#61 - Art Of Chaos - Crashdïet
Bate papo sobre o disco Art Of Chaos da banda Crashdïet.
Apresentado por Rafael Capellari e Matheus Pavanelo!
- Art Of Chaos - CrashdïetSatisfaction · Seek and Not For Me · Chaos Magnetic · Can of Worms · Love Blind · Get Out · Twitter · Killing It Now · Silent Place · Edge of Knife
- Cena Sleaze e Hard RockBlack Rain · Confess · Eric Gromwell · The Cruel Intentions · Peter London
- Discografia CrashdïetRest in Sleazy · The Unattracted Revolution · Generation Wild · Rust · Automaton · The Savage Playground
- Capa do álbum Art Of ChaosEstátua vandalizada · Temis, deusa da justiça · Patrick Norman
Fala galera, tudo bem com vocês? Rafa na área, está no ar mais um episódio do nosso podcast Hora da Farofa. Por aqui uma semana agitada, de muito trabalho, talvez a semana mais legal do podcast. Pessoal, de verdade a gente está muito feliz com o apoio de vocês. O podcast está num momento legal pra caramba, muito interessante, estou curtindo pra caramba fazer isso. E muito tem a ver com o retorno de vocês também, né? Está sendo bem legal.
Sigam nossa página no Instagram, arroba a hora da farofa. A gente tem um grupo de ouvintes no WhatsApp também. Quem quiser participar, manda uma mensagem que a gente te adiciona lá. E me acompanhando aqui nesse bate-papo de hoje, tá o Matheus. E aí, Matheus, tudo certo por aí, cara?
E aí, Rafa, beleza? Galera, vou deixar só o meu bom dia, boa tarde, boa noite. Boa madrugada, independente do horário que vocês estiverem nos ouvindo. Em todas as conversas que eu e o Rafa estamos tendo nos últimos tempos, a gente está muito satisfeito com tudo o que está acontecendo, como pode que você sabe. Está acontecendo bastante coisa legal, hoje um episódio especial pra caramba pra nós. E fiquem ligados que teremos mais novidades.
E galera, a gente tá sempre comentando que esse ano o Sleaze e o Hard Rock tá tendo uma movimentação bem interessante, né? A gente já até fez um episódio das nossas primeiras impressões do disco Orphans of the Light, da banda Black Rain, que foi lançado esse ano. Esse mês, ó...
Prato cheio pros fãs de Sleazy. Tem Crash Diet, tem Confess, tem Eric Gromwell, tem The Cruel Intentions. Então, uma loucura total. Eu tô bem empolgado pra ouvir cada um desses lançamentos. E aí, Matheus, como que tá a expectativa pra esses lançamentos aí?
Cara, eu não me lembro, a gente vai ficando muito saudosita, né? Mas eu não me lembro nem se nos tempos áureos do Sleaze Rock a gente não foi tão bom de tantos lançamentos que me empolgavam tanto. Porque mesmo que o Eric não esteja mais no Hit, o Hit é uma das minhas bandas favoritas da vida, pô, cara, aguardo o lançamento dele pra caramba. Cara, o The Crown Intentions não vou nem falar, né? Aguardem novidades sobre esse disco também. Parece que tá animal.
E o álbum do Confess, todos os singles até agora são extremamente empolgantes. Mas mais especial do que tudo é o assunto de hoje, né? Temos que ser sinceros.
Exatamente. Pessoal, hoje a gente vai trazer as nossas primeiras impressões sobre o novo disco de estúdio do Crash Diet, o Art of Chaos, que vai ser lançado no dia 8 do 5, na próxima sexta. E decidimos trazer para vocês nossas primeiras impressões sobre esse tão aguardado disco.
Aqui no podcast a gente já lançou dois episódios sobre Crash Diet. Um do disco Rest in Sleazy, quando eu ainda fazia sozinha a parada aqui. E depois a gente fez do The Unattracted Revolution. Que se vocês não ouviram, corre lá ouvir galera, que tá bem legal. Lá a gente falou bastante da nossa relação com a banda. Acho que ajuda a cumprimentar bem o episódio de hoje.
E galera, o Art of Chaos é o sétimo disco de estúdio do Crash Diet, tem 10 faixas, uma duração de 39 minutos e 29 segundos, lançado pela Nine Tone Records.
A banda chegou a lançar já quatro faixas antes do lançamento desse disco. A formação que gravou o disco é a seguinte, ó. John Elliot no vocal e guitarra, Martin Sweet na guitarra, Chris Young no baixo e Michael Sweet na bateria. Então, galera, pra gente dar os pontapés iniciais, é isso.
E aí, Matheus, passar a palavra pra você. O que você achou desse álbum? Pode estar entre os melhores lançamentos do ano? Qual era a sua expectativa? Foi suprida? Fala pra gente aí tudo que você quiser sobre esse álbum. Nós temos 100 horas de episódio, então.
Cara, primeiro eu gostaria de agradecer ao Chris, ao Martin e ao Pat Fritz e ao Danone que nos mandaram o álbum adiantado. Já estamos com o álbum há alguns bons dias. Já escutei algumas boas vezes esse disco. E, cara, eu quero dizer que a gente está na frente de algo muito especial. Sabe? Eu sempre deixo claro e gosto de dizer isso, que o Crush Night é a minha banda favorita.
Prostate é a banda que me fez gostar de Sleaze, fez ter uma perspectiva de como existiam novas bandas que eram tão boas quanto as antigas, embora em tempos não tão prolíficos para o estilo, as bandas não faziam mais tanto dinheiro, não tinha mais um público tão grande, não tocavam nas rádios, na MTV e tal, e mesmo assim o pessoal não deixou a peteca cair. E a minha relação com a banda, a gente estava gravando um outro episódio da semana que vocês vão acompanhar em algum momento,
que essa semana é muito especial pra nós, já estamos falando sobre isso. E, cara, como...
Um cara que fica fã da banda, sei lá, eu realmente acredito que eu conheço o Christy Dite há pelo menos uns 18 anos, já tô ficando de maior idade o meu fanatismo pela banda. Então, teve momentos altos e momentos baixos, eu acho que eu consegui acompanhar vários momentos, assim, que a banda tava super bem, momentos que a banda tava pendendo pra um lado, pro outro, sempre pela questão das trocas de vocalista, o Christy Dite sempre teve esses poréns, assim, mas os caras nunca deixaram se abalar.
E, cara, realmente, assim, os últimos dois lançamentos são muito, muito, muito legais, tá? Eu acho que a produção do Christ Night é uma forma que sempre funciona bem pra caramba, pra quem é fã de Sleazy Rock. Mas eles não me empolgaram tanto, não sei se pelo meu momento de vida, do que eu tava escutando, eu não fui mais tão a fundo na banda, embora continuasse sendo a minha banda favorita, ainda que se é saber das notícias, escutando as músicas novas.
Mas, cara, aqui realmente a gente está na frente de algo especial, de um disco que já vou adiantar pra mim a nota de 10 disparado, assim, eu não tenho... Eu acredito que poucas vezes o Tordidai trabalhou...
tão bem quanto nesse disco, sabe? Escutar ele do começo ao fim é, cara, um deleite, assim, é uma delícia. A gente já fez um episódio do The Unattractive Revolution, que é um dos meus álbuns, cara, favoritos da vida, assim, eu amo ele, mas a gente citou alguns pontos fracos lá dentro de algumas músicas que não eram tão boas, e cara, aqui, aparentemente, esse disco, assim, é...
do começo ao fim, eu já tô adiantando muito, a gente vai pro Faixa a Faixa depois, mas ele realmente é perfeito pra quem é fã da banda, pra quem é fã de Sleaze, ele é um baita, baita, baita de um fã service, assim, sabe? Eu acho que tudo nele, assim, o Quest Dite consegue impor o porquê que eles se tornaram a principal banda do estilo, tá? Carregando a bandeira do Sleaze sueco, nesse ponto, do Sleaze pós 2000, né? Não vamos jogar só nas costas da Suécia, é isso.
E eu fico muito feliz, cara, de ver que a gente não precisa viver de passado, a gente pode pensar que o futuro do Crash Diet é brilhante, o presente do Crash Diet é brilhante, eu espero que esse álbum estore, assim, aquele arrebente a boca do balão, assim, porque, cara, ele é muito bom. Eu tenho certeza que quem escutar esse disco vai gostar, porque...
