Estratégias de Supply Chain na CIMED e PHILIP MORRIS: Liderança e ESG | Podcast Log #28
Estratégias de Supply Chain na CIMED e PHILIP MORRIS: Liderança e ESG | Podcast Log #28Neste episódio do Podcast Log, reunimos um time de peso para discutir o futuro do Supply Chain, a força da liderança feminina e como grandes corporações estão integrando ESG e eventos estratégicos em seus modelos de negócio. 🚛✨O que você vai aprender neste episódio:Transformação digital e escalabilidade na indústria e no varejo.O papel estratégico de feiras como FEIMEC e EXPOMAFE no ecossistema logístico.Implementação prática de ESG em operações complexas.Desafios da liderança feminina e diversidade como vantagem competitiva.Gestão de pessoas e o futuro das competências no Supply Chain.👉 NÃO ESQUEÇA DE SE INSCREVER: https://www.youtube.com/@podcastlogoficial🔗 Conecte-se com os convidados:Marcelo Lopes (Cimed): https://www.linkedin.com/in/marcelo-lopes04/Dayana Wollmeister (Philip Morris): https://www.linkedin.com/in/dayanawollmeister/Jacqueline Hora (Ave Rara): https://www.linkedin.com/in/jacqueline-hora-64b87b34/Estefânia Domingues (Feimec): https://www.linkedin.com/in/estef%C3%A2nia-domingues-lima-207012144/🎙️ Apresentação: Deivid Roberto e Luciane Avelar.🚀 Este episódio conta com o apoio de:Bertolini | Emplaca | Binswanger Brasil | Dock Steel | Instituto Painel Logístico | Clavê Consultoria📌 Realização: Grupo Painel Logístico (10 Anos de Logística Nacional)Acesse: https://painellogistico.com.br/#Logística #SupplyChain #Cimed #PhilipMorris #ESG #LiderançaFeminina #Inovação #PodcastLog #Sustentabilidade #GestãoLogística #Feimec #PainelLogístico #MulheresNaLogística
- Lideranca FemininaDesafios da liderança feminina · Diversidade como vantagem competitiva
- Implementação de ESGSustentabilidade em operações
- Transformação digital na logísticaEscalabilidade na indústria · Automação de processos
- Gestão de pessoas no Supply ChainFuturo das competências
- Eventos e feiras no Supply ChainFEIMEC · EXPOMAFE
Olá, seja muito bem-vindo a mais uma edição fantástica do Podcast Log, o maior podcast da logística brasileira. E hoje, fazendo mais um episódio especial, mês das mulheres, né? Eu sei que nós estamos quase em abril aí, mas mês de março, o ano inteiro, todo dia, é dia das mulheres. E aqui a gente está me enganando as mulheres, especialmente da logística, do supply, da indústria, do varejo, da dona de casa, todas vocês, fantásticas, velha, é um ser humano incrível.
com 4, 5 jornadas às vezes, trabalho, a família todo mundo tem que cuidar ali temos exemplos práticos aqui hoje vocês vão conhecer um pouco mais de histórias fantásticas carreiras incríveis vai ser muito bom, já segue lá curta, compartilhe, podcast log oficial no Youtube, nossas redes sociais siga lá, painel logístico também, pra você ficar mais informado notícias apuradas
grandes parcerias com feiras de negócio, Feimec, Intralog, vocês vão gostar muito disso daí. E sem mais delongas, eu sou o David Roberto, esse é o Podcast Log, terceira temporada, estreando aqui minha parceira, Luciane Avelar. Como você está? Tudo bem, David, obrigada pelo convite, uma honra poder fazer parte aqui desse programa. Eu acho que a gente vai ter aqui conversas bem bacanas sobre liderança, estratégia, supply, acho que vai ser bem gostoso. Fica aqui com a gente. Também acho.
Pessoal, o PIB dessa edição, vocês não têm noção. Não têm noção. Tá fantástico, viu? Que loucura. Histórias bacanas aqui, trajetórias incríveis. Muito insights para vocês, vão gostar. E sem mais delongas, mais uma vez, siga lá, compartilhe e agradecer aqui aos nossos apoiadores.
que fazem acontecer esse humilde podcast aqui, que impacta 3 milhões e meio de pessoas, é muito legal. Agradecer ao Grupo GPS de visão logística, a Bertolini, a Emplaca, a Bizuanga Brasil, a Doc Steel e ao Instituto Painel Logístico. Obrigado por fazerem parte do nosso casting aqui de grandes marcas. E o Painel Logístico, que promove toda essa diversão bacana para a gente aqui, toda essa rede de comunicação, essa rede de relacionamento.
E muita informação despojada de uma maneira que só o podcast do blog faz. E sem nelongas, vamos iniciar? Vamos lá, vamos lá, então. Estou gostando, estou gostando. Vou ter a honra de apresentar os convidados de hoje. Claro, você está representando as mulheres desse Brasil lindo.
Muito bem, então olha só, a gente trouxe um time de peso aqui, tá? Pra conversar com vocês hoje. A gente, vou começar apresentando aqui a Jaqueline Ora, o Marcelo Lopes, também contamos com a Stefania Domingues e online também temos a Diana Boelmeister. Queria que cada um de vocês pudesse apresentar brevemente. Não precisa ser na ordem, vocês fiquem à vontade. Quem quer começar? Vamos lá.
Meninos primeiro, né? Estão em minoria aqui, Marcelo? Bora lá, Marcelo. Foi intimidado. Mas é óbvio. Olha, eu converso sem problema nenhum. Primeiro, prazerzão estar aqui. Eu estou muito honrado com o convite. Demorou para me chamar, viu, Sodeio? Demorou muito para me chamar. Eu queria ganhar mais corpo, né? Eu sei disso, eu sei disso. Enfim.
Acho que eu vim no momento certo. Que legal. É o momento correto para poder falar sobre logística, supply, sobre pessoas. Enfim, sou Marcelo Lopes, tenho 58 anos de idade, sou casado com a Carla. Esse foi meu principal projeto. Estou com ela há 40 anos. Legal. Ela me deu o Matheus e o Pedro, enfim.
E nesse intervalo eu trabalhei em logística também em algumas áreas, algumas empresas. Pouca história para contar. Pouca história, Alpargatas 10 anos, Pão de Açúcar 12 anos, Casas Bahia mais 7 anos. Ultimamente Carrefour 7 anos e meio, agora 20 dias de CIMED.
Enfim, tem algumas histórias para a gente contar, para a gente dividir, mas eu quero escutar muito, porque eu estou aqui para aprender também. Não atua que eu estou no meio dessas duas poderosas aqui. Que legal. É um prazer estar aqui com vocês. Obrigada, muito bom.
Bom, eu, Jaqueline, tenho 36 anos, sou mãe de uma princesa chamada Isabela, estou na logística já há 17 anos, tenho 14 anos de Riachuelo, foi uma escola muito bacana, tenho agora três meses de Avihara, passei pela Loft Style, então eu estou aqui para aprender também, estou muito feliz pelo convite, sou muito grata e eu quero compartilhar aqui com os colegas todo esse aprendizado, foi um prazer mesmo estar aqui.
Varejo de moda é fogo, hein? Vamos conhecer mais sobre isso aí, Jaque. Bom, eu sou a Stefania. David, obrigada mais uma vez. Ele me chamou muitas vezes. Você não queria dizer nada, né? Mas você foi convidada várias vezes. Fica a dica. Fica a dica.
Eu trabalho já há 16 anos com feiras de negócios. Faz um pouquinho de tempo aí. Conheço o David há esse tempo, né? Verdade. De muito tempo atrás. Também sou casada. Metade do tempo dele. Fiz ontem 23 anos com o Gabriel. Tenho dois filhos.
Também nesse meio tempo Eu cuido de feiras Nos outros tempos eu cuido das crianças Da casa, mas também estou muito honrada De estar aqui Aprendo logística com vocês Porque meu negócio é realmente Cuidar de eventos, mas principalmente O David me ensina muito sobre Logística, enfim, esse universo Doido de vocês E também, gente, mais uma vez É para aprender O David
Mas olha, Stefania, a fase de evento tem muito de logística, viu? Se tem, menina. Não é? Pesada. E ali, ó, no relógio. E o dela maior da América Latina. Vou contar pra vocês, é desafiador. Imagina. É desafiador. Vamos lá, Dayana, o que você conta pra gente aí? De Buenos Aires. Gostão chique, hein? E exatamente da Argentina. Podcast Log.
