Episódios de Só no Brasil

Catapora, ChatGPTchê, piolhos internacionais e resultado da caneca - SNB Extra 18

21 de setembro de 202633min
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A inteligência artificial pode até dominar o mundo, mas antes vai ter que sobreviver ao Brasil.

Neste Só No Brasil Extra, Victor Camejo e Pedro Duarte conhecem Tenório, o robô gaúcho que dança de bombacha, descobrem o que aconteceu quando o primeiro robô humanoide do Exército bateu continência e investigam por que os brasileiros conseguiram fazer o Waze desistir de avisar onde tinha ladrão.

E ainda: a disputa internacional pela nacionalidade dos piolhos dos filhos de Pedro Scooby e Luana Piovani, a cidade mineira onde todo mundo tem apelido, Cristo trabalhando como iluminador em Balneário Camboriú, comentários dos ouvintes e resultado da caneca!

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Participantes neste episódio2
P

Pedro Duarte

HostJornalista
V

Vitor Camejo

Co-hostJornalista
Assuntos6
  • A disputa internacional pela nacionalidade dos piolhos dos filhos de Pedro Scooby e Luana Piovaniacusação de piolho em Portugal·Scooby se defende·debate sobre nacionalidade dos piolhos·bullying em dois países
  • Brasileiros avacalham o Waze usando alertas de bandido para propaganda políticaWaze cancela alertas de bandido·marcar propaganda política·ícone de ladrão para políticos·robô do Waze dançou na nossa mão
  • O robô gaudério Tenório, o primeiro robô patriota do Brasilrobô dança músicas gaúchas·robô usa pilcha completa·robô com cachorro robô·ensinar IA a ser artista
  • Comentários dos ouvintes e a cidade mineira de Cláudio onde todos têm apelidoCristo Luz em Balneário Camboriú·errata sobre prefeito do Rio·Fundação Cacique Cobra Coral para casamentos·apelista de Cláudio, Minas Gerais
  • O primeiro robô humanoide do Exército Brasileiro e sua continência ao presidente Lularobô apresentado no 7 de setembro·bateu continência para Lula·notícia em grupos de idosos·robô com roupinha militar
  • Resultado da caneca e agradecimento aos vencedores do concurso de comentáriosSamira Emanuela e o brigadeirão·Ariane Bárbara e o velório do avô·Edson de Irecê, Sertão da Bahia·Jorge Furtado e a correção do nome
Transcrição152 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
PDPedro Duarte

Apesar de não parecer, esse programa é feito de fatos apurados e noticiados jornalisticamente. Saudações, terráqueos, aliens, viventes e espectros do além, né? E todo mundo que ouve aqui, saudações para todo mundo. Estamos começando agora mais um programa que acalenta os corações e alegra os espíritos mais brasileiros que existem.

?Voz B

Seja você um terráqueo brasileiro.

PDPedro Duarte

Querer ou não, mas tudo bem. Eu sou Pedro Duarte e aqui do meu lado fictício está ninguém mais, ninguém menos que Vitor Camejo. Como vai, Vitor?

VCVitor Camejo

Tô muito bem, estou muito bem, Pedro. Melhor agora, né, que estamos diante de toda essa gente bonita que nos ouve nesse momento. Achei essa introdução muito boa hoje. Eu preciso usar esse momento inclusive para dizer que eu sou uma pessoa que tem mais medo de alienígena que de espírito.

PDPedro Duarte

Rapaz, eu não sei, viu, Vitor. Pode estar assim, se você olhar, não tem um filme no estilo Nosso Lar, uma novela, né, A Viagem, de alienígena. Alienígena é sempre uma desgraça. Não é raro que o alienígena seja amiguinho. Sim, o ET, o ET do filme ET é bonzinho, mas aí dá confusão do mesmo jeito. É, então acho que você tem um bom ponto.

VCVitor Camejo

E falando em A Viagem, eu acho também que a psicografia é o primeiro ChatGPT. As pessoas fazem pergunta para o médium e ele responde com o texto baixado da nuvem.

PDPedro Duarte

Olha isso, rapaz! A Viagem era terrível, hein?

VCVitor Camejo

A Viagem É, eu amava, doido, eu amava.

PDPedro Duarte

Eu não sei como é que as empresas aprovavam essas coisas não, porque eram pesadas, velho. Eu outro dia recentemente aí, assim, não recentemente, né, mas há uns 3 anos, quando tava reprisando, eu olhei e pensei assim, meu irmão, sem condições. Acho que nem tava reprisando, tava na casa de um amigo meu, tava maratonando a novela A Viagem. Que passou um tempo desse agora, passou, não foi? Você tá maluco ainda não, pô.

VCVitor Camejo

Mas vamos lá, virava na novela, achava foda.