Eu lembro quando o Quest Dite lançou o Generation Wild, ele ficou em primeiro lugar no Sleazy Rocks, no top 10 álbum de 2010, escolhidos pela galera do site e pelo público. Cara, o Rust também ficou em primeiro, no top 20 álbuns, e o Automaton também ficou em 2022. Então é uma banda que realmente tem dos seis discos que eles têm, cara, todos são muito, muito, muito acima da média.
E esse aqui consegue manter muito do que a banda faz, do legado da banda. Cara, as composições estão incríveis, o instrumental tá incrível, o vocal tá incrível, o baixo tá incrível, a bateria, a guitarra do Martin eu deixo destacado isso no Faixa a Faixa em vários momentos. Cara, eu acho que a banda...
Eu entendo, é fácil e complicado ao mesmo tempo de falar da banda e do momento deles. Porque, cara, o cara que é fã, assim, é legal. Por mim, eu ficaria o dia inteiro elogiando eles. Mas eu preciso puxar um pouco do aspecto técnico também. E isso é mais gostoso ainda. Porque, cara, pô, tá tudo muito bom. Muito, muito, muito, muito bom. É um absurdo.
Cara, começar primeiramente agradecendo também o Martin, o Chris e o Patrick por ter disponibilizado o disco pra gente ouvir. Antecipado, né? E, cara, esse episódio é especial pra gente. A gente já comentou o disco do Black Rain aqui, que é legal ter essa primeira visão, essa primeira impressão.
Ainda mais por se tratar de uma banda que a gente tanto ama, né? E ver um novo lançamento do Crash Diet, cara, é sensacional. É sempre algo especial. Uma banda que tá na ativa, tá sempre na ativa, os membros mudam, mas a banda se mantém. Então eu acho muito foda, muito sensacional a resiliência dos caras em manter o projeto em pé. E o legal desse primeiro contato com o disco...
É a gente ouvir, ter as nossas próprias opiniões sem saber o que as outras pessoas acham do disco. É realmente bem legal isso. Também quero começar falando aqui que eu voltei a me apegar muito à banda com essa nova formação. De forma alguma quero desmerecer a formação anterior da banda.
Mas eu acho que aqui eles trazem algo único novamente, assim, cara. Eu amo o Peter, não tem como. E eu acho que o Chris, foi natural o que aconteceu com ele de substituir o Peter, né? A gente...
sabe disso, o Peter enfrentando alguns problemas e tal, e eu acho que a banda tá muito entrosada essa formação, cara. A atitude, o visual, então tá muito legal. O Chris é um cara sensacional, um cara que tem um visual muito foda, e faz um puta de um trabalho aqui no disco. Cara, o John nos vocais, eu acho que ele traz algo que me agrada muito mais do que o Gabriel.
Que era o antigo vocalista, né? Apesar que eu gosto dos dois discos que foi lançado com o Gabriel também. O Martin, eu não preciso nem dizer, o cara, o único membro original da banda...
E como eu falei, é muito legal ver a resiliência dele. Eu acho que o mais legal é que o cara sabe o direcionamento da banda. Os caras vêm para uma nova fase e você sente aquele slize novamente na banda. Que a gente tanto se apaixonou. Questão de sonoridade, visual. Os caras são autênticos pra caramba.
E além do Martin também, a gente vai ter o Michael Sweet, né? Na batera da banda. Ele que é irmão do Martin, e eu acho que é um cara que traz uma sonoridade muito boa pra banda. Então, eu gosto muito dessa formação. Um time formado por uma galera bem talentosa, bem entrosada. Eu acho que eles estão todos seguindo uma mesma direção, e isso contribui pro disco soar da forma que ele soa.
Cara, o que eu curti bastante nesse disco é que dá pra anotar elementos de várias fases da banda, mas eles trazem algo único também dessa nova formação. É um puta de um disco. A duração dele de 39 minutos eu acho que cumpre bem o papel dele. Ele entrega tudo que precisa entregar nessa duração. Não tem fillers no meio do disco. Todas as faixas são muito boas. No faixa a faixa eu vou comentar melhor as faixas, mas...
Cara, tem umas que foram lançadas nesse disco que é coisa linda, assim, ó. Chega a brilhar os olhos, sensacional. Os videoclipes também, que já foram lançados, são muito bons. Muito bons mesmo. E desde o lançamento lá da Satisfaction, eu criei muita expectativa pra esse álbum. Muita mesmo.
Aí depois eles vieram com a Seek and Up For Me, Love Blind, a Chaos Magnetic. Cara, então só veio uma pedrada atrás da outra. Eu acho que eles acertam em trazer essas faixas e esconder as outras até o lançamento, que são tão boas quanto e até melhor do que algumas que já foram lançadas. A puta disco, com certeza vai estar no meu top 10 de lançamentos do ano.
disco pra mim que ele é especial e a cada ouvida ele fica mais legal ainda, é um disco que vai crescendo sensacional cara, de verdade até o final do ano eu acho que eu vou ouvir mais umas 5 mil vezes esse álbum ainda, até o show em janeiro tem muita coisa ainda eu fiquei bem feliz com o resultado desse disco cara, e a capa do disco Matheus, o que você achou?
Cara, eu acho muito bonita a capa. A gente sempre brinca que gosta muito de capas, que mostra os membros da banda e tal. E realmente, pela questão visual, a maioria das bandas de Sliz é muito agradável para nós.
Mas essa aqui eu acho... Eu não sei se eles realmente quiseram passar uma mensagem pela questão da estátua, com os olhos pichados, escrito Kale ali e tal. Mas eu acho que é uma imagem muito emblemática, muito bonita, cara. E como tudo nesse disco, ela é perfeita. Eu acho que assim, é uma baita de uma arte. Cara, carinha de tatuagem das melhores, assim. Cara, fazer cara que é fã da banda fazer pra ficar marcado na história, assim. Cara...
tudo, tudo, tudo nesse disco é lindo. A contracapa dele é legal, tudo. O visual da banda tá muito, muito, muito foda, assim. E, cara, a capa, eu acho que eles foram muito, muito, muito, muito certeiros, assim. O artista que criou também é Patrick, o nome dele, o cara da Nine Tone ali. Então, tipo, porra, é... Gostei pra caramba. Acho que todo o visual, todo o estilo da banda agora tá muito bem sintetizado, assim. E ficou, cara, não ficou algo simples, assim. A capa do Rush, eu achava ela bem, bem sem graça.
E a do outro momento também não tinha nada muito de especial, essa daqui eu acho que ficou bem mais marcante. Cara, eu gosto bastante dessa capa também. Ali vai mostrar uma estátua de uma mulher vendada, toda vandalizada ali, com escritos, com o nome do disco. E realmente, você vendo, traz a sensação de caos aquilo ali. Eu acho foda pra caramba a mistura ali das cores utilizadas, a estátua em cinza, os escritos em vermelho, então já fica algo bem destacado.
A princípio, quando eu vi essa capa, daí pode ser viagem minha, tá? Isso é algo que eu viajo nas paradas. Ela me remeteu a Temis, a deusa da justiça, né? Porque ela é representada também de forma vendada, pra representar a imparcialidade em questão de julgamentos.
Aí eu fiquei pensando, será que é isso que eles quiseram representar? Aí eu não sei se é o que a banda quis transmitir, mas é o que eu pensei numa primeira olhada, assim. Então, cara, baita capa. Achei bem legal mesmo, bem marcante, acho que é uma capa bem legal. E quando eu vi que a capa foi feita aqui pelo Patrick Norman, eu tive que ver se não era o outro Patrick também.
Cara, tem mais algum comentário ou a gente já vai pro faixa-faixa? Não, cara, eu acho que por cima a gente já conseguiu deixar tudo bem esclarecido e acho que no faixa-faixa a gente vai ter bastante pra falar ainda e com o que a gente for lembrando vamos adicionando por cima ali, acho que tem bastante coisa legal pra gente falar cada uma das faixas é muito especial, de verdade sim
Então vamos pro faixa faixa, galera. O Art of Chaos, ele vai abrir com a faixa Satisfaction.
faixa que foi a primeira lançada pela banda, né, aqui pra divulgação do álbum, eu acho que os caras acertaram em cheio em trazer essa faixa como a primeira pra divulgar o novo álbum porque pra mim é uma faixa...