É isso. Aproveito para agradecer o convite, David, de painel logístico. Eu sei o quanto esse programa permeia pela rede, sou impactada por ele também, e para mim é um orgulho poder fazer parte desse time aí, especialmente o Dia das Mulheres, significa muito. Obrigada. Imagina, nós agradecemos. Eu tenho experiência bastante holística, muito forte, em manufatura e logística.
Passei por várias posições dentro de operações e desde produção, passando também por gestão de centro de distribuição. E hoje estou numa posição de sustentabilidade e vai ser muito bacana. E vai ter esse papo e dizer que eu sou mãe de uma Isabela também. Olha, que legal. E hoje você está na Philips.
Hoje sim, faço parte do time da Feliz Móveis Internacional, baseado em Buenos Aires. Tá vendo? Podcast Vogue Internacional. Olha, cruzando, rompendo barreiras, hein? Rompendo barreiras. É a segunda vez, hein? Estamos ficando chique aqui. Viu que o que ele vai te trazer para ficar mais robusto agora? Agora eu tenho ideia. As outras estão fazendo sentido. Estou falando. Porque no início... Aliás, uma pitadinha histórica aqui para começar. O Marcelo tem muito a ver...
com o que é o podcast de hoje, com a existência dessa ideia de podcast. Gentilmente, a gente mal se conhecia. Na pandemia, a gente começou a fazer lives, que era o que está surgindo, ninguém sabia muito bem o que era isso. E um dos nossos mentores, Paulo Bertaglia, me direcionou a fazer lives naquela época. E eu acabei comendo algumas pessoas e acabei chegando no Marcelo, não lembro por onde, foi pela AbraLog, não sei por onde cheguei no Marcelo. O Marcelo topou, outros diretores toparam e foi um bate-papo incrível.
A gente até se sacaneou na época, né? Eu falava da península de... Não sei onde é o meu nome, península da Tibaia. Tibaia. E o Marcelo estava no Principado da Moca. Principado da Moca. Você imagina o nível da nossa conversa lá. Foi muito bom, muito bom. E aí nasceu o podcast. E hoje eu tenho a honra, o prazer de tê-lo aqui conosco. Obrigado. Nesse momento que o podcast ganha mais robustez.
ganha mais presença internacional, inclusive, e acho que é o momento que calhou, né, da sua transição. É isso. E você está vindo aqui, dá um pouco da sua história. E lá naquela época ninguém falava de podcast, né? Ninguém falava nada de podcast. Ninguém falava de podcast. Tudo live, live, live. A potência que é de influência, de comunicação, de interação. Exatamente. Eu, de novo, estou muito feliz de estar aqui. É um prazer todo nosso. Muito obrigado.
Esse é podcast, tá vendo? Tá vendo? Que bacana. Eu continuo na Península de Atibaia. Eu continuo no principal da moto. São Paulo tem a sorte de estar em torno desse principal da moto. Exatamente. Concordo contigo. Que sorte a nossa, né? Que sorte a nossa.
Muito bom, gente. Que legal. Vamos lá. Um pouco desse mercado sensacional que é a logística, o supply. Esse universo incrível. E, mais uma vez, esse podcast especial a você. A vocês, mulheres, que fazem tão bem para a existência do planeta, diria. Sem mulher hoje não tem ninguém. Deus foi um sábio quando fez vocês.
pega uns probleminhas aí de fábrica, mas faz parte, faz parte. A gente não vai falar sobre isso aqui, né? É isso não, é só logística. Então tá bom, porque a gente tá em maioria aqui. Eu retiro o que eu disse. Muito bem. É só nos equivocados. É verdade. É só um ponto de vista diferente. O pior somos nós, que nem o Ricol resolve.
Ai, gente, bora. Vamos começar aqui nosso bate-papo, então, galera? Vamos lá. Olha só, a gente começa logo com uma pergunta sem queimar roupa, entendeu? Aquela que é já para dar aquela aquecida nos motores, tá? Vamos lá.
A gente está vivendo um momento mundial pouco turbulento. Estamos falando de guerra, pandemia uns tempinhos atrás. Então, um momento de grandes transformações e isso afeta quase nada a logística. Vocês dormem tranquilos com todos esses fatores acontecendo. O valor do combustível subindo, está tudo tranquilo para a logística.
É o dia a dia da logística e lidar com essas incertezas de mercado. Mas eu queria entender aqui na opinião de cada um de vocês, quais são os principais desafios que os líderes de supply enfrentam nas operações hoje em dia.
Quem quer começar? Falei que a pergunta era queimar roupa, né? Era logo para a gente começar aquecido. E para ser fã na parte dos eventos, que vai impactar. Eu posso começar de novo, assim, mas enfim, fiquem à vontade, tá? Pelo amor de Deus. Primeiro assim, né? Eu já estou nesse negócio há 27 anos. E se eu olhar assim, para refletir rapidamente no que você está me provocando, eu acho que a gente nunca teve tanta informação como a gente tem hoje em dia.
Ela nunca foi tão disponível, tão muscular, ela nunca foi intensa, nunca foi tão fácil.
Mas, por outro lado, a complexidade das operações, elas mudaram e aumentaram demais. Demais. Então, assim, hoje eu diria que o profissional de supply, ele tem que lidar bem com volatilidade de mercado. E aí você colocou aí geoposições com aumento de dólar, enfim, guerra, tal, não sei o quê. E com a volatilidade interna disso também. Ele tem que lidar com a capacidade de execução perfeita, porque isso mexe em custo e você...
está dentro do PNL de qualquer companhia, e você tem que lidar com aumento de nível de serviço, porque a concorrência está cada vez mais acirrada.
E o consumidor está cada vez mais empoderado para te escolher ou não te escolher em função de um serviço ou de um desserviço. Então, poder equilibrar essas três alavancas que são de negócio, atrelado, na minha opinião, a alavanca principal, que é desenvolver pessoas e gente. Você não faz nada sem as pessoas, com mais tecnologia que você tem e tal.
ser tafadado ao insucesso. Para mim, o profissional de supply tem que lidar bem com dados, tem que lidar bem com execução, tem que lidar bem com o nível de serviço e jornada do cliente e a licenção disso tudo, como é que a gente desenvolve e inclui as pessoas nesse sentido.
Eu costumo dizer que supply é um encontro do propósito da estratégia com a execução. O executivo de supply chain hoje, diferentemente de quando eu comecei, que levava um produto do ponto A para o ponto B só, e a gente era chamado de transporte, mas nada.
É muito diferente. E na minha opinião, a capacidade de lidar com tudo isso é o que tem feito a ascensão dos grandes executivos para sentar no borde das companhias. Hoje você tem, notadamente, executivos respondendo para a CEO. E o mais legal ainda, você tem um monte de CEO, de grandes empresas que vieram de uma jornada de logística, de supply.
Então, para mim, é basicamente isso. É fácil de fazer, você consegue dormir, você consegue casar, ficar 40 anos casado. Você consegue fazer isso tudo. Mas, enfim... É uma vida tranquila, né? Tranquilíssima, tranquilíssima. Muito bom.
Para a logística, a gente já tem que estar preparado ao cenário de exceção. A gente já acorda sabendo que o que a gente planejou não vai ser executado, porque a gente tem muitas coisas que acompanham no decorrer do dia a dia e a gente tem que estar preparado para essa adaptabilidade. Acho que o maior desafio hoje...
É a gente conectar. Eu falo muito sobre isso também. A gente hoje fala de uma logística. Há pouco tempo a gente estava pensando que logística era só transporte, é colocar um caminhão na doca e isso era logística. Hoje o profissional tem todo esse desafio, até pela concorrência, até por esse mecanismo tanto de dados que a gente fala de automação. A gente precisa estar conectado a um todo. Você ter essa expertise de sentar numa cadeira de logística, mas poder falar.
sobre essa variação do dólar, essa questão do mundo, de uma pluralidade. Hoje, o profissional de logística precisa ser mais plural. Acho que é muito isso. É o que desafia mesmo. E está a jornada sempre de eficiência. O quanto a gente busca, porque é o que a gente tem pautado essa eficiência, até por quanto a gente tem essa gama de concorrência. Daí, quer falar agora?