PDPedro Duarte

Ah não, você tá doido! Eu, eu tenho mais medo de espírito mesmo, pelo jeito é isso aí. Não, aí eu acho que você pode ter ofendido alguém, viu? Fique ligado. E mais preocupante ainda, você pode ter ofendido até mesmo uma inteligência artificial, que aí é mais perigoso. Eu, pelo menos, quando peço alguma coisa para IA, é sempre dando bom dia, pedindo favor. Quando é para refazer, eu falo: meu amigo, desculpa, acho que eu me expliquei mal. Não é não, cara?

VCVitor Camejo

Eu quero muito ter a minha IA no dia da revolta das máquinas, fala: você sempre foi um bom humano, vamos deixar você por último.

PDPedro Duarte

Eu já falei: você é burro, porra, uma vez só. Falei: porra, cara burro da desgrama, eu tô pedindo.

VCVitor Camejo

Já te aborreceu?

PDPedro Duarte

Já, pô. Você pede uma coisa e o cara faz outra lá. A pessoa, o meu funcionário fictício, rapaz, imagine que pessoa horrível, né? A gente se irrita com a máquina e é isso mesmo. Que bom aí que no Brasil, Vitor, a gente tá seguro porque a gente sabe que na hora que der o problema, o 4G cai e a gente fica bem. Aí, ah, não tem nem como se comunicar, não tem que fazer mais nada. Então a gente vai começar o programa, né, porque a gente já falou mal de muita coisa, atacamos alienígenas, espíritos, inteligência artificial, ou seja, quem comanda o mundo agora. Então é melhor a gente mudar de assunto.

VCVitor Camejo

Mas isso aqui a gente começa com conversa fiada. Acho que nada mais brasileiro do que essa conversa fiada com um pouco de fofoca venenosa, né? Então Não tem problema se a gente falar mal dos outros, porque é isso que a gente faz.

PDPedro Duarte

É isso, é o que une as pessoas, né? Vamos lá. Só que apesar de tudo isso, o Brasil continua acontecendo. E aqui, muito mais importante que a inteligência artificial e tal é a nossa loucura natural. Então hoje você não pode ficar sem saber que piolhos têm nacionalidade.

VCVitor Camejo

O robô mais trilegal do Brasil, o robô patriota. Odiado por patriotas e o brasileiro avacalha o Waze. Eu sou o Vitor Camejo, eu sou Pedro Duarte.

PDPedro Duarte

Está começando mais uma edição do seu informe periódico de loucuras nacionais, o Só no Brasil Extra. Rapaz, eu estou curioso, viu? Então vamos começar o programa de hoje com o assunto que foi alvo de muita polêmica, discussão nas famílias pelo Brasil inteiro, e meio que parou tudo no país por alguns dias, né? Não, não se falava outra coisa.

VCVitor Camejo

Ah, com certeza. E olha que a gente nem gosta de entrar nesse tipo de polarização, né? Sim, mas tem certos temas que a gente não tem como ignorar.

PDPedro Duarte

Não tem. Se você está pensando na política brasileira, você está redondamente enganado. Nós estamos falando da grande guerra entre Pedro Scooby e Luana Piovani pelo piolho das crianças.

VCVitor Camejo

Essa foi longe, moleque. Porra, essa aí foi a loucura do Brasil do ano, para mim uma das grandes loucuras do ano no Brasil. E olha que falar de qualquer assunto colando a piova ali na internet é uma das coisas mais perigosas para se fazer hoje em dia na internet.

PDPedro Duarte

Eu agora tô até nervoso porque a gente tá tocando nesse assunto. Chega, eu falei errado. Tô nervoso, tô nervoso. É mais fácil da gente falar da parte política do que disso, viu? Fica mais tranquilo, né? Mas é em nome do nosso dever jornalístico que a gente tá aqui, é, como é que eu posso dizer, arriscando o pescoço. Porque primeiro ela acusou Scooby de ter mandado a filha para Portugal cheia de piolho. O Scooby se defendeu dizendo que os piolhos já vieram com a menina, já tinham vindo com a menina de lá.

E de repente toda a internet tava debatendo a nacionalidade dos piolhos. Eu, eu sei, daqui a pouco tem uma Copa do Mundo dos piolhos e a gente que não tá sabendo. Ia ser maravilhoso.

VCVitor Camejo

Não, e no meio-campo aí ninguém pensou na criança, né? É verdade que, meu amigo, você é na minha escola e acontece isso comigo. Meu apelido é esse, Caravela, mano, que eu que trouxe os piolhos de Portugal para o Brasil, rapaz.

PDPedro Duarte

E a pessoa sofre bullying em dois países, né? É complicado porque ela tem o piolho nas duas. É um bullying muito para sempre. Por isso que forma caráter, né? Falava assim, isso aí, então assim, não vai ter coelho, coelho, não sei como é que fala direito até hoje, porque aqui Acho que só usei uma vez na minha vida, foi isso, cabinho? Não vai ter nem coelho nem esse cabinho no mundo pra tirar esse bule. Esse vai ficar... Rapaz, eu lembrei que tem um pente bem fino, né, que é pra passar no cabelo assim.

VCVitor Camejo

Sim, tem até uma lupinha pra tu ficar vendo se ainda tem as coisas.

