Cacique Cobra Coral entra na guerra - SNB EXTRA 12
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- Cacique Cobra Coraltempestade de areia em Israel · guerra entre Israel e Irã
- Marinha do Brasilnavios encalhados · Praia da Macumba
- Cultura e Humor Brasileiroestereótipos na comédia · humor e clichês
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- Engajamento e interações em redes sociaiscomentários de ouvintes · engajamento no Instagram
Apesar de não parecer, esse programa é feito de fatos apurados e noticiados jornalisticamente.
Vitor Camelho, meu paraíso com cheiro de cupuaçu. Está entrando no ar exatamente no dia de hoje e na hora de agora, mais um Só no Brasil Extra. E aí? Sempre em cima do lance. Sempre preciso como um reloginho, meu Pedro Duarte, meu baiano com cabelos de cacau. Cacau de Jorge Amado, cacau da Bahia.
esse informe quinzenal de lucuras semanais do solo Brasil ou Brasa para os íntimos começa bem com essa questão do Brasa aí, que o LinkedIn não para, várias questões sobre estratégias e tudo mais se você não sabe o que é isso graças a Deus, você deu muita sorte aí mas Vitor, se você não sabe sobre Brasa, beleza, mas a gente vai trazer de qualquer forma a sensação de ver uma moto com dois malucos numa rua escura com dois malucos
que aparece assim do nada, te aborda fortes emoções e te deixa refletindo sobre a nossa sociedade e também sobre nós mesmos será que a gente deveria estar com medo disso? é, às vezes nem é nada mas o sustinho já vale
hum, é, tá bom uma vez eu tava no exterior, falando no celular com medo da porra pensei, pô, ninguém vai me roubar aqui vai roubar sim, só porque sou eu que tô aqui vai me roubar, entendeu? você viu essa questão? é o famoso, Deus faz a gente de exemplo exato, tá vendo? mas olha só, vamos lá, né? vamos lá que é isso que importa você não pode ficar sem saber cacique, cobra coral ameaça entrar na guerra
Marinha Brasileira consegue encalhar um, dois, três embarcações diferentes e pode pedir música no Fantástico. O inimigo venceu, Vitor. E já está na seleção brasileira. E claramente nós temos o nosso comentando comentários. Pra você sair comentando comentários por aí, falando dos outros. Que beleza, é a melhor parte. Então vamos nessa que hoje é suquinho de Brasil pra todos os gostos. É suquinho de Brasil.
A Praia da Macumba é daquelas joias que o Rio de Janeiro, Rio de Chouneiro, né? Porque quando quer também o Rio de Janeiro dá uma humilhada forte. E o Rio de Chouneiro oferece a quem quiser, né? São águas cristalinas, areia fofa, ventos refrescantes e a possibilidade de pagar 90 reais numa porção mínima de isca de peixe. Ah, rapaz, isso aí quem não quer, né? Quem não quer uma alegria dessa? Também é um lugar muito conhecido pela galera do surf.
E também é por causa das ondas arrepiantes, aquelas ondas chocantes. Ondas que fariam o Armação Ilimitada de cenário nos anos 90. É aquele clima meio bossa nova e rock'n'roll. Chocante é um... É uma... Podia usar uma dianteira e um bom. Eletrizante, eletrizante.
Então, Vitor, tudo corria bem nesse lugar maravilhoso, normalmente, né? Mais um dia, saindo mais um dia, quando transeúntes que faziam suas tarefas diárias avistaram um navio da marinha, o Guarapari, que estava simplesmente estacionado na areia. Eu quero ver quem chegou primeiro, se foi o Flanelinho ou foi o Guincho.
porra, é isso aí, já tem pics, né, o Flamengo ali hoje tá evoluído demais mas então, a explicação oficial foi que ele fez uma tal de abicagem que é basicamente encostar o navio na praia de propósito, ou seja não foi que errou, entendeu ele só resolveu parar ali mesmo, tava ali tranquilo, com essa praia bonita, né vou parar aqui hoje, hoje vai ser home office aqui nessa areia branca
O famoso meu escritório é na praia, tô sempre na área. Exatamente. Aí, não sei se foi por causa do exemplo, a marinha mandou outro barco pra ajudar a atirar o primeiro. Né? Ali que estava estacionado. E foi aí que a situação ficou ainda melhor, porque o segundo barco também ficou preso. Foi uma bibicagem. Exatamente. Depois da bibicagem, tem a bibicagem.