Falo, falo assim, na minha perspectiva, quando eu cheguei em logística, eu atuei em manufatura por uns 15 anos. Então, eu conseguia ver as áreas de supply chain desde fora, até que eu assumi uma área de logística no mercado livre.
entre os anos de 2020 a 2025. Então, justo no crescimento do e-commerce em função da pandemia, onde os planos superavam muito além do best cenário, porque o volume crescia, e o que eu vejo desses profissionais é essa volatilidade de mercado que a gente já comentava aqui,
E, ao mesmo tempo, se adaptar a essa flexibilidade, mas, ao mesmo tempo, trazer estrutura para os processos, para que os processos sejam estáveis, especialmente quando a gente fala de equipes muito grandes. Então, imagine assim, mil, mil quinhentas, três mil pessoas, os CDs, quatro mil, cinco mil pessoas, é necessário uma estabilidade de processos e disciplina para que as eficiências que sejam entregues,
E também que o nível de serviço seja decidido. Mas como manter a excelência operacional, a previsibilidade, as condições básicas de operação, ao mesmo tempo em que há tanta volatilidade, né? Eu vejo que essa ambiguidade entre se adaptar muito rápido, mas também manter estruturado, é uma característica de profissionais de supply que são super importantes no mercado.
Eu queria só complementar a pergunta, nesse universo todo que a gente está dizendo aqui, para você, Tê, qual a importância do papel dos eventos, das feiras, nesse crescimento desse mercado logístico? O que impacta, o que ajuda nesse crescimento?
Só ouvindo vocês, diante da Lula, a pergunta anterior, eu acho que tudo isso que vocês precisam é de resiliência, né? Porque a gente estava falando aqui há pouco tempo, tudo isso que está acontecendo, e parece que não, mas impacta muito no setor de eventos, né? E aí a gente falando de operações, é isso, em algum momento, com todo esse cenário caótico que a gente está vivendo no mundo.
eu já tenho essa preocupação de entender se o meu cliente vai conseguir chegar com a máquina dele até o porto, enfim, e aí subir. E é isso, não é só um transporte, tem muita coisa em volta, né? Então, a gente precisa de resiliência. É isso, acordar todos os dias e dizer, tomara que siga.
Acho que não vai seguir o que eu pensei. Tem muita oração aí também todo dia, né? Tem, muito. Muita resiliência. E fazer eventos não é difícil. Eu costumo dizer que dentro do evento, o evento é o lugar onde o futuro começa a acontecer.
Mas muito mais que isso, o que permeia, assim, eu estou há 16 anos com as feiras industriais sempre, nunca fiz outras feiras que não industriais, mas eu digo que no fim do dia o evento é sobre pessoas. Então, se as pessoas certas, elas se conectam, se conhecem, a partir daí, então, todo esse ecossistema faz sentido, né? Então, eu vejo que é de suma importância.
Até porque dentro de um evento você aborda tudo isso, todos esses temas. Eu aprendo com vocês, vocês aprendem comigo e lá no evento é isso, é uma troca de experiência. Essa é a ideia do nosso evento e de todos os eventos de negócios. Então, eu vejo como para todo e qualquer ecossistema, o evento, as feiras de negócios são fundamentais.
Legal. E daí, pensando nessa linha, olhando um pouquinho para trás, a gente percebia muito as áreas de logística, muito como backstage, como bastidor. E a gente vê agora, até grandes líderes participando de eventos, dos eventos que a Stefânia comenta. Não é que a área foi glamourizada, mas...
ganhou a relevância que merecia. Então, hoje em dia, de fato, o consumidor compra também pela experiência de entrega, pelo prazo de entrega. Então, acho que o supply chain foi elevado a um status de merecimento mesmo. Como vocês enxergam esse papel estratégico do supply chain hoje em dia?
Vou de novo, hein? Bora lá, Marcelo. Não me provoca, não. Primeiro que eu acho que assim, ninguém nomeou o supply chain para fazer isso. Eu acho que a grande questão aqui é o quanto que a gente quis fazer isso de verdade. Até hoje, e sempre será assim, o supply, a logística e tal, ela só funciona quando ninguém falar dela.
Se alguém falar, eu costumo dizer que ela não é uma área core, é uma área fígado. Se doer, todo mundo sabe que está doendo. Mas isso é o de menos. Mas para ela reverter esse cenário de sair do backstage e ser o grande...
provedor de soluções para isso, o profissional de logística de supply, equalizou o seu conhecimento da logística e do seu negócio. Eu acho que essa é a grande virada. Quando a gente de fato entendeu qual era a perspectiva sobre o olhar do cliente, do nosso consumidor, e mudou os nossos processos para atendê-lo de forma melhor, foi aí que a gente ganhou o protagonismo. Foi daí que a gente deu a virada de chave de não ser mais uma área de back.
backstage de, ah, olha, qual é a estratégia comercial? Então eu vou lá e vou validar aquela estratégia, ou vou suportar aquela estratégia. Não, hoje a gente influencia a estratégia porque a gente talvez tenha o mesmo conhecimento do nosso time de CRM, de marketing, do comercial, da jornada daquele cliente, do nosso consumidor.
e cada vez mais ampliar variáveis para a gente conhecê-lo melhor a cada dia, porque é volátil, muda demais, tal, nisso aqui. Então, a grande virada foi o profissional de elogio, ele falou assim, peraí, esse aí é o meu lugar também. Meu lugar não é inbound, outbound, operacionalização de centro de CD e estou dentro do meu curso. Não, meu lugar é como é que eu crio um leque de serviços à luz do que ele está precisando lá na frente.
Como é que eu flexibilizo os meus processos à luz de uma necessidade que talvez no mercado nem saiba que vai existir. Ainda mais agora, com inteligência artificial. A gente vai fazer coisa hoje, daqui a cinco anos, totalmente diferente. Esse protagonismo é o que virou a chave para o suplá. Isso me dá um orgulho danado, porque eu tinha cabelo preto quando a gente não pensava assim.
com os brancos, me dá a felicidade danada de ver onde a gente chegou. E esperançoso de como a gente vai chegar. É um organismo vivo. É uma engrenagem, né? E acho que isso é em todo o ecossistema. Tudo precisa funcionar. E olhando de fora, eu concordo 100%, assim, pouco que eu conheço do segmento. Mas é sobre isso mesmo. Eu, como cliente, compro pela experiência da entrega. Sem a menor dúvida, não é porque eu tô aqui, mas é isso, é verdade. Porque o produto eu sei que é bom. Se eu comprei...
Eu parto do princípio que é bom e que eu quero, né? Ou não, né? Às vezes a gente compra sem querer, sem necessidade. Mas a experiência da entrega, pra mim, faz total sentido e toda a diferença. E aí, olhando como cliente mesmo. E eu penso isso e, assim, eu vejo muito na companhia, na Informa.
A gente tem até um mote que agora é Informa One, e é sobre isso. Não é porque o time de logística, enfim, olhando de fora, ele vai dizer assim, Stefania, por que você não faz isso lá no comercial? Porque está olhando de fora. E sim, faz total sentido, ele tem esse conhecimento.
Então, isso é muito importante. E é importante, eu acho, que as companhias que têm essa visão de colocar todo mundo no mesmo desafio. Interar todo mundo, interagir todo mundo. E não assim, é isso. Não são silos. E eu vejo que a logística, principalmente, são silos. Eram silos. Agora, não. Todo mundo faz parte de um protagonismo.
E para pegar só uma deixa disso, porque eu acho que é super importante, porque assim, a gente só pensa no olhar do supply no sucesso. Alguém comprou, eu dei um prazo e eu entreguei. Olha que sucesso bacana, eu compro o decido pela experiência que eu tive. Só que a questão é que algumas vezes você tem que lidar com o insucesso. Como é que você reverte um insucesso sem prejudicar a experiência? Você não vai entregar naquela data.
Agora, será que eu preciso esperar a data limite para informar o cliente que ele não vai receber naquele dia? Exato. Dado que eu tenho, através de dados, uma informação muito mais antecipada, a luz de falar, olha, eu não vou entregar nesse dia, mas como é que você quer que eu te entregue?
Criar possibilidades para isso. Isso faz parte de uma jornada de fidelização também. Ela não pode ser só alavancada por sucesso. A gente tem custo. O céu não é o limite. Mas como é que eu trato esse meu cliente? Como é que eu faço essa relação com ele? É isso que faz fidelizar. A fidelização vem através de como você se porta diante de um problema do que você não ter problema. Não ter problema está tudo certo. Agora, como é que você se porta quando você tem um problema?
E eu acho que o supply expandiu muito, isso através da gestão do dado, de poder entender e reverter isso na ponta. Uma combinação bem poderosa, né? De dados, ferramentas, atitude. Esse protagonismo fez toda a diferença, né? Tudo.