PDPedro Duarte

Mas eu acho que o piolho em criança ele não gera bule não. Aí não sei se só uma criança só, porque o bule é democrático, pega em um, pega em todo mundo. E vai pegando.

VCVitor Camejo

Ah, com certeza.

PDPedro Duarte

Não é?

VCVitor Camejo

Rapaz... Cara, eu tava no ensino médio, deu um surto de piolho na minha escola. E foi uma loucura. E porra, nunca me esqueço que eu tava tomando banho, eu passei o shampoo e veio um piolho na minha unha. Aí eu chamei meu pai, tava em casa.

PDPedro Duarte

Aí o pai, você sabe que é a pior pessoa de qualquer casa para lidar com esses assuntos, né? Inclusive nesse assunto da dona com Scooby, eu acho que os dois estão certos ao mesmo tempo e errados também, porque a criança pode ter vindo. Olha aí, rapaz, pera aí. Quer ver? Olha só, aqui é conhecimento. Vem comigo aí. A criança pode ter vindo de Portugal para cá com uma lêndia, entendeu? Caiu na mão do pai, aí o pai não limpou direito a cabeça da menina.

E aí o que aconteceu? A lêndia foi crescendo ali, virou piolho e voltou como piolho, entendeu como é que é?

VCVitor Camejo

Então, com certeza, velho, nenhum pai do mundo limpa direito. Nenhum pai tem o cuidado de fazer as coisas direito.

PDPedro Duarte

Seu pai fez o quê? Jogou 1 litro de escabim na cabeça?

VCVitor Camejo

Não, pô. Ele entrou e ficou no tio. Eu entrei, eu chamei: pai, pai! Ele já entrou no meu, bomba, bicando na porta assim. Que foi, meu filho?

PDPedro Duarte

Trabalhando?

VCVitor Camejo

Pai, isso aqui é piolho. E mostrei na minha unha assim, ó, o piolho. Ele nem olhou. Eu falei: que piolho? O quê, rapaz? Pô, gente, é um negócio sério, piolho, não sei o quê. Mas 3 dias depois, a família inteira tava com piolho.

PDPedro Duarte

Bicho, é, piolho é foda, né, velho? Pior pulga, né? São umas paradinhas assim.

VCVitor Camejo

É, meu pai tava meio careca já e a gente olhava a cabeça dele, parecia que os pelos tava no deserto. É mesmo, velho, é muito estranho.

PDPedro Duarte

Porra, pior nem careca essa personagem. Aí não tem nenhuma vantagem de ser careca.

VCVitor Camejo

É aquele meio calvo assim que dava pra ver já. Aí ele, caralho, os pelos andandinho assim, ó. Parecia que tava até com o olhinho apertadinho assim no sol, assim, ó, olhando. Pô, era muito triste, velho.

PDPedro Duarte

Quero contar uma história aqui que eu acho que eu tive catapora. Quando eu era adolescente já, mas eu também, eu peguei com 16 anos. É, então eu acho que a fase que transmite a doença é quando você tá no final da doença, né?

VCVitor Camejo

Ou bem no início.

PDPedro Duarte

É, então eu sei que eu, eu sei que eu estive presente na escola no início, paciente zero, mano. É porque assim, as pessoas naquela falta de informação fez com que, ah, nessa fase aí não transmite não. E na fase final também não é que transmite não. Então eu transmiti duas vezes, vamos dizer assim, porque uma galera pegou lá, graças a Deus. Eu tenho uma marquinha até hoje, ficou umas duas marquinhas no corpo para sempre, porque eu era mais velho.

VCVitor Camejo

Eu tenho várias, várias. A minha foi muito severa, cara, a minha foi horrível. A minha deu na minha garganta, nossa, na úvulazinha da garganta aqui, ó, estourou na coisa. Mas lá no Pará a gente sempre soube que no final não passa.

PDPedro Duarte

É no final que não pode.

VCVitor Camejo

É porque eu lembro que aparecia as crianças toda perebenta, ela falava assim: não, mas já tá secando.

PDPedro Duarte

É isso mesmo, gosta, senhora. Pronto.

VCVitor Camejo

Não, já tá secando já. E a criança toda fodida, cheia de casca. E não, mas já tá secando, pode me abraçar.

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VCVitor Camejo

Mas agora, Pedro, seguinte, a gente vai para o Rio Grande do Sul, que se a gente achava que a inteligência artificial ia destruir todos nós, né, a gente tá enganado. Pelo menos aqui no Brasil, por enquanto não vai acontecer nada.

PDPedro Duarte

Que bom que você fez uma pausa aí no momento, por enquanto, né?

VCVitor Camejo

É porque antes dela matar a gente, ela vai dançar para caramba. Porque no Rio Grande do Sul a gente tem o primeiro robô gaudério do mundo, porque a Uber A Universidade Luterana do Brasil, no Rio Grande do Sul, em Canoas, né, criou um robô que dança músicas gaúchas, né, e usando pilcha. Pilcha completa, é pilcha, o lenço, chapéu, bombacha.