Que já remete aos grandes momentos ali do Resting Sleaze. Trazendo muito peso, muita atitude. Uma energia sensacional. A faixa é excelente, assim, ó. Dois pés na porta pra abrir o disco, assim. E pra mim, eles virem com essa faixa...
me trouxe muita empolgação, cara, pra acompanhar a banda, sabe? Porque ela é perfeita, é o tipo de faixa que me remete ao Crash Diet, quando eu penso na banda, é esse tipo de música que me vem na cabeça.
E eu vi algo de muito valor tava sendo feito por esses caras desde essa faixa, cara. Eu senti algo que fazia tempo que eu não sentia pela banda, apesar de acompanhar. Eu gosto de todas as fases da banda, que fique claro. Mas tem aquelas fases que a gente se empolga mais e outras menos, né? E aqui tá uma fase que muito tem me empolgado desde o começo. Eu acho que eles estão com uma identidade muito própria ali.
era sensacional, o riffzão inicial da Series Faction, com a bateria entrando naqueles backings, cara, sensacional uma das marcas do Crash Diet, pelo menos pra mim é esses backing vocals muito bem feitos, e eu acho que nessa faixa aqui tá perfeito
Outra coisa muito aparente nessa faixa é o baixão do Chris, né? Que o baixo é algo muito importante no som do Crash Dice também. Então o Chris tá fazendo um excelente trabalho aqui.
O vocal do John. Muita gente não conhecia ainda o John, né? Antes do Crash Diet. Algumas pessoas já conheciam ele do Confess. E, cara, um primeiro contato que a galera tem com o vocal dele, se for com essa música, é o melhor contato possível que você pode ter com o cara. Acho que ele traz a identidade dele e que combina pra caramba com a banda. Então, ponto altíssimo aqui também.
O Michael tá sensacional, bateria bem marcante. O Martin, cara, esse cara é foda demais. Eu amo o trabalho que o Martin faz em todas as épocas da banda, e aqui não é diferente. Na Satisfaction, eu gosto muito do riff inicial, gosto do solinho. Cara, essa faixa também tem um refrão que é foda, é muito marcante, gruda na cabeça. Quando a gente vê, a gente já tá cantando junto a faixa.
Então a banda tá entrosada Muito entrosada E foi muito bom ouvir essa faixa Quando você ouve um som novo dos caras Com uma nova formação E ser algo tão bom assim É admirável E agora Com o lançamento do disco Já tô ouvindo ela o tempo inteiro novamente
Eu acho que o disco não tinha jeito melhor de começar. Uma faixa excelente, slizzy pra caramba. O videoclipe ficou bem legal também, o visual dos caras tá sensacional. Vale muito a pena assistir. Galera, pra mim, o disco já começa com um grande destaque aqui.
Eu gosto que desde a escrita dela, o Series Faction com Z ali, é uma coisa bem que o Prestidite sempre fez, muito na questão do Weston Sleaze também. E quando eu citei que o disco era um baita de um fanservice, eu acho que essa faixa, inclusive, é a que mais remete a tudo isso, sabe? É um Sleaze sujo, mas ele é coeso ao mesmo tempo.
aquele caos que faz todo o sentido pra banda quem é fã da banda vai se identificar muito sabe um ótimo refrão com backing vocals absurdos, envolventes, quando tu vê tu tá cantando, tipo, fazendo só o backing vocal, assim isso é uma característica muito forte da banda isso vai acontecer bastante no disco
A bateria dessa faixa é muito foda. O cara, o Michael, puta, ou ele tem um canhão nas mãos ali, ou, cacete, bicho, o cara é muito, muito, muito foda.
O Martin, enquanto compositor, enquanto letrista, e agora, enquanto guitarrista, cara, cada vez melhor. Ele realmente pegou as rédeas da banda e... Na entrevista, quando foi anunciado o álbum, que eles lançaram a tracklist do disco e lançaram o primeiro single, ele disse, cara, vão ser as 10 faixas mais Sleaze que vocês vão escutar.
E se depender de Satisfaction, com certeza vai ser muito pra esse lado, sabe? Eu acho que a maneira de iniciar o disco não tem maneira melhor. Eu acho que é algo, como eu disse, especial pra caramba.
Não é a minha faixa favorita. Mas, cara, quando ela começa a tocar, eu sei que eu vou escutar o disco inteiro, assim, eu já fico feliz, sabe? Eu escutei o disco em sequência. Quando a gente recebeu o disco da gravadora ali, eu fui direto escutar as que não tinham sido lançadas ainda, porque os singles eu já tinha derretido todos eles. E escutando depois o álbum por completo, cara, faz tudo muito sentido, assim, sabe? São dez faixas.
O álbum não se estende para o mais nem menos. Como tu falou, cara, não tem finder, sabe? Não tem encheção de linguista. Todas as faixas tem... remete a alguma coisa da banda, ou todas as faixas tem alguma coisa de nova, mas com a cara da banda. Eu acho que eles não ficaram só presos no passado. Eu acho que isso é muito importante.
Satisfaction é uma que é bem, bem, bem Restless Lizzy, ela não apresenta nada de novo mas ao longo do disco a gente vai falando de outras que pegam um pouquinho de uma coisa ali mas com uma coisa nova da QDK e aí vai fazendo uma sopa extremamente maravilhosa, assim, cara e Satisfaction abre o disco, porra, da melhor maneira possível cara, é só pra falar que eu tenho duas faixas preferidas no disco, a Satisfaction é uma, a outra tá mais pra frente
Porque eu ainda não consegui decidir qual que é a minha preferida, porque é muito foda, é muito foda, e a gente vai comentar mais pra frente. Vamos seguir, então, a segunda faixa é a Seek and Know For Me.
Segunda faixa lançada do disco, né? Ela segue já uma sonoridade diferente da Series Faction. Aqui ela traz uma pegada mais glam, mais festeira, cheia de energia. Cara, o riff inicial dela é muito legal, muito legal. E todo o trabalho de guitarra do Martin, eu acho que é muito foda por toda a faixa. Eu acho que a guitarra nessa faixa, ela dita muito do que vai ser a música, né? Essa pegada mais glam e tal.
Então eu acho uma delícia de ouvir o trabalho de guitarra do Martin nessa faixa. O trabalho de baixo do Chris também tá bem presente novamente, cara. É aquele baixão marcante que ajuda a preencher a música que eu acho maravilhoso. O Michael, cara, na bateria ele traz um trabalho um pouquinho mais cadenciado, né? E que orna muito com o que a faixa pede.
Vocal do John, sensacional também. É uma belíssima faixa. Cara, de verdade, eu tinha um certo receio do que os caras poderiam lançar após a Série S-Faction, que é uma puta faixa legal, né? Mas aí os caras já me lançaram essa. E aí só reforçou pra mim que ia vir algo bom desses caras. Não tinha como esse disco ser ruim. Eles tinham lançado duas músicas tão boas assim.
então, cara, sensacional é uma faixa que tem uma letra divertida pra caramba também um videoclipe muito legal por favor, assistam é outra faixa que tem um refrão bem foda excelente, feito pra cantar junto, pra grudar na cabeça e é o que a gente sempre fala aqui no podcast, né que refrão marcante é a marca do Hard Rock do Sleazy e...
E o Crash Diet são mestres em fazer isso. Os refrões são muito bons. E outra faixa que quando lançou ela, eu ouvi ela sem parar. Então, pra mim é mais uma excelente faixa. E que é outro destaque do disco. Eu acho que os caras mandaram bem demais em soltar essas duas.
como as primeiras do disco. Então, Seek and Not For Me, pra mim, é mais um baita destaque aqui. Cara, pra mim, o meu single favorito do disco é Seek and Not For Me. Eu achei ela absurda, assim.
me mostra que o Crustete ainda tem muita lenha pra queimar, sabe? Mostra uma outra face da banda que eu acho que ficou meio escondida nos últimos dois discos, que são um pouquinho mais iguais, assim, pra mim, mais pasteurizados, sabe? Parece que tá dentro de uma forma de bolo ali. Uma música alegre, cara, envolvente, assim, bem como tu falou, bem glam metal, assim, sabe? Uma parada de puxar o melhor lado Poison deles, assim, fã de Poison, fã de Death Leopard, sabe?