Você nem pensava pensar em logística 20 anos atrás. Impossível. Sem dados, sem informação, malem-malem de internet. Você imagina? Imagino. E eram muitas áreas que tomavam decisões pelo supply. Então, você colocar o supply na mesa para tomar e participar da construção da decisão é mais rico, porque você contribui para que o plano esteja correto.
Então, trazer ele para esse olhar mais estratégico. Porque falar de logística é falar de um... Muitas vezes é um time mais técnico, é um time operacional, é um chão de fábrica. Quando você tem esse olhar de colocar um profissional de logística para tomar a parte, construir a estratégia, aí ganha toda essa... Que a gente fala um glamour, mas, na verdade, é a construção correta. O negócio ganha robustez. Ganha robustez. Como é que você enxerga isso, Dai?
Eu vejo que houve uma revolução na forma de a gente se relacionar com a compra, né? E nesse momento em que a gente passou a não ter que sair de casa para comprar, mas sim receber em casa, foi quando o palco da logística de supply chain surgiu, né?
E, na minha percepção, os profissionais já estavam preparados para isso. Claro que ainda há muito o que fazer, o que se desenvolver, mas já tinha muita gente boa para fazer essa história. E abriu muitos caminhos para que hoje realmente seja uma área decisiva dentro dos negócios.
E pelo que eu vejo, assim, futuro de como essas relações comerciais continuam acontecendo, vai ser cada vez mais protagonista e necessário numa organização.
Verdade. Cada vez mais a gente acaba ganhando o protagonismo disso. Literalmente, para o Jânio Silvio Santos aqui, a roda girar. Mas acho que o Marcelo comentou um ponto interessante, que é que os profissionais assumiram, puxaram para si esse papel, esse protagonismo. Acho que isso fez muita diferença mesmo. Exatamente, é isso aí. Muito bom. Tem uma sensível? Eu vou deixar você falar.
Mas é só eu que estou falando? É isso. É especial, mulheres. Posso falar esse tema, então, com a minoria? Pode, pode. Depois você toca com a maioria? Tá, vai lá, vai lá. Marcelão, nós somos minoria, minoria aqui, tem que tomar cuidado que a gente fala para não apanhar hoje aqui.
Mas é bacana. Você está falando agora do protagonismo, né? Ter esse tanto de mulher na liderança, seja em casa, no mercado, em tudo. É muito legal, muito legal. Isso aí. Isso é bem bacana mesmo. Hoje, a gente pegou nosso mercado aqui. Historicamente, é um mercado muito masculino, muito machista.
no sentido geral, como é que você enxerga essa evolução que tem tido, visto aqui que a gente está vendo, né, essas líderes aqui conosco, como é que você enxerga essa evolução, uma mulher ganhando mais espaço, mais fala, tendo mais oportunidade e se jogando mais nos desafios, né, sem medo, sem medo de errar, sem medo do que bom pensar e partindo pra cima.
Primeiro que a gente tem que comemorar esse momento, mas não que ele seja o suficiente. Eu concordo. A participação das mulheres vem evoluindo cada dia mais, mas eu acho que ela ainda não está equilibrada quando eu analiso, não só os recortes de indicadores de RH, mas quando a gente vai em feiras, quando a gente vai em workshops, aqui está um ponto fora da curva mais uma vez, porque tem uma maioria muito mais feminina do que a masculina, e isso está muito legal, é bacana demais.
Assim, conforme foi acontecendo a evolução do tema supply, que foi se modificando e tomando de fato a importância que ele tem que ter nos bordes da companhia, nas estruturas da companhia, não sei o que.
A mulher, ela vem ocupando esse espaço por competência. Assim, acho que cota faz muito sentido, a gente tem que dar uma aceleração, tal, não sei o quê, mas eu prefiro olhar para a competência. E eu acho que a competência, ela veio de uma forma, assim, que até assustou alguns homens. É verdade. E a gente, hoje em dia, entre os homens...
Comenta sobre isso. Sério? Que aquela menina sumiu? VP de supply da Natura? Pelo amor... Coisas desse tipo. Eu comemoro. Eu acho diferente porque eu comemoro esse tipo de coisa. Primeiro, se a gente for falar sobre a questão de diversidade, eu acredito muito nisso.
Eu acho que as decisões, as análises, os caminhos, eles são muito mais promissores se ele tiver uma participação diversa naquela decisão. Quanto mais diversidade, melhor a gente vai estar adequado para o mercado. O mercado é feito de homens, mulheres, pretos, brancos, índios, amarelos, de tudo. A gente tem que refletir dentro das nossas estruturas esta diversidade. A gente vai estar muito mais assertivo e próximo daquilo que a gente está.
colocando, se a gente tiver essa capacidade, essa competência. O que eu trago como lição e como experiência é que tem que partir de mim, como homem líder, abrir esse espaço para as mulheres.
E aqui a gente ainda teve que, eu tive experiência disso, além de abrir, ir lá e fazer com que ela acreditasse no potencial dela. Porque historicamente, sem ser no ambiente profissional, a sabotagem do universo feminino sempre aconteceu. Sempre aconteceu. Eu sou terceiro de quatro filhos de uma mãe que perdeu o marido com 29 anos, saiu para trabalhar, não tinha estudo, se formou, virou diretora, formou quatro filhos.
Para ela, ela é minha grande potência, minha grande referência da força feminina. Então, algumas vezes, quando eu tinha lá e identificava um potencial, um valor feminino dentro da minha estrutura, e eu chamava assim, escuta, vamos fazer isso, faz aquilo. Eu? Mas por que eu? Não, assim, eu já estou super bem. Não, você pode mais, tal, não sei o que.
Além da gente ter a responsabilidade de abrir caminhos protegidos, de lugar de fala, de influenciar, de ter voz para aquilo, eu também trabalhei algumas vezes e, escuta, você pode muito mais do que isso.
Agora eu só estou 20 dias na CIMED, lá tem uma diversidade muito grande entre homens e mulheres. Mas podendo falar de Carrefour, por exemplo, eu tinha grandes lideranças operacionais de CD na Bahia, em Cajamar, em Pernambuco, em todos os lugares eu tinha lá. A área de transporte do Carrefour, 62% liderança feminina. Bacana. Transportadora.
Bacana. Transportadora. E assim, não foi porque a gente colocou cota, tinha lá um indicador de RH, mas eu desprezava esse tema. A questão é, escuta, tem lugar, tem voz, tem competência, às vezes a gente tem que ajudar um pouco mais, diferente de homem que já vem achando que está preparado e o baixa tua bola, né, por aí.
Mas para a mulher não, então a gente tem que entender que é um histórico disso. É verdade. Por isso que eu comemoro muito o que avançou, mas na minha visão ainda não é suficiente. Faltou bastante. Mas bacana, é bem legal ter essa visão de Diego Storks que você tem, essa visão de dar oportunidade, de ajudar, daquele empurrãozinho que falta, né? Que a gente vê que muitas se sabotam, ficam com medo. Não, para mim está bom, cheguei aqui, essa zona de conforto para mim está legal, não quero sair daqui, estou bem, e pode muito mais, né?
Mas o Marcelo tocou num ponto que, para mim, faz total sentido. É a autossabotagem. É assim, eu posso? Será que eu posso mesmo? E aí entra naquele vício de, ah, mas para mulher tudo é mais difícil. E aí você já vai nessa... Entropia, né? É, exato. E sim, tem as dificuldades, não resta dúvida. E assim, eu posso falar porque eu vivo num ambiente predominantemente masculino.
Tem N histórias pra contar Daquilo que eu passo Enfim, montagens de feira Infelizmente Eu já cheguei a ter 6 mil homens lá Homens montando feira São pessoas que tem um nível de cultura Um pouco mais, um pouco inferior E de dizer que é você Que tá falando assim Imagina se eu me intimidasse com isso Imagina
Sess, não, eu realmente acho que não é pra mim isso. Então, nós mulheres, a gente precisa tomar o protagonismo também. Dizer assim, sim, eu consigo, eu posso. Mas vai muito do líder, eu sem dúvida. Hoje a minha equipe é predominantemente feminina. Mas, a exemplo do time de operações, são três mulheres. O time de marketing, mulher. Mas isso foi acontecendo, tá? Não é assim, ah, vou proteger as mulheres. Não, não é isso, não é feminismo.
acontecendo, mas porque tem essa visão de líder, de dizer você pode ir apoiar né, de falar, não, você pode realmente para de se sabotar e é mais difícil, a gente entra naquilo né, quantas vezes eu pensei, falei, não filho, casa, não, não dá não quero mais, tá muito sobrecarregado, mas não, eu posso e eu vou continuar então, e tem o lado das mulheres se apoiarem, isso existe eu bato muito nessa tecla, né de dizer assim O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O
Você precisa apoiar, porque você ouvir de outra mulher, você pode. Porque é diferente, né? E assim, não se sabota, eu sei, não se sabota, eu passei por isso, você vai conseguir. Então, acho que isso é muito importante. E assim, o líder é fundamental. Fundamental. E tem uma questão, assim, além do apoio, de ser a referência, né? Então, assim, poxa, nesse universo aqui eu nunca vi nenhuma.
