Episódios de Só no Brasil

O cheiro forte da lei - SNB EXTRA 11

09 de março de 202634min
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Estamos de volta! A terceira temporada começa com o Só no Brasil EXTRA lotado de coosas! Entre elas, um fiat sobrecarregado e a história que foi capturado por cheirar bem demais.

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Participantes neste episódio2
P

Pedro Duarte

HostJornalista
V

Vitor Camejo

Co-hostJornalista
Assuntos1
  • Relações BrasilCaso do roubo de arte · Fiat Mobi como ambulância · Aldo Rebelo e alienígenas · Sargento Motta e furto de perfume · Fila do Bumbum Guloso
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Apesar de não parecer, esse programa é feito de fatos apurados e noticiados jornalisticamente.

Atenção, atenção! Isto não é um teste! Não, senhor! Não, senhora! Vocês não estão sonhando! Está de volta seu informe periódico de loucuras nacionais, o Só no Brasil Extra! De volta, Pedro Duarte!

E aí, Vitor Camelho, graças a Deus, né? Parece que foi ontem que era 2025. O tempo tá uma beleza. Eu sei que tem muita gente aí que se queixou nas nossas DMs, mensagens e até ameaças tivemos aí, dizendo que a gente tava demorando muito pra voltar, que a gente já tinha se aposentado, que a gente ia tirar um sabático.

O trabalhador tira sabático? Não tira. Só em cargos com C-level que tira. Mas nós apenas, Vitor, estamos produzindo uma fornada de causos brasileiros. E hoje é aquele dia que a gente sabe que compila coisa boa. Eu ouvi até boatos dizendo que a gente tinha sido abeluzido, que tinha entrado no BBB.

que a gente se mudou para as Maldivas ali, igual a Ludmila mas vocês tem que pensar que tipo de patriota nós seríamos se deixássemos o nosso ano começar antes do carnaval

Pelo amor de Deus, essa suposição até nos ofende como cidadãos, como artistas, como contribuintes, mas eis-nos aqui, né? Você tava com saudade, Pedro, da gente? Vitor, primeiro eu vou falar o seguinte, que Maldivas eu só iria se fosse de graça, talvez até pagando, né? Eu recebendo dinheiro para ir. É um lugar carfoníssimo, não consigo entender essa coisa da classe média pra... Ah, é? Eu não tenho essa experiência toda. Eu não tenho essa experiência toda.

pelo que eu vejo. Acho muito cafona. Chega lá e encontrar um cara de cabeça quadrada, entendeu? Harmonizado. No chalé do meu lado. Não quero isso. Você está dizendo, então, que Maldivas é um jurerê realmente internacional? Caramba, com certeza. É isso. Porra, você... A Maldivas é um jurerê...

Da Maldivas. Não tem o Caribe brasileiro? Mas enfim, né? Sobre o programa, eu confesso que eu tava com um pouco de saudade, né? Os fãs reclamando, um emoji de carinha triste. Eu, no fundo, ficava até triste também. Partia meu coração.

Mas é porque, Vitor, a gente tem aqui vários usuários de podcast, né? Não podemos esquecer esse detalhe aí, né? Eles ficavam ali olhando pra gente com os olhinhos brilhantes de Sarigê ou Saruê, ou sei lá o quê, como é que vocês chamam, em Abestinés, eles aí, a cara de coitado. E aí eu falei pra Vitor, Vitor, bicho, o Brasil precisa sorrir de novo. E aí a gente voltou, tamo aí.

E eu nem sei por onde começar, porque o Brasil, infelizmente, não esperou pela gente. Não. As loucuras seguem acontecendo. Enquanto a gente estava parado, eu fiquei pensando, pô, será que vai ter acontecido alguma coisa, né? Porque, assim, janeiro, né? Férias e não sei o quê, será? E aí, para a surpresa de ninguém, teve muita coisa. Então, sem mais delongas, vocês, amados ouvintes, não podem mais ficar sem saber que Fernando de Noronha está sob ameaça.

Policial tenta ficar cheiroso, mas sente o fedor da lei. Aldo Rebelo revela ter a chave do universo. Fiat Mobi sofre com acúmulo de função no Maranhão. Eu sou Pedro Duarte. E eu sou o Vitor Camejo e esse é o Só no Brasil Extra.

