#62 - Entrevista Chris Young (Crashdïet, Midnight Danger)
Tivemos o prazer de receber Chris Young, baixista do Crashdiet e criador do Midnight Danger, no nosso podcast para um bate papo.
Nesta entrevista, falaremos sobre a sua entrada no Crashdiet, o disco novo da banda, a turnê na América do Sul, sobre o Midnight Danger e muito mais.
Apresentado por Rafael Capellari e Matheus Pavanelo e participação de Chris Young.
- Entrada de Chris Young no CrashdietConvite para substituir Peter · Problemas de saúde de Peter · Turnê na Finlândia com Midnight Danger · Show na Alemanha · Ensaio e aprendizado de músicas · Vibe da banda durante os ensaios · Show de 20 anos do Restless Lizzy · Recepção do público no show da Alemanha · Show na Finlândia · Integração com o novo line-up · Aceitação do público brasileiro · Comparação com épocas anteriores da banda · Lançamento do novo álbum e músicas · Formação atual da banda · Processo de gravação do álbum · Músicas favoritas do álbum · Recepção das novas músicas nos shows · Experiência no Monsters of Rock Cruise · Amizades com outras bandas · Expectativas para shows no Brasil · Setlists para shows no Brasil · Músicas antigas e novas do Crashdiet
- Midnight Danger e carreira solo de Chris YoungCriação do Midnight Danger · Turnê europeia com Midnight Danger · Estratégia de lançamento de singles · Proposta de gravadora de metal · Direcionamento para o público de metal e hard rock · Logística e produção de shows do Midnight Danger · Exploração de sons synthwave e retrowave · Conexão entre Sleaze e Synthwave · Influências musicais de Chris Young · Produção musical e sintetizadores dos anos 80
- Influência MusicalCena Sleaze e Hard Rock · Cena Synthwave e Retrowave · Influências dos anos 80 · Músicas de Lady Gaga e Sabrina Carpenter · Produção musical de Jack Antonoff · Música de terror e sintetizadores
- Viagens e Imersão CulturalTurnê com o Heat · Monsters of Rock Cruise · Interação com outros músicos no cruzeiro · Visita a Porto Plata, República Dominicana · Comida local e cerveja brasileira em Porto Plata · Amizade entre bandas suecas
Fala galera, Rafa na área, está no ar mais um episódio do nosso podcast Hora da Farofa. Pessoal, antes de qualquer coisa da gente iniciar aqui, quero agradecer a todos vocês que nos acompanham pelo apoio, essa semana a gente recebeu bastante feedback com o programa de melhores discos dos anos 70 e é sempre muito bom ter essa interação com vocês. Então, muito obrigado mesmo a todos vocês por estar fortalecendo a gente com o nosso projeto aqui.
Também, galera, peço que sigam nossa página no Instagram, arroba Hora da Farofa. A gente sempre posta os episódios lá, então, confiram lá.
E meus amigos, hoje temos um convidado especial demais aqui no Hora da Farofa. Eu tô muito empolgado em apresentar pra vocês. Nos acompanhando nesse bate-papo de hoje, está aqui Cris Young, baixista do Crash Diet, criador do Midnight Danger. Cris, seja bem-vindo, é uma honra pra gente estar recebendo você aqui, a gente tá bem feliz, então seja bem-vindo, cara.
Cara, obrigado. É o meu prazer. Eu que agradeço o convite. É uma satisfação estar conversando com vocês. Rafael, Matheus. Conheço faz bastante tempo já, né? Então é um prazer aí. Muito obrigado, cara. Pessoal, e aqui também está o Matheus. Presença confirmada semanalmente no Hora da Farofa. E aí, Matheusão. Tudo certo por aí, cara?
E aí, Rafa, beleza? E aí, Cris? E aí, Cris Young! E aí, Cris Young! Galera, bom dia, boa tarde, boa noite. Estamos aqui em mais um episódio. Esse é realmente muito especial pra nós. Semana de lançamento desse álbum tão aguardado, né? Eu que sou um fã de carteirinha do Press Diet, minha banda favorita há muitos anos. Então, estar aqui com semana de estreia do disco e com a presença do Cris é realmente muito gratificante pra nós.
Obrigado pelo feedback do último episódio. Ficou muito bacana. Vocês gostam muito de episódio Top 10. E foi o episódio menos glam que já fizemos de todos. Anos 70 estava tudo se formando ali, mas vocês curtiram pra caramba, comentaram bastante com a gente. E nos sigam nas redes sociais, no Spotify, no Apple Podcasts. E quem quiser entrar no nosso grupo do Instagram também, manda uma mensagenzinha ali no nosso grupo do WhatsApp, nos manda uma mensagenzinha ali na página que a gente adiciona a vocês. Isso aí.
E hoje a gente vai seguir aqui então num formato um pouquinho diferente, né? Vamos bater esse papo aqui com o Cris, um formato de entrevista. Mas, Cris, pode ficar à vontade aí pra falar o que você quiser, pra não ficar algo engessado também, e a gente vai levando, beleza? Beleza, mano. Valeu. Vamos iniciar a sabatina, então. Bora. Quer começar, Matheus? Perguntando?
Cara, vou ser bem direto ao ponto, eu acho. Toda essa questão, né, cara, da efervescência da cena, tu que sempre foi muito identificado com o Christy Dite, já participou de show deles no Brasil muito tempo atrás, né? Tu já tá na cena há bastante tempo, o teu canal foi sempre muito importante, sempre postando os covers e tal. A questão da guitarra, do David, cara, tu sempre foi muito, muito, muito identificado com a banda. E eu acho que o teu nome era muito natural.
em algum momento pra substituir o Peter na banda e tal. Conta pra gente como é que foi a questão do convite. Como é que ele surgiu, por que que veio, a hora que veio. Cara, assim, começou a rolar mesmo no ano passado. O convite que foi o principal, que levou essa formação da banda hoje, foi no ano passado.
Mas eu fui convidado outras vezes já pra substituir o Peter em outros shows do mês no passado. E acabou não acontecendo. Infelizmente o Peter tem tido uma série de problemas de saúde, questões familiares e tal já há um bom tempo. Então tem sido bem difícil pra ele conciliar a banda com a vida dele nos últimos anos. Eu acho que as pessoas perceberam isso e tal. Então é a primeira vez que eu fui chamado pra...
Pra substituir o Peter foi há três anos atrás, alguma coisa assim. Foi o Martin que entrou em contato comigo. E aí eu disse, cara, top, tô dentro. Só que aí eu não me lembro que foi uma questão de logística, ia ficar meio complicado, tava em cima da hora. Não era só porque tava em cima da hora, mas tinha um problema logístico e no final eles acharam melhor cancelar aquela turnê, aquela sequência de shows que eles iam fazer.
E aí não rolou. Aí depois, em 2024, eu tive um novo convite do próprio Peter. O Peter entrou em contato comigo falando que ele não ia poder fazer uma turnê na Finlândia e perguntando se eu poderia substituir ele e tal. Mas eu tava saindo pra turnê com o Miss Night Danger. Foi uma turnê europeia que a gente fez de quase 20 dias. 18, 19 dias. E no dia seguinte eu tava saindo. E o show era dali 5 dias.
E aí eu não tive como pegar. Foi, tipo assim, aí foi a primeira vez que não rolou, eu falei, tô dentro. Não foi. Aí eles cancelaram o trinete. Dessa vez, tipo assim, era eu que tava tendo que dizer não. E aí eu falei não, tipo, com uma dor no coração, assim, e tal. Falei, puta, eu faria isso, né? Ajudaria a banda e seria legal pra mim mesmo, né? Uma realização pessoal, fazer isso e tal.
Mas tive que dizer não, porque, enfim, não tinha como cancelar a turnê do Minor Danger. O Minor Danger é tão importante pra mim quanto hoje em dia. Enfim, tanto tempo também organizando a turnê. O ano de 2024 inteiro foi na função de organizar essa turnê europeia que a gente fez com o Minor Danger. Então não tinha, não tinha como cancelar. E eu tive que dizer não. E eles fizeram o show, se eu não me engano, cara, quem que foi que tocou aqui nos shows?
Acho que foi o baixista do Confesso, que é a outra banda do Elliot que fez o show.
E aí de novo, no ano passado, em setembro, era uma quarta-feira, eu me lembro, e eu recebi uma mensagem de manhã, na quarta-feira, do Martin. Assim, a Call Me, It's an Emergency. Me liga, é uma emergência. Aí tá, eu liguei pra ele, e aí ele me disse, ó, tem esse show na Alemanha no sábado, ou seja, dali três dias, né?
E o Peter tá com problema, ele tava no hospital até na época, ele foi parar no hospital por causa de um problema nas costas que ele tem já há muitos anos e tal, e ele não vai poder fazer o show. E aí perguntou se eu aceitava fazer, eu falei, cara tô dentro, beleza, passo o show e tal. E aí ele, beleza, tem como passar o setlist? Aí ele me mandou 12, 13 músicas, né, e beleza, eu já tocava os covers antigamente, mas tocava na guitarra, né.
E também há muitos anos sem tocar essas músicas. Claro que pra mim sempre foi natural tocar Crash Diet. Eu escutava uma música e eu já sabia como é que... Não sei, tem alguma sintonia estranha que eu não preciso ficar parando pra tirar a música. É meio que automático. Eu já sei como é que funciona. Até falei disso, Martin. Cara, eu sei exatamente como é que tu compõe os prós. Crack the code, tá ligado? Eu já sei como é que é esse riff aqui, entendeu? E eu já sei como é que tu pensa pra fazer esse riff.
E aí, só que no baixo Também é diferente, entendeu? E aí ele passou 12, 13 músicas pro show No sábado 13 dias depois Mas aí ele falou assim, cara, se tu puder vir No ensaio hoje à noite É melhor
Aí eu olhei o horário assim, a sala de ensaio longe, uma hora e meia daqui, ou seja, tem que sair de tarde ainda, então das 11 da manhã até as 4 da tarde eu aprendi 12 músicas. Eu acho que tinha um 13 e uma eu deixei de fora, mas assim, de novo, eu já conhecia as músicas, eu sei como são as músicas, eu não preciso decorar as partes das músicas, eu sei como elas são e eu precisei aprender o baixo delas.