Poxa, agora eu estou vendo. Eu estou vendo nessas posições de liderança média. Eu estou vendo ali em cima. Eu posso. É isso. Então, eu posso. Deixa eu lá entender como é que é isso. Deixa eu entender como é o dia a dia dela. Quais as dificuldades. Deixa eu aprender com essa pessoa. Mas é uma batalha intensa mesmo. Com os próprios vieses que as pessoas têm. Que as mulheres têm. E até com o próprio cenário. Sim. Como um todo.
Eu vejo isso. Dai, vamos lá. Seu ponto de vista, Dai. Desculpa, eu estou com um delay de vocês aí, eu acho, né? E eu também ouço minha voz e vou falando alto, mas acho que vocês só ouvem uma, não ouvem o eco, né? Não. Tá bem. Eu acho, assim como eu vejo...
A gente está num processo ainda, assim, é importante celebrar, e se a gente pega pouco tempo atrás, era bastante diferente, né, se a gente for ver representatividade, número de mulheres nas diferentes camadas. Às vezes até no operacional, falando de logística, ainda é um paradigma, né, a mulher não consegue levar peso, não pode trabalhar, e desde a minha experiência era possível preencher qualquer vaga com mulheres, porque essa teoria aí da força nos comprovava.
mas de qualquer forma eu vejo que cada um de nós tem essa possibilidade de trazer essa mudança para o mundo, porque o mundo segue sendo machista. E o que eu quero dizer não é que os homens são machistas, eu quero dizer que o mundo segue machista, homens e mulheres seguem sendo machistas. Até a gente chegar em...
o percentual da população ser representado nas camadas de líder até a base da pirâmide, o trabalho ainda não acabou. E pela história das conquistas das mulheres, todas elas são de muito esforço, muita luta, muita conquista, nada veio fácil, direito a voto, direito a divórcio.
direito a ter conta no banco, pessoas falando sobre mulheres na liderança e abrindo portas e dizer sim, tu pode, né, como os colegas recomendaram, tudo isso foi conquistado, não vem natural. Então, acho importante a gente manter isso em mente, assim, não vem natural, tem que ser, a gente tem que ser fundamental, assim, querer fazer, querer fazer a diferença.
E saber que a gente segue sendo machista, e as outras pessoas também seguem sendo, é como a gente foi criado, é o viés que a gente tem. Então, poder também ir apontando isso dia a dia, porque às vezes, sim, acontece a promoção, a gente tem uma preferência, mas como é que essa pessoa navega nesse ambiente, e consegue perseverar e seguir sendo promovida, esse acompanhamento também é importante.
E acho que é um papel social que todos nós temos se a gente quiser fazer um mundo diferente. Bacana. O que é o seu ponto de vista, Jaque?
Eu acredito que a gente precisa mesmo se apoiar até no sentido de ter esse protagonismo, de colocar a mulher num cenário de não ser mais aquela coadjuvante, o papel principal. Até no supply chain eu já participei de várias rodas de conversa, até em negociações de transportadora, que eu primeiro precisei provar que eu sabia para eles me darem voz de ouvir que eu estava falando sobre aquilo. E eu senti que se fosse um papel mais masculino...
Para tratar esse tema não teria tanto aquela questão de uma mulher falando sobre transporte. E aquela síndrome do impostor mesmo. Porque se eu for uma mulher líder hoje de um supply chain, de uma pessoa que já chegou em um nível, eu rompi uma barreira familiar em que eu sou a primeira mulher líder e a primeira mulher num cargo tão estratégico hoje, mas ao mesmo tempo me provando. Será que então eu também sou a referência da mãe, da melhor mãe?
Seja da melhor esposa, então a cobrança, e a gente falava um pouco sobre isso, a corrida não é igual, não é, porque a gente tem todo esse desafio interno, porque muitas vezes a gente se sente naquela síndrome do impostor, hoje eu sou uma mulher referência, hoje eu sou uma rede de logística e planejamento, mas será que como mãe eu também tenho essa referência?
Estou preparando o palco para outras mulheres participar dessa jornada. Então, a corrida não é uma corrida igual, mas esse apoio que a gente precisa, até o apoio masculino e também o feminino, trazer novas mulheres. Porque, na maioria das vezes, a gente queria estar lá nos bastidores, apoiando. Hoje, a gente tem um poder de fala, mas além de tudo de ação, de provar que a gente não precisa ter a síndrome do impostor.
Estamos ali porque por competência. Acho que não é por cota, é por competência mesmo. Gostei muito do que você falou, que é muito isso. A gente precisa ir lá porque somos competentes para aquilo. Não porque a gente somos mulheres e agora o mercado precisa dar fala para a mulher. Não, temos a competência de assumir essa cadeira. Ocupamos o espaço pelo merecimento. Pelo merecimento. Mas sabe que vocês dois tocaram um ponto bem interessante, que geralmente a gente fala sobre esse assunto entre mulheres.
E daí fica parecendo aquela ladainha chata. E o que sai disso? E daí quando a gente convida homens para essa discussão, muda a perspectiva. Então, isso que o Marcelo trouxe, esse protagonismo masculino dentro da alta liderança, faz total diferença. A gente precisa desse apoio.
A gente precisa desse olhar, né? Muitas vezes até porque as próprias mulheres não sabem que elas podem fazer, mas como os homens estão ocupando a maior parte das cadeiras, se vocês estiverem intencionalmente olhando para isso, vocês vão abrir muitas portas. Aliás, muitas vezes, muitas das mulheres chegaram nas posições mais altas porque vocês abriram portas. Eu tenho uma história, assim, de que foi um homem que abriu a porta para mim, né? E sou eternamente grata. Eu também achava que eu não podia, né?
Então, é muito curioso isso, né? E não é uma coisa sobre feminismo, machismo, não é homens e mulheres. É como a Day colocou, é o mundo, né? A gente precisa transformar esse mundo. E quanto mais a gente convidar os homens para participar dessas pautas, dessas discussões...
da criação dos filhos, ah, eu não pude ir no evento, beleza, né, então porque a filha estava doente, o meu marido vai ficar com a filha, aí está tudo bem, a mulher vai no evento, né, então dividir esse peso, né, que essa jornada é tão pesada e fica só pra gente, então também tem, de novo, um protagonismo masculino muito nisso, né, e eu começo a ver muito homens, muito mais homens agora falando disso, né, desse jeito, dessa postura, desse protagonismo que o Marcelo trouxe aqui.
Eu tenho uma figura de linguagem que exemplifica bem para mim e fez muito sentido de qual deveria ser meu papel nesse contexto. Imagine que você tem ali duas escadas rolantes, uma que desce, a outra que sobe. Lá embaixo tem homens e mulheres. Se eu não fizer nada, os homens vão subir pela escada rolante que sobe normalmente com o mínimo de esforço. Eles vão colocar o pezinho no primeiro degrau e vão subir.
As mulheres, até onde eu não influenciava em absolutamente nada, iam na outra escada romante. E para subir, ela subia contra o fluxo. Então, o exercício, o esforço para subir era estratosfericamente muito superior à do ano.
O meu papel é colocar ela na fila correta. Você vem aqui, essa fila aqui. Põe seu pezinho aí e vamos subir. Eu acho que, para mim, essa figura de linguagem foi muito marcante em um determinado momento. Perfeito. Então, atenção aqui. Por mais Marcelos...
não só em supply, mas nas outras empresas, em outras áreas, viu Marcelo um grande exemplo, agora você entendeu porque o meu nome vai te trazer olha só, cirurgia mas agora tudo fez sentido e foi na hora certa numa foto importante, um bom episódio comemorativo, alguém de visão eu te acho de visão há muitos anos sou teu fã zaça há anos então, momento certinho pra te trazer aqui, que bacana que bacana
E falando de liderança, desse monte de temas interessantes que a gente colocou, quais os principais desafios para se chegar a conquistar uma liderança, seja mulher, seja homem, seja em indústria, varejo, seja na feira, qual o desafio para se chegar à liderança e poder fazer uma boa gestão ali e impulsionar mais gente para cima também?