E que eles não ficaram apenas presos no que eles fizeram ao passado, o que não seria um problema nenhum também. Podem ficar que vai ser maravilhoso, sabe? Mas é legal ver essa coisa, só que ao mesmo tempo, mesmo trazendo essa vibe mais alegre, mais nossa faceta deles, ela é muito natural, sabe? Apesar desse toque moderno, a possibilidade de fazer um som mais sujo.
Ela age de uma maneira muito, muito, muito natural, assim, sabe? Mas um ótimo refrão, o backing vocals, maravilhosa. O solo de guitarra dessa música é muito foda. Muito, muito, muito, muito foda. Vai ter vários solos que eu vou falar que são bons, sim. E essa daqui realmente é uma que se destaca por ter um solo muito legal. O instrumental da banda tá muito redondo, cara. Muito, muito, muito foda, assim. Muito bem preenchido. Cara, não tem lacuna aberta, assim, sabe? Tudo tá muito bem perfeito.
Tu vê que não tem, ah, e agora vamos destacar só, tipo, o Martin ainda é o principal cara da banda, vamos deixar só a guitarra alta e deixar o resto das coisas. Não, cara, tudo porra. A voz do John é perfeita, a bateria do Michael é sacanagem, as linhas de baixo, assim, ó. Sempre foram características muito fortes do Chris Dye, são lindas também, assim. Então, mais uma só que eu só tenho elogios pra fazer. Como eu disse, é o meu single favorito até o lançamento do disco e, putz, acho que vai se fazer presente na maioria dos shows também, porque ela é muito foda.
Vamos para a terceira faixa, Chaos Magnetic. Foi o quarto single lançado pela banda, né?
E aqui nessa faixa, galera, nesse disco vai ter uma parada que quanto mais você ouve algumas faixas, mais elas se tornam legais. E eu acho que essa faixa é um grande exemplo disso. Quando lançou essa faixa, eu gostei dela.
Mas conforme eu fui ouvindo, cara, essa música foi crescendo, foi ficando mais legal ainda. Hoje eu sou apaixonado por essa faixa, eu tô viciado nela. Eu acho que aqui a gente tá diante de uma das faixas que quando você ouve, ela vai remeter as faixas boas da época ali do Automaton, do Rust, eu acho que ela tem uma pegada meio parecida ali. Vou destacar muito o trabalho do Chris.
Nessa faixa, cara, o trabalho dele como um todo no álbum tá sensacional. O baixo tá presente o tempo inteiro, bem evidente. E aqui na Chaos Magnetic, cara, eu acho que o baixo vai editar muito o ritmo da faixa. Tá bem pulsante. Junto do baixo, né, o que me pega muito nessa faixa é a bateria. Cara, absurda. Vem bem marcante. Dita também o ritmo da faixa.
O vocal do John aqui, cara, entra com muita força, bem rasgado. Existem alguns arranjos de guitarra nessa faixa que são bem sutis, só que eu acho que agrega muito pra faixa. Principalmente ali...
um pouquinho entre o refrão ali, e tem uns toquezinhos que são bem interessantes. O solo eu acho absurdo, eu gosto muito. O refrão da faixa eu acho contagiante, eu acho que é uma faixa que ao vivo vai ser legal pra caralho de ver. Uma faixa bem forte, então é uma faixa que vem com bastante peso, bastante atitude, é mais uma faixa que eu gosto muito.
A primeira coisa que eu vou destacar nessa faixa é o baixo dela. Disparado. Pra mim, o melhor baixo do disco tá nela. Cara, indica todo, todo, todo o ritmo da música. Assim, absurdo, absurdo, absurdo, absurdo. O trabalho ficou muito foda. Muito, muito, muito, muito foda. Ela é a música mais séria. Como diz isso, ela remete mais aos últimos trabalhos do Quest Dite. Mais séria, mais pesada. Legal pra caramba, assim. Radiofônica pra cacete, sabe? Pega aquele público mais voltado, talvez, pro metal.
Eu já tô sendo chato de elogiar os refrões pegajosos e os ótimos backing vocals.
O destaque é absurdo pro John, que ele canta nessa faixa aqui, assim, ó. Ele fez tudo bem até agora, mas nessa aqui o vocal dele realmente já faz parte da história da banda, assim. Cara, é muito marcante, muito, muito, muito, assim, ó. Não coloco algum outro vocalista do Christe Dite que cantaria essa música. Acho que ela foi feita pra ele e ele se encaixou muito bem com a banda. Eu acho que tá tudo muito alinhado, assim, ó. Tudo muito perfeito, muito, cara, muito encaixado, assim.
é muito, muito, muito bem orquestrado. Eu gosto daquela linha de eslize mais sujo, mais largado, que às vezes não se preocupa tanto, mas voltar pro punk. Mas, cara, quando tá tudo muito alinhado, a gente também tem que elogiar, porque, cara, ficou muito bom. Muito, muito, muito bom. Algo de se louvar, porque ficou um trabalho quase perfeccionista. É algo que, cara, nada sai do...
de órbita em momento algum, é muito, muito, muito bem, bem, bem contadinho, assim, ó. Cara, faixa destaque pra caralho, eu acho que vai ser uma que vai bombar nos shows, tá? Carinha de abertura de show essa. Total, então, né, vamos, vamos, vamos para as próximas. Então tem que, cara, mais um destaque do disco.
Vamos para a quarta faixa então, Can of Worms. Essa aqui é a primeira nova, vamos dizer assim, que a gente ouviu, né? Que as outras já tinham sido lançadas pela banda. E ela é uma faixa que ela vem mais pesada novamente. Ela vem com um riff pesado, ela vem com a bateria pesada. Eu gosto da construção dessa faixa porque alguma coisa ali...
Me remete à época do Generation Wild, dessa vez de Playground. E ela é pesada, mas ao mesmo tempo ela tem um andamento cadenciado. Então eu gosto desse tipo de faixa, dessa construção.
O refrão é uma delícia, ele é bem melódico, eu acho bom pra caralho. É outra faixa que conforme você vai ouvindo, ela vai ficando mais legal. Cada ouvida você pega um elemento diferente, que não tinha percebido ainda, o que enriquece ainda mais a experiência com o álbum, né? Eu amo o solo aqui, essa faixa sensacional. Eu acho o trabalho de guitarra excelente. As linhas de vocais do John, novamente, estão sensacionais.
E como eu disse, eu gosto muito dessa faixa porque ela tem esse ritmo que é cadenciado, mas também é pesado, então é melódico e pesado, então eu acho uma faixa excelente, eu acho que ela dá um bom andamento pro álbum. Quando eu vi a tracklist do álbum lá, quando foi lançado o Satisfaction, ainda que eles disponibilizaram
o nome das músicas essa aqui eu confesso que internamente eu criei uma expectativa comigo que eu ouvi o nome dela eu sempre sei que isso aqui deve ser sujo pra caralho assim, porra, sei lá, lata de verbos né, é algo fora eu achei muito, muito eu achei isso pra cacete cara, mais uma vez ela já inicia com a voz do John ali muito, muito, muito bonita, voz mais limpa e tal eu acho que, cara, é não é demais elogiar o John e aí
porque realmente o trabalho dele é muito, muito, muito bom. Se a gente for jogar as faixas em coisas parecidas com o que o Crash Diet fez, essa faixa é a cara do The Savage Playground. A cara, assim, ó. Lembra Excited, Sin City, sabe? Toda, tem essa carinha, assim, Snakes in Paradise. Tem bem aí. Eu acho que eles quiseram flertar com tudo de bom que eles já fizeram, e aqui, mais uma vez, eles conseguiram, sabe? Tem aquela...
cadência suja que remete a um peso, sabe? Cara, é uma coisa muito única que o Christy Diet faz, assim. Mais uma vez, o backing vocals, cara, dando muita qualidade para o que está acontecendo ali dentro do disco. Tem um break no meio dela que começa com umas vozes infantis, assim, que remete a um intersêndromo metálico quando as crianças começam a rezar, assim, sabe? Tipo, tem essas vozes infantis no meio. Eu acho muito legal, porque daí acaba explodindo no último refrão de novo, assim.