Mas mesmo assim, cara, 12 músicas em 5 horas. Nem almocei, só na hora eu já peguei e sentei o baixo. Sentei com baixo e comecei a tocar, entendeu? E aí eu cheguei no ensaio, cara, e tava uma bad vibe do caralho, assim, tá ligado? Tava muito bad vibe. E eu entendo isso, os caras estavam muito pra baixo, porque, enfim... Quem conhece o Crash Diet há muito tempo sabe da quantidade de problemas e de tragédias que aconteceram ao longo dos anos, né?
Então eu cheguei lá Eles estavam assim, puta, vamos desistir Chega, não desisti mesmo Mas cansei desse troço aqui Porque era um show importante Esse da Alemanha, claro Imagina ter que cancelar mais um show Vocês lembram quando cancelou o Trené no Brasil Adiou e adiou Adiou, cancelou De formação, um monte de coisa Então é sempre um saco isso aí E aí os caras Não estavam aguentando mais essa vibe Entendeu?
Cada hora era uma coisa. Mas não era só por causa do show da Alemanha, porque dali alguns dias tinha o show de 20 anos do Rastings Lizzy, que é o primeiro álbum da banda. E era um show muito importante pra banda. Nesse show, tipo assim, estava anunciado já desde o ano anterior. O Midnight Danger fez a abertura do show, então eu já estava envolvido de alguma forma com esse show. Mas é um show que estava esgotado.
tinha gente vindo de todos os lugares, do Japão, dos Estados Unidos, eu encontrei gente do Brasil, que saiu do Brasil pra ver o show. Então, Brasil, Japão, Estados Unidos, toda a Europa, galera vindo de tudo que é lugar pra ver o show. Aí tu imagina assim, menos de uma semana antes, vamos ter que cancelar o show. Acabou a banda, cara. Mais uma vez, entendeu? Então eu entendo que tava essa bad vibe desse jeito. Mas enfim, isso não foi mencionado na hora.
Eu cheguei empolgado no estúdio, a gente fez um ensaio, fez o que tinha que fazer, e voltei pra casa, óbvio, aí alinhei algumas coisas nas músicas que eu tinha, alguns detalhes ainda que eu precisava e tal, e aí no sábado a gente foi pra Alemanha pra fazer o show. E aí já foi bem diferente a vibe, cara, aí eles já estavam mais empolgados, entendeu? Ah, o show vai acontecer.
E foi muito legal, foi muito legal, porque eu sou amigo dos caras há muito tempo, mas eu não conheci o Elliot, por exemplo, que é o vocalista desse novo line-up, nunca tinha encontrado com ele antes, nunca tinha conversado com ele. E o Michael, que é o irmão do Martin, o baterista, eu também, como é um line-up mais novo da banda, eu também não tinha contato com ele. E assim, a gente já conversou algumas vezes, se encontrou algumas vezes.
Ele, inclusive, já foi baterista do Midnight Danger num vídeo que a gente gravou.
Então, mas eu nunca tinha Sair pra conversar, tomar uma cerveja E quando a gente foi pra Alemanha Foi meio que nessa vibe, foi divertido pra caralho A gente teve uma boa sintonia E a gente foi Fez o show e o show rolou legal O show foi muito bom mesmo E a galera veio falar depois, veio conversar com a gente Foi um feedback massa de show Não foi aquela coisa assim Vocês estavam quase morrendo no ensaio puta
Ah, cadê o Peter? Não sei o que. Ah, tem que falar de informação, a galera sempre reclama de alguma coisa, né? Mas não, o pessoal veio de boa conversar com a gente. E aí, tipo, rolou muito legal. Depois que a gente voltou da Alemanha, aí que eles fizeram convite pra outra semana, pro Rastens-Lize. E depois do Rastens-Lize, no dia seguinte, a gente tinha um show na Finlândia, né? E aí quando eles me falaram, cara, o Peter tá no hospital, ele não vai conseguir ficar, se recuperar em tempo, né? E a gente... ...lo que...
quer saber se tu tá dentro do próximo show eu falei, cara, eu tô dentro, eu já ia tocar com Miss One Danger enfim, foi massa na Alemanha eu sei o que eu tenho que fazer, e aí de novo, mais alguns dias pra pegar daí eu tive que pegar todas as músicas do Resting Lisa, porque a gente tocou todo o álbum e mais as músicas do outro show então foi um show longo foi quase uma hora e meia de set list
E aí, comparado com 55 minutos, que normalmente é o 7, né? E aí, no final da história, cara, a gente ensaiou de novo, aí já tava uma outra vibe, porque eles viram que o show ia rolar, tava esgotado e tal, e quando a gente foi tocar, cara, quando foi rolar o show, eu fiquei um pouco... Assim, eu tava empolgado, óbvio, mas eu tava um pouco apreensivo também, porque a gente sabe como é que é, né, velho? Tipo...
vai ver uma banda, você tá esperando ver uma banda, tá? E daí, não é... Alguém teve que ser substituído, alguém não foi, então, vai, vai curtir, mas eu, particularmente, se eu vou ver uma banda e acontece um negócio assim, eu já fico meio, ah, puta, não é o que eu paguei pra ver, tá ligado? Não é o que eu queria ver, eu queria ver o troço clássico aqui, ou então, pior ainda, quando o cara substitui uma banda num festival, um negócio, tá indo pra ver aquela banda e não, não vai mais tocar, põe outra banda pra tocar e tal.
Eu fico de cara, particularmente, entendeu? Então eu fiquei pensando da perspectiva do público. De repente o pessoal vai achar chato ir lá ver 20 anos do Resting Sleaze. Não é só o marketing da formação clássica, entendeu? E achei que talvez o show fosse até ficar meio negativo. O pessoal vai falar, ah, é, foi legal, mas era uma banda cover de Crash Diet tocando. Porque em outras situações eu escutei isso do Crash Diet. Eu vi pessoas falando isso do Crash Diet, né? Em outras ocasiões.
E aí, cara, no final, assim, quando eu subi no palco, quando eu entrei no palco, e aí fiquei de frente pra casa cheia, pela segunda vez que eu já tinha feito isso com o Mid-Danger uns minutos antes, né? Naquele momento de, com o baixo na mão, entendeu? Vou tocar com o Crash Diet e tal. Na hora que eu entrei ali e a galera começou a vibrar e gritar e tal, e aí
Aí eu já senti aquela vibe na hora, falei, cara, isso vai ser muito massa, isso vai ser muito foda. E foi um dos shows na minha vida, cara, que eu não fiquei nada nervoso em nenhum momento, zero ansiedade. É normal isso, até com o Biz Night Danger, que eu já domino bastante. Sempre tem uma ansiedade antes do show, se isso vai dar certo, como é que eu vou fazer isso, puta, aquela partezinha ali, combinado com a performance. Agora esse show do Resting Liz, do Crash Dirt, cara, quando eu entrei no palco, a galera gritou ali,
eu fiquei assim, cara, eu sei exatamente o que eu tenho que fazer. Parece que eu tô há 20 anos treinando por isso aqui. E eu sei como é que vai funcionar esse show, entendeu? E aí, velho, o show rolou muito bem. Foi sucesso total o show, entendeu? A galera ficou muito satisfeita. E os servios todos foram bons. Os produtores que estavam na casa de show viram o show. Tanto é que foi assim, a gente...
Tava na casa de show ainda Um cara de uma produtora Que veio e falou Esse ano que vem vocês vão tocar no Sweden Rock Festival Eu nem tava na banda oficialmente Eu tava tocando naquele show E aí o cara falava Esse ano que vem vocês vão tocar no Sweden Rock Festival E aconteceu A gente vai tocar no Sweden Rock Festival daqui a pouco Porque o show foi bom, a resposta foi boa Sintonia com a banda E eu lembro, cara, que a gravadora atual Do Crash Diet E aí
porque o Peter não foi, eles nem apareceram no show, eles iam com equipe de filmagem pra documentar o show e tal, mas eles acharam que ia miar demais, entendeu, e nem foram no show. Mas depois eles viram que teve uma repercussão boa e já saíram compartilhando um monte de coisa do show, que foi do caralho, enfim, aí foi isso, no dia seguinte a gente foi pra Finlândia, fez o show na Finlândia, foi bom pra caralho também, a gente já veio dessa vibe, dessa energia, já era um grupo ali, entendeu, a gente não tava mais aquela coisa, tá?
vamos fazer o show, eu tô ali estranhando a banda, os caras me estranhando, não, a gente já tava um grupo ali, entendeu? E enfim, aí foi tudo certo, então, no momento que ele, que chegou na conclusão de que o Peter não ia fazer parte desse capítulo da banda, eu acho que a conclusão mais óbvia pra eles foi me chamar pra entrar no lugar dele e assumir o baixo, e não só como, acho que por causa desse entrosamento, entendeu? Não só...
assim, a banda somos nós três e ele vai vir fazer os shows. Não, eles fizeram questão de que eu fizesse parte de todos os processos dali pra frente, entendeu? E eu acho isso muito legal, porque, enfim, de novo, eu sei do que a banda se trata em questão visual e em questão sonora e tal, então é um prazer pra mim, uma honra pra mim fazer parte disso e eu acho que eles confiam bastante no que eu faço também. Fico muito feliz por causa disso.