Isso. A marinha conseguiu a proeza de ter mais de um barco encalhado ao mesmo tempo, numa mesma praia ainda, né? Tipo uma fila de carros, né? Na estrada uma coisa assim, quando engarrafa, que bate um, bate cinco um atrás do outro. Boa marinha, é isso aí. Engavetamento de navio. E como você disse, Victor, às vezes a onda lá é braba, né? O pessoal gosta de surfar e tal. E tá nessa época a dona famosa ressaca.
As águas de março, né? Fechando o verão e tal. Então, tava lá ondas enormes. Tudo que chegava perto da água, parecia que era puxado pra areia. Então, o mar não tava ajudando. Teve até uma retroescavadeira de apoio, que também ficou atolada. E depois, um barco dos bombeiros. Era quase que você ia praia. Tivesse dizendo, não, você entrou aqui, você não sai mais. É um caverna do dragão. Quem chegou, fica.
Hoje tudo é oferenda, meu amigo. Hoje tudo é oferenda. Traga aqui o Maringole. Enquanto isso, o pessoal do bairro, claro, que não é ficar em casa sem fazer nada. Obviamente a população vai lá pra assistir, apenas pra participar, pra poder fazer o registro. Então virou um evento turístico, né? Tirando fotos, filmando, comentando, aquela coisa. Galvão Bueno devia ficar de plantão só pra narrar.
Lá vai mesmo a tentativa de retirada. Aham. E agora vai retroescaladeira, amigo. É ele. Quem é que boia?
Como era bom, né? Entre aspas, né? Galvão no auge, né? Embarcante. Embarcante é uma palavra. Retroescavadeira é uma das coisas mais hipnotizantes que tem. Diga aí. Tu gosta? Acho que é difícil você passar sem olhar. Ela chama o... É, né? O que tá acontecendo ali? E agora tô usando a retroescavadeira pra tudo. Salvar cachorrinho. Nunca viu, não? No Instagram? Não. Ô, meu amigo. Retroescavadeira resgata animal. Faz tudo agora.
Além de obras normais, que era pra fazer demolir casa. Mas enfim, no final das contas, depois de alguns dias e muita insistência, finalmente ali conseguiram tirar todas as embarcações sem feridos e sem poluição. Ou seja, deu tudo certo.
Mas não antes de virar uma das cenas mais lindas do litoral carioca. E ainda movimentou a economia, né? Sim. Porque dias parados ali, o que vendeu de latão de cerveja, fandangos ali pra meninada. Um queijinho coalho. Porra, rapaz.
queijinho qualho ali naquela, na brasa pô, bom demais, aquilo ali com o CT, hoje, inclusive lá em Itacaré, eu tive em Itacaré agora recentemente, os caras tão cobrando wi-fi na barraca tem Starlink nas barracas de Itacaré agora é mesmo, olha aí é, 25 conto
tu abre a rede do wi-fi no celular e será que tem wi-fi aqui? o nome da rede é wi-fi 25 conto wi-fi 25 reais o turismo é a pior coisa que tem mas eu não
Eu não vou aqui me estender sobre isso. E assim, Vitor, a Praia da Macumba entrou para a história como um lugar onde a marinha decidiu fazer um teste prático de estacionamento na areia, né? A gente sabe que o carro vem de propósito. E descobriu que sair é bem mais difícil do que entrar.
Eu queria ter tirado uma foto num navio desses, um pôr do sol. Não tira foto com planta? Eu tirava foto com navio. Sim. É, então... Não, inclusive, eu tô lendo aqui, tem um detalhe que a gente tá chamando a atenção, Pedro. Que um dos navios que ficou preso se chamava Marlin. Sim. Que é um dos nomes mais brasileiros possíveis. Por quê? É o peixe, pô.
Não é não? É isso. Entendi. É que é um peixe que a gente gosta. É difícil pegar. Ninguém pega esse peixe. Só se você tiver implacação. Entendi agora. Desculpe, querido ouvinte, a burrice. Dá pra pegar correndo pra escavadeira, Vitor? Você chega, joga no mapa. Rapaz, muito bom você botar esse nome. Eu chamava de Marlin, sabia? Agora é Marlin.
