Episódios de Só no Brasil

Sarney contra o colesterol - SNB EXTRA 13

04 de maio de 202639min
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Mais uma semana com o Brasil mais brasileiro do que nunca!

Vamos cruzar o país mais uma vez de sul a norte para conhecer o mistério da cidade que não consegue se encontrar, o jovem paraense que viaja 40 quilômetros para ficar monstrão e saúde de ferro do ex-presidente José Sarney que segue amassando bolachinhas aos 96 anos.

Nossos ouvintes escolhem com afinco o mascote do Só no Brasil, para o desgosto de Pedro Duarte.

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Participantes neste episódio1
P

Pedro Duarte

HostJornalista
Assuntos7
  • Caçação na Câmara MunicipalCrise existencial do município · Juiz manda explicar a confusão
  • José SarneyEx-presidente influencer · Café da manhã de Sarney · Bolachinha Santa Maria com manteiga
  • Treino FísicoAwapinho e sua rotina de treino · Poder das redes sociais · Constância pela constância
  • Participacao OuvintesComentários sobre o podcast · Votação para mascote do podcast · Piada do pirarucu · Sugestão de programa por estado · Notícia favorita do episódio do peido
  • Big Brother BrasilVácuo de poder deixado pelo BBB · O povo brasileiro gosta de Big Brother · Primeiro peido na cara da Rede Globo
  • perguntas e respostasCacique Cobra Coral e Padre do Balão · Robin Hood de Três Rios · Treta com o YouTube · Pedro Duarte e Mocotó da Malhação
  • Oportunidade de Negócio LundoseCriador de conteúdo brasileiro e burnout · IA e sobrecarga de trabalho
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Apesar de não parecer, esse programa é feito de fatos apurados e noticiados jornalisticamente.

Alô, alô, alô, papai, alô, mamãe. Põe a vitrola pra tocar. Pode soltar foguete porque começou mais um programa que traz até vocês as vozes mais saborosas da internet brasileira. Claro que eu estou falando aqui do seu informe periódico de loucuras nacionais, o Só no Brasil Extra. Como vai você, meu magnífico Pedro Duarte?

Meu querido Vitor Camelho, já estou muito bem. Mais um dia aqui neste programa, que é basicamente o meu futebolzinho, o futebolzinho da semana com os amigos, meu pilates. Estou fazendo pilates, Vitor. Estou fazendo pilates. Me senti torturado, mas é verdade. Minha roda de fofoca, no salão do CLT brasileiro, em volta da água. E o Sol do Brasil é isso. Enfim, eu estou feliz, Vitor. Estou muito feliz hoje.

Por aquilo que pareça. Que bom, que bom, que bom, porque nessa semana especialmente a gente tem que estar cientes, Pedro, porque nós estamos numa oportunidade de negócios aqui nesse programa. Bom, me diga qual é, porque eu tô precisando de um novo negócio extra aí. Pilates é caro, tudo é caro, a luz tá cara. Então eu não sei se eu tô pobre, mas tá tudo caro. O criador de conteúdo brasileiro tá sempre alerta, né? Buscando uma forma assim de se sobrecarregar e ter burnout. Tem isso também.

É isso, é isso. Se você só tem três projetos sendo colocados ao mesmo tempo, você tá vivendo errado. Aí falta que horas? Quatro da manhã? Tá pouco. É, aqui a gente prova que o criador de conteúdo brasileiro é como a Fênix, que ela renasce das cinzas do próprio burnout. Vem numa versão mais maluca que a anterior, até a gente ficar velho e acabar a vida. Ah, alegria! Então...

A IA tá chegando aí também, entendeu? Ainda tem... É, tá chegando aqui pra ajudar a gente a se sobrecarregar mais. Rapaz, a IA é uma loucura. A IA só ficou refazendo. Eu nunca paguei o IA e eu sonho muito que dê tudo errado. Que história bolha da IA que se fala muito sobre isso aí. Mas enfim, qual é a oportunidade que você tava falando? Se tiver a ver com o IA, eu tô ferrado.

Estou falando que o Brasil está carente, o Brasil está perdido, desnorteado, porque nós estamos nas primeiras semanas sem Big Brother Brasil, que acabou. Rapaz, é verdade, né? O povo brasileiro gosta de Big Brother, são 26 anos, gente, desde que o mundo acabou, no bug do milênio, tem Big Brother aqui no Brasil. E agora, com o final dessa edição, finalmente a gente vai decolar. O país que era o país do futuro.

Vai ter o PIB aí de 400 trilhões. Já, já o Jornal Nacional vai falar aí que as notícias da semana vai dizer que o brasileiro vai arranjar emprego, né? Sem o Big Brother, tá garantido. Ih, superávit primário. Agora vai, pô. Eu admito que eu não vi absolutamente nada do Big Brother. Eu só sei quem ganhou. Perdeu demais. Ah, eu não gosto do Big Brother muito assim. Eu fico... Ah, meu amigo, mas foi maravilhoso. Eu defendo porque... Não dá não, velho.

É, não. Não, teve umas vibes ruins mesmo. Eu não gosto. Tem umas vibes ruins mesmo. Não assisto, entendeu? Eu prefiro ver uma série de ficção que passe aquele mesmo sentimento de amargura da raça humana do que ver o Big Brother. Entendeu? Porque é a ficção. É, é. Mas enfim. Mas eu defendo, porque essa edição, a gente teve uma coisa histórica, porque foi o primeiro peido na cara da Rede Globo. Oxê.