Longa história, mas foi meio que isso. Cara, um adendo pra tua história, inclusive, eu gostaria de agradecer o Patrick, da Ninetone, que nos mandou o disco antecipadamente, foi muito solista pra gente. Duque nos botou em contato com ele e com o Martin, inclusive, tá? Agradecer de coração, porque, cara, pra gente poder receber o disco antes, a gente é um projeto pequeno e tal, estamos muito...
muito feliz e muito grato por isso. Então, é isso. Fiquei feliz. Adorei a história, cara. O cara que é fã é sensacional. Justamente por essa questão, eu acho de tu... Eu entendo que tu tivesse o medo, cara, mas, porra, eu tenho visto a galera muito, muito, muito, muito, muito empolgada. Eu acho que, cara...
formação da banda agora tá muito foda, muito, muito, muito não querendo puxar saco, porque eu não tenho que puxar saco de ninguém tá ligado, é realmente porque cara, eu sou fã da banda há 20 anos já cara, quase, e aí tipo, assim, dos lineups, cara, a sintonia entre vocês, as lives que vocês têm feito, tipo porra, não era o pôr tomando uma cerveja respondendo besteira da galera, assim, sabe
tipo, se tornou uma coisa natural, sabe a entrada do John na banda já foi muito foda eu acho que ele combinou pra cacete com a banda, cara, então assim, ó e a tua vinda agora pra substituir o Peter eu acho que, cara, foi muito, eu acho que não teria ninguém melhor pra fazer esse papel, sabe eu sinto que, porra, cara, eu tô muito empolgado pra ver os shows, muito, muito tanto que eu comprei no Buenos Aires também, eu vou ir nos três vai ser massa, vai ser massa eu tô preocupado só com o calor, né, cara
fazer Vizu no Brasil em janeiro nossa, tava tão fodido tão fodido e eu falei isso ainda, aí o Martin falou tá, mas o que a gente faz, a gente recusa os shows eu falei, não, vambora, né vamos fazer e aí a oferta mas putz, se tivesse vindo se fosse pra primavera, tá ligado tipo, sei lá
Outono, melhor ainda. Já está começando a desviar, está vindo daquele calor, entendeu? Enfim, vamos lá. Até mais.
Uns anos atrás teve o Pretty Boy Floyd aqui no Brasil, né? Acho que foi em 2024, foi em março. Ah, os caras se apresentaram, tudo maquiado, tudo no visual. Foi legal pra caralho. Eu lembro que teve o Crash Diet no Brasil em março também, uma vez. E, tipo assim, foi São Paulo e Rio de Janeiro. E, nossa, o show do Rio de Janeiro foi simplesmente absurdo, cara.
Absurdo. Mas assim, eu tô esperando eu não sei como é que são essas casas de show que a gente vai tocar, tô esperando que vai ter ar-condicionado direitinho no palco e tal, no Rio de Janeiro, nessa teatro de ceia, eu acho. Ou não tinha ar-condicionado, ou não tava funcionando, ou não dava conta, pode ser isso.
Eu acredito que os dois locais do Brasil são climatizados, cara. Ah. Tanto o Rock Bar e o VIP Station. É, eu acho que acredito que os dois são... Eles têm recebido bastante gente, né? Então, tá recebendo bastante banho, então acho que ele deve ser sim.
Cara, esse negócio que o Matheus falou, que a galera tá curtindo a formação da banda, pra gente que é brasileiro é mais legal ainda, né? Eu percebo que a galera se mobilizou muito mais agora por conta de você ter entrado na banda. E você percebe isso, dos fãs brasileiros estarem bem ativos, assim, por conta da sua entrada na banda? Ou não?
Cara, eu percebo sim, eu percebo sim, né, até, assim, não, imagina, não, não, imagina se o músico hired gun, né, o cara contratado pra entrar na banda, não tem nenhuma conexão com a banda, mas, ou tem só, assim, sabe que banda que é.
tem uma amizade com um ou outro ali e tal, é chamado pra entrar na banda qualquer feedback é feedback mas, então, pô, legal mas eu acho que de onde eu venho, da posição que eu tô hoje, o que eu conheço da banda, o que eu participei desde o início do Crash Diet ficando conhecido no Brasil então, acho que dá pra fazer dá pra comparar as épocas, né
Então eu percebo isso sim, cara. Eu acho que 2008, que foi o primeiro show do Crash Dice, depois de 2010, foram anos excelentes pra banda. E tinha um público viciado demais na banda. Era febre, né? Os caras eram doentes pro Crash Dice. Eu era um deles. Enfim, então essa época foi...
foi sensacional pro Crash Diet. E depois, com o passar do tempo, acho que depois que o Simon saiu, aí o negócio começou a ficar meio que assim e tal. Deu pra perceber isso, entendeu? A galera começou a se dispersar um pouco. Claro, alguns é porque abandonaram o gênero de forma geral, entendeu? Não passou muito tempo disso. Nós estamos falando de 2008 pra cá, são 18 anos.
Então muita gente foi ficando com atraso Parou de escutar não Crash Die Parou de escutar Sleaze Parou de escutar Hard Rock Então A coisa foi meio que dando uma apagada Depois tiveram os problemas do show do Brasil Também De 2020, 2021, 2022 Aquela coisa toda Então uma galera ficou Viu que assim não se falava mais em Crash Die Ninguém compartilhava mais Interagia mais, era muito raro Entendeu?
E aí no momento que a gente anunciou o novo line-up, o pessoal, opa, peraí, o que é isso? E aí saiu a primeira música, Satisfaction, eu acho que...
ali deu aquele soco de novo e acordou a galera, sabe? Claro, eu acho que a febre lá de 2008, 2010 foi diferente, foi maior, eu acho mesmo, entendeu? Porque era totalmente novidade o negócio. Mas eu acho que, puta, a gente tá começando agora, entendeu?
começando agora com esse line-up o álbum tá saindo, o álbum não saiu ainda esse é o lance, não tem álbum tem algumas músicas, vamos ver agora que saiu o álbum a gente pode chegar naquele nível de novo, chegar perto daquele nível mas tá melhor do que tipo assim, a Deo ressuscitou a coisa um pouco e tem uma outra coisa que eu acho também que é especial no Brasil mas só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só que só
pra várias pessoas de fora do Brasil também, que é assim, de novo na história do Hired Gun, o cara que é contratado pra entrar na banda e substituir um show. Isso acontece com várias bandas, né? Substituir um show, substituir alguém numa banda por um período, ou pra entrar na banda mesmo, e o cara fica anos na banda parecendo ser Hired Gun, né? Tipo, por exemplo, o Trujillo no Metallica, o Trujillo pra mim até hoje não parece.
e beleza, demorou muito tempo pra ele começar a parecer que ele é tratado junto da mesma forma, mas parecia que o metade que era os três e tinha aquele cara ali junto, entendeu? Talvez não fosse a ideia, mas, enfim, tinha uma cara, pelo menos no início dos primeiros anos, e muitos anos, tinha essa cara de hard gun, era um cara que tava ali pra preencher aquela lacuna na banda só.
desculpa quem é fã do Metallica e do Trujillo mas é o meu ponto de vista da coisa então quando vem é normal acontecer isso e isso que o Trujillo ainda vinha de outras bandas às vezes é um cara totalmente desconhecido no caso do do Crash Diet eu tenho essa conexão com a banda já há muitos anos então muita gente já me conhecia eu tenho
pela amizade com eles, por ser fã da banda, por divulgar a banda, por...
ajudar a galera a conseguir merchandise no Brasil, entendeu? Me ajudou, inclusive, já. Eu nem lembro, cara, mas era assim. Todas as vezes que eu comprava, eu mandava uma mensagem, cara, ó, pega, manda um autógrafo. Cara, eu tenho uma pá de autógrafo, coisa do Pestite aqui, pet, coisa que tu mandava, muito bom. Muito obrigado, inclusive. Mas eu fazia isso por ser fã mesmo da banda, entendeu? Por curtir muito o trabalho e fazer...
de coração mesmo, é verdadeiro o troço, entendeu? E aí, então, uma pessoa nessa situação que no final acaba entrando na banda, a galera já toma meio como de casa, entendeu? Já é de casa. Eu sei que não é assim pra todo mundo. Óbvio que tem gente que torceu o nariz, óbvio que tem gente que não me conhecia, mas eu acho que de forma geral é um rosto familiar, é alguém familiar, entendeu? Que tá participando ali.
E outra coisa também, tipo assim, o Peter se mudou de Estocolmo, né? Ele mora um pouco longe agora e tal. Então é normal perder contato e tal, mas por muitos e muitos anos a gente estava junto três dias na semana, entendeu? Então a galera acostumada vê eu e o Peter junto também. Quem acompanha um pouco mais, né, claro.
Então o pessoal se acostumou a ver. Então, tipo assim, ah, puta, se passaram pro Chris essa missão, tá todo mundo de acordo com isso. Até o próprio Peter. E é verdade. Tanto é que numa das vezes pra substituir ele foi ele mesmo que me chamou, entendeu? Então, acho que... E aí pra galera do Brasil que acompanhou mais, me conheceu um pouco melhor...
tem esse outro aspecto mesmo, o pessoal acaba tendo essa outra conexão com a banda, acaba tendo uma conexão de novo com a banda, por causa disso, entendeu? Cara, eu, inclusive, falando enquanto fã, não só por estar aqui agora te entrevistando e tal, eu confesso que eu tinha uma época ali, e eu tava em outros projetos na vida, eu também tava tocando na noite, assunto que não era rock, tava, vou voltar pra outros estilos, assim, mais pro pop e outras coisas, sabe?
E eu, cara, dei uma boa largada no Press Diet por alguns anos, assim, nos últimos dois álbuns. O Gabriel, eu realmente não me empolguei. Acho que são bons discos, sabe? Acho que o processo de composição do Press Diet é muito legal. Mas isso é uma coisa que eu conversei com o Rafa, isso no off hoje de manhã, assim, sabe?
Eu acho que o atual disco, puta, cara, ele é um baita não, tá? Eu acho que o Martin acertou pra cacete. Cara, quando eles lançaram o Serious Faction, eu digo, cara, isso aqui é o Press Night. Tipo, cara, não podemos ser humildes. É a maior banda de Sleaze, tá? Querendo ou não. Absurdamente, tipo, é uma referência total no estilo, no gênero. Não só pela música, mas também pelo visual, que eu acho que sempre foi uma marca muito importante da banda.
E eu acho que nos últimos discos, como eu falei, eles são muito bons. A técnica do Gabriel era bem legal, mas tava uma coisa um pouquinho mais pasteurizada, sabe? E agora não, cara. Agora é aquele Crash Diet lançando tendência de novo. Tipo, porra, we are the kids of the underground, entendeu? Tipo, foda-se, sabe? Tipo, uma coisa mais natural. E eu acho que essa atual formação traz muito isso, sabe? Aí a galera vai pensar, mas o Michael só entrou porque ele é irmão do Martin.
