personalidade, mas desse traço mental. E aí, a mulher pobre vai fazer o quê? A mulher pobre não vai fazer nada, né? Porque, coitada. Ela só quer sair da miséria. Geralmente, é muita miséria. Tem mais alguma coisa aí? Cara, a gente tá esquecendo de alguma coisa.

A gente já falou mal do monster romance, a gente já falou mal do... Já falamos dos gays que sofrem.

Ai, Jéssica, outra coisa que eu odeio. Vamos lá. Incesto camuflado de... Romance proibido. Sim, romance proibido. Eu sei que você tem um livro que você ama, você já falou isso 100 mil vezes. Mas, cara... Não, mas esse livro que eu amo, ele é incesto mesmo. Não tem nada camuflado. Não, assim... Não, é assim, mas eu acho que... Ali é desgraça mesmo. Vamos falar mal do Edgap? Eu sei que eu escrevi Edgap e você sabe por que eu escrevi, porque eu odeio. Mas vamos falar mal do Edgap? Vamos.

Pra mim, é o caminho mais curto pra abuso. Eu também acho, porque eu gosto muito de age gap, porém, é aquela questão de que eu gostar não vai me fazer deixar de apontar os problemas daquilo. E é o que eu falei, é o aliciamento. O age gap entra na questão do rico salvador, ele entra na questão da buceta mágica e também entra na questão da mulher coitadinha. Tudo isso encaixa.

refletindo. Minha trope preferida, vamos falar também de coisa boa rapidinho. Minha trope preferida é possessão por demônio. A minha trope favorita é a mulher mafiosa. É. Não. Eu não concordo muito com mulher mafiosa, não. Pra mim, ela tem que ser da máfia. Se for um romance heterossexual, ela tem que ser a mafiosa. Ela tem que ser a criminosa. E o cara, um coitado.

Nossa, é. E isso é bom, Jéssica. Isso é uma perspectiva muito boa. Se a mulher for mafiosa, e ela também precisa ser inteligente, porque mafioso burro é complicado, né? Eu lembro que em algum livro, que eu começo sem livros de uma vez só, algum personagem fala assim, ah, mas a gente não consegue encontrar a tal máfia, né? E aí o outro fala, nos chama de crime organizado.

Por aleatório. Então, uma mulher consegue fazer o crime organizado, organizado de verdade. Eu também acho que sim. Eu acho que a máfia tem que ser dada pras mulheres, porque aí elas vão segurar.

O controle do mundo no geral é nosso. Deveria ser nosso. Deveria, né? Mas é que a gente tá um pouquinho ocupada ainda. Mas enfim, sua trope preferida é a mulher mafiosa, a minha possessão demoníaca. Não tem nada melhor do que um demônio. Brincadeira. Só que eu preferia que os demônios começassem a possuir homens. Mas é porque, como diz na internet, um demônio não possui o outro, né? Então...

Eu acho que você precisa escrever um livro de possessão demoníaca, que o demônio possui homens. Porque eu já li Monster Romance com o demônio, e o demônio era masculino. Que nada difere do mundo real, mas beleza. Fecha suas tropas.

Ah, fechei, né? Fazer o quê? Acho que a gente vai falar mais mal aqui. A gente vai começar a citar nome. O problema é citar nomes, né? Aqui é tudo no supostamente. Isso, é supostamente, exatamente. Uma das palavras, eu fui fazer uma pesquisa no chat de PT justamente com esse negócio supostamente. Eu falei pra ele assim, porque no Brasil a gente usa supostamente.

No Brasil, a gente aprendeu que tem que usar supostamente. Aí eu tava fazendo uma pesquisa, como é que... Eu não lembro se era nos Estados Unidos. Aí o Estado de Pesce disse assim, o supostamente é mais usado dentro do Brasil. E aí foi uma curiosidade que me deixou mais curiosa ainda. Porque lá fora quer dizer que você pode dizer que foi tal pessoa que cometeu o crime?

É, porque aqui no Brasil, a lei não permite que o jornalismo diga, com certeza, antes do julgamento, definição definitiva de que aquela pessoa foi declarada perante a lei culpada de tal coisa, pra você dizer que aquela pessoa é culpada. Quando você vai dizer no jornalismo, você diz acusado.

Você diz que supostamente estaria envolvido nisso tudo, mas você nunca pode afirmar com certeza se não existe uma condenação. Porque não somos nós que julgamos. Quem julga é o juiz e o júri. Isso, o júri julga e o juiz define o tempo de prisão. Então, assim, tudo que a gente falou aqui é uma coisa pra gente melhorar a nossa sociedade. É, a gente tá aqui. Gente, o intuito desse podcast...

Não é só a gente ter uma válvula de escape pra poder aliviar a mente e falar mal de todo mundo. Não. É pra vocês melhorarem como pessoas. É pra vocês refletirem o senso crítico de vocês. Vocês olharem pro lado e falarem Nossa, realmente, eu nunca tinha pensado nisso antes. Então pense agora. Use seu cérebro.

Se tem algum autor vindo a gente, por favor, parem. Se você escreveu isso, pelo amor de Deus, parem, porque eu acho que vocês não estão vendo exatamente o crime ali por trás. Não tem que você é autor e é criminoso, mas a romantização dos crimes. Essa é a parte mais preocupante de tudo que foi dito até aqui. A não ser que o seu personagem seja uma mulher, então mulheres estão liberadas a cometer em todos os crimes do mundo pra gente se equiparar aos homens nas estatísticas de crimes. Vamos começar a revolução. Mas é isso.