Pedro, hoje a gente vai fazer como os prefeitos dos mais divertidos municípios brasileiros, a gente vai fazer aqui uma reinauguração. Certo. Vai ter faixa? Uma reinauguração. Vai, vamos cortar aqui a faixa. A reinauguração das notícias do Solo Brasil Extra.

Exatamente. Assim como os maiores políticos municipais brasileiros, grandes poderes e responsabilidades que eles têm com o Brasil. Sempre que a popularidade baixa um pouquinho, aí a gente reinaugura uma obra.

Reseta o Wi-Fi da Prefeitura. Restar alguma coisa ali também. A gente tem... Rapidamente sai de novo nos braços do povo. Graças a Deus. E a gente vai começar aqui, Pedro, infelizmente com uma notícia triste. Mas tem muito a ver com a história do nosso... Só no Brasil aqui do nosso podcast. Pedro, lembra do caso que a gente contou no nosso primeiro episódio?

Olha, Victor, lembrar, eu não lembro porra nenhuma, mas eu vou fingir que lembro. Claro, Victor! O caso de um dos dez maiores roubos de arte do mundo que rolou no Museu da Chácara do Céu, no estimado Rio de Chouneiro, durante o Carnaval de 2006. Olha, Victor, vai fazer 20 anos agora, rapaz. É, rapaz, e não é...

que vai fazer 20 anos mesmo, cara? Olha só, e tem consequências isso. Você está babilonicamente correto. Sim. Muito antes do roubo do Louvre, né, que aconteceu aí, nossos brasileiros mostraram que dá sim para roubar um Picasso.

Roubaram Monet, roubaram Dali, tudo mais que tiver de arte no mundo, no meio do carnaval, usando apenas uma granada de mão como arma branca, escorregar e rasgar o Picasso e ainda assim cometer o crime perfeito. Aí eu não sei porque não virou o Samba Herreda ainda. É mais uma oportunidade perdida esse ano que fez 20 anos, esse momento. Pois é, então. Por isso que eu falei crime perfeito, porque fez 20 anos agora, dia 26 de fevereiro.

E foi a data onde ficou sacramentado que ninguém vai ser preso e nenhuma obra vai ser recuperada desse crime. Rapaz, é verdade. A importância de 20 anos é muito mais do que um símbolo, né? Um marco temporal.

entendi rapaz ele me envia o Vitor, caramba prescreveu papai prescreveu, já era e nós cantamos essa bola ali no dia 10 de julho de 2024 a Cristina Tardagla, a jornalista que foi a nossa convidada, entrevistada do episódio falou disso no livro dela, no livro Arte do Descaso todo mundo sabia ela cantou essa bola e mesmo assim

Crime ocorre, nada acontece, feijoada. Caixinha de fósforo, né? É isso. A gente pode, inclusive, abrir esse negócio aí, Vitor. A gente tá precisando complementar a renda, o nicho de mandinar de prescrição de crime no Brasil. Saber o que é que vai entrar e o que não vai. Ah, vamos acertar. A taxa de acerto vai ser grande. Vai ser, vai ser. E se você ficou triste e indignado, é porque você sabe do que a gente tá falando.

Se você está de boa, se você está relaxado, se você está feliz, provavelmente você está sendo abençoado pelo doce beijo da ignorância. O grande abraço, o abraço gostoso da alienação. Então você não ouviu o nosso primeiro episódio ou abre alas pro Monet passar, vai assistir, está disponível em todas as plataformas pra você que precisa sorrir ou ajustar a dose da medicação.

É um grande acompanhamento, vai lá assistir. E pra você que tava esperando esse momento de prescrever, saiba que se você comprar ou se você receber e tal, é outro crime. Entendeu? Que é o crime de receptação. Então... Aí tem que esperar prescrever.

Entendeu? Então, ó, na transferência de objetos roubados aí, você também pode rolar o crime de lavagem de dinheiro, exportação ilegal de obras de arte, o crime de contrabando de obra de arte. Então, o roubo em si, que já prescreveu, não invalida o cometimento de novos crimes. Então...