Aí o John só porque ele era vocalista do Confess. Aí o Chris só porque era amigo. Porra, não tem nada a ver, sabe? Eu acho que...
tudo muito, muito, muito natural. Então, isso me deixa muito feliz enquanto fã também. E, cara, eu acredito que quando tu entrou na banda, o álbum já tava todo composto, mas como que foi o processo de gravação? Fala pra gente aí. Cara, é rápido. É aprender e gravar.
É basicamente copiar o que tá ali, entendeu? O que tá na música. Porque, tipo assim, o álbum já tava... Já tava esperando pra ser finalizado já... Mais de um ano, entendeu?
Então, tipo, tinha a pré-produção das músicas já, não tinha tempo de... Não teve tempo de... Ah, vamos trabalhar isso aqui e tal. E honestamente, eu nem faria, cara. Porque, assim, o Martin é um grande compositor, ele sabe o que ele tá fazendo. Então, não tem porquê pegar e...
trabalhar de novo, não, vamos conversar essa parte aqui, coloca o teu estilo aqui, coloca o teu estilo aqui. É o estilo da banda, eu sei do que a banda se trata, entendeu? Então, basicamente é isso, é aprender, sentar e tocar, só que, e é tão rápido que, tipo assim, ó, você aprende uma música pra fazer uma gravação tal.
E foi E aí tipo, a gente não tá ensaiando As músicas Eu tenho que depois pegar e tirar a música de novo Ah, vamos tocar essa música ao vivo Eu tenho que ir lá e relembrar Como é que a gente tava fazendo A sorte é que tem vídeo de gravação Aí eu consigo até ver que eu tava tocando Entendeu? Aí fica mais fácil A gente vai tocar A gente A gente chegou a ensaiar algumas vezes Chaos Magnetic E aí
Mas foi esse negócio que eu falei. Aprende a música e grava. Aprende a música e toca. E depois, na função dos shows e tal, que a gente não ia tocar ela mais, a gente simplesmente parou. E agora a gente vai, acho que, abrir o Sweden Rock com ela. Puta, dei spoiler daqui já, cara. Mas enfim, a gente vai tocar ela no Sweden Rock. Não sei se vai abrir. Não sei se vai abrir. Não sei se vai abrir. E...
E aí, tipo assim, eu tô olhando os vídeos da gravação pra me lembrar como é que toca ela, entendeu? Mas é simples, é pegar, escutar. O Martin me mandou as músicas que eu já tinha escutado antes de oficializar a entrada na banda, entendeu? A gente já tinha conversado sobre isso. Inclusive, na verdade, no primeiro show que a gente fez na...
Na Alemanha, eles me mostraram três músicas. Eles me mostraram Satisfaction, Kills Magnetic e Chicken For Me. Foram as três músicas que eles me mostraram no caminho pra Alemanha. Eu não sei se eles já... Eu, sinceramente, não sei se eles já estavam sondando ali e tal, mas eles me mostraram as pré-produções e tal. E aí, antes de oficializar, eu escutei o álbum inteiro, né? Eles queriam que eu escutasse o álbum inteiro e tal.
Mas aí o Martin me mandou as tracks separadas, então eu peguei a track do baixo, que ele tinha gravado na época, pra aprender como é que tocava aquilo, e aí é aprender e tocar, aprender e tocar, aprender e tocar, e é isso. E o resto já tava sendo produzido, mixado, e não sei quem, então é só inserindo ali, entendeu? Não teve muito mistério.
Mas eu honestamente, cara, assim, tem uma coisa que eu aprendi com outras bandas e tal, é que eu não gosto de ficar sentado no estúdio, ficar debatendo e discutindo, e vendo como é que faz isso, como é que faz aquilo. Eu detesto esse processo, cara. Eu detesto, detesto, detesto. Pra mim, na hora que sentou pra gravar, não é pra inventar a música, entendeu? Não é pra... Ah, vamos fazer só assim.
De repente, se alguém tiver uma ideia genial, mas não é hora de fazer isso. A gente faz isso na pré-produção. Então se eu cheguei com a pré-produção pronta, é só pegar e tocar, pegar e tocar. Cara, agora que vocês já estão com o álbum completo, a gente já ouviu, a gente acha maravilhoso. Qual que é a faixa que você mais gosta do álbum?
mais gosta de tocar ou de ouvir? Cara, que eu mais gosto de tocar, porque são as que a gente tá tocando, é Satisfaction, que é a música de abertura do show, né? Então, a adrenalina tá lá em cima, o cara entra no palco, a galera gritando, e aí começa a música, aí é assim, toda a energia tocando a música. Então é a música mais legal de tocar, porque toca energia com um outro talo ali, entendeu?
Então é isso. Mas tem músicas que a gente não tocou ainda. Eu acho que Chaos Magnetic mesmo é uma música legal, pelo menos quando a gente ensaiou ela sem ajustar os detalhes e tal, foi bem legal de tocar. Ela tem uma pegada mais... com um bumbo duplo, com uma palhetada mais rápida. Acho que ela deve ser bem legal de tocar também.
Tipo assim, pensando ao vivo Como eu falei, a gente saiu ela algumas vezes Mas uma música que eu quero Muito tocar ao vivo, eu não sei se a gente vai Colocá-la no Sweden Rock já, mas Que eu quero muito tocar ao vivo e que eu acho Uma das mais legais do Alba é Quita Maravilhosa
É uma música com uma pegada muito... É muito clássico o Crash Dice, aquela pegada. Sei lá, é sleeve pra caralho, entendeu? Então acho que é a minha favorita, assim, das que não foram lançadas. Eu ainda fico assim... Eu ainda gosto muito de satisfaction, entendeu? De escutar, eu acho marcante, chiclete, entendeu? Eu curto pra caralho.
Mas eu... Assim, vamos falar do que não foi lançado ainda. Eu acho que Quitter tá pau a pau com o Serious Faction. Cara, quando eu peguei o disco que o Patrick me liberou o acesso lá na plataforma, e aí, cara, eu escutei as que já eram single, porque eu já tinha derretido todas elas. E aí fui falando pro Rafa, pô, isso aqui é legal, isso aqui é legal. Aí quando chegou a Quitter, eu falei caralho, ô meu, essa daqui é a faixa.
Hoje ela tranquilamente umas 30 vezes. Absurdo. Fan service total. Cara, maravilhosa. E Ed Knaiff também. Acho que o disco tá lindo. Lindo, lindo, lindo. Isso é feito até agora.
Cara, e como que tá sendo a recepção dos fãs com as músicas novas, nos shows que vocês fizeram ali, fizeram a Espanha já, então tão se aquecendo em algumas coisas, como é que a galera, o Monsters of Rock também, acho que foi o navio e tal, toda parada e como que tá sendo a recepção da galera. Cara, muito bom, muito bom, tipo, a gente fez o show da Espanha, foi o primeiro com essa formação, o primeiro oficial com essa formação, né, sem contar os três do ano passado, né.
Então, no momento que essa era a formação e que já tinham... A gente já tinha lançado três músicas, né? Quando a gente tocou na Espanha. A gente já tinha saído Satisfaction, Seek Enough for Me e Love Blind. A gente tocou as três no show. Mas, assim, aquela entrada com Satisfaction é a galera já cantando a música, saca?
Esse é um negócio, eu acho diferenciado. Pensa que é uma banda com vários álbuns, né? A banda tem... Esse é o sétimo álbum da banda. E os álbuns anteriores, todos têm clássicos ali. E é muito comum, vai num show, tem um trabalho novo, a galera não se empolga muito, até sabe a letra e tal, acompanhou o trampo novo e tal.
mas quer escutar o clássico. E eu sei que isso é, no Corte D'Age, a galera quer escutar os clássicos também, mas pensa que a música de abertura é a música nova e a galera incendiada cantando a música, saca? Então, tipo, no sétimo álbum tem uma música com o mesmo potencial de clássico das mais antigas. Eu acho isso muito legal mesmo. E aí eu acho que nessa abertura do show a gente já consegue sacar a recepção do público, né?
Então foram quatro shows até agora, né, desse capítulo. Foi o da Espanha e os três do Monsters of Rock. Os três foram muito bons, aliás, os quatro foram muito bons. E sempre, de novo, a galera cantando as músicas, inclusive música nova e tal. Tá uma vibe legal nos shows, cara, tá uma vibe legal mesmo. A gente, e assim, é o...
você vê que tá em sintonia, né, com o que a gente vê, a galera curtindo em rede social, a galera curtindo os shows, o álbum vinil esgotado, entendeu? Então isso é um negócio interessante também, porque, de novo, se a galera perder o interesse na banda, ou, enfim, tá rejeitando que a banda, a música, ou tá rejeitando a formação, não ia ser dessa forma, ou esgotar o álbum na pré-venda.
galera cantando a música nova, que é a música de abertura, entendeu? E, enfim, a gente fez... Na Espanha a gente fez um... Teve um meet and greet lá, antes do show. Então teve um... Tem um bar de rock lá na cidade que a gente foi em Zaragoza. E... E aí, acho que às três da tarde, ou duas da tarde, sei lá, sei lá, velho, que horário que era. Teve um meet and greet lá, era pra durar, sei lá, 40 minutos, e ficou duas horas lá.
e muita gente não parava de vir gente, bar lotado e galera fora, e entrando, e aí tinha que sair porque não cabia mais gente no bar e tal, autógrafo, tira foto pra todo mundo, a gente fez uma live, um trechinho desse meet and greet também, então assim, a recepção tá muito boa, cara, tá muito massa mesmo, em show, em música nova, em meet and greet, tá bem legal mesmo, tá muito massa, dá pra ver que tem uma hype, entendeu?
Cara, pegando o gancho do Matheus que falou que vocês tocaram no Cruzeiro, do Monsters of Rock, como que essa experiência tá ali no meio de tantas bandas que a gente curte aí do meio? Como é essa experiência? Tanta gente legal ali compartilhando aquele momento. Cara, é muito legal, é muito diferente. Não só minha primeira vez tocando no Cruzeiro, mas minha primeira vez no Cruzeiro mesmo, entendeu?