E, cara, minha expectativa, que eu creio em cima dela, foi atendida, tá? Mas uma faixa absurda. Muito, muito, muito foda, cara. Que disco gostoso de escutar. E aí, a gente chega na quinta faixa. Love Blind.
Faixa que, se não me falha a memória, ela foi a terceira lançada pela banda, né? Aqui é a balada do álbum, a Power Ballad. Eu sou suspeito de falar de baladas porque, cara, essa aqui é uma baladona muito bem feita. Ela é sutil, ela tem profundidade, ela é emocionante, ela...
Vem naquela construção estilo power ballad, né? Até ficar maior no refrão, explodir e tal. E o refrão é absurdo, é bom pra caramba. Vou destacar aqui o vocal do John novamente, porque eu sempre gosto de falar...
que quando a gente tá ouvindo um álbum, aí tem umas nuances entre algumas faixas, né? Essa daqui é muito legal destacar porque a gente tava acostumado de ver ele cantando mais agitado e agora tá cantando mais calmo, sempre muito afinado. Então demonstra o quanto o cara é talentoso, o que precisa o cara faz ali. Então é sensacional.
O solinho dessa faixa, maravilhoso. Cheio de feeling. Eu acho que a banda consegue transmitir muita emoção, muito sentimento com essa faixa. Todo o instrumental da banda aqui tá muito bem. Eu acho que a banda conduz legal essa faixa. A ambientação criada pra essa balada. Eu acho muito foda. Cara, puta faixa. Cara, eu acho que se Deus fez coisa melhor que baladinha no Hard Rock, ele deixou guardado.
Porra, é absurdo, cara, é absurdo.
Essa faixa simplesmente, ela não sai mais da minha cabeça. Quando ela lançou, eu escutei ali meio de bobeira, acho que só com ódio do celular, enquanto eu tomava um banho, eu me arrumava pra ir pro trabalho. E, ah, legal a baladinha e tal. Mas quando eu escutei ela de verdade, parei pra escutar a primeira vez, botei um folha, assim, aí eu... Beleza, escutei uma vez. Aí escutei duas, aí escutei três. E aí, cara, simplesmente eu fiquei, acho que, três dias escutando só ela. Tipo, sei lá, umas 130 vezes por dia, talvez.
E agora, mesmo que Sign Up For Me seja o meu single favorito, cara, Love Blind é uma coisa muito especial dentro da discografia da banda. A banda que tem baladas, a gente sabe, tem algumas baladas bem legais, inclusive, mas aqui, além de ser a maior balada do Christe, melhor, já tô colocando isso no meu gosto, melhor balada do Christe, não sei se não é a melhor balada do Sleaze.
Rock Swack, tá? Vamos deixar essa pulga atrás da orelha. Cara, ela é melancólica e chiclete na medida certa, assim, sabe? A performance do John nela é puta, absurda. Absurda, absurda. Tô muito ansioso pra escutar ela ao vivo. Essa, com certeza, com certeza vai ter nos shows. Essa aqui é impossível não ter, tá? Tudo funciona muito bem nela, assim. Cara, é muito boa de escutar. Muito boa. A letra é bonita, é fácil de acompanhar. Cara, tá?
Absurdo, cara. Absurdo, assim. Eu acho que realmente a gente tá na frente de uma das melhores coisas que o Crash Diet já produziu, tá? Então... Quem não escutou ainda, por favor, vai que não vai ser rebelo. Eu duvido muito que vocês não tenham escutado ela ainda, mas quem não escutou, por favor, cara. Pega a indicação e vai que não tenha medo. Por favor.
É isso aí, vamos pra sexta faixa, então. Get out! Cara, essa faixa aqui, ela é um slizzão, assim, bem mais direto, cru. Remete a coisas ali do início da banda. Uma faixa cheia de atitude. Eu acho interessante que ela vem com um riffzão, né? E um andamento mais acelerado. Aí ela dá uma...
Uma diminuída no ritmo, no refrão ali, mas o refrão é cheio de atitude, muito peso, então é muito interessante isso. Cara, o instrumental dessa faixa aqui é um absurdo. Pesadaço pra caramba, cara, tá muito legal. A guitarra, o baixo, a bateria, música feita pra bater cabeça. O vocal do John, mais uma vez, bem rasgado, bem rasgado, muito bom mesmo.
E tem um baita refrão, um dos mais legais do álbum aqui. É mais uma faixa que a gente tem que destacar os backing vocals, que eu acho que estão muito bons. E a Get Out, ela me anima muito porque ela tem estilão de faixa lá do B, né? Das paradas mais antigas da banda ali. Sensacional, eu gosto demais dela. E por ser primeiras impressões, cara...
o começo do álbum, da primeira a quinta faixa, a gente já tinha ouvido quatro dessas cinco faixas aqui, né? Que a banda já tinha lançado anteriormente. Então, aqui da sexta até a décima são todas inéditas. Então, é uma parada que me pegou demais esse final do álbum. Eu acredito que, por já conhecer
as primeiras, eu foquei muito em ouvir essas que eu não conhecia ainda e aí cara, pra mim aqui da Get Out até o final é uma porradaria desgraçada assim, sensacional então eu Get Out eu considero um grande destaque desse álbum também cara, quando a gente pegou o disco, eu fui e larguei no nosso grupo do Whatsapp e falei pra galera, cara
Se atentem, porque as melhores faixas do disco ainda não foram lançadas. Não são singles. Cara, eu achei muito legal porque isso acontece em vários episódios e é quando tu comenta uma coisa e eu já tenho eu sempre deixo umas anotações em cima de algumas faixas aqui e cara, ela tem carinha de joia escondida. Total, assim. Ela não é uma música que vai virar single, não é uma música que talvez vai virar o maior dos...
dos clássicos da banda, mas ela tem essa carinha assim de tipo, cara, ela ia fazer falta se ela não existisse pra mim, sabe? Pra quem escuta toda a discografia, pra quem conhece todos os discos, pra quem vai atrás de todo o material da banda, sabe? É tipo Stray Out of Hell, Needle Your Eye, sabe? Ecstasy Overdrive, Bound to Fall. Músicas que pra mim, tipo, são perfeitas e, cara, não explodiram, sabe?
Então, cara, esse tipo de faixa, assim, ela não tem muita pretensão, mas ela vai te envolvendo, assim, ela é pesada, como tu dizia, ela vai te envolvendo aos poucos, e quando tu vê tu tá cantando o refrão, ele é o backing vocal, tipo, If you don't like it, puta, cara, é muito bom, cara, muito, muito bom. Eu acho que mostra o melhor dos dois mundos da banda, assim, sabe, da velocidade, do peso, das estrofes ali, do refrão cadenciado, com backing vocals bons, assim.
eu vou repetir o que tu disse, cara, mas um trabalho absurdo da banda como um todo, assim, enquanto conjunto, sabe, enquanto guitarrista, baixista, baterista e vocal. Cara, banda no auge, assim, os caras estão muito bem. Sei quem escreveu todas, se o Martin escreveu todas as melodias, mas cara, se ele fez isso, parabéns, e se não foi só ele quem ajudou a escrever, parabéns, porque assim, ó, caralho, foda demais.
Vamos então pra sétima faixa, Twitter. Galera, o Matheus ouviu o disco Primeiro Que Eu, e aí ele foi me mandando no WhatsApp ali, ah, essa faixa é isso, essa faixa é aquilo. Então, eu sei que a Twitter é especial demais, então, começa falando dela aí, Matheus. Pô, cara, obrigado. Tá, obrigado.
Cara, eu acabei de citar isso em Get Out, mas eu resolvi não escrever nada sobre Quiddler, porque eu acho que fica muito melhor eu falar sobre ela espontaneamente. Quando eu peguei o disco para escutar, eu fui mandar para o Rafa e eu não sei que ele não estava recebendo as mensagens no WhatsApp.
E eu mandei assim, cara, Quider é absurdo. E aí cada vez que eu escuto ela, eu fico triste de ter escrito só absurdo naquela mensagem, porque ela é muito mais do que absurdo. Ela é a minha faixa favorita da banda do disco. Eu sei que ela é faixa favorita de mais gente, gente que toca na banda, inclusive. Ela realmente é especial. Ela tá com cara de uma das melhores faixas da história da banda.