Eu acho que, por fim... A gente espera que vocês tenham aprendido alguma coisa. Porém, a gente não tá aqui pra ensinar nada. Porque a gente também, né... É que é uma opinião pessoal. A gente aponta o problema. Vocês se virem pra resolver pra lá. Exatamente. Supostamente a gente está certa. É.

É tudo ponto de vista. Mas é isso, né? Parem de rejeitar crianças, pelo amor de Deus. Parem de matar mulher. Parem de botar mulher pra matar mulher, porque isso, eu acho que é o auge da crueldade. Não, o negócio não é parar de botar mulher pra matar mulher. É botar mulher pra matar mulher pro cara de macho. Nossa, sim. Aí tu vai ver o cara, a única coisa que o cara tem é nome próprio. E sujo.

Cuidado com o que vocês vão colocar. Se afastar um pouco também dos personagens. É bom esse negócio pra gente não romantizar. Isso é uma coisa bem interessante. Que pelo menos eu acho, né? Tipo, quando você se afasta do personagem. Releia seus livros e tente usar o ponto de vista de leitor. A partir daquele momento, essa fala aqui tá preocupante? Vamos perguntar alguém. Toda a maioria dos livros passa por uma leitura prévia. Então, pelo amor de Deus. Não escrevam.

Se você paga leitor crítico, ouça quem você está pagando, porque se a pessoa é profissional, espero que você esteja pagando um profissional, no mínimo, né? Se você tem uma equipe de betas, preste atenção no que elas estão falando e vê se o que elas estão falando faz sentido. Dá uma refletida. Tá, mas assim, você sabe que tem beta que não fala a verdade, né? Claro.

Eu tenho uma beta que eu tenho um desespero muito profundo quando ela não pode betar. Eu fico muito desesperada. É sério. Eu fico, tipo assim, meu coração fica batendo forte. Pelo amor de Deus. Aí ela conhece a primeira versão do último livro que eu lancei. E aí ela falou assim, nossa, eu não sei se eu vou conseguir ler por causa que eu tô com, como é que chama? Ressaca literária. Ela disse, eu não tô conseguindo ler porra nenhuma.

Aí eu fiquei, meu Deus do céu. E agora eu entrei em desespero porque quem betou, sabe? Tipo, ai, porque tá lindo, não tá não.

E aí eu entrei em desespero. Aí quando eu tava falando hoje com ela, ela falou. Ah, mas quando é que você vai me mandar? Eu disse, amém. Só me tipo assim. Porque eu sei que na hora que vem, vem a pedrada. Aí dizendo assim, você ficou maluco. Mas é a pessoa que eu culpo de ter escrito a Anika. Eu falei pra ela, porra, poderia ter dito.

Eu queria muito. É, às vezes tem que segurar minha mão. Mas enfim, a crítica também fica aí pra mim. De momento eu ando comprando muita criança. Usando o pobre como artifício. Mas enfim, vai, finaliza aí. Então é isso, gente. Espero que vocês tenham gostado. Se vocês não gostaram, chorem no banho. Limpar a alma. É, chorar faz bem, entendeu? Dá uma limpada na sinusite. Bota tudo que é ruim pra fora. Enfim, é isso. Nós não temos mensagem de paz e esperança pro futuro.

Talvez não tenha nem futuro Tamo aí, né? Daqui pra frente Talvez seja só pra trás Não sabemos, quem sabe E este foi o Clube das Garotas Estranhas Estamos aí nas redes A descrição do episódio vai estar por aí

onde você estiver ouvindo a gente, tá na descrição do episódio, onde você acha gente, enfim, avalia a gente nas plataformas, compartilhe pro colega, se você está vendo, ouvindo esse episódio e acha que algum autor merece ouvir o que a gente tá falando aqui, mande pra ele, fala assim, ah, eu ouvi, eu pensei em você, tome aqui. Ou você ouviu e pensou, manda pra aquele seu amigo, de quem você tem o ranço compartilhado, de pessoas que fazem o que a gente falou aqui. Nossa.

Também. Essa pessoa vai amar o episódio. Sim.

Então é isso, gente. Talvez a gente traga uma pessoa pra ela expressar o próprio ranço aqui. Eu acho válido trazer uma pessoa aqui, né? Porque só a gente falou hoje. E eu acho que ainda faltou muita coisa. Quando a gente começar a cavar, vai sair muito fóssil. Ah, não. É capaz que a gente pode fazer parte 2 do episódio aqui. Pode ser parte 10. Quando a gente começar a falar dessas coisas, a gente não vai parar nunca. É verdade.

Não seja um especialista em aliens. Porque vocês assistiram a autópsia do ET de vaginha. Pelo amor de Deus.

Exatamente, só dá pra ser especialista em Alien se você assistir todos os filmes de Alien. Aí, Jéssica, especialista em Alien, vamos lá escrever um livro de Alien. Enfim, nenhuma mensagem de paz, apenas guerra. Talvez não haja, o apocalipse tá perto. Enfim, é isso. Até o próximo episódio, gente. Até o próximo episódio.