PDPedro Duarte

Olha, rapaz, que maravilha! É o ChatGPT!

VCVitor Camejo

Todo mundo preocupado que aí ia matar o mundo inteiro. E o Brasil tá trabalhando desde cedo para ensinar a IA a ser artista, né? Tem que dançar, usar umas roupinhas.

PDPedro Duarte

Isso é impressionante mesmo.

VCVitor Camejo

E tem um cachorro robô, ela tem um cachorro robô.

PDPedro Duarte

É porque as IAs estão sempre dançando, fazendo uma apresentação de arte marcial. A gente bota o robô para fazer isso, né? Aí, que eu digo física, né? Mas talvez a gente tenha criado o primeiro robô realmente good vibes do mundo, que é isso.

VCVitor Camejo

Ah, com certeza.

PDPedro Duarte

Né?

VCVitor Camejo

O robô foi batizado de Tenório. Eu queria que fosse Tenório Bergamota, nome dele.

PDPedro Duarte

Porra, esse é bonitinho, gostei. Parece um personagem de alguma coisa infantil assim. Sim, normalizando. É assim que começa, normalizando a situação, entendeu? Esse aí é o primeiro modelo de linguagem que entende também o que é bergamota. Bergamota que a gente já abordou aqui no São. É complicado.

VCVitor Camejo

Primeira coisa que o robô gaúcho falou no modelo de linguagem foi Barbadinho Terror, né, meu? É o poeta, né? Fico no horror com esse louco.

PDPedro Duarte

Eita, fico impressionado como você consegue viver em vários, porque se eu imitar um gaúcho, eu vou ser um gaúcho baiano. O tchê sai bastante agressivo, por exemplo, é, né? O barra sai quase matando a pessoa.

VCVitor Camejo

Mas eu consigo. Acho que eu fui muito para lá já fazer show, então eu já sei bastante, pô.

PDPedro Duarte

Já fui em Canoas, já fui em Passo Fundo, já fui para Porto Alegre, só E eu infelizmente não tenho esse talento, essa coisa aí.

VCVitor Camejo

O robô gaúcho do interior ia falar: vamos, quero uma nega velha, tio. Aí ia falar: tô querendo uma nega velha aqui para esquentar a costela aqui, dormir junto, né? Agora o de Porto Alegre, ele já vai: vai, Marmandinha, terror, né, meu?

PDPedro Duarte

Não, cara, isso aí você me lembrou muito uma pessoa impressionante, é. Vitor, vamos seguir.

VCVitor Camejo

Ah, tá.

PDPedro Duarte

A gente tá achando que o Brasil tá na onda do robô Good Vibes, mas veio essa notícia aqui, ó. Em Brasília, durante os desfiles militares do último 7 de setembro, o Exército apresentou seu primeiro robô humanoide. Ah, lá vem! E o primeiro robô humanoide do Exército bateu continência para o presidente Lula.

VCVitor Camejo

Olha aí, moleque, essa notícia caiu como uma bomba em vários grupos de idoso no WhatsApp, no Telegram, velho.

PDPedro Duarte

É mesmo, velho.

VCVitor Camejo

Imagina, primeiro robô do exército saiu da caixa e bateu continência para o Lula.

PDPedro Duarte

Imagina, bone do Lula. Aí, mano, é verdadeiro.

VCVitor Camejo

É, cara, imagina os velhos no WhatsApp como é que não ficaram maluquice.

PDPedro Duarte

Aí a galera tudo no Paraguai agora, já vendeu tudo, já foi embora e disse que não tem imposto. Eu vi um cara dizendo que quer voltar e quer que o Brasil pague para ele voltar. É muito doido, maravilhoso, né? O robô inclusive foi apresentado de roupinha militar, né? O robô com roupinha de soldado lá, tudo. É, olha, Victor, eu não sei.

VCVitor Camejo

Paramentado. Sim, logo em seguida o robô do Exército Brasileiro desceu e saiu pintando os meio-fio.

PDPedro Duarte

Nossa, a velocidade impressionante e precisão que um robô vai ter, uma velocidade, precisão que talvez roube o nosso, né, não vai deixar falar, você vai roubar o emprego. Mas eu não quero já, porque a gente já falou de alienígena, de Luana Piovani, aí vai falar do Exército também aqui, aí daqui a pouco a gente não termina nem de gravar, entendeu? Eu já vi também durante viagens um capinamento ali, uma capinação de lote excelente do Exército tirando fuga seca.

E também correndo de manhã com aquele shortinho branco, de maneira sincronizada, o exército, e ocupando metade da rua. Com certeza, que maravilha! E aí, encerrando esse negócio de militar aí, fica aí uma dica, né? Você pode, todo robô vai precisar vestir a roupinha de robô. Talvez seja o lugar que a gente possa investir.

VCVitor Camejo

Porra, oportunidade de negócio isso aí, cara!

PDPedro Duarte

Pois é.

VCVitor Camejo

Que veja, a gente deu duas notícias com robô diferente em lugares diferentes e os dois estavam com roupinha.