Eu sempre... Eu não gosto muito de medir palavras quando eu vou falar das coisas que a gente gosta. E aqui no podcast a gente só fala de coisas que a gente gosta. Então, como é bom pro fã quando a banda tá ali apresentando que a gente sempre pode esperar o melhor deles. Sabe?
Porque, cara, tem bandas que eu escuto e aí tu vai vendo passando o tempo e os álbuns e as turnês e tudo que eles vão lançando vai ficando meio pra trás, tu acaba querendo acompanhar a banda só pelas coisas passadas.
E aqui não, cara. Aqui me mostra que o Christdite tá numa fase que eu não consigo mais chamar a época que eu dizia, sei lá, do Wrestling Slees, do Generation Wild, tipo, a época áurea do Christdite. Porque eu não sei se a época áurea do Christdite não é agora. Se eu não vou olhar daqui 10 anos e pensar, caralho, quando eles lançaram o Art of Chaos, aquilo era absurdo. E eu realmente tô com esse sentimento agora, sabe? Eu já devo ter ouvido ela tranquilamente umas 100 vezes.
Eu não consigo fazer uma avaliação muito técnica sobre ela, porque pra mim é apenas o sentimento.
puro de fã, assim, sabe? De escutar a minha banda favorita fazendo o que me fez ficar fã deles, que é uma puta faixa de deslize com o puta de um refrão, com tudo, tudo, tudo, cara. Essa faixa realmente é especial. Se você me pedir, Matheus, por onde eu começo? Começa por Quirar. Começa por ela que ela é...
espetacular, perfeita, sensacional, maravilhosa. Cara, não tem essa faixa realmente. Já se foi uma das minhas favoritas da banda e sei lá qual o potencial, não sei aonde ela vai chegar nos meus rankings pessoais.
Cara, de verdade, assim, quando saiu a lista de músicas do disco, só pelo título a gente fez já pré-julgamentos do que poderiam ser as faixas. Ah, essa aqui é balada, com certeza. Essa aqui vai ser algo mais pesado. E aí tinha lá Twitter. Cara, de verdade, sendo bem sincero, eu vi o nome da faixa e não passou nada pela minha cabeça. Falei, ah...
qualquer coisa ali, né? Teve outras ali que, pelo título, me chamaram muito mais atenção. Mas aí, cara, no dia que você conseguiu o acesso ao disco e você me falou o quanto essa faixa era foda, fiquei pensando comigo, porra, não vejo a hora de chegar aí em casa, eu preciso ouvir essa faixa, eu preciso muito ouvir. E, cara, que faixa absurda do caralho. É apaixonante demais, é apaixonante. Pra mim, junto com o Satisfaction, é a melhor do álbum, assim, ó.
A Satisfaction e essa eu apaixonei desde a primeira ouvida. Cara, me veio um sorriso no rosto. Eu espero do fundo do coração que essa faixa aqui vire um clássico, porque tem um potencial absurdo. Absurdo, assim. Sliz de primeiríssima qualidade.
A construção dessa faixa é tudo muito bem feito. E toda a banda aqui tá muito bem, muito entrosado. Todos os instrumentos estão muito fodas. O refrão agitado pra cacete, assim, ó. Uma faixa suja pra caralho. Pesada, é uma faixa agitada. Cara, essa faixa aqui, ela tem tudo que a gente se apaixonou no Sleaze. Tá dentro dessa faixa.
E, cara, Quitter é absurda, linda pra caralho. Eu acho que a galera, quando ouvir esse disco, vai gostar demais dela. Porque, olha, sensacional, cara. Essa aqui realmente tem algo especial nela.
É absurdo. Aí, tipo assim, galera que a gente já sabe que ouviu o disco, todo mundo fala dela, então não é só a gente que acha isso. Então, sensacional, cara. Muito boa, maravilhosa. É até difícil seguir agora, né?
Mas vamos lá, galera. Agora a gente chega na oitava faixa. Killing It Now. Cara, que porra. Mais uma faixa muito boa. Absurda. Essa aqui, ela tem uma energia surreal, assim. Um andamento empolgante pra caramba. Ela tem uma construção muito foda. Dela ir crescendo até aquele refrãozão.
aquele refrãozão massa pra caralho assim, e cara, esse esse refrão ali, cara eu não sei se é a forma como o John conduz a voz dele, ou as batidas da bateria, eu não sei o que é mas, ela tem um formato mais oitentista
Eu acho que a forma que o John conduz ela Ela é uma faixa bem Sleazy, mas ela tem esse toque Anos 80, eu acho uma Puta faixa, suspeito pra caralho Pra falar dela, mas uma faixa Feita pra bater Cabeça
É outra faixa que toda a banda tá foda, cara. Os caras tão muito entrosados, então todas as faixas eu falo isso. A guitarra é simplesmente maravilhosa e o solo é sensacional. É dessa faixa maravilhoso. Cara, puta faixa. E é muito bom ver o Crash Diet nesse nível novamente, né? Entregando essas canções pra gente. Então, mais uma excelente faixa aqui.
Essa daqui é outra com potencial de joia escondida, né? Daquela deliciosa que o fã ama, assim. E não sabe se a gente vai ver eles tocando. Cara, é outra faixa que mistura tudo que a banda tem de melhor, assim. Instrumental, refrão, letra, backing vocals, tudo nela, assim. E essa faixa eu acho que foi uma das que mais me trouxe misto de sentimentos, porque...
Tem horas que parece que remete ao Rest In Sleeve, tem horas que parece que remete ao Generation Wired, tem horas que parece que é o Automaton. Então eu penso, pô, tá, é crush that. É puro crush that. Eu acho, inclusive, que o melhor trabalho de backing vocal do disco tá nessa faixa.
O refrão dela realmente é muito... 80% do backing vocal, 20% do John só. Só não, né? O John é um monstro, mas... É uma faixa bem pesada, bem séria. Boa pra cantar junto. Cara, o refrão é muito, muito, muito empolgante. Muito peso, muita energia. O solo dela é... Cara, é outro dos melhores. Top 3 solos do disco. É difícil escolher só 3. Os solos desse disco são muito boos. A linha de baixo dela é muito boa. E o Michael espancando a bateria mais uma vez. Essa daqui realmente é outra que o baixo é muito legal.
Então, essas faixas mais diretas, você escuta aquele baixão, ele é bem forte. Eu acho que ficou bem legal. Cara, essa faixa é perfeita também. Perfeita, perfeita. Embora eu não enxergue ela como uma das mais preferidas por todo mundo. Eu enxergo ela como mais potencial de...
favorita dos fãs, assim, bem pelo que eu vejo da galera o que gosta, o que não gosta eu acredito que ela vai ficar num numa carinha meio igual a, tipo, sei lá Rebel do Generation White tinha uma galera que amava, tinha uma galera, pô mista, cara, eu era fã pra caralho, né então fica complicado tudo que os caralhantes eu gosto mas aqui eu acho que vai agradar a galera que curte pra caralho a banda
É o tipo de faixa que, se os caras perguntarem qual música quer ver no show, com certeza a gente comentaria essa daqui. É uma pra caralho. E agora a gente vai pra penúltima faixa, Silent Place.
Desde a primeira vez que eu ouvi esse disco, essa daqui já se tornou um dos grandes destaques pra mim. Ela me remete a coisas ali da época do Simon, do Generation Wild, daquelas faixas que são construídas de forma mais cadenciada, mas que não chega a ser uma balada. Eles constroem uma ambientação muito foda nessa faixa, é muito legal.
Se desligar de tudo e ouvir essa faixa no fone assim, cara. E sentir essa ambientação que a banda constrói durante toda a faixa. Eu viajei pra caralho ouvindo isso aqui. E como eu disse que eles constroem uma ambientação diferenciada, né? Eu não tenho como não falar novamente que a banda tá excelente. A banda, quanto equipe toda entrosada, sensacional.
O refrão é melódico e marcante pra caramba. E no refrão também, os backing vocals são lindos. Lindos, lindos, lindos. Cara, mais uma faixa que o John tá um monstro. Belíssima faixa. E pra mim é mais um grande destaque. Essa eu vejo como potencial de virar a queridinha do público. Tem cara, né? A cacete, cara. Muito bem feita essa faixa.