Esse papel de ter, a gente fala muito sobre o skill de ter gestão de dono, mas ser uma pessoa muito resoluta. Eu acho que, por mais tantos problemas que a gente encontra, seja um problema de supply chain, seja um problema de um ambiente macroeconômico, ter mais pessoas para resolver problemas, essa tomada de decisão, você pegar um cenário complexo e você conseguir resolver e trazer soluções.
Acho que é esse tal diferencial de grandes líderes hoje. São líderes que não apontam mais o problema. Eles identificam o problema, só que eles já apontam a solução. Acho que é muito nesse sentido. Muito bacana.
E é um líder, agora eu acho que a resiliência faz total sentido e que tem diversas vezes, parece lá no Instagram, enfim, nas mídias sociais, a diferença do chefe e do líder, né? O chefe mandando e o líder apoiando. Então, assim, é isso. Eu acho que você olhar para as pessoas e...
E aí a gente vai entrar na história de que hoje a geração tá muito complicada e você precisa olhar para as pessoas, né? É assim, isso também faz diferença na liderança, para você alcançar, né? E ter sucesso quando você tá na liderança, porque se você não olhar para a gente... Eu gostei, assim, é o que o Marcelo falou, o Marcelo, são pessoas, a gente...
Gente, não somos nada. A gente não foi criado pra viver sozinhos, né? Não somos bichos, somos seres humanos. Então, apoiar, olhar pra pessoa, ter resiliência, fazer parte da solução, não apontar só o problema. Ah, vai e resolve. Ó, tem problema. Não, vamos resolver, né? Então, acho que faz muita diferença quando eu olho alguém do time que tem essa postura, me acende uma luzinha e eu digo...
Faz sentido, a pessoa já criou uma maturidade, ela não está só apontando o problema, ela está dizendo, vamos resolver, existe um problema, posso te ajudar? Então, é uma pessoa que tem liderança, já tem a liderança, então faz total sentido, exatamente o que a Jaque falou, é você olhar e não apontar só o erro, enfim, ou o problema. Como é que você enxerga isso? Quais os desafios que você acha que a pessoa enfrenta para chegar à liderança e impulsionar mais pessoas com ela?
A minha visão de liderança é, primeiramente, consistência, assim, a consistência da estalactite, de realmente todo dia ir fazendo e formando um legado, né, antes de tudo, assim, sobretudo essa consistência, a disciplina também, e uma grande vontade de aprender.
Eu valorizo muito pessoas que se dedicam a aprender, a se transformar. Mas eu acho que fundamentalmente quem está disposto a ser líder, e até um paradigma que eu tenho e que me restringe algumas vezes, é eu acho que liderança de pessoas é vocacional. Porque muita gente aspira à liderança de pessoas pelo...
status que dá, né? Sou líder de tantas pessoas, tenho um time a cargo, mas assim, gente, tem pessoas a cargo...
Tem que ter muita vontade de ter gente a cargo, assim, tem que ser muito vocacional, porque não é fácil, não tem técnica que se aplique a todo mundo, cada ser humano é um mundo. Essa leitura das pessoas é super importante, é vital. Se a gente for para o tema de resolução de problemas, muitas vezes os problemas param nas pessoas.
saber puxar agendas, saber influenciar, saber desenvolver, saber dar feedback em timing correto, escolher pessoas para as posições corretas, dimensionar atividades e definir o número de pessoas necessárias para aquelas atividades, enfim, é quase uma arte para mim. Então eu vejo bons líderes perseverando por vocação mesmo, assim. E o desafio...
Para mim é a resiliência, é uma vez que defini minha carreira em liderança, eu persisto nisso, porque nem sempre o caminho é fácil. É uma estrada árdua de seguir, mas o final é satisfatório.
Posso falar por valor agregado? Porque eu concordo com tudo, mas eu queria puxar uma outra dimensão. Você é meu coringa hoje aqui. Que é bacana pra isso, assim, né? Em um determinado momento da minha vida profissional, eu queria muito sentar numa cadeira executiva pra ter time embaixo de mim, porque aquilo me fortalecia enquanto pessoa.
Eu quero ser o gerente, eu quero ser o diretor, eu quero isso. A minha responsabilidade é com o resultado, é com o budget. A grande virada de chave foi quando eu entendi que toda posição de liderança não tem responsabilidade direta com o resultado. É uma pegadinha. Ela tem responsabilidade direta com as pessoas. Você tem que saber sofrer com a decisão que você vai tomar.
E normalmente as piores decisões são decisões que você tem que tomar sozinho. Abrir um CD, fechar um CD, mandar alguém embora, não mandar embora, tal, não sei o que. Então essa capacidade de você ter na tua consciência que a responsabilidade de um líder está sobre as pessoas e não sobre o resultado, ela é fantástica.
E aí eu aprendi nos meus 12 anos lá de Pão de Açúcar junto com a Bíblia, e esse ensinamento dele, de fato, ele falou assim, Marcelo, as empresas são simples, elas são feitas de processo, tecnologia e pessoas. O crucial são as pessoas. Tenha pessoas no seu time melhores do que você. Vai resolver 90% dos seus problemas.
A tua obrigação é mantê-las motivadas, direcionadas, olhando para o propósito, olhando para isso e tal, não sei o quê. Muda um pouco o conceito de você ter a responsabilidade do resultado e assumir tudo para você. E aí você tem formas de fazer isso. Você pode ser mais grosseiro, menos grosseiro, não sei o quê, para a responsabilidade com pessoas. Que, de fato, no momento de crise...
são elas que não vão deixar a peteca cair. São elas que eu faço pelo meu líder e não pelo CNPJ. E eu acho que é isso que é primordial. É, a inspiração, né? Eu sempre brinco que eu sigo o amigo, mas não sigo a bandeira. É isso aí. Muitas vezes...
A bandeira mudou todo mundo. O amigo onde vai te leva junto. A bandeira tem que provar tudo de novo. Exatamente. Está bem bacana isso aí. Muito bom. Muito bom. Olha, ensinamentos. Não é? Nossa senhora. Profundo isso aqui, gente. Vamos até partir para a tecnologia. Muito tecnológico. Bora. Adoro tecnologia, gente. Adoro. Deixa eu até você fazer a pergunta agora. Depois disso. Estreia de Luciana Velar. Já puxei, já puxei. Adoro tecnologia. Gente, vamos lá.
IA, né? Raipado, todo mundo fala disso, ninguém gosta de falar de automação, é caro. Como que vocês lidam com isso, né? O que vocês entendem que vai, do ponto de vista de tecnologia, seja sistema, automação, o que for, mas dentro desse grande guarda-chuva de tecnologia, o que vocês entendem que é o que vai trazer maior impacto para a logística aí nos próximos tempos?
Eu acredito muito no ponto de vista de trazer orientado a dados. Quando a gente coloca a tecnologia a favor de trazer dados, até a nossa tomada de decisão começa a ser a mais rápida. A logística é muito pautada em eficiência. Não tem nenhuma pauta, não tem nenhuma roda de conversa que a gente não vai falar em escalonar com eficiência. E quando a gente fala de tecnologia, até para a logística, a gente vai falar muito de automação, de automação, e a gente... ...
trava muito nessa questão dos dados. Hoje, se a gente tem os dados até a curto prazo, on time que a gente fala, a tomada de decisão é muito mais rápida, seja por um caminhão travado em alguma região que teve algum problema de transporte, seja numa devolução de um cliente que a gente precisa ser mais eficiente na questão de colocar isso para dentro de CD pela experiência do cliente, como a gente faz isso. É muito pautado a esses dados que a tecnologia hoje coloca para a gente com muita facilidade. Então...
Trazer a tecnologia para a gente ter os dados a um time, de prontidão e para a tomada de decisão, acho que é muito o caminho que a logística e o supply está indo agora. A gente para um pouco de falar sobre automatizar o CD, sobre colocar vários robôs e a gente coloca a tecnologia a favor de gerar para a gente um conceito e até uma camada mais orientada à estratégia de dados. Vejo muito por esse sentido. Bacana. Super relevante, super importante. Muito importante.