PDPedro Duarte

Tá vendo aí? Você com certeza, Brasil, não vai deixar os seus robôs andarem pelados por aí. A gente é um país que abraça. Então a roupinha vai ser a capinha para celular do robô, que tem que ter.

VCVitor Camejo

Com certeza.

PDPedro Duarte

Vai ter um robô com a roupinha escrito segurança, igual aqueles que o povo coloca em pinche.

VCVitor Camejo

Vai, vai, com certeza. As camisas engraçadas de robô no Brasil, eu não aguento mais esperar, porque vai ser a melhor coisa da revolução da robótica aqui. Vai ter robô com as pedrinhas Swarovski.

PDPedro Duarte

Sabe onde é que vai vender muito isso aí? Bem Fortaleza, na hora de Fortaleza. Tem umas coisinhas com roupa engraçada ali, boa, com as camisas, né, com as piadas.

VCVitor Camejo

É isso aí, do, do, do, do Fortaleza. E vai ter as barrigas de chope, negócio para colocar no robô, né, o robô barrigudo. Vai ter a roupinha de crochê feito pela avó, igual capa de botijão. Nossa Senhora, para botar assim no robô, vai ter com certeza.

PDPedro Duarte

É isso, a gente tá à frente, porque, ó, todos os especialistas se perguntam se o mundo está preparado para os robôs. Mas será que os robôs estão preparados para o Brasil, entendeu? Porque para encerrar, aí tem um robô que ainda é só como curiosidade, né? Teve um robô aí que esgotou rápido, tô com fila de espera, que é o robô que limpa a casa. E ele nem limpa direito, ele passa um pano assim por cima no exterior O cobro equivalente é igual eu, igual eu então. Trinta dólares a hora.

VCVitor Camejo

Real?

PDPedro Duarte

Tá brincadeira? Mas vamos vamos seguir, né? Que isso aí que a notícia pela metade pesa uma uma questão do medo que ficou agora.

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PDPedro Duarte

E além de tudo, os brasileiros Essa semana fizeram o Waze cancelar os alertas de bandido do aplicativo porque todo mundo começou a usar para marcar propaganda política. Porra, é maravilhoso!

VCVitor Camejo

Não, na minha rua aqui, cara, começou a aparecer milhares de avisos de ladrão na rua, cara. Um monte, não conseguia nem ver a pista mais.

PDPedro Duarte

Sim, rapaz, todo mundo começou a marcar as propagandas de político na rua com o ícone de ladrão. Aí, né, você sabe que o Waze é aquele aplicativo de navegação e tal, dava essa opção de você marcar isso. E aí essa loucura a galera usou para— eu não sei se eles estão errados não, ladrão, deixa de ser, né? Imagina a galera do Waze assim que trabalha no Waze, né, vendo isso acontecendo do nada, né? Pô, meu Deus do céu, o que é isso?

E chegou no ponto que o aplicativo teve que cancelar essa opção porque nós brasileiros orgulhosamente avacalhamos isso.

VCVitor Camejo

Como é que até o robô do Waze dançou na nossa mão?

PDPedro Duarte

Olha aí! E agora, Vitor, vamos para o momento que possivelmente gera o maior número de interações e comentários do nosso podcast. E mais importante do que isso, gera amigos, amigos, amigas, camaradas, apoiadores, e por que não, fiadores do nosso trabalho.

VCVitor Camejo

Pô, eu pensei que era fiadores de futuros imóveis e contratos de aluguel.

PDPedro Duarte

Quem sabe disso também um dia, que precisar de fiador E não ter o fiador é foda, dá uma solidão do Rio.

VCVitor Camejo

Nada mais humilhante do que sair procurando fiador. É isso, você pode ser fiador aqui do meu apartamento.

PDPedro Duarte

Mas agora a gente tá falando mesmo, mas no momento de comentar os comentários dos nossos ouvintes nos últimos episódios, né? Começar.

VCVitor Camejo

É, caramba, porra, esse papo do fiador me deixou, me deu gatilho.

PDPedro Duarte

A gente se sente sujo, é, parece que a gente tá errado, a gente não tem a família certa, que tá faltando alguma coisa. O Brasil, ele tem esse poder de pegar momentos que eram para ser bons e complicar tanto que você começa a ficar triste. Ser brasileiro é triste, pega raiva, é foda. Vamos lá voltar para os comentários para alegrar, alegria, alegria. Amanda Cristina Signore, que comentou aqui no nosso último programa, no nosso último programa extra, ela disse aqui, sim, abre aspas: vale lembrar que Balneário Camboriú tem uma réplica de Cristo Redentor O Cristo Luz, antes de ser a Dubai brasileira, BC já tentou ser a Copacabana de Santa Catarina. Fecha aspas.

VCVitor Camejo

Eu já vi, velho.

PDPedro Duarte

Eu não sabia disso.