E, tipo assim, é um negócio... É meio surreal, sabe? Tipo, se o cara é meio... Meio novo na cena e empolgado, assim... O cara vai até ser chato lá, entendeu? Tipo, lembra a gente... A gente chegou no... No Porto...
a gente chegou em Miami dois dias antes então a gente ficou no hotel, ficou curtindo a ideia era ir antes mesmo caso desse algum problema no voo alguma coisa, a gente ter tempo de
Porque se o navio saiu, não adianta chegar um dia depois, entendeu? Então, a gente marcou de chegar, a gente chegar dois dias antes. E deu problema no voo. Atrasou algumas boas horas. Tipo, sei lá, 10 horas no voo. Então, valeu a pena e tal. E também pra dar uma parada, né? Chegar num lugar voando, chegar do voo e já ir tocar é foda também. Jet lag, cansaço e tal. Então, aí a gente...
saiu depois do hotel e foi pro porto, pro navio, né? Era naquele horário de manhã, era check-in dos artistas. E aí eu tô na fila ali pra fazer o check-in e tá o Steve Harris na minha frente, né? Caralho! Ah, tá ali de boa e tal. Aí eu não vou sair, pô, Steve, vamos tirar uma foto, né? Tipo, os caras verificaram o passaporte, tour manager ali na volta e tal. Aí não é hora de fazer isso. Mas aí você já começa a ter uma ideia, assim, saca? Tipo, ah, tá aqui o Steve Harris e tal.
Daqui a pouco passa outro maluco de outra banda. Fica lendo meio estranho, né? Mas aí você recebe o crachá também de artista. Tá todo mundo com o crachá de artista. E eu lá, o crachá de artista também. Então, cara, é muito massa. Mas mesmo sem chegar antes como artista e ter o crachá de artista, você tá lá no cruzeiro, no navio, e a galera tá na volta. Não é todo mundo que sai, né? Tipo, tem...
Tem área reservada pra galera, pra artistas e tal. Muitos dos artistas ficam só na cabine, entendeu? Tipo assim, por exemplo, nesse cruzeiro teve Black Label Society. Eu não vi o Zach Wilde em nenhum momento. E eu não vi o Black Label Society também. Porque eu não gosto da música, não sou fã dos caras. E sempre preferi ver outro show quando eles estavam tocando, entendeu? Mas assim, não vi ele na volta.
entendeu? Mas, no geral, você acaba vendo um monte de gente, entendeu? E aí logo em seguida, levei os instrumentos, as malas pra cabine, e aí eu saí e tava o Ted Poley. E daí o guitarrista dele é muito fã do Crash Time, já veio falar comigo, já comecei a conversar com o Ted Poley na hora e tal, e a vibe do Cruzeiro é meio que essa, entendeu? E muita gente que vai no Monsters of the World Cruise já vai há muito tempo.
Então eles já até acostumaram a ver os caras e conversar, tipo, o pessoal das bandas e tal, então também não aquela morada, não fica tietando em cima, não fica... sabe? E até porque também tem a parte de fotos, então tem um horário específico pra cada banda que a galera vai e tira foto e tal, então a galera respeita muito isso, mas é muito legal, tipo, entra num outro bar, tá o cara de outra banda ali, vai no buffet do navio e e...
E tem os caras de outras bandas lá e tal, então é muito massa isso mesmo. E é muito frenético, cara, é muito frenético, porque não para, entendeu? Não para. Tipo assim, já acorda, já tem show rolando, mais de um, então tem que escolher o show que quer ver. E a galera bebendo, então é drink pra caralho, bebida pra caralho, show aqui, vou dar uma descansada agora. Tá, mas tem outra banda tocando, tem que ir lá.
Ah, não, mas a gente vai tocar daqui a pouco. E aí tem que já começar a preparar, entendeu? E são... Cada banda, não sei se é pra todas as bandas, tá? Mas a gente fez três shows lá. E eu acho que a maioria das bandas fez três shows. Então são três shows em cinco dias. E aí, por exemplo, a gente vai tocar no... A gente vai tocar no fim da tarde. Então já começa meio que... A partir das duas horas a gente já tá aquecendo, já tá se trocando e tal. Então todo dia tem uma função pra fazer, entendeu? Ah, terminou o show.
Puta, eu vou descansar. Não, quero ver agora outro show, entendeu? Isso é que é coisa da galera também, porque a galera que assistiu o show, né, os fãs, os amigos e tal, eles... Você não vai embora pra casa, vai ficar ali, entendeu? Então, o pessoal quer compartilhar e... enfim, quer conversar, quer tirar foto, quer beber alguma coisa junto e tal, e essa é uma parte muito legal mesmo, sabe? A outra opção, cara, é assim, a...
eu quero descansar. Aí você entra na cabine, fica lá, na hora que tem show, sai, toca, volta pra cabine e dorme, entendeu? É o jeito, vai pra comer, mas aí qual que é a graça do troço, entendeu? E outra, o navio para também, essa vez parou em Porto Plata, na República Dominicana, em Grande Turquia também. E, cara, quer sair do navio e dar uma volta, entendeu?
conhecer as paradas que tem uma volta e tudo mais. E é massa, cara, um negócio que eu não sabia, por exemplo, o navio ele para nesses lugares específicos e às vezes muda o trajeto, mas todos eles funcionam mais ou menos da mesma forma. Você sai do navio e aí tem uma área muito grande no porto.
Tem piscinas, tem coisas de lazer e diversão, tem restaurantes, tem barzinho, tem shopping, tem farmácia, tem tudo ali. Então muita gente sai do navio, mas não sai da área do porto, fica ali. É como se fosse um resort, saca? Tem uma vibe de resort nesse lugar. E a galera fica ali. E tipo, é uma opção, é massa também, é muito massa. Tem muita coisa pra fazer, entendeu?
Mas, por exemplo, a gente chegou em Porto Plata, eu saí daqui, eu quero sair desse lugar aqui, quero andar... É a terra firme. É, exato, quero comer comida local aqui e tal. A gente foi, sacou dinheiro local, os preços deles, e vamos achar um lugar pra comer. Eu e a Iris, a minha esposa. Cara, aí a gente começou a andar. E uns lugares, meu, assim, muito parecidos com o Brasil. Muito, sério mesmo, vários lugares lá parecidos com o Brasil.
E é o primeiro rango que a gente achou pra vender, cara. Pastel. É um pastel igualzinho do Brasil. Porque eu sempre achei que pastel era uma coisa brasileira, 100% brasileira. Então vamos... Brasil tem que fazer pastel pro mundo inteiro, mas os caras tem o pastel deles lá.
Mas igualzinho, igualzinho Comi o pastel de frango lá, maravilha Aí andamos mais um pouco, daqui a pouco O que eu encontro, cara? Brahma Eu vou tomar uma brama A galera no Porto lá Não tinha Brahma, tá ligado? E eu sei que a cerveja brasileira é uma merda Mas cara, pra mim cerveja brasileira é uma vez A cada sei lá quanto tempo E toma aquela trincando, bem gelada Porra, Brahma, deve ser uma maravilha E os caras vendendo Brahma No boteco de esquina de Porto Plata Obrigado
tá ligado? E aí a gente anda mais e tal, e aí no final a gente foi num restaurante, cara, que assim, ó, era restaurante que galera que trabalha com obra, trabalha no bagulho, ia pegar marmita lá. O cara ia pegar marmita no bagulho e a gente sentou na mesinha de plástico lá e falou, vamos pegar o prato do dia e tal. E também o tempero muito parecido com o Brasil, cara, veio o arroz, veio com um boquinha de feijão, frango frito, cara, sensacional.
Aí é uma vibe diferente da galera, do pessoal das outras bandas, e até do pessoal do Crash Diet mesmo. Tudo ficaram na área do resort lá, que nem eu falei, é massa também. Só que você vai comer um hambúrguer, uma porção de nachos, um negócio normal, a mesma comida que tem no navio, entendeu? Tipo, vai tentar um negócio local raiz.
Mas é um rolê massa, cara, um negócio muito massa mesmo. E eu fico, de novo, eu entrei, eu lembro quando a gente fez a reunião, que daí veio o convite oficial pra eu entrar nessa formação da banda, a gente tava reunido na casa do Martin e tal, e ele tinha me chamado pra ir lá pra conversar com a gente, nós precisamos conversar, beleza. E aí começaram a falar e tal do Monsters of Rock. E aí a esposa do Martin, que falou, e no ano que vem, no caso desse ano, né,
Quando nós formos pro Monsters of Rock, ela fez assim, tipo, nós, né? Tipo assim, me colocaram no negócio. Aí eu lembro, é sério? É sério. Então, tipo, muito massa entrar na banda já com esse lance do Monsters of Rock. Já, tipo assim, já era... Já tava marcado já, então... Aí de novo, total energia, entendeu? E é uma experiência muito massa, cara. Assim, quem tiver a oportunidade de ir no Cruzeiro, eu recomendo. Eu sei que...
que não é fácil com câmbio, essas porra tudo, não é um rolê muito barato, né? Mas vale a pena, cara. E uma galera do Brasil lá também. Então, tipo, eu sei que tem gente que não quer sair do Brasil pra encontrar brasileiros. Isso aí, se sair de casa não é fácil.
Mas é massa encontrar a galera, velho. Tem gente de qualquer lugar. Encontrei gente daqui da Suécia, encontrei gente de tudo que é lugar. E aí vários brasileiros lá também e tal. Eu achei muito massa encontrar a galera lá, encontrar conhecidos do Brasil e gente que eu não conhecia do Brasil também. Acaba conhecendo uma galera nova lá. Muito legal.
Cara, e essa questão de já ter tocado no Monsters of Rock Cruise, que tem várias bandas fazendo vários shows ali e tal. Tipo, eu que acompanho stories de vocês, todos integrantes da banda e tal. E, cara, os amigos que vocês postam e fazem, tipo, cara, quais são as bandas parceiras mais de vocês, assim. Vejo que o pessoal do The Crow Intentions, vocês estão sempre engajados com as coisas deles, com as coisas de vocês e tal.