Marlin, é? Marlin e eu, né? O cara que tem um peixe. Marlin e eu, pô, que situação horrorosa. Ai, ai, ai. Então, eu acho que tá certo. Tudo que é brasileiro, que os militares gostam, eles botam isso. Avião mesmo. Avião, o nome você sabia que tem, né? Avião.
Tucano, Tuiuiu Bent V deve ter o avião Erapuru da Força Aérea Brasileira, né? não é só uma sigla F55 não, exatamente os navios nossos aqui tinha que ser Marlinha e Badejo Camarão a Milanesa
Não acho, não. É que nem aquela piada, né? Amigo, você tem algum pastel de pirar o cu? Meu amigo, nossos pastéis são muito bons, mas não sei se é pra tanto. Nossa, hein? Rapaz, um cara comediante, rapaz. Isso é brincadeira, né? Ah, eu gosto muito dessa. Essa me acerta, viu? Peço perdão aí, galera. Eu sou culpado de rir dessa piada boba.
Essa minha certa é demais. Tá bom. É aquela que eu vai... Sabe aquela que tu vai dormir e fica uns 15 minutos pensando antes de dormir? Tá dormindo assim de... Não, essa é boa. É, Victor, acho que é isso. Vamos pra próxima aí.
Eu sei que nosso programa é um programa só no Brasil, né? Exclusivo para assuntos brasileiros. Mas é hora do noticiário mundial, Victor. A gente vai dar uma volta a mundo porque o Brasil entrou na guerra. Boa, deu no plantão agora? Não estou falando aqui das nossas forças armadas, nem do nosso governo.
Tô falando de algo muito maior e muito mais forte Que é a Fundação Cacique Cobra Coral Entendeu? Ameaçou entrar na guerra Ih, agora acabou pros caras Aí era Já era Entrou Cacique Cobra Coral E entrou do lado de quem?
No perfil oficial da fundação, eles postaram notícia que uma tempestade de areia caiu sobre Israel no meio da guerra contra o Irã e o cacique Cobra Coral assumiu a autoria. A autoria da tempestade. É.
É, agora pegou pro lado dos caras, mas cacique cobrou a coragem é apelação demais. Tipo, tu tá na guerra e os caras trazem a tempestade da X-Minha pra lutar com eles, véi. Pra mim, uma tempestade que cai no meio do caminho, tá atrapalhando os dois, Vitor. Eu não tô... Eu não entendi. Deu pra entender? Eu acho que o cacique... Ih, Vitor, ainda que a fundação mandou no Instagram uma ameaça.
Falando, crianças, se comportem. Respeitem a soberania do Irã. Então agora a gente já sabe que estão a favor do Irã. Cara, por essa eu não esperava, tá? Por essa eu não esperava. É, chamou de crianças. Não nos força repetir a operação Tempestade no Deserto, como fizemos na Guerra do Golfo.
Não importa os motivos da guerra, a paz é mais importante que eles. E depois tinha o emoji de um arco e flecha. Aquele arco e flechinha. Depois, no Instagram. É brincadeira? Encerrar a ameaça com emoji é Brasil demais, velho. Só faltou o emojizinho de vômito, assim. Israel... Mais um pouquinho, eles convocam o vampetaço ali no perfil do Trump.
É, vão apertar. As vão apertar que, inclusive, está ameaçando voltar a sair nu, né? Depois de... É mesmo? É, tá precisando. Um bicho ficar gastando dinheiro com tudo, já... Vamos lá. A gente vai averiguar isso. Você vai apurar isso.
programa. Não sei se eu vou apurar essa informação não, cara. Acho que eu vou deixar rolar, viu? Não vou procurar isso, não. Não vou botar vampeta nu na minha... Meu algoritmo vai ficar bacalhado aqui. O vampeta atual, você já viu, né? Acho que minha mãe dele, quando era criança, viu o vampeta nu, tanto quanto o social media lá do Trump. O vampeta de antigamente. É isso. O vampeta atual seria uma arma...
Com arma, talvez. Destruição em massa, meu amigo. Exatamente. Entendeu? Eu não tenho mais nada. Eu acho que dessa vez nem a internet vai aguentar. Vamos puxar a tomada.
E além da guerra em si, que já é um evento incrivelmente triste, aconteceu uma outra coisa que é quando um estereótipo se confirma. Ah, isso é uma dor terrível. Sim, porque vale ressaltar aqui que nós do Só no Brasil somos totalmente contra a exploração de estereótipos para fazer humor.