Você que tava já planejando cometer um crime, fique ligado. Então, de repente, você passar com alguém ali vendendo uma tela muito bonita ali no site da sua preferência de compra e venda de artigos usados, denuncie. Não. Aquele site ali. A tela bonita é no calçadão ali de Fortaleza, porra. Aqui em Praia da Foz. Exatamente. Toda a cidade tem uma... Aqui em Belém, na Praça da República. Em Belém, na Praça da República. Isso, tem um lugar que tem uma galera vendendo uma porta. Pelo Rio também tem umas telas ali. É isso. Pintura.

não, não é o original, não, é só igualzinho exatamente só copia igualzinho então, quem sabe, é a verdadeira fique ligado aí, quem sabe também a gente não consegue fazer também desse limão azedo, uma caipirinha refrescante, de repente rende até um novo episódio pra nós eu decalquei coisa boa decalcar com papel carbono embaixo assim, olha aí quem viveu, viveu bora lá

Mas agora a gente vai com uma notícia mais recente, né? Diretamente do nosso amado Nordeste brasileiro, mais precisamente de Estreito Maranhão. Aham. Pedro. Onde a prefeitura da cidade precisou encarar o atendimento a vítimas de um acidente de trânsito. E enviou como ambulância um Fiat Mobi. Aí realmente, nada contra o Fiat Mobi. Mas o Fiat Mobi, pra quem não sabe, é um carro pequenininho.

você quando pede um Uber e vem um Fiat Móvel, você já se irrita você já, porra, esse carro pequeno imagina como ambulância é isso aí, não vai? sim é aquela que, a ambulância que quando surge mata o paciente de preocupação

chega o mob no acidente a galera pergunta o que é isso? o motorista lá imitando o Kiko é ambulância besta, eu não sei imitar o Kiko é ambulância besta ah, entendi, entendi, valeu

O carro chega escrito estreito, tu não sabe se é o nome da cidade ou o espaço interno do veículo, né? Se a cidade se chamasse espaçoso, a gente... A conversa era diferente. Em resposta, Vitor, a prefeitura de Estreito veio a público e disse que o Fiat Mob foi destacado para o atendimento porque uma das quatro ambulâncias da cidade estava no concerto e aí não pôde ser enviada. Aí mandou o Mob lá pra...

pra piorar a situação do acidentado. Inclusive essa notícia fala isso, né? A notícia que a gente leu aqui, que contou essa história, fala dessa nota da prefeitura que uma das quatro ambulâncias estava no concerto. As outras três ninguém sabe. Ninguém sabe o quanto que as pessoas estão se acidentando em estreito. Tomem cuidado você que é de estreito aí. Use capacete, às vezes você não tem nem moto. Mas vai de capacete, vai a pé de capacete, que melhor prevenir do que remediar. Pode ser que um mob apareça pra te pegar.

falando em atendimento médico, o Fiat Mobi não resistiu, né? Ele teve que levar mais de três pessoas e foi o esforço final dele. Depois ele foi sacrificado, abatido. Ele foi subir a ladeira, não deu conta e ficou ali mesmo, então... Boa! Agora o cara aperta a buzina, a buzina dele faz pom, pom, pom...

Acho um carro bonitinho, pô. Entre os carros bonitinhos, acho o melhor que tem. O pior é o Kwid. O Kwid parece de brinquedo, de controle remoto, Vitor. Dá pra fazer uma rinha de carrinho pequenininho, né? É, bate-bate, pô. Vou fazer um bate-bate. Quando a gente for bilionário, a gente faz isso. Um bate-bate. Mas vamos lá, Vitor. Ambulância Fiat Mobi Distrito. Você estará sempre vivo em nossos corações. Você sempre será seminovo. Para todos nós.

Agora, Vitor, vamos ali para o ladinho, do lado do Maranhão, ainda no Nordeste também, no querido Piauí. Piauí? O estado aí que nos deu o Whindersson Nunes, João Cláudio Moreno e, não menos importante, Gleif Brawley. Eu não sei quem é Gleif Brawley. Vai saber? Não sabe quem é Gleif Brawley, então procure depois no Instagram e me agradeça depois. Vou procurar. Bote Gleif Brawley cantando Wind of Change aí do... Não pode não, véi. Do Scorpions e é muito...

Pode, confia em mim, Gleif Brown não pega nem no não pega nem de vitatural, porque ele canta em Bromejo Ah, então tá bom, então Então ele fica E aí ele canta É o que? É bem afinado? Não, né? Vamos ver, vou procurar depois Tu tá pensando aquele que é o Isso, não é esse não?

Não, é outro. Eu pensei que era também isso. Porra, que nome maravilhoso. Gleif Brown. Bem-vindos, são celebridades boas, né, Victor? Você trouxe aí a galera que é... Mas essa notícia é sobre uma celebridade que não está nessa prateleira, nesse mesmo nível aí. Estamos falando do Sargento Mota, um dos policiais celebridades também do Brasil, dessa vez.