Tem alguma expectativa de uma turnê conjunta? Alguma collab? Alguma coisa com os caras? Algo que tu possa falar? Ou só os caras que vocês têm uma amizade mesmo? Tipo, porra, eu curto muito ir no show dos caras. Eles tratam a gente super bem. Me tratam super bem, sei lá. É, eu... Assim, cara... Bom, planejado, por enquanto, não tem nada de turnê conjunta. Já teve no passado, né? Tipo, com toda banda. Já teve Crash Diet Hardcore Superstar há muitos anos atrás.
já teve Crash Diet e Crazy Leaks, já teve, mais recentemente, não tão recente assim, mas já teve Crash Diet e Cruel Intentions, inclusive, foi essa turnê do Crash Diet e Cruel Intentions, eu tava na Lips na época, e aí a Lips recebeu o convite pra fazer a turnê junto também, mas não deu muito certo na organização da banda lá, e a gente acabou não indo nessa turnê.
Mas, então, assim, tem bastante conexão entre as bandas mesmo. A galera se conhece há muito tempo e aprecia o trabalho dos outros e tal. Então, isso é um negócio legal, bem legal da cena mesmo aqui. Eu vi o show do Crazy Neeks duas vezes no Monsters e tem uma amizade muito grande da banda com o Crash Diet. Como assim? Como eu tô no Crash Diet agora...
Então, tipo, aí eu tô me enturmando mais com essa galera agora. Eu já conhecia, por exemplo, no Corno Tens, eu já conhecia mais o Liz Devine, por causa do rolê no Brasil. Aí no Crazy Leaks, conhecia o Danny antes, entendeu? Mas aí você começa a se enturmar mais. É um pouco diferente, entendeu? Mas é uma galera que trata muito bem. Hardcore, Superstar também, tipo, é uma amizade de muitos e muitos anos já com o Crash Diet. Então, é sempre massa de estar junto com os caras.
Sabe, não é aquela coisa que fica um em cada canto e tal. Sempre todo mundo junto. Você ia num show do Monsters agora, vamos ver Slaughter, tá ligado? Vamos ver Vixen e tal. E aí, tipo, tá todo mundo, todas as bandas, tipo, junto com o grupinho das bandas sueca ali atrás e o pessoal fica ali, assim, suecando ali. Falando alto pra caralho e bebendo pra caralho também, né? E os caras são tudo... Eles me geram...
o pessoal é mais alto aqui, entendeu? Eu não sou baixinho, mas perto do Michael, por exemplo, eu pareço um anão. Quando a gente vai tirar a foto, agora eu falo, cara, eu não posso ficar do lado do Michael, entendeu? Senão fica parecendo muito baixo. Mesmo com o cabelo de pé, assim, fica parecendo baixo, entendeu? Então, você... Tá no navio, identifica fácil. A galera ali, aquele canto é a galera da Suécia ali, que são os caras altos, falando alto pra caralho, entendeu? E rindo, fazendo bagunça e tal. Cara, isso me maluco.
Isso me marcou com a primeira vez que eu fui tirar uma foto com os caras da Prioridade, acho que foi em 2014, eu acho. Foi em Porto Alegre, inclusive. E eu tenho 1,84m, eu não sou baixinho, eu tava com um turno mais alto. Esses caras são bem mais altos que eu e eles, aparentemente, são pessoas normais. Na Suécia eles não eram nem os mais altos. Imagina, os mais. É, exato.
Enfim, é Acho que a estatura aqui É um pouco maior que no Brasil A galera é mais alta mesmo Mas aí A gente fica fácil Mas até por essa Eu tô falando do cara falando alto E todo mundo mais alto Mas tem essa sintonia entre a galera das bandas Entendeu? E a gente prestigia os trabalhos Colabora eventualmente De novo, não tem nada marcado agora Não tem nada
nem questão de turnê é colaboração e tal, mas sempre rola sempre rola uma boa interação entre as bandas e tal com o Midnight Danger mesmo eu fiz no ano passado em outubro eu fiz a turnê com o Heat e cara, a galera é muito gente fina e o baterista do Midnight Danger é amigo de infância de dois caras do Heat, entendeu? Então e aí
foi mais fácil pra gente se enturmar com toda a banda e tal, e foi muito legal. E aí você encontra os caras de novo, sempre tem uma vibe massa, assim, entendeu? E a galera do Crash Dice também, todo mundo conhece os caras do Hit, e... Então o pessoal se dá bem, de forma geral, entendeu? Eu acho que isso é uma coisa que marca bastante a cena aqui do Suécia. Eu sei que isso tem em outros lugares também, não é exclusivo da Suécia, entendeu? Mas... Mas... ...
Não sei, tem alguma coisa diferente, eu não sei bem explicar, mas a galera é unida aqui nesse sentido. Não é aquela coisa assim, que tipo, um fica esperando que o outro vai ajudar na carreira, entendeu? Não é isso. É uma boa amizade e respeitar o trabalho do outro, mas cada um faz o seu trabalho, cada um sabe o que tem que fazer, entendeu? Cada um constrói a sua história, a sua trajetória.
Cara, aproveitando aqui, a gente que é fã tá bem empolgado pelos shows do Crash Diet aqui ano que vem no Brasil. Eu percebo a movimentação da galera comentando, todo mundo muito na expectativa, tanto pelo novo álbum, pela formação da banda, que tá legal pra caralho.
E a gente quer saber de vocês, da banda, se vocês estão empolgados pra vir pro Brasil, qual a expectativa aqui, vocês podem adiantar alguma coisa pra gente? Ah, pra caralho, pra caralho, tá todo mundo ansioso, empolgado pros shows. O Martin, porque enfim, já...
tocou diversas vezes no Brasil com Crash Diet, ele sabe que é um bom público e que esse show está sendo prometido há bastante tempo e tal. Então,
que tá querendo voltar pro Brasil já há bastante tempo. O Michael e o Elliot, porque nunca foram e sempre escutaram falar das histórias dos shows do Brasil. E eu particularmente porque eu tô voltando pra casa, né? Fazer esses shows em casa pra galera daí e tal. Pra mim tem um significado muito grande, entendeu? Então a gente tá bem feliz, bem contente de...
ter essa oportunidade de ir pro Brasil, eu acho que os shows aí vão ser do caralho mesmo. Até porque a gente já vai ter feito uma série de shows antes, né? A gente já vai ter feito a turnê da Itália, do Reino Unido, da Alemanha e aí a gente vai pro Brasil e pra Buenos Aires. E o álbum já vai ter saído. Então eu tenho certeza que o entrosamento da banda vai estar melhor ainda do que tá hoje, entendeu? E... E aí
Enfim, a galera já vai estar mais acostumada com as músicas novas e tal. Então a expectativa é bem alta, assim, da nossa parte, cara. A gente tá empolgado pra fazer os shows. Provavelmente, né, porque um dia depois do outro tem um show em São Paulo e Santo André, logo na colada, e a gente provavelmente vai fazer dois set-listas diferentes. Vamos tentar fazer bem diferente mesmo. Pra sempre...
galera que quer ir nos dois shows e ver dois shows diferentes, entendeu? Enfim, então vamos preparar coisas bem especiais pra esse show, né? Tendo dois setlist, a gente tem possibilidade de colocar no setlist algumas músicas que não são tocadas há anos, né? E que foi o caso do próprio Monsters agora, a gente tocou a Bound to Fall, que não tava no...
70 anos Acho que a gente tocou essa na Espanha também Enfim, a gente tocou Falling Rain, que foi a minha primeira vez Tocando Falling Rain com a banda e tal Então Vai ter a oportunidade de fazer isso no Brasil E aí eu Não sugeri isso pra eles ainda Mas eu pretendo Eu vou sugerir, não sei se vai rolar A gente abrir pra galera sugerir músicas, entendeu? Legal
Tipo assim, claro, não adianta sugerir Riot in Everyone, essa daí vai estar em conta. Ah, essa não pode faltar. Sim, essa não pode faltar, mas vem com alguma bomba. Larga uma e sai correndo, entendeu? Aí veio os fãs do Ventinho, tipo eu assim, cara, toca Sick Mind, toca Calvin's Pair, não sei lá. Cancer Dancer, vai puxar todas as demas que ela da Futexarinho, sabe? Aí já...
Cara, Got in Despair é essa daí, até eu tô enchendo o saco pra gente fazer. A gente não teve oportunidade ainda por causa desses shows que a gente fez agora, tipo, primeiro o da Espanha, tipo assim, a gente queria...
Queria apresentar determinadas músicas de cada época, entendeu? E aí, tipo assim, a gente já teve que tirar fora algumas músicas que a gente gostaria de ter tocado. Aí depois no Monsters a gente teve três sets, mas não tinha muito tempo pra ensaiar coisa nova da Espanha até o Monsters, entendeu? Então acabou ficando de fora. Pro Cine Rock não vai rolar, porque o Cine Rock a gente toca... Quanto tempo a gente toca? Não sei se é 45, cara.
Eu sei que a gente toca... Vai ser um setlist... Bem junto, assim. A gente vai ser headliner de um dos palcos, mas o tempo de cada palco é curto, né? Não adianta. E tempo reduzido não adianta, né? Vai ter que apresentar as músicas novas e tocar alguns clássicos. E é isso aí, é feijão com a roda. No Brasil, a gente vai ter dois shows praticamente no mesmo lugar. E tem tempo pra caralho até lá. E a gente sabe que tem coisas que que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que tem coisa que
bombaram mais no Brasil do que em outros lugares. Então a gente vai ter oportunidade de colocar coisas novas no setlist. O próprio The Unattractive Revolution é o álbum que fez mais sucesso no Brasil do que em qualquer outro lugar. Por enquanto a gente tá ficando In The Raw e Falling Rain, mas a gente vai ter que colocar mais alguma coisa desse álbum, entendeu? Eu, cara, eu tive uma sorte muito grande da última vez que eu vi.
Eu não sei qual foi a loucura, foi antes daquela turnê do Japão que o Simon saiu da banda, inclusive, foi o último show no Brasil, isso já faz 12 anos. Que, cara, o CrouchDead abriu aquele show com Fallen Rain, que era uma época, inclusive, que tinha aquela treta indo com Oliver e tal, eu sei que hoje tá tudo meio rebeio resolvido e tal. O CrouchDead abriu com Fallen Rain e tocou XTC Overdrive, que é uma das minhas músicas favoritas da história da banda. Eu achei, caralho, do nada!