Mas às vezes, Vitor, é aquela bola que chuta e às vezes chuta. É uma tentação, né? E uma vez, eu juro, isso vai parecer mentira. Eu juro pela felicidade da minha mãe. Eu estava no shopping Pátio Paulista com o Rodrigo Fernandes, Jacaré Banguela. A gente estava conversando, estava tendo uma conversa sobre clichês. Clichês na comédia, no entretenimento. E na nossa frente, uma mulher escorregou numa casca de banana.
Cara, maravilhoso. Eu não acredito. Muito. Mas é muito triste contar essa história, porque é tipo dizer que tu viu um disco voador, sabe? Tu sabe o que tu viu. Tu sabe o que aconteceu, mas ninguém acredita. E aí eu conto essa história, a pessoa fala, a mulher escorregou, tinha uma banana no shopping. Cara, tinha. Eu não sei te dizer como é que ela foi aparecer lá. Eu não sei por que que ela estava lá. Mas tinha uma casca de banana no meio do shopping Pátio Paulista e a mulher escorregou na minha frente. E ninguém acredita. Eu vou levar essa dor comigo pra sempre.
Eu já caí, já escorreguei numa casca de banana, assisti no jogo do Bahia na Fonte Nova Antiga e saí rolando. Era de concreto, não tinha cadeira, então você saia rolando. Sei. Foi complicado, mas a criança é tipo imortal, você se recupera rapidamente. Se eu caísse hoje, provavelmente eu ia de sangue pra casa. É três meses mancando. É três meses mancando, certamente.
Mas foi uma casca de panela, viu? Olha a coisa que acontece. Mas enfim, Victor, estamos falando aqui de portugueses na guerra com Israel. Ok. Agora eu fiquei confuso, porque... O que os portugueses têm a ver com o Brasil?
Calma, tenha paciência. O respiro, entendeu? É o seguinte. A conta oficial do Ministério das Relações Exteriores de Portugal postou assim lá no XTwitter, o XWitter, né? Aham. Abre aspas. O governo português agradece ao governo e às autoridades de Israel. E aí marcou arroba IsraelMF.
E aí continua assim, ó. Por todo o apoio prestado na operação de repatriação de cidadãos de Israel para Portugal. Tá. O problema, você já deve ter percebido, é que arroba Israel MF é apenas um cara chamado Israel, que mora em Ijuim, no Rio Grande do Sul.
Entendeu? Ai, meu Deus, que vergonha. Portugueses ficam sendo burros, velho. O estereótipo aconteceu. A internet eles não aprenderam ainda. Pois é. Você só imagina, rapaz, Israel de Juiz, Rio Grande do Sul sendo marcado assim, né? Do nada pelo governo português. Ainda falando de guerra, repatriação e tal. Qualquer barulho de passarinho, meu irmão. Ele tava ali achando que era drone. Deus é mais.
Eu acho que eu desmaio, eu não quero essas confusões pro meu lado, não. Igual aquela senhora que cai na pegadinha do ajustamento, já viu? As velhinhas no Instagram. Sim, a senhora foi convocada pra guerra e a tinha desesperado. Não, mas é que eu tenho que... Tô fazendo o almoço ainda aqui. É foda. Acontece. Cara, eu, se fosse Israel de Juiz, eu teria respondido de nada. Não é de que, meu amigo. Pô, é verdade, cara. Eu teria sido sensacional. Qualquer coisa, eu tô por aqui, né?
E antes da gente comentar os comentários Você soube, Vitor, que o Capiroto Aquele que não deve ser nomeado Invadiu a sede da CBF E saiu na camisa 2 da seleção brasileira Então nós temos a camisa 2 azul Que tem a marca do Jordan, né? Que é uma marca da Nike Saí que você espera
E no corpo da camisa, vamos dizer assim, no seu corpo, estará estampado ali o capiroto. O cramunhão. Escondido como manchas. Ele está escondido através daquelas manchas ali, como se é uma maneira que o inimigo encontrou de fazer as pessoas vestirem o capiroto.
O que você ajuda essa grande informação? Fazia muito tempo que eu não via eu que fui criado na Bola Evangélica Brasileira muito tempo que eu não via uma teoria da conspiração boa de mensagem subliminar igual essa. Fazia tempo, rapaz. Essa é boa demais. E o pior é que a galera desenha por cima e assim, fica uma coisa meio rupestre, uma coisa meio uma criança. Meio armorial, parece uma escarranca.