Eu vejo na habilidade dos profissionais usarem a inteligência artificial, porque às vezes a gente pensa em grandes revoluções de processo, mas existe já muita coisa manual sendo feita que pode ser substituída. Então, profissionais que olhem para os seus processos e já pensem em inovação, mas não na inovação.
de coisas completamente novas, mas novas formas de pensar e novas formas de fazer sua rotina, né.
Eu gostei muito do que eu ouvi antes, assim, eu vou repetir que é, no momento em que tiver gente pegando no Excel, copiando e colando em outro lugar, é porque a gente já está precisando de inteligência especial no nosso dia a dia. E ter profissionais que consigam entender isso e fazer essas implementações, eu vejo super importante hoje.
Eu acho que IA não tem para onde correr. Você vai ter que aprender a lidar com isso. Ou você aprende a lidar com isso, ou você vai estar fora do mercado. Então, você precisa ser um cientista? Não. Mas você precisa entender o que é possível fazer. O meu ponto de vista é que a gente ainda está engatinhando com o tema.
A gente não sabe ainda o quão poderoso pode ser isso para solucionar os nossos problemas. Hoje a gente organiza a nossa agenda, faz e-mails automáticos e tal, mas se perdia tempo para fazer isso. Então, essa é uma questão.
Então, ter o olhar do IA e a necessidade de você aprender com isso, eu acho que é fundamental. Agora sim, há cinco anos atrás eu fui para uma semana na China para conhecer um pouco o ecossistema, mergulhei ali e tal, não sei o quê. E lá naquela época ele já falava que dado era o novo petróleo.
E assim, para mim eu saí com o conceito de que até então logística e supply movimentava a caixa. Hoje, para mim, logística é movimento a dado.
E quem consegue fazer gestão de dado, faz gestão de mercado. Esse é o pulo do gato na minha visão. Então, assim, ter obsessão por cada vez mais ter o dado correto, o planejamento é um exercício de errar. Eu sei que eu vou errar, mas eu quero errar menos, menos, menos. Então, assim, ter essa obsessão por cuidar de dados atrelado à potência que pode trazer uma inteligência artificial é você dominar um mercado que hoje...
é o universo azul. Não tem gente fazendo isso ali. E eu acho que a logística e o supply vai se transformar à luz dessas competências. Então, inteligência artificial e gestão do dado para você ter a gestão do mercado na ponta. Boa. Essa é a minha visão. Bacana. E na questão de universo de feiras e negócios, como é que você enxerga essa chegada da tecnologia?
Eu concordo 100% com o que eles falaram. A gente precisa de dados também. E aí, o Marcelo falando, a Jack falando, enfim, a Day falando, me veio o exemplo que ele falou no sentido da experiência do cliente. E aí ele trouxe um ponto que é fundamental. Se ele tem essa informação antes, a experiência do cliente vai ser melhor, porque ele vai remediar isso melhor. E aí, a indústria, a gente já fala há muitos anos sobre a tal da manutenção preditiva, preventiva, enfim.
E isso está revolucionando as máquinas absurdamente. E aí esse é o ponto, a gente ainda está gatinhando. E eu vejo os importadores versus os fabricantes e é isso. A gente ainda está gatinhando, a gente esbarra na questão. A IA vai tirar meu emprego? Esbarra nisso, assim, ainda tem isso. Só que é isso, quem não dominar vai ficar fora.
Aí vai perder o emprego. Aí vai perder o emprego de verdade. Tem uma IA nos Estados Unidos que você paga, se não me engano, acho que é 250 dólares, e ela faz tudo, absolutamente tudo para você. Você está com infiltração no teto da sua sala, você está com o seu carro quebrado, tem que fazer compra para casa, pagar o colégio das crianças. Você joga as informações lá, acredita um valor para ela, ela busca no entorno teu ali que se determinar, o cara para arrumar o telhado, o teto, o cara para arrumar teu carro, faz a compra do mercado, entregar na sua casa e paga a escola das crianças.
E você tem mais produtividade. Mais produtividade. Coisa de doido, né? Eu quero. Tem alguém que cuida de filho quando está doido? Nossa, eu também quero. Vim para casa. Esses robozinhos agora aí. Mas eu quero uma dessa, gente. Onde nós vamos parar, né? A gente está vindo aí.
Por mais que a gente fale, as pessoas ainda são fundamentais nesse processo todo, mas que dá um filho da barriga, dá, né? Chegar num hotel na China, um robô te cumprimentar... Eu posso falar, 58 anos de idade, a minha geração é a geração que viu tudo. Mais resiliente que existe. A gente viu absolutamente tudo. Eu fui operador de telégrafo, pra vocês terem uma ideia. Olha que legal, meu primeiro diploma foi da timografia.
Pois é, eu acho que a gente vem passando por tantas disrupções Veja quando surgiu a internet Todo mundo, ai meu Deus Gente, não foi isso Os primeiros computadores pessoais Também, meu Deus Acho que a gente se adapta e os novos problemas vão surgindo E novos caminhos vão sendo trilhados Verdade Então acho que a gente tem que ter um olhar mais de Deixa eu ver como é que, o que eu tiro de melhor Aqui dessa situação Aceita e segue O que você sente?
É, a vida segue, é isso aí. É apesar disso, né? Graças a Deus. É. Muito bem. Pô, que bacana. Muito conteúdo. Que timaço. Não é? Que timaço. Acertou, hein? A seleção desse time. Estou falando. E trouxe meu Coringa.
Tem isso também. Você mandou bem. Tem isso também. Pô, a gente está quase chegando ao final. Foi uma pergunta que vem bem geralzão. Um dos pilares do podcast é buscar talentos, ajudar a reter talentos em vários segmentos, em vários setores, e trazer profissionais do calibre de vocês.
Para dar uma palavra para a amiga, a gente já brincou no episódio anterior que muitas vezes quem está de fora olha para vocês e acham vocês inalcançáveis. Caramba, nunca vou chegar perto do... O cara é o executivo da CIMED? Pô, está nave rara. Nossa, é a Red da Feira, a FEMEC, a Mara América Latina. A Dai está na FIFS Morte. Não vou chegar nunca perto dessa aí. Não é assim que funciona, né? Então eu queria que vocês dessem na visão de vocês, né? Um conselho profissional. O que vocês diriam para...
Para essa galera mais nova que está chegando agora, que não tem a nossa residência, vou confessar a minha idade também, 5.0 Turbo, o que você diria para essa galera que está chegando? Como se preparar? O que precisa ser feito? Por onde seguir? Sem ter medo de errar, porque errar faz parte, é um aprendizado, né? O que você falaria para esse nosso público jovem aí que quer adentrar nesse mercado logístico e outros, né? Acho que o conselho vai para todos os segmentos. Eu comemoro o erro, tá?
Eu também. Eu acho que erro, ele é fundamental. A gente sabe exatamente o botão que a gente apertou pra errar. E quando a gente acerta, nem sempre a gente sabe o botão que a gente apertou. Mas o erro, ele é fantástico. E quando você erra rápido, melhor ainda. O que eu diria é assim, ó. Tem que ter vontade. Eu, quando entrei...
quando vem alguém do time, pô, Marcelo, me diz aí o que eu tenho que fazer, tal. Você tem que ter vontade de crescer. Você tem que ter vontade de aprender mais do negócio do que da área que você está atuando. Poxa, mas às vezes está na área de transporte, eu vou falar com o cara do recebendo, vai, vai aprender. Você tem que aprender. Você tem que ter vontade para isso, né?
Acho que soft skill é fundamental hoje. E eu passei por essa transformação. Eu não fiz uma faculdade de ponta no começo da minha carreira. Eu vim de baixo, como eu falei, terceiro filho, dificuldade e tal.
Mas o que me ajudou muito foi os meus soft skills. A minha capacidade de entender o cenário, de comunicar, de fazer ligações, de influenciar o entorno. E a minha competência técnica eu fui buscar depois dos 30, 35 anos.
O Pão de Açúcar, de fato, esse menino, acho que vai longe. E aí me pagaram o MBA, fui fazer cursos, tal, não sei o quê. Mas até lá, eu era uma pessoa que tinha muita vontade de aprender, de conhecer. Enfim, então, você tem que demonstrar essa capacidade. Eu não tenho dúvida nenhuma disso. Ninguém é dono da sua carreira. Quem é dono da sua carreira é você. Você tem que buscar...
sem puxar tapete de ninguém, isso não leva a lugar nenhum, buscando a melhor construção, faça networking interno e externo. É importante, ainda mais hoje que a gente tem uma série de...
de possibilidades de se conectar com as pessoas de forma diferente. Redes sociais, certo? Redes sociais, faça networking, entenda o que você pode ajudar, o que você pode aprender, esteja disponível. A disponibilidade, ela é... Você tem que dar um passo para a frente ou eu estou disponível? Você está pronto.