A mulher, uma hora a tia Milena chegou e deu um peido na cara, um peido doloso. Deu um peido na cara doloso. Ah, eu vi isso na internet. Peidou no rapaz, né? O rapaz estava deitado. Ela virou e... Prá! Deu um peidaço na cara do brother lá e foi assim... Doloso. Isso eu defendo que é algo histórico na TV brasileira. Assim como teve o primeiro beijo nas telenovelas, a gente teve o primeiro peido na cara da história da TV. É muito bonito. A gente viu a história acontecer ali naquele momento.

Peito na história da TV Globo. Mas o negócio é o seguinte... O que eu acho que em outras TVs a gente já viu. Da TV Globo. É, a gente já viu peitos e coisas muito pior. É, TV Globo. É, sim. É verdade. Sim, sim, sim. Mas é isso. Mas o fato é que nós temos que aproveitar essa oportunidade, esse vácuo de poder deixado pelo BBB. Então, se você viu um colega de trabalho aí trabalhando muito, chegue nele e fale, calma, amigo.

Você conhece esse podcast? E mostre pra ele o Sono Brasil. Ah, entendi. Porra, maléfico você, né? Maléfico não, maquiavélico. Você é... Vamos mostrar isso. Agora acabou aí, pessoal. Procrastine, seu amigo. Que aí você vê alguém... Exatamente. Você vê alguém trabalhando muito.

Relaxa seu companheiro. Não precisa sediar. Não é massagem. Você só chega assim com o celular e... Dê uma olhadinha nesse pôr. É! Destrói ele. Traga alguma coisa. Ótimo. Beleza.

Inclusive, o programa de hoje está muito bom para isso, para você distrair seu companheiro de trabalho, porque no nosso cardápio de hoje nós temos coisas simplesmente espetaculares. Então se segura aí, porque você não pode dormir sem saber que cidade processa a ela mesma. Sarney segue vivão e vivendo. Jovem paraense apenas quer ficar monstrão e não sou eu. Meu Deus, e os comentários dos nossos sonos brasileiros? Então tá bom, gente. Eu sou Pedro Duarte.

E eu sou o Vitor Camilho e está entrando no ar o Solo Brasil Extra. É suquinho de Brasil. Então vamos, minha gente, vamos nessa, porque meu querido Pedrão da Bahia, hoje nós vamos começar essa trip muito louca pelo Brasil, pela exótica, talvez, Santa Catarina. St. Catherine, né? St. Catherine está sempre aí presente nas loucuras do Brasil agora.

É isso mesmo. Seth Keturin é um estado exótico, né? Uma boa definição. Você arrumou aí. É. E... Seth Keturin é... É muita coisa ao mesmo tempo. Não é diferente. Muita coisa. É Brasil, não é? Muita coisa. Os nórdicos. É, pô. Dependendo da região, muda tudo. Sim. Tem lugar que é o Brasil do século XXI. Uhum. Tem lugar que é a Dubai do século XX. Isso. Tem lugar que é a Alemanha dos anos 30. Meu Deus do céu. Né? Realmente.

Minha defesa Eu gostei quando eu fui Florianópolis Em outras cidades do interior de Santa Catarina Gostei, mas Eu também gosto bastante Inclusive logo logo estaremos aí Fazendo show aí Blumenau

Floripa, galera de Floripa é muito legal. É, e eu não, eu tô em temporada aqui em Salvador mesmo, tô aqui em temporada em Salvador, que eu tô com um problema pra viajar, que é uma beleza. Mas aí, Vitor, voltando, Santa Catarina, tem aquela temporada dos argentinos que é... Voltou, porque a economia... Exatamente, muito bom.

Vai continuar aí. É isso aí. Tá boa demais, é sim. É uma alegria, só alegria. Acho que o cara sai todo porrada nos outros lá. Mas vamos lá. Nós vamos aqui até o município de Palhoça, uma cidade coladinha ali em Floripa, que é ali pra acontecer algo inédito no mundo jurídico brasileiro, justamente ali em Palhoça, Santa Catarina. Tô curioso, muito curioso aí.

Veja você que o município de Palhoça, Santa Catarina, possui um processo de cobrança de uma dívida de mais ou menos uns 100 mil reais que está na dívida ativa do município. Até aí tudo bem?

Quem nunca ficou devendo uma grana pro município, né? De tributo, de imposto. Aí é... Essa parte aí do episódio, a gente pode pular aí. Eu tô devendo vários dias já. A situação tá periculada. Ô, rapaz, eu e eu. Bora, bora. Vai agora. Quem tá com a vida ativa aqui?

Nossa senhora, é, cara, dívida ativa. Eu tenho dívida ativa, dívida passiva, dívida versátil, tenho dívida de todas as maneiras. Cara, então, só que é o seguinte, acontece que o processo de palhoça chegou no juiz.

E ele viu que a cidade de Palhoça está processando ela mesma. Oxente. É o Chaves vendendo shoes pra ele mesmo, na versão Santa Catarina. Seja você, Vitor, seu próprio processo. Você... Pra você gastar com honorário você mesmo. Pra fazer... Eu não entendi. Pagando honorário pra ele mesmo. Só que essa não é a pior parte.

A pior parte foi que o próprio município de Palhoça, que estava processando ele mesmo, chegou junto com o juiz e informou, abre aspas, está escrito aqui no processo, o município de Palhoça informa que, apesar de diversas tentativas, não logrou êxito em localizar o executado e ou bens do executado passíveis de construção. Ou seja, a cidade processou ela mesma e não se encontrou.

Aí tá numa crise existencial. Tá uma beleza da cidade aí, né? Uma crise existencial porque... Exatamente. É, tá precisando de um pessoal argentino lá pra dar uma ajuda. Meu Deus. Moleque, eu sabia que a galera de Floripa ali gostava de um legalize ali na praia ali. É perto do Uruguai, né? É perto do Uruguai. É a grande Buenos Aires ali, né? É parte da grande Buenos Aires ali, né?

A grande Buenos Aires é foda, região metropolitana. É, sacanagem. Pô, mas uma lombra dessa aí eu ainda não tinha visto, velho. Os caras nem se acharam mais. Ah, meu Deus do céu. E é isso, né? Não, esse é o status atual da ação, inclusive. O juiz mandou explicar que maluquice é essa.

Está no processo, ele falando, informe o procurador do município para explicar em caixa alta a confusão no processo. O juiz brasileiro que estão todos aí com representantes dizendo que estão sempre ganhando pouco, né? Desembargador também em desespero que está passando fome com 120 mil reais por mês. É difícil. É, ganha só 120 mil para passar por uma coisa dessa. É, é absurdo.

Mas aí, Vitor, agora a gente vai aqui pro Nordeste. Mais uma vez, sempre tem uma coisa tipicamente brasileira acontecendo por aqui. E a gente vai e vem ao mesmo tempo. É isso, eu acho que é a região onde mais coisas tipicamente brasileiras acontecem, Vitor. Pois é. Mas do que você tá falando aí especificamente?

Do aniversário do imortal imorrível, 96 anos de idade, o ex-presidente José Sarney, que mostra ainda que é mais forte, porque apesar de...

Ou ainda com 96 anos, ainda cria conteúdo no Instagram. Que é íntimo assim, meu Deus do céu. Ele tá realmente brigando com o perigo. Não é nem brincando, é brigando mesmo. É, e eu com preguiça de fazer stories aqui pra divulgar meu show. É isso, nós temos um prefeito influencer. E a gente tem agora o ex-presidente influencer. Talvez o ex-presidente mais velho.

a produzir conteúdo no Instagram, esteja aqui. E aí ele vai ganhar 100 mil dólares do Livro dos Records. Isso é tudo uma manção. Tá vendo? Não, inclusive, ele é um dos poucos ex-presidentes. Ah, é verdade. Eu tinha notado isso, cara. Rapaz. Tu parou pra pensar, ex-presidente mesmo tem uns 3 só. É verdade, rapaz. E o quê? FHC?

Dilma, Temer, Golo e Sarney, só. Não tem mais nenhum vivo, não. O Brasil é bem complexo, né? Basta ver o Rio de Janeiro aí, que tem 14 governadores. Vamos lá. É muita notícia de uma vez, muita coisa. E aí, Vitor, o que é que nosso amigo Sarneyzão está ali produzindo e também respondendo a caixinha de perguntas? Abre a caixinha de perguntas. Ah, nossa, eu tenho paciência mais não. Abre a caixinha. Mas enfim, pessoas que estão perguntando para o Sarney.

Presidente, o que não pode faltar no seu café da manhã? E o Sarney? O Brasil quer saber. O Brasil quer saber. Olha, é uma coisa que não falta aqui. Toda manhã é o meu adoçante, que eu já estou ficando velho, então tenho medo de ficar diabético, então começo a tomar. E também o mamão. Quer dizer, mamão é uma coisa que a gente...

Eu gosto muito mais daquele mamão daqui da nossa terra, mas esse aqui que é o papai é hoje muito mais comum, mais rápido de se encontrar do que do outro. Então, outra coisa que não falta é a bolachinha Santa Maria. Esse aqui é sem faltar. E também aqui a manteiga, né? Manteiga conhecidíssima aqui no Maranhão.

Eu coloco sempre uma bolachinha aqui, ó. Um pouquinho de manteiga. Ah, então é impressionante ele começar a ferro adoçante. Porque já está ficando velho. Ele já está ficando velho. Então ele tem que...

Caralho, meu irmão, o cara com 96 anos, eu não chego, eu acho que eu não chego nem a 70. E o cara, quanto já tá ficando velho, tem que me cuidar, né? Tem que cuidar aqui, eu uso adoçante, não uso açúcar, não. A bolachinha clássica também, de idoso, e quem me conhece de outros tempos aí, sempre falei sobre o mamão. O mamão é a fruta do idoso. É a fruta que você... Ela solta o intestino. Ela é muito boa. O mamão.

aprovadíssimo esse café da manhã. Ele chucha ele chucha a bolacha na manteiga, meu irmão. Não, isso me surpreendeu. É porque a galera não tá vendo. Galera, é o seguinte, ele pega uma lata de manteiga real, aquela da lata amarela grande, e é manteiga com bolacha, meu irmão. Ele passa a manteiga assim, ó, e vrau, coroa, come uma...

É porque pega mal, ele só dá uma colherada na manteiga, entendeu? Não, ele tem que pegar a bolachinha Santa Maria e dar uma mergulhada ali. O colesterol dele tá em dia, o meu não, porque a gente se estressa. A pessoa quando não se estressa, ela pode comer até uma colher de sopa de manteiga que não tem nada, entendeu? Já vai ficando. Rapaz, que maravilhoso. Agora, Vitor, a gente tem que... Acho que vale ressaltar a tria sonora também.

É uma atriz. É verdade. De uma elegância de hotel. Elegância. É, né? Ela vem assim de um jeito que...

Que me pegou, me assustou um pouco no início. Depois ficou ali de fundo. Não, mas esse véio aí... Eu conheço esse véio. Esse tipo de véio é um tipo de véio muito específico. Isso aí fica na festa de aniversário de criança, meu amigo. Come o bolo todinho. Exato. Isso aí fica na beira da mesa falando assim... Meu filho, corte só um pedacinho pra mim, meu filho. Só um pedacinho que eu nem sou muito enxergado em bolo. Sim. Toma, come bolo da criança, meu irmão.

Dê pedaço de bolo pro véio. Não, e... Chega em casa, toma um chá de arvadoce, né?

Tô ligado. É esse véio aí, foda. Uma cidreira, um negócio desse que é pra rebater esse 500 quilos de açúcar que comeu. É isso mesmo. Eu tô... Tô com mazia, não sei porquê que eu tô com mazia. Não é comer o glacê do bolo, velho. Com 96 anos. Matou o bolo da criança todinho. Ah, Sarney, Sarney, ele tem espaço aí pra eliminar o ceifador, né? Tomando café ali com o ceifador, dando um pulachinho de manteiga, capaz do ceifador ter um treco. E ele continua lá.

Mas tá bem, tá muito disposto. Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte. O Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho. Bora botar o Brasil no telão.

Ouviu? E mais, em qualquer compra a partir de R$ 199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia, até a nossa estreia. Mas é o seguinte, Pedro, escuta aqui, vamos agora direto do Maranhão para o meu Pará.

mais precisamente Santarém, ali ao terra do chão e arredores, ali no Caribe Amazônico, onde a gente vai conhecer agora o Awapinho, que é um jovem paraense que simplesmente percorre 40 quilômetros apenas para treinar na academia.

escuta o áudio do cara, tu ouviu essa porra? tu ouviu essa áudio do cara? eu fiquei 40 quilômetros pra ir pra academia é porra, tô te falando 4 vezes por semana o jovem Awapinho pega o barco dele e vai malhar, esse vídeo dele mostrando o trajeto até o terra do chão no Pará, viralizou nas redes o pessoal na academia me conhece como o cara que atravessa o rio de barco e tal coisa

Fiquei conhecido por isso. Mas agora o caminho está ainda mais longo. Depois dos 30 minutos de barco até o terra do chão, ele anda 10 minutos até o ponto e leva mais uma hora no ônibus até Santarém. Tudo isso para conseguir malhar numa academia maior. Duas horas mais ou menos, até a academia.

É um percurso de mais de 40 quilômetros. A gente mora do lado da academia, na esquina ali, não vai. É isso, Vitor. O adolescente é uma desgraça. Primeira coisa, viu? E ainda quer dar a lição de moral no final, né? É 40 quilômetros. Pô, você vai ficar na minha duas horas? Eu tô aqui pedindo delivery pro vizinho, pô. Não tem condição.

Ele é o Charlinho, o menino que só queria treinar. Realmente. Com certeza. O moleque anda 40 quilômetros, chega na academia, o personal vira e fala, vamos fazer uma esteira?

Porra, é mesmo. É verdade. Faz marquês na estoura ali pra eu ver. Só pra esquentar, né? Pra dar um negócio aqui, né? Rapaz, é inacreditável isso aí, velho. Isso aí é o poder das redes sociais. Do cara querer ficar malhado a qualquer custo. E me surpreendeu. Sabe por que ele tá tendo resultado? Ele come o peixe que ele mesmo pesca ou que o pai pesca. Tem uma farinha ali de Belém que é aquela mais grossa, não é isso?

E bota uma pimenta em cima. É, aquela farinha de soltarinha ali é boa, véi. Tá vendo? Eu brinco que é a farinha que te deixa surdo. É isso. Porque tu tá comendo, as pessoas falam contigo, tu só escuta aqui. Menino, estalando na tua cabeça. Ficar comprando aí material e não usa, o menino pega o próprio peixe. Quer dizer, ele ainda tem que pescar o próprio peixe. Você tá entendendo o que eu quero dizer? É, esse menino não estuda, não. Ele não tem o que fazer, não. Que porra é essa? Não faz nada. Não.

Eu ia fazer os 40 quilômetros, mas em 4 séries de 10. Pô, ia levar 4 dias pra chegar na academia, hein? É isso, pô. Sarney ali fazendo também 60 séries de 120 de bolachinha. Quanto será, né? Quanto será que o Sarney percorre pra academia dele, né? Na casa dele mesmo. Uma academia que ele montou.

ao som de jazz. Que loucura, hein, velho? Esse menino, ele é um exemplo do que não ser. Não gostei, não. Não gostei, não. Não, eu defendo. Defendo demais, velho. Ele é engraçado. Meu irmão, o dia que esse moleque descobrir a calistenia, ele vai ficar muito puto. Ele falou, o quê? Só com o peso do corpo? Podia? Eu podia fazer em casa? Todo mundo elogiando a constância do Wawa.

do Aua. Parece um pedal de guitarra, falei errado aqui. Porque ele tem uma academia longe, ele segue o projeto de todo dia e o projeto, Vitor, de faltar todo dia, que eu tô aqui ganhando e ninguém nunca elogiou, ninguém mandou uma mensagem pra mim. Exatamente. Você faltou hoje também. Constância pela constância, né, moleque? Constância pela constância, tamo nós aí, né? É isso. Nunca ganhou um parabéns.

lembrando, sempre dou a dica pague o plano Black, que é o que eu pago aqui, pra poder faltar em qualquer unidade do país e faltar o mais longe possível, agora nesse momento eu estou faltando em Recife legal, que maravilha, hein eu falto localmente mesmo, falta aqui em Salvador mesmo entendeu? Mas eu acho a sua dica válida e vou aderir pra quando eu tiver a oportunidade de faltar em São Paulo faltar em Brasília, vai ser maravilhoso

Deus é mais. É a academia de trading, o importante é que você falta, é quântico. Quântico. Você consegue faltar até em mais de um lugar ao mesmo tempo. Você consegue faltar na Bahia, São Paulo, Brasília, Distrito Federal, Porto Alegre, falta o Brasil inteiro ao mesmo tempo.

Pode ver uma academia em qualquer lugar que você estiver. Vai na academia mais próxima. Você vai ver que eu não tô lá. A academia Neymar. A academia que... Ninguém vai, né? Sei lá. Vamos nessa. Academia Neymar. Só tem expediente quarta e domingo. E às vezes a gente sente a coxa. Isso. E é um mês sem ir. É isso aí.

academia, Vitor, que você acha que vai fazer algum exercício, chega lá, só tem mesa de polka e whisky. Aí você fica lá 16 horas jogando, treinando forte. Entendeu? Pra continuar sem fazer nada quando chega em casa. Além de jogar polka e tomar whisky.

Pedrão, agora é aquele momento que a gente ama. E todo mundo que entende desse assunto fala que é muito importante. É a hora da interação. Ah, sim. Um momento recomendado por nove a cada dez influencers. Você sabe que influenciador tá chamando de influ agora? É brincadeira. Mas enfim. E também, Vitor, por um a cada cem psicólogos. Porque às vezes a gente é obrigado a ler um monte de maluquice também. Então...

é um risco que a gente corre toda vez que a gente vai ler alguma coisa a gente não consegue ficar sem, porque nossos ouvintes são maravilhosos a maioria deles, 99% aí, eu tô de acordo tô feliz com certeza, com certeza então é hora de comentar os comentários de vocês aqui todas as mensagens, ressalvas, feedbacks e elogios, principalmente elogios que vocês deixaram pra gente nos últimos episódios

Então se você já tá gostando do que rolou até aqui, já comenta também, entendeu? Você tá escutando agora, não precisa esperar acabar pra comentar. Vai lá e comenta, entendeu? Que aí, no próximo Só no Brasil Extra, pode ser que você apareça.

Se você não comentar, você também não vai ter o que ler. Então, por favor, comente. Boa. E vamos fazer uma coisa diferente, Pedro, essa semana, porque nós tivemos um momento de acolhimento popular aqui no nosso último episódio extra. Porque a gente fez uma coisa que a gente não costuma fazer, que foi ler o comentário de um hater. Então, a gente vai ter um comentando os comentários do comentário que foi comentado. Meu Deus, essa democracia é uma... Tem que, né? Como diria, ser igual. Como é que ele falou? A democracia...

tem um preço a se pagar, né? Tem um preço alto a se pagar, né? Tem que ler os lovers e os haters, né? Mas eu sei que é aquele que fala que a gente fala muito no podcast. Vocês falam demais, é isso? É. É o cara que ficou bravo porque ele tava escutando um podcast e ouviu pessoas conversando. Entendi. É difícil. Ele tava esperando escutar apenas imagens. Ele queria escutar imagens aqui no podcast. Entendi.

Como é que pode ir? Um podcast de as pessoas conversam. Mas houve uma verdadeira onda de apoio, como, por exemplo, a K. Acioli comentou o seguinte, ela escreveu aqui, o que seria de nós, nativos dessa terra maravilhosa, que entrega mais entretenimento do que até podemos acompanhar, se não fosse a conversa mole e o papinho? Deixe, meus meninos, véio. Eu adoro a conversa fiada de vocês. Fico em casa conversando junto.

Porque a conversa fiada, ela é a alma da gente. É um negócio que não tem. E a cara entendeu o espírito brasileiro. O espírito brasileiro é verdadeiro, entendeu? Então, a identidade cultural é a maneira que a gente tem que não ser objetivo. É sempre dar uma volta. É isso. É. Me preocupa um pouco ela ficar em casa conversando junto. Isso aí é um pouco preocupante às vezes. Ah, é verdade. Mas aí... Ficar falando sozinho.

Mas não vou julgar, não. Muito obrigado, cara. Estamos juntos aí. Não, também não vou. Por favor, cara. Fique conversando com a gente aí. Faça como a Joely, em Três Graças, finge que você escuta o Choro do Bebê na sua casa. Cara, você é terrível. É uma coisa absurda. O quê, cara? Você é uma televisão ambulante.

Você não sai do momento. Eu vejo muita TV, cara. Não tem problema. Eu sei. Vamos. Três Graças é a melhor novela do Brasil. Olha isso. É a melhor novela do Brasil. Falei. Eu sou fã de Três Graças. Entendi. Eu quero muito. Inclusive, Gersluce, dê emprego pro Júnior, porque tá feio pra você. É. Não dá emprego pro seu amigo. Mas vamos lá. Continuando aqui, Victor. Que, né, se você deixar, você vai fazer um podcast só de novela. Então, continuando a ler os comentários que eu tenho que ler aqui. O outro ouvinte também. O usuário It's Me Baby.

entendeu? Porque esse é o nome do usuário, não sou eu que falando idiomas, ele conversou assim, ele diz o seguinte a esse rapaz assim, conversa mole é resistência.

E aí tá certo. Mas eu posso correr. Essa frase é estampa de camisa. É verdade. Conversa mole é resistência. Conversa mole é resistência. É lindo. Mapa da América do Sul de cabeça pra baixo. Né? É. Do sul global. O sul global. É isso. O quê? Dá pra colocar aquela placa? Trocar aquela placa que fica em hostel? E conversa... E casa de...

esquerdistas, mundo afora, que não tem o gentileza gera gentileza, a mar brasileira ainda é conversa mole gera gentileza. Tinha que fazer isso de merchan nosso pra vender. Conversa mole gera gentileza. Eu sou adepto do... Porque é como a gente consegue as coisas no Brasil. É verdade. A gente só não serve bolinho e café pros ouvintes porque a tecnologia não chegou lá. Senão, até quando a tecnologia chegar, você vai sentir o cheiro de bolinho.

Um bolinho assim de cenoura com cobertura de chocolate. Pra gente... Caraca, eu pensei exatamente nesse sabor, irmão. Tá vendo você? Rapaz, é bom, hein? É uma beleza. Juro pra ti. Mas aí, Vitor, continuando aqui, a galera encaixou demais no nosso debate ali sobre quem seria, qual animal seria, vamos dizer assim. Vou logo dar o spoiler. O mascote do Só no Brasil.

E tivemos, pra nossa surpresa, votos muito espalhados das pessoas. A Fabiola Lontra comentou que eu amo muito o papagaio Fred Kruger, mas o Coelhão Rodrigo, puta que pariu, é bom demais. É... É realmente...

É isso, é. Engraçado aí, Vitor, que a Fabiola tem lugar de fala, já que é Fabiola Lontra, que é um animal fofíssimo, inclusive, que pode ser mascote de qualquer... Com certeza. Pode até entrar na nossa disputa no futuro, quem sabe. Fabiola... Exatamente. Esse. A Lontra é um grande representante aqui. E Coelhão Rodrigo e Papagaio Fred Kruger, dois grandes nomes do imaginário treteiro brasileiro. Pois é. Foi uma votação muito acalorada aqui nos nossos comentários.

Olha aqui o que escreveu, por exemplo, o João Lacerda escreveu sobre isso aqui, ó. O Saruê é o mascote inquestionável dessa massa e é um fofinho. Meu Deus. Principalmente o expresso mamãe carregando seus filhotes. Não. Sairia no soco com os apresentadores desse podcast para defender a honra do Saruê. Rapaz, eu vou falar aqui pra você que a imagem do Sariguê...

carregando... O Expresso Sarigui, vamos dizer assim, carregando os filhotes. E dá vontade de vomitar.

Não é, para, cara. Eu não sei se é por causa da tripofobia. É a coisa mais cutiu-cutiu que tem. Rapaz, é asqueiroso, não tem condição. Eu respeito o sariguê. Que isso, cara, não. O sariguê neurótico, maluco, babando. Melhor isso do que essa imagem com os filhotes. Não dá, não tem condição. Não, não dá. Mas eu acho que é a tripofobia aí, alguma coisa que eu tenho que gerou essa... Deve ser. Horrível. Uma coisa aí. É, mas é isso aí.

infelizmente, apesar disso, eu voto no Sarguê ou Saruê, porque até agora, pra mim, é isso. Eu não tenho opinião. A democracia é maior que eu. Então, vamos lá.

Agora é o cara dizer que sai no soco, hein, Vitor? No fundo, no fundo, uma das coisas que tira o brasileiro do sério de verdade é a eleição. Entendeu? Qualquer uma. Pode ser pra presidente, pode ser pro Big Brother, infelizmente. Pode ser pro síndico. Síndico é porradaria boa, velho. E nessa aqui o cara já falou que vai sair no soco. E é uma eleição hipotética de um mascote de podcast. Que, então, você imagina a situação.

Os nervos ficam a flor da pele. Quando eu trabalhava no direito, eu já vi minha chefe, ela é advogada de sindicato. Eu já vi ela receber recado no escritório, com a secretária falando assim, doutora, corra pra lá, porque acabou de rolar tiro na eleição de sindicato. Meu Deus. Olha, eu falei aqui do negócio de síndico, né? É... Aham. O... Aham.

O grupo de condomínio virou um inferno. Então, a eleição já começa a flor da pele. Entendeu como é que é? Porque já vem as mágoas que são guardadas. Mas um sindicato tem muita coisa envolvida. Tem muito amor, tem uma coisa maior. Então, realmente, é... É isso, viu, João? Seu voto está computado para o Sarigui. Computado. Mas você me lembrou dessa imagem horrorosa. E eu entendo, eu entendo, João. Voto com o relator João. E que bom...

E também tiveram outros comentários que me entendem aqui, porque eu também seria capaz de ir às vias de fato nesse podcast para defender a piada do pirar o cu do programa passado. Só foi uma piada assim meio... Que Pedro não gostou. Não, que é isso. Jamais eu gosto de qualquer piada. Desde que isso seja engraçado a piada. Sendo engraçado.

Só foi uma coisa que sofreu. Que isso? Que isso? Tá maluco? Não. A piada do pirarucu, assim como a piada do paraguaio, já fez tanto sorrir a nossa população. Sim. E pra mim a do pirarucu tá ali. Pau a pau. A nossa ouvinte aqui, Jéssica Magalhães, escreveu aqui, inclusive, abre aspas, eu comecei a chorar por causa da piada do pirarucu e alguém veio me acordir achando que eu estava passando mal. Não é possível. Tá vendo aí você? Ela disse que chorou, mas não disse o motivo que ela chorou.

Nenhum momento ela disse que achou engraçado, ela disse que chorou. Talvez em desespero. Olha aí, tá vendo só? Ela até chorou. É, Gata, tá vendo como traz... Meu teatro, meu ouvido está sangrando. É, Gata, me deixou, foi triste agora, Gata. Não quero, não quero.

Não, ela gostou, pô. Ela gostou sim. Não tem como não amar essa joia de piada. Entendi. E pra incentivar ou prevenir, então, que piadas como essa voltem a aparecer, por favor, ajudem a gente no nosso Apoia-se. Então é isso aí. Você tem que ir lá no apoia.se barra só no Brasil e contribuir com apenas 10 reais ou mais se seu coração pedir mais. Pedir não, né? Pedir fica parecendo que a gente tá...

Seu seu coração, por favor, me dê aí 100 reais ou então um suquinho. O que você puder, tá bom, entendeu? Você vai porque nós estamos aqui nesse momento quinzenal, mas é por uma boa causa, entendeu? Vitor, você tem um negócio que a gente nunca fez, uma novidade hoje aí, antes do programa acabar. Exatamente. Exatamente. Nós abrimos perguntas, caixinha de perguntas inspiradas no presidente José Sarney.

Está aí abrindo perguntas e sendo um sucesso na internet, a gente abriu também no nosso arroba só no Brasil underline, não é isso? Só no Brasil underline. Siga a gente lá no só no Brasil underline e faça perguntas, que a gente vai responder aqui também. Vou começar com a pergunta do nosso ouvinte. Não faça pergunta aleatória, não. Quando a gente abrir a caixinha, aí vocês pegam e a gente vai ter mil mensagens sem conseguir acompanhar, rapaz.

Vamos fazer isso na carta. E eu quero responder aqui ao som do jazz, soft jazz, tal qual o presidente Sarney. Por favor. Muito bom. Muito bom. Edição, pode botar um jazz livre aí pra gente responder. Vamos lá. Começa, Victor. Primeira pergunta. Vai lá. Peraí que eu vou pegar uma lata de manteiga pra passar no meu cu. Porra, lata maravilhoso. Um latão de manteiga como o presidente Sarney faz. Certo? Vamos começar aqui respondendo a pergunta do It's Not Leonardo.

Aquele pergunta pra gente aqui, cacique cobra coral, faria com que o padre do balão tivesse um pouso seguro? Rapaz, que pergunta boa, viu, Victor? 100%. Eu acho que com certeza. É a minha resposta. Tá certo, tá bom. Rapaz, que boa pergunta, uma pergunta que tem muito conhecimento sobre o programa, misturou todas as coisas ao mesmo tempo.

Eu acho que sim. Eu acho que se não fosse por bem, seria por mal. Seria uma porrada na cabeça pra ele não voar, entendeu? Tem várias formas dele ter ficado melhor do que ficou. É isso que eu acho. E o cacique seria capaz, sim. E cacique poderia ter feito de duas formas. Ou deixando o tempo maravilhoso pra ele poder pousar em segurança, ou deixando o tempo pior ainda pra ele nem decolar. Eu acho que é melhor ele nem ter decolado.

É isso. E, inclusive, se você quiser misturar mais ainda, aqui no Sono Brasil Verso, você que já colocou o Cacique Cobra Coral e o Padre do Balão, se fosse o Robin Hood de Três Rios, nosso amado Lutero... De sunga. Não precisava da altura. Isso, teria subido de sunga, descido de sunga, usando a sunga como paraquedas, sem precisar da ajuda de ninguém. É verdade. Aí, Vitor, você tem que lembrar que ele ia encher os mil balões com apenas um sopro. Com certeza. Mil bolas, é diferenciado.

vou responder a pergunta técnica aqui do Decantão qual a treta com o YouTube? o último episódio lá é de 2025

Meu querido Decatão, vamos observar isso aqui. A treta realmente está complicada. O YouTube não está reproduzindo tudo. Mas a gente vai dar um carinho aí pra que no futuro seja resolvido. E assim que for resolvido, a gente ainda vai fazer um estradariaço da porra. Porque dá dor de cabeça esse YouTube. Foi anotada a sua pergunta, sugestão, reclamação, né? Barra, várias coisas aí. Vamos lá. Com certeza. Agora também tem outra pergunta aqui. Tem uma pessoa que trabalha só.

Na Perfete, episódio da Bala com Furinho. O Ayrton Lima dá uma ideia genial pra gente aqui. Vou aproveitar, já vou deixar ao vivo pra todo mundo aqui, que é... Vocês ainda não pensaram em fazer um programa dedicado a cada estado do Brasil? Isso é muito bom, tá? Rapaz, é bom. Contar uma história de cada estado do Brasil é pesado. Gostei demais. Eu já pensei, já pensei.

em um diferente aí. Já tá no grupo já estava ventilando, viu? Ventilando. Agora eu mandei no feriado, então não sei se o pessoal escutou o áudio que eu mandei. Mande a segunda via, mande a segunda via que eu achei que tava fechado. Mas gostei demais, gostei. Um bom disso aí. O F.Porto perguntou aqui, Vitor. Qual a notícia favorita que vocês usaram em algum episódio? Minha memória é terrível, mas nosso diretor e Vitor também me lembrou.

me lembraram aqui. E aí eu concordo comigo mesmo que é todo aquele episódio do peido, pra mim... Ah, eu também acho. É maravilhoso. O peido estarrecedor é uma joia.

É porque aquele episódio foi um risco, né, Vitor? Foi um risco. A gente ali flertou com a notícia besta, um programa sério que tem pesquisa, jornalismo também, apuração. De repente mete um peito e está recendo, entendeu? E aí foi isso. Cara, é muito bom. Aquilo ali é... Aquilo é poesia ali. Não, ali foi... Ali andamos nos limites do bom gosto, do jornalismo, do humor.

Foi tudo desafiado naquele, foi foi disruptivo. Foi. E a galera gostou demais, ainda teve isso, porque teve muito comentário da galera se machucando enquanto escutava o episódio. Então, foi muito bom. O primeiro programa teve vítimas, o nosso body count foi alto naquele programa ali. É, foi muito bom. E aqui temos aqui uma afirmação, uma pergunta para encerrar o dia, ademir.advogado.tri Agora, se saber se saber se saber se saber se se saber se saber se saber se saber se se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se saber se

que diz o seguinte, o Pedro é igualzinho o Mocotó da Malhação.

Você acha aleatório o cara falar isso. Porém, ADM advogado, eu não respeito ninguém que bota negócio de advogado ou ADV na bio. Fico logo aí negócio de ADV também. Mas faz a sua colocação. Já escutei isso várias vezes. É mesmo? O cara gosta do lado da V, bicho. Mas é porque você tá vivendo aqui agora. Entendeu? Você pensa com o rosto sem barba nenhuma. Entendeu? Na época que o próprio André Marques era mais gordo também.

E o meu cabelo é bem parecido. A gente é da mesma região ali da Arábia. Os nossos antepassados. Mas não tem nenhum problema com o Mocotó. Assim, também nenhum... O Mocotó, ele foi de uma variação que não existe mais. Né? Ele é um símbolo, né? O Mocotó é um símbolo de algo que passou, né? Exatamente. Então, não parecendo com a personalidade dele, estou feliz. Fisicamente, tanto faz. Foda-se, a vida é assim mesmo. Mas...

Tô fazendo pilates aí pra melhorar. Pra ver se eu faço alguma coisa e fico menos feio. E é isso, pessoal. Que coisa maravilhosa. Maravilhosa. Estamos aqui. Adorei essa sessão nova, Vitor. Muito boa. Bom, né? Gostei também. Muita coisa. Mandem perguntas. Mandem perguntas lá no...

na caixinha de perguntas, assim como obrigado José Sarney por ter dado essa ideia pra gente. Foi José Sarney? Ah, então tá bom. Não é pra dar crédito. Então tá certo. Muito obrigado, querido ouvinte. Até o próximo programa. E... Porra, tá muito bom. Fiquei feliz. Muito bom, muito bom. Se você esqueça de indicar pras pessoas, não esqueça da nossa campanha Procrastine Seu Amigo. Se ele tá trabalhando muito, indica o podcast pra ele parar de trabalhar um pouquinho.

E lutar contra esse sistema capitalista. Isso. Todo mundo precisa fazer a sua parte. Pare de trabalhar um pouco. É, dê umas cinco estrelas lá, né? Ajuda, um comentário, aquela coisa de sempre. E vamos aqui deixar tudo nos trinques para daqui a 15 dias a gente voltar. É isso. Falou. Já já a gente está de volta. Vamos trabalhar agora no nosso projeto secreto, hein? Já já. Eita porra. Tem novidade. Tá bom. Beijo, beijo. Até mais. Até o próximo programa. Tchau. Tchau.