Do Nordeste, né? É isso. Fica igualzinho a carranca, velho. Viralizou no TikTok demais. Onde você imaginar isso aí pra dar view? Daí o povo já faz. E vários tipos de capiroto. Vários. Tem ele sentado. Tem só a cabeça dele. Tem um que parece até um negócio de anime que eu gosto aqui. Mob Psycho. E é isso. Agora o Brasil tá perdido. Inclusive, trazemos o áudio aqui tirado do TikTok.
que explica um pouco melhor, né? Explica melhor do que eu falei aqui o que é que tá acontecendo. Você viu a nova camisa tirar um escudo e colocar um diabo vermelho no peito. Alguns dizem é só marketing, é só futebol. Mas será que é só isso mesmo? O inimigo sempre tentou normalizar a sua imagem. Nos filmes, nos desenhos e agora nas roupas.
E por que colocar um diabo justamente no peito? Isso não é apenas sobre esporte, é sobre valores. A Bíblia diz, ai dos que ao mal chamam bem e ao bem mal. Isaías 5 e 20. Também diz, somos filhos da luz, andemos como filhos da luz. Efésios 5 e 8.
Se somos luz, por que nos vestirmos com algo que simboliza as trevas? Cuidado com o que você veste, porque até as suas roupas dizem quem você representa. No final, ou você está representando o céu ou está dando um palco para o inferno. A escolha é sua. O que você acha disso? Mas assim, ó, Victor, brincadeiras à parte, né? É... a escolha pela temática dark.
da seleção brasileira, faz parte da campanha Joga Sinistro da Nike, entendeu? E aí, vários jogadores famosos ali, como o Vini Júnior, Estevão e tal, estavam participando disso. O Brasil mudou. Antes jogava bonito, agora joga sinistro. Eles acharam que é melhor isso aí. Então, tá aí a Nike fazendo aí o papel dela aí.
defendendo aí o futebol. É só isso, cara. Não é uma joga bonita, galera. Agora joga uma merda. Agora quase... É... É a pavora também. É um negócio assim, porque é na pavora, mas ninguém... A Nike doidou total. Caraca, velho. Não é uma joga bonita. Agora é Passa Nervoso. É a coleção Passa Nervoso. Exatamente.
E a primeira vez, cara, fazia tempo que ninguém conseguia fazer 26 evangélicos usarem uma camiseta com o diabo no corpo. Eita mesmo, cara. Que doideira isso aqui. É um case de marca. Todos os jogadores são evangélicos. Todos, eu acho. É verdade. Inclusive, jogador que não foi como o Neymar, que é um dos evangélicos mais fervorosos que tem. Sim. É maravilhoso. Os evangélicos mais evangélicos.
para o bem e para o mal para o bem e para o mal, totalmente é impressionante, o Neymar, mas enfim ele não foi é outro grande assunto que está aí dividindo a nação, né? deve ir para a Copa ou não deve ir para a Copa rapaziada? se a gente entrar nessa esse programa vai ter 6 horas vamos agora para o nosso aguardado comentando, comentário que saudade
Começando aqui, Vitor, pelo Friedrich. Aham. Friedrich, vários Fs. Friedrich, que escreveu assim sobre nosso episódio 39, Portais. Grandes Portais. Aham. Respondeu aqui, ó. Oito minutos de enrolação pra começar o episódio de verdade. PQP. Olha aí. Tem um emoji também dele cansado assim. Uh, rapaz. Como é bom sentir o carinho da torcida, né, Pedro? A gente tá... É, o cara...
Caramba, galera. Hoje a gente já falou de estereótipos e de repente aparece essa fera aí com um nome vintage, né? Lembrando uma Alemanha dos anos 30. Então... Reclamando. É, cara. Ele acha assim... Vou parafrasear um grande gênio da humanidade e dizer que se você acha oito minutos tempo demais, tenho muito pena da pessoa que se relaciona com você, meu amigo. Eita! Rapaz!