Eu já sei que tu virou fã dela, tu já tinha me comentado. Eu achei ela linda também. Bem mais pro lado final do álbum. Acho que dá aquela quebrada também. Essa remete muito aos tempos de Generation Wild. Aquela parada meio Bound to Fall. Me lembra muito... O baixo e a bateria dela me lembram muito Bound to Fall. Logo, ela é perfeita. Aquela época da minha cidade, uma das minhas favoritas. A voz do John muito bonita. É uma música bem menos agressiva, com uma melodia muito linda, muito bonita.
pré-refrão dela, cara, vai te envolvendo, vai te envolvendo, vai te envolvendo. E ele vai te empolgando até chegar numa das coisas mais lindas da carreira da banda. É o que eu digo, eu não tô usando como exagero, porque realmente eu acho que tem faixas nesse disco que são muito especiais.
A gente não pode se apegar apenas nas coisas do passado e pensar que a época boa era aquela. Cara, a época boa é agora também, sabe? A gente tem que louvar as coisas do passado, a gente quer escutar as coisas antigas nos shows. Mas, cara, esse disco aqui, a turnê dele, puta, cara...
Eu queria escutar todas essas faixas ao vivo, todas elas, sabe? Porque é aquele disco que não tem uma faixa média. Tem muitos discos que a gente vem aqui dar nota 10 e a gente ama, e foram discos que formaram o nosso gosto enquanto fãs de hard rock, de glam metal, de Sleazy. E sempre tem uma ou duas faixas, mais ou menos, que não agradam tanto. Às vezes agradam o Rafa, não agradam a mim, agradam a mim, não agradam o Rafa.
Mas nesse disco aqui a gente teve uma anonimidade que o cara não tem, sabe? Ele é perfeito. Eu sou muito feliz de poder celebrar de estar falando dele antes do tempo. Eu fiquei muito feliz de receber. Cara, é uma alegria muito foda, assim, sabe? Essa semana pra gente tá sendo muito especial. E por causa de coisas como essa, assim, cara. Silent Place é outra faixa que é muito especial, assim. Eu acho, porra, muito, muito, muito, muito foda. Mais um destaque do disco, né? Novidade.
E pra gente fechar o disco, a gente tem a faixa Edge of Knife Cara, você já comentou Que você gosta muito dela Então eu vou deixar você começar falando dela Ah cara, obrigado Cara, eu acho que Silent Place eu falei muito bem dela agora Deu uma quebradinha muito boa pra chegar no final do disco
Quando eu peguei o disco e fui escutar as faixas novas, a Liquider já me pegou de primeira e Edge of Knife já foi outra que me pegou muito. Eu ficava tipo, caralho, eu quero escutar essa. Não, eu quero escutar essa. Eu quero escutar essa. Eu quero escutar essa. Eu quero escutar essa.
Eu acho que não tinha, assim como não teve como iniciar melhor o disco do que com o Satellite Faction, não tem como encerrar o disco melhor do que com o Edge of Knife, sabe? Eu gosto de como as estrofes se assemelham um pouco com a levada de Silent Place, sabe? Ela não é a música que já começa aceleradona, mas com o refrão empolgante, sabe? Ela... É...
Cara, ela é especial pra cacete, sabe? Eu fico meio confuso em dizer que remetia os melhores tempos, sabe? Eu vou puxar de novo esse assunto. Cara, talvez o melhor tempo dele seja agora. É um disco lindo, disco especial. Tenho certeza que ninguém vai se arrepender de escutar. E essa faixa aqui, cara... Cara, eu... Me remete muito às coisas cruas que o Chris Dietz fez em momentos que...
a banda se equiçoe um pouco mais conceitual sabe, indícios, cara, pela mesma questão tanto do Rust quanto do do Automaton mas principalmente lá na pegada do Savage Playground, sabe, que foi quando a banda experimentou um pouco mais, tinha Guardian of Babelon que tinha mais de sete minutos, tinha três ou quatro faixas com cinco minutos e meio tipo, Change the World Excited também, sabe e Edge of Night Mais
Tem um pouco dessa característica, assim, sabe, de tipo... Parece um pouquinho que vai ser conceitual e não. Na verdade, ela é mais uma puta de uma pedrada da banda, assim. Se tornou também uma das minhas favoritas. Eu acho que depois de Quiddler, é a minha faixa favorita do disco. Isso pode mudar, tá? Ao longo do tempo. Eu vou escutar muito esse disco. Esse é um dos meus discos que é...
Cara, talvez há anos que não tenha um que eu bote na minha cabeceira e vai se tornar um dos meus favoritos da vida, sabe? Isso aqui realmente se tornou muito, muito, muito marcante pra mim. Primeiramente, por ser o primeiro disco que a gente recebe em antecipado. Mais uma vez, gostaria de agradecer a Nelitone, o Patrick, o Martin, o Chris, que fez o contato pra gente aí. Então... ...
Cara, não tinha como encerrar melhor, sabe? Eu acho que realmente mais uma faixa muito especial. Depois de Quider, depois de todos os singles que vocês conhecem, a que não tinha sido lançada depois de Quider, Edge of Life pra mim é a minha favorita. Perfeito, faixa linda pra cacete, assim.
Cara, a Edge of Knife é uma faixa incrível. Facilmente, entre as melhores do álbum. Cara, aquele riff é animal, é matador o riff inicial dela. Você tá doido? E eu acho toda a estruturação dessa faixa muito foda. Muito foda mesmo.
Ela é um Sleaze dos mais bem feitos, assim. É uma faixa que vai entregar bastante energia, bastante peso. E ela tem um ritmo muito bom, né, cara, pra gente curtir. Porque ela vem rápida, aí ela fica cadenciada, aí ela acelera de novo. Então, é muito legal, é foda pra cacete isso aqui.
Eu acho que o vocal do John nessa faixa vem pra coroar também todo o trabalho dele no Crash Dice, que tá muito bom mesmo. A bateria, cara, pesada, boa demais. Então, destacar também o Michael, sensacional. O cara faz um puta trabalho no disco. O baixo do Chris, cara, eu acho que é um dos pontos altos desse disco.
Eu acho que ele consegue conduzir muito bem o ritmo das faixas, né? E aqui na última, cara, ele tá muito bem também. E, cara, falar do Martin é chovendo molhado, né? Como dizem por aí. Cara, absurdo. Absurdo, o cara é sensacional.
É uma faixa que vai encerrar o disco da melhor forma possível. E ela é uma faixa que tem cara de encerramento mesmo. Eu acredito que foi muito bem pensada essa ordenação das faixas. Que eles começam ali com a satisfaction. Porradeira pra cacete. E acho que as faixas vão se sucedendo ali da melhor forma possível. Até chegar aqui nesse desfecho com a Edge of a Knife.
que é outra porrada, mas que ela tem essa carinha diferente. Ela fecha o disco de forma perfeita. Então, outro grande destaque do álbum, álbum 10 barra 10, fecha sensacional.
Ao final da audição desse disco, cara, eu posso falar como fã de verdade, assim, ó, eu fiquei feliz pra caralho com esse disco. Soa como Crash Diet deve soar sem desmerecer qualquer line-up da banda, mas aqui parece que os caras, eles se encontraram como banda, estão muito entrosados.
E eu acho que esse disco, ele resgata muito do que a gente sentia quando era adolescente, quando era mais novo, ouvindo o Crash Diet, quando eles estavam no auge deles lá, né? Então, esse disco, como o Matheus falou, o auge pode ser agora também, porque tá sensacional. Esse disco, pra mim, já figura entre os melhores da banda. E é muito bom ver uma banda que a gente gosta tanto, entregando um trabalho nesse nível.
Disco com atitude, com adrenalina, com peso, com melodia. Tudo na medida certa. Eu acho que é um puta disco de Sleaze, de altíssima qualidade. E sem dúvidas vai estar ali no top 10 melhores lançamentos do ano. Isso é uma certeza. Então cara, muito feliz com o resultado final desse disco. E aí Matheus, qual a sua consideração final sobre o álbum?