Ah, claro, né? Porque se tem uma coisa que é brasileira de verdade, é policial celebridade. Impressionante. Vou corrigir aqui, ó. Ex-policial celebridade. Pra quem não lembra, o Sargento Motta antes era Cabo Motta. Aí ele viralizou nas redes, há alguns anos aí, com um meme, onde ele dava entrevistas combatendo o crime e o tráfico de drogas. Mais especificamente, o Lolo.

ou lança perfume um grande eu lembro desse aí ele mela o dedo no lolol enche o dedo na frente do repórter eu sei quem é esse cara agora você falou que desgraça mas é isso rapaz, ele foi condenado a expulsão da polícia militar do Piauí por ter

furtado. O quê? Olha isso, que loucura, por furto. Foi. Ele foi flagrado em imagens. Olha só essas imagens. Entrando na casa de uma pessoa e roubando um perfume Malbec.

Não, peraí. Tá vendo aí você? Deixa eu ver se eu entendi. Tu tá me dizendo que tinha o Lança Perfume e agora ele é o Furta Perfume? Meu amigo, é brincadeira? Ô, furta! Furta Perfume! Furme! É isso, exatamente. Rapaz, o cara perdeu aí o emprego concursado dele, né? Por causa de um perfume de 200 conto. É 200 conto, Malbec? Tá 200 conto, rapaz. Eu fui olhar.

Tá 200 reais. Que isso? Tá caro, tá caro o perfume, viu? Eu comprei o do Cebolinha. Comprou? E aí? É bom, viu? É bom mesmo? É bom. Olha aí, a gente que tinha Cebolinha. 20 e pouco reais, alta qualidade. Olha aí. Fica aí a... O Malbec fala que é cheiro de óleo que não presta.

Eu tenho todos. Rapaz, o nome Malbec, ele tem esse... Ele carrega isso. Cafajestagem, né? O cheiro da safadeza. É isso. Eu tenho o azul, o verde, o normal... Cafajestagem. E o Signature, que o Banha mandou eu comprar. Nosso amigo, Thiago Banha. É Malbec mesmo?

Malbec, é. Você tem todos os Malbecs? Eu tenho, rapaz. Eu vou dizer que sou um admirador do Malbec aí, que o Malbec é o cavanhaque fininho dos perfumes. É, rapaz. Eu gosto do Malbec, de verdade. Caralho, você me surpreendeu agora. Você me surpreendeu, viu, Vitor? Eu tenho certa alergia a perfume no geral. O único perfume que eu não tive alergia foi um Yves Saint Laurent. E o Jequique Cebolinha. De R$1.200. Aí eu continuo sem perfume.

O cebolinha eu tive, mas... Mas valeu cada gota. Foi a alergia mais cheirosa que eu já tive. Mas aí foi erro meu, porque eu acho que eu botei muito. Não, agora eu vou fazer diferente. Eu vou jogar pra cima e mergulhar embaixo. Entendeu? Vou botar menos. Tu faz aquela nuvem? Tu joga aquela nuvem e entra, passa por dentro. É isso, vou fazer isso. Vou fazer isso. Mas vamos lá, Vitor. Pô, vai chegar no médico lá com alergia do perfume do cebolinha. Doutor, tá com problema. Esse perfume... Esse perfume é muito cheiloso. É isso. O problema.

Mas ó, Pedro, vamos continuar aqui, ó, no Nordeste?

Ó, vamos continuar aqui, ainda no Nordeste, mas acho que não só no Nordeste, a gente vai passar pelo Brasil inteiro e, quiçá, para fora da Terra neste momento. Porque a gente está falando aqui de Aldo Rebelo, alagoano, né? Embora tenha sido deputado por São Paulo, ele é alagoano, que recentemente declarou que se for eleito presidente agora em 2026, ele vai abrir os arquivos do Ministério da Defesa sobre alienígenas.