Porra, caralho, isso é muito foda, cara. Pro fã ter essa surpresa de pegar uma música lá do B e tocar no show, isso é muito foda, cara, muito foda. É, eu lembro que... Eu lembro bem desse show e tal, da abertura com Falling Rain, e foi uma ocasião massa também, na verdade, porque, tipo assim, eles já tinham feito um show do Savage Playground no Brasil, né? E aí eles fizeram essa outra turnê sem álbum novo. Então é uma oportunidade.
outras músicas diferentes também. No caso do Brasil, a gente vai estar promovendo o Art of Chaos, né? Então vai ter, vão ter músicas novas, é óbvio, mas tendo dois shows, a gente tem como mexer um pouco, entendeu? Cara, e saindo um pouquinho só do Chris Dighter, já que estamos entrevistando, né? O Chris Young em si. Cara, que pé que tá o Midnight Danger? Então, assim que terminou a turnê com o Heat no ano passado,
a gente já tinha um show marcado para Estocolmo e eu já vinha com planos de tipo assim, puta, preciso produzir um álbum novo faz bastante tempo do álbum anterior, né e o motivo pra isso na verdade foi assim o segundo álbum saiu em 2020 e o terceiro álbum saiu em 2021 e eu naquela época não tava rolando shows entendeu, então eu não tive oportunidade de sair em turnê e promover aqueles álbuns, era esse o plano e aí
Então eu falei, cara, eu não vou lançar álbum até eu promover, até fazer a turnê desses álbuns. Cara, eu preparei o show, preparei todo o visual, fiz o backdrop, a porra toda, vou ter que rolar, entendeu? Então, assim, foi por isso que eu não lancei mais álbuns, né? Mas, óbvio, pra não ficar parado, sempre lançando single, colaborações, participações e tal. E eu até gostei bastante dessa função de lançar os singles, eu achei que lançar singles hoje em dia é uma boa estratégia.
Porque, enfim, você foca a divulgação numa música, a galera vai ouvir uma... Às vezes acontece você fazer divulgação, vai forçar a divulgação num álbum, tá? Você fez um álbum inteiro. Vai fazer divulgação no álbum inteiro, a galera vai escutar a primeira música, duas músicas, três músicas. A maioria vai parar na metade do álbum, entendeu? É só a galera que já é fã da banda que vai escutar o álbum inteiro. Então você faz o trabalho de divulgação pra um single, é aquela música ali.
A galera vai arrapar aquela música e é isso aí, entendeu? E depois você é outro single, aí é de novo outro trabalho, a galera para pra escutar aquela música. Não tem como...
escutar, sei lá, não tem onde parar ainda, você vai parar pra escutar a música toda. Eu gostei dessa estratégia dos singles, eu achei que foi, inclusive, muito positivo pra fazer as turnês que a gente fez agora, recentemente. Mas, óbvio, já faz muito tempo desse terceiro álbum, que foi em 2021, então, já vinha com isso na cabeça, puta, preciso produzir um novo álbum e tal.
E aí, cara, depois dessa turnê do Hit, ainda com isso em mente, eu recebi o contato de uma outra gravadora, um outro selo, fazendo uma proposta pro Midnight Danger. E... O selo que eu venho lançando, os trabalhos do Midnight Danger, ele é bem relevante dentro desse meio de synthwave e retrowave. E... Puta, eu sou fã do selo, entendeu? Eles fizeram a cena acontecer lá, puta...
15 anos atrás, 16 anos, 16 não, mas 15, 14, 13 anos atrás, eles é que estavam na frente da... era só um canal do YouTube, depois que eles viraram um selo, entendeu? E o nosso trabalho sempre foi muito bom. E eles são o principal selo do Synthwave Retrowave. Mas essa outra proposta que eu recebia é de um selo de metal, uma gravadora de metal. E... é um selo bem legal, até. Várias bandas de nome estão nesse selo e tal. E... E foi uma boa proposta.
E eu achei legal, tanto pela proposta dos caras, mas como uma abertura para o público do metal e do hard rock, que é algo que a gente já vem fazendo, né? Por exemplo, essa turnê que a gente fez com o Heat, a gente tocou para o público de hard rock, entendeu? A gente tocou em dois festivais de metal no ano passado, a gente fez a turnê com o Night Flight Orchestra.
Então, esse ano passado, principalmente, a gente veio direcionando bastante o nosso... Eu falo o nosso porque ao vivo tem o baterista, né? Mas, enfim, sou eu que faço as músicas e crio todo o processo criativo. É meu projeto solo, né? Então, assim, eu já vim direcionando bastante pra esse público.
Então trabalhar com esse selo é um próximo passo natural, entendeu? Então eu decidi fechar com eles, né? São três álbuns que a gente vai fazer. E aí, então agora o meu objetivo é produzir o álbum. Como tem bastante atividade com o Crunch Diet, vários shows e tudo mais, eu não tô procurando shows com o Midnight Danger. Inclusive recebi algumas propostas e tal. E acabei...
Enfim, deixando de lado, recusando, porque... Enfim, na parte do ao vivo esse ano eu pretendo me dedicar pro Crash Diet e pro Midnight Danger eu prefiro me dedicar pro álbum pra depois que o álbum sair fazer uma série de shows já em outro nível, diferente do que a gente tá hoje, entendeu? Isso até porque, assim, cara, os shows do Midnight Danger exigem uma logística...
bem pesada, entendeu? Por causa do... Enfim, por causa do equipamento que a gente usa de luzes e... Enfim, a produção do show. Não é, tipo, levar o instrumento e a casa do show tem o amplificador, você vai lá, pluga e toca, entendeu? A gente leva tudo. Tudo, tudo. Porque é o jeito que funciona. Você tá misturando eletrônico com o instrumento tocado.
E você tem que sincronizar tudo E monitorar tudo Com o metrônomo pra todo mundo E tem os cues que vão disparando coisas Durante o show Mais as luzes totalmente sincronizadas Com as músicas, entendeu? Então, tipo assim Ah, vamos fazer um show do Midnight Danger Cara, eu tenho que mover Sei lá quantos quilos De equipamento Pra colocar tudo no lugar Pra ver se tá tudo certo, tudo em dia E aí
pra daí a gente ensaiar com aquele equipamento e outra, somos dois na banda, mas eu só consigo fazer com equipe, entendeu? Então tem que ter a equipe também, tem que mobilizar a equipe e tal, pra gente fazer essa função toda, entendeu? E transportar tudo. Então pra fazer um show é sempre um trabalho muito grande. E aí eu achei que antes de um álbum novo não valia muito a pena, entendeu? Então por isso eu tô parado agora com shows.
Mas assim que o álbum estiver pronto e a gente anunciar o selo novo e aí sim lançar o álbum, a ideia é fazer uma sequência de turnês, entendeu? Fazer a Europa, como a gente já fez algumas vezes, e se tudo der certo, chegar nos Estados Unidos também e possivelmente no Brasil.
Mas eu acho que no Brasil é... Eu sei como é que é esse lance no Brasil, né, cara? O estilo que não é muito... Que a galera não vê que é popular, tem medo de arriscar. Os produtores têm medo de arriscar. O negócio tá bombando fora do Brasil, aí depois de um tempão aí os caras, ah, vamos trazer esses caras pra cá e tal. Enfim, mas eu espero que até lá, até sair o álbum, esse seja o caso, entendeu? A galera já tem algum produtor no Brasil que...
Até de repente por essa ponte com o Crash Diet, entendeu? Talvez facilite pra algum produtor ver assim, ah, porra, o cara do Crash Diet tem esse projeto aqui, putz, isso ficava legal nesse festival, nesse show e tal, a gente talvez fazer alguma coisa por aí de novo. Eu fiz, na verdade, em 2019, mas, enfim, foi uma ocasião bem especial, teve show que eu mesmo produzi o show, o show de Porto Alegre, por exemplo, fui eu que organizei a distância.
É um estilo que é marcante pra cacete, né? Tu é fã de anos 80 pra caralho. Só que, ao mesmo tempo, existem algumas linhas do synthwave, do retrowave ali, que, cara, tem a linha mais de terror, que o Midnight Danger acaba seguindo, mas tem umas bem dançantes. Cara, eu, na noite, eu toquei muito Robert Parker na vida, e a galera pirava, assim, ó.
Uma parada meio indie dance Um Italo disco, assim, sabe Eu acho legal, cara, tu tá explorando também Esses sons, assim, que todo mundo sempre te conheceu Pelo Christdite, tipo, ser fã do Christdite E aí o lips, e aí toda essa parada Sempre envolvendo com o Sleaze, assim, eu achei muito foda Quando eu vi, tipo, caralho, pô, isso aqui é É uma expansão Da mente do artista, né, isso é muito foda, cara Parabéns
Obrigado, cara, obrigado. Essa cena do synthwave e retrowave, eu acho sensacional também, cara. Tipo, tem todos esses subgêneros, né? Do synthpop, do chillwave, do... No zappowave, puta que pariu, é muita coisa, né? Tem todos esses subgêneros, essas vertentes. Mas no final da história, essa galera anda todo mundo junto também, entendeu?
Eu acho que depois de 2020 deu uma parada, deu uma baixada. Muita gente que é um gênero novo, né? Então, a galera não costumava tocar ao vivo. Então foi chegando ali perto de 2020, cara, o negócio tava bombando. Era evento de synthwave, retrowave, por tudo que é lado.
E uma galera que tava acostumada a sentar em casa e fazer musiquinha no computador. Musiquinha, né? Fazer música no computador. Musiquinha só porque, tipo assim, mas é o que eu faço. Eu sento e fico fazendo música no computador, entendeu? Eu não vou pro estúdio gravar, eu produzo as músicas em casa. E eu produzia primeiro um tecladinho desse tamanho, entendeu? Um controladorzinho MIDI minúsculo.
só pra dar as notinhas ali, era a sensação que eu tinha, entendeu? Mas a galera ficava, era isso, os 5Wave antes, aí começaram a ter os primeiros shows e tal, e foi chegando ali em 2020, ficava no ápice, entendeu? Então tinha esses festivais e assim, ó, bombava, público pra cacete em todos os shows e tal. E aí, foi quando eu comecei, um pouco antes disso, 2017, eu comecei a tocar, né, ao vivo.