Não. Entenda que você vai crescer só pelo desconforto. Eu, experiência própria, só cresci pelo desconforto. Eu nunca estive 100% preparado para sentar nas cadeiras que eu sentei. Errei bastante e aprendi a comemorar os erros desse jeito.
De novo, olhando só para a minha visão umbilical, tenha um nível alto de vontade e tenha um nível alto de lidar com frustração. Você vai se frustrar. Às vezes você vai fazer demais, não vai ser reconhecido. Não desista. Continue.
continua e está tudo certo. É o desafio dessa geração. É a frustração. Eles não sabem lidar com a frustração. Como é que eu faço? Agora acabou o meu mundo. Agora não sei o que. Gente, depende de você, da tua vontade. E a terceirização. Eu não sou eu o chefe. Exato. Exato. E é isso. Eu vou. Sua visão internacional, Dai.
Te interrompi, desculpa. Eu vou construindo aqui para não ficar repetitivo. E eu adicionaria... Tenha bons patrocinadores, criar relações de confiança com as pessoas é importante, trabalhar com pessoas que confiam no teu trabalho também é importante.
buscar mentoria, aprender com outros profissionais, está muito em moda isso hoje, eu acho isso tão legal, poder acessar profissionais pedindo mentoria, quando eu comecei isso não se falava muito nisso, e é um momento que a tecnologia permite a gente acessar pessoas incríveis e aprender.
estar sempre disposto a aprender, acho que também chega num ponto de carreira que a gente acha que está dominando, mas aí vem lá e tudo muda, né? Então, estar naquela situação de que eu não sei e vou buscar saber durante toda a vida é super importante também. E...
E por último, entender que movimentos horizontais não são perdas. A gente não precisa crescer sempre. Às vezes o movimento horizontal traz tanta robustez que quando surgir o movimento vertical, você vai estar muito mais preparado. É verdade. Amplia, né? Amplia teu repertório. É porque a promoção não é só vertical, é só para cima, né? É verdade. Você, Jacque.
Eu gosto muito de uma frase que fala assim, quando a gente está numa sala, que a gente é o mais esperto da sala, a gente está na sala errada. Isso aqui é uma sala muito grata para mim, porque é uma sala de aprendizado. Então, eu gosto de me colocar naquela posição de aprender. E para esse profissional que está começando, é não ficar focado só numa área, num setor. Quando a gente consegue dominar em torno da gente, a gente consegue ser mais rico.
E eu sempre apliquei um feedback na minha liderança que eu falo assim, a gente contrata caráter e treina habilidades. A pessoa que está disponível, eu gostei muito da sua fala, quando a gente coloca disponível a aprender. Aquela pessoa que está disponível a aprender, muitas vezes ela vai ser...
tanto promovido no horizontal, porque aí ela sai de uma cadeira e ela vai para uma cadeira, e também é uma promoção, quanto ela está disponível na questão da pluralidade mesmo, de você falar assim, eu não sei, mas eu estou disposto a aprender.
Esse network é muito bacana, você sentar numa sala e falar, eu não sou o mais esperto da sala, eu estou ali para aprender, para gerar conteúdo e para contribuir com aquele conteúdo. Então é muito isso, a nossa gestão, a liderança é uma liderança muito solitária, a gente toma decisões.
Na maioria das vezes que a gente toma decisões solitárias, mas o ganho que a gente tem é você olhar para trás e falar assim, se a minha fila atrás tem pessoas que querem sentar na minha cadeira, poxa, então estou colocando um legado correto, eu estou gerando um legado para aquilo, estou gerando outras pessoas para sentarem também nessa cadeira, e a gente precisa ser muito transparente, é uma cadeira solitária, né?
É uma cadeira que gera muito essa questão de, ao tempo todo, a gente toma decisões, são decisões muito difíceis, porque a gente está naquele meio termo de colocar o que é melhor para a companhia e trazer as pessoas para entender o que é melhor para a companhia e também gerar toda essa pluralidade. Se você está sentado na sala, você é o mais esperto da sala, muda de sala, vai para uma sala para aprender, você está na cadeira errada, eu gosto muito dessa colocação.
E plagiar aquele filme, grandes poderes com a cadeira, atrai grandes responsabilidades. É um filósofo super famoso.
Peter Parker. Poxa, que bacana, que time, que conteúdo. Eu vou me comprometer aqui, junto com a minha produção, em trazer vocês novamente, que tem muito assunto. Demais, né? Muito assunto, muito assunto. Eu já quero, antes de encerrar, eu quero desejar muito sucesso a você, Marcelão, que está nesse médio de três meses. Já na Verrari, sucesso pra você. Obrigada. Você também reiniciando na Philips, diretamente da Argentina, agora, a gente quer desejar muito sucesso pra você.
Contem conosco para vocês precisarem. Podcast, painel. Está à disposição de vocês. Stefânia, depois de muito tempo... Consegui. Consegui trazer você para cá. E também num dia muito bacana, muito especial. A gente comemorando aí. Eu acho que o dia das manhã é uma bobagem. Eu acho que o dia das manhã é todo dia. Todo dia a gente tem que... Graças a Deus vocês existirem.
em trazer uma visão diferenciada de mundo, para que a gente possa aprender. Aqui hoje foi legal que a gente fez um contraponto, a gente trouxe só o Marcelo de convidado nesse cenário aqui, que deu um ponto bacana, da visão incrível que ele tem, e vocês, o contraponto de vocês. Acho que foi um aprendizado, uma troca muito válida, muito... Super rico. Muito rico, exatamente.
E eu queria pedir para você que está nos assistindo agora, já curta, compartilhe esse conteúdo que está incrível, comenta lá, manda mensagem para a gente, faça pergunta, a gente manda pergunta para eles se vocês quiserem. Sigam lá o Podcast Vlog no YouTube, nas redes sociais, estamos em Spotify, Amazon Prime, estamos em tudo. Podcast Vlog, onde a inspiração, inovação e pessoas movem a logística, movem o mundo. Pessoas são chave para tudo.
Daqui. Aliás, quero agradecer também a chegada do nosso novo parceiro a Clave Consultoria. Está conosco. Agora você sabia disso? Pois é, fiquei sabendo. A Clave Consultoria chegou no pedaço.
Agradecer a você por ter aceito o nosso convite, essa parceria que também está nascendo agora. Eu já desejo muito sucesso a você, aos nossos convidados que traremos aqui para essa troca, acho que é muito importante. O mercado muitas vezes nos vê só em ação, em operação, correndo para ver para cá, passa em feira, oi, tudo bem, não, já volta aí, vai embora que não dá tempo para nada. E acho que esse é um momento curto, mas muito forte, muito positivo de troca de experiência, de conhecimento, de aprendizados.
Eu fico muito feliz, até me emociono com um negócio desse aqui, que nasceu de uma necessidade da pandemia, de tentar fazer alguma coisa para monetizar e tentar sobreviver com a empresa, de te dar sorte, de ter pessoas que toparam a ideia. Hoje eu trouxe uma aqui que é muito especial para mim, apesar de você não saber disso, estou te falando agora ao vivo, para todo mundo ficar sabendo.
pessoas que marcaram muito minha vida, como você também, que está aqui comigo hoje, parceiraça, você que adentrou no meu coração de uma forma incrível também, muito obrigado, já que você também tem tudo com a gente, e Day, que eu tive que ficar atrás de você na Argentina, para ter você com a gente aqui, muito obrigado pelo teu aceite, viu? Obrigada.
É isso aí. Curta, compartilhe. Esse é o Podcast Log, o maior podcast da logística brasileira, impactando 3 milhões e meio de pessoas, graças a Deus, e crescendo. Também fica fácil com o time maço desse que a gente traz aqui. Pessoas que são praticamente um case de sucesso por si só. Eu vejo vocês na próxima edição do nosso episódio especial, que eu não vou dizer o que é. Vou conversar com a nossa parceira aqui agora, que vai ter muito mais ideias, como eu costumo dizer para os seus mais chegados a mim.
Seja qual for o tamanho da sua insaniedade, conte com a nossa loucura aqui. Grande abraço, até o próximo episódio.
Pudkashvagi. Até logo.
Bertolini
CIMED
Clavê Consultoria
Dock Steel
Emplaca
Instituto Painel Logístico
Mosaic Brasil
Philip Morris