É que o Fridão aí não pegou o espírito do só no Brasil. Porque por que tipo de brasileiro você acha que nós seríamos se a gente não tivesse aquele papinho furado? Antes de entrar no ponto mesmo do que a gente quer falar mesmo? Tem que ter. Exato. Pra querer amarra o galo ali, né? Daquela conversada. 15 minutos da reunião é só pra falar fiado, pô. Porra. É verdade. Vai na reunião de condomínio. Ela começa 4 horas depois. É isso. Pô, não pergunta pro... Pô, não pergunta pro...
Porra, Kleber do Almoxarifado lá, não pergunta no jogo do Palmeiras, como é que foi o jogo? Ô, Palmeiras aí, né? Fofoquinha sobre o arroz do RH, que errou as mechas californianas no cabelo. Que é isso, não faço luzes. Caríssimo fazer luzes, sabia? É, imagina. Rapaz, mulher faz umas coisas muito caras. É isso, é isso. Tem que valorizar.
Não é possível isso, Vitor. Será que o Friedrich é brasileiro mesmo? O cara que chega na padaria, já pede um pão direto, não fala um bom dia. Como é que estão as coisas aí? Calou da porra hoje, né? Eita, faltou uma semana passada aqui. Como é que está o movimento aí? Pegado hoje, hein? Isso, entendeu? E os filhos? Foi pra faculdade, é? É, numa sociedade hiperconectada, que nem a gente tem hoje, com canhões de informação apontando para o nosso cerebelo,
Querendo que a gente consiga o produto cada vez mais rápido. Uma conversinha afiada. É uma conversinha afiada boa. Entendi. O podcast aqui é pra gente ouvir porcaria. A gente vai ouvir aqui pra...
A gente não quer só informação. A gente só quer um zumbidinho no nosso ouvido. Não quer porcaria, não. Porcaria. Você não vem a difamar. Nós aqui pedimos desculpas por oito minutos que você perdeu até chegar ao ponto da nossa história que julgou mais produtivo, querido ouvinte. Mas é isso mesmo, né? Se até o governo de São Luís do Anauá enrola pra entregar o portal mais greco-goiano já produzido do planeta...
Quem somos nós pra chegar assim com o pé na porta? Tem que ir devagar. Com certeza. Pagar um jantar. Conversa mole é resistência. Embramação é arte. Conversa fiada é uma forma de patriotismo. É isso. E aí, Vitor? Temos o próximo comentário aqui, que é do Lucas Figueiredo. Ele mandou isso aqui, ó. Infelizmente, o latino ressurgiu com uma música tenebrosa. Chegou aqui do meu algoritmo depois do episódio. Rapaz, foi isso.
isso é uma coincidência da porra você não viu não? cara, eu só vou dizer que o Sono Brasil pede desculpas aqui, nosso departamento jurídico afirma que nós não podemos ser responsabilizados por essa contaminação no seu algoritmo, Luca, desculpes
Desculpe. Mas foi muito engraçado. Foi parecer que a gente tinha planejado. E tá horrível, né? Ele tá igual o Lula Molusco, bonitão, né? Cara, ele deu uma reformulada nele mesmo. Ele tá com 53 anos. Assim, o que mata ele é a dança, Victor. Se ele tivesse um pouco melhor, eu acho que tava mais tranquilo.
desculpa aí ouvinte de novo não tem como só sobrou isso parece que ele tá com gráfico de play 2 agora é, ele tá com a cara meio quadradinha é, ele baixaram a resolução dele tá renderizando ainda a imagem ele tá se fazendo a impressora 3D tá fazendo a outra camada dele mesmo eu acho que é o latino que tá na camisa da seleção a gente não tá sabendo rapaz, a gente pode tentar fazer essa sobreposição que eu acho que vai dar certo coitado do menino que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que você que
Tô coitado do jovem, esse menino, hein? Menino festeiro, latino. Ó, nós também tivemos muitos comentários lá no Instagram. Nossa conta é arroba, só no Brasil, underline. E no post lá que perguntamos qual deveria ser o pet ou mascote oficial do nosso querido podcast. Sim, a gente tá em busca aí, nós que somos grandes fãs de animais. Especialmente desses que viram meme, né? Vira, fica ajudando a gente a suportar a dor e a aflição e o peso da existência de viver nesse mundo de hoje em dia.