Pô, cara, será que eu tenho mais algo pra falar? Como a gente sempre brinca que não teria o podcast se fosse pra falar de coisas que a gente não gosta. Então a gente sempre vem e a gente elogia a grande maioria das coisas que a gente fala.
Às vezes tem uma faixa ou outra que a gente não é tão fã e tal, mas tem discos que nós fomos apaixonados, que nós fomos criados ouvindo, que moldaram o nosso caráter. Tem discos que a gente ouve um pouco menos, mas a gente sempre fala de coisas que nós gostamos, cara. E eu fico muito feliz, não só pelo disco, eu fico pelo ano que a gente está vivendo, não só...
pelo podcast, que também realmente é muito legal pra gente, é muito importante, é muito gostoso estar aqui falando sobre algo que a gente ama, mas feliz por todo o alinhamento que tá rolando, sabe, do Sleaze, das bandas, talvez um revival de algumas bandas, e cara, tem bandas que realmente estão vivendo momentos ótimos, assim, sabe, o próprio The Chromintations, as reviews do próximo disco estão muito bem bem avaliadas, assim, então...
Então, cara, a quantidade de decrementations, o Confess, semana que vem, tudo, tudo, tudo, tudo, tudo incluindo para se tornar um ano, cara, mitológico na cabeça dos fãs, assim. E eu acho que é muito bom a gente entender isso para poder aproveitar, sabe?
falar com os produtores, comentar no Instagram e dizer pra trazerem as bandas, porque, cara, talvez, sei lá, se vai ter esse momento de novo, se as bandas vão ter esse gás, se o Martin vai pegar e vai ter esse gás de sempre ir pra frente com o Chris Dite, apesar de todas as adversidades. A gente ficou sabendo de algumas coisas que o Peter realmente passou mal, a saúde dele ficou bem debilitada, e, cara, o Chris tem suprido muito bem essa ausência do Peter, que é um cara ...
extremamente querido e uma lenda do Sleaze Rock sabe, e o Chris tá fazendo com maestria tudo, tudo, tudo tem se dedicado pra banda a gente conversou com ele e cara tá sendo um momento legal pra todo mundo apesar da diversidade que o Peter tem passado com a saúde, com a família dele a gente gostaria de desejar
tudo de melhor pra ele, que cara, eu sou muito fã do Peter London, tá? Eu acho que foi um dos caras que moldou a cena, principalmente na questão de estilo. Era um dos caras mais estilosos da cena, disparado, assim, era muito fã. O projeto dele, o Alter Egan, também era muito legal, embora fosse um som que não era metal, era muito bacana também, justamente pelo estilo dele, da banda. E cara, que eu fico muito feliz de ver tudo isso, de viver tudo isso.
Descansioso pelos shows Porra cara, faltam sei lá nove meses pro show E oito meses Eu tô ansioso pra caralho Então Então é isso cara Eu acho que não tem mais muito o que falar Eu já falei que é 10 de 10 umas 45 vezes Já pensei que ele é 10 de 10 umas 5 mil vezes
Então, galera, aproveitem esse disco, sabe? Deixem os seus comentários pra gente. Quem for escutar, a gente lançou antes do release mundial do álbum. Então, quem for escutar aqui o que a gente tá falando, se vai criar uma expectativa e já vai escutar Quiddler direto. Fala isso pra gente. Cara, quem for fazer isso, com certeza não vai se arrepender, sabe? Então, cara, muito foda. E tu, cara, o que achou do disco? Acho que tu gostou um pouco também, né?
Ah, eu acho que já ficou claro pra todo mundo que a gente curtiu pra caralho esse disco. Cara, eu sinto muito feliz, cara, de estar vivendo esse momento do do Sleaze, da cena do Hard Rock, né? Ver as bandas que a gente curtia quando era mais novo.
Tá tendo esse revival e as bandas fazendo um som de altíssimo nível. A gente sabe que algumas bandas tiveram seus altos e baixos, né? E o Black Rain lançou um puta disco legal esse ano. O Confess até agora lançou vários singles legais. O The Cruel Intentions tá numa pegada muito legal. Cara, o Crash Diet, porra, cara, muito feliz. Muito feliz mesmo com esse disco. É...
Eu me pego ansioso, assim, pelo show. Tava ansioso pra ouvir. Cara, tá sensacional essa pegada do hard rock, né? Do Sleaze como um todo. E a gente tem que aproveitar. Aproveitar, como você falou, a gente não sabe quanto tempo essa cena vai durar, se vai durar.
Então, eu acho que é uma cena que tá se consolidando bem agora, assim. Os caras tão bem maduros, eu acho que tá todo mundo curtindo muito o que tá fazendo. Então, só tenho a agradecer, né, o pessoal do Crash Diet por...
disponibilizar uma obra dessa pra gente então cara, sensacional sim que saiu disso galera, vão ouvir e comenta com a gente aqui o que vocês acharam desse disco fala pra gente as faixas preferidas de vocês
E, cara, quero agradecer muito aqui a você. Essa semana foi bem corrida pra gente, né? Mas valeu, valeu demais, cara. Foi foda pra caralho. Pelo Crash Diet, vale a pena. Então, valeu, Matheus. Foi muito foda essa semana. E tamo junto aí, cara.
Cara, na verdade, tudo vale a pena por causa disso, né? É muito bom a gente poder viver essa cena, os shows e aguardar mais coisas no momento que a gente vive, cara. Eu acho que sempre é importante a gente celebrar.
Na vida eu acho que isso é muito, muito, muito importante. Com as pessoas que a gente gosta, com os nossos amigos, aproveitando as coisas da vida. Hoje, cara, tem uma vida muito diferente do que eu tinha quando a banda tava realmente em sucesso, vindo pro Brasil. Putz, a última vez que eles vieram pro Brasil, eu tava na faculdade ainda, cara. E agora eu já tô com oito anos de formado, sabe? Então, tudo vai mudando e, cara, tem coisas que vão agregando.
Pô, tu é casado hoje, cara. Assim, tá feliz pra caramba, casado faz pouco tempo.
Então a gente, as coisas vão vivendo, cara, e como é bom viver essas coisas, sabe, com pessoas que são importantes pra nós, nossos trabalhos, nossos familiares, e eu realmente fico muito emotivo de falar, cara, pô, foi uma surpresa muito grata esse disco pra mim, sabe, porque, como eu disse, além de ser minha banda favorita, os últimos álbuns são legais, eu entendo isso, mas, cara, nem perto disso, pelo menos pra mim, sabe, enquanto sentimento de fã, cara, eu fico muito feliz, muito...
Muito honrado de estar aqui do seu lado também, podendo falar do disco antes. Uma coisa que eu jamais ia imaginar, sabe? Tem gente que pode pensar que é besteira, mas, pô, cara, pra gente que é fã, assim, receber o disco antes, ter um contato com os caras, eles serem super solistas, cara. Pô, quem respondeu a gente foi o próprio Patrick, sabe? Tipo, pô, o CEO da gravadora vem e fala, cara, e a gente quer escutar, a gente quer saber como foi o review de vocês, enviem pra gente e tal, a gente quer saber como é que tá as coisas no Brasil.
então, sinal que eles se importam a gente sabe que eles querem vir muito para o Brasil, o pessoal está ansioso o John e o Michael porque ainda não vieram, o Martin porque já teve muitos bons momentos o Chris porque é a casa dele então é isso cara, fico muito feliz e daqui eu me despeço espero que vocês aproveitem esse algo um tanto quanto nós aproveitamos
E nos vemos logo, logo, né? Não vamos ficar muito tempo sem se ver. Vocês não vão ficar tanto tempo sem nos escutar, tá? Por hoje é isso. Eu me despeço e valeu.
Valeu, Matheus. E quero agradecer a galera que ouviu o episódio aí com a gente. A gente vai tentar soltar o quanto antes esse episódio. Espero que dê tudo certo. E a gente se vê logo, como o Matheus já falou. Pessoal, se quiserem participar do nosso grupo no WhatsApp, nos manda uma mensagem que a gente te adiciona lá. Grupo que a gente conversa pra caralho ali. Fala bastante de Sleazy, fala bastante de hardy, de gland, de heavy metal, de outras paradas relacionadas à música.
camisetas, tudo tudo que a gente quiser tamo lá falando então galera, por hoje é isso um grande abraço pra todo mundo valeu e tchau