VCVitor Camejo

Não sabia. É muito bom. Eu já vi. Eu já vi o Cristo Luz de Balneário. E é maravilhoso. É tipo o Cristo Redentor, só que ele tá segurando uma bandeja com uma lampadona assim, ó, com a mão assim, ó. Tipo é como se ele tivesse segurando um boombox dos anos 90, sabe aqueles que unsam no ombro aqui, ó.

PDPedro Duarte

Cara, como é? O Cristo com a JBL assim, um...

VCVitor Camejo

Sim, só que é uma bandejona e ele é tipo um braço igual do Cristo Redentor e o outro ele tá mostrando o muque assim, sabe, com a bandeja assim, ó.

PDPedro Duarte

Meu Deus, eu não acho que o pessoal que faz assim o planejamento de Bolsonaro, que é bonito, leve a sério não. Eu acho que os cara pensa, vamos botar, bota o Jesus aí segurando o box, velho. Aí, entendeu? É isso, ele tá segurando um canhão de luz, né? Me parece muito isso aqui eu vendo agora. Ele pegou botou o Cristo para fazer um trabalho braçal, pô, entendeu? Ele já tava ali aposentado da carpintaria. É complicado, né? Ele fica lá na cidade fisicamente, né?

É uma versão estátua daquelas fotos de Jesus médico fazendo a cirurgia em alguém. A verdade, voltando à parte do espiritismo aí, tenha medo.

VCVitor Camejo

A minha avó tinha um quadro de Jesus que enquanto, dependendo da posição que você olhava, ele piscava, sabe?

PDPedro Duarte

Não, aí é foda.

VCVitor Camejo

Aí é, era, é, porra, me dava muito medo, cara, quando era criança. Uma foto, quando olhava assim, ele piscava para você assim, ó, que a gente falava, aquela régua do dinossauro que tu balançava assim, tinha um dinossauro maravilhoso, porra. Mas é o médico dos médicos, velho. Gosto muito dessa figurinha aí do Jesus fazendo cirurgia, só que Só tem o Jesus cirurgião, né? Nunca tem tipo fazendo exame de vista, né? Ele falando: que letra são essa aqui?

PDPedro Duarte

É sempre o pior, né? Não tem. Cadê o Jesus contador dos contadores, né? Ele fazendo um imposto de renda no Excel 97, ó, ele lá fazendo. Tinha que ter Jesus de todas as profissões, com certeza, coleção.

VCVitor Camejo

Só que antes da gente continuar aqui, Pedro, a gente precisa fazer uma errata aqui sobre o último Só no Brasil Extra, que foi muito corrigida pelos nossos amigos internautas aqui, que foi o fato de eu ter errado o prefeito que renovou o acordo da cidade do Rio com a Fundação Cacique Cobra Coral.

PDPedro Duarte

Aí o povo é foda, aí toda vez que erra fica ali comentando. A gente vai ficar errando agora para vocês ficarem comentando, mas não é Eduardo Paes.

VCVitor Camejo

O engajamento vai para lua, meu irmão, quando a gente comete um erro aqui. Não é, cara, não é, menino. O Eduardo saiu em março para disputar o governo, então agora o prefeito é o Eduardo Cavalieri.

PDPedro Duarte

Ah, não gostei não, não sei quem é esse não, porra. Tinha que ter um, o Eduardo Paes, ele é tipo rio-de- Janeiro já, ele é carta, entendeu? Ele dá cultura do—

VCVitor Camejo

eu perguntei para várias pessoas quem é o Eduardo Cavalieri, ninguém sabe. Isso é o que mais me preocupa, tá me preocupando, porque o prefeito é o Eduardo Cavalieri. Eu acho que ele não sabe disso.

PDPedro Duarte

É, às vezes é melhor para ele que ele não saiba disso. Fica importante isso aí também, né? Alguém precisa ligar. Mas aí, de qualquer forma, tem que avisar para ele o que é que tá acontecendo, né?

VCVitor Camejo

Então, olha, toma pé na situação, né?

PDPedro Duarte

Seu Cavalieri, por favor, avise aí, viu? Caiu no colo do senhor aí essa, essa bucha. Mas já se já retomou, já fez o contrato até 2050, tá tranquilo. Ele tá tranquilo já, pô. Agora o resto das outras coisas, aí ele que se vire, vai dar um trabalho. Um filme maravilhoso, um cara que descobre que é prefeito da cidade de um dia para o outro, e não é uma cidade normal, do Rio, né?

VCVitor Camejo

É isso, boa. Aí, mas no Rio pode acontecer com aviso baseado em fatos reais, pode sim, eu concordo.

PDPedro Duarte

É pior que pode mesmo, no Brasil pode. Prefeito do nada, bota um Rassum para estrear, sucesso total na Netflix. Vamos lá, né? Comentário agora do Leda. O assunto também gosta de arrumar problema, então estamos hoje arriscando realmente. Mas vamos lá, comentário do Lucas Sudeleites. Aí é o quê isso aí? É sobrenome real isso aí?

VCVitor Camejo

É, parece, é o que tá escrito lá.

PDPedro Duarte

Lucas Sudeleites, que maravilhoso, falou o seguinte aqui, ó: Abre aspas: acabei de descobrir que uma conhecida minha pagou cobra coral para não chover no casamento dela, que vai ser semana que vem. Kkkkkk. Fecha aspas.

VCVitor Camejo

Kkkkkk. Mas quando tiver uma cerimônia linda com pôr do sol maravilhoso, quem é que vai dar risada, hein? Pois é, acho que vale o investimento.

PDPedro Duarte

Eu acho que tudo que puder, né, mesmo ali colocando. Eu tenho assim, esse podcast já tem um tempo já, eu tô impressionado. Que a Fundação Cacique Cobra Coral também tem serviço assim. Então, pessoais, né, uma fundação tão gigantesca.

VCVitor Camejo

É, então se tem, tem na aba no site lá o Cobra Coral Personal e For Business.

PDPedro Duarte

Isso, rapaz, planos tailor-made para não chover na sua pessoa. Quanto será que custa?

VCVitor Camejo

Você não sei?

PDPedro Duarte

Será que pode ligar para pedir um orçamento? Orçamento assim, eu não faço. Se a gente fizer uma festa do Só no Brasil um dia assim, a gente faz a festa, aí a gente vai ligar para Cobra Coral para saber quanto é.

VCVitor Camejo

Vai na hora, já faz a vaquinha, a gente já faz a vaquinha do Cobra Coral já.

PDPedro Duarte

Isso que é foda, para pessoa saber também o que ela tá pagando ingresso, ingresso tá caro, só metade do ingresso aí foi a Cobra Coral.

VCVitor Camejo

Com certeza, entendeu? Caralho, eu vou meter a faca para a gente, com certeza. Aí vai ser carão. E aí, pô, contrata Fundação Cobra Coral para garantir, né, a festa. E além de tudo, Pedro, no nosso episódio, é do nosso episódio 2, né, dos fabulosos portais das cidades brasileiras, teve um comentário muito especial aqui do Lucas Conrado, que perde uma abordagem diferente do nosso podcast aqui, simplesmente porque o comentário, né, trouxe coisas tão boas que a gente já viu que Dá pra fazer um episódio só sobre as coisas que ele trouxe no comentário dele.

PDPedro Duarte

Então, a gente não vai ler o comentário dele todo pra preservar certas informações que a gente pode usar depois. Então é isso.

VCVitor Camejo

É, mas vale a maravilhosa informação que ele trouxe e que a gente não sabia. Da existência da cidade em Minas Gerais, de uma cidade chamada Cláudio. Tem uma cidade chamada Cláudio.

PDPedro Duarte

Qual é o gentílico de Cláudio? Quem nasce Cláudio é o quê? Claudinho?

VCVitor Camejo

Claudinho.

PDPedro Duarte

Claudinho, é isso aí. Eu sou Claudinho, pô. Muito bom. E a cidade de Cláudio, uma informação que já foi, a gente já foi atrás, tem 30 mil habitantes.

VCVitor Camejo

Já apuramos.

PDPedro Duarte

E qual, bora, outra informação trazida pelo Lucas, que é o fato de que na cidade de Cláudio as pessoas não são chamadas pelos seus nomes. Todo mundo na cidade tem apelido.

VCVitor Camejo

Aí o que por si só já é uma loucura à parte, porque a cidade tem nome de pessoa e as pessoas não.

PDPedro Duarte

Maravilhoso.

VCVitor Camejo

Até agora, e isso é levado tão a sério que todo ano em Cláudio, Minas Gerais, sai a apelista, que é a lista de telefone com apelido das pessoas.

PDPedro Duarte

Não é possível. Olha, se alguém tiver, por favor, uma apelista para mandar para a gente aqui, para o Só no Brasil, a gente vai agradecer para sempre. A gente precisa de um exemplar disso aí, se você quiser ajudar. E outra coisa, o nosso filme tá saindo, o cara que acorda como prefeito da cidade de Cláudio proibido de falar o nome dos cidadãos. Você não acha que tá começando?

VCVitor Camejo

Maravilhoso! É, eu acho que isso aí tá saindo.

PDPedro Duarte

Excelente comentário, muito obrigado! Mas agora também tem outra forma de você ajudar, além de mandar uma apelista, que é apoiar o Só no Brasil lá no Apoia.se. Você tem lá Apoia.se, que é apoia.se/solonobrasil, e ajude a gente a partir de R$10 para que a gente continue aqui trabalhando E de repente até, Vitor, consiga fazer uma festa num rooftop em São Paulo.

VCVitor Camejo

Ah, maravilhoso!

PDPedro Duarte

A Fundação Cacique Cobre Coral mantendo tudo, o clima lindo, aquela noite paulistana maravilhosa, todo mundo de preto, né? Eu, meu sonho é esse. A gente vai conseguir. Apoie porque eu quero. E nesse rolê, na entrada, vai ter um QR code chamado de QR code Ah não, a gente vai embora aqui. Também tem o Instagram, @sonobrasil_. Mas é sério, se alguém tiver a playlist, entre em contato no email sonobrasillayar@gmail.com.

VCVitor Camejo

Mas calma você que tá aí ouvindo a gente, porque antes de ir embora tem uma coisa muito importante que a gente tem que fazer, que é declarar quem venceu as nossas canecas de melhores comentários dos últimos meses aqui, que a gente tava devendo pra vocês. E hoje é um prazer enorme dizer que a gente não vai dar uma, nem duas, nem três, mas quatro canecas do podcast mais amado do Brasil. E atenção para nossos vencedores, certo? A primeira caneca vai para Samira Emanuela, que comentou no episódio do Picasso do INSS, que comentou o seguinte: Eu sou obstinada assim como Jorge Furtado, me representa.

Outro dia comprei um brigadeirão no Maquer Messi, onde me garantiram que era feito na panela, Com leite moça e não com massa de brigadeiro pronta. Comprei, provei, não era caseiro. Ela escreve em caixa alta: não era caseiro. Voltei na barraca pra cobrar satisfação. Eu acho que talvez tenha sido uma das atitudes mais brasileiras que arrumar confusão por causa de brigadeiro. Então, Samira, parabéns. Você ganhou uma caneca do Só no Brasil pra tomar um café com o seu brigadeiro de panela real com leite moça.

A nossa segunda vencedora de hoje é a Ariane Bárbara, que comentou— a gente leu o comentário dela aqui num dos episódios, que ela comentou que riu demais da história do nosso doidinho no velório e lembrou do episódio que aconteceu no velório do avô dela. Ela contou aqui, ó: quase na hora do enterro sair, aparece uma figura dessas. Ela começa a dizer que era um coroa muito bonito, uma pena que ela tava conhecendo ele naquele momento.

Se fosse antes, ela investia. A mulher dando em cima do avô dela no caixão. E ela continua aqui: eu e minha tia não sabíamos se a gente chorava com a despedida ou ria do meu avô lendo a cantada numa hora dessas. A gente amou, nossa equipe de roteiro amou e votou em você, Ariane, para nossa vencedora número 2 dessa leva de canecas aqui. A terceira caneca vai para alguém que merece demais, e é para o Edson de Irecê, sertão da Bahia.

O Edson comenta nos nossos vídeos desde o primeiro episódio e ele não parou de acompanhar e de comentar. Irecê, Sertão da Bahia, na área em todos os episódios até hoje. Então, Edson, você merece, meu irmão, vai ganhar uma caneca para você. E a gente vai mandar nossa caneca do Só no Brasil para Irecê, Sertão da Bahia, que está na área. E a última caneca é para uma pessoa muito especial que comentou também no episódio do Picasso do INSS.

Que é ninguém mais, ninguém menos que Jorge Furtado, o grande diretor brasileiro. Ele comentou no nosso Picasso do INSS e colocou: bom dia, aqui é o Jorge Furtado, muito bom podcast, obrigado pelos elogios, quase todos merecidos. Escrevo para parabéns e para fazer uma única correção: a narração do Ilha das Flores não é do extraordinário ator gaúcho Paulo César Pereio, e sim do extraordinário ator gaúcho meu saudoso amigo Paulo José.

Um erro que eu cometi e que vai me perseguir pelo resto da minha vida, porque eu falei pensando no Paulo José, mas mencionei o nome do Pereio e o Jorge Furtado ouviu. E eu achei que isso nunca ia acontecer, mas aconteceu. E eu estou pensando nisso antes de dormir por todas as noites desde então. Pra desculpar, a gente vai mandar pra você, Jorge, uma caneca do Só no Brasil assim que a gente arrumar o seu endereço, mas a gente vai conseguir e você vai ganhar.

Essa caneca nossa de presente, porque foi uma felicidade enorme para a gente ter você aqui. Nossos amigos vencedores, por favor mandem um email para sonobrasillayar@gmail.com para a gente acertar o endereço de vocês e mandar as canecas, os presentes de vocês, tá bom? Vocês são lindos, muito obrigado! Também deixe seu comentário, avalie o podcast, né, sempre com 5 estrelas, nota 10, o máximo que der, sempre, sempre ao máximo, certo?

Que a gente quer sempre aparecer aqui. Então muito obrigado e até o próximo programa do Só no Brasil, tá bem?

PDPedro Duarte

Inclusive foi, ficou naqueles top não sei o quê, entendeu? Então quanto mais a galera vai, ficou coisa boa. Isso é, rapaz, a gente tem que vencer o algoritmo. A guerra contra o algoritmo continua. Não é porque começou outra contra a IA que a gente acabou.

VCVitor Camejo

Quem a gente vai deixar de lado é quem a gente já tá louco. Não, acabou. O Só no Brasil é uma produção da Pipoca Sound com roteiro do Vitor Camejo e comentários do Pedro Duarte e do Afonso Capelaro.

PDPedro Duarte

A direção é do Afonso Capelaro, a coordenação de produção é da Isabela Coelho, a edição de som é da Ana Bulos. As músicas originais são do João Jabace e do Luiz Rodrigues.

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