E aí, meu, eu nos festivais conhecia todos esses caras, todos esses principais da cena do Sintwave. Uma galera era mais pop, uma galera era mais chill wave, uma galera era mais dark synth, mas a gente tocava no mesmo evento junto, entendeu? E era massa, a gente tocava num evento num país, depois tinha outro evento em outro país, a gente tava lá de novo. Tipo, cada um de um lugar diferente. Então era muito legal. Essa união que eu tava falando da galera da Suécia, que a gente vê no...
das bandas de Sleaze, de Glam, de Hard Rock e tal, eu vejo na cena do Cinth Wave também. Depois de 2020, vários desses caras que eles estavam recém começando, aí meio que largaram, porque eles já não estavam fazendo mais. Estava ali, o gênero estava vindo na promessa. Depois que os shows começaram a voltar, lá por 2022, 2023, foram poucos, tem bastante gente ainda, mas assim, foram menos artistas que continuaram nessa pira de fazer show ao vivo.
E muita gente começou daí seguindo o seu próprio caminho. Por exemplo, que nem eu falei no ano passado, o Midnight Danger basicamente tocou com banda de metal. Então eu não encontrei mais essa galera do Synthwave, saca? Mas sempre teve bastante união nesse sentido também, algo que eu gostei desde o início dessa cena, cara. E aí, tipo assim, vinha um artista de Synthwave pra Estocolmo. Aí todos esses caras, o Robert Parker, o Wave Shaper,
o Irving Ford, estava todo mundo lá no show do cara que veio fazer a apresentação em Estocolmo. E aí a gente já combinava a próxima, aí a gente falou assim, agora o próximo show é o do Robert Parker, aí a gente ia no show do Robert Parker também, entendeu? Então tinha essa proximidade, eu acho muito legal, que nem eu falei, hoje se perdeu um pouco, mas sempre que tem alguma coisa de Synthwave, tem essa vibe massa entre a galera, que eu acho muito, eu acho uma cena muito legal, um público muito legal.
E tem muita liberdade criativa também Porque assim Acabou de falar desses subgêneros diferentes Todo mundo na mesma coisa, entendeu? E aí cada um é único de uma forma diferente Pode parecer que todo mundo Faz o mesmo tipo de música retro Mas cada um tem a sua Autenticidade em algum ponto E eu achei que combina, cara, esse lance do Sleaze com Synthwave Com esse retrowave de horror, entendeu? Tem esse apelo visual E aí
Principalmente o visual da coisa, entendeu? Tipo, você pega os filmes Vários filmes de slasher Dos anos 80 Eles tem essa vibe meio sleazy No filme, saca? Meio que uma sujeira no filme E você pega um Nipe meio, sei lá Por exemplo, Sexta-feira 13 Parte 8, que chega em Nova York E tem os Peco com fumaça e tal E tipo
tem uma das atrizes do filme, do filme, tá tocando uma Flying V, gravando umas músicas de metal no barco lá e tal. Então, tipo... Então tem essa... E aí é música de terror, tem um sintetizador junto com a trilha sonora, entendeu? Então eu achei que tem essa conexão e eu achei que a galera gostou também. Eu lembro no primeiro show que eu fui fazer do Midnight Danger, eu não sabia como me vestir. Porque, tipo assim, ah, puta, eu vou fazer um show de música eletrônica agora. O que eu vou fazer?
Como é que eu vou me vestir agora? Eu vou prender o cabelo? Vou botar uma toca? Que roupa que eu vou? Vou de bermuda, entendeu? Mas eu falei, não, cara, eu sou eu. Eu vou fazer o meu visual lá. E a galera curtiu. O público deu uma resposta. Foi animal. E aí eu percebi que nenhum outro artista de Sintwave tinha esse approach, né? Enfim, essa...
essa pegada no gênero. E aí eu falei, tá, então é isso que eu vou fazer. E aí uma vez os caras falaram, ah, o Mino e Danger é o Motley Crue do Synthwave. Eu gostei da definição. A gente faz menos bagunça, claro, mas...
cara, aproveitando assim o que você tem ouvido ultimamente? se a gente for pegar no seu streaming assim, o que vai ter lá no seu histórico? ih, aí me complica cara, assim ó anos 80 de forma geral acho que é o principal então você vai ver um monte de e
Glam Metal dos anos 80 Eu vou ser sincero Não tenho escutado muita coisa nova Esse ano tá saindo bastante coisa legal Agora em maio mesmo sai O álbum novo do Cruel Intentions Por exemplo Enfim, tem muito trabalho legal saindo agora Mas já tem um bom tempo Que eu não tenho escutado coisa nova Que coisa nova não me empolga
Não vou nem dizer que é problema de composição, é tipo o estilo de produção, a maneira como é produzido e apresentado hoje em dia, entendeu? Essa combinação do visual com a maneira como soa. Então, velho, eu vou escutar metal, por exemplo, rock, eu escuto banda antiga, não tem jeito. Então eu escuto bastante isso e aí também de anos 80 vai ter Lionel Rich, vai ter Richard Marx,
Madonna, vai ter tudo isso aí e eu escuto bastante Sabrina Carpenter também e eu, cara não tenho problema nenhum de falar, eu às vezes eu ponho na rádio de rock aqui, na rádio de rock metal aqui, e começo a tocar umas paradas novas, tipo aquele som genérico, sabe bem sei lá, aquela formulazinha pronta e aquela mixagem, sabe, que parece meio
plástico, assim, sei lá, não tem, não parece real, sabe? Eu começo a escutar e aí eu falo, ué, tá, mais um rock novo pra nós. Eu prefiro escutar Sabrina Carpenter, entendeu? Eu gosto do trabalho dela, gosto bastante do trabalho dela, assim como eu gosto bastante do trabalho da Lady Gaga também, o último álbum da Lady Gaga que saiu no ano passado, eu acho sensacional, principalmente no trabalho de sintetizador.
E se parar pra escutar A parte instrumental das músicas dela Eu gosto de geral As melodias do vocal e tudo mais Mas a parte instrumental do álbum Pra quem Produz músicas com sintetizadores Dos anos 80, aquilo ali é Sensacional Você entender os timbres que eles estão usando A construção de Drum machines E a combinação de baixo com os sintetizadores Mais pesados e tal E com pads Te assa
É foda, eu acho muito foda. E o lance da Sabrina Carvajor também tem uma relação com isso, porque o cara que tá produzindo a maior parte das músicas dela é o Jack Antonoff. E a especialidade dele é trabalhar com sintetizador hardware dos anos 80.
Inclusive, você pega os créditos das músicas da Sabrina Carpenter e aí entra o nome dele na produção, mas ele faz questão de colocar quais são os sintetizadores que ele tá usando pra cada música, entendeu?
Então, eu não sei. Eu não sei explicar exatamente. Aí, sei lá, coloca algum outro artista novo, artista novo do mesmo gênero, às vezes eu não vou gostar, entendeu? Tipo, ah, mas é a mesma coisa. Não, não é a mesma coisa. Eu escuto alguma coisa diferente. Pra mim tem alguma coisa diferente nisso. De novo, muitas vezes entre escutar metal novo com guitarra de 12 cordas e também...
drop sei lá o que, entendeu? Dropadão, grave, com um monte de breakdown, eu prefiro escutar Lady Gaga, eu prefiro escutar Sabrina Carpenter, e é isso. Então isso vai estar na Applelist também, se você pegar a Applelist vai ter anos 80 pra caralho, vai ter Lady Gaga, vai ficar Sabrina Carpenter.
A gente sabe que o horário pra ti tá bem corrido. A gente gostaria de te estender o convite novamente. Provavelmente pré-tornê da América do Sul, né? Faremos novamente o convite. Queria agradecer a tua presença aqui no Hora da Farofa. Foi um papo muito, muito, muito produtivo. Cara, gostamos muito de trocar essa ideia sobre o Purcht Dite, que é uma banda que a gente ama. A gente vai te liberar aí. A gente sabe que tu já teve outras entrevistas ao longo do dia. Aí já é passado a noite.
Então, cara, só agradecer mais uma vez, muito obrigado. Eu já me despeço por aqui. Galera, mais uma vez, falem com a gente lá na página, quem quiser entrar no grupo do WhatsApp. Tenho certeza que vocês vão gostar desse episódio, ele foi muito especial pra nós. E por mim é isso aí. Tá, Cris? Muito obrigado. Podem deixar suas palavras aí.
Valeu, Matheus, valeu. Cara, obrigado pelo convite, que nem eu te falei, é um prazer estar conversando com vocês, e não, assim, pessoalmente conversando com vocês, mas também gravando, que a galera pode escutar sobre esses assuntos e tal, e, enfim, pra mim é, assim, é um troço que se eu tiver que ficar falando...
20 horas de música, de música de Crash Diet, de Sleaze, de Slam, de Synthwave, eu fico, não tem galho não. E eu agradeço pelo convite e, claro, de novo, chegando perto da turnê, a gente pode, vamos fazer de novo, vamos conversar de novo, aí o álbum vai estar quente já, né? Já vai ter saído e tal, e a galera vai e
Enfim, a gente já vai saber qual vai ser o feedback da galera. E aí, de repente, eu vejo o pessoal da banda, a gente mandar um salve pra vocês também e tal. Eu sei que...
O ideal é fazer em português aqui, que flui melhor pra nós, pra todos nós e pra quem vai assistir também. Mas de repente a gente grava um salve, peço pro pessoal dar um salve pra galera que acompanha também, vai ser massa. E ansioso pra ver o review de vocês do álbum. Como é que vai ser e tal.
Cris, quero agradecer demais você ter disponibilizado um tempo pra bater esse papo aqui com a gente. Nosso projeto é pequeno e a gente ficou muito feliz, muito honrado mesmo de te receber aqui. Cara, as portas aqui do Hora da Farofa estão sempre abertas pra você voltar. Então, agradeço demais. A gente já tá contando as horas pros shows aqui no Brasil, né? Lembrando a galera aí sempre, Crash Dice se apresenta no Brasil ano que vem, em janeiro. Então, não percam, galera.
Agradecer também o Matheus aqui por mais uma semana aqui no Hora da Farofa. Espero que ele tenha curtido também esse bate-papo. Com certeza curtiu. Valeu, Matheusão. Valeu, Cris. E até a próxima. Valeu, mano.