Tá na moda, né? Barack Obama falou aí recentemente, tá todo mundo querendo sair. É isso, ele tá surfando nessa onda. Ele também disse que sabe o que as Forças Armadas escondem nos arquivos, entendeu? Porque ele foi ministro da defesa no governo Dilma, então ele sabe de tudo. Mas ele só vai falar isso se for eleito presidente.

entendeu? ele é é o João Cléber dos ETs entendeu? no próximo bloco eu vou revelar aqui um segredo agora você tem que me eleger presidente antes entendeu? que é isso que loucura esse país é mais louco não vai abrir na hora da apuração ele vai ficar para, para, para, para, para, para

isso pense bem é misterioso ele é misterioso se as pessoas soubessem o que aconteceu em Varginha ficariam enojadas é isso brasileiro tem oportunidade aí de votar num moreno misterioso nessas eleições olha aí só que eu acho golpe baixo né tipo vota em mim que eu conto se tem ET ou não aí chega na hora aí galera não tem não

A gente tá sozinho mesmo, não há esperança. Eu sei o que tem lá. Vai olhar, tem lá três linhas. Fudeu, galera. O E.T. de Viajeira, só um cara agachado. Saiu essa notícia também aí. Era só um cara muito pequenininho. Era só isso. Era o motorista do MOB. Era o cara que dirige o MOB.

Mas enfim, né? Aldo Rebelo disse que está firme na ideia de ser presidente. Inclusive, já surgiu até um jingle de campanha. Essa estratégia inovadora que é apostar no rádio, sempre à frente das tecnologias. O rádio e o carro de som. Ah, aí vai decolar, hein? Agora ninguém segura aí. Vai decolar. Mas vamos aproveitar então que o podcast é quase um programa de rádio e vamos ouvir o jingle do Aldo Rebelo que surgiu Tudo Indica, que foi criado pela Fanbase.

Não é possível, já tem mesmo isso. É a fanfic de jingle. Já vai voltar a temporada com o momento jurubeba, né? Ah, com certeza. Nem ouvi, já tô jurubebando aqui, Pacas. Já jurubeba o Pacas. Então solte o som aí, DJ.

Aldo Rebelo é o destino à nossa sorte. Nacionalista, certo exemplar. Lado a lado com o povo, constrói um Estado novo para o Brasil avançar.

Lado a lado com o povo, construindo um Estado novo. Eu vi o que você fez aí, viu, fã do Aldo Rebelo? Rapaz, o Brasil conseguiu fazer a inteligência artificial saudosa do Getúlio, né? Temos a primeira IA idosa do planeta Terra. A primeira IA que já vem, assim, ela faz jingle de rádio, é fã de Getúlio Vargas, então deve torcer pro Botafogo. Certo. Falar daquele título ali na época de Garrin já é diferenciado.

Newton Santos é que era jogador. É isso. É quase isso. O homem que abriu a AI e digitou ali cria um jingle com Aldo Rebelo, Getúlio Vargas e pomada minâncora. Porra. Mas, Pedro, tudo isso aqui foi pra gente chegar até esse momento que, pra mim, vai ser o ponto alto do nosso episódio de hoje. O Aldo Rebelo? Não. Estou falando aqui de uma matéria muito especial que saiu sobre uma notícia. E, por que não só uma notícia? Um evento do Distrito Federal.

Pois bem, Vitor, um veículo de imprensa de alcance nacional me trouxe uma notícia que acendeu o alerta. A atração mais icônica de Fernando de Noronha está com os dias contados. Pô, um jornal católico. Ah, é? Vem aqui num jornal católico, fazer uma rádio católica, fazer isso. A gente tá falando o quê?

Praia da Cacimba do Padre, ali do Mirante dos Irmãos, a Baía dos Golfinhos e Noronha. O que é, Pedro? Nada disso, estou falando de Natóris. Eu não estou falando do saudoso surubão de Noronha. Lembra? Ficou muito popular. Sim, com certeza. Esse evento que, assim como o aniversário do supermercado Guanabara, lembra desse também, o Carioca virou-se nome de patrimônio.

imaterial da humanidade. Já, já alguém vai conseguir. Mas ele está sendo ameaçado por um evento que acontece rotineiramente em Taguatinga do Sul, ali no querido Distrito Federal, e que foi assim, poeticamente descrito pelo portal Metrópolis.

O jornalista, quando ele quer ser escritor, é um perigo, viu, Vitor? Então... Ih, rapaz, é, rapaz. Porra, é. Vamos ler mais um trecho da matéria empina, toma e mama. Fila do bumbu grosso. As pessoas não sabem ainda o mal que Jack Kerouac fez para o jornalismo. Total. Total, né? Ele e o Bukowski fizeram muito mais mal do que bem aqui. Cara, isso aqui é horrível.

Victor, por favor, leia o trecho dessa matéria maravilhosa intitulada Empina, Toma e Mama Fila do Bumbum Guloso Ferve Atrás de Atacadão no Distrito Federal Ah, rapaz, deixa comigo com muito prazer Empina, Toma e Mama Fila do Bumbum Guloso Ferve Atrás de Atacadão no DF. Quero chamar a primeira atenção Que é a sua experiência

Para as palavras empregadas aqui, bumbum guloso ferve atrás. Eu não sei nem se ele pensou nisso. Não tem nenhuma palavra mal empregada neste lugar aqui. É, aí foi classe, né? Atenção. Vou ler o primeiro parágrafo aqui, galera. Você se prepare. Se você quiser abrir um vinho, abaixar a luz, a hora é agora, hein? Se você tá na academia, cuidado. Tá certo. Porque a falha no equipamento vai chegar agora, hein?

Sob o manto da madrugada densa e silenciosa, existe um trecho de asfalto em Taguatinga Sul que ignora o sono e as convenções. Atrás de um grande mercado atacadista na QS3, a geografia da cidade se transforma. Ali, a iluminação pública é uma lembrança distante.

O que impera o breu, interrompido apenas pelo brilho de faróis que cortam a pista como lâmina de luz, revelando por breves segundos o que muitos preferem manter no escuro. Sexo intenso, rápido e sem compromisso. Meu Deus do céu, acabou, velho. Isso é Brasil, assim. Isso é Brasil de antigamente. Isso é Brasil, galera. Que se divertia, infame.

tem uma parte aqui olha como é bonito eu não sei nem se eu critico mais eu acho que eu já estou concordando com esse lugar aqui tem que ter mesmo olha o que fala aqui

A rua, abraçada por áreas verdes que parecem vigiar o local em silêncio, torna-se o palco de um ritual frenético. Não há nomes, apresentações e muito menos promessas de um amanhã. Sim. Olha aí, o cara, ele é um romântico. O repórter aqui é um romântico. É, ele quer amor. Ele quer uma promessa de um amanhã. Ele quer amor e o que ele tá tendo aí. Tá na suruba, vira pra trás.

Tá na suruba. Vira pra trás na suruba. Mas nós somos o quê? O que nós somos agora? O que se vê é uma fila de veículos parados no acostamento, quase encostados uns nos outros, lembrando um drive-thru distópico.

onde o produto consumido é o sexo e o pagamento é o risco do prazer. Olha, é o seguinte. É o risco do prazer. Já deu, porra. Vai, vai. Tá bom, já. Não, mas é o que eu quero chamar. É a última frase aqui, ó. Última frase. Carros elétricos importados de luxo e os mais populares É democrático. Se misturam sem distinção. É democrático, pô. Que importa é a madeira. Isso aqui é a democracia. É a verdadeira festa da democracia.

Não tem condição. É brincadeira. Olha...

Drive Cubo, é exatamente. Cara, isso aqui é maravilhoso, Pedro. Brasil, está de parabéns. 2026 começou bem, galera. Então, tem que dar aqui o crédito ao jornalista Carlos Caroni, que escreveu essa matéria aí, que a gente leu alguns trechos. Muito bom. Tá no Metrópolis, caramba. Isso aqui é Pulitzer pra mim, é Pulitzer. É, vai isso mesmo. Vamos lá. Carlos Caroni. Eu só lamento que a coluna dele não se chama...

De carone. Vem de carone comigo.

Pedro, agora é a hora daquele outro momento do qual eu também estava muito saudoso, como todos os momentos aqui do nosso podcast de hoje. Que chegou o momento que a gente vê o que a galera deixou de mensagem pra gente aqui por todo esse tempo e comentar nossos comentários. Importante, Vitor, antes da gente ir pros comentários, olha aí a gente fazendo aqui o suspense. Informar que a partir desse ano aqui, pelo menos nesse período dessa temporada, o nosso querido...

Só no Brasil está quinzenal. Sim. Então, a gente está hoje com o Só no Brasil Extra. Daqui a 15 dias, a gente vem destrinchando um caso. Depois de 15 dias, o Só no Brasil Extra de novo. Depois a gente volta destrinchando um caso, entendeu? Exatamente. Porque nós estamos produzindo novos conteúdos para vocês. Então, não está dando tempo de fazer tudo. Então, tem um... E o pior é que é verdade.

Não é mentira, realmente a gente tá aqui fazendo... Vocês vão gostar, hein? Quem sabe esse ano ainda, se Deus quiser. Mas não pode falar muito, não. E é isso. Não pode. Mas agora, vamos lá. Vamos usar o que importa. Porque eu tava com saudade. Eu gosto de ver os comentários. O pessoal... Sim. Muita gente xingando porque tava sem a temporada. Mas tem muito carinho também, né, Vitor? Então, vamos lá. Motivação, né? Posso ir? Posso começar aqui? Vai, dale.

Primeiro comentário que tem. Abre aspas. Este podcast deveria ser patrimônio imaterial da humanidade. Olha aí, tá vendo? É um extrato sociológico e antropológico deste país permeado por loucos e malucos que todos os dias nos mostra que no Brasil o poço não tem fundo. E se tiver, no fundo haverá uma mola. É muita loucura para dar conta. Assinado Engenheiros André.

Engenheiro André. Ah, eu pensei que era mais de um engenheiro. É engenheiro André. Não, é engenheiro André. Engenheiro André. Assinado Engenheiro André. Que elogio erudito? Eu achei meio erudito, meio chat GPT, mas valeu. Estamos falando de um engenheiro, né? Um cara que entende das coisas. Ele, inclusive, de construções, pelo menos, ele deve entender. Inclusive, ele fez questão de colocar aqui a patente dele nos comentários.

Que é pra gente confiar na questão da mola aí, que quando você vai no fundo, você volta. É um gênero diplomado, é diferenciado, né? Muito obrigado, gênero André. Eu tô indo pro fundo aqui esperando a mola. Vamos ver que ela chega aqui na vida. Eu aposto, inclusive, que esse também é o e-mail dele.

engenheiroandré.com ou aí o Instagram é Engie, né? é Engie, André caralho, é isso mesmo, isso aí é muito bom com certeza, isso aqui é Brasil e tem que se vender mesmo, pô, engenheiro é uma profissão que o profissional tem que avisar que ele é aquilo ali mesmo é um engenheiro, tem que avisar que é engenheiro já no nosso caso de humorista, se a gente tiver que avisar, meu amigo aí é um aviso muito triste, né? é verdade, ninguém percebeu que eu sou humorista então realmente eu...

Tô trabalhando aí também como servente e auxiliar nas obras do Engenheiro André. Mas não adianta. Vai todo mundo virar o Davi do BBB, né? Mas você faz o quê? O quê que você faz? É o Morita, mas é o Guê. Rapaz, ali foi o auge desse rapaz, né? Depois aí só foi o Ladeira Baixa. Que pena.

E como a gente teve todo esse tempo de férias aqui, Pedro, tem uma porrada de comentários dos outros episódios que dá pra fazer uns 5 episódios já. É bom que ficou guardado um monte e a gente vai usando aqui. Só porque a gente ficou vagabundeando, né? Exatamente. Porque... E só acumular. Nós temos diamantes, né? Guardados entre os comentários. E vou aproveitar aqui pra agradecer, Vitor. O massivo apoio que eu recebi das pessoas que concordam que Panetone é melhor sim do que Chocotone. Eu vi, rapaz. Foi um movimento popular que se levantou aqui. Claro.

Pro panetone, né? As pessoas gostam muito de panetone. Eu ainda tenho um fechado aqui em casa. Cara, o chocotone é horrível. Não faz sentido nenhum. Mas como é que é, Vitor? Já tá em março. Será que tá bom ainda? É, então. Pois é. Depois que a gente teve essa conversa, eu fui verificar. E tá na validade ainda. Impressionante o quanto que tem conservantes nos alimentos hoje em dia. Hoje em dia, se acabar o mundo, a gente vive mais uns três anos com o que tem hoje. Só de panetone? É, com certeza. É isso.

E também, no nosso episódio extra do Charlie Brown Jr., que a gente falou aqui, das confraternizações de fim de ano, tem alguns relatos de confraternizações de fim de ano que são maravilhosos e vale a gente ler. Ah, é. Vamos lá. Vamos tirar esse atraso aí, né? O relato aqui da Tammy Janis. Tammy Janis é um nome muito bom também. Que foi na confraternização da empresa do fim de ano, né? E escreveu aqui, ó.

vocês falando de compra eu fui nesta semana no meu trabalho, fui furtada na mesa, achei a ladra saímos na mão e passamos o after na delegacia, caramba agora sim, eu vi serviço é isso que eu quero aí foi qualidade a única coisa mais brasileira que ser roubado é dar porrada ladrão

Tem uma coisa viralizando na internet que são as brigas no geral, que agora tá demais, e a briga feminina é um puxão de cabelo, né? Normalmente o homem é um murro que vem assim circular o cara que não tem o treinamento, o murro vem circular do nada, e ele mesmo cai sozinho, e a mulher puxa o cabelo. Esperamos que o cabelo de Tânia esteja intacto aí tô torcendo pra que ela tenha ganho, essa briga Inclusive, não sei se tem como a história ficar mais brasileira. É, tá

Tem sim, aqui ó. PS. Você tá pensando que ela botou um PS que era pra sua observação, mas não foi. Celso Russomano estava na mesma delegacia, na mesma madrugada. Não é possível. É, ficou mais brasileiro do que eu pensava. Celso Russomano na delegacia. Acho que foi o auge. Não tem.

Tem mais ainda, Vitor. PS2. Não é Playstation 2, mas tá valendo aqui, ó. Ele passou na minha frente e aí atenderam ele primeiro. Porra, que absurdo! Que absurdo! Caramba, velho! Ela tinha que chamar o Celso Russo humano pra falar com o Celso Russo humano.

Isso é contra o direito do consumidor. Caramba, temos um furto, uma surra na ladra da delegacia de madrugada, que é o after da empresa, né? Um famoso sendo atendido primeiro e o Celso Rousseau...

É o Brasil representado mais do que samba e futebol e jogo do bicho. Maravilhoso. Eu acho que a segunda coisa mais perigosa para alguém fazendo uma confraternização, acho que só tem um outro relato aqui que talvez ganhe, que é um relato de pura coragem aqui da nossa ouvinte Mika, que fala aqui, abre aspas, vocês estão falando de confras, lembrei de uma colega que durante...

uma confraternização no caso, já estava meio bêbada e achou de bom tom perguntar pro nosso chefe, você tem academia em casa, né? Ele respondeu que sim e ela finalizou com, mas não costuma usar, né? Aí é foda. Foi convidada a passar no RH no dia seguinte.

por causa de uma piada dessa, uma besteira dessa, pô. Eu não sei, entendeu? Não vale, eu acho que ela fez certo. Você não pode perder a piada, Vitor, entendeu? Não pode ofender ninguém, mas foi só uma brincadeirinha. Todos, rapaz, todo mundo surpreso na vida, aquele meme do Pikachu que fica sem surpresa. Tem um Pikachu com um cafezinho agora, né? A mulher realmente meteu a cabeça na boca do leão e riu.

E agora que a gente está de volta, adivinha só, né? Vocês podem voltar a apoiar lá no apoia.se barra só no Brasil. O link também está aqui na descrição do episódio com a partir de R$10. Estamos esses meses aí sem o episódio extra, mas apoie porque senão não tem programa. Nós precisamos. É, galera. O bicho está pegando, hein, rapaziada? Daqui a pouco é mensal o programa, hein? A gente já está aqui em quinzenal, mas vai manter o compromisso com vocês. Então, mantenha o compromisso com a gente.

Vamos fazer o negócio aí. Vamos tomar a da cá. Você pode também doar pelo nosso Pix, se você quiser. Só no BrasilLaiar, arroba gmail.com. Também é o nosso e-mail, caso você queira contar alguma história, mandar um oi. Ou quem sabe, chama a gente para fazer alguma publi cremosa aqui no nosso podcast. Pronto, é isso mesmo.

Ah, e Vale também seguir o arroba só no Brasil no Instagram, porque a gente posta algum conteúdo extra ali de repente tem uma foto que a gente falou de alguma coisa, né um áudio, uma coisa pra você pra você saber que a gente não inventa nada nesse programa, por incrível que pareça né, mas é isso Vitor, vamos ficando por aqui, né Maravilhoso, valeu galera até o próximo programa fiquem com a gente aqui, porque a gente tava com saudade

O Solo Brasil é um podcast independente produzido pela Pipoca Sound e apresentado pelo Pedro Duarte e pelo Vitor Camejo. O roteiro desse episódio é meu, Vitor Camejo, do Pedro Duarte e do Afonso Capelaro. E a direção também é do Afonso Capelaro. Então até semana que vem. Tchau.