Ave Maria, você hoje tá maravilha. Temos várias opções. Tem a Naja de Brasília. Sim. O papagaio Fred Kruger. Eu gosto muito do papagaio Fred Kruger. Tem o Fofon, Coilhão Rodrigo. Pô, Coilhão. Lobizome do Acre e nosso eterno Saruê. Ah, é bom demais. Sariguê, né, que você chama aí, né? Eu chamo de Sariguê aqui. A moça até falou, ó, Isabelzinha. Apesar de amar o Pedro falando Sariguê, eu acho que papagaio Fred, a cara do podcast, representa bem o brasileiro.
Demais, o Fred realmente... O papagaio que tomou tiro, porra, é realmente... Mas eu sou a favor do sariguê. Lembrando que o papagaio Fred, que a Isabelzinha18 falou aqui que a cara do podcast, a cara do brasileiro, o papagaio tomou um tiro na cara, meu irmão. A cara dele é toda torta que ele tomou um tiro.
A cara do brasileiro é sofrida mesmo. Eu tenho um comentário aqui que vai ter um adendo maravilhoso. A Fra Mendes falou que Saruê deu risada e falou um Saruê com uma jurubeba na patinha. Ah, eu gosto demais. Como se fosse uma bolinha de futebol, assim, ó. Então, rapaz, pra mim jurubeba era só a palavra que você inventou, que alguém inventou. Não sei. Não.
É sério, eu vi no Instagram de um gringo provando a jurubéba brasileira pra saber que jurubéba existe. Aí eu fiquei perpéxito, falei, caralho. É, jurubébinha. Não tem nada sobre o Brasil. Jurubébinha é bom o sabor disso? Não, eu nunca tomei. Nunca comi. Ah, então pelo menos você... Mas é uma boa palavra. Pelo menos você sabia que existia. Sabia que existia, sabia que era uma frutinha. Tem licor de jurubéba, tem...
Tem conserva, pimenta de jurubeba. Entendi. Beberagens. Tem comidians e bebidians. Pimenta de jurubeba. É, uma conservinha. O cara comeu a conserva, hein? Disse que começava doce e ficava amargo. Mas enfim. A Jamila, ou Jamila Maia, Jam, propôs aqui que um mascote vegetal a jurubeba, inclusive. Tá vendo? É, jurubeba as assassinas. É, jur... Entendi.
mas ó, o Cason o Cason VF falou aqui uma boa também que pode ser o fato novo, que é a calopsita do peruinha é verdade, até o calopsita mas eu não sou a favor de pegar nada de ninguém do jogo do bicho não, porque é perigoso tá certo
Se não for Sarue, Sarigem, Mucur, Timbu, ou seja, nada mais simboliza a resistência e força do brasileiro. Ele quis aqui trazer o Edson Jr., 1405, ou 1400, ah, esse mesmo, 11405. Ele disse que, pelo que ele falou aqui,
Ele tá certo, porque ele trouxe quatro nomes diferentes pro mesmo bicho, que é muito brasileiro isso. Então... E na nossa votação oficial aqui, que a gente catalogou nas nossas redes, o Saruê Sarugê Mucura ganhou. Aê! Vale a pena. É um animal que hoje eu tô perdendo já a questão da feura. Eu tô acostumado já.
Ah, rapaz, eu tenho um vídeo, vou te mandar agora O vídeo dele tomando banho O veterinário tá dando banho nele Mas você já viu ele com vários filhotinhos nas costas? Já também É horroroso Não é Meu Deus do céu Não, ali não dá Vejam aí vocês E esse vídeo, o veterinário tá dando banho nele E ele fica se fingindo de morro o tempo inteiro No banho
Não, mas aí tudo bem, aí é bonitinho, mas ele com os filhotes nas costas não tem condição. Eu acho que eu tenho tripofobia, sabe? Com a bolinha, eu fico em desespero só de ver isso. E é isso, queridos ouvintes. Vamos nessa. Viva o Sariguet, viva a carranca. E é isso, né, Victor? É isso. Lembrando que você pode ajudar a gente aqui no nosso apoia-se, no apoia.se, barra só no Brasil. Você pode ajudar a gente a manter isso tudo vivo.
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Então é isso, galera. Muito obrigado. Até o próximo episódio do Só no Brasil. Beijos. Valeu!
O Sola Brasil é uma produção da Pipoca Sound com o roteiro do Vitor Camejo e comentários do Pedro Duarte e do Afonso Capelaro. A direção é do Afonso Capelaro. A coordenação de produção é da Isabela Coelho. A edição de som é da Ana Burros. As músicas originais são do João Jabás e do Luiz